Boletim de Informação Interna da Fileira Metal
Número 7 Julho 2002
Associação Nacional para Recuperação, Gestão e Valorização
de Resíduos de Embalagens Metálicas
Editorial
Mudar é preciso!
O país sofreu mudanças significativas nos últimos meses, tendo já o sector do Ambiente dado indícios de que, também nesta área, mudar é preciso.
A Fileira Metal, já o tem afirmado, não está “preocupada” com as metas de reciclagem a atingir em 2005, 15% por material, tendo inclusive, em 2001, ultrapassado em 2%
essa meta, nos casos dos resíduos de embalagens de aço. Mas, até 2012, Portugal terá de atingir as metas de reciclagem de 50% para os metais – aço e alumínio.
O Sr. Ministro das Cidades e do Ambiente afirmou recentemente que, para o cumprimento destas metas, é necessário um esforço da Sociedade Ponto Verde e o desenvolvimento
de novos métodos de recolha selectiva, como é o caso da recolha porta-a-porta.
Como poderão constatar por uma leitura mais atenta deste Metalmais, nomeadamente nos Resultados Operacionais do 1º semestre de 2002, abaixo apresentados, há algumas
(ténues) melhorias no que concerne à recolha selectiva (contentor amarelo) mas, no global, para o caso do alumínio, o fraco crescimento é preocupante. Temos, logicamente,
soluções e sabemos como e onde actuar, mas para que todos os agentes económicos envolvidos e entidades envolventes contribuam é necessário mudar e actuar com eficácia,
rapidez e singeleza.
Actue-se no sub-sistema Verdoreca, implementem-se acções simples, se for necessário, façam-se acções e planos estratégicos/outros, discuta-se mas, com urgência
... Mudem-se as atitudes!
O Euro 2004 está à porta e deverá começar a ser planeado em 2003. Será um óptimo teste!
Vamos tendo cada vez mais Lata
Análise comparativa do 1º semestre 2002/2001
10000
Gráfico 1 - Retoma de Aço
Gráfico 2 - Retomas de Aço/Recolha Selectiva
9000
Op. Privados
8000
7000
6000
Incineradora
5000
4000
3000
Compostagem
2000
300 Ton.
450 Ton.
Junho 2001
Junho 2002
1000
0
Ton.
Junho 2001
Junho 2002
Recolha Selectiva
Gráfico 3 - Retoma de Alumínio
Gráfico 4 - Retomas de Alumínio/Recolha Selectiva
300
Op. Privados
250
200
Incineradora
150
100
Compostagem
17 Ton.
22 Ton.
Junho 2001
Junho 2002
50
Recolha Selectiva
0
Ton.
Junho 2001
Junho 2002
NESTE VERÃO, UMA BOA IDEIA: NUNCA DEIXAR LATAS NA AREIA
2001 – Reciclagem e recolha
em Portugal e Espanha
A reciclagem de Embalagens de
Aço na Europa
Análise Comparativa
A ARPAL é a Associação Espanhola para a reciclagem de produtos de alumínio.
Contactos com a Fileira Metal proporcionaram que, em Setembro de 2001, o
seu Director Geral, Jesus Barriuso estivesse presente no Work-Shop sobre alumínio
que se realizou em Lisboa. Recentemente, esta associação editou uma publicação
– Memória 2001 – da qual extraímos algumas notas fazendo a comparação
com os dados portugueses. Uma das prioridades da ARPAL é identificar o número
de toneladas de embalagens e resíduos de embalagens de alumínio que se
recuperam em Espanha e quais os canais da reciclagem. Conscientes de que a
obtenção de dados tende a fidelizar o retrato da realidade, apesar da complexidade
dos circuitos do reciclado, a ARPAL desenvolveu, durante o ano de 2001, um
exaustivo estudo sobre o sector da recuperação, o primeiro que se realiza com
estas características, já que são os recuperadores tradicionais os que mais alumínio
recuperam em Espanha. Este estudo completou o panorama da recuperação de
embalagens de alumínio em Espanha, ao adicionar os dados obtidos aos dos
outros canais, como o contentor amarelo, os recuperadores complementares e
a compostagem, fornecidos pela Ecoembes. Assim, podemos dizer que os dados
que se oferecem em seguida são uma fiel radiografia do sector.
Em 2000, a EU reciclou 50% das embalagens de aço. Uma em cada duas
embalagens de aço comercializadas no Mercado Europeu (ou seja, um total de
1.670.000 toneladas de metal) foi reciclado no ano de 2000 nos 13 países
europeus. O que representa um incremento de 15% relativamente a 1999,
quando se reciclou um total de 1.450.000 de toneladas. A contribuição mais
significativa para este aumento registou-se em Espanha e no Reino Unido (com
percentagens de reciclagem de 33% e 34%, respectivamente), assim como em
Itália (com um aumento de 9% para 26%). No entanto mais países da Comunidade
Europeia, são campeões na reciclagem de embalagens de aço: o Luxemburgo
registou uma percentagem inigualável de 93%, seguido da Alemanha e Áustria
que se aproximam dos 80%, enquanto a Bélgica e os Países Baixos alcançaram
os 77%. A pouca distância estão a Suécia e a Dinamarca, com uma percentagem
de quase 70%. Portugal, Itália e Finlândia superaram a percentagem mínima de
15% de reciclagem, estabelecida pela Directiva 94/62/CE e parecem dispostos
a continuar com estes progressos. No caso português, o esforço faz-se no sentido
de chegar a 2005 com uma média muito próxima das europeias.
Todos os objectivos quantitativos devem ser realistas, proporcionais e realizáveis.
Em 1991 reciclaram-se cerca de 660.000 toneladas de embalagens de aço na
União Europeia. Desde então, 1 milhão de toneladas adicionais foram desviadas
para a reciclagem, demonstrando os excelentes progressos alcançados na última
década. No entanto, e devido à ampla diferença entre as distintas infra-estruturas
nacionais de gestão de resíduos, densidade populacional e outras condicionantes
locais, não é realista estabelecer que, no ano de 2006 todos os estados membros
devam alcançar uma taxa de reciclagem de embalagens metálicas de 50%.
Vincular o aumento do índice de reciclagem à facilidade de reciclagem das
embalagens de aço podia ser aceitável, sempre e quando existir uma infraestrutura de recolha e tratamento adequada. O ritmo da evolução da reciclagem
de embalagens de aço dependerá das decisões que as autoridades locais tomarem
relativamente à gestão de resíduos e essencialmente quanto às incineradoras
municipais de resíduos sólidos, dotadas de electro-ímans (actualmente, quase
50% do total de embalagens de aço recicladas provêem da extracção magnética).
Ainda que reconheçamos que o aumento da capacidade de incineração com
valorização energética é imprescindível, o síndroma NIMBY (Not in my Backyard
– no meu quintal, não) constitui um importante obstáculo ao desenvolvimento.
A indústria do aço e os utilizadores de embalagens deste material têm uma
influência mínima no estabelecimento de tais infra-estruturas. Assim, ainda que
o nosso material seja facilmente reciclavel a taxa de reciclagem dependerá da
recolha, elemento que está fora do nosso controlo directo ou exclusivo.
Reciclagem de Embalagens de Alumínio em 2001
Origem
Ecoponto Amarelo
Compostagem
Alumínio extraído das escórias de incineração
Operadores Privados
Mercado Tradicional
Total
Espanha
1 067
635
1 298
6 800 (2)
9 800
Portugal
57
31
478
56 (1)
1 900 (3)
2 522
Ton.
(1) Operadores Privados com contrato assinado com a Sociedade Ponto Verde.
(2) Extrapolação razoável dos dados obtidos no Estudo, tendo em conta que este não cobriu todo e território
nacional, nem se pode visitar todos os agentes envolvidos que intervêm no sector (Recuperadores,
Refinadores, etc.) e que as circunstâncias de mercado não favoreciam, a 100%, a identificação das
toneladas recuperadas.
(3) Extrapolação dos dados do levantamento iniciado pela Fileira Metal.
Consumo de Embalagens de Alumínio
População residente (habitantes)
Embalagens colocadas no mercado (Ton.)
Capitação (Kg/habitante)
Taxa de Reciclagem/Retoma (%)
Espanha
39 000 000
40 489
1,038
24
Portugal
10 300 000
8 500 (4)
0,825
30
(4) Valor máximo da estimativa feita pela S.P.V.
Reciclagem de Embalagens de Aço na Europa 93
2000
100
Os dados obtidos no referido estudo sobre o sector da recuperação referem-se,
concretamente, a quantidades de embalagens de alumínio recuperadas no ano
de 2001 que não são importadas, não provêm das estações de triagem, nem
das estações de compostagem, nem da recolha complementar. Isto é, as
quantidades obtidas neste estudo correspondem às toneladas de embalagens de
alumínio que não figuram na base de dados da Ecoembes e que são embalagens
de alumínio classificadas de forma independente, além da percentagem de
embalagens de alumínio incluídas no alumínio - desperdício sem valor.
90
80
70
77
77 77
80
79
78
73
70
68
62
69
66 67
62
60
54
52
48
50
40
33
O resultado final do estudo foi o seguinte:
Embalagens e resíduos de emb. de alumínio recuperadas, sem extrapolação: 4 677 Ton.
Embalagens recuperadas segundo o tipo de embalagens:
• latas de bebidas
3 308 Ton.
• aerossóis
593 Ton.
• latas de conserva
473 Ton.
• embalagens semi-rígidas
130 Ton.
• cápsulas
173 Ton.
30
34
30
26
26
20
16
19
10
0
%
B
F
NL
D
E
UK
A
DK
S
LUX
SF
NL, SF, LUX & B (Aço e Alumínio)
Fonte: APEAL - The Association of European Producers of Steal for Packaging
2
17
9,5
I
1999
P
NL
CH
2000
Quanto Mais Comunicamos,
Mais e Melhor Reciclamos
Começámos tarde, mas em força. O ano de 2002 foi o momento ideal para
lançar a nova estratégia de comunicação da Fileira Metal, assente no princípio
de uma maior proximidade com a população. Abril foi o mês do arranque – e
que arranque! As fotos ilustram bem o sucesso das acções já realizadas.
O Jardim Zoológico ganhou melhor Ambiente
Entre 1 e 10 de Junho o Jardim zoológico viveu um ambiente inesquecível com
a realização da 1ª Exposição de Ambiente do Zoo. A Fileira Metal montou a
tenda e fez muita festa: os papa-latas tornaram-se nos bichos de estimação de
muitas crianças e os brindes amarelos e pretos revelaram-se amigos fiéis dos
mais pequenos. Mas não foi só brincadeira - quisemos saber como vão os nossos
pequenos em matéria de conhecimentos sobre a reciclagem de embalagens
metálicas: um questionário que resultou em notas excelentes. Para além da
Fileira Metal também participaram nesta exposição a ValorSul, a Plastval, a
Recipac, o Parque Florestal de Monsanto e a Nestlé.
Projecto Agir/Ambiente:
O projecto Agir/Ambiente tem como principal objectivo a sensibilização dos mais
jovens para a necessidade e valor da reciclagem. Neste sentido, considera-se
essencial a formação de professores e restantes agentes educativos, enquanto
transmissores privilegiados da mensagem. A Fileira Metal desde logo se
disponibilizou para a participação nestas acções, tendo já marcado presença nas
duas primeiras acções deste ano, das quais damos notícias neste Metalmais.
1 - Acção de Formação GIR e VALORLIS
Em 2001, foram realizadas acções de formação junto de 200 professores, na
área de intervenção da Valorlis envolvendo escolas de 6 concelhos, para transmitir
as noções básicas sobre a importância da reciclagem e as formas correctas de
separar e depositar os resíduos sólidos urbanos. A Fileira Metal foi um dos
intervenientes, desenvolvendo o tema das reciclagem do aço e do alumínio. Em
2002, na sequência dessas acções, foi lançado um desafio a 2.800 jovens: um
concurso destinado à criação de trabalhos, relacionado com a reciclagem das
embalagem. Estes trabalhos foram posteriormente avaliados e seleccionados
pela Valorlis, GIR e Fileiras de Materiais de forma a seleccionar os 3 melhores
trabalhos. Os trabalhos vencedores receberam prémios em material pedagógico.
A iniciativa desta acção partiu da VALORLIS, responsável pelo tratamento dos
resíduos do concelho de Leiria, em colaboração com o GIR – Grupo Intersectorial
da Reciclagem.
Quando a Vontade e a Simplicidade
se juntam o resultado é EFICÁCIA
Vila do Rei dá o exemplo.
A Escola Superior de Tecnologia da Saúde em Coimbra, prepara e coloca no
mercado de trabalho, por ano, cerca de 20 técnicos. Esta escola tem realizado,
todos os anos, eventos ligados à área do ambiente, nomeadamente à reciclagem
de resíduos de embalagens, convidando sempre a Fileira Metal a participar.
Uma das alunas desta escola, a Drª Maria João Falcão Varela, actualmente
Técnica de Saúde Ambiental do Centro de Saúde de Vila de Rei, em conjunto
com a Eng.ª Patrícia, ligada ao pelouro do ambiente da Câmara Municipal de
Vila de Rei, levou a cabo uma acção inédita de sensibilização do público infantil,
sobre a necessidade de separar os resíduos de embalagens para posterior
reciclagem. A Escola Base Integrada do Centro de Portugal – Vila de Rei, ajudou
à festa, no dia 5, Dia do Ambiente, convidando a participar 250 alunos de faixas
etárias compreendidas entre os 6 anos (1ª classe) e os 16 anos (9º ano).
As Fileiras do Metal e do Papel/Cartão foram convidadas a participar, sensibilizando,
distribuindo lembranças, mas sobretudo confraternizando. O apelo feito para
que, cada aluno trouxesse uma/várias embalagens e, à entrada, as depositasse
consoante as regras de separação, recebendo um brinde em troca, contribuiu
para a divulgação da reciclagem de embalagens metálicas, na nossa modéstia
opinião, muito mais eficaz do que (algumas) dispendiosas campanhas que se
vêm por aí...
De referir que a C. M. de Vila de Rei tem ecopontos distribuídos e, embora não
tenha ainda assinado qualquer contrato com a Sociedade Ponto Verde, faz a
triagem em instalações próprias.
2 - Acção de Formação GIR e C.M. Paços de Ferreira
A Fileira Metal marcou presença em mais uma acção de formação em Paços de
Ferreira. A iniciativa integrou-se no Projecto Agir/Ambiente e juntou a Câmara
Municipal de Paços de Ferreira e o GIR na sensibilização de um grupo de cerca
150 professores do 1º Ciclo do Ensino Básico.
A Fileira Metal nas Escolas de Portugal
Estamos sempre disponíveis para mostrar aos mais pequenos como se pode fazer
um mundo melhor, participando na separação e reciclagem dos resíduos de
embalagens metálicas. A Fileira Metal agradece aos Conselhos Directivos das
várias a escolas que nos dão essa oportunidade e às crianças que com tanta
atenção nos têm escutado.
Muitas Vilas de Rei - Precisam-se!
3
A Lusosider e a produção de
folha-de-flandres para o fabrico
de “caricas” e “twist off”
Uma tarefa hiper-exigente
A revista do 1º semestre de 2002 do AzulAço traz um artigo sobre o elevado
grau de exigência verificado no fabrico de “caricas” e tampas “twist off” que,
além de curioso, consideramos ilustrativo das múltiplas aplicações da folha-deflandres, matéria prima obtida, em grande parte, pela via da reciclagem.
Transcrevemos alguns excertos; aqueles que nos pareceram de maior interesse
no o âmbito da reciclagem do metal aço:
“A folha-de-flandres produzida na (...) Lusosider [nosso associado] está, muitas
vezes, presente no nosso dia-a-dia sem darmos realmente por isso, pois conhece
múltiplas aplicações em objectos que utilizamos regularmente. Este produto
surge, por exemplo, como a matéria prima para a produção das conhecidas
“caricas” que todos coleccionámos na infância, as tampas do nossos refrigerantes
e cervejas, ou ainda nas cápsulas ou tampas (“Twist off”) que vedam os frascos
do doce do nosso pequeno almoço ou algumas conservas alimentares que
habitualmente consumimos.
Associados em destaque
Nos últimos 6 meses a lista de Associados da Fileira Metal sofreu algumas alterações,
com a cessação de actividade da Amorim & Amorim por um lado e com a entrada
da empresa Branco & Branco Lda, por outro, reforçando assim o flanco dos retomadores.
A lista de Associados da Fileira Metal é, agora, constituída por um total de 17 empresas.
Fazemos votos para que a este grupo se possam juntar mais e mais empresas.
Importadores e transformadores de matéria-prima
Lusosider – Aços Planos, S.A.
Pechiney Portugal, S.A.
Fabricantes de embalagens
Cardoso Leiria & Viegas, Lda.
Colep Portugal, S.A.
Crown Cork & Seal Portugal Embalagens, S.A.
Norelva – Embalagens Metálicas, S.A.
Almeida & Freitas, Lda.
Ferbal – Embalagens Metálicas, Lda.
Hesis – Emabalgens Metálicas, Lda.
Indústria Latoaria Lindo Vale, Lda.
Indústria Latoaria Rio Caima, Lda.
Latarcos – Embalagens Metálicas, Lda.
Manuel Breu & Filhos, Lda
Valorização de Resíduos
MetalSintra – Indústria de Equipamentos Mecânicos, Lda.
Retomadores/Recicladores
Batistas – Reciclagem de Sucatas, S.A.
Branco & Branco, Lda.
Constantino Fernandes Oliveira & Filhos, S.A.
Tolerâncias dimensionais são muito apertadas.
A folha-de-flandres destinada ao fabrico de “caricas” e cápsulas possui, à partida,
especificações técnicas muito exigentes (...) as tolerâncias dimensionais a
observar para este tipo de produto são, contudo, bastante apertadas. Se as
folhas fornecidas pela Lusosider apresentarem a mais ligeira discrepância
dimensional na largura ou no comprimento, um milímetro a mais ou a menos
que seja, pode implicar um enorme transtorno para o fabricante de cápsulas
[nosso associado Crown Cork]. Na Lusosider, durante o processo de fabrico da
folha-de-flandres destinada à produção de cápsulas, existe ainda um outro aspecto
muito importante a ter em conta e que respeita à homogeneidade das características
mecânicas do material, nomeadamente no que diz respeito à sua dureza ou
rigidez. (...) se as tolerâncias não forem integralmente respeitadas e a dureza
do material não for totalmente homogénea, poderá acontecer que as cápsulas,
apesar de não revelarem qualquer problema durante o seu processo de fabrico,
nem na sua fase de impressão, apresentem na fase seguinte graves problemas
, quando se processa o enchimento e selagem das garrafas. No entender da Engª
Isabel Gregório, gestora comercial deste produto na Lusosider, “a folha-de-flandres
para “caricas” e “twist off” é de facto uma aplicação crítica, que requer
acompanhamento especial desde o início e é sobretudo destinada a clientes
portugueses e italianos enquanto que o produto para o fabrico de “twist off” é
totalmente produzido para exportação, nomeadamente para Espanha, uma vez
que não existe nenhum cliente que tenha este tipo e produção em Portugal. No
mercado português vendem-se cerce de 2.000 toneladas de folha-de-flandres
para cápsulas, por ano” Um número que demonstra bem a dimensão deste
mercado tão exigente.
Fileira Metal e SPV Reúnem
Com Associados
Foi no passado dia 3 de Julho, nas instalações da Colep, maior fabricante de embalagens
metálicas de Portugal. Praticamente todos os associados da Fileira tiveram a oportunidade
de assistir a uma sessão de esclarecimento sobre obrigatoriedades legais, declaração
de Ponto Verde, separação de resíduos de embalagens não urbanas e o seu correcto
encaminhamento para reciclagem. O Sr. Director Geral da S.P.V. e os Directores do
Departamento de Marketing e Serviços e Autarquias e Fileiras prestaram correctos e
exaustivos esclarecimentos e responderam às dúvidas suscitadas.
Visita técnica a Recicladores
Aproveitando a presença, no norte do País, de directores e técnicos da S.P.V. e Embopar,
a Fileira Metal organizou uma visita técnica às instalações fabris do fragmentador de
metais ferrosos e não ferrosos, Constantino F. Oliveira & Filhos, S.A. e dos refinadores
de alumínio Reciclata, S.A. e Metalsa, S.A..
Próximas Actividades
• 3º Seminário Fileira Metal, 15 de Outubro.
• Acções de Sensibilização em colaboração com a Fileira do Plástico:
- As auto-estradas da Reciclagem: dias 31 de Julho e 1 de Agosto, nas estações
de serviço de Alcácer do Sal;
- Acção de Praias em conjunto com a Casa do Ambiente de Almada: 17 Julho
a 8 de Agosto, realização de jogos nas praias da Costa da Caparica;
- Mundialito de Futebol de Praia: dias 23 a 25 de Agosto, realização de vários
jogos na praia no decorrer do mundial;
- Patrocínio da Campeonato de Surf da Ericeira: 26 de Agosto a 1 de Setembro
FILEIRA METAL
Rua Dr. Júlio Dantas nº4, 2º dto.1070-095 Lisboa • Telefone 21 381 52 70 Fax 21 381 52 79 • e-mail [email protected] • www.fileirametal.pt
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Vamos tendo cada vez mais Lata Mudar é preciso!