PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA AMBIENTAL Itabira, MG 1 Projeto Político Pedagógico do Curso de Graduação em Engenharia Ambiental UNIVERSIDADE FEDERAL DE ITAJUBÁ – UNIFEI Campus Itabira Renato de Aquino Faria Nunes Reitor [email protected] (035) 3629-1108 Paulo Shigueme Ide Vice-Reitor [email protected] (035) 3629-1105 Alexandre Augusto Barbosa Pró-reitor de Graduação [email protected] (035) 3629-1126 Renato da Silva Lima Pró-reitor de Pesquisa e Pós-graduação [email protected] (035) 3629-1118 Paulo Roberto Labegalini Pró-reitor de Cultura e Extensão Universitária [email protected] (035) 3629-1259 Luiz Gonzaga Mariano de Souza Assessor Especial da Reitoria para Implantação do Campus Itabira [email protected] (031) 3834-3544 Giselle de Paula Queiroz Cunha Coordenador do Curso Engenharia Ambiental [email protected] UNIVERSIDADE FEDERAL DE ITAJUBÁ-UNIFEI www.UNIFEI.edu.br Campus Avançado de Itabira – Unidade I Rua São Paulo, 377 – Bairro Amazonas Itabira-MG CEP35900-373 Telefone: (031) 3835-2790 Campus Avançado de Itabira – Unidade II Rua Irmão Ivone Drumond, 200 – Distrito Industrial II Itabira-MG, CEP: 35903-087 Telefone : (031) 3534-3544 2 Projeto Político Pedagógico do Curso de Graduação em Engenharia Ambiental Equipe Responsável Giselle de Paula Queiroz Cunha Prof. Adjunto Área Energias Renováveis James Lacerda Maia Prof. Adjunto Área de Gestão de Recursos Naturais Anderson de Assis Morais Prof. Adjunto Área Gestão de Recursos Naturais Rafael Balbino Cardoso Prof. Adjunto Área Energias Renováveis Eliane Maria Vieira Prof. Adjunto Área Geoprocessamento Fernanda Maria Belotti Prof. Adjunto Área Ciências do Solo Roberto César de Almeida Monte-Mor Prof. Adjunto Área Hidráulica Maria Elizabete VillelaSantiago Prof. Assistente Área Língua Inglesa Ana Paula de Paiva Pereira Prof. Assistente Área Matemática Márcio Martins Lage Júnior Prof. Adjunto Área Física Rose-Marie Belardi Prof. Adjunto Área Química 3 Projeto Político Pedagógico do Curso de Graduação em Engenharia Ambiental Assessoria Pedagógica Pró-Reitor: Professor Alexandre Augusto Barbosa Pró-Reitor Adjunto e Diretor de Prospecção Acadêmica e Profissional: Professor Robson Luiz Moreno Coordenadoria Pedagógica: Débora Luiza dos Santos (Campus Itajubá) Ana Amélia de Souza (Campus Itabira) Cleide Beatriz Gomes dos Reis (Campus Itabira) Alice Figueiredo (Campus Itabira) 4 Projeto Político Pedagógico do Curso de Graduação em Engenharia Ambiental SUMÁRIO SUMÁRIO .................................................................................................. 5 APRESENTAÇÃO .............................................................................................. 7 1. ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA ............................................ 8 1.1 CONTEXTO EDUCACIONAL ................................................................................................. 8 1.2 POLÍTICAS INSTITUCIONAIS NO ÂMBITO DO CURSO ...................................................... 11 1.3 OBJETIVOS DO CURSO ......................................................................................................... 17 1.4 PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO .................................................................................. 18 1.5 ESTRUTURA CURRICULAR .................................................................................................... 19 1.6 CONTEÚDOS CURRICULARES .............................................................................................. 21 1.7 METODOLOGIA .................................................................................................................... 71 1.8 ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO ........................................................................ 77 1.9 ATIVIDADES COMPLEMENTARES ....................................................................................... 78 1.10 TRABALHO FINAL DE GRADUAÇÃO – TFG....................................................................... 78 1.11 APOIO AO DISCENTE ......................................................................................................... 79 1.12 AÇÕES DECORRENTES DOS PROCESSOS DE AVALIAÇÃO DO CURSO ........................... 81 1.13 TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO – TIC’S NO PROCESSO ENSINOAPRENDIZAGEM ........................................................................................................................ 84 1.14 MATERIAL DIDÁTICO INSTITUCIONAL ............................................................................ 84 1.15PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO DOS PROCESSOS DE ENSINO-APRENDIZAGEM .... 84 1.16 NÚMERO DE VAGAS ........................................................................................................... 86 2 2.1 DOCENTES .............................................................................................. 86 ATUAÇÃO DO NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE – NDE ..................................... 86 5 2.2 ATUAÇÃO DO (A) COORDENADOR (A) ....................................................................... 87 2.3 EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL, DE MAGISTÉRIO SUPERIOR E DE GESTÃO ACADÊMICO DO (A) COORDENADOR (A) ....................................................................................................... 89 2.4 REGIME DE TRABALHO DO (A) COORDENADOR (A) DE CURSO .............................. 89 2.5 CARGA HORÁRIA DE COORDENAÇÃO DE CURSO .................................................... 89 2.6 TITULAÇÃO DO CORPO DOCENTE DO CURSO .......................................................... 89 2.7 TITULAÇÃO DO CORPO DOCENTE DO CURSO – PERCENTUAL DE DOUTORES .... 90 2.8 REGIME DE TRABALHO DO CORPO DOCENTE DO CURSO ...................................... 91 2.9 EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL DO CORPO DOCENTE ............................................... 91 2.10 EXPERIÊNCIA DE MAGISTÉRIO SUPERIOR DO CORPO DOCENTE .......................... 91 2.11 FUNCIONAMENTO DO COLEGIADO DE CURSO ....................................................... 92 2.12 PRODUÇÃO CIENTÍFICA, CULTURAL, ARTÍSTICA OU TECNOLÓGICA ..................... 93 3 3.1 INFRAESTRUTURA................................................................................. 94 GABINETES DE TRABALHO PARA PROFESSORES TEMPO INTEGRAL – TI .............. 95 3.2 ESPAÇOS DE TRABALHO PARA COORDENAÇÃO DE CURSO E SERVIÇOS ACADÊMICOS ............................................................................................................................. 96 3.3 SALA DE PROFESSORES ................................................................................................ 96 3.4 SALAS DE AULA ............................................................................................................. 96 3.5 ACESSO DE ALUNOS AOS EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA................................ 97 3.6 BIBLIOGRAFIA BÁSICA ................................................................................................. 97 3.7 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ................................................................................ 97 3.8 PERIÓDICOS ESPECIALIZADOS ................................................................................... 97 3.9 LABORATÓRIOS DIDÁTICOS ESPECIALIZADOS – QUANTIDADE, QUALIDADE E SERVIÇOS .................................................................................................................................... 97 6 APRESENTAÇÃO Este documento apresenta o Projeto Político Pedagógico do Curso de Graduação em Engenharia Ambiental da Universidade Federal de Itajubá, Campus Itabira, segundo as Diretrizes Curriculares Nacionais - DCNs dos Cursos de Graduação em Engenharia em vigor e a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional - LDB (Lei 9.394/96). O Projeto Político Pedagógico do Curso ratifica-se como o documento norteador das oportunidades de potencializar a formação dos alunos, a partir da integração do currículo do curso de graduação com o desenvolvimento científico, cultural, artístico e tecnológico. Para fins didáticos e conforme prevê o Instrumento de Avaliação de Cursos de Graduação Presencial e a Distância e a Norma de Graduação da Universidade Federal de Itajubá, este documento foi dividido da seguinte forma: Organização didático-pedagógica, Corpo docente e Infraestrutura. Os três itens serão detalhados com objetivo de atender os itens do instrumento de avaliação de cursos de graduação presencial e a distância que se aplicam a presente engenharia, bem como atender à norma de graduação da Universidade Federal de Itajubá. 7 1. ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA 1.1 Contexto educacional De acordo com Bazzo, Pereira e Von Linsingen (2007, p. 30) as escolas de engenharia surgiram e firmaram-se “[...] num contexto de racionalização de procedimentos científicos e sociais, de novas leituras das técnicas, de alterações no sistema produtivo, de reorganizações das cidades e das trocas comerciais, sendo elas causas e efeitos de novos tempos para o sistema educativo”. Ainda segundo os autores, a organização do processo educacional reflete-se na formação dos discentes, interferindo no desempenho profissional. No entanto, é pouco plausível que modificações nas grades curriculares quanto ao conteúdo ou disposição sejam unicamente necessárias. A ação deve ser estrutural, considerando-se a postura do educador quanto à conscientização do papel exercido pelo mesmo e sua identificação com as finalidades do processo educacional que participa. A competitividade na engenharia destaca a produção de maneira absoluta, intensificando a desvinculação do ensino tecnológico do âmbito humano e social. Porém, “não se pode pautar o ensino de engenharia apenas no desenvolvimento tecnológico, achando que o comportamento social é estático e adaptável a qualquer mudança tecnológica”. Isso pode ser um ponto imprescindível nas deficiências do ensino da engenharia em relação à contextualização de suas aplicabilidades e resultados (GIROUX, 1986 apud BAZZO; PEREIRA; VON LINSINGEN, 2007, p. 39). O município de Itabira, ao qual se encontra instalado o campus avançado da Universidade Federa de Itajubá – UNIFEI e o Curso de Engenharia Ambiental, localiza-se na região sudeste de Minas Gerais, a 108 km de Belo Horizonte. Atualmente, constitui-se em um grande polo minerador no Estado e na União, e é caracterizada como cidade monoindustrial, sendo a Vale S.A. a grande responsável pela expansão e transformações espaciais do território. Segundo dados do IBGE (2010) a população do Município foi estimada em 109.793 (cento e nove mil, setecentos e noventa e três), sendo que a população em faixa etária entre 15 a 24 anos e 25 a 39 anos correspondem, respectivamente, a 17,7% e 25,1% da população total. O IDH - Índice de Desenvolvimento Humano de 0,789 (Setecentos e oitenta e nove milésimos) em 2000, segundo o Atlas de Desenvolvimento Humano do Brasil. 8 Ainda segundo dados do IBGE (2010) o Produto Interno Bruto de Itabira em 2009 foi de R$ 30.930,73 (trinta mil, novecentos e trinta reais e setenta e três centavos) per capita. Seu Produto Interno Bruto deriva principalmente das atividades de indústria e serviços, R$ 2.218.534,00 (Dois milhões, duzentos e dezoito mil, quinhentos e trinta e quatro reais) e R$ 1.099,131,00 (Um milhão e noventa e nove mil, cento e trinta e um reais), respectivamente. O alto valor de PIB de Itabira é reflexo da atividade monoindustrial e serviços avindos da mesma, ou seja, em virtude das grandes companhias de mineração instaladas no município. A somatória de percentual referente às faixas etárias da população (17,7 % - jovens de 15 a 24 anos e 25,1% - adultos entre 25 e 39 anos) correspondem a 42,8% da população que demanda qualificação profissional. Conhecida como “Cidade do Ferro”, Itabira é o berço da Companhia Vale do Rio Doce, chamada atualmente de Vale S.A.. A empresa foi criada, há mais de meio século, para extrair do local a hematita, minério com altíssimo teor de ferro. A exportação do ferro para vários países é a base da economia do município. Segundo mapa da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano (vide Figura 1), a distribuição de receitas do município está concentrada em 99% na zona urbana, sendo 82% referente à atividade de Mineração e 17% a outras atividades que incluem a prestação de serviços demandados principalmente por essa atividade monoindustrial. Figura 1 – Mapa de distribuição de receitas, município de Itabira Fonte: Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano No contexto ambiental, o município de Itabira apresenta historicamente atuação particular, dentro os quais se destaca a criação do CODEMA – Conselho Municipal de Meio Ambiente, instituído pela Lei Municipal nº 2.324 de 03 de setembro de 1985, que marcou a preocupação ambiental do Município. Posteriormente, novas leis com enfoque na questão ambiental foram sendo criadas, entre elas a Lei Municipal nº 3.725, de 04 de 9 julho de 2002, e a Lei nº 3.761 de 04 de fevereiro de 2003, que amplia e consolida a legislação ambiental do Município de Itabira. Segundo dados da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano, projeções indicam que em no máximo 50 anos as reservas de ferro encontradas em Itabira estarão esgotadas. Dessa forma, os dirigentes necessitam pensar em alternativas para a economia local. Uma das metas então do governo municipal e parceiros é investir na transformação da cidade em polo de formação de mão de obra para a área tecnológica, sendo necessária a criação de uma universidade voltada para esse segmento sendo esta uma das formas de enfrentar a situação do fim da atividade mineradora. Destaca-se que o processo de ocupação transcorreu historicamente com base, sobretudo na extração mineral, assim, a qualificação de profissionais que atuem na área ambiental é de suma importância para a consolidação dos processos produtivos e definição das políticas de desenvolvimento não somente na região do Vale do Aço mineiro, mas também em estados da federação ou países que demandem o desenvolvimento de atividades ou empreendimentos de potencial poluidor-degradador e assim, a minimização contínua de impactos sobre o meio ambiente. Nesse contexto, encontra-se em fase de implantação o campus avançado da Universidade Federal de Itajubá, cujas atividades foram iniciadas em duas etapas: julho de 2008 (criação dos Cursos de Engenharia da Computação, Engenharia de Materiais e Engenharia Elétrica) e março de 2010 (Engenharia Ambiental, Engenharia da Mobilidade, Engenharia de Saúde e Segurança, Engenharia de Produção, Engenharia de Controle e Automação e Engenharia Mecânica). A implantação do campus avançado de Itabira é resultado de uma parceria pioneira entre governo local (Prefeitura Municipal de Itabira - PMI), setor privado (Companhia Vale do Rio Doce – Vale S.A.), Ministério da Educação (MEC) e UNIFEI. A proposta para o Campus Itabira é de uma universidade essencialmente inovadora e tecnológica, com ensino e pesquisa voltados às demandas atuais e futuras de mercado, incentivo ao empreendedorismo (incluindo a incubação de empresas) e comprometimento com o desenvolvimento local e regional. O curso de Engenharia Ambiental justifica-se então pelas demandas locais e regionais evidenciadas acima, bem como as que atendam às demandas de cunho nacional e internacional, buscando ratificar o delineamento didático-pedagógico compatível e integrado aos projetos institucional, curricular e metodológico dos demais cursos oferecidos pela UNIFEI, bem como às atuais necessidades do mercado de trabalho, 10 exigências e recomendações para os cursos de bacharelado no Brasil. Nesse sentido, o contexto educacional adotado pelo curso prima pela necessidade de acompanhar a transformação da sociedade e a exigência de uma nova postura, um novo perfil profissional, demandando proatividade e preocupação com o meio ambiente e a sociedade, uma vez que no processo de formação do indivíduo ratificam-se os valores culturais produzidos pela sociedade, processa-se sua avaliação e sua sistematização crítica, promovendo sua difusão e o papel social indispensável na reprodução da vida social, não podendo, em nenhuma hipótese, ser reduzida a mera produtora de recursos humanos. O quadro de profissionais egresso do curso deve permitir que, além de dominarem seus saberes especializados, estejam imbuídos de responsabilidade cidadã e social. A assimilação e a adaptação de conhecimento disponível é um ingrediente de crescente relevância em qualquer processo de desenvolvimento e contexto, seja local, regional, nacional ou internacional. O curso de graduação em engenharia ambiental da Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI), no campus Itabira, teve sua autorização para funcionamento no dia 27 de junho de 2009, através da 10ª resolução do Conselho Universitário da UNIFEI. Seu primeiro processo seletivo para ingressantes ocorreu no ano de 2010 e a previsão para a colação de grau para a primeira turma de egressos é em 2015. 1.2 Políticas Institucionais no âmbito do curso O Plano de Desenvolvimento Institucional – PDI Unifei (2008 – 2012) considera que o processo acelerado de mudanças políticas, econômicas e socioculturais posto pela Nova Ordem Mundial, às Instituições Federais de Ensino Superior - IFES se têm exigido a reconfiguração de suas atividades educacionais. Tal reconfiguração insere-se na necessidade premente de formar quadros profissionais adequados às exigências atuais, dentre outros elementos, recorrentes de novas relações de trabalho, absorção e criação de tecnologias, funções ocupacionais novas, de novos postos de trabalho, além da própria internacionalização da economia e da proximidade de culturas nacionais. O PDI foi desenvolvido em um momento de revisão das funções da universidade e do delineamento das suas possibilidades frente às mudanças científicas, tecnológicas, sociais, políticas, econômicas e culturais que caracterizam e modificam a realidade da sociedade brasileira e por esse motivo, os cursos, de maneira geral, deveriam repensar sua estrutura e organização no sentido de garantir e de acompanhar a intensificação da 11 produção científica e tecnológica que vem exigindo, cada vez mais, profissionais com competências e habilidades singularmente diferentes para a contemporaneidade. Conforme destacado também no Projeto Pedagógico Institucional, além das funções de formação, geração e aplicação do conhecimento, a UNIFEI deve atuar de modo a ser considerada uma Universidade Intelectual e Empreendedora, que exercerá a reflexão crítica sobre temas relevantes das realidades interna, local, regional, nacional e internacional. Como uma extensão natural desta vocação, em 2008, foi possível dar início ao projeto de expansão da UNIFEI com a implantação do Campus Avançado de Itabira. Tal empreendimento objetivou dar prosseguimento a uma política capaz de oferecer um atendimento mais amplo e diversificado à demanda nacional e, sobretudo, à demanda regional de formação de profissionais da área tecnológica. O campus avançado de Itabira é fruto de parceria pioneira entre a Universidade Federal de Itajubá, governo local (Prefeitura Municipal), setor privado (empresa Vale) e Ministério da Educação (MEC) e consistiu na criação de um campus da UNIFEI em Itabira que, inicialmente, ofertou 3 (três) cursos de graduação e que, a partir de 2010, passou a ofertar 9 (nove) cursos de graduação, dentre eles, o curso de Engenharia Ambiental. Nesse sentido, o PPI ratifica o dever de fundamentar e apoiar a tríade ensino, pesquisa e extensão no âmbito do Curso de engenharia ambiental, possibilitando a integração com os demais cursos de formação em graduação e pós-graduação (ensino), as atividades de responsabilidade social (extensão) e a criação e disseminação de conhecimento (a pesquisa), e a unidade teoria - prática. Parte-se do princípio que todas as atividades desenvolvidas na Universidade constituem-se como resultantes de projetos, ou seja, de um conjunto de intencionalidades embasadas em princípios filosófico-metodológicos devidamente definidos e sendo norteado pelos princípios do PPI, a saber: ● Metodologia de ensino centrada no aluno como um dos agentes ativos na construção do conhecimento; ● Desenvolvimento da articulação teoria e prática; ● Pesquisa como princípio educativo para desenvolvimento de competências, habilidades e atitudes; ● Práticas acadêmico-pedagógicas interdisciplinares que incluam o uso de novas tecnologias para a educação; ● Ensino-Aprendizagem como processo de construção que ocorre em variados “lugares acadêmicos” (aulas, seminários, eventos, pesquisas, projetos, visitas técnicas e prestação de serviços);● Trabalho 12 cooperativo inter e multidisciplinar que engendra competências como comunicação, expressão, flexibilidade e crítica; ● Promoção de práticas e processos participativos de produção e geração, difusão e aplicação de conhecimento, criando as “comunidades de aprendizagem”. As políticas institucionais no âmbito do curso de engenharia ambiental são também ratificadas e convergem ao eixo norteador da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), que tem como meta a formação de profissionais socialmente conscientes, ultrapassando os limites disciplinares, e considerando o saber como parte do processo de construção social que preze pela liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o saber científico, cultural, artístico e tecnológico; os pluralismos de concepções pedagógicas; a valorização de experiências extracurriculares e a vinculação entre a educação escolar, o trabalho e as práticas sociais. As políticas institucionais adotadas para elaboração do projeto político pedagógico e adotadas no âmbito do Curso de Engenharia Ambiental são descritas abaixo e previstas no instrumento de avaliação de cursos de graduação presencial e a distância (SINAES, maio de 2012): Coerência com as Diretrizes Curriculares Nacionais - DCNs: Durante a elaboração do projeto político pedagógico do curso e desenvolvimento das atividades desde sua criação efetiva (2010) buscou-se assegurar a coerência em relação às normas estabelecidas pelo Conselho Nacional de Educação – CNE, ou seja, flexibilidade, a criatividade e a responsabilidade na elaboração dos Projetos Pedagógicos do curso. As DCNs, fundamentadas pela Lei de Diretrizes e Bases - LDB constituíram-se referenciais para a UNIFEI quanto a organização do Curso de Engenharia Ambiental, permitindo flexibilidade e priorização de área de conhecimento na construção do currículo pleno, possibilitando definir perfil profissional e privilegiando as competências e habilidades a serem desenvolvidas (parecer CNE/CES 67/2003). As DCNs foram estudadas e analisadas durante a elaboração do currículo pleno do Curso de engenharia ambiental no que tange à flexibilidade, à interdisciplinaridade e à articulação entre teoria e prática dos conteúdos da grade curricular, assim como aos conteúdos obrigatórios (distribuição da carga horária entre os núcleos de ciclo básico, profissionalizante e específico), às atividades complementares e às atividades desenvolvidas no campo profissional. 13 Condições de acesso para pessoas com deficiência e/ou mobilidade reduzida: Atendendo ao Dec. N° 5.296/2004 foram adotadas medidas que permitam o acesso para pessoas com deficiência e/ou mobilidade reduzida, ressalta-se a importância de considerar esse aspecto diretamente proporcional à expansão da universidade em termos de instalações físicas e número de alunos, docentes e técnicos administrativos. Disciplina obrigatória/optativa de Libras: Cumprindo o Dec. N° 5.626/2005 que trata da obrigatoriedade da disciplina de libras, destaca-se que a grade curricular do Curso de Engenharia Ambiental prevê a disciplina de libras como optativa e reafirma o compromisso institucional para capacitação de docentes para cumprimento adequado dessa política institucional. Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação das Relações Étnico-raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-brasileira e Indígena: Atendendo a Lei n° 11.645 de 10/03/2008; Resolução CNE/CP N° 01 de 17 de junho de 2004 é prevista a ofertada de disciplinas eletivas sobre a referida temática, bem como incentivada a participação de alunos em eventos que tratam da mesma. O projeto sob coordenação do prof. Milton Zamboni é o que atualmente está sendo executado no campus Itabira como disciplina eletiva. Política de educação ambiental: Atendendo ao disposto na Lei nº 9.795, de 27 de abril de 1999 e Decreto Nº 4.281 de 25 de junho de 2002 destaca-se que todas as disciplinas profissionalizantes e específicas do Curso de Engenharia Ambiental é reforçada a importância Ada educação ambiental como transversal aos conteúdos ministrados, bem como são realizadas atividades contínuas e permanentes que tratam da temática e são imprescindíveis para a formação do engenheiro cidadão. O Projeto Práticas Sustentáveis R³ é desenvolvido desde 2010 e atualmente passa por reavaliação junto a câmara de resíduos da Unifei. Destacam-se também como política institucional no âmbito do curso de Engenharia Ambiental as atividades sob coordenação da Assessoria de Relações Internacionais; Pró-Reitoria de Graduação; Pró-reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação; Próreitoria de Cultura e Extensão Universitária que serão descritas abaixo resumidamente: Assessoria de Relações Internacionais: Sua missão é potencializar o processo de internacionalização da UNIFEI através da elaboração, assinatura e manutenção de acordos 14 de cooperação que prevêem a mobilidade acadêmica de professores, pesquisadores e alunos. Desta forma estaremos contribuindo para a projeção da UNIFEI no contexto acadêmico mundial. Para efetivar tal missão, a assessoria fornece a comunidade UNIFEI informações sobre as oportunidades e condições para realização de mobilidade acadêmica internacional. A assessoria entende que o processo de internacionalização da UNIFEI ocorrerá, também, com o recebimento de alunos, pesquisadores e professores de todas as nacionalidades e instituições que queiram relacionar-se no âmbito acadêmico com a UNIFEI, por isso provemos toda logística necessária à introdução destes estudantes, pesquisadores e professores no novo ambiente acadêmico. Todos os acordos assinados pela UNIFEI prevêem reciprocidade e respeito mútuos – respeito às práticas pedagógicas aplicadas pelas instituições parceiras. Pretendemos, com isso, identificar pontos positivos nas universidades parceiras para enriquecer nossas práticas pedagógicas, fortalecendo pesquisa e pós-graduação. Os convênios firmados atualmente são os seguintes: Alemanha (Otto-vonGuericke-Universität Magdeburg Bundesrepublik Deutschland; TU Dresden); Chile (Universidad de Talca); Colômbia (Universidad Distrital Francisco José de Caldas e Universidad Pontifícia Bolivariana); Cuba (Universidade de Oriente, Instituto Superior Politécnico José Antonio Echeverría); Equador (Facultad de Ingeniería en Eletricidad y Computación – FIEC); Espanha (Universidade Carlos III de Madrid); EUA (Virginia Tech, The Florida State University, West Valley College, San José State University) Eslovênia (Union Internationale de Spéléologie); França (Ecole Nationale Superieure d’Arts et Métiers – ENSAM, Ècole Nationale Supérieure des Mines de Nancy, Université de Technologie de Compièngne – UTC, Université de Valenciennes et du Hainaut Cambresis – ENSIAME, Ecole Nationale d’Ingénieurs de Metz – ENIM, Acordo de Duplo Diploma École Nationale d’Ingénieurs de Metz – ENIM, Acordo de Duplo Diploma Arts et Métiers Paris Tech Ensam, École Nationale d’Ingénieurs de Tarbes (ENIT), École Nationale d’Ingénieurs de Saint-Etienne(ENISE), École Nationale d’Ingeniéurs du Val de Loire (ENIVL), École Nationale d’Ingénieurs de Brest (ENIB)); Holanda (Delft University of Technology), Índia (Indian Institute of Technology Roorkee); Portugal (Universidade do Porto, INESC – Porto, Universidade do Algarve); Ucrânia (Universidade Politécnica de Odessa). Outro programa em que a UNIFEI participa é o Ciência Sem Fronteiras, cujo objetivo é promover a consolidação, expansão e internacionalização da ciência e tecnologia, 15 da inovação e da competitividade brasileira por meio do intercâmbio e da mobilidade internacional. A iniciativa é fruto de esforço conjunto dos Ministérios da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e do Ministério da Educação (MEC), por meio de suas respectivas instituições de fomento – CNPq e Capes –, e Secretarias de Ensino Superior e de Ensino Tecnológico do MEC. Na primeira edição do Programa Ciência Sem Fronteira já temos 8 alunos do Curso participando em mobilidade acadêmica em Universidades da Holanda (1 aluno), Portugal (2 alunos) e Espanha (5 alunos). Pró-Reitoria de Graduação: A pró-reitoria coordena todas as etapas de implantação dos Programa de Educação Tutorial-PET, de acordo com o estabelecido na Lei nº 11.180, de 23 de setembro de 2005. O Curso de Engenharia Ambiental apresentou e aprovou um PET na categoria curso específico junto ao Edital MEC/SISU 2010 (Portaria MEC nº 976, de 27 de julho de 2010, publicada no Diário Oficial da União de 28 de julho de 2010) propôs o desenvolvimento de ações para a formação acadêmica ampla do engenheiro ambiental, planejando e executando atividades diversificadas e complementares às previstas na grade curricular do curso, interdisciplinaridade, atuação coletiva, interação contínua entre docentes, discentes e contato sistemático com a comunidade interna e externa da UNIFEI. Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação: A pró-reitoria prospecta e disponibiliza para concorrência via editais internos, bolsas de iniciação científica financiadas por fontes de financiamento internas e externas (Unifei/CNPq/Fapemig) e outros programas disponibilizados pelo governo federal, como o Jovens Talentos, por exemplo. O Curso de Engenharia ambiental registrou entre 2010 e outubro de 2012 o montante de 31 projetos de iniciação (incluindo bolsistas e não-bolsistas) o que demonstra o compromisso no âmbito do curso para o desenvolvimento de pesquisa e cumprimento da tríade universitária (ensino, pesquisa e extensão). Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária: Constituem atividades de extensão as atividades educacionais, científicas, técnicas, sociais, culturais, artísticas e desportivas desenvolvidas pelos diversos setores da UNIFEI, de forma indissociável do ensino e da pesquisa, que tenham por objetivo promover, entre a Instituição e a Sociedade, uma relação de permanente colaboração e de mútuo aprimoramento. O PET EAM realizou diversas 16 atividades de extensão pontuais e nesse aspecto destaca-se também os seguintes projetos: Práticas Sustentáveis – R³ e Projeto Reconhecendo Itabira – FHIDRO. Neste contexto, ratifica-se como política institucional no âmbito do Curso de Engenharia Ambiental a preparação dos alunos para atuar no futuro campo profissional e como ator social importante na comunidade lindeira ou participante dos projetos, programas e planos os quais estiver experimentando durante o curso e após o ciclo formador de 5 anos. Compromisso esse, que será potencializado ao longo do ciclo de formação através do planejamento e execução de ações sistematizadas, amparadas pelo incentivo contínuo de prospecção de recursos metodológicos que priorizem a adoção de estratégias interdisciplinares, o “saber a partir do fazer” em espaços de aprendizagem diversificados que propiciem o acompanhamento dos avanços da tecnologia de informação e sustentabilidade. No projeto de expansão da UNIFEI para Itabira, o curso foi proposto com o nome de Engenharia Ambiental e Energética. Quando o curso foi cadastrado no MEC para fins de processo seletivo de vagas iniciais (SISU), o nome foi corrigido para Engenharia Ambiental, tomando como base a listagem de referenciais das Engenharias - Convergência de Denominação de nomes dos cursos. 1.3 Objetivos do curso O curso de Engenharia Ambiental tem como objetivo formar engenheiros com sólida formação matemática, física, econômica, social e ambiental, capacitando-os a geração e aplicação do conhecimento, a adoção e difusão de responsabilidade ambiental, bem como o desenvolvimento e aplicação de atuais ou novas tecnologias para a prevenção e controle da degradação da qualidade ambiental. Além disso, o Engenheiro Ambiental formado no Campus de Itabira estará apto a participar de estudos de caracterização ambiental, análise de suscetibilidades e vocações naturais do ambiente e na elaboração de estudos de impactos ambientais especialmente os que envolvam a geração, transmissão e distribuição de energias renováveis e de acordo com suas competências, habilidades e atribuições normatizadas pelo Sistema CONFEA/CREA e diretrizes estabelecidas às engenharias pelo MEC. A existência de profissionais com essas características é certamente importante na implantação de qualquer modelo de desenvolvimento econômico, tanto na prevenção, quanto na minimização dos impactos que a atividade humana provoca no ambiente e é por esse motivo que justifica-se a formação do curso de Engenharia Ambiental da Unifei Campus Itabira, atendendo à demanda por profissionais que atuam na área ambiental em equipe inter ou multidisciplinar e que possuem visão sistêmica e análise crítica quanto aos aspectos ambientais em escala global, nacional, regional ou local. 17 1.4 Perfil profissional do egresso O perfil do profissional que se pretende formar no Curso de Engenharia Ambiental mantém estreita relação com a Missão da UNIFEI que é "gerar, sistematizar, aplicar e difundir conhecimento, ampliando e aprofundando a formação de cidadãos e profissionais qualificados, e contribuir para o desenvolvimento sustentável do país, visando a melhoria da qualidade da vida", conforme Art.2o do Estatuto aprovado pela Portaria no 4.066 de 29 de dezembro de 2003, do Ministério da Educação. Especificamente, o egresso da UNIFEI apresenta, entre outras, a capacidade de: a) aplicar conhecimentos matemáticos, científicos e tecnológicos à Engenharia Ambiental; b) avaliar, identificar, interpretar, elaborar, executar, gerir e operacionalizar projetos, serviços e obras ambientais; c) supervisionar e minimizar prazos e custos, potencializando a qualidade de projetos, obras e serviços de Engenharia Ambiental; d) reconhecer, além dos aspectos técnicos, os aspectos ambientais, sociais, de saúde e econômicos dos projetos, obras e serviços de Engenharia; e) propor soluções para problemas sócio-ambientais; f) decidir pela aplicação de novas técnicas e novos métodos científicos; g) agir com responsabilidade humanística, ética e de desempenho profissional; h) aplicar capacidade decisória, gerencial, administrativa e empreendedora; i) aplicar-se ao aprimoramento contínuo e atualização profissional; j) supervisionar, coordenar, prestar orientação técnica e executar projetos, obras e serviços relacionados à Engenharia Ambiental; k) vistoriar, periciar, avaliar, elaborar laudos e pareceres técnicos; l) ensinar, analisar, divulgar em meio técnico, pesquisar, coordenar experimentação e proceder a interpretação dos resultados; m) fiscalizar obras e serviços técnicos; n) coordenar e integrar equipes multiprofissionais; o) projetar sistemas de análise de desempenho, desenvolvimento e modificação de instrumentos ambientais; p) levantar, coletar e diagnosticar dados sobre os fatores sócio-ambientais necessários à condução dos trabalhos técnicos ou científicos; 18 q) planejar o aproveitamento dos recursos naturais, a cultura e utilização da riqueza biológica dos diferentes ambientes; r) planejar o controle sanitário do ambiente; s) proceder a avaliação de impactos ambientais de projetos e empreendimentos, especialmente na geração, transmissão e distribuição de energias renováveis. Uma análise mais detalhada da formação oferecida atualmente pelos cursos de Engenharia indica que esses conhecimentos e habilidades convergem com a atuação do Engenheiro Ambiental. Além disso, a Engenharia Ambiental trabalha de forma integrada, inter e multidisciplinar, considerando o meio ambiente como "o conjunto de condições, leis, influências e interações de ordem física, química e biológica, que permite, abriga e rege a vida em todas suas formas" (art.3º, I, da Lei 6.938/81). Ressalta-se que a aplicação desses conhecimentos requer a base de formação (Matemática, Física, Química, Informática, Desenho, etc.) que existe apenas na Engenharia. Assim, esse profissional habilita-se a estudar e propor estudos e estratégias de ações preventivas e corretivas apoiadas no tripé da sustentabilidade (viés econômico, social e ambiental). A complexidade da interface entre os recursos ambientais (água, solo, ar, energia, vegetação) e humanos demandam profissionais que atuem de forma sistêmica e integrada, de tal forma que as intervenções que provocam alterações na integração entre os recursos ambientais e humanos possam equilibrar-se minimamente para atender às futuras gerações. Nesse sentido, para se alcançar o objetivo do curso é preciso traçar para o perfil do egresso estratégias didático-pedagógicas que valorizem não apenas o conhecimento específico de um determinado componente curricular, mas as relações entre os conteúdos das diferentes áreas de conhecimento envolvidas, desenvolvendo a análise crítica, pensamento lógico e visão sistêmica. 1.5 Estrutura curricular Para elaboração do Projeto de ensino, representado pela estrutura curricular (Figura 2) considerou-se a coerência em relação às Diretrizes Curriculares Nacionais – DCNs, principalmente ao que se refere ao parecer CNE/CES 67/2003 que trata da análise sistêmica e global quanto aos aspectos de flexibilidade, interdisciplinaridade, compatibilidade da carga horária total (em horas), articulação da teoria com a prática. 19 ESTRUTURA CURRICULAR - ENGENHARIA AMBIENTAL - ITABIRA 1 Período Sigla BACi01 Nome da Ciência, Tecnologia disciplina e Sociedade T(2)P(1) CH semanal 2 Período 3 Período 4 Período 5 Período 6 Período 7 Período 8 Período 9 Período BAC011 EAMI05 EAMI07 BAC024 BAC016 EAMI16 EAMI20 EAMI24 Estatística Geomática Fundamentos de Meteorologia Matemática VI Econo mia e Administração Energia Hidráulica e Biomassa Energia Solar e Eólica Gestão Ambiental T(4) P(0) T(2) P(4) T(3) P(1) T(4) P(0) T(5) P(0) T(5) P(3) T(4) P(2) T(4) P(0) Demais Componentes Disciplinas Optativas(h/a) 3 4 6 4 4 5 8 6 4 128 Sigla BAC009 EAMI03 BAC007 BAC014 BAC006 EAMI12 ESS006 EAMI22 EAMI25 Nome da disciplina Química Direito Ambien tal Fisica Engenhari a de Fluidos Eletricidade Limnologia TFG Trabalho Final de Graduação (h/a) T(3)P(1) T(4) P(0) T(5) P(3) T(5) P(1) T(3) P(1) T(3) P(1) T(3)P(0) T(5) P(3) 4 4 8 6 4 4 3 8 6 BAC003 BACi02 Comunicaçã o e Expressão EAMI06 Microbiologia ambiental BAC023 EAMI10 Hidráulica EPR003 Engenharia Econômica BAC013 Cidadania e Responsabilidade EAMI26 Matemática V EAMI14 Manejo e Conservação do T(3) P(3) T(4) P(0) T(4) P(2) T(4) P(0) T(3) P(2) T(4) P(3) T(3) P(0) T(4) P(0) T(2) P(2) 6 4 6 4 5 7 3 4 4 BAC004 BAC019 BACi21 Matemática I Matemática III T(4) P(0) T(4) P(0) EAMI18 Ava liação Impactos Ambientais T(2) P(2) EAMI23 T(4) P(2) BAC010 Engenharia de Sól idos T(5) P(1) EAMI13 Informática EAMI08 Geologia e Pedologia T(4) P(4) CH semanal Sigla Nome da disciplina Desenh o Aplicado CH semanal Sigla Nome da disciplina CH semanal Sigla Nome da disciplina CH semanal Sigla T(4) P(4) 4 4 8 6 8 4 4 EAMI04 BAC022 EAMI09 EAMI11 EAMI15 EAMI17 EAMI21 Matemática 0 Ecologia Matemática IV Saneamento I Eflue ntes Gasosos T(5) P(0) T(2) P(2) T(4) T(2) P(4) T(4) P(3) T(4) P(1) T(3) P(2) T(3) P(1) 5 4 4 6 7 5 5 4 EAMi01 BAC020 Biologia Mate mática II T(3) P(1) T(4) P(0) CH semanal 4 4 3 Total 28 24 Resumo: 1hora/aula 28 28 29 T(6) P(0) Manejo de Bacias 128 Estágio Supervisionado (h) 240 Atividade s Complementare s (h) T(3) P(1) 6 Mecânica do s Solos Geoprocessamento Química Ambienta l II Energias Não Renováveis Sane amento II BAC000 BAC025 Metodologi a da Pesquisa Científica T(2) P(1) Nome da disciplina Hidrologia Princípios de Saúde Recuperaçã o de e Segurança Áreas Degradadas 120 EAMI19 Resíduos Sólidos T(3) P(1) 4 29 27 26 14 55 minutos Número de semanas letivas 16 CH em h/a 4377 CH total (em h) 4012 Estágio = 240h = 262h/a; AC = 120h = 131h/a A estrutura curricular do curso de Engenharia Ambiental é composta pelos seguintes componentes curriculares: disciplinas obrigatórias, disciplinas optativas, estágio supervisionado, trabalho final de graduação e atividades complementares. A seguir, o resumo dos componentes curriculares, juntamente com a respectiva carga horária (H/HA). As disciplinas são organizadas e ofertadas por semestre, sendo que a carga horária semanal a ser cumprida pelo aluno é de 28 horas, com exceções dependendo do semestre. CARGA HORÁRIA EM HORAS/ HORAS-AULA Disciplinas obrigatórias – 3396/3750 Disciplinas optativas - 128/117 Trabalho Final de Graduação - 128/117 Estágio supervisionado – 240/232 Atividades complementares – 120/131 TOTAL - 4012/4377 A estrutura curricular foi organizada de forma a proporcionar ao aluno contato desde o primeiro semestre com as disciplinas relacionadas à área de formação profissionalizante e específica, considerando o aumento gradativo de oferta ao longo do curso e garantindo a articulação lógica e técnica dos conteúdos. 20 Além do Projeto de Ensino, representado pela grade curricular apresentada acima, o Curso de Engenharia Ambiental possui um projeto temático que inclui atividades de pesquisa e extensão comunitária e envolve conhecimentos da área de recursos hídricos (aspectos quantitativos e qualitativos), solo, vegetação, eficiência energética e geoprocessamento. O projeto intitulado “Caracterização dos recursos ambientais e monitoramento quanti-qualitativo de corpos d’água no Município de Itabira - MG: subsídios para implantação de unidades demonstrativas de referência quanto à proteção dos recursos hídricos” objetiva realizar a caracterização ambiental gerando subsídios para seleção de áreas pilotos para a proteção de corpos d’água e contribuindo para a participação mais efetiva da população local em relação aos processos de decisão que envolvam as questões hídricas. Objetivos Específicos incluem: Caracterizar os recursos ambientais da zona rural do município de Itabira; 2. Implantar unidades demonstrativas de referência quanto à proteção dos recursos hídricos; 3. Monitorar quanti-qualitativamente os corpos d’água, selecionados a partir da caracterização ambiental e destinados ao consumo humano, dessedentação de animais, irrigação e de atividades potencialmente poluidoras; 4. Realizar cursos de difusão sobre boas práticas para o uso e manejo da água e do solo, incluindo a orientação técnica para adequação ambiental a baixo custo de empreendimentos potencialmente poluidores. 1.6 Conteúdos curriculares 21 PRIMEIRO PERÍODO Período Código 1 EAMI01 Carga Horária Total 64 Disciplina BIOLOGIA Carga Horária Teórica 48 Carga Horária Prática 16 Ementa Introdução à Biologia e seu papel na Engenharia. Classificação atual dos organismos nos Domínio Eubacteria, Archaea e Eukarya. Reino Plantae: classificação, nutrição e princípios de fisiologia vegetal. Zoologia: relações evolutivas, organismos indicadores da qualidade ambiental, espécies ameaçadas de extinção e organismos de importância epidemiológica. Objetivos Conhecer o papel da Biologia no curso de Engenharia Ambiental e adquirir conhecimentos básicos de Biologia para dar suporte às disciplinas: Ecologia, Saneamento I e II, Resíduos sólidos, Microbiologia Ambiental e Limnologia. BIBLIOGRAFIA BÁSICA RAVEN, Peter H.; EVERT, Ray F.; EICHHORN, Susan E.. Biologia vegetal. 7 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010. xxii, 830 p. CURTIS, Helena. Biologia. [Biology, 2nd ed. (Inglês)]. Tradução de Heni Sauaia. 2 ed. reimpr. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009. 964 p. ODUM, E.P.; BARRETT, G.W. Fundamentos de ecologia. Cengage Learning, 2007. CULLEN JUNIOR, Laury; VALLADARES-PADUA, Cláudio; RUDRAN, Rudy (Org.). Métodos de estudos em biologia da conservação e manejo da vida silvestre. 2 ed. rev. Curitiba: UFP, 2006. 651 p BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MILLER, G.T. Ciência ambiental. São Paulo: Cengage Learning, 2008. POUGH, F. Harvey; JANIS, Christine M.; HEISER, John B.. A vida dos vertebrados. [Vertebrate life, 6th ed. (Inglês)]. Tradução de Ana Maria de Souza. 4 ed. São Paulo: Atheneu, 2008. 684 p. 22 Período Código 1 BACi01 Carga Horária Total 48 Disciplina CIÊNCIA, TECNOLOGIA E SOCIEDADE Carga Horária Teórica Carga Horária Prática 32 16 Ementa Construção do conhecimento científico. Ciência e Tecnologia. Ferramentas e Processos. História da Tecnologia. Tecnologia e Sociedade: questões ecológicas, filosóficas e sociológicas. Criatividade e inovação tecnológica. Tecnologia e Empreendedorismo. Objetivos Compreender o valor do capital humano no mundo tecnológico; criar senso crítico em relação ao desenvolvimento tecnológico e suas variadas dimensões; desenvolver a capacidade de diálogo e argumentação. BIBLIOGRAFIA BÁSICA HOLTZAPPLE, Mark Thomas; REECE, W. Dan. Introdução à engenharia. Editora LTC, (2006). ISBN: BARROS NETO, Benício de; SCARMINIO, Ieda Spacino; BRUNS, Roy Edward. Como fazer experimentos: pesquisa e desenvolvimento na ciência e na indústria. 3 ed. Campinas: Unicamp, (2007). ISBN: Bazzo, Walter Antonio; PEREIRA, Luiz Teixeira do Vale Pereira. Introdução à engenharia: conceitos, ferramentas e comportamentos. Florianópolis: Edufsc, (2008). ISBN: BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CHAUI, Marilena. Convite à filosofia. 14 ed. Editora Ática, (2010). ISBN: CHAUI, Marilena. Filosofia: volume único. 2 ed. Editora Ática, (2008). ISBN: COTRIM, Gilberto. Fundamentos da filosofia: história e grandes temas. 16 ed. Editora Saraiva, (2008). ISBN: Universidade Federal de Itajubá. Programa de Incentivo à Inovação na UNIFEI (PII). Editora Sebrae, (2008). ISBN: BOTELHO, Lilian da Silva. Histórias de sucesso: empresas graduadas das incubadoras mineiras: volume 2 Editora Sebrae, (2009). ISBN: 23 Período Código 1 BAC003 Horária Total 96 Disciplina DESENHO APLICADO Carga Horária Teórica Carga Horária Prática 48 48 Ementa Desenho geométrico. Desenho de projeções. Normas para projeções ortogonais. Normas para cotagem. Representação de cortes e secções de peças. Desenho em perspectiva. Módulos básicos do CAD. Geração de desenhos 2D através de primitivas geométricas. Funções básicas de edição. Noções de desenho 3D. Objetivo Habilitar o aluno para o domínio das traçagens geométricas como solução para o desenho técnico assim como para a solução de problemas de engenharia; Desenvolver habilidade para a execução de desenhos técnicos projetivos; Desenvolver habilidades e competências para a leitura e interpretação de desenhos executados no 1º e 3º diedros; Desenvolver habilidades e competências para o uso de uma ferramenta computacional de CAD. BIBLIOGRAFIA BÁSICA FRENCH, Thomas Ewing; VIERCK, Charles J. Desenho técnico e tecnologia gráfica. 8 ed. Editora Globo, (2005). DEL MONACO, Gino; RE, Vittorio. Desenho eletrotécnico e eletromecânico. Editora Hemus, (2004). HARRINGTON, David J.. Desvendando o AutoCAD 2005. Editora Pearson Makron Books, (2006). BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MARSH, Duncan. Applied geometry for computer graphics and CAD. 2 ed. Editora Springer, (2005) ZEID, Ibrahim. CAD/CAM theory and practice. Nova York: McGraw-Hill, (1991). SILVEIRA, Samuel João da. Aprendendo AutoCad 2008: simples e rápido. Florianópolis: Visual Books, (2008). UBRIG, Karlheinz; KIEL, Ernst; DEHMLOW, Martin. Desenho eletrotécnico básico. Editora EPU, (2006). CAMARGO, Ivan de; BOULOS, Paulo. Geometria analítica: um tratamento vetorial. 3 ed. Editora Prentice Hall, (2009). 24 Período Código 1 BAC004 Carga Horária Total 96 Disciplina INFORMÁTICA Carga Horária Teórica 64 Carga Horária Prática 32 Ementa Conceitos Gerais. Tipos de Dados e Algoritmos. Organização de Programas. Programação Top Down. Programação Estruturada. Introdução à linguagem de Programação. Funções. Arranjos Unidimensionais e Multidimensionais. Estruturas Heterogêneas de Dados. Apontadores. Memória Dinâmica. Arquivos. Sequenciais e Aleatórios. Gráficos. Objetivos Aplicar o raciocínio lógico na solução de problemas computacionais; Conhecer os conceitos básicos de algoritmos de programação; Conhecer as estruturas e funcionalidades de linguagens de programação procedural; Desenvolver algoritmos de programação; Programar utilizando a linguagem de programação C/C++. BIBLIOGRAFIA BÁSICA DEITEL, H. M.; DEITEL, P. J.. C++: como programar. 5 ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2008. 1163 p. FARRER, H. et. alli.,Programação estruturada de Algoritmos Estruturados, volume , Editora LTC, 3ª Edição, (1999),ISBN:9788521611806 ASCENCIO, Ana Fernanda Gomes; CAMPOS, Edilene Aparecida Veneruchi de. Fundamentos da programação de computadores: algoritmos, Pascal, C/C++ e Java. 2 ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, (2010). BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MIZRAHI, Victorine Viviane. Treinamento em Linguagem C++: modulo 1. 2 ed. Editora Makron Books, (2007) MIZRAHI, V. V. Treinamento em Linguagem C++ - Módulo 2. 2 ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, (2005). MANZANO, José Augusto Navarro Garcia; OLIVEIRA, Jayr Figueiredo de. Algoritmos: lógica para desenvolvimento de programação de computadores. 10 ed. rev. atual. São Paulo: Érica, (2000). FLAMIG, Bryan. Turbo C++: um guia para auto-aprendizado. Editora LTC, (1992). FARRER, Harry et al. Programação estruturada de computadores: algoritmos estruturados. 3ª ed. Editora Guanabara Dois, (2008) 25 Período Código 1 BAC000 Carga Horária Total 80 Disciplina MATEMÁTICA 0 Carga Horária Teórica 80 Carga Horária Prática 0 Ementa Conjuntos Numéricos. Números reais. Polinômios. Funções. Funções polinomiais. Funções exponenciais e logarítmicas. Funções trigonométricas. Funções compostas. Limites e continuidade. Introdução aos recursos numéricos e computacionais Objetivos Trabalhar os conteúdos de conjuntos numéricos, polinômios, funções, funções, limites de funções visando que os alunos adquiram a habilidade de: Realizar operações com conjuntos; Determinar domínio, imagem e gráfico de funções de uma variável Real; Interpretar e resolver limites fundamentais e aplicá-los no estudo de continuidade de funções. BIBLIOGRAFIA BÁSICA AVILA, Geraldo. Introdução ao Cálculo: 1 ed. LTC, 1998. ISBN 8521611331. DEMANA, Franklin.; WAITS, Bert.; FOLEY, Gregoryu.; KENNEDY, Daniel. Pré-Cálculo: Editora Pearson, 2009. ISBN 8588639378. BOULOS, Paulo. Introdução ao Cálculo: volume 1. 3ed. Editora Edgard Blucher, 1983. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ELLIOT, Mendelson. Introdução ao Cálculo: 2ed. Editora Bookman, 2007. ISBN8560031537. STEWART, James. Cálculo: volume 1. 6 ed. Cengage Learning, 2009. ISBN 8522106606. IEZZI, Gelson.; MURAKAMI, Carlos. Fundamentos de Matemática Elementar- Conjuntos, Funções: volume 1. 8 ed. Editora Saraiva, 2004. ISBN 9788535704556. IEZZI, Gelson.; MURAKAMI, Carlos. Fundamentos de Matemática Elementar: Limites, Derivadas, Integrais. 5 ed. Editora Atual, 1993. ISBN 8570564392. SAFIER, Fred. Pré-Cálculo- Col. Schaum.: volume 8. 6 ed. Editora Bookman, 2011. ISBN9788577809264. 26 Período Código 1 BAC009 Carga Horária Total 64 Disciplina QUÍMICA Carga Horária Teórica 48 Carga Horária Prática 16 Ementa Matéria e formas de Medida. Estrutura eletrônica dos átomos. Periodicidade Química e o impacto sobre os materiais. Conceito de Mol. Ligação Química e o impacto nas propriedades de materiais. Propriedades dos líquidos sólidos e gases. Fórmulas, equações Químicas e estequiometria das Reações. Equilíbrio Químico. Ácidos e Bases. Cinética Química. Eletroquímica. Introdução a Química Orgânica. Óleos, Lubrificantes e Combustíveis. Polímeros e Macromoléculas. Objetivos Introduzir os conceitos básicos da Química através do método científico e despertar a capacidade de raciocínio crítico a partir de observações experimentais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BROWN, T. L.; LEMAY, H. E.; BURSTEN, B. E. , Química: a ciência central, volume , Editora Pearson Prentice Hall, edição, (2005). ATKINS, Peter; PAUL, Julio de. Físico-Química: volume 1: fundamentos. 8 ed. Editora LTC, (2010). CHANG, Raymond. Química geral: conceitos essenciais. [General chemistry: the essential concepts]. 4 ed. Editora McGraw-Hill, (2006). BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ATKINS, P. , Princípios de química: questionando a vida moderna e o meio ambiente, Editora Bookman, (2007). SHRIVER, D. F. et al. Química inorgânica. 4 ed. Editora Bookman, (2008). VOGEL, Arthur Israel et al. Análise química quantitativa. 6 ed. Editora LTC, (2002). HARRIS, Daniel C.. Análise química quantitativa. 7 ed. Editora LTC, (2011). KOTZ, John C.; TREICHEL Jr., Paul M.. Química geral e reações químicas. 5 ed. Editora Pioneira Thomson Learning, (2005). 27 SEGUNDO PERÍODO Período Código 2 BACI02 Carga Horária Total 64 Disciplina COMUNICAÇÃO E EXPRESSÃO Carga Horária Teórica Carga Horária Prática 64 0 Ementa Estudos envolvendo as línguas portuguesa e inglesa: Linguagem verbal e não-verbal. Linguagem e Interação em diversos ambientes. Análise de Gêneros textuais orais, escritos e digitais. Oralidade na língua Inglesa, em softwares de treinamento de pronúncia e percepção auditiva. Análise das condições de Produção de texto técnico e acadêmico. Estrutura, organização, planejamento e Produção de textos com base em parâmetros da linguagem técnico-científica. Pesquisa científica em revistas eletrônicas, anais de congressos. Instrumentalização da formatação técnica, estruturação de gêneros acadêmicos, estilo e vocabulário técnico. Tópicos especiais. Objetivos Discutir os contextos onde a língua inglesa está presente tanto na vida acadêmica quanto na futura vida profissional expectativas X realidade; Instrumentalizar os alunos com estratégias de leitura como skimming, scanning, identificação de cognatos e palavras-chave, formação de palavras, pistas contextuais; Reconhecer elementos de coesão, como os conectivos e utilizá-los para compreensão de conexão de idéias, bem como ferramenta de previsão; Desenvolver conhecimento de vocabulário técnico aplicado à área de engenharia; Introduzir os gêneros 'relatório' e 'resumo', seus objetivos. No que tange à Língua portuguesa, a disciplina tem como objetivos levar os acadêmicos a: Entender o texto como meio pelo qual se estabelece a comunicação em suas mais diversas formas e situações; Compreender as diferenças entre linguagem verbal e não-verbal assim como a interferência destas no sucesso das situações comunicativas; Ler, compreender e produzir textos técnicos e acadêmico-científicos; Conhecer as características do texto e utilizar seus elementos básicos; Conhecer as funções retóricas assim como a linguagem técnico-científica e ser capaz de utilizá-las com propriedade n produção de textos orais e escritos; Resumir textos selecionando informações e mantendo a unidade semântica; Identificar e utilizar diferentes estratégias de leitura e produção de textos conforme a situação comunicativa. BIBLIOGRAFIA BÁSICA MEDEIROS, João Bosco. Redação Científica: a prática de fichamentos, resumos, resenhas. 11. ed. São Paulo: Atlas, 2009. MEDEIROS, João Bosco. Redação empresarial. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2010. NADÓLSKIS, Hêndricas. Comunicação redacional: atualizada segundo as regras do acordo ortográfico. 12 ed. Editora Saraiva, (2010). ISBN: GLENDINNING, Eric H. Oxford English For Electrical and Mechanical Engineering Student’s Book– Oxford University Press (corrigindo) JORDAN, R.R. Academic Writing Course – Student’s Book (Third Edition) : Editora: Pearson–Elt, 1999 SWALES, John M; FEAK, Chistine B. Academic Writing for Graduate Students, Essential Tasks and Skills. Second Edition. 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR Bibliografia Complementar de Língua Portuguesa GOLD, Miriam., Redação Empresarial: escrevendo com sucesso na era da globalização, volume , Editora Pearson Prentice Hall, 4 edição, (2005). ISBN: PHILIPPSBORN, Henry Erwin. Dicionário de tecnologia industrial: inglês/português. Editora Interciência, (2006). ISBN: 28 COLLIN, P. H. (ed.). Inglês dicionário de negócios: português-inglês/ inglês-português. Editora SBS, (2001). ISBN: DICIONÁRIO Oxford Escolar: para estudantes brasileiros de inglês. 2 ed. Editora Oxford University Press, (2007). ISBN: MUÑOZ, Isidro Cano. A arte de falar em público: como fazer apresentações comerciais sem medo. Editora Cengage Learning, (2008). ISBN: Bibliografia Complementar de Língua Inglesa BAILEY, Stephen. Academic Writing: A Handbook for International Students. Routledge Study Guides, 2006. DUCKWORTH, Michael. Business grammar & practice. Oxford University Press GLENDINNING, Eric & MCEWAN, John. Oxford Basic English for Computing. Oxford University Press GRUSSENDORF, Marion. English for Presentations Student's Book and MultiROM. Oxford University Press. WILLIAMS, Ivor. English For Science and Engineering– Editora: TH – Thomson Elt, 2007. IGREJA, J.R.; YOUNG, R. C. English for Job Interviews. Disal Editora, 2008. 29 Período Código 2 EAMI03 Carga Horária Total 64 Disciplina DIREITO AMBIENTAL Carga Horária Teórica Carga Horária Prática 64 0 Ementa Tópico I – Conceitos básicos; Tópico II – Princípios fundamentais de direito ambiental;Tópico III - Evolução histórica da legislação ambiental brasileira;Tópico IV - Política Nacional do Meio Ambiente (PNMA);Tópico V - Código Florestal Brasileiro;Tópico VI - Política Nacional dos Recursos Hídricos (PNRH);Tópico VII - Lei dos Crimes Ambientais;Tópico VIII - Sistema Nacional de Unidades de Conservação;Tópico IX - Tutela administrativa , civil e processual do meio ambiente; Tópico X - Estudos de caso com aplicação da legislação ambiental vigente e necessária para o licenciamento de empreendimentos em diversos estados brasileiros. Objetivos 1- Dominar os conhecimentos que dêem sustentação fundamentais às disciplinas correlatas; 2- Relacionar os assuntos temáticos como base integrada às disciplinas de biologia, limnologia e química ambiental; 3 - Contextualizar a Ecologia no âmbito educacional, social, econômico e político, demonstrando exemplos práticos de atuação multidisciplinar com demais profissionais durante a fase prévia, instalação e operação de empreendimentos e atividades passíveis de licenciamento ambiental. BIBLIOGRAFIA BÁSICA Direito Ambiental LEUZINGER, M. D.; CUREAU, S. . 192p 2a Ed Campus 2008 Modelagem de sistemas ambientais. CHRISTOFOLETTI, Antonio. 5 reimpr. , . xvi, 236 p. São Paulo: Edgard Blucher 2010 Avaliação e perícia ambiental CUNHA, Sandra Baptista da; GUERRA, Antonio José Teixeira (Org.) 11 ed Rio de Janeiro: Bertrand, 2010 Introdução ao Direito Ambiental FARIAS, T. 1a Ed Del Rey 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR Licenciamento Ambiental FARIAS, T. 222p 1a Ed Del Rey 2011; Crimes e Infrações Administrativas Ambientais COSTA NETO, N. D. C 3a Ed Del Rey, 2011; Direito do Ambiente: a gestão ambiental em foco MILARÉ, E. 7a Ed Revista dos Tribunais 2011; A economia da natureza. RICKLEFS, R.E. 5. Ed Guanabara Koogan 2003. 30 Período Código 2 EAMI04 Carga Horária Total 64 Disciplina ECOLOGIA APLICADA Carga Horária Teórica Carga Horária Prática 32 32 Ementa Introdução: relações com outras ciências, Princípios e conceitos relativos aos ecossistemas, Energia nos sistemas ecológicos, Ciclos Biogeoquímicos, Fatores limitantes, Ecologia Industrial, Modelos Matemáticos, Interações entre espécies, Comunidades, Sucessão ecológica. Objetivos Dominar os conhecimentos que dêem sustentação fundamentais às disciplinas correlatas; Relacionar os assuntos temáticos com as demais disciplinas do curso; Contextualizar a ecologia no âmbito de situações práticas que o aluno poderá realizar enquanto profissional. BIBLIOGRAFIA BÁSICA Fundamentos de ecologia. ODUM, E.P.; BARRETT, G.W. Ciência ambiental MILLER, G.T. Cengage Learning 2007 São Paulo: Cengage Learning 2008 Ecologia Industrial: Conceitos, Ferramentas e Aplicações GIANETTI, B. F.; ALMEIDA, C. M. V.B. 1a Ed Editora Edgard Blucher 2006 Fundamentos em Ecologia, TOWSEND,C.R; BEGON,M; HARPER,J.L. 2a Ed Artmed 2006 Modelagem de sistemas ambientais. CHRISTOFOLETTI, Antonio. São Paulo: Edgard Blucher 2010 Avaliação ambiental de processos SANTOS, Luciano Miguel Moreira dos. 2 ed São Paulo:Signus, 2006 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR Biologia. Biology CURTIS, Helena. Tradução de HeniSauaia. 2nd ed Rio de Janeiro: Guanabara Koogan 200 Métodos de estudos em biologia da conservação e manejo da vida silvestre. CULLEN JUNIOR, Laury; VALLADARESPADUA, Cláudio; RUDRAN, Rudy (Org.). 2 ed Curitiba: UFP 2006 31 Período Código 2 BAC011 Carga Horária Total 64 Disciplina ESTATÍSTICA Carga Horária Teórica 64 Carga Horária Prática 0 Ementa Noções básicas de probabilidade. Variáveis aleatórias. Distribuições de probabilidade. Teoremas-limite. Introdução à estatística. Descrição, exploração e comparação de dados. Estimativas e tamanhos de amostras. Teste de hipóteses. Estatística paramétrica. Objetivos Dominar os conhecimentos básicos de Estatística e Probabilidade, aplicando-os a situações rotineiras da Engenharia. Capacitar o aluno para o desenvolvimento de análise crítica, raciocínio lógico, compreensão de leitura técnica e de extrapolação de conhecimentos. Aprender como tratar estatisticamente os dados provenientes da área de trabalho. BIBLIOGRAFIA BÁSICA MONTGOMERY, Douglas C. ; RUNGER, George C. Estatística aplicada e probabilidade para engenheiros, volume , Editora LTC, 4ª edição, (2009). MORETTIN, Luiz Gonzaga. Estatística básica: volume único: Probabilidade e inferência. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010. ISBN 9788576053705. MAGALHÃES, M. N.; LIMA, A. C. P., Noções de Probabilidade e Estatística, Editora Edusp, 6 edição, (2005). BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR TRIOLA, Mario F.. Introdução à estatística. 10 ed. Editora LTC, (2008). MEYER, Paul. Probabilidade - Aplicações à Estatística. 2 ed. LTC, 1983. ISBN 9788521602941. MORETTIN, Pedro Alberto; BUSSAB, Wilton de Oliveira. Estatística Básica. 6 ed. São Paulo: Saraiva, 2010. ISBN 9788502081772. LEVINE, David M. Estatística – Teoria e Aplicações usando Microsoft Excel. 5 ed. LTC, 2008. ISBN 9788521616344. SILVA, Nilza Nunes. Amostragem Probabilística. 1. ed. São Paulo: Edusp. 1997. 32 Período Código 2 BAC019 Carga Horária Total 64 Disciplina MATEMÁTICA I Carga Horária Teórica 64 Carga Horária Prática 0 Ementa Derivadas, aplicações de derivadas, integrais, teoremas fundamentais do cálculo, aplicações de integrais e integração numérica. Objetivos Compreender os conceitos do conteúdo programático, especialmente técnicas de cálculo analítico e numérico de derivadas e integrais de funções de uma váriável e suas aplicações. Desenvolver habilidades geométricas, algébricas e numéricas dos tópicos estudados, como ferramentas básicas de solução de problemas e dentro do contexto dos cursos de Engenharia. BIBLIOGRAFIA BÁSICA STEWART, James. Cálculo: volume 1. 6 ed. Cengage Learning, 2009. ISBN 8522106606. GUIDORIZZI, Hamilton Luiz. Um curso de cálculo. 5 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2008. volume 1. ISBN 9788521612599. BURDEN, Richard L.; FAIRES, J. Douglas. Análise numérica. 8 ed. São Paulo: Cengage Learning, 2008. ISBN 8522106010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FLEMMING, Diva Marília; GONÇALVES, Mirian Buss. Cálculo A: funções, limite, derivação, integração. 6 ed. 2 reimpr. São Paulo: Makron, 2007. ISBN 9788576051152. THOMAS JUNIOR, George B. et al. Cálculo: volume 1. 11 ed. São Paulo: Addison-Wesley, 2009. ISBN 9788588639317. LEITHOLD, LOUIS. O Cálculo com Geometria Analítica: volume 1. 3 ed. Editora Harbra, 1994. ISBN8529400941. MUNEM, Mustafa A.; FOULIS, David J.. Cálculo: volume 1. LTC, 2008. ISBN 9788521610540. AVILA, Geraldo. Introdução ao Cálculo: 1 ed. LTC, 1998. ISBN 8521611331. 33 Período 2 Código BAC020 Carga Horária Total 64 Disciplina MATEMÁTICA II Carga Horária Teórica 64 Carga Horária Prática 0 Ementa Matrízes e sistemas lineares, aplicações, vetores no plano e no espaço, espaço vetorial, subespaço, espaço Rn, autovalores e autovetores, transformações lineares, cônicas e quádricas. Objetivos O curso propiciará ao aluno capacidade de dedução, raciocínio lógico e organizado e, ao término, ele será capaz de: Reconhecer e aplicar os tópicos aplicados; Dominar o conceito de vetores e suas aplicações; Reconhecer e desenhar cônicas transladadas e/ou rotacionadas; Determinar autovalores e autovetores e suas aplicações; Conectar as ferramentas de Geometria Analítica e Álgebra Linear às demais disciplinas dos Cursos de Engenharia. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BOLDRINI, José Luiz. et al. Álgebra linear. 3 ed. Harbra, 1986. ISBN 8529402022. CAMARGO, Ivan de; BOULOS, Paulo. Geometria Analítica: Um tratamento vetorial. 3 ed. Prentice Hall, 2009. ISBN 9788587918918. STEINBRUCH, Alfredo; WINTERLE, Paulo. Geometria Analítica. 2 ed. São Paulo: Pearson Makron Books, 2006. ISBN 0074504096. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR WINTERLE, Paulo.Vetores e Geometria Analítica.São Paulo: Pearson Makron Books, 2009. ISBN 9788534611091. SANTOS, Nathan Moreira dos. Vetores e matrizes: Uma introdução à álgebra linear. 4 ed. São Paulo: Thomson Learning, 2007. ISBN 8522105847. HOWARD, Anton. Álgebra Linear com Aplicações. 8 ed. Bookman Companhia Editora Ltda, 2001. ISBN 8573078472. LEITHOLD, LOUIS. O Cálculo com Geometria Analítica: volume 1. 3 ed. Editora Harbra, 1994. ISBN 8529400941. STEWART, James. Cálculo: volume 1. 6 ed. Cengage Learning, 2009. ISBN 8522106606. 34 TERCEIRO PERÍODO Período Código 3 BAC007 Carga Horária Total 128 Disciplina FÍSICA Carga Horária Teórica 80 Carga Horária Prática 48 Ementa Distribuições de erro. Algarismo significativo. Operações com algarismos significativos. Incerteza de medição. Erros sistemáticos e estatísticos. Propagação de incertezas. Tratamento estatístico da teoria de erros. Modelos e gráficos. Movimento unidimensional. Movimento bidimensional. Leis de Newton. Trabalho e energia. Conservação do momento linear. Colisões. Rotações e momento angular. Objetivos Possibilitar, através de fundamentação teórica-prática, a compreensão das leis e princípios da Física. Auxiliar o raciocínio para a solução de situações-problema. BIBLIOGRAFIA BÁSICA HALLIDAY, David, RESNICK Robert e JEARL Walker, . Física I, volume 1, Editora LTC, 8 edição, (2008). VUOLO, José Henrique. Fundamentos da teoria dos erros.Edgard Blucher (1996). TIPLER, Paul A; MOSCA, Gene. Física: para cientistas e engenheiros : Mecânica, oscilações e ondas, termodinâmica. Vol 1. 6° edição. Rio de Janeiro: LTC, 2009.ISBN: 9788521618928 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR SERWAY, Raymond A.; JEWETT JUNIOR, John W.. Princípios de física: volume 1, mecânica clássica. Cengage Learning (2008). ALONSO, Marcelo; FINN, Edward J.. Física: um curso universitário: volume 1, mecânica. Edgard Blucher (2009). FEYNMAN, Richard Phillips; LEIGHTON, Robert B.; SANDS, Mattew L.. Lições de física de Feynman: volume 1, mecânica, radiação e calor. Bookman (2008). HIBBELER, R. C.. Estática: mecânica para engenharia. 10 ed. Editora Pearson Prentice Hall, (2008) NUSSENZVEIG, Herch Moysés. Curso de física básica: volume 1: mecânica. Blucher (2009). 35 Período Código 3 EAMi05 Carga Horária Total 96 Disciplina GEOMÁTICA Carga Horária Teórica 32 Carga Horária Prática 64 Ementa Introdução: Elementos da Cartografia - Topografia clássica - definição, objetivos, equipamentos, métodos de mensuração horizontais e verticais, Direções magnéticas e verdadeiras, Rumos e azimutes, Levantamento planimétrico, Cálculo de coordenadas totais arbitrárias e verdadeiras (UTM e geográficas) e desenho em papel de poligonais, Levantamento altimétrico, Cálculo e desenho de curvas de nível, Cálculo de área e volume, Delimitação de bacias hidrográficas e drenagens. Cartografia - Escalas, Localização na superfície da Terra, Projeções cartográficas, Sistemas de referência, Formas de apresentação de mapas. Geodésia – História da geodésia, Forma da Terra, Técnicas de levantamento geodésico, Sistemas geodésicos, geodésia física e geométrica, Sistema geodésico mundial, Coordenadas geodésicas, Geodésia por satélite. Sistema de Posicionamento Global – História e características dos sistemas de posicionamento, Segmentos do sistema GPS, Sistemas de referência, Erros, Métodos de posicionamento, Aplicações do sistema. Objetivos 1- Dominar os conhecimentos que dêem sustentação fundamentais às disciplinas correlatas; 2- Dominar os conhecimentos necessários para a elaboração de um levantamento topográfico; 3- Contextualizar cartografia no âmbito da Engenharia Ambiental. BIBLIOGRAFIA BÁSICA FITZ, P. R. Cartografia básica. Oficina de Textos. São Paulo, 1ª reimpressão 2010. 2008. ISBN 978-85-86238-76-5. 143p. BORGES, A. C.. Topografia Aplicada à Engenharia Civil, Volume 1. Editora Blucher. São Paulo, 2ª Ed. 1977, 17ª reimpressão 2011. ISBN 978-85-212-0022-2. 191p. COMASTRI, J. A., TULER, J. C.. Topografia: Altimetria. Impr. Univ. Viçosa, UFV, 3ª Ed. 1999. ISBN 85-7269-035-2. 200p Casaca, J., Natos, J., Baio, M.. Topografia Geral. Tradução: Silva, L. F. C. F., Corrêa, D. C.. LCT, Rio de Janeiro. 4. Ed.. 2010. ISBN 978-85-216-156-1561-3. 208p. Material didático elaborado para a disciplina no decorrer desta. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR LOCH, C., CORDINI, J.. Topografia contemporânea: planimetria. Editora da UFSC. Florianópolis, 3ª Ed.. 2007. ISBN 978-85-328-0381-8. 321p. McCORMAC, J. C.. Topografia. Tradução Silva, D. C., Editora LCT. Rio de Janeiro. 5ª edição. 2007. ISBN 85-216-1523-X. 391p. BORGES, A. C.. Exercícios de topografia. Editora Blucher. São Paulo, 3ª Ed. 1975, 14 reimpressâo 2010. ISBN 978-85212-0089-5. 192p. BORGES, A. C.. Topografia Aplicada à Engenharia Civil, Volume 2. Editora Blucher. São Paulo, 2ª Ed. 1992, 8ª reimpressão 2010. ISBN 978-85-212-0131-1. 232p. GONÇALVES, J. A., MADEIRA, S., SOUZA, J. J.. Topografia conceitos e aplicações. Editora: LIDEL (BRASIL), 2a Ed. 2008. ISBN: 9727574858. 344p. COMASTRI, J. A., GRIPP JUNIOR, J.. Topografia Aplicada: medição divisão e demarcação. Impr. Univ., Viçosa, UFV, 1990. 203p 36 Período 3 Código BACi21 Carga Horária Total 64 Disciplina MATEMÁTICA III Carga Horária Teórica 64 Carga Horária Prática 0 Ementa Sequências e séries; derivadas parciais; coordenadas polares; integrais duplas. Objetivos Compreender os conceitos do conteúdo programático: técnicas de cálculo analítico e numérico de derivadas e integrais de funções de varias variáveis e suas aplicações. Desenvolver habilidades: geométricas, algébricas e numéricas dos tópicos estudados, como ferramentas básicas de solução de problemas e dentro do contexto dos cursos de engenharia. BIBLIOGRAFIA BÁSICA Stewart, J., Cálculo, volume 1, Editora Cengage Learning, 6ª edição, (2009). Stewart, J., Cálculo, volume 2, Editora Cengage Learning, 6ª edição, (2010). Guidorizzi, H. L. Um curso de cálculo, volume 1, Editora LTC, 5ª edição, (2009). BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR Thomas, G. B., Cálculo, volume 1, Editora Pearson Addison Wesley, 11ª edição, (2009). Thomas, G. B., Cálculo, volume 2, Editora Addison Wesley, 11ª edição, (2009). FLEMMING, Diva Marília; GONÇALVES, Mirian Buss. Cálculo A: funções, limite, derivação, integração. 6 ed. Editora Makron, (2007). Guidorizzi, H. L., Um curso de cálculo, volume 2, Editora LTC, 5ª edição, (2008). Guidorizzi, H. L. Um curso de cálculo, volume 3, Editora LTC, 5ª edição, (2008). 37 Período 3 Código BAC022 Carga Horária Total 64 Disciplina MATEMÁTICA IV Carga Horária Teórica 32 Carga Horária Prática 32 Ementa Equações diferenciais lineares de ordem um: Métodos Numéricos. Equações diferenciais de ordem dois: Métodos Numéricos. Soluções em série para equações lineares de ordem dois: Método de Frobenius, Métodos Numéricos. Equações diferenciais lineares de ordem maior que dois. Objetivos Ao final do curso o aluno deverá ser capaz de identificar e resolver problemas que envolvam as técnicas para soluções de equações diferenciais lineares de ordem um e dois, sistemas de equações diferenciais lineares e problemas que envolvam expansão em séries de potências e métodos numéricos para a resolução de equações diferenciais de ordem um e ordem dois. O aluno também deverá ser capaz de identificar os principais modelos de equações diferencias, bem como exemplos, de equações diferenciais de ordem um e ordem dois. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BOYCE, Willian E.; DIPRIMA, Richard C. Equações diferenciais elementares e problemas de valores de contorno. 9 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2010. ISBN 9788521617563. GUIDORIZZI, Hamilton Luiz. Um curso de cálculo: volume 4. 5 ed. reimpr. Rio de Janeiro: LTC, 2008. ISBN 9788521613305. ZILL, Dennis G. Equações diferenciais: com aplicações em modelagem. Cengage Learning, 2011. ISBN 9788522110599. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BRANNAN, James R.; BOYCE, William E. Equações diferenciais: Uma Introdução a Métodos Modernos e Suas Aplicações. LTC, 2008. ISBN 9788521616559. STEWART, James. Cálculo: volume 2. 6 ed. São Paulo: Cengage Learning, 2010. ISBN 8522106614. DIACU, Florin. Introdução à Equações Diferenciais: 1 ed. LTC, 2004.ISBN 8521614039. APOSTOL, TOM. Cálculo: volume 2. 3 ed. Editora Reverté, 2008. ISBN 9788429150162. DE FIGUEIREDO, Djairo Guedes.; NEVES, Aloisio Ferreira.. Equações Diferenciais Aplicadas. Matemática Universitária, 2009. ISBN 9788570280145. IMPA- Coleção 38 Período 3 Código EamI06 Carga Horária Total 96 Disciplina MICROBIOLOGIA AMBIENTAL Carga Horária Teórica 64 Carga Horária Prática 32 Ementa Fundamentos de microbiologia. Metabolismo e crescimento bacteriano. Controle de microrganismos. Microbiologia do ar, do solo e da água. Objetivos Propiciar o entendimento do papel dos microrganismos no meio ambiente, além de seus usos na remediação de áreas contaminadas e no tratamento de águas residuárias. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BLACK, J.G. Microbiologia: Fundamentos e Perspectivas. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 4.ed., 2002, 829p. PELCZAR Jr, M.J.; CHAN, E.C.S.; KRIEG, N.R.; EDWARDS, D.D.; PELCZAR, M.F. Microbiologia: conceitos e aplicações. v. 1. 2.ed. São Paulo: Makron Books do Brasil, 2009. 524p. PELCZAR Jr, M.J.; CHAN, E.C.S.; KRIEG, N.R.; EDWARDS, D.D.; PELCZAR, M.F. Microbiologia: conceitos e aplicações. v. 2. 2.ed. São Paulo: Makron Books do Brasil, 2010. 517p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR VERMELHO, A.B.; PEREIRA, A.F.; COELHO, R.R.R.; SOUTO-PADRÓN,T. Práticas de Microbiologia. Rio de Janeiro:Guanabara-Koogan, 1.ed., 2006, 256p./ PRIMAVESI, A. Manejo ecológico do solo: a agricultura em regiões tropicais. São Paulo: Nobel, 2010. 549 p. 39 QUARTO PERÍODO Período Código 4 BAC014 Carga Horária Total 96 Disciplina ENGENHARIA DE FLUIDOS Carga Horária Teórica Carga Horária Prática 80 16 Ementa Grandezas e conceitos fundamentais em Fenômenos de Transporte. Propriedades de uma substância pura. Trabalho e calor. Primeira lei da termodinâmica. Segunda lei da termodinâmica. Estática dos Fluidos. Equações da conservação da massa, da quantidade de movimento e da primeira lei da termodinâmica para um volume de controle. Escoamento incompressível de fluidos não viscosos. Análise dimensional e semelhança. Escoamento interno, viscoso e incompressível. Transferência de calor. Transferência de massa. Objetivos A disciplina tem por objetivo ensinar e transferir conhecimento e tecnologia para execução de serviços relacionados à engenharia Elétrica, Ambiental, Computação e Materiais. Visa capacitar os alunos para serem profissionais competentes com capacidade de tomar decisões. BIBLIOGRAFIA BÁSICA INCROPERA, F. P.; WITT, D. P. de. Fundamentos de Transferência de Calor e de Massa. Ed. LTC. 2008. 6ª ed. WYKEN, Gordon J. Van; SONNTAG, Richard E.; BORGNAKKE, C. Fundamentos da Termodinâmica. Editora Edgard Blucher. 7ª ed. 2009. ISBN: 8521204906. LIVI, Celso Pohlmann. Fundamentos de Fenômenos de Transporte. Editora LTC. 1ª ed. 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ÇENGEL, Yunus A. ; BOLES, Michael A. Termodinâmica. Editora Mc Graw Hill. 5ª ed. 2007. POTTER, Merle C ; SCOTT, Elaine P. Ciências Térmicas. Editora Thomson Pioneira. 1ª ed. 2006. ÇENGEL, Yunus A. Transferência de Calor e Massa. Editora Mc Graw Hill – Artmed. 3ª ed. 2009. ISBN: 8577260755. BRUNETTI, Franco. Mecânica dos Fluidos. Editora Prentice Hall Brasil. 2ª ed. 2008. ISBN: 8576051826. MORAN, Michael J. ; SHAPIRO, HOWARD, N. Princípios de Termodinâmica Para Engenharia. Editora LTC. 6ª ed. 2009. ISBN: 8521616899. FOX, Robert W.; PRITCHARD, Philip J.; MCDONALD, Alan T. Introdução à Mecânica dos Fluidos. Editora LTC, 2010. ISBN 9788521617570 40 Período Código 4 EAMI07 Carga Horária Total 64 Disciplina FUNDAMENTOS DE METEOROLOGIA Carga Horária Teórica Carga Horária Prática 48 16 Ementa O Sol, a Terra e sua atmosfera. Parâmetros físicos e meteorológicos. Radiação solar e terrestre. Termodinâmica atmosférica. Estabilidade. Precipitação. Movimentos atmosféricos. Instrumentação meteorológica. Fenômenos meteorológicos. Climatologia. Meteorologia Ambiental (poluição do ar, aerossóis atmosféricos, modelos fotoquímicos urbanos, estudos de impacto ambiental). Atividades de laboratório e campo. Objetivos Propiciar aos acadêmicos do curso fundamentos teóricos da meteorologia e sua aplicação prática em áreas correlatas como modelagem e poluição atmosférica. BIBLIOGRAFIA BÁSICA SPIRO, T.G; STIGLIANI, W.M. Química Ambiental. 2.ed. Pearson / Prentice Hall. 2008. VAREJÃO S. Climatologia e Meteorologia. INMET. Versão Digital II, Recife, 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR LENZI, Ervim; FAVERO, Luzia Otilia Bortotti. Introdução à química da atmosfera: ciência, vida e sobrevivência. reimpr. Rio de Janeiro: LTC, 2011. xix, 465 p.; il. tab. quad. graf.; 28cm. ISBN 9788521616337. Revista Brasileira de Meteorologia, São José dos Campos: SBMET, v. 24, n.2, p. 188-207, il. graf.. jun. 2009. 41 Período 4 Código EAMI08 Carga Horária Total 128 Disciplina GEOLOGIA E PEDOLOGIA Carga Horária Teórica 64 Carga Horária Prática 64 Ementa GEOLOGIA - O estudo da Terra. Dinâmica interna da Terra: tectônica de placas, vulcanismo e plutonismo, terremotos. Minerais. Natureza e classificação genética de rochas. PEDOLOGIA - Intemperismo físico e químico. Fatores e condições que governam a intensidade do intemperismo. Distribuição dos processos de alteração na superfície da Terra. Produtos do intemperismo (solos e depósitos lateríticos). Origem e formação dos solos, fatores, processos e classes de formação. Classificação dos Solos na engenharia. Índices físicos dos solos. Compactação. Métodos de Investigação do subsolo. Propriedades físicas dos solos (cor, textura, densidade, estrutura e agregação, consistência). Atividades de campo e laboratório. Objetivos 1- Dominar os conhecimentos que dêem sustentação às disciplinas correlatas; 2- Interpretar os principais fenômenos e processos ligados à formação dos solos, desde a alteração das rochas até a diferenciação pedológica; 3- Compreender as propriedades do solo e seu comportamento no meio ambiente. BIBLIOGRAFIA BÁSICA PRESS, F; SIEVER, R; GROTZINGER, J; JORDAN, T. H. Para Entender a Terra. Porto Alegre: Artmed, 4ª Ed., 2006. OLIVEIRA, J. B. de. Pedologia Aplicada. Jaboticabal: Fealq, 4ª Ed., 2011. MEURER, E. J. (ed.). Fundamentos de Química do Solo. Porto Alegre: Evangraf, 4ª Ed., 2010. RESENDE, M; CURI, N; REZENDE, S. B; CORRÊA, G. F. Pedologia: base para distinção de ambientes. Viçosa: Editora UFLA, 5ª Ed., 2007. EMBRAPA. Sistema Brasileiro de Classificação de Solos. Brasília: Embrapa Solos, 2ª Ed., 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 42 Período Código 4 EAMI09 Carga Horária Total 96 Disciplina GEOPROCESSAMENTO Carga Horária Teórica Carga Horária Prática 32 64 Ementa Sensoriamento Remoto: Histórico, Comportamento Espectral, Sensores, Tipos de Satélites, Radares, Processamento digital de imagens, Classificação supervisionada. Sistemas de Informação Geográfica: Conceitos, Histórico, Visões de SIG, Estrutura de SIG, Componentes de um SIG, Estrutura de dados tipo raster e vector, Banco de dados geográficos, Modelo Digital de Terreno (MDT). Objetivos - Dominar os conhecimentos que dêem sustentação fundamentais às disciplinas correlatas; - Dominar os conhecimentos necessários para a elaboração a manipulação de imagens digitais e a criação e manipulação de planos de informações em um SIG; - Contextualizar o sensoriamento remoto e os Sistemas de Informações Geográficas no âmbito da Engenharia Ambiental e Energética. BIBLIOGRAFIA BÁSICA MOREIRA, M. A.. Fundamentos do Sensoriamento Remoto e Metodologias de Aplicação. Editora UFV. 4ª Ed. 2011. ISBN 978-85-7269-381-3. 422p. MIRANDA, J.I. Fundamentos de Sistemas de Informações Geográficas. Editora EMBRAPA. 2ª Ed. 2010,. ISBN 978-857383-481-9. 425p. BLASCHKE, T.; KUX, H. Sensoriamento Remoto e SIG Avançados. Editora Oficina de Textos. 2ª Ed. 2007. ISBN 8586238570. 304 p. LIU, W.T.H. Aplicações de sensoriamento remoto. Editora Uniderp. Campo Grande. 2006. ISBN 85-7704-040-0. 908p. NOVO, E. M. L. M.. Sensoriamento Remoto: Princípios e aplicações. Editora Blucher. 4ª Ed. 2011. ISBN 9788521205401. 388 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FUCKS, S.; CARVALHO, M. S.; CÂMARA, G.; MONTEIRO, A.M. Análise Espacial de Dados Geográficos. Editora EMBRAPA. 2004,. ISBN 85-7383-260-6. 209p. SILVA, A. B. Sistemas de Informações Geo-referenciadas: Conceitos e Fundamentos. Editora UNICAMP. ISBN 978852808966. SILVA, J. J. X., ZAIDAN, R. T. Geoprocessamento e análise ambiental. Editora Bertrand Brasil. 4ª Ed. 2004. ISBN 8528610764. 368p. BAPTISTA, G. M. M.. Sensoriamento Remoto Hierespectral. O novo Paradigma nos Estudos de Solos Tropicais. Editora Universa. 2006. ISBN 85-86591-86-6. 212p. 43 Período Código 4 BAC023 Carga Horária Total 64 Disciplina MATEMÁTICA V Carga Horária Teórica Carga Horária Prática 64 0 Ementa Funções vetoriais. Integrais de linha. Integrais de Superfície. Teorema de Green. Teorema de Stokes e Teorema do Divergente. Objetivos Ao final da disciplina o aluno será capaz de identificar e resolver problemas envolvendo o cálculo sobre campos vetoriais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA STEWART, James. Cálculo: volume 2. 6 ed. São Paulo: Cengage Learning, 2010. ISBN 8522106614. GUIDORIZZI, Hamilton Luiz.Um curso de cálculo: volume 3. 5 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2008. ISBN 97885216512575. THOMAS JUNIOR, George B. et al. Cálculo: volume 2. 11 ed. São Paulo: Addison-Wesley, 2009. ISBN 9788588639362. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR APOSTOL, TOM. Cálculo: volume 2. 3 ed. 1. Editora Reverté, 2008. ISBN 9788429150162. LEITHOLD, LOUIS. O Cálculo com Geometria Analítica: volume 2. 3 ed. Editora Harbra, 1994. ISBN 8529402065. MUNEM, Mustafa A.; FOULIS, David J.. Cálculo: volume 2. LTC, 2008. v. 2. ISBN 9788521610939. ÁVILA, Geraldo. Cálculo das Funções de múltiplas variáveis. 9788521610427. volume 3, editora LTC, 7ª edição, 2003. ISBN FLEMMING, Diva Marília; GONÇALVES, Mirian Buss. Cálculo B: funções de várias variáveis, integrais múltiplas, integrais curvilíneas e de superfície. ed. 2. Editora Pearson, 2007. ISBN 9788576051169. 44 QUINTO PERÍODO Período Código 5 BAC006 Carga Horária Total 64 Disciplina ELETRICIDADE Carga Horária Teórica Carga Horária Prática 48 16 Ementa Natureza da Eletricidade. Lei de Ohm e potência. Circuitos série, paralelo e mistos. Leis de Kirchhoff. Análise de circuitos em corrente contínua. Fundamentos do eletromagnetismo: Capacitância, circuitos magnéticos, indutância, lei de FaradayLenz e perdas no ferro. Análise de circuitos em correntes alternadas. Circuitos trifásicos. Noções de transformadores, máquinas de indução, síncronas e de corrente contínua. Fundamentos de acionamentos elétricos. Objetivos Compreender os princípios da eletricidade em corrente contínua e alternada, transformadores e máquinas elétricas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ROBERT Boylestad, Introdução à Análise de Circuitos , Pearson Prentice Hall, 2008 ISBN 8587918184 . O'MALLEY, John, Análise de circuitos, 2ª Edição , Editora: Makron Books , 1994. ISBN 853460194. NAHVI, Mahmood; EDMINISTER, Joseph A. , Teoria e problemas de circuitos elétricos 2ª Edição. Editora Bookman 2008, ISBN 8536305517. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR GUSSOW, Milton. Eletricidade Básica. [Schaum's outline of theory and problems of basic eletricity]. Tradução Aracy Mendes da Costa. 2 edição. São Paulo: McGraw-Hill, 2009. ISBN 9788534606127. NILSSON, James W.; RIEDEL, Susan A.. Circuitos elétricos. 9788576051596 . 8 edição. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010. ISBN ORSINI, Luiz de Queiroz; CONSONNI, Denise. Curso de Circuitos Elétricos Vol. 1 , 2ª Edição. Editora Blucher, 2002 ISBN 9788521203087 . ORSINI, Luiz de Queiroz; CONSONNI, Denise. Curso de Circuitos Elétricos Vol. 2 , 2ª Edição. Editora Blucher, 2002 ISBN 9788521203322. ORSINI, Luiz de Queiroz; Exercícios de Circuitos Elétricos, Editora Blucher, 1976 ISBN 45 Período 5 Código BAC010 Carga Horária Total 96 Disciplina ENGENHARIA DE SÓLIDOS Carga Horária Teórica 80 Carga Horária Prática 16 Ementa Sistemas de forças. Estática dos corpos rígidos. Centros de gravidade. Momento estático de áreas. Momentos e produtos de inércia. Propriedades Mecânicas dos Materiais. Carga Axial. Torção. Flexão. Cargas Combinadas. Análise de Tensões. Deformações. Esforços em vigas e cabos. Atrito. Sistemas de pontos materiais. Cinemática dos corpos rígidos. Dinâmica do movimento plano de corpos rígidos. Energia cinética dos corpos rígidos no movimento plano. Noções de dinâmica em três dimensões. Objetivos O objetivo principal desta disciplina é fornecer ao estudante uma apresentação clara e completa da teoria de mecânica e aplicações à engenharia. BIBLIOGRAFIA BÁSICA HIBBELER, R. C.. Estática: mecânica para engenharia. 10 ed. Editora Pearson Prentice Hall, (2008). NUSSENZVEIG, Herch Moysés. Curso de física básica: volume 1: mecânica. 4 ed. Editora Blucher, (2009). HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl. Fundamentos da física: volume 1, mecânica. 8 ed. Editora LTC, (2009) BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BEER, Ferdinand Pierre; JOHNSTON Jr., Elwood Russel; CLAUSEN, William E.. Mecânica vetorial para engenheiros: dinâmica. 7 ed. Editora McGraw-Hill, (2006). BEER, Ferdinand Pierre et al. Mecânica vetorial para engenheiros: estática. 7 ed. Editora McGraw-Hill, (2006). KITTEL, Charles. Introdução à física do estado sólido. 8 ed. Editora LTC, (2006). HIBBELER, R. C.. Resistência dos Materiais. 5 ed. Editora Pearson Prentice Hall, (2009). SHAMES, Irving Herman. Estática: volume 1: mecânica para engenharia. 4 ed. Editora Pearson, (2002) 46 Período 5 Código EAMI10 Carga Horária Total 80 Disciplina HIDRÁULICA Carga Horária Teórica 48 Carga Horária Prática 32 Ementa Escoamento em canais – Conceituação, estados e regimes de escoamentos. Propriedades dos escoamentos em canais. Conservação da energia e da quantidade de movimento nos canais. Escoamento crítico. Escoamento uniforme. Escoamento gradualmente variado. Escoamento bruscamente variado. Vertedouros e orifícios. Objetivos Proporcionar aos alunos do curso de Engenharia Ambiental conhecimentos teóricos e práticos dos tópicos citados na ementa. Inferir a importância da disciplina como complemento para a formação do engenheiro ambiental. Apresentar os principais problemas envolvendo o transporte de água e ao projeto de estruturas hidráulicas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA PORTO, R. M. . HIDRÁULICA BÁSICA 4a edição. 4. ed. SÃO PAULO: RETTEC GRÁFICA E EDITORA, 2006. v. 2500. 529 p. AZEVEDO NETTO. J.M.; FERNANDEZ Y FERNANDEZ. M.; ARAUJO. R. DE; & ITO. A.E. Manual de hidráulica . 8. ed. São Paulo: Blücher. 1998. 669p. BAPTISTA, M. B.; COELHO, M. M. L. P.. Fundamentos de engenharia hidráulica. 3. ed. Belo Horizonte: UFMG, 2010. 480 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR PORTO, R. M. . EXERCÍCIOS DE HIDRÁULICA BÁSICA. 1. ed. SÃO CARLOS: SERVIÇO GRÁFICO DA EESCUSP, 2011. v. 1. 105 p. BAPTISTA, M. B.; COELHO, M. M. L. P. & CIRILO, J. A. (Org.). Hidráulica Aplicada. 2 ed., Porto Alegre: ABRH, 2001. CHOW, VEN TE. Open-Channel Hydraulics. New York: McGraw-Hill, 1959. 680 p. CHADWICK, A. & MORFETT, J.. Hydraulics in civil and environmental engineering. 4th ed. - London and New York : Spon Press, cop. 2004. 644 p. CHAUDHRY, M.H. Open-Channel Flow, Second Edition, Springer, New York, NY, 2007, 523 pp. Período Código 5 BAC024 Carga Horária Total 64 Disciplina MATEMÁTICA VI Carga Horária Teórica Carga Horária Prática 64 0 Ementa Transformada de Fourier, transformada de Laplace, série de Fourier, equações diferenciais parciais e problemas de contorno e valor inicial. Objetivos Estudar problemas de engenharia e transformá-las em um modelo matemático na forma de equações diferenciais com condição de contorno, então resolver as mesmas utilizando ferramentas matemáticas e numéricas básicas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BOYCE, Willian E.; DIPRIMA, Richard C. Equações diferenciais elementares e problemas de valores de contorno. 9 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2010. ISBN 9788521617563. 47 DE FIGUEIREDO, Djairo Guedes.; NEVES, Aloisio Ferreira. Equações Diferenciais Aplicadas. Matemática Universitária, 2009. ISBN 9788570280145. IMPA- Coleção GUIDORIZZI, Hamilton Luiz. Um curso de cálculo: volume 4. 5 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2008. ISBN 9788521613305. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BRANNAN, James R.; BOYCE, William E. Equações Diferenciais aplicações. 1 ed. LTC, 2008. ISBN 9788521616559. uma introdução a métodos modernos e suas ZILL, Dennis G.. Equações diferenciais: com aplicações em modelagem. Cengage Learning, 2011. ISBN 9788522110599. STEWART, James. Cálculo: volume 2. 6 ed. São Paulo: Cengage Learning, 2010. ISBN 8522106614. APOSTOL, TOM. Cálculo: volume 2. 3 ed. 1. Editora Reverté, 2008. ISBN 9788429150162. DE FIGUEIREDO, Djairo Guedes. Análise de Fourier e Equações Diferenciais Parciais. 9788524401206. IMPA, 2003. ISBN 48 Período Código 5 BAC025 Carga Horária Total 48 Disciplina METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA Carga Horária Teórica Carga Horária Prática 32 16 Ementa Introdução à Epistemologia. Técnicas de redação, relatórios técnico-científicos, fichamentos, análise crítica de textos científicos, busca sistemática da literatura científica, pesquisa na rede mundial de computadores, construção do trabalho científico, discussão e aplicação das normas da ABNT na produção de textos científicos. Diversas possibilidades metodológicas para a realização de pesquisa científica; métodos, técnicas e instrumentos de análise. Projeto de pesquisa, abordagens metodológicas, tipos e técnicas de pesquisa, coleta e análise de dados, validação, formatação e apresentação oral e escrita de trabalhos acadêmico-científicos e processo de orientação de trabalhos acadêmico-científicos. Objetivos Apresentar ao aluno a formatação e a metodologia do trabalho científico, a fim de torná-lo apto à sua análise, estruturação e execução; Estimular a pesquisa e a produção de conhecimentos científicos, desenvolvendo o raciocínio, a criticidade e a expressão do pensamento; Habilitar o aluno a elaborar um projeto de Pesquisa Científica; Preparar o aluno para redigir um texto científico; Capacitar o aluno ao desenvolvimento de trabalhos de pesquisa científica, tanto no que se refere aos aspectos técnicos como nos aspectos práticos; Compreender o papel da dimensão científica da Engenharia. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CRESWELL, J. W. Projeto de Pesquisa: Métodos qualitativo, quantitativo e misto. 3. ed. Porto Alegre: Editora Artmed, 2010 . SALOMON, D. V. Como fazer uma monografia. 12. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2010. SAMPIERI, R. H.; COLLADO, C. F.; LUCIO, P. B. Metodologia de Pesquisa. 3. ed. São Paulo: Ed. Mc Graw Hill, 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BREAKWLL, G. M; HAMMOND, S.; SCHAW, C. F.; SMITH, J. A. Método de Pesquisa em Psicologia. 3. ed. Porto Alegre: Editora Artmed, 2010. ALVES, R. Filosofia da Ciência: Introdução ao jogo e suas regras. 12. ed. São Paulo: Loyola, 2007. CHARMAZ, K. A Construção da Teoria Fundamentada: Guia Prático para Análise Qualitativa. Porto Alegre: Editora Artmed, 2009. ESTEBAN, M.P.S. Pesquisa Qualitativa em Educação: Fundamentos e tradições. Porto Alegre: McGraw Hill, 2010. MIGUEL, P.A.C. (Coord.). Metodologia da Pesquisa em Engenharia de Produção e Gestão de Operações. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. 49 Período Código 5 EAMI11 Carga Horária Total 112 Disciplina QUÍMICA AMBIENTAL Carga Horária Teórica Carga Horária Prática 64 48 Ementa 1. Introdução: Conceitos gerais sobre química ambiental, poluição e contaminação; 2. Processos químicos que ocorrem na água, solo e ar provocados por poluentes e substâncias tóxicas; 3. Tecnologias para atenuação dos efeitos dos poluentes de ordem natural e antrópica. Objetivos Propiciar aos acadêmicos do curso aspectos teóricos e práticos no contexto interdisciplinar da disciplina por envolver não só conceitos básicos da química como também da biologia, meteorologia, ecologia e engenharia sanitária e ambiental. Assim, serão selecionados estudos de casos em que ocorrem processos químicos (mudanças) naturais ou causados pelo homem. BIBLIOGRAFIA BÁSICA SPIRO, T.G; STIGLIANI, W.M. Química Ambiental. 2.ed. Pearson / Prentice Hall. 2008. VON SPERLING, M. Princípios do tratamento biológico de águas residuárias. Introdução à qualidade das águas e ao tratamento de esgotos. Vol. 1. Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental - UFMG. 3a ed., 4.a reimpressão, 2009, 452 p. ISBN: 8570411146. BAIRD, C.; CANN, M. Química ambiental. 4ªed. Bookman. 2011. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DERISIO, José Carlos. Introdução ao controle de poluição ambiental. 3 ed. rev. ampl. São Paulo: Signus, 2007. 192 p. Inclui bibliografia; il. tab. quad.; 21cm. ISBN 9788587803290.(Complementar) VON SPERLING, M. Estudo e modelagem da qualidade da água de rios. Vol. 7. Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental - UFMG. CLESCERI, L.S.; GREENBERG, A.E. Standard Methods for the Examination of Water and Wastewater. APHAAWWA-WEF, 21.ed., 2005, 1600p., ISBN: 0875530478. LENZI, Ervim; FAVERO, Luzia Otilia Bortotti. Introdução à química da atmosfera: ciência, vida e sobrevivência. reimpr. Rio de Janeiro: LTC, 2011. xix, 465 p. Inclui bibliografia (ao final de cada capítulo) e índice; il. tab. quad. graf.; 28cm. ISBN 9788521616337. 50 SEXTO PERÍODO Período Código 6 BAC016 Carga Horária Total 80 Disciplina ECONOMIA E ADMINISTRAÇÃO Carga Horária Teórica Carga Horária Prática 80 0 Ementa Natureza e método de economia. História do pensamento econômico. Microeconomia. Macroeconomia. Análise de sensibilidade. Projeto de Viabilidade Econômica. A organização e a administração da empresa. Teorias gerais da administração. Métodos de planejamento e controle. Gestão de pessoas. Gestão financeira. Contabilidade e balanço. Objetivos Oferecer aos alunos os conceitos sobre as funções e as características básicas do administrador e das organizações. Desenvolver a visão integrada das organizações e da teoria geral da administração. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ROSSETTI, José Paschoal, Introdução a economia, Editora Atlas, 20 edição, (2009). FARAH, Osvaldo Elias; CAVALCANTI, Marly; MARCONDES, Luciana Passos (Orgs.). Empreendedorismo estratégico: criação e gestão de pequenas empresas. Vários autores. Editora Cengage Learning, (2008). BERNARDI, Luiz Antônio. Manual do empreendedorismo e gestão: fundamentos, estratégias e dinâmicas. Editora Atlas, (2008). BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CORNACHIONE JUNIOR, Edgard B.. Informática aplicada às áreas de contabilidade, administração e economia. 3 ed. Editora Atlas, (2010). LANZANA, Antonio Evaristo Teixeira, Economia brasileira: fundamentos e atualidade,Editora Atlas (2009). PASSOS, Carlos Roberto Martins; NOGAMI, Otto, Princípios de economia, Editora Cengage Learning (2009). FREZATTI, Fábio, Gestão da viabilidade econômico-financeira dos projetos , Editora Atlas (2008). HEILBRONER, Robert L.. A história do pensamento econômico. 6 ed. Editora Nova Cultural, (1996). MOCHÓN, Francisco, Princípios de economia, Editora Pearson Prentice Hall, (2008). 51 Período 6 Código EAMI13 Carga Horária Total 128 Disciplina HIDROLOGIA Carga Horária Teórica 64 Carga Horária Prática 64 Ementa O ciclo hidrológico. Bacia hidrográfica. Precipitação. Interceptação. Evaporação e evapotranspiração. Infiltração. Águas subterrâneas. Escoamento superficial. Medições de vazões. Objetivos Proporcionar aos alunos do curso de Engenharia Ambiental conhecimentos teóricos e práticos dos tópicos citados na ementa. Contextualizar a hidrologia no âmbito educacional e profissional do aluno, demonstrando a importância do conhecimento desta disciplina para o engenheiro ambiental. BIBLIOGRAFIA BÁSICA TUCCI, Carlos E.M. (Org.). Hidrologia. Ciências e aplicação. Porto Alegre: Ed. da Universidade: ABRH: EDUSP, 1993. 943p. PORTO, R. L. L. (organizador) 1991 Hidrologia Ambiental. EDUSP ABRH São Paulo. 411p. RIGHETTO, A. M. 1998 Hidrologia e Recursos Hídricos. EESC/USP. São Carlos, 840p. VILLELA, Swami M., MATTOS, Arthur. Hidrologia aplicada. São Paulo: McGraw-Hill, 1975. 245p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR WURBS, R. A.; JAMES, W. P. 2001 Water Resources Engineering. Prentice Hall, Upper Saddle River. 828p. CHOW, V. T. Handbook of Applied Hydrology. McGraw-Hill. New York, 1964. 52 Período Código 6 EAMI12 Carga Horária Total 64 Disciplina LIMNOLOGIA Carga Horária Teórica 48 Carga Horária Prática 16 Ementa Fundamentos de Limnologia. Características físico-químicas e biológicas da água. Ciclo da água na biosfera. Os ecossistemas lacustres, origem e características. Oxigênio e carbono em ecossistemas lacustres. Sedimentos límnicos. Comunidades de macrófitas aquáticas. Comunidades fitoplanctônicas. Comunidades zooplanctônicas. Princípios de ecotoxicologia aquática. Atividades de laboratório e de campo. Objetivos Compreender a estrutura e funcionamento de ecossistemas aquáticos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA TUNDISI, J.G.; TUNDISI, T.M. Limnologia. Oficina de Textos, 1.ed., 2008, 632p. BICUDO, C.E.M.; BICUDO, D.C. Amostragem em Limnologia. RiMa, 1.ed., 2005, 372p. ESTEVES, F.A. Fundamentos de Limnologia. Interciência. 1.ed. 1998, 601p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BICUDO, C.E.; BICUDO, M. M. Gêneros de algas de águas continentais do Brasil. 2.ed. RiMa. 2006. ZAGATTO, P.A.; BERTOLETTI, E. Ecotoxicologia Aquática: Princípios e Aplicações. RiMa, 2006. 53 Período Código 6 EAMI14 Carga Horária Total 112 Disciplina MANEJO E CONSERVAÇÃO DO SOLO Carga Horária Teórica Carga Horária Prática 64 48 Ementa Princípios básicos de manejo da fertilidade do solo: (a) minerais de argila e desenvolvimento de cargas elétricas no solo; (b) análise do solo; (c) acidez e calagem e (d) principais nutrientes. Conservação do solo: (a) processo erosivo; (b) fatores que influem na erosão; (c) consequências da erosão; (d) práticas conservacionistas e sistemas de manejo; (e) planejamento conservacionista. Capacidade de Uso da Terra e Aptidão Agrícola. Atividades de campo e laboratório. Objetivos 1 - Compreender as consequências ambientais, econômicas e sociais do uso e manejo inadequados do solo. 2 - Reconhecer a importância da conservação do solo e da gestão sustentável deste recurso natural. BIBLIOGRAFIA BÁSICA WHITE, R. E. Princípios e Práticas da Ciência do Solo: o solo como um recurso natural. São Paulo: Ed. Andrei, 4ª Ed., 2009. OLIVEIRA, J. B. de. Pedologia Aplicada. Jaboticabal: Fealq, 4ª Ed., 2011. MEURER, E. J. (ed.). Fundamentos de Química do Solo. Porto Alegre: Evangraf, 4ª Ed., 2010. RESENDE, M; CURI, N; REZENDE, S. B; CORRÊA, G. F. Pedologia: base para distinção de ambientes. Viçosa: Editora UFLA, 5ª Ed., 2007 EMBRAPA. Sistema Brasileiro de Classificação de Solos. Brasília: Embrapa Solos, 2ª Ed., 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 54 Período Código 6 EAMI15 Carga Horária Total 80 Disciplina MECÂNICA DOS SOLOS Carga Horária Teórica Carga Horária Prática 64 16 Ementa Distribuição de Tensões no Solo. Fluxo de água no solo (lei de fluxo, permeabilidade, capilaridade). Compressibilidade dos solos. Redes de Fluxo, Resistência ao cisalhamento. Empuxos de Terra e estruturas de arrimo. Estabilidade de Taludes. Objetivos Dotar aos alunos do curso de Engenharia Ambiental dos conhecimentos teóricos e práticos básicos de Mecânica dos solos, dando ênfase às múltiplas aplicações em Engenharia. Ao final desta disciplina o engenheiro deverá saber fazer o controle tecnológico dos serviços de compactação de solos, deverá saber interpretar os componentes da resistência ao cisalhamento dos solos, deverá saber dimensionar geotecnicamente um muro de arrimo baseando-se na magnitude dos empuxos de terra, e verificar geotecnicamente a estabilidade de um talude em solo natural ou compactado. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CAPUTO, H.P. Mecânica dos Solos e suas Aplicações, Vol. 1 a 3, Livros Técnicos e Científicos Editora S.A., 6o. Edição.1988. SOUZA PINTO, C. Curso Básico de Mecânica dos Solos, Editora Oficina de Textos, pp247, 2000. MASSAD, Faiçal. Obras de terra, curso básico de geotécnica. São Paulo: Oficina de Textos, 2003 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR SOUZA PINTO, C. Curso Básico de Mecânica dos Solos: Exercícios Resolvidos, Editora Oficina de Textos, pp112, 2001. FIORI, A. P. & CARMIGNANI, L.. Fundamentos de Mecânica dos Solos e das Rochas – Aplicações na Estabilidade de Taludes. [s.l.]: UFPR, 2001. CRAIG, R. F. Mecânica dos solos. 7. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2007. GERSCOVICH, D. M. S. Estabilidade de Taludes. São Paulo. Oficina de Textos. 2012. WICANDER, R.; MONROE, J. S. Fundamentos de Geologia. São Paulo: Cengage Learning, 2009. 55 SÉTIMO PERÍODO Período Código 7 EAMI18 Carga Horária Total 64 Disciplina AVALIAÇÃO DE IMPACTOS AMBIENTAIS Carga Horária Teórica Carga Horária Prática 32 32 Ementa Conceituação de impacto ambiental. Evolução da análise de impacto ambiental. Estudos de Impacto Ambiental. Elaboração do diagnóstico e do prognóstico de EIA. Impacto ambiental: instrumento de identificação, descrição, seleção e valoração. Aplicação de estudos de A.I.A. Objetivos Proporcionar aos alunos do curso de Engenharia Ambiental conhecimentos teóricos e práticos sobre avaliação de impactos ambientais. Contextualizar a avaliação de impactos ambientais no âmbito educacional e profissional do aluno, demonstrando a importância do conhecimento desta disciplina para o engenheiro ambiental. BIBLIOGRAFIA BÁSICA SILVA, Elias. Técnicas de avaliação de impactos ambientais. Viçosa: CPT. 181p. 4 DVD’s.ISBN: 8576010313 SANCHES, Luis Enrique. Avaliação de impactos ambientais: conceitos e métodos. Editora: Oficina de Textos.ISBN: 88586238796. Ano: 2006. 495p. TOMMASI, Luiz Roberto. Estudo de impacto ambiental. Sao Paulo: CETESB, 1994. 355 p. Convênio SESU/MEC. ISBN 9788573597707 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR SOUZA, Marcelo Pereira. Instrumentos de gestão ambiental: fundamentos e prática. São Carlos: Riani Costa, 2000. 108 p. ISBN: 9788535211917 56 Período Código 7 EAMI16 Carga Horária Total 128 Disciplina ENERGIA HIDRÁULICA E BIOMASSA Carga Horária Teórica Carga Horária Prática 80 48 Ementa Conceitos fundamentais sobre energia, renovabilidade e sustentabilidade. Energia Hidráulica: Potenciais no Brasil e no mundo. Conversão de energia hidráulica em mecânica e elétrica. Caracterizações gerais das formas de aproveitamento hidroelétrico: grandes, médias, pequenas, mini e micro centrais hidrelétricas. Métodos de estimativas de potenciais hidrelétricos. Tecnologias para transformações de energia. Política Ambiental. Aspectos regulatórios. Otimização da potência ótima de aproveitamentos hidrelétricos, considerando aspectos ambientais, econômicos e sociais. Biomassa: Conceito de bioenergia. Processos convencionais de uso de bioenergia. Geração de energia a partir da biomassa, processos de produção etanol veicular, processos de produção de biodiesel, aspectos da sustentabilidade da produção de biocombustíveis. Objetivos Propiciar aos acadêmicos do curso aspectos teóricos e práticos no contexto interdisciplinar da disciplina por envolver não só conceitos básicos sobre as fontes renováveis de energia hídrica e biomassa, como também aspectos sobre conversões energéticas utilizando tais fontes. Serão analisados os aspectos ambientais, sociais e econômicos em projetos que envolva conversões energéticas utilizando as fontes renováveis. Assim, serão explorados conceitos que fazem interface com as engenharias, mecânica, elétrica, recursos hídricos, bem como meteorologia. BIBLIOGRAFIA BÁSICA TOLMASQUIM, M.T., “Fontes Renováveis de Energia”, 1° Edição, Ed. Interciência, 2003, 516p. CARNEIRO, D.A., “PCHs Pequenas Centrais Hidrelétricas”, 1° edição, Editora Zamboni, 2010, 135p. GOLBEMBERG, J.; VILLANUEVA, L.D., “Energia, meio ambiente e desenvolvimento”, 3º edição, São Paulo, EDUSP, 2003. 225p. GELLER, H.S. “Revolução energética: Políticas para um futuro sustentável”, 1º edição, Tradução: Maria Vidal Barbosa, Rio de Janeiro, Editora Relume Dumará: USAid, 2003, 299p. CORTEZ, L.A.B., LORA, E.S., GOMEZ, E.O.; “Biomassa para Energia”, 1° Edição, Ed. Unicamp, 2008, 736 p. NOGUEIRA, L.A.H., “Bioetanol de cana de açúcar – Energia para o desenvolvimento sustentável”, Coordenação: BNDES e CGEE, 2009, 180p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR SÁ, C.M., “Micro Mini e PCH Pequenas Centrais Hidrelétricas”, 1° Edição, Ed. Kelps, 2009. WALISIEWICZ, M.; “Energia Alternativa”, 1º Ed., Editora Publifolha, 2008, 72 p. 57 Período Código 7 EPR003 Carga Horária Total 48 Disciplina ENGENHARIA ECONÔMICA Carga Horária Teórica Carga Horária Prática 48 0 Ementa Conceitos básicos de Engenharia Econômica. Matemática financeira. Financiamentos: Sistemas de amortização de dívidas. Correção Monetária, Inflação e Variação Cambial. Critérios para análise de investimentos: Tempo de Recuperação do Capital - Pay-back Time. Valor Presente Líquido – VPL. Taxa Interna de Retorno - TIR. Gerenciamento Econômico de Processos Operacionais. Depreciação e imposto de renda. Análise de sensibilidade. Projeto de Viabilidade Econômica. Objetivos Entender e gerenciar risco no contexto de projetos, sobretudo custo de capital. Analisar e orçar projetos. Capacitar e analisar as políticas de financiamento, pagamento e estrutura de capital. Avaliar projetos com opções. Planejar financeiramente e gerir o capital de giro. BIBLIOGRAFIA BÁSICA PAMPLONA, Edson de Oliveira; MONTEVECHI, José Arnaldo, Engenharia Econômica, volume , Editora Unifei, edição, (2000) SAMANEZ, C. P. , Engenharia econômica, volume , Editora Pearson, 1 edição, (2009) SAMANEZ, C. P. , Matemática financeira, volume , Editora Prentice Hall, 3 edição, (2002) BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 58 Período Código 7 ESS006 Carga Horária Total 48 Disciplina PRINCÍPIOS DE SAÚDE E SEGURANÇA Carga Horária Teórica Carga Horária Prática 48 0 Ementa Saúde e Segurança no Trabalho. Perigo e Risco. Técnicas de Análise de Risco e Medidas de Controle. Classificação dos Riscos. Acidentes de Trabalho e Perdas. Doenças Ocupacionais. Higiene Ocupacional e Toxicologia. Normas Regulamentadoras. Equipamentos de Proteção Coletiva (EPCs) e Individual (EPIs). Responsabilidades: PCMSO, SESMT, PPRA e CIPA. Procedimentos e Inspeções. Noções de Ergonomia. Objetivos Adquirir conhecimentos acerca da diversidade dos contextos produtivos brasileiros, os acidentes de trabalho e as distintas formas de adoecimento; Capacitar o aluno acerca dos riscos ocupacionais nos ambientes de trabalho: os acidentes e as medidas de controle. Aprofundar conhecimentos sobre segurança nos diversos contextos produtivos, das normas técnicas (NBR da ABNT e NR’s); Habilitar o aluno nas rotinas de trabalho e procedimentos. Riscos. Análise de Riscos. EPC e EPI. Apresentar e discutir as responsabilidades na gestão da saúde e segurança nos processos produtivos: PCMSO, SESMT, PPRA e CIPA; Capacitar o aluno nos conceitos de ergonomia: Tarefa x Atividade. Normas/Renormalizações. Variabilidade. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ABRAHÃO, JI; SZNELWAR, LI; SILVINO, A.; SARMET, M.; PINHO, D. Introdução à Ergonomia: da prática a teoria. São Paulo, Editora Blücher, 2009. 240p. ISBN-13: 9788521204855. MILLER JUNIOR, G. Tyler. Ciência ambiental. [Environmental science: working with the earth. 11th ed (Inglês). Tradução de All Tasks, Revisão técnica de Wellington Braz Carvalho Delitti. 11 ed. 2 reimpr. São Paulo: Cengage Learning, 2008. David L. Goetsch. Occupational Safety and Health for Technologists, Eng neers, and Managers. Prentice Hall; 6th edition (May 10, 2007) ISBN-10: 0132397609 - ISBN-13: 978-0132397605. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ASFAHL, C. RAY. Gestão de Segurança e de Saúde Ocupacional. Ed. Ernesto Reichmann. São Paulo, 2005. 446p. MÁSCULO, Francisco Soares. Capítulo 6: Higiene e e segurança do trabalho. In: BATALHA, Mário Otávio (Org.). Introdução à engenharia de produção. 4 reimpr. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. p. 107134. Segurança e Medicina do Trabalho. Manuais de legislação Atlas. 67ª Ed. São Paulo: Atlas, 2011. IIDA, ITIRO. Ergonomia: projeto e produção. 2 ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2010. 614 p. 59 Período Código 7 EAMI19 Carga Horária Total 64 Disciplina RESÍDUOS SÓLIDOS Carga Horária Teórica Carga Horária Prática 48 16 Ementa Conceitos gerais de resíduos sólidos. Classificação e tipologias de resíduos sólidos. Características e composição de resíduos sólidos. Gestão de resíduos sólidos. Sistemas de coleta de resíduos sólidos. Transferência e transporte de resíduos sólidos. Processamento e recuperação de resíduos sólidos. Disposição final de resíduos sólidos. Objetivos Propiciar aos alunos conhecimentos teóricos e práticos sobre resíduos sólidos, contextualizando a importância desta disciplina no âmbito educacional, social e profissional para o aluno de engenharia ambiental. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BIDONE, F.R.A; POVINELLI, J. Conceitos Básicos de Resíduos Sólidos. São Carlos: EESC-USP, Caica Economica Federal, 1999. D’ALMEIDA, M.L.; VILHENA, A. Lixo Municipal: Manual de Gerenciamento Integrado. 2 .ed. São Paulo: IPT/CEMPRE , 2000. SCHALCH, V.; LEITE, W.C.A.; FERNANDES JUNIOR, J.L.; CASTRO, M.C.A.A. Gerenciamento de Resíduos Sólidos. São Carlos, 1997. 227p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BIDONE, F.R.A;. Resíduos Sólidos Provenientes de Coletas Especiais: eliminação e valorização. Rio de janeiro: ABES, PROSAB, 2001 SCHALCH, V.; ANDRADE, J.B.L.; GAUSZER, T. Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde. São Carlos, 1995. 107p. SILVEIRA SISINNO, C.L. et al, Resíduos Sólidos, Ambiente e Saúde, Rio de Janeiro, Editora Fiocruz, 2000 Período 7 Código EAMI17 Carga Horária Total 80 Disciplina SANEAMENTO AMBIENTAL 1 Carga Horária Teórica 48 Carga Horária Prática 32 Ementa Princípios básicos do tratamento de águas residuárias. Caracterização de águas residuárias. Requisitos e níveis de tratamento. Tratamento preliminar e primário. Tratamento secundário (biológicos). Tratamento terciário. Microbiologia e bioquímica do tratamento biológico. Modelagem de reatores biológicos. Seleção de processos de tratamento. Tratamento do lodo. Dimensionamento e projeto de estações de tratamento de águas residuárias. Noções de tratamento de efluentes industriais e sistemas de esgotamento sanitário. Objetivos Conhecer os princípios e os principais tipos de tratamento de águas residuárias, bem como seus princípios de funcionamento, critérios de dimensionamento e de projeto. BIBLIOGRAFIA BÁSICA JORDÃO, E.P., PESSOA, C .A. Tratamento de esgotos domésticos, 5 ed. Rio de Janeiro:SEGRAC, 2011. VON SPERLING, M. Princípios básicos do tratamento de esgotos. Belo Horizonte: 60 Carga Horária Total Carga Horária Teórica Carga Horária Prática Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental, Universidade Federal de Minas Gerais.1996 (Princípios do tratamento biológico de águas residuárias, Vol. 2). VON SPERLING, M. Lagoas de estabilização Belo Horizonte: Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental, Universidade Federal de Minas Gerais; 1996 (Princípios do tratamento biológico de águas residuárias, Vol. 3). METCALF & EDDY, INC. Wastewater engineering-treatment and reuse. 4 ed. Boston: McGraw-Hill, 2003. CHERNICHARO, C.A.L. Reatores anaeróbios. Belo Horizonte: Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental, Universidade Federal de Minas Gerais; 1997 (Princípios do tratamento biológico de águas residuárias, vol5). GRADY, C.P.L., DAIGGER, G.T., LIM, H.C. Biological wastewater treatment. 2. ed. New York: Marcel Dekker, 1999. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CAMPOS, J.R. Tratamento de esgotos sanitários por processo anaeróbio e disposição no solo. Rio de Janeiro: ABES, 1999. (Projeto PROSAB). 61 OITAVO PERÍODO Período Código 8 BAC013 Carga Horária Total 64 Disciplina CIDADANIA E RESPONSABILIDADE SOCIAL Carga Horária Teórica Carga Horária Prática 64 0 Ementa A dimensão humana e a construção do indivíduo. Subjetividade e Coletividade. Ética. Política, Instituições e Organizações. Definição e Princípios do Direito. Constituição de 1988: Princípios Fundamentais, Direitos e Deveres Individuais e Coletivos. Conceitos Básicos de Direito Administrativo. A sociedade contemporânea. Globalidade e Sustentabilidade. Responsabilidade Social. Empreendedorismo Social. Objetivos Este curso tem como objetivo desenvolver nos alunos um senso crítico da realidade que os cercam, bem como construir dialogicamente habilidades e competências voltadas para uma compreensão do individuo enquanto futuro profissional e ente sociocultural. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BOBBIO, N. O futuro da democracia 4ª ed. Tr. M. A. Nogueira Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1986. GEERTZ, C. A Interpretação das Culturas Rio de Janeiro: Zahar, 1978. LARAIA, R. Cultura: um conceito antropológico 24ª ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BERGER, P., LUCKMANN, Th. A Construção Social da Realidade Petrópolis: Vozes, 1985. COLLINS, R. Quatro Tradições Sociológicas Petrópolis: Vozes, 2009. COMTE-SPONVILLE, A. O capitalismo é moral ?. Tradução: E. Brandão. São Paulo: Martins Fontes, 2005. GEERTZ, C. O saber local Petrópolis. Vozes: Rio de Janeiro, 1998. VALLS, A. Da ética à bioética Petrópolis: Vozes, 2004. Período Código 8 EAMI21 Carga Horária Total 48 Disciplina EFLUENTES GASOSOS Carga Horária Teórica Carga Horária Prática 48 16 Ementa O problema da poluição atmosférica. Os poluentes gasosos e as mudanças climáticas. Meteorologia. Modelos de dispersão de poluentes na atmosfera. Metodologias e equipamentos para medições da concentração de poluentes atmosféricos. A formação de poluentes gasosos durante o processo da combustão. Emissões veiculares. Emissões industriais. Emissões por queimadas. Emissões fugitivas. Conceitos básicos da metodologia de inventários de emissões. Controle de particulados. Controle de óxidos de nitrogênio. Controle de óxidos de enxofre. Controle de compostos orgânicos voláteis. Economia do controle da poluição do ar. Objetivos Propiciar aos acadêmicos do curso fundamentos teóricos a cerca da poluição atmosférica. BIBLIOGRAFIA BÁSICA SPIRO, T.G; STIGLIANI, W.M. Química Ambiental. 2.ed. Pearson / Prentice Hall. 2008. 62 BAIRD, C.; CANN, M. Química ambiental. 4ªed. Bookman. 2011. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR LENZI, Ervim; FAVERO, Luzia Otilia Bortotti. Introdução à química da atmosfera: ciência, vida e sobrevivência. reimpr. Rio de Janeiro: LTC, 2011. xix, 465 p. Inclui bibliografia (ao final de cada capítulo) e índice; il. tab. quad. graf.; 28cm. ISBN 9788521616337. DERISIO, José Carlos. Introdução ao controle de poluição ambiental. 3 ed. rev. ampl. São Paulo: Signus, 2007. 192 p. Inclui bibliografia; il. tab. quad.; 21cm. ISBN 9788587803290. Período Código 8 EAMI20 Carga Horária Total 96 Disciplina ENERGIA SOLAR E EÓLICA Carga Horária Teórica Carga Horária Prática 64 32 Ementa Introdução sobre radiação e energia solar no Brasil e no mundo, Energia Solar Térmica: Cenário do mercado brasileiro e mundial, formas de aproveitamento da energia solar (passivo e ativo), tecnologias de coletores solares e reservatórios térmicos para o uso da energia solar para aquecimento de água, metodologias para cálculos do Fator F ou Fração Solar, dimensionamento de coletores solares térmicos para aquecimento de água de banho e piscina, análise de viabilidade econômico-financeira, análise de ciclo de vida (ACV) de coletores solares térmicos, estratégias de desenvolvimento de tecnologias solares térmicas no Brasil, desafios para a inserção de novas tecnologias no Brasil. Energia Fotovoltaica: Conceitos básicos, tecnologias existentes, dimensionamento, aspectos relacionados ao meio ambiente. Energia Eólica: Potenciais no Brasil e no mundo. Meio ambiente e energia eólica. Distribuição de Weibull. Conversão da energia eólica em mecânica e elétrica. Rendimento de Betz. Métodos de estimativas de potenciais eólicos para a geração de energia. Tecnologias de turbinas eólicas. Política ambiental. Análise de viabilidade econômica. Perspectivas futuras para a energia eólica. Objetivos Propiciar aos acadêmicos do curso aspectos teóricos e práticos no contexto interdisciplinar da disciplina por envolver não só conceitos básicos sobre as fontes renováveis de energia, solar e eólica, como também aspectos sobre conversões energéticas utilizando tais fontes. Serão analisados os aspectos ambientais, sociais e econômicos em projetos que envolva conversões energéticas utilizando as fontes renováveis. Assim, serão explorados conceitos que fazem interface com as engenharias, mecânica, elétrica, química, bem como meteorologia. BIBLIOGRAFIA BÁSICA TOLMASQUIM, M.T., “Fontes Renováveis de Energia”, 1° Edição, Ed. Interciência, 2003, 516p. GOLBEMBERG, J.; VILLANUEVA, L.D., “Energia, meio ambiente e desenvolvimento”, 3º edição, São Paulo, EDUSP, 2003. 225p. GELLER, H.S. “Revolução energética: Políticas para um futuro sustentável”, 1º edição, Tradução: Maria Vidal Barbosa, Rio de Janeiro, Editora Relume Dumará: USAid, 2003, 299p. ALDABÓ, R., “Energia Eólica”, 1° Edição, Ed. Artliber, 2002, 152 p. DUFFIE, J.A., BECKMAN, W.; “Solar Engineering of Thermal Processes”, Jonh Wiley & Sons Inc., 2º edição, 1991. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR REIS, L.B.; “Geração de Energia Elétrica”, 2º Ed., Editora Manole, 2010, 447p. WALISIEWICZ, M.; “Energia Alternativa”, 1º Ed., Editora Publifolha, 2008, 72 p. 63 Período 8 Código EAMI22 Carga Horária Total 128 Disciplina RECUPERAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS Carga Horária Teórica 80 Carga Horária Prática 48 Ementa Conceitos e aplicações. Avaliação de riscos de deslizamentos de encostas. Medidas mecânicas e obras civis preventivas. Descompactação mecânica e preparo do solo. Revegetação. Técnicas de bioengenharia para RAD. Técnicas de descontaminação e recuperação de águas subterrâneas. Indicadores visuais da qualidade ambiental. Legislação pertinente. Objetivos Fornecer conhecimentos sobre as técnicas de recuperação de áreas degradadas e exigências legais acerca do tema. Capacitar os alunos para o planejamento, elaboração, manutenção e monitoramento de projetos de recuperação de áreas degradadas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA WHITE, R. E. Princípios e Práticas da Ciência do Solo: o solo como um recurso natural. São Paulo: Ed. Andrei, 4ª Ed., 2009. OLIVEIRA, J. B. de. Pedologia Aplicada. Jaboticabal: Fealq, 4ª Ed., 2011. MEURER, E. J. (ed.). Fundamentos de Química do Solo. Porto Alegre: Evangraf, 4ª Ed., 2010. MARTINS, S. V. Recuperação de Áreas Degradadas. Viçosa: Aprenda Fácil, 2009. EMBRAPA. Sistema Brasileiro de Classificação de Solos. Brasília: Embrapa Solos, 2ª Ed., 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR Período 8 Código EAMI23 Carga Horária Total 64 Disciplina SANEAMENTO AMBIENTAL II Carga Horária Teórica 48 Carga Horária Prática 16 Ementa Características da água. Qualidade da água para seus múltiplos usos. Coagulação. Mistura rápida. Floculação. Decantação. Flotação. Filtração. Desinfecção e pré-oxidação. Tratamentos complementares. Ensaios de tratabilidade. Controle de processos unitários e da qualidade da água. Projeto de estações de tratamento de água. Noções de sistemas de abastecimento de água. Objetivos Conhecer os fundamentos dos processos de tratamento de água para abastecimento, além de critérios de dimensionamento e projeto. BIBLIOGRAFIA BÁSICA DI BERNARDO, L. DANTAS, A. D.B. Métodos e técnicas de tratamento de água. 2ª ed. São Carlos, RiMa, 2005. 792p (volumes 1 e 2). LIBÂNIO, M. Fundamentos de qualidade e tratamento de água. Campinas: Editora Átomo, 2005. 444p. VIANNA, M.R. Hidráulica aplicada às estações de tratamento de água. Belo Horizonte: Imprimatur Artes Ltda., 2002. 64 Carga Horária Total Carga Horária Teórica Carga Horária Prática BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR RICHTER , C.A., AZEVEDO NETTO, J.M. Tratamento de água – tecnologia atualizada. São Paulo: Edgard Blücher Ltda., 1991. DANIEL, L.A. (Coord.) Projeto PROSAB. Processos de desinfecção e desinfetantes alternativos na produção de água potável. Janeiro: ABES, RiMa, 2001. (Projeto PROSAB). NONO PERÍODO Período Código 9 EAMI24 Carga Horária Total 64 Disciplina GESTÃO AMBIENTAL Carga Horária Teórica Carga Horária Prática 64 0 Ementa Teoria do planejamento. Planejamento e o enfoque ambiental. Políticas de desenvolvimento e meio ambiente. Utilização de modelos e de instrumentos de planejamento. Gestão Ambiental de Unidades de Conservação. Instrumentos de implantação e execução de políticas ambientais. Inserção do planejamento na gestão ambiental. Qualidade ambiental. Normas e certificações ambientais. Implantação de Sistemas de Gestão Ambiental. Objetivos Propiciar ao aluno conhecimentos teóricos sobre planejamento ambiental, normas e certificações ambientais implantadas nas empresas e também os instrumentos de implantação de políticas ambientais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA SOUZA, Marcelo Pereira. Instrumentos de gestão ambiental: fundamentos e prática. São Carlos: Riani Costa, 2000. 108 p. ISBN: 9788535211917 REMONESI, V. ISO 14001 Guia Prático de Certificação e Manutenção do Sistema de Gestão Ambiental. 135p. Editora Tocalino. São Paulo. 2000.ISBN. 978-972-99012-6-3 MACEDO, Ricardo Kohn. Gestão ambiental: os instrumentos básicos para a gestão ambiental de territórios e de unidades produtivas. Rio de Janeiro: Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental, 1994. 266 p. Convenio SESU/MEC ISBN85-7114- 099-5 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CAJAZEIRA, Jorge Emanuel Reis. ISO 14001: manual de implantacao. Rio de Janeiro; Qualitymark, 1998. 117 p ISBN 8573031123 Período Código 9 EAMI25 Carga Horária Total 96 Disciplina ENERGIAS NÃO-RENOVÁVEIS Carga Horária Teórica Carga Horária Prática 96 0 Ementa Conceitos fundamentais sobre energia. Leis da termodinâmica. Fundamentos da engenharia do petróleo. Uso de combustíveis fósseis em veículos automotores. Uso de combustíveis fósseis em processos industriais. Geração de energia 65 elétrica a partir de combustíveis fósseis e carvão mineral. Geração de energia elétrica a partir da energia nuclear. Impactos ambientais oriundos da queima de combustíveis fósseis e uso de materiais radioativos. Eficiência energética no uso de combustíveis fósseis. Políticas energéticas. Objetivos Propiciar aos alunos conhecimentos sobre a geração de energia a partir de fontes não-renováveis, apresentar os conceitos sobre energia e conscientizá-los sobre eficiência energética. BIBLIOGRAFIA BÁSICA Thomas, J. E., “Fundamentos de engenharia de petróleo”, 2° Ed., Petrobrás, Ed. Interciência, Rio de Janeiro, 2001, 271 p., ISBN 8571930996. Lyons, W.C., “Standard Handbook of Petroleum & Natural Gas engineering”, Vol. 1, Gulf Publishing Company, Houston, Texas, 2004, 1431 p.. ISBN 0750677856. HINRICHS, R. & KLEINBACH, M., Energia e Meio Ambiente. Editora Thompson, São Paulo, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR Período Código 9 EAMI26 Carga Horária Total 96 Disciplina MANEJO DE BACIAS Carga Horária Teórica Carga Horária Prática 64 32 Ementa O ciclo hidrológico. Conceituação e classificação de bacias hidrográficas. O sistema bacia hidrográfica, suas características e distribuição espacial. Interferência antrópica e impactos ambientais. Análise de estudos de caso e mapeamento de bacias hidrográficas. Vazão dos cursos d´água e o regime de águas subterrâneas. Manejo e conservação dos solos. Proteção de nascentes. Importância e função das matas ciliares. Fases do manejo da bacia hidrográfica. Objetivos Proporcionar aos alunos do curso de Engenharia Ambiental conhecimentos teóricos e práticos dos tópicos citados na ementa. Contextualizar o manejo de bacias hidrográficas no âmbito educacional e profissional do aluno, demonstrando a importância da bacia hidrográfica como unidade de planejamento ambiental. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BOTELHO, R.G.M. SILVA. A.S. Bacia Hidrográfica e Qualidade Ambiental. In: Reflexões sobre a Geografia Física no Brasil. VITTE, A. C. e GUERRA A.T. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2001. CAMPOS & STUDART. Gestão das Águas. 2. Ed. 2003. GUERRA, A, J. T. CUNHA, S.B. Impactos Ambientais Urbanos no Brasil. Rio de Janeiro: Editora Bertrand Brasil, 2001. LIMA, W.P. Hidrologia Florestal aplicada ao Manejo de Bacias Hidrográficas. Esalq, 2008. 245p. (disponível em www.ipef.br) . TUCCI. C.E.M. - Hidrologia Ciência e Aplicação. Rio Grande do Sul: Editora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 2000. 943p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 66 DÉCIMO PERÍODO DISCIPLINAS OPTATIVAS Período 10 Código Carga Horária Total 32 Disciplina SISTEMAS DE DRENAGEM PLUVIAL Carga Horária Teórica 32 Carga Horária Prática 0 Ementa Impacto da urbanização no ciclo hidrológico urbano. Gerenciamento do controle de inundações. Sistemas de microdrenagem e macrodrenagem. Prescrições normativas. Detalhes construtivos. Técnicas compensatórias. Sistemas de drenagem de infraestrutura de transportes. Sistemas de drenagem de áreas industriais e de mineração. Drenagem agrícola. Objetivos Desenvolver atividades práticas aplicadas ao contexto local e regional através de estudos de casos BIBLIOGRAFIA BÁSICA CANHOLI, ALUÍSIO - Drenagem Urbana e Controle de Enchentes. Editora Oficina de Textos, 304 p., 2005 BAPTISTA, M. B.; NASCIMENTO, N.O. ; BARRAUD, Sylvie. Técnicas Compensatórias em Drenagem Urbana. 1. ed. Porto Alegre: ABRH, 2005. v. 1. 266 p. TUCCI, C.E.M. Inundações urbanas. ABRH Rhama 350p. 2007 TUCCI, C.E.M. Hidrologia. Ciência e Aplicação. Porto Alegre, Editora UFRGS/EDUSP/ABRH, 1993. 943p. BOTELHO, M. H. C. ÁGUAS DE CHUVA - ENGENHARIA DAS ÁGUAS PLUVIAIS NAS CIDADES - 3ª EDIÇÃO. São Paulo: Edgard Blucher, 2011. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BAPTISTA, Márcio Benedito; COELHO, Márcia Maria Lara Pinto. Fundamentos de engenharia hidráulica. 3. ed. Belo Horizonte: UFMG, 2010. 480 p. DAKER, A. A água na agricultura: Irrigação e drenagem. 7. ed. rev. e ampl. Rio de Janeiro: Freitas Bastos, 1987. v. 3 543 p. PORTO, R. M. . HIDRÁULICA BÁSICA 4a edição. 4. ed. SÃO PAULO: RETTEC GRÁFICA E EDITORA, 2006. v. 2500. 529 p. 67 Período 10 Código Carga Horária Total 32 Disciplina PESQUISA EM GÊNEROS ACADÊMICO CIENTÍFICOS EM LÍNGUA INGLESA Carga Horária Teórica Carga Horária Prática 32 0 Ementa Habilidades para pesquisa em artigos publicados em Língua Inglesa em base de dados internacionais. Estratégias de leitura. Conhecimentos em gramática e estruturação textual próprias de artigos científicos. Vocabulário técnico relacionado à Engenharia Ambiental. Condensação de informações pesquisadas e técnicas de apresentação de resultados de pesquisa. Escrita de abstracts. Objetivos Desenvolver habilidades e vocabulários necessários à atuação profissional. BIBLIOGRAFIA BÁSICA FOLEY, M; HALL, D. Longman Advanced Learner’s Grammar . White Plains: Pearson – Elt, 2003. HINKEL, E.. Academic ESL Writing: Practical Techniques in Vocabulary and Grammar. Londres: Lawrence Erlbaum Associates, 2004. SWALES, J. M.; FEAK, C. B. Academic Writing for Graduate Students, Essential Tasks and Skills. Second Edition. 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALRED, G. J.; BRUSAW, C. T.; OLIU, W. E. Handbook of technical Writing. 9th ed. Boston: Bedford/St. Martin.2009 BUDINSKI. K. G. Engineers’ guide to technical writing. Materials Park: ASM International. 2001. HEWINGS, M. Advanced grammar in use: A self-study reference and practice book for advanced students of English. JORDAN, R. R. Academic Writing Course. White Plains: Pearson. 2008. SWALES, J. M.; FEAK, C. B. Abstracts and the of Writing of Abstracts (Michigan Series in English for Academic &Professional Purposes) (Paperback), 2009&8232;WILLIAMS, I. English For Science and Engineering. Thomson, 2007. 68 Período Código 10 Carga Horária Total 32 Disciplina LIBRAS – LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS Carga Horária Teórica Carga Horária Prática 32 0 Ementa Propriedades das línguas humanas e as línguas de sinais. Tecnologias na área da surdez. O que é a Língua de Sinais Brasileira - LIBRAS: Aspectos linguísticos e legais. A Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS: parâmetros fonológicos, morfossintáticos, semânticos e pragmáticos. Noções e aprendizado básico da LIBRAS. A combinação de formas e de movimentos das mãos. Os pontos de referência no corpo e no espaço. Comunicação e expressão de natureza visual motora. Desenvolvimento de LIBRAS dentro de contextos. Objetivos Oferecer conhecimentos fundamentais para a comunicação através de sinais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CAPOVILLA, F. C.; RAPHAEL, W. D. Dicionário Enciclopédico Ilustrado Trilingue da Língua de Sinais Brasileira. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2001. FREEMAN, R. D. Seu filho não escuta?: Um guia para todos que lidam com crianças surdas. Brasília: Corde, 1999. GÓES, M. C. R. de. Linguagem, surdez e educação. Campinas: Autores Associados, 1996. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR QUADROS, R. M. de. Educação de Surdos: A aquisição da linguagem. Porto Alegre: Artes Médicas, 1997. BRASIL, S. de E. E. do. Educação Especial: A educação dos surdos. Brasília: SEESP, 1997. LABORIT, E. O Vôo da Gaivota. São Paulo: Best Seller, 1994. SACKS, O. Vendo Vozes: Uma viagem ao mundo dos surdos. São Paulo: Companhia das Letras, 1998. SOUZA, R. M. de. Que palavra te falta?: Lingüística, 69 Período Código 10 TFG Carga Horária Total 128 h/a Disciplina TRABALHO FINAL DE GRADUAÇÃO Carga Horária Teórica Carga Horária Prática 0 128 h/a Ementa O Trabalho Final de Graduação - TFG refere-se ao desenvolvimento de trabalho orientado de pesquisa, teórico ou experimental, na área ambiental ou de interface direta, que represente a síntese de integração dos conhecimentos apresentados no decorrer do curso e que esteja em consonância com as normas específicas aprovadas pelo colegiado de curso. O aluno deverá matricular-se obrigatoriamente no TFG no décimo período, mas o graduando poderá realizá-lo a partir do nono período. Objetivos Estimular o aluno a realizar pesquisa empregando os conhecimentos adquiridos no decorrer do curso em um tema de sua escolha ou preferência. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CRESWELL, J. W. Projeto de Pesquisa: Métodos qualitativo, quantitativo e misto. 3. ed. Porto Alegre: Editora Artmed, 2010. SALOMON, D. V. Como fazer uma monografia. 12. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2010. SAMPIERI, R. H.; COLLADO, C. F.; LUCIO, P. B. Metodologia de Pesquisa. 3. ed. São Paulo: Ed. Mc Graw Hill, 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR PORTNEY, L.G., WATKINS, M.P. Foundations of Clinical Research: Applications to Practice (3rd Edition) Publisher: Prentice Hall. 2008. ISBN-10: 0131716409 ISBN-13: 978-0131716407 THOMAS G., PRING R. Educação Baseada em Evidências A utilização dos achados científicos para a qualificação da prática pedagógica. Editora Artmed. 2007. ISBN: 9788536308876 70 Período 10 Código ESO Carga Horária Total 240h Disciplina ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO Carga Horária Teórica 0 Carga Horária Prática 240h Ementa O Estágio é o componente curricular que compreende as atividades de aprendizagem profissional, cultural e social proporcionadas ao estudante pela participação em situações reais, na comunidade nacional ou internacional, junto a pessoas jurídicas de direito público ou privado. O Estágio Supervisionado é obrigatório e deve ser cumprido em empresas públicas ou privadas, com carga horária mínima de 240 horas. O discente deverá matricular-se obrigatoriamente no décimo período, podendo o mesmo iniciá-lo no nono período e em conformidade com o Projeto Político Pedagógico do Curso e a Lei Nacional de Estágios vigente na data. Período Código 10 Carga Horária Total 120h Disciplina ATIVIDADE COMPLEMENTARES Carga Horária Teórica Carga Horária Prática 0 120h Ementa As atividades complementares são ofertadas como atividades didático-científicas, previstas como horas-atividade no currículo do curso de engenharia ambiental, e devem primar pela excelência acadêmica, tanto nos aspectos metodológicos quanto na produção acadêmica. Oferecem flexibilidade e contextualização concretas ao curso, uma vez que asseguram a possibilidade de introduzir novos elementos teórico-práticos gerados pelo avanço da área de conhecimento em estudo, permitindo, assim, sua atualização. 1.7 Metodologia A proposta pedagógica envolvida na formação do Engenheiro Ambiental busca contribuir, inclui e preparar engenheiros com capacidade para produzir conhecimento, fazendo de sua atuação profissional uma constante atividade de investigação. Em outras 71 palavras, desenvolvendo respostas novas às questões antigas e definindo novas possibilidades onde são freqüentes as soluções padronizadas. Não há possibilidade de formação profissional do Engenheiro Ambiental sem que seja integrada e multidisciplinar, cuja atuação profissional demanda e exige diversidade para melhor adequar e ampliar as possibilidades de uma formação polivalente. Com isso, abordam-se habilidades e competências que abrangem atividades específicas da área de engenharia, exigidas pelo mercado de trabalho. Sendo assim, a metodologia a ser utilizada no processo de ensino e aprendizagem para as disciplinas da estrutura curricular é especificada nos planos de ensino de cada disciplina. Os métodos utilizados visam o desenvolvimento das habilidades e características necessárias para a boa formação do engenheiro e as ênfases necessárias para o engenheiro ambiental são fundamentadas a partir dos exemplos a seguir: exercício para uma visão ampla e sistêmica; raciocínio lógico, prática profissional; aprimorar a expressão escrita e oral; exercício de trabalho em grupo e compreensão generalista e especializada quando convenientes; planejamento integrado; análise de problemas e proposição de soluções; socialização; criatividade e avaliação crítica; capacidade de pesquisa; auto-aprendizado. A proposta do curso de Engenharia Ambiental naturalmente requer integração e diversificação metodológica, visto que a equipe de docentes é multidisciplinar e a geração e aplicação dos conhecimentos consolidam-se a partir de inter e multidisciplinaridade com diversos profissionais, sejam engenheiros ou não. Nesse sentido, as medidas previstas para contínua orientação e ações pedagógicas efetivas consideram que: a) Os componentes curriculares foram estabelecidos sem conter pré-requisitos. A organização curricular é sugerida. O aluno tem a opção de gerenciar a organização de seus componentes curriculares. O aluno pode assumir um papel ativo em sua formação, tendo sempre a orientação do corpo docente e coordenador de curso para garantia mínima de encadeamento técnico e lógico dos componentes curriculares. No entanto, ao longo do curso esse aspecto será reavaliado continuamente para emissão de parecer da equipe de professores e membros das representações do curso. b) Os componentes curriculares estão sendo constantemente avaliados. As alterações necessárias podem ser feitas a qualquer momento, desde que não impliquem prejuízo para o aluno. Os procedimentos de avaliação, didática e conteúdos devem ser continuamente atualizados; c) O docente tem o papel de orientar os estudantes. Outras orientações e critérios, embora operacionais, são propostas de forma a permitir que o projeto do curso seja viável: número de disciplinas ofertadas por período, quantitativo de carga horária a ser cumprido por semana, encadeamento entre os 72 conteúdos, disciplinas com parte teórica em conjunto com a parte prática, número de alunos em turmas teóricas e turmas práticas. O processo de ensino-aprendizagem pressupõe responsabilidades de todos os envolvidos, sendo assim, aluno e professor interagem nesse processo, discutindo e reavaliando as ações da atividade de formação. O acompanhamento e avaliação contínua é tarefa conjunta para a coordenação, Colegiado do curso e Pró-Reitoria de Graduação, que devem ter responsabilidades e competências diferenciadas nesse processo de forma a garantir a viabilização do projeto do curso. A participação efetiva dos discentes nas atividades acadêmicas do curso de Engenharia Ambiental pode ser estimulada com o uso de procedimentos de ensino diferenciados como a realização de visita técnica, pesquisa de campo, organização de workshop, palestra, seminários relacionados às áreas específicas do curso, mas não necessariamente, exclusivas de um componente curricular. O projeto pedagógico da formação do Engenheiro Ambiental egresso da UNIFEI está apoiado em princípios gerais que norteiam as atividades didático-pedagógicas de todos os cursos oferecidos pela Instituição, a saber: − Atendimento à Legislação vigente no que se refere à organização da grade curricular, correspondendo ao que é prescrito nas Diretrizes Curriculares para cada habilitação ou curso; − Garantia de aprendizagem no desenvolvimento de aulas com ênfase em atividades teórico-práticas; − Utilização de laboratórios, desde os de ensaio simples até os de alta tecnologia, com equipamentos industriais controlados por computador e softwares de simulação; − Desenvolvimento de atividades de investigação no decorrer da formação a fim de propiciar uma visão adequada das condições reais do mercado de trabalho; − Flexibilização do currículo dos diversos cursos oferecidos pela UNIFEI, possibilitando aos alunos a escolha de disciplinas optativas que correspondam aos interesses e habilidades de cada um, permitindo personalização de sua formação; − Utilização freqüente de softwares avançados para o desenvolvimento de trabalhos, pesquisas e/ou aulas, no decorrer dos cinco anos de estudo, além de utilizar sistematicamente os recursos da biblioteca; 73 − Estabelecimento/fortalecimento de parcerias com empresas de pequeno, médio e grande porte que possam facilitar o acesso do aluno à realidade que define o campo de trabalho do futuro profissional; − Futura integração entre graduação e pós-graduação para articulação entre pesquisa e ensino através do desenvolvimento adequado de atividades que possam contribuir para o enriquecimento tanto da formação dos graduandos como dos pós-graduandos; − Utilização de laboratório multidisciplinar de aprendizagem com recursos de multimídia para o desenvolvimento de programas interdisciplinares. Analisando as ações acima é possível perceber que é natural e necessário consolidar o processo de ensino e aprendizagem para torná-lo eficaz e eficiente e que permita formação científica e profissional sólida e abrangente. Isso atende a permanente necessidade de atualização tecnológica que é essencial à sobrevivência dos profissionais, num mercado de trabalho altamente exigente e competitivo e em constante e rápida transformação. Os princípios que regem o projeto pedagógico da UNIFEI e, especificamente, o projeto pedagógico do curso de Engenharia Ambiental demonstram a preocupação em garantir a formação de um indivíduo que não seja um repetidor de conhecimentos transmitidos pelos seus professores. Deseja-se que ele esteja capacitado a buscar informações e a construir os conhecimentos necessários a uma atuação adequada, capaz de acompanhar os avanços provocados pela atual sociedade tecnológica. Mais especificamente, do egresso da Engenharia Ambiental torná-lo capaz de desenvolver modelos da realidade sob sua responsabilidade e intervir para a solução de seus problemas. Tendo como referencial básico de orientação didático-pedagógica o exposto anteriormente, no que se refere à UNIFEI como um todo, há necessidade de garantir a especificidade da formação do Engenheiro Ambiental através de linhas de ações que garantam a execução dos objetivos propostos, a saber: − Acompanhamento do percurso acadêmico de cada aluno, orientando matrículas em disciplinas afins e indicando atividades para melhoria de sua produtividade escolar; − Promoção de atividades de pesquisa acadêmica através de projetos interdisciplinares utilizando as parcerias estabelecidas com as empresas da cidade e região; 74 − Planejamento sistemático de encontros interdisciplinares entre todos os alunos do curso para apresentação de trabalhos realizados e de pesquisas efetuadas pelo corpo discente (Jornadas de Iniciação Científica); − Planejamento e execução de cursos de extensão e/ou de disciplinas optativas pertinentes a uma formação atualizada com os desígnios do mercado de trabalho com vistas a um constante enriquecimento curricular do aluno; − Orientação pedagógica aos professores para que incentivem os alunos na produção de textos diversos (relatórios, artigos, monografias, projetos de pesquisa) para garantir-lhes as competências necessárias ao exercício profissional; − Estabelecimento de uma postura investigativa na relação professor-aluno, no sentido de que ambos atuem como sujeitos do conhecimento no espaço de sala de aula, dinamizando as aulas e garantindo ao processo de ensino e aprendizagem um caráter construtivista; − Promoção e apoio às visitas técnicas, feiras, congressos e instalações industriais, assim como a utilização sistemática de consultas, via redes de informação. Esses são exemplos de atividades sistematicamente valorizadas como forma de incentivar os alunos para a importância da busca permanente do conhecimento. Além disso, é necessário adotar ações para manter o aluno motivado no curso, principalmente em seu início. Em cursos com estrutura curricular tradicional ocorre, nos primeiros anos, uma carência de contato com assuntos e atividades que motivaram a escolha da profissão. Isso se deve à ênfase do ensino de ferramentas matemáticas e outras disciplinas básicas de forma não contextualizada. Outra conseqüência indesejável desse vínculo frágil é a fragmentação dos conhecimentos, isto é, a associação dos conceitos desenvolvidos em relação à sua aplicação nas atividades profissionais é fraca e dificulta o desenvolvimento de visão global ou sistêmica pelos profissionais. Nesta proposta a postura e filosofia de aprendizagem possibilitam a manutenção da motivação inicial dos alunos. Eles têm contato com atividades de engenharia desde o início do curso. Além disso, os docentes demonstram que o conhecimento dos fundamentos básicos (matemática, física, química, programação, etc.) são ferramentas indispensáveis para consolidar sua formação técnica. Disciplinas profissionalizantes, alocadas nos primeiros anos do programa de formação, auxiliam no desenvolvimento do 75 processo de discernimento e segurança dos discentes. Com esses conhecimentos, os alunos evitam uma postura passiva na construção dos conhecimentos básicos e podem ter um papel ativo nesse processo. Por fim, outra técnica motivacional é a adoção de desafios e problemas de engenharia desde o início do programa de formação. A solução desses desafios, de forma genérica e superficial no início do curso, proporciona ao aluno uma visão e compreensão dos sistemas como um todo. Além disso, ele passa a observar melhor a construção de seu arsenal de ferramentas e conhecimentos necessários à solução de problemas, que ficam cada vez mais aprofundados e detalhados. Este contato fornecerá meios para que o aluno evite uma confusão comum da engenharia: a ênfase dos meios em detrimento da meta final. A proposta de formação modular está estruturada em 3 (três) núcleos de formação: Núcleo Básico, Núcleo Profissionalizante e Núcleo Específico, distribuídos entre todos os períodos do curso. A estrutura curricular do núcleo básico está formulada no sentido de permitir a formação em ciências exatas (química, física, matemática) contemplando problemas de engenharia e tecnologia, como também em vários aspectos das ciências humanas, focando a sociedade, as relações profissionais, as responsabilidades e ética social e profissional. Os conteúdos foram estruturados de forma interdisciplinar. Os conceitos básicos e fundamentais são articulados para fornecer uma visão generalista de aspectos que norteiam a atividade profissional de engenheiros. Neste ciclo, procura-se desenvolver no discente as seguintes competências e habilidades: a) Comunicar-se eficientemente nas formas escrita, oral e gráfica; b) atuar em equipes multidisciplinares; c) compreender e aplicar a ética e responsabilidade profissionais; d) avaliar o impacto das atividades de engenharia no contexto social e ambiental; e) questionar a viabilidade de projetos de engenharia; f) assumir a postura de permanente busca de atualização profissional. O núcleo profissionalizante elenca disciplinas globais e busca inserir o aluno no ambiente específico da área de atuação profissional da Engenharia Ambiental. No núcleo específico, a transdisciplinaridade é trabalhada oferecendo conteúdos comuns entre a engenharia ambiental e demais ciências ambientais, por meio da qual o 76 aluno terá condições de atuar nas diversas aplicações da Engenharia Ambiental, além de criar novas tecnologias e tendências. A fim de se alcançar com êxito os objetivos propostos para o egresso do curso de Engenharia Ambiental, os métodos pedagógicos e instrucionais que permeiam as ações dos cursos visam oferecer a oportunidade de formação de um aluno empreendedor, um profissional capaz de interpretar a natureza com olhar critico e pró-ativo. 1.8 Estágio Curricular Supervisionado O Estágio é o componente curricular que compreende as atividades de aprendizagem profissional, cultural e social proporcionadas ao estudante pela participação em situações reais, na comunidade nacional ou internacional, junto a pessoas jurídicas de direito público ou privado. A interação do graduando com atividades profissionais é estimulada por meio da obrigatoriedade da realização do Estágio Supervisionado. Para a integralização do curso de Engenharia Ambiental do Campus de Itabira, o aluno necessita iniciar e concluir no décimo período, 240 (duzentos e quarenta) horas em atividades de Estágio Supervisionado Obrigatório. Para a realização do Estágio Supervisionado o aluno faz o contato inicial com a empresa. A empresa formaliza com a UNIFEI o contrato de treinamento prático profissional sem vínculo empregatício. O controle e acompanhamento do estágio são realizados pela Coordenação de Estagio. O curso possui docente da área específica de Engenharia Ambiental que irá coordenar as atividades de estágio. O docente terá como atribuição coordenar, avaliar e registrar a atividade desenvolvida pelo aluno. Ao aluno é atribuída uma nota, em escala de 0 (zero) a 100 (cem), em números inteiros, a carga horária registrada e o status "aprovado" ou "reprovado". Estará aprovado o aluno que tiver seu estágio avaliado com nota igual ou superior a 60 (sessenta). O regulamento específico para a realização do Estágio Supervisionado poderá ser consultado por meio do documento R-EAM-001 - Regulamento de Estágio Supervisionado do Curso de Engenharia Ambiental, disponível no Apêndice A desse documento, bem como no site e portal acadêmico da UNIFEI. 77 1.9 Atividades Complementares As atividades complementares são ofertadas como atividades didático-científicas, previstas como horas-atividade no currículo do curso de engenharia ambiental, e devem primar pela excelência acadêmica, tanto nos aspectos metodológicos quanto na produção acadêmica. Oferecem flexibilidade e contextualização concretas ao curso, uma vez que asseguram a possibilidade de introduzir novos elementos teórico-práticos gerados pelo avanço da área de conhecimento em estudo, permitindo, assim, sua atualização. A formação transversal e empreendedora é estimulada com a inclusão de conteúdos complementares a partir do primeiro semestre do curso. Com o objetivo de motivar a formação integral do profissional, valorizam-se as atividades de fundamental importância para seu crescimento humanístico embasado na sustentabilidade. Para a integralização do Curso de Engenharia Ambiental é necessário que o graduando perfaça 120 (cento e vinte) horas dentre as atividades previstas a cada grupo previsto no regulamento específico (40h para ensino, 40h para pesquisa e 40h para extensão e representação estudantil), propiciando a equidade entre o desenvolvimento da tríade (ensino, pesquisa e extensão), bem como promovendo a interação em áreas que promovam o seu desenvolvimento técnico e/ou social. As atividades deverão ser validadas de acordo com o documento R-EAM-003 - Regulamento de Atividades Complementares do Curso de Engenharia Ambiental, disponível no Apêndice B desse documento, bem como no site Portal Acadêmico da UNIFEI. 1.10 Trabalho Final de Graduação – TFG Segundo define o Regulamento de Trabalho Final de Graduação - TFG do Curso de Engenharia Ambiental, o TFG é um trabalho acadêmico, versando sobre tema relacionado à Engenharia Ambiental ou de interface com as atribuições do Profissional regulamentadas pelo Sistema CREA/CONFEA e amparadas pelas Diretrizes Curriculares do MEC. O TFG é um trabalho de de cunho teórico-prático, considerado relevante e que seja passível de ser desenvolvido. Requisito parcial para obtenção do título em bacharel em Engenharia Ambiental, o TFG será realizado individualmente, e conduzido por um Professor Orientador, necessariamente relacionado ao perfil do curso de Engenharia 78 Ambiental da UNIFEI, Campus de Itabira ou na impossibilidade de atender ao perfil deverá ter obrigatoriamente um professor co-orientador com esse perfil. O objetivo é propiciar ao aluno a vivência de um processo de iniciação científica, além de desenvolver competências técnico-profissionais, sociais e humanas. Para a integralização do curso de Engenharia Ambiental do Campus de Itabira, o aluno precisa perfazer, a partir do oitavo período, 128 (cento e vinte e oito) horas/aula em atividades de TFG, definidas pelo Regulamento específico aprovado pelo Colegiado de Curso. Um coordenador eleito pelo Colegiado de Curso acompanhará todo o processo de desenvolvimento do TFG, desde a definição do orientador, tema e o processo de avaliação, momento em que uma Banca Examinadora atribuirá uma nota, de 0 (zero) a 100 (cem), em números inteiros, ao trabalho desenvolvido. Estará aprovado o aluno que obtiver nota igual ou superior a 60 (sessenta). O regulamento específico para a realização do Trabalho Final de Graduação poderá ser consultado por meio do documento R-EAM-002 - Regulamento de Trabalho Final de Graduação do Curso de Engenharia Ambiental, disponível no Apêndice C desse documento, bem como no site Portal Acadêmico da UNIFEI. 1.11 Apoio ao discente O grupo de Atendimento Pedagógico da Universidade Federal de Itajubá, Campus Itabira, integrante da estrutura organizacional da Pró-Reitoria de Graduação, é responsável, entre outras funções, pelo atendimento ao discente no que se refere às demandas acadêmicas. Responsabiliza-se, em harmonia com a Coordenação de Curso, pela orientação ao discente quanto às normas de graduação, critérios de aprovação, programa de assistência estudantil, estágios curriculares e projetos acadêmicos. Como política de atendimento ao discente, baseia-se nos princípios da transparência, clareza e publicidade das informações e configura-se como espaço de escuta e acolhimento para que sejam realizados os encaminhamentos necessários à resolução das demandas estudantis. Demandas que se relacionam à vida acadêmica tais como atendimento psicológico, médico, e demais serviços sociais e pedagógicos, que visam proporcionar a permanência, com sucesso, do estudante na instituição. 79 Compete ao grupo pedagógico prestar atendimento aos pais e responsáveis sobre rendimento dos alunos, orientando-os acerca das atividades acadêmicas e enfatizando a importância da presença familiar para o bom desenvolvimento acadêmico do estudante. Por meio de entrevistas e conversas com a família são traçadas ações que buscam minorar as dificuldades de permanência na instituição bem como estratégias para a melhoria do processo de ensino-aprendizagem. Dessa forma, portanto, este grupo de trabalho posiciona-se, no Campus de Itabira, como mediador da relação professor-alunoconhecimento, em busca da melhoria do desempenho acadêmico, do bem-estar e da autonomia intelectual do educando. Por fim, destaca-se que o Atendimento Pedagógico é um espaço que busca integrar discentes, docentes e técnico-administrativos para a promoção de ações que permitam a indissociação das atividades de ensino, pesquisa e extensão, apoiando os eventos de divulgação da Universidade, Encontros da Universidade Empreendedora, Recepção dos Ingressantes, Programa de Educação Tutorial, permitindo assim a aproximação do aluno com a comunidade local e com as demandas da sociedade na qual está inserida. O atendimento pedagógico é realizado por duas pedagogas e uma Técnica de Assuntos Educacionais. Para os atendimentos especializados, como psicologia e assistência social e médica, o campus de Itabira conta com a cooperação da Prefeitura Municipal de Itabira para a disponibilização desses profissionais. Outra política de atendimento ao discente é o programa de Assistência Estudantil da UNIFEI, que segue as diretrizes estabelecidas pelo Programa Nacional de Assistência Estudantil - PNAES. São objetivos do PNAES: democratizar as condições de permanência dos jovens na educação superior pública federal; minimizar os efeitos das desigualdades sociais e regionais na permanência e conclusão da educação superior; reduzir as taxas de retenção e evasão e; contribuir para a promoção da inclusão social pela educação. Além dos objetivos acima elencados, esse programa visa a atender alunos em situação de vulnerabilidade socioeconômica, regularmente matriculados nos cursos presenciais de Graduação nos Campi de Itajubá e Itabira. Conforme classificação socioeconômica, os alunos selecionados podem receber as seguintes modalidades de auxílio: Bolsa Auxílio Moradia, Auxilio Alimentação e Curso de Língua Estrangeira. 80 1.12 Ações decorrentes dos processos de avaliação do curso A avaliação do curso de Engenharia Ambiental ocorrerá, tanto interna quanto externamente, conforme prevê o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES), criado pela lei nº. 10.861 de 14 de abril de 2004, caracterizada por instrumentos quantitativos e qualitativos do processo ensino aprendizagem. Esse duplo processo avaliativo tem como objetivo geral a formação e o desenvolvimento de um projeto acadêmico baseado nos princípios da democracia, autonomia, pertinência e responsabilidade social. Avaliação Externa à Universidade Conforme calendário de avaliação nacional de cursos, os alunos participarão do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (ENADE). O Exame integra o SINAES e tem como objetivo aferir o rendimento dos alunos dos cursos de graduação em relação aos conteúdos, habilidades e competências do profissional a ser formado. O resultado da avaliação externa será utilizado como parâmetro e metas para o aprimoramento do curso. Os alunos matriculados no curso de Engenharia Ambiental ainda não participaram de nenhum ciclo do ENADE. No entanto, o NDE realizou em 2011 e 2012, de forma articulada com a Disciplina BAC001 – Ciência, Tecnologia e Sociedade seminários para a resolução das questões pertencentes ao grupo de engenharias a que o Curso de Engenharia Ambiental é vinculado, Grupo VII. No entanto, sob coordenação do Núcleo Docente Estruturante – NDE e apoio dos alunos bolsistas do PET Engenharia Ambiental há a previsão de atividades aos alunos, incluindo seminários e cursos de nivelamento relacionados: I) Núcleo de Conteúdos Básicos (comum aos grupos I a VII de Engenharia): Metodologia; Científica e Tecnológica; Comunicação e Expressão; Informática; Expressão Gráfica; Matemática; Física; Fenômenos de Transporte; Mecânica dos Sólidos; Eletricidade Aplicada; Química; Administração; Economia; Ciência e Tecnologia dos Materiais; Ciências do Ambiente; Humanidades, Ciências Sociais e Cidadania. II) Núcleo de Conteúdos Profissionalizantes: Ciência dos Materiais; Conversão de Energia; Estratégia e Organização; Gestão Ambiental; Gestão Econômica; Gestão Tecnológica; Mecânica Aplicada; Modelagem, Análise e Simulação de Processos; Segurança do Trabalho. III) Núcleo de Conteúdos Profissionalizantes Específicos do Curso de Engenharia Ambiental: Climatologia e Meteorologia; Controle de Poluição; Ecologia Aplicada; Estudo e Análise de Impactos Ambientais; Legislação Ambiental; Processos Biotecnológicos; Recuperação de Áreas 81 Poluídas e Degradadas; Tratamento e Reaproveitamento de Efluentes e Resíduos Sólidos. Dentre as ações decorrentes do processo de avaliação do curso, destacam-se as iniciativas sugeridas pelo NDE e Colegiado para melhoria do ensino e da formação profissional: - Análise e reestruturação da grade curricular de forma a garantir o atendimento das novas demandas da área mantendo as especificidades do curso; - Acompanhamento sistemático dos alunos (plano de metas para diminuir o número de dependências) e discussões com a equipe de professores para garantir melhor adaptação dos novos alunos ao ambiente universitário e reduzir a evasão; - Oferta de atividades complementares e projetos de pesquisa temáticos (multidisciplinares) com objetivo de motivá-los ao exercício de participação em processos seletivos e aprimoramento do conhecimento desde o início do curso (atualmente temos 120 alunos no curso, sendo que 8 estão em mobilidade internacional através do Programa Ciências Sem Fronteiras e 30 alunos realizando Iniciação Científica); Avaliação Interna à Universidade a) Comissão Própria de Avaliação (CPA) O acompanhamento do curso dar-se-á através de avaliações e auto-avaliações fornecidas pela Comissão Própria de Avaliação (CPA) da UNIFEI e pelos resultados advindos do ENADE. A CPA da UNIFEI tem como atribuição conduzir os processos de avaliação internos da instituição, sistematizar e prestar as informações solicitadas pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP). Uma vez instalada, a CPA tem como um de seus objetivos articular discentes, docentes, técnicosadministrativos e diretores em um trabalho de avaliação contínua da atividade acadêmica, administrativa e pedagógica da Instituição. A coordenação do curso de Engenharia de Produção optou por fazer uso de seus mecanismos e informações por ela coletadas para o acompanhamento e a avaliação do curso. A proposta de avaliação da CPA visa definir os caminhos de uma autoavaliação da instituição pelo exercício da avaliação participativa. As avaliações da CPA são feitas tomando por princípio as dimensões já estabelecidas em legislação: 01) Missão e o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI); 02) Política para o ensino, a pesquisa, a pósgraduação e a extensão; 03) Responsabilidade social da instituição; 04) Comunicação com a sociedade; 05) Políticas de pessoal; 06) Organização e gestão da instituição; 07) 82 Infraestrutura física; 08) Planejamento e avaliação; 09) Políticas de atendimento aos estudantes e 10) Sustentabilidade financeira. Compõem a metodologia da CPA atividades de sensibilização, visando obter grande número de adesões ao processo, aplicação de questionários, análise dos dados obtidos, elaboração de relatório e divulgação. O ciclo de avaliações é anual e realizado por meio de questionário eletrônico, disponibilizado no site da Universidade, e processamento das informações obtidas pelos membros da CPA. No processo de autoavaliação institucional, são abordadas questões referentes a: aspectos da coordenação de curso (disponibilidade do coordenador, seu reconhecimento na instituição, seu relacionamento com o corpo docente e discente bem como sua competência na resolução de problemas); projeto pedagógico do curso (seu desenvolvimento, formação integral do aluno, excelência da formação profissional, atendimento à demanda do mercado, metodologias e recursos utilizados, atividades práticas, consonância do curso com as expectativas do aluno); disciplinas do curso e os respectivos docentes (apresentação do plano de ensino, desenvolvimento do conteúdo, promoção de ambiente adequado à aprendizagem, mecanismos de avaliação, relacionamento professor-aluno etc.). O relatório final do período avaliado é disponibilizado a todos os segmentos (docentes, servidores técnico-administrativos, discentes, ex-discentes e comunidade externa) e também encaminhado para o INEP/MEC. As avaliações de itens específicos relacionados ao curso são encaminhadas, pela CPA, ao coordenador do curso. Cabe ao Colegiado analisar os resultados da avaliação e estabelecer diretrizes, ou consolidá-las, conforme o resultado da avaliação. b - Indicadores de Curso A Norma para os Programas de Formação em Graduação da UNIFEI, aprovada pelo Conselho de Ensino, Pesquisa, Extensão e Administração (Cepead), em 27 de outubro de 2010, estabelece os indicadores dos cursos. Os Indicadores definem: Número de Alunos Ideal por curso; Número de Alunos Admitidos por curso; Sucesso na Admissão; Sucesso na Formação; Evasão; Taxa de Evasão; Retenção; Taxa de Retenção; Vagas Ociosas; Taxa de Vagas Ociosas. 83 Avaliação do Docente A CPA é responsável pelo estabelecimento e acompanhamento de políticas de valoração e avaliação do corpo docente, conforme parâmetros dos SINAES. 1.13 Tecnologias de informação e comunicação – TIC’s no processo ensinoaprendizagem As Tecnologias de Informação e Comunicação – TICs utilizadas no âmbito do Curso de Engenharia Ambiental correspondem aos recursos didáticos constituídos por diferentes mídias e tecnologias, tais como ambientes virtuais e suas ferramentas, redes sociais e suas ferramentas, fóruns eletrônicos, blogs, chats, tecnologias de videoconferências, TV convencional, TV digital e interativa, rádio, programas específicos de computadores (softwares instados no laboratório de geoprocessamento), objetos de aprendizagem, conteúdos disponibilizados em suportes tradicionais (livros através da biblioteca virtual e disponibilizado online por órgãos oficiais nacionais e internacionais) ou em suportes eletrônicos (CD e DVD), entre outros. 1.14 Material didático institucional No curso de engenharia ambiental a elaboração do material didático é considerado o componente essencial da qualidade da comunicação entre a instituição e o aluno. São então continuamente elaborados modelos de relatórios, registros fotográficos, guias de estudo a partir de slides com textos essenciais para o estudo e preparo para as atividades avaliativas, tutoriais e manuais orientativos para que aluno possa realizar os experimentos e procedimentos com maior facilidade e entendimento de cada etapa. Os guias de estudo elaborado com o conteúdo das aulas e roteiros das práticas das disciplinas incluem os conteúdos específicos, objetivos, técnicas e métodos necessários para a execução das atividades, amenizando o déficit de bibliografias ainda não disponibilizadas em quantidade necessária, quanto correlacionada ao quantitativo de alunos matriculados. Nesse sentido, o material institucional é de suma importância e cada aula prática inclui roteiros, tutoriais e/ou manuais orientativos. 1.15 Procedimentos de avaliação dos processos de ensino-aprendizagem Em todas as atividades do curso de Engenharia Ambiental a avaliação dos alunos se dará mediante os critérios de avaliação, conforme Norma de Graduação, Resolução 218 de 27/10/2010, da Universidade Federal de Itajubá. A avaliação do processo de 84 aprendizagem individual de cada disciplina é descrito no plano de ensino. Os docentes são incentivados a diversificarem o processo avaliativo. O curso de Engenharia Ambiental tem quatro tipos de componentes curriculares: Disciplinas, Trabalho Final de Graduação, Estágio Supervisionado e as Atividades de Complementação. As regras para verificação do rendimento escolar desses componentes também estão estabelecidas na Norma de Graduação. O sistema de avaliação do processo de ensino aprendizagem dos alunos do curso de Engenharia de Produção está regulamentado por essa mesma Norma. A verificação do rendimento escolar é realizada por componente curricular, abrangendo os aspectos de freqüência e aproveitamento, ambos eliminatórios. É de responsabilidade dos docentes a verificação do rendimento escolar e freqüência acadêmica. Entende-se por frequência acadêmica o comparecimento às atividades didáticas de cada componente curricular. Será considerado aprovado em frequência o aluno que obtiver pelo menos 75% de assiduidade nas atividades teóricas e práticas. Nos componentes curriculares é obrigatória a proposição de atividades de avaliação. A forma, a quantidade e o valor relativo das atividades de avaliação constarão obrigatoriamente dos planos de ensino. Os lançamentos de notas dos componentes curriculares serão definidos como: − Tipo M: no qual as notas serão bimestrais. A Média das Notas será calculada por meio de média aritmética; − Tipo N: no qual haverá uma única nota no período. Essas definições serão estabelecidas pelos Colegiados de Cursos, com acordo para os componentes curriculares comuns entre os vários cursos. Para TFG e Estágio Supervisionado, o lançamento de notas seguirá o Tipo N. Para aprovação nos componentes curriculares, o aluno deverá obter Média das Notas igual ou superior a 60, além da frequência mínima prevista. O aluno que obtiver Média das Notas inferior a 60, e a freqüência mínima exigida, terá direito a uma nota de Exame, para disciplina com lançamento de notas do tipo M. Para ser aprovado com Exame, o aluno deverá obter média aritmética igual ou superior a 60 entre a Média das Notas e o Exame. A média calculada no parágrafo primeiro será a Média Final. Para efeito de classificação do aluno, durante o curso, serão calculados, ao final de cada período, coeficientes de desempenho acadêmico conforme segue: 85 − coeficiente de desempenho acadêmico do período, calculado pela média ponderada das médias obtidas nas disciplinas constantes da estrutura curricular, cursadas no período, tendo como peso as respectivas cargas horárias totais; − coeficiente de desempenho acadêmico geral, calculado pela média ponderada das médias obtidas nas disciplinas cursadas constantes da estrutura curricular , tendo como peso as respectivas cargas horárias totais; − para o Trabalho Final de Graduação (TFG) e o Estágio Supervisionado, o lançamento de notas seguirá o Tipo N. 1.16 Número de vagas O Curso de Engenharia Ambiental oferece 50 vagas no período integral, com ingresso anual. O regime de matrícula é seriado/semestral e o tempo para integralização sugerido é de 5 anos, 10 semestres. O número de semanas e dias letivos por semestre são 16 e 100, respectivamente O acesso ao curso faz-se exclusivamente por meio do Exame Nacional de Ensino Médio (ENEM). No caso de vagas remanescentes, por meio de edital preparado pela Coordenação de Processos Seletivos da UNIFEI, semestralmente são publicadas as vagas a serem preenchidas por processos de transferência interna (entre os cursos oferecidos pela UNIFEI), de transferência facultativa (entre instituições brasileiras de ensino superior) e para portadores de diploma de curso superior. Para essas vagas, o processo acontece apenas para alunos que já concluíram, pelo menos, 20% da carga horária total do curso de origem. Havendo vagas remanescentes, o edital de seleção é disponibilizado no site da UNIFEI: http://www.UNIFEI.edu.br/cops. 2 DOCENTES 2.1 Atuação do Núcleo Docente Estruturante – NDE Conforme estabelece o Parecer 4/21010, expedido pela CONAES, o Núcleo Docente Estruturante – NDE do Curso de Engenharia Ambiental foi criado no dia 05 de outubro de 2011 com o intuito de qualificar o envolvimento docente no processo de concepção e consolidação do curso. Nesta mesma data aconteceu a primeira reunião do NDE. 86 O NDE deve ser constituído por membros do corpo docente do curso, que exerçam liderança acadêmica no âmbito do mesmo, percebida na produção de conhecimentos na área, no desenvolvimento do ensino, e em outras dimensões entendidas como importantes pela instituição, e que atuem sobre o desenvolvimento do curso. As atribuições do Núcleo são as seguintes: contribuir para a consolidação do perfil profissional do egresso do curso; zelar pela integração curricular interdisciplinar entre as diferentes atividades de ensino constantes no currículo; indicar formas de incentivo ao desenvolvimento de linhas de pesquisa e extensão, oriundas de necessidades da graduação, de exigências do mercado de trabalho e afinadas com as políticas públicas relativas à área de conhecimento do curso; zelar pelo cumprimento das Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de Graduação. O NDE do curso é composto pelos seguintes professores: Giselle de Paula Queiroz Cunha, James Lacerda Maia, Fernanda Maria Belotti, Rafael Balbino Cardoso, Eliane Maria Vieira, Rose-Marie Belardi, Anderson de Assis Morais e Márcio Martins Lage Júnior. Os membros do NDE do Curso de Engenharia Ambiental são todos docentes em regime de trabalho de tempo integral, pertencem ao corpo de docentes do curso e todos têm a titulação de doutorado. Desde a sua criação, o NDE tem se reunido periodicamente e atuado no processo de concepção, concretização e contínua atualização do projeto pedagógico do curso de forma a contribuir para a consolidação do perfil profissional do egresso. 2.2 Atuação do (a) coordenador (a) A atuação do coordenador do curso obedece ao que está estabelecido no Regimento Geral da UNIFEI. Conforme artigo 111, compete ao coordenador do curso: I. convocar e presidir as reuniões do Colegiado, com direito, somente, ao voto de qualidade; II. representar o Colegiado de Curso; III. elaborar o projeto pedagógico do curso e submetê-lo ao Colegiado de Curso; IV. providenciar os planos de ensino de todas as disciplinas do Curso; 87 V. supervisionar o funcionamento do curso; VI. zelar pela qualidade do ensino do curso; VII. encaminhar para apreciação do Colegiado proposta de alterações no regulamento do curso, propostas de convênios e projetos e propostas de criação, alteração ou extinção de disciplinas do curso; VIII. tomar medidas necessárias para a divulgação do curso; IX. verificar o cumprimento do conteúdo programático e da carga horária das disciplinas do curso; X. participar da elaboração do calendário escolar do curso; XI. propor os horários de aulas de cada período letivo e encaminhá-lo para apreciação da Câmara de Graduação; XII. comunicar aos órgãos competentes qualquer irregularidade no funcionamento do curso e solicitar as correções necessárias; XIII. atuar junto aos Diretores de Unidades Acadêmicas na definição de nomes de docentes que atuarão no curso; XIV. suscitar a apresentação de temas e acompanhar o trabalho do coordenador de TFG (Trabalho de Finalização de Curso); XV. acompanhar as atividades do coordenador do Estágio Supervisionado; XVI. promover reuniões de planejamento do curso; XVII. orientar os alunos do Curso na matrícula e na organização e seleção de suas atividades curriculares; XVIII. solicitar aos professores a divulgação dos resultados de todas as avaliações e frequência nas disciplinas, conforme o calendário escolar; XIX. designar relator ou comissão para estudo de matéria a ser submetida ao Colegiado; XX. decidir sobre assuntos da rotina administrativa do curso; XXI. exercer outras atribuições inerentes ao cargo. Ainda conforme o Regimento Geral da UNIFEI: - O Coordenador de curso é sempre um docente, que é eleito pelo colegiado do curso para ocupar o cargo (art. 72 e 110); - Para ser Coordenador, o docente deve ter mais de 2 anos no exercício do magistério na UNIFEI (art. 88); 88 - Cada curso tem um coordenador (art 92); - A presidência do Colegiado de Curso cabe ao Coordenador (art109). Como o projeto de expansão ainda se encontra em fase de consolidação, a atuação do coordenador do curso, juntamente com demais professores do curso, tem sido intensa em atividades especificação e compra de equipamentos, organização do projeto pedagógico do curso, tomada de decisão referente à formação do quadro de docentes, adaptação de espaços físicos e infraestrutura para atendimento às demandas do curso. A atuação do coordenador vem sendo decisiva nas tomadas de decisões para que o projeto de expansão se consolide. 2.3 Experiência profissional, de magistério superior e de gestão acadêmico do (a) coordenador (a) O Coordenador de Curso é Engenheiro Ambiental, com Doutorado em Ciências da Engenharia Ambiental pela USP de São Carlos, possui experiência profissional na área de Ciências Ambientais, atuando principalmente nos seguintes temas: uso e ocupação do solo com ênfase em adequação ambiental de propriedades agrícolas, análise e avaliação de impactos ambientais de empreendimentos de geração e transmissão de energia, e avaliação espaço-temporal de qualidade da água, A experiência de magistério superior é de 30 meses e a experiência de gestão acadêmica é de 18 meses. 2.4 Regime de trabalho do (a) coordenador (a) de curso O coordenador pertence ao quadro de docentes do curso de Engenharia Ambiental com dedicação exclusiva e em regime de trabalho de tempo integral. 2.5 Carga horária de coordenação de curso Em função do processo de consolidação do corpo docente do curso, o coordenador de Curso ainda acumula carga horária em sala de aula, desenvolve atividades de pesquisa e extensão, o que resulta em dedicação máxima de 25h para atendimento às atividades de coordenação. No entanto, com a divisão de atribuições com o coordenador adjunto e futuro coordenador do curso a dedicação às demandas do cargo apresenta-se melhor distribuída. 2.6 Titulação do corpo docente do curso O corpo docente do curso de Engenharia Ambiental conta, atualmente, com os seguintes professores: NOME COMPLETO DOS DOCENTES/CARGO/TITULAÇÃO NOME CARGO Titulação `1 ANA PAULA DE PAIVA PEREIRA MATEMÁTICA APLICADA M 18 ANDERSON DE ASSIS MORAIS GESTÃO DE RECURSOS NATURAIS D 2 CARLOS AUGUSTO DE SOUZA OLIVEIRA MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO CIVIL D 89 3 CARLOS HENRIQUE DA SILVEIRA COMPUTAÇÃO D 4 EDISON APARECIDO LAURINDO QUÍMICA D 19 EDUARDO COUTINHO DE PAULA SAÚDE E SEGURANÇA M 5 ELIANE MARIA VIEIRA GEOPROCESSAMENTO D 6 EMERSON JOSÉ DE PAIVA OTIMIZAÇÃO E SIMULAÇÃO D 7 FERNANDA MARIA BELOTTI CIÊNCIAS DO SOLO D 8 GISELLE DE PAULA QUEIROZ CUNHA ENERGIAS RENOVÁVEIS D 9 JAMES LACERDA MAIA GESTÃO DE RECURSOS NATURAIS D 10 MÁRCIO MARTINS LAGE JÚNIOR FÍSICA D 11 MARIA ELIZABETE VILLELA SANTIAGO LINGUA INGLESA M 12 PAULO MOHALLEM GUIMARÃES FENÔMENOS DE TRANSPORTE D 13 RAFAEL BALBINO CARDOSO ENERGIAS RENOVÁVEIS D 14 RENATA DOS SANTOS MENDES LÍNGUA PORTUGUESA M 15 ROBERTO CEZAR DE ALMEIDA MONTE-MOR HIDRÁULICA D 16 RONARA CRISTINA BOZI DOS REIS ECONOMIA M 20 ROSE-MARIE BELARDI QUIMICA D 17 VALDIR TESCHE SIGNORETTI FENÔMENOS DE TRANSPORTE D Doutores: 75% Mestres: 25% Obs.: 2.7 Titulação do corpo docente do curso – percentual de doutores Do total de 20 docentes vinculados ao curso de Engenharia Ambiental, 15 (75%) são doutores, os quais seguem listados abaixo: 1. ANDERSON DE ASSIS MORAIS - Doutor 2. CARLOS AUGUSTO DE SOUZA OLIVEIRA- Doutor 3. CARLOS HENRIQUE DA SILVEIRA- Doutor 4. EDISON APARECIDO LAURINDO - Doutor 5. ELIANE MARIA VIEIRA- Doutor 6. EMERSON JOSÉ DE PAIVA- Doutor 7. FERNANDA MARIA BELOTTI- Doutor 8. GISELLE DE PAULA QUEIROZ CUNHA- Doutor 9. JAMES LACERDA MAIA- Doutor 10. MÁRCIO MARTINS LAGE JÚNIOR- Doutor 11. PAULO MOHALLEM GUIMARÃES- Doutor 12. RAFAEL BALBINO CARDOSO - Doutor 13. ROBERTO CEZAR DE ALMEIDA MONTE-MOR- Doutor 90 14. ROSE-MARIE BELARDI- Doutor 15. VALDIR TESCHE SIGNORETTI- Doutor 2.8 Regime de trabalho do corpo docente do curso Todo o corpo docente do Curso de Engenharia Ambiental é servidor pertencente ao quadro de pessoal da Universidade Federal de Itajubá, lotado no Campus de Itabira, sob o regime de dedicação exclusiva. Ao final da implantação do projeto expansão, a UNIFEI terá, no campus Itabira, 160 docentes e 96 técnicos administrativos. O quadro de pessoal ainda encontra-se em processo de formação. 2.9 Experiência profissional do corpo docente O corpo docente possui experiência profissional composta por 70 % inferior a 5 anos e 30% superior a 5 anos. 2.10 Experiência de magistério superior do corpo docente Segue abaixo a lista de docentes do curso de Engenharia Ambiental, com suas respectivas titulações e tempo de docência na UNIFEI: 1. ANA PAULA DE PAIVA PEREIRA MESTRADO 30 MESES 2. ANDERSON DE ASSIS MORAIS 30 MESES 3. CARLOS AUGUSTO DE SOUZA OLIVEIRA DOUTORADO 19 MESES 4. CARLOS HENRIQUE DA SILVEIRA DOUTORADO 49 MESES 5. EDISON APARECIDO LAURINDO DOUTORADO 27 MESES 6. EMERSON JOSÉ DE PAIVA DOUTORADO 30 MESES 7. ELIANE MARIA VIEIRA DOUTORADO 19 MESES 8. EDUARDO COUTINHO DE PAULA MESTRADO 14 MESES 9. EMERSON JOSÉ DE PAIVA MESTRADO 26 MESES 10. FERNANDA MARIA BELOTTI DOUTORADO 12 MESES 11. GISELLE DE PAULA QUEIROZ CUNHA DOUTORADO 30 MESES 12. JAMES LACERDA MAIA DOUTORADO 30 MESES 91 13. MÁRCIO MARTINS LAGE JÚNIOR DOUTORADO 49 MESES 14. MARIA ELIZABETE VILELA SANTIAGO MESTRADO 29 MESES 15. PAULO MOHALLEM GUIMARAES DOUTORADO 25 MESES 16. RAFAEL BALBINO CARDOSO MESTRADO 27 MESES 17. ROBERTO CEZAR DE ALMEIDA MONTE-MOR MESTRADO 6 MESES 18. RONARA CRISTINA BOZI DOS REIS MESTRADO 37 MESES 19. ROSE-MARIE BELARDI DOUTORADO 24 MESES 20. VALDIR TESCHE SIGNORETTI 14 MESES 2.11 Funcionamento do colegiado de curso O funcionamento do colegiado do curso obedece ao que está estabelecido no Regimento Geral da UNIFEI. Conforme artigo 110 compete ao colegiado de curso: I. eleger o Coordenador de Curso; II. estabelecer diretrizes e aprovar o projeto pedagógico do curso para homologação pela Pró-Reitoria de Graduação; III. estabelecer diretrizes e aprovar um sistema de acompanhamento e avaliação do curso; IV. aprovar os planos de ensino das disciplinas; V. propor normas relativas ao funcionamento do curso; VI. estabelecer mecanismos de orientação acadêmica aos estudantes do curso; VII. criar comissões para assuntos específicos; VIII. aprovar os nomes de membros de Comissões Examinadoras de Trabalhos de Finalização de Curso e de outras formas de atividade; IX. analisar e emitir parecer sobre convalidação de estudos e adaptações; X. julgar, em grau de recurso, as decisões do Coordenador do Curso; XI. decidir ou opinar sobre outras matérias pertinentes ao curso. 92 O curso de Engenharia Ambiental é gerenciado por um Colegiado composto por sete membros, com a seguinte distribuição: • Docentes da área específica do curso: Professor James Lacerda Maia (coordenador adjunto) Professor Eliane Maria Vieira Professor Anderson de Assis Morais Professor Roberto Cezar de Almeida Monte-Mor. • Docentes da área básica: Professor Ana Paula de Paiva Pereira (Matemática) Professora Maria Elizabete Santiago (Comunicação e Expressão) • Um discente do curso de Engenharia Ambiental - Thais Silva Santos O Colegiado é presidido pelo coordenador do curso, eleito dentre seus membros docentes. A Coordenação do curso é atualmente exercida pela docente Giselle de Paula Queiroz Cunha. O primeiro coordenador do curso foi o prof. Rafael Capaz, lotado no campus Itajubá. Em função do corpo docente do curso estar sendo contratado via concurso público, os membros do colegiado também assumiram as atribuições do Núcleo Docente Estruturante – NDE. Com a contratação de novos docentes, o NDE e colegiado terão suas atribuições redistribuídas entre os professores vinculados ao curso. 2.12 Produção científica, cultural, artística ou tecnológica 1. ANA PAULA DE PAIVA PEREIRA 0 REGISTROS 2. ANDERSON DE ASSIS MORAIS 13 REGISTROS 3. CARLOS AUGUSTO DE SOUZA OLIVEIRA 21 REGISTROS 4. CARLOS HENRIQUE DA SILVEIRA 50 REGISTROS 5. EDISON APARECIDO LAURINDO 24 REGISTROS 93 6. EDUARDO COUTINHO DE PAULA 42 REGISTROS 7. ELIANE MARIA VIEIRA 45 REGISTROS 8. EMERSON JOSÉ DE PAIVA 20 REGISTROS 9. FERNANDA MARIA BELOTTI 56 REGISTROS 10. GISELLE DE PAULA QUEIROZ CUNHA40 REGISTROS 11. JAMES LACERDA MAIA 36 REGISTROS 12. MÁRCIO MARTINS LAGE JÚNIOR 15 REGISTROS 13. MARIA ELIZABETE VILELA SANTIAGO 08 REGISTROS 14. PAULO MOHALLEM GUIMARAES 33 REGISTROS 15. RAFAEL BALBINO CARDOSO 26 REGISTROS 16. RENATA DOS SANTOS MENDES 89 REGISTROS 17. ROBERTO CEZAR DE ALMEIDA MONTE MOR 19 REGISTROS 18. RONARA CRISTINA BOZI DOS REIS 14 REGISTROS 19. ROSE MARIE BELARDI 16 REGISTROS 20. VALDIR TESCHE SIGNORETTI 08 REGISTROS 3 INFRAESTRUTURA Através da parceria pioneira entre governo local, representada pela Prefeitura Municipal de Itabira (PMI), setor privado, representado pela Mineradora VALE, Ministério da Educação (MEC) e a Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI), encontra-se em fase de implantação o Campus da UNIFEI no município de Itabira/MG, cujas atividades tiveram início em Julho de 2008, com a realização de seu primeiro processo seletivo para vestibular. O Convênio de Cooperação Técnica e Financeira, firmado entre a UNIFEI, a VALE, o MEC e a PMI, garante a construção e implementação do novo campus. Nele, a prefeitura do município de Itabira se responsabilizou por prover a infraestrutura necessária ao funcionamento da universidade (aquisição de terreno, construção dos prédios, instalação da infraestrutura básica) e doá-las (terreno e benfeitorias) para a instituição de ensino; a VALE se responsabilizou pelo auxílio na compra de equipamentos laboratoriais. Em cumprimento à sua cota de responsabilidades, a PMI designou ao Complexo 94 Universitário uma área de aproximadamente 604.000m2, situada junto ao Distrito Industrial II da cidade. Quando as metas pactuadas entre os parceiros tiverem sido atingidas, o corpo docente do Campus Itabira estará composto por, aproximadamente, 160 (cento e sessenta) professores, além de 96 (noventa e seis) servidores técnicos-administrativos, atendendo a uma população universitária de cerca de 2250 alunos, em 5 (cinco) anos. Os servidores, docentes e técnicos-administrativos, serão contratados de acordo com vagas disponibilizadas pelo MEC, por meio de concurso público. As atividades do Campus Itabira se concentraram nas instalações do Parque Tecnológico de Itabira (ITEC), até que se concluísse a construção do primeiro prédio do Complexo Universitário de Itabira, ocorrido no 1º semestre de 2011. Com a conclusão desse primeiro prédio, grande parte da infraestrutura (salas de aula, salas de professores, salas de técnicos-administrativos e laboratórios) foi transferida para o espaço do Distrito Industrial Atualmente, a UNIFEI ainda continua ocupando as dependências do ITEC, com salas de aula, laboratórios e sala com professores e técnicos administrativos. O novo prédio, nas dependências do campus CDI I, possui salas de aula com dimensões diversas, 01 auditório, laboratórios com tamanhos e compartilhamentos diversos, 17 salas de professores, 14 salas de técnicos administrativos, 01 biblioteca e 01 sala de reunião. Há, ainda, na área externa do novo prédio, salas de aula, laboratórios e salas destinadas a refeitório e outra a almoxarifado. 3.1 Gabinetes de trabalho para professores Tempo Integral – TI O novo prédio, situado a Rua Irmã Ivone Drumond, número 200, Distrito Industrial II , Itabira - MG, e ocupado a partir de abril de 2011, possui 17 salas de professores, já que são 99 (noventa e nove) professores do quadro permanente e 1 (um) temporário, para lecionar em nove cursos de engenharia; em média são 05 professores em cada sala e essas são equipadas com microcomputadores e com acesso à internet. No ITEC, situado a Rua São Paulo, número 377, Bairro Amazonas, Itabira-MG, a quantidade de professores e técnicos administrativos instalados ficou reduzida, atendendo, basicamente, aos alunos ingressantes. 95 3.2 Espaços de trabalho para coordenação de curso e serviços acadêmicos O Coordenador do curso utiliza o seu gabinete localizado no Campus da UNIFEI Itabira exercer o trabalho de coordenação. As reuniões do colegiado do curso e do NDE são realizadas no Auditório do Campus ou então na Sala de Reuniões da Diretoria do Campus. Para eventuais reuniões com os alunos do curso é utilizado o Auditório do Campus ou então uma sala de aula da universidade. A Pró-Reitoria de Graduação (PRG), o Diretório de Registro Acadêmico (DRA) e o Departamento de Suporte à Informática (DSI) da UNIFEI possuem um espaço de trabalho próprio nas dependências da UNIFEI para a realização dos serviços acadêmicos. O controle da vida acadêmica do aluno é realizado por um sistema computacional desenvolvido pela equipe do DSI da UNIFEI. O sistema funciona em rede e tem acesso diferenciado para: coordenador, aluno, professor, e servidores técnico-administrativos que ocupam cargos/funções específicas para gerenciarem o sistema. No Departamento de Registro Acadêmico da UNIFEI são processados a entrada e arquivamento de documentos indispensáveis ao controle da vida acadêmica do aluno. Esses documentos pertencem ao arquivo permanente da Universidade. 3.3 Sala de professores Os professores são acomodados em salas com aproximadamente 5 professores, dependendo do tamanho da sala. Sendo de modo geral, ambiente adequado quanto ao conforto acústico e térmico, disponibilidade de equipamento de informática, limpeza rotineira dos ambientes, acessibilidade, conservação e comodidade satisfatória. 3.4 Salas de aula Para as disciplinas da área específica, há uma sala de aula disponível para cada período que está sendo ofertado no semestre vigente. Para as disciplinas comuns às engenharias, as salas de aula têm capacidade maior que o número de ingressantes em um único curso. Como o campus encontra-se em expansão pode-se observar diversificadas condições em relação: as quantidades e número de alunos por turma, dimensões em função das vagas previstas/autorizadas, acústica, ventilação e comodidade. No entanto, em relação à disponibilidade de equipamentos, limpeza, iluminação, acessibilidade e conservação, todas as salas encontram-se em condições adequadas. 96 3.5 Acesso de alunos aos equipamentos de informática Os alunos têm acesso à internet no campus, via wireless. Na maioria das unidades didáticas, a internet pode ser acessada. O portal acadêmico, onde o aluno tem acesso às informações de matricula, notas, horários, séries de exercícios, histórico escolar pode ser acessado nos “Quiosques multimídia com teclado” que estão disponíveis nos dois prédios. Todos os alunos têm acesso aos laboratórios de informática. Há também equipamentos disponíveis no Espaço de Convivência do prédio alocado no Distrito Industrial II. Atualmente, a UNIFEI Itabira conta com dois laboratórios de informática no prédio novo, cada um com 30 máquinas; e no prédio antigo um laboratório contendo 50 computadores. 3.6 Bibliografia básica Bibliografia já descrita no item 1.6 – conteúdos curriculares 3.7 Bibliografia complementar Bibliografia já descrita no item 1.6 – conteúdos curriculares 3.8 Periódicos especializados Os periódicos de acesso livre estão disponibilizados a partir do endereço: http://sites.google.com/site/bUNIFEItabira/documentos/periodicos. Os periódicos disponibilizados pelo portal de periódicos da CAPES, estão acessíveis pelo site da UNIFEI (www.UNIFEI.edu.br), por meio de hiperlink. 3.9 Laboratórios didáticos especializados – quantidade, qualidade e serviços O convênio firmado para viabilizar o projeto de expansão estabelece o comprometimento da Vale com o provimento dos equipamentos destinados aos laboratórios dos cursos, que são utilizados nas atividades de formação, geração e aplicação de conhecimento (ensino e pesquisa). Os laboratórios listados abaixo atendem às disciplinas do curso de Engenharia Ambiental: • Laboratório de Física: Atende às disciplinas de Física (BAC007) e Engenharia de Sólidos (BAC010) e Fluidos (BAC014). • Laboratório de Química: Atende à disciplina de Química Geral – BAC009 • Laboratório de Ecologia/ Biologia: atende às disciplinas de mesmo nome. • Laboratório de Hidrologia: atende à disciplina de hidrologia • Laboratório de Geoprocessamento e Topografia: atende às disciplinas de Geomática, Geoprocessamento e Hidráulica (conteúdo computacional) 97 • Laboratório de Química Ambiental e Limnologia: atendem às disciplinas de mesmo nome. • Laboratório de Geologia e Pedologia/Geotecnia Ambiental: atenderá às disciplinas de geologia/pedologia e mecânica dos solos. • Laboratório de Microbiologia Ambiental: atende à disciplina de mesmo nome. • Laboratório Móvel: atende a todas as disciplinas do curso que necessitem realizar viagem técnica. Ressalta-se que além das atividades de ensino, os laboratórios atendem aos docentes e discentes que exercem, respectivamente, atividades de pesquisa e extensão. A lista detalhada dos equipamentos, seus respectivos pedidos de compra e notas fiscais encontra-se em inventário de cada laboratório, que é atualizado a cada efetivação de processo de compra. A especificação e compra de equipamentos considerou de sistêmica e global, aos aspectos de adequação, acessibilidade, atualização de equipamentos e disponibilidade de insumos necessários para o desenvolvimento das atividades de ensino, pesquisa (nível de pós-graduação) e extensão. Os insumos são adquiridos juntamente com os equipamentos e a manutenção é realizada via compra com recursos da UNIFEI (pregão), via recurso de custeio do PET EAM ou advindo de projetos em andamento e coordenado por professores do Curso de Engenharia Ambiental. Foram incluídos na listagem do convênio com a Vale S.A. 3 caminhonetes, 1 kombi, 1 Van e 1 Laboratório Móvel, o que resulta em autonomia para o desenvolvimento as atividades de ensino, pesquisa e extensão previstas pelo curso. Desde o processo de especificação, inclui-se a assistência técnica acessível e que propicie atendimento eficiente e eficaz. Em termos de apoio técnico, o curso conta atualmente com apenas um técnico concursado e 2 técnicos originários do DNPM, que atuam juntamente com os professores do curso e chefes dos laboratórios para manutenção adequada de todas as atividades desenvolvidas. Em termos de atendimento à comunidade, atendimento à comunidade, o projeto Reconhecendo Itabira prevê intenso atendimento à comunidade através dos diagnósticos por sub-bacias hidrográficas do município e que inclui atividades de educação ambiental e também análises experimentais, como suporte para as atividades de iniciação científica aos quais os alunos estão envolvidos. 98