FACULDADE DE DIREITO CANDIDO MENDES – CENTRO NÚCLEO DE TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO NORMAS PARA APRESENTAÇÃO DA MONOGRAFIA DE CONCLUSÃO DE CURSO Laélia Portela Moreira (Coord.) Maria de Lourdes Russo RIO DE JANEIRO 2006 APRESENTAÇÃO A introdução da obrigatoriedade da Monografia de Conclusão de Curso na Faculdade de Direito Candido Mendes – Centro registra a conscientização da importância da pesquisa científica na Universidade e visa oferecer aos seus alunos oportunidade de reflexão e aprofundamento dos conhecimentos adquiridos durante o curso, bem como a aprendizagem dos procedimentos característicos da produção dessa modalidade de trabalho científico. Nessa trajetória de ampliação da cultura científica, as informações apresentadas neste manual de normas destinam-se a auxiliar o estudante na organização das informações que compõem as várias partes da sua monografia de graduação, de modo que a apresentação formal seja feita de acordo com a normalização estabelecida nos vários documentos da ABNT relacionados ao assunto. As orientações, a seguir, baseiam-se nas normas da ABNT e na literatura de metodologia do trabalho científico, apresentadas no final deste manual. Por serem substancialmente amparadas em normas sujeitas a modificações, temos clareza de que as orientações contidas nesse Manual merecem atualização permanente, para o que contamos com a colaboração de todos, na tentativa de aperfeiçoar e ampliar este trabalho, visando sempre à garantia possível do sucesso da atividade de elaboração de monografias no curso de graduação. Laélia Portela Moreira e Maria de Lourdes Russo Núcleo de Trabalhos de Conclusão de Curso – NTCC da Faculdade de Direito Candido Mendes - Centro SUMÁRIO 1 MONOGRAFIA NA FACULDADE DE DIREITO CANDIDO MENDES – CENTRO ................................................................................................................................ 6 2 ESTRUTURA DO TRABALHO MONOGRÁFICO...................................................... 7 2.1 ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS ...................................................................................... 7 2.1.1 Capa e Folha de Rosto .................................................................................................... 7 2.1.2 Folha de Aprovação........................................................................................................ 8 2.1.3 Dedicatória e/ou Agradecimentos................................................................................... 8 2.1.4 Epígrafe .......................................................................................................................... 8 2.1.5 Resumo ........................................................................................................................... 9 2.1.6 Lista de Ilustrações ......................................................................................................... 9 2.1.7 Lista de abreviaturas, siglas e símbolos.......................................................................... 9 2.1.8 Sumário........................................................................................................................... 9 3 A CONSTRUÇÃO DO TEXTO........................................................................................ 11 3.1 A INTRODUÇÃO ............................................................................................................. 11 3.2 O DESENVOLVIMENTO.................................................................................. .............. 12 3.3 A CONCLUSÃO............................................................................................................... 12 3.4 OS ANEXOS..................................................................................................................... 12 3.5 A REDAÇÃO DO TEXTO ............................................................................................... 13 4 AS REFERÊNCIAS ........................................................................................................... 16 4.1 REFERÊNCIA DE MONOGRAFIA NO TODO ............................................................. 16 4.2 REFERÊNCIA DE PARTE DE MONOGRAFIA ............................................................ 17 4.3 REFERÊNCIA DE PUBLICAÇÃO PERIÓDICA............................................................ 18 4.3.1Referência de Revista ...................................................................................................... 18 4.3.2 Referência de Artigo de Jornal ....................................................................................... 19 4.3.3 Matérias Não Assinadas em Revistas e Jornais.............................................................. 20 4.4 O DOCUMENTO JURÍDICO........................................................................................... 20 4.4.1 Documento Jurídico em Meio Eletrônico....................................................................... 21 4.5 TRABALHO APRESENTADO EM EVENTO................................................................ 22 4.6 IMAGEM EM MOVIMENTO.......................................................................................... 22 4.7 OUTROS CASOS DE REFERÊNCIAS............................................................ ............... 23 4.7.1 Autor Entidade................................................................................................................ 23 4.7.2 Autor Desconhecido ....................................................................................................... 23 4.8 REGRAS GERAIS DE APRESENTAÇÃO ..................................................................... 23 4.8.1 Entrada por Autores........................................................................................................ 24 4.8.2 Destaque do Título.......................................................................................................... 24 4.8.2.1 Destaque em monografia considerada no todo ............................................................ 24 4.8.2.2 Destaque em partes de monografias ............................................................................ 24 4.8.3 Indicação das Páginas ..................................................................................................... 25 4.8.4 Indicação da Edição........................................................................................................ 25 4.8.5 Abreviaturas dos Meses.................................................................................................. 25 4.8.6 Obra Coletiva: até Três Autores ..................................................................................... 25 4.8.7 Obra Coletiva: Mais de Três Autores ............................................................................. 26 4.8.8 Indicação de Responsabilidade....................................................................................... 26 4.8.9 Referência de Várias Obras do Mesmo Autor................................................................ 26 5 A APRESENTAÇÃO DAS CITAÇÕES ......................................................................... 27 5.1TIPOS DE CITAÇÕES ...................................................................................................... 27 5.1.1 Citação Direta ou Transcrição ........................................................................................ 27 5.1.2 Citação Indireta............................................................................................................... 28 5.1.3 Citação de Citação .......................................................................................................... 28 5.2 SISTEMAS DE CHAMADA............................................................................................ 29 5.2.1 Sistema Numérico........................................................................................................... 29 5.2.2 Sistema Autor-data ......................................................................................................... 29 5.3 CITAÇÕES SUBSEQÜENTES DA MESMA OBRA...................................................... 30 5.4 OUTROS TIPOS DE CITAÇÃO ...................................................................................... 31 6 DIGITAÇÃO E FORMATAÇÃO .................................................................................... 32 6.1 FONTES ............................................................................................................................ 32 6.2 MARGENS E ESPAÇAMENTO...................................................................................... 32 6.3 NOTAS EM RODAPÉ...................................................................................................... 33 6.4 NUMERAÇÃO DAS SEÇÕES ........................................................................................ 33 6.5 NUMERAÇÃO PROGRESSIVA DAS PÁGINAS.......................................................... 35 6.6 APRESENTAÇÃO DAS ILUSTRAÇÕES....................................................................... 35 6.6.1 Tabelas e Quadros .......................................................................................................... 35 6.6.2 Figuras ............................................................................................................................ 36 6.7 EXEMPLOS DE ILUSTRAÇÕES.................................................................................... 36 7 REFERÊNCIAS.................................................................................................................. 40 8 ANEXOS ............................................................................................................................. 41 1 MONOGRAFIA NA FACULDADE DE DIREITO CANDIDO MENDES – CENTRO A monografia de conclusão de curso de graduação consiste numa atividade de pesquisa científica que tem como objetivo o estudo de um tema delimitado. Deve apresentar, de forma sistematizada , a reflexão do estudante , fruto de leituras, observações e discussões , expressando seu conhecimento sobre o assunto escolhido. Distingue-se, tanto da dissertação, que habilita ao título de mestre, quanto da tese, que visa à obtenção do título de doutor ou similar. Caracteriza-se como um texto expositivoargumentativo organizado em torno de um problema específico, cuja solução é pesquisada e cujos resultados organizam-se por escrito, distribuídos em várias partes, denominadas seções. A elaboração correta da monografia deve atender a vários tipos de exigências, próprias dessa modalidade de produção acadêmica, tarefa que, certamente, demandará do aluno aplicação, identificação com o assunto escolhido e observância das normas técnicas vigentes. Na Faculdade de Direito Candido Mendes – Centro, a elaboração da monografia de Conclusão de Curso constitui-se condição indispensável para a obtenção do título de Bacharel em Direito por parte de seus alunos que, para o bom desempenho dessa atividade, contam com disciplinas metodológicas , orientação de professores do curso e, ainda, com o apoio proporcionado pelos funcionários do Núcleo de Trabalhos de Conclusão de Curso NTCC, instituído no ano de 2000. A estrutura e a apresentação desse trabalho na FDCM obedece, substancialmente, à normalização da ABNT, procedendo-se, no entanto, algumas adaptações que, dentro da margem de interpretação que as normas permitem, buscam atender às características da Instituição. 2 ESTRUTURA DO TRABALHO MONOGRÁFICO A estrutura da monografia da FDCM, bem como a dos demais trabalhos acadêmicos que resultem de pesquisa, compreende: elementos pré-textuais, textuais e póstextuais. A seguir, serão detalhados os elementos de cada uma das partes citadas e, para melhor ilustrar cada informação prestada, serão apresentados os respectivos exemplos, em anexo, no final deste manual. 2.1 ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS Os elementos pré-textuais, ou preliminares, compreendem da capa até o sumário, último elemento do pré-texto. Alguns são indispensáveis; outros, opcionais, como a epígrafe, por exemplo. Apresenta-se, a seguir, uma relação completa desses elementos bem como indicações relativas à sua natureza e formatação. 2.1.1 Capa e Folha de Rosto A capa e a folha de rosto prestam-se a apresentar um conjunto de informações que permitam a imediata identificação do trabalho: autor, título, subtítulo, se houver, instituição de ensino, professor orientador e data da elaboração. A capa é a proteção externa. Encontra-se disponível no NTCC e deve ser utilizada para encadernar as cópias a serem entregues. A folha de rosto deve ser elaborada pelo aluno, de acordo com as seguintes especificações: a) a 3 centímetros da borda superior, em letras maiúsculas, fonte Times New Romanl, tamanho 14, em negrito, o nome da Universidade, da Faculdade e do Núcleo de 8 Trabalhos de Conclusão de Curso. b) a igual distância entre as bordas superior e inferior, centralizado e com letras maiúsculas, deve figurar, em fonte tamanho 14 em negrito, o título do trabalho e o subtítulo, se houver; c) a 5 centímetros abaixo do título, centralizado e em fonte tamanho 12, deve figurar o nome do autor e o número da turma. d) a 5 centímetros da borda inferior, centralizado e em fonte tamanho 12, deve figurar o nome do orientador. e) a 3 centímetros da borda inferior, centralizado e em fonte tamanho 12, deve figurar o local, o mês e o ano da conclusão do trabalho. Acrescenta-se, na folha de rosto, a nota explicativa da finalidade do trabalho, conforme se pode ver no anexo A, p. 43. 2.1.2 Folha de Aprovação Logo após a folha de rosto, vem a folha de aprovação, na qual devem constar: o nome do aluno, o título da monografia e subtítulo, se houver, a nota informativa do tipo de trabalho e do grau a ser obtido, os nomes do orientador e dos componentes da banca examinadora, o local e a data da defesa. (anexo B, p. 44) 2.1.3 Dedicatória e/ou Agradecimento O prazer do trabalho feito motiva o autor a dividi-lo com parentes, amigos ou professores. Este é o sentido da dedicatória e/ou agradecimento. São opcionais, devem vir em folhas distintas e após a folha de rosto. (anexo C, p. 45) 2.1.4 Epígrafe Citação, seguida da indicação da autoria, relacionada ao tema da pesquisa. Segue a folha de agradecimento. (Anexo D, p. 46) 9 2.1.5 Resumo Consiste em uma breve apresentação dos pontos mais importantes da monografia, acompanhada das palavras-chave. Ver exemplo na página O resumo deve dar uma visão rápida e clara dos objetivos e do conteúdo do trabalho. Compõe-se de uma seqüência de frases concisas e não de uma enumeração de tópicos. Deve-se dar preferência ao uso da terceira pessoa do singular e do verbo na voz ativa. 2.1.6 Lista de ilustrações As ilustrações compreendem tabelas, quadros e figuras (gráficos, mapas, desenhos, fotografias etc.) e devem ser relacionadas em lista específica depois do resumo. Essa lista destina-se a relacionar as ilustrações existentes no trabalho, na ordem em que aparecem; indicam-se, também, as páginas onde estão localizadas. Quando o número de ilustrações for pequeno, e de vários tipos - quadros, tabelas, figuras etc. -, pode-se elaborar lista única (Anexo G, p. 50). Recomenda-se, porém, a elaboração de listas separadas por categoria de ilustração quando seu número for suficiente para justificar essa decisão. Cada lista deve iniciar uma folha. 2.1.7 Lista de abreviaturas, siglas e símbolos Destina-se a relacionar, em ordem alfabética, os símbolos e/ou convenções utilizados no decorrer do texto, acompanhados das respectivas significações. (Exemplo no Anexo H, p. 51) 2.1.8 Sumário No sumário, enumeram-se as seções em que o trabalho se divide, na mesma ordem em que estas se sucedem no texto. A organização do sumário permite que o leitor tenha uma visão de conjunto da obra; facilita, também, a localização dos assuntos tratados. Para cada divisão deve ser indicado o título, o subtítulo e a página inicial da seção. O sumário é o último elemento antes da Introdução. Não deve ser confundido com 10 índice - elemento pós-textual que significa lista ordenada de assuntos, nomes, pessoas, lugares e outros, que remete para informações contidas no texto e, normalmente, usado em relatórios mais extensos. Devem constar do sumário todas as partes que o sucedem, incluindo as referências e os apêndices ou anexos. (Exemplo no anexo F, p. 48) 3 A CONSTRUÇÃO DO TEXTO O texto da Monografia do Curso de Direito da FDCM – Centro obedece à seguinte estrutura: Introdução, Desenvolvimento e Conclusão. 3.1 INTRODUÇÃO A introdução é o espaço onde se anuncia, promete e desperta a atenção do leitor, permitindo uma visão geral do que vai ser tratado ao longo do trabalho. Seu conteúdo deve ser apresentado de maneira clara, simples e objetiva. Nessa parte, define-se o tema, indicam-se os objetivos e delimita-se o assunto, no tempo e no espaço, bem como se justifica a escolha feita, evidenciando sua importância e oportunidade. Apresenta-se, assim, o problema de pesquisa, a questão que deu origem ao trabalho. Além disso, procede-se à discussão da literatura mais significativa sobre o assunto, sintetizando-se, de forma crítica, as contribuições mais intimamente relacionadas com o objeto do trabalho, encontradas nos autores lidos. No caso de a revisão da literatura merecer capítulo próprio, na introdução faz-se apenas referência à discussão mais importante relacionada ao problema de pesquisa. É também na introdução que se descreve a metodologia empregada, devendo-se acrescentar, quando se tratar de pesquisa teórico-empírica, uma exposição do processo utilizado na coleta e na interpretação dos dados. Devem-se anunciar, ainda, as partes principais do desenvolvimento da pesquisa, a fim de proporcionar uma visão geral do que vai ser tratado. Em função dessas características, a introdução geralmente é a última parte a ser redigida. 12 3.2 O DESENVOLVIMENTO A fim de aprofundar a discussão do tema passa-se, no desenvolvimento, à fase da discussão. Esta é, sem dúvida, a parte mais importante. É justamente no corpo do trabalho que o tema é desdobrado em suas partes constitutivas, mediante a apresentação de argumentos que comprovem o que se quer demonstrar. Os problemas apresentados na introdução serão, nesse momento, examinados à luz dos fundamentos teóricos ou do modelo escolhido e, ao mesmo tempo, quando for o caso, confrontados com os dados, de forma que a argumentação apresentada seja coerente e consistente. Essa parte do texto deve ser organizada em seções e subseções que permitam evidenciar a continuidade no tratamento do tema em um roteiro bem elaborado das idéias apresentadas, articulando-se logicamente as partes em torno da idéia principal. É importante lembrar que a estrutura do corpo do trabalho deverá ser definida de acordo com as características do tema escolhido não havendo, portanto, uma forma única de se organizar os capítulos. Deve-se, porém, evitar o excesso de subdivisões, por comprometerem a clareza e a compreensão do texto. 3.3 A CONCLUSÃO A conclusão é a última parte do trabalho e a menos extensa; é a síntese do relatório da pesquisa. Assim, não admite nenhum fato ou argumento novo, nem tampouco a apresentação de dados quantitativos que não decorram do que foi tratado no corpo do trabalho. Na conclusão, retoma-se a questão estudada, o problema; recapitulam-se as principais partes, evidenciando-se as idéias mais relevantes. Se for o caso, sugerem-se medidas e formulamse questionamentos que possam indicar pesquisas posteriores. Para melhor concluir, é preciso estruturar bem a síntese da argumentação, de modo a possibilitar a exata compreensão do objetivo final do trabalho. Após a conclusão, seguem-se as referências, que serão tratadas na seção 4. 3.4 OS ANEXOS Devem constar, nesta parte, textos ou documentos não elaborados pelo autor, que 13 possam acrescentar informações às idéias apresentadas no texto. Os anexos não são tão importantes para figurar no corpo do trabalho, mas podem contribuir para o entendimento e convencimento do leitor. De acordo a NBR 14724: 2005, devem vir após as referências. Constam do sumário e têm suas páginas numeradas consecutivamente ao texto. São identificados por letras maiúsculas acrescidas de título. Exemplo: ANEXO A - Lei 9.656, de 3 de junho de 1998 ANEXO B – Medida Provisória 34, de 6 de março de 2002 3.5 A REDAÇÃO DO TEXTO Para bem apresentar os resultados da pesquisa é importante que o autor assuma, nessa etapa, um duplo papel: o de produtor de textos e também o de leitor virtual. O texto produzido deve ser acessível, claro e bem organizado, evitando-se as formas rebuscadas e ambíguas. Escrever bem não significa escrever diferente: a simplicidade das palavras e a coerência do pensamento em muito contribuem para uma estruturação mais sólida dos argumentos e, por conseqüência, para a eficácia do texto. Nesse sentido, sugerem-se alguns procedimentos a serem observados durante a etapa de redação da monografia. a) Impessoalidade A redação de um trabalho científico é impessoal, por presumir que o que afirmamos possa ser compartilhado com os leitores. Desse modo, deve ser escrita na terceira pessoa e, sempre que possível, em orações com sujeitos indeterminados, recorrendo-se a expressões como: "conclui-se que..." "entende-se que...", ou ao uso de verbos que denotem objetividade: "o procedimento adotado indica...", "aquela informação foi obtida...". Expressões como" o meu trabalho", "eu acho", "eu penso", "na minha opinião", devem ser evitadas, por apresentarem conotação de subjetividade. Usa-se, de preferência, 14 "este trabalho", "no presente trabalho". O emprego da primeira pessoa do plural, chamado de plural majestático ou plural de modéstia, é desaconselhável. b) Clareza e concisão O texto deve ser redigido de forma simples e objetiva, evitando-se palavras, expressões ou frases que possam gerar ambigüidade. O estilo prolixo e retórico compromete a compreensão porque tende a ampliar desnecessariamente os períodos. As citações devem obedecer às recomendações da Norma NBR 10520:2002, da ABNT, exemplificada na seção 5. Citações muito longas e em excesso devem ser evitadas, pois podem denotar ausência de consistência de pensamento por parte do autor, desviando a atenção do leitor da seqüência de raciocínio desenvolvido. Repetições freqüentes de vocábulos, expressões ou conjunções devem ser evitadas. Um texto repetitivo, por mais bem escrito que possa parecer, torna-se cansativo. Tenha-se em mente, porém, que a busca da concisão não deve sacrificar a clareza na expressão das idéias. Cabe enfatizar que frases demasiadamente longas comprometem a clareza e dificultam a concordância gramatical. Por outro lado, devem ser evitadas frases muito curtas por não possibilitarem, muitas vezes, a exposição eficiente dos argumentos. Geralmente a clareza da redação reflete a clareza do raciocínio. b) Precisão e originalidade O autor deve certificar-se do correto significado das palavras utilizadas e verificar se existe adequação desse significado às idéias que pretende expor. A vulgaridade de termos e a impropriedade de sentido empobrecem o texto, assim como a utilização de gírias, modismos, jargões e neologismos. Expressões que caracterizem conteúdos do senso comum, tais como "pode ser que..." "alguns acham que..." "todo mundo sabe...", "geralmente é reconhecido...", por serem vagas, não conferem fidedignidade às informações, devendo ser evitadas. A escolha do estilo deve recair sobre o nível culto da linguagem ou do coloquial cuidado, que utiliza vocabulário comum e sintaxe simples, mas não exclui a observância das normas gramaticais. Desse modo, não é suficiente apenas a observância das normas técnicas 15 pois, se o autor desconhece o idioma, as normas gramaticais e de construção de texto, o resultado do trabalho poderá ser desastroso. A leitura e a escrita, a interpretação do texto e o estilo, a constante relação com a palavra, em grande medida, contribuem para a melhor dissertação. Escrever bem é mais que organizar o raciocínio de maneira clara: é ser capaz de expressar o que se deseja. A produção do novo, do original, reflete a capacidade criativa do autor. Um trabalho de pesquisa pode ser criativo não só na linguagem, mas na escolha do tema e, até mesmo, no enfoque utilizado. Finalmente, é importante lembrar que o texto pode e deve ser reescrito quantas vezes forem necessárias, pois só com prática e experiência é possível obter mais objetividade, precisão e clareza. A capacidade de desenvolver a argumentação e de estruturá-la em forma de texto é um processo de aprendizagem que se desenvolve com a prática constante. 4 AS REFERÊNCIAS As referências consistem num conjunto de elementos que permitem a identificação dos vários tipos de documentos consultados e utilizados quando da elaboração de um trabalho científico. São indispensáveis, por permitirem que o leitor tome conhecimento da documentação consultada podendo, também, servir de indicadores para outras pesquisas. De acordo com o que dispõe a Norma NBR 6023: 2002, da ABNT, as referências podem ser apresentadas em rodapé, ou no fim de cada capítulo da monografia (neste caso, pela ordem cronológica de aparecimento no texto) ou em lista no final do trabalho. Este Manual recomenda a apresentação das referências em lista, por ordem alfabética de autor, no final do trabalho, após a Conclusão. A já mencionada Norma distingue os elementos essenciais dos opcionais de uma referência, estabelece uma seqüência padronizada em que estes devem ser dispostos e fixa as convenções para a apresentação dos documentos utilizados durante a elaboração da monografia. Na apresentação de uma referência, além dos elementos considerados essenciais, também podem ser apresentadas informações adicionais, relacionadas a outros tipos de responsabilidade (tradução, ilustração etc.) ou a aspectos materiais da obra. A seguir, serão apresentados modelos de referências, procurando-se estabelecer o equilíbrio entre o rigor indispensável e a simplicidade e praticidade necessárias. 4.1 REFERÊNCIA DE MONOGRAFIA NO TODO Monografia no todo inclui livros, folhetos, teses, dissertações, enciclopédias e dicionários, entre outros. Elementos essenciais: autor (es), título, subtítulo (se houver), edição, local. editora 17 e data de publicação. Exemplos: Livro SANTOS, Boaventura de Sousa. Introdução a uma ciência pós-moderna. 3. ed. São Paulo: Graal, 2000. NASCIMENTO, Edmundo Dantes. Lógica aplicada à advocacia: técnica de persuasão. 2.ed. São Paulo: Saraiva, 1987. Tese BUENO, Vera Cristina de Andrade. Filosofia do direito como filosofia crítica: a filosofia crítica do direito de acordo com sua tradição e a nova condição reflexiva da norma. 1998. Tese ( Doutorado em Filosofia)- Pontifícia Universidade Católica. Rio de Janeiro Dissertação IRIGARAY, Carlos Teodoro José Hugueney. Constitucionalização do direito ambiental no Brasil. 1992. Dissertação (Mestrado em Ciências Jurídicas)- Pontifícia Universidade Católica. Rio de Janeiro. Dicionário FLORENZANO, E. Dicionário da ideias semelhantes. Rio de Janeiro: Ediouro, 1989. FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Novo dicionário Aurélio. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1975. 4.2 REFERÊNCIA DE PARTE DE MONOGRAFIA Parte de monografia inclui capítulo, volume, fragmento e outras partes de uma obra, com autor(es) e título(s) próprio.(s) Elementos essenciais: autor(es), título, subtítulo (se houver) da parte, seguidos da expressão "In:", e da referência completa da obra no todo. Informam-se, ainda, o número das páginas inicial e final da parte referenciada e o número do capítulo, se for o caso. Exemplos: Capitulo de livro SANTOS, Boaventura de Sousa. Da dogmatização à desdogmatização da ciência moderna. In: _____. Introdução a uma ciência pós-moderna. 3.ed. São Paulo: Graal, 2000. Cap.1, p.17-34. 18 Parte de coletânea MAINWARING, Scott. Igreja Católica, educação do povo e política. In: PAIVA, Vanilda (Org.). Perspectivas e dilemas da educação popular. Rio de Janeiro: Graal, 1982. p. 203-225. 4.3 REFERÊNCIAS DE PUBLICAÇÃO PERIÓDICA 4.3.1 Referência de Revista Quando se deseja referenciar um número de um seriado (volume, fascículo, caderno ou outras) e não apenas um artigo, a entrada dá-se pelo título da revista, ao qual se segue o título (se houver), do fascículo ou daquele número, e mais local de publicação, editora, numeração do ano e/ou volume, numeração do fascículo, períodos e datas de sua publicação e outras particularidades que identifiquem a obra. Exemplos: Número especial de revista CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO. Sociedade da informação. Brasília: IBCT, v. 29, n. 1, jan./abr. 2002. AVALIAÇÃO. Revista da rede de avaliação institucional da educação superior. Campinas:, v. 6, n. 1, mar.1996. Artigo em revista Os elementos essenciais do artigo ou matéria de revista são: autor (es) , título, subtítulo ( se houver), título da publicação local de publicação, data de publicação, numeração correspondente ao volume e/ou ano, fascículo ou número, paginação inicial e final do artigo e informações de período e data de publicação. Exemplos: FACHIN, Luiz Edson. A reforma do direito brasileiro: novas notas sobre um velho debate no direito civil. Revista dos Tribunais, São Paulo, v. 87, n. 757, p. 64-69, 1998. NALLINI, José Renato. Sobre a elevação da qualidade do ensino do Brasil. Archetypon, Rio de Janeiro, v. 2, n. 6, p. 91-103, maio/ago. 1994. 19 Artigo de revista em meio eletrônico O material pesquisado na Internet deve se referenciado da mesma forma que aquele captado nas fontes já mencionadas neste item 4. Acrescenta-se à referência convencional o endereço eletrônico onde a informação se encontra disponível, bem como a data em que foi obtida. Exemplos: Revista REVISTA CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO. <CIOnline>, Brasília, IBCT, v.31, n. 1, 2002. Disponível em: : < http://ww.ibict.br/cionline/inicio.htm>. Acesso em: 10 ago. 2002. Artigo de revista DIAS, Guilherme Ataíde. Avaliação do acesso a periódicos eletrônicos na Web pela análise do artigo de log de acesso. <CIOnline> Revista Ciência da Informação. Brasília. IBICT, v. 1, n. 1, jan. 2002. Disponível em: < http//www.ibct.br.cionline/inicio.htm>. Acesso em: 13 ago. 2002. 4.3.2 Referência de Artigo em Jornal Artigo em jornal diário Elementos essenciais: autor do artigo, título do artigo, subtítulo, se houver, título do jornal, local de publicação, dia, mês e ano da publicação do artigo, caderno, seção ou suplemento em que o artigo é publicado e páginas . Exemplo: DIMENSTEIN, Gilberto. Burrice mata. Folha de S.Paulo , São Paulo, 27 dez. 1998. Folha Cotidiano, p. 8. Artigo em jornal eletrônico SILVA, I.G. Pena de morte para o nascituro. O Estado de São Paulo, São Paulo, 19 set. 1998. Disponível em <http://www.providafamilia.org/pena_morte_nascituro.htm>. Acesso em: 10 set. 1998. 20 4.3.3 Matérias não Assinadas em Revistas e Jornais Quando não for possível identificar o autor do texto, deve-se iniciar a referência pelo título, do qual se destaca a primeira palavra. Os demais elementos ( local, data etc. ) seguem a ordem anteriormente apresentada, variando conforme o tipo de texto. Exemplos: ACORDO prevê superávit comercial em 99. São Paulo, Folha de S.Paulo, São Paulo, 4 dez. 1998. Folha Dinheiro, p.5. RISCO de contágio. Veja. São Paulo, ano 34. n. 13, p. 52-4, 4 abr. 2001. 4.4 O DOCUMENTO JURÍDICO Para referenciar documentos jurídicos (legislação, jurisprudência e doutrina), os elementos essenciais são: jurisdição (ou cabeçalho da entidade, quando se tratar de normas), título, numeração e data, ementa e dados da publicação e outros dados necessários à identificação do documento. quando for o caso. Exemplos: Constituição Federal BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil:. 27 ed. atual. e amp. São Paulo: Saraiva, 2001. Emenda Constitucional BRASIL. Constituição (1988). Emenda constitucional de revisão nº2, de 7 de junho de 1994. Dá nova redação ao art. 5º e 2º da Constituição Federal. Brasília, publicada no Diário Oficial da União de 9 de junho de 1994. BRASIL .Constituição (1988). Emenda constitucional n. 27, de 21 de março de 2000. Acrescenta o art. 76 ao Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, instituindo a desvinculação de arrecadação de impostos e contribuições sociais da União. Brasília, publicada no Diário Oficial da União de 22 de março de 2000. Consolidação de Leis BRASIL. Consolidação das Leis do Trabalho. Decreto-lei nº 5452, de 1º de maio de 1943. Aprova a consolidação das leis do trabalho. Lex –Coletânea de Legislação: edição federal :, 21 São Paulo, 1998. Código BRASIL.Código penal. Organização dos textos, notas remissivas e índices por Juarez de Oliveira. 33. ed. São Paulo: Saraiva, 1995. dDecreto BRASÍLIA. Decreto nº 3.683 de 6 de dezembro de 2000. Define os setores da economia considerados prioritários para o desenvolvimento regional, nas áreas de atuação das Agências de Desenvolvimento Regional. LEX – Coletânea de Legislação e Jurisprudência, São Paulo, Tomo XII, p. 4976, 2000. Medida provisória BRASIL. Medida Provisória nº 2.074-72, de 27 de dezembro de 2000. Dispõe sobre medidas complementares ao Plano Real, e dá outras providências. LEX – Coletânea de Legislação e Jurisprudência, São Paulo, Tomo XII, p. 4987, 2000. Portaria BRASIL. Portaria nº 638 de 13 de maio de 1997. Dispõe sobre a autorização para funcionamento de cursos fora da sede em universidades. Diário Oficial [ da República Federativa do Brasil] .Brasília, nº 91, p. 1008, 15 maio 1997. Seção 1. 4.4.1 Documento Jurídico em Meio Eletrônico Na referência do documento jurídico em meio eletrônico, acrescentam-se, após os dados da referência indicados nos exemplos da seção anterior, o endereço eletrônico e a data de acesso. Exemplo: Decreto BRASÍLIA. Decreto nº4.154, de 7 de março de 2002. Regulamenta a lei 10. 332, de 19 de dezembro de 2001, na parte que institui mecanismo de financiamento para o Programa de Biotecnologia e Recursos Genéticos – Genoma e dá outras providências. Brasília, Diário Oficial de União de 8 de março de 2002. Disponível em : < http: //www. Buscalegis.ufsc.ccj.br>. Acesso em: 15 jun 2002. Súmula BRASIL. Supremo Tribunal de Justiça. Súmula nº 91. Compete à Justiça Federal processar e 22 julgar os crimes praticados contra a fauna. Disponível em: <htpp://www.dji.com.br>. Acesso em: 28 set. 2002. 4.5 TRABALHO APRESENTADO EM EVENTO Os elementos essenciais dos trabalhos apresentados em eventos são: autor(es), título do trabalho apresentado, subtítulo, se houver, seguido da expressão “In:”, título do evento, numeração do evento (se houver) ano e local de realização, título do documento (anais, atas, tópico temático etc.) local, editora, data de publicação e páginas inicial e final da parte referenciada). Exemplos: Trabalho publicado em anais de congresso BRAVO, Maria de Lourdes. Formação de professores: perspectivas para o novo milênio. In: ENCONTRO NACIONAL DE EDUCADORES CATÓLICOS, 15, 1994, Goiânia, Anais... Goiás: UFG , 1994. p. 25-48. Quando o documento do evento estiver publicado em meio eletrônico, após a indicação dos dados essenciais , conforme o exemplo anterior, acrescentam-se as informações sobre o tipo de suporte eletrônico, o endereço eletrônico e a data de acesso ao documento. Exemplo: Trabalho de congresso disponível em meio eletrônico SILVA, Marisa. A importância pedagogica da avaliação. In: CONGRESSO DE INICIAÇÃOCIENTÍFICA DA UFPe., 3, 1996, Recife:. Anais eletrônicos...Recife: UFPe, 1998. Disponível em: < http//www.propesq.ufpe.br/anais/anais/educ/ce03..htm>. Acesso em: 21 jan.1997. 4.6 IMAGEM EM MOVIMENTO (Inclui filmes, fitas de vídeo, DVD, entre outros) Os elementos essenciais são: título, subtítulo, se houver, créditos (diretor, produtor, roteirista e outros, elenco ( os elementos mais importantes) locação, produtora, data e duração. 23 Exemplos: Filme Longa Metragem TRAFFIC. Direção: Steven Soderbergh. Produção: Edward Zwick, Marshall Herscovitz e Laura Bickford. Roteiro: Stephen Gaghan. Intérpretes: Benício del Toro, Michael Douglas Catherine Zeta-Jones e outros. [ s. l. ]: USA films, 2000. (147 min), son., color., 35mm. 4.7 OUTROS CASOS DE REFERÊNCIAS 4.7.1.Autor Entidade As obras de responsabilidade de entidades ( órgãos governamentais, empresas, associações, entre outros) têm a entrada pelo nome, por extenso. Exemplos: FACULDADE DE DIREITO CANDIDO MENDES - CENTRO. Relatório anual de atividades. Rio de Janeiro, 1997. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: Informação e documentação – Referências – Elaboração. Rio de Janeiro, 2000. 4.7.2 Autor Desconhecido Em caso de autoria desconhecida, a entrada é feita pelo título. O termo anônimo não deve ser usado. Veja exemplo: PROJETO pedagógico do curso de direito da Pontifícia Universidade Católica. Rio de Janeiro, 2001. 4.8 REGRAS GERAIS DE APRESENTAÇÃO A elaboração da lista de referências deve obedecer às seguintes regras de apresentação: 24 4.8.1 Entrada por Autores A entrada do(s) autor(es) físicos dá-se pelo último sobrenome, em letras maiúsculas , separado dos prenomes por vírgula; Exemplo: GIL, Antonio Carlos. 4.8.2 Destaque do Título Para destacar o título em uma referência, utiliza-se o itálico. 4.8.2.1 Destaque em monografia considerada no todo Exemplo: GIL, Antonio Carlos. Métodos e técnicas de pesquisa social. São Paulo: Atlas,1994. 4.8.2.2 Destaque em partes de monografias Capítulo de livro Destaca-se, neste caso, o título do livro, e não o da parte referenciada. Exemplo: PIMENTEL, Rosalinda Chedian. Movimentos na estrutura de desescolarização da força de trabalho na indústria de transformação. In: ______. Uma nova armadilha: mais escolaridade e mais desemprego. Rio de Janeiro: Amais, 1998. Cap. 4, p. 61-89. Obs.: Quando há título e subtítulo, somente o título é destacado. Coletânea Em referência de partes de coletâneas, destaca-se o título da obra no todo, e não o da parte referenciada. Exemplo: MAINWARING, Scott. Igreja Católica, educação do povo e política. In: PAIVA, Vanilda (Org.). Perspectivas e dilemas da educação popular. Rio de Janeiro: Graal, 1982. p. 203-225. 25 4.8.3 Indicação das páginas Os números das páginas inicial e final de fragmentos de obras referenciadas são precedidas da abreviatura "p", seguida de ponto. Utiliza-se hífen entre os números. Não se deve utilizar "pp" ou "pág."; Exemplo : p. 154-165 4.8.4 Indicação da edição Indica-se a edição (apenas a partir da segunda) em algarismos arábicos, seguido de ponto e da abreviatura da palavra edição; Exemplo: 4. ed. 4.8.5 Abreviaturas dos meses Os meses do ano são abreviados até a terceira letra, com exceção do mês de maio, que não deve ser abreviado. Exemplo.: jan., fev., maio. 4.8.6 Obra coletiva com até três autores Quando a obra tiver até três autores, mencionam-se todos, na ordem em que aparecem na publicação. Os nomes devem ser separados por ponto e vírgula. Exemplo: BASTOS, Lília da Rocha; PAIXÃO, Lyra; FERNANDES. Lúcia Monteiro. Manual para elaboração de projetos e relatórios de pesquisa, teses e dissertações. 3. ed. Rio de Janeiro: Zahar, 1982. 26 4.8.7 Obra coletiva com mais de três autores Quando há mais de três autores, menciona-se apenas o primeiro seguido da expressão "et al." , que significa “e outros”. Exemplo: SANT'ANNA, Flávia Maria et al. Planejamento de ensino e avaliação.11. ed. Porto Alegre: Sagra-DC Luzzatto, 1996. 4.8.8 Indicação de responsabilidade Quando houver indicação explícita de responsabilidade pelo conjunto da obra, a entrada é feita pelo nome do responsável Exemplo: LUCKESI, E et al. (Org). Fazer universidade: uma proposta metodológica. São Paulo: Cortez, 1991. 4.8.9 Referências de várias obras do mesmo autor Quando se fizer referências sucessivas a várias obras de um mesmo autor, seu nome, nas referências que seguem a primeira, pode ser substituído por um traço equivalente a seis espaços, seguido de ponto. Exemplo: VILANOVA, Lourival. Lógica jurídica. São Paulo: Bushatski, 1976. ______. As estruturas lógicas e o sistema do direito positivo. São Paulo: Revista dos Tribunais, 1977. 5 APRESENTAÇÃO DAS CITAÇÕES Citação é a menção, no texto, de uma informação colhida de outra fonte. As citações servem para dar maior clareza e fundamento à monografia, relacionando as idéias expostas com idéias defendidas em outros trabalhos, por outros autores. 5.1 TIPOS DE CITAÇÕES De acordo com a NBR 10520:2002, são três os tipos de citações: 5.1.1 Citação Direta ou Transcrição A citação direta é a reprodução literal das palavras do texto citado. A fonte do trecho citado deve ser indicada utilizando-se um dos dois sistemas de chamada ( ver seção 5.2 ), sendo indispensável, nesse tipo de citação, a menção à página de onde a parte transcrita foi retirada. Citações de até três linhas devem estar encerradas entre aspas duplas (exemplo 1). Transcrições com mais de três linhas devem ser destacadas com recuo de 4cm de margem esquerda e com letra menor que a do texto. Nesse caso, dispensam-se as aspas. Exemplo 1: “Tanto a Ciência quanto o Direito podem e devem andar juntos na busca dos direitos fundamentais da sociedade.” (LOPES, 1999, p. 17). 28 Exemplo 2: Nas palavras de Aguillar: Na discussão teórica em direito, damo-nos conta de que as teorias não se sucedem perfeitamente. Podemos claramente distinguir as correntes ideológicas que sempre existiram nas discussões teóricas desde Platão, ou mesmo desde os pré-socráticos. Elas não são compatíveis entre si, mas nem por isso são excluídas, umas e outras, da ciência jurídica (1996, p. 67). 5.1.2 Citação Indireta É a apresentação livre (sem transcrição, por conseguinte, sem aspas) das idéias de um autor. Embora sem aspas e apresentada de forma resumida, é importante a fidelidade ao pensamento do autor citado e, igualmente, a indicação da fonte , de acordo com o sistema de chamada (ver seção 5.2) utilizado. Exemplo: As peculiaridades do Direito, como afirma Guerra Filho1 exigem uma abordagem metodológica igualmente peculiar. ou As peculiaridades do Direito, como afirma Guerra Filho (2001), exigem uma abordagem metodológica igualmente peculiar. 5.1.3 Citação de Citação É a transcrição direta ou indireta de um texto a cujo original não se teve acesso. Nesse caso, identifica-se a obra diretamente consultada, o autor e a obra citada nesta, utilizando-se a expressão latina apud , que significa citado por, conforme, segundo. 1 GUERRA FILHO, Willis Santiago. Teoria da ciência jurídica. São Paulo: Saraiva, 2001. 29 Exemplo: Severino, apud Castilho (2000), afirma que o processo de orientação deveria ser uma relação essencialmente educativa. 5.2 SISTEMAS DE CHAMADA 5.2.1 Sistema Numérico Neste sistema, numeram-se todas as citações de um documento seqüencialmente, indicando-se a numeração após a pontuação que fecha a citação. Nesse caso, a referência completa deverá ser apresentada no rodapé ou em lista no fim do texto. Exemplo: Pelas razões já expostas, “estudante de Direito, ao compor sua monografia deve estar plenamente consciente de que o Direito tem por objetivo precípuo a clareza.”2 5.2.2 Sistema Autor-data No sistema autor-data, o sobrenome do autor é mencionado em letras maiúsculas, seguido da data de publicação da obra citada e da página de onde foi retirada a citação entre parênteses. Exemplo: A virtualidade é, dentre outras coisas, a simulação de uma realidade (LEVY, 1996). Quando o nome do autor ou do título da entrada estiver incluído na sentença, não é necessário repeti-lo dentro dos parênteses, mencionando-se apenas a data. Nesse caso, o 2 HENRIQUES, Antonio; MEDEIROS, João Bosco.Monografia no curso de direito. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2000. p.73. 30 sobrenome do autor é grafado apenas com a inicial maiúscula. Exemplo: Segundo Levy (1996) , a virtualidade é, dentre outras coisas, a simulação de uma realidade. Quando for necessário mencionar a página da fonte consultada, esta deverá seguir a data, separada por vírgula. Este é o caso quando se trata de transcrições. Exemplo: "A questão do caráter científico do Direito romano tem como pano de fundo a teoria da ciência vigente na época, que era grega por excelência.” (GUERRA FILHO, 2001, p. 25) É importante que o aluno escolha, no início do trabalho, o sistema mais adequado e o adote até o final. A Norma NBR 10520: 2002 recomenda a utilização do sistema autordata para as citações e do sistema numérico para as notas explicativas no rodapé. Essa é também a recomendação do NTCC da Faculdade de Direito Candido Mendes – Centro. 5.3 CITAÇÕES SUBSEQÜENTES DA MESMA OBRA: Quando uma mesma obra for citada várias vezes seguidas, a referência pode ser feita, no rodapé, de forma abreviada (já que a primeira citação deve ser completa), desde que não haja referências intercaladas de outros autores. Utilizam-se, nesses casos, as seguintes expressões latinas: a) idem ou id. – mesmo autor; Exemplo: BITTAR, 1999, p. 45 Idem, p. 54 b) ibidem ou ibid. -: na mesma obra; 31 Exemplo: DURKHEIM, 1925, p. 176 Ibid., p. 190 c) opus citatum ou op. cit.: obra citada Exemplo: LAKATOS, 2001, p. 15 DEMO,. 1996, p. 38 LAKATOS, op. cit., p. 40 5.4 OUTROS TIPOS DE CITAÇÃO a) citação de dados obtidos por informação oral Quando se quer mencionar dados obtidos em palestras, debates, comunicações feitas em congressos, seminários e outros, escreve-se entre parênteses, ao lado da informação citada , a expressão (informação verbal) mencionando os dados disponíveis em rodapé. Exemplo: Castilho afirmou que, nesse tipo de pesquisa, a maior preocupação está em estabelecer um sentido de horizontalidade no processo de conhecimento e ação entre o pesquisador e a realidade. (informação verbal). b) citação de trabalhos em fase de elaboração ou não publicados Quando for necessário citar algum trabalho em fase de elaboração ou não publicado, este fato deve ser mencionado, indicando-se os dados bibliográficos disponíveis. Exemplo: PLANEJAMENTO estratégico da Faculdade de Direito Candido Mendes – Centro. Coordenado pelo professor Ivair Coelho Lisboa, 2002 (em fase de elaboração). 6 DIGITAÇÃO E FORMATAÇÃO 6.1 FONTE O trabalho deve ser digitado em papel branco, A4, utilizando-se a fonte Times New Roman, estilo normal, tamanho 12. Todas as letras dos títulos dos capítulos devem ser escritas, no canto esquerdo de cada página, em forma maiúscula ,em negrito, devendo cada capítulo começar em uma folha nova. Recomenda-se, a utilização de fonte tamanho 11 para as citações longas e 10 para as notas de rodapé. 6.2 MARGENS E ESPAÇAMENTO As margens devem ser formatadas de acordo com a seguinte especificação: • Margem superior: 3,0 cm • Margem inferior: 2,0 cm • Margem direita: 2,0 cm • Margem esquerda: 3,0 cm Quando se iniciar um capítulo (seção primária) o título deverá figurar a 8 cm da borda superior. O espaçamento entre linhas deve ser o de 1,5 cm, conforme orienta a Norma da ABNT NBR 14.724.:2005 Os títulos de seções devem ser separados do texto que os precede ou que os 33 sucede por um espaço em branco. Não se deve deixar espaço em branco entre os parágrafos. O início dos parágrafos deve ser recuado 2,0 cm da margem esquerda. 6.3 NOTAS DE RODAPÉ As notas de rodapé destinam-se à inclusão de algum esclarecimento, comprovação de afirmações ou a informações que não devem ser incluídas no texto. Podem, também, ser usadas para citações, caso o autor do trabalho decida utilizar o sistema numérico. 6.4 NUMERAÇÃO DAS SEÇÕES Para ordenar logicamente o texto da monografia as várias seções (capítulos, partes, tópicos) devem ser numeradas progressivamente - conforme a NBR 6024, da ABNTutilizando-se algarismos arábicos. As seções primárias (partes ou capítulos) recebem um indicativo (número ou grupo numérico) antes do título, o mesmo acontecendo nas seções subseqüentes. Quando não há título, o indicativo precede a primeira palavra do texto . Exemplo: 2 HISTÓRIA DA INTERNET 2.1 ASPECTOS CONTROVERTIDOS DA DISPONIBILIZAÇÃO DE OBRAS INTELECTUAIS NA INTERNET Pode-se dividir o texto em tantas seções quantas forem necessárias, continuandose a numerar progressivamente de acordo com a hierarquia das idéias apresentadas. É aconselhável evitar excesso de subdivisões. É aceitável a utilização de alíneas e subalíneas. Indicam-se as alíneas com de letra minúscula seguida de parênteses . As subalíneas são indicadas por hífen. 34 As alíneas são reentradas em relação à margem esquerda Exemplos: Seção primária secundária terciária alínea subalínea 1 1.1 1.1.1 a) - 2 2.2 2.2.1 b) - 1 PROBLEMAS AUTORAIS 1.1 A UTILIZAÇÃO DE LINKS E FRAMES 1.1.1 A Proteção de Web Sites a) o objeto da proteção O processo de desenvolvimento de um web site envolve diferentes atividades criativas, desde a fase de especificação, composição gráfica e construção ... Não é necessário utilizar ponto ou hífen após o último algarismo do indicativo , que é separado do título ou da primeira palavra do texto por um espaço. Para grafar os títulos e subtítulos das seções sugere-se utilizar recursos gráficos, de modo que seja claramente identificada a hierarquia das idéias. Para tal sugere-se: • Título de seção primária: grafado com letras maiúsculas, em negrito; • Título de seção secundária: grafado com letras maiúsculas, normal; • Títulos de seção terciária: grafado com maiúsculas e minúsculas, normal. • Títulos de seção quaternária: grafado com letras minúsculas, com exceção da primeira palavra. 35 Exemplo: 1 INTRODUÇÃO 2 ASPECTOS JURÍDICOS DA INTERNET 2.1 CONDUTA ILÍCITA 2.2 DAS PROVAS 2.2.1 A investigação 6.5 NUMERAÇÃO PROGRESSIVA DAS PÁGINAS O número deve aparecer na borda superior direita da folha em todas as páginas, a partir da segunda página da Introdução, incluindo as dos anexos e das referências. Devem ser numeradas, com algarismos arábicos. Embora a numeração só apareça a partir da segunda página da introdução, todas as páginas a partir da folha de rosto são contadas. 6.6 APRESENTAÇÃO DAS ILUSTRAÇÕES Ilustrações são tabelas, quadros, figuras, fórmulas e símbolos que complementam visualmente o texto, e acrescentam idéias e informações. As ilustrações devem ser localizadas o mais próximo possível da parte do texto onde forem citadas, salvo quando forem muito extensas e interromperem a seqüência do trabalho. Neste caso, podem ser colocadas em anexo. 6.6.1 Tabelas e Quadros Reserva-se o termo Tabela para a ilustração que contém dados tratados estatisticamente. De acordo com as Normas de Apresentação Tabular, do IBGE (1993, p. 7), "[...] a informação central de uma tabela é o dado numérico e todos os outros elementos que a 36 compõem têm a função de complementá-lo e explicá-lo.” Considera-se Quadro a ilustração que traz informações textuais agrupadas em colunas. O título das tabelas e quadros é colocado na parte superior, precedido da palavra “Tabela” ou “Quadro” e do seu número de ordem. A numeração das tabelas e quadros (em algarismos arábicos) é seqüencial e independente. A fonte das tabelas deve ser indicada no rodapé, onde podem constar, também, notas que se destinem a esclarecer o conteúdo geral ou algum elemento específico da tabela. As tabelas nunca são fechadas por linhas verticais, devendo ter no mínimo três colunas indicadoras. Tabelas de altura excessiva, que não couberem em uma página devem ser continuadas na pagina seguinte antecedidas da palavra “continuação”. Nesse caso, a tabela interrompida não é fechada por linha. Além disso, após a expressão “continuação”, o título bem como a indicação do conteúdo das colunas devem ser repetidos. A fonte (pessoa física ou jurídica responsável pelos dados numéricos) deve ser indicada a partir da primeira linha do rodapé da tabela precedida da palavra “fonte” ou “fontes”. Quando os dados numéricos são extraídos de um documento, deve-se incluir a referência correspondente. 6.6.2 Figuras As figuras compreendem mapas, fotografias, desenhos, esquemas, diagramas e outros, constituindo uma categoria específica de ilustração. Devem ser numeradas seqüencialmente ao longo do texto, independentemente do tipo. A legenda das figuras, seguida de número e título, localiza-se abaixo da mesma. 6.7 EXEMPLOS DE ILUSTRAÇÕES Nas páginas seguintes serão apresentados vários exemplos de ilustrações. 37 Exemplo de tabela Tabela 1 - Taxa média mensal do Índice Geral de Preço - IGP - disponibilidade interna e variação anual do deflator implícito - 1989 – 1995 ANO Taxa Media do IGP-DI (disponibilidade interna) (%) 1º semestre Variação anual de deflator implícito (%) 2º semestre 1989 16,23 41,12 1 332 1990 42,38 14,28 2 596 1991 12,22 19,70 421 1992 22,45 24,57 988 1993 29,03 35,13 2 087 1994 43,25 5,87 2 312 1995 1,61 1,46 75 FONTES: Fundação Getúlio Vargas - IBGE, Diretoria de Pesquisa, Departamento de Contas Nacionais,1999. 38 Exemplo de quadro Quadro 1 - A VIDA NO LIMITE - Esperança de Vida ao Nascer em Anos REGIÕES HOMEM MULHER Sul 66 74 Centro Oeste 65 71 Norte* 64 70 Sudeste 64 73 Nordeste 61 67 Media Brasil 63 71 Fonte: IBGE, 1999 * Apenas áreas urbanas 39 Exemplos de gráficos Gráfico 1 – Análise do conteúdo das matérias versando sobre os temas Poder Judiciário, magistrados e Justiça federal FONTE: Série de Pesquisas do CEJ. A imagem da Justiça Federal na imprensa escrita, 2000, p.34. Gráfico 2: percentual dos temas Poder Judiciário, magistrados e Justiça Federal em O Globo FONTE: Série de Pesquisas do CEJ. A imagem da Justiça Federal na imprensa escrita, 2000, p.34. 7 REFERÊNCIAS ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10520: apresentação de citação em documentos: procedimento.. Rio de janeiro, 2002. ______. NBR 14724: informação e documentação: trabalhos acadêmicos – apresentação.. Rio de Janeiro, 2005. ______. NBR 16024: numeração progressiva de seções de um documento. Rio de Janeiro, 1989. ______.NBR 6023: informação e documentação: referências – apresentação.. Rio de janeiro, 2002. BARUFI, Helder, CIMADON, Aristides . A metodologia científica e a ciência do Direito. 2. ed. Santa Catarina: Evangraf-UNOESC, 1998. BASTOS, Lília da Rocha, PAIXÃO, Lyra, FERNANDES. Lúcia Monteiro. Manual para elaboração de projetos e relatórios de pesquisa, teses e dissertações. 3. ed. Rio de Janeiro: Zahar, 1995. CASTILHO, Maria Augusta de. Roteiro para elaboração de monografia em ciências jurídicas. 2 ed. São Paulo: Sugestões Literárias, 2000. NOVO manual da redação . 7. ed. São Paulo: Folha de São Paulo: 1998. HENRIQUES, Antonio; MEDEIROS, João Bosco. Monografia no curso de direito: trabalho de conclusão de curso. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2000. SÁ, Elisabeth Schneider de et al. Manual de normalização de trabalhos técnicos científicos e culturais. 2. ed. Petrópolis: Vozes, 1996 SOARES, Maria do Carmo Silva. Redação de trabalhos científicos. São Paulo: Cabral Editora, 1995. SPINA, Segismundo. Normas para elaboração de trabalhos de grau. 3. ed. São Paulo: Ática, 1994. TACHIZAWA, Takeshy, MENDES, Gildásio. Como fazer monografia na prática. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 1998. 8 ANEXOS 42 Anexo A – Exemplo da folha de rosto 3 cm UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES - UCAM FACULDADE DE DIREITO CANDIDO MENDES – CENTRO NÚCLEO DE TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO - NTCC 3 cm 2cm PESQUISA GENÉTICA E FUNDAMENTOS DA BIOÉTICA E DO BIODIREITO Monografia apresentada como requisito indispensável para a graduação em Direito ALUNA: Carla Almeida Frazão Soares TURMA: 18001 ORIENTADOR: Prof. Ivair Coelho Lisboa Itagiba RIO DE JANEIRO, NOVEMBRO, 2006. 3cm 43 Anexo B – Exemplo da folha de aprovação 3 cm UNIVERSIDADE CANDIDOMENDES – UCAM FACULDADE DE DIREITO CANDIDO MENDES - CENTRO NÚCLEO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO CARLA REGINA FRAZÃO PIRES 3 cm 2 cm A PRISÃO PREVENTIVA NO PROCESSO PENAL Monografia apresentada à Faculdade de Direito Candido Mendes - Centro como requisito parcial para a obtenção do título de Bacharel em Direito Nota ( ) Professor ________________________________________ José Rubens Castilho - Orientador Professor: ________________________________________ Pedro Paulo Veloso Professor ________________________________________ Rosana de Sousa da Silveira RIO DE JANEIRO, 12 DE SETEMBRO DE 2006 2 cm 44 Anexo C – Exemplo de dedicatória e/ ou agradecimento AGRADECIMENTOS Aos meus pais, pela constante presença, amor e total apoio e dedicação. Ao meu irmão, pelo incentivo e exemplo de determinação. 3 cm 45 Anexo D – Exemplo de epígrafe Cada problema de responsabilidade civil dá origem a um conflito entre duas tendências: a responsabilidade subjetiva e a responsabilidade objetiva. Philippe Malaurie e Laurent Aynès 3 cm 46 Anexo E – Exemplo de resumo 8 cm RESUMO 3cm 2cm O poder constituinte surge como uma das categorias políticas mais importantes do Direito Constitucional, bem como a pluralidade de abordagens que dela decorrem. Objetiva-se apresentar nesta monografia uma caracterização do poder constituinte, por meio da análise de suas origens e antecedentes e, ainda, de sua teoria, seu conceito e experiências históricas. Questões referentes à dogmática do poder constituinte bem como os limites a esse poder também foram tratados. Como elemento gerador da Constituição, o poder constituinte, conclui-se, está na passagem entre o fato e a norma, sendo, ainda, a primeira manifestação do Direito. Palavras-chave Constituição; poder; direito; constitucional. 3 cm 47 Anexo F – Exemplo de sumário 8 cm SUMÁRIO CONTROLE DE CONSTITUCIONALIDADE DAS MEDIDAS PROVISÓRIAS 1 INTRODUÇÃO ..................................................................................................................... 6 2 DA MEDIDAPROVISÓRIA ............................................................................................... 8 2.1 NOÇÃO PRÉVIA................................................................................................................. 8 2.2 FONTES ............................................................................................................................... 9 2.3MEDIDA PROVISÓRIA E DECRETO-LEI ...................................................................... 10 2.4 ANÁLISE DO TEXTO CONSTITUCIONAL ANTERIOR E POSTERIOR À EMENTA Nº 32 ......................................................................................................................................... 11 2.5 RELAÇÕES JURÍDICAS DECORRENTES..................................................................... 13 3 UMA VISÃO GERAL DO CONTROLE DE CONSTITUCIONALIDADE BRASILEIRO ......................................................................................................................... 15 3.1 FORMAS DE CONTROLE DE CONSTITUCIONALIDADE......................................... 15 3.2 SISTEMAS DE CONTROLE DE CONSTITUCIONALIDADE DE DIREITO COMPARADO......................................................................................................................... 15 3.3 MEIOS DE CONTROLE REPRESSIVO DE CONSTITUCIONALIDADE .................... 16 3.4 DA AÇÃO DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE ................................................ 17 3.5 TENDÊNCIAS ATUAIS DO CONTROLE DE CONSTITUCIONALIDADE ................ 18 4 CONTROLE DOS PRESSUPOSTOS CONSTITUCIONAIS DAS MEDIDAS PROVISÓRIAS ...................................................................................................................... 21 4.1PELO PODER LEGISLATIVO .......................................................................................... 21 4.2 PELO PODER JUDICIÁRIO............................................................................................. 22 4.3 PRECEDENTES DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL.............................................. 23 5 LIMITES MATERIAIS...................................................................................................... 25 48 5.1 LIMITES MATERIAIS EXPLÍCITOS .............................................................................. 25 5.2 LIMITES MATERIAIS IMPLÍCITOS ............................................................................... 28 6 O CONTROLE ABSTRATO-PROBLEMAS E TENDÊNCIAS.................................... 31 6.1POSSIBILIDADE DO CONTROLE................................................................................... 31 6.2 NECESSIDADE DE ADITAMENTO DA INICIAL......................................................... 32 6.3 DA CONVERSÃO EM LEI............................................................................................... 33 7 CONCLUSÃO...................................................................................................................... 35 8 REFERÊNCIAS................................................................................................................... 37 9 ANEXOS .............................................................................................................................. 39 49 Anexo G – Exemplo de lista de ilustrações Quadro 1 - Distribuição dos temas Poder Judiciário, magistrados e Justiça Federal na Folha de São Paulo...................................................................................... 15 Tabela 1 - Percentual dos temas .Poder Judiciário, magistrados e Justiça Federal em O Globo...................................................................................................... 25 Figura 1 - Instituições e respectivas classificações em O Globo .............................................. 28 50 Anexo H – Exemplo de lista de abreviaturas e siglas Abreviaturas amp. = ampliada atual. = atualizada aum. = aumentada ed. = edição org. = organizador p. = página ou páginas rev. = revista v. = volume s.d. = sem data s.e. = sem editor s.l. = sem local trad. = tradução Siglas AI – Ato Institucional BACEN – Banco Central do Brasil BID – Banco Internacional do Desenvolvimento BIRD – Banco Internacional de Reconstrução e Desenvolvimento CADE – Conselho Administrativo de Defesa Econômica CPC – Código de Processo Civil DOU – Diário Oficial da União IPM – Inquérito Policial Militar IGP – Índice Geral de Preços DPDC – Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor CLT – Consolidação das Leis do Trabalho