Turma de Artes marca presença em Guimarães 2012
Encerramento das Comemorações do 70.º aniv. do Colégio
Festa das Famílias – A alegria de gerações
Revista do Colégio
do Sagrado Coração
de Maria | Lisboa
Revista trimestral
Número 30
Ano 2011 | 2012
Olhares
Os horizontes
que sonhamos
Há perguntas bem mais fáceis de se fazer do
que de se responder. “O que é o Horizonte?”
é uma dessas perguntas! Ainda assim,
ousámos fazê-la e deixar as respostas
simples... ou não.
O que é o
Horizonte?
É uma linha que não podemos passar, senão
não temos pé.
Gonçalo Torres, 1º ano
O Horizonte é um conjunto de água.
José Miguel , 1º ano
Depois dessa água é só o céu.
Cristina Pita, 1º ano
É aquilo que nós vemos ao fundo da praia.
Gonçalo Ribeiro, 1º ano
É uma linha.
Tomas Marques, 8º ano
É lá no fundo.
Mariana Faísca, 8º ano.
É um conjunto de ambições pessoais e ou
económicas que estão longe.
Inês Sarmento e Gustavo Pedroso, 8º ano
Essa espécie de mistério
que se converte em meta
Os horizontes com que
sonhamos para o nosso
colégio
Há na linha do horizonte uma espécie de mistério! Digam lá
se não é verdade?!....
Quem nunca se sentou num final de tarde na areia da praia
e se pôs a conjeturar sobre o que está para lá daquela linha?
Quem tem todas as explicações óbvias, corretas e científicas
para a dita linha... não vai, certamente, entender as palavras
que aqui se seguem!
Os outros, os que já se maravilharam com esse mistério, estão à vontade!
Normalmente, quando éramos pequenos, ouvíamos como
resposta: Do outro lado fica a América! E depois... continuávamos a sonhar como seria essa tal América!
Pois bem! Esta conversa não é de agora. Já o grande Pessoa,
a determinada altura da Mensagem, dizia:
Linha severa da longínqua costa
Quando a nau se aproxima ergue-se a encosta
Em árvores onde o Longe nada tinha;
Mais perto, abre-se a terra em sons e cores:
E, no desembarcar, há aves, flores,
Onde era só, de longe a abstrata linha.
Lá..., na linha do horizonte ou para lá dela, está o sonho! O
sonho de quem não se conforma, de quem busca, de quem
não se fica na praia! Ah... raça de povo valente! Apetece-me
dizer!
É desta fibra que somos feitos e é desta mesma fibra (a da
coragem e a do sonho) que esperamos ajudar a fazer as vidas que pulsam no nosso Colégio.
Este ano celebrámos as praias e os mares de 70 anos da
nossa vida. Estamos, agora, como que sentados na areia da
praia, mas os nossos olhos não fitam os grãos ou as ondas
que rebentam. Fiéis a outros “navegadores” deste barco antigo e sempre novo, pomos o nosso olhar na linha do horizonte e nela encontramos razões para novas descobertas, novas
teorias, novos sonhos, novos rumos!
Não nos falta mar como não nos faltam sonhadores! Por
isso, fomos à descoberta de que horizontes sonhamos para
o nosso Colégio. E assim, a chegada ao fim de um ano de comemorações converte-se em nova partida.
Volto, inevitavelmente, ao Pessoa!
Sonho um colégio que só fechasse à meianoite
O sonho é ver as formas invisíveis
Da distância imprecisa, e, com sensíveis
Movimentos da esp´rança e da vontade,
Buscar na linha fria do horizonte
A árvore, a praia, a flor, a ave, a fonte Os beijos merecidos da Verdade
Sonho um colégio que tivesse um campo
relvado.
Francisca Ferreira, 3º ano
Gostaria que todos respeitassem os
espaços verdes do Colégio.
Gostaria de estar mais tempo no Colégio
para aprender mais. E também gostava
que houvesse uma piscina para todos
utilizarmos.
Rita Pinto, 2º ano
Sonho que o Colégio estivesse aberto
todos os dias e tivesse uma piscina para
praticarmos natação
Inês Rafael, 3º ano
Adorava que o Colégio ficasse em 1º lugar
dos Colégios Mundiais do Sagrado!
Inês Frazão, 2º ano
Para que o Colégio mantenha o seu nível de excelência e
se distinga de outras escolas, é importante que os valores
transmitidos no seu Ideário sejam vividos por todos. Creio
que como professora e enquanto mãe, desejo o mesmo:
alunos / jovens que se envolvam ativamente no seu
processo de aprendizagem, participando oportunamente
nas aulas, que estudem, que queiram ir mais longe.
Desejo que os alunos / jovens compreendam que a
Escola e o acesso ao ensino é um privilégio, que por vezes
desperdiçam, ao estarem desatentos, ao perturbarem o
ritmo de trabalho da turma e o próprio decorrer da aula, ao
não valorizar os colegas que querem aprender e participar.
Desejo que os alunos / jovens compreendam que a Escola
é um espaço de convivência sã, correta, entre todos os
que nela vivem a maior parte da sua vida diária, pelo que
devem aprender a ouvir o outro, respeitar outras opiniões,
saber estar.
Luísa Policarpo, Prof.
Francisco Serrano, 3º ano
Luís Pedro de Sousa, Coord.
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Sonho um colégio que só abrisse dois dias
por semana.
Maria Freitas, 3º ano
Confio que o Colégio continuará a sua missão Sagrada de
ensinar Vida com abundância. Próximo das pessoas, com
as pessoas e para as pessoas. Com os talentos e defeitos
que temos. Confio que cada dia será um dia de Sabedoria,
dando e recebendo, com a ajuda de Deus e no meio dos
homens, - no meu caso, especialmente no meio dos “meus
meninos”, desde o acolhimento à sua passagem para o
primeiro ano -, fazendo crescer sorrisos que perdurem
pela vida fora. Uma missão que se projeta, no espaço e no
tempo e que transvasa comunidades.
Manuela Neto, Educadora e Enc. de Ed.
Sonho um colégio onde todos os meninos
crescessem felizes !
José Cortes, 2º ano
Vivemos numa sociedade de conflitos e crises constantes.
A intolerância, o descontentamento e a dúvida
permanecem quase que a par.
Cabe-nos a nós Educadores e cidadãos comuns
assumirmos um papel de esperança junto dos que nos
rodeiam; assumindo um olhar atento e empenhado aos
problemas do outro.
Sejamos capazes de nos envolver nesta missão, como
Colégio, apoiando famílias e alunos. Juntos a trabalharmos
para um mesmo fim... o de uma sociedade mais capaz,
onde os valores voltem a renascer para um mundo melhor. Ana Isabel Albertino, Educ.
“Sonho com um Colégio em que as Artes e
Expressões continuem a ser disciplinas importantes
no desenvolvimento integral do aluno, promovendo
o empreendedorismo, a inovação, a criatividade e o
pensamento crítico.”
Marta Neto, Prof.
“Cultive, cuide, queira o bem. O Resto vem...” Anónimo
Seremos um colégio com estruturas muito fortes, onde
o trabalho de equipa, a cooperação e a diversidade de
perspectivas ajudarão os nossos alunos a serem bons
cidadãos, solidários, éticos...O colégio ajudará cada aluno a
criar as suas próprias ferramentas para aprender e crescer
harmoniosamente.
Carla Vaz (Educadora da Sala Violeta)
Enquanto professora e mãe, considero que
é importante que o Sagrado continue a
marcar a diferença, quer do ponto de vista
do rigor científico e pedagógico, quer pelos
valores cristãos da partilha e da amizade.
Joana Serrano, prof e enc. de educ.
“O Sagrado (na plenitude de todo o seu significado) que
se reflete em tudo o que é nosso Colégio. Mesmo sendo
tanto, acredito que no futuro será muito mais. Neste
futuro, revelando a benção que é viver em comunidade
e conscientes de que assim se educa verdadeiramente
crianças e jovens, continuaremos a preparar para uma
vida e ação plena em sociedade. Praticando os valores
cristãos (promovidos pelo Instituto das Religiosas do
Sagrado Coração de Maria desde a sua génese com o
Padre Jean Gailhac) que na sua profundidade e sentido
humano tornam visível o SAGRADO. Um Sagrado virado
para o mundo, capaz de continuar a acolher tudo o
que é novo, bem como transformador de tudo o que o
rodeia. Envolvendo toda a comunidade educativa numa
construção onde todos sairão mais valorizados, fruto da
nobre missão que é educar.”
Nuno Cocharro, prof. e enc de educ.
“Adoro o meu colégio, mas gostava de
ter mais festas. Queria no próximo ano
fazer mais amigos e que todos os meninos
tivessem boas notas e estudassem mais.”
Esses múltiplos
Olhares
E já passaram setenta....
Anos, sete décadas dedicadas à educação de crianças e jovens. Com visão, paixão e criatividade fomos construindo
estes setenta anos. Concretizando a visão de fé do Pe. Gailhac na qual, através da educação, se sensibiliza, prepara e
transforma o coração daqueles que serão o futuro, numa
perspectiva de um mundo melhor.
E nós? O que queremos para o amanhã? O que espera os
nossos jovens, futuros cidadãos de uma sociedade global,
futuros líderes?
Queremos um planeta onde se viva em fraternidade e segurança. Não sabemos o que espera os jovens, a única certeza
que temos é a incerteza do futuro.
Aquilo que faz sentido como caminho é a formação séria e
rigorosa. O desenvolvimento harmonioso da personalidade,
a necessidade de saber usar o conhecimento e a predisposição para aprender ao longo da vida são três capacidades
essenciais.
Versatilidade, flexibilidade, mobilidade, são palavras da ordem do dia, que nos devem ajudar a sonhar e planear o futuro.
Queremos, para os próximos setenta anos, que o nosso colégio mantenha a sua fidelidade à identidade rscm, com os
ideais de sempre, mas com a atualidade necessária para
continuar a formar jovens capazes de transformar o mundo!
Obrigada por mais um ano letivo.
Boas férias!
Margarida Marrucho Mota
Amador
Johanna Ahamad, 1º ano
“Quero ficar no meu colégio, gosto muito,
muito do meu colégio. É muito bom. Quero
estudar mais e fazer muitos trabalhos e ter
um jardim com flores para brincar com os
dinossauros!”
Francisco Burns, 1º ano
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Notícias
do pré-escolar
Notícias
do 1.º Ciclo
Mês de Maio,
Mês de Maria
Sagrado no pódio do Jogo
Nacional para 1º Ciclo
“Por ser Mês de Maio, Mês de Maria, estamos a aprender
muitas coisas sobre Nossa Senhora.
Fizemos na sala um altar a Maria, trouxemos flores e
folhinhas. Também enfeitámos com plasticina.
Trouxemos livros e ouvimos histórias de Maria. Uma
história conta que, para não termos medo da trovoada e
dos barulhos, rezamos e Maria protege-nos dentro do seu
manto azul.
Já rezámos juntos e fomos à capela oferecer uma flor da
Sala Azul a Nossa Senhora.
Aprendemos uma canção muito gira de Maria.
Na televisão disseram que muitas pessoas casam neste mês
porque é o Mês de Maria.
É importante falarmos de Nossa Senhora, porque é muito
querida e tem carinho dentro do coração; aprendemos a
ser amigos, inteligentes, a portarmo-nos bem, a brilhar e a
sermos queridos.
Viva a Nossa Senhora!”
Frases ditas pelos meninos da Sala Azul – 3 anos
O nosso Colégio ficou entre os vencedores do jogo
nacional Diz3 - 1º Ciclo, que decorreu no Campus
Universitário de Aveiro, no dia 23 de abril.
As 15 equipas do 4º ano do Sagrado tiveram uma excelente
representação neste jogo sobre as 3 áreas do 1º Ciclo Língua Portuguesa, Matemática e Estudo do Meio.
Hora do Conto
– 10 de Maio
Numa manhã especial
Juntos fomos escutar
Uma história colorida
Com a Sara Rodi a contar!
Sala Azul Turquesa - 3 anos
Dia da Mãe
Chegou o Dia da Mãe! Foi com grande alegria e satisfação
que recebemos, no nosso colégio, o entusiasmo das mães
na atividade preparada pelas salas dos 3 anos.
Com jogos e animação passámos uma manhã divertida, em
que as crianças ofereceram com muito carinho uma prenda
elaborada pelas mesmas.
Sala Verde Claro - 3 anos
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Lugar
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10
Pontuação
2º Jardim-Escola João de Deus de Coimbra
Colégio do Sagrado Coração de Maria
Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos de Rio Tinto n.º 2
Externato Liceal Paulo VI
Escola Básica do 1.º Ciclo Quinta das Flores - Stº António dos Olivais
Escola Básica do 1.º Ciclo com Jardim de Infância de Francelos
Colégio “Nossa Senhora do Rosário”
Escola Básica dos 2º e 3º ciclos Dr. Ferreira da Silva - Cucujães
Colégio Casa-Mãe
Colégio “Júlio Dinis”
Eu gostei muito da ida a Aveiro para concorrer ao concurso do DIZ3
Eu gostei dos jogos de computador porque falavam sobre
Estudo do Meio, Língua Portuguesa e Matemática.
Nós fomos à Universidade de Aveiro com o professor António e a professora Elisa.
Eu gostei muito desta ida, e espero lá voltar, porque não só
me diverti como aprendi coisas novas.
Fiquei espantada por ver tantas crianças juntas, que também estavam a jogar como nós.
Francisca Andrade, 4ºC
escola
253594
238594
230486
224734
224225
222386
221835
217228
208829
208599
Eu sou a Matilde e fui ao DIZ3 na cidade de Aveiro. Quando
chegámos estava a chover, entrámos na tenda onde havia
milhares de computadores.
Eu adorei! Achei muito divertido, pois não só
aprendemos, mas também descomprimimos.
Também pudemos fazer alguns jogos, não só em
computadores mas ao ar livre quando o tempo melhorou.
Achei espetacular e tenciono ir novamente!
Matilde Batista, 4º C
Quando cheguei ao colégio estava muito excitada com o
concurso e com a ida a Aveiro.
O meu par era a Matilde e fomos juntas no autocarro.
Logo que chegámos, fomos para a fila para ir participar no
concurso.
Nunca tinha imaginado que aquela tenda pudesse ser tão
grande!
Depois de almoçar fomos fazer jogos e atividades.
Eu adorei e gostava que se repetisse!
Leonor Sequeira, 4ºC
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Notícias
Notícias
do 1.º Ciclo
do 2.º Ciclo
Encontros de formação
nas Aldeias SOS
“Não são as grandes coisas que nos levam a pensar que
estamos no caminho certo, são estes, os pequenos/grandes
gestos.”
Visita da escritora
Ana Maria Magalhães
Eu adorei a vinda da escritora Ana Maria Magalhães ao
nosso colégio.
Explicou tudo com desenvolvimento e prática, por isso
percebemos tudo o que nos disse.
Acho que esta visita fez com que a nossa inspiração
renascesse, como se tivéssemos vontade de escrever
muitos textos.
Espero que da próxima vez a Isabel Alçada também possa
vir.
Curiosidades:
A Ana Maria Magalhães é uma senhora elegante, usa
óculos, é muito simpática e foi aluna do nosso Colégio.
Mafalda Silva, 4º C
Ciência com Balões
No dia 10 de maio, a nossa turma foi ao Museu das Crianças. Já conhecíamos este museu, que para nós é um lugar de
aprendizagem onde há vida. Onde se experimenta para ver o
efeito e aprender. Onde o respeito não impede a brincadeira.
Fizemos experiências com balões, com o professor Anacleto Predileto, que de uma forma divertida explicou todas as
experiências realizadas. Vocês sabiam que podemos espetar
uma agulha num balão e não rebentar? Pois é, com o professor Anacleto descobrimos que é possível, mas com um truque, temos de colocar a agulha no sítio certo. Sabiam que podemos encher um balão sem soprar? E que podemos fazer
corridas com balões? A ciência tem destas coisas e com o que
aprendemos surpreendemos a nossa família e amigos!
No dia seguinte, na sala, fizemos novas experiências e contámos com a ajuda de duas alunas, da turma anterior da professora Vera, que agora já estão no 5.º ano, a Joana Santos e a
Constança Fortuna. Foram experiências muito interessantes e
enriquecedoras para todos nós. Foram dois dias magníficos,
com tantas experiências. Foi espetacular!
Alunos e professora do 1.º Ano C
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Foi imbuído neste espírito e na vontade de crescer que as
nossas turmas do 6º ano estiveram nas aldeia SOS de Bicesse onde fizeram uma experiência muito gratificante. Cativou-nos a forma como esta aldeia procura dar uma infância
feliz às crianças em situação vulnerável e garante o seu desenvolvimento e educação, num ambiente de amor, respeito e segurança.
Nesta aldeia o tempo é sempre de Primavera! Em cada
dia renasce a esperança de um futuro melhor para as crianças e jovens que habitam esta instituição e que têm a preciosa ajuda das suas “mães sociais”.
E como o nosso objectivo é que seja um encontro marcante nos seus diferentes aspetos, temos esperança que a
semente da solidariedade, do respeito e da atenção ao outro tenha crescido no coração de cada aluno/a do 6º ano, visto que cada um se prepara para iniciar uma nova etapa das
suas vidas.
Irene Esteves, Prof.
O nosso encontro de formação foi muito rico e divertido. Falámos e partilhámos muito sobre o tema do ano – 70 anos
de Vida e Dignidade para todos – e fizemos uma ponte entre
o tema e o que se faz nas aldeias SOS.
Realizámos um trabalho de grupo, que era um jornal
cheio de notícias positivas do nosso colégio e um trabalho
individual que nos fez pensar na semente que cada um precisa que cresça no seu coração.
O responsável da aldeia veio falar connosco e esclarecemos todas as nossas dúvidas. Foi um dia diferente... um dia
que não se repete. Valeu a pena esta oportunidade que nos
fez crescer.
Inês Rodrigues, 6ºD
O Grande
Aquário
– 3º Concurso
Nacional Kit
do Mar
No dia 9 de maio, alunos, representantes das turmas B, D e E do 5º Ano, participaram no 3º Concurso Nacional Kit
do Mar, que decorreu no Pavilhão do
Conhecimento, em Lisboa, com o trabalho intitulado “O Grande Aquário”,
realizado pelas três turmas.
Foi um dia muito bem passado, cheio
de atividades relacionadas com o mar:
canoagem, pinturas faciais, exposições, visita ao navio “NTM Creoula”.
Este fabuloso dia de aventuras não
poderia ter terminado melhor, quando ouvimos o nome do SAGRADO ser
anunciado como vencedor na Categoria MELHOR POSTER DO 2º CICLO.
Subir ao palco para receber o prémio
foi uma grande alegria e um grande orgulho para todos!
Parabéns aos alunos por todo o empenho e pela excelente participação nesta atividade!
Luísa Alves, Prof. Cidália Cristóvão e
Prof. Elisabete Santos
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Um dia na vida de Jesus
– Exposição de trabalhos
De 16 a 20 de abril, no átrio do nosso
colégio esteve uma exposição com os
belíssimos trabalhos realizados pelos alunos
do 5º ano.
Os alunos foram desafiados, nas aulas de Educação Moral, a
realizar uma investigação individual sobre o tema “Um dia
na vida de Jesus”, com o objetivo de reconhecerem que Jesus de Nazaré dava valor a todas as pessoas e defendia a dignidade humana. Através de várias formas de expressão artística (banda desenhada, maquetas, livros, etc.), os alunos
apresentaram os trabalhos exprimindo:
• o que Jesus sentia: Com que se alegrava ou entristecia?
• o que Jesus fazia: Com quem se relacionava? Como se
relacionava?
• o que Jesus ensinava: Quais as palavras que mais pronunciava? Com quem dialogava? O que ensinava?
Foram muitas as passagens da vida de Jesus escolhidas
pelos alunos: parábolas, milagres, orações, diálogos; em todas as passagens apresentadas ficou bem clara a marca da
dignificação da vida.
O resultado final foi de facto muito bom, os alunos aderiram com muito entusiasmo e muito talento a esta iniciativa. Na galeria online do Sagrado, encontram-se mais imagens da exposição.
Parabéns a todos os alunos do 5º ano por dignificarem o
nosso Colégio com talento e dedicação nesta causa de continuar a promover vida ao jeito de Jesus e dos nossos fundadores, expressando tão claramente o tema do ano “Vida e
dignidade para todos”.
Armindo Rodrigues, Prof.
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Notícias
do 2.º Ciclo
Viagem no tempo
As nuvens, que nos acompanharam desde Lisboa, e a chuva,
que nos recebeu à chegada à Batalha, não refrearam nem por
um minuto o entusiasmo e curiosidade das turmas de 5º ano
para esta viagem ao final do século XIV.
No Centro de Interpretação da Batalha de Aljubarrota assistimos ao espetáculo multimédia que reconstitui o confronto entre os exércitos de Portugal e Castela em agosto de 1385.
O relato é fiel à Crónica de Fernão Lopes, destacando a devoção e ousadia do Condestável na liderança das tropas, e a segurança de D. João I na condução dos destinos do reino. Visitámos a exposição, que permite observar vestígios arqueológicos e tomar contacto com o armamento utilizado. Tivemos
ainda a oportunidade de percorrer os caminhos do exército
português no local onde se travou a batalha que se revelou
decisiva para garantir a independência de Portugal.
Fomos à descoberta do Mosteiro de Santa Maria da Vitória,
que materializou a promessa que D. João I fizera à Virgem de
construir uma igreja no local onde se travara a Batalha de Aljubarrota. Nos cadernos e em fotografias
os alunos registaram, cada um com o seu
modo de olhar, a riqueza de detalhes da
arte gótica e o colorido dos vitrais.
Da visita de estudo, para além dos conhecimentos que nos permitem aprofundar e enriquecer o trabalho das aulas,
trazemos também a memória de tempos
difíceis que Portugal conseguiu superar
com Fé, Coragem e Criatividade. Sob o
governo da dinastia de Avis, o reino de
Portugal esteve na vanguarda da História Mundial, protagonizando o início da
expansão europeia e a construção de um
império pluricontinental.
Depois de um dia cheio de ação e
brincadeiras, os nossos cavaleiros ainda
encontraram energia para recriar o campo de batalha no pátio do colégio com
as réplicas (em madeira!) do armamento
da época que trouxeram da loja do CIBA.
Joana Serrano, Prof.
«A visita de estudo ao Mosteiro da Batalha foi muito
bem organizada, porque nos subdividimos em grupos
mais pequenos permitindo que observássemos e apreciássemos o mosteiro.
Foi pena que as atividades tivessem acabado tão
depressa, porque eram muito interessantes e divertidas.
Na visita ao Centro de Interpretação da Batalha de
Aljubarrota vimos um filme sobre a revolução de 13831385, que achei muito interessante. A seguir vimos ossos de soldados, armamento e vestuário da época.
Enquanto me dirigia para o autocarro pensei que o
filme que vimos também deveria ser muito interessante se fosse um teatro.
Foi uma visita inesquecível, que vou aconselhar à minha
família e amigos.»
Beatriz Matos (5ºB)
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Notícias
do 2.º Ciclo
A “Noite do Conto”
Notícias
do 3.º Ciclo
Numa 6ª-feira
Saco-cama preparei,
Os meus colegas chegaram
E despedi-me da minha mãe.
No sábado de manhã
Que bom foi acordar,
Com os colegas ao meu lado
Para conversar.
Com os meus amigos
Fui jogar futebol,
Até nos chamarem
Pois já via o pôr-do-sol.
Roupa vestir, dentes lavar,
Já estava tudo pronto,
Já estava tudo arrumado,
Pequeno-almoço fui tomar.
Terça-feira, 10 abril, 12h, aeroporto de
Lisboa: “Cartão de cidadão?” “Sim.”, “E o
dinheiro?” “Está aqui.”, “Juízo!” “Sim!...”
Últimas recomendações ansiosas dos pais até
ao “check-in”; os filhos – despreocupados e
animados, prontos a viajar para Barcelona.
Chegámos à Sala Multimédia
Para tudo preparar,
Claro que foi uma corrida
Para perto dos amigos me
sentar.
Um “Bongo” e uma sandes
Foi o que comi,
Com os amigos conversei
Sobre a noite que vivi.
O voo, com alguma turbulência, serviu de mote às montanhas-russas do dia seguinte: Dragon Khan, Stampida ou Furius Baco – sendo esta última a nossa favorita, atingindo os
135 km/h em 3,5 segundos.
Saco-cama, a mochila
Toda a sala arrumadinha,
Mas que grande excitação
Vem aí a rainha.
Chegou a misteriosa rainha.
Mas quem será?
A professora Joana de Filosofia!
Já descobrimos, já está!
Mas que história linda
Que fiquei a conhecer!
A vida de um livro solitário
Que fiquei a saber.
A rainha partiu,
Foi curta a despedida.
Pegámos na mochila
E tirámos a comida.
Foi uma diversão
Poder dar e receber,
Andar de um lado para o outro,
Pessoas fiquei a conhecer.
Fomos vestir o pijama,
Dentes fomos lavar,
Mais um bocado de conversa
Até ir deitar.
Com as luzes apagadas
O escuro observei.
Os colegas iam adormecendo
O sono levou-me também.
Antes da despedida,
Futebol joguei,
Fui andando para o portão
Ao encontro da minha mãe.
Esta foi uma experiência
Que adorei viver,
Esta foi uma experiência
Que nunca vou esquecer.
Diogo Barata, 5º C
¡Benvinguts a Barcelona!
Após tais emoções fortes, no terceiro dia foi a vez de visitarmos Barcelona, cidade em que os estilos românico, gótico e modernista convivem. O grupo, facilmente reconhecível pelas mochilas cor de laranja, desceu La Rambla, repleta de “homens-estátua”, vendedores de flores, esplanadas e
bancas de recuerdos típicos. Percorremos as estreitas ruas do
Bairro Gótico. Passámos pelo animado mercado La Boquería.
Entrámos na Plaça Real. Apreciámos a famosa Manzana de la
discordia, cuja sequência de casas – Casa Lleó Morera, Casa
Amatler e Casa Battló – demonstra bem os díspares estilos
arquitectónicos de Domènech i Montaner, Puig i Cadafalch
e Antoni Gaudí. Deste último, vimos ainda a Casa Milà ou La
Pedrera, de onduladas formas como dunas de areia e varandas em ferro forjado que lembram algas retorcidas. Da Plaça de Catalunya à estátua de Cristovão Colombo, no topo da
coluna de 50m de altura, chegámos ao porto de Barcelona.
À tarde, fomos recebidos pelo dragão ou salamandra em
cerâmica de cores vivas situado na escadaria do Park Güell.
Neste utópico projeto urbanístico de uma cidade jardim,
criado por Gaudí, há um ambiente mágico, cheio de simbolismo. Nos bancos, decorados em trencadís, predominam os
tons azuis, verdes e amarelos, cores que, para Gaudí, simbolizavam a Fé, a Esperança e a Caridade. De volta à realidade, restabelecemos forças de tanto andar, jantando no Maremagnum, o centro comercial localizado no porto.
No dia de regresso, revisitámos Barcelona acompanhados por um guia. Cansados dos dias anteriores, foi agradável ouvir informações sobre a cidade, curiosidades históricas, enquanto íamos no autocarro. Contudo, ainda fizémos
algumas paragens.
Em Montjuïc, “monte dos judeus” em Catalão, avistámos
toda a cidade do miradouro. Por perto, o Estádio Olímpico
fez lembrar a fantástica abertura dos Jogos Olímpicos de
1992, quando uma flecha incendiária cruzou o céu ateando a tocha olímpica.
De volta ao Bairro Gótico, visitámos a Catedral. No seu interior, descemos ao sepulcro de Santa Eulália, uma das santas padroeiras de Barcelona. No pátio, treze gansos evocam
a idade em que a jovem santa, reza a lenda, foi martirizada
treze vezes.
Parámos ainda na Sagrada Família, basílica iniciada no século XIX e à qual Gaudí dedicou 40 anos da sua vida. Da fachada da Natividade, cheia de alegria e vida, celebrando o
nascimento de Cristo, à fachada da Paixão, desprovida de ornamentos, simbolizando a dor e a morte de Jesus. A fachada
da Glória, em construção, será a principal da basílica.
Como destino de viagem de finalistas do 9º ano, Barcelona conseguiu o equilíbrio entre a emocionante diversão de
Port Aventura e o contacto com a forte cultura catalã, presença constante ao longo das ruas e avenidas, nos seus monumentos, parques e edifícios. Ao cantar, Freddie Mercury,
dos Queen, acompanhado por Montserrat Caballé, cantora
lírica de Barcelona, tinha razão: “Barcelona – such a beautiful
horizon / Barcelona – like a jewel in the sun” .
Luísa Policarpo, DT do 9ºB
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Notícias
do Secundário
brir outras opções que ainda não tinham considerado. Penso que o Colégio deve continuar a organizar o Fórum pela
sua importância e utilidade.
Rita Guerra
O Fórum foi uma oportunidade única de contactarmos com
os locais onde passaremos vários anos da nossa vida aquando do fim do Ensino Secundário. Permitiu-nos não só ter
um maior conhecimento das várias universidades existentes dentro da nossa área, mas também perceber como funciona uma universidade, nomeadamente as disciplinas lecionadas, a forma de acesso, os métodos de ensino e o sistema de créditos das cadeiras. Além disto, foi ainda muito proveitoso o testemunho presencial de pais e antigos alunos
que trabalham naquilo que nós iremos fazer, pois puderam-nos informar, aconselhar e explicar tudo, desde o seu percurso vivencial até ao seu trabalho atual e motivações para
o fazer. Em suma, o fórum de oportunidades deu-nos a conhecer em detalhe as melhores universidades portuguesas
dentro da nossa área, sendo bastante proveitoso para definirmos o nosso futuro.
João Pina Cardoso
Alunos do Secundário
distinguidos pelo ISCTE
No dia 24 de abril, na XXVI Gala ISCTE
que teve lugar no Museu da Carris, em
Lisboa, foram distinguidos alguns dos
participantes, a nível nacional, no Jogo
do Investimento, uma iniciativa do ISCTE
Business School. Os nossos alunos do 12º
ano da turma C, Manuel Protásio, Pedro
Matos e Rodrigo Moreira, foram premiados,
por esta Universidade, pela valorização
que obtiveram com a sua carteira de
investimentos em mercados financeiros.
A equipa HRI Masters está de Parabéns!
Fórum de Oportunidades
Ensino superior e
mundo do trabalho no
CSCM
dúvida um certame de muitas das opções que se afiguram
para um futuro próximo. Nas apresentações e conferências
foi possível contatar, pais e/ou antigos alunos que assim responderam aos atuais alunos com a experiência de quem conhece o CSCM, e possibilitaram uma partilha de experiências
reais, um melhor conhecimento do mercado de trabalho e
sugestões e conselhos que ajudarão tanto num futuro mais
próximo, como por exemplo a escolha do curso na faculdade, como num futuro mais longínquo.
Mas este Fórum não se esgotou no Sagrado. Os alunos
do 12º ano visitaram várias faculdades como forma de irem
formando conscientemente a sua opção no superior. Foi interessante a participação nos “ Caminhos da Técnica – Fac
Arquitetura e IST”, as várias visitas à Lusófona, à Faculdade
de Medicina, ao ISCTE, à FCT-UNL, etc.
Uma atividade inovadora do CSCM que veio para ficar.
Confirmar expetativas, antecipar dificuldades,
ponderar alternativas, descobrir novos cursos
e profissões. Estas são algumas das principais
vantagens de um projeto que constituiu uma
enorme mais valia para os alunos do 11º e 12º
anos: o Fórum de Oportunidades CSCM.
Poder-se-ia dizer que assistir às conferências do FO é como
começar a olhar o nosso futuro. Com as suas apresentações
e partilhas de experiências, os presentes deram-nos a conhecer o que se irá passar na próxima década da nossa vida.
Falaram-nos da importância do trabalho, dedicação, ambição e resistência para alcançar os nossos objetivos. Todos
nos falaram da importância da Paixão. Creio até que uma
das frases que mais se ouviu no Fórum foi “ sigam os vossos sonhos.”
Patrícia Manso
Ao longo de várias sessões, e durante uma semana, esta atividade proporciona aos alunos o contacto com cerca de 30 Faculdades/Universidades/Escolas Superiores, e mais de 30 profissionais e estudantes das diferentes áreas científicas. Foi sem
O Fórum de Oportunidades é uma ideia bastante original e
bem conseguida por parte do colégio para ajudar os alunos
a escolher o curso que vão seguir. As faculdades e apresentações permitem-lhes conhecer melhor os cursos e desco-
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“Durante uma semana, o fórum de oportunidades permitiu aos alunos do CSCM o contacto com numerosas instituições de ensino, entre elas as mais condecoradas como
a UNL e o IST. Um aspeto curioso nas apresentações e nas
conferências foi a participação de pais e antigos alunos do
colégio nas palestras, pois puderam desta forma responder aos alunos compreendendo o ambiente em que os
educandos se inserem. Para aqueles que estão indecisos e
não sabem o que fazer quando acabarem o secundário, o
fórum de oportunidades proporciona uma excelente ajuda, devido aos testemunhos dos oradores. Mesmo para os
que já sabem o seu “destino”, é sempre bom ouvir as pessoas que fizeram as mesmas pegadas que eles farão no futuro. Para mim especificamente, esta atividade do colégio
foi importante pois permitiu-me confirmar a escolha que
eu tinha em mente.”
Ricardo Boavida
Para muitos de nós, a ideia de ir para a faculdade causa um
certo receio. Receamos a independência, os professores e,
sobretudo, receamos não termos escolhido o curso certo. É
por isso, que iniciativas como o fórum de oportunidades são
tão importantes para todos os alunos dos 11º e 12º anos.
As conferências possibilitam-nos conhecer um pouco
melhor o mundo académico e aquilo que ele nos tem para
oferecer. Ao ser esclarecido tudo o que cada curso exige e
proporciona, a nossa decisão torna-se muito mais fácil.
Apesar das conferências das faculdades terem sido bastante elucidativas, sou da opinião que as conferências com
os profissionais são muito mais marcantes e inspiradoras.
São estas que vão estar presentes no momento de escolha e
no resto das nossas vidas.
Filipa Santos, 11º B
Visita de Estudo
do 11.º Ano
No passado dia 10 de maio, os alunos do
11.º ano realizaram uma visita de estudo
no âmbito das disciplinas de Biologia e
Geologia e de Português.
Durante a parte da manhã, as turmas de Ciências e Tecnologias realizaram uma saída de campo na zona da Praia Grande,
onde observaram os ambientes geológicos. À tarde, os alunos de Economia e de Geometria Descritiva juntaram-se aos
restantes e todos, em Sintra, junto ao Palácio da Vila, iniciaram
o percurso queirosiano relativo ao VIII capítulo de Os Maias de
Eça de Queirós, obra em estudo na disciplina de Português.
O percurso na vila histórica teve como objetivo reconstruir a viagem de Carlos da Maia e de Cruges (personagens
do romance em análise) a Sintra, passando por vários locais
emblemáticos onde foram lidos vários excertos da obra. Assim, a primeira paragem foi no antigo Hotel Nunes, atual Tivoli Sintra, seguindo-se uma passagem pela Lawrence. A última paragem foi no Palácio de Seteais, onde foi possível observar a magnífica paisagem.
Uma vez terminada a visita, alunos e professores deliciaram-se com as famosas queijadas da pastelaria Piriquita.
Ana Rita Sampaio e Carlota Fidalgo Graça, 11ºD
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Notícias
do Secundário
Experiências de Vida
Por mais que escreva estas palavras, por mais que tente descrever as histórias de uma vida, é impossível transmitir na
totalidade as vivências de uma pessoa. Todos nós conhecemos a Irmã São. Passamos por ela nos corredores, cumprimentamo-la e recebemos um sorriso afetuoso em troca.
Uma Irmã com uma história de vida espetacular e diferente.
Quando nos sentámos na capela e começámos a ouvir, atentos, ficámos presos ao fluir dos acontecimentos contados.
Espantaram-nos os sacríficos e o caminho longo que a Irmã
teve de percorrer ao seguir a vida religiosa. O abdicar de certas coisas que muitos de nós consideramos indispensáveis.
Espantou-nos como a Irmã seguiu a sua vocação, independentemente do que os outros pensavam. Tudo isto revela a
coragem de uma jovem de 19 anos, ao abandonar um mundo que lhe era conhecido em direção a uma grande incerteza. Mas como a própria Irmã contou, o amor a Jesus e a
Maria, bem como o propósito de ajudar os outros, fizeram-na continuar. Os nossos ouvidos não deixaram de ouvir os
acontecimentos marcantes que nos foram narrados e, durante este tempo, ponderámos e assimilámos tudo o que
nos foi transmitido.
Uma história incrível e bela. Diferente e cativante. A experiência de uma vida que nos transmite algo impossível
de descrever através de simples palavras. Uma experiência
inesquecível.
Pedro Dinis – 10E 1
Secundário visita
exposição sobre
Fernando Pessoa
No passado dia 11 de abril, nós, alunos
do 12ºano, turmas B e C, visitámos a
exposição sobre a vida e obra do poeta
Fernando Pessoa. Esta exposição é de
origem brasileira, mas já passou por vários
países, e chega agora ao país de origem do
ilustre poeta, tomando lugar na Fundação
Gulbenkian.
A visita começou com uma introdução e contextualização
histórica, por parte do guia, sobre a vida de Pessoa e o seu
tempo. De seguida apresentaram-nos a sala principal da exposição, onde se encontravam as instalações “casulos”, cada
uma sobre um dos quatro heterónimos mais famosos do poeta e uma dedicada ao próprio. A ideia era bastante original.
Quando se entrava num dos “casulos”, todo o ambiente pro-
porcionado - som, imagens, textos - era inspirado no espírito das diferentes facetas do poeta, envolvendo qualquer visitante que se aventurasse a entrar.
Nas restantes salas, a atmosfera era bastante diferente,
mas igualmente cativante. As paredes estavam cobertas de
citações, objetos pessoais, como a famosa arca pessoana,
e manuscritos expostos em vitrines. O visitante espreitava
agora o lado mais pessoal do escritor e da sua obra. Contudo, a interatividade não deixava de estar presente, pois éramos convidados a explorar diversos livros, expostos numa
biblioteca comunitária, bem como uma versão digital de A
Mensagem.
Em suma, esta visita permitiu-nos não só consolidar, mas
também aprofundar todo o conhecimento que fomos adquirindo sobre Pessoa ao longo deste ano. No entanto, ainda são muitos para quem a obra de Pessoa é desconhecida e oportunidades não são de desperdiçar. A esses dizemos “É a Hora!”
Ana Margarida Cipriano e Beatriz Agostinho, 12º B
Marta Neto – Recepção
Diário gráfico – Registo e
expressão
Conferências do
Secundário
– Vida e Dignidade
Na missão e identidade das RSCM está
muito presente e atual a promoção da
dignidade da pessoa humana, não só ao
nível do desenvolvimento individual, como
também, no de todos aqueles com quem
partilhamos o mundo. Só assim é possível
fazer acontecer uma cultura de mais vida e
dignidade para todos.
Fiéis à identidade do instituto e ao ideário, promovemos no
secundário várias conferência para todos os alunos. Assim,
pudemos contar com a presença da Drª Ana Perdigão e da
Drª Cristina Castro, para os alunos do 10º ano, e com o Dr.
Henrique Pinto, para o 11º e 12º anos. Todos os convidados
partilharam algumas experiências do seu dia a dia, em que
são confrontados com situações que, para além de desafiarem à promoção da dignidade do outro, são também um
desafio ao próprio conceito de dignidade.
Durante as conferências, os alunos foram confrontados e
ajudados a refletir sobre o seu conceito de dignidade humana que ultrapassa a perspetiva habitual, muito centrada no TER.
Também a Drª Maria de Fátima Dias, com o seu grupo
de estagiários, esteve presente junto dos alunos do 12º ano
para lhes falar de educação da sexualidade como promoção
da pessoa humana.
Todos estes momentos foram uma oportunidade para
nos relembrar que cada ser humano, enquanto ser “criado à
imagem e semelhança de Deus” é digno.
Paulo Campino, Coord. Ensino Secundário
Luísa Serrano – Sala de visitas
Rosa Leitão – Perspetiva do Colégio
Observar e registar o quotidiano, de forma sistemática, é um processo que implica um olhar disciplinado
e rotineiro, atento ao todo e ao particular, ao físico e
ao sensorial, materializando-se num pequeno caderno portátil designado de diário gráfico.
Foi a partir destes pressupostos que o arquiteto e
Urban Sketcher, Filipe Leal de Faria, abriu campo para
a reflexão, o debate e a prática regular dos registos em
diário gráfico, entre alguns professores dos Departamentos de Artes e Expressões e das Ciências Sociais
e Humanas.
Durante sete sessões, estes professores tiveram
a oportunidade de conhecer diferentes tipologias
de registos do quotidiano ao longo da História e, de
modo particular, contactar com o trabalho e testemunho não só do formador, como também de Eduardo
Salavisa, apelidado por muitos como “o desenhador do
quotidiano”.
Vários foram os exercícios práticos propostos aos
formandos e muitas as surpresas reveladas, ficando
claro que o virtuosismo plástico não é uma condição
para os registos num diário gráfico.
Ângela Malheiro, prof.
Maria José Escolástico
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Olívia Afonso – Janela
Ângela Malheiro – Praça de Londres
Riscos e Complicações
das Transfusões
Sanguíneas
O artigo “Risks and Complications of
Blood Transfusions: Optimizing Outcomes
for Patients with Chemotherapy-Induced
Anemia”, elaborado pelo Dr. Lawrence Tim
Goodnough e pelo Dr. Aryeh Shander em
2008, aborda questões relacionadas com
transfusões sanguíneas alogénicas, os
seus benefícios, riscos e alternativas à sua
realização.
Ao longo de todo o artigo são referidas transfusões sanguíneas alogénicas (entre indivíduos da mesma espécie mas
que não apresentam nenhum grau de parentesco, sendo
por isso, geneticamente bastante diferentes). Este tipo de
transfusões é considerado um processo de rotina, no entanto, não deixam de ser uma forma de transplante de órgão.
Hoje em dia, as reservas de sangue são bastante seguras em
termos de agentes patogénicos, contudo os riscos infecciosos não são completamente eliminados, quer devido a limitações nos métodos de deteção utilizados, quer devido ao
potencial risco de patogénios emergentes. Atualmente, os
agentes infecciosos testados no sangue doado incluem hepatite B, C, HIV-1 e -2 HTLV-1 e -2 e sífilis, entre outros. Todavia, alguns exemplos de ameaças infecciosas que ainda não
são testadas são a malária, a hepatite A e o vírus 8 do herpes
humano. Existem diversos métodos de inativação de patogénios em processo de investigação ou implementação, no
entanto a sua eficácia e efeitos na qualidade dos produtos
sanguíneos ainda não estão determinados.
Os riscos não-infecciosos, quando comparados com os
riscos infecciosos, são extensamente mais comuns, no entanto, é lhes atribuída, normalmente, menor importância. O
risco de se transmitir uma grande infeção através de transfusão é cerca de 1 para um milhão, enquanto que uma complicação não-infecciosa ocorre aproximadamente em 1 caso
por cada 5000 transfusões sanguíneas. Através de transfusões, novas variantes de antigénios podem ser introduzidas
no organismo, levando à estimulação do sistema imunitário para a produção de anticorpos contra os antigénios do
indivíduo da mesma espécie (ocorrendo rejeição). A doença de enxerto contra hospedeiro (linfócitos T do dador originam uma resposta imunitária contra as células hospedeiras), a rejeição do sangue introduzido ou reações hemolíticas agudas são exemplos de riscos imunológicos associados
a transfusões alogénicas. Relativamente a riscos não-imunológicos, temos como exemplos reações febris não hemolíticas e lesões de hemácias devido ao longo período de armazenamento que podem causar reações adversas ao recetor.
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Pacientes com cancro têm um risco acrescido de desenvolver anemia devido ao seu problema, assim como ao tratamento que recebem, sendo a anemia um dos principais
fatores para se recorrer a uma transfusão sanguínea. Para
pacientes com anemia induzida por quimioterapia poderão
ser consideradas opções alternativas para evitar transfusões,
tais como, agentes estimulantes de eritropoiese (produção
de hemácias) ou injeção de ferro. No entanto, há também a
considerar que estudos mais recentes indicam que pacientes com cancro que recebem agentes estimuladores de eritropoiese podem ver diminuído o seu tempo de vida ou ter
alteração da progressão do tumor.
Não obstante os eventuais riscos associados às transfusões sanguíneas, estas continuam a ser essenciais em Medicina. Há, assim, que assegurar o uso seguro seguro e apropriado em matéria de transfusões sanguíneas, pelo que diversas organizações difundiram estratégias visando este objetivo, entre as quais a Organização Mundial de Saúde, que
considera necessária a existência de “Comités de Transfusão
Hospitalar”, cujas funções poderão incluir a disponibilização
contínua de sangue seguro, monitorização de reações adversas relacionadas com transfusões sanguíneas e alcançar
os requisitos de aprovação e objetivos de qualidade para os
seus serviços de transfusão, bem como a elaboração de normas ao nível dos serviços centrais e a otimização de práticas.
Na elaboração de normas no âmbito das transfusões sanguíneas será também importante a inclusão de indicações clínicas e laboratoriais para o uso de sangue, alternativas às
transfusões, formulário tipo para requisitar sangue (com informação sobre o paciente e a necessidade de transfusão)
e o programa para o pedido de sangue com um guia para
o número de unidades de sangue necessárias para cada intervenção em concreto. Tendo em consideração as numerosas complicações possíveis associadas às transfusões sanguíneas, é importante desenvolver estratégias que visem a
minimização de transfusões que não sejam estritamente necessárias e assegurem uma utilização segura e apropriada
do sangue e seus componentes quando necessário, assim
como é também de elevada importância considerar uma
análise risco vs benefício. Em casos específicos e, sob certas circunstâncias, os benefícios podem suplantar os riscos.
Mariana Santiago, 12ºB
Sagrado marca
presença na Capital
Europeia da Cultura
– Guimarães 2012
No passado dia 22 de abril, as nossas alunas
da turma de Artes rumaram ao norte até
à Capital Europeia da Cultura. Guimarães
esperava-as com alguns chuviscos e nuvens,
que em nada alteraram a boa disposição e o
programa agendado. Depois do piquenique
na Penha e dos desenhos nos diários de
viagem, regressaram de teleférico ao centro
histórico da cidade berço para iniciar a
montagem da exposição coletiva da turma.
O prédio que esperava os trabalhos das nossas artistas é
um prédio no Toural, numa das esquinas da praça central
de Guimarães.
Durante toda a tarde de Domingo, espalharam-se as tintas, os pincéis, os lápis e os papéis de cenário pelo chão do
piso térreo para os últimos retoques. A montra encheu-se
de olhares curiosos e de gente entusiasta que fazia comen-
tários e lançava expressões de apoio ao trabalho das nossas
artistas. Uns quiseram entrar, perguntar e saber mais sobre
o que ali se estava a passar. Outros sorriam e faziam sinais de
agrado que davam alento e mais expressão aos retoques finais nas obras das nossas meninas.
Depois de várias experiências de montagem e várias horas de trabalho, todas as janelas voltadas para a praça central, e algumas da fachada lateral, estavam forradas de caras, que convidam o transeunte a abeirar-se e a ver mais de
perto as marcas de cada rosto, as linhas, os pontos, as cores
e as expressões que definem cada olhar, cada modo de ver,
de sentir e de expressar o Desenho. Também se pode ver o
nome do nosso Colégio e a frase que acompanha e explica
a intervenção, “Quisemos fazer parte”, aludindo ao slogan da
Capital Europeia da Cultura – Tu fazes parte.
Nos dias seguintes, visitaram melhor Guimarães, o seu
Paço dos Duques, o Castelo, a fábrica Asa (que agora é foco
de múltiplas intervenções de Arte Contemporânea) e ainda
deram um saltinho ao Porto. Foram a Serralves (claro!), visitaram as exposições, fizeram um atelier e passearam pelos seus jardins, espreitaram a Casa da Música, a livraria Lello
e, depois do lanche e de umas comprinhas, correram a apanhar o comboio de regresso.
Tudo isto ficou registado, com muitas fotografias e muitos desenhos, nos diários de viagem de cada uma. Desenhos
rápidos, a cores, a grafite, colagens e aguarelas, pedaços de
momentos e lugares que também pudemos visitar através
da exposição que fizeram no átrio do nosso Colégio.
Obrigado pela partilha!
Para o ano há mais...
Marta Neto, Prof.
O L H A R E S | R E V I S TA D O C S C M | A B R -J U N 2 012 | 19
Festa das Famílias
Ano após ano a Festa das Famílias enche
de vida a alegria o nosso Colégio. Mais
do que uma tradição é uma relação entre
todos os que fazem a nossa comunidade
educativa.
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O L H A R E S | R E V I S TA D O C S C M | O U T- D E Z 2 0 07 | 21
a nossa
Gente
Maria Ana Monteiro
A voz de um ano
de missão
Conhecer a nossa gente é dar visibilidade a
quem está aqui ou ali com uma determinada
marca. Neste número da Olhares, trazemos
ao conhecimento a Maria Ana Monteiro,
antiga aluna que durante uma ano viveu,
em Roma, uma experiência de missão na
Comunidade Emmanuel. Reformulámos um
pouco os moldes desta entrevista e pedimos
à Maria Ana que escrevesse livremente sobre
essa sua experiência. Cá está o resultado.
São 7 da manhã no Hotel Domus Aurelia, em Roma, em cujos
andares superiores funciona a Escola de Missão. Os alunos
responsáveis por servir o pequeno-almoço naquele dia já
estão a pé, já cortaram o pão e serviram chá, café e compota pelas mesas. Pouco a pouco, os outros vão chegando. Alguns já vêm aos saltos, como se fossem 11 da manhã e tivessem dormido 12 horas; outros arrastam os pés, têm olheiras fundas e resmungam que no seu país não têm de acordar tão cedo. Outros só aparecem no último segundo, a correr escada acima, antes que o pequeno-almoço desapareça
irremediavelmente. São vinte, ao todo, vêm de 13 países diferentes (Brasil, Portugal, França, Alemanha, Holanda, Lituânia, Inglaterra, Egito, Nicarágua, Escócia, Colômbia, Estados
Unidos e Austrália), e são jovens professores, músicos, estudantes, caçadores, chefes de cozinha, enfermeiros... Eu sou
a única portuguesa e geralmente sou das que resmunga ou
das que chega no último minuto. Mas a hora demasiado matutina deixa de ter importância quando chego e vejo que o
sol, os risos e as conversas já inundam a sala (“Não acredito que estás a beber leite por uma taça. Mas que jeito é que
isso dá?”, “Vou ver se sobrou alguma coisa do jantar de ontem, não gosto nada de comer pão ao pequeno-almoço”) e
que, lá fora, mesmo ali tão perto da nossa varanda, a cúpula de São Pedro já brilha à luz dos primeiros raios da manhã.
Faltam cinco minutos para as 8 horas. Martijn, um estudante de Medicina, holandês de 22 anos, toca o sino - é hora
de subir mais um lanço de escadas e às 8 em ponto a capela da Escola de Missão enche-se de música e de vozes que
cantam em inglês e rezam numa mistura complicada de línguas, louvando a Deus e dando graças pelo novo dia que começa: gracias, Señor!, merci por Ton amour!, we give You endless praise! Dir-se-ia que são os próprios corações a falar,
transbordando de uma alegria humanamente pouco possível para quem ainda mal acordou e está a rezar ao som de
cânticos nem sempre particularmente afinados…
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Passa este primeiro momento e a hora seguinte é de silêncio. Diante de Jesus exposto no
altar, no Santíssimo Sacramento,
deixamo-nos simplesmente estar, entre irmãos, adorando num
coração a coração Aquele que
nos chamou a estar ali. Olhando agora para trás, tenho a certeza que por mais intensa e inesperada que fosse a rotina em Roma,
nada foi tão transformante como
esta hora diária de oração silenciosa. Pessoalmente, não minto se disser que mudou a minha
vida… Alguns dos meus colegas de ESM dão a esta experiência as palavras que tive dificuldade em encontrar para
a descrever: fui aprendendo a estar em relação com Deus no
meu coração - em oração, em silêncio. A estar presente a Deus
durante um longo tempo, enquanto poderia estar a fazer outra coisa qualquer. Apenas a estar presente, gratuitamente,
como o faríamos com um grande amigo (Matthieu, estudante
de engenharia francês de 24 anos). Aprendi que afinal Deus
responde no silêncio dos nossos corações! Aprendi a descansar
n’Ele, a deixar-me apenas ficar ali sentado, em paz (Eric, estudante de teologia americano de 23 anos).
bém não faltaram no nosso plano de formação, e foi a eles
que dedicámos as primeiras semanas letivas. Tudo o que pudesse constituir um meio utilizável para a missão e para o
anúncio do Evangelho era bem-vindo.
Desde que regressei a Portugal têm-me perguntado várias vezes para que serviu este ano de interrupção da faculdade: não é grande acrescento para o currículo (mais valia
fazer Erasmus), podia ter acontecido não entrar no mestrado
que queria e, sobretudo, de que serve formar-me como missionária se não fui direta para África? Confesso que esta foi
uma das grandes descobertas também para mim: ser missionária não tem de ser ir para África!
Fiz esta descoberta com a experiência do quarto pilar
da ESM: a Missão. Missão, neste contexto, quer dizer muitas coisas: esfregar tachos, lavar casas de banho e regar as
plantas da varanda; preparar noites culturais e dar testemunhos; cantar no coro e fazer teatros de rua. Também quer dizer andar pelas praças e avenidas de Roma, Sexta-Feira à tarde, carregando a cruz das Jornadas Mundiais da Juventude,
confiada pelo Papa João Paulo II aos jovens, para a “levarmos
por todo o mundo como símbolo do amor de Cristo pela
Humanidade e anunciarmos que só na morte e ressurreição
de Cristo podemos encontrar salvação e redenção” (citação
de João Paulo II gravada na própria Cruz). Missão também é
passar as manhãs de Quarta-Feira ao serviço dos mais pobres: das pessoas sem-abrigo da cidade de Roma, das que
povoam os lares de idosos, das doentes, das sem nome. E
depois também há as missões “oficiais”: integrados em paróquias e acolhidos em famílias locais, estivemos em Londres,
em Liubliana (Eslovénia), em Nápoles e em Madrid. Preparámos tempos de oração e de formação nas igrejas, mas também fomos ao encontro das pessoas onde elas estavam: nas
escolas, nas casas, nas ruas, nos pubs, nos parques.
Este é um dos quatro pilares centrais da ESM: a Oração.
Os outros têm igual importância: a Vida Comunitária, a Formação e, claro, a Missão. Chegados a Roma, depressa descobrimos o significado de “Vida Comunitária”. Quem achava que era só viver no mesmo espaço e partilhar as tarefas
da casa, rapidamente se desenganou. Afinal, “Vida Comunitária” era olhar para aqueles 19 estrangeiros desconhecidos
e descobrir neles 19 irmãos. Era ser responsável por eles e
pelo seu crescimento - a todos os níveis (intelectual, espiritual, relacional e até mesmo físico, nas nossas manhãs desportivas de sábado, nos jogos de equipa à hora de almoço e
no esforçado jogging, ainda madrugada, à volta dos muros
do Vaticano). Era aprender a corrigir, a ser corrigida e a pedir desculpa. Era aprender a estar mais atenta e a ter paciência. E era, tantas vezes, chocar com os meus próprios limites
e birras e antipatias mais ou menos justificadas - verdadeiras
feridas no meu amor-próprio, rapidamente cicatrizadas perante a espantosa falta de julgamento daqueles irmãos acabados de me sair na rifa dos desígnios de Deus.
tos que os media me estavam a dar. E durante estes nove meses recebi uma boa base de formação intelectual que me ajudou a compreender a minha fé e a beleza da Igreja e dos seus
ensinamentos.
Sobre a Formação, agora. Peço emprestadas, uma vez
mais, as palavras da Monika: no mundo em que vivo, no meu
emprego (sou chefe de cozinha em Munique), na sociedade
e na cultura à minha volta, há sobretudo perspetivas negativas e duvidosas acerca da Igreja e da Fé. Foi por isso que vim,
para descobrir a realidade debaixo da superfície de preconcei-
Vindos sobretudo do Vaticano ou dos seminários internacionais da cidade, os nossos professores revelaram-se verdadeiros poços de experiência, de reflexão e de sabedoria,
guiando-nos pelos diversos temas do Catecismo da Igreja
Católica, da Teologia, das Escrituras, da Filosofia e Antropologia cristãs, da Liturgia, da Igreja. A música e o teatro tam-
Por fim chegou o dia 1 de julho e o ano de ESM terminou.
Depois de se ter despedido do escritório onde trabalhava,
algures numa terra perdida no campo alemão, para poder
frequentar a Emmanuel School of Mission (sem sequer saber
falar inglês), o saldo parece francamente positivo aos olhos
da Cäcilia: estou tão feliz por ter dado a Deus um ano da minha
vida. Deus deu-me muito mais, de volta! E agora tenho 19 irmãos e irmãs por todo o mundo. Eu não saberia dizer melhor.
Maria Ana Monteiro
(Estudante de mestrado em Psicologia, ex-aluna da Emmanuel School of Mission em Roma, ex-aluna do CSCM)
Consulte mais informação em
http://www.forumavarzim.org.pt/site/images/stories/Transformar/transformar_46.pdf
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Como devo estudar
Língua Portuguesa?
“Estudar para português nem sempre é fácil e muitas vezes
pensamos que não há nada para estudar. “
Laura Almeida, 9ºC
É um facto que a disciplina de Língua Portuguesa apresenta características específicas e diferentes da maior parte das disciplinas no que se refere ao método de estudo a
usar, uma vez que para além dos conteúdos subjacentes a
cada uma das áreas trabalhadas, os testes testam essencialmente as competências dos alunos e estas não se estudam,
mas desenvolvem-se através do treino regular. Por este motivo, não podemos falar em métodos de estudo, mas sim
em hábitos de trabalho que permitirão ao aluno desenvolver as competências da leitura, interpretação e produção de
texto e assim obter bons resultados aquando da realização
dos elementos de avaliação. É importante ter em mente que
não é possível estudar Língua Portuguesa apenas na véspera dos testes e mesmo assim obter bons resultados.
Quando questionados sobre como se preparam para um
teste de Língua Portuguesa, uma grande parte dos alunos
honestamente responde que não se prepara para as áreas de Leitura e Interpretação de Texto e de Produção Escrita, referindo não saberem como o fazer. No entanto, quando levados a refletir individualmente sobre o assunto, todos
identificam claramente quais as estratégias que devem usar
para obter melhores resultados, apesar de não as aplicarem,
pois não é possível realizá-las apenas na véspera dos testes
e mesmo assim obter bons resultados.
Já no que se refere ao Funcionamento da Língua, por ser
praticamente a aplicação de conteúdos, uma maioria facilmente descreve o método usado. É como estudar para matemática: em primeiro lugar, há que conhecer e saber as regras e as exceções; de seguida, é necessário realizar exercícios e mais exercícios, e, por fim, esclarecer as dúvidas.
“O Funcionamento da Língua exige um estudo cuidado e a resolução de vários exercícios. É necessário estudar gramática para
a saber e para a conseguirmos aplicar com correção devemos realizar diversas tarefas de aplicação. Às vezes sabemos a matéria,
mas temos dúvidas em como a usar em situações novas ou diferentes. É por isso que a exercitação se torna tão importante.”
Teresa Sepúlveda, 9º C
TREINAR será então uma das palavras-chave. Só através
do treino regular e contínuo das competências da leitura, interpretação e escrita o aluno será capaz de desenvolver estas competências.
Ler e interpretar um texto significa que um aluno, ao ler
um determinado texto, seja capaz de se apropriar do seu
conteúdo e de o reproduzir usando as suas palavras. Para o
conseguir fazer, “
… devemos ler com frequência, questionarmo-nos sobre o
motivo das ações das personagens e fazer um mapa mental da
história.” Catarina Ferreira, 9º C.
Assim, ler regularmente livros, jornais, revistas, livros de
BD, ou até mesmo ver o noticiário, e questionar o que se lê/
ouve ou discutir com alguém sobre o que se leu/ouviu será
um dos métodos a usar para o desenvolvimento da competência de leitura e interpretação de texto, pois estaremos a
pensar e a treinar essa capacidade.
“ A leitura também ajuda a desenvolver a capacidade da escrita e interpretação de textos. Criar o hábito da leitura ajuda a
melhor conhecer o mundo...” Inês Lebre, 9º C
Escrever significa a partilha de emoções, factos, opiniões, sentimentos... com o leitor usando o código escrito. Ora
um maior conhecimento do mundo que nos rodeia, muitas
vezes desenvolvido através das nossas experiências pessoais, nas quais podemos incluir a leitura, o domínio das regras de uso e funcionamento da língua (“situações novas ou
diferentes”) e do léxico, ajudar-nos-à a melhor nos expressarmos através da escrita.
“A escrita estuda-se fazendo textos sobre temas idênticos
aos feitos em aula ou mesmo outros. E também fazê-los de
novo, melhorando-os com base nas indicações do professor.”
Luzia Cruz, 9º C .
Para o fazer, o aluno deverá também ser capaz de se distanciar do seu texto e imaginar-se na pele do leitor, sendo
Acordo ortográfico:
Para bem escrever
Apresentamos as principais alterações,
desejando contribuir de forma eficaz para a
aplicação das novas regras ortográficas.
Acordo Ortográfico Alterações
Supressão de consoantes mudas ou não articuladas
acionar;
ação;
atual;
dececionar;
aceção;
batizar;
Egito...
Nos casos em que a consoante é pronunciada, esta mantém-se (exs.: faccioso, convicção, ficção, bactéria, compacto, pacto, egípcio, núpcias)
Eliminação de alguns acentos gráficos
Palavras graves com ditongo ói: boia; joia
Formas verbais graves terminadas em êem: creem; deem
NOS TESTES
LEITURA E INTERPRETAÇÃO
FUNCIONAMENTO DA LÍNGUA
PRODUÇÃO ESCRITA
• Ler as perguntas de interpretação
com atenção;
• Ler o texto uma vez;
• Reler as perguntas de
interpretação e responder em
conformidade com o texto;
• Confirmar a informação retirada
em caso de dúvida;
• Caso haja vocabulário
desconhecido, tentar deduzir o
significado pelo contexto;
• Responder ao solicitado de forma
clara e completa;
• Ser rigoroso no que respeita às
regras de ortografia e pontuação;
• Recordar-se das regras e dos
exercícios treinados;
• Realizar os exercícios com
concentração, aplicando as
regras da língua;
• Rever os exercícios.
• Ler as instruções quanto à
tipologia e tema com atenção;
• Planificar (pensar e organizar as
ideias de acordo com a tipologia/
tema pedidos);
• Redigir o texto de acordo com o
tema/ tipologia. Com correção,
coerência e riqueza vocabular;
• Rever o texto – ser crítico de si
mesmo e ter consciência das
áreas em que normalmente se
tem mais dificuldade.
capaz de autocriticar o seu texto, de forma a melhorá-lo.
Em suma, estudar Língua Portuguesa é sinónimo de desenvolver desde muito cedo hábitos de trabalho regulares
que permitam o desenvolvimento das competências e não
estudar os conteúdos na véspera dos testes.
Marta Branco, Prof.
Palavras graves homógrafas de palavras com vogal tónica
aberta ou fechada: pára - para; pêlo - pelo; pólo - polo;
pêra – pera
Verbos em que o u tónico é precedido de g ou q seguido de
e ou i: arguis
Supressão do hífen
Compostos em que se perdeu a noção de composição: mandachuva; paraquedas
Quando o prefixo ou falso prefixo termina em vogal e o segundo elemento começa por r, duplicando-se a consoante: antirreligioso; antirrugas
Quando o prefixo ou falso prefixo termina em vogal e o segundo elemento começa por s, duplicando-se a consoante: contrassenso; minissaia
Quando o prefixo ou falso prefixo termina em vogal e o segundo elemento começa por vogal diferente: autoestrada; extraescolar
Com o prefixo co-, mesmo quando o segundo elemento começa por o: coadministração; coocorrência
Na maior parte das locuções: cartão de visita; fim de semana
Verbo haver acompanhado de preposição de: hei de; hás de;
hão de
Uso do hífen
Compostos que designam espécies botânicas ou zoológicas: andorinha-do-mar; feijão-verde
Com os prefixos circum- e pan-, quando o segundo elemento começa por vogal h, m ou n: circum-navegação; pan-africano
Com os prefixos hiper-, inter- e super-, quando o segundo
elemento começa por r: hiper-realista; inter-regional
Com os prefixos pós-, pré- e pró- ligados a elementos que
têm sentido próprio: pós-graduação; pré-fabricação
Quando o prefixo ou falso prefixo termina em vogal e o segundo elemento começa pela mesma vogal: anti-ibérico,
infra-axilar, micro-ondas
Uso de minúscula inicial
meses e estações do ano: janeiro, primavera
pontos cardeais, colaterais e subcolaterais: norte
Uso facultativo de minúscula ou maiúscula
disciplinas escolares, cursos e domínios de saber: Matemática ou matemática
nomes de vias, lugares públicos, templos ou edifícios: Avenida ou avenida
formas de tratamento: Senhor Diretor / diretor
nomes de livros ou obras: O Retrato/ O retrato de Ricardina
Fátima Silva, Prof.
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Marca
Sagrado
Considerem o seguinte: dos 3 aos 18 anos passei, durante o
dia, mais tempo no Colégio que em qualquer outro lugar. Só
isso basta para simbolizar o quão fundador é o seu papel e o
do IRSCM naquilo que sou. Esse é o ponto sobre que me importa discorrer.
Digo Colégio e toda a força e solenidade familiar dessa
palavra ganham forma. É a Casa, grande e antiga, presente
de modo brutal e inaugural na minha arquitectura das coisas – pertíssimo do centro do Mundo. Ecoa nele algo de gravítico, mesmo, uma solidez magnética qualquer, fortíssima.
Tudo nele é perenidade e imanência. Ao mesmo tempo algo
de silencioso e brando o cobre, tornando-o incólume e luminoso, evocando uma placidez mansa de estuários e recantos
de jardins. Algo de muito inicial e natural: elemental.
Ambas imagens remeter-me-iam ao Colégio como tempo passado – lugar onde alguns o confinam como alma mater de algibeira ou passagem feliz. Esse tempo – inevitavelmente – seria, como foi, quebrado – separação não sem espanto e luto, simbólica e real, coincidindo com a demolição
do antigo edifício, e inaugurando uma nova etapa, igualmente vital.
Porém, tudo o que me é fundamental à vivência que tive
durante todos aqueles anos aí, permanece. Como é que, no
tempo outro que se seguiu tenho presente não como lembrança mas como parte de mim, o Colégio? Como se inscreve no quotidiano sem sequer darmos conta, algo que
supostamente seria passado?
A resposta é só uma, creio. É porque o que anima o Colégio não tem
propriamente tempo. Não fica cingido à História. O Ideário das RSCM
tem como fonte o que houve por bem
dar Deus em Graça a Jean Gailhac e
aos seus sucessores através do Espírito Santo, acerca do papel fundamental da educação Cristã para a verdadeira liberdade e formação do Ser. Esse é o princípio e o fim, intemporal, de tudo
o que aí fazemos. É integrando esse sentido transcendente de missão divina e humana de que o Colégio está imbuído, que todos nós, antigos e actuais alunos, pais, religiosas,
professores e funcionários, fazemos jus ao que realmente é
“ser Sagrado”.
Em suma, se tivesse que salientar de tudo, o mais importante que retiro dos meus 15 anos “de casa” é o Colégio ser
pedra angular da naturalidade com que procuro viver em
Sagração - e que está presente em cada etapa desta minha
vida de navegação.
João Barroca, Antigo Aluno-1984-1999
O texto é publicado em grafia pré-acordo ortográfico por
pedido expresso do autor.
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Brevemente
Memorial do Teatro do Memorial
do Convento
No dia 2 de maio visitámos o convento de Mafra para visualizar uma peça baseada na obra de José Saramago, Memorial do Convento.
Apesar da chuva torrencial que se fazia sentir, o que não faltou foram vontades!
Depois de um pequeno período de espera dentro do convento, o teatro começou num dos seus corredores, para estupefação de muitos. Após a representação do 1º capítulo
do livro, fomos conduzidos para uma sala onde assistimos
ao resto da peça. Numa simbiose perfeita entre cenas dramáticas e cómicas,
todos desfrutámos do momento artístico proporcionado
pelos talentosos atores, tendo mesmo alguns de nós reconhecido a voz do padre Bartolomeu de uma série televisiva
da nossa infância, facto extremamente interessante.
Concluindo, foi uma experiência positiva que iremos “memorializar”.
David Anastácio e Gonçalo Correia
Irmã Maria Emília
Peliz superiora
Provincial
O Colégio congratula-se com a
nomeação da Irmã Maria Emília
Peliz como superiora Provincial
das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (RSCM).
A Irmã Maria Emília estava no
Haiti, num trabalho intercongregacional que visa a promoção
das condições de vida, de higiene e saúde, no seguimento
do terramoto que ocorreu naquele país. Regressa, agora, a
Portugal para se encarregar do governo da província durante os próximos três anos.
A nossa comunidade educativa faz notar o seu agradecimento à Irmã Maria Teresa Nogueira e ao seu conselho que
agora termina seis anos de dedicação e empenho.
Profissão perpétua da
Irmã Ana Luísa Pinto
Os alunos do 12º ano deslocaram-se a Mafra com o intuito
de, no famoso convento da histórica vila, assistirem a uma
representação teatral daquela que se tornara uma das mais
célebres e emblemáticas obras da literatura portuguesa.
Apesar das adversas condições climatéricas inúmeras escolas marcaram a sua presença.
“Caída a tempestade,
Aberto o pano,
A história invade,
Os alunos do 12º ano”
A obra de José Saramago viu-se excecionalmente representada. A intensidade emocional da obra e a entrega por parte dos atores aliaram-se a um humor subtil que cativou a juventude, tornando, assim, a peça numa representação bastante bem conseguida.
“Foi tamanha a qualidade
Da representação do Memorial do Convento
Que nem uma possível falta de maturidade
Impediu o jovem público de estar atento.”
Francisco Costa e Luciano Noronha 12º Ano B
A primeira sessão foi dedicada aos compositores do período Barroco e Clássico, com interpretação de áreas de Handel, Mozart e Guiseppe Giordani
A segunda foi dedicada ao período romântico do século
XIX, com os incontornáveis compositores: Verdi, Rossini, Donizetti e Bellini.
Clube 10/14 com destaque
em reportagem do Público
O Clube 10/14 – Projeto do Centro Jean Gailhac no Bairro
das Galinheiras - teve destaque no Jornal Público do dia 5
de maio. Numa reportagem sobre o voluntariado na área
do apoio ao estudo a crianças com dificuldades escolares, o
nosso Clube é apresentado como um exemplo de boa prática para 33 crianças que diariamente encontram no Clube
o apoio escolar e as referências educacionais para o seu desenvolvimento o mais harmonioso possível.
De salientar que este trabalho só é possível ser levado a
cabo graças ao empenho e dedicação de muitos voluntários
entre professores, antigos alunos, pais, e irmãs.
O canto da Ópera
No segundo período, a comunidade educativa foi convidada, em duas sessões, a fazer uma viagem pelo mundo da
Ópera pela mão de Paulo Viana com acompanhamento musical do prof. Rafael Carmo e da prof. Maria Helena de Matos.
Ser de Deus para que todos tenham
vida foi o lema escolhido pela Irmã
Ana Luísa Pinto para a sua profissão
perpétua no Instituto das Religiosas
do Sagrado Coração de Maria, que decorreu no passado dia 3 de maio na Sé
Nova de Coimbra.
Foi um dia de grande festa e ação de
graças para as Irmãs do Sagrado Coração de Maria e para todos os seus
amigos. A Irmã Ana Luísa, durante o
seu processo de formação, passou
pelo nosso Colégio onde desempenhou funções no Serviço de Psicologia, tendo a seu cargo o acompanhamento dos
alunos do ensino secundário, por isso este foi também um
dia de festa para colaboradores e antigos alunos do Colégio
que marcaram presença em Coimbra.
Olhares
Número 30 | Ano 10 | Propriedade: Colégio do Sagrado
Coração de Maria de Lisboa | Av. Manuel da Maia, nº 2,
1000-201 Lisboa | Tel. 21 8477575 | Fax. 21 8476435 |
Direcção: Margarida Marrucho Mota Amador |
Coordenação: Catarina Carrilho e Luís Pedro de Sousa
| Apoio Gráfico: Fernando Coelho | Impressão: CLIO,
Artes gráficas | Tiragem: 1330 exemplares | Distribuição:
Gratuita à comunidade educativa | 1 euro
O L H A R E S | R E V I S TA D O C S C M | A B R -J U N 2 012 | 27
Jantar de encerramento
das comemorações do 70.º
aniversário do Colégio
No dia 21 de abril vivemos um dia de
grande alegria com o jantar comemorativo
do 70.º aniversário do nosso Colégio.
Perto de 500 pessoas, entre antigos e
atuais alunos, colaboradores, famílias,
representantes de outros colégios, irmãs e
amigos fizeram deste jantar um agradável
tempo de encontro e comemoração que
começou com a apresentação do livro:
“70 anos a educar para que todos tenham
vida”, da autoria da antiga aluna Sofia
Barrocas. Parabéns ao Sagrado!
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O L H A R E S | R E V I S TA D O C S C M | O U T- D E Z 2 0 07 | 2 9
3 0 | O L H A R E S | R E V I S TA D O C S C M | O U T- D E Z 2 0 07
O L H A R E S | R E V I S TA D O C S C M | O U T- D E Z 2 0 07 | 31
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