Identificação e Monitoramento de Pragas
Regulamentadas e seus Inimigos Naturais
na Cultura da Laranja Lima
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ÁCAROS
Colônia do ácaro da ferrugem
Sadio
Com sintoma
Sintoma do ácaro da ferrugem em laranja lima
Foto: Leila Flávia Lima
Foto: FUNDECITRUS
ÁCARO DA FERRUGEM (Phyllocoptruta oleivora)
ÁCARO DA FERRUGEM (Phyllocoptruta oleivora)
Com uma lupa de 10 aumentos e 1 cm2 de base, o
inspetor dará somente uma visada em um fruto do
tamanho de uma bola de gude ou ping-pong.
Escolher a região ainda verde entre a parte exposta
ao sol e a região sombreada pela planta (parte
interna). Visar 4 frutos por planta, um em cada
quadrante. O fruto será considerado infestado
quando na visada houver 30 ou mais ácaros,
anotando-se na ficha, 1 para presença e 0 para
ausência. Se não houver fruto anotar um traço (-) no
quadrado correspondente.
Nível de Controle: Dependendo das exigências do
mercado consumidor iniciar o controle quando 5, 10
ou 15 por cento das visadas apresentarem a
presença de 30 ou mais ácaros.
5 ácaros/cm2
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15 ácaros/cm2
30 ácaros/cm2
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ÁCAROS
Ovo
Larva
Adulto
Foto: Ricardo Lopes de Melo
Foto: Centro APTA / Citros - IAC
ÁCARO DA LEPROSE (Brevipalpus phoenicis)
Sintomas de leprose nos frutos e nas folhas
em laranja lima.
ÁCARO DA LEPROSE (Brevipalpus phoenicis)
Com uma lupa de 10 aumentos e base de 1 cm2,
avaliar um fruto maduro, interno por quadrante em
apenas dois quadrantes. Proceder varias visadas até
encontrar o primeiro ácaro. Encontrando,
interrompe-se a observação e anota-se 1 no
quadrinho da ficha. Não encontrando ácaro, põe-se 0
(zero) no quadrinho correspondente. Na ausência do
fruto ideal, pode-se visar frutos verdes e internos. Na
ausência total de frutos, coleta-se um ramo interno
para procurar o ácaro em toda a sua extensão e
anota-se 1 ao encontrar o primeiro ácaro,
procedendo-se como na análise do fruto.
Nível de Controle: Iniciar a pulverização quando,
não existindo sinais da leprose, 10 por cento das
visadas apresentarem a presença de até um ácaro.
Existindo sintomas da leprose, proceder poda de
ramos afetados, retirada de frutos afetados e
pulverização imediata com qualquer número de
frutos atacados.
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VIROSES
Fotos: Ricardo Lopes de Melo
MANCHA DE LEPROSE: VÍRUS (Rabdovirus)
Mancha inicial em fruto de laranja lima
Mancha velha em fruto de
laranja lima
Sintomas nas folhas e no ramo
MANCHA DE LEPROSE: VÍRUS (Rabdovirus)
Nível de Controle: Encontrando sintomas da leprose
inspecionar todas as plantas, proceder poda de
ramos afetados, retirada de frutos afetados e
pulverização imediata com um acaricida.
O pragueiro ao fazer a inspeção para o ácaro deve
procurar também sintomas da leprose em folhas,
ramos e frutos. Encontrando sintoma em qualquer
quadrante considerar a planta afetada e assinalar na
ficha 1 para presença e 0 (zero) para ausência. Ao
término da inspeção do talhão a incidência da
leprose, além de estar registrada na ficha, deve ser
comunicada ao manejador, para que seja feito um
monitoramento em todas as plantas do pomar. Este
procedimento vai estabelecer o nível de controle a ser
adotado.
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DOENÇAS FÚNGICAS
Fotos: Hermes Peixoto Santos Filho
ESTRELINHA OU PODRIDÃO FLORAL (Colletotrichum acutatum)
Sintoma ferruginoso na pétala
Frutinho com sintoma e sépalas persistentes
Aspecto geral de ramos afetados
ESTRELINHA OU PODRIDÃO FLORAL (Colletotrichum acutatum)
Nível de Controle: Em período de intensa floração
fazer uma pulverização quando as flores estiverem
com predominância dos estágios "cabeça de
alfinete" ou "cabeça de fósforo". Fazer o
monitoramento quando as flores alcançarem o
estagio cotonete e repetir a pulverização caso sejam
encontradas 5 plantas com flores atacadas.
Em cada quadrante da planta escolher ao acaso, um
ramo e tomar um ramo florífero e verificar sinais dos
fungos sobre as pétalas. Anotar 1 para flores com
sintoma e 0 para flores assintomáticas. Observar flores
ainda em forma de cotonetes ou recém abertas. Se
não houver flores anota-se um traço (-).
Nos cotonetes os sintomas são visíveis, a olho nu,
como um escurecimento marrom na superfície da
pétala. Durante a floração a freqüência da
amostragem deverá ser semanal ou em menor
intervalo a critério do manejador.
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INSETOS
Lesão nova
Larva minadora, II ínstar
Foto: Correio Agrícola, 1997
Foto: Nilton Fritzons Sanches
Foto: Nilton Fritzons Sanches
LARVA MINADORA (Phyllocnistis citrella)
Adulto da larva minadora
LARVA MINADORA (Phyllocnistis citrella)
Nível de Controle: Em pomares novos iniciar o
controle quando 10 por cento das plantas visadas
apresentarem larvas do tipo I e II. Em pomares em
produção iniciar o controle quando 40 por cento das
visadas apresentarem larvas do tipo I e II.
Examinar os sintomas da larva, nos ínstares I e II em
folhas novas de um ramo brotado em cada
quadrante da planta. Encontrando a primeira larva,
anotar 1 no quadrado correspondente na ficha de
campo; não encontrando, colocar 0 (zero). Não
havendo folhas recém brotadas colocar no quadrado
correspondente um traço (-). Nos locais enrolados na
borda da lâmina foliar (semimadura), observar a
presença de pupas da vespinha Ageniaspis (Página
34). A sua presença indica controle biológico.
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INSETOS
Fotos: Nilton Fritzons Sanches
COCHONILHA ORTÉZIA (Orthezia praelonga)
Colônia de ortézia
Ninfas e fêmeas adultas
Detalhe das ninfas e fêmeas adultas
COCHONILHA ORTÉZIA (Orthezia praelonga)
maneira da planta vistoriada e anotar, na ficha, em
“observações” o número de plantas encontradas
durante o monitoramento.
Observar a presença da cochonilha ortézia em
folhas, frutos e ramos secundários. No caso de se
encontrar a praga na planta vistoriada anotar 1, e 0
(zero) se não for verificada. O pragueiro deve marcar
a planta com uma fita e ir até o início da rua em que se
encontra esta planta e marcar também a primeira
planta, para facilitar a sua localização e controle em
reboleira. Durante a visita o pragueiro deve verificar
plantas com folhas pretas, mesmo não sendo uma
planta escolhida para a amostragem. Encontrando
qualquer planta com sintoma, proceder da mesma
Nível de Controle: Até cinco por cento de plantas
afetadas controlar a planta e a reboleira. De 6 a 20
por cento inspecionar todo o talhão. Mais que 20 por
cento executar o controle em todo o talhão
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INSETOS
Rachadura no caule
Foto: Ricardo Lopes de Melo
Foto: Nilton Fritzons Sanches
COCHONILHA ESCAMA FARINHA (Pinnaspis aspidistrae, Unaspis citri)
Ataque no fruto e detalhe
COCHONILHA ESCAMA FARINHA (Pinnaspis aspidistrae, Unaspis citri)
Nível de Controle: Em plantio novo iniciar o controle
quando 10% das plantas estiverem atacadas. Mais
que 10% iniciar o controle em todo o talhão. Em
pomar adulto iniciar o controle quando mais de 30%
estiverem atacadas.
Observar a presença nos troncos, ramos
secundários e frutos. Havendo presença da praga
anotar 1 e 0 (zero) para ausência. Quando a planta
estiver infestada, marca-la com uma fita, indo até o
início da mesma rua para marcar também a primeira
planta, facilitando a sua localização e iniciar nova
inspeção em todas as plantas do talhão o mais breve
possível. Durante a visita, verificar plantas com os
mesmos sintomas, mesmo não sendo uma planta
escolhida para a amostragem. Encontrando,
proceder da mesma maneira da planta vistoriada.
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INSETOS
Fotos: Nilton Fritzons Sanches
MOSCA BRANCA (Aleurothrixus floccosus)
Adulto da mosca branca
Colônia
Detalhe dos ovos de mosca branca
MOSCA BRANCA (Aleurotrixus flocosus)
Nível de Controle: Em plantio novo iniciar o controle
em reboleira quando até 20% das plantas estiverem
atacadas e em todo o talhão se for observado o
ataque em mais de 20% das plantas. No pomar em
produção iniciar o controle quando 100% das plantas
estiverem infestadas.
Ao inspecionar a presença de outras pragas procurar
na face inferior das folhas do ápice a presença de
ovos ou adultos da mosca branca. Em plantios novos
considerar a planta atacada se for encontrada a
presença da praga em dois quadrantes. Em plantios
em produção considerar atacada a planta que tiver
mais de um ramo atacado por quadrante, colocando
1 no quadrado correspondente. Não encontrando
colocar 0 (zero).
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INSETOS
Pulgão na folha
Pulgão nos ramos
Foto: Nilton Fritzons Sanches
Foto: Ricardo Lopes de Melo
Foto: Nilton Fritzons Sanches
PULGÕES (Toxoptera citricidus e Aphis spp.)
Encarquilhamento das brotações
PULGÕES (Toxoptera citricidus e Aphis spp.)
Em plantio novo fazer a observação em fluxos de
brotações novas. Nos plantios já em produção
caminhar em torno da planta e avaliar o número de
ramos novos atacados. Em plantios novos
considerar a planta atacada caso ela apresente uma
única brotação com a praga colocando 1 no
quadrado correspondente. Em plantios em produção
considerar a planta atacada quando mais de 50%
das brotações novas estiverem com a praga,
colocando 1 no quadrado correspondente. Na
ausência da praga colocar 0 (zero).
Nível de Controle: Em plantio novo iniciar o controle
em reboleira quando até 10% das plantas estiverem
atacadas e em todo o talhão se for observado o
ataque em mais de 10% das plantas. No pomar em
produção iniciar o controle quando mais de 30% das
plantas estiverem infestadas.
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INSETOS
Galeria e larva da broca dos citros
Serragem no solo
Foto: José Maurício Bento
Foto: Nilton Fritzons Sanches
Foto: Nilton Fritzons Sanches
BROCA (Cratosomus flavofasciatus)
Adultos da broca da laranjeira
BROCA (Cratosomus flavofasciatus)
Nível de Controle: Ao encontrar a primeira planta
com sinais de serragem e galerias no tronco,
inspecionar todo o pomar e exercer o controle em
cada planta atacada.
Quando da amostragem das demais pragas, verificar
a presença ou ausência da praga e/ou de serragem
próxima ao tronco e na projeção do ramo. Proceder
uma inspeção nas demais plantas vizinhas.
Encontrando qualquer planta com sintoma, proceder
da mesma maneira da planta vistoriada e inspecionar
todas as plantas do pomar.
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DOENÇAS FÚNGICAS
Foto: Cláudio Luiz Leone Azevedo
Foto: Cláudio Luiz Leone Azevedo
Amarelecimento da copa
Foto: Hermes Peixoto Santos Filho
GOMOSE (Phytophthora citrophthora; P. parasitica)
Lesão interna no tronco
Estágio final da doença
GOMOSE (Phytophthora citrophthora; P. parasitica)
Durante a inspeção, verificar a presença ou ausência
de sintomas no tronco próximo ao porta-enxerto que
apresentem exsudação de goma ou um
amarelecimento intenso nas folhas. Anotar 1 para
presença e 0 (zero) para ausência. Durante a visita o
pragueiro deve estar alerta para observar plantas
com folhas amareladas, mesmo não sendo uma
planta escolhida para a amostragem. Encontrando
qualquer planta com sintoma, proceder da mesma
maneira da planta vistoriada e anotar, na ficha, em
“observações”, o número de plantas encontradas
durante o monitoramento. Neste caso, recomendase fazer o monitoramento planta a planta em toda a
área.
Nível de Controle: Ao encontrar a primeira planta
com sintomas ou sinais da doença, inspecionar todo
o pomar e exercer o controle em cada planta atacada
com cirurgia localizada e pulverização com
fungicidas nas plantas circunvizinhas.
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DOENÇAS FÚNGICAS
Fotos: Hermes Peixoto Santos Filho
MELANOSE (Diaphorte citri)
Sintoma de melanose estrelada
Sintoma de melanose “falsa ferrugem”
MELANOSE (Diaphorte citri)
Com uma lupa de 10 aumentos e 1 cm2 de base, o
inspetor dará varias visadas na superfície de um fruto
do tamanho de uma bola de gude ou menor. Procurar
manchas pretas, pequenas, salientes, brilhantes e
escuras. Encontrando um fruto atacado em qualquer
dos quatro quadrantes considerar a planta atacada e
anotar 1 no quadrado correspondente da ficha.
Nível de Controle: Iniciar o controle em reboleira
quando até 10% das plantas estiverem atacadas e
em todo o talhão se for observado o ataque em mais
de 10% das plantas.
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INIMIGOS NATURAIS
Adulto de Iphizeiodes zuluagai
Iphiseiodes zuluagai
Foto: Aloyséia Noronha
Foto: Manoel Gondim Junior
Foto: Antonio Carlos Lofego
ÁCAROS PREDADORES E FITOSEÍDEOS
Fitoseídeo
ÁCAROS PREDADORES E FITOSEÍDEOS
Nível de Controle: Não existe em face destes ácaros
serem inimigos naturais dos ácaros praga. Quando
houver necessidade de controlar o ácaro praga, dar
preferência a produtos que não comprometam o ciclo
biológico do inimigo natural (ácaros predadores).
Durante o monitoramento do ácaro branco e do ácaro
da ferrugem observar a presença ou ausência dos
ácaros predadores que se caracterizam por andarem
mais rápido do que os ácaros praga. Encontrando o
ácaro predador anotar no quadrado correspondente
da ficha 1 e se não encontrar (zero).
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INIMIGOS NATURAIS
Foto: FUNDECITRUS
Foto: Nilton Fritzons Sanches
VESPINHA AGENIASPIS (Ageniaspis citricola)
Ageniaspis parasitando a larva minadora
Pupa da larva minadora parasitada
VESPINHA AGENIASPIS (Ageniaspis citricola)
utilizar produtos seletivos para este inimigo natural,
considerando o percentual estabelecido no nível de
ação para a larva minadora.
Examinar em cada quadrante folhas semimaduras
que apresentarem dobras na margem onde podem
estar as pupas de larva minadora (salsichas),
parasitadas pela vespinha. Encontrando uma folha
por ramo, o “pragueiro” deve abrir a dobra e verificar
se há gominhos ou salsichas e anotar 0, para folha
com dobra sem gominho, 1 se encontrar gominhos
da Ageniaspis e (-) se não encontrar pelo menos uma
folha com dobra. A presença do gominho indica
controle biológico da praga. Quando necessário o
uso de inseticidas para o controle da larva minadora,
Nível de Controle: Sem nível de ação por tratar-se
de inimigo natural.
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INIMIGOS NATURAIS
Larva, pupa e adultos de joaninhas
Foto: Cláudio Luiz Leone Azevedo
Fotos: Nilton Fritzons Sanches
JOANINHAS (Pentillia egena, Cicloneda sanguinea, Azya luteipes)
JOANINHAS (Pentillia egena, Cicloneda sanguinea, Azya luteipes)
Nível de Controle: Não existe em face do inseto ser
um inimigo natural de ácaros e insetos pragas dos
citros. Exercer um nível de controle dos ácaros e
insetos praga com produtos que não comprometam
este inimigo natural.
Ao realizar o monitoramento das pragas, observar a
ocorrência de joaninhas anotando na ficha: 0 (zero)
para ausência e 1 para presença de adultos ou
larvas. Encontrando inimigos naturais, o responsável
pela tomada de decisão de controle deve
correlacionar a presença do inimigo natural
encontrado com a incidência da praga que ele
parasita e, dependendo do grau de ataque da praga,
optar ou não pela pulverização.
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INIMIGOS NATURAIS
Folha com ovos
Foto: Novartis Agro
Foto: Correio Agrícola 1990
BICHO LIXEIRO (Chrysoperla sp.)
Adulto
BICHO LIXEIRO (Chrysoperla sp.)
Nível de Controle: Não existe em face do inseto ser
um inimigo natural de várias pragas dos citros.
Exercer um nível de controle das pragas com
produtos que não comprometam este inimigo
natural.
Durante o monitoramento de outras pragas ou
doenças, observar a presença ou ausência do bicho
lixeiro. Anotar no quadrado correspondente da ficha,
1 para presença e 0 (zero) para ausência de adultos
e larvas, e no quadrado referente ao total, a
quantidade de plantas com presença do inimigo
natural. A transferência do dado para o caderno de
campo deve ser feita em porcentagem de plantas
com presença do inseto.
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INIMIGOS NATURAIS
Aschersonia aleyrodis
Foto: Ricardo Lopes de Melo
Foto: Antonio Souza Nascimento
ASCHERSONIA (Aschersonia aleyrodis)
Crostas vermelhas do fungo Aschersonia sobre insetos
ASCHERSONIA (Aschersonia aleyrodis)
Nível de Controle: Não existe em face do fungo ser
um inimigo natural da mosca branca dos citros.
Exercer um nível de controle da mosca branca com
produtos que não comprometam este inimigo
natural.
Durante o monitoramento de outras pragas ou
doenças, observar a presença ou ausência de
crostas de cor vermelha amarelada sobre as folhas.
Anotar no quadrado correspondente da ficha, 1 para
presença e 0 (zero) para ausência de colônias do
fungo, e no quadrado referente ao total, a quantidade
de plantas com presença do inimigo natural. A
transferência do dado para o caderno de campo deve
ser feita em porcentagem de plantas com presença
dessas crostas.
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INIMIGOS NATURAIS
Foto: Nilton Fritzons Sanches
Foto: Cláudio Luiz Leone Azevedo
CARACOL RAJADO (Oxistyla pulchella )
Caracol rajado
Caracol rajado
CARACOL RAJADO (Oxistyla pulchella)
Nível de Controle: Não existe em face do inseto ser
um inimigo natural de cochonilhas, principalmente da
cochonilha ortézia. Exercer um nível de controle das
cochonilhas com produtos que não comprometam
este inimigo natural.
Durante o monitoramento de outras pragas ou
doenças, observar a presença ou ausência deste
inimigo natural. Anotar no quadrado correspondente
da ficha, 1 para presença e 0 (zero) para ausência de
adultos, e no quadrado referente ao total, a
quantidade de plantas com presença de caracóis. A
transferência do dado para o caderno de campo deve
ser feita em porcentagem de plantas com a presença
do caracol rajado.
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REFERÊNCIAS
ANDRIGUETO, J. R.; KOSOSKI, A. R. (Org.). Marco
legal da produção integrada de frutas do Brasil.
Brasília, DF: MAPA-SARC, 2002. 60p.
AZEVEDO, C.L.L.; PASSOS, O. S; SANTANA, M. do A.
Sistema de produção para pequenos produtores de
citros no Nordeste. Cruz das Almas: Embrapa
Mandioca e Fruticultura Tropical, 2006, 55p. (Embrapa
Mandioca e Fruticultura Tropical. Documentos 157).
BRASIL. Instrução Normativa n.42, dez. 2008. Brasília:
Diário Oficial da União, 05, jan, 2009 , seção 1 , p. 2.
Disponível em: <http://extranet.agricultura.gov.br/
sislegis-consulta/consultarLegislacao.do?
operacao=visualizar&id=19387.> Acesso em:
23/07/2010.
SANTOS FILHO, H. P, et. al. Monitoramento de pragas
na cultura dos citros. Cruz das Almas: Embrapa
Mandioca e Fruticultura Tropical, 2002. 53p. (Embrapa
Mandioca e Fruticultura Documentos, 102).
Ministério da
Agricultura, Pecuária
e Abastecimento
Download

laranja lima_f04 - Ministério da Agricultura