Quase 18 mil inscritos no concurso Maranhão se destaca em público de Raposa para 376 vagas Salão de Turismo em São Paulo Provas serão realizados no dia 9 de agosto P.2 Cidades [email protected] Chapada das Mesas é muito procurada por ecoturistas P.3 "A Vigilância não vai parar de acompanhar todos os casos" Henrique Jorge dos Santos Sup. da Vigilância Epidemiológica sobre a gripe A no Maranhão O ESTADO DO MARANHÃO - SÃO LUÍS, 15 de julho de 2009 - quarta-feira Lei que regulamenta horário de bares é aprovada em SL Boates e casas de show com isolamento acústico poderão funcionar até as 4h, enquanto restaurantes e trailers devem fechar às 3h, sob pena de sofrerem sanções penais como interdição ou cassação do alvará de funcionamento De Jesus Mario Carvalho Da Editoria de Política A partir de agora o município de São Luís passa a contar com uma legislação específica que regula os horários de funcionamento dos estabelecimentos que realizam eventos e que comercializam bebidas alcoólicas. Ontem, a Câmara Municipal resolveu intermediar a questão, aprovando, em dois turnos, o Projeto de Lei nº 191/07, de autoria do vereador Augusto Serra, por unanimidade. A matéria seguirá para sanção ou veto do prefeito João Castelo. De acordo com as novas regras estabelecidas pela nova lei, os estabelecimentos comerciais como boates e casas de shows, que têm isolamento acústico, poderão funcionar até as 4h da madrugada; enquanto os demais estabelecimentos, como bares, restaurantes e trailers, que vendem bebidas alcoólicas, só poderão ficar abertos até as 3h. Caso os proprietários desrespeitem a legislação, sofrerão as penalidades cabíveis, podendo o estabelecimento ser in- Conforme a nova lei, bares e restaurantes sem isolamento acústico ficarão abertos somente até 3h terditado ou ter cassado o alvará de funcionamento. Segundo o autor da proposição, apesar de polêmica, a fixação de horários noturnos em São Luís é de extrema importância, pois a cidade cresce a Flora Dolores cada dia, sendo essencial haver uma legislação que corresponda a esse processo de expansão comercial. "Sabemos que temos uma capital de natureza turística e então não poderíamos deixar que nosso município ficasse à mercê de fiscalizações desencontradas no período noturno. Promotores de Justiça estavam agindo, fazendo com que a nossa cidade estivesse morrendo em seus hábitos noturnos. A lei nasceu Operação de interdição de feira é adiada por 30 dias Paulo Soares Serão feitas perícias para verificar situação do mercado do Maiobão Somente o telhado, paredes e a quadra estão com serviço concluído Construção de escola se arrasta por sete anos Desde 2002, a Unidade de Educação Básica do Bequimão é construída; poça de lama já se formou ao lado do prédio inacabado A obra de construção da Unidade de Educação Básica do Bequimão, na Avenida 1 do bairro, está se arrastando há 7 anos. Conforme informações de moradores, a última interrupção nos trabalhos ocorreu no fim do ano passado e, desde então, nenhum serviço foi realizado no local. Pelas placas indicativas de previsão orçamentária da escola, a conclusão do colégio está orçado em R$ 635.282,37. O prédio deveria ficar pronto no prazo de 150 dias do início da construção, que começou no primeiro trimestre 2002. O colégio foi planejado para abrigar 10 salas de aula, com possibilidade de receber até 500 alunos da educação infantil e do ensino fundamental. Hoje, após 7 anos de obras – interrompidas pelo menos seis vezes, a última em dezembro do ano passado - pouco mais de 70% da construção foi concluída. As paredes e o telhado já estão prontos, assim como o sistema elétrico, mas o sistema hidráulico e o acabamento interno e externo (colocação de piso, ladrilhos e janelas, além da pintura de paredes) ainda não foram concluídos. Finalizada mesmo está apenas a quadra da escola. Mas, como o prédio principal não foi concluído, nem o piso externo, alguns trechos da quadra já começam a sofrer assoreamento, arriscando sua estrutura. da necessidade popular de regulamentar o assunto", disse Augusto Serra. Ele destacou que as ações do Ministério Público Estadual (MP), responsável pela "Operação Manzuá", estavam ocorrendo de forma arbitrária por não haver uma lei específica que tratasse da matéria. "Agora, aprovamos essa lei, de iniciativa popular, que se adequa a todos os segmentos que trabalham no setor e que utilizam a noite como fonte de renda. Esperamos que os nossos empresários e comerciantes possam trabalhar amparado nesta legislação, onde ninguém mais poderá ser preso de forma autoritária como vinha acontecendo", ressaltou o vereador. Augusto Serra declarou que a nova lei protegerá não só os comerciantes, mas também os usuários que terão respeitados os seus direitos, enquanto consumidores. Para o parlamentar, ninguém é obrigado a deixar um determinado estabelecimento por imposição de alguns, mas a partir de agora terá que conhecer e respeitar uma legislação que ampara toda sociedade. O Ministério Público Estadual (MP) adiou por 30 dias a operação de interdição do feira do Maiobão, localizada na Rua 101 do bairro. Nesse período, o MP fará perícias relativas às estruturas física, arquitetônica e sanitária do local, para verificar a real situação da feira e, no fim do prazo, emitir parecer favorável à interdição ou funcionamento do local. O processo de interdição da feira, que já dura 5 anos, pede ainda a desocupação da área, usada por lojas e mercados, que teriam se instalado à revelia do Governo do Estado, a quem pertence a área. A ação de interdição da feira do Maiobão, que tramita no MP, foi protocolada em novembro de 2003, pela titular da 1ª Promotoria de Justiça de Paço do Lumiar, Gabriela Brandão. Além da interdição da feira pela má condição de funcionamento e risco de contaminação, a liminar da Justiça pede também a desocupação da área, usada por mercados e lojas de móveis, pois os terrenos teriam sido vendidos pela Cooperativa dos Feirantes do Estado Maranhão (Coofesma) sem anuência do Governo do Estado, proprietário da área onde funcionam a feira e o centro comercial. De acordo com a liminar da Promotoria de Justiça do Município, a Coofesma somente se manifestou quando foi definida uma data para a interdição da feira – que seria hoje – e ao longo da sua administração, foi cedendo os espaços para famílias e empresá- Estrutura da feira do Maiobão é precária e MP irá verificar a situação rios. Os feirantes reclamam que as lojas do centro comercial em frente à feira prejudicam suas vendas, pois os clientes não conseguem ver a entrada da feira, motivo pelo qual muitos dos vendedores montaram suas barracas na rua, causando insatisfação dos moradores e motoristas que trafegam pela via. Os feirantes reclamam da atual administração, que dizem ser negligente, e alegam não terem para onde ir, caso a interdição seja confirmada. Quem consome os produtos da feira diariamente afirma que não terá outro local que ofereça a mesma variedade de produtos com preços baixos. Sujeira - A feirante Joelma Freitas dos Santos informou que sempre houve sujeira no local, mas que nada foi feito para melhorar a situação de trabalho e que não tem para onde ir, caso a interdição se efetue. “Trabalho aqui há mais de 10 anos e não tenho outro local para ir; acredito, inclu- sive, que a maioria dos feirantes está na mesma situação que eu”, resignou-se. Lady Laura de Jesus Ferreira, moradora da Maioba, disse que a feira é o destino de quem mora no Maiobão, Maioba, Parque Jair, Vila São José e outros bairros próximos e oferece os melhores preços de compra. “Eu não sei o que vou fazer sem essa feira. Aqui eu encontro tudo que preciso e por preços mais em conta”, lamentou. Manuel de Jesus Sousa, responsável para administração da feira, informou que a cooperativa e os feirantes farão um mutirão para higienizar a feira e que os sistemas de água, esgoto e a estrutura física da feira receberão reparos que atendam às exigências do ME. A prefeita de Paço Lumiar, Bia Venâncio, informou que já está em contato com o governo do Estado para que este recupere toda a área e repasse a administração da feira ao município, visto que os próprios feirantes mostram-se descontentes com a cooperativa. “ A Câmara de Vereadores é que tem a prerrogativa de resolver esse conflito" Vereador Augusto Serra sobre o conflito entre comerciantes e "Operação Mazuá" Assembléia de Deus faz evento para os jovens Com o tema “Chamados para Adorar”, a Igreja evangélica Assembléia de Deus, em São Luís, dará início hoje ao VI Congresso da Mocidade das Assembléias de Deus em São Luís (COMADESL), no Ginásio Georgiana Pflueger, o Castelinho. O evento se estende até sábado, dia 18. O principal objetivo, segundo os organizadores, é trazer à consciência da igreja a necessidade de se adorar e render Graças a Deus acima de todas as coisas. A perspectiva é que pelo menos 20 mil pessoas participem diariamente das atividades. Além dos membros da Assembléia de Deus em São Luís, que hoje somam cerca de 40 mil pessoas, caravanas de vários municípios do interior do Estado devem participar do congresso, que atrai milhares de jovens por edição. Para ministrar as palestras, foram convocados o pastor Presidente da Assembléia de Deus em São Luís, José Guimarães Coutinho; o pastor Jackson Douglas, da Bahia; Oziel Gomes, de Coroatá; Messias do Santos, de Santa Catarina, e Josué Brandão, de Minas Gerais. A cantora Damares, do estado do Paraná, e Eliane Silva, além do ministério de música O Semeador, de São Luís, e várias outras bandas locais também participarão do encontro. De acordo com o pastor Enos Henrique Nogueira Ferreira, o congresso já faz parte da agenda de eventos da Assembléia de Deus e é realizado a cada dois anos.