PROJETO POLÍTICO
PEDAGÓGICO DO CURSO
DE GRADUAÇÃO EM
ENGENHARIA AMBIENTAL
Itabira, MG
1
Projeto Político Pedagógico do Curso de Graduação em Engenharia Ambiental
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ITAJUBÁ – UNIFEI Campus Itabira
Renato de Aquino Faria Nunes
Reitor
[email protected] (035) 3629-1108
Paulo Shigueme Ide
Vice-Reitor
[email protected] (035) 3629-1105
Alexandre Augusto Barbosa
Pró-reitor de Graduação
[email protected] (035) 3629-1126
Renato da Silva Lima
Pró-reitor de Pesquisa e Pós-graduação
[email protected] (035) 3629-1118
Paulo Roberto Labegalini
Pró-reitor de Cultura e Extensão Universitária
[email protected] (035) 3629-1259
Luiz Gonzaga Mariano de Souza
Assessor Especial da Reitoria para Implantação do Campus Itabira
[email protected] (031) 3834-3544
Giselle de Paula Queiroz Cunha
Coordenador do Curso Engenharia Ambiental
[email protected]
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ITAJUBÁ-UNIFEI
www.UNIFEI.edu.br
Campus Avançado de Itabira – Unidade I
Rua São Paulo, 377 – Bairro Amazonas
Itabira-MG CEP35900-373
Telefone: (031) 3835-2790
Campus Avançado de Itabira – Unidade II
Rua Irmão Ivone Drumond, 200 – Distrito Industrial II
Itabira-MG, CEP: 35903-087
Telefone : (031) 3534-3544
2
Projeto Político Pedagógico do Curso de Graduação em Engenharia Ambiental
Equipe Responsável
Giselle de Paula Queiroz Cunha
Prof. Adjunto Área Energias Renováveis
James Lacerda Maia
Prof. Adjunto Área de Gestão de Recursos Naturais
Anderson de Assis Morais
Prof. Adjunto Área Gestão de Recursos Naturais
Rafael Balbino Cardoso
Prof. Adjunto Área Energias Renováveis
Eliane Maria Vieira
Prof. Adjunto Área Geoprocessamento
Fernanda Maria Belotti
Prof. Adjunto Área Ciências do Solo
Roberto César de Almeida Monte-Mor
Prof. Adjunto Área Hidráulica
Maria Elizabete VillelaSantiago
Prof. Assistente Área Língua Inglesa
Ana Paula de Paiva Pereira
Prof. Assistente Área Matemática
Márcio Martins Lage Júnior
Prof. Adjunto Área Física
Rose-Marie Belardi
Prof. Adjunto Área Química
3
Projeto Político Pedagógico do Curso de Graduação em Engenharia Ambiental
Assessoria Pedagógica
Pró-Reitor:
Professor Alexandre Augusto Barbosa
Pró-Reitor Adjunto e Diretor de Prospecção Acadêmica e Profissional:
Professor Robson Luiz Moreno
Coordenadoria Pedagógica:
Débora Luiza dos Santos (Campus Itajubá)
Ana Amélia de Souza (Campus Itabira)
Cleide Beatriz Gomes dos Reis (Campus Itabira)
Alice Figueiredo (Campus Itabira)
4
Projeto Político Pedagógico do Curso de Graduação em Engenharia Ambiental
SUMÁRIO
SUMÁRIO .................................................................................................. 5
APRESENTAÇÃO .............................................................................................. 7
1.
ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA ............................................ 8
1.1 CONTEXTO EDUCACIONAL ................................................................................................. 8
1.2 POLÍTICAS INSTITUCIONAIS NO ÂMBITO DO CURSO ...................................................... 11
1.3 OBJETIVOS DO CURSO ......................................................................................................... 17
1.4 PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO .................................................................................. 18
1.5 ESTRUTURA CURRICULAR .................................................................................................... 19
1.6 CONTEÚDOS CURRICULARES .............................................................................................. 21
1.7 METODOLOGIA .................................................................................................................... 71
1.8 ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO ........................................................................ 77
1.9 ATIVIDADES COMPLEMENTARES ....................................................................................... 78
1.10 TRABALHO FINAL DE GRADUAÇÃO – TFG....................................................................... 78
1.11 APOIO AO DISCENTE ......................................................................................................... 79
1.12 AÇÕES DECORRENTES DOS PROCESSOS DE AVALIAÇÃO DO CURSO ........................... 81
1.13 TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO – TIC’S NO PROCESSO ENSINOAPRENDIZAGEM ........................................................................................................................ 84
1.14 MATERIAL DIDÁTICO INSTITUCIONAL ............................................................................ 84
1.15PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO DOS PROCESSOS DE ENSINO-APRENDIZAGEM .... 84
1.16 NÚMERO DE VAGAS ........................................................................................................... 86
2
2.1
DOCENTES .............................................................................................. 86
ATUAÇÃO DO NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE – NDE ..................................... 86
5
2.2
ATUAÇÃO DO (A) COORDENADOR (A) ....................................................................... 87
2.3 EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL, DE MAGISTÉRIO SUPERIOR E DE GESTÃO ACADÊMICO
DO (A) COORDENADOR (A) ....................................................................................................... 89
2.4
REGIME DE TRABALHO DO (A) COORDENADOR (A) DE CURSO .............................. 89
2.5
CARGA HORÁRIA DE COORDENAÇÃO DE CURSO .................................................... 89
2.6
TITULAÇÃO DO CORPO DOCENTE DO CURSO .......................................................... 89
2.7
TITULAÇÃO DO CORPO DOCENTE DO CURSO – PERCENTUAL DE DOUTORES .... 90
2.8
REGIME DE TRABALHO DO CORPO DOCENTE DO CURSO ...................................... 91
2.9
EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL DO CORPO DOCENTE ............................................... 91
2.10
EXPERIÊNCIA DE MAGISTÉRIO SUPERIOR DO CORPO DOCENTE .......................... 91
2.11
FUNCIONAMENTO DO COLEGIADO DE CURSO ....................................................... 92
2.12
PRODUÇÃO CIENTÍFICA, CULTURAL, ARTÍSTICA OU TECNOLÓGICA ..................... 93
3
3.1
INFRAESTRUTURA................................................................................. 94
GABINETES DE TRABALHO PARA PROFESSORES TEMPO INTEGRAL – TI .............. 95
3.2
ESPAÇOS DE TRABALHO PARA COORDENAÇÃO DE CURSO E SERVIÇOS
ACADÊMICOS ............................................................................................................................. 96
3.3
SALA DE PROFESSORES ................................................................................................ 96
3.4
SALAS DE AULA ............................................................................................................. 96
3.5
ACESSO DE ALUNOS AOS EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA................................ 97
3.6
BIBLIOGRAFIA BÁSICA ................................................................................................. 97
3.7
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ................................................................................ 97
3.8
PERIÓDICOS ESPECIALIZADOS ................................................................................... 97
3.9
LABORATÓRIOS DIDÁTICOS ESPECIALIZADOS – QUANTIDADE, QUALIDADE E
SERVIÇOS .................................................................................................................................... 97
6
APRESENTAÇÃO
Este documento apresenta o Projeto Político Pedagógico do Curso de Graduação
em Engenharia Ambiental da Universidade Federal de Itajubá, Campus Itabira, segundo as
Diretrizes Curriculares Nacionais - DCNs dos Cursos de Graduação em Engenharia em
vigor e a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional - LDB (Lei 9.394/96).
O Projeto Político Pedagógico do Curso ratifica-se como o documento norteador
das oportunidades de potencializar a formação dos alunos, a partir da integração do
currículo do curso de graduação com o desenvolvimento científico, cultural, artístico e
tecnológico.
Para fins didáticos e conforme prevê o Instrumento de Avaliação de Cursos de
Graduação Presencial e a Distância e a Norma de Graduação da Universidade Federal de
Itajubá, este documento foi dividido da seguinte forma: Organização didático-pedagógica,
Corpo docente e Infraestrutura. Os três itens serão detalhados com objetivo de atender os
itens do instrumento de avaliação de cursos de graduação presencial e a distância que se
aplicam a presente engenharia, bem como atender à norma de graduação da Universidade
Federal de Itajubá.
7
1. ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA
1.1
Contexto educacional
De acordo com Bazzo, Pereira e Von Linsingen (2007, p. 30) as escolas de
engenharia surgiram e firmaram-se “[...] num contexto de racionalização de procedimentos
científicos e sociais, de novas leituras das técnicas, de alterações no sistema produtivo, de
reorganizações das cidades e das trocas comerciais, sendo elas causas e efeitos de novos
tempos para o sistema educativo”. Ainda segundo os autores, a organização do processo
educacional reflete-se na formação dos discentes, interferindo no desempenho profissional.
No entanto, é pouco plausível que modificações nas grades curriculares quanto ao
conteúdo ou disposição sejam unicamente necessárias. A ação deve ser estrutural,
considerando-se a postura do educador quanto à conscientização do papel exercido pelo
mesmo e sua identificação com as finalidades do processo educacional que participa.
A competitividade na engenharia destaca a produção de maneira absoluta,
intensificando a desvinculação do ensino tecnológico do âmbito humano e social. Porém,
“não se pode pautar o ensino de engenharia apenas no desenvolvimento tecnológico,
achando que o comportamento social é estático e adaptável a qualquer mudança
tecnológica”. Isso pode ser um ponto imprescindível nas deficiências do ensino da
engenharia em relação à contextualização de suas aplicabilidades e resultados (GIROUX,
1986 apud BAZZO; PEREIRA; VON LINSINGEN, 2007, p. 39).
O município de Itabira, ao qual se encontra instalado o campus avançado da
Universidade Federa de Itajubá – UNIFEI e o Curso de Engenharia Ambiental, localiza-se
na região sudeste de Minas Gerais, a 108 km de Belo Horizonte. Atualmente, constitui-se
em um grande polo minerador no Estado e na União, e é caracterizada como cidade
monoindustrial, sendo a Vale S.A. a grande responsável pela expansão e transformações
espaciais do território.
Segundo dados do IBGE (2010) a população do Município foi estimada em
109.793 (cento e nove mil, setecentos e noventa e três), sendo que a população em faixa
etária entre 15 a 24 anos e 25 a 39 anos correspondem, respectivamente, a 17,7% e 25,1%
da população total. O IDH - Índice de Desenvolvimento Humano de 0,789 (Setecentos e
oitenta e nove milésimos) em 2000, segundo o Atlas de Desenvolvimento Humano do
Brasil.
8
Ainda segundo dados do IBGE (2010) o Produto Interno Bruto de Itabira em
2009 foi de R$ 30.930,73 (trinta mil, novecentos e trinta reais e setenta e três centavos)
per capita. Seu Produto Interno Bruto deriva principalmente das atividades de indústria e
serviços, R$ 2.218.534,00 (Dois milhões, duzentos e dezoito mil, quinhentos e trinta e
quatro reais) e R$ 1.099,131,00 (Um milhão e noventa e nove mil, cento e trinta e um
reais), respectivamente. O alto valor de PIB de Itabira é reflexo da atividade monoindustrial
e serviços avindos da mesma, ou seja, em virtude das grandes companhias de mineração
instaladas no município. A somatória de percentual referente às faixas etárias da população
(17,7 % - jovens de 15 a 24 anos e 25,1% - adultos entre 25 e 39 anos) correspondem a
42,8% da população que demanda qualificação profissional.
Conhecida como “Cidade do Ferro”, Itabira é o berço da Companhia Vale do Rio
Doce, chamada atualmente de Vale S.A.. A empresa foi criada, há mais de meio século,
para extrair do local a hematita, minério com altíssimo teor de ferro. A exportação do ferro
para vários países é a base da economia do município. Segundo mapa da Secretaria
Municipal de Desenvolvimento Urbano (vide Figura 1), a distribuição de receitas do
município está concentrada em 99% na zona urbana, sendo 82% referente à atividade de
Mineração e 17% a outras atividades que incluem a prestação de serviços demandados
principalmente por essa atividade monoindustrial.
Figura 1 – Mapa de distribuição de receitas, município de Itabira
Fonte: Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano
No contexto ambiental, o município de Itabira apresenta historicamente atuação
particular, dentro os quais se destaca a criação do CODEMA – Conselho Municipal de
Meio Ambiente, instituído pela Lei Municipal nº 2.324 de 03 de setembro de 1985, que
marcou a preocupação ambiental do Município. Posteriormente, novas leis com enfoque
na questão ambiental foram sendo criadas, entre elas a Lei Municipal nº 3.725, de 04 de
9
julho de 2002, e a Lei nº 3.761 de 04 de fevereiro de 2003, que amplia e consolida a
legislação ambiental do Município de Itabira.
Segundo dados da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano, projeções
indicam que em no máximo 50 anos as reservas de ferro encontradas em Itabira estarão
esgotadas. Dessa forma, os dirigentes necessitam pensar em alternativas para a economia
local. Uma das metas então do governo municipal e parceiros é investir na transformação
da cidade em polo de formação de mão de obra para a área tecnológica, sendo necessária a
criação de uma universidade voltada para esse segmento sendo esta uma das formas de
enfrentar a situação do fim da atividade mineradora.
Destaca-se que o processo de ocupação transcorreu historicamente com base,
sobretudo na extração mineral, assim, a qualificação de profissionais que atuem na área
ambiental é de suma importância para a consolidação dos processos produtivos e definição
das políticas de desenvolvimento não somente na região do Vale do Aço mineiro, mas
também em estados da federação ou países que demandem o desenvolvimento de
atividades ou empreendimentos de potencial poluidor-degradador e assim, a minimização
contínua de impactos sobre o meio ambiente.
Nesse contexto, encontra-se em fase de implantação o campus avançado da
Universidade Federal de Itajubá, cujas atividades foram iniciadas em duas etapas: julho de
2008 (criação dos Cursos de Engenharia da Computação, Engenharia de Materiais e
Engenharia Elétrica) e março de 2010 (Engenharia Ambiental, Engenharia da Mobilidade,
Engenharia de Saúde e Segurança, Engenharia de Produção, Engenharia de Controle e
Automação e Engenharia Mecânica).
A implantação do campus avançado de Itabira é resultado de uma parceria
pioneira entre governo local (Prefeitura Municipal de Itabira - PMI), setor privado
(Companhia Vale do Rio Doce – Vale S.A.), Ministério da Educação (MEC) e UNIFEI. A
proposta para o Campus Itabira é de uma universidade essencialmente inovadora e
tecnológica, com ensino e pesquisa voltados às demandas atuais e futuras de mercado,
incentivo ao empreendedorismo (incluindo a incubação de empresas) e comprometimento
com o desenvolvimento local e regional.
O curso de Engenharia Ambiental justifica-se então pelas demandas locais e
regionais evidenciadas acima, bem como as que atendam às demandas de cunho nacional e
internacional, buscando ratificar o delineamento didático-pedagógico compatível e
integrado aos projetos institucional, curricular e metodológico dos demais cursos
oferecidos pela UNIFEI, bem como às atuais necessidades do mercado de trabalho,
10
exigências e recomendações para os cursos de bacharelado no Brasil.
Nesse sentido, o contexto educacional adotado pelo curso prima pela necessidade
de acompanhar a transformação da sociedade e a exigência de uma nova postura, um novo
perfil profissional, demandando proatividade e preocupação com o meio ambiente e a
sociedade, uma vez que no processo de formação do indivíduo ratificam-se os valores
culturais produzidos pela sociedade, processa-se sua avaliação e sua sistematização crítica,
promovendo sua difusão e o papel social indispensável na reprodução da vida social, não
podendo, em nenhuma hipótese, ser reduzida a mera produtora de recursos humanos.
O quadro de profissionais egresso do curso deve permitir que, além de
dominarem seus saberes especializados, estejam imbuídos de responsabilidade cidadã e
social. A assimilação e a adaptação de conhecimento disponível é um ingrediente de
crescente relevância em qualquer processo de desenvolvimento e contexto, seja local,
regional, nacional ou internacional.
O curso de graduação em engenharia ambiental da Universidade Federal de
Itajubá (UNIFEI), no campus Itabira, teve sua autorização para funcionamento no dia 27
de junho de 2009, através da 10ª resolução do Conselho Universitário da UNIFEI. Seu
primeiro processo seletivo para ingressantes ocorreu no ano de 2010 e a previsão para a
colação de grau para a primeira turma de egressos é em 2015.
1.2
Políticas Institucionais no âmbito do curso
O Plano de Desenvolvimento Institucional – PDI Unifei (2008 – 2012) considera
que o processo acelerado de mudanças políticas, econômicas e socioculturais posto pela
Nova Ordem Mundial, às Instituições Federais de Ensino Superior - IFES se têm exigido a
reconfiguração de suas atividades educacionais. Tal reconfiguração insere-se na necessidade
premente de formar quadros profissionais adequados às exigências atuais, dentre outros
elementos, recorrentes de novas relações de trabalho, absorção e criação de tecnologias,
funções ocupacionais novas, de novos postos de trabalho, além da própria
internacionalização da economia e da proximidade de culturas nacionais.
O PDI foi desenvolvido em um momento de revisão das funções da universidade
e do delineamento das suas possibilidades frente às mudanças científicas, tecnológicas,
sociais, políticas, econômicas e culturais que caracterizam e modificam a realidade da
sociedade brasileira e por esse motivo, os cursos, de maneira geral, deveriam repensar sua
estrutura e organização no sentido de garantir e de acompanhar a intensificação da
11
produção científica e tecnológica que vem exigindo, cada vez mais, profissionais com
competências e habilidades singularmente diferentes para a contemporaneidade.
Conforme destacado também no Projeto Pedagógico Institucional, além das
funções de formação, geração e aplicação do conhecimento, a UNIFEI deve atuar de
modo a ser considerada uma Universidade Intelectual e Empreendedora, que exercerá a
reflexão crítica sobre temas relevantes das realidades interna, local, regional, nacional e
internacional.
Como uma extensão natural desta vocação, em 2008, foi possível dar início ao
projeto de expansão da UNIFEI com a implantação do Campus Avançado de Itabira. Tal
empreendimento objetivou dar prosseguimento a uma política capaz de oferecer um
atendimento mais amplo e diversificado à demanda nacional e, sobretudo, à demanda
regional de formação de profissionais da área tecnológica.
O campus avançado de Itabira é fruto de parceria pioneira entre a Universidade
Federal de Itajubá, governo local (Prefeitura Municipal), setor privado (empresa Vale) e
Ministério da Educação (MEC) e consistiu na criação de um campus da UNIFEI em
Itabira que, inicialmente, ofertou 3 (três) cursos de graduação e que, a partir de 2010,
passou a ofertar 9 (nove) cursos de graduação, dentre eles, o curso de Engenharia
Ambiental.
Nesse sentido, o PPI ratifica o dever de fundamentar e apoiar a tríade ensino,
pesquisa e extensão no âmbito do Curso de engenharia ambiental, possibilitando a
integração com os demais cursos de formação em graduação e pós-graduação (ensino), as
atividades de responsabilidade social (extensão) e a criação e disseminação de
conhecimento (a pesquisa), e a unidade teoria - prática.
Parte-se do princípio que todas as atividades desenvolvidas na Universidade
constituem-se como resultantes de projetos, ou seja, de um conjunto de intencionalidades
embasadas em princípios filosófico-metodológicos devidamente definidos e sendo
norteado pelos princípios do PPI, a saber: ● Metodologia de ensino centrada no aluno
como um dos agentes ativos na construção do conhecimento; ● Desenvolvimento da
articulação teoria e prática; ● Pesquisa como princípio educativo para desenvolvimento de
competências, habilidades e atitudes; ● Práticas acadêmico-pedagógicas interdisciplinares
que incluam o uso de novas tecnologias para a educação; ● Ensino-Aprendizagem como
processo de construção que ocorre em variados “lugares acadêmicos” (aulas, seminários,
eventos, pesquisas, projetos, visitas técnicas e prestação de serviços);● Trabalho
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cooperativo inter e multidisciplinar que engendra competências como comunicação,
expressão, flexibilidade e crítica; ● Promoção de práticas e processos participativos de
produção e geração, difusão e aplicação de conhecimento, criando as “comunidades de
aprendizagem”.
As políticas institucionais no âmbito do curso de engenharia ambiental são
também ratificadas e convergem ao eixo norteador da Lei de Diretrizes e Bases da
Educação (LDB), que tem como meta a formação de profissionais socialmente conscientes,
ultrapassando os limites disciplinares, e considerando o saber como parte do processo de
construção social que preze pela liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o
saber científico, cultural, artístico e tecnológico; os pluralismos de concepções pedagógicas;
a valorização de experiências extracurriculares e a vinculação entre a educação escolar, o
trabalho e as práticas sociais.
As políticas institucionais adotadas para elaboração do projeto político pedagógico
e adotadas no âmbito do Curso de Engenharia Ambiental são descritas abaixo e previstas
no instrumento de avaliação de cursos de graduação presencial e a distância (SINAES,
maio de 2012):
Coerência com as Diretrizes Curriculares Nacionais - DCNs: Durante a elaboração
do projeto político pedagógico do curso e desenvolvimento das atividades desde sua
criação efetiva (2010) buscou-se assegurar a coerência em relação às normas estabelecidas
pelo Conselho Nacional de Educação – CNE, ou seja, flexibilidade, a criatividade e a
responsabilidade na elaboração dos Projetos Pedagógicos do curso. As DCNs,
fundamentadas pela Lei de Diretrizes e Bases - LDB constituíram-se referenciais para a
UNIFEI quanto a organização do Curso de Engenharia Ambiental, permitindo
flexibilidade e priorização de área de conhecimento na construção do currículo pleno,
possibilitando definir perfil profissional e privilegiando as competências e habilidades a
serem
desenvolvidas
(parecer CNE/CES 67/2003). As DCNs foram estudadas e
analisadas durante a elaboração do currículo pleno do Curso de engenharia ambiental no
que tange à flexibilidade, à interdisciplinaridade e à articulação entre teoria e prática dos
conteúdos da grade curricular, assim como aos conteúdos obrigatórios (distribuição da
carga horária entre os núcleos de ciclo básico, profissionalizante e específico), às atividades
complementares e às atividades desenvolvidas no campo profissional.
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Condições de acesso para pessoas com deficiência e/ou mobilidade reduzida:
Atendendo ao Dec. N° 5.296/2004 foram adotadas medidas que permitam o acesso para
pessoas com deficiência e/ou mobilidade reduzida, ressalta-se a importância de considerar
esse aspecto diretamente proporcional à expansão da universidade em termos de
instalações físicas e número de alunos, docentes e técnicos administrativos.
Disciplina obrigatória/optativa de Libras: Cumprindo o Dec. N° 5.626/2005 que trata
da obrigatoriedade da disciplina de libras, destaca-se que a grade curricular do Curso de
Engenharia Ambiental prevê a disciplina de libras como optativa e reafirma o compromisso
institucional para capacitação de docentes para cumprimento adequado dessa política
institucional.
Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação das Relações Étnico-raciais e
para o Ensino de História e Cultura Afro-brasileira e Indígena: Atendendo a Lei n°
11.645 de 10/03/2008; Resolução CNE/CP N° 01 de 17 de junho de 2004 é prevista a
ofertada de disciplinas eletivas sobre a referida temática, bem como incentivada a
participação de alunos em eventos que tratam da mesma. O projeto sob coordenação do
prof. Milton Zamboni é o que atualmente está sendo executado no campus Itabira como
disciplina eletiva.
Política de educação ambiental: Atendendo ao disposto na Lei nº 9.795, de 27 de abril
de 1999 e Decreto Nº 4.281 de 25 de junho de 2002 destaca-se que todas as disciplinas
profissionalizantes e específicas do Curso de Engenharia Ambiental é reforçada a
importância Ada educação ambiental como transversal aos conteúdos ministrados, bem
como são realizadas atividades contínuas e permanentes que tratam da temática e são
imprescindíveis para a formação do engenheiro cidadão. O Projeto Práticas Sustentáveis R³
é desenvolvido desde 2010 e atualmente passa por reavaliação junto a câmara de resíduos
da Unifei.
Destacam-se também como política institucional no âmbito do curso de
Engenharia Ambiental as atividades sob coordenação da Assessoria de Relações
Internacionais; Pró-Reitoria de Graduação; Pró-reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação; Próreitoria de Cultura e Extensão Universitária que serão descritas abaixo resumidamente:
Assessoria de Relações Internacionais: Sua missão é potencializar o processo de
internacionalização da UNIFEI através da elaboração, assinatura e manutenção de acordos
14
de cooperação que prevêem a mobilidade acadêmica de professores, pesquisadores e
alunos. Desta forma estaremos contribuindo para a projeção da UNIFEI no contexto
acadêmico mundial. Para efetivar tal missão, a assessoria fornece a comunidade UNIFEI
informações sobre as oportunidades e condições para realização de mobilidade acadêmica
internacional. A assessoria entende que o processo de internacionalização da UNIFEI
ocorrerá, também, com o recebimento de alunos, pesquisadores e professores de todas as
nacionalidades e instituições que queiram relacionar-se no âmbito acadêmico com a
UNIFEI, por isso provemos toda logística necessária à introdução destes estudantes,
pesquisadores e professores no novo ambiente acadêmico.
Todos os acordos assinados pela UNIFEI prevêem reciprocidade e respeito
mútuos – respeito às práticas pedagógicas aplicadas pelas instituições parceiras.
Pretendemos, com isso, identificar pontos positivos nas universidades parceiras para
enriquecer nossas práticas pedagógicas, fortalecendo pesquisa e pós-graduação.
Os convênios firmados atualmente são os seguintes: Alemanha (Otto-vonGuericke-Universität Magdeburg Bundesrepublik Deutschland; TU Dresden); Chile
(Universidad de Talca); Colômbia (Universidad Distrital Francisco José de Caldas e
Universidad Pontifícia Bolivariana); Cuba (Universidade de Oriente, Instituto Superior
Politécnico José Antonio Echeverría); Equador (Facultad de Ingeniería en Eletricidad y
Computación – FIEC); Espanha (Universidade Carlos III de Madrid); EUA (Virginia Tech,
The Florida State University, West Valley College, San José State University) Eslovênia
(Union Internationale de Spéléologie); França (Ecole Nationale Superieure d’Arts et
Métiers – ENSAM, Ècole Nationale Supérieure des Mines de Nancy, Université de
Technologie de Compièngne – UTC, Université de Valenciennes et du Hainaut Cambresis
– ENSIAME, Ecole Nationale d’Ingénieurs de Metz – ENIM, Acordo de Duplo Diploma
École Nationale d’Ingénieurs de Metz – ENIM, Acordo de Duplo Diploma Arts et Métiers
Paris Tech Ensam, École Nationale d’Ingénieurs de Tarbes (ENIT), École Nationale
d’Ingénieurs de Saint-Etienne(ENISE), École Nationale d’Ingeniéurs du Val de Loire
(ENIVL), École Nationale d’Ingénieurs de Brest (ENIB)); Holanda (Delft University of
Technology), Índia (Indian Institute of Technology Roorkee); Portugal (Universidade do
Porto, INESC – Porto, Universidade do Algarve); Ucrânia (Universidade Politécnica de
Odessa).
Outro programa em que a UNIFEI participa é o Ciência Sem Fronteiras, cujo
objetivo é promover a consolidação, expansão e internacionalização da ciência e tecnologia,
15
da inovação e da competitividade brasileira por meio do intercâmbio e da mobilidade
internacional. A iniciativa é fruto de esforço conjunto dos Ministérios da Ciência,
Tecnologia e Inovação (MCTI) e do Ministério da Educação (MEC), por meio de suas
respectivas instituições de fomento – CNPq e Capes –, e Secretarias de Ensino Superior e
de Ensino Tecnológico do MEC. Na primeira edição do Programa Ciência Sem Fronteira
já temos 8 alunos do Curso participando em mobilidade acadêmica em Universidades da
Holanda (1 aluno), Portugal (2 alunos) e Espanha (5 alunos).
Pró-Reitoria de Graduação: A pró-reitoria coordena todas as etapas de implantação dos
Programa de Educação Tutorial-PET, de acordo com o estabelecido na Lei nº 11.180, de
23 de setembro de 2005.
O Curso de Engenharia Ambiental apresentou e aprovou um PET na categoria
curso específico junto ao Edital MEC/SISU 2010 (Portaria MEC nº 976, de 27 de julho de
2010, publicada no Diário Oficial da União de 28 de julho de 2010) propôs o
desenvolvimento de ações para a formação acadêmica ampla do engenheiro ambiental,
planejando e executando atividades diversificadas e complementares às previstas na grade
curricular do curso, interdisciplinaridade, atuação coletiva, interação contínua entre
docentes, discentes e contato sistemático com a comunidade interna e externa da UNIFEI.
Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação: A pró-reitoria prospecta e disponibiliza
para concorrência via editais internos, bolsas de iniciação científica financiadas por fontes
de financiamento internas e externas (Unifei/CNPq/Fapemig) e outros programas
disponibilizados pelo governo federal, como o Jovens Talentos, por exemplo.
O Curso de Engenharia ambiental registrou entre 2010 e outubro de 2012 o
montante de 31 projetos de iniciação (incluindo bolsistas e não-bolsistas) o que demonstra
o compromisso no âmbito do curso para o desenvolvimento de pesquisa e cumprimento
da tríade universitária (ensino, pesquisa e extensão).
Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária: Constituem atividades de extensão as
atividades educacionais, científicas, técnicas, sociais, culturais, artísticas e desportivas
desenvolvidas pelos diversos setores da UNIFEI, de forma indissociável do ensino e da
pesquisa, que tenham por objetivo promover, entre a Instituição e a Sociedade, uma relação
de permanente colaboração e de mútuo aprimoramento. O PET EAM realizou diversas
16
atividades de extensão pontuais e nesse aspecto destaca-se também os seguintes projetos:
Práticas Sustentáveis – R³ e Projeto Reconhecendo Itabira – FHIDRO.
Neste contexto, ratifica-se como política institucional no âmbito do Curso de
Engenharia Ambiental a preparação dos alunos para atuar no futuro campo profissional e
como ator social importante na comunidade lindeira ou participante dos projetos,
programas e planos os quais estiver experimentando durante o curso e após o ciclo
formador de 5 anos.
Compromisso esse, que será potencializado ao longo do ciclo de formação através
do planejamento e execução de ações sistematizadas, amparadas pelo incentivo contínuo de
prospecção de recursos metodológicos que priorizem a adoção de estratégias
interdisciplinares, o “saber a partir do fazer” em espaços de aprendizagem diversificados
que propiciem o acompanhamento dos avanços da tecnologia de informação e
sustentabilidade.
No projeto de expansão da UNIFEI para Itabira, o curso foi proposto com o
nome de Engenharia Ambiental e Energética. Quando o curso foi cadastrado no MEC para
fins de processo seletivo de vagas iniciais (SISU), o nome foi corrigido para Engenharia
Ambiental, tomando como base a listagem de referenciais das Engenharias - Convergência
de Denominação de nomes dos cursos.
1.3 Objetivos do curso
O curso de Engenharia Ambiental tem como objetivo formar engenheiros com
sólida formação matemática, física, econômica, social e ambiental, capacitando-os a geração
e aplicação do conhecimento, a adoção e difusão de responsabilidade ambiental, bem como
o desenvolvimento e aplicação de atuais ou novas tecnologias para a prevenção e controle
da degradação da qualidade ambiental.
Além disso, o Engenheiro Ambiental formado no Campus de Itabira estará apto a
participar de estudos de caracterização ambiental, análise de suscetibilidades e vocações
naturais do ambiente e na elaboração de estudos de impactos ambientais especialmente os
que envolvam a geração, transmissão e distribuição de energias renováveis e de acordo com
suas competências, habilidades e atribuições normatizadas pelo Sistema CONFEA/CREA
e diretrizes estabelecidas às engenharias pelo MEC.
A existência de profissionais com essas características é certamente importante na
implantação de qualquer modelo de desenvolvimento econômico, tanto na prevenção,
quanto na minimização dos impactos que a atividade humana provoca no ambiente e é por
esse motivo que justifica-se a formação do curso de Engenharia Ambiental da Unifei
Campus Itabira, atendendo à demanda por profissionais que atuam na área ambiental em
equipe inter ou multidisciplinar e que possuem visão sistêmica e análise crítica quanto aos
aspectos ambientais em escala global, nacional, regional ou local.
17
1.4
Perfil profissional do egresso
O perfil do profissional que se pretende formar no Curso de Engenharia
Ambiental mantém estreita relação com a Missão da UNIFEI que é "gerar, sistematizar,
aplicar e difundir conhecimento, ampliando e aprofundando a formação de cidadãos e
profissionais qualificados, e contribuir para o desenvolvimento sustentável do país, visando
a melhoria da qualidade da vida", conforme Art.2o do Estatuto aprovado pela Portaria no
4.066 de 29 de dezembro de 2003, do Ministério da Educação.
Especificamente, o egresso da UNIFEI apresenta, entre outras, a capacidade de:
a) aplicar conhecimentos matemáticos, científicos e tecnológicos à Engenharia
Ambiental;
b) avaliar, identificar, interpretar, elaborar, executar, gerir e operacionalizar projetos,
serviços e obras ambientais;
c) supervisionar e minimizar prazos e custos, potencializando a qualidade de projetos,
obras e serviços de Engenharia Ambiental;
d) reconhecer, além dos aspectos técnicos, os aspectos ambientais, sociais, de saúde e
econômicos dos projetos, obras e serviços de Engenharia;
e) propor soluções para problemas sócio-ambientais;
f) decidir pela aplicação de novas técnicas e novos métodos científicos;
g) agir com responsabilidade humanística, ética e de desempenho profissional;
h) aplicar capacidade decisória, gerencial, administrativa e empreendedora;
i) aplicar-se ao aprimoramento contínuo e atualização profissional;
j) supervisionar, coordenar, prestar orientação técnica e executar projetos, obras e
serviços relacionados à Engenharia Ambiental;
k) vistoriar, periciar, avaliar, elaborar laudos e pareceres técnicos;
l) ensinar, analisar, divulgar em meio técnico, pesquisar, coordenar experimentação e
proceder a interpretação dos resultados;
m) fiscalizar obras e serviços técnicos;
n) coordenar e integrar equipes multiprofissionais;
o) projetar sistemas de análise de desempenho, desenvolvimento e modificação de
instrumentos ambientais;
p) levantar, coletar e diagnosticar dados sobre os fatores sócio-ambientais necessários à
condução dos trabalhos técnicos ou científicos;
18
q) planejar o aproveitamento dos recursos naturais, a cultura e utilização da riqueza
biológica dos diferentes ambientes;
r) planejar o controle sanitário do ambiente;
s) proceder a avaliação de impactos ambientais de projetos e empreendimentos,
especialmente na geração, transmissão e distribuição de energias renováveis.
Uma análise mais detalhada da formação oferecida atualmente pelos cursos de
Engenharia indica que esses conhecimentos e habilidades convergem com a atuação do
Engenheiro Ambiental. Além disso, a Engenharia Ambiental trabalha de forma integrada,
inter e multidisciplinar, considerando o meio ambiente como "o conjunto de condições,
leis, influências e interações de ordem física, química e biológica, que permite, abriga e rege
a vida em todas suas formas" (art.3º, I, da Lei 6.938/81).
Ressalta-se que a aplicação desses conhecimentos requer a base de formação
(Matemática, Física, Química, Informática, Desenho, etc.) que existe apenas na Engenharia.
Assim, esse profissional habilita-se a estudar e propor estudos e estratégias de ações
preventivas e corretivas apoiadas no tripé da sustentabilidade (viés econômico, social e
ambiental).
A complexidade da interface entre os recursos ambientais (água, solo, ar, energia,
vegetação) e humanos demandam profissionais que atuem de forma sistêmica e integrada,
de tal forma que as intervenções que provocam alterações na integração entre os recursos
ambientais e humanos possam equilibrar-se minimamente para atender às futuras gerações.
Nesse sentido, para se alcançar o objetivo do curso é preciso traçar para o perfil
do egresso estratégias didático-pedagógicas que valorizem não apenas o conhecimento
específico de um determinado componente curricular, mas as relações entre os conteúdos
das diferentes áreas de conhecimento envolvidas, desenvolvendo a análise crítica,
pensamento lógico e visão sistêmica.
1.5
Estrutura curricular
Para elaboração do Projeto de ensino, representado pela estrutura curricular
(Figura 2) considerou-se a coerência em relação às Diretrizes Curriculares Nacionais –
DCNs, principalmente ao que se refere ao parecer CNE/CES 67/2003 que trata da análise
sistêmica
e
global
quanto
aos
aspectos
de flexibilidade,
interdisciplinaridade,
compatibilidade da carga horária total (em horas), articulação da teoria com a prática.
19
ESTRUTURA CURRICULAR - ENGENHARIA AMBIENTAL - ITABIRA
1 Período
Sigla
BACi01
Nome da Ciência, Tecnologia
disciplina
e Sociedade
T(2)P(1)
CH semanal
2 Período
3 Período
4 Período
5 Período
6 Período
7 Período
8 Período
9 Período
BAC011
EAMI05
EAMI07
BAC024
BAC016
EAMI16
EAMI20
EAMI24
Estatística
Geomática
Fundamentos de
Meteorologia
Matemática VI
Econo mia e
Administração
Energia Hidráulica
e Biomassa
Energia Solar e
Eólica
Gestão Ambiental
T(4) P(0)
T(2) P(4)
T(3) P(1)
T(4) P(0)
T(5) P(0)
T(5) P(3)
T(4) P(2)
T(4) P(0)
Demais
Componentes
Disciplinas
Optativas(h/a)
3
4
6
4
4
5
8
6
4
128
Sigla
BAC009
EAMI03
BAC007
BAC014
BAC006
EAMI12
ESS006
EAMI22
EAMI25
Nome da
disciplina
Química
Direito Ambien tal
Fisica
Engenhari a de
Fluidos
Eletricidade
Limnologia
TFG
Trabalho Final
de Graduação
(h/a)
T(3)P(1)
T(4) P(0)
T(5) P(3)
T(5) P(1)
T(3) P(1)
T(3) P(1)
T(3)P(0)
T(5) P(3)
4
4
8
6
4
4
3
8
6
BAC003
BACi02
Comunicaçã o e
Expressão
EAMI06
Microbiologia
ambiental
BAC023
EAMI10
Hidráulica
EPR003
Engenharia
Econômica
BAC013
Cidadania e
Responsabilidade
EAMI26
Matemática V
EAMI14
Manejo e
Conservação do
T(3) P(3)
T(4) P(0)
T(4) P(2)
T(4) P(0)
T(3) P(2)
T(4) P(3)
T(3) P(0)
T(4) P(0)
T(2) P(2)
6
4
6
4
5
7
3
4
4
BAC004
BAC019
BACi21
Matemática I
Matemática III
T(4) P(0)
T(4) P(0)
EAMI18
Ava liação Impactos
Ambientais
T(2) P(2)
EAMI23
T(4) P(2)
BAC010
Engenharia de
Sól idos
T(5) P(1)
EAMI13
Informática
EAMI08
Geologia e
Pedologia
T(4) P(4)
CH semanal
Sigla
Nome da
disciplina Desenh o Aplicado
CH semanal
Sigla
Nome da
disciplina
CH semanal
Sigla
Nome da
disciplina
CH semanal
Sigla
T(4) P(4)
4
4
8
6
8
4
4
EAMI04
BAC022
EAMI09
EAMI11
EAMI15
EAMI17
EAMI21
Matemática 0
Ecologia
Matemática IV
Saneamento I
Eflue ntes Gasosos
T(5) P(0)
T(2) P(2)
T(4)
T(2) P(4)
T(4) P(3)
T(4) P(1)
T(3) P(2)
T(3) P(1)
5
4
4
6
7
5
5
4
EAMi01
BAC020
Biologia
Mate mática II
T(3) P(1)
T(4) P(0)
CH semanal
4
4
3
Total
28
24
Resumo:
1hora/aula
28
28
29
T(6) P(0)
Manejo de Bacias
128
Estágio
Supervisionado
(h)
240
Atividade s
Complementare
s (h)
T(3) P(1)
6
Mecânica do s Solos
Geoprocessamento Química Ambienta l
II
Energias Não
Renováveis
Sane amento II
BAC000
BAC025
Metodologi a da
Pesquisa Científica
T(2) P(1)
Nome da
disciplina
Hidrologia
Princípios de Saúde Recuperaçã o de
e Segurança
Áreas Degradadas
120
EAMI19
Resíduos Sólidos
T(3) P(1)
4
29
27
26
14
55 minutos
Número de semanas letivas
16
CH em h/a
4377
CH total (em h)
4012
Estágio = 240h = 262h/a; AC = 120h = 131h/a
A estrutura curricular do curso de Engenharia Ambiental é composta pelos
seguintes componentes curriculares: disciplinas obrigatórias, disciplinas optativas, estágio
supervisionado, trabalho final de graduação e atividades complementares. A seguir, o
resumo dos componentes curriculares, juntamente com a respectiva carga horária (H/HA). As disciplinas são organizadas e ofertadas por semestre, sendo que a carga horária
semanal a ser cumprida pelo aluno é de 28 horas, com exceções dependendo do semestre.
CARGA HORÁRIA EM HORAS/ HORAS-AULA
Disciplinas obrigatórias – 3396/3750
Disciplinas optativas - 128/117
Trabalho Final de Graduação - 128/117
Estágio supervisionado – 240/232
Atividades complementares – 120/131
TOTAL - 4012/4377
A estrutura curricular foi organizada de forma a proporcionar ao aluno contato
desde o primeiro semestre com as disciplinas relacionadas à área de formação
profissionalizante e específica, considerando o aumento gradativo de oferta ao longo do
curso e garantindo a articulação lógica e técnica dos conteúdos.
20
Além do Projeto de Ensino, representado pela grade curricular apresentada acima,
o Curso de Engenharia Ambiental possui um projeto temático que inclui atividades de
pesquisa e extensão comunitária e envolve conhecimentos da área de recursos hídricos
(aspectos quantitativos e qualitativos), solo, vegetação, eficiência energética e
geoprocessamento. O projeto intitulado “Caracterização dos recursos ambientais e
monitoramento quanti-qualitativo de corpos d’água no Município de Itabira - MG:
subsídios para implantação de unidades demonstrativas de referência quanto à proteção
dos recursos hídricos” objetiva realizar a caracterização ambiental gerando subsídios para
seleção de áreas pilotos para a proteção de corpos d’água e contribuindo para a participação
mais efetiva da população local em relação aos processos de decisão que envolvam as
questões hídricas. Objetivos Específicos incluem: Caracterizar os recursos ambientais da
zona rural do município de Itabira; 2. Implantar unidades demonstrativas de referência
quanto à proteção dos recursos hídricos; 3. Monitorar quanti-qualitativamente os corpos
d’água, selecionados a partir da caracterização ambiental e destinados ao consumo humano,
dessedentação de animais, irrigação e de atividades potencialmente poluidoras; 4. Realizar
cursos de difusão sobre boas práticas para o uso e manejo da água e do solo, incluindo a
orientação técnica para adequação ambiental a baixo custo de empreendimentos
potencialmente poluidores.
1.6 Conteúdos curriculares
21
PRIMEIRO PERÍODO
Período
Código
1
EAMI01
Carga Horária Total
64
Disciplina
BIOLOGIA
Carga Horária Teórica
48
Carga Horária Prática
16
Ementa
Introdução à Biologia e seu papel na Engenharia. Classificação atual dos organismos nos Domínio Eubacteria, Archaea e
Eukarya. Reino Plantae: classificação, nutrição e princípios de fisiologia vegetal. Zoologia: relações evolutivas, organismos
indicadores da qualidade ambiental, espécies ameaçadas de extinção e organismos de importância epidemiológica.
Objetivos
Conhecer o papel da Biologia no curso de Engenharia Ambiental e adquirir conhecimentos básicos de Biologia para dar
suporte às disciplinas: Ecologia, Saneamento I e II, Resíduos sólidos, Microbiologia Ambiental e Limnologia.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
RAVEN, Peter H.; EVERT, Ray F.; EICHHORN, Susan E.. Biologia vegetal. 7 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2010. xxii, 830 p.
CURTIS, Helena. Biologia. [Biology, 2nd ed. (Inglês)]. Tradução de Heni Sauaia. 2 ed. reimpr. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2009. 964 p.
ODUM, E.P.; BARRETT, G.W. Fundamentos de ecologia. Cengage Learning, 2007.
CULLEN JUNIOR, Laury; VALLADARES-PADUA, Cláudio; RUDRAN, Rudy (Org.). Métodos de estudos em biologia
da conservação e manejo da vida silvestre. 2 ed. rev. Curitiba: UFP, 2006. 651 p
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
MILLER, G.T. Ciência ambiental. São Paulo: Cengage Learning, 2008.
POUGH, F. Harvey; JANIS, Christine M.; HEISER, John B.. A vida dos vertebrados. [Vertebrate life, 6th ed. (Inglês)].
Tradução de Ana Maria de Souza. 4 ed. São Paulo: Atheneu, 2008. 684 p.
22
Período
Código
1
BACi01
Carga Horária Total
48
Disciplina
CIÊNCIA, TECNOLOGIA E SOCIEDADE
Carga Horária Teórica
Carga Horária Prática
32
16
Ementa
Construção do conhecimento científico. Ciência e Tecnologia. Ferramentas e Processos. História da Tecnologia.
Tecnologia e Sociedade: questões ecológicas, filosóficas e sociológicas. Criatividade e inovação tecnológica. Tecnologia e
Empreendedorismo.
Objetivos
Compreender o valor do capital humano no mundo tecnológico; criar senso crítico em relação ao desenvolvimento
tecnológico e suas variadas dimensões; desenvolver a capacidade de diálogo e argumentação.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
HOLTZAPPLE, Mark Thomas; REECE, W. Dan. Introdução à engenharia. Editora LTC, (2006). ISBN:
BARROS NETO, Benício de; SCARMINIO, Ieda Spacino; BRUNS, Roy Edward. Como fazer experimentos: pesquisa e
desenvolvimento na ciência e na indústria. 3 ed. Campinas: Unicamp, (2007). ISBN:
Bazzo, Walter Antonio; PEREIRA, Luiz Teixeira do Vale Pereira. Introdução à engenharia: conceitos, ferramentas e
comportamentos. Florianópolis: Edufsc, (2008). ISBN:
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CHAUI, Marilena. Convite à filosofia. 14 ed. Editora Ática, (2010). ISBN:
CHAUI, Marilena. Filosofia: volume único. 2 ed. Editora Ática, (2008). ISBN:
COTRIM, Gilberto. Fundamentos da filosofia: história e grandes temas. 16 ed. Editora Saraiva, (2008). ISBN:
Universidade Federal de Itajubá. Programa de Incentivo à Inovação na UNIFEI (PII). Editora Sebrae, (2008). ISBN:
BOTELHO, Lilian da Silva. Histórias de sucesso: empresas graduadas das incubadoras mineiras: volume 2 Editora Sebrae,
(2009). ISBN:
23
Período
Código
1
BAC003
Horária Total
96
Disciplina
DESENHO APLICADO
Carga Horária Teórica
Carga Horária Prática
48
48
Ementa
Desenho geométrico. Desenho de projeções. Normas para projeções ortogonais. Normas para cotagem. Representação
de cortes e secções de peças. Desenho em perspectiva. Módulos básicos do CAD. Geração de desenhos 2D através de
primitivas geométricas. Funções básicas de edição. Noções de desenho 3D.
Objetivo
Habilitar o aluno para o domínio das traçagens geométricas como solução para o desenho técnico assim como para a
solução de problemas de engenharia; Desenvolver habilidade para a execução de desenhos técnicos projetivos;
Desenvolver habilidades e competências para a leitura e interpretação de desenhos executados no 1º e 3º diedros;
Desenvolver habilidades e competências para o uso de uma ferramenta computacional de CAD.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FRENCH, Thomas Ewing; VIERCK, Charles J. Desenho técnico e tecnologia gráfica. 8 ed. Editora Globo, (2005).
DEL MONACO, Gino; RE, Vittorio. Desenho eletrotécnico e eletromecânico. Editora Hemus, (2004).
HARRINGTON, David J.. Desvendando o AutoCAD 2005. Editora Pearson Makron Books, (2006).
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
MARSH, Duncan. Applied geometry for computer graphics and CAD. 2 ed. Editora Springer, (2005)
ZEID, Ibrahim. CAD/CAM theory and practice. Nova York: McGraw-Hill, (1991).
SILVEIRA, Samuel João da. Aprendendo AutoCad 2008: simples e rápido. Florianópolis: Visual Books, (2008).
UBRIG, Karlheinz; KIEL, Ernst; DEHMLOW, Martin. Desenho eletrotécnico básico. Editora EPU, (2006).
CAMARGO, Ivan de; BOULOS, Paulo. Geometria analítica: um tratamento vetorial. 3 ed. Editora Prentice Hall, (2009).
24
Período
Código
1
BAC004
Carga Horária Total
96
Disciplina
INFORMÁTICA
Carga Horária Teórica
64
Carga Horária Prática
32
Ementa
Conceitos Gerais. Tipos de Dados e Algoritmos. Organização de Programas. Programação Top Down. Programação
Estruturada. Introdução à linguagem de Programação. Funções. Arranjos Unidimensionais e Multidimensionais.
Estruturas Heterogêneas de Dados. Apontadores. Memória Dinâmica. Arquivos. Sequenciais e Aleatórios. Gráficos.
Objetivos
Aplicar o raciocínio lógico na solução de problemas computacionais; Conhecer os conceitos básicos de algoritmos de
programação; Conhecer as estruturas e funcionalidades de linguagens de programação procedural; Desenvolver
algoritmos de programação; Programar utilizando a linguagem de programação C/C++.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
DEITEL, H. M.; DEITEL, P. J.. C++: como programar. 5 ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2008. 1163 p.
FARRER, H. et. alli.,Programação estruturada de Algoritmos Estruturados, volume , Editora LTC, 3ª Edição,
(1999),ISBN:9788521611806
ASCENCIO, Ana Fernanda Gomes; CAMPOS, Edilene Aparecida Veneruchi de. Fundamentos da programação de
computadores: algoritmos, Pascal, C/C++ e Java. 2 ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, (2010).
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
MIZRAHI, Victorine Viviane. Treinamento em Linguagem C++: modulo 1. 2 ed. Editora Makron Books, (2007)
MIZRAHI, V. V. Treinamento em Linguagem C++ - Módulo 2. 2 ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, (2005).
MANZANO, José Augusto Navarro Garcia; OLIVEIRA, Jayr Figueiredo de. Algoritmos: lógica para desenvolvimento de
programação de computadores. 10 ed. rev. atual. São Paulo: Érica, (2000).
FLAMIG, Bryan. Turbo C++: um guia para auto-aprendizado. Editora LTC, (1992).
FARRER, Harry et al. Programação estruturada de computadores: algoritmos estruturados. 3ª ed. Editora Guanabara Dois,
(2008)
25
Período
Código
1
BAC000
Carga Horária Total
80
Disciplina
MATEMÁTICA 0
Carga Horária Teórica
80
Carga Horária Prática
0
Ementa
Conjuntos Numéricos. Números reais. Polinômios. Funções. Funções polinomiais. Funções exponenciais e logarítmicas.
Funções trigonométricas. Funções compostas. Limites e continuidade. Introdução aos recursos numéricos e
computacionais
Objetivos
Trabalhar os conteúdos de conjuntos numéricos, polinômios, funções, funções, limites de funções visando que os alunos
adquiram a habilidade de: Realizar operações com conjuntos; Determinar domínio, imagem e gráfico de funções de uma
variável Real; Interpretar e resolver limites fundamentais e aplicá-los no estudo de continuidade de funções.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
AVILA, Geraldo. Introdução ao Cálculo: 1 ed. LTC, 1998. ISBN 8521611331.
DEMANA, Franklin.; WAITS, Bert.; FOLEY, Gregoryu.; KENNEDY, Daniel. Pré-Cálculo: Editora Pearson, 2009. ISBN
8588639378.
BOULOS, Paulo. Introdução ao Cálculo: volume 1. 3ed. Editora Edgard Blucher, 1983.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ELLIOT, Mendelson. Introdução ao Cálculo: 2ed. Editora Bookman, 2007. ISBN8560031537.
STEWART, James. Cálculo: volume 1. 6 ed. Cengage Learning, 2009. ISBN 8522106606.
IEZZI, Gelson.; MURAKAMI, Carlos. Fundamentos de Matemática Elementar- Conjuntos, Funções: volume 1. 8 ed.
Editora Saraiva, 2004. ISBN 9788535704556.
IEZZI, Gelson.; MURAKAMI, Carlos. Fundamentos de Matemática Elementar: Limites, Derivadas, Integrais. 5 ed.
Editora Atual, 1993. ISBN 8570564392.
SAFIER, Fred. Pré-Cálculo- Col. Schaum.: volume 8. 6 ed. Editora Bookman, 2011. ISBN9788577809264.
26
Período
Código
1
BAC009
Carga Horária Total
64
Disciplina
QUÍMICA
Carga Horária Teórica
48
Carga Horária Prática
16
Ementa
Matéria e formas de Medida. Estrutura eletrônica dos átomos. Periodicidade Química e o impacto sobre os materiais.
Conceito de Mol. Ligação Química e o impacto nas propriedades de materiais. Propriedades dos líquidos sólidos e gases.
Fórmulas, equações Químicas e estequiometria das Reações. Equilíbrio Químico. Ácidos e Bases. Cinética Química.
Eletroquímica. Introdução a Química Orgânica. Óleos, Lubrificantes e Combustíveis. Polímeros e Macromoléculas.
Objetivos
Introduzir os conceitos básicos da Química através do método científico e despertar a capacidade de raciocínio crítico a
partir de observações experimentais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BROWN, T. L.; LEMAY, H. E.; BURSTEN, B. E. , Química: a ciência central, volume , Editora Pearson Prentice Hall,
edição, (2005).
ATKINS, Peter; PAUL, Julio de. Físico-Química: volume 1: fundamentos. 8 ed. Editora LTC, (2010).
CHANG, Raymond. Química geral: conceitos essenciais. [General chemistry: the essential concepts]. 4 ed. Editora
McGraw-Hill, (2006).
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ATKINS, P. , Princípios de química: questionando a vida moderna e o meio ambiente, Editora Bookman, (2007).
SHRIVER, D. F. et al. Química inorgânica. 4 ed. Editora Bookman, (2008).
VOGEL, Arthur Israel et al. Análise química quantitativa. 6 ed. Editora LTC, (2002).
HARRIS, Daniel C.. Análise química quantitativa. 7 ed. Editora LTC, (2011).
KOTZ, John C.; TREICHEL Jr., Paul M.. Química geral e reações químicas. 5 ed. Editora Pioneira Thomson Learning,
(2005).
27
SEGUNDO PERÍODO
Período
Código
2
BACI02
Carga Horária Total
64
Disciplina
COMUNICAÇÃO E EXPRESSÃO
Carga Horária Teórica
Carga Horária Prática
64
0
Ementa
Estudos envolvendo as línguas portuguesa e inglesa: Linguagem verbal e não-verbal. Linguagem e Interação em diversos
ambientes. Análise de Gêneros textuais orais, escritos e digitais. Oralidade na língua Inglesa, em softwares de treinamento
de pronúncia e percepção auditiva. Análise das condições de Produção de texto técnico e acadêmico. Estrutura,
organização, planejamento e Produção de textos com base em parâmetros da linguagem técnico-científica. Pesquisa
científica em revistas eletrônicas, anais de congressos. Instrumentalização da formatação técnica, estruturação de gêneros
acadêmicos, estilo e vocabulário técnico. Tópicos especiais.
Objetivos
Discutir os contextos onde a língua inglesa está presente tanto na vida acadêmica quanto na futura vida profissional expectativas X realidade; Instrumentalizar os alunos com estratégias de leitura como skimming, scanning, identificação de
cognatos e palavras-chave, formação de palavras, pistas contextuais; Reconhecer elementos de coesão, como os conectivos
e utilizá-los para compreensão de conexão de idéias, bem como ferramenta de previsão; Desenvolver conhecimento de
vocabulário técnico aplicado à área de engenharia; Introduzir os gêneros 'relatório' e 'resumo', seus objetivos. No que tange
à Língua portuguesa, a disciplina tem como objetivos levar os acadêmicos a: Entender o texto como meio pelo qual se
estabelece a comunicação em suas mais diversas formas e situações; Compreender as diferenças entre linguagem verbal e
não-verbal assim como a interferência destas no sucesso das situações comunicativas; Ler, compreender e produzir textos
técnicos e acadêmico-científicos; Conhecer as características do texto e utilizar seus elementos básicos; Conhecer as
funções retóricas assim como a linguagem técnico-científica e ser capaz de utilizá-las com propriedade n produção de
textos orais e escritos; Resumir textos selecionando informações e mantendo a unidade semântica; Identificar e utilizar
diferentes estratégias de leitura e produção de textos conforme a situação comunicativa.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
MEDEIROS, João Bosco. Redação Científica: a prática de fichamentos, resumos, resenhas. 11. ed. São Paulo: Atlas, 2009.
MEDEIROS, João Bosco. Redação empresarial. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
NADÓLSKIS, Hêndricas. Comunicação redacional: atualizada segundo as regras do acordo ortográfico. 12 ed. Editora
Saraiva, (2010). ISBN:
GLENDINNING, Eric H. Oxford English For Electrical and Mechanical Engineering Student’s Book– Oxford University
Press (corrigindo)
JORDAN, R.R. Academic Writing Course – Student’s Book (Third Edition) : Editora: Pearson–Elt, 1999
SWALES, John M; FEAK, Chistine B. Academic Writing for Graduate Students, Essential Tasks and Skills. Second
Edition. 2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
Bibliografia Complementar de Língua Portuguesa
GOLD, Miriam., Redação Empresarial: escrevendo com sucesso na era da globalização, volume , Editora Pearson Prentice
Hall, 4 edição, (2005). ISBN:
PHILIPPSBORN, Henry Erwin. Dicionário de tecnologia industrial: inglês/português. Editora Interciência, (2006). ISBN:
28
COLLIN, P. H. (ed.). Inglês dicionário de negócios: português-inglês/ inglês-português. Editora SBS, (2001). ISBN:
DICIONÁRIO Oxford Escolar: para estudantes brasileiros de inglês. 2 ed. Editora Oxford University Press, (2007). ISBN:
MUÑOZ, Isidro Cano. A arte de falar em público: como fazer apresentações comerciais sem medo. Editora Cengage
Learning, (2008). ISBN:
Bibliografia Complementar de Língua Inglesa
BAILEY, Stephen. Academic Writing: A Handbook for International Students. Routledge Study Guides, 2006.
DUCKWORTH, Michael. Business grammar & practice. Oxford University Press
GLENDINNING, Eric & MCEWAN, John. Oxford Basic English for Computing. Oxford University Press
GRUSSENDORF, Marion. English for Presentations Student's Book and MultiROM. Oxford University Press.
WILLIAMS, Ivor. English For Science and Engineering– Editora: TH – Thomson Elt, 2007.
IGREJA, J.R.; YOUNG, R. C. English for Job Interviews. Disal Editora, 2008.
29
Período
Código
2
EAMI03
Carga Horária Total
64
Disciplina
DIREITO AMBIENTAL
Carga Horária Teórica
Carga Horária Prática
64
0
Ementa
Tópico I – Conceitos básicos; Tópico II – Princípios fundamentais de direito ambiental;Tópico III - Evolução histórica da
legislação ambiental brasileira;Tópico IV - Política Nacional do Meio Ambiente (PNMA);Tópico V - Código Florestal
Brasileiro;Tópico VI - Política Nacional dos Recursos Hídricos (PNRH);Tópico VII - Lei dos Crimes Ambientais;Tópico
VIII - Sistema Nacional de Unidades de Conservação;Tópico IX - Tutela administrativa , civil e processual do meio
ambiente; Tópico X - Estudos de caso com aplicação da legislação ambiental vigente e necessária para o licenciamento de
empreendimentos em diversos estados brasileiros.
Objetivos
1- Dominar os conhecimentos que dêem sustentação fundamentais às disciplinas correlatas; 2- Relacionar os assuntos
temáticos como base integrada às disciplinas de biologia, limnologia e química ambiental; 3 - Contextualizar a Ecologia no
âmbito educacional, social, econômico e político, demonstrando exemplos práticos de atuação multidisciplinar com
demais profissionais durante a fase prévia, instalação e operação de empreendimentos e atividades passíveis de
licenciamento ambiental.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Direito Ambiental LEUZINGER, M. D.; CUREAU, S. . 192p 2a Ed Campus 2008
Modelagem de sistemas ambientais. CHRISTOFOLETTI, Antonio. 5 reimpr. , . xvi, 236 p. São Paulo: Edgard Blucher
2010
Avaliação e perícia ambiental CUNHA, Sandra Baptista da; GUERRA, Antonio José Teixeira (Org.) 11 ed Rio de Janeiro:
Bertrand, 2010
Introdução ao Direito Ambiental FARIAS, T. 1a Ed Del Rey 2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
Licenciamento Ambiental FARIAS, T. 222p 1a Ed Del Rey 2011; Crimes e Infrações Administrativas Ambientais COSTA
NETO, N. D. C 3a Ed Del Rey, 2011; Direito do Ambiente: a gestão ambiental em foco MILARÉ, E. 7a Ed Revista
dos Tribunais 2011; A economia da natureza. RICKLEFS, R.E. 5. Ed Guanabara Koogan 2003.
30
Período
Código
2
EAMI04
Carga Horária Total
64
Disciplina
ECOLOGIA APLICADA
Carga Horária Teórica
Carga Horária Prática
32
32
Ementa
Introdução: relações com outras ciências, Princípios e conceitos relativos aos ecossistemas, Energia nos sistemas
ecológicos,
Ciclos
Biogeoquímicos,
Fatores
limitantes,
Ecologia
Industrial,
Modelos
Matemáticos,
Interações
entre espécies, Comunidades, Sucessão ecológica.
Objetivos
Dominar os conhecimentos que dêem sustentação fundamentais às disciplinas correlatas;
Relacionar os assuntos temáticos com as demais disciplinas do curso;
Contextualizar a ecologia no âmbito de situações práticas que o aluno poderá realizar enquanto profissional.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Fundamentos de ecologia. ODUM, E.P.; BARRETT, G.W.
Ciência ambiental MILLER, G.T.
Cengage Learning 2007
São Paulo: Cengage Learning 2008
Ecologia Industrial: Conceitos, Ferramentas e Aplicações GIANETTI, B. F.; ALMEIDA, C. M. V.B. 1a Ed Editora
Edgard Blucher 2006
Fundamentos em Ecologia, TOWSEND,C.R; BEGON,M; HARPER,J.L. 2a Ed Artmed 2006
Modelagem de sistemas ambientais. CHRISTOFOLETTI, Antonio.
São Paulo: Edgard Blucher 2010
Avaliação ambiental de processos SANTOS, Luciano Miguel Moreira dos. 2 ed São Paulo:Signus, 2006
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
Biologia. Biology CURTIS, Helena. Tradução de HeniSauaia. 2nd ed Rio de Janeiro: Guanabara Koogan 200
Métodos de estudos em biologia da conservação e manejo da vida silvestre. CULLEN JUNIOR, Laury; VALLADARESPADUA, Cláudio; RUDRAN, Rudy (Org.). 2 ed Curitiba: UFP 2006
31
Período
Código
2
BAC011
Carga Horária Total
64
Disciplina
ESTATÍSTICA
Carga Horária Teórica
64
Carga Horária Prática
0
Ementa
Noções básicas de probabilidade. Variáveis aleatórias. Distribuições de probabilidade. Teoremas-limite. Introdução à
estatística. Descrição, exploração e comparação de dados. Estimativas e tamanhos de amostras. Teste de hipóteses.
Estatística paramétrica.
Objetivos
Dominar os conhecimentos básicos de Estatística e Probabilidade, aplicando-os a situações rotineiras da Engenharia.
Capacitar o aluno para o desenvolvimento de análise crítica, raciocínio lógico, compreensão de leitura técnica e de
extrapolação de conhecimentos. Aprender como tratar estatisticamente os dados provenientes da área de trabalho.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
MONTGOMERY, Douglas C. ; RUNGER, George C. Estatística aplicada e probabilidade para engenheiros, volume ,
Editora LTC, 4ª edição, (2009). MORETTIN, Luiz Gonzaga. Estatística básica: volume único: Probabilidade e inferência.
São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010. ISBN 9788576053705. MAGALHÃES, M. N.; LIMA, A. C. P., Noções de
Probabilidade e Estatística, Editora Edusp, 6 edição, (2005).
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
TRIOLA, Mario F.. Introdução à estatística. 10 ed. Editora LTC, (2008).
MEYER, Paul. Probabilidade - Aplicações à Estatística. 2 ed. LTC, 1983. ISBN 9788521602941.
MORETTIN, Pedro Alberto; BUSSAB, Wilton de Oliveira. Estatística Básica. 6 ed. São Paulo: Saraiva, 2010. ISBN
9788502081772.
LEVINE, David M. Estatística – Teoria e Aplicações usando Microsoft Excel. 5 ed. LTC, 2008. ISBN 9788521616344.
SILVA, Nilza Nunes. Amostragem Probabilística. 1. ed. São Paulo: Edusp. 1997.
32
Período
Código
2
BAC019
Carga Horária Total
64
Disciplina
MATEMÁTICA I
Carga Horária Teórica
64
Carga Horária Prática
0
Ementa
Derivadas, aplicações de derivadas, integrais, teoremas fundamentais do cálculo, aplicações de integrais e integração
numérica.
Objetivos
Compreender os conceitos do conteúdo programático, especialmente técnicas de cálculo analítico e numérico de derivadas
e integrais de funções de uma váriável e suas aplicações. Desenvolver habilidades geométricas, algébricas e numéricas dos
tópicos estudados, como ferramentas básicas de solução de problemas e dentro do contexto dos
cursos de Engenharia.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
STEWART, James. Cálculo: volume 1. 6 ed. Cengage Learning, 2009. ISBN 8522106606.
GUIDORIZZI, Hamilton Luiz. Um curso de cálculo. 5 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2008. volume 1. ISBN 9788521612599.
BURDEN, Richard L.; FAIRES, J. Douglas. Análise numérica. 8 ed. São Paulo: Cengage Learning, 2008. ISBN 8522106010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
FLEMMING, Diva Marília; GONÇALVES, Mirian Buss. Cálculo A: funções, limite, derivação, integração. 6 ed. 2 reimpr.
São Paulo: Makron, 2007. ISBN 9788576051152.
THOMAS JUNIOR, George B. et al. Cálculo: volume 1. 11 ed. São Paulo: Addison-Wesley, 2009. ISBN 9788588639317.
LEITHOLD, LOUIS. O Cálculo com Geometria Analítica: volume 1. 3 ed. Editora Harbra, 1994. ISBN8529400941.
MUNEM, Mustafa A.; FOULIS, David J.. Cálculo: volume 1. LTC, 2008. ISBN 9788521610540.
AVILA, Geraldo. Introdução ao Cálculo: 1 ed. LTC, 1998. ISBN 8521611331.
33
Período
2
Código
BAC020
Carga Horária Total
64
Disciplina
MATEMÁTICA II
Carga Horária Teórica
64
Carga Horária Prática
0
Ementa
Matrízes e sistemas lineares, aplicações, vetores no plano e no espaço, espaço vetorial, subespaço, espaço Rn, autovalores e
autovetores, transformações lineares, cônicas e quádricas.
Objetivos
O curso propiciará ao aluno capacidade de dedução, raciocínio lógico e organizado e, ao término, ele será capaz de:
Reconhecer e aplicar os tópicos aplicados; Dominar o conceito de vetores e suas aplicações; Reconhecer e desenhar
cônicas transladadas e/ou rotacionadas; Determinar autovalores e autovetores e suas aplicações; Conectar as ferramentas
de Geometria Analítica e Álgebra Linear às demais disciplinas dos Cursos de Engenharia.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BOLDRINI, José Luiz. et al. Álgebra linear. 3 ed. Harbra, 1986. ISBN 8529402022.
CAMARGO, Ivan de; BOULOS, Paulo. Geometria Analítica: Um tratamento vetorial. 3 ed. Prentice Hall, 2009. ISBN
9788587918918.
STEINBRUCH, Alfredo; WINTERLE, Paulo. Geometria Analítica. 2 ed. São Paulo: Pearson Makron Books, 2006. ISBN
0074504096.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
WINTERLE, Paulo.Vetores e Geometria Analítica.São Paulo: Pearson Makron Books, 2009. ISBN 9788534611091.
SANTOS, Nathan Moreira dos. Vetores e matrizes: Uma introdução à álgebra linear. 4 ed. São Paulo: Thomson Learning,
2007. ISBN 8522105847.
HOWARD, Anton. Álgebra Linear com Aplicações. 8 ed. Bookman Companhia Editora Ltda, 2001. ISBN 8573078472.
LEITHOLD, LOUIS. O Cálculo com Geometria Analítica: volume 1. 3 ed. Editora Harbra, 1994. ISBN 8529400941.
STEWART, James. Cálculo: volume 1. 6 ed. Cengage Learning, 2009. ISBN 8522106606.
34
TERCEIRO PERÍODO
Período
Código
3
BAC007
Carga Horária Total
128
Disciplina
FÍSICA
Carga Horária Teórica
80
Carga Horária Prática
48
Ementa
Distribuições de erro. Algarismo significativo. Operações com algarismos significativos. Incerteza de medição. Erros
sistemáticos e estatísticos. Propagação de incertezas. Tratamento estatístico da teoria de erros. Modelos e gráficos.
Movimento unidimensional. Movimento bidimensional. Leis de Newton. Trabalho e energia. Conservação do momento
linear. Colisões. Rotações e momento angular.
Objetivos
Possibilitar, através de fundamentação teórica-prática, a compreensão das leis e princípios da Física. Auxiliar o raciocínio
para a solução de situações-problema.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
HALLIDAY, David, RESNICK Robert e JEARL Walker, . Física I, volume 1, Editora LTC, 8 edição, (2008).
VUOLO, José Henrique. Fundamentos da teoria dos erros.Edgard Blucher (1996).
TIPLER, Paul A; MOSCA, Gene. Física: para cientistas e engenheiros : Mecânica, oscilações e ondas, termodinâmica. Vol
1. 6° edição. Rio de Janeiro: LTC, 2009.ISBN: 9788521618928
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
SERWAY, Raymond A.; JEWETT JUNIOR, John W.. Princípios de física: volume 1, mecânica clássica. Cengage Learning
(2008).
ALONSO, Marcelo; FINN, Edward J.. Física: um curso universitário: volume 1, mecânica. Edgard Blucher (2009).
FEYNMAN, Richard Phillips; LEIGHTON, Robert B.; SANDS, Mattew L.. Lições de física de Feynman: volume 1,
mecânica, radiação e calor. Bookman (2008).
HIBBELER, R. C.. Estática: mecânica para engenharia. 10 ed. Editora Pearson Prentice Hall, (2008)
NUSSENZVEIG, Herch Moysés. Curso de física básica: volume 1: mecânica. Blucher (2009).
35
Período
Código
3
EAMi05
Carga Horária Total
96
Disciplina
GEOMÁTICA
Carga Horária Teórica
32
Carga Horária Prática
64
Ementa
Introdução: Elementos da Cartografia - Topografia clássica - definição, objetivos, equipamentos, métodos de mensuração
horizontais e verticais, Direções magnéticas e verdadeiras, Rumos e azimutes, Levantamento planimétrico, Cálculo de
coordenadas totais arbitrárias e verdadeiras (UTM e geográficas) e desenho em papel de poligonais, Levantamento
altimétrico, Cálculo e desenho de curvas de nível, Cálculo de área e volume, Delimitação de bacias hidrográficas e
drenagens. Cartografia - Escalas, Localização na superfície da Terra, Projeções cartográficas, Sistemas de referência,
Formas de apresentação de mapas. Geodésia – História da geodésia, Forma da Terra, Técnicas de levantamento
geodésico, Sistemas geodésicos, geodésia física e geométrica, Sistema geodésico mundial, Coordenadas geodésicas,
Geodésia por satélite. Sistema de Posicionamento Global – História e características dos sistemas de posicionamento,
Segmentos do sistema GPS, Sistemas de referência, Erros, Métodos de posicionamento, Aplicações do sistema.
Objetivos
1- Dominar os conhecimentos que dêem sustentação fundamentais às disciplinas correlatas;
2- Dominar os conhecimentos necessários para a elaboração de um levantamento topográfico;
3- Contextualizar cartografia no âmbito da Engenharia Ambiental.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FITZ, P. R. Cartografia básica. Oficina de Textos. São Paulo, 1ª reimpressão 2010. 2008. ISBN 978-85-86238-76-5. 143p.
BORGES, A. C.. Topografia Aplicada à Engenharia Civil, Volume 1. Editora Blucher. São Paulo, 2ª Ed. 1977, 17ª
reimpressão 2011. ISBN 978-85-212-0022-2. 191p.
COMASTRI, J. A., TULER, J. C.. Topografia: Altimetria. Impr. Univ. Viçosa, UFV, 3ª Ed. 1999. ISBN 85-7269-035-2.
200p
Casaca, J., Natos, J., Baio, M.. Topografia Geral. Tradução: Silva, L. F. C. F., Corrêa, D. C.. LCT, Rio de Janeiro. 4. Ed..
2010. ISBN 978-85-216-156-1561-3. 208p.
Material didático elaborado para a disciplina no decorrer desta.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
LOCH, C., CORDINI, J.. Topografia contemporânea: planimetria. Editora da UFSC. Florianópolis, 3ª Ed.. 2007. ISBN
978-85-328-0381-8. 321p.
McCORMAC, J. C.. Topografia. Tradução Silva, D. C., Editora LCT. Rio de Janeiro. 5ª edição. 2007. ISBN 85-216-1523-X.
391p.
BORGES, A. C.. Exercícios de topografia. Editora Blucher. São Paulo, 3ª Ed. 1975, 14 reimpressâo 2010. ISBN 978-85212-0089-5. 192p.
BORGES, A. C.. Topografia Aplicada à Engenharia Civil, Volume 2. Editora Blucher. São Paulo, 2ª Ed. 1992, 8ª
reimpressão 2010. ISBN 978-85-212-0131-1. 232p.
GONÇALVES, J. A., MADEIRA, S., SOUZA, J. J.. Topografia conceitos e aplicações. Editora: LIDEL (BRASIL), 2a Ed.
2008. ISBN: 9727574858. 344p.
COMASTRI, J. A., GRIPP JUNIOR, J.. Topografia Aplicada: medição divisão e demarcação. Impr. Univ., Viçosa, UFV,
1990. 203p
36
Período
3
Código
BACi21
Carga Horária Total
64
Disciplina
MATEMÁTICA III
Carga Horária Teórica
64
Carga Horária Prática
0
Ementa
Sequências e séries; derivadas parciais; coordenadas polares; integrais duplas.
Objetivos
Compreender os conceitos do conteúdo programático: técnicas de cálculo analítico e numérico de derivadas e integrais de
funções de varias variáveis e suas aplicações. Desenvolver habilidades: geométricas, algébricas e numéricas dos tópicos
estudados, como ferramentas básicas de solução de problemas e dentro do contexto dos cursos de engenharia.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Stewart, J., Cálculo, volume 1, Editora Cengage Learning, 6ª edição, (2009).
Stewart, J., Cálculo, volume 2, Editora Cengage Learning, 6ª edição, (2010).
Guidorizzi, H. L. Um curso de cálculo, volume 1, Editora LTC, 5ª edição, (2009).
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
Thomas, G. B., Cálculo, volume 1, Editora Pearson Addison Wesley, 11ª edição, (2009).
Thomas, G. B., Cálculo, volume 2, Editora Addison Wesley, 11ª edição, (2009).
FLEMMING, Diva Marília; GONÇALVES, Mirian Buss. Cálculo A: funções, limite, derivação, integração. 6 ed. Editora
Makron, (2007).
Guidorizzi, H. L., Um curso de cálculo, volume 2, Editora LTC, 5ª edição, (2008).
Guidorizzi, H. L. Um curso de cálculo, volume 3, Editora LTC, 5ª edição, (2008).
37
Período
3
Código
BAC022
Carga Horária Total
64
Disciplina
MATEMÁTICA IV
Carga Horária Teórica
32
Carga Horária Prática
32
Ementa
Equações diferenciais lineares de ordem um: Métodos Numéricos. Equações diferenciais de ordem dois: Métodos
Numéricos. Soluções em série para equações lineares de ordem dois: Método de Frobenius, Métodos Numéricos.
Equações diferenciais lineares de ordem maior que dois.
Objetivos
Ao final do curso o aluno deverá ser capaz de identificar e resolver problemas que envolvam as técnicas para soluções de
equações diferenciais lineares de ordem um e dois, sistemas de equações diferenciais lineares e problemas que envolvam
expansão em séries de potências e métodos numéricos para a resolução de equações diferenciais de ordem um e ordem
dois. O aluno também deverá ser capaz de identificar os principais modelos de equações diferencias, bem como exemplos,
de equações diferenciais de ordem um e ordem dois.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BOYCE, Willian E.; DIPRIMA, Richard C. Equações diferenciais elementares e problemas de valores de contorno. 9 ed.
Rio de Janeiro: LTC, 2010. ISBN 9788521617563.
GUIDORIZZI, Hamilton Luiz. Um curso de cálculo: volume 4. 5 ed. reimpr. Rio de Janeiro: LTC, 2008. ISBN
9788521613305.
ZILL, Dennis G. Equações diferenciais: com aplicações em modelagem. Cengage Learning, 2011. ISBN 9788522110599.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BRANNAN, James R.; BOYCE, William E. Equações diferenciais: Uma Introdução a Métodos Modernos e Suas
Aplicações. LTC, 2008. ISBN 9788521616559.
STEWART, James. Cálculo: volume 2. 6 ed. São Paulo: Cengage Learning, 2010. ISBN 8522106614.
DIACU, Florin. Introdução à Equações Diferenciais: 1 ed. LTC, 2004.ISBN 8521614039.
APOSTOL, TOM. Cálculo: volume 2. 3 ed. Editora Reverté, 2008. ISBN 9788429150162.
DE FIGUEIREDO, Djairo Guedes.; NEVES, Aloisio Ferreira.. Equações Diferenciais Aplicadas.
Matemática Universitária, 2009. ISBN 9788570280145.
IMPA- Coleção
38
Período
3
Código
EamI06
Carga Horária Total
96
Disciplina
MICROBIOLOGIA AMBIENTAL
Carga Horária Teórica
64
Carga Horária Prática
32
Ementa
Fundamentos de microbiologia. Metabolismo e crescimento bacteriano. Controle de microrganismos. Microbiologia do ar,
do solo e da água.
Objetivos
Propiciar o entendimento do papel dos microrganismos no meio ambiente, além de seus usos na remediação de áreas
contaminadas e no tratamento de águas residuárias.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BLACK, J.G. Microbiologia: Fundamentos e Perspectivas. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 4.ed., 2002, 829p.
PELCZAR Jr, M.J.; CHAN, E.C.S.; KRIEG, N.R.; EDWARDS, D.D.; PELCZAR, M.F. Microbiologia: conceitos e
aplicações. v. 1. 2.ed. São Paulo: Makron Books do Brasil, 2009. 524p.
PELCZAR Jr, M.J.; CHAN, E.C.S.; KRIEG, N.R.; EDWARDS, D.D.; PELCZAR, M.F. Microbiologia: conceitos e
aplicações. v. 2. 2.ed. São Paulo: Makron Books do Brasil, 2010. 517p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
VERMELHO, A.B.; PEREIRA, A.F.; COELHO, R.R.R.; SOUTO-PADRÓN,T. Práticas de Microbiologia. Rio de
Janeiro:Guanabara-Koogan, 1.ed., 2006, 256p./
PRIMAVESI, A. Manejo ecológico do solo: a agricultura em regiões tropicais. São Paulo: Nobel, 2010. 549 p.
39
QUARTO PERÍODO
Período
Código
4
BAC014
Carga Horária Total
96
Disciplina
ENGENHARIA DE FLUIDOS
Carga Horária Teórica
Carga Horária Prática
80
16
Ementa
Grandezas e conceitos fundamentais em Fenômenos de Transporte. Propriedades de uma substância pura. Trabalho e
calor. Primeira lei da termodinâmica. Segunda lei da termodinâmica. Estática dos Fluidos. Equações da conservação da
massa, da quantidade de movimento e da primeira lei da termodinâmica para um volume de controle. Escoamento
incompressível de fluidos não viscosos. Análise dimensional e semelhança. Escoamento interno, viscoso e incompressível.
Transferência de calor. Transferência de massa.
Objetivos
A disciplina tem por objetivo ensinar e transferir conhecimento e tecnologia para execução de serviços relacionados à
engenharia Elétrica, Ambiental, Computação e Materiais. Visa capacitar os alunos para serem profissionais competentes
com capacidade de tomar decisões.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
INCROPERA, F. P.; WITT, D. P. de. Fundamentos de Transferência de Calor e de Massa. Ed. LTC. 2008. 6ª ed.
WYKEN, Gordon J. Van; SONNTAG, Richard E.; BORGNAKKE, C. Fundamentos da Termodinâmica. Editora Edgard
Blucher. 7ª ed. 2009. ISBN: 8521204906.
LIVI, Celso Pohlmann. Fundamentos de Fenômenos de Transporte. Editora LTC. 1ª ed. 2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ÇENGEL, Yunus A. ; BOLES, Michael A. Termodinâmica. Editora Mc Graw Hill. 5ª ed. 2007.
POTTER, Merle C ; SCOTT, Elaine P. Ciências Térmicas. Editora Thomson Pioneira. 1ª ed. 2006.
ÇENGEL, Yunus A. Transferência de Calor e Massa. Editora Mc Graw Hill – Artmed. 3ª ed. 2009. ISBN: 8577260755.
BRUNETTI, Franco. Mecânica dos Fluidos. Editora Prentice Hall Brasil. 2ª ed. 2008. ISBN: 8576051826.
MORAN, Michael J. ; SHAPIRO, HOWARD, N. Princípios de Termodinâmica Para Engenharia. Editora LTC. 6ª ed. 2009.
ISBN: 8521616899.
FOX, Robert W.; PRITCHARD, Philip J.; MCDONALD, Alan T. Introdução à Mecânica dos Fluidos. Editora LTC, 2010.
ISBN 9788521617570
40
Período
Código
4
EAMI07
Carga Horária Total
64
Disciplina
FUNDAMENTOS DE METEOROLOGIA
Carga Horária Teórica
Carga Horária Prática
48
16
Ementa
O Sol, a Terra e sua atmosfera. Parâmetros físicos e meteorológicos. Radiação solar e terrestre. Termodinâmica
atmosférica. Estabilidade. Precipitação. Movimentos atmosféricos. Instrumentação meteorológica. Fenômenos
meteorológicos. Climatologia. Meteorologia Ambiental (poluição do ar, aerossóis atmosféricos, modelos fotoquímicos
urbanos, estudos de impacto ambiental). Atividades de laboratório e campo.
Objetivos
Propiciar aos acadêmicos do curso fundamentos teóricos da meteorologia e sua aplicação prática em áreas correlatas como
modelagem e poluição atmosférica.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
SPIRO, T.G; STIGLIANI, W.M. Química Ambiental. 2.ed. Pearson / Prentice Hall. 2008.
VAREJÃO S. Climatologia e Meteorologia. INMET. Versão Digital II, Recife, 2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
LENZI, Ervim; FAVERO, Luzia Otilia Bortotti. Introdução à química da atmosfera: ciência, vida e sobrevivência. reimpr.
Rio de Janeiro: LTC, 2011. xix, 465 p.; il. tab. quad. graf.; 28cm. ISBN 9788521616337.
Revista Brasileira de Meteorologia, São José dos Campos: SBMET, v. 24, n.2, p. 188-207, il. graf.. jun. 2009.
41
Período
4
Código
EAMI08
Carga Horária Total
128
Disciplina
GEOLOGIA E PEDOLOGIA
Carga Horária Teórica
64
Carga Horária Prática
64
Ementa
GEOLOGIA - O estudo da Terra. Dinâmica interna da Terra: tectônica de placas, vulcanismo e plutonismo, terremotos.
Minerais. Natureza e classificação genética de rochas. PEDOLOGIA - Intemperismo físico e químico. Fatores e condições
que governam a intensidade do intemperismo. Distribuição dos processos de alteração na superfície da Terra. Produtos do
intemperismo (solos e depósitos lateríticos). Origem e formação dos solos, fatores, processos e classes de formação.
Classificação dos Solos na engenharia. Índices físicos dos solos. Compactação. Métodos de Investigação do subsolo.
Propriedades físicas dos solos (cor, textura, densidade, estrutura e agregação, consistência). Atividades de campo e
laboratório.
Objetivos
1- Dominar os conhecimentos que dêem sustentação às disciplinas correlatas;
2- Interpretar os principais fenômenos e processos ligados à formação dos solos, desde a alteração das rochas até a
diferenciação pedológica;
3- Compreender as propriedades do solo e seu comportamento no meio ambiente.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
PRESS, F; SIEVER, R; GROTZINGER, J; JORDAN, T. H. Para Entender a Terra. Porto Alegre: Artmed, 4ª Ed., 2006.
OLIVEIRA, J. B. de. Pedologia Aplicada. Jaboticabal: Fealq, 4ª Ed., 2011.
MEURER, E. J. (ed.). Fundamentos de Química do Solo. Porto Alegre: Evangraf, 4ª Ed., 2010.
RESENDE, M; CURI, N; REZENDE, S. B; CORRÊA, G. F. Pedologia: base para distinção de ambientes. Viçosa: Editora
UFLA, 5ª Ed., 2007.
EMBRAPA. Sistema Brasileiro de Classificação de Solos. Brasília: Embrapa Solos, 2ª Ed., 2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
42
Período
Código
4
EAMI09
Carga Horária Total
96
Disciplina
GEOPROCESSAMENTO
Carga Horária Teórica
Carga Horária Prática
32
64
Ementa
Sensoriamento Remoto: Histórico, Comportamento Espectral, Sensores, Tipos de Satélites, Radares, Processamento
digital de imagens, Classificação supervisionada. Sistemas de Informação Geográfica: Conceitos, Histórico, Visões de SIG,
Estrutura de SIG, Componentes de um SIG, Estrutura de dados tipo raster e vector, Banco de dados geográficos, Modelo
Digital de Terreno (MDT).
Objetivos
- Dominar os conhecimentos que dêem sustentação fundamentais às disciplinas correlatas;
- Dominar os conhecimentos necessários para a elaboração a manipulação de imagens digitais e a criação e manipulação de
planos de informações em um SIG;
- Contextualizar o sensoriamento remoto e os Sistemas de Informações Geográficas no âmbito da Engenharia Ambiental e
Energética.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
MOREIRA, M. A.. Fundamentos do Sensoriamento Remoto e Metodologias de Aplicação. Editora UFV. 4ª Ed. 2011.
ISBN 978-85-7269-381-3. 422p.
MIRANDA, J.I. Fundamentos de Sistemas de Informações Geográficas. Editora EMBRAPA. 2ª Ed. 2010,. ISBN 978-857383-481-9. 425p.
BLASCHKE, T.; KUX, H. Sensoriamento Remoto e SIG Avançados. Editora Oficina de Textos. 2ª Ed. 2007. ISBN
8586238570. 304 p.
LIU, W.T.H. Aplicações de sensoriamento remoto. Editora Uniderp. Campo Grande. 2006. ISBN 85-7704-040-0. 908p.
NOVO, E. M. L. M.. Sensoriamento Remoto: Princípios e aplicações. Editora Blucher. 4ª Ed. 2011. ISBN 9788521205401.
388 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
FUCKS, S.; CARVALHO, M. S.; CÂMARA, G.; MONTEIRO, A.M. Análise Espacial de Dados Geográficos. Editora
EMBRAPA. 2004,. ISBN 85-7383-260-6. 209p.
SILVA, A. B. Sistemas de Informações Geo-referenciadas: Conceitos e Fundamentos. Editora UNICAMP. ISBN
978852808966.
SILVA, J. J. X., ZAIDAN, R. T. Geoprocessamento e análise ambiental. Editora Bertrand Brasil. 4ª Ed. 2004. ISBN
8528610764. 368p.
BAPTISTA, G. M. M.. Sensoriamento Remoto Hierespectral. O novo Paradigma nos Estudos de Solos Tropicais. Editora
Universa. 2006. ISBN 85-86591-86-6. 212p.
43
Período
Código
4
BAC023
Carga Horária Total
64
Disciplina
MATEMÁTICA V
Carga Horária Teórica
Carga Horária Prática
64
0
Ementa
Funções vetoriais. Integrais de linha. Integrais de Superfície. Teorema de Green. Teorema de Stokes e Teorema do
Divergente.
Objetivos
Ao final da disciplina o aluno será capaz de identificar e resolver problemas envolvendo o cálculo sobre campos vetoriais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
STEWART, James. Cálculo: volume 2. 6 ed. São Paulo: Cengage Learning, 2010. ISBN 8522106614.
GUIDORIZZI, Hamilton Luiz.Um curso de cálculo: volume 3. 5 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2008. ISBN 97885216512575.
THOMAS JUNIOR, George B. et al. Cálculo: volume 2. 11 ed. São Paulo: Addison-Wesley, 2009. ISBN 9788588639362.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
APOSTOL, TOM. Cálculo: volume 2. 3 ed. 1. Editora Reverté, 2008. ISBN 9788429150162.
LEITHOLD, LOUIS. O Cálculo com Geometria Analítica: volume 2. 3 ed. Editora Harbra, 1994. ISBN 8529402065.
MUNEM, Mustafa A.; FOULIS, David J.. Cálculo: volume 2. LTC, 2008. v. 2. ISBN 9788521610939.
ÁVILA, Geraldo. Cálculo das Funções de múltiplas variáveis.
9788521610427.
volume 3, editora LTC, 7ª edição, 2003. ISBN
FLEMMING, Diva Marília; GONÇALVES, Mirian Buss. Cálculo B: funções de várias variáveis, integrais múltiplas,
integrais curvilíneas e de superfície. ed. 2. Editora Pearson, 2007. ISBN 9788576051169.
44
QUINTO PERÍODO
Período
Código
5
BAC006
Carga Horária Total
64
Disciplina
ELETRICIDADE
Carga Horária Teórica
Carga Horária Prática
48
16
Ementa
Natureza da Eletricidade. Lei de Ohm e potência. Circuitos série, paralelo e mistos. Leis de Kirchhoff. Análise de circuitos
em corrente contínua. Fundamentos do eletromagnetismo: Capacitância, circuitos magnéticos, indutância, lei de FaradayLenz e perdas no ferro. Análise de circuitos em correntes alternadas. Circuitos trifásicos. Noções de transformadores,
máquinas de indução, síncronas e de corrente contínua. Fundamentos de acionamentos elétricos.
Objetivos
Compreender os princípios da eletricidade em corrente contínua e alternada, transformadores e máquinas elétricas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ROBERT Boylestad, Introdução à Análise de Circuitos , Pearson Prentice Hall, 2008 ISBN 8587918184 .
O'MALLEY, John, Análise de circuitos, 2ª Edição , Editora: Makron Books , 1994. ISBN 853460194.
NAHVI, Mahmood; EDMINISTER, Joseph A. , Teoria e problemas de circuitos elétricos 2ª Edição. Editora Bookman
2008, ISBN 8536305517.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
GUSSOW, Milton. Eletricidade Básica. [Schaum's outline of theory and problems of basic eletricity]. Tradução Aracy
Mendes da Costa. 2 edição. São Paulo: McGraw-Hill, 2009. ISBN 9788534606127.
NILSSON, James W.; RIEDEL, Susan A.. Circuitos elétricos.
9788576051596 .
8 edição. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010. ISBN
ORSINI, Luiz de Queiroz; CONSONNI, Denise. Curso de Circuitos Elétricos Vol. 1 , 2ª Edição. Editora Blucher, 2002
ISBN 9788521203087 .
ORSINI, Luiz de Queiroz; CONSONNI, Denise. Curso de Circuitos Elétricos Vol. 2 , 2ª Edição. Editora Blucher, 2002
ISBN 9788521203322.
ORSINI, Luiz de Queiroz; Exercícios de Circuitos Elétricos, Editora Blucher, 1976 ISBN
45
Período
5
Código
BAC010
Carga Horária Total
96
Disciplina
ENGENHARIA DE SÓLIDOS
Carga Horária Teórica
80
Carga Horária Prática
16
Ementa
Sistemas de forças. Estática dos corpos rígidos. Centros de gravidade. Momento estático de áreas. Momentos e produtos
de inércia. Propriedades Mecânicas dos Materiais. Carga Axial. Torção. Flexão. Cargas Combinadas. Análise de Tensões.
Deformações. Esforços em vigas e cabos. Atrito. Sistemas de pontos materiais. Cinemática dos corpos rígidos. Dinâmica
do movimento plano de corpos rígidos. Energia cinética dos corpos rígidos no movimento plano. Noções de dinâmica em
três dimensões.
Objetivos
O objetivo principal desta disciplina é fornecer ao estudante uma apresentação clara e completa da teoria de mecânica e
aplicações à engenharia.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
HIBBELER, R. C.. Estática: mecânica para engenharia. 10 ed. Editora Pearson Prentice Hall, (2008).
NUSSENZVEIG, Herch Moysés. Curso de física básica: volume 1: mecânica. 4 ed. Editora Blucher, (2009).
HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl. Fundamentos da física: volume 1, mecânica. 8 ed. Editora
LTC, (2009)
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BEER, Ferdinand Pierre; JOHNSTON Jr., Elwood Russel; CLAUSEN, William E.. Mecânica vetorial para engenheiros:
dinâmica. 7 ed. Editora McGraw-Hill, (2006).
BEER, Ferdinand Pierre et al. Mecânica vetorial para engenheiros: estática. 7 ed. Editora McGraw-Hill, (2006).
KITTEL, Charles. Introdução à física do estado sólido. 8 ed. Editora LTC, (2006).
HIBBELER, R. C.. Resistência dos Materiais. 5 ed. Editora Pearson Prentice Hall, (2009).
SHAMES, Irving Herman. Estática: volume 1: mecânica para engenharia. 4 ed. Editora Pearson, (2002)
46
Período
5
Código
EAMI10
Carga Horária Total
80
Disciplina
HIDRÁULICA
Carga Horária Teórica
48
Carga Horária Prática
32
Ementa
Escoamento em canais – Conceituação, estados e regimes de escoamentos. Propriedades dos escoamentos em canais.
Conservação da energia e da quantidade de movimento nos canais. Escoamento crítico. Escoamento uniforme.
Escoamento gradualmente variado. Escoamento bruscamente variado. Vertedouros e orifícios.
Objetivos
Proporcionar aos alunos do curso de Engenharia Ambiental conhecimentos teóricos e práticos dos tópicos citados na
ementa. Inferir a importância da disciplina como complemento para a formação do engenheiro ambiental. Apresentar os
principais problemas envolvendo o transporte de água e ao projeto de estruturas hidráulicas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
PORTO, R. M. . HIDRÁULICA BÁSICA 4a edição. 4. ed. SÃO PAULO: RETTEC GRÁFICA E EDITORA, 2006. v.
2500. 529 p.
AZEVEDO NETTO. J.M.; FERNANDEZ Y FERNANDEZ. M.; ARAUJO. R. DE; & ITO. A.E. Manual de hidráulica .
8. ed. São Paulo: Blücher. 1998. 669p.
BAPTISTA, M. B.; COELHO, M. M. L. P.. Fundamentos de engenharia hidráulica. 3. ed. Belo Horizonte: UFMG, 2010.
480 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
PORTO, R. M. . EXERCÍCIOS DE HIDRÁULICA BÁSICA. 1. ed. SÃO CARLOS: SERVIÇO GRÁFICO DA
EESCUSP, 2011. v. 1. 105 p.
BAPTISTA, M. B.; COELHO, M. M. L. P. & CIRILO, J. A. (Org.). Hidráulica Aplicada. 2 ed., Porto Alegre: ABRH, 2001.
CHOW, VEN TE. Open-Channel Hydraulics. New York: McGraw-Hill, 1959. 680 p.
CHADWICK, A. & MORFETT, J.. Hydraulics in civil and environmental engineering. 4th ed. - London and New York :
Spon Press, cop. 2004. 644 p.
CHAUDHRY, M.H. Open-Channel Flow, Second Edition, Springer, New York, NY, 2007, 523 pp.
Período
Código
5
BAC024
Carga Horária Total
64
Disciplina
MATEMÁTICA VI
Carga Horária Teórica
Carga Horária Prática
64
0
Ementa
Transformada de Fourier, transformada de Laplace, série de Fourier, equações diferenciais parciais e problemas de
contorno e valor inicial.
Objetivos
Estudar problemas de engenharia e transformá-las em um modelo matemático na forma de equações diferenciais com
condição de contorno, então resolver as mesmas utilizando ferramentas matemáticas e numéricas básicas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BOYCE, Willian E.; DIPRIMA, Richard C. Equações diferenciais elementares e problemas de valores de contorno. 9 ed.
Rio de Janeiro: LTC, 2010. ISBN 9788521617563.
47
DE FIGUEIREDO, Djairo Guedes.; NEVES, Aloisio Ferreira. Equações Diferenciais Aplicadas.
Matemática Universitária, 2009. ISBN 9788570280145.
IMPA- Coleção
GUIDORIZZI, Hamilton Luiz. Um curso de cálculo: volume 4. 5 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2008. ISBN 9788521613305.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BRANNAN, James R.; BOYCE, William E. Equações Diferenciais
aplicações. 1 ed. LTC, 2008. ISBN 9788521616559.
uma introdução a métodos modernos e suas
ZILL, Dennis G.. Equações diferenciais: com aplicações em modelagem. Cengage Learning, 2011. ISBN 9788522110599.
STEWART, James. Cálculo: volume 2. 6 ed. São Paulo: Cengage Learning, 2010. ISBN 8522106614.
APOSTOL, TOM. Cálculo: volume 2. 3 ed. 1. Editora Reverté, 2008. ISBN 9788429150162.
DE FIGUEIREDO, Djairo Guedes. Análise de Fourier e Equações Diferenciais Parciais.
9788524401206.
IMPA, 2003. ISBN
48
Período
Código
5
BAC025
Carga Horária Total
48
Disciplina
METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA
Carga Horária Teórica
Carga Horária Prática
32
16
Ementa
Introdução à Epistemologia. Técnicas de redação, relatórios técnico-científicos, fichamentos, análise crítica de textos
científicos, busca sistemática da literatura científica, pesquisa na rede mundial de computadores, construção do trabalho
científico, discussão e aplicação das normas da ABNT na produção de textos científicos. Diversas possibilidades
metodológicas para a realização de pesquisa científica; métodos, técnicas e instrumentos de análise. Projeto de pesquisa,
abordagens metodológicas, tipos e técnicas de pesquisa, coleta e análise de dados, validação, formatação e apresentação
oral e escrita de trabalhos acadêmico-científicos e processo de orientação de trabalhos acadêmico-científicos.
Objetivos
Apresentar ao aluno a formatação e a metodologia do trabalho científico, a fim de torná-lo apto à sua análise, estruturação
e execução; Estimular a pesquisa e a produção de conhecimentos científicos, desenvolvendo o raciocínio, a criticidade e a
expressão do pensamento; Habilitar o aluno a elaborar um projeto de Pesquisa Científica; Preparar o aluno para redigir um
texto científico; Capacitar o aluno ao desenvolvimento de trabalhos de pesquisa científica, tanto no que se refere aos
aspectos técnicos como nos aspectos práticos; Compreender o papel da dimensão científica da Engenharia.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CRESWELL, J. W. Projeto de Pesquisa: Métodos qualitativo, quantitativo e misto. 3. ed. Porto Alegre: Editora Artmed,
2010 .
SALOMON, D. V. Como fazer uma monografia. 12. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2010.
SAMPIERI, R. H.; COLLADO, C. F.; LUCIO, P. B. Metodologia de Pesquisa. 3. ed. São Paulo: Ed. Mc Graw Hill, 2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BREAKWLL, G. M; HAMMOND, S.; SCHAW, C. F.; SMITH, J. A. Método de Pesquisa em Psicologia. 3. ed. Porto
Alegre: Editora Artmed, 2010.
ALVES, R. Filosofia da Ciência: Introdução ao jogo e suas regras. 12. ed. São Paulo: Loyola, 2007.
CHARMAZ, K. A Construção da Teoria Fundamentada: Guia Prático para Análise Qualitativa. Porto Alegre: Editora
Artmed, 2009.
ESTEBAN, M.P.S. Pesquisa Qualitativa em Educação: Fundamentos e tradições. Porto Alegre: McGraw Hill, 2010.
MIGUEL, P.A.C. (Coord.). Metodologia da Pesquisa em Engenharia de Produção e Gestão de Operações. Rio de Janeiro:
Elsevier, 2010.
49
Período
Código
5
EAMI11
Carga Horária Total
112
Disciplina
QUÍMICA AMBIENTAL
Carga Horária Teórica
Carga Horária Prática
64
48
Ementa
1. Introdução: Conceitos gerais sobre química ambiental, poluição e contaminação; 2. Processos químicos que ocorrem na
água, solo e ar provocados por poluentes e substâncias tóxicas; 3. Tecnologias para atenuação dos efeitos dos poluentes de
ordem natural e antrópica.
Objetivos
Propiciar aos acadêmicos do curso aspectos teóricos e práticos no contexto interdisciplinar da disciplina por envolver não
só conceitos básicos da química como também da biologia, meteorologia, ecologia e engenharia sanitária e ambiental.
Assim, serão selecionados estudos de casos em que ocorrem processos químicos (mudanças) naturais ou causados pelo
homem.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
SPIRO, T.G; STIGLIANI, W.M. Química Ambiental. 2.ed. Pearson / Prentice Hall. 2008.
VON SPERLING, M. Princípios do tratamento biológico de águas residuárias. Introdução à qualidade das águas e ao
tratamento de esgotos. Vol. 1. Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental - UFMG. 3a ed., 4.a reimpressão, 2009,
452 p. ISBN: 8570411146.
BAIRD, C.; CANN, M. Química ambiental. 4ªed. Bookman. 2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
DERISIO, José Carlos. Introdução ao controle de poluição ambiental. 3 ed. rev. ampl. São Paulo: Signus, 2007. 192 p.
Inclui bibliografia; il. tab. quad.; 21cm. ISBN 9788587803290.(Complementar)
VON SPERLING, M. Estudo e modelagem da qualidade da água de rios. Vol. 7. Departamento de Engenharia Sanitária e
Ambiental - UFMG.
CLESCERI, L.S.; GREENBERG, A.E. Standard Methods for the Examination of Water and Wastewater. APHAAWWA-WEF, 21.ed., 2005, 1600p., ISBN: 0875530478.
LENZI, Ervim; FAVERO, Luzia Otilia Bortotti. Introdução à química da atmosfera: ciência, vida e sobrevivência. reimpr.
Rio de Janeiro: LTC, 2011. xix, 465 p. Inclui bibliografia (ao final de cada capítulo) e índice; il. tab. quad. graf.; 28cm. ISBN
9788521616337.
50
SEXTO PERÍODO
Período
Código
6
BAC016
Carga Horária Total
80
Disciplina
ECONOMIA E ADMINISTRAÇÃO
Carga Horária Teórica
Carga Horária Prática
80
0
Ementa
Natureza e método de economia. História do pensamento econômico. Microeconomia. Macroeconomia. Análise de
sensibilidade. Projeto de Viabilidade Econômica. A organização e a administração da empresa. Teorias gerais da
administração. Métodos de planejamento e controle. Gestão de pessoas. Gestão financeira. Contabilidade e balanço.
Objetivos
Oferecer aos alunos os conceitos sobre as funções e as características básicas do administrador e das organizações.
Desenvolver a visão integrada das organizações e da teoria geral da administração.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ROSSETTI, José Paschoal, Introdução a economia, Editora Atlas, 20 edição, (2009).
FARAH, Osvaldo Elias; CAVALCANTI, Marly; MARCONDES, Luciana Passos (Orgs.). Empreendedorismo estratégico:
criação e gestão de pequenas empresas. Vários autores. Editora Cengage Learning, (2008).
BERNARDI, Luiz Antônio. Manual do empreendedorismo e gestão: fundamentos, estratégias e dinâmicas. Editora Atlas,
(2008).
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CORNACHIONE JUNIOR, Edgard B.. Informática aplicada às áreas de contabilidade, administração e economia. 3 ed.
Editora Atlas, (2010).
LANZANA, Antonio Evaristo Teixeira, Economia brasileira: fundamentos e atualidade,Editora Atlas (2009).
PASSOS, Carlos Roberto Martins; NOGAMI, Otto, Princípios de economia, Editora Cengage Learning (2009).
FREZATTI, Fábio, Gestão da viabilidade econômico-financeira dos projetos , Editora Atlas (2008).
HEILBRONER, Robert L.. A história do pensamento econômico. 6 ed. Editora Nova Cultural, (1996).
MOCHÓN, Francisco, Princípios de economia, Editora Pearson Prentice Hall, (2008).
51
Período
6
Código
EAMI13
Carga Horária Total
128
Disciplina
HIDROLOGIA
Carga Horária Teórica
64
Carga Horária Prática
64
Ementa
O ciclo hidrológico. Bacia hidrográfica. Precipitação. Interceptação. Evaporação e evapotranspiração. Infiltração. Águas
subterrâneas. Escoamento superficial. Medições de vazões.
Objetivos
Proporcionar aos alunos do curso de Engenharia Ambiental conhecimentos teóricos e práticos dos tópicos citados na
ementa. Contextualizar a hidrologia no âmbito educacional e profissional do aluno, demonstrando a importância do
conhecimento desta disciplina para o engenheiro ambiental.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
TUCCI, Carlos E.M. (Org.). Hidrologia. Ciências e aplicação. Porto Alegre: Ed. da Universidade: ABRH: EDUSP, 1993.
943p.
PORTO, R. L. L. (organizador) 1991 Hidrologia Ambiental. EDUSP ABRH São Paulo. 411p.
RIGHETTO, A. M. 1998 Hidrologia e Recursos Hídricos. EESC/USP. São Carlos, 840p.
VILLELA, Swami M., MATTOS, Arthur. Hidrologia aplicada. São Paulo: McGraw-Hill, 1975. 245p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
WURBS, R. A.; JAMES, W. P. 2001 Water Resources Engineering. Prentice Hall, Upper Saddle River. 828p.
CHOW, V. T. Handbook of Applied Hydrology. McGraw-Hill. New York, 1964.
52
Período
Código
6
EAMI12
Carga Horária Total
64
Disciplina
LIMNOLOGIA
Carga Horária Teórica
48
Carga Horária Prática
16
Ementa
Fundamentos de Limnologia. Características físico-químicas e biológicas da água. Ciclo da água na biosfera. Os
ecossistemas lacustres, origem e características. Oxigênio e carbono em ecossistemas lacustres. Sedimentos límnicos.
Comunidades de macrófitas aquáticas. Comunidades fitoplanctônicas. Comunidades zooplanctônicas. Princípios de
ecotoxicologia aquática. Atividades de laboratório e de campo.
Objetivos
Compreender a estrutura e funcionamento de ecossistemas aquáticos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
TUNDISI, J.G.; TUNDISI, T.M. Limnologia. Oficina de Textos, 1.ed., 2008, 632p.
BICUDO, C.E.M.; BICUDO, D.C. Amostragem em Limnologia. RiMa, 1.ed., 2005, 372p.
ESTEVES, F.A. Fundamentos de Limnologia. Interciência. 1.ed. 1998, 601p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BICUDO, C.E.; BICUDO, M. M. Gêneros de algas de águas continentais do Brasil. 2.ed. RiMa. 2006.
ZAGATTO, P.A.; BERTOLETTI, E. Ecotoxicologia Aquática: Princípios e Aplicações. RiMa, 2006.
53
Período
Código
6
EAMI14
Carga Horária Total
112
Disciplina
MANEJO E CONSERVAÇÃO DO SOLO
Carga Horária Teórica
Carga Horária Prática
64
48
Ementa
Princípios básicos de manejo da fertilidade do solo: (a) minerais de argila e desenvolvimento de cargas elétricas no solo; (b)
análise do solo; (c) acidez e calagem e (d) principais nutrientes. Conservação do solo: (a) processo erosivo; (b) fatores que
influem na erosão; (c) consequências da erosão; (d) práticas conservacionistas e sistemas de manejo; (e) planejamento
conservacionista. Capacidade de Uso da Terra e Aptidão Agrícola. Atividades de campo e laboratório.
Objetivos
1 - Compreender as consequências ambientais, econômicas e sociais do uso e manejo inadequados do solo.
2 - Reconhecer a importância da conservação do solo e da gestão sustentável deste recurso natural.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
WHITE, R. E. Princípios e Práticas da Ciência do Solo: o solo como um recurso natural. São Paulo: Ed. Andrei, 4ª Ed., 2009.
OLIVEIRA, J. B. de. Pedologia Aplicada. Jaboticabal: Fealq, 4ª Ed., 2011.
MEURER, E. J. (ed.). Fundamentos de Química do Solo. Porto Alegre: Evangraf, 4ª Ed., 2010.
RESENDE, M; CURI, N; REZENDE, S. B; CORRÊA, G. F. Pedologia: base para distinção de ambientes. Viçosa: Editora
UFLA, 5ª Ed., 2007
EMBRAPA. Sistema Brasileiro de Classificação de Solos. Brasília: Embrapa Solos, 2ª Ed., 2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
54
Período
Código
6
EAMI15
Carga Horária Total
80
Disciplina
MECÂNICA DOS SOLOS
Carga Horária Teórica
Carga Horária Prática
64
16
Ementa
Distribuição de Tensões no Solo. Fluxo de água no solo (lei de fluxo, permeabilidade, capilaridade). Compressibilidade dos
solos. Redes de Fluxo, Resistência ao cisalhamento. Empuxos de Terra e estruturas de arrimo. Estabilidade de Taludes.
Objetivos
Dotar aos alunos do curso de Engenharia Ambiental dos conhecimentos teóricos e práticos básicos de Mecânica dos solos,
dando ênfase às múltiplas aplicações em Engenharia. Ao final desta disciplina o engenheiro deverá saber fazer o controle
tecnológico dos serviços de compactação de solos, deverá saber interpretar os componentes da resistência ao cisalhamento
dos solos, deverá saber dimensionar geotecnicamente um muro de arrimo baseando-se na magnitude dos empuxos de terra,
e verificar geotecnicamente a estabilidade de um talude em solo natural ou compactado.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CAPUTO, H.P. Mecânica dos Solos e suas Aplicações, Vol. 1 a 3, Livros Técnicos e Científicos Editora S.A., 6o. Edição.1988.
SOUZA PINTO, C. Curso Básico de Mecânica dos Solos, Editora Oficina de Textos, pp247, 2000.
MASSAD, Faiçal. Obras de terra, curso básico de geotécnica. São Paulo: Oficina de Textos, 2003
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
SOUZA PINTO, C. Curso Básico de Mecânica dos Solos: Exercícios Resolvidos,
Editora Oficina de Textos, pp112, 2001.
FIORI, A. P. & CARMIGNANI, L.. Fundamentos de Mecânica dos Solos e das Rochas – Aplicações na Estabilidade de
Taludes. [s.l.]: UFPR, 2001.
CRAIG, R. F. Mecânica dos solos. 7. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2007.
GERSCOVICH, D. M. S. Estabilidade de Taludes. São Paulo. Oficina de Textos. 2012.
WICANDER, R.; MONROE, J. S. Fundamentos de Geologia. São Paulo: Cengage Learning, 2009.
55
SÉTIMO PERÍODO
Período
Código
7
EAMI18
Carga Horária Total
64
Disciplina
AVALIAÇÃO DE IMPACTOS AMBIENTAIS
Carga Horária Teórica
Carga Horária Prática
32
32
Ementa
Conceituação de impacto ambiental. Evolução da análise de impacto ambiental. Estudos de Impacto Ambiental. Elaboração
do diagnóstico e do prognóstico de EIA. Impacto ambiental: instrumento de identificação, descrição, seleção e valoração.
Aplicação de estudos de A.I.A.
Objetivos
Proporcionar aos alunos do curso de Engenharia Ambiental conhecimentos teóricos e práticos sobre avaliação de impactos
ambientais. Contextualizar a avaliação de impactos ambientais no âmbito educacional e profissional do aluno, demonstrando
a importância do conhecimento desta disciplina para o engenheiro ambiental.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
SILVA, Elias. Técnicas de avaliação de impactos ambientais. Viçosa: CPT. 181p. 4 DVD’s.ISBN: 8576010313
SANCHES, Luis Enrique. Avaliação de impactos ambientais: conceitos e métodos. Editora: Oficina de Textos.ISBN:
88586238796. Ano: 2006. 495p.
TOMMASI, Luiz Roberto. Estudo de impacto ambiental. Sao Paulo: CETESB, 1994. 355 p. Convênio SESU/MEC. ISBN
9788573597707
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
SOUZA, Marcelo Pereira. Instrumentos de gestão ambiental: fundamentos e prática. São Carlos: Riani Costa, 2000. 108 p.
ISBN: 9788535211917
56
Período
Código
7
EAMI16
Carga Horária Total
128
Disciplina
ENERGIA HIDRÁULICA E BIOMASSA
Carga Horária Teórica
Carga Horária Prática
80
48
Ementa
Conceitos fundamentais sobre energia, renovabilidade e sustentabilidade. Energia Hidráulica: Potenciais no Brasil e no
mundo. Conversão de energia hidráulica em mecânica e elétrica. Caracterizações gerais das formas de aproveitamento
hidroelétrico: grandes, médias, pequenas, mini e micro centrais hidrelétricas. Métodos de estimativas de potenciais
hidrelétricos. Tecnologias para transformações de energia. Política Ambiental. Aspectos regulatórios. Otimização da
potência ótima de aproveitamentos hidrelétricos, considerando aspectos ambientais, econômicos e sociais. Biomassa:
Conceito de bioenergia. Processos convencionais de uso de bioenergia. Geração de energia a partir da biomassa, processos
de produção etanol veicular, processos de produção de biodiesel, aspectos da sustentabilidade da produção de
biocombustíveis.
Objetivos
Propiciar aos acadêmicos do curso aspectos teóricos e práticos no contexto interdisciplinar da disciplina por envolver não só
conceitos básicos sobre as fontes renováveis de energia hídrica e biomassa, como também aspectos sobre conversões
energéticas utilizando tais fontes. Serão analisados os aspectos ambientais, sociais e econômicos em projetos que envolva
conversões energéticas utilizando as fontes renováveis. Assim, serão explorados conceitos que fazem interface com as
engenharias, mecânica, elétrica, recursos hídricos, bem como meteorologia.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
TOLMASQUIM, M.T., “Fontes Renováveis de Energia”, 1° Edição, Ed. Interciência, 2003, 516p.
CARNEIRO, D.A., “PCHs Pequenas Centrais Hidrelétricas”, 1° edição, Editora Zamboni, 2010, 135p.
GOLBEMBERG, J.; VILLANUEVA, L.D., “Energia, meio ambiente e desenvolvimento”, 3º edição, São Paulo, EDUSP,
2003. 225p.
GELLER, H.S. “Revolução energética: Políticas para um futuro sustentável”, 1º edição, Tradução: Maria Vidal Barbosa, Rio
de Janeiro, Editora Relume Dumará: USAid, 2003, 299p.
CORTEZ, L.A.B., LORA, E.S., GOMEZ, E.O.; “Biomassa para Energia”, 1° Edição, Ed. Unicamp, 2008, 736 p.
NOGUEIRA, L.A.H., “Bioetanol de cana de açúcar – Energia para o desenvolvimento sustentável”, Coordenação: BNDES e
CGEE, 2009, 180p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
SÁ, C.M., “Micro Mini e PCH Pequenas Centrais Hidrelétricas”, 1° Edição, Ed. Kelps, 2009.
WALISIEWICZ, M.; “Energia Alternativa”, 1º Ed., Editora Publifolha, 2008, 72 p.
57
Período
Código
7
EPR003
Carga Horária Total
48
Disciplina
ENGENHARIA ECONÔMICA
Carga Horária Teórica
Carga Horária Prática
48
0
Ementa
Conceitos básicos de Engenharia Econômica. Matemática financeira. Financiamentos: Sistemas de amortização de dívidas.
Correção Monetária, Inflação e Variação Cambial. Critérios para análise de investimentos: Tempo de Recuperação do
Capital - Pay-back Time. Valor Presente Líquido – VPL. Taxa Interna de Retorno - TIR. Gerenciamento Econômico de
Processos Operacionais. Depreciação e imposto de renda. Análise de sensibilidade. Projeto de Viabilidade Econômica.
Objetivos
Entender e gerenciar risco no contexto de projetos, sobretudo custo de capital. Analisar e orçar projetos. Capacitar e analisar
as políticas de financiamento, pagamento e estrutura de capital. Avaliar projetos com opções. Planejar financeiramente e gerir
o capital de giro.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
PAMPLONA, Edson de Oliveira; MONTEVECHI, José Arnaldo, Engenharia Econômica,
volume , Editora Unifei, edição, (2000)
SAMANEZ, C. P. , Engenharia econômica, volume , Editora Pearson, 1 edição, (2009)
SAMANEZ, C. P. , Matemática financeira, volume , Editora Prentice Hall, 3 edição, (2002)
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
58
Período
Código
7
ESS006
Carga Horária Total
48
Disciplina
PRINCÍPIOS DE SAÚDE E SEGURANÇA
Carga Horária Teórica
Carga Horária Prática
48
0
Ementa
Saúde e Segurança no Trabalho. Perigo e Risco. Técnicas de Análise de Risco e Medidas de Controle. Classificação dos
Riscos. Acidentes de Trabalho e Perdas. Doenças Ocupacionais. Higiene Ocupacional e Toxicologia. Normas
Regulamentadoras. Equipamentos de Proteção Coletiva (EPCs) e Individual (EPIs). Responsabilidades: PCMSO, SESMT,
PPRA e CIPA. Procedimentos e Inspeções. Noções de Ergonomia.
Objetivos
Adquirir conhecimentos acerca da diversidade dos contextos produtivos brasileiros, os acidentes de trabalho e as distintas
formas de adoecimento; Capacitar o aluno acerca dos riscos ocupacionais nos ambientes de trabalho: os acidentes e as
medidas de controle. Aprofundar conhecimentos sobre segurança nos diversos contextos produtivos, das normas técnicas
(NBR da ABNT e NR’s); Habilitar o aluno nas rotinas de trabalho e procedimentos. Riscos. Análise de Riscos. EPC e EPI.
Apresentar e discutir as responsabilidades na gestão da saúde e segurança nos processos produtivos: PCMSO, SESMT,
PPRA e CIPA; Capacitar o aluno nos conceitos de ergonomia: Tarefa x Atividade. Normas/Renormalizações.
Variabilidade.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ABRAHÃO, JI; SZNELWAR, LI; SILVINO, A.; SARMET, M.; PINHO, D. Introdução à Ergonomia: da prática a teoria.
São Paulo, Editora Blücher, 2009. 240p. ISBN-13: 9788521204855.
MILLER JUNIOR, G. Tyler. Ciência ambiental. [Environmental science: working with the earth. 11th ed (Inglês).
Tradução de All Tasks, Revisão técnica de Wellington Braz Carvalho Delitti. 11 ed. 2 reimpr. São Paulo: Cengage Learning,
2008.
David L. Goetsch. Occupational Safety and Health for Technologists, Eng neers, and Managers. Prentice Hall; 6th edition
(May 10, 2007) ISBN-10: 0132397609 - ISBN-13: 978-0132397605.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ASFAHL, C. RAY. Gestão de Segurança e de Saúde Ocupacional. Ed. Ernesto Reichmann. São Paulo, 2005. 446p.
MÁSCULO, Francisco Soares. Capítulo 6: Higiene e e segurança do trabalho. In:
BATALHA, Mário Otávio (Org.). Introdução à engenharia de produção. 4 reimpr. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. p. 107134.
Segurança e Medicina do Trabalho. Manuais de legislação Atlas. 67ª Ed. São Paulo: Atlas, 2011.
IIDA, ITIRO. Ergonomia: projeto e produção. 2 ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2010. 614 p.
59
Período
Código
7
EAMI19
Carga Horária Total
64
Disciplina
RESÍDUOS SÓLIDOS
Carga Horária Teórica
Carga Horária Prática
48
16
Ementa
Conceitos gerais de resíduos sólidos. Classificação e tipologias de resíduos sólidos. Características e composição de
resíduos sólidos. Gestão de resíduos sólidos. Sistemas de coleta de resíduos sólidos. Transferência e transporte de resíduos
sólidos. Processamento e recuperação de resíduos sólidos. Disposição final de resíduos sólidos.
Objetivos
Propiciar aos alunos conhecimentos teóricos e práticos sobre resíduos sólidos, contextualizando a importância desta
disciplina no âmbito educacional, social e profissional para o aluno de engenharia ambiental.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIDONE, F.R.A; POVINELLI, J. Conceitos Básicos de Resíduos Sólidos. São Carlos: EESC-USP, Caica Economica
Federal, 1999.
D’ALMEIDA, M.L.; VILHENA, A. Lixo Municipal: Manual de Gerenciamento Integrado. 2 .ed. São Paulo:
IPT/CEMPRE , 2000.
SCHALCH, V.; LEITE, W.C.A.; FERNANDES JUNIOR, J.L.; CASTRO, M.C.A.A. Gerenciamento de Resíduos Sólidos.
São Carlos, 1997. 227p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BIDONE, F.R.A;. Resíduos Sólidos Provenientes de Coletas Especiais: eliminação e valorização. Rio de janeiro: ABES,
PROSAB, 2001
SCHALCH, V.; ANDRADE, J.B.L.; GAUSZER, T. Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde. São Carlos, 1995.
107p.
SILVEIRA SISINNO, C.L. et al, Resíduos Sólidos, Ambiente e Saúde, Rio de Janeiro, Editora Fiocruz, 2000
Período
7
Código
EAMI17
Carga Horária Total
80
Disciplina
SANEAMENTO AMBIENTAL 1
Carga Horária Teórica
48
Carga Horária Prática
32
Ementa
Princípios básicos do tratamento de águas residuárias. Caracterização de águas residuárias. Requisitos e níveis de
tratamento. Tratamento preliminar e primário. Tratamento secundário (biológicos). Tratamento terciário. Microbiologia e
bioquímica do tratamento biológico. Modelagem de reatores biológicos. Seleção de processos de tratamento. Tratamento
do lodo. Dimensionamento e projeto de estações de tratamento de águas residuárias. Noções de tratamento de efluentes
industriais e sistemas de esgotamento sanitário.
Objetivos
Conhecer os princípios e os principais tipos de tratamento de águas residuárias, bem como seus princípios de
funcionamento, critérios de dimensionamento e de projeto.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
JORDÃO, E.P., PESSOA, C .A. Tratamento de esgotos domésticos, 5 ed. Rio de Janeiro:SEGRAC, 2011.
VON SPERLING, M. Princípios básicos do tratamento de esgotos. Belo Horizonte:
60
Carga Horária Total
Carga Horária Teórica
Carga Horária Prática
Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental, Universidade Federal de Minas Gerais.1996 (Princípios do tratamento
biológico de águas residuárias, Vol. 2).
VON SPERLING, M. Lagoas de estabilização Belo Horizonte: Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental,
Universidade Federal de Minas Gerais; 1996 (Princípios do tratamento biológico de águas residuárias, Vol. 3).
METCALF & EDDY, INC. Wastewater engineering-treatment and reuse. 4 ed. Boston: McGraw-Hill, 2003.
CHERNICHARO, C.A.L. Reatores anaeróbios. Belo Horizonte: Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental,
Universidade Federal de Minas Gerais; 1997 (Princípios do tratamento biológico de águas residuárias, vol5).
GRADY, C.P.L., DAIGGER, G.T., LIM, H.C. Biological wastewater treatment. 2. ed. New York: Marcel Dekker, 1999.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CAMPOS, J.R. Tratamento de esgotos sanitários por processo anaeróbio e disposição no solo. Rio de Janeiro: ABES, 1999.
(Projeto PROSAB).
61
OITAVO PERÍODO
Período
Código
8
BAC013
Carga Horária Total
64
Disciplina
CIDADANIA E RESPONSABILIDADE SOCIAL
Carga Horária Teórica
Carga Horária Prática
64
0
Ementa
A dimensão humana e a construção do indivíduo. Subjetividade e Coletividade. Ética. Política, Instituições e Organizações.
Definição e Princípios do Direito. Constituição de 1988: Princípios Fundamentais, Direitos e Deveres Individuais e
Coletivos. Conceitos Básicos de Direito Administrativo. A sociedade contemporânea. Globalidade e Sustentabilidade.
Responsabilidade Social. Empreendedorismo Social.
Objetivos
Este curso tem como objetivo desenvolver nos alunos um senso crítico da realidade que os cercam, bem como construir
dialogicamente habilidades e competências voltadas para uma compreensão do individuo enquanto futuro profissional e
ente sociocultural.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BOBBIO, N. O futuro da democracia 4ª ed. Tr. M. A. Nogueira Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1986.
GEERTZ, C. A Interpretação das Culturas Rio de Janeiro: Zahar, 1978.
LARAIA, R. Cultura: um conceito antropológico 24ª ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BERGER, P., LUCKMANN, Th. A Construção Social da Realidade Petrópolis: Vozes, 1985.
COLLINS, R. Quatro Tradições Sociológicas Petrópolis: Vozes, 2009.
COMTE-SPONVILLE, A. O capitalismo é moral ?. Tradução: E. Brandão. São Paulo: Martins Fontes, 2005.
GEERTZ, C. O saber local Petrópolis. Vozes: Rio de Janeiro, 1998.
VALLS, A. Da ética à bioética Petrópolis: Vozes, 2004.
Período
Código
8
EAMI21
Carga Horária Total
48
Disciplina
EFLUENTES GASOSOS
Carga Horária Teórica
Carga Horária Prática
48
16
Ementa
O problema da poluição atmosférica. Os poluentes gasosos e as mudanças climáticas. Meteorologia. Modelos de dispersão
de poluentes na atmosfera. Metodologias e equipamentos para medições da concentração de poluentes atmosféricos. A
formação de poluentes gasosos durante o processo da combustão. Emissões veiculares. Emissões industriais. Emissões
por queimadas. Emissões fugitivas. Conceitos básicos da metodologia de inventários de emissões. Controle de
particulados. Controle de óxidos de nitrogênio. Controle de óxidos de enxofre. Controle de compostos orgânicos voláteis.
Economia do controle da poluição do ar.
Objetivos
Propiciar aos acadêmicos do curso fundamentos teóricos a cerca da poluição atmosférica.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
SPIRO, T.G; STIGLIANI, W.M. Química Ambiental. 2.ed. Pearson / Prentice Hall. 2008.
62
BAIRD, C.; CANN, M. Química ambiental. 4ªed. Bookman. 2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
LENZI, Ervim; FAVERO, Luzia Otilia Bortotti. Introdução à química da atmosfera: ciência, vida e sobrevivência. reimpr.
Rio de Janeiro: LTC, 2011. xix, 465 p. Inclui bibliografia (ao final de cada capítulo) e índice; il. tab. quad. graf.; 28cm. ISBN
9788521616337.
DERISIO, José Carlos. Introdução ao controle de poluição ambiental. 3 ed. rev. ampl. São Paulo: Signus, 2007. 192 p.
Inclui bibliografia; il. tab. quad.; 21cm. ISBN 9788587803290.
Período
Código
8
EAMI20
Carga Horária Total
96
Disciplina
ENERGIA SOLAR E EÓLICA
Carga Horária Teórica
Carga Horária Prática
64
32
Ementa
Introdução sobre radiação e energia solar no Brasil e no mundo, Energia Solar Térmica: Cenário do mercado brasileiro e
mundial, formas de aproveitamento da energia solar (passivo e ativo), tecnologias de coletores solares e reservatórios
térmicos para o uso da energia solar para aquecimento de água, metodologias para cálculos do Fator F ou Fração Solar,
dimensionamento de coletores solares térmicos para aquecimento de água de banho e piscina, análise de viabilidade
econômico-financeira, análise de ciclo de vida (ACV) de coletores solares térmicos, estratégias de desenvolvimento de
tecnologias solares térmicas no Brasil, desafios para a inserção de novas tecnologias no Brasil. Energia Fotovoltaica:
Conceitos básicos, tecnologias existentes, dimensionamento, aspectos relacionados ao meio ambiente.
Energia Eólica: Potenciais no Brasil e no mundo. Meio ambiente e energia eólica. Distribuição de Weibull. Conversão da
energia eólica em mecânica e elétrica. Rendimento de Betz. Métodos de estimativas de potenciais eólicos para a geração de
energia. Tecnologias de turbinas eólicas. Política ambiental. Análise de viabilidade econômica. Perspectivas futuras para a
energia eólica.
Objetivos
Propiciar aos acadêmicos do curso aspectos teóricos e práticos no contexto interdisciplinar da disciplina por envolver não
só conceitos básicos sobre as fontes renováveis de energia, solar e eólica, como também aspectos sobre conversões
energéticas utilizando tais fontes. Serão analisados os aspectos ambientais, sociais e econômicos em projetos que envolva
conversões energéticas utilizando as fontes renováveis. Assim, serão explorados conceitos que fazem interface com as
engenharias, mecânica, elétrica, química, bem como meteorologia.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
TOLMASQUIM, M.T., “Fontes Renováveis de Energia”, 1° Edição, Ed. Interciência, 2003, 516p.
GOLBEMBERG, J.; VILLANUEVA, L.D., “Energia, meio ambiente e desenvolvimento”, 3º edição, São Paulo, EDUSP,
2003. 225p.
GELLER, H.S. “Revolução energética: Políticas para um futuro sustentável”, 1º edição, Tradução: Maria Vidal Barbosa,
Rio de Janeiro, Editora Relume Dumará: USAid, 2003, 299p.
ALDABÓ, R., “Energia Eólica”, 1° Edição, Ed. Artliber, 2002, 152 p.
DUFFIE, J.A., BECKMAN, W.; “Solar Engineering of Thermal Processes”, Jonh Wiley & Sons Inc., 2º edição, 1991.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
REIS, L.B.; “Geração de Energia Elétrica”, 2º Ed., Editora Manole, 2010, 447p.
WALISIEWICZ, M.; “Energia Alternativa”, 1º Ed., Editora Publifolha, 2008, 72 p.
63
Período
8
Código
EAMI22
Carga Horária Total
128
Disciplina
RECUPERAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS
Carga Horária Teórica
80
Carga Horária Prática
48
Ementa
Conceitos e aplicações. Avaliação de riscos de deslizamentos de encostas. Medidas mecânicas e obras civis preventivas.
Descompactação mecânica e preparo do solo. Revegetação. Técnicas de bioengenharia para RAD. Técnicas de
descontaminação e recuperação de águas subterrâneas. Indicadores visuais da qualidade ambiental. Legislação pertinente.
Objetivos
Fornecer conhecimentos sobre as técnicas de recuperação de áreas degradadas e exigências legais acerca do tema.
Capacitar os alunos para o planejamento, elaboração, manutenção e monitoramento de projetos de recuperação de áreas
degradadas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
WHITE, R. E. Princípios e Práticas da Ciência do Solo: o solo como um recurso natural. São Paulo: Ed. Andrei, 4ª Ed., 2009.
OLIVEIRA, J. B. de. Pedologia Aplicada. Jaboticabal: Fealq, 4ª Ed., 2011.
MEURER, E. J. (ed.). Fundamentos de Química do Solo. Porto Alegre: Evangraf, 4ª Ed., 2010.
MARTINS, S. V. Recuperação de Áreas Degradadas. Viçosa: Aprenda Fácil, 2009.
EMBRAPA. Sistema Brasileiro de Classificação de Solos. Brasília: Embrapa Solos, 2ª Ed., 2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
Período
8
Código
EAMI23
Carga Horária Total
64
Disciplina
SANEAMENTO AMBIENTAL II
Carga Horária Teórica
48
Carga Horária Prática
16
Ementa
Características da água. Qualidade da água para seus múltiplos usos. Coagulação. Mistura rápida. Floculação. Decantação.
Flotação. Filtração. Desinfecção e pré-oxidação. Tratamentos complementares. Ensaios de tratabilidade. Controle de
processos unitários e da qualidade da água. Projeto de estações de tratamento de água. Noções de sistemas de
abastecimento de água.
Objetivos
Conhecer os fundamentos dos processos de tratamento de água para abastecimento, além de critérios de
dimensionamento e projeto.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
DI BERNARDO, L. DANTAS, A. D.B. Métodos e técnicas de tratamento de água. 2ª ed. São Carlos, RiMa, 2005. 792p
(volumes 1 e 2).
LIBÂNIO, M. Fundamentos de qualidade e tratamento de água. Campinas: Editora Átomo, 2005. 444p.
VIANNA, M.R. Hidráulica aplicada às estações de tratamento de água. Belo Horizonte: Imprimatur Artes Ltda., 2002.
64
Carga Horária Total
Carga Horária Teórica
Carga Horária Prática
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
RICHTER , C.A., AZEVEDO NETTO, J.M. Tratamento de água – tecnologia atualizada. São Paulo: Edgard Blücher
Ltda., 1991.
DANIEL, L.A. (Coord.) Projeto PROSAB. Processos de desinfecção e desinfetantes alternativos na produção de água
potável. Janeiro: ABES, RiMa, 2001. (Projeto PROSAB).
NONO PERÍODO
Período
Código
9
EAMI24
Carga Horária Total
64
Disciplina
GESTÃO AMBIENTAL
Carga Horária Teórica
Carga Horária Prática
64
0
Ementa
Teoria do planejamento. Planejamento e o enfoque ambiental. Políticas de desenvolvimento e meio ambiente. Utilização
de modelos e de instrumentos de planejamento. Gestão Ambiental de Unidades de Conservação. Instrumentos de
implantação e execução de políticas ambientais. Inserção do planejamento na gestão ambiental. Qualidade ambiental.
Normas e certificações ambientais. Implantação de Sistemas de Gestão Ambiental.
Objetivos
Propiciar ao aluno conhecimentos teóricos sobre planejamento ambiental, normas e certificações ambientais implantadas
nas empresas e também os instrumentos de implantação de políticas ambientais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
SOUZA, Marcelo Pereira. Instrumentos de gestão ambiental: fundamentos e prática. São Carlos: Riani Costa, 2000. 108 p.
ISBN: 9788535211917
REMONESI, V. ISO 14001 Guia Prático de Certificação e Manutenção do Sistema de Gestão Ambiental. 135p. Editora
Tocalino. São Paulo. 2000.ISBN. 978-972-99012-6-3
MACEDO, Ricardo Kohn. Gestão ambiental: os instrumentos básicos para a gestão ambiental de territórios e de unidades
produtivas. Rio de Janeiro: Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental, 1994. 266 p. Convenio SESU/MEC
ISBN85-7114- 099-5
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CAJAZEIRA, Jorge Emanuel Reis. ISO 14001: manual de implantacao. Rio de Janeiro; Qualitymark, 1998. 117 p ISBN
8573031123
Período
Código
9
EAMI25
Carga Horária Total
96
Disciplina
ENERGIAS NÃO-RENOVÁVEIS
Carga Horária Teórica
Carga Horária Prática
96
0
Ementa
Conceitos fundamentais sobre energia. Leis da termodinâmica. Fundamentos da engenharia do petróleo. Uso de
combustíveis fósseis em veículos automotores. Uso de combustíveis fósseis em processos industriais. Geração de energia
65
elétrica a partir de combustíveis fósseis e carvão mineral. Geração de energia elétrica a partir da energia nuclear. Impactos
ambientais oriundos da queima de combustíveis fósseis e uso de materiais radioativos. Eficiência energética no uso de
combustíveis fósseis. Políticas energéticas.
Objetivos
Propiciar aos alunos conhecimentos sobre a geração de energia a partir de fontes não-renováveis, apresentar os conceitos
sobre energia e conscientizá-los sobre eficiência energética.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Thomas, J. E., “Fundamentos de engenharia de petróleo”, 2° Ed., Petrobrás, Ed. Interciência, Rio de Janeiro, 2001, 271 p.,
ISBN 8571930996.
Lyons, W.C., “Standard Handbook of Petroleum & Natural Gas engineering”, Vol. 1, Gulf Publishing Company, Houston,
Texas, 2004, 1431 p.. ISBN 0750677856.
HINRICHS, R. & KLEINBACH, M., Energia e Meio Ambiente. Editora Thompson, São Paulo, 2003.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
Período
Código
9
EAMI26
Carga Horária Total
96
Disciplina
MANEJO DE BACIAS
Carga Horária Teórica
Carga Horária Prática
64
32
Ementa
O ciclo hidrológico. Conceituação e classificação de bacias hidrográficas. O sistema bacia hidrográfica, suas características
e distribuição espacial. Interferência antrópica e impactos ambientais. Análise de estudos de caso e mapeamento de bacias
hidrográficas. Vazão dos cursos d´água e o regime de águas subterrâneas. Manejo e conservação dos solos. Proteção de
nascentes. Importância e função das matas ciliares. Fases do manejo da bacia hidrográfica.
Objetivos
Proporcionar aos alunos do curso de Engenharia Ambiental conhecimentos teóricos e práticos dos tópicos citados na
ementa. Contextualizar o manejo de bacias hidrográficas no âmbito educacional e profissional do aluno, demonstrando a
importância da bacia hidrográfica como unidade de planejamento ambiental.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BOTELHO, R.G.M. SILVA. A.S. Bacia Hidrográfica e Qualidade Ambiental. In: Reflexões sobre a Geografia
Física no Brasil. VITTE, A. C. e GUERRA A.T. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2001. CAMPOS & STUDART. Gestão
das Águas. 2. Ed. 2003. GUERRA, A, J. T. CUNHA, S.B. Impactos Ambientais Urbanos no Brasil. Rio de Janeiro: Editora
Bertrand Brasil, 2001. LIMA, W.P. Hidrologia Florestal aplicada ao Manejo de Bacias Hidrográficas. Esalq, 2008. 245p.
(disponível em www.ipef.br) . TUCCI. C.E.M. - Hidrologia Ciência e Aplicação. Rio Grande do Sul: Editora da
Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 2000. 943p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
66
DÉCIMO PERÍODO
DISCIPLINAS OPTATIVAS
Período
10
Código
Carga Horária Total
32
Disciplina
SISTEMAS DE DRENAGEM PLUVIAL
Carga Horária Teórica
32
Carga Horária Prática
0
Ementa
Impacto da urbanização no ciclo hidrológico urbano. Gerenciamento do controle de inundações. Sistemas de
microdrenagem e macrodrenagem. Prescrições normativas. Detalhes construtivos. Técnicas compensatórias.
Sistemas de drenagem de infraestrutura de transportes. Sistemas de drenagem de áreas industriais e de mineração.
Drenagem agrícola.
Objetivos
Desenvolver atividades práticas aplicadas ao contexto local e regional através de estudos de casos
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CANHOLI, ALUÍSIO - Drenagem Urbana e Controle de Enchentes. Editora Oficina de Textos, 304 p., 2005
BAPTISTA, M. B.; NASCIMENTO, N.O. ; BARRAUD, Sylvie. Técnicas Compensatórias em Drenagem Urbana. 1.
ed. Porto Alegre: ABRH, 2005. v. 1. 266 p.
TUCCI, C.E.M. Inundações urbanas. ABRH Rhama 350p. 2007
TUCCI, C.E.M. Hidrologia. Ciência e Aplicação. Porto Alegre, Editora UFRGS/EDUSP/ABRH, 1993. 943p.
BOTELHO, M. H. C. ÁGUAS DE CHUVA - ENGENHARIA DAS ÁGUAS PLUVIAIS NAS CIDADES - 3ª
EDIÇÃO. São Paulo: Edgard Blucher, 2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BAPTISTA, Márcio Benedito; COELHO, Márcia Maria Lara Pinto. Fundamentos de engenharia hidráulica. 3. ed. Belo
Horizonte: UFMG, 2010. 480 p.
DAKER, A. A água na agricultura: Irrigação e drenagem. 7. ed. rev. e ampl. Rio de Janeiro: Freitas Bastos, 1987. v. 3
543 p.
PORTO, R. M. . HIDRÁULICA BÁSICA 4a edição. 4. ed. SÃO PAULO: RETTEC GRÁFICA E EDITORA, 2006.
v. 2500. 529 p.
67
Período
10
Código
Carga Horária Total
32
Disciplina
PESQUISA EM GÊNEROS ACADÊMICO CIENTÍFICOS EM LÍNGUA
INGLESA
Carga Horária Teórica
Carga Horária Prática
32
0
Ementa
Habilidades para pesquisa em artigos publicados em Língua Inglesa em base de dados internacionais. Estratégias de leitura.
Conhecimentos em gramática e estruturação textual próprias de artigos científicos. Vocabulário técnico relacionado à
Engenharia Ambiental. Condensação de informações pesquisadas e técnicas de apresentação de resultados de pesquisa.
Escrita de abstracts.
Objetivos
Desenvolver habilidades e vocabulários necessários à atuação profissional.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FOLEY, M; HALL, D. Longman Advanced Learner’s Grammar . White Plains: Pearson – Elt, 2003.
HINKEL, E.. Academic ESL Writing: Practical Techniques in Vocabulary and Grammar. Londres: Lawrence Erlbaum
Associates, 2004.
SWALES, J. M.; FEAK, C. B. Academic Writing for Graduate Students, Essential Tasks and Skills. Second Edition. 2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ALRED, G. J.; BRUSAW, C. T.; OLIU, W. E. Handbook of technical Writing. 9th ed. Boston: Bedford/St. Martin.2009
BUDINSKI. K. G. Engineers’ guide to technical writing. Materials Park: ASM International. 2001.
HEWINGS, M. Advanced grammar in use: A self-study reference and practice book for advanced students of English.
JORDAN, R. R. Academic Writing Course. White Plains: Pearson. 2008. SWALES, J. M.; FEAK, C. B. Abstracts and the
of Writing of Abstracts (Michigan Series in English for Academic &Professional Purposes) (Paperback),
2009&8232;WILLIAMS, I. English For Science and Engineering. Thomson, 2007.
68
Período
Código
10
Carga Horária Total
32
Disciplina
LIBRAS – LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS
Carga Horária Teórica
Carga Horária Prática
32
0
Ementa
Propriedades das línguas humanas e as línguas de sinais. Tecnologias na área da surdez. O que é a Língua de Sinais
Brasileira - LIBRAS: Aspectos linguísticos e legais. A Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS: parâmetros fonológicos,
morfossintáticos, semânticos e pragmáticos. Noções e aprendizado básico da LIBRAS. A combinação de formas e de
movimentos das mãos. Os pontos de referência no corpo e no espaço. Comunicação e expressão de natureza visual
motora. Desenvolvimento de LIBRAS dentro de contextos.
Objetivos
Oferecer conhecimentos fundamentais para a comunicação através de sinais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CAPOVILLA, F. C.; RAPHAEL, W. D. Dicionário Enciclopédico Ilustrado Trilingue da Língua de Sinais Brasileira. São
Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2001.
FREEMAN, R. D. Seu filho não escuta?: Um guia para todos que lidam com crianças surdas. Brasília: Corde, 1999.
GÓES, M. C. R. de. Linguagem, surdez e educação. Campinas: Autores Associados, 1996.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
QUADROS, R. M. de. Educação de Surdos: A aquisição da linguagem. Porto Alegre: Artes Médicas, 1997.
BRASIL, S. de E. E. do. Educação Especial: A educação dos surdos. Brasília: SEESP, 1997.
LABORIT, E. O Vôo da Gaivota. São Paulo: Best Seller, 1994.
SACKS, O. Vendo Vozes: Uma viagem ao mundo dos surdos. São Paulo: Companhia das Letras, 1998.
SOUZA, R. M. de. Que palavra te falta?: Lingüística,
69
Período
Código
10
TFG
Carga Horária Total
128 h/a
Disciplina
TRABALHO FINAL DE GRADUAÇÃO
Carga Horária Teórica
Carga Horária Prática
0
128 h/a
Ementa
O Trabalho Final de Graduação - TFG refere-se ao desenvolvimento de trabalho orientado de pesquisa, teórico ou
experimental, na área ambiental ou de interface direta, que represente a síntese de integração dos conhecimentos
apresentados no decorrer do curso e que esteja em consonância com as normas específicas aprovadas pelo colegiado de
curso. O aluno deverá matricular-se obrigatoriamente no TFG no décimo período, mas o graduando poderá realizá-lo a
partir do nono período.
Objetivos
Estimular o aluno a realizar pesquisa empregando os conhecimentos adquiridos no decorrer do curso em um tema de sua
escolha ou preferência.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CRESWELL, J. W. Projeto de Pesquisa: Métodos qualitativo, quantitativo e misto. 3. ed. Porto Alegre: Editora Artmed,
2010.
SALOMON, D. V. Como fazer uma monografia. 12. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2010.
SAMPIERI, R. H.; COLLADO, C. F.; LUCIO, P. B. Metodologia de Pesquisa. 3. ed. São Paulo: Ed. Mc Graw Hill, 2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
PORTNEY, L.G., WATKINS, M.P. Foundations of Clinical Research: Applications to Practice (3rd Edition) Publisher:
Prentice Hall. 2008. ISBN-10: 0131716409 ISBN-13: 978-0131716407
THOMAS G., PRING R. Educação Baseada em Evidências A utilização dos achados científicos para a qualificação da
prática pedagógica. Editora Artmed. 2007. ISBN: 9788536308876
70
Período
10
Código
ESO
Carga Horária Total
240h
Disciplina
ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO
Carga Horária Teórica
0
Carga Horária Prática
240h
Ementa
O Estágio é o componente curricular que compreende as atividades de aprendizagem profissional, cultural e social
proporcionadas ao estudante pela participação em situações reais, na comunidade nacional ou internacional, junto a
pessoas jurídicas de direito público ou privado. O Estágio Supervisionado é obrigatório e deve ser cumprido em
empresas públicas ou privadas, com carga horária mínima de 240 horas. O discente deverá matricular-se
obrigatoriamente no décimo período, podendo o mesmo iniciá-lo no nono período e em conformidade com o Projeto
Político Pedagógico do Curso e a Lei Nacional de Estágios vigente na data.
Período
Código
10
Carga Horária Total
120h
Disciplina
ATIVIDADE COMPLEMENTARES
Carga Horária Teórica
Carga Horária Prática
0
120h
Ementa
As atividades complementares são ofertadas como atividades didático-científicas, previstas como horas-atividade no
currículo do curso de engenharia ambiental, e devem primar pela excelência acadêmica, tanto nos aspectos
metodológicos quanto na produção acadêmica. Oferecem flexibilidade e contextualização concretas ao curso, uma vez
que asseguram a possibilidade de introduzir novos elementos teórico-práticos gerados pelo avanço da área de
conhecimento em estudo, permitindo, assim, sua atualização.
1.7 Metodologia
A proposta pedagógica envolvida na formação do Engenheiro Ambiental busca
contribuir, inclui e preparar engenheiros com capacidade para produzir conhecimento,
fazendo de sua atuação profissional uma constante atividade de investigação. Em outras
71
palavras, desenvolvendo respostas novas às questões antigas e definindo novas
possibilidades onde são freqüentes as soluções padronizadas.
Não há possibilidade de formação profissional do Engenheiro Ambiental sem que
seja integrada e multidisciplinar, cuja atuação profissional demanda e exige diversidade para
melhor adequar e ampliar as possibilidades de uma formação polivalente. Com isso,
abordam-se habilidades e competências que abrangem atividades específicas da área de
engenharia, exigidas pelo mercado de trabalho.
Sendo assim, a metodologia a ser utilizada no processo de ensino e aprendizagem
para as disciplinas da estrutura curricular é especificada nos planos de ensino de cada
disciplina. Os métodos utilizados visam o desenvolvimento das habilidades e características
necessárias para a boa formação do engenheiro e as ênfases necessárias para o engenheiro
ambiental são fundamentadas a partir dos exemplos a seguir: exercício para uma visão
ampla e sistêmica; raciocínio lógico, prática profissional; aprimorar a expressão escrita e
oral; exercício de trabalho em grupo e compreensão generalista e especializada quando
convenientes; planejamento integrado; análise de problemas e proposição de soluções;
socialização; criatividade e avaliação crítica; capacidade de pesquisa; auto-aprendizado.
A proposta do curso de Engenharia Ambiental naturalmente requer integração e
diversificação metodológica, visto que a equipe de docentes é multidisciplinar e a geração e
aplicação dos conhecimentos consolidam-se a partir de inter e multidisciplinaridade com
diversos profissionais, sejam engenheiros ou não.
Nesse sentido, as medidas previstas para contínua orientação e ações pedagógicas
efetivas consideram que:
a) Os componentes curriculares foram estabelecidos sem conter pré-requisitos. A
organização curricular é sugerida. O aluno tem a opção de gerenciar a organização de seus
componentes curriculares. O aluno pode assumir um papel ativo em sua formação, tendo
sempre a orientação do corpo docente e coordenador de curso para garantia mínima de
encadeamento técnico e lógico dos componentes curriculares. No entanto, ao longo do
curso esse aspecto será reavaliado continuamente para emissão de parecer da equipe de
professores e membros das representações do curso.
b) Os componentes curriculares estão sendo constantemente avaliados. As alterações
necessárias podem ser feitas a qualquer momento, desde que não impliquem prejuízo para
o aluno. Os procedimentos de avaliação, didática e conteúdos devem ser continuamente
atualizados;
c) O docente tem o papel de orientar os estudantes.
Outras orientações e critérios, embora operacionais, são propostas de forma a
permitir que o projeto do curso seja viável: número de disciplinas ofertadas por período,
quantitativo de carga horária a ser cumprido por semana, encadeamento entre os
72
conteúdos, disciplinas com parte teórica em conjunto com a parte prática, número de
alunos em turmas teóricas e turmas práticas.
O processo de ensino-aprendizagem pressupõe responsabilidades de todos os
envolvidos, sendo assim, aluno e professor interagem nesse processo, discutindo e
reavaliando as ações da atividade de formação.
O acompanhamento e avaliação contínua é tarefa conjunta para a coordenação,
Colegiado do curso e Pró-Reitoria de Graduação, que devem ter responsabilidades e
competências diferenciadas nesse processo de forma a garantir a viabilização do projeto do
curso.
A participação efetiva dos discentes nas atividades acadêmicas do curso de
Engenharia Ambiental pode ser estimulada com o uso de procedimentos de ensino
diferenciados como a realização de visita técnica, pesquisa de campo, organização de
workshop, palestra, seminários relacionados às áreas específicas do curso, mas não
necessariamente, exclusivas de um componente curricular.
O projeto pedagógico da formação do Engenheiro Ambiental egresso da UNIFEI
está apoiado em princípios gerais que norteiam as atividades didático-pedagógicas de todos
os cursos oferecidos pela Instituição, a saber:
− Atendimento à Legislação vigente no que se refere à organização da grade
curricular, correspondendo ao que é prescrito nas Diretrizes Curriculares para
cada habilitação ou curso;
− Garantia de aprendizagem no desenvolvimento de aulas com ênfase em
atividades teórico-práticas;
− Utilização de laboratórios, desde os de ensaio simples até os de alta tecnologia,
com equipamentos industriais controlados por computador e softwares de
simulação;
− Desenvolvimento de atividades de investigação no decorrer da formação a fim
de propiciar uma visão adequada das condições reais do mercado de trabalho;
− Flexibilização do currículo dos diversos cursos oferecidos pela UNIFEI,
possibilitando aos alunos a escolha de disciplinas optativas que correspondam
aos interesses e habilidades de cada um, permitindo personalização de sua
formação;
− Utilização freqüente de softwares avançados para o desenvolvimento de
trabalhos, pesquisas e/ou aulas, no decorrer dos cinco anos de estudo, além de
utilizar sistematicamente os recursos da biblioteca;
73
− Estabelecimento/fortalecimento de parcerias com empresas de pequeno,
médio e grande porte que possam facilitar o acesso do aluno à realidade que
define o campo de trabalho do futuro profissional;
− Futura integração entre graduação e pós-graduação para articulação entre
pesquisa e ensino através do desenvolvimento adequado de atividades que
possam contribuir para o enriquecimento tanto da formação dos graduandos
como dos pós-graduandos;
− Utilização de laboratório multidisciplinar de aprendizagem com recursos de
multimídia para o desenvolvimento de programas interdisciplinares.
Analisando as ações acima é possível perceber que é natural e necessário
consolidar o processo de ensino e aprendizagem para torná-lo eficaz e eficiente e que
permita formação científica e profissional sólida e abrangente. Isso atende a permanente
necessidade de atualização tecnológica que é essencial à sobrevivência dos profissionais,
num mercado de trabalho altamente exigente e competitivo e em constante e rápida
transformação.
Os princípios que regem o projeto pedagógico da UNIFEI e, especificamente, o
projeto pedagógico do curso de Engenharia Ambiental demonstram a preocupação em
garantir a formação de um indivíduo que não seja um repetidor de conhecimentos
transmitidos pelos seus professores. Deseja-se que ele esteja capacitado a buscar
informações e a construir os conhecimentos necessários a uma atuação adequada, capaz de
acompanhar
os
avanços
provocados
pela
atual
sociedade
tecnológica.
Mais
especificamente, do egresso da Engenharia Ambiental torná-lo capaz de desenvolver
modelos da realidade sob sua responsabilidade e intervir para a solução de seus problemas.
Tendo como referencial básico de orientação didático-pedagógica o exposto
anteriormente, no que se refere à UNIFEI como um todo, há necessidade de garantir a
especificidade da formação do Engenheiro Ambiental através de linhas de ações que
garantam a execução dos objetivos propostos, a saber:
− Acompanhamento do percurso acadêmico de cada aluno, orientando
matrículas em disciplinas afins e indicando atividades para melhoria de sua
produtividade escolar;
− Promoção de atividades de pesquisa acadêmica através de projetos
interdisciplinares utilizando as parcerias estabelecidas com as empresas da
cidade e região;
74
− Planejamento sistemático de encontros interdisciplinares entre todos os alunos
do curso para apresentação de trabalhos realizados e de pesquisas efetuadas
pelo corpo discente (Jornadas de Iniciação Científica);
− Planejamento e execução de cursos de extensão e/ou de disciplinas optativas
pertinentes a uma formação atualizada com os desígnios do mercado de
trabalho com vistas a um constante enriquecimento curricular do aluno;
− Orientação pedagógica aos professores para que incentivem os alunos na
produção de textos diversos (relatórios, artigos, monografias, projetos de
pesquisa) para garantir-lhes as competências necessárias ao exercício
profissional;
− Estabelecimento de uma postura investigativa na relação professor-aluno, no
sentido de que ambos atuem como sujeitos do conhecimento no espaço de sala
de aula, dinamizando as aulas e garantindo ao processo de ensino e
aprendizagem um caráter construtivista;
− Promoção e apoio às visitas técnicas, feiras, congressos e instalações
industriais, assim como a utilização sistemática de consultas, via redes de
informação. Esses são exemplos de atividades sistematicamente valorizadas
como forma de incentivar os alunos para a importância da busca permanente
do conhecimento.
Além disso, é necessário adotar ações para manter o aluno motivado no curso,
principalmente em seu início. Em cursos com estrutura curricular tradicional ocorre, nos
primeiros anos, uma carência de contato com assuntos e atividades que motivaram a
escolha da profissão. Isso se deve à ênfase do ensino de ferramentas matemáticas e outras
disciplinas básicas de forma não contextualizada. Outra conseqüência indesejável desse
vínculo frágil é a fragmentação dos conhecimentos, isto é, a associação dos conceitos
desenvolvidos em relação à sua aplicação nas atividades profissionais é fraca e dificulta o
desenvolvimento de visão global ou sistêmica pelos profissionais.
Nesta proposta a postura e filosofia de aprendizagem possibilitam a manutenção
da motivação inicial dos alunos. Eles têm contato com atividades de engenharia desde o
início do curso. Além disso, os docentes demonstram que o conhecimento dos
fundamentos básicos (matemática, física, química, programação, etc.) são ferramentas
indispensáveis para consolidar sua formação técnica. Disciplinas profissionalizantes,
alocadas nos primeiros anos do programa de formação, auxiliam no desenvolvimento do
75
processo de discernimento e segurança dos discentes. Com esses conhecimentos, os alunos
evitam uma postura passiva na construção dos conhecimentos básicos e podem ter um
papel ativo nesse processo.
Por fim, outra técnica motivacional é a adoção de desafios e problemas de
engenharia desde o início do programa de formação. A solução desses desafios, de forma
genérica e superficial no início do curso, proporciona ao aluno uma visão e compreensão
dos sistemas como um todo. Além disso, ele passa a observar melhor a construção de seu
arsenal de ferramentas e conhecimentos necessários à solução de problemas, que ficam
cada vez mais aprofundados e detalhados. Este contato fornecerá meios para que o aluno
evite uma confusão comum da engenharia: a ênfase dos meios em detrimento da meta
final.
A proposta de formação modular está estruturada em 3 (três) núcleos de
formação: Núcleo Básico, Núcleo Profissionalizante e Núcleo Específico, distribuídos
entre todos os períodos do curso.
A estrutura curricular do núcleo básico está formulada no sentido de permitir a
formação em ciências exatas (química, física, matemática) contemplando problemas de
engenharia e tecnologia, como também em vários aspectos das ciências humanas, focando
a sociedade, as relações profissionais, as responsabilidades e ética social e profissional. Os
conteúdos foram estruturados de forma interdisciplinar. Os conceitos básicos e
fundamentais são articulados para fornecer uma visão generalista de aspectos que norteiam
a atividade profissional de engenheiros.
Neste ciclo, procura-se desenvolver no discente as seguintes competências e
habilidades:
a) Comunicar-se eficientemente nas formas escrita, oral e gráfica;
b) atuar em equipes multidisciplinares;
c) compreender e aplicar a ética e responsabilidade profissionais;
d) avaliar o impacto das atividades de engenharia no contexto social e ambiental;
e) questionar a viabilidade de projetos de engenharia;
f) assumir a postura de permanente busca de atualização profissional.
O núcleo profissionalizante elenca disciplinas globais e busca inserir o aluno no
ambiente específico da área de atuação profissional da Engenharia Ambiental.
No núcleo específico, a transdisciplinaridade é trabalhada oferecendo conteúdos
comuns entre a engenharia ambiental e demais ciências ambientais, por meio da qual o
76
aluno terá condições de atuar nas diversas aplicações da Engenharia Ambiental, além de
criar novas tecnologias e tendências.
A fim de se alcançar com êxito os objetivos propostos para o egresso do curso de
Engenharia Ambiental, os métodos pedagógicos e instrucionais que permeiam as ações dos
cursos visam oferecer a oportunidade de formação de um aluno empreendedor, um
profissional capaz de interpretar a natureza com olhar critico e pró-ativo.
1.8
Estágio Curricular Supervisionado
O Estágio é o componente curricular que compreende as atividades de
aprendizagem profissional, cultural e social proporcionadas ao estudante pela participação
em situações reais, na comunidade nacional ou internacional, junto a pessoas jurídicas de
direito público ou privado.
A interação do graduando com atividades profissionais é estimulada por meio da
obrigatoriedade da realização do Estágio Supervisionado. Para a integralização do curso de
Engenharia Ambiental do Campus de Itabira, o aluno necessita iniciar e concluir no décimo
período, 240 (duzentos e quarenta) horas em atividades de Estágio Supervisionado
Obrigatório.
Para a realização do Estágio Supervisionado o aluno faz o contato inicial com a
empresa. A empresa formaliza com a UNIFEI o contrato de treinamento prático
profissional sem vínculo empregatício. O controle e acompanhamento do estágio são
realizados pela Coordenação de Estagio.
O curso possui docente da área específica de Engenharia Ambiental que irá
coordenar as atividades de estágio. O docente terá como atribuição coordenar, avaliar e
registrar a atividade desenvolvida pelo aluno. Ao aluno é atribuída uma nota, em escala de 0
(zero) a 100 (cem), em números inteiros, a carga horária registrada e o status "aprovado" ou
"reprovado". Estará aprovado o aluno que tiver seu estágio avaliado com nota igual ou
superior a 60 (sessenta).
O regulamento específico para a realização do Estágio Supervisionado poderá ser
consultado por meio do documento R-EAM-001 - Regulamento de Estágio
Supervisionado do Curso de Engenharia Ambiental, disponível no Apêndice A desse
documento, bem como no site e portal acadêmico da UNIFEI.
77
1.9
Atividades Complementares
As atividades complementares são ofertadas como atividades didático-científicas,
previstas como horas-atividade no currículo do curso de engenharia ambiental, e devem
primar pela excelência acadêmica, tanto nos aspectos metodológicos quanto na produção
acadêmica. Oferecem flexibilidade e contextualização concretas ao curso, uma vez que
asseguram a possibilidade de introduzir novos elementos teórico-práticos gerados pelo
avanço da área de conhecimento em estudo, permitindo, assim, sua atualização.
A formação transversal e empreendedora é estimulada com a inclusão de
conteúdos complementares a partir do primeiro semestre do curso. Com o objetivo de
motivar a formação integral do profissional, valorizam-se as atividades de fundamental
importância para seu crescimento humanístico embasado na sustentabilidade.
Para a integralização do Curso de Engenharia Ambiental é necessário que o
graduando perfaça 120 (cento e vinte) horas dentre as atividades previstas a cada grupo
previsto no regulamento específico (40h para ensino, 40h para pesquisa e 40h para
extensão e representação estudantil), propiciando a equidade entre o desenvolvimento da
tríade (ensino, pesquisa e extensão), bem como promovendo a interação em áreas que
promovam o seu desenvolvimento técnico e/ou social. As atividades deverão ser validadas
de acordo com o documento R-EAM-003 - Regulamento de Atividades Complementares
do Curso de Engenharia Ambiental, disponível no Apêndice B desse documento, bem
como no site Portal Acadêmico da UNIFEI.
1.10
Trabalho Final de Graduação – TFG
Segundo define o Regulamento de Trabalho Final de Graduação - TFG do Curso
de Engenharia Ambiental, o TFG é um trabalho acadêmico, versando sobre tema
relacionado à Engenharia Ambiental ou de interface com as atribuições do Profissional
regulamentadas pelo Sistema CREA/CONFEA e amparadas pelas Diretrizes Curriculares
do MEC.
O TFG é um trabalho de de cunho teórico-prático, considerado relevante e que
seja passível de ser desenvolvido. Requisito parcial para obtenção do título em bacharel em
Engenharia Ambiental, o TFG será realizado individualmente, e conduzido por um
Professor Orientador, necessariamente relacionado ao perfil do curso de Engenharia
78
Ambiental da UNIFEI, Campus de Itabira ou na impossibilidade de atender ao perfil
deverá ter obrigatoriamente um professor co-orientador com esse perfil.
O objetivo é propiciar ao aluno a vivência de um processo de iniciação científica,
além de desenvolver competências técnico-profissionais, sociais e humanas. Para a
integralização do curso de Engenharia Ambiental do Campus de Itabira, o aluno precisa
perfazer, a partir do oitavo período, 128 (cento e vinte e oito) horas/aula em atividades de
TFG, definidas pelo Regulamento específico aprovado pelo Colegiado de Curso.
Um coordenador eleito pelo Colegiado de Curso acompanhará todo o processo
de desenvolvimento do TFG, desde a definição do orientador, tema e o processo de
avaliação, momento em que uma Banca Examinadora atribuirá uma nota, de 0 (zero) a 100
(cem), em números inteiros, ao trabalho desenvolvido. Estará aprovado o aluno que
obtiver nota igual ou superior a 60 (sessenta).
O regulamento específico para a realização do Trabalho Final de Graduação
poderá ser consultado por meio do documento R-EAM-002 - Regulamento de Trabalho
Final de Graduação do Curso de Engenharia Ambiental, disponível no Apêndice C desse
documento, bem como no site Portal Acadêmico da UNIFEI.
1.11 Apoio ao discente
O grupo de Atendimento Pedagógico da Universidade Federal de Itajubá,
Campus Itabira, integrante da estrutura organizacional da Pró-Reitoria de Graduação, é
responsável, entre outras funções, pelo atendimento ao discente no que se refere às
demandas acadêmicas. Responsabiliza-se, em harmonia com a Coordenação de Curso, pela
orientação ao discente quanto às normas de graduação, critérios de aprovação, programa de
assistência estudantil, estágios curriculares e projetos acadêmicos.
Como política de atendimento ao discente, baseia-se nos princípios da
transparência, clareza e publicidade das informações e configura-se como espaço de escuta
e acolhimento para que sejam realizados os encaminhamentos necessários à resolução das
demandas estudantis. Demandas que se relacionam à vida acadêmica tais como
atendimento psicológico, médico, e demais serviços sociais e pedagógicos, que visam
proporcionar a permanência, com sucesso, do estudante na instituição.
79
Compete ao grupo pedagógico prestar atendimento aos pais e responsáveis sobre
rendimento dos alunos, orientando-os acerca das atividades acadêmicas e enfatizando a
importância da presença familiar para o bom desenvolvimento acadêmico do estudante.
Por meio de entrevistas e conversas com a família são traçadas ações que buscam minorar
as dificuldades de permanência na instituição bem como estratégias para a melhoria do
processo de ensino-aprendizagem. Dessa forma, portanto, este grupo de trabalho
posiciona-se, no Campus de Itabira, como mediador da relação professor-alunoconhecimento, em busca da melhoria do desempenho acadêmico, do bem-estar e da
autonomia intelectual do educando.
Por fim, destaca-se que o Atendimento Pedagógico é um espaço que busca
integrar discentes, docentes e técnico-administrativos para a promoção de ações que
permitam a indissociação das atividades de ensino, pesquisa e extensão, apoiando os
eventos de divulgação da Universidade, Encontros da Universidade Empreendedora,
Recepção dos Ingressantes, Programa de Educação Tutorial, permitindo assim a
aproximação do aluno com a comunidade local e com as demandas da sociedade na qual
está inserida.
O atendimento pedagógico é realizado por duas pedagogas e uma Técnica de
Assuntos Educacionais. Para os atendimentos especializados, como psicologia e assistência
social e médica, o campus de Itabira conta com a cooperação da Prefeitura Municipal de
Itabira para a disponibilização desses profissionais.
Outra política de atendimento ao discente é o programa de Assistência Estudantil
da UNIFEI, que segue as diretrizes estabelecidas pelo Programa Nacional de Assistência
Estudantil - PNAES. São objetivos do PNAES: democratizar as condições de permanência
dos jovens na educação superior pública federal; minimizar os efeitos das desigualdades
sociais e regionais na permanência e conclusão da educação superior; reduzir as taxas de
retenção e evasão e; contribuir para a promoção da inclusão social pela educação.
Além dos objetivos acima elencados, esse programa visa a atender alunos em
situação de vulnerabilidade socioeconômica, regularmente matriculados nos cursos
presenciais de Graduação nos Campi de Itajubá e Itabira. Conforme classificação
socioeconômica, os alunos selecionados podem receber as seguintes modalidades de
auxílio: Bolsa Auxílio Moradia, Auxilio Alimentação e Curso de Língua Estrangeira.
80
1.12 Ações decorrentes dos processos de avaliação do curso
A avaliação do curso de Engenharia Ambiental ocorrerá, tanto interna quanto
externamente, conforme prevê o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior
(SINAES), criado pela lei nº. 10.861 de 14 de abril de 2004, caracterizada por instrumentos
quantitativos e qualitativos do processo ensino aprendizagem.
Esse duplo processo avaliativo tem como objetivo geral a formação e o
desenvolvimento de um projeto acadêmico baseado nos princípios da democracia,
autonomia, pertinência e responsabilidade social.
Avaliação Externa à Universidade
Conforme calendário de avaliação nacional de cursos, os alunos participarão do
Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (ENADE). O Exame integra o SINAES e
tem como objetivo aferir o rendimento dos alunos dos cursos de graduação em relação aos
conteúdos, habilidades e competências do profissional a ser formado.
O resultado da avaliação externa será utilizado como parâmetro e metas para o
aprimoramento do curso. Os alunos matriculados no curso de Engenharia Ambiental ainda
não participaram de nenhum ciclo do ENADE. No entanto, o NDE realizou em 2011 e
2012, de forma articulada com a Disciplina BAC001 – Ciência, Tecnologia e Sociedade
seminários para a resolução das questões pertencentes ao grupo de engenharias a que o
Curso de Engenharia Ambiental é vinculado, Grupo VII.
No entanto, sob coordenação do Núcleo Docente Estruturante – NDE e apoio
dos alunos bolsistas do PET Engenharia Ambiental há a previsão de atividades aos alunos,
incluindo seminários e cursos de nivelamento relacionados: I) Núcleo de Conteúdos
Básicos (comum aos
grupos I a VII de Engenharia): Metodologia; Científica e
Tecnológica; Comunicação e Expressão; Informática; Expressão Gráfica; Matemática;
Física; Fenômenos de Transporte; Mecânica dos Sólidos; Eletricidade Aplicada; Química;
Administração; Economia; Ciência e Tecnologia dos Materiais; Ciências do Ambiente;
Humanidades, Ciências Sociais e Cidadania. II) Núcleo de Conteúdos Profissionalizantes:
Ciência dos Materiais; Conversão de Energia; Estratégia e Organização; Gestão Ambiental;
Gestão Econômica; Gestão Tecnológica; Mecânica Aplicada; Modelagem, Análise e
Simulação de Processos; Segurança do Trabalho. III) Núcleo de Conteúdos
Profissionalizantes Específicos do Curso de Engenharia Ambiental: Climatologia e
Meteorologia; Controle de Poluição; Ecologia Aplicada; Estudo e Análise de Impactos
Ambientais; Legislação Ambiental; Processos Biotecnológicos; Recuperação de Áreas
81
Poluídas e Degradadas; Tratamento e Reaproveitamento de Efluentes e Resíduos Sólidos.
Dentre as ações decorrentes do processo de avaliação do curso, destacam-se as
iniciativas sugeridas pelo NDE e Colegiado para melhoria do ensino e da formação
profissional:
- Análise e reestruturação da grade curricular de forma a garantir o atendimento das novas
demandas da área mantendo as especificidades do curso;
- Acompanhamento sistemático dos alunos (plano de metas para diminuir o número de
dependências) e discussões com a equipe de professores para garantir melhor adaptação
dos novos alunos ao ambiente universitário e reduzir a evasão;
- Oferta de atividades complementares e projetos de pesquisa temáticos (multidisciplinares)
com objetivo de motivá-los ao exercício de participação em processos seletivos e
aprimoramento do conhecimento desde o início do curso (atualmente temos 120 alunos no
curso, sendo que 8 estão em mobilidade internacional através do Programa Ciências Sem
Fronteiras e 30 alunos realizando Iniciação Científica);
Avaliação Interna à Universidade
a) Comissão Própria de Avaliação (CPA)
O acompanhamento do curso dar-se-á através de avaliações e auto-avaliações
fornecidas pela Comissão Própria de Avaliação (CPA) da UNIFEI e pelos resultados
advindos do ENADE.
A CPA da UNIFEI tem como atribuição conduzir os processos de avaliação
internos da instituição, sistematizar e prestar as informações solicitadas pelo Instituto
Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP). Uma vez instalada,
a CPA tem como um de seus objetivos articular discentes, docentes, técnicosadministrativos e diretores em um trabalho de avaliação contínua da atividade acadêmica,
administrativa e pedagógica da Instituição. A coordenação do curso de Engenharia de
Produção optou por fazer uso de seus mecanismos e informações por ela coletadas para o
acompanhamento e a avaliação do curso.
A proposta de avaliação da CPA visa definir os caminhos de uma autoavaliação da
instituição pelo exercício da avaliação participativa. As avaliações da CPA são feitas
tomando por princípio as dimensões já estabelecidas em legislação: 01) Missão e o Plano de
Desenvolvimento Institucional (PDI); 02) Política para o ensino, a pesquisa, a pósgraduação e a extensão; 03) Responsabilidade social da instituição; 04) Comunicação com a
sociedade; 05) Políticas de pessoal; 06) Organização e gestão da instituição; 07)
82
Infraestrutura física; 08) Planejamento e avaliação; 09) Políticas de atendimento aos
estudantes e 10) Sustentabilidade financeira.
Compõem a metodologia da CPA atividades de sensibilização, visando obter
grande número de adesões ao processo, aplicação de questionários, análise dos dados
obtidos, elaboração de relatório e divulgação.
O ciclo de avaliações é anual e realizado por meio de questionário eletrônico,
disponibilizado no site da Universidade, e processamento das informações obtidas pelos
membros da CPA.
No processo de autoavaliação institucional, são abordadas questões referentes a:
aspectos da coordenação de curso (disponibilidade do coordenador, seu reconhecimento
na instituição, seu relacionamento com o corpo docente e discente bem como sua
competência na resolução de problemas); projeto pedagógico do curso (seu
desenvolvimento, formação integral do aluno, excelência da formação profissional,
atendimento à demanda do mercado, metodologias e recursos utilizados, atividades
práticas, consonância do curso com as expectativas do aluno); disciplinas do curso e os
respectivos docentes (apresentação do plano de ensino, desenvolvimento do conteúdo,
promoção de ambiente adequado
à aprendizagem, mecanismos de avaliação,
relacionamento professor-aluno etc.).
O relatório final do período avaliado é disponibilizado a todos os segmentos
(docentes, servidores técnico-administrativos, discentes, ex-discentes e comunidade
externa) e também encaminhado para o INEP/MEC. As avaliações de itens específicos
relacionados ao curso são encaminhadas, pela CPA, ao coordenador do curso. Cabe ao
Colegiado analisar os resultados da avaliação e estabelecer diretrizes, ou consolidá-las,
conforme o resultado da avaliação.
b - Indicadores de Curso
A Norma para os Programas de Formação em Graduação da UNIFEI, aprovada
pelo Conselho de Ensino, Pesquisa, Extensão e Administração (Cepead), em 27 de outubro
de 2010, estabelece os indicadores dos cursos. Os Indicadores definem: Número de Alunos
Ideal por curso; Número de Alunos Admitidos por curso; Sucesso na Admissão; Sucesso
na Formação; Evasão; Taxa de Evasão; Retenção; Taxa de Retenção; Vagas Ociosas; Taxa
de Vagas Ociosas.
83
Avaliação do Docente
A CPA é responsável pelo estabelecimento e acompanhamento de políticas de
valoração e avaliação do corpo docente, conforme parâmetros dos SINAES.
1.13
Tecnologias de informação e comunicação – TIC’s no processo ensinoaprendizagem
As Tecnologias de Informação e Comunicação – TICs utilizadas no âmbito do
Curso de Engenharia Ambiental correspondem aos recursos didáticos constituídos por
diferentes mídias e tecnologias, tais como ambientes virtuais e suas ferramentas, redes
sociais
e
suas
ferramentas,
fóruns
eletrônicos,
blogs,
chats,
tecnologias
de
videoconferências, TV convencional, TV digital e interativa, rádio, programas específicos
de computadores (softwares instados no laboratório de geoprocessamento), objetos de
aprendizagem, conteúdos disponibilizados em suportes tradicionais (livros através da
biblioteca virtual e disponibilizado online por órgãos oficiais nacionais e internacionais) ou
em suportes eletrônicos (CD e DVD), entre outros.
1.14
Material didático institucional
No curso de engenharia ambiental a elaboração do material didático é considerado
o componente essencial da qualidade da comunicação entre a instituição e o aluno. São
então continuamente elaborados modelos de relatórios, registros fotográficos, guias de
estudo a partir de slides com textos essenciais para o estudo e preparo para as atividades
avaliativas, tutoriais e manuais orientativos para que aluno possa realizar os experimentos e
procedimentos com maior facilidade e entendimento de cada etapa. Os guias de estudo
elaborado com o conteúdo das aulas e roteiros das práticas das disciplinas incluem os
conteúdos específicos, objetivos, técnicas e métodos necessários para a execução das
atividades, amenizando o déficit de bibliografias ainda não disponibilizadas em quantidade
necessária, quanto correlacionada ao quantitativo de alunos matriculados. Nesse sentido, o
material institucional é de suma importância e cada aula prática inclui roteiros, tutoriais
e/ou manuais orientativos.
1.15
Procedimentos de avaliação dos processos de ensino-aprendizagem
Em todas as atividades do curso de Engenharia Ambiental a avaliação dos alunos
se dará mediante os critérios de avaliação, conforme Norma de Graduação, Resolução 218
de 27/10/2010, da Universidade Federal de Itajubá. A avaliação do processo de
84
aprendizagem individual de cada disciplina é descrito no plano de ensino. Os docentes são
incentivados a diversificarem o processo avaliativo.
O curso de Engenharia Ambiental tem quatro tipos de componentes curriculares:
Disciplinas, Trabalho Final de Graduação, Estágio Supervisionado e as Atividades de
Complementação. As regras para verificação do rendimento escolar desses componentes
também estão estabelecidas na Norma de Graduação. O sistema de avaliação do processo
de ensino aprendizagem dos alunos do curso de Engenharia de Produção está
regulamentado por essa mesma Norma.
A verificação do rendimento escolar é realizada por componente curricular,
abrangendo os aspectos de freqüência e aproveitamento, ambos eliminatórios. É de
responsabilidade dos docentes a verificação do rendimento escolar e freqüência acadêmica.
Entende-se por frequência acadêmica o comparecimento às atividades didáticas de cada
componente curricular.
Será considerado aprovado em frequência o aluno que obtiver pelo menos 75%
de assiduidade nas atividades teóricas e práticas. Nos componentes curriculares é
obrigatória a proposição de atividades de avaliação. A forma, a quantidade e o valor
relativo das atividades de avaliação constarão obrigatoriamente dos planos de ensino. Os
lançamentos de notas dos componentes curriculares serão definidos como:
− Tipo M: no qual as notas serão bimestrais. A Média das Notas será calculada
por meio de média aritmética;
− Tipo N: no qual haverá uma única nota no período.
Essas definições serão estabelecidas pelos Colegiados de Cursos, com acordo para
os componentes curriculares comuns entre os vários cursos.
Para TFG e Estágio Supervisionado, o lançamento de notas seguirá o Tipo N.
Para aprovação nos componentes curriculares, o aluno deverá obter Média das
Notas igual ou superior a 60, além da frequência mínima prevista.
O aluno que obtiver Média das Notas inferior a 60, e a freqüência mínima exigida,
terá direito a uma nota de Exame, para disciplina com lançamento de notas do tipo M.
Para ser aprovado com Exame, o aluno deverá obter média aritmética igual ou
superior a 60 entre a Média das Notas e o Exame.
A média calculada no parágrafo primeiro será a Média Final.
Para efeito de classificação do aluno, durante o curso, serão calculados, ao final de
cada período, coeficientes de desempenho acadêmico conforme segue:
85
− coeficiente de desempenho acadêmico do período, calculado pela média
ponderada das médias obtidas nas disciplinas constantes da estrutura curricular,
cursadas no período, tendo como peso as respectivas cargas horárias totais;
− coeficiente de desempenho acadêmico geral, calculado pela média ponderada
das médias obtidas nas disciplinas cursadas constantes da estrutura curricular ,
tendo como peso as respectivas cargas horárias totais;
− para o Trabalho Final de Graduação (TFG) e o Estágio Supervisionado, o
lançamento de notas seguirá o Tipo N.
1.16 Número de vagas
O Curso de Engenharia Ambiental oferece 50 vagas no período integral, com
ingresso anual. O regime de matrícula é seriado/semestral e o tempo para integralização
sugerido é de 5 anos, 10 semestres. O número de semanas e dias letivos por semestre são
16 e 100, respectivamente
O acesso ao curso faz-se exclusivamente por meio do Exame Nacional de Ensino
Médio (ENEM). No caso de vagas remanescentes, por meio de edital preparado pela
Coordenação de Processos Seletivos da UNIFEI, semestralmente são publicadas as vagas a
serem preenchidas por processos de transferência interna (entre os cursos oferecidos pela
UNIFEI), de transferência facultativa (entre instituições brasileiras de ensino superior) e
para portadores de diploma de curso superior. Para essas vagas, o processo acontece
apenas para alunos que já concluíram, pelo menos, 20% da carga horária total do curso de
origem. Havendo vagas remanescentes, o edital de seleção é disponibilizado no site da
UNIFEI: http://www.UNIFEI.edu.br/cops.
2
DOCENTES
2.1
Atuação do Núcleo Docente Estruturante – NDE
Conforme estabelece o Parecer 4/21010, expedido pela CONAES, o Núcleo
Docente Estruturante – NDE do Curso de Engenharia Ambiental foi criado no dia 05 de
outubro de 2011 com o intuito de qualificar o envolvimento docente no processo de
concepção e consolidação do curso. Nesta mesma data aconteceu a primeira reunião do
NDE.
86
O NDE deve ser constituído por membros do corpo docente do curso, que
exerçam liderança acadêmica no âmbito do mesmo, percebida na produção de
conhecimentos na área, no desenvolvimento do ensino, e em outras dimensões entendidas
como importantes pela instituição, e que atuem sobre o desenvolvimento do curso.
As atribuições do Núcleo são as seguintes: contribuir para a consolidação do perfil
profissional do egresso do curso; zelar pela integração curricular interdisciplinar entre as
diferentes atividades de ensino constantes no currículo; indicar formas de incentivo ao
desenvolvimento de linhas de pesquisa e extensão, oriundas de necessidades da graduação,
de exigências do mercado de trabalho e afinadas com as políticas públicas relativas à área
de conhecimento do curso; zelar pelo cumprimento das Diretrizes Curriculares Nacionais
para os Cursos de Graduação.
O NDE do curso é composto pelos seguintes professores: Giselle de Paula
Queiroz Cunha, James Lacerda Maia, Fernanda Maria Belotti, Rafael Balbino Cardoso,
Eliane Maria Vieira, Rose-Marie Belardi, Anderson de Assis Morais e Márcio Martins Lage
Júnior.
Os membros do NDE do Curso de Engenharia Ambiental são todos docentes em
regime de trabalho de tempo integral, pertencem ao corpo de docentes do curso e todos
têm a titulação de doutorado.
Desde a sua criação, o NDE tem se reunido periodicamente e atuado no processo
de concepção, concretização e contínua atualização do projeto pedagógico do curso de
forma a contribuir para a consolidação do perfil profissional do egresso.
2.2
Atuação do (a) coordenador (a)
A atuação do coordenador do curso obedece ao que está estabelecido no
Regimento Geral da UNIFEI. Conforme artigo 111, compete ao coordenador do curso:
I. convocar e presidir as reuniões do Colegiado, com direito, somente, ao voto de
qualidade;
II. representar o Colegiado de Curso;
III. elaborar o projeto pedagógico do curso e submetê-lo ao Colegiado de Curso;
IV. providenciar os planos de ensino de todas as disciplinas do Curso;
87
V. supervisionar o funcionamento do curso;
VI. zelar pela qualidade do ensino do curso;
VII. encaminhar para apreciação do Colegiado proposta de alterações no regulamento do
curso, propostas de convênios e projetos e propostas de criação, alteração ou extinção de
disciplinas do curso;
VIII. tomar medidas necessárias para a divulgação do curso;
IX. verificar o cumprimento do conteúdo programático e da carga horária das disciplinas
do curso;
X. participar da elaboração do calendário escolar do curso;
XI. propor os horários de aulas de cada período letivo e encaminhá-lo para apreciação da
Câmara de Graduação;
XII. comunicar aos órgãos competentes qualquer irregularidade no funcionamento do
curso e solicitar as correções necessárias;
XIII. atuar junto aos Diretores de Unidades Acadêmicas na definição de nomes de
docentes que atuarão no curso;
XIV. suscitar a apresentação de temas e acompanhar o trabalho do coordenador de TFG
(Trabalho de Finalização de Curso);
XV. acompanhar as atividades do coordenador do Estágio Supervisionado;
XVI. promover reuniões de planejamento do curso;
XVII. orientar os alunos do Curso na matrícula e na organização e seleção de suas
atividades curriculares;
XVIII. solicitar aos professores a divulgação dos resultados de todas as avaliações e
frequência nas disciplinas, conforme o calendário escolar;
XIX. designar relator ou comissão para estudo de matéria a ser submetida ao Colegiado;
XX. decidir sobre assuntos da rotina administrativa do curso;
XXI. exercer outras atribuições inerentes ao cargo.
Ainda conforme o Regimento Geral da UNIFEI:
- O Coordenador de curso é sempre um docente, que é eleito pelo colegiado do curso para
ocupar o cargo (art. 72 e 110);
- Para ser Coordenador, o docente deve ter mais de 2 anos no exercício do magistério na
UNIFEI (art. 88);
88
- Cada curso tem um coordenador (art 92);
- A presidência do Colegiado de Curso cabe ao Coordenador (art109).
Como o projeto de expansão ainda se encontra em fase de consolidação, a
atuação do coordenador do curso, juntamente com demais professores do curso, tem sido
intensa em atividades especificação e compra de equipamentos, organização do projeto
pedagógico do curso, tomada de decisão referente à formação do quadro de docentes,
adaptação de espaços físicos e infraestrutura para atendimento às demandas do curso. A
atuação do coordenador vem sendo decisiva nas tomadas de decisões para que o projeto de
expansão se consolide.
2.3 Experiência profissional, de magistério superior e de gestão acadêmico do (a)
coordenador (a)
O Coordenador de Curso é Engenheiro Ambiental, com Doutorado em Ciências
da Engenharia Ambiental pela USP de São Carlos, possui experiência profissional na área
de Ciências Ambientais, atuando principalmente nos seguintes temas: uso e ocupação do
solo com ênfase em adequação ambiental de propriedades agrícolas, análise e avaliação de
impactos ambientais de empreendimentos de geração e transmissão de energia, e avaliação
espaço-temporal de qualidade da água, A experiência de magistério superior é de 30 meses
e a experiência de gestão acadêmica é de 18 meses.
2.4
Regime de trabalho do (a) coordenador (a) de curso
O coordenador pertence ao quadro de docentes do curso de Engenharia
Ambiental com dedicação exclusiva e em regime de trabalho de tempo integral.
2.5
Carga horária de coordenação de curso
Em função do processo de consolidação do corpo docente do curso, o
coordenador de Curso ainda acumula carga horária em sala de aula, desenvolve atividades
de pesquisa e extensão, o que resulta em dedicação máxima de 25h para atendimento às
atividades de coordenação. No entanto, com a divisão de atribuições com o coordenador
adjunto e futuro coordenador do curso a dedicação às demandas do cargo apresenta-se
melhor distribuída.
2.6
Titulação do corpo docente do curso
O corpo docente do curso de Engenharia Ambiental conta, atualmente, com os
seguintes professores:
NOME COMPLETO DOS DOCENTES/CARGO/TITULAÇÃO
NOME
CARGO
Titulação
`1
ANA PAULA DE PAIVA PEREIRA
MATEMÁTICA APLICADA
M
18
ANDERSON DE ASSIS MORAIS
GESTÃO DE RECURSOS NATURAIS
D
2
CARLOS AUGUSTO DE SOUZA OLIVEIRA
MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO CIVIL
D
89
3
CARLOS HENRIQUE DA SILVEIRA
COMPUTAÇÃO
D
4
EDISON APARECIDO LAURINDO
QUÍMICA
D
19
EDUARDO COUTINHO DE PAULA
SAÚDE E SEGURANÇA
M
5
ELIANE MARIA VIEIRA
GEOPROCESSAMENTO
D
6
EMERSON JOSÉ DE PAIVA
OTIMIZAÇÃO E SIMULAÇÃO
D
7
FERNANDA MARIA BELOTTI
CIÊNCIAS DO SOLO
D
8
GISELLE DE PAULA QUEIROZ CUNHA
ENERGIAS RENOVÁVEIS
D
9
JAMES LACERDA MAIA
GESTÃO DE RECURSOS NATURAIS
D
10
MÁRCIO MARTINS LAGE JÚNIOR
FÍSICA
D
11
MARIA ELIZABETE VILLELA SANTIAGO
LINGUA INGLESA
M
12
PAULO MOHALLEM GUIMARÃES
FENÔMENOS DE TRANSPORTE
D
13
RAFAEL BALBINO CARDOSO
ENERGIAS RENOVÁVEIS
D
14
RENATA DOS SANTOS MENDES
LÍNGUA PORTUGUESA
M
15
ROBERTO CEZAR DE ALMEIDA MONTE-MOR
HIDRÁULICA
D
16
RONARA CRISTINA BOZI DOS REIS
ECONOMIA
M
20
ROSE-MARIE BELARDI
QUIMICA
D
17
VALDIR TESCHE SIGNORETTI
FENÔMENOS DE TRANSPORTE
D
Doutores: 75%
Mestres: 25%
Obs.:
2.7
Titulação do corpo docente do curso – percentual de doutores
Do total de 20 docentes vinculados ao curso de Engenharia Ambiental, 15 (75%)
são doutores, os quais seguem listados abaixo:
1. ANDERSON DE ASSIS MORAIS - Doutor
2. CARLOS AUGUSTO DE SOUZA OLIVEIRA- Doutor
3. CARLOS HENRIQUE DA SILVEIRA- Doutor
4. EDISON APARECIDO LAURINDO - Doutor
5. ELIANE MARIA VIEIRA- Doutor
6. EMERSON JOSÉ DE PAIVA- Doutor
7. FERNANDA MARIA BELOTTI- Doutor
8. GISELLE DE PAULA QUEIROZ CUNHA- Doutor
9. JAMES LACERDA MAIA- Doutor
10. MÁRCIO MARTINS LAGE JÚNIOR- Doutor
11. PAULO MOHALLEM GUIMARÃES- Doutor
12. RAFAEL BALBINO CARDOSO - Doutor
13. ROBERTO CEZAR DE ALMEIDA MONTE-MOR- Doutor
90
14. ROSE-MARIE BELARDI- Doutor
15. VALDIR TESCHE SIGNORETTI- Doutor
2.8
Regime de trabalho do corpo docente do curso
Todo o corpo docente do Curso de Engenharia Ambiental é servidor pertencente
ao quadro de pessoal da Universidade Federal de Itajubá, lotado no Campus de Itabira, sob
o regime de dedicação exclusiva.
Ao final da implantação do projeto expansão, a UNIFEI terá, no campus Itabira,
160 docentes e 96 técnicos administrativos. O quadro de pessoal ainda encontra-se em
processo de formação.
2.9
Experiência profissional do corpo docente
O corpo docente possui experiência profissional composta por 70 % inferior a 5
anos e 30% superior a 5 anos.
2.10
Experiência de magistério superior do corpo docente
Segue abaixo a lista de docentes do curso de Engenharia Ambiental, com suas
respectivas titulações e tempo de docência na UNIFEI:
1. ANA PAULA DE PAIVA PEREIRA MESTRADO 30 MESES
2. ANDERSON DE ASSIS MORAIS 30 MESES
3. CARLOS AUGUSTO DE SOUZA OLIVEIRA DOUTORADO 19 MESES
4. CARLOS HENRIQUE DA SILVEIRA DOUTORADO 49 MESES
5. EDISON APARECIDO LAURINDO DOUTORADO 27 MESES
6. EMERSON JOSÉ DE PAIVA DOUTORADO 30 MESES
7. ELIANE MARIA VIEIRA DOUTORADO 19 MESES
8. EDUARDO COUTINHO DE PAULA MESTRADO 14 MESES
9. EMERSON JOSÉ DE PAIVA MESTRADO 26 MESES
10. FERNANDA MARIA BELOTTI DOUTORADO 12 MESES
11. GISELLE DE PAULA QUEIROZ CUNHA DOUTORADO 30 MESES
12. JAMES LACERDA MAIA DOUTORADO 30 MESES
91
13. MÁRCIO MARTINS LAGE JÚNIOR DOUTORADO 49 MESES
14. MARIA ELIZABETE VILELA SANTIAGO MESTRADO 29 MESES
15. PAULO MOHALLEM GUIMARAES DOUTORADO 25 MESES
16. RAFAEL BALBINO CARDOSO MESTRADO 27 MESES
17. ROBERTO CEZAR DE ALMEIDA MONTE-MOR MESTRADO 6 MESES
18. RONARA CRISTINA BOZI DOS REIS MESTRADO 37 MESES
19. ROSE-MARIE BELARDI DOUTORADO 24 MESES
20. VALDIR TESCHE SIGNORETTI 14 MESES
2.11
Funcionamento do colegiado de curso
O funcionamento do colegiado do curso obedece ao que está estabelecido no
Regimento Geral da UNIFEI. Conforme artigo 110 compete ao colegiado de curso:
I. eleger o Coordenador de Curso;
II. estabelecer diretrizes e aprovar o projeto pedagógico do curso para homologação
pela Pró-Reitoria de Graduação;
III. estabelecer diretrizes e aprovar um sistema de acompanhamento e avaliação do
curso;
IV. aprovar os planos de ensino das disciplinas;
V. propor normas relativas ao funcionamento do curso;
VI. estabelecer mecanismos de orientação acadêmica aos estudantes do curso;
VII. criar comissões para assuntos específicos;
VIII. aprovar os nomes de membros de Comissões Examinadoras de Trabalhos de
Finalização de Curso e de outras formas de atividade;
IX. analisar e emitir parecer sobre convalidação de estudos e adaptações;
X. julgar, em grau de recurso, as decisões do Coordenador do Curso;
XI. decidir ou opinar sobre outras matérias pertinentes ao curso.
92
O curso de Engenharia Ambiental é gerenciado por um Colegiado composto por sete
membros, com a seguinte distribuição:
• Docentes da área específica do curso:
Professor James Lacerda Maia (coordenador adjunto)
Professor Eliane Maria Vieira
Professor Anderson de Assis Morais
Professor Roberto Cezar de Almeida Monte-Mor.
• Docentes da área básica:
Professor Ana Paula de Paiva Pereira (Matemática)
Professora Maria Elizabete Santiago (Comunicação e Expressão)
• Um discente do curso de Engenharia Ambiental - Thais Silva Santos
O Colegiado é presidido pelo coordenador do curso, eleito dentre seus membros
docentes. A Coordenação do curso é atualmente exercida pela docente Giselle de Paula
Queiroz Cunha. O primeiro coordenador do curso foi o prof. Rafael Capaz, lotado no
campus Itajubá.
Em função do corpo docente do curso estar sendo contratado via concurso
público, os membros do colegiado também assumiram as atribuições do Núcleo Docente
Estruturante – NDE. Com a contratação de novos docentes, o NDE e colegiado terão suas
atribuições redistribuídas entre os professores vinculados ao curso.
2.12
Produção científica, cultural, artística ou tecnológica
1. ANA PAULA DE PAIVA PEREIRA 0 REGISTROS
2. ANDERSON DE ASSIS MORAIS 13 REGISTROS
3. CARLOS AUGUSTO DE SOUZA OLIVEIRA 21 REGISTROS
4. CARLOS HENRIQUE DA SILVEIRA 50 REGISTROS
5. EDISON APARECIDO LAURINDO 24 REGISTROS
93
6. EDUARDO COUTINHO DE PAULA 42 REGISTROS
7. ELIANE MARIA VIEIRA 45 REGISTROS
8. EMERSON JOSÉ DE PAIVA 20 REGISTROS
9. FERNANDA MARIA BELOTTI 56 REGISTROS
10. GISELLE DE PAULA QUEIROZ CUNHA40 REGISTROS
11. JAMES LACERDA MAIA 36 REGISTROS
12. MÁRCIO MARTINS LAGE JÚNIOR 15 REGISTROS
13. MARIA ELIZABETE VILELA SANTIAGO 08 REGISTROS
14. PAULO MOHALLEM GUIMARAES 33 REGISTROS
15. RAFAEL BALBINO CARDOSO 26 REGISTROS
16. RENATA DOS SANTOS MENDES 89 REGISTROS
17. ROBERTO CEZAR DE ALMEIDA MONTE MOR 19 REGISTROS
18. RONARA CRISTINA BOZI DOS REIS 14 REGISTROS
19. ROSE MARIE BELARDI 16 REGISTROS
20. VALDIR TESCHE SIGNORETTI 08 REGISTROS
3
INFRAESTRUTURA
Através da parceria pioneira entre governo local, representada pela Prefeitura
Municipal de Itabira (PMI), setor privado, representado pela Mineradora VALE, Ministério
da Educação (MEC) e a Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI), encontra-se em fase de
implantação o Campus da UNIFEI no município de Itabira/MG, cujas atividades tiveram
início em Julho de 2008, com a realização de seu primeiro processo seletivo para vestibular.
O Convênio de Cooperação Técnica e Financeira, firmado entre a UNIFEI, a
VALE, o MEC e a PMI, garante a construção e implementação do novo campus. Nele, a
prefeitura do município de Itabira se responsabilizou por prover a infraestrutura necessária
ao funcionamento da universidade (aquisição de terreno, construção dos prédios, instalação
da infraestrutura básica) e doá-las (terreno e benfeitorias) para a instituição de ensino; a
VALE se responsabilizou pelo auxílio na compra de equipamentos laboratoriais.
Em cumprimento à sua cota de responsabilidades, a PMI designou ao Complexo
94
Universitário uma área de aproximadamente 604.000m2, situada junto ao Distrito Industrial
II da cidade.
Quando as metas pactuadas entre os parceiros tiverem sido atingidas, o corpo
docente do Campus Itabira estará composto por, aproximadamente, 160 (cento e sessenta)
professores, além de 96 (noventa e seis) servidores técnicos-administrativos, atendendo a
uma população universitária de cerca de 2250 alunos, em 5 (cinco) anos. Os servidores,
docentes
e técnicos-administrativos,
serão
contratados de
acordo
com
vagas
disponibilizadas pelo MEC, por meio de concurso público.
As atividades do Campus Itabira se concentraram nas instalações do Parque
Tecnológico de Itabira (ITEC), até que se concluísse a construção do primeiro prédio do
Complexo Universitário de Itabira, ocorrido no 1º semestre de 2011. Com a conclusão
desse primeiro prédio, grande parte da infraestrutura (salas de aula, salas de professores,
salas de técnicos-administrativos e laboratórios) foi transferida para o espaço do Distrito
Industrial
Atualmente, a UNIFEI ainda continua ocupando as dependências do ITEC, com
salas de aula, laboratórios e sala com professores e técnicos administrativos. O novo
prédio, nas dependências do campus CDI I, possui salas de aula com dimensões diversas,
01 auditório, laboratórios com tamanhos e compartilhamentos diversos, 17 salas de
professores, 14 salas de técnicos administrativos, 01 biblioteca e 01 sala de reunião. Há,
ainda, na área externa do novo prédio, salas de aula, laboratórios e salas destinadas a
refeitório e outra a almoxarifado.
3.1
Gabinetes de trabalho para professores Tempo Integral – TI
O novo prédio, situado a Rua Irmã Ivone Drumond, número 200, Distrito
Industrial II , Itabira - MG, e ocupado a partir de abril de 2011, possui 17 salas de
professores, já que são 99 (noventa e nove) professores do quadro permanente e 1 (um)
temporário, para lecionar em nove cursos de engenharia; em média são 05 professores em
cada sala e essas são equipadas com microcomputadores e com acesso à internet. No
ITEC, situado a Rua São Paulo, número 377, Bairro Amazonas, Itabira-MG, a quantidade
de professores e técnicos administrativos instalados ficou reduzida, atendendo,
basicamente, aos alunos ingressantes.
95
3.2
Espaços de trabalho para coordenação de curso e serviços acadêmicos
O Coordenador do curso utiliza o seu gabinete localizado no Campus da UNIFEI
Itabira exercer o trabalho de coordenação. As reuniões do colegiado do curso e do NDE
são realizadas no Auditório do Campus ou então na Sala de Reuniões da Diretoria do
Campus. Para eventuais reuniões com os alunos do curso é utilizado o Auditório do
Campus ou então uma sala de aula da universidade.
A Pró-Reitoria de Graduação (PRG), o Diretório de Registro Acadêmico (DRA) e
o Departamento de Suporte à Informática (DSI) da UNIFEI possuem um espaço de
trabalho próprio nas dependências da UNIFEI para a realização dos serviços acadêmicos.
O controle da vida acadêmica do aluno é realizado por um sistema computacional
desenvolvido pela equipe do DSI da UNIFEI. O sistema funciona em rede e tem acesso
diferenciado para: coordenador, aluno, professor, e servidores técnico-administrativos que
ocupam cargos/funções específicas para gerenciarem o sistema.
No Departamento de Registro Acadêmico da UNIFEI são processados a entrada e
arquivamento de documentos indispensáveis ao controle da vida acadêmica do aluno.
Esses documentos pertencem ao arquivo permanente da Universidade.
3.3
Sala de professores
Os professores são acomodados em salas com aproximadamente 5 professores,
dependendo do tamanho da sala. Sendo de modo geral, ambiente adequado quanto ao
conforto acústico e térmico, disponibilidade de equipamento de informática, limpeza
rotineira dos ambientes, acessibilidade, conservação e comodidade satisfatória.
3.4
Salas de aula
Para as disciplinas da área específica, há uma sala de aula disponível para cada
período que está sendo ofertado no semestre vigente. Para as disciplinas comuns às
engenharias, as salas de aula têm capacidade maior que o número de ingressantes em um
único curso. Como o campus encontra-se em expansão pode-se observar diversificadas
condições em relação: as quantidades e número de alunos por turma, dimensões em função
das vagas previstas/autorizadas, acústica, ventilação e comodidade. No entanto, em relação
à disponibilidade de equipamentos, limpeza, iluminação, acessibilidade e conservação, todas
as salas encontram-se em condições adequadas.
96
3.5
Acesso de alunos aos equipamentos de informática
Os alunos têm acesso à internet no campus, via wireless. Na maioria das unidades
didáticas, a internet pode ser acessada. O portal acadêmico, onde o aluno tem acesso às
informações de matricula, notas, horários, séries de exercícios, histórico escolar pode ser
acessado nos “Quiosques multimídia com teclado” que estão disponíveis nos dois prédios.
Todos os alunos têm acesso aos laboratórios de informática. Há também equipamentos
disponíveis no Espaço de Convivência do prédio alocado no Distrito Industrial II.
Atualmente, a UNIFEI Itabira conta com dois laboratórios de informática no prédio novo,
cada um com 30 máquinas; e no prédio antigo um laboratório contendo 50 computadores.
3.6
Bibliografia básica
Bibliografia já descrita no item 1.6 – conteúdos curriculares
3.7
Bibliografia complementar
Bibliografia já descrita no item 1.6 – conteúdos curriculares
3.8
Periódicos especializados
Os periódicos de acesso livre estão disponibilizados a partir do endereço:
http://sites.google.com/site/bUNIFEItabira/documentos/periodicos. Os periódicos
disponibilizados pelo portal de periódicos da CAPES, estão acessíveis pelo site da UNIFEI
(www.UNIFEI.edu.br), por meio de hiperlink.
3.9
Laboratórios didáticos especializados – quantidade, qualidade e serviços
O convênio firmado para viabilizar o projeto de expansão estabelece o comprometimento
da Vale com o provimento dos equipamentos destinados aos laboratórios dos cursos, que
são utilizados nas atividades de formação, geração e aplicação de conhecimento (ensino e
pesquisa).
Os laboratórios listados abaixo atendem às disciplinas do curso de Engenharia Ambiental:
• Laboratório de Física: Atende às disciplinas de Física (BAC007) e Engenharia de
Sólidos (BAC010) e Fluidos (BAC014).
• Laboratório de Química: Atende à disciplina de Química Geral – BAC009
• Laboratório de Ecologia/ Biologia: atende às disciplinas de mesmo nome.
• Laboratório de Hidrologia: atende à disciplina de hidrologia
• Laboratório de Geoprocessamento e Topografia: atende às disciplinas de
Geomática, Geoprocessamento e Hidráulica (conteúdo computacional)
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• Laboratório de Química Ambiental e Limnologia: atendem às disciplinas de mesmo
nome.
• Laboratório de Geologia e Pedologia/Geotecnia Ambiental: atenderá às disciplinas
de geologia/pedologia e mecânica dos solos.
• Laboratório de Microbiologia Ambiental: atende à disciplina de mesmo nome.
• Laboratório Móvel: atende a todas as disciplinas do curso que necessitem realizar
viagem técnica.
Ressalta-se que além das atividades de ensino, os laboratórios atendem aos
docentes e discentes que exercem, respectivamente, atividades de pesquisa e extensão.
A lista detalhada dos equipamentos, seus respectivos pedidos de compra e notas
fiscais encontra-se em inventário de cada laboratório, que é atualizado a cada efetivação de
processo de compra.
A especificação e compra de equipamentos considerou de sistêmica e global, aos
aspectos de adequação, acessibilidade, atualização de equipamentos e disponibilidade de
insumos necessários para o desenvolvimento das atividades de ensino, pesquisa (nível de
pós-graduação) e extensão. Os insumos são adquiridos juntamente com os equipamentos e
a manutenção é realizada via compra com recursos da UNIFEI (pregão), via recurso de
custeio do PET EAM ou advindo de projetos em andamento e coordenado por
professores do Curso de Engenharia Ambiental. Foram incluídos na listagem do convênio
com a Vale S.A. 3 caminhonetes, 1 kombi, 1 Van e 1 Laboratório Móvel, o que resulta em
autonomia para o desenvolvimento as atividades de ensino, pesquisa e extensão previstas
pelo curso.
Desde o processo de especificação, inclui-se a assistência técnica acessível e que
propicie atendimento eficiente e eficaz. Em termos de apoio técnico, o curso conta
atualmente com apenas um técnico concursado e 2 técnicos originários do DNPM, que
atuam juntamente com os professores do curso e chefes dos laboratórios para manutenção
adequada de todas as atividades desenvolvidas. Em termos de atendimento à comunidade,
atendimento à comunidade, o projeto Reconhecendo Itabira prevê intenso atendimento à
comunidade através dos diagnósticos por sub-bacias hidrográficas do município e que
inclui atividades de educação ambiental e também análises experimentais, como suporte
para as atividades de iniciação científica aos quais os alunos estão envolvidos.
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