Acú Acústica em Reabilitaç Reabilitação de Edifí Edifícios - Pós-Graduaç Graduação em Reabilitaç Reabilitação 20092009-2010 Soluç Soluções construtivas e problemas tí típicos na execuç execução Acústica em Reabilitação de Edifícios Parte 8 - Desempenho Acústico de Edifícios - Soluções Construtivas e Problemas típicos na Execução Diogo Mateus Acú Acústica em Reabilitaç Reabilitação de Edifí Edifícios - Pós-Graduaç Graduação em Reabilitaç Reabilitação 20092009-2010 Soluç Soluções construtivas e problemas tí típicos na execuç execução Conteúdo da apresentação: 9 Problemas típicos na execução de soluções construtivas correntes e soluções de reforço 9 Resultados de ensaios “in situ” com e sem insuficiências construtivas graves 9 Indicação de possíveis soluções “melhoradas” 9 Considerações finais 2 Diogo Mateus Acú Acústica em Reabilitaç Reabilitação de Edifí Edifícios - Pós-Graduaç Graduação em Reabilitaç Reabilitação 20092009-2010 Soluç Soluções construtivas e problemas tí típicos na execuç execução Enquadramento e objectivos do trabalho 9 Este trabalho surge na sequência de muitas medições realizadas in situ, onde se tem constatado um fraco desempenho acústico de muitas das soluções construtivas testadas; 9 Com este trabalho pretende-se chamar a atenção para alguns aspectos construtivos que podem ser decisivos no desempenho acústico dos elementos de construção e dos edifícios; 9 Realçar as situações onde pequenos erros de construção se traduzem em resultados muito fracos; 9 Apresentar alguns resultados de medições acústicas que evidenciam defeitos de construção; 9 Apresentar algumas soluções correctivas, para ultrapassar o tipo de insuficiências detectadas. 3 Diogo Mateus Acú Acústica em Reabilitaç Reabilitação de Edifí Edifícios - Pós-Graduaç Graduação em Reabilitaç Reabilitação 20092009-2010 Soluç Soluções construtivas e problemas tí típicos na execuç execução Isolamento a sons aéreos - Paredes e tectos falsos (Problemas típicos de execução) Soluções construtivas - Paredes de alvenaria de tijolo ou de blocos / Problemas típicos de execução - Juntas de argamassa de assentamento mal preenchidas (na vertical muitas vezes não existem) - Última fiada de junta normalmente mal preenchida e c/ frinchas - Camada de reboco e/ou estuque muito delgada - Divisórias em gesso cartonado - Aplicação de tomadas eléctricas a par, sem qualquer tipo de reforço acústico - Aplicação de condutas de ventilação com continuidade entre compartimentos adjacentes sem atenuadores sonoros - Não prolongamento da divisória até à laje de tecto, com tectos falsos de fraco desempenho acústico - Reforço de isolamento com tectos falsos - Aplicação de suspensões rígidas à laje de tecto - Não aplicação de absorvente sonoro na caixa de ar - Aplicação de iluminação embutida, grelhas de ventilação e/ou equipamentos de AVAC 4 Diogo Mateus Acú Acústica em Reabilitaç Reabilitação de Edifí Edifícios - Pós-Graduaç Graduação em Reabilitaç Reabilitação 20092009-2010 Soluç Soluções construtivas e problemas tí típicos na execuç execução Problemas típicos de execução - Vãos e Courettes Soluções construtivas / - Portas acústicas Problemas típicos de execução - Aplicação do aro com selagem deficiente - Não aplicação de dispositivo de vedação de soleira ou vedação insuficiente - Aplicação de fechadura com ranhura aberta e contínua em toda a espessura da porta - Vãos envidraçados - Vidros duplos com dois panos iguais - Caixilhos de correr com frinchas aparentes - Caixa de estores e tampas com fraco desempenho acústico - Courettes - Fixação rígida de tubos de queda à estrutura do edifício - Não aplicação de absorvente sonoro no interior da courette - Execução das paredes das courettes com pequena espessura e/ou massa, muitas vezes com revestimento muito delgado 5 Diogo Mateus Acú Acústica em Reabilitaç Reabilitação de Edifí Edifícios - Pós-Graduaç Graduação em Reabilitaç Reabilitação 20092009-2010 Soluç Soluções construtivas e problemas tí típicos na execuç execução Problemas típicos de execução - Pavimentos Soluções construtivas - Lajeta flutuante em betão ou em argamassa / Problemas típicos de execução - Formação de pontos rígidos na ligação à laje, nomeadamente através da penetração de fluidos do betão ou da argamassa pela membrana resiliente (em juntas ou rasgos) -Formação de pontos rígidos junto ao rodapé e/ou de soleiras de portas, através do cimento cola de fixação do revestimento - Lajeta com continuidade entre compartimentos (no caso de divisórias leves) - Pavimentos flutuantes em madeira (madeira ou derivados de madeira sobre membrana resiliente) - Utilização de membranas muito finas, facilmente atravessadas por grãos de areia e/ou pequenas pedras, que existem habitualmente em obra e que não são limpas antes da aplicação do pavimento flutuante - Vinílicos de base flexível (camada de desgaste rígida sobre base flexível) - Muitas vezes trocados no acto da compra por vinílicos correntes, sem base flexível, devido sobretudo ao seu mais baixo custo e à falta de informação 6 Diogo Mateus Acú Acústica em Reabilitaç Reabilitação de Edifí Edifícios - Pós-Graduaç Graduação em Reabilitaç Reabilitação 20092009-2010 Soluç Soluções construtivas e problemas tí típicos na execuç execução Paredes de alvenaria entre fogos c/ fraco desempenho acústico DnT (dB) 65 Caso 1 (c/ estuque projectado s/ absorvente) Caso 2 (c/ estuque projectado e c/ absorvente) Caso 3 (c/ reboco tradicional e c/ absorvente) Caso 4 (c/ reboco em 3 faces e c/ absorvente) 60 55 50 Solução – Caso 4 45 Face interior rebocada ou painel de gesso cartonado 40 (solução composta com lã de rocha) 35 30 100 125 160 200 250 315 400 500 630 800 1000 1250 1600 2000 2500 3150 1/3 oitava (Hz) Caixa de ar preenchida com material fonoabsorvente DnT,w entre quartos de fogos adjacentes, do mesmo piso, com separação em parede de tijolo de 11 + 11 cm 2 cm de reboco (ou 1 cm de emboço + 1 cm de estuque) 7 Diogo Mateus Acú Acústica em Reabilitaç Reabilitação de Edifí Edifícios - Pós-Graduaç Graduação em Reabilitaç Reabilitação 20092009-2010 Soluç Soluções construtivas e problemas tí típicos na execuç execução Divisórias em gesso cartonado c/ valores de Rw elevados, mas c/ fraco desempenho acústico “in situ” 2 DnT (dB) 65 Caso 1 - Entre salas sem conduta [DnT,w =50 dB] Caso 2 - Entre salas com conduta [DnT,w =35 dB] 60 Caso 3 - Entre salas com conduta [DnT,w =34 dB] 55 50 45 40 35 30 25 20 100 125 160 200 250 315 400 500 630 800 1000 1250 1600 2000 2500 3150 1/3 oitava (Hz) DnT,w entre salas do mesmo piso num edifício de escritórios (nestes casos não existiam tomadas eléctricas a par) 8 Diogo Mateus Acú Acústica em Reabilitaç Reabilitação de Edifí Edifícios - Pós-Graduaç Graduação em Reabilitaç Reabilitação 20092009-2010 Soluç Soluções construtivas e problemas tí típicos na execuç execução Reforço de isolamento com tectos falsos, c/ fraco desempenho acústico “in situ” Laje Alig. 25 cm [DnT,w =49 dB] DnT (dB) 80 Laje c/ tecto falso c/ lâmpadas embutidas [DnT,w =53 dB] Previsto c/ laje + tecto falso [DnT,w =55 dB] 75 Previsto c/ laje + tecto falso + ref. paredes [DnT,w =59 dB] 70 65 60 55 50 Solução recomendada 45 40 35 100 125 160 200 250 315 400 500 630 800 1000 1250 1600 2000 2500 3150 1/3 oitava (Hz) DnT,w entre um espaço comercial e um quarto sobrejacente 9 Diogo Mateus Acú Acústica em Reabilitaç Reabilitação de Edifí Edifícios - Pós-Graduaç Graduação em Reabilitaç Reabilitação 20092009-2010 Soluç Soluções construtivas e problemas tí típicos na execuç execução Portas acústicas aplicadas de forma incorrecta (remate entre a parede e o aro c/ espuma de poliuretano) DnT (dB) 60 Previsto c/ porta acústica de Rw =42 dB [DnT,w =48 dB] Resultado da medição c/ porta acústica de Rw =42 dB [DnT,w =36 dB] 55 50 45 40 35 30 100 125 160 200 250 315 400 500 630 800 1000 1250 1600 2000 2500 3150 1/3 oitava (Hz) DnT,w entre um corredor e um quarto de um hotel, com aplicação de uma porta acústica de Rw=42 dB, com 1,8 m2 (c/ remate em espuma de poliuretano e algumas frinchas na soleira) 10 Diogo Mateus Acú Acústica em Reabilitaç Reabilitação de Edifí Edifícios - Pós-Graduaç Graduação em Reabilitaç Reabilitação 20092009-2010 Soluç Soluções construtivas e problemas tí típicos na execuç execução Quebras de isolamento provocadas pela presença de caixas de estores de fraco desempenho DnT (dB 50 ) Caso 1 - Caixa de estores não corrigida [D2m,nT,w =27 dB] Caso 2 - Caixa de estores não corrigida [D2m,nT,w =27 dB] Caso 1 - Após correcção da caixa de estores [D2m,nT,w =34 dB] 45 Caso 2 - Após correcção da caixa de estores [D2m,nT,w =34 dB] 40 35 Solução recomendada 30 25 20 Aglomerado de espuma de poliuretano flexível 15 10 100 125 160 200 250 315 400 500 630 800 1000 1250 1600 2000 2500 3150 Tampa em madeira com esp. > 20mm 1/3 oitava (Hz) D2m,nT,w obtidos para as fachadas de dois quartos (c/ vidro de 6 + 4 mm em caixilho de correr) Vidro duplo com panos de diferentes espessuras, inserido em caixilho de classe de permeabilidade ao ar tipo A3 11 Diogo Mateus Acú Acústica em Reabilitaç Reabilitação de Edifí Edifícios - Pós-Graduaç Graduação em Reabilitaç Reabilitação 20092009-2010 Soluç Soluções construtivas e problemas tí típicos na execuç execução Enchimento com fibras têxteis + membrana elastómera Quebras de isolamento provocadas pela presença de courettes e roços de grande secção DnT (dB) 55 Roupeiro Com roço de grandes dimensões parcialmente aberto [DnT,w =43 dB] Após fecho do roço [DnT,w =47 dB] 50 45 Roço na parede ocultado pelo painel de madeira, do fundo do roupeiro 40 Roupeiro 35 30 25 100 125 160 200 250 315 400 500 630 800 1000 1250 1600 2000 2500 3150 1/3 oitava (Hz) DnT,w obtidos entre dois quartos sobrepostos, com roço de grande secção contínuo ocultado por painel de “costas” do roupeiro Solução habitual em courettes Coquilhas em polietileno expandido nas zonas de fixação Solução recomendada para courettes Painel de lã de rocha com 3 cm de espessura e 70 kg/m3 Parede de alvenaria em tijolo de 11 cm + 2 cm de reboco (ou 1 cm de emboço + estuque) Diogo Mateus Painel sanduíche de lã de rocha com gesso cartonado 12 Acú Acústica em Reabilitaç Reabilitação de Edifí Edifícios - Pós-Graduaç Graduação em Reabilitaç Reabilitação 20092009-2010 Soluç Soluções construtivas e problemas tí típicos na execuç execução Resultados de ensaios “in situ” – Com e sem insuficiências graves Pedra da soleira da porta Lajeta flutuante em betão com pequena ligação rígida à Defeito frequente soleira da porta (aparentemente não existem outros problemas de execução) (ligação rígida através do cimento cola) Revestimento cerâmico L'nT [dB] 50 40 30 Laje sem revestimento (L'nT,w=56dB) Laje com lajeta flutuante ligada na soleira (L'nT,w=50dB) Resultado previsto em condições ideais (L'nT,w=34dB) 20 10 3150 2500 2000 1600 1250 800 1/3 Oitava (Hz) 1000 630 500 400 315 250 200 160 125 100 0 L’nT,w entre um estabelecimento comercial no R/C e um quarto sobrejacente 13 Diogo Mateus Acú Acústica em Reabilitaç Reabilitação de Edifí Edifícios - Pós-Graduaç Graduação em Reabilitaç Reabilitação 20092009-2010 Soluç Soluções construtivas e problemas tí típicos na execuç execução Lajeta flutuante em betão com pequena ligação rígida na zona Defeito frequente do rodapé (aparentemente não existem outros problemas de execução) Lajeta flutuante Revestimento cerâmico ou em pedra ¾ Resultados antes e após do arranque do rodapé L'nT [dB] 60 55 50 45 40 Laje com lajeta flutuante ligada no contorno a paredes (L'nT,w=59dB) 35 30 Após arranque do rodapé (L'nT,w=45dB) 25 3150 2500 2000 1600 1250 1/3 Oitava (Hz) 1000 800 630 500 400 315 250 200 160 125 100 20 L’nT,w entre um estabelecimento comercial no R/C e um quarto sobrejacente 14 Diogo Mateus Acú Acústica em Reabilitaç Reabilitação de Edifí Edifícios - Pós-Graduaç Graduação em Reabilitaç Reabilitação 20092009-2010 Soluç Soluções construtivas e problemas tí típicos na execuç execução Origem habitual da ligação rígida na zona do rodapé (ou do Defeito frequente arranque do revestimento da parede), quando este é em Lajeta flutuante material cerâmico ou em pedra Revestimento cerâmico ou em pedra 1ª Fase de execução 2ª Fase de execução Cimento cola entre o piso e o rodapé 3ª Fase de execução ¾ Normalmente a lajeta flutuante é bem executada, mas antes da aplicação do revestimento de piso é frequente o corte da membrana e a aplicação do cimento cola no piso e no rodapé 15 Diogo Mateus Acú Acústica em Reabilitaç Reabilitação de Edifí Edifícios - Pós-Graduaç Graduação em Reabilitaç Reabilitação 20092009-2010 Soluç Soluções construtivas e problemas tí típicos na execuç execução A ligação rígida em lajetas flutuantes na zona do rodapé é ainda mais penalizante na transmissão de baixo para cima L'nT [dB] 70 65 60 55 Caso A - Cima/Baixo (L'nT,w=66 dB) 50 Caso B - Cima/Baixo (L'nT,w=66 dB) Caso A - Baixo/Cima (L'nT,w=58 dB) 45 Aparente ligação na zona do arranque do revestimento de parede Caso B - Baixo/Cima (L'nT,w=59 dB) L’nT,w entre dois compartimentos adjacentes simétricos (de cima para baixo e de baixo para cima) 3150 2500 2000 1600 1250 800 1/3 Oitava (Hz) 1000 630 500 400 315 250 200 160 125 100 40 ¾ Transm. descendente: ¾L’nT,w previsto sem lajeta flutuante ≈76dB ¾L’nT,w previsto com lajeta flutuante ≈58dB ¾ Valores obtidos 66 dB (+8 dB) ¾ Transm. ascendente: NOTA: Em algumas situações com lajeta com ligação rígida no rodapé, o resultado de L’nT,w na transmissão de baixo para cima é pior do que o esperado sem lajeta flutuante. ¾L’nT,w previsto sem lajeta flutuante ≈60dB ¾L’nT,w previsto com lajeta flutuante ≈45dB ¾ Valores obtidos 58 e 59 dB (+13 a 14dB) 16 Diogo Mateus Acú Acústica em Reabilitaç Reabilitação de Edifí Edifícios - Pós-Graduaç Graduação em Reabilitaç Reabilitação 20092009-2010 Soluç Soluções construtivas e problemas tí típicos na execuç execução Solução executada em obra Lajetas flutuantes com continuidade entre salas adjacentes do mesmo piso Solução recomendada L'nT (dB) 75 70 65 60 Resultado da medição com lajeta contínua [L'nT,w =74 dB] 55 Previsto com lajeta interrompida [L'nT,w =43 dB] 50 45 40 NOTA: Com a continuidade da lajeta também é previsível uma redução no isolamento a sons aéreos, com uma redução no valor de DnT,w da ordem de 2 a 3 dB. 35 30 25 100 125 160 200 250 315 400 500 630 800 1000 1250 1600 2000 2500 3150 1/3 oitava (Hz) L’nT,w entre duas salas adjacentes do mesmo piso 17 Diogo Mateus Acú Acústica em Reabilitaç Reabilitação de Edifí Edifícios - Pós-Graduaç Graduação em Reabilitaç Reabilitação 20092009-2010 Soluç Soluções construtivas e problemas tí típicos na execuç execução Parquet flutuante com membrana resiliente com apenas 2 mm de espessura, sobre laje maciça com cerca de 25 cm de espessura (com grãos de areia embutidos) L'nT [dB] 70 65 60 Limpeza da laje, antes da aplicação da membrana resiliente 55 50 45 Laje com membrana de 2mm (L'nT,w=58dB) Laje com membrana de 3mm (L'nT,w=54dB) 40 35 30 3150 2500 2000 1600 1250 800 1/3 Oitava (Hz) 1000 630 500 400 315 250 200 160 125 100 25 L’nT,w entre dois quartos adjacentes (de cima para baixo) 18 Diogo Mateus Acú Acústica em Reabilitaç Reabilitação de Edifí Edifícios - Pós-Graduaç Graduação em Reabilitaç Reabilitação 20092009-2010 Soluç Soluções construtivas e problemas tí típicos na execuç execução Vinílico aplicado sobre revestimento cerâmico, como elemento de correcção, mas de base rígida em vez de flexível (c/ ∆Lw=17 dB) L'nT [dB] 60 55 50 45 40 Laje com revestimento cerâmico (L'nT,w=58dB) Após aplicação de vinílico "corrente" (L'nT,w=57dB) Resultado previsto c/ vinílico de base flexível (L'nT,w=47dB) 35 30 25 20 15 3150 2500 2000 1600 1250 1/3 Oitava (Hz) 1000 800 630 500 400 315 250 200 160 125 100 10 L’nT,w entre um estabelecimento comercial no R/C e um quarto sobrejacente 19 Diogo Mateus Acú Acústica em Reabilitaç Reabilitação de Edifí Edifícios - Pós-Graduaç Graduação em Reabilitaç Reabilitação 20092009-2010 Soluç Soluções construtivas e problemas tí típicos na execuç execução Considerações finais • Em paredes de alvenaria de tijolo ou de blocos, simples ou duplas, o preenchimento das juntas de assentamento (em especial a última fiada) e uma espessura total de revestimento (reboco) não inferior a 2 cm é fundamental. • O atravessamento de paredes e/ou de lajes de piso com condutas ou courettes, ainda que ocultadas por elementos muito leves (tectos falsos, painéis de madeira, etc), pode comprometer fortemente o isolamento sonoro entre compartimentos adjacentes. • O embutimento de elementos de fraco isolamento sonoro em divisórias leves (tomadas) e em tectos falsos (iluminação e/ou ventilação) podem também originar fortes quebras de isolamento. • Em vãos de portas e janelas, muitas vezes mais importantes que a solução escolhida de vidro ou de porta são os elementos no contorno (caixilhos, caixa de estores e aros) e a eventual existência de frinchas. • Nos pavimentos, a existência de pequenos defeitos de construção pode condicionar fortemente a eficácia de um pavimento flutuante, em especial no caso de lajetas flutuantes em betão ou em argamassa. • Uma pequeníssima ligação no contorno do piso, na zona do rodapé, pode anular a redução sonora prevista para a lajeta flutuante ou eventualmente ampliar a transmissão, quando de baixo para cima. 20 Diogo Mateus