CURSO TÉCNICO EM INFORMÁTICA - INTEGRADO
A proposta com organização curricular integrada ao Ensino Médio foi
concebida e elaborada para ser implantada na Rede Estadual de Ensino no
setor terciário a partir de 2005.
Os cursos técnicos encontram apoio na política da Secretaria de Estado
da Educação para a Educação Profissional e também da Secretaria do Ensino
Médio e Tecnológico (SEMTEC/MEC), uma vez que o Paraná constitui um dos
estados que optou por implantar o currículo de forma integrada ao Ensino
Médio.
A proposta de integração curricular entre o Ensino Médio e o Ensino
Profissional objetiva as articulações entre:
 Saberes científicos, tecnológicos e sócio históricos;
 Ciência, Cultura e Trabalho;
 Pensar e fazer; refletir e agir;
 Teoria e Prática;
 O componente individual e o social.
Visando uma prática pedagógica globalmente compreensiva
do ser
humano em sua integralidade uma interação entre os diversos aspectos e
dimensões da formação humana, oportunizando a dialética que leva à síntese
e superação destas polarizações (divisões).
Atribuindo assim o conhecimento da natureza, da sociedade, da técnica,
do homem e do pensamento. Proporcionando estes conhecimentos para usar
as habilidades de maneira ativa e crítica, intelectual e criativa, no
desenvolvimento do físico, com atitudes emocionais e valorativas para com o
mundo, as pessoas e para si mesmo.
“Se a realidade é um todo dialético estruturado, o conhecimento
concreto da realidade não consiste em um acrescentamento sistemático de
fatos a outros fatos, e de nações a outras nações. É um processo de
concretização que procede do todo para as partes e das partes para o todo,
dos fenômenos para a essência e da essência para os fenômenos, da
totalidade para as contradições e das contradições para a totalidade; e
justamente neste processo de correlações em especial no qual os conceitos
entram em movimento recíproco e se elucidam mutuamente, atinge a
concreticidade”. (Kosik, 1985, p. 41-42)
MATRIZ CURRICULAR DO TÉCNICO EM INFORMÁTICA INTEGRADO
NRE: 22 - PARANAVAÍ
MUNICÍPIO: 1860 - PARANAVAÍ
ESTABELECIMENTO: 00013 – COLÉGIO ESTADUAL DE PARANAVAÍ - EFMNP
ENDEREÇO: R.GUAPORÉ, 2425 – JD. A. AEROPORTO CEP: 8705-120
PARANAVA-PR
FONE: ((044) 3423-6311
ENTIDADE MANTENEDORA: GOVERNO DO ESTADO DO PARANÁ
CURSO: 0963 -TÉC. EM INFORMÁTICA – INT
ET IC
ANO DE IMPLANTAÇÃO: 2010
FORMA: GRADATIVA
TURNO: MANHÃ
MÓDULO: 40 SEMANAS
SÉRIES
2º
3º
DISCIPLINAS
1º
BNC ARTE
2
BIOLOGIA
2
EDUCAÇÃO FÍSICA
2
2
FILOSOFIA
2
2
FISICA
2
2
GEOGRAFIA
HISTÓRIA
2
LINGUA PORT. E LITERATURA
2
2
MATEMÁTICA
2
2
QUÍMICA
2
2
SOCIOLOGIA
2
2
BNC
SUB-TOTAL
16
18
PD L.E.M. – INGLÊS
2
2
PD
SUB-TOTAL
2
2
FE ANALISE E PROJETOS
BANCO DE DADOS
FUND. E ARQUITETURA DE COMPUT.
2
INFORMÁTICA INSTRUMENTAL
2
INTERNET E PROGRAMAÇÃO WEB
LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO
3
3
REDES E SISTEMAS OPERACIONAIS
SUPORTE TÉCNICO
2
FE
SUB TOTAL
7
5
TOTAL GERAL
25
25
NOTA: MATRIZ CURRICULAR DE ACORDO COM LDB N. 9394/96
2
2
2
2
2
2
2
2
2
18
2
2
4º
2
2
2
2
2
2
12
4
2
3
3
4
2
5
25
13
25
DIRETRIZ CURRICULAR DA DISCIPLINA DE ARTE
APRESENTAÇÃO
A arte no curso de Técnico em Informática Integrado tem como
referencial as Diretrizes Curriculares que incube objetivamente de promover o
desenvolvimento cultural e estético dos alunos, por meio de práticas de
produção e apreciação artística.
A arte é definida de diferentes formas, a partir de tantas reflexões sobre o
seu significado surge à necessidade de compreender o papel da teoria estética
que não é concebê-la como uma definição, mas sim como referência para o
pensar a arte e o seu ensino, que gera conhecimento articulando saberes
cognitivos, sensíveis e sócio-históricos.
Segundo Faraco quando buscamos definir um novo papel para as Artes
na escola, é importante ter clareza daquela dificuldade e dessa diversidade
teórica. Não há um dizer único e Universal sobre as Artes e, portanto, estamos
sempre na situação de ter várias opções teóricos para sustentar nossas
propostas Curriculares e Metodologia ( FARACO opud Kwenzer, 2000). E as
interpretações fundamentais de arte, apresentadas na proposta do Ensino
Médio: arte e ideologia, arte e seu conhecimento e arte e trabalho criador são
as referências para a organização dos conteúdos estruturantes e específicas,
do encaminhamento metodológico e da avaliação. Durante as aulas de Arte é
necessário que a teoria e a prática caminhem juntas, pois o objetivo de seu
estudo não se restringe ao domínio dos fazeres artísticos, mas também de
compreender os conhecimentos à sua apreciação e expressão, pois a Arte
envolve um processo racional, embora normalmente as pessoas não pensem
dessa forma, a razão é necessária a emoção artística.
Arte e Ideologia: pode-se conceituar ideologia como o conjunto de idéias,
crenças e doutrinas, próprias de uma sociedade de uma época ou de uma
classe. Ela é produto de uma situação histórica e de aspirações.
Arte e seu Conhecimento: a especificidade do conhecimento em arte
implica que ela apresenta um conteúdo constituído por seus elementos formais
e de composição que organizam e estruturam a obra de arte. Ao mesmo
tempo, ela tem um conteúdo social formado pelos movimentos e períodos
artísticos, que resulta de sínteses emocionais e cognitivas que empregam a
obra de arte de um sentido social e singular.
Arte e Trabalho Criador: a criação ou trabalho criador é essencial no
ensino da arte. Criar, então, é transformar, fazer algo inédito, um objeto novo e
singular que expressa esse sujeito criador e, simultaneamente, transcendo-o,
como portador de conteúdos do cunho social e histórico e objeto concreto,
como uma nova realidade social. O ensino da Arte amplia o repertório cultural
do aluno a partir dos conhecimentos estéticos, artístico e o conhecimento
contextualizado contemplando a Lei 10.639-03 referente à “História e Cultura
Afro-Brasileira e Africana e Indígena”
Conhecimento Estético: é o conhecimento teorizado sobre a Arte,
produzido pelas ciências humanas, como a Filosofia, Sociologia, Psicologia,
Antropologia e Literatura.
EMENTA
Desenvolver no educando o conhecimento das linguagens: artes visuais,
danças, música e teatro em diferentes tempos e históricos, utilizando
ferramentas tecnológicas variadas.
OBJETIVOS GERAIS
 Desenvolver o seu conhecimento estético e competência artística nas
diversas linguagens da Arte, produzindo trabalhos pessoais e grupais,
como para que possa, progressivamente, apreciar, desfrutar, valorizar e
emitir juízo sobre os bens artísticos de distintos povos e culturas,
produzidos ao longo da história e na contemporaneidade.
 Experimentar e explorar as possibilidades de cada linguagem artística.
 Identificar, relacionar e compreender a arte como fato histórico,
contextualizado nas diversas culturas, conhecendo, respeitando e
podendo observar as produções.
A disciplina de Arte no Técnico em Informática Integrado contempla as
linguagens das Artes visuais, da dança, da Música e do Teatro e os conteúdos
estruturantes selecionados por essa disciplina vem constituir a base para a
prática pedagógica. Articulados entre si esses conteúdos compreendem todos
os aspectos do objeto de estudos e oferecem possibilidades de organização
dos conteúdos específicos.
Tais conteúdos como basilares na organização da disciplina de Arte, não
podem ser vistos como elementos limitadores ou segmentados, pois todos
eles: elementos básicos das linguagens artísticas, produções/manifestações
artísticas e elementos contextualizam dores apresentam uma unidade
interdependente, além de permitir correspondência entre as linguagens.
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES E BÁSICOS – 1ª SÉRIE
 ARTES VISUAIS, DANÇA, MÚSICA, TEATRO
 ELEMENTOS BÁSICOS DA LINGUAGEM DAS ARTES VISUAIS
 Ponto, Linha, Forma, Textura
 Composição: bidimensional, tridimensional, figurativo, abstrato
- Técnicas: Pintura, desenho, modelagem, escultura, gravura.
- Gêneros: natureza-morta, paisagem.
 Produções/manifestações das Artes Visuais:
- Imagens bidimensionais e tridimensionais.
 Movimentos e Períodos: Arte Ocidental, Arte Oriental, Arte
Africana, Arte Brasileira, Arte Paranaense e Arte Popular.
 ELEMENTOS BÁSICOS DA LINGUAGEM DA DANÇA
 Movimento: Espaço e Tempo
 Composição: espaço pessoal, níveis, planos, tensões, projeções,
progressões, aceleração, rotação, deslocamento.
- Gêneros: espetáculo, indústria cultural, étnica e folclórica.
 Movimentos e Períodos: Pré-história, Greco-Romana, Medieval,
Renascimento, Dança Clássica, Dança Popular Brasileira e
Paranaense, Africana.
 Produções/manifestações da Dança
- Improvisações coreográficas.
 ELEMENTOS BÁSICOS DA LINGUAGEM DA MÚSICA:
 Altura, duração, timbre.
- Distribuição dos sons de maneira sucessiva: melodia e ritmo;
 Gêneros: erudito, clássico, popular.
 Movimentos e períodos: Música popular brasileira, paranaense,
popular, Indústria Cultural
 Produções/manifestações da Música
- Improvisações musicais.
 ELEMENTOS BÁSICOS DA LINGUAGEM DO TEATRO:
 Personagens: Expressão corporal, gestual, facial.
 Espaço Cênico: Cenografia e Sonoplastia.
 Composição: jogos teatrais, teatro direto e indireto, mímica e
ensaio.
- Gêneros: tragédia, comédia, drama e épico.
 Movimentos e Períodos: Teatro Greco-Romano, Teatro Medieval,
Teatro Brasileiro, Teatro Paranaense, Teatro Popular, Indústria
Cultural, Teatro Engajado, Teatro Dialético, Teatro Essencial.
 Produções/manifestações do Teatro:
- Improvisação cênica.
METODOLOGIA
Partindo-se da premissa de que o conhecimento a compreender as
complexas relações existentes em nível mais global é que nos vemos sob uma
forte tendência a uniformização da vida, sofrendo os efeitos positivos e
negativos da chamada globalização.
Buscando amenizar esta prática no ensino aprendizagem faz-se
necessário, a articulação da arte com a cultura, isto implica em propiciar ao
aluno leituras de signos artísticos existentes na herança cultural e na cultura de
massa, bem como promover discussões sobre a indústria cultural abrangendo
a Lei 10.639-03 que especifica a cultura afro-brasileira e africana e indígena a
compreender de que forma estas interferem na sociedade e censuram as
produções/manifestações com as quais os sujeitos identificam. Na arte e
linguagem permite ao aluno perceber e interpretar os valores socioculturais
expressos nas produções/manifestações representadas em forma de bens
materiais e imateriais das linguagens das artes visuais, da dança, música e do
teatro.
Portanto, a cultura enquanto referência para a construção de identidade
torna-se assim um tema importantíssimo, não podendo mais ser deixado de
lado, ou em segundo plano pelas Diretrizes Curriculares. O professor deverá se
preocupar em trabalhar com o aluno, pesquisa e aprofundamento sobre o
estudo da cultura popular, buscando o reconhecimento de sua identidade nas
suas relações com a escola e sociedade.
Enfim, está prática deverá estar voltada em propiciar a todos os
educandos o acesso e contato com os conhecimentos culturais básicos e
necessários para uma prática social, viva e transformadora como:
Aplicação prática do desdobramento dos principais conceitos das
linguagens nas vivências do aluno para que ele exerça uma cidadania mais
consciente e crítica e participante;
Realização de trabalhos individuais e de grupo;
Praticar a contextualização histórica com o objetivo de situar o objeto de
estudo na realidade em que foi criado. Essa realidade é composta por fatores
sociais econômicos, políticos e culturais;
Pesquisa da vida e obras de artista/autores, características que influem
seu modo de compor/criar;
Contemplar as manifestações e produções artísticas através de
elementos básicos, contidos nas linguagens artísticas:
Nas Artes Visuais - explorar as visualidades em formato bidimensional,
tridimensional e virtual trabalhando as características específicas contida na
estrutura, na cor, nas superfícies, nas formas e na disposição desses
elementos no espaço;
Em Dança - estudar o movimento a partir do desenvolvimento do tempo,
espaço o professor poderá explorar as possibilidades de improvisação com os
alunos, nas aulas de dança poderá abordar questões de relação entre
movimento e os conceitos a respeito do corpo e da dança.
Na Linguagem Musical - memorização dos sons presentes no cotidiano
não caracteriza como o conhecimento musical, priorizar a escuta consciente
dos sons percebidos, a identificação das propriedades, variações , maneiras
intencionais, como esses sons são distribuídos numa estrutura musical.
Linguagem Teatral - possibilidade de improvisação e composição do
trabalho com os personagens, com espaço de cena e com o desenvolvimento
de temáticas que partem de textos literários ou dramáticos ou clássicos.
AVALIAÇÃO
A avaliação é o processo contínuo que priorize a qualidade de
aprendizagem, ou seja, o desempenho do aluno ao longo do ano letivo, Lei
9394/96, que seja adequada ao seu cotidiano em sala. Através da avaliação
diagnóstica onde supre a necessidade, possibilitando assim a intervenção
pedagógica do aprendiz.
A avaliação é uma forma de conceituar o educando em sua produção na
escrita em suas práticas sociais sendo avaliado continuamente na linguagem,
na escrita, na oralidade possibilitando um processo gradativo de suas
experiências de leitura e no processo de aprendizagem em sala de aula.
Será realizada em função dos conteúdos, utilizando métodos e
instrumentos diversificados, coerentes com as concepções e finalidades
educativas expressas no projeto pedagógico da escola, sendo realizadas no
mínimo duas avaliações por conteúdo. A recuperação de estudos dar-se-á de
forma permanente e concomitantemente ao processo ensino aprendizagem.
BIBLIOGRAFIA
Diretrizes Curriculares de Arte para o Ensino Fundamental
Fischer, Emest. A necessidade da Arte. Rio de Janeiro: Zahar, 1979.
Vieira, Ivone Luzia, Educação Artística. São Paulo, Livraria Lê Editora Ltda,
1978.
Nobel, Multiverso das Artes, Artes visuais. Editora Liceu
Garcez, Lucília e Jô Oliveira, explicando a Arte brasileira, 3ª Edição, Ediouro
Arantes. A. O que é cultura popular - São Paulo Brasiliense, 1983
Coli J. O que é Arte, 12ª Edição, São Paulo - Editora Brasiliense, 1991.
DIRETRIZ CURRICULAR DA DISCIPLINA DE BIOLOGIA
APRESENTAÇÃO
Atualmente faz-se necessário compreender relação entre a Ciência,
Tecnologia e Sociedade, visando ampliar as possibilidades de compreensão e
participação efetiva nesse mundo. A disciplina de Biologia tem como objeto de
estudo o fenômeno da VIDA.
A preocupação com a discrição dos seres vivos e dos fenômenos naturais
levou o homem a diferentes concepções de mundo e de seu papel enquanto
parte deste mundo.Para compreender os pensamentos que contribuíram na
construção das diferentes concepções sobre fenômeno VIDA e suas
implicações para o ensino, buscou-se na História da Ciência os contextos
históricos nas quais pressões religiosas, econômicas, políticas e sociais que
impulsionaram mudanças conceituais no modo como o homem passou a
compreender a natureza.
O conhecimento do campo da Biologia deve-se subsidiar a análise e
reflexão de questões polêmicas que dizem respeito ao desenvolvimento ao
aproveitamento de recursos naturais e a utilização de tecnologias que implicam
em intensa intervenção humana no ambiente, levando-se em conta a dinâmica
dos ecossistemas dos organismos, enfim, o modo como a natureza se
comporta e a vida se processa.
Assim os conhecimentos apresentados pela disciplina Biologia no ensino
médio, representam os modelos teóricos elaborados no esforço para levar o
aluno a compreensão da natureza viva e dos diferentes sistemas explicativos, a
composição entre os mesmos e a compreensão de que a ciência não tem
respostas definitivas para tudo, sendo uma de suas características a
possibilidade de ser questionado e de se transformar, bem como reconhecer
que o conhecimento científico pode ser produto de longas investigações e estar
em constante desenvolvimento, não pode ser considerado absoluto e acabado.
Mais que inserir conteúdos atualizados cabe ao professor trabalhar as
grandes teorias da Biologia incorporando informações a cerca das novas
descobertas ao longo de toda vida. De posse desses conceitos centrais e aptos
a buscar novos conhecimentos, os alunos terão condições de se inserir no
mundo em que vive, em constante transformação e refletir sobre ele.
Assumindo o ensino de Biologia como meio para transformar os
estudantes e, por conseguinte, a sociedade, cabe a nós professores de
Biologia com o entusiasmo e criatividade, estabelecer conexões com outras
disciplinas sobre problemas da vida dos alunos, bem como a cultura AfroBrasileira e Africanae a Educação Ambiental, contextualizando os conceitos na
Biologia na realidade. Mostrando que a Biologia está presente no nosso dia-adia e influencia diretamente as nossas tomadas de decisões. Portanto, o
estudo dessa ciência requer uma postura mais crítica, para que possamos
entender os processos biológicos numa busca constante de compreender o
fenômeno “VIDA”.
Partindo-se da dimensão histórica da disciplina Biologia foiidentificado os
marcos conceituais da construção do pensamento biológico a partir dos quais
foram estabelecidos os conteúdos estruturantes. Esses conteúdos apontam
como a Biologia se constitui como conhecimento, e como esta tem influenciado
na construção de uma concepção de mundo contribuindo para que se possam
compreender as implicações sociais, políticas, econômicas e ambientais que
envolvam a apropriação deste conhecimento biológico pela sociedade.
A classificação dos seres vivos é uma tentativa de compreender toda uma
diversidade biológica, agrupando e categorizando as espécies extintas e
existentes. compreendendo a estrutura básica que organiza e determina o
funcionamento de cada ser vivo, o aluno poderá compreender as relações
existentes entre estes e seus habitats e compreender as relações ecológicas
existentes entre os diferentes grupos.
Para compreender o funcionamento das estruturas que compõem os
seres vivos, fez-se necessário, ao longo da construção do pensamento
biológico, pensar o organismo de forma fragmentada, separada, permitindo
análises especializadas de cada função biológica, numa visão microscópica do
mundo atual. Assim, os mecanismos biológicos explicam como os sistemas
orgânicos dos seres vivos funcionam.
A diversidade das espécies de seres vivos que habitam o planeta terra é
denominada biodiversidade, tendo como papel fundamental atuar nos
processos essenciais à vida através da manutenção do equilíbrio dos
ecossistemas. Assim, a Biodiversidade propiciará ao aluno uma reflexão sobre
os princípios que governam a vida animal no planeta, levando-o a entender que
o seu futuro e de todas as espécies está condicionado às diferentes formas de
apropriação que se fazem da natureza.
Em se tratando dos avanços biotecnológicos,se faz necessário uma
discussão voltada para as implicações éticas e morais na sociedade e a
responsabilidade e postura perante as questões que envolvem a vida e a
saúde da humanidade.
Atualmente surgem grandes possibilidades onde o conhecimento
científico e o domínio de técnicas de manipulação do gene e do DNA, permitem
aos cientistas interferirem diretamente na vida de todos os seres vivos. Sendo
assim, é preciso discutir enfatizando os limites para estes avanços, uma vez
que não se pode ainda prever as consequências à humanidade. Estes
conteúdos foram estabelecidos buscando-se sua historicidade da construção
do pensamento científico e o caráter transitório do conhecimento elaborado.
Compreendida assim, é mais uma das formas de conhecimentos produzidos
pelo desenvolvimento do homem e determinada pelas necessidades materiais
deste em cada momento histórico.
O ensino de História e Cultura Afro-brasileira, Africana e Indígena, de
acordo com a lei 11.645/08 e Educação Ambiental, de acordo com a lei
9.795/99, Decreto nº 4201/02, em seu artigo 2º afirma: “A Educação Ambiental
é um componente essencial e permanente da educação nacional, devendo
estar presente de forma articulada em todos osníveis e modalidades do
processo educativo em caráter formal e não informal”, e estará contemplada
nos conteúdos curriculares na disciplina de Biologia. Estes temas poderão ser
abordados constantemente, quando se fizer necessário e/ou oportuno, uma vez
que o referido assunto é vivenciado no dia-a-dia da sociedade.
Os desafios educacionais contemporâneos (educação ambiental, educação
fiscal, drogas e sexualidade) devem ser enfrentados pela escola na sua
totalidade.
EMENTA:
A Biologia é um ramo do conhecimento que exerce grande fascínio em
todos que nela se aprofundam, pois tenta explicar os fenômenos ligados à vida
e à sua origem. Inicialmente, a biologia tinha um caráter mais contemplativo e
descritivo da natureza, no entanto, hoje, os diversos avanços tecnológicos têm
permitido um estudo mais investigativo e detalhado dos seres vivos e dos
processos biológicos. Portanto o estudo: Origem do Universo. Origem da vida e
evolução dos seres vivos. Reino Monera, Protista, Fungos, Plantae e Animalia.
A Ciência no decorrer da historia da humanidade: pesquisa cientifica, avanços
científicos e tecnológicos, ciências e transformações sociais, bioética.
Educação Ambiental e desenvolvimento humano, social, político e econômico.
Epidemiologia. Saúde Publica e Escolar. Orientação Sexual: embriologia,
formação humana, medidas preventivas. No entanto é um campo
interdisciplinar que envolve aspectos biológicos e sociais da origem,
desenvolvimento e perspectivas da humanidade.
OBJETIVOS GERAIS
 Reconhecer a importância do estudo da Biologia como forma de
compreender melhor o mundo que nos cerca.
 Valorizar a aplicação do método científico no estudo dos fenômenos
biológicos.
 Desenvolver a capacidade de aprender a aprender como forma de
aprimorar seus conhecimentos na disciplina.
 Desenvolver a capacidade de aprender a aprender como forma de
aprimorar seus conhecimentos na disciplina.
 Aplicar os conhecimentos e hábitos adquiridos no estudo da Biologia em
sua vida para preservar a saúde, com consequente melhoria da
qualidade de vida.
 Analisar as implicações sócio-políticas, culturais e econômicas do
desenvolvimento científico e tecnológico, seus alcances e suas
limitações.
 Aprofundar-se nos conteúdos que conduzam ao processo de educação
em saúde, pessoal e ambiental.
 Ampliar os conhecimentos biológicos frente às últimas descobertas.
 Desenvolver uma ética científica.
 Reconhecer a relevância dos conhecimentos relativos às Ciências
 Biológicas nos avanços biotecnológicos.
 Desenvolver hábitos de trabalho em equipe e responsabilidade na
realização de tarefas.
 Desenvolver a capacidade de lidar com materiais de laboratório e
computadores.
 Desenvolver a integração: convergência de esforços, criatividade, senso
crítico e participação.
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES E BÁSICOS - 2ª SÉRIE
 ORGANIZAÇÃO DOS SERES VIVOS, MECANISMOS BIOLÓGICOS,
BIODIVERSIDADE E AS IMPLICAÇÕES DOS AVANÇOS BIOLÓGICOS
NO FENÔMENO VIDA















Revestimento, sustentação e locomoção.
Coordenação, integração (mecanismos hormonais).
Nutrição e digestão.
Excreção e asmorregulação.
Reprodução.
Classificação dos seres vivos.
Vírus um caso à parte
Reino Monera.
Reino Protista.
Reino Funji.
Reino Plantae.
Reino Animália filos NematodaMollusca e Annelida.
Reino Animália filosArthropoda e Echinodermata.
Filo Chordata: Protochordata.
Filo Chordata: Euchordata.
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES E BÁSICOS – 3ª SÉRIE
 ORGANIZAÇÃO DOS SERES VIVOS, MECANISMOS BIOLÓGICOS,
BIODIVERSIDADE E AS IMPLICAÇÕES DOS AVANÇOS BIOLÓGICOS
NO FENÔMENO VIDA
 Os fundamentos da Genética.
 Os experimentos de Mendel e diibridismo.
 Os alelos múltiplos e as tipagens sanguíneas.
 A interação gênica e a pleiotropia.
 A vinculação gênica e ou linkage.
 Herança e sexo.
 Genética de Populações.
 As aberrações cromossômicas.
 Genética hoje: aplicações.
 A origem da vida.
 As teorias da evolução.
 As eras geológicas, o surgimento e a evolução da espécie humana.
 Introdução ao estudo da ecologia.
 As comunidades.
 Os ecossistemas.
 A dinâmica da vida nos ecossistemas.
 A poluição.
 Significado das siglas.
METODOLOGIA
É necessária a contextualização de conceitos para que o aluno perceba e
identifique asinformações em sua vida, refletindo sobre a realidade de forma
global, na qual os seres vivos estão inseridos, através de textos informativos e
científicos, com uma grande variedade de fontes bibliográficas, aulas
expositivas dialogadas, debates, palestras, aulas práticas nos laboratórios de
Informática e de Ciências e relatórios.
Nas aulas de Biologia muitos recursos metodológicos podem e devem ser
utilizados para possibilitar a participação e aprendizagem do aluno como a aula
dialogada, a leitura, a escrita, as aulas práticas, o uso de imagens
(transparências, fotos, vídeo) o estudo do meio (praias, parques, rios, hortas,
etc.) jogos didáticos e muitos outros recursos.
AVALIAÇAO
A avaliação na Biologia pode servir de ferramenta para auto-crítica do
educador, permitindo melhor visão para intervir e reformular os processos de
aprendizagem, quanto ao aluno tomará ciência de sua aprendizagem podendo
providenciar as mudanças necessárias.A necessidade e o prazer superam
obstáculos e transformam as maneiras de agir, ver e sentir o mundo, para além
dos âmbitos escolares.
A avaliação será realizada em função dos conteúdos, utilizando métodos
e instrumentos diversificados, coerentes com as concepções e finalidades
educativas expressas no projeto pedagógico da escola, sendo realizadas no
mínimo duas avaliações por conteúdo. A recuperação de estudos dar-se-á de
forma permanente e concomitantemente ao processo ensino aprendizagem.
BIBLIOGRAFIA
CARVALHO, W. Biologia em foco. São Paulo, FTD, 2005.
CESAR E SEJAR, Biologia, Scipione, 2003.
JUNQUEIRA, Biologia Celular, Editora Globo.
DIRETRIZ CURRICULAR DA DISCIPLINA
DE EDUCAÇÃO FÍSICA
APRESENTAÇÃO
A disciplina de Educação Física está embasada numa construção
histórica socialmente construída segundo as diretrizes curriculares da
Educação Física versão preliminar julho/2006 que faz uma crítica referente aos
parâmetros curriculares nacionais, que há uma descentralização dos
conhecimentos historicamente construídos, ao propor temas amplos que
desviam a importância dos conhecimentos próprios de cada conteúdo de
tradição da Educação Física, sendo os parâmetros uma proposta confusa e
acrítica com uma redação aparentemente progressista.
A necessidade de contextualizar a Educação Física no universo das
metodologias está associada à questão da formação de professores de modo
geral e esta, por sua vez, deve estar articulada com a analise do papel da
educação na sociedade.Faz-se necessário entender a importância da
Educação Física no contexto geral da educação, ou seja, articulada no
processo ensino-aprendizagem, que leva a reflexão do que é o verdadeiro
ensino da Educação Física nas escolas. De acordo com a proposta preliminar
que traz em seu encaminhamento metodológico estudos que direcionam todo
processo a ser utilizada na Educação Física será adotada a metodologia
crítico-superadora.
È de reconhecimento geral que oportunidades de movimento, adequadas
às características e necessidades do aluno, são fundamentais para seu
desenvolvimento. È necessário especificar que o conceito de movimento,
nesse sentido, implica muito mais do que o deslocamento do corpo e dos
membros produzidos como uma consequência do padrão espaço-temporal da
contração muscular. È através do movimento que o ser humano se relaciona
com o meio ambiente para alcançar seus objetivos. Comunicando-se,
expressando seus conhecimentos e sua criatividade, por meio do movimento, o
ser humano interage com o meio físico e social, aprendendo sobre si mesmo e
sobre os outros.
Nesse sentido, a Educação Física como parte da cultura humana constituise numa área de conhecimento que estuda e atua sobre um conjunto de
manifestações da cultura corporal de movimento criada pelo ser humano ao
longo da história, sendo fundamental para o pleno desenvolvimento do
educando. Nessa perspectiva, não se pode esquecer das necessidades do
enfrentamento dos Desafios Educacionais Contemporâneos (Educação
Ambiental, Educação Fiscal, Drogas e Sexualidade), que visam fortalecer o
individuo frente os obstáculos do dia-dia, bem como, o Ensino de Historia e
Cultura Afro brasileira, Africana e Indígena - Lei 11.645/08, que serão
abordados sempre que houver necessidade e a oportunidade, perante os
alunos.
EMENTA
- Esporte, cultura corporal, educação pelo movimento, ginástica, corpo
movimento e saúde, cultura afro, cultura indígena, educação fiscal, qualidade
de vida e meio ambiente.
OBJETIVOS GERAIS
 Trabalhar com o educando os conteúdos historicamente construídos que
propicie uma ampliação do acervo motor e aperfeiçoamento e uma
conscientização da importância da Educação Física para a formação
plena do cidadão como um todo.
 Compreender a aplicabilidade dos conhecimentos da Educação Física
no cotidiano social e no processo educacional e profissional do técnico
em informática.
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES E BÁSICOS - 1ª SÉRIE
 CULTURA CORPORAL:
 Esportes: vôlei / handebol, basquete, futsal.
 Ginástica: alongamento, ginástica corporal.
 Corpo / Movimento e Saúde: música lei nº 11769/08, capoeira (AfroIndígena).
 Primeiros Socorros.
 Qualidade de vida e meio ambiente: (caminhada, benefícios da
atividade física).
 Educação pelo movimento.
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES E BÁSICOS - 2ª SÉRIE
 CULTURA CORPORAL:
 Esportes: vôlei / handebol, basquete, futsal.
 Ginástica: alongamento, ginástica corporal, ginástica laboral.
 Corpo / Movimento e Saúde: dança.
 Qualidade de vida e meio.
 Alimentação e atividade física
 Educação pelo movimento.
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES E BÁSICOS - 3ª SÉRIE
 CULTURA CORPORAL:
 Esportes: vôlei / handebol, basquete, futsal.
 Ginástica: alongamento, ginástica corporal.
 Corpo / Movimento e Saúde: dança de rua (música lei 11.769/08)
 Qualidade de vida e meio ambiente.
 Atividade física em academias e o uso de anabolizantes
 Educação pelo movimento.
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES E BÁSICOS - 4ª SÉRIE
 CULTURA CORPORAL:

Esportes: vôlei / handebol, basquete, futsal.

Ginástica: alongamento, ginástica corporal.

Corpo / Movimento e Saúde: dança de rua (música lei 11.769/08)

Qualidade de vida e meio ambiente.

Atividade física em academias e o uso de anabolizantes

Educação pelo movimento.
METODOLOGIA
A metodologia sugerida pela proposta preliminar está embasada na
metodologia critica- superadora preconizada por alguns autores que entendem
que através desta metodologia os alunos participarão das aulas práticas e
teóricas com uma formação consciente, corporal e social que contribui para a
formação do cidadão.
A metodologia da Educação Física devera estar fundamentada na
produção de conhecimentos, ter conteúdos concretos, vivenciados dentro da
realidade social, respeitando seus interesses, sua maturação e sua experiência
anteriormente adquirida.
AVALIAÇÃO
Segundo estudos por várias correntes progressistas da educação a
avaliação diagnostica é a mais indicada, sendo a mesma um processo
contínuo, permanente e cumulativa, onde o professor organizará e reorganizará
o trabalho visando às diversas manifestações corporais historicamente
construídas levando os alunos a refletirem e se posicionarem criticamente
perante a sociedade. A avaliação será realizada em função dos conteúdos,
utilizando métodos e instrumentos diversificados, coerentes com as
concepções e finalidades educativas expressas no projeto pedagógico da
escola, sendo realizadas no mínimo duas avaliações por conteúdo. A
recuperação de estudos dar-se-á de forma permanente e concomitantemente
ao processo ensino aprendizagem.
.REFERÊNCIAS
Diretrizes curriculares de Educação Física, versão preliminar julho-2006
COLETIVO DE AUTORES. Metodologia do ensino de educação física. São
Paulo. Cortez, 1992.
DIEM, Liselott. Brincadeiras e esportes no jardim de infância. Rio de Janeiro:
Ao livro Técnico, 1981.
HOFFAMAN, Jussara. Avaliação Mediadora: uma prática em construção da
pré-escola à
universidade. Porto Alegre: Mediação, 1998.
Avaliação mito & desafio: uma perspectiva construtivista. 29 ed Porto Alegre:
Mediação, 2000
LUCKESI, Cipriano Carlos. A avaliação da aprendizagem escolar. São Paulo.
Cortez, 2005.
FREIRE, J.B. Educação Física de corpo inteiro. Scipione, 1989.
SOARES, C.L. TAFFAREL, C.N.Z VARJAL, E. CASTELLANI FILHO, L.
ESCOBAR, M.O. BRACHT, V.Metodologia de ensino da Educação Física. São
Paulo: Cortez, 1992.
VALADARES & ARAÚJO, S. & R. Coleção Educação Física no cotidiano
Escolar. Volumes: 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7 e 8. Fapi. Belo Horizonte, 2002.
DIRETRIZ CURRICULAR DA DISCIPLINA DE FILOSOFIA
APRESENTAÇÃO
A filosofia gira basicamente em torno de problemas e conceitos criados
no decorrer de sua longa história, os quais por sua vez devidamente utilizados
geram discussões promissoras e criativas que desencadeiam ações e
transformações. Sendo por essa razão que eles permanecem atuais. Na atual
polêmica mundial e brasileira acerca dos possíveis valores éticos, políticos,
estéticos e epistemológicos, a disciplina de filosofia pretende provocar o
despertar da consciência de ensinar a pensar filosoficamente, a organizar
perguntas num problema filosófico, escrever e avaliar filosoficamente, sem
fórmulas a serem reproduzidas. Com isso a filosofia tem um espaço a ocupar e
uma rica contribuição a oferecer no Ensino Médio.
Nessa perspectiva, não se pode esquecer as necessidades do
enfrentamento dos Desafios Educacionais Contemporâneos (Educação
Ambiental, Educação Fiscal, Drogas e Sexualidade), que visam fortalecer o
individuo frente os obstáculos do dia a dia, bem como, o Ensino de Historia e
Cultura Afro brasileira, Africana e Indígena - Lei 11.645/08, que serão
abordados sempre que houver necessidade e a oportunidade, perante os
alunos.
EMENTA:
Diferentes perspectivas filosóficas na compreensão do conhecimento
humano. O Estado e a organização social. Ética e Estética. Questões
filosóficas do mundo contemporâneo científico.
OBJETIVOS GERAIS
 Conscientizar o aluno da importância de se descobrir um novo saber que
opina por questionamentos, conceitos e categorias de pensamento, que
busca articular a totalidade espaço temporal e sócio histórica em que se
dá o pensamento e a experiência humana. O aluno deve descobrir o que
é filosofia fazendo filosofia.
 Viabilizar interfaces com as disciplinas para a compreensão do mundo
da linguagem, da literatura, da história, das ciências e da arte.
 Possibilitar aos estudantes o acesso ao saber filosófico produzido
historicamente como fundamento do pensamento.
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES E BÁSICOS – 1ª SÉRIE

MITO E FILOSOFIA
 Ordem e Desordem
 Saber Mítico;
 Relação Mito e Filosofia;
 Atualidade do Mito. Diferenciação em relação ao senso comum e
o conhecimento religioso;
 O que é Filosofia?

TEORIA DO CONHECIMENTO
 Possibilidade do Conhecimento;
 As formas de conhecimento;
 O problema da verdade;
 A questão do método;
 Conhecimento e lógica.
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES E BÁSICOS - 2 ª SÉRIE
 ÉTICA
 Ética e moral;
 Pluralidade ética;
 O que é ética?
 Ética e Violência;
 Razão, desejo e vontade;
 Liberdade: autonomia do sujeito e a necessidade das normas.
 FILOSOFIA POLÍTICA
 Relações entre comunidade e poder;
 Liberdade e igualdade política;
 Política e Ideologia;
 Esfera pública e privada;
 Cidadania formal e/ou participativa.
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES E BÁSICOS - 3ª SÉRIE
 FILOSOFIA DA CIÊNCIA
 Concepções da ciência;
 A questão do método científico;
 Contribuições e limites da ciência;
 Ciência e ideologia;
 Ciência e ética.

ESTÉTICA




Natureza da Arte;
Estética como ramo da Filosofia;
Filosofia e Arte;
Categorias estéticas – Feio, belo, sublime, trágico, cômico,
grotesco, etc;
 Estética e sociedade;
 Arte de Elite e popular;
 Papel do cinema, das imagens, das letras, da música nas
artes;expressões culturais, artísticas, religiosas no Brasil
influenciadas pelas culturas européias, norte-americana, afro e
indígena.
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES E BÁSICOS - 4ª SÉRIE
 MITO E FILOSOFIA; TEORIA DO CONHECIMENTO; ÉTICA;
FILOSOFIA POLÍTICA; FILOSOFIA DA CIÊNCIA; ESTÉTICA.
Obs: No 4º série do Curso Técnico em Informática os conteúdos trabalhados
durante o ano serão os mesmos dos três anos anteriores. Será feita uma
abordagem dos conteúdos estruturantes com ênfase nas leituras dos textos
filosóficos.
METODOLOGIA
A metodologia a ser utilizada na aula de filosofia se divide em quatro
momentos: A sensibilização, A problematização, A investigação e a criação de
conceitos.
A sensibilização deve acontecer por meio do assunto ou tema relevante. O
tema poder ser retirado d uma figura, filme ou documento.
O segundo passo é a problematização desse tema. Levantar
questionamentos, perguntas em relação ao tema proposto.
A investigação se dá no momento em que os questionamentos e
perguntas foram levantados.
Após o tema ser problematizado, investigado vem o momento da criação
do conceito. É uma nova postura em relação ao assunto que foi estudado, criar
uma nova ideia, rever antigos conceitos e descobrir uma nova forma de ver o
conceito anterior.
O ensino de Filosofia deve ser através de atividades investigativas
individuais e coletivas que organizem o oriente o debate filosófico, se tornado
dinâmico e participativo.
O professor deve ter a preocupação de não ser superficial e de dosar a
realização de todo o processo de ensino desenvolvido, desde a sensibilização
para o problema, passando pelo o estudo de textos filosóficos, até a
elaboração de conceitos, para que se efetive a reflexão filosófica.
AVALIAÇÃO
O critério de avaliação está dentro do processo da experiência
filosófica. Filosofia se aprender fazendo por isso é diagnóstica sua função
avaliativa. As avaliações devem ser de caráter, reflexivo que leve o aluno a
pensar não somente nas respostas, mas também nas perguntas que foram
formuladas. Seminários, debates, leitura de textos e pesquisas fazem parte da
avaliação. Ao avaliar o professor deve ter profundo respeito pelas posições do
estudante, mesmo que não concorde com elas, pois o que está em jogo é
capacidade dele de argumentar e de identificar os limites de suas posições,
assumindo uma nova postura mediante a formulação de seus próprios
conceitos, dinamizando sua visão de mundo como cidadão do universo.
A avaliação será realizada em função dos conteúdos, utilizando métodos
e instrumentos diversificados, coerentes com as concepções e finalidades
educativas expressas no projeto pedagógico da escola, sendo realizadas no
mínimo duas avaliações por conteúdo. A recuperação de estudos dar-se-á de
forma permanente e concomitantemente ao processo ensino aprendizagem.
REFERÊNCIAS
SOUZA, Sonia Maria Ribeiro de. Um outro olhar: Filosofia. São Paulo, FTD,
1995.
CABALLERO, Alexandre. A Filosofia através dos textos. São Paulo: Curtrix,
1988.
GAARDER, Jostein. O mundo de Sofia. Romance da História a filosofia São
Paulo: Cia. das Letras, 1995.
RUSSEL, Bertrand. História do Pensamento Ocidental. Rio de Janeiro: Ediouro,
2001.
ABBAGNANO, Nicola. Dicionário de Filosofia. São Paulo. Martins Fontes,
2000.
Livro Didático Público – Organização por professores do Paraná.
Site: www.diadiaeducacao.pr.gov.br
Biblioteca do professor.
DIRETRIZ CURRICULAR DA DISCIPLINA DE FÍSICA
APRESENTAÇÃO
Física incorporada à cultura e integrada como instrumento tecnológico
tornou-se indispensável à formação da cidadania contemporânea. É um
conhecimento que permite elaborar modelos de evolução cósmica, investiga os
mistérios do mundo sub-microscópio, das partículas que compõe a matéria, ao
mesmo tempo, que permite desenvolver novas fontes de energia e criar novos
materiais produtos e tecnologias.
Espera-se que o ensino de Física, no Curso Profissionalizante Técnico
em Informática, contribua para a formação de uma cultura científica efetiva que
permita ao indivíduo a interpretação dos fatos, fenômenos e processos naturais
situando e dimensionando a interação do ser humano com a natureza como
parte da própria natureza em transformação. Para tanto, é essencial que o
conhecimento físico seja explicitado como um processo histórico, objeto de
contínua transformação e associado com as outras formas de expressão e
produção humanas.
É necessário também que essa cultura em física inclua a compreensão
do conjunto de equipamentos e procedimentos técnicos ou tecnológicos do
cotidiano doméstico, social e profissional.
Ao propiciar esses conhecimentos, o aprendizado da Física promove a
articulação de toda uma visão de mundo, de uma compreensão dinâmica do
universo.
Nessa perspectiva, não se pode esquecer as necessidades do
enfrentamento dos Desafios Educacionais Contemporâneo: História e Cultura
Afro-Brasileira, Africana e Indígena conforme Lei nº11.645/08 – conteúdo:
Texto Informativo e discussão em grupo. – Enfrentamento a violência contra a
criança e o adolescente Lei 11.525/07 – conteúdo: Pesquisa e apresentação
dos dados coletados. – Educação Ambiental – Lei nº9.795/99, Dec.nº4.20l/02 –
conteúdo: Texto Informativo e apresentação dos tópicos abordados.
EMENTA
Conhecimento científico e espontâneo da natureza: Física, evolução
histórica, e contribuições para o mundo moderno, através da mecânica: o
movimento e suas leis; Energia; Formas, conservação e transformações;
Óptica; Eletromagnetismo; circuitos elétricos: Física moderna.
OBJETIVOS GERAIS
 Buscar uma maior integração entre o conteúdo científico e a prática
social e uma melhor compreensão dos assuntos ministrados, para que
ocorra modificação do indivíduo, dando-lhe a oportunidade de acumular
o conhecimento técnico científico.
 Ampliar os conhecimentos que possibilitem ao aluno condições de tomar
decisões, enquanto indivíduo e cidadão de acordo com sua faixa etária e
grupo social.
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES E BÁSICOS – 1ª SÉRIE
 INTRODUÇÃO:
 O que é física? Para que serve o estudo da física.
 Grandezas físicas e unidades.
 Algarismos significativos.
 Notação científica. – medidas de intervalos de tempo.
 Medidas de comprimento.
 DESCRIÇÃO DE MOVIMENTOS:
 MOVIMENTO UNIFORME:
 Função horária do MU
 Gráficos do movimento uniforme.
 MOVIMENTO UNIFORMEMENTE VARIADO:
 Funções horárias do MUV
 Equação de Torricelli.
 Gráficos do MUV.
 Propriedades dos gráficos horários.
 CINEMÁTICA VETORIAL:
 Grandezas escalares e vetoriais.
 Vetor deslocamento.
 Vetor velocidade.
 Vetor aceleração.
 MOVIMENTO CIRCULAR UNIFORME:
 Período e frequência do MCU
 Aceleração do MCU.
 Posição angular.
 Velocidade angular.
 Função horária angular do MCU
 LEIS DE NEWTON:
 Noção de força.
 Força resultante equilíbrio.
 Primeira lei de Newton ou princípio da inércia.
 Referencial inercial.
 Segunda lei de Newton ou princípio fundamental da dinâmica
(pfd).
 Peso e massa.
 Unidades.
 Terceira lei de Newton ou princípio da ação e reação.
Força de tração.
 ATRITO:
 Atrito estático e atrito dinâmico.
 Força de atrito máxima.
 Força de atrito dinâmico.
 DINÂMICA DOS MOVIMENTOS CURVILÍNEOS.
 Força resultante centrípeta.
 Componentes da força resultante.
 ENERGIA, TRABALHO E POTÊNCIA:
 Trabalho de uma força constante.
 Trabalho da força peso.
 Propriedades do gráfico fx d.
 Potência.
 CONSERVAÇÃO DA ENERGIA MECÂNICA:







Teorema da energia cinética.
Energia potencial.
Energia potencial gravitacional.
Energia potencial elástica.
Energia mecânica.
Sistema mecânico conservativo.
Força conservativa.
 CONSEVAÇÃO DA QUANTIDADE DE MOVIMENTO:
 Quantidade de movimento.
 Impulso de uma força.
 Princípio da conservação da quantidade de movimento.
 Colisões ou choques mecânicos.
 Colisão frontal.
 Coeficiente de restituição.
 Tipos de choques ou colisões.
 GRAVITAÇÃO UNIVERSAL:
 As leis de Kepler.
 A lei da gravitação universal.
 Os buracos negros.
 A formação do sistema solar.
 A teoria do big bang.
 FLUIDOSTÁTICA:







Densidade e massa específica.
Pressão e unidades de pressão.
Pressão em fluídos. -lei de Steven.
Vasos comunicantes.
Princípio de pascal.
Pressão atmosférica.
Empuxo e densidade.
 Princípio de Arquimedes.
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES E BÁSICOS - 2 ª SÉRIE
 TERMOLOGIA:
 Temperatura.
 Equilíbrio térmico.
 Medida da temperatura.
 Conversão de escalas termométricas.
 Escala kelvin.
 DILATAÇÃO TÉRMICA:
 Dilatação linear.
 Dilatação superficial e volumétrica.
 Lâmina bimetálica.
 Aplicações práticas da dilatação térmica. Dilatação dos líquidos.
 Dilatação anômala da água
 CALOR:
 Equilíbrio térmico.
 Propagação do calor.
 Trocas de calor.
 Cálculo da quantidade de calor sensível.
 Cálculo da quantidade de calor latente.
 TERMODINÂMICA:
 Modelo de um gás perfeito.
 Equação de Clapeyron.
 Transformações gasosas.
 Trabalho numa transformação gasosa.
 Trabalho numa transformação fechada (ciclo).
 Primeira lei da termodinâmica.
 Transformação adiabática.
 Segunda lei da termodinâmica.
 Ciclo de Carnot.
 A máquina térmica.
 A máquina frigorífica.
 A irreversibilidade dos processos naturais.
 Conceito de entropia. A morte térmica do universo.
 INTRODUÇÃO À ÓPTICA GEOMÉTRICA:
 Raio de luz e feixe de luz.
 Meios ópticos.
 Fontes de luz.
 Princípio da propagação retilínea da luz.
 Eclipses.
 Sombras.
 REFLEXÃO DA LUZ E ESPELHOS PLANOS:
 Leis da reflexão.
 Espelhos planos.
 Campo de um espelho plano.
 Associação de espelhos planos.
 ESPELHOS ESFÉRICOS:
 Definição e elementos do espelho esférico.
 Focos dos espelhos esféricos.
 Construção geométrica de imagens.
 Equações dos espelhos esféricos.
 REFRAÇÃO DA LUZ:
 Velocidade da luz.
 Cor da luz.
 Índice de refração.
 Leis da refração.
 Prisma e dispersão da luz.
 Ângulo limite e reflexão total.
 LENTES ESFÉRICAS E APLICAÇÕES
 Definição e classificação.
 Comportamento óptico das lentes.
 Lentes esféricas delgadas.
 Focos das lentes.
 Construção geométrica de imagens.
 Equações das lentes esféricas.
 Vergência.
 Aplicações das lentes esféricas.
 Correção dos defeitos de visão.
 ONDAS:
 O que é uma onda?
 Natureza das ondas.
 Dimensão das ondas.
 Ondas longitudinais e transversais.
 Ondas periódicas.
 Fenômenos ondulatórios.

NATUREZA DO SOM E DA LUZ:
 Ondas estacionárias.
 Ondas sonoras.
 Velocidade do som.
 Qualidades fisiológicas do som ondas luminosas.
 Luz visível.
 Difração da luz.
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES E BÁSICOS - 3ª SÉRIE
 ELETRICIDADE ESTÁTICA E CORRENTE ELÉTRICAA
ELETRICIDADE ESTÁTICA:
 As primeiras descobertas.
 As primeiras explicações.
 A eletrização por atrito.
 Eletrização por contato.
 Eletrização por indução.
 A carga elétrica elementar (e).
 A lei de Coulomb.
 O CAMPO ELÉTRICO:
 Conceito de campo elétrico e definição de vetor campo elétrico.
 Campo elétrico de uma carga elétrica pontual fixa.
 Campo elétrico de um condutor esférico.
 O campo elétrico uniforme.
 A TENSÃO ELÉTRICA:
 O conceito de tensão elétrica ou diferença de potencial (ddp).
 O potencial elétrico no campo de uma carga pontual.
 O potencial elétrico no campo de um condutor esférico eletrizado.
 O elétron-volt.
 A energia potencial elétrica.
 ELETRICIDADE ATMOSFÉRICA.
 O potencial elétrico da terra.
 Raio, relâmpago e trovão.
 A CORRENTE ELÉTRICA:
 O conceito de corrente elétrica.
 Corrente real e corrente convencional.
 Intensidade de corrente elétrica.
 ENERGIA E POTÊNCIA ELÉTRICA:
 Tensão elétrica, intensidade de corrente e potência elétrica.
 O EFEITO JOULE. RESISTORES:
 O conceito de resistência elétrica.
 O que são resistores. A lei de ohm.
 Circuitos elétricos. Componentes de um circuito, curto-circuito.
 ASSOCIAÇÕES DE RESISTORES:
 Associação em série.
 Associação de resistores em paralelo.
 Associação mista de resistores.
 GERADORES E RECEPTORES:
 O gerador. Força eletromotriz (fem).
 O receptor. Força contra-eletromotriz (fcem).
 Lei de Pouillet dos circuitos elétricos.
 CAPACITORES:
 Capacitor ou condensador.
 Capacidade ou capacitância elétrica do capacitor.
 Energia armazenada num capacitor.
 Capacitor num circuito elétrico.
 ELETROMAGNETISMO
 OS ÍMÃS:
 Os pólos de um ímã.
 Pólo norte e pólo sul de um ímã.
 Ações entre pólos de ímãs.
 Inseparabilidade dos pólos de um ímã.
Imãs permanentes e ímãs temporários.
 O CAMPO MAGNÉTICO DE UM ÍMÃ:
 As linhas de indução.
 O campo magnético terrestre.
 A imantação de uma barra de ferro.
 O CAMPO MAGNÉTICO DAS CORRENTES ELÉTRICAS:
 A regra da mão direita.
 Campo magnético de uma corrente retilínea.
 Campo magnético no centro de uma espira circular.
 Campo magnético no interior de uma bobina longa (solenóide).

 A campainha elétrica.
 FORÇA MAGNÉTICA.
 O fenômeno da indução eletromagnética.
 Aplicações da indução eletromagnética.
 ONDAS ELETROMAGNÉTICAS








AS EQUAÇÕES DE MAXWELL:
Lei de Gauss para a eletricidade.
Lei de Gauss para o magnetismo.
Lei de ampère generalizada.
Lei de Faraday.
Características das ondas eletromagnéticas.
A geração de ondas eletromagnéticas.
Interferência luminosa.
 FÍSICA MODERNA
 RELATIVIDADE ESPECIAL:
 A relatividade de Newton.
 A relatividade de Einstein.
 Energia relativista.
Noções de relatividade geral.
 FÍSICA QUÂNTICA
 A radiação dos corpos e a teoria quântica de Planck.
 Efeito fotoelétrico.
 A dualidade onda- partícula.
 O princípio da incerteza.
 FÍSICA NUCLEAR
 Radioatividade.
 Fissão e fusão nuclear.
 Lixo nuclear.
 Partículas fundamentais da matéria-antimatéria.

METODOLOGIA
A partir da experimentação, promover a construção e o desenvolvimento do
conhecimento espontâneo da natureza, através da utilização de simuladores
para o estudo da Física, como colisões entre corpos, velocidade e aceleração
de partículas, forças aplicadas sobe um corpo e de recursos computacionais
para montagem de gráficos.
AVALIAÇÃO
A avaliação na disciplina de Física deverá ser em função dos conteúdos
trabalhados, portanto deverá ser contínua e permanente orientando sempre a
prática docente e tendo como participantes ativos dela, professores e alunos.
Deverá fazer parte da avaliação na disciplina de Física registros e
observações das ações e discussões efetuadas durante os trabalhos
individuais e coletivos. Provas escritas, orais individuais e coletivas, relatos de
experiências em laboratório, descrevendo no contextoconhecimentos físicos de
forma adequada, pesquisas realizadas através de jornais, televisão e trabalhos
extraclasses.
A recuperação paralela se realizará quando os objetivos propostos não
forem atingidos, com a retomada dos conteúdos.
REFERÊNCIAS
ARRIBAS, S. D. Experiências de Física na Escola. Passo Fundo: Ed.
Universitária, 1996.
BEN-DOV, Y. Convite à Física. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1996.
BRAGA, M. [et al.] Newton e o triunfo do mecanicismo. São Paulo: Atual,
1999.
BERNSTEIN, J. As idéias de Einstein. São Paulo: Editora CultrixLtda, 1973.
CARUSO, F. ; ARAÚJO, R. M. X. de. A Física e a Geometrização do mundo:
Construindo uma cosmovisão científica. Rio de Janeiro: CBPF, 1998.
CHAVES, A. Física: Mecânica. v. 1. Rio de Janeiro: Reichmann e Affonso
Editores,2000.
CHAVES, A. Física-Sistemas complexos e outras fronteiras. Rio de Janeiro:
Reichmann& Affonso Editores, 2000.
CHAVES, A.; SHELLARD, R. C..Pensando o futuro: o desenvolvimento da
Física e sua inserção na vida social e econômica do país. São Paulo: SBF,
2005.
EISBERG, R.; RESNICK R.: Física Quântica. Rio de Janeiro:Editora Campus,
1979.
FIANÇA, A . C. C.; PINO, E. D.; SODRÉ, L.; JATENCO-PEREIRA, V.
Astronomia: Uma Visão Geral do Universo. São Paulo: Edusp, 2003.
GALILEI, G. O Ensaiador. São Paulo: Editora Nova Cultural, 2000.
GALILEI, G. Duas novas ciências. São Paulo: Ched, 1935.
GARDELLI, D. Concepções de Interação Física: Subsídios para uma
abordagem histórica do assunto no ensino médio. São Paulo, 2004.
Dissertação de Mestrado. USP
HALLIDAY, D.; RESNICK, R. WALKER, J. Fundamentos de Física. v. 2, 6 ed.
Rio de Janeiro: LTC, 2002.
JACKSON, J. D.; MACEDO, A. (Trad.) Eletrodinâmica Clássica. 2ª ed. Rio de
Janeiro: Guanabara, 1983.
KNELLER, G. F. A ciência como uma atividade humana. São Paulo: Zahar/
Edusp, 1980.
LOPES, J. L. Uma história da Física no Brasil. São Paulo: Editora Livraria da
Física, 2004.
MARTINS, R. Andrade. O Universo. Teorias sobre sua origem e evolução.
5ª ed. São Paulo: Moderna, 1997.
MARTINS, R. Andrade. Física e História: o papel da teoria da relatividade. In:
Ciência e Cultura 57 (3): 25-29, jul/set, 2005.
MENEZES, L. C. A matéria – Uma Aventura do Espírito: Fundamentos e
Fronteiras do Conhecimento Físico. São Paulo: Editora Livraria da Física, 2005.
NARDI, R. (org.). Pesquisas em ensino de Física. 3ª ed. São Paulo:
Escrituras, 2004.
NARDI, R. e ALMEIDA, M. J. P. M. Analogias, Leituras e Modelos no Ensino
de Ciência: a sala de aula em estudo. São Paulo: Escrituras, 2006.
NEVES, M. C. D.. A historia da ciência no ensino de Física. In: Revista Ciência
e Educação, 5(1), 1998, p. 73-81.
NEWTON, I.: Principia, Philosophiaenaturalis - principia mathematica. São
Paulo: Edusp, 1990.
OLIVEIRA FILHO, K, de S., SARAIVA, M. de F. O .Astronomia e Astrofísica.
São Paulo: Editora Livraria da Física, 2004.
PEDUZZI, S. S.; PEDUZZI, L. O. Q. Leis de Newton: uma forma de ensiná-las.
In: Caderno Catarinense de Ensino de Física, v. 5. n. 3, p. 142-161,
dezembro de 1998.
PIETROCOLA, M. Ensino de Física: Conteúdo, metodologia e epistemologia
em uma concepção integradora. Florianópolis: Editora da UFSC, 2005.
QUADROS, S.. A Termodinâmica e a invenção das máquinas térmicas. São
Paulo: Scipione, 1996.
RAMOS, E. M. de F; FERREIRA, N. C. O desafio lúdico como alternativa
metodológica para o ensino de física. In: In: Atas do X SNEF, 25-29/ janeiro
1993, p. 374-377.
REITZ, J. R.; MILFORD, F. J.; CHRISTY, R. W. Fundamentos da Teoria
Eletromagnética. Rio de Janeiro: Campus, 1982.
RESNICK, R.; ROBERT, R.Física Quântica. Rio de Janeiro: Campus, 1978.
RIVAL, M. Os grandes Experimentos Científicos. Rio de Janeiro: Jorge
Zahar Ed., 1997.
ROCHA, J. F. (Org.) Origens e evolução das idéias da Física. Salvador:
Edufra, 2002.
SAAD, F. D. Demonstrações em Ciências: explorando os fenômenos da
pressão do ar e dos líquidos através de experimentos simples. São Paulo:
Editora Livraria da Física, 2005.
SAAD, F. D. Análise do Projeto FAI - Uma proposta de um curso de Física
Auto- Instrutivo para o 2.º grau. In: HAMBURGER, E. W. (org.). Pesquisas
sobre o Ensino de Física. São Paulo: Ifusp, 1990.
SEARS, F. W.; SALINGER, G. L. Termodinâmica, Teoria Cinética e
Termodinâmica Estatística. Rio de Janeiro: Editora Guanabara, 1975.
SEARS, F.; ZEMANSKY, M. W.; YOUNG, H. D. Física: Eletricidade e
Magnetismo. 2ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 1984.
THUILLIER, P. De Arquimedes a Einstein: A face oculta da invenção
científica. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editores, 1994.
TIPLER, P. A. Física: Gravitação, Ondas e Termodinâmica. 3 ed. Rio de
Janeiro: Guanabara, 1995.
TIPLER, P. A.; MOSCA, G. Física: Mecânica, Oscilações e Ondas. v.1, 3ª ed.
Rio de Janeiro: LTC, 2006.
TIPLER, P. A.; MOSCA, G. Física: Eletricidade, Magnetismo e Óptica. v.2, 3ª
ed. Rio de Janeiro: LTC, 2006
TIPLER, P. A .e LLEWELLYN, R. A. Física Moderna. 3ª ed. Rio de Janeiro:
LTC, 2001.
VALADARES, E. de Campos. NEWTON A órbita da Terra em um copo
d’água. São Paulo: Odysseus, 2003.
VILLANI, Alberto. Filosofia da Ciência e ensino de Ciência: uma analogia. In:
Revista Ciência & Educação, v. 7, n. 2, 2001, p. 169-181.
WEINBERG, Steven. Sonhos de uma Teoria Final. Rio de Janeiro: Rocco,
1996.
WUO, W. O ensino da Física na perspectiva do livro didático. In:OLIVEIRA,
M. A. T. de: ZIN, S. L. B., MASSOT, A. E. Física por experimentos
demonstrativos. In: Atas do X SNEF, 25-29/ janeiro 1993, p. 708-711. 8-711.
DIRETRIZ CURRICULAR DA DISCIPLINA DE GEOGRAFIA
APRESENTAÇÃO
A Geografia como ciência interdisciplinar, tem assumido um papel muito
importante em uma época que as informações são transmitidas pelos meios de
comunicação com muita rapidez e em grande volume graças a revolução
tecnológica ocorridas, nas últimas décadas, nas áreas de comunicações,
aeroespacial, nos transportes, além de outras.
Nessa perspectiva, a Geografia busca implementar o saber científico
escolar como forma de compreender e entender que o espaço em que vivemos
vem sofrendo transformações aceleradas produzidas pela ação do homem.
São no espaço geográfico, que se realizam as manifestações da natureza e
das atividades humanas, onde essas ações provocam mudanças no espaço
físico, no campo moral e psicossocial, nas configurações espaciais, nas
técnicas, nos avanços científicos e em muitos outros setores da atividade
humana.
Ainda, nessa perspectiva, devemos demonstrar ao aluno que ele deve
se inserir nessa realidade buscando conhecimentos, de modo que ele se sinta
preparado para enfrentar essa nova realidade que se renova a cada dia. Outro
ponto importante é a forma em que esse aluno, que detém o conhecimento
aprendido possa se posicionar melhor no meio em que vive, e em função disso,
influir na mudança de uma realidade indesejável para uma realidade em que
todos os habitantes do espaço geográfico tenham a dignidade de viverem e
trabalharem condignamente e que em seus projetos de vida estejam incluídos
a paz, a felicidade a prosperidade econômica, dentro de uma ótica de
sustentabilidade ambiental, social e impregnados de valores éticos e morais.
Por isso, compreender a organização e as transformações sofridas por esse
espaço é essencial para formação do cidadão consciente e crítico dos
problemas do mundo em que vive. Por consequência, pensamos no aluno,
desse ramo da educação profissional, como um agente atuante e modificador
do espaço geográfico, dentro de uma proposta educacional que requer uma
aprendizagem tecnológica e ao mesmo tempo comprometimento social,
cultural, político, econômico e ambiental visando a construção de um mundo
mais ético e menos desigual.
Com esse objetivo, elaboramos essa proposta curricular de modo a dar
um direcionamento mais organizado das atividades a serem desenvolvidas
durante o ano, onde estão incluídos os Conteúdos Estruturantes, como - a
Dimensão Política, A Dimensão Sócio/ambiental, A Dimensão Demográfica e
Cultural e a Dimensão Econômica com seus respectivos desdobramentos que
deverão ser trabalhados atendendo assim as diretrizes curriculares. Além
disso, relaciona a proposta de ementa, os objetivos a serem alcançados, a
metodologia a ser empregada, além das formas e critérios de avaliação e a
bibliografia dos conteúdos propostos.
EMENTA:
Devemos dar destaque no ensino de geografia para esse curso, ações
em sala e para atividades extraclasse, dinâmicas de aulas que contemple:
As análises das novas configurações espaciais produzidas pelas novas
tecnologias de informação no espaço rural e no espaço urbano; As análises de
relações econômicas que ocorrem no espaço relativo às novas formas
empresariais e estatais no tocante ao Comércio entre países e entre blocos
econômicos no espaço mundial; As análises das relações de produção
sócio/histórica do espaço geográfico em seus aspectos econômicos, sociais,
políticos, culturais e demográficos; As análises das relações de poder que
determinam fronteiras que constroem e destroem parcelas do espaço
geográfico nos diferentes tempos históricos; As análises de questões
socioambientais a partir das transformações advindas no contexto social,
econômico, político e cultural;
As análises de cunho cultural referente a produção da cultura pelas
diferentes sociedades ao longo do tempo históricos nos diversos espaços
configurados; As análises demográficas referentes as mobilidades
populacionais ocorridas e que ainda ocorre no espaço geográfico mundial em
função da determinação do capital.
OBJETIVOS GERAIS
Essas ações provocam mudanças no espaço físico, no campo moral e
psicossocial, nas configurações espaciais, nas técnicas, nos avanços
científicos e em muitos outros setores da atividade humana. Nessa perspectiva
devemos demonstrar ao aluno que ele deve se inserir nessa realidade,
buscando conhecimentos sobre essa realidade de modo que ele se sinta
preparado para enfrentar essa nova realidade que se renova a cada dia.

Reconhecer o papel das tecnologias, da informação, da
comunicação e dos transportes na configuração de paisagens urbanas e
rurais e na estruturação da vida em sociedade;

Compreender que os avanços técnicos e tecnológicos e as
transformações socioculturais, são conquistas decorrentes de conflitos e
acordos, que ainda não são usufruídas por todos os seres humanos e,
dentro suas possibilidades, empenhar-se em democratizá-las.

Fazer leituras de imagens, de dados e de documentos
diferentes fontes de informação, de modo a interpretar, analisar e
relacionar informações sobre o espaço geográfico e as diferentes
paisagens;

Saber utilizar a linguagem cartográfica para obter informações e
representar a especialidade dos fenômenos geográficos.

CONTEÚDOS ESTRUTURANTES E BÁSICOS – 3ª SÉRIE
 DIMENSÃO ECONÔMICA
 Recursos Naturais – formação, exploração, matérias primas e
industrialização.
 Modos de Produção e formações sócio/espaciais;
 Formação dos blocos econômicos regionais;
 Distribuição espacial da indústria nas diversas escalas geográficas;
 Industrialização dos países pobres: diferenças tecnológicas e
econômicas
 Atividades agropecuárias e sua distribuição no espaço e novas
configurações no espaço agrário;
 DIMENSÃO POLÍTICA
 Regionalização do espaço mundial;
 Oposição Norte-Sul e aspectos econômicos da produção;
 Os atuais conceitos de Estado-Nação, país, fronteira, território e
lugar.
 Território urbano: territórios marginais e seus problemas (narcotráfico,
prostituição, sem-teto, etc.);
 DIMENSÃO SOCIO/AMBIENTAL
 Impactos sócio/ambientais produzidos no âmbito da industrialização e
da urbanização do espaço;
 Impactos socioambientais produzidos no âmbito da produção
agropecuária;
 Impactos sócio/ambientais produzidos no âmbito da exploração dos
recursos naturais.

CONTEÚDOS ESTRUTURANTES E BÁSICOS - 4ª SÉRIE
 DIMENSÃO ECONÔMICA

Revolução técnico-científico-informacional e o novo arranjo do
espaço da produção

Revolução tecnológica e seu impacto na produção, conhecimento e
controle do espaço geográfico: tecnologia da informação e a
perspectiva macro e micro dos territórios;
 Novas Tecnologias e alterações no espaço urbano;
 Mobilidade urbana e o transporte urbano.
 DIMENSÃO POLÍTICA
 Movimentos sociais e a reordenação do espaço urbano;
 Apropriação do espaço urbano e a distribuição desigual de serviços e
infraestrutura urbana.
 DIMENSÃO SOCIO/AMBIENTAL
 Obras de infra estruturais e seus impactos sobre o território e a vida
das populações;
 Áreas de risco ambiental – vales de encostas de morros, áreas de
mananciais de água potável, esgotos a céu aberto, áreas de restingas,
etc.
 DIMENSÃO CULTURAL E DEMOGRÁFICA
 Produção da cultura no espaço.
METODOLOGIA
Além da escrita no quadro negro e a explanação do conteúdo, deve-se
também lançar mão do uso de recursos áudio visuais nas salas de aula ou em
locais apropriados, para apresentação de seminários, filmes, programas de
reportagem, imagens em geral (fotografias, slides, ilustrações). Esses recursos
devem ser explorados visando uma problematização referente aos diversos
conteúdos geográficos que se queira ensinar. Também o professor deve
procurar sintonizar os conteúdos do portal dia-a-dia da educação, Folhas, TV
Paulo Freire, OAC, TV Escola e outros que julgar necessários, para orientação
de seu trabalho como professor de acordo com as DCEs para a sua disciplina
em questão.
Outro ponto a destacar é o uso do livro didático, que deve estar
presente no dia-a-dia do ensino. É preciso que ele seja encarado como ponto
de apoio para o estudo do aluno e não como guia mestre do desenvolvimento
do trabalho docente. Assim, o trabalho do professor deve-se pautar na
construção do conhecimento, isto é, deve-se pautar na observação e análise
da realidade tal qual esta se apresenta que é uma das intenções desta
proposta de ensino de geografia. Também é importante ter sempre a
preocupação de se considerar o nível de compreensão do aluno, respeitando
o seu saber, enquanto ponto de partida para a reflexão de suas próprias
experiências e de outras situações reais.
AVALIAÇÃO
No encaminhamento metodológico referente às formas de avaliação, o
professor deve usar também outros instrumentos de avaliação que contemple
as várias formas de expressão dos alunos, além das provas formais
(objetivas e subjetivas), como: avaliação dos trabalhos de pesquisa extraclasse, avaliação da apresentação de trabalhos na classe, avaliação das
tarefas determinadas pelo professor em classe e extraclasse, observação dos
alunos pelo professor, relatórios sobre determinadas visitas (aulas de campo),
avaliação da participação do aluno nas aulas, avaliação oral, leitura e
interpretação de textos e construção de gráficos e mapas.
A avaliação deve ser contínua e que priorize a qualidade e o processo
de ensino aprendizagem, ou seja, o desempenho do aluno ao longo do ano
letivo. Ela também deve ser formativa, em vez de só somativa. A avaliação
formativa deve-se ser diagnóstica e continuada, dando ênfase ao aprender.
Ela leva em conta os ritmos e processos diferenciados de aprendizagens dos
diversos alunos de uma classe.
Esse tipo de avaliação tem características de apontar as diferentes
dificuldades dos alunos. Nessa perspectiva, a ação do professor se faz
necessária para intervir pedagogicamente, a todo o momento. Assim alunos e
professores, interagem no sentido de uma melhor reflexão, onde o professor
possa descobrir novos métodos de ensino-aprendizagem que faça do
educando um aluno mais participativo e mais envolvido no processo ensinoaprendizagem.
Algumas considerações que devem ser levada em conta quando o
professor está avaliando o aluno. Se a avaliação tem uma perspectiva
construtivista, onde deve haver a contextualização, a parametrização
(indicação clara e precisa dos critérios de correção), a exploração da
capacidade de leitura e de escrita do aluno e a proposição de questões
operatórias (mais complexas e não apenas transitórias (mais simples).
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
CALLAI, H. C. A. A Geografia e a escola: muda a Geografia? Muda o ensino?
Terra Livre, São Paulo, n. 16, p. 133-152, 2001.
CASTROGIOVANNI, A. C. (org.) Geografia em sala de aula: práticas e
reflexões Porto Alegre: Ed. UFRS, 1999.
CAVALCANTI, L. de S. Geografia escola e construção do conhecimento.
Campinas: Papirus, 1999.
CHRISTOFOLETTI, A. (Org.) Perspectivas da Geografia. São Paulo: Difel,
1982.
P. C. da C. (Orgs.) Explorações geográficas. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil,
1997.
COSGROVE, D. E.; JACKSON, P. Novos Rumos da Geografia Cultural. In:
CORRÊA, R. L.; ROSENDAHL, Z. Introdução à Geografia Cultural. Rio de
Janeiro: Bertrand, Brasil, 2003.
CORRÊA, R. L. Região e organização espacial. São Paulo Ática, 1986.
COSTA, W. M. da.Geografia política e geopolítica: discurso sobre o território
e o poder. São Paulo: HUCITEC, 2002.
DAMIANI, A. L. Geografia política e novas territorialidades. In: PONTUSCHKA,
N. N.; OLIVEIRA, A. U. de, (Orgs.). Geografia em perspectiva: ensino e
pesquisa. São Paulo: Contexto, 2002.
GOMES, P. C. da C. Geografia e modernidade. Rio de Janeiro: Bertrand
Brasil, 1997. GOMES, P. C. da C. (Orgs.) Explorações geográficas. Rio de
Janeiro: Bertrand Brasil, 1997.
GONÇALVES, C. W. P. Os (des)caminhos do meio ambiente. São Paulo:
Contexto, 1999.
HAESBAERT, R. Territórios alternativos. Niterói: EdUFF; São Paulo :
Contexto, 2002.
MARTINS, C. R. K. O ensino de História no Paraná, na década de setenta: as
legislações e o pioneirismo do estado nas reformas educacionais. História e
ensino: Revista do Laboratório de Ensino de História/UEL. Londrina, n.8, p. 728, 2002.
MENDONÇA, F. Geografia sócio-ambiental. Terra Livre, nº 16, p. 113, 2001.
MOREIRA, R. O Círculo e a espiral: a crise paradigmática do mundo
moderno. Rio de Janeiro: Cooautor, 1993.
NIDELCOFF, M. T. A escola e a compreensão da realidade: ensaios sobre
a metodologia das Ciências Sociais. São Paulo: Brasiliense, 1986.
PEREIRA, R. M. F. do A. Da geografia que se ensina à gênese da geografia
moderna. Florianópolis: Ed. UFSC, 1989.
SIMIELLI, M. E. R. Cartografia no ensino fundamental e médio. In: CARLOS, A.
F. A.(Org.) A Geografia na sala de aula. São Paulo: Contexto, 1999.
SMALL, J. e WITHERICK, M. Dicionário de Geografia. Lisboa: Dom Quixote,
1992.
SOUZA, M. J. L. O território: sobre espaço e poder, autonomia e
desenvolvimento. In: CASTRO, I. E. et. al. (Orgs.). Geografia: conceitos e
temas. Rio de Janeiro:Bertrand, Brasil, 1995.
VESENTINI, José W. Geografia, natureza e sociedade. São Paulo: Contexto,
1997.
DIRETRIZ CURRICULAR DA DISCIPLINA DE HISTÓRIA
APRESENTAÇÃO
Estudar história é buscar o significado de estudos de processos históricos
relativos às ações e às relações humanas praticadas no tempo, bem como os
sentidos que os sujeitos deram às mesmas tendo ou não consciência dessas
ações. A História, vista desta forma, deixa de ser um conjunto de informações
sobre o passado e se torna um vasto campo de reflexão, sobre um processo
histórico que é muito rico, resultado do entrecruzamento de diferentes sujeitos
históricos que respondem de maneiras diferenciadas aos desafios de seu
tempo.
O ensino da História no Curso Profissionalizante de técnico em
Informática levará o aluno a compreender, que a história não é feita apenas
pelos grandes heróis, mas, é fundamentalmente realizada pelo homem comum,
for seu trabalho, sua criação, seus sonhos e lutas. A construção da cidadania
incorpora a noção de que cada indivíduo deve ser sujeito ativo e consciente
das transformações da sociedade em eu vive.
Nessa perspectiva, não se pode esquecer-se das necessidades do
enfrentamento dos Desafios Educacionais Contemporâneos (Educação
Ambiental, Educação Fiscal, Drogas e Sexualidade), que visam fortalecer o
individuo frente os obstáculos do dia-dia, bem como, o Ensino de Historia e
Cultura Afro brasileira, Africana e Indígena - Lei 11.645/08, que serão
abordados sempre que houver necessidade e a oportunidade, perante os
alunos.
EMENTA
Conceitos de história e de tempo; a construção histórica das
comunidades, sociedades e seus processos e trabalho no tempo, a formação
das culturas das civilizações e as relações entre as diversas sociedades e
culturas; A formação das culturas indígenas, africanas, asiáticas, europeias,
americanas do Pacífico; Transição do modo de produção feudal para o
capitalismo; os primórdios da História contemporânea.;Aspectos Sociais e
Econômicos do Brasil e a análise de fontes e sua historicidade.
OBJETIVOS GERAIS
 Buscar no passado na evolução total da humanidade, possíveis
respostas quanto a sua existência, origem, evolução e destino.
 Perceber o processo histórico na sua totalidade.
 Entender que o processo histórico e resultado de fatores econômicos,
sociais, políticos e culturais.
 Relacionar as estruturas econômicas e sociais das diferentes épocas
históricas.
 Desenvolver a capacidade de perceber as raízes históricas dos fatos
contemporâneos e as futuras perspectivas do nosso presente.
 Desenvolver a capacidade de interpretar e de criticar fatos e situações
reais da sua região, do país e do mundo.
 Desenvolver a capacidade de percepção de si mesmo como ser histórico
e a sua integração na sociedade.
 Buscar no passado, na evolução total da humanidade, possíveis
respostas para as indagações do homem quanto a sua existência,
origem evolução e destino.
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES E BÁSICOS – 2ª SÉRIE
 CONCEITOS DE HISTÓRIA E DE TEMPO
 Pré-História a História;
 Princípio da Humanidade;
 Ocupação da América.
 A CONSTRUÇÃO HISTÓRICA DAS COMUNIDADES E SOCIEDADES
E SEUS PROCESSOS E DE TRABALHO NO TEMPO
 Civilizações Antigas Orientais: O Egito, A Mesopotâmia, A Pérsia, os
Hebreus e os Fenícios;
 Antiguidade Clássica: A Grécia Antiga, Roma da Monarquia
aRepública;
 Europa Medieval;
 Crise do Modo de Produção Feudal;
 A FORMAÇÃO DO MUNDO MODERNO
 Centralização do poder;
 Renascimento e o humanismo.
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES E BÁSICOS – 3ª SÉRIE
 Europeus chegam a América;
 Reforma e Contra-Reforma;
 Antigo Regime;
 Muçulmanos, Chineses e europeus;
 A AMÉRICA PRÉ-COLOMBIANA:
 Sociedades da Mesoamérica;
 Povos do Sul: incas e tupis.
 A









AMÉRICA COLONIAL E AS GUERRAS EUROPÉIAS
Ocupação do Continente americano;
Colonização portuguesa na América;
O doce sabor do açúcar;
Os trabalhadores do açúcar;
Cultura afro-brasileira;
A Supremacia inglesa na Europa;
A colonização inglesa na América do Norte;
As cidades do ouro;
Sob a égide do Marques de Pombal.
 LIBERDADE, IGUALDADE, FRATERNIDADE






Revolução Industrial
Iluminismo
Independência das colônias da América Espanhola;
Rebeliões na América portuguesa;
Família real no Brasil;
Independência ou Morte.
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES E BÁSICOS – 4ª SÉRIE
 SOB O DOMÍNIO DO CAPITAL
 Liberalismo, nacionalismo e socialismo na Europa.
 Itália e Alemanha: a unificação tarde;
 Secessão nos Estados Unidos;
 Imperialismo;
 Brasil: O Estado nacional se organiza;
 Regência ao Segundo Reinado;
 Segundo Reinado e a Construção da ordem;
 Brasil República.
 O MUNDO EM GUERRA:
 Primeira Guerra Mundial;
 Revolução Russa;
 Brasil: A Política da República do “Café com leite”.
 República brasileira em Crise;
 Brasil de Vargas.
 CAPITALISMO X SOCIALISMO
 Descolonização da África e da Ásia;
 América latina;
 Os Estados Unidos;
 Brasil em tempos de democracia.
 RUMO AO TERCEIRO MILÊNIO
 Queda do Império Soviético;
 Mundo Globalizado;
 Mundo dividido: os países ricos;
 Mundo dividido: os países pobres;
 Brasil de hoje.
METODOLOGIA
Primeiramente deve-se localizar-se o acontecimento, processo ou sujeito
que se quer representar do ponto de vista da historiografia. Em segundo lugar,
delimitar o tema histórico em um período bem definido, demarcando
referências temporais fixas e estabelecer uma separação entre seu início e seu
final. E terceiro, os professores e alunos definem um espaço ou território de
observação do conteúdo tematizado. O que delimitar esta demarcação espaçotemporal e a historiografia específica escolhida e os documentos históricos
disponíveis.
No tratamento metodológico deve-se desenvolver a pesquisa, como ato
de investigação e reflexão. Analisar textos e fatos veiculados pelos meios de
comunicações. Estabelecer relações com o cotidiano do aluno.
A problematização fundamenta a explicação e a argumentação histórica.
A explicação é a busca das causas e origens de determinadas ações e
relações humanas e a argumentação e a resposta pra as problematizações
anteriormente formuladas. Assim os documentos permitem a criação de
conceitos sobre os passado, e o questionamento dos conceitos já construídos.
As imagens, livros, jornais, histórias em quadrinhos, fotografias, pinturas,
gravuras, museus, filmes, músicas, etc. São documentos que podem ser
transformados em didáticos de grande valia na constituição do conhecimento
histórico. Todos esses documentos podem ser utilizados de diferentes
maneiras em sala de aula: na elaboração de biografias exposição de objetos
sobre o passado que esteja no alcance do aluno, confecção de dossiê, etc.
E quanto os conteúdos, deverão ser ministrados com aulas expositivas
discussão em grupos, leituras e interpretação de textos, realização de
pesquisas, de debates relativos ao tema, explorando a compreensão crítica dos
mesmos, distinguindo dadosde informação e opinião: produções de trabalhos
de síntese interpretativa narrativa sobre fatos históricos e fontes de informação
utilizaram recursos tecnológicos, pesquisas e registros desenvolvendo
habilidades de manuseio de arquivos, entrevistas orais e escritas utilizando os
recursos de informática.
AVALIAÇÃO
Propõe-se, portanto uma avaliação diagnóstica, considerando-se os
conteúdos que permitem ao aluno alcançar o saber concreto sobre a visão dos
saberes acumulados, sem perder de vista que a função diagnóstica da
avaliação, é servir de parâmetro, como subsídio, como ponto de partida de todo
o processo ensino-aprendizagem.
BIBLIOGRAFIA
FIGUEIRA, Divalte Garcia. História. São Paulo. Ática, 2002.
SCHMIDT, Dora. História – Fazendo, Contanto e Narrando a História. São
Paulo.
SCHMIDT, Mario Furley. Nova história crítica: ensino médio: volume único. 1º
ed. São Paulo: Nova Geração, 2005.
PETTA, Nicolina Luiza de. Coleção base: história: uma abordagem integrada,
volume único – 1º Ed. São Paulo, Moderna, 1999.
PEDRO, Antônio. História Geral Compacto, 2º Grau – Ed. Atual, ampla e
renovada. São Paulo. FTD, 1995.
Referência Bibliográfica
Os Cursos Profissionalizantes Técnico de Informática utilizará os textos:
Orientações Curriculares.
DIRETRIZ CURRICULAR DA DISCIPLINA
DE PORTUGUESA E LITERATURA
APRESENTAÇÃO
Enquanto disciplina escolar o estudo da Língua Portuguesa tem adquirido
conceitos aprimorados ao longo dos anos tanto no objetivo bem como no que
diz respeito ao ensino-aprendizagem.
O educando tem se tornado um ser de autonomia intelectual e
pensamento crítico.
O processo da comunicação está associado ao contexto social vivida
pelos mesmos, os quais interagem num emaranhado de relações humanas no
seu cotidiano convivendo entre pessoas.
A Língua Materna é conhecimento primordial para favorecer em relações
de diversas modalidades de linguagem, para adquirirmos sentidos reais da
linguagem falada.
O estudo da Língua Portuguesa abrange três eixos: A leitura, a escrita e a
oralidade.
A Leitura compreende o contato do aluno com uma ampla variedade de
textos.
Os textos dentro da prática social devem ser amplos com linguagens
diferenciadas.
A mesma deve levar o aluno a ter uma atitude crítica sobre os sujeitos
presente dentro do contexto da leitura.
As atividades de leituras devem considerar a formação do leitor e isso
implica não só considerar diferentes leituras de mundo, diferentes experiências
de vida e finalmente diferentes leituras que a leve a dialogar com o texto.
Com relação à escrita deve levar em conta a relação pragmática entre o
uso e o aprendizado da língua tendo uma noção de escrita como formadora de
subjetividades.
Deve ser valorizada a experiência lingüística do estudante em situações
por eles, vivenciados e não apenas a ideal. A escrita é um eterno processo
inacabado valorizando assim o aprendizado de cada escrita e produtos, textual.
A oralidade é bastante complexa e através de trabalhos com as mesmas
são muito ricas e apontam diferentes caminhos. No que diz respeito à literatura
oral cabe considerar a potência dos textos literários como arte, produzindo a
necessidade de considerar, seus estatutos, sua dimensão estética e suas
forças políticas particulares.
EMENTA
Concepções teóricas e práticas da Língua Portuguesa. A oralidade e
leitura, a interpretação e a escrita como princípios norteadores do Ensino de
Língua Portuguesa. Concepções teóricas e práticas da Leitura Brasileira e
Portuguesa. Textos técnicos Metodologia científica. Uso da editoração
eletrônica e busca de textos em formato eletrônico.
OBJETIVOS GERAIS
 Desenvolver um trabalho em que o aluno possa comunicar-se com
clareza, emitir suas opiniões sobre a linguagem e seus usos no dia a
dia;
 Valorizar a interação na sociedade, buscando conhecimento prévio e
compreender os valores de nossa cultura;
 Despertar o interesse pela leitura e levá-lo à contextualização
tornando-se um aluno crítico e produtivo;
 Valorizar a literatura como meio de produzir leitores competentes
diante de quaisquer tipos de textos;
 Compreender e interpretar os variados tipos de textos imagéticos,
escritos e orais nas diferentes situações sociais;
 Elaborar textos coerentes, como roteiros, resumos, notas, índices e
outros.
CONTEÚDOS ESTRUTURANTESE BÁSICOS – 1ª SÉRIE
 ORALIDADE, LEITURA, ESCRITA, PRODUÇÃO TEXTUAL E
LITERATURA

ORALIDADE
A prática da análise linguística na oralidade.

Materialidade fônica dos textos poéticos

Reconhecimento das diferentes possibilidades de uso da língua

Recursos lingüísticos próprios da oralidade

As variedades lingüísticas e a adequação da linguagem ao contexto
de uso: diferentes registros, grau de formalidade, em relação à fala e à
escrita

Aspectos formais e estruturais do texto


LEITURA

Um texto fornece várias informações, conhecimentos, opiniões que,
uma vez socializados pela turma, favorecem a reflexão e ampliação de
sentido sobre o que foi lido. Assim, é importante que a leitura seja vista
em função de uma concepção interacionista de linguagem, segundo a
qual se busca formar leitores no âmbito escolar.

O professor deve propor infinidades de textos, a fim de desenvolver a
subjetividade e ampliando a visão de mundo do aluno, considerando sua
preferência e opinião ao selecioná-los.

Textos Literários: Canção, textos dramáticos, romance, crônica,
conto, poema.

Textos de narrativa gráfico-visual: Histórias em quadrinho, tiras,
cartum, gravuras, desenhos, fotografias, enfim obras de artes plásticas.

Textos de imprensa: Notícia, entrevista, textos informativos e de
opinião, classificados, anúncios, folhetos, entre outros.
A prática da análise linguística na leitura.

Organização do plano textual: conteúdo veiculado, possíveis
interlocutores, assunto, fonte, papéis sociais representados,
intencionalidade e valor estético.

Diferentes vozes presentes no texto.

Reconhecimento da importância dos elementos coesivos e
marcadores de discurso para a progressão textual, encadeamento das
idéias e para a coerência do texto, incluindo o estudo, a análise e a
importância contextual de conteúdos gramaticais na organização do
texto:

A importância e função das conjunções no conjunto do texto e seus
efeitos de sentido.

Expressividade dos nomes e função referencial no texto (
substantivos, adjetivos, advérbios ) e efeitos de sentido.
 PRODUÇÃO TEXTUAL

Textos Literários: Canção, textos dramáticos, poema, textos
narrativos, e etc.

Textos de narrativa gráfico-visual: Histórias em quadrinho

Textos de imprensa: Notícia, entrevista, textos informativos e de
opinião, classificados, anúncios, folhetos, entre outros.
A prática da análise lingüística na produção textual.

Conteúdos relacionados à norma padrão em função do
aprimoramento das práticas discursivas, tendo em vista o uso e o
princípio da regularidade: concordância verbal e nominal, regência
verbal e nominal, acentuação, crase, ortografia, pontuação, tempos
verbais.

Elementos de coesão e coerência na constituição textual, incluindo
os conteúdos relacionados aos aspectos semânticos e léxicos:
sinônimos, antônimos, polissemia, nominalizações e hiperonímia.

Elementos composicionais formais e estruturais dos diferentes
gêneros discursivos.
 ESCRITA

O exercício da escrita, da produção textual, deve levar em conta a
relação pragmática entre o uso e o aprendizado da língua, percebendo o
texto como elo de interação social e os gêneros como construções
coletivas. O que se sugere é a noção de uma escrita como formadora de
subjetividades.

Promover e valorizar a experiência lingüística do estudante em
situações específicas;

Produzir textos argumentativos, descritivos, de notícia, narrativos,
cartas ou memorandos, poemas, abaixo assinados, crônicas, textos de
humor, literários, informativos considerando uma determinada
circunstância;

Por meio da reestruturação textual aprimorar a competência da
escrita.

LITERATURA





O trabalho pedagógico tradicionalmente realizado com a Literatura no
Ensino Médio tem deixado de lado a formação do leitor ao não
valorizar a experiência real de leitura, de interação do estudante com
o texto literário.
Uma nova perspectiva de trabalho com o texto literário seria o que
poderíamos chamar de método rizomático. Recebe essa designação
por causa da analogia com o rizoma, espécie de raiz subterrânea que
se prolonga horizontalmente.
Um professor de Literatura, para operar na perspectiva rizomática,
será um contínuo leitor, capaz ele mesmo de selecionar os textos que
trabalhará com os seus alunos. Ele estabelecerá como critérios de
textos para a seleção desses textos, não a linearidade da
historiografia literária, nem a adaptabilidade do texto ou tema à
linguagem dos alunos, subestimando suas capacidades cognitivas,
nem levará em conta a facilidade do texto, mas, fundamentado no seu
percurso de leitura, levará aos estudantes textos com maior
possibilidades de relações dentro do rizoma.
O rizoma sugere um movimento que leva à libertação do pensamento
em relação à linha do tempo. Um método mais preocupado em fazer
mapas de leituras do que enfeixa-las em gavetas imobilizadas na
história.
O professor estimulará as conexões entre um ponto e outro, a serem
realizadas pelos alunos, e estabelecerá, ele mesmo suas conexões a
partir dos textos apresentados pelos alunos, produzidos por eles ou
não. Ao trabalhar com os textos selecionados por ele mesmo, o
professor estimulará as relações dos textos escolhidos com o
contexto presente.
CONTEÚDOSESTRUTURANTES E BÁSICOS – 2ª SÉRIE

ORALIDADE











Implica em conhecimentos relativos às variedades lingüísticas e às
diferentes construções da língua. Ser desenvolvidas atividades
sistemáticas de fala, escuta e reflexão sobre a língua que devem
acontecer no interior de atividades significativas.
Textos de imprensa:
Notícia, entrevista radiofônica e televisiva, debate e depoimento.
Textos de divulgação científica:
Exposição, debate, relato de experiência científica.
Textos da ordem do relatar:
Histórias em família, experiências vividas, diários, testemunhos,
autobiografia, notícia curta, etc.
Textos argumentativos:
Exposição e debate.
Textos instrucionais ou prescritivos:
Instruções, regras em geral, receitas, normas.







Exposição, debate, relato de experiência científica.
A prática da análise linguística na oralidade.
Materialidade fônica dos textos poéticos
Reconhecimento das diferentes possibilidades de uso da língua
Recursos lingüísticos próprios da oralidade
As variedades lingüísticas e a adequação da linguagem ao contexto
de uso: diferentes registros, grau de formalidade, em relação à fala e
à escrita
Aspectos formais e estruturais do texto
 LEITURA






Um texto fornece várias informações, conhecimentos, opiniões que,
uma vez socializados pela turma, favorecem a reflexão e ampliação
de sentido sobre o que foi lido. Assim, é importante que a leitura seja
vista em função de uma concepção interacionista de linguagem,
segundo a qual se busca formar leitores no âmbito escolar.
O professor deve propor infinidades de textos, a fim de desenvolver a
subjetividade e ampliando a visão de mundo do aluno, considerando
sua preferência e opinião ao selecioná-los.
Textos midiáticos: Textos publicitários, chats, e-mails, mensagens de
telefone.
Textos de divulgação científica: Verbetes de dicionário e
enciclopédia, relatos de experiência científica.
Textos da ordem do relatar: Histórias em família, experiências
vividas, diários, testemunhos, autobiografia, e etc.
Textos de imprensa: Notícia, entrevista, textos informativos e de
opinião, classificados, anúncios, folhetos, entre outros.
A prática da análise linguística na leitura.
 Organização do plano textual: conteúdo veiculado, possíveis
interlocutores, assunto, fonte, papéis sociais representados,
intencionalidade e valor estético.
 Diferentes vozes presentes no texto.
 Reconhecimento da importância dos elementos coesivos e
marcadores de discurso para a progressão textual, encadeamento
das idéias e para a coerência do texto, incluindo o estudo, a análise e
a importância contextual de conteúdos gramaticais na organização
do texto:
 Uso do artigo como recurso referencial e expressivo em função da
intencionalidade do conteúdo textual.
 Papel sintático e estilístico dos pronomes na organização, retomada
e sequenciação do texto.
 Valor sintático e estilístico dos tempos verbais em função dos
propósitos do texto, estilo composicional e natureza do gênero
discursivo.
 PRODUÇÃO TEXTUAL







Textos midiáticos: Textos publicitários, chats, e-mails, mensagens de
telefone
Textos de divulgação científica: Relatos de experiências científicas.
Textos da ordem do relatar: Histórias em família, experiências
vividas, diários, testemunhos, autobiografia, e etc.
A prática da análise lingüística na produção textual.
Conteúdos relacionados à norma padrão em função do
aprimoramento das práticas discursivas, tendo em vista o uso e o
princípio da regularidade: concordância verbal e nominal, regência
verbal e nominal, acentuação, crase, ortografia, pontuação, tempos
verbais.
Elementos de coesão e coerência na constituição textual, incluindo
os conteúdos relacionados aos aspectos semânticos e léxicos:
sinônimos, antônimos, polissemia, nominalizações e hiperonímia.
Elementos composicionais formais e estruturais dos diferentes
gêneros discursivos.
 ESCRITA




O exercício da escrita, da produção textual, deve levar em conta a
relação pragmática entre o uso e o aprendizado da língua,
percebendo o texto como elo de interação social e os gêneros como
construções coletivas. O que se sugere é a noção de uma escrita
como formadora de subjetividades.
Promover e valorizar a experiência lingüística do estudante em
situações específicas;
Produzir textos argumentativos, descritivos, de notícia, narrativos,
cartas ou memorandos, poemas, abaixo assinados, crônicas, textos
de humor, literários, informativos considerando uma determinada
circunstância;
Por meio da reestruturação textual aprimorar a competência da
escrita.
 LITERATURA



O trabalho pedagógico tradicionalmente realizado com a Literatura
no Ensino Médio tem deixado de lado a formação do leitor ao não
valorizar a experiência real de leitura, de interação do estudante com
o texto literário.
Uma nova perspectiva de trabalho com o texto literário seria o que
poderíamos chamar de método rizomático. Recebe essa designação
por causa da analogia com o rizoma, espécie de raiz subterrânea
que se prolonga horizontalmente.
Um professor de Literatura, para operar na perspectiva rizomática,
será um contínuo leitor, capaz ele mesmo de selecionar os textos
que trabalhará com os seus alunos. Ele estabelecerá como critérios
de textos para a seleção desses textos, não a linearidade da
historiografia literária, nem a adaptabilidade do texto ou tema à
linguagem dos alunos, subestimando suas capacidades cognitivas,


nem levará em conta a facilidade do texto, mas, fundamentado no
seu percurso de leitura, levará aos estudantes textos com maior
possibilidades de relações dentro do rizoma.
O rizoma sugere um movimento que leva à libertação do
pensamento em relação à linha do tempo. Um método mais
preocupado em fazer mapas de leituras do que enfeixa-las em
gavetas imobilizadas na história.
O professor estimulará as conexões entre um ponto e outro, a serem
realizadas pelos alunos, e estabelecerá, ele mesmo suas conexões a
partir dos textos apresentados pelos alunos, produzidos por eles ou
não. Ao trabalhar com os textos selecionados por ele mesmo, o
professor estimulará as relações dos textos escolhidos com o
contexto presente.

CONTEÚDOS ESTRUTURANTES E BÁSICOS – 3ª SÉRIE

ORALIDADE
 Implica em conhecimentos relativos às variedades lingüísticas e às
diferentes construções da língua. Ser desenvolvidas atividades
sistemáticas de fala, escuta e reflexão sobre a língua que devem
acontecer no interior de atividades significativas.
 Textos de imprensa:
 Notícia, entrevista radiofônica e televisiva, debate e depoimento.
 Textos de divulgação científica:
 Exposição, debate, relato de experiência científica.
 Textos da ordem do relatar:
 Histórias em família, experiências vividas, diários, testemunhos,
autobiografia, notícia curta, etc.
 Textos argumentativos:
 Exposição e debate.
 Textos instrucionais ou prescritivos:
 Instruções, regras em geral, receitas, normas.
 Exposição, debate, relato de experiência científica.
A prática da análise linguística na oralidade.
 Materialidade fônica dos textos poéticos
 Reconhecimento das diferentes possibilidades de uso da língua
 Recursos lingüísticos próprios da oralidade
 As variedades lingüísticas e a adequação da linguagem ao contexto
de uso: diferentes registros, grau de formalidade, em relação à fala e
à escrita
 Aspectos formais e estruturais do texto
 LEITURA
 Um texto fornece várias informações, conhecimentos, opiniões que,
uma vez socializados pela turma, favorecem a reflexão e ampliação
de sentido sobre o que foi lido. Assim, é importante que a leitura seja





vista em função de uma concepção interacionista de linguagem,
segundo a qual se busca formar leitores no âmbito escolar.
O professor deve propor infinidades de textos, a fim de desenvolver a
subjetividade e ampliando a visão de mundo do aluno, considerando
sua preferência e opinião ao selecioná-los.
Textos da ordem da correspondência: Cartas familiares,
correspondências comerciais, bilhetes, convites, e-mails comerciais
Textos argumentativos: Textos de opinião, editoriais, resenhas
Textos instrucionais ou prescritivos: Instruções, regras em geral,
receitas, normas, leis e estatutos.
Textos de imprensa: Notícia, entrevista, textos informativos e de
opinião, classificados, anúncios, folhetos, entre outros.
A prática da análise linguística na leitura.
 Organização do plano textual: conteúdo veiculado, possíveis
interlocutores, assunto, fonte, papéis sociais representados,
intencionalidade e valor estético.
 Diferentes vozes presentes no texto.
 Reconhecimento da importância dos elementos coesivos e
marcadores de discurso para a progressão textual, encadeamento
das idéias e para a coerência do texto, incluindo o estudo, a análise e
a importância contextual de conteúdos gramaticais na organização do
texto:
 Relações semânticas que as preposições e os numerais estabelecem
no texto.
 A pontuação como recurso sintático e estilístico em função dos efeitos
de sentido, entonação e ritmo, intenção, significação e objetivos do
texto.
 PRODUÇÃO TEXTUAL
 Textos da ordem da correspondência: Cartas familiares,
correspondências comerciais, bilhetes, convites e e-mails comerciais
 Textos argumentativos: Textos de opinião, carta do leitor
 Textos instrucionais ou prescritivos: Instruções e regras em geral,
receitas, normas, leis e estatutos.
A prática da análise lingüística na produção textual.
 Conteúdos relacionados à norma padrão em função do
aprimoramento das práticas discursivas, tendo em vista o uso e o
princípio da regularidade: concordância verbal e nominal, regência
verbal e nominal, acentuação, crase, ortografia, pontuação, tempos
verbais.
 Elementos de coesão e coerência na constituição textual, incluindo os
conteúdos relacionados aos aspectos semânticos e léxicos:
sinônimos, antônimos, polissemia, nominalizações e hiperonímia.
 Elementos composicionais formais e estruturais dos diferentes
gêneros discursivos.
 ESCRITA
 O exercício da escrita, da produção textual, deve levar em conta a
relação pragmática entre o uso e o aprendizado da língua,
percebendo o texto como elo de interação social e os gêneros como
construções coletivas. O que se sugere é a noção de uma escrita
como formadora de subjetividades.
 Promover e valorizar a experiência lingüística do estudante em
situações específicas;
 Produzir textos argumentativos, descritivos, de notícia, narrativos,
cartas ou memorandos, poemas, abaixo assinados, crônicas, textos
de humor, literários, informativos considerando uma determinada
circunstância;
 Por meio da reestruturação textual aprimorar a competência da
escrita.
 LITERATURA
 O trabalho pedagógico tradicionalmente realizado com a Literatura no
Ensino Médio tem deixado de lado a formação do leitor ao não
valorizar a experiência real de leitura, de interação do estudante com
o texto literário.
 Uma nova perspectiva de trabalho com o texto literário seria o que
poderíamos chamar de método rizomático. Recebe essa designação
por causa da analogia com o rizoma, espécie de raiz subterrânea que
se prolonga horizontalmente.
 Um professor de Literatura, para operar na perspectiva rizomática,
será um contínuo leitor, capaz ele mesmo de selecionar os textos que
trabalhará com os seus alunos. Ele estabelecerá como critérios de
textos para a seleção desses textos, não a linearidade da
historiografia literária, nem a adaptabilidade do texto ou tema à
linguagem dos alunos, subestimando suas capacidades cognitivas,
nem levará em conta a facilidade do texto, mas, fundamentado no seu
percurso de leitura, levará aos estudantes textos com maior
possibilidades de relações dentro do rizoma.
 O rizoma sugere um movimento que leva à libertação do pensamento
em relação à linha do tempo. Um método mais preocupado em fazer
mapas de leituras do que enfeixa-las em gavetas imobilizadas na
história.
 O professor estimulará as conexões entre um ponto e outro, a serem
realizadas pelos alunos, e estabelecerá, ele mesmo suas conexões a
partir dos textos apresentados pelos alunos, produzidos por eles ou
não. Ao trabalhar com os textos selecionados por ele mesmo, o
professor estimulará as relações dos textos escolhidos com o
contexto presente.
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES E BÁSICOS – 4ª SÉRIE

ORALIDADE














Implica em conhecimentos relativos às variedades lingüísticas e às
diferentes construções da língua. Ser desenvolvidas atividades
sistemáticas de fala, escuta e reflexão sobre a língua que devem
acontecer no interior de atividades significativas.
Textos de imprensa:
Notícia, entrevista radiofônica e televisiva, debate e depoimento.
Textos de divulgação científica:
Exposição, debate, relato de experiência científica.
Textos da ordem do relatar:
Histórias em família, experiências vividas, diários, testemunhos,
autobiografia, notícia curta, etc.
Textos argumentativos:
Exposição e debate.
Textos instrucionais ou prescritivos:
Técnica de resumo
Técnica de ampliação de textos
Instruções, regras em geral, receitas, normas.
Exposição, debate, relato de experiência científica.
A prática da análise linguística na oralidade.
 Materialidade fônica dos textos poéticos
 Reconhecimento das diferentes possibilidades de uso da língua
 Recursos lingüísticos próprios da oralidade
 As variedades lingüísticas e a adequação da linguagem ao contexto
de uso: diferentes registros, grau de formalidade, em relação à fala e
à escrita
 Aspectos formais e estruturais do texto

LITERATURA




O trabalho pedagógico tradicionalmente realizado com a Literatura
no Ensino Médio tem deixado de lado a formação do leitor ao não
valorizar a experiência real de leitura, de interação do estudante com
o texto literário.
Uma nova perspectiva de trabalho com o texto literário seria o que
poderíamos chamar de método rizomático. Recebe essa designação
por causa da analogia com o rizoma, espécie de raiz subterrânea
que se prolonga horizontalmente.
Um professor de Literatura, para operar na perspectiva rizomática,
será um contínuo leitor, capaz ele mesmo de selecionar os textos
que trabalhará com os seus alunos. Ele estabelecerá como critérios
de textos para a seleção desses textos, não a linearidade da
historiografia literária, nem a adaptabilidade do texto ou tema à
linguagem dos alunos, subestimando suas capacidades cognitivas,
nem levará em conta a facilidade do texto, mas, fundamentado no
seu percurso de leitura, levará aos estudantes textos com maior
possibilidades de relações dentro do rizoma.
O rizoma sugere um movimento que leva à libertação do
pensamento em relação à linha do tempo. Um método mais












preocupado em fazer mapas de leituras do que enfeixa-las em
gavetas imobilizadas na história.
O professor estimulará as conexões entre um ponto e outro, a serem
realizadas pelos alunos, e estabelecerá, ele mesmo suas conexões
a partir dos textos apresentados pelos alunos, produzidos por eles
ou não. Ao trabalhar com os textos selecionados por ele mesmo, o
professor estimulará as relações dos textos escolhidos com o
contexto presente.
O trabalho pedagógico tradicionalmente realizado com a Literatura
no Ensino Médio tem deixado de lado a formação do leitor ao não
valorizar a experiência real de leitura, de interação do estudante com
o texto literário.
Uma nova perspectiva de trabalho com o texto literário seria o que
poderíamos chamar de método rizomático. Recebe essa designação
por causa da analogia com o rizoma, espécie de raiz subterrânea
que se prolonga horizontalmente.
Um professor de Literatura, para operar na perspectiva rizomática,
será um contínuo leitor, capaz ele mesmo de selecionar os textos
que trabalhará com os seus alunos. Ele estabelecerá como critérios
de textos para a seleção desses textos, não a linearidade da
historiografia literária, nem a adaptabilidade do texto ou tema à
linguagem dos alunos, subestimando suas capacidades cognitivas,
nem levará em conta a facilidade do texto, mas, fundamentado no
seu percurso de leitura, levará aos estudantes textos com maior
possibilidades de relações dentro do rizoma.
O rizoma sugere um movimento que leva à libertação do
pensamento em relação à linha do tempo. Um método mais
preocupado em fazer mapas de leituras do que enfeixa-las em
gavetas imobilizadas na história.
O professor estimulará as conexões entre um ponto e outro, a serem
realizadas pelos alunos, e estabelecerá, ele mesmo suas conexões
a partir dos textos apresentados pelos alunos, produzidos por eles
ou não. Ao trabalhar com os textos selecionados por ele mesmo, o
professor estimulará as relações dos textos escolhidos com o
contexto presente.
Um texto fornece várias informações, conhecimentos, opiniões que,
uma vez socializados pela turma, favorecem a reflexão e ampliação
de sentido sobre o que foi lido. Assim, é importante que a leitura seja
vista em função de uma concepção interacionista de linguagem,
segundo a qual se busca formar leitores no âmbito escolar.
O professor deve propor infinidades de textos, a fim de desenvolver a
subjetividade e ampliando a visão de mundo do aluno, considerando
sua preferência e opinião ao selecioná-los.
Textos da ordem da correspondência: Cartas familiares,
correspondências comerciais, bilhetes, convites, e-mails comerciais
Textos argumentativos: Textos de opinião, editoriais, resenhas
Textos instrucionais ou prescritivos: Instruções, regras em geral,
receitas, normas, leis e estatutos.
Textos de imprensa: Notícia, entrevista, textos informativos e de
opinião, classificados, anúncios, folhetos, entre outros.


Textos midiáticos: Textos publicitários, chats, e-mails, mensagens de
telefone.
Textos de divulgação científica: Verbetes de dicionário e
enciclopédia, relatos de experiência científica.
A prática da análise linguística na leitura.

Organização do plano textual: conteúdo veiculado, possíveis
interlocutores, assunto, fonte, papéis sociais representados,
intencionalidade e valor estético.

Diferentes vozes presentes no texto.

Reconhecimento da importância dos elementos coesivos e
marcadores de discurso para a progressão textual, encadeamento
das idéias e para a coerência do texto, incluindo o estudo, a análise
e a importância contextual de conteúdos gramaticais na organização
do texto:

Relações semânticas que as preposições e os numerais
estabelecem no texto.

A pontuação como recurso sintático e estilístico em função dos
efeitos de sentido, entonação e ritmo, intenção, significação e
objetivos do texto.

PRODUÇÃO TEXTUAL





Textos da ordem da correspondência: Cartas familiares,
correspondências comerciais, bilhetes, convites e e-mails comerciais
Textos argumentativos: Textos de opinião, carta do leitor
Textos instrucionais ou prescritivos: Instruções e regras em geral,
receitas, normas, leis e estatutos.
Resumos
Monografia
A prática da análise lingüística na produção textual.

Conteúdos relacionados à norma padrão em função do
aprimoramento das práticas discursivas, tendo em vista o uso e o
princípio da regularidade: concordância verbal e nominal, regência
verbal e nominal, acentuação, crase, ortografia, pontuação, tempos
verbais.

Elementos de coesão e coerência na constituição textual, incluindo
os conteúdos relacionados aos aspectos semânticos e léxicos:
sinônimos, antônimos, polissemia, nominalizações e hiperonímia.

Elementos composicionais formais e estruturais dos diferentes
gêneros discursivos.

ESCRITA

O exercício da escrita, da produção textual, deve levar em conta a
relação pragmática entre o uso e o aprendizado da língua,
percebendo o texto como elo de interação social e os gêneros como
construções coletivas. O que se sugere é a noção de uma escrita
como formadora de subjetividades.




Promover e valorizar a experiência lingüística do estudante em
situações específicas;
Produzir textos argumentativos, descritivos, de notícia, narrativos,
cartas ou memorandos, poemas, abaixo assinados, crônicas, textos
de humor, literários, informativos considerando uma determinada
circunstância;
Por meio da reestruturação textual aprimorar a competência da
escrita.
LITERATURA





O trabalho pedagógico tradicionalmente realizado com a Literatura
no Ensino Médio tem deixado de lado a formação do leitor ao não
valorizar a experiência real de leitura, de interação do estudante com
o texto literário.
Uma nova perspectiva de trabalho com o texto literário seria o que
poderíamos chamar de método rizomático. Recebe essa designação
por causa da analogia com o rizoma, espécie de raiz subterrânea
que se prolonga horizontalmente.
Um professor de Literatura, para operar na perspectiva rizomática,
será um contínuo leitor, capaz ele mesmo de selecionar os textos
que trabalhará com os seus alunos. Ele estabelecerá como critérios
de textos para a seleção desses textos, não a linearidade da
historiografia literária, nem a adaptabilidade do texto ou tema à
linguagem dos alunos, subestimando suas capacidades cognitivas,
nem levará em conta a facilidade do texto, mas, fundamentado no
seu percurso de leitura, levará aos estudantes textos com maior
possibilidades de relações dentro do rizoma.
O rizoma sugere um movimento que leva à libertação do
pensamento em relação à linha do tempo. Um método mais
preocupado em fazer mapas de leituras do que enfeixa-las em
gavetas imobilizadas na história.
O professor estimulará as conexões entre um ponto e outro, a serem
realizadas pelos alunos, e estabelecerá, ele mesmo suas conexões
a partir dos textos apresentados pelos alunos, produzidos por eles
ou não. Ao trabalhar com os textos selecionados por ele mesmo, o
professor estimulará as relações dos textos escolhidos com o
contexto presente.
METODOLOGIA
A disciplina de Língua Portuguesa/Literatura deve ser orientada por
práticas de oralidade, leitura, e escrita, vivenciando experiências com a língua
em uso, concretizadas em atividades de leitura, produção de textos orais,
visuais, escritos e reflexões com e sobre a língua, norteada por uma concepção
teórica que vê a língua em permanente constituição na interação entre sujeitos
histórica e socialmente situados.
Oralidade
Desenvolver e aprimorar habilidades de falar e ouvir:

Promover debates sobre temas estudados;

Desenvolver seminários, em que ocorra discussões e reflexões de
vários ângulos sobre a obra estudada;

Uso do discurso adequado a cada situação, por isso simular
situações em que o aluno possa diferenciar o tipo de linguagem a ser
usada;

Depoimentos de situações marcantes e vivenciada pelo aluno;

Realizar entrevistas com cidadãos de diferentes contextos;

Analisar entrevistas de TV e rádio, observando as diferenças do
discurso;

Oportunizar momentos em que os alunos possam expor idéias e
opiniões sobre diferentes temas.
Leitura
As atividades de leitura devem considerar a formação do leitor e isso
implica não só considerar diferentes leituras de mundo, diferentes experiências
de vida e, conseqüentemente, diferentes leituras; mas também o diálogo dos
estudantes com o texto (e não sobre o texto, dirigido pelo professor).
 Promover a leitura de obras literárias, em sua integralidade e não
através de meros resumos ou trechos, ler também textos visuais
como fotos, outdoors, propagandas, imagens digitais e virtuais,
figuras e gravuras clássicas e contemporâneas;
 Desenvolver o multiletramento no que diz respeito aos textos
midiáticos ( emissões via TV, rádio e computadores);
 Interpretar não só buscando desvendar um possível mistério do
texto, mas também o mistério que há no leitor;
 Oportunizar por meio do ato de ler a ampliação da visão de mundo
do estudante, fazendo com que ele recorde seus sonhos, suas
opiniões, assim convocando-o ao ato de pensar.
Escrita
O exercício da escrita, da produção textual, deve levar em conta a relação
pragmática entre o uso e o aprendizado da língua, percebendo o texto como
elo de interação social e os gêneros como construções coletivas. O que se
sugere é a noção de uma escrita como formadora de subjetividades.
 Promover e valorizar a experiência lingüística do estudante em
situações específicas;
 Produzir textos argumentativos, descritivos, de notícia, narrativos,
cartas ou memorandos, poemas, abaixo assinados, crônicas, textos
de humor, literários, informativos considerando uma determinada
circunstância;
 Por meio da reestruturação textual aprimorar a competência da
escrita.
Literatura
O trabalho pedagógica tradicionalmente realizado com a Literatura no
Ensino Médio tem deixado de lado a formação do leitor ao não valorizar a
experiência real de leitura, de interação do estudante com o texto literário.
Uma nova perspectiva de trabalho com o texto literário seria o que
poderíamos chamar de método rizomático. Recebe essa designação por causa
da analogia com o rizoma, espécie de raiz subterrânea que se prolonga
horizontalmente.
Um professor de Literatura, para operar na perspectiva rizomática, será um
contínuo leitor, capaz ele mesmo de selecionar os textos que trabalhará com os
seus alunos. Ele estabelecerá, como critérios de textos para a seleção desses
textos, não a linearidade da historiografia literária, nem a adaptabilidade do
texto ou tema à linguagem dos alunos, subestimando suas capacidades
cognitivas, nem levará em conta a facilidade do texto, mas, fundamentado no
seu percurso de leitura, levará aos estudantes textos com maior possibilidades
de relações dentro do rizoma.
O rizoma sugere um movimento que leva à libertação do pensamento em
relação à linha do tempo. Um método mais preocupado em fazer mapas de
leituras do que enfeixa-las em gavetas imobilizadas na história.
O professor estimulará as conexões entre um ponto e outro, a serem
realizadas pelos alunos, e estabelecerá, ele mesmo suas conexões a partir dos
textos apresentados pelos alunos, produzidos por eles ou não. Ao trabalhar
com os textos selecionados por ele mesmo, o professor estimulará as relações
dos textos escolhidos com o contexto presente.
AVALIAÇÃO
Leitura:
A oralidade será avaliada, primeiramente, em função da adequação do
discurso, texto aos diferentes interlocutores e situações. Num seminário, num
debate, numa troca informal de idéias, numa entrevista, numa contação de
história, e isso devem ser considerado numa análise da produção oral dos
estudantes.
A avaliação da leitura deve considerar as estratégias que os estudantes
empregaram no decorrer da Leitura, a compreensão do texto lido, o sentido
construído para o texto, sua reflexões e sua resposta ao texto, considerando as
diferenças de leituras de mundo e repertório dos alunos.
Escrita:
O texto escrito será determinado pela própria produção do aluno, e por
outros textos onde os aspectos textuais e gramaticais possam ser
evidenciados.
O posicionamento do aluno como avaliador de seus textos orais e
escritos é essencial para que ele adquira autonomia.
A avaliação formativa, na sua condição de contínua e diagnóstica, será
utilizada considerando ritmos e processos de aprendizagens diferentes do
estudante, possibilitando que a intervenção pedagógica aconteça a tempo,
informando os sujeitos do processo, ajudando-os a refletirem e tomarem
decisões.
BIBLIOGRAFIA
Série: Novo Ensino Médio: Volume único. Português: Maia: Editora Ática.
Gramática e literatura. Língua, Literatura e Redação. Literatura: textos e
técnicas.
Antônio de Siqueira e Silva F. Rafael Bertolin – Curso completo de Português
(Coleção Horizontes).
Beth Gruffi, Gramática, Editora Moderna.
Douglas Tufano, Estudos de Língua e Literatura, Editora Moderna.
FARACO & MOURA – volume único.
FARACO, Carlos Alberto – Português Língua e Cultura.
G. Mattos L. L. Megale – 2º Grau completo. Literatura – Língua – Redação
(Editora FTD).
Maria Luiza Abaune – Marcelo Nogueira, Pontara, Fátima Fadel – Língua e
Literatura (Editora Moderna).
REFERÊNCIAS
Governo do Estado do Paraná. Secretaria de Estado da Educação.
Superintendência da Educação. Diretrizes Curriculares de Língua
Portuguesa Para o Ensino Médio. Versão Preliminar Julho 2006.
Paraná Secretaria de Estado da Educação. Currículo básico para a escola
pública do estado do Paraná. 3º Ed. Curitiba, 1997.
DIRETRIZ CURRICULAR DA DISCIPLINA DE MATEMÁTICA
APRESENTAÇÃO
A escola do passado era uma escola para poucos, de elite, em que a
Matemática atuava como filtro, permitindo a promoção apenas dos que tinham
aptidões especiais ou auxílio particular. Atualmente pretende-se uma escola
para todos, onde aprendam, visando formar o cidadão brasileiro do século XXI.
Nessa escola é preciso que se ensine: a matemática indispensável para
cidadania e a vida na sociedade moderna e ainda aquela que desenvolve o
raciocínio quantitativo, geométrico e lógico, educa o espírito e enriquece a
formação de cada indivíduo.
Hoje sabemos que a aprendizagem não ocorre apenas quando se
apresenta um conteúdo de forma organizada, nem mesmo quando os alunos
repetem os modelos estudados. Ela somente se completa pela reflexão do
aluno em face das várias situações que envolvem uma mesma ideia. Aprender
com compreensão é mais do que dar resposta certa a um determinado desafio
semelhante a outros já vistos; é poder construir o maior número possível de
relações entre os diferentes significados da ideia investigada; é predispor-se a
enfrentar situações novas, estabelecendo conexões entre o novo; e mais ainda,
é saber criar e transformar o que já se conhece. Só assim, podemos garantir
que houve aprendizagem, que esse aluno de fato, é proprietário do
conhecimento que ele controla com a necessária autonomia.
Com o estudo da Matemática devemos buscar a harmonia entre o papel
da Matemática como instrumento para compreensão, a investigação, a interrelação com o ambiente, e seu papel de agente de modificações no individuo,
provocando mais que o simples acúmulo de conhecimento técnico, o progresso
do discernimento político.
Nessa perspectiva, não se pode esquecer-se das necessidades do
enfrentamento dos Desafios Educacionais Contemporâneos (Educação
Ambiental, Educação Fiscal, Drogas e Sexualidade), que visam fortalecer o
individuo frente os obstáculos do dia-dia, bem como, o Ensino de Historia e
Cultura Afro brasileira, Africana e Indígena - Lei 11.645/08, que serão
abordados sempre que houver necessidade e a oportunidade, perante os
alunos.
EMENTA:
Números e Álgebra, Geometrias, Funções e Tratamento de Informação,
e as relações existentes entre os campos de estudo da disciplina de
Matemática.
OBJETIVOS GERAIS
 Contribuir para a integração do aluno na sociedade em que vive,
proporcionando-lhe conhecimentos básicos de teoria e prática da
Matemática.
 Estimular a curiosidade, o interesse e a criatividade do aluno, para que
ele explore novas ideias e descubra novos caminhos na aplicação dos
conceitos adquiridos e na resolução de problemas.
 Desenvolver o nível cultural do aluno, contribuindo para um melhor e
mais rápido aprendizado em qualquer outra matéria.
 Desenvolver no aluno hábitos de estudo, rigor, precisão, ordem,
clareza, iniciativa, raciocínio, perseverança, responsabilidade,
cooperação, crítica, discussão e uso correto da linguagem.
 Desenvolver no aluno a capacidade de classificar, seriar, relacionar,
reunir, representar, analisar, sintetizar, conceituar, deduzir, provar e
julgar.
 Possibilitar ao aluno o reconhecimento da inter-relação entre vários os
campos da Matemática e desta com as outras áreas.
 Desenvolver no aluno o uso do pensamento, a capacidade de elaborar
hipóteses, descobrir soluções, estabelecer relações e tirar conclusões.
 Proporcionar ao aluno atividades lúdicas e desafiadoras, incentivando o
gosto pela Matemática e o desenvolvimento do raciocínio.
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES E BÁSICOS – 1ª SÉRIE
 NÚMEROS E ÁLGEBRA:
 Cálculo Visual;
 Planilha eletrônica;
 Internet;
 GEOMETRIA:
 Computação Gráfica;
 Internet;
 Planilha eletrônica;
 Softwares de geometria;
 Power Point;
 Produção de gráficos;
 Gráfico tipo 3D;
 Estatística (freqüência, análise de gráficos e tabelas);
 FUNÇÕES E TRATAMENTO DE INFORMAÇÃO:
 Pesquisa on-line de estatística
 Matemática Financeira;
 Porcentagem;
 Juros simples e juros compostos’
 Conjuntos numéricos (representação, operações e tipos de
conjuntos);
 Intervalos numéricos;
 Função afim (conceito, domínio imagem e contra domínio);
 Plano cartesiano;
 Gráficos
 Função constante;
 Função modular;
 Função quadrática (conceito, domínio, imagem, zeros da função,
vértices, estudo do sinal, estudo do gráfico, ponto máximo e ponto
mínimo);
 Função exponencial (rever potenciação e propriedade), gráficos,
equações exponenciais e inequações.
 Seqüências numéricas:
 Progressão aritmética (termo geral, representação, soma e
interpolação);
 Progressão geométrica (termo geral, representação, soma finita e
infinita e interpolação);
 Trigonometria: do triângulo retângulo,o circulo trigonométrico;
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES E BÁSICOS – 2ª SÉRIE
 NÚMEROS E ÁLGEBRA:
 Cálculo Visual;
 Planilha eletrônica;
 Internet;
 GEOMETRIA:
 Computação Gráfica;
 Internet;
 Planilha eletrônica;
 Softwares de geometria;
 Power Point;
 Produção de gráficos;
 Gráfico tipo 3D;
 SEQÜÊNCIA NUMÉRICA:
 Matrizes (definição, representação algébrica, tipos, operações);
 Determinantes (matriz quadrada de 2ª e 3ª ordem, regra de Sarrus,
matrizes quadradas menores);
 Sistemas Lineares (definição, expressão matricial e classificação);
 Análise Combinatória (definição, fatorial, principio de contagem);
 Arranjos;
 Permutações;
 Combinações;
 Binômio de Newton (números binomiais, triângulo dePascal, termo
geral);
 Polinômios;
 Probabilidades;
 Números complexos;
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES E BÁSICOS – 3ª SÉRIE
 NÚMEROS E ÁLGEBRA:
 Cálculo Visual;
 Planilha eletrônica;
 Internet;
 GEOMETRIA:
 Computação Gráfica;
 Internet;
 Planilha eletrônica;




Softwares de geometria;
Power Point;
Produção de gráficos;
Gráfico tipo 3D;
 FUNÇÕES E TRATAMENTO DE INFORMAÇÃO:
 Pesquisa on-line de estatística
 GEOMETRIA ANALÍTICA:
 Distância entre dois pontos;
 Distância entre ponto e reta;
 Equação da reta;
 Condição de paralelismo e perpendicularismo;
 Equação da circunferência;
 Geometria Plana (Rever polígonos, perímetros e áreas);
 Geometria Espacial (poliedros, relação de Euler, prismas, pirâmides,
cilindros, cones e esfera)
METODOLOGIA
A metodologia aplicada tem como objetivo abordar os conteúdos
estruturantes e conteúdos específicos priorizando relações e interdependências
que enriquecem os processos da aprendizagem em Matemática pelo
educando, para tanto, atendendo a organização dos conteúdos curriculares
com a perspectiva de um trabalho docente que promova um enriquecimento se
deus conhecimentos previamente adquiridos.
Essa abordagem tem como pressuposto que o ensino e a aprendizagem
da Matemática pode ser potencializado quando se problematizam situações do
cotidiano. Sendo assim a introdução dos conteúdos será feita a partis de
situações-problema desafiadores presentes no cotidiano dos alunos, da escola
e nas diferentes oportunidades e dificuldades observadas e vividas pela
sociedade.
O desenvolvimento dos conteúdos ocorrerá por meio da resolução de
problemas que tornam as aulas de Matemática mais dinâmicas,
questionamentos e exposição oral feitos pelo professor, desenvolvimento de
atividades escritas individuais e em grupo, confecção e manuseio de materiais
didáticos, troca de ideias e debates.
AVALIAÇÃO
De acordo com D’ Ambrósio, a “avaliação deve ser uma orientação para o
professor na condução de sua prática docente e jamais um instrumento para
reprovar ou reter alunos na construção de seus esquemas de conhecimento
teórico e prático. Selecionar, classificar, filtrar, reprovar e aprovar indivíduos
para isto ou aquilo não são missão de educador” (2001, p. 78), sendo assim a
avaliação será diagnóstica, contínua, paralela e cumulativa, desenvolvida
através de: avaliações em grupo,trabalhos envolvendo leitura e interpretações
de situações problema, resoluções de problemas encontrados em jornais e
revistas, pesquisas de notícias que deem origem a questões matemáticas,
elaborações de problemas a partir de notícias e dados de jornais revistas,
valorização do que foi produzido no sentido de estimular os alunos a buscarem
as melhores soluções para a resolução de situações-problemas e o
desenvolvimento de novos comportamentos no sentido de mostrar para os
alunos que a avaliação não se resume apenas na atribuição de notas.
O replanejamento a partir de diagnóstico realizado e que revela aos
professores sobre quantos e quais alunos estão conseguindo avançar no
conhecimento e onde estão concentradas as dificuldades dos que não estão
aprendendo.
BIBLIOGRAFIA
GIOVANNI, J. R.; BONJORNO, J. R.; GIOVANNI JR, J.R. Matemática
Completa, FTD, São Paulo, 2004.
GUELLI, O. Matemática, Série Brasil, São Paulo, Ática, 2003.
GUELLI, O. Contando a história da Matemática, São Paulo, Ática, 1993.
LONGEN, A. Coleção Nova Didática: Matemática – Ensino Médio, Editora
Positivo, Curituba 2004.
IMENES, Luiz Marcio Pereira, Matemática, Scipione, São Paulo, 1997.
IMENES, Luiz Marcio Pereira, Vivendo a Matemática, Scipione, São Paulo,
1989.
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
Secretaria de Estado da Educação. Superintendência da Educação. Diretrizes
Curriculares de Matemática para o Ensino Médio. Curitiba: SEED, 2006.
Plano de Curso do Ensino Profissional.
Proposta Curricular do Curso de Educação Profissional DEP/SEED.
DIRETRIZ CURRICULAR DA DISCIPLINA DE QUÍMICA
APRESENTAÇÃO
A química é uma ciência Experimental, que suas teorias são elaboradas
a partir de ensaios e devem explicar as situações a que estão relacionadas. O
grande desafio é mostrar como as teorias justificam os fatos que ocorrem no
nosso dia-a-dia, desenvolvendo um projeto diferenciado.
O Ensino da Química tem que fazer uma ligação da Escola e a realidade
da vida dos discentes e da sociedade nesta perspectiva contextualizar o
cotidiano, dentro do espírito das atuais propostas curriculares para o curso
profissionalizante em informática.Espera-se que o ensino da Química no Curso
Profissionalizante Técnico em Informática, contribua para a formação de uma
cultura científica efetiva que permita ao indivíduo a interpretação dos fatos,
fenômenos e processos naturais situando e dimensionando a interação do ser
humano com a natureza.
É de suma importância que o conhecimento da química seja explicitado
como um processo histórico, objeto de contínua transformação e associado
com as outras formas de expressão e produção humana. Necessita que a
química inclua a essa cultura, a compreensão do conjunto de equipamentos e
procedimentos técnicos ou tecnológicos do cotidiano doméstico, social e
profissional.
O aprendizado da química ao propiciar esses conhecimentos, promove a
articulação de toda uma visão global de mundo e melhor compreensão dessa
dinâmica do universo.Nessa perspectiva, não se pode esquecer-se das
necessidades do enfrentamento dos Desafios Educacionais Contemporâneos
(Educação Ambiental, Educação Fiscal, Drogas e Sexualidade), que visam
fortalecer o individuo frente os obstáculos do dia-dia, bem como, o Ensino de
Historia e Cultura Afro brasileira, Africana e Indígena - Lei 11.645/08, que serão
abordados sempre que houver necessidade e a oportunidade, perante os
alunos.
EMENTA
A relação Química-Sociedade. Tecnologia: Interações e Transformações
no meio ambiente – Experimentos; A química e as transformações na história
da produção. Estudo das propriedades específicas dos materiais. Processos de
separação e purificação. Estados dos materiais. Átomo e tabela periódica.
Transformações químicas e quantidades. Ligações químicas, interações
intermoleculares e propriedades dos materiais. Soluções e solubilidade.
Termoquímica. Eletroquímica. Equilíbrio químico. Propriedades coligativas. A
química das drogas e medicamentos e as funções orgânicas.
OBJETIVOS GERAIS
 Descrever as transformações químicas em linguagens discursivas.
 Compreender os códigos e símbolos próprios da Química atual.
 Utilizar a representação simbólica das transformações químicas e
reconhecer suas modificações ao longo do tempo.
 Traduzir a linguagem discursiva para outras linguagens usadas em
Química: gráficos, tabelas e relações matemáticas.
 Identificar fontes de informações relevantes para o conhecimento da
Química. (livro, computador, jornais, revistas, manuais, etc.).
 Reconhecer aspectos da Química relevantes para a interação individual e
coletiva do ser humano com o ambiente.
 Entender o papel da Química no sistema produtivo, industrial e rural.
CONTEUDOS ESTRUTURANTES E BASICOS – 1ª SÉRIE
 MATÉRIA E SUA NATUREZA
MATÉRIA
 Da alquimia a Química
 Ciência, Tecnologia e Sociedade
 Transformações Químicas
 Elementos Químicos
 Constituição da matéria
 Estados de agregação
 Natureza elétrica da matéria
 Modelosatômicos (Rutherford,Thomson, Dalton, Bohr...).
 Elementos químicos radioativos
 Química na Sociedade ( Cultura Afro Brasileira , Africana eIndígena )
 Tabela Periódica.
SOLUÇÃO
 Substância: simples e composta
 Misturas
 Métodos de separação e educação ambiental
 Temperatura e pressão
 Densidade
 Tabela Periódica
 Propriedades das substâncias
LIGAÇÃO QUÍMICA
 Tabela periódica
 Os elementos químicos e vegetais (drogas biológicas)
 Metais - materiais de nosso dia - a- dia.
 Propriedade dos materiais
 Tipos de ligações químicas em relação às propriedades dos materiais
 Solubilidade e as ligações químicas
 Alotropia
 O desastre da desinformação radioativa
 QUIMICA SINTÉTICA
FUNÇÕES QUÍMICAS
 Funções Inorgânicas
 Tabela Periódica





Química e a agricultura
A sujeira do ar
Efeito estufa e o aquecimento global
O cuidado com os produtos domésticos
A química da pele (cultura afro-brasileira, africana e indígena).
 BIOGEOQUIMICA
VELOCIDADE DAS REACÕES QUÍMICAS
 Reaçõesquímicas
 Lei das reações químicas
 Representação das reações químicas
 Condições fundamentais para ocorrência das reações químicas.
(natureza dos reagentes, contato entre os reagentes, teoria de colisão)
 Fatores que interferem na velocidade das reações (superfície de contato,
temperatura, catalisador, concentração dos reagentes, inibidores)
 Lei da velocidade das reações químicas
 Tabela periódica
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES E BÁSICOS – 2ª SÉRIE
 MATÉRIA E SUA NATUREZA
SOLUÇÃO
 Solubilidade
 Concentração
 Dispersão e suspensão
 Tabela periódica
 Elementos Químicos
 Química e agricultura
REAÇÕES QUÍMICAS
 Reações de Oxirredução
 Reações exotérmicas e endotérmicas
 Diagramas das reações exotérmicas e endotérmicas
 Variação de entalpia
 Calorias
 Equações termoquímicas
 Princípios da termodinâmica
 Calorimetria
 Tabela Periódica
 Efeito estufa e aquecimento global
 Combustíveis e energia
 Combustão
 UV - A radiação que vem do Sol.
 QUÍMICA SINTÉTICA
GASES
 Estados físicos da matéria
 Tabela periódica
 Modelo de partículas para os materiais gasosos
 Misturas gasosas
 Diferença entre gás e vapor
 Leis dos gases
EQUILÍBRIO QUÍMICO
 Reações químicas reversíveis
 Concentração
 Relações matemáticas e o equilíbrio químico (constante deequilíbrio);
 Deslocamento de equilíbrio (princípio de Le Chatelier):
concentração, pressão, temperatura e efeito dos catalizadores;
 Equilíbrio químico em meio aquoso (pH, constante de ionização, Ks ).
 Tabela Periódica
 Anabolizantes: beleza e força enganosas
 Cosméticos enganadores
 Os rios sem vida
 A química e os alimentos
 QUIMICA SINTÉTICA
FUNÇÕES QUÍMICAS
 Tabela Periódica
 Funções Orgânicas (Hidrocarbonetos, Álcoois, Fenóis, Aldeídos,
Cetonas,Éteres, Ácidos carboxílicos, Ésteres, Aminas, Amidas)
 Isomerias
 Lipídios
 Proteínas
 Polímeros
 Tabela periódica
 BIOGEOQUIMICA
RADIOATIVIDADE
 Elementos químicos radioativos
 Tabela Periódica
 Emissões radioativas
 Leis da radioatividade
 Fenômenos radiativos (fusão e fissão nuclear);
METODOLOGIA
A partir da relação dos conhecimentos cotidianos x saber sistematizado,
o aluno devera interagir no meio do qual está inserido, buscando mudanças no
seu comportamento individual e familiar, melhorando sua qualidade de vida.
Nesta interação, o professor deverá sempre associar o conhecimento de
ciências e virtual, resolução de exercícios utilizando simuladores; pesquisa de
fatos ou situações com auxílio da internet.
AVALIAÇÃO
A avaliação na disciplina de química deverá ser em função dos
conteúdos trabalhados, portanto deverá ser contínua e permanente orientando
sempre a prática docente e tendo como participantes ativos dela, professor e
aluno.
Deverá fazer parte da avaliação na disciplina de Química, registros e
observações das ações e discussões efetuadas durante os trabalhos
individuais e coletivos. Provas escritas, orais, individuais e coletivas, relatos de
experiências, em laboratório, descrevendo no contexto do relato
conhecimentos químicos de forma adequada e pesquisas realizadas através de
jornais, televisão e trabalho extraclasse.
A recuperação paralela se realizará quando os objetivos propostos não
forem atingidos, com a retomada dos conteúdos.
BIBLIOGRAFIA
CARVALHO, Geraldo Camargo de. Química Moderna. Vol. 1-2-3. São Paulo,
Scipione, 1995.
PERUZZO, Tito Miragaia. Química na abordagem do cotidiano. Vol. 1-2-3. São
Paulo. Moderna, 1998.
Química e Sociedade, Wilson Luiz dos Santos, Gerson de Souza Mol, (Coord.),
São Paulo: Nova Geração, 2005.
SARDELLA, Antônio. Curso Completo de Química. Vol. Único. São Paulo,
Ática, 1999.
VANIN, José Atílio. Alquimista e químicos: o passado, o presente e o futuro.
São Paulo, Moderna, 1994.
DIRETRIZ CURRICULAR DA DISCIPLINA DE SOCIOLOGIA
APRESENTAÇÃO
A sociologia contribui para a ampliação do conhecimento dos homens
sobre sua própria condição de vida e fundamentalmente para a análise das
sociedades, pautada em teorias e pesquisas que esclarecem muitos dos
problemas da vida social.
Seu objeto é o conhecimento e a explicação da sociedade através da
compreensão das diversas formas pelas quais os seres humanos vivem em
grupos, das relações que se estabelecem no interior e entre esses diferentes
grupos bem como, a compreensão das consequências dessas relações para
indivíduos e coletividade. É o estudo dos indivíduos, grupos e instituições que
compõem a sociedade humana.
Para não empobrecer o conteúdo da disciplina de Sociologia, considerase manter a análise do seu contexto histórico, do seu aparecimento e a
contribuição dos clássicos tradicionais e teorias sociológicas mais recentes.
Como disciplina escolar a Sociologia crítica deve contrastar tradições diversas
de pensamento, avaliando os limites e potencialidades de explicações para os
dias de hoje. É preciso tomar o cuidado para não tratar os conteúdos de forma
a - histórica, descrevendo apenas a ordem social, ou uma Sociologia
pragmática, de ação militante político-partidária, ou assistencial. Por isso a
compreensão das teorias de Émile Durkeim, Karl Marx e Max Weber, precisa
ser desenvolvida.
A Sociologia é uma ciência social que se relaciona com a antropologia, a
ciência política, a psicologia e outras ciências sociais. Entender Sociologia é
concebê-la como uma Ciência Social com o papel histórico de não apenas
explicar, criticar, mas transformar a realidade social, formando indivíduos
capazes de romper com a lógica neoliberal, formando novos valores, nova ética
e novas práticas sociais que apontem para a possibilidade de construção de
novas relações sociais, levando o educando a não adaptar-se aos fatos sociais
simplesmente, mas sentirem-se como agentes transformadores do processo
social, contribuindo para a solução dos problemas, formação de atitudes e
concepções úteis para a vida pessoal e cidadã: respeito à diversidade, espírito
de justiça, criatividade e solidariedade, pretendendo construir constantemente o
bem estar social da coletividade.
A compreensão de conceitos e práticas no campo do ensino da
Sociologia deve ser encaminhada pela necessidade de entender e explicar a
dialética dos fenômenos sociais do cotidiano de uma expectativa que não seja
a do senso comum, chegando-se à síntese necessária ao entendimento da
sociedade, à luz do conhecimento científico, através de uma análise atenta e
crítica das problemáticas sociais.
A sociologia ao apresentar a sociedade capitalista e sua dinâmica na
caracterização do curso do capitalismo, oferece as possibilidades de integração
no curso profissionalizante quando constata que essa nova divisão do trabalho
social, oportunizauma degradação acelerada das condições de existência da
grande massa popular. Os inúmeros problemas de saúde, concentração de
renda, de aumento de pobreza são temas que possibilitam esta integração em
diversas áreas do conhecimento. Situando a participação dos alunos não só na
formulação dos conteúdos, mas na sua relação direta com as questões sociais
que tenham significado em suas vidas.
No que tange aos temas contemporâneos obrigatórios, a Sociologia
pode contribuir muito para o aprofundamento das questões. Como adequação
da proposta curricular, a disciplina de Sociologia irá tratar dos seguintes temas
consolidados através de lei federale/oudecretos: História do Paraná (lei
nº13381/01), História e Cultura Afro-brasileira, Africana e Indígena (Lei
nº11645/08), Enfrentamento a Violência contra a Criança e o adolescente (Lei
nº11525/07), Educação Fiscal (Dec. Nº 1143/99), portaria nº 413/02) e
Educação Ambiental (L.F nº 9795/99).
OBJETIVOS GERAIS
 Estabelecer uma ponte entre o local e o global, o individual e o coletivo,
a teoria e a realidade empírica, mantendo a ideia de totalidade e de
inter-relações que constituem a sociedade.
 Estabelecer uma relação entre o contexto histórico dos autores
clássicos, a construção das suas teorias e o conteúdo específico.
 Compreender os elementos básicos das teorias de Durkeim, Weber e
Marx, levando em consideração o recorte temporal no qual se erige a
Sociologia.
 Entender a dialética dos fenômenos sociais do cotidiano de uma
expectativa que não seja a do senso comum, através de uma análise
crítica à luz do conhecimento científico.
 Debater os limites e as possibilidades das teorias sociológicas clássicas
com os temas atuais.
 Provocar indagações e buscar respostas, na realidade social do seu
bairro, da escola, da família, dos meios de comunicação, instituições
empresariais, a fim de despertar sua sensibilidade para os problemas
brasileiros.
 Ampliar a capacidade de interpretação dos fenômenos sociais,
superando o senso comum e reconhecendo a importância do
conhecimento científico, em sua prática profissional.
 Levar o educando a desnaturalizar pré-conceitos sobre os fenômenos
sociais, compreendendo-os como construções históricas, passíveis de
sofrerem transformações.
 Inserir o educando na reflexão sobre o processo de formação de uma
nova sociedade, que se define com um novo modo de produção, o
capitalismo, assim como, a sua complexidade definida pela sua proposta
de divisão de trabalho.
 Direcionar os conteúdos que trabalham com os temas contemporâneos
no sentido de repassar conhecimentos teóricos e contribuir para o
desenvolvimento da cidadania.
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES E BÁSICOS – 1ª SÉRIE
 O SURGIMENTO DA SOCIOLOGIA E TEORIAS SOCIOLÓGICAS.
1º Trimestre
 O surgimento da sociologia: Contexto histórico e político quanto à
consolidação do capitalismo na Europa.
 Estruturação das diferentes áreas do conhecimento e do nascimento da
ciência – objeto, teoria e método.
 Teoria de August Comte: explicação dos problemas sociais – teoria dos 3
estágios; características do pensamento científico, a ciência da
sociedade – características e problemáticas; o papel das instituições.
 Teoria de Émile Durkheim: relação indivíduo x sociedade; definição do
objeto e método, conceitos mais importantes que possam ser
mobilizados nas discussões dos outros conteúdos da série.
2º trimestre
 Teoria de Max Weber: relação indivíduo x sociedade, definição de
método e objeto, relação entre o conhecimento sociológico e o
conhecimento histórico; conceitos mais importantes que possam ser
mobilizados nas discussões dos outros conteúdos da série.
 Teoria de Karl Marx: Compreensão do papel da história para Marx,
explicação do processo de desenvolvimento do capitalismo, proposta
para solução dos problemas sociais, que possam ser mobilizados nas
discussões dos outros conteúdos da série.
 O desenvolvimento da sociologia no Brasil.
3º trimestre
 Processo de socialização;
 Instituições sociais: Familiares; escolares; religiosas;
 Instituições de Reinserções (prisões, manicômios, educandários, asilos,
etc).
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES E BÁSICOS – 2ª SÉRIE
 TRABALHO, PRODUÇÃO E CLASSES SOCIAIS.
1º Trimestre
 O conceito de trabalho e trabalho nas diferentes sociedades;.
 Desigualdades sociais: estamentos, castas e classes sociais.
 Organização do trabalho nas sociedades capitalistas suas contradições.
 Globalização e Neoliberalismo;
 Relações de trabalho;
 Trabalho no Brasil;
 Mudanças nos padrões de sociabilidade provocados pela globalização;
desemprego; subemprego; cooperativismo; agronegócios; produtividade;
capital humano; reforma trabalhista;
 Organização internacional do trabalho;
 Relações de mercado, avanço científico e tecnológico e os novos
modelos de sociabilidade;
 Educação tributária (Dec. Nº 1143/99, portaria nº413/02).
 O modo de produção capitalista e a degradação ambiental.
 Elementos de sociologia rural e urbana: relações sociais no campo e nas
cidades, novas organizações familiares, territórios marginais: estigma,
preconceito, exclusão, organizações sociais do campo, conflitos,
movimentos, padrões de dominação e violência.
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES E BÁSICOS – 3ª SÉRIE
 CULTURA E INDÚSTRIACULTURAL, PODER, POLÍTICA E IDEOLOGIA.
 O desenvolvimento antropológico do conceito de cultura e sua
contribuição da análise das diferentes sociedades;
 Diversidade cultural;
 Identidade;
 Indústria cultural;
 Meios de comunicação de massa;
 Sociedade de consumo;
 Indústria cultural no Brasil;
 Questões de gênero;
 Culturas afro-brasileira e africanas seguindo a orientação da Legislação
nº 11.645, de 10 de março de 2008
e Culturas indígenas, seguindo a
orientação da Lei nº 11.645, de 10 de março de 2008.
 Formação e desenvolvimento do Estado moderno;
 Democracia, autoritarismo, totalitarismo;
 Conceitos de Poder ;
 Conceito de Ideologia;
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES E BÁSICOS – 4ª SÉRIE
 CULTURA E INDÚSTRIACULTURAL, PODER, POLÍTICA E IDEOLOGIA.













Estado no Brasil;
Conceitos de dominação e legitimidade;
As expressões da violência nas sociedades contemporâneas.
Enfrentamento a Violência da Criança e Adolescente (L.nº11525/07)
Direitos civis, políticos e sociais;
Direitos humanos;
Conceitos de cidadania;
Movimentos sociais;
História do Paraná (Lei nº13381/01) Movimentos Estudantis no Estado
do PR.
Movimentos sociais no Brasil;
A questão ambiental e os movimentos ambientalistas;
A questão das ONG's.
Movimentos ecológicos, educação ambiental (L. 9795/99, Dec
nº4201/02).
METODOLOGIA
No ensino da Sociologia é fundamental a utilização de múltiplos
instrumentos metodológicos, os quais devem adequar-se aos objetivos
pretendidos, seja a exposição, a leitura e esclarecimento do significado dos
conceitos e da lógica dos textos (teóricos, temáticos, literários).
A metodologia de ensino deve colocar o aluno como sujeito de seu
aprendizado, sendo constantemente provocado a relacionar a teoria com o
vivido, a rever conhecimentos e reconstruir coletivamente novos saberes.
Assim como, apreender a articulação entre as áreas de conhecimento
propostas pela integração de conteúdos no ensino profissionalizante, que se
cruzarão naturalmente ao longo da aprendizagem.
A análise, a discussão e o debate visam à explicitação e explicação de
problemáticas sociais concretas e contextualizadas, desconstruindo pré-noções
e pré-conceitos que dificultam o desenvolvimento da autonomia intelectual e de
ações políticas direcionadas à transformação social, levando-se em conta a
linguagem, interesses pessoais e profissionais e as peculiaridades da região
em que a escola está inserida.
A pesquisa de campo deve ser iniciada a partir da discussão com o
grupo de alunos para a definição do tema a ser pesquisado e do enfoque ou
recorte a ser privilegiado; em seguida deverá ser elaborado um pré-projeto de
pesquisa, elaboração de um roteiro de observação e\ou de entrevistas, ida a
campo para o levantamento dos dados, organização dos dados coletados,
confecção de tabelas ou gráficos, e se necessária à interpretação dos mesmos
e finalmente a análise e articulação com a teoria.
Não se pretende através dos conteúdos estruturantes responder pela
totalidade da Sociologia, bem como, por seus desdobramentos em conteúdos
articulados com a prática profissional, devido à dimensão e às dinâmicas
próprias da sociedade e conhecimento científico que a acompanha, mas, por
outro lado, também tem-se a clareza da necessidade de tornar o aluno no
ensino profissionalizante, sujeito de sua história, pois num país marcado pela
desigualdade social, é fundamental que se apropriem do conhecimento
articulado, e se insiram como cidadãos na realidade social que os cerca para
transformá-la, imbuídos pelo desejo da mudança das relações existentes na
sociedade, visando a igualdade, o respeito e a tolerância.
AVALIAÇÃO
A avaliação não deverá ser meramente verificatória da aprendizagem
dos conceitos trabalhados ou das teorias, mas precisará ser articulada,
procurando perceber a apreensão que os educandos realizamos modificações
que demonstram na compreensão dos mecanismos de funcionamento da
sociedade, nos discursos, nos posicionamentos dentro do espaço escolar e nas
relações sociais. De acordo com a LDB (n. 9.394/96, art.24, inciso V) avaliação
é “contínua e cumulativa do desempenho do aluno, com prevalência dos
aspectos qualitativos sobre os quantitativos”.
Verificação diagnóstica e contínua de apreensão de alguns conceitos
básicos da ciência, articulados com a prática social; a capacidade de
argumentação fundamentada teoricamente; a clareza e coerência na exposição
das ideias observadas em forma de texto oral ou por escrito.
Analisar a participação do aluno nas pesquisas individuais ou em grupo,
a sua produção de textos que demonstre capacidade de articulação entre teoria
e prática, assim como, a elaboração de reflexão crítica nos debates, que
acompanham os textos, clipes, publicidades e filmes. Este processo de
avaliação no âmbito do ensino de Sociologia estará vinculado a elaboração por
parte do aluno de um conhecimento sociológico que deverá ir muito além da
definição, classificação, descrição e estabelecimento das correlações de
conteúdo específico.
O aluno deverá construir um conhecimento sociológico que o possibilite
explicitar e explicar problemáticas sociais concretas e contextualizadas,
desconstruindo pré-noções e pré-conceitos, desvendando a sociedade em que
vive, com seus conflitos e contradições, contribuindo assim, para a sua
formação com cidadão ativo e dotado de senso crítico.
As avaliações serão divididas em blocos de conteúdos com avaliações
ofertadas com instrumentos diferenciados (seminários, pesquisas, trabalhos em
grupo, prova oral, relatórios, debates, etc.). A recuperação de estudos será
ofertada simultaneamente através de trabalhos dirigidos em sala, de forma que
todos os alunos possam participar. Vale ressaltar que a avaliação será
processual, diagnóstica e seguirá o critério da somatória de resultados obtidos.
REFERÊNCIAS
ALVES, R.Filosofia da Ciência. São Paulo: Artes Poéticas, 1996.
AZEVEDO, F. Princípios da sociologia: pequena introdução ao estudo da
sociologia geral. São Paulo:Duas Cidades, 1973.
BAUMAN, Zygmunt. Aprendendo a pensar com a sociologia. Rio de janeiro:
Jorge Zahar Ed., 2010.
GUARESCHI, P. Sociologia crítica: alternativas de mudança. Porto Alegre:
Mundo Jovem,1993.
COMTE,A. Sociologia. São Paulo: Ática, 1978.
COSTA, Cristina. Sociologia – Introdução à Ciência da Sociedade. 3ª
edição, editora Moderna.
DURKHEIM, E. David. Os pensadores. São Paulo: Abril, 1978.
Livro Didático Público de Sociologia do Paraná. Vários autores – Curitiba –
SEED – Pr, 2006, 280 p.
MARTINS, Carlos B. O que é Sociologia. Coleção Primeiros Passos. 4ª Ed.
Editora Brasiliense, 1983.
MARX, H, Karl. A ideologia Alemã. São Paulo, Hucitec, 1996.
OLIVEIRA, Luiz Fernandes de. Sociologia para jovens do século XXI. Rio de
Janeiro: Imperial Novo milênio, 2007.
OLIVEIRA, Pérsio Santos. Introdução à Sociologia – Ensino Médio – volume
único, Ática, 2004
Secretaria de Estado da Educação do Paraná – Diretrizes Curriculares de
Sociologia para o ensino Médio, 2007.
DIRETRIZ CURRICULAR DA DISCIPLINA DA LÍNGUA ESTRANGEIRA
MODERNA – INGLÊS
APRESENTAÇÃO
Nos dias de hoje saber inglês é fundamental, pois é uma língua universal.
Com esse conhecimento, o ser humano poder desenvolver o conhecimento da
língua inglesa, principalmente na capacidade de compreender o uso da língua,
facilitando e contribuindo na formação cultura e principalmente, para a
formação da cidadania, pois o Inglês é de uso necessário para o desempenho
nas atividades técnicas.
Nessa perspectiva, não se pode esquecer-se das necessidades do
enfrentamento dos Desafios Educacionais Contemporâneos (Educação
Ambiental, Educação Fiscal, Drogas e Sexualidade), que visam fortalecer o
individuo frente os obstáculos do dia-dia, bem como, o Ensino de Historia e
Cultura Afro brasileira, Africana e Indígena - Lei 11.645/08, que serão
abordados sempre que houver necessidade e a oportunidade, perante os
alunos, bem como determinaa Lei 11.769/08. Promovendo o desenvolvimento
cultural dos alunos. No que diz respeito a Literatura oral cabe considerar a
potencia dos textos diversos, produzindo a necessidade de considerar seus
estatutos, sua dimensão estética e suas forças políticas particulares,
necessitando do estudo do material a respeito da Lei 8069/90 que trata dos
direitos das crianças e dos adolescentes, abrangendo, violência r sexualidade.
EMENTA
Compreensão leitora, gênero textual; atribuir significado a palavra e
expressão idiomática de uso corrente; Identificação das funções gramaticais
das palavras; Produção escrita: ortografia, tipologia textual; Organização
textual; Construção do significado: Construção gramatical e léxica; Entonação e
variações da tonacidade; Relação entre fala e suas adequações a contextos
específicos; Marcadores de coesão e facilitadores das coerências típicas da
linguagem oral; Procedimentos de iniciar, manter e finalizar a fala; Textos
técnicos; vocabulário técnico.
OBJETIVOS GERAIS
 Desenvolver a habilidade de ouvir a pronúncia através de pequenas
frases até chegar ao texto.
 Favorecer a compreensão da estrutura da língua inglesa.
 Compreensão de textos orais e escritos;
 Treinar o educando em procedimento e técnicas de ensinar para a
prática;
 Ressaltar a escassez de mão de obra qualificada no setor de tecnologia.
 Possibilitar que aluno tenha conhecimento sobre as informações dos
computadores e Internet.
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES E BÁSICOS - 1 ª SÉRIE
 DISCURSO COMO PRÁTICA SOCIAL









Singing a song (o ato de cantarem outra Língua) música _Lei
nº11769/08;
Reviewtobepresentandpast;
Prepositions;
There to be present, future, past (interrogative, affirmative, negative);
Count able an uncountable nouns;
Many, Much, little, a little, a few, few;
Definitive and indefinitive article;
What is the time;
Simplepresent (affirmative, negative, interrogative).
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES E BÁSICOS – 2ª SÉRIE
 DISCURSO COMO PRÁTICA SOCIAL
Gêneros textuais diversificados envolvendo narrativas: Identificação dos
aspectos culturais.
 Frequency adverbs and expressions of time;
 Adverbs ending in;
 Plural of nouns;
 Cardinal and ordinal numbers;
 Imperative sentences;
 Regulars and irregulars verbs;
 Personal pronouns, possessives adjectives and reflexives pronouns;
 Future (affirmative, negative, interrogative);
 Genitive case and possessive case;
 Simple present and present perfect.
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES E BÁSICOS
- 3ª SÉRIE
 DISCURSO COMO PRÁTICA SOCIAL
Gêneros textuais diversificados envolvendo narrativas: Identificação dos
aspectos culturais.
 Adjetives,degreesofcomparation;
 Anomalausverbs;
 Definitespronouns;
 Continuos tense;
 Relativespronouns;
 Passive voice;
 Of clauses (conditional sentences);
 Vocabulary of terms hardware and software;
 Interpretationofthetextwithskimmingandscanning;
 Personalinformation.
O Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira Africana e Indígena
O Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira Africana e Indígena _ lei nº
11645/08 de acordo com o parecer CNE/CP003/2004 procura oferecer uma
resposta, entre outras, na área da educação, à demanda da população afro
descendente no sentido de políticas de ações afirmativas, isto é, de políticas de
reparações e de reconhecimento e valorização de sua história, cultura,
identidade. Trataele, de política curricular, fundada em dimensões históricas,
sociais, antropológicas oriundas da realidade brasileira e busca combater o
racismo e as discriminações que atingem particularmente os negros. Nesta
perspectiva, propõe à divulgação e produção de conhecimentos, a formação de
atitudes, posturas e valores que eduquem cidadãos orgulhosos de seu
pertencimento étnico-racial descendentes de africanos, povos indígenas
descendentes de europeus e de asiáticos para interagirem na construção de
umanação democrática, em que todos, igualmente, tenham seus direitos
garantidos e sua identidade valorizada.
É importante salientar que tais políticas têm como meta o direito dos
negros se reconhecerem na cultura nacional, expressarem visões de mundo
próprias, manifestar com autonomia, individual e coletiva, seus pensamentos.
Sendo assim, as informações, discussões e entendimentos através de leituras
específicas, no tocante ao ensino da história e cultura afro- brasileira africana e
indígena serão incorporados às aulas de língua inglesa, bem como, os desafios
sociais, como a preservação do meio ambiente, educação fiscal, drogas e
sexualidade serão uma constante em todas as séries sempre que possível.
METODOLOGIA
O aprofundamento dos saberes, relacionados à área de informática
envolve de um lado os procedimentos à área de Informática envolver de um
lado os procedimentos científicos de seus estudos com e metas formativas
particulares e, de outro, a articulação interdisciplinar desse propiciados por
várias circunstâncias; entre as quais se destacam os conteúdos tecnológicos e
práticos, afeitos a cada disciplina, numa perspectiva integradora.
Serão utilizadas alternativas viáveis para garantir ao aluno a aquisição e o
domínio dos mecanismos que compõe a estrutura da língua inglesa,
possibilitando atividades que despertem no aluno a curiosidade quanto à
importância desses conhecimentos no ensino integrado como instrumento de
trabalho. Uso de vocabulário técnico: vocabulário geral; identificação de
componentes lingüísticos através de textos voltados para a informática; jogos;
músicas e filmes; pesquisas em jornais, revistas, livros e computador,
expressão de opiniões e tomada de posição; interpretação de textos através de
“skimmingandscanning”; uso da internet como fonte de pesquisa; digitação de
textos no computador.
AVALIAÇÃO
A avaliação é o elemento que integra ensino aprendizagem, a avaliação
tem por meta a ajuste e a orientação para a intervenção pedagógica, visando a
aprendizagem da forma mais adequada para o aluno. É um elemento de
reflexão contínua para o professor sobre sua prática educativa e um
instrumento para que o aluno possa consciência de seus progressos,
dificuldades e possibilidades.
Dessa forma a avaliação poderá ocorrer através de participação e
interesse do aluno em sala, resultados obtidos na resolução de exercícios,
trabalho escrito de análise de textos e resultados obtidos através de provas
escritas dos conteúdos trabalhados.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Apostila “Diretrizes Curriculares de Língua Estrangeira Moderna para o Ensino
Médio”.
DIRETRIZ CURRICULAR DA DISCIPLINA DE
ANÁLISE E PROJETOS
APRESENTAÇÃO
Conhecer os conceitos sobre sistemas de uma forma geral, sistemas de
informação, o ambiente empresarial onde se aplicam sistemas de informação e
a abordagem sobre engenharia de software. Noção das atividades do analista
de sistema e como tal profissional deve atuar no mundo do trabalho.
EMENTA:
Introdução a sistemas, levantamento de dados, modelos e modelagem,
desenvolvimento e estudo de caso.
OBJETIVOS GERAIS
 Conhecer e seguir todas as etapas de um processo moderno e
profissional de desenvolvimento de software.
 Conhecer e utilizar técnicas básicas de análise e projeto de sistemas
segundo uma metodologia orientada a objetos.
 Conhecer e aplicar na prática os conceitos básicos de orientação a
objetos, para analise e projeto de soluções computacionais de
problemas do mundo real.
 Conhecer e utilizar a UML e os seus diagramas básicos para
modelagem e especificação nas fases de análise e projeto do software.
CONTEÚDOS ESPECÍFICOS: 4ª SÉRIE
















Fases da concepção de projetos;
Influência dos sistemas de hardware e de software na faze de
desenvolvimento;
Estudo do sistema de informação de uma empresa;
Conceitos e fundamento de desenvolvimento estruturado de
sistemas de informação;
Ciclo de vida de sistemas;
Procedimentos operacionais passíveis de sistematização;
Técnicas de entrevistas e levantamento de necessidades;
Desenvolvimento montagem de organogramas e diagramas;
Técnicas de montagem de proposta e avaliação da proposta de
informatização;
Ferramentas para desenvolvimento de projetos;
Diagrama de Fluxo de Dados (DFD);
Criação de dicionários de dados;
Diagrama de Entidade Relacionamento (DER);
Especificação de processos;
Objetivo e importância dos relatórios de sistema;
Apresentação de projeto final;




Analise orientada a objeto;
Diagrama de caso de uso;
Diagrama de classe.
Linguagem de modelagem unificada.
METODOLOGIA
Aulas práticas e expositivas, desenvolvimento de projetos e
implementação, entrevistas para levantamento de informações para projeto de
sistema de informação.
O aprofundamento dos saberes relacionados à área de Informática
envolve de um lado os procedimentos científicos de seus objetos propiciados
por várias circunstâncias, dentre as quais se destacam os conteúdos
tecnológicos e práticos, afeitos a cada disciplina, numa perspectiva integradora.
Cada uma das disciplinas deve promover conhecimento que sirvam para
o exercício de intervenções e julgamentos práticos. Isto significa que o
entendimento e procedimentos técnicos, a obtenção e análise de informações
num contexto amplo para a cidadania e vida profissional.
Essa metodologia deve propiciar a construção da compreensão dinâmica
de nossa vivência material em harmonia com o mundo da informação e o
entendimento da vida social e produtiva.
Assim, a organização curricular do Curso Técnico em Informática
Integrada ao Ensino Médio exige que o trabalho dos professores seja articulada
desde o planejamento até a avaliação dos alunos, para que estes assimilem as
competências cognitivas próprias da ciência e da cultura, as quais irão
fundamentar a incorporação do saberes técnicos e tecnológicos específicos da
área de informática.
A metodologia utilizada por todos os professores terá como eixo básico a
relação teoria-prática. Portanto, os laboratórios de Informática será
intensamente utilizados pelos professores, bem como utilizar outras estratégias
de ensino como seminários, palestras, visitas técnicas e projetos.
AVALIAÇÃO
A avaliação será sempre um instrumento para dimensionar o trabalho do
professor, do aluno e da escola. A avaliação não terá função terminal, não
devendo ser mera soma das notas alcançadas frente às tarefas propostas.
O acompanhamento deverá ocorrer em função da construção do
conhecimento e não em função das tarefas propostas.
A avaliação neste sentido não terá caráter de punição e seleção, uma vez
que todos são capazes de aprender.
Segundo Luckesi “Avaliação é um juízo de valor, sobre dados relevantes
da realidade para uma tomada de decisão”. Será, portanto, refletir com o aluno
sobre os resultados obtidos e decidir quais as medidas necessárias para
reorganizar o processo. Na organização do currículo integrado do curso
Técnico em Informática isto implica em mudanças na concepção de avaliação.
Propõe-se, portanto uma avaliação diagnóstica, considerando-se os conteúdos
que permitem ao aluno alcançar o saber concreto sobre a visão dos saberes
acumulados, sem perder de vista que a função diagnóstica da avaliação, é
servir de parâmetro, como subsídio, como ponto de partida de todo o processo
ensino-aprendizagem.
Em suma, na prática do cotidiano escolar, avalia-se para colher
informações sobre o andamentos do processo ensino-aprendizagem, com
ênfase no desempenho do estudante e dos demais elementos da prática
pedagógica.
Esta concepção de avaliação concretizar-se-á se todos os envolvidos no
processo ensino-aprendizagem tiverem como foco a recuperação de estudos,
como retomada dos conteúdos permeando a prática docente considerando as
formas diferenciadas de aprendizagem.
REFERÊNCIAS
CIENFUEGOS, F.; VAITSMAN, D. Análise Instrumental. Editora Interciência,
Rio de Janeiro, 2000.
DEMARCO, Tom. Análise Estruturada e Especificação de Sistemas. São
Paulo: Editora Campus, 1989
DAVID. W. S. Análise e projeto de sistema uma abordagem estruturada.
RJ. LTC, 1994.
GANE, C & SARSON, T. Análise Estruturada de Sistemas. Rio de Janeiro ,
LTC, 1983.
GUSTAFSON, David. Teoria e problemas de engenharia de software. Porto
Alegre: Bookman, 2003, 207p.: il. (Coleção Schaum).
CORREIA , Carlos Henrique & TAFNER, Malcon Anderson. Análise Orientada
a Objeto. 2ª edição Florianópolis. Editora Visual Books 2006.
NASCIMENTO Luciano Prado Reis. O usuário e o desenvolvimento de
Sistemas. Florianópolis Visual Books 2003.
POMPILHO, S. Análise Essencial: Guia Prático de Análise de Sistemas, Rio
de Janeiro. Ciência Moderna, 2002.
DIRETRIZ CURRICULAR DA DISCIPLINA DE
BANCO DE DADOS
APRESENTAÇÃO
Entende-se por Banco de Dados uma estrutura na qual se cria tabelas, de
forma que esta estrutura deve dar suporte em seus aspectos físicos e lógicos,
de segurança e de compartilhamento em caso de ambientes multi-usuários.
Dessa forma o profissional contribuirá para a eficiência no
armazenamento e na recuperação, da distribuição e da disponibilizarão de
dados, bem como contribuir no desenvolvimento de aplicações.
Nesta disciplina os alunos têm conhecimentos multidisciplinares que
incluem diversos campos do conhecimento.
EMENTA:
Conceitos e definição de banco de dados, modelos e modelagem,
desenvolvimento e estudo de caso.
OBJETIVOS GERAIS
 Intervir na realidade, de forma criativa, ampliando as habilidades
do aluno a modelar, usar as estruturas de bancos de dados, e
tornando os aptos a usar as linguagens de consultas.
 Tornar os alunos aptos a usar a informática como ferramenta.
Incentivar o trabalho cooperativo na utilização da tecnologia.
Formando profissionais instrumentalizados e conscientes da
intencionalidade e responsabilidade no uso dos recursos da
comunicação e da informática na educação e no ensino, de forma
reflexiva, criativa e crítica.
CONTEÚDOS ESPECÍFICOS
Alem dos conteúdos específicos temos o compromisso com a formação
do individuo na totalidade, proporcionando ao mesmo interagir de forma
consciente e critica na sociedade atual.
Nessa perspectiva, não se pode esquecer das necessidades do
enfrentamento dos Desafios Educacionais Contemporâneos (Educação
Ambiental, Educação Fiscal, Drogas e Sexualidade), que visam fortalecer o
individuo frente os obstáculos do dia dia, bem como, o Ensino de Historia e
Cultura Afro brasileira, Africana e Indígena-Lei 11.645/08, que serão abordados
sempre que houver necessidade e a oportunidade, perante os alunos.
CONTEÚDOS ESPECÍFICOS: 4ª SÉRIE
 Banco de Dados
 Conceitos
 Características
 Tipos de Bancos de Dados
 Elementos de um Banco de Dados
 SISTEMAS DE GERENCIAMENTO DE BANCO DE DADOS
 Conceitos
 Características e Funcionalidades
 Partes de um SGBD
 Níveis de Visão de um SGBD
 Arquitetura Padrão dos SGBD
 Linguagem de Definição de Dados
 Linguagem de Manipulação de Dados
 MODELO DE DADOS
 Conceitos
 Objetivos
 Relacionamentos
 Modelo Conceitual
 Modelo Lógico
 Modelo Físico

MODELOS DE ENTIDADES E RELACIONAMENTOS

CONCEITOS E ARQUITETURA
 Definição dos elementos de um MER (Entidades, Atributos,
Domínios, Relacionamentos, Cardinalidade)
 Representação Gráfica dos Elementos de um MER
 Linguagem de Consultas – SQL
 Abordagem Relacional
 Tabelas
 Atributos ou Colunas
 Linha, Registros ou Tuplas.
 Chave Primária
 Chave Estrangeira.
 Linguagem de Manipulação de Dados.
 Estudos e Resolução de Casos envolvendo estrutura de dados
simples e dependentes.
METODOLOGIA
A infra-estrutura de informática será intensamente utilizada, além de
outras estratégias de ensino como visitas técnicas, fóruns, conferências,
atividades práticas entre outras atividades.
AVALIAÇÃO
Conforme o regimento escolar a avaliação é continua, cumulativa e
processual devendo refletir o desenvolvimento global do aluno e considerar as
características individuais deste no conjunto dos componentes curriculares
cursados, com preponderância dos aspectos qualitativos sobre os
quantitativos.
Em se tratando da recuperação de estudos esta é direito dos alunos
independentemente do nível de apropriação dos conhecimentos básicos e dar
se á de forma permanente e concomitante ao processo ensino e
aprendizagem.
Será aplicado no mínimo dois instrumentos de avaliação diversificados por
conteúdo. Os trabalhos individuais e em grupos receberão orientação;
O valor de cada conteúdo estará previsto no plano de trabalho docente.
Serão oportunizado a todos os alunos, diferentes procedimentos avaliativos por
conteúdo(s), sendo realizado assim a recuperação de estudos durante o
bimestre
REFERÊNCIAS
MONTEIRO. E. Projeto de sistemas e Banco de Dados. Brasport. 2004.
SETZER, Valdemar W., SILVA Flavio Soares Corrêa da. BANCOS DE DADOS.
Edgard Blucher. 1 ª EDIÇÃO.
DATE C J. Introdução a Sistemas de Banco de Dados. Ed. Campus.
ELMASRI Ramez E., NAVATHE Shamkant. Sistema de Banco de Dados.
Pearson/Pretice Hall. 4 ª edição.
DIRETRIZ CURRICULAR DA DISCIPLINA DE
FUNDAMENTOS E ARQUITETURA DE COMPUTADORES
APRESENTAÇÃO
Os computadores são considerados maquinas complexa. Baseado neste
conceito esta disciplina oferece ao educando, os fundamentos relevantes para
o entendimento do funcionamento do computador. Apresenta ao aluno, os
conceitos dos principais componentes de hardware e software do computador.
EMENTA:
Evolução histórica dos computadores, componentes de hardware e
software, representação de dados, sistemas de numeração, aritméticos e
tópicos atuais em informática. Conseqüências de evolução tecnológica.
Arquiteturas de computadores. Arquitetura RISC e CISC.
OBJETIVOS GERAIS
 O principal objetivo é apresentar aos educandos os fundamentos e
conceitos de hardware e software dos computadores.
 Compreender os mecanismos básicos de:
 comunicação entre os vários módulos que compõem um sistema
computacional;
 armazenamento em memória;
 seqüenciamento de instruções;
 tratamento de interrupções e operadores aritméticos.
CONTEÚDOS ESPECÍFICOS – 1ª SÉRIE
 Histórico e evolução dos computadores;
 Conceitos de hardware e software;
 Tipos de sistemas e linguagens;
 Entrada, processamento e saídas de dados;
 Bit e bytes e seus múltiplos;
 Sistemas numéricos e sua representação;
 Dispositivos de entrada e saída;
 Tipos de armazenamento;
 Classificação de computadores;
 Modelos de sistemas digitais: unidades de controle e processamento;
 Conceitos básicos de arquitetura: endereçamento, tipo de dados,
conjuntos de instruções e interrupções;
 Organização de memória;
 Processamento paralelo e multiprocessadores;
 Desempenho de arquiteturas de computadores.
METODOLOGIA
Através de aulas expositivas e práticas, vídeos e textos, propiciar
situações de aprendizagem para que o aluno conheça a historia e evolução dos
computadores e seus periféricos. Analisar e refletir sobre os diversos tipos de
organização e arquitetura.
AVALIAÇÃO
A avaliação será sempre um instrumento para dimensionar o nosso
trabalho o do aluno e da escola. A avaliação não terá função terminal, não
devendo ser mera soma das notas alcançadas frente às tarefas propostas. O
acompanhamento devera acorrer em função da construção do conhecimento e
não em função das tarefas proposta.
A avaliação neste sentido não terá caráter de punição e seleção, uma vez
que todos são capazes de aprender. Segundo Luckesi “Avaliação é um juízo de
valor, sobre dados relevantes da realidade para uma tomada de decisão”. Será,
portanto, refletir com o aluno sobre os resultados obtidos e decidir quais as
medidas necessárias para reorganizar o processo. Na organização do currículo
integrado do curso técnico em informática isto implica em mudanças na
concepção de avaliação.
Propõe-se, portanto uma avaliação diagnóstica, considerando-se os
conteúdos que permitem ao aluno alcançar o saber concreto sobre a visão dos
saberes acumulados, sem perder de vista que a função diagnóstica da
avaliação é servir de parâmetro, como subsídio, como ponto do processo
ensino-aprendizagem, com ênfase no desempenho do estudante e dos demais
elementos da prática pedagógica.
Esta concepção de avaliação concretizar-se-á se todos os envolvidos no
processo ensino-aprendizagem tiverem como foco a recuperação de estudos,
como retomada dos conteúdos permeando a prática docente considerando as
formas diferenciadas de aprendizagem.
REFERÊNCIAS
GREG, Abrahan Silberschatz, GALVN, Gagne Peter Baer. Fundamentos de
Sistemas Operacionais. Editora LTC.
MARCULA, M. Informática: Conceitos e Aplicações. Erica. 2003.
MEIRELLES. F. Informática: Novas Aplicações com Microcomputadores.
Makron Books. 2000.
MONTEIRO, Mario A. Introdução à Organização de Computadores. LTC.
MURDOCCA, Miles. Introdução à Arquitetura de Computadores. Ed.
Campus.
TANENBAUM, Andrew S. Organização Estruturada de Computadores. LTC.
TOLEDO, Cláudio Alexandre de. Informática – Hardware, Software e Redes.
Editora Yalis.
WEBER, Raul Fernando. Fundamentos de Arquitetura de computadores.
Sagra-DC Luzzatto.
Reformulação curricular dos cursos técnicos da rede estadual: Uma construção
coletiva
Projeto plano de curso do Colégio Estadual de Paranavaí.
LUCKESI, Cipriano C. Avaliação do aluno: A favor ou contra a
Democratização do Ensino? Avaliação da Aprendizagem Escolar: Estudos
e Proposições – 15ª ed. Sp: Cortez, 2003, 60.
Projeto Político Pedagógico, do Colégio Estadual de Paranavaí – Paraná
DIRETRIZ CURRICULAR DA DISCIPLINA
INFORMÁTICA INSTRUMENTAL
APRESENTAÇÃO
Saber usar bem o computador é fundamental para ser bem-sucedido no
mundo de trabalho. Esta disciplina possibilita o educando dominar os principais
aplicativos do mercado, adquirindo um bom desempenho profissional.
EMENTA:
Conceitos básicos e ferramentas do sistema operacional, editor de texto,
planilha eletrônica e gerenciador de apresentação.
OBJETIVOS GERAIS
 Resolver problemas usando a informática como ferramenta. Tornar
o aluno autônomo na área de informática. Incentivar o trabalho
cooperativo na utilização da tecnologia.
 Utilizar com eficiência a Tecnologia da Informação para a busca,
organização, sistematização e apresentação de informações,
utilizando softwares Navegador da Internet, Planilha Eletrônica e
Editor de Apresentação Gráfica e de texto para aprimoramento das
atividades informatizadas.
 Formar profissionais instrumentalizados e conscientes da
intencionalidade no uso dos recursos da comunicação e da
informática na educação e no ensino, de forma reflexiva, criativa e
crítica.
CONTEÚDOS ESPECÍFICOS – 1ª SÉRIE


















Uso adequado do teclado (Noções de Digitação);
Introdução ao sistema operacional;
Manipulação de arquivos e pastas;
Configuração de componentes do sistema operacional;
Instalação de programas;
Manipulação de disquetes, CD, DVD, Pen Drivers;
Editoração Eletrônica;
Criação e formatação de textos;
Configuração e layout de páginas;
Tabelas;
Mala direta;
Impressão de arquivos;
Revisores ortográficos e gramaticais;
Criação e formatação de planilhas;
Fórmulas e funções;
Classificação, filtro e totalização de dados;
Gráficos;
Utilização de programa de apresentação.
METODOLOGIA
A metodologia tem como premissa básica à pesquisa e à autonomia para
busca do conhecimento.
Esta proposta educacional pretende, através do desenvolvimento dos
conteúdos, a preparação técnica do aluno e a sua capacidade para utilizar as
diferentes tecnologias emergentes relativas à capacidade de buscar
informações, analisá-las e selecioná-las, valorizando o “aprender a aprender”.
A metodologia terá como eixo básico a relação teoria-prática. Assim, a
infra-estrutura de informática será intensamente utilizada, além de outras
estratégias de ensino como seminários, palestras, visitas técnicas, projetos,
fóruns, conferências, atividades práticas entre outras atividades.
AVALIAÇÃO
A avaliação será sempre um instrumento para dimensionar o trabalho do
professor, do aluno e da escola. A avaliação não terá função terminal, não
devendo ser mera soma das notas alcançadas frente às tarefas propostas.
O acompanhamento devera acorrer em função da construção do
conhecimento e não em função das tarefas proposta.
A avaliação neste sentido não terá caráter de punição e seleção, uma vez
que todos são capazes de aprender.
Segundo Luckesi “Avaliação é um juízo de valor, sobre dados relevantes
da realidade para uma tomada de decisão”. Será, portanto refletir com o aluno
sobre os resultados obtidos e decidir quais as medidas necessárias para
reorganizar o processo. Na organização do currículo integrado do curso técnico
em informática isto implica em mudanças na concepção de avaliação. Propõese portanto uma avaliação diagnóstica, considerando-se os conteúdos que
permitem ao aluno alcançar o saber concreto sobre a visão dos saberes
acumulados, sem perder de vista que a função diagnóstica da avaliação, é
servir de parâmetro, como subsídio, como ponto do processo ensinoaprendizagem, com ênfase no desempenho do estudante e dos demais
elementos da prática pedagógica.
Esta concepção de avaliação concretizar-se-á se todos os envolvidos no
processo ensino-aprendizagem tiverem como foco a recuperação de estudos,
como retomada dos conteúdos permeando a prática docente considerando as
formas diferenciadas de aprendizagem.
REFERÊNCIAS
MANZONO, J. G. Open Office. org versão 1.1 em português guia de aplicação
1ª ed - São Paulo, ed. Érica 2003.
SAWAYA, Márcia Regina. Dicionário de Informática e Internet:
Inglês/Português. 3ª. Edição. Editora Nobel.
CAPRON, H.L. JOHNSON J. A. Introdução à Informática. Prentice – Hall.
Reformulação curricular dos cursos técnicos da rede estadual: uma construção
coletiva.
Projeto plano de curso do colégio estadual de Paranavaí.
LUCKESI, Cipriano C. Avaliação do aluno: a favor ou contra a democratização
do ensino? Avaliação da Aprendizagem escolar: estudos e proposições – 15ª
ed. Sp.: Cortez, 2003, 60.
Projeto político pedagógico
DIRETRIZ CURRICULAR DA DISCIPLINA DE
INTERNET E PROGRAMAÇÃO WEB
APRESENTAÇÃO
A Internet é uma grande rede de comunicação. E neste contexto que a
disciplina de Internet e Programação Web atua, apresentando aos alunos as
tecnologias e ferramentas da Internet, e principalmente a pratica de
programação voltada para a Internet.
EMENTA:
Históricos, evolução e serviços de Internet. Ferramentas, projetos e
desenvolvimento de páginas.
OBJETIVO GERAL
 O principal objetivo é capacitar profissionais que atendam a
demanda do mercado de trabalho, sendo capazes utilizar os
serviços e as ferramentas disponíveis na Internet, e criar páginas
para Web.
CONTEÚDOS ESPECÍFICOS – 3ª SÉRIE









Históricos
A comunicação na Internet
Tipos de conexão, banda estreita e banda larga
Protocolos da Internet (família TCP/IP e www)
Navegadores
Mecanismos de busca
Correio eletrônico
Fórum de discussão
Layout e Desenvolvimento
CONTEÚDOS ESPECÍFICOS – 4ª SÉRIE





Linguagem para desenvolvimento de aplicações Web
Organização de paginas estáticas e dinâmicas
Servidor de base de dados
Ferramenta de acesso à base de dados
Segurança
METODOLOGIA
A metodologia tem como base à pesquisa e à autonomia para busca do
conhecimento. Aulas teóricas e praticas e desenvolvimento de projetos.
AVALIAÇÃO
A avaliação será sempre um instrumento para dimensionar o nosso
trabalho o do aluno e da escola. A avaliação não terá função terminal, não
devendo ser mera soma das notas alcançadas frente às tarefas propostas. O
acompanhamento devera acorrer em função da construção do conhecimento e
não em função das tarefas proposta.
A avaliação neste sentido não terá caráter de punição e seleção, uma vez
que todos são capazes de aprender. Segundo Luckesi “Avaliação é um juízo de
valor, sobre dados relevantes da realidade para uma tomada de decisão”. Será,
portanto, refletir com o aluno sobre os resultados obtidos e decidir quais as
medidas necessárias para reorganizar o processo. Na organização do currículo
integrado do curso técnico em informática isto implica em mudanças na
concepção de avaliação.
Propõe-se, portanto uma avaliação diagnóstica, considerando-se os
conteúdos que permitem ao aluno alcançar o saber concreto sobre a visão dos
saberes acumulados, sem perder de vista que a função diagnóstica da
avaliação é servir de parâmetro, como subsídio, como ponto do processo
ensino-aprendizagem, com ênfase no desempenho do estudante e dos demais
elementos da prática pedagógica.
Esta concepção de avaliação concretizar-se-á se todos os envolvidos no
processo ensino-aprendizagem tiverem como foco a recuperação de estudos,
como retomada dos conteúdos permeando a prática docente considerando as
formas diferenciadas de aprendizagem.
REFERÊNCIAS
PRATES, Rubens. HTML – Guia de Consulta. São Paulo: Novatec, 1997.
Site: http://www.imasters.com.br.
UEPG. Criação e Programação voltada para Internet. Ponta Grossa: UEPG,
2003.
LUCKESI, Cipriano C. Avaliação do aluno: A favor ou contra a
Democratização do Ensino? Avaliação da Aprendizagem Escolar: Estudos
e Proposições – 15ª ed. Sp: Cortez, 2003, 60.
Projeto plano de curso do Colégio Estadual de Paranavaí.
Projeto Político Pedagógico, do Colégio Estadual de Paranavaí – Paraná.
Reformulação curricular dos cursos técnicos da rede estadual: Uma construção
coletiva.
DIRETRIZ CURRICULAR DA DISCIPLINA DE
LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO
APRESENTAÇÃO
A disciplina de Linguagem de Programação surge com o objetivo de
proporcionar uma seqüência de aprendizado em conjunto com a disciplina de
Lógica de Programação, uma vez que ambas possuem um elo de ligação muito
íntimo entre as mesmas. Em outras palavras, os conceitos adquiridos em
Lógica de Programação são fundamentais para que o aluno possa dar
prosseguimento ao curso e abstrair os conhecimentos referentes à Linguagem
de programação.
Mas independentemente disto, a disciplina de Linguagem de programação
pode ser denotada como sendo uma das principais do curso, quiçá a mais
importante, uma vez que a mesma esta intimamente ligada à essência da arte
da informática.
EMENTA:
Conceito de linguagens de programação, programação modular,
orientação a objetos, ambiente de desenvolvimento e testes.
OBJETIVO GERAL
 Este conteúdo objetiva transmitir aos alunos alguns conceitos
básicos para capacitá-los a abstrair a técnica e o conhecimento
necessário para se desenvolver um pequeno projeto computacional
relacionado a software, mais condizente ao nível de conhecimento
que o curso pode oferecer. Para que num módulo posterior ele
tenha condições de dar prosseguimento à aquisição desses
conhecimentos relacionados ao assunto, afim de se compreender
como se desenvolve um sistema através de uma determinada
linguagem de programação de computadores.
CONTEÚDOS ESPECÍFICOS – 1ª SÉRIE













Etapa para resolução de um problema via computador;
Conceitos básicos;
Seqüência lógica;
Conceitos de tipos de dados e instruções primitivas;
Operadores matemáticos;
Variáveis e constantes;
Tabela verdade;
Representação e implementação de algoritmos;
Pseudocódigo;
Regras para construção de algoritmos;
Comandos de entrada e saída;
Estrutura de controle (seqüencial, condicional e repetição);
Teste de mesa;
 Implementação de algoritmos em uma linguagem de programação
estruturada;
 Conceitos e operações com arquivos;
 Modelo de programação;
 Sintaxe da linguagem de programação;
 Organização do código, modularização;
 Elementos de controle;
 Operações e propriedades;
 Fase de desenho e fase de execução;
 Tipos de controles;
 Dados, escopo de variáveis e constantes;
 Mecanismos de programação;
 Funções e procedimentos;
 Detecção e prevenção de erros de sintaxe;
 Erros semânticos;
CONTEÚDOS ESPECÍFICOS – 2ª SÉRIE
 Implementação de algoritmos em uma linguagem de programação
orientada a objeto;
 Conceitos e operações com arquivos;
 Modelo de programação;
 Sintaxe da linguagem de programação;
 Organização do código, modularização;
 Elementos de controle;
 Operações e propriedades;
 Fase de desenho e fase de execução;
 Tipos de controles;
 Dados, escopo de variáveis e constantes;
 Mecanismos de programação;
 Funções e procedimentos;
 Detecção e prevenção de erros de sintaxe;
 Erros semânticos;
 Criação da interface;
 Geração de relatórios;
 Orientação a objetos.
METODOLOGIA
Vamos procurar sempre trabalhar os conteúdos aplicando métodos que
proporcione um melhor rendimento do conteúdo bem como uma melhor
abstração de conhecimento por parte dos alunos.
Embora seja complicado devido a escassez de recursos tecnológico que
por sua vez infelizmente é a base do nosso curso e principalmente da
disciplina. Mas independente disto vamos sempre buscar alternativas que
possam de alguma forma suprir estas necessidades, de forma a aplicar
conteúdos teóricos de maneira atualizada e da mesma forma abstraindo
metodologias visando despertar o interesse dos alunos.
AVALIAÇÃO
Por se tratar de uma disciplina quase que puramente prática, onde os
alunos terão basicamente que aplicar os conceitos abstraídos na disciplina de
lógica agora evidentemente na prática convertendo algoritmo em uma
determinada linguagem de programação. Vamos procurar avaliá-los também
não somente com teoria, mas também com atividades práticas denotando os
conceitos e as estruturas básicas da programação de computadores, uma vez
que os recursos são escassos para se cobrar algo muito dinâmico.
REFERÊNCIAS
BOENTE Alfredo. Construindo algoritmos computacionais: Lógica de
Programação. Brasport.
CARBONI Irenice de Fátima. Lógica de Programação. Thomson Learning
(Pioneira).
FORBELLONE André Luiz, EBERSPACHER Henri F. Lógica de Programação
– A construção de algoritmos e estruturas de dados. 3ª Ed. Pearson/Prentice
Hall.
MANZANO, Jose Augusto N. G. Algoritmos: lógica para desenvolvimento de
programação em computadores. Editora Érica. 2002.
SAID, Ricardo. Curso de Lógica de Programação. Digerati/Universo de livros.
SENAC. Construção de Algoritmos. Editora Senac.
SOUZA, Marco Antonio Furlan de, GOMES Marcos Marques, SOARES Marcio
Vieria. Algoritmos e Lógica de Programação. Editora Thomson.
XAVIER Gley Fabiano Cardoso. Lógica de Programação. Senac.
ZAVIANI. N. Projeto de Algoritmos: Com Implementação em Pascal e C.
Thonson. 2000.
DIRETRIZ CURRICULAR DA DISCIPLINA DE
REDES E SISTEMAS OPERACIONAIS
APRESENTAÇÃO
Uma rede de dados é definida como um conjunto de computadores, que
trocam informações e compartilham recurso, interligados pro um sistema de
comunicação. É neste contexto que a disciplina de redes e sistemas
operacionais trabalha.
O assunto redes é complexo, devido a grande variedade de segmentos,
equipamentos, arquiteturas, modelos e componentes existentes. Desta forma,
a disciplina de Redes e Sistemas Operacionais, dará ao educando todo
embasamento teórico necessário ao conhecimento de importantes conceitos da
área, além de condições para que o educando crie uma rede de pequeno
porte, e também é abordados tópicos avançados, como: servidores de rede,
intranet, protocolo TCP/IP, etc.
Nessa perspectiva, não se pode esquecer das necessidades do
enfrentamento dos Desafios Educacionais Contemporâneos (Educação
Ambiental, Educação Fiscal, Drogas e Sexualidade), que visam fortalecer o
individuo frente os obstáculos do dia dia, bem como, o Ensino de Historia e
Cultura Afro brasileira, Africana e Indígena - Lei 11.645/08, que serão
abordados sempre que houver necessidade e a oportunidade, perante os
alunos.
EMENTA:
Introdução ás redes de computadores, projeto de redes. Conceitos
básicos de segurança, interligação de redes, protocolos de comunicação,
serviços de rede. Conceitos, estruturas e dispositivos de Sistemas
Operacionais.
OBJETIVO GERAL
 O principal objetivo é capacitar profissionais que atendam a demanda do
mercado de trabalho, sendo capazes de configurar; desenvolvendo
projetos de redes, com todas as características de hardware e software.
CONTEÚDOS ESPECÍFICOS – 4ª SÉRIE
 CONCEITOS DE TRANSMISSÃO DE DADOS.
 Histórias da Redes
 Tipos de Redes
 Topologias de Redes
 MATEMÁTICA DAS REDES
 Bits, Bytes e Múltiplos
 Números binários
 LARGURA DE BANDA
 Conceitos básicos
 MEIOS DE TRANSMISSÃO
 Meios em Cobre
 Meios Ópticos
 Meios sem fio
 DISPOSITIVOS DE REDE DE COMPUTADORES.
 Hub
 Repetidor
 Bridge
 Switch
 Router
 Placa de Rede
 Access Point
 PROTOCOLOS DE COMUNICAÇÃO
 TCP/IP
 Endereçamento IP
 Classes de Redes
 Máscara de Sub-Rede
 DCHP
 DNS
 REPRESENTAÇÃO ELÉTRICA DE INFORMAÇÃO DIGITAL
 Conceitos básicos
 CONFIGURAÇÃO DE REDES LOCAIS
 Endereços IP Classe A, B e C e Máscara de Rede
 Configuração de Redes Windows
 Configuração de Redes Linux
 Detecção de problemas em redes
 Configuração de modem ADSL
 REDES WIRELESS
 Protocolo 802.11a,b,g,n
 Tecnologias e equipamentos
 Access Point
 Antenas direcionais e ominidirecionais
 Criptografia WEP e WPA
 Configuração de Redes Wireless
 TIPOS DE REDE
 Lan
 Man
 Wan
 CÓDIGO DE SISTEMAS DE TRANSMISSÃO BANDA BASE
 Conceitos Básicos
 Técnicas de Multiplexacão
 Banda base
 Banda broad
 CONCEITOS BÁSICOS DE CONECTIVIDADE
 Conceitos Básicos
 TOPOLOGIA DE REDES
 Anel
 Estrela
 Barra
 REDES LOCAIS E DE LONGA DISTANCIA
 Lan
 Wan
 SISTEMAS OPERACIONAIS DE REDE
 Windows
 Unix
 MODELOS DE REFERÊNCIA
 Modelo OSI
 Modelo TCP/IP
 INTERLIGAÇÃO E EQUIPAMENTOS DE REDES
 Conceitos básicos
 DESEMPENHO, CUSTOS E SEGURANÇA DE REDES
 Criptografia
 Firewal
 HISTÓRICO, CLASSIFICAÇÃO, ESTRUTURA E COMPONENTES
DOS SISTEMA OPERACIONAL
 Conceitos básicos
 CABEAMENTO
 Introdução
 Normas e padronizações
 TECNOLOGIAS ETHERNET
 Conceitos básicos
 INTRANET E EXTRANET
 Conceitos e aplicabilidade
METODOLOGIA
Através de aulas expositivas e práticas, experimentação e observação
em laboratório, visitas a empresas e ambientes reais de trabalho, promover o
conhecimento e funcionamento dos diversos sistemas operacionais e de
comunicação.
AVALIAÇÃO
A avaliação será sempre um instrumento para dimensionar o nosso
trabalho o do aluno e da escola. A avaliação não terá função terminal, não
devendo ser mera soma das notas alcançadas frente às tarefas propostas. O
acompanhamento devera acorrer em função da construção do conhecimento e
não em função das tarefas proposta.
A avaliação neste sentido não terá caráter de punição e seleção, uma vez
que todos são capazes de aprender. Segundo Luckesi “Avaliação é um juízo de
valor, sobre dados relevantes da realidade para uma tomada de decisão”. Será,
portanto, refletir com o aluno sobre os resultados obtidos e decidir quais as
medidas necessárias para reorganizar o processo. Na organização do currículo
integrado do curso técnico em informática isto implica em mudanças na
concepção de avaliação.
Propõe-se, portanto uma avaliação diagnóstica, considerando-se os
conteúdos que permitem ao aluno alcançar o saber concreto sobre a visão dos
saberes acumulados, sem perder de vista que a função diagnóstica da
avaliação é servir de parâmetro, como subsídio, como ponto do processo
ensino-aprendizagem, com ênfase no desempenho do estudante e dos demais
elementos da prática pedagógica.
Esta concepção de avaliação concretizar-se-á se todos os envolvidos no
processo ensino-aprendizagem tiverem como foco a recuperação de estudos,
como retomada dos conteúdos permeando a prática docente considerando as
formas diferenciadas de aprendizagem.
REFERÊNCIAS
CARMONA, Tadeu. Segredos das Redes de Computadores. 2ª Ed. Editora
Digerati / Universo de livros.
COMER, Douglas E. Redes de computadores e internet. 4ª edição. Editora
Artmed.
DANTAS Mário. Tecnologia de Redes de comunicação e computadores.
Editora AXCEL.
DEITEL Choffnes. Sistemas Operacaionais. Editora Person.
FERREIRA, Hugo Barbosa. Redes de Planejamento: Metodologia e prática
com PERT/CPM E MS PROJECT. Editora Ciência Moderna.
GAGNE, Abrahan Silberschatz Greg, GALVN, Peter Baer. Fundamentos de
Sistemas Operacionais. Editora LTC.
GALLO, M.A. Comunicação entre Computadores e Tecnologias de Rede,
Thomsnon. 2003.
GOUVEIA José, MAGALHÃES Alberto. Redes de Computadores. Editora
LTC.
GUIMARÃES Alexandre Guedes, LINS Rafael Dueire, OLIVEIRA Raimundo
Corrêa. Segurança em Redes privadas Virtuais – VPNS. Editora Brasport.
MATTHEWS Jeanna. Redes de computadores – Protocolos de Internet em
Ação. Editora LTC. 2006.
MENDES Douglas Rocha. Redes de Computadores: Teoria e Prática. Editora
Novatec.
NAKAMURA Emílio Tissato, GEUS Paulo Licio. Segurança de Redes em
Ambientes Cooperativos. Editora Novatec.
STARLIN Gorki. TCP/IP: Redes de computadores e Comunicação de dados.
Editora Alta Books.
TANENBAUM, Andrew S. Redes de Computadores. Campus.
TANENBAUM Andrew S, WOODHULL Albert S. Sistemas Operacionais:
Projetos e Implementação. Editora Bookman.
TORRES, G. Redes de Computadores – Curso Completo. Axcel. 2001.
VIGLIAZZI Douglas. Rede Locais com Linux. 2ª edição. Editora Visual Books.
Reformulação curricular dos cursos técnicos da rede estadual: Uma construção
coletiva
Projeto plano de curso do Colégio Estadual de Paranavaí.
LUCKESI, Cipriano C. Avaliação do aluno: A favor ou contra a
Democratização do Ensino? Avaliação da Aprendizagem Escolar: Estudos
e Proposições – 15ª ed. Sp: Cortez, 2003, 60.
Projeto Político Pedagógico, do Colégio Estadual de Paranavaí – Paraná.
DIRETRIZ CURRICULAR DA DISCIPLINA DE
SUPORTE TÉCNICO
APRESENTAÇÃO
Sendo o profissional de grau médio preparado para atuar junto a
empresas e entidades com necessidades de operação de aplicativos,
informatização básica de escritórios, montagem e configuração básica de
microcomputadores e sistemas operacionais. Possuindo conhecimentos de
normas e procedimentos organizacionais.
Além de englobar as atividades desenvolvidas pelo Assistente Técnico
em Microinformática e pelo Técnico em Informática, é um profissional com o
perfil voltado para dar suporte a hardware, a software e ao usuário final:
Projeção, Configuração e Manutenção de redes locais. Tem conhecimentos
referentes às plataformas de sistemas operacionais marcantes no mercado
bem como o dimensionamento de hardware às necessidades do cliente.
Destaca-se também na pesquisa, na apresentação e no desenvolvimento de
tecnologias inovadoras de sistemas informatizados.
Nessa perspectiva, não se pode esquecer das necessidades do
enfrentamento dos Desafios Educacionais Contemporâneos (Educação
Ambiental, Educação Fiscal, Drogas e Sexualidade), que visam fortalecer o
individuo frente os obstáculos do dia dia, bem como, o Ensino de Historia e
Cultura Afro brasileira, Africana e Indígena - Lei 11.645/08, que serão
abordados sempre que houver necessidade e a oportunidade, perante os
alunos.
EMENTA:
Instalação e configuração de um microcomputador e seus periféricos
Manutenção e atualização de hardware e software.
OBJETIVOS GERAIS
 Promover a familiarização com os conceitos e termos da área de
microinformática bem como identificação dos itens componentes
de um microcomputador básico e orientação sobre o seu manuseio
adequado.
 Fornece o conhecimento para montagem e manutenção de
computadores e periféricos, com orientações sobre diagnósticos e
aspectos práticos.
CONTEÚDOS ESPECÍFICOS – 2ª SÉRIE
 PERIFÉRICOS
 Placa Mãe
 Detalhes da Placa Mãe
 Identificação da Placa Mãe
 Slots
 PROCESSADOR
 Definição
 Clock
 Tipos de Processadores
 PLACAS, COMPONENTES E PERIFÉRICOS
 Gabinete
 Fonte de Alimentação
 Instalando a Chave Liga/Desliga (padrão AT)
 Cabo Flat
 Placa de Vídeo
 Placa de Vídeo Antigas
 Vídeo On-board
 Placas de Vídeo 3D
 Unidade de Disquete
 Disco Rígido
 Padrões de Disco Rígido
 SCSI – Small Computer Systems Interface
 IDE – ( Integrated Drive Eletronics )
 Serial ATA
 CD-Rom
 Placa de Som
 Placa de Fax Modem
 MEMÓRIAS
 Memória RAM
 Memória de MASSA
 Memória VIRTUAL
 DISPOSITIVOS DE ENTRADA E SAÍDA
 Monitor
 Teclado
 Mouse
 Caixinha de Som
CONTEÚDOS ESPECÍFICOS – 3ª SÉRIE
 MONTAGEM E CONFIGURAÇÃO HARDWARE
 As Ferramentas
 Bancada
 Roteiro de Montagem
 Abrindo o Gabinete
 Conexões Mecânicas
 Espaçadores Plásticos
 Parafusos de Fixação da Placa de CPU
 Instalação de Memória RAM
 Processador
 O Cooler do Processador














Alimentação da Placa Mãe
Fixação dos Drives e HD
Ligação dos Drives
Ligação do HD
Colocação das Placas Auxiliares
Ligação dos cabos do HD
Alimentação dos Drives e HDs
Ligação dos Fios do Gabinete à Placa Mãe
Key Lock e Power Led Conector
Speaker Conector
Fonte de Alimentação
Jumpers
Finalizando a Montagem
Esquema de Montagem
 INSTALAÇÃO DE SISTEMA OPERACIONAL
 Sistemas de Arquivos
 Sistemas Windows
 Sistemas Linux
 Outros sistemas
 Formatação de HD
 Instalação de Sistema Operacional
 Configuração de drivers em Sistema Operacional
 Instalação Linux
 Otimização de Sistema Operacional
 TÉCNICAS DE DIAGNÓSTICOS
 Localização dos Defeitos
 Defeitos Sinalizados por Hardware
 Defeitos Sinalizados por “ Beeps “
 Defeitos Sinalizados Por Mensagens
 Defeitos Sinalizados por Software
 Defeitos não Sinalizados
 Defeitos de Processador
 Erros típicos de Montagem
 Micro não liga
 TÉCNICAS DE CONFIGURAÇÃO E OTIMIZAÇÃO
 Instalação de Placa de Vídeo
 Instalação de Placa de Fax
 Instalação de Placa mãe
 Instalação de Placa de rede
 Configuração de teclado
 SEGURANÇA FÍSICA E LÓGICA: HARDWARE E REDES
 Políticas de segurança
 Software de segurança
 Hardware de segurança.
METODOLOGIA
A metodologia tem como base à pesquisa e à autonomia para busca do
conhecimento. Assim, a infra-estrutura de informática será intensamente
utilizada, além de outras estratégias de ensino como seminários, palestras,
visitas técnicas, projetos, fóruns, conferências, aulas práticas e dispositivas,
desenvolvimentos de projetos e implementação, entrevista para levantamentos
de informações para projetos de Sistema de informações, entre outras
atividades.
AVALIAÇÃO
Conforme o regimento escolar a avaliação é continua, cumulativa e
processual devendo refletir o desenvolvimento global do aluno e considerar as
características individuais deste no conjunto dos componentes curriculares
cursados, com preponderância dos aspectos qualitativos sobre os
quantitativos.
Em se tratando da recuperação de estudos esta é direito dos alunos
independentemente do nível de apropriação dos conhecimentos básicos e dar
se á de forma permanente e concomitante ao processo ensino e
aprendizagem. Serão aplicados no mínimo dois instrumento de avaliação
diversificados por conteúdo. Os trabalhos individuais e em grupos receberão
orientação;
O valor de cada conteúdo estará previsto no plano de trabalho docente.
Será oportunizado a todos os alunos, diferentes procedimentos avaliativos por
conteúdo(s), sendo realizado assim a recuperação de estudos durante o
bimestre.
REFERÊNCIAS
VASCONCELOS, Laércio. Manutenção de micros na pratica. Rio de Janeiro,
2005.
VASCONCELOS, Laércio. Hardware na prática. Rio de Janeiro, 2005.
CHINELATO, João Filho. A arte de organizar para informatizar. Rio de Janeiro:
LTC, 1994.
Reformulação curricular dos cursos técnicos da rede estadual: Uma construção
coletiva
Projeto plano de curso do Colégio Estadual de Paranavaí.
LUCKESI, Cipriano C. Avaliação do aluno: A favor ou contra a
Democratização do Ensino? Avaliação da Aprendizagem Escolar: Estudos
e Proposições – 15ª ed. Sp: Cortez, 2003, 60.
GOVERNO DO ESTADO DO PARANÁ
SEED - SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO
COLÉGIO ESTADUAL DE PARANAVAÍ – ENS. FUND., MÉDIO,
NORMAL E PROFISSIONAL
Rua Guaporé n.º 2425
Tel/Fax.(0xx44)3423-6311
N.R.E.:
Paranavaí
C.E.P. - 87.705-120
Paranavaí
Paraná.
Email: [email protected] / Site:
www.pvaparanavai.seed.pr.gov.br
MATRIZ CURRICULAR DO TÉCNICO EM INFORMÁTICA INTEGRADO
NRE: 22 - PARANAVAÍ
MUNICÍPIO: 1860 - PARANAVAÍ
ESTABELECIMENTO: 00013 – COLÉGIO ESTADUAL DE PARANAVAÍ - EFMNP
ENDEREÇO: R.GUAPORÉ, 2425 – JD. A. AEROPORTO CEP: 8705-120
PARANAVA-PR
FONE: ((044) 3423-6311
ENTIDADE MANTENEDORA: GOVERNO DO ESTADO DO PARANÁ
CURSO: 0746 -TÉC. EM INFORMÁTICA –
INTEGRADO
ANO DE IMPLANTAÇÃO: 2011
FORMA: SIMULTANEA
DISCIPLINAS
BNC LINGUA PORT. E LITERATURA
ARTE
EDUCAÇÃO FÍSICA
MATEMÁTICA
FISICA
QUÍMICA
BIOLOGIA
HISTÓRIA
GEOGRAFIA
FILOSOFIA
SOCIOLOGIA
BNC
SUB-TOTAL
PD L.E.M. – INGLÊS
INFORMÁTICA INSTRUMENTAL
PD
SUB-TOTAL
FE FUND. E ARQUITETURA DE COMPUT.
REDES E SISTEMAS OPERACIONAIS
SUPORTE TÉCNICO
TURNO: NOITE
MÓDULO: 40 SEMANAS
1º
3
2
2
3
2
2
2
3
19
2
2
4
2
SÉRIES
2º
3º
3
3
2
3
2
3
2
2
4º
2
2
3
2
2
2
3
2
3
17
2
15
2
2
2
2
2
2
2
2
13
2
INTERNET E PROGRAMAÇÃO WEB
2
LÓGICA DE PROGRAMAÇÃO
2
LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO
BANCO DE DADOS
ANALISE E PROJETOS
FE
SUB TOTAL
2
6
TOTAL GERAL
25
25
NOTA: MATRIZ CURRICULAR DE ACORDO COM LDB N. 9394/96
2
2
2
2
2
4
12
25
8
25
DIRETRIZES CURRICULARES DO CURSO
TÉCNICO EM INFORMÁTICA INTEGRADO PARA
A 4ª SÉRIE
DIRETRIZ CURRICULAR DA DISCIPLINA
DE PORTUGUESA E LITERATURA
APRESENTAÇÃO
Enquanto disciplina escolar o estudo da Língua Portuguesa tem adquirido
conceitos aprimorados ao longo dos anos tanto no objetivo bem como no que
diz respeito ao ensino-aprendizagem.
O educando tem se tornado um ser de autonomia intelectual e
pensamento crítico.
O processo da comunicação está associado ao contexto social vivida
pelos mesmos, os quais interagem num emaranhado de relações humanas no
seu cotidiano convivendo entre pessoas.
A Língua Materna é conhecimento primordial para favorecer em relações
de diversas modalidades de linguagem, para adquirirmos sentidos reais da
linguagem falada.
O estudo da Língua Portuguesa abrange três eixos: A leitura, a escrita e a
oralidade.
A Leitura compreende o contato do aluno com uma ampla variedade de
textos.
Os textos dentro da prática social devem ser amplos com linguagens
diferenciadas.
A mesma deve levar o aluno a ter uma atitude crítica sobre os sujeitos
presente dentro do contexto da leitura.
As atividades de leituras devem considerar a formação do leitor e isso
implica não só considerar diferentes leituras de mundo, diferentes experiências
de vida e finalmente diferentes leituras que a leve a dialogar com o texto.
Com relação à escrita deve levar em conta a relação pragmática entre o
uso e o aprendizado da língua tendo uma noção de escrita como formadora de
subjetividades.
Deve ser valorizada a experiência lingüística do estudante em situações
por eles, vivenciados e não apenas a ideal. A escrita é um eterno processo
inacabado valorizando assim o aprendizado de cada escrita e produtos, textual.
A oralidade é bastante complexa e através de trabalhos com as mesmas
são muito ricas e apontam diferentes caminhos. No que diz respeito à literatura
oral cabe considerar a potência dos textos literários como arte, produzindo a
necessidade de considerar, seus estatutos, sua dimensão estética e suas
forças políticas particulares.
EMENTA
Concepções teóricas e práticas da Língua Portuguesa. A oralidade e
leitura, a interpretação e a escrita como princípios norteadores do Ensino de
Língua Portuguesa. Concepções teóricas e práticas da Leitura Brasileira e
Portuguesa. Textos técnicos Metodologia científica. Uso da editoração
eletrônica e busca de textos em formato eletrônico.
OBJETIVOS GERAIS
 Desenvolver um trabalho em que o aluno possa comunicar-se com
clareza, emitir suas opiniões sobre a linguagem e seus usos no dia a
dia;
 Valorizar a interação na sociedade, buscando conhecimento prévio e
compreender os valores de nossa cultura;
 Despertar o interesse pela leitura e levá-lo à contextualização
tornando-se um aluno crítico e produtivo;
 Valorizar a literatura como meio de produzir leitores competentes
diante de quaisquer tipos de textos;
 Compreender e interpretar os variados tipos de textos imagéticos,
escritos e orais nas diferentes situações sociais;
 Elaborar textos coerentes, como roteiros, resumos, notas, índices e
outros.
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES E BÁSICOS – 4ª SÉRIE

ORALIDADE














Implica em conhecimentos relativos às variedades lingüísticas e às
diferentes construções da língua. Ser desenvolvidas atividades
sistemáticas de fala, escuta e reflexão sobre a língua que devem
acontecer no interior de atividades significativas.
Textos de imprensa:
Notícia, entrevista radiofônica e televisiva, debate e depoimento.
Textos de divulgação científica:
Exposição, debate, relato de experiência científica.
Textos da ordem do relatar:
Histórias em família, experiências vividas, diários, testemunhos,
autobiografia, notícia curta, etc.
Textos argumentativos:
Exposição e debate.
Textos instrucionais ou prescritivos:
Técnica de resumo
Técnica de ampliação de textos
Instruções, regras em geral, receitas, normas.
Exposição, debate, relato de experiência científica.
A prática da análise linguística na oralidade.
 Materialidade fônica dos textos poéticos
 Reconhecimento das diferentes possibilidades de uso da língua
 Recursos lingüísticos próprios da oralidade
 As variedades lingüísticas e a adequação da linguagem ao contexto
de uso: diferentes registros, grau de formalidade, em relação à fala e
à escrita
 Aspectos formais e estruturais do texto

LITERATURA

O trabalho pedagógico tradicionalmente realizado com a Literatura
no Ensino Médio tem deixado de lado a formação do leitor ao não









valorizar a experiência real de leitura, de interação do estudante com
o texto literário.
Uma nova perspectiva de trabalho com o texto literário seria o que
poderíamos chamar de método rizomático. Recebe essa designação
por causa da analogia com o rizoma, espécie de raiz subterrânea
que se prolonga horizontalmente.
Um professor de Literatura, para operar na perspectiva rizomática,
será um contínuo leitor, capaz ele mesmo de selecionar os textos
que trabalhará com os seus alunos. Ele estabelecerá como critérios
de textos para a seleção desses textos, não a linearidade da
historiografia literária, nem a adaptabilidade do texto ou tema à
linguagem dos alunos, subestimando suas capacidades cognitivas,
nem levará em conta a facilidade do texto, mas, fundamentado no
seu percurso de leitura, levará aos estudantes textos com maior
possibilidades de relações dentro do rizoma.
O rizoma sugere um movimento que leva à libertação do
pensamento em relação à linha do tempo. Um método mais
preocupado em fazer mapas de leituras do que enfeixa-las em
gavetas imobilizadas na história.
O professor estimulará as conexões entre um ponto e outro, a serem
realizadas pelos alunos, e estabelecerá, ele mesmo suas conexões
a partir dos textos apresentados pelos alunos, produzidos por eles
ou não. Ao trabalhar com os textos selecionados por ele mesmo, o
professor estimulará as relações dos textos escolhidos com o
contexto presente.
O trabalho pedagógico tradicionalmente realizado com a Literatura
no Ensino Médio tem deixado de lado a formação do leitor ao não
valorizar a experiência real de leitura, de interação do estudante com
o texto literário.
Uma nova perspectiva de trabalho com o texto literário seria o que
poderíamos chamar de método rizomático. Recebe essa designação
por causa da analogia com o rizoma, espécie de raiz subterrânea
que se prolonga horizontalmente.
Um professor de Literatura, para operar na perspectiva rizomática,
será um contínuo leitor, capaz ele mesmo de selecionar os textos
que trabalhará com os seus alunos. Ele estabelecerá como critérios
de textos para a seleção desses textos, não a linearidade da
historiografia literária, nem a adaptabilidade do texto ou tema à
linguagem dos alunos, subestimando suas capacidades cognitivas,
nem levará em conta a facilidade do texto, mas, fundamentado no
seu percurso de leitura, levará aos estudantes textos com maior
possibilidades de relações dentro do rizoma.
O rizoma sugere um movimento que leva à libertação do
pensamento em relação à linha do tempo. Um método mais
preocupado em fazer mapas de leituras do que enfeixa-las em
gavetas imobilizadas na história.
O professor estimulará as conexões entre um ponto e outro, a serem
realizadas pelos alunos, e estabelecerá, ele mesmo suas conexões
a partir dos textos apresentados pelos alunos, produzidos por eles
ou não. Ao trabalhar com os textos selecionados por ele mesmo, o








professor estimulará as relações dos textos escolhidos com o
contexto presente.
Um texto fornece várias informações, conhecimentos, opiniões que,
uma vez socializados pela turma, favorecem a reflexão e ampliação
de sentido sobre o que foi lido. Assim, é importante que a leitura seja
vista em função de uma concepção interacionista de linguagem,
segundo a qual se busca formar leitores no âmbito escolar.
O professor deve propor infinidades de textos, a fim de desenvolver a
subjetividade e ampliando a visão de mundo do aluno, considerando
sua preferência e opinião ao selecioná-los.
Textos da ordem da correspondência: Cartas familiares,
correspondências comerciais, bilhetes, convites, e-mails comerciais
Textos argumentativos: Textos de opinião, editoriais, resenhas
Textos instrucionais ou prescritivos: Instruções, regras em geral,
receitas, normas, leis e estatutos.
Textos de imprensa: Notícia, entrevista, textos informativos e de
opinião, classificados, anúncios, folhetos, entre outros.
Textos midiáticos: Textos publicitários, chats, e-mails, mensagens de
telefone.
Textos de divulgação científica: Verbetes de dicionário e
enciclopédia, relatos de experiência científica.
A prática da análise linguística na leitura.

Organização do plano textual: conteúdo veiculado, possíveis
interlocutores, assunto, fonte, papéis sociais representados,
intencionalidade e valor estético.

Diferentes vozes presentes no texto.

Reconhecimento da importância dos elementos coesivos e
marcadores de discurso para a progressão textual, encadeamento
das idéias e para a coerência do texto, incluindo o estudo, a análise
e a importância contextual de conteúdos gramaticais na organização
do texto:

Relações semânticas que as preposições e os numerais
estabelecem no texto.

A pontuação como recurso sintático e estilístico em função dos
efeitos de sentido, entonação e ritmo, intenção, significação e
objetivos do texto.

PRODUÇÃO TEXTUAL





Textos da ordem da correspondência: Cartas familiares,
correspondências comerciais, bilhetes, convites e e-mails comerciais
Textos argumentativos: Textos de opinião, carta do leitor
Textos instrucionais ou prescritivos: Instruções e regras em geral,
receitas, normas, leis e estatutos.
Resumos
Monografia
A prática da análise lingüística na produção textual.




ESCRITA





Conteúdos relacionados à norma padrão em função do
aprimoramento das práticas discursivas, tendo em vista o uso e o
princípio da regularidade: concordância verbal e nominal, regência
verbal e nominal, acentuação, crase, ortografia, pontuação, tempos
verbais.
Elementos de coesão e coerência na constituição textual, incluindo
os conteúdos relacionados aos aspectos semânticos e léxicos:
sinônimos, antônimos, polissemia, nominalizações e hiperonímia.
Elementos composicionais formais e estruturais dos diferentes
gêneros discursivos.
O exercício da escrita, da produção textual, deve levar em conta a
relação pragmática entre o uso e o aprendizado da língua,
percebendo o texto como elo de interação social e os gêneros como
construções coletivas. O que se sugere é a noção de uma escrita
como formadora de subjetividades.
Promover e valorizar a experiência lingüística do estudante em
situações específicas;
Produzir textos argumentativos, descritivos, de notícia, narrativos,
cartas ou memorandos, poemas, abaixo assinados, crônicas, textos
de humor, literários, informativos considerando uma determinada
circunstância;
Por meio da reestruturação textual aprimorar a competência da
escrita.
LITERATURA




O trabalho pedagógico tradicionalmente realizado com a Literatura
no Ensino Médio tem deixado de lado a formação do leitor ao não
valorizar a experiência real de leitura, de interação do estudante com
o texto literário.
Uma nova perspectiva de trabalho com o texto literário seria o que
poderíamos chamar de método rizomático. Recebe essa designação
por causa da analogia com o rizoma, espécie de raiz subterrânea
que se prolonga horizontalmente.
Um professor de Literatura, para operar na perspectiva rizomática,
será um contínuo leitor, capaz ele mesmo de selecionar os textos
que trabalhará com os seus alunos. Ele estabelecerá como critérios
de textos para a seleção desses textos, não a linearidade da
historiografia literária, nem a adaptabilidade do texto ou tema à
linguagem dos alunos, subestimando suas capacidades cognitivas,
nem levará em conta a facilidade do texto, mas, fundamentado no
seu percurso de leitura, levará aos estudantes textos com maior
possibilidades de relações dentro do rizoma.
O rizoma sugere um movimento que leva à libertação do
pensamento em relação à linha do tempo. Um método mais
preocupado em fazer mapas de leituras do que enfeixa-las em
gavetas imobilizadas na história.

O professor estimulará as conexões entre um ponto e outro, a serem
realizadas pelos alunos, e estabelecerá, ele mesmo suas conexões
a partir dos textos apresentados pelos alunos, produzidos por eles
ou não. Ao trabalhar com os textos selecionados por ele mesmo, o
professor estimulará as relações dos textos escolhidos com o
contexto presente.
METODOLOGIA
A disciplina de Língua Portuguesa/Literatura deve ser orientada por
práticas de oralidade, leitura, e escrita, vivenciando experiências com a língua
em uso, concretizadas em atividades de leitura, produção de textos orais,
visuais, escritos e reflexões com e sobre a língua, norteada por uma concepção
teórica que vê a língua em permanente constituição na interação entre sujeitos
histórica e socialmente situados.
Oralidade
Desenvolver e aprimorar habilidades de falar e ouvir:

Promover debates sobre temas estudados;

Desenvolver seminários, em que ocorra discussões e reflexões de
vários ângulos sobre a obra estudada;

Uso do discurso adequado a cada situação, por isso simular
situações em que o aluno possa diferenciar o tipo de linguagem a ser
usada;

Depoimentos de situações marcantes e vivenciada pelo aluno;

Realizar entrevistas com cidadãos de diferentes contextos;

Analisar entrevistas de TV e rádio, observando as diferenças do
discurso;

Oportunizar momentos em que os alunos possam expor idéias e
opiniões sobre diferentes temas.
Leitura
As atividades de leitura devem considerar a formação do leitor e isso
implica não só considerar diferentes leituras de mundo, diferentes experiências
de vida e, conseqüentemente, diferentes leituras; mas também o diálogo dos
estudantes com o texto (e não sobre o texto, dirigido pelo professor).
 Promover a leitura de obras literárias, em sua integralidade e não
através de meros resumos ou trechos, ler também textos visuais
como fotos, outdoors, propagandas, imagens digitais e virtuais,
figuras e gravuras clássicas e contemporâneas;
 Desenvolver o multiletramento no que diz respeito aos textos
midiáticos ( emissões via TV, rádio e computadores);
 Interpretar não só buscando desvendar um possível mistério do
texto, mas também o mistério que há no leitor;
 Oportunizar por meio do ato de ler a ampliação da visão de mundo
do estudante, fazendo com que ele recorde seus sonhos, suas
opiniões, assim convocando-o ao ato de pensar.
Escrita
O exercício da escrita, da produção textual, deve levar em conta a relação
pragmática entre o uso e o aprendizado da língua, percebendo o texto como
elo de interação social e os gêneros como construções coletivas. O que se
sugere é a noção de uma escrita como formadora de subjetividades.
 Promover e valorizar a experiência lingüística do estudante em
situações específicas;
 Produzir textos argumentativos, descritivos, de notícia, narrativos,
cartas ou memorandos, poemas, abaixo assinados, crônicas, textos
de humor, literários, informativos considerando uma determinada
circunstância;
 Por meio da reestruturação textual aprimorar a competência da
escrita.
Literatura
O trabalho pedagógica tradicionalmente realizado com a Literatura no
Ensino Médio tem deixado de lado a formação do leitor ao não valorizar a
experiência real de leitura, de interação do estudante com o texto literário.
Uma nova perspectiva de trabalho com o texto literário seria o que
poderíamos chamar de método rizomático. Recebe essa designação por causa
da analogia com o rizoma, espécie de raiz subterrânea que se prolonga
horizontalmente.
Um professor de Literatura, para operar na perspectiva rizomática, será um
contínuo leitor, capaz ele mesmo de selecionar os textos que trabalhará com os
seus alunos. Ele estabelecerá, como critérios de textos para a seleção desses
textos, não a linearidade da historiografia literária, nem a adaptabilidade do
texto ou tema à linguagem dos alunos, subestimando suas capacidades
cognitivas, nem levará em conta a facilidade do texto, mas, fundamentado no
seu percurso de leitura, levará aos estudantes textos com maior possibilidades
de relações dentro do rizoma.
O rizoma sugere um movimento que leva à libertação do pensamento em
relação à linha do tempo. Um método mais preocupado em fazer mapas de
leituras do que enfeixa-las em gavetas imobilizadas na história.
O professor estimulará as conexões entre um ponto e outro, a serem
realizadas pelos alunos, e estabelecerá, ele mesmo suas conexões a partir dos
textos apresentados pelos alunos, produzidos por eles ou não. Ao trabalhar
com os textos selecionados por ele mesmo, o professor estimulará as relações
dos textos escolhidos com o contexto presente.
AVALIAÇÃO
Leitura:
A oralidade será avaliada, primeiramente, em função da adequação do
discurso, texto aos diferentes interlocutores e situações. Num seminário, num
debate, numa troca informal de idéias, numa entrevista, numa contação de
história, e isso devem ser considerado numa análise da produção oral dos
estudantes.
A avaliação da leitura deve considerar as estratégias que os estudantes
empregaram no decorrer da Leitura, a compreensão do texto lido, o sentido
construído para o texto, sua reflexões e sua resposta ao texto, considerando as
diferenças de leituras de mundo e repertório dos alunos.
Escrita:
O texto escrito será determinado pela própria produção do aluno, e por
outros textos onde os aspectos textuais e gramaticais possam ser
evidenciados.
O posicionamento do aluno como avaliador de seus textos orais e
escritos é essencial para que ele adquira autonomia.
A avaliação formativa, na sua condição de contínua e diagnóstica, será
utilizada considerando ritmos e processos de aprendizagens diferentes do
estudante, possibilitando que a intervenção pedagógica aconteça a tempo,
informando os sujeitos do processo, ajudando-os a refletirem e tomarem
decisões.
BIBLIOGRAFIA
Série: Novo Ensino Médio: Volume único. Português: Maia: Editora Ática.
Gramática e literatura. Língua, Literatura e Redação. Literatura: textos e
técnicas.
Antônio de Siqueira e Silva F. Rafael Bertolin – Curso completo de Português
(Coleção Horizontes).
Beth Gruffi, Gramática, Editora Moderna.
Douglas Tufano, Estudos de Língua e Literatura, Editora Moderna.
FARACO & MOURA – volume único.
FARACO, Carlos Alberto – Português Língua e Cultura.
G. Mattos L. L. Megale – 2º Grau completo. Literatura – Língua – Redação
(Editora FTD).
Maria Luiza Abaune – Marcelo Nogueira, Pontara, Fátima Fadel – Língua e
Literatura (Editora Moderna).
REFERÊNCIAS
Governo do Estado do Paraná. Secretaria de Estado da Educação.
Superintendência da Educação. Diretrizes Curriculares de Língua
Portuguesa Para o Ensino Médio. Versão Preliminar Julho 2006.
Paraná Secretaria de Estado da Educação. Currículo básico para a escola
pública do estado do Paraná. 3º Ed. Curitiba, 1997.
DIRETRIZ CURRICULAR DA DISCIPLINA
DE EDUCAÇÃO FÍSICA
APRESENTAÇÃO
A disciplina de Educação Física está embasada numa construção
histórica socialmente construída segundo as diretrizes curriculares da
Educação Física versão preliminar julho/2006 que faz uma crítica referente aos
parâmetros curriculares nacionais, que há uma descentralização dos
conhecimentos historicamente construídos, ao propor temas amplos que
desviam a importância dos conhecimentos próprios de cada conteúdo de
tradição da Educação Física, sendo os parâmetros uma proposta confusa e
acrítica com uma redação aparentemente progressista.
A necessidade de contextualizar a Educação Física no universo das
metodologias está associada à questão da formação de professores de modo
geral e esta, por sua vez, deve estar articulada com a analise do papel da
educação na sociedade.Faz-se necessário entender a importância da
Educação Física no contexto geral da educação, ou seja, articulada no
processo ensino-aprendizagem, que leva a reflexão do que é o verdadeiro
ensino da Educação Física nas escolas. De acordo com a proposta preliminar
que traz em seu encaminhamento metodológico estudos que direcionam todo
processo a ser utilizada na Educação Física será adotada a metodologia
crítico-superadora.
È de reconhecimento geral que oportunidades de movimento, adequadas
às características e necessidades do aluno, são fundamentais para seu
desenvolvimento. È necessário especificar que o conceito de movimento,
nesse sentido, implica muito mais do que o deslocamento do corpo e dos
membros produzidos como uma consequência do padrão espaço-temporal da
contração muscular. È através do movimento que o ser humano se relaciona
com o meio ambiente para alcançar seus objetivos. Comunicando-se,
expressando seus conhecimentos e sua criatividade, por meio do movimento, o
ser humano interage com o meio físico e social, aprendendo sobre si mesmo e
sobre os outros.
Nesse sentido, a Educação Física como parte da cultura humana constituise numa área de conhecimento que estuda e atua sobre um conjunto de
manifestações da cultura corporal de movimento criada pelo ser humano ao
longo da história, sendo fundamental para o pleno desenvolvimento do
educando. Nessa perspectiva, não se pode esquecer das necessidades do
enfrentamento dos Desafios Educacionais Contemporâneos (Educação
Ambiental, Educação Fiscal, Drogas e Sexualidade), que visam fortalecer o
individuo frente os obstáculos do dia-dia, bem como, o Ensino de Historia e
Cultura Afro brasileira, Africana e Indígena - Lei 11.645/08, que serão
abordados sempre que houver necessidade e a oportunidade, perante os
alunos.
EMENTA
- Esporte, cultura corporal, educação pelo movimento, ginástica, corpo
movimento e saúde, cultura afro, cultura indígena, educação fiscal, qualidade
de vida e meio ambiente.
OBJETIVOS GERAIS
 Trabalhar com o educando os conteúdos historicamente construídos que
propicie uma ampliação do acervo motor e aperfeiçoamento e uma
conscientização da importância da Educação Física para a formação
plena do cidadão como um todo.
 Compreender a aplicabilidade dos conhecimentos da Educação Física
no cotidiano social e no processo educacional e profissional do técnico
em informática.
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES E BÁSICOS - 4ª SÉRIE
 CULTURA CORPORAL:

Esportes: vôlei / handebol, basquete, futsal.

Ginástica: alongamento, ginástica corporal.

Corpo / Movimento e Saúde: dança de rua (música lei 11.769/08)

Qualidade de vida e meio ambiente.

Atividade física em academias e o uso de anabolizantes

Educação pelo movimento.
METODOLOGIA
A metodologia sugerida pela proposta preliminar está embasada na
metodologia critica- superadora preconizada por alguns autores que entendem
que através desta metodologia os alunos participarão das aulas práticas e
teóricas com uma formação consciente, corporal e social que contribui para a
formação do cidadão.
A metodologia da Educação Física devera estar fundamentada na
produção de conhecimentos, ter conteúdos concretos, vivenciados dentro da
realidade social, respeitando seus interesses, sua maturação e sua experiência
anteriormente adquirida.
AVALIAÇÃO
Segundo estudos por várias correntes progressistas da educação a
avaliação diagnostica é a mais indicada, sendo a mesma um processo
contínuo, permanente e cumulativa, onde o professor organizará e reorganizará
o trabalho visando às diversas manifestações corporais historicamente
construídas levando os alunos a refletirem e se posicionarem criticamente
perante a sociedade. A avaliação será realizada em função dos conteúdos,
utilizando métodos e instrumentos diversificados, coerentes com as
concepções e finalidades educativas expressas no projeto pedagógico da
escola, sendo realizadas no mínimo duas avaliações por conteúdo. A
recuperação de estudos dar-se-á de forma permanente e concomitantemente
ao processo ensino aprendizagem.
.REFERÊNCIAS
Diretrizes curriculares de Educação Física, versão preliminar julho-2006
COLETIVO DE AUTORES. Metodologia do ensino de educação física. São
Paulo. Cortez, 1992.
DIEM, Liselott. Brincadeiras e esportes no jardim de infância. Rio de Janeiro:
Ao livro Técnico, 1981.
HOFFAMAN, Jussara. Avaliação Mediadora: uma prática em construção da
pré-escola à
universidade. Porto Alegre: Mediação, 1998.
Avaliação mito & desafio: uma perspectiva construtivista. 29 ed Porto Alegre:
Mediação, 2000
LUCKESI, Cipriano Carlos. A avaliação da aprendizagem escolar. São Paulo.
Cortez, 2005.
FREIRE, J.B. Educação Física de corpo inteiro. Scipione, 1989.
SOARES, C.L. TAFFAREL, C.N.Z VARJAL, E. CASTELLANI FILHO, L.
ESCOBAR, M.O. BRACHT, V.Metodologia de ensino da Educação Física. São
Paulo: Cortez, 1992.
VALADARES & ARAÚJO, S. & R. Coleção Educação Física no cotidiano
Escolar. Volumes: 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7 e 8. Fapi. Belo Horizonte, 2002.
DIRETRIZ CURRICULAR DA DISCIPLINA DE MATEMÁTICA
APRESENTAÇÃO
A escola do passado era uma escola para poucos, de elite, em que a
Matemática atuava como filtro, permitindo a promoção apenas dos que tinham
aptidões especiais ou auxílio particular. Atualmente pretende-se uma escola
para todos, onde aprendam, visando formar o cidadão brasileiro do século XXI.
Nessa escola é preciso que se ensine: a matemática indispensável para
cidadania e a vida na sociedade moderna e ainda aquela que desenvolve o
raciocínio quantitativo, geométrico e lógico, educa o espírito e enriquece a
formação de cada indivíduo.
Hoje sabemos que a aprendizagem não ocorre apenas quando se
apresenta um conteúdo de forma organizada, nem mesmo quando os alunos
repetem os modelos estudados. Ela somente se completa pela reflexão do
aluno em face das várias situações que envolvem uma mesma ideia. Aprender
com compreensão é mais do que dar resposta certa a um determinado desafio
semelhante a outros já vistos; é poder construir o maior número possível de
relações entre os diferentes significados da ideia investigada; é predispor-se a
enfrentar situações novas, estabelecendo conexões entre o novo; e mais ainda,
é saber criar e transformar o que já se conhece. Só assim, podemos garantir
que houve aprendizagem, que esse aluno de fato, é proprietário do
conhecimento que ele controla com a necessária autonomia.
Com o estudo da Matemática devemos buscar a harmonia entre o papel
da Matemática como instrumento para compreensão, a investigação, a interrelação com o ambiente, e seu papel de agente de modificações no individuo,
provocando mais que o simples acúmulo de conhecimento técnico, o progresso
do discernimento político.
Nessa perspectiva, não se pode esquecer-se das necessidades do
enfrentamento dos Desafios Educacionais Contemporâneos (Educação
Ambiental, Educação Fiscal, Drogas e Sexualidade), que visam fortalecer o
individuo frente os obstáculos do dia-dia, bem como, o Ensino de Historia e
Cultura Afro brasileira, Africana e Indígena - Lei 11.645/08, que serão
abordados sempre que houver necessidade e a oportunidade, perante os
alunos.
EMENTA:
Números e Álgebra, Geometrias, Funções e Tratamento de Informação,
e as relações existentes entre os campos de estudo da disciplina de
Matemática.
OBJETIVOS GERAIS
 Contribuir para a integração do aluno na sociedade em que vive,
proporcionando-lhe conhecimentos básicos de teoria e prática da
Matemática.
 Estimular a curiosidade, o interesse e a criatividade do aluno, para que
ele explore novas ideias e descubra novos caminhos na aplicação dos
conceitos adquiridos e na resolução de problemas.
 Desenvolver o nível cultural do aluno, contribuindo para um melhor e
mais rápido aprendizado em qualquer outra matéria.
 Desenvolver no aluno hábitos de estudo, rigor, precisão, ordem,
clareza, iniciativa, raciocínio, perseverança, responsabilidade,
cooperação, crítica, discussão e uso correto da linguagem.
 Desenvolver no aluno a capacidade de classificar, seriar, relacionar,
reunir, representar, analisar, sintetizar, conceituar, deduzir, provar e
julgar.
 Possibilitar ao aluno o reconhecimento da inter-relação entre vários os
campos da Matemática e desta com as outras áreas.
 Desenvolver no aluno o uso do pensamento, a capacidade de elaborar
hipóteses, descobrir soluções, estabelecer relações e tirar conclusões.
 Proporcionar ao aluno atividades lúdicas e desafiadoras, incentivando o
gosto pela Matemática e o desenvolvimento do raciocínio.
CONTEÚDOSESTRUTURANTESE BÁSICOS - 4ª SÉRIE
 FUNÇÕES
 Funções trigonométricas.
 TRATAMENTO DA INFORMAÇÃO
 Matemática financeira;
 Estatística.
 GEOMETRIA
 Geometria analítica;
 Geometrias não-Euclidiana.
 GRANDEZAS E MEDIDAS
 Trigonometria no triângulo retângulo;
 Trigonometria da primeira volta.
METODOLOGIA
A metodologia aplicada tem como objetivo abordar os conteúdos
estruturantes e conteúdos específicos priorizando relações e interdependências
que enriquecem os processos da aprendizagem em Matemática pelo
educando, para tanto, atendendo a organização dos conteúdos curriculares
com a perspectiva de um trabalho docente que promova um enriquecimento se
deus conhecimentos previamente adquiridos.
Essa abordagem tem como pressuposto que o ensino e a aprendizagem
da Matemática pode ser potencializado quando se problematizam situações do
cotidiano. Sendo assim a introdução dos conteúdos será feita a partis de
situações-problema desafiadores presentes no cotidiano dos alunos, da escola
e nas diferentes oportunidades e dificuldades observadas e vividas pela
sociedade.
O desenvolvimento dos conteúdos ocorrerá por meio da resolução de
problemas que tornam as aulas de Matemática mais dinâmicas,
questionamentos e exposição oral feitos pelo professor, desenvolvimento de
atividades escritas individuais e em grupo, confecção e manuseio de materiais
didáticos, troca de ideias e debates.
AVALIAÇÃO
De acordo com D’ Ambrósio, a “avaliação deve ser uma orientação para o
professor na condução de sua prática docente e jamais um instrumento para
reprovar ou reter alunos na construção de seus esquemas de conhecimento
teórico e prático. Selecionar, classificar, filtrar, reprovar e aprovar indivíduos
para isto ou aquilo não são missão de educador” (2001, p. 78), sendo assim a
avaliação será diagnóstica, contínua, paralela e cumulativa, desenvolvida
através de: avaliações em grupo,trabalhos envolvendo leitura e interpretações
de situações problema, resoluções de problemas encontrados em jornais e
revistas, pesquisas de notícias que deem origem a questões matemáticas,
elaborações de problemas a partir de notícias e dados de jornais revistas,
valorização do que foi produzido no sentido de estimular os alunos a buscarem
as melhores soluções para a resolução de situações-problemas e o
desenvolvimento de novos comportamentos no sentido de mostrar para os
alunos que a avaliação não se resume apenas na atribuição de notas.
O replanejamento a partir de diagnóstico realizado e que revela aos
professores sobre quantos e quais alunos estão conseguindo avançar no
conhecimento e onde estão concentradas as dificuldades dos que não estão
aprendendo.
BIBLIOGRAFIA
GIOVANNI, J. R.; BONJORNO, J. R.; GIOVANNI JR, J.R. Matemática
Completa, FTD, São Paulo, 2004.
GUELLI, O. Matemática, Série Brasil, São Paulo, Ática, 2003.
GUELLI, O. Contando a história da Matemática, São Paulo, Ática, 1993.
LONGEN, A. Coleção Nova Didática: Matemática – Ensino Médio, Editora
Positivo, Curituba 2004.
IMENES, Luiz Marcio Pereira, Matemática, Scipione, São Paulo, 1997.
IMENES, Luiz Marcio Pereira, Vivendo a Matemática, Scipione, São Paulo,
1989.
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
Secretaria de Estado da Educação. Superintendência da Educação. Diretrizes
Curriculares de Matemática para o Ensino Médio. Curitiba: SEED, 2006.
Plano de Curso do Ensino Profissional.
Proposta Curricular do Curso de Educação Profissional DEP/SEED.
DIRETRIZCURRICULAR DA DISCIPLINA DE BIOLOGIA
APRESENTAÇÃO
Atualmente faz-se necessário compreender relação entre a Ciência,
Tecnologia e Sociedade, visando ampliar as possibilidades de compreensão e
participação efetiva nesse mundo. A disciplina de Biologia tem como objeto de
estudo o fenômeno da VIDA.
A preocupação com a discrição dos seres vivos e dos fenômenos naturais
levou o homem a diferentes concepções de mundo e de seu papel enquanto
parte deste mundo.Para compreender os pensamentos que contribuíram na
construção das diferentes concepções sobre fenômeno VIDA e suas
implicações para o ensino, buscou-se na História da Ciência os contextos
históricos nas quais pressões religiosas, econômicas, políticas e sociais que
impulsionaram mudanças conceituais no modo como o homem passou a
compreender a natureza.
O conhecimento do campo da Biologia deve-se subsidiar a análise e
reflexão de questões polêmicas que dizem respeito ao desenvolvimento ao
aproveitamento de recursos naturais e a utilização de tecnologias que implicam
em intensa intervenção humana no ambiente, levando-se em conta a dinâmica
dos ecossistemas dos organismos, enfim, o modo como a natureza se
comporta e a vida se processa.
Assim os conhecimentos apresentados pela disciplina Biologia no ensino
médio, representam os modelos teóricos elaborados no esforço para levar o
aluno a compreensão da natureza viva e dos diferentes sistemas explicativos, a
composição entre os mesmos e a compreensão de que a ciência não tem
respostas definitivas para tudo, sendo uma de suas características a
possibilidade de ser questionado e de se transformar, bem como reconhecer
que o conhecimento científico pode ser produto de longas investigações e estar
em constante desenvolvimento, não pode ser considerado absoluto e acabado.
Mais que inserir conteúdos atualizados cabe ao professor trabalhar as
grandes teorias da Biologia incorporando informações a cerca das novas
descobertas ao longo de toda vida. De posse desses conceitos centrais e aptos
a buscar novos conhecimentos, os alunos terão condições de se inserir no
mundo em que vive, em constante transformação e refletir sobre ele.
Assumindo o ensino de Biologia como meio para transformar os
estudantes e, por conseguinte, a sociedade, cabe a nós professores de
Biologia com o entusiasmo e criatividade, estabelecer conexões com outras
disciplinas sobre problemas da vida dos alunos, bem como a cultura AfroBrasileira e Africanae a Educação Ambiental, contextualizando os conceitos na
Biologia na realidade. Mostrando que a Biologia está presente no nosso dia-adia e influencia diretamente as nossas tomadas de decisões. Portanto, o
estudo dessa ciência requer uma postura mais crítica, para que possamos
entender os processos biológicos numa busca constante de compreender o
fenômeno “VIDA”.
Partindo-se da dimensão histórica da disciplina Biologia foiidentificado os
marcos conceituais da construção do pensamento biológico a partir dos quais
foram estabelecidos os conteúdos estruturantes. Esses conteúdos apontam
como a Biologia se constitui como conhecimento, e como esta tem influenciado
na construção de uma concepção de mundo contribuindo para que se possam
compreender as implicações sociais, políticas, econômicas e ambientais que
envolvam a apropriação deste conhecimento biológico pela sociedade.
A classificação dos seres vivos é uma tentativa de compreender toda uma
diversidade biológica, agrupando e categorizando as espécies extintas e
existentes. compreendendo a estrutura básica que organiza e determina o
funcionamento de cada ser vivo, o aluno poderá compreender as relações
existentes entre estes e seus habitats e compreender as relações ecológicas
existentes entre os diferentes grupos.
Para compreender o funcionamento das estruturas que compõem os
seres vivos, fez-se necessário, ao longo da construção do pensamento
biológico, pensar o organismo de forma fragmentada, separada, permitindo
análises especializadas de cada função biológica, numa visão microscópica do
mundo atual. Assim, os mecanismos biológicos explicam como os sistemas
orgânicos dos seres vivos funcionam.
A diversidade das espécies de seres vivos que habitam o planeta terra é
denominada biodiversidade, tendo como papel fundamental atuar nos
processos essenciais à vida através da manutenção do equilíbrio dos
ecossistemas. Assim, a Biodiversidade propiciará ao aluno uma reflexão sobre
os princípios que governam a vida animal no planeta, levando-o a entender que
o seu futuro e de todas as espécies está condicionado às diferentes formas de
apropriação que se fazem da natureza.
Em se tratando dos avanços biotecnológicos,se faz necessário uma
discussão voltada para as implicações éticas e morais na sociedade e a
responsabilidade e postura perante as questões que envolvem a vida e a
saúde da humanidade.
Atualmente surgem grandes possibilidades onde o conhecimento
científico e o domínio de técnicas de manipulação do gene e do DNA, permitem
aos cientistas interferirem diretamente na vida de todos os seres vivos. Sendo
assim, é preciso discutir enfatizando os limites para estes avanços, uma vez
que não se pode ainda prever as consequências à humanidade. Estes
conteúdos foram estabelecidos buscando-se sua historicidade da construção
do pensamento científico e o caráter transitório do conhecimento elaborado.
Compreendida assim, é mais uma das formas de conhecimentos produzidos
pelo desenvolvimento do homem e determinada pelas necessidades materiais
deste em cada momento histórico.
O ensino de História e Cultura Afro-brasileira, Africana e Indígena, de
acordo com a lei 11.645/08 e Educação Ambiental, de acordo com a lei
9.795/99, Decreto nº 4201/02, em seu artigo 2º afirma: “A Educação Ambiental
é um componente essencial e permanente da educação nacional, devendo
estar presente de forma articulada em todos osníveis e modalidades do
processo educativo em caráter formal e não informal”, e estará contemplada
nos conteúdos curriculares na disciplina de Biologia. Estes temas poderão ser
abordados constantemente, quando se fizer necessário e/ou oportuno, uma vez
que o referido assunto é vivenciado no dia-a-dia da sociedade.
Os desafios educacionais contemporâneos (educação ambiental, educação
fiscal, drogas e sexualidade) devem ser enfrentados pela escola na sua
totalidade.
EMENTA:
A Biologia é um ramo do conhecimento que exerce grande fascínio em
todos que nela se aprofundam, pois tenta explicar os fenômenos ligados à vida
e à sua origem. Inicialmente, a biologia tinha um caráter mais contemplativo e
descritivo da natureza, no entanto, hoje, os diversos avanços tecnológicos têm
permitido um estudo mais investigativo e detalhado dos seres vivos e dos
processos biológicos. Portanto o estudo: Origem do Universo. Origem da vida e
evolução dos seres vivos. Reino Monera, Protista, Fungos, Plantae e Animalia.
A Ciência no decorrer da historia da humanidade: pesquisa cientifica, avanços
científicos e tecnológicos, ciências e transformações sociais, bioética.
Educação Ambiental e desenvolvimento humano, social, político e econômico.
Epidemiologia. Saúde Publica e Escolar. Orientação Sexual: embriologia,
formação humana, medidas preventivas. No entanto é um campo
interdisciplinar que envolve aspectos biológicos e sociais da origem,
desenvolvimento e perspectivas da humanidade.
OBETIVOS GERAIS
 Reconhecer a importância do estudo da Biologia como forma de
compreender melhor o mundo que nos cerca.
 Valorizar a aplicação do método científico no estudo dos fenômenos
biológicos.
 Desenvolver a capacidade de aprender a aprender como forma de
aprimorar seus conhecimentos na disciplina.
 Desenvolver a capacidade de aprender a aprender como forma de
aprimorar seus conhecimentos na disciplina.
 Aplicar os conhecimentos e hábitos adquiridos no estudo da Biologia em
sua vida para preservar a saúde, com consequente melhoria da
qualidade de vida.
 Analisar as implicações sócio-políticas, culturais e econômicas do
desenvolvimento científico e tecnológico, seus alcances e suas
limitações.
 Aprofundar-se nos conteúdos que conduzam ao processo de educação
em saúde, pessoal e ambiental.
 Ampliar os conhecimentos biológicos frente às últimas descobertas.
 Desenvolver uma ética científica.
 Reconhecer a relevância dos conhecimentos relativos às Ciências.
 Biológicas nos avanços biotecnológicos.
 Desenvolver hábitos de trabalho em equipe e responsabilidade na
realização de tarefas.
 Desenvolver a capacidade de lidar com materiais de laboratório e
computadores.
 Desenvolver a integração: convergência de esforços, criatividade, senso
crítico e participação.
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES E BÁSICOS- 4ª SÉRIE
 ORGANIZAÇÃO DOS SERES VIVOS, MECANISMOS BIOLÓGICOS,
BIODIVERSIDADE E AS IMPLICAÇÕES DOS AVANÇOS BIOLÓGICOS
NO FENÔMENO VIDA


















Os fundamentos da Genética.
Os experimentos de Mendel e diibridismo.
Os alelos múltiplos e as tipagens sanguíneas.
A interação gênica e a pleiotropia.
A vinculação gênica e ou linkage.
Herança e sexo.
Genética de Populações.
As aberrações cromossômicas.
Genética hoje: aplicações.
A origem da vida.
As teorias da evolução.
As eras geológicas, o surgimento e a evolução da espécie humana.
Introdução ao estudo da ecologia.
As comunidades.
Os ecossistemas.
A dinâmica da vida nos ecossistemas.
A poluição.
Significado das siglas.
METODOLOGIA
É necessária a contextualização de conceitos para que o aluno perceba e
identifique asinformações em sua vida, refletindo sobre a realidade de forma
global, na qual os seres vivos estão inseridos, através de textos informativos e
científicos, com uma grande variedade de fontes bibliográficas, aulas
expositivas dialogadas, debates, palestras, aulas práticas nos laboratórios de
Informática e de Ciências e relatórios.
Nas aulas de Biologia muitos recursos metodológicos podem e devem ser
utilizados para possibilitar a participação e aprendizagem do aluno como a aula
dialogada, a leitura, a escrita, as aulas práticas, o uso de imagens
(transparências, fotos, vídeo) o estudo do meio (praias, parques, rios, hortas,
etc.) jogos didáticos e muitos outros recursos.
AVALIAÇAO
A avaliação na Biologia pode servir de ferramenta para auto-crítica do
educador, permitindo melhor visão para intervir e reformular os processos de
aprendizagem, quanto ao aluno tomará ciência de sua aprendizagem podendo
providenciar as mudanças necessárias.A necessidade e o prazer superam
obstáculos e transformam as maneiras de agir, ver e sentir o mundo, para além
dos âmbitos escolares.
A avaliação será realizada em função dos conteúdos, utilizando métodos
e instrumentos diversificados, coerentes com as concepções e finalidades
educativas expressas no projeto pedagógico da escola, sendo realizadas no
mínimo duas avaliações por conteúdo. A recuperação de estudos dar-se-á de
forma permanente e concomitantemente ao processo ensino aprendizagem.
BIBLIOGRAFIA
CARVALHO, W. Biologia em foco. São Paulo, FTD, 2005.
CESAR E SEJAR, Biologia, Scipione, 2003.
JUNQUEIRA, Biologia Celular, Editora Globo.
DIRETRIZCURRICULAR DA DISCIPLINA DE FILOSOFIA
APRESENTAÇÃO
A filosofia gira basicamente em torno de problemas e conceitos criados
no decorrer de sua longa história, os quais por sua vez devidamente utilizados
geram discussões promissoras e criativas que desencadeiam ações e
transformações. Sendo por essa razão que eles permanecem atuais. Na atual
polêmica mundial e brasileira acerca dos possíveis valores éticos, políticos,
estéticos e epistemológicos, a disciplina de filosofia pretende provocar o
despertar da consciência de ensinar a pensar filosoficamente, a organizar
perguntas num problema filosófico, escrever e avaliar filosoficamente, sem
fórmulas a serem reproduzidas. Com isso a filosofia tem um espaço a ocupar e
uma rica contribuição a oferecer no Ensino Médio.
Nessa perspectiva, não se pode esquecer as necessidades do
enfrentamento dos Desafios Educacionais Contemporâneos (Educação
Ambiental, Educação Fiscal, Drogas e Sexualidade), que visam fortalecer o
individuo frente os obstáculos do dia a dia, bem como, o Ensino de Historia e
Cultura Afro brasileira, Africana e Indígena - Lei 11.645/08, que serão
abordados sempre que houver necessidade e a oportunidade, perante os
alunos.
EMENTA: Diferentes perspectivas filosóficas na compreensão do
conhecimento humano. O Estado e a organização social. Ética e Estética.
Questões filosóficas do mundo contemporâneo científico.
OBETIVOS GERAIS
 Conscientizar o aluno da importância de se descobrir um novo saber que
opina por questionamentos, conceitos e categorias de pensamento, que
busca articular a totalidade espaço temporal e sócio histórica em que se
dá o pensamento e a experiência humana. O aluno deve descobrir o que
é filosofia fazendo filosofia.
 Viabilizar interfaces com as disciplinas para a compreensão do mundo
da linguagem, da literatura, da história, das ciências e da arte.
 Possibilitar aos estudantes o acesso ao saber filosófico produzido
historicamente como fundamento do pensamento.
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES E BÁSICOS - 4ª SÉRIE
 MITO E FILOSOFIA; TEORIA DO CONHECIMENTO; ÉTICA;
FILOSOFIA POLÍTICA; FILOSOFIA DA CIÊNCIA; ESTÉTICA.
Obs: No 4º série do Curso Técnico em Informática os conteúdos trabalhados
durante o ano serão os mesmos dos três anos anteriores. Será feita uma
abordagem dos conteúdos estruturantes com ênfase nas leituras dos textos
filosóficos.
METODOLOGIA
A metodologia a ser utilizada na aula de filosofia se divide em quatro
momentos: A sensibilização, A problematização, A investigação e a criação de
conceitos.
A sensibilização deve acontecer por meio do assunto ou tema relevante. O
tema poder ser retirado d uma figura, filme ou documento.
O segundo passo é a problematização desse tema. Levantar
questionamentos, perguntas em relação ao tema proposto.
A investigação se dá no momento em que os questionamentos e
perguntas foram levantados.
Após o tema ser problematizado, investigado vem o momento da criação
do conceito. É uma nova postura em relação ao assunto que foi estudado, criar
uma nova ideia, rever antigos conceitos e descobrir uma nova forma de ver o
conceito anterior.
O ensino de Filosofia deve ser através de atividades investigativas
individuais e coletivas que organizem o oriente o debate filosófico, se tornado
dinâmico e participativo.
O professor deve ter a preocupação de não ser superficial e de dosar a
realização de todo o processo de ensino desenvolvido, desde a sensibilização
para o problema, passando pelo o estudo de textos filosóficos, até a
elaboração de conceitos, para que se efetive a reflexão filosófica.
AVALIAÇÃO
O critério de avaliação está dentro do processo da experiência
filosófica. Filosofia se aprender fazendo por isso é diagnóstica sua função
avaliativa. As avaliações devem ser de caráter, reflexivo que leve o aluno a
pensar não somente nas respostas, mas também nas perguntas que foram
formuladas. Seminários, debates, leitura de textos e pesquisas fazem parte da
avaliação. Ao avaliar o professor deve ter profundo respeito pelas posições do
estudante, mesmo que não concorde com elas, pois o que está em jogo é
capacidade dele de argumentar e de identificar os limites de suas posições,
assumindo uma nova postura mediante a formulação de seus próprios
conceitos, dinamizando sua visão de mundo como cidadão do universo.
A avaliação será realizada em função dos conteúdos, utilizando métodos
e instrumentos diversificados, coerentes com as concepções e finalidades
educativas expressas no projeto pedagógico da escola, sendo realizadas no
mínimo duas avaliações por conteúdo. A recuperação de estudos dar-se-á de
forma permanente e concomitantemente ao processo ensino aprendizagem.
REFERÊNCIAS
SOUZA, Sonia Maria Ribeiro de. Um outro olhar: Filosofia. São Paulo, FTD,
1995.
CABALLERO, Alexandre. A Filosofia através dos textos. São Paulo: Curtrix,
1988.
GAARDER, Jostein. O mundo de Sofia. Romance da História a filosofia São
Paulo: Cia. das Letras, 1995.
RUSSEL, Bertrand. História do Pensamento Ocidental. Rio de Janeiro: Ediouro,
2001.
ABBAGNANO, Nicola. Dicionário de Filosofia. São Paulo. Martins Fontes,
2000.
Livro Didático Público – Organização por professores do Paraná.
Site: www.diadiaeducacao.pr.gov.br
Biblioteca do professor.
MATRIZ CURRICULAR DA DISCIPLINA DE SOCIOLOGIA
APRESENTAÇÃO
A sociologia contribui para a ampliação do conhecimento dos homens
sobre sua própria condição de vida e fundamentalmente para a análise das
sociedades, pautada em teorias e pesquisas que esclarecem muitos dos
problemas da vida social.
Seu objeto é o conhecimento e a explicação da sociedade através da
compreensão das diversas formas pelas quais os seres humanos vivem em
grupos, das relações que se estabelecem no interior e entre esses diferentes
grupos bem como, a compreensão das consequências dessas relações para
indivíduos e coletividade. É o estudo dos indivíduos, grupos e instituições que
compõem a sociedade humana.
Para não empobrecer o conteúdo da disciplina de Sociologia, considerase manter a análise do seu contexto histórico, do seu aparecimento e a
contribuição dos clássicos tradicionais e teorias sociológicas mais recentes.
Como disciplina escolar a Sociologia crítica deve contrastar tradições diversas
de pensamento, avaliando os limites e potencialidades de explicações para os
dias de hoje. É preciso tomar o cuidado para não tratar os conteúdos de forma
a - histórica, descrevendo apenas a ordem social, ou uma Sociologia
pragmática, de ação militante político-partidária, ou assistencial. Por isso a
compreensão das teorias de Émile Durkeim, Karl Marx e Max Weber, precisa
ser desenvolvida.
A Sociologia é uma ciência social que se relaciona com a antropologia, a
ciência política, a psicologia e outras ciências sociais. Entender Sociologia é
concebê-la como uma Ciência Social com o papel histórico de não apenas
explicar, criticar, mas transformar a realidade social, formando indivíduos
capazes de romper com a lógica neoliberal, formando novos valores, nova ética
e novas práticas sociais que apontem para a possibilidade de construção de
novas relações sociais, levando o educando a não adaptar-se aos fatos sociais
simplesmente, mas sentirem-se como agentes transformadores do processo
social, contribuindo para a solução dos problemas, formação de atitudes e
concepções úteis para a vida pessoal e cidadã: respeito à diversidade, espírito
de justiça, criatividade e solidariedade, pretendendo construir constantemente o
bem estar social da coletividade.
A compreensão de conceitos e práticas no campo do ensino da
Sociologia deve ser encaminhada pela necessidade de entender e explicar a
dialética dos fenômenos sociais do cotidiano de uma expectativa que não seja
a do senso comum, chegando-se à síntese necessária ao entendimento da
sociedade, à luz do conhecimento científico, através de uma análise atenta e
crítica das problemáticas sociais.
A sociologia ao apresentar a sociedade capitalista e sua dinâmica na
caracterização do curso do capitalismo, oferece as possibilidades de integração
no curso profissionalizante quando constata que essa nova divisão do trabalho
social, oportunizauma degradação acelerada das condições de existência da
grande massa popular. Os inúmeros problemas de saúde, concentração de
renda, de aumento de pobreza são temas que possibilitam esta integração em
diversas áreas do conhecimento. Situando a participação dos alunos não só na
formulação dos conteúdos, mas na sua relação direta com as questões sociais
que tenham significado em suas vidas.
No que tange aos temas contemporâneos obrigatórios, a Sociologia
pode contribuir muito para o aprofundamento das questões. Como adequação
da proposta curricular, a disciplina de Sociologia irá tratar dos seguintes temas
consolidados através de lei federale/oudecretos: História do Paraná (lei
nº13381/01), História e Cultura Afro-brasileira, Africana e Indígena (Lei
nº11645/08), Enfrentamento a Violência contra a Criança e o adolescente (Lei
nº11525/07), Educação Fiscal (Dec. Nº 1143/99), portaria nº 413/02) e
Educação Ambiental (L.F nº 9795/99).
OBJETIVOS GERAIS
 Estabelecer uma ponte entre o local e o global, o individual e o coletivo,
a teoria e a realidade empírica, mantendo a ideia de totalidade e de
inter-relações que constituem a sociedade.
 Estabelecer uma relação entre o contexto histórico dos autores
clássicos, a construção das suas teorias e o conteúdo específico.
 Compreender os elementos básicos das teorias de Durkeim, Weber e
Marx, levando em consideração o recorte temporal no qual se erige a
Sociologia.
 Entender a dialética dos fenômenos sociais do cotidiano de uma
expectativa que não seja a do senso comum, através de uma análise
crítica à luz do conhecimento científico.
 Debater os limites e as possibilidades das teorias sociológicas clássicas
com os temas atuais.
 Provocar indagações e buscar respostas, na realidade social do seu
bairro, da escola, da família, dos meios de comunicação, instituições
empresariais, a fim de despertar sua sensibilidade para os problemas
brasileiros.
 Ampliar a capacidade de interpretação dos fenômenos sociais,
superando o senso comum e reconhecendo a importância do
conhecimento científico, em sua prática profissional.
 Levar o educando a desnaturalizar pré-conceitos sobre os fenômenos
sociais, compreendendo-os como construções históricas, passíveis de
sofrerem transformações.
 Inserir o educando na reflexão sobre o processo de formação de uma
nova sociedade, que se define com um novo modo de produção, o
capitalismo, assim como, a sua complexidade definida pela sua proposta
de divisão de trabalho.
 Direcionar os conteúdos que trabalham com os temas contemporâneos
no sentido de repassar conhecimentos teóricos e contribuir para o
desenvolvimento da cidadania.
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES E BÁSICOS – 4ª SÉRIE
 O SURGIMENTO DA SOCIOLOGIA E TEORIAS SOCIOLÓGICAS.
 O surgimento da sociologia: Contexto histórico e político quanto à
consolidação do capitalismo na Europa.
 Estruturação das diferentes áreas do conhecimento e do nascimento da
ciência – objeto, teoria e método.
 Teoria de August Comte: explicação dos problemas sociais – teoria dos 3
estágios; características do pensamento científico, a ciência da
sociedade – características e problemáticas; o papel das instituições.
 Teoria de Émile Durkheim: relação indivíduo x sociedade; definição do
objeto e método, conceitos mais importantes que possam ser
mobilizados nas discussões dos outros conteúdos da série.
 Teoria de Max Weber: relação indivíduo x sociedade, definição de
método e objeto, relação entre o conhecimento sociológico e o
conhecimento histórico; conceitos mais importantes que possam ser
mobilizados nas discussões dos outros conteúdos da série.
 Teoria de Karl Marx: Compreensão do papel da história para Marx,
explicação do processo de desenvolvimento do capitalismo, proposta
para solução dos problemas sociais, que possam ser mobilizados nas
discussões dos outros conteúdos da série.
 O desenvolvimento da sociologia no Brasil.
 Processo de socialização;
 Instituições sociais: Familiares; escolares; religiosas;
 Instituições de Reinserções (prisões, manicômios, educandários, asilos,
etc).
 TRABALHO, PRODUÇÃO E CLASSES SOCIAIS.







O conceito de trabalho e trabalho nas diferentes sociedades;.
Desigualdades sociais: estamentos, castas e classes sociais.
Organização do trabalho nas sociedades capitalistas suas contradições.
Globalização e Neoliberalismo;
Relações de trabalho;
Trabalho no Brasil;
Mudanças nos padrões de sociabilidade provocados pela globalização;
desemprego; subemprego; cooperativismo; agronegócios; produtividade;
capital humano; reforma trabalhista;
 Organização internacional do trabalho;
 Relações de mercado, avanço científico e tecnológico e os novos
modelos de sociabilidade;
 Educação tributária (Dec. Nº 1143/99, portaria nº413/02).
 O modo de produção capitalista e a degradação ambiental.
 Elementos de sociologia rural e urbana: relações sociais no campo e nas
cidades, novas organizações familiares, territórios marginais: estigma,
preconceito, exclusão, organizações sociais do campo, conflitos,
movimentos, padrões de dominação e violência.
METODOLOGIA
No ensino da Sociologia é fundamental a utilização de múltiplos
instrumentos metodológicos, os quais devem adequar-se aos objetivos
pretendidos, seja a exposição, a leitura e esclarecimento do significado dos
conceitos e da lógica dos textos (teóricos, temáticos, literários).
A metodologia de ensino deve colocar o aluno como sujeito de seu
aprendizado, sendo constantemente provocado a relacionar a teoria com o
vivido, a rever conhecimentos e reconstruir coletivamente novos saberes.
Assim como, apreender a articulação entre as áreas de conhecimento
propostas pela integração de conteúdos no ensino profissionalizante, que se
cruzarão naturalmente ao longo da aprendizagem.
A análise, a discussão e o debate visam à explicitação e explicação de
problemáticas sociais concretas e contextualizadas, desconstruindo pré-noções
e pré-conceitos que dificultam o desenvolvimento da autonomia intelectual e de
ações políticas direcionadas à transformação social, levando-se em conta a
linguagem, interesses pessoais e profissionais e as peculiaridades da região
em que a escola está inserida.
A pesquisa de campo deve ser iniciada a partir da discussão com o
grupo de alunos para a definição do tema a ser pesquisado e do enfoque ou
recorte a ser privilegiado; em seguida deverá ser elaborado um pré-projeto de
pesquisa, elaboração de um roteiro de observação e\ou de entrevistas, ida a
campo para o levantamento dos dados, organização dos dados coletados,
confecção de tabelas ou gráficos, e se necessária à interpretação dos mesmos
e finalmente a análise e articulação com a teoria.
Não se pretende através dos conteúdos estruturantes responder pela
totalidade da Sociologia, bem como, por seus desdobramentos em conteúdos
articulados com a prática profissional, devido à dimensão e às dinâmicas
próprias da sociedade e conhecimento científico que a acompanha, mas, por
outro lado, também tem-se a clareza da necessidade de tornar o aluno no
ensino profissionalizante, sujeito de sua história, pois num país marcado pela
desigualdade social, é fundamental que se apropriem do conhecimento
articulado, e se insiram como cidadãos na realidade social que os cerca para
transformá-la, imbuídos pelo desejo da mudança das relações existentes na
sociedade, visando a igualdade, o respeito e a tolerância.
AVALIAÇÃO
A avaliação não deverá ser meramente verificatória da aprendizagem
dos conceitos trabalhados ou das teorias, mas precisará ser articulada,
procurando perceber a apreensão que os educandos realizamos modificações
que demonstram na compreensão dos mecanismos de funcionamento da
sociedade, nos discursos, nos posicionamentos dentro do espaço escolar e nas
relações sociais. De acordo com a LDB (n. 9.394/96, art.24, inciso V) avaliação
é “contínua e cumulativa do desempenho do aluno, com prevalência dos
aspectos qualitativos sobre os quantitativos”.
Verificação diagnóstica e contínua de apreensão de alguns conceitos
básicos da ciência, articulados com a prática social; a capacidade de
argumentação fundamentada teoricamente; a clareza e coerência na exposição
das ideias observadas em forma de texto oral ou por escrito.
Analisar a participação do aluno nas pesquisas individuais ou em grupo,
a sua produção de textos que demonstre capacidade de articulação entre teoria
e prática, assim como, a elaboração de reflexão crítica nos debates, que
acompanham os textos, clipes, publicidades e filmes. Este processo de
avaliação no âmbito do ensino de Sociologia estará vinculado a elaboração por
parte do aluno de um conhecimento sociológico que deverá ir muito além da
definição, classificação, descrição e estabelecimento das correlações de
conteúdo específico.
O aluno deverá construir um conhecimento sociológico que o possibilite
explicitar e explicar problemáticas sociais concretas e contextualizadas,
desconstruindo pré-noções e pré-conceitos, desvendando a sociedade em que
vive, com seus conflitos e contradições, contribuindo assim, para a sua
formação com cidadão ativo e dotado de senso crítico.
As avaliações serão divididas em blocos de conteúdos com avaliações
ofertadas com instrumentos diferenciados (seminários, pesquisas, trabalhos em
grupo, prova oral, relatórios, debates, etc.). A recuperação de estudos será
ofertada simultaneamente através de trabalhos dirigidos em sala, de forma que
todos os alunos possam participar. Vale ressaltar que a avaliação será
processual, diagnóstica e seguirá o critério da somatória de resultados obtidos.
REFERÊNCIAS
ALVES, R.Filosofia da Ciência. São Paulo: Artes Poéticas, 1996.
AZEVEDO, F. Princípios da sociologia: pequena introdução ao estudo da
sociologia geral. São Paulo:Duas Cidades, 1973.
BAUMAN, Zygmunt. Aprendendo a pensar com a sociologia. Rio de janeiro:
Jorge Zahar Ed., 2010.
GUARESCHI, P. Sociologia crítica: alternativas de mudança. Porto Alegre:
Mundo Jovem,1993.
COMTE,A. Sociologia. São Paulo: Ática, 1978.
COSTA, Cristina. Sociologia – Introdução à Ciência da Sociedade. 3ª
edição, editora Moderna.
DURKHEIM, E. David. Os pensadores. São Paulo: Abril, 1978.
Livro Didático Público de Sociologia do Paraná. Vários autores – Curitiba –
SEED – Pr, 2006, 280 p.
MARTINS, Carlos B. O que é Sociologia. Coleção Primeiros Passos. 4ª Ed.
Editora Brasiliense, 1983.
MARX, H, Karl. A ideologia Alemã. São Paulo, Hucitec, 1996.
OLIVEIRA, Luiz Fernandes de. Sociologia para jovens do século XXI. Rio de
Janeiro: Imperial Novo milênio, 2007.
OLIVEIRA, Pérsio Santos. Introdução à Sociologia – Ensino Médio – volume
único, Ática, 2004
Secretaria de Estado da Educação do Paraná – Diretrizes Curriculares de
Sociologia para o ensino Médio, 2007.
DIRETRIZ CURRICULAR DA DISCIPLINA DE
REDES E SISTEMAS OPERACIONAIS
APRESENTAÇÃO
Uma rede de dados é definida como um conjunto de computadores, que
trocam informações e compartilham recurso, interligados pro um sistema de
comunicação. É neste contexto que a disciplina de redes e sistemas
operacionais trabalha.
O assunto redes é complexo, devido a grande variedade de segmentos,
equipamentos, arquiteturas, modelos e componentes existentes. Desta forma,
a disciplina de Redes e Sistemas Operacionais, dará ao educando todo
embasamento teórico necessário ao conhecimento de importantes conceitos da
área, além de condições para que o educando crie uma rede de pequeno
porte, e também é abordados tópicos avançados, como: servidores de rede,
intranet, protocolo TCP/IP, etc.
Nessa perspectiva, não se pode esquecer das necessidades do
enfrentamento dos Desafios Educacionais Contemporâneos (Educação
Ambiental, Educação Fiscal, Drogas e Sexualidade), que visam fortalecer o
individuo frente os obstáculos do dia dia, bem como, o Ensino de Historia e
Cultura Afro brasileira, Africana e Indígena - Lei 11.645/08, que serão
abordados sempre que houver necessidade e a oportunidade, perante os
alunos.
EMENTA:
Introdução ás redes de computadores, projeto de redes. Conceitos
básicos de segurança, interligação de redes, protocolos de comunicação,
serviços de rede. Conceitos, estruturas e dispositivos de Sistemas
Operacionais.
OBJETIVO GERAL
 O principal objetivo é capacitar profissionais que atendam a demanda do
mercado de trabalho, sendo capazes de configurar; desenvolvendo
projetos de redes, com todas as características de hardware e software.
CONTEÚDOS ESPECÍFICOS – 4ª SÉRIE
 CONCEITOS DE TRANSMISSÃO DE DADOS.
 Histórias da Redes
 Tipos de Redes
 Topologias de Redes
 MATEMÁTICA DAS REDES
 Bits, Bytes e Múltiplos
 Números binários
 LARGURA DE BANDA
 Conceitos básicos
 MEIOS DE TRANSMISSÃO
 Meios em Cobre
 Meios Ópticos
 Meios sem fio
 DISPOSITIVOS DE REDE DE COMPUTADORES.
 Hub
 Repetidor
 Bridge
 Switch
 Router
 Placa de Rede
 Access Point
 PROTOCOLOS DE COMUNICAÇÃO
 TCP/IP
 Endereçamento IP
 Classes de Redes
 Máscara de Sub-Rede
 DCHP
 DNS
 REPRESENTAÇÃO ELÉTRICA DE INFORMAÇÃO DIGITAL
 Conceitos básicos
 CONFIGURAÇÃO DE REDES LOCAIS
 Endereços IP Classe A, B e C e Máscara de Rede
 Configuração de Redes Windows
 Configuração de Redes Linux
 Detecção de problemas em redes
 Configuração de modem ADSL
 REDES WIRELESS
 Protocolo 802.11a,b,g,n
 Tecnologias e equipamentos
 Access Point
 Antenas direcionais e ominidirecionais
 Criptografia WEP e WPA
 Configuração de Redes Wireless
 TIPOS DE REDE
 Lan
 Man
 Wan
 CÓDIGO DE SISTEMAS DE TRANSMISSÃO BANDA BASE
 Conceitos Básicos
 Técnicas de Multiplexacão
 Banda base
 Banda broad
 CONCEITOS BÁSICOS DE CONECTIVIDADE
 Conceitos Básicos
 TOPOLOGIA DE REDES
 Anel
 Estrela
 Barra
 REDES LOCAIS E DE LONGA DISTANCIA
 Lan
 Wan
 SISTEMAS OPERACIONAIS DE REDE
 Windows
 Unix
 MODELOS DE REFERÊNCIA
 Modelo OSI
 Modelo TCP/IP
 INTERLIGAÇÃO E EQUIPAMENTOS DE REDES
 Conceitos básicos
 DESEMPENHO, CUSTOS E SEGURANÇA DE REDES
 Criptografia
 Firewal
 HISTÓRICO, CLASSIFICAÇÃO, ESTRUTURA E COMPONENTES
DOS SISTEMA OPERACIONAL
 Conceitos básicos
 CABEAMENTO
 Introdução
 Normas e padronizações
 TECNOLOGIAS ETHERNET
 Conceitos básicos
 INTRANET E EXTRANET
 Conceitos e aplicabilidade
METODOLOGIA
Através de aulas expositivas e práticas, experimentação e observação
em laboratório, visitas a empresas e ambientes reais de trabalho, promover o
conhecimento e funcionamento dos diversos sistemas operacionais e de
comunicação.
AVALIAÇÃO
A avaliação será sempre um instrumento para dimensionar o nosso
trabalho o do aluno e da escola. A avaliação não terá função terminal, não
devendo ser mera soma das notas alcançadas frente às tarefas propostas. O
acompanhamento devera acorrer em função da construção do conhecimento e
não em função das tarefas proposta.
A avaliação neste sentido não terá caráter de punição e seleção, uma vez
que todos são capazes de aprender. Segundo Luckesi “Avaliação é um juízo de
valor, sobre dados relevantes da realidade para uma tomada de decisão”. Será,
portanto, refletir com o aluno sobre os resultados obtidos e decidir quais as
medidas necessárias para reorganizar o processo. Na organização do currículo
integrado do curso técnico em informática isto implica em mudanças na
concepção de avaliação.
Propõe-se, portanto uma avaliação diagnóstica, considerando-se os
conteúdos que permitem ao aluno alcançar o saber concreto sobre a visão dos
saberes acumulados, sem perder de vista que a função diagnóstica da
avaliação é servir de parâmetro, como subsídio, como ponto do processo
ensino-aprendizagem, com ênfase no desempenho do estudante e dos demais
elementos da prática pedagógica.
Esta concepção de avaliação concretizar-se-á se todos os envolvidos no
processo ensino-aprendizagem tiverem como foco a recuperação de estudos,
como retomada dos conteúdos permeando a prática docente considerando as
formas diferenciadas de aprendizagem.
REFERÊNCIAS
CARMONA, Tadeu. Segredos das Redes de Computadores. 2ª Ed. Editora
Digerati / Universo de livros.
COMER, Douglas E. Redes de computadores e internet. 4ª edição. Editora
Artmed.
DANTAS Mário. Tecnologia de Redes de comunicação e computadores.
Editora AXCEL.
DEITEL Choffnes. Sistemas Operacaionais. Editora Person.
FERREIRA, Hugo Barbosa. Redes de Planejamento: Metodologia e prática
com PERT/CPM E MS PROJECT. Editora Ciência Moderna.
GAGNE, Abrahan Silberschatz Greg, GALVN, Peter Baer. Fundamentos de
Sistemas Operacionais. Editora LTC.
GALLO, M.A. Comunicação entre Computadores e Tecnologias de Rede,
Thomsnon. 2003.
GOUVEIA José, MAGALHÃES Alberto. Redes de Computadores. Editora
LTC.
GUIMARÃES Alexandre Guedes, LINS Rafael Dueire, OLIVEIRA Raimundo
Corrêa. Segurança em Redes privadas Virtuais – VPNS. Editora Brasport.
MATTHEWS Jeanna. Redes de computadores – Protocolos de Internet em
Ação. Editora LTC. 2006.
MENDES Douglas Rocha. Redes de Computadores: Teoria e Prática. Editora
Novatec.
NAKAMURA Emílio Tissato, GEUS Paulo Licio. Segurança de Redes em
Ambientes Cooperativos. Editora Novatec.
STARLIN Gorki. TCP/IP: Redes de computadores e Comunicação de dados.
Editora Alta Books.
TANENBAUM, Andrew S. Redes de Computadores. Campus.
TANENBAUM Andrew S, WOODHULL Albert S. Sistemas Operacionais:
Projetos e Implementação. Editora Bookman.
TORRES, G. Redes de Computadores – Curso Completo. Axcel. 2001.
VIGLIAZZI Douglas. Rede Locais com Linux. 2ª edição. Editora Visual Books.
Reformulação curricular dos cursos técnicos da rede estadual: Uma construção
coletiva
Projeto plano de curso do Colégio Estadual de Paranavaí.
LUCKESI, Cipriano C. Avaliação do aluno: A favor ou contra a
Democratização do Ensino? Avaliação da Aprendizagem Escolar: Estudos
e Proposições – 15ª ed. Sp: Cortez, 2003, 60.
Projeto Político Pedagógico, do Colégio Estadual de Paranavaí – Paraná.
DIRETRIZ CURRICULAR DA DISCIPLINA DE
INTERNET E PROGRAMAÇÃO WEB
APRESENTAÇÃO
A Internet é uma grande rede de comunicação. E neste contexto que a
disciplina de Internet e Programação Web atua, apresentando aos alunos as
tecnologias e ferramentas da Internet, e principalmente a pratica de
programação voltada para a Internet.
EMENTA:
Históricos, evolução e serviços de Internet. Ferramentas, projetos e
desenvolvimento de páginas.
OBJETIVO GERAL
 O principal objetivo é capacitar profissionais que atendam a
demanda do mercado de trabalho, sendo capazes utilizar os
serviços e as ferramentas disponíveis na Internet, e criar páginas
para Web.
CONTEÚDOS ESPECÍFICOS – 4ª SÉRIE





Linguagem para desenvolvimento de aplicações Web
Organização de paginas estáticas e dinâmicas
Servidor de base de dados
Ferramenta de acesso à base de dados
Segurança
METODOLOGIA
A metodologia tem como base à pesquisa e à autonomia para busca do
conhecimento. Aulas teóricas e praticas e desenvolvimento de projetos.
AVALIAÇÃO
A avaliação será sempre um instrumento para dimensionar o nosso
trabalho o do aluno e da escola. A avaliação não terá função terminal, não
devendo ser mera soma das notas alcançadas frente às tarefas propostas. O
acompanhamento devera acorrer em função da construção do conhecimento e
não em função das tarefas proposta.
A avaliação neste sentido não terá caráter de punição e seleção, uma vez
que todos são capazes de aprender. Segundo Luckesi “Avaliação é um juízo de
valor, sobre dados relevantes da realidade para uma tomada de decisão”. Será,
portanto, refletir com o aluno sobre os resultados obtidos e decidir quais as
medidas necessárias para reorganizar o processo. Na organização do currículo
integrado do curso técnico em informática isto implica em mudanças na
concepção de avaliação.
Propõe-se, portanto uma avaliação diagnóstica, considerando-se os
conteúdos que permitem ao aluno alcançar o saber concreto sobre a visão dos
saberes acumulados, sem perder de vista que a função diagnóstica da
avaliação é servir de parâmetro, como subsídio, como ponto do processo
ensino-aprendizagem, com ênfase no desempenho do estudante e dos demais
elementos da prática pedagógica.
Esta concepção de avaliação concretizar-se-á se todos os envolvidos no
processo ensino-aprendizagem tiverem como foco a recuperação de estudos,
como retomada dos conteúdos permeando a prática docente considerando as
formas diferenciadas de aprendizagem.
REFERÊNCIAS
PRATES, Rubens. HTML – Guia de Consulta. São Paulo: Novatec, 1997.
Site: http://www.imasters.com.br.
UEPG. Criação e Programação voltada para Internet. Ponta Grossa: UEPG,
2003.
LUCKESI, Cipriano C. Avaliação do aluno: A favor ou contra a
Democratização do Ensino? Avaliação da Aprendizagem Escolar: Estudos
e Proposições – 15ª ed. Sp: Cortez, 2003, 60.
Projeto plano de curso do Colégio Estadual de Paranavaí.
Projeto Político Pedagógico, do Colégio Estadual de Paranavaí – Paraná.
Reformulação curricular dos cursos técnicos da rede estadual: Uma construção
coletiva.
DIRETRIZ CURRICULAR DA DISCIPLINA DE
LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO
APRESENTAÇÃO
A disciplina de Linguagem de Programação surge com o objetivo de
proporcionar uma seqüência de aprendizado em conjunto com a disciplina de
Lógica de Programação, uma vez que ambas possuem um elo de ligação muito
íntimo entre as mesmas. Em outras palavras, os conceitos adquiridos em
Lógica de Programação são fundamentais para que o aluno possa dar
prosseguimento ao curso e abstrair os conhecimentos referentes à Linguagem
de programação.
Mas independentemente disto, a disciplina de Linguagem de programação
pode ser denotada como sendo uma das principais do curso, quiçá a mais
importante, uma vez que a mesma esta intimamente ligada à essência da arte
da informática.
EMENTA:
Conceito de linguagens de programação, programação modular,
orientação a objetos, ambiente de desenvolvimento e testes.
OBJETIVO GERAL
 Este conteúdo objetiva transmitir aos alunos alguns conceitos
básicos para capacitá-los a abstrair a técnica e o conhecimento
necessário para se desenvolver um pequeno projeto computacional
relacionado a software, mais condizente ao nível de conhecimento
que o curso pode oferecer. Para que num módulo posterior ele
tenha condições de dar prosseguimento à aquisição desses
conhecimentos relacionados ao assunto, afim de se compreender
como se desenvolve um sistema através de uma determinada
linguagem de programação de computadores.
CONTEÚDOS ESPECÍFICOS – 4ª SÉRIE












Módulo de programação;
Os elementos de controle;
Operações, propriedade e fases de um projeto;
Tipos de controles;
Dados, variáveis e constantes;
Criação de funções e de procedimentos;
Funções;
Detecção e prevenção de erros de sintaxe;
Criação da interface;
Acesso e ligação à base de dados;
Seleção de dados utilizando linguagem de consulta;
Manipulação de registros;
 Distribuição da aplicação;
 Geração de relatórios.
METODOLOGIA
Vamos procurar sempre trabalhar os conteúdos aplicando métodos que
proporcione um melhor rendimento do conteúdo bem como uma melhor
abstração de conhecimento por parte dos alunos.
Embora seja complicado devido a escassez de recursos tecnológico que
por sua vez infelizmente é a base do nosso curso e principalmente da
disciplina. Mas independente disto vamos sempre buscar alternativas que
possam de alguma forma suprir estas necessidades, de forma a aplicar
conteúdos teóricos de maneira atualizada e da mesma forma abstraindo
metodologias visando despertar o interesse dos alunos.
AVALIAÇÃO
Por se tratar de uma disciplina quase que puramente prática, onde os
alunos terão basicamente que aplicar os conceitos abstraídos na disciplina de
lógica agora evidentemente na prática convertendo algoritmo em uma
determinada linguagem de programação. Vamos procurar avaliá-los também
não somente com teoria, mas também com atividades práticas denotando os
conceitos e as estruturas básicas da programação de computadores, uma vez
que os recursos são escassos para se cobrar algo muito dinâmico.
REFERÊNCIAS
BOENTE Alfredo. Construindo algoritmos computacionais: Lógica de
Programação. Brasport.
CARBONI Irenice de Fátima. Lógica de Programação. Thomson Learning
(Pioneira).
FORBELLONE André Luiz, EBERSPACHER Henri F. Lógica de Programação
– A construção de algoritmos e estruturas de dados. 3ª Ed. Pearson/Prentice
Hall.
MANZANO, Jose Augusto N. G. Algoritmos: lógica para desenvolvimento de
programação em computadores. Editora Érica. 2002.
SAID, Ricardo. Curso de Lógica de Programação. Digerati/Universo de livros.
SENAC. Construção de Algoritmos. Editora Senac.
SOUZA, Marco Antonio Furlan de, GOMES Marcos Marques, SOARES Marcio
Vieria. Algoritmos e Lógica de Programação. Editora Thomson.
XAVIER Gley Fabiano Cardoso. Lógica de Programação. Senac.
ZAVIANI. N. Projeto de Algoritmos: Com Implementação em Pascal e C.
Thonson. 2000.
DIRETRIZ CURRICULAR DA DISCIPLINA DE
BANCO DE DADOS
APRESENTAÇÃO
Entende-se por Banco de Dados uma estrutura na qual se cria tabelas, de
forma que esta estrutura deve dar suporte em seus aspectos físicos e lógicos,
de segurança e de compartilhamento em caso de ambientes multi-usuários.
Dessa forma o profissional contribuirá para a eficiência no
armazenamento e na recuperação, da distribuição e da disponibilizarão de
dados, bem como contribuir no desenvolvimento de aplicações.
Nesta disciplina os alunos têm conhecimentos multidisciplinares que
incluem diversos campos do conhecimento.
Alem dos conteúdos específicos temos o compromisso com a formação
do individuo na totalidade, proporcionando ao mesmo interagir de forma
consciente e critica na sociedade atual.
Nessa perspectiva, não se pode esquecer das necessidades do
enfrentamento dos Desafios Educacionais Contemporâneos (Educação
Ambiental, Educação Fiscal, Drogas e Sexualidade), que visam fortalecer o
individuo frente os obstáculos do dia dia, bem como, o Ensino de Historia e
Cultura Afro brasileira, Africana e Indígena-Lei 11.645/08, que serão abordados
sempre que houver necessidade e a oportunidade, perante os alunos.
EMENTA:
Conceitos e definição de banco de dados, modelos e modelagem,
desenvolvimento e estudo de caso.
OBJETIVOS GERAIS
 Intervir na realidade, de forma criativa, ampliando as habilidades
do aluno a modelar, usar as estruturas de bancos de dados, e
tornando os aptos a usar as linguagens de consultas.
 Tornar os alunos aptos a usar a informática como ferramenta.
Incentivar o trabalho cooperativo na utilização da tecnologia.
Formando profissionais instrumentalizados e conscientes da
intencionalidade e responsabilidade no uso dos recursos da
comunicação e da informática na educação e no ensino, de forma
reflexiva, criativa e crítica.
CONTEÚDOS ESPECÍFICOS: 4ª SÉRIE
 Banco de Dados
 Conceitos
 Características
 Tipos de Bancos de Dados
 Elementos de um Banco de Dados
 SISTEMAS DE GERENCIAMENTO DE BANCO DE DADOS


Conceitos
Características e Funcionalidades
 Partes de um SGBD
 Níveis de Visão de um SGBD
 Arquitetura Padrão dos SGBD
 Linguagem de Definição de Dados
 Linguagem de Manipulação de Dados
 MODELO DE DADOS
 Conceitos
 Objetivos
 Relacionamentos
 Modelo Conceitual
 Modelo Lógico
 Modelo Físico

MODELOS DE ENTIDADES E RELACIONAMENTOS

CONCEITOS E ARQUITETURA
 Definição dos elementos de um MER (Entidades, Atributos,
Domínios, Relacionamentos, Cardinalidade)
 Representação Gráfica dos Elementos de um MER
 Linguagem de Consultas – SQL
 Abordagem Relacional
 Tabelas
 Atributos ou Colunas
 Linha, Registros ou Tuplas.
 Chave Primária
 Chave Estrangeira.
 Linguagem de Manipulação de Dados.
 Estudos e Resolução de Casos envolvendo estrutura de dados
simples e dependentes.
METODOLOGIA
A infra-estrutura de informática será intensamente utilizada, além de
outras estratégias de ensino como visitas técnicas, fóruns, conferências,
atividades práticas entre outras atividades.
AVALIAÇÃO
Conforme o regimento escolar a avaliação é continua, cumulativa e
processual devendo refletir o desenvolvimento global do aluno e considerar as
características individuais deste no conjunto dos componentes curriculares
cursados, com preponderância dos aspectos qualitativos sobre os
quantitativos.
Em se tratando da recuperação de estudos esta é direito dos alunos
independentemente do nível de apropriação dos conhecimentos básicos e dar
se á de forma permanente e concomitante ao processo ensino e
aprendizagem.
Será aplicado no mínimo dois instrumentos de avaliação diversificados por
conteúdo. Os trabalhos individuais e em grupos receberão orientação;
O valor de cada conteúdo estará previsto no plano de trabalho docente.
Serão oportunizado a todos os alunos, diferentes procedimentos avaliativos por
conteúdo(s), sendo realizado assim a recuperação de estudos durante o
bimestre
REFERÊNCIAS
MONTEIRO. E. Projeto de sistemas e Banco de Dados. Brasport. 2004.
SETZER, Valdemar W., SILVA Flavio Soares Corrêa da. BANCOS DE DADOS.
Edgard Blucher. 1 ª EDIÇÃO.
DATE C J. Introdução a Sistemas de Banco de Dados. Ed. Campus.
ELMASRI Ramez E., NAVATHE Shamkant. Sistema de Banco de Dados.
Pearson/Pretice Hall. 4 ª edição.
DIRETRIZ CURRICULAR DA DISCIPLINA DE
ANÁLISE E PROJETOS
APRESENTAÇÃO
Conhecer os conceitos sobre sistemas de uma forma geral, sistemas de
informação, o ambiente empresarial onde se aplicam sistemas de informação e
a abordagem sobre engenharia de software. Noção das atividades do analista
de sistema e como tal profissional deve atuar no mundo do trabalho.
EMENTA:
Introdução a sistemas, levantamento de dados, modelos e modelagem,
desenvolvimento e estudo de caso.
OBJETIVOS GERAIS
 Conhecer e seguir todas as etapas de um processo moderno e
profissional de desenvolvimento de software.
 Conhecer e utilizar técnicas básicas de análise e projeto de sistemas
segundo uma metodologia orientada a objetos.
 Conhecer e aplicar na prática os conceitos básicos de orientação a
objetos, para analise e projeto de soluções computacionais de
problemas do mundo real.
 Conhecer e utilizar a UML e os seus diagramas básicos para
modelagem e especificação nas fases de análise e projeto do software.
CONTEÚDOS ESPECÍFICOS: 4ª SÉRIE
















Fases da concepção de projetos;
Influência dos sistemas de hardware e de software na faze de
desenvolvimento;
Estudo do sistema de informação de uma empresa;
Conceitos e fundamento de desenvolvimento estruturado de
sistemas de informação;
Ciclo de vida de sistemas;
Procedimentos operacionais passíveis de sistematização;
Técnicas de entrevistas e levantamento de necessidades;
Desenvolvimento montagem de organogramas e diagramas;
Técnicas de montagem de proposta e avaliação da proposta de
informatização;
Ferramentas para desenvolvimento de projetos;
Diagrama de Fluxo de Dados (DFD);
Criação de dicionários de dados;
Diagrama de Entidade Relacionamento (DER);
Especificação de processos;
Objetivo e importância dos relatórios de sistema;
Apresentação de projeto final;




Analise orientada a objeto;
Diagrama de caso de uso;
Diagrama de classe.
Linguagem de modelagem unificada.
METODOLOGIA
Aulas práticas e expositivas, desenvolvimento de projetos e
implementação, entrevistas para levantamento de informações para projeto de
sistema de informação.
O aprofundamento dos saberes relacionados à área de Informática
envolve de um lado os procedimentos científicos de seus objetos propiciados
por várias circunstâncias, dentre as quais se destacam os conteúdos
tecnológicos e práticos, afeitos a cada disciplina, numa perspectiva integradora.
Cada uma das disciplinas deve promover conhecimento que sirvam para
o exercício de intervenções e julgamentos práticos. Isto significa que o
entendimento e procedimentos técnicos, a obtenção e análise de informações
num contexto amplo para a cidadania e vida profissional.
Essa metodologia deve propiciar a construção da compreensão dinâmica
de nossa vivência material em harmonia com o mundo da informação e o
entendimento da vida social e produtiva.
Assim, a organização curricular do Curso Técnico em Informática
Integrada ao Ensino Médio exige que o trabalho dos professores seja articulada
desde o planejamento até a avaliação dos alunos, para que estes assimilem as
competências cognitivas próprias da ciência e da cultura, as quais irão
fundamentar a incorporação do saberes técnicos e tecnológicos específicos da
área de informática.
A metodologia utilizada por todos os professores terá como eixo básico a
relação teoria-prática. Portanto, os laboratórios de Informática será
intensamente utilizados pelos professores, bem como utilizar outras estratégias
de ensino como seminários, palestras, visitas técnicas e projetos.
AVALIAÇÃO
A avaliação será sempre um instrumento para dimensionar o trabalho do
professor, do aluno e da escola. A avaliação não terá função terminal, não
devendo ser mera soma das notas alcançadas frente às tarefas propostas.
O acompanhamento deverá ocorrer em função da construção do
conhecimento e não em função das tarefas propostas.
A avaliação neste sentido não terá caráter de punição e seleção, uma vez
que todos são capazes de aprender.
Segundo Luckesi “Avaliação é um juízo de valor, sobre dados relevantes
da realidade para uma tomada de decisão”. Será, portanto, refletir com o aluno
sobre os resultados obtidos e decidir quais as medidas necessárias para
reorganizar o processo. Na organização do currículo integrado do curso
Técnico em Informática isto implica em mudanças na concepção de avaliação.
Propõe-se, portanto uma avaliação diagnóstica, considerando-se os conteúdos
que permitem ao aluno alcançar o saber concreto sobre a visão dos saberes
acumulados, sem perder de vista que a função diagnóstica da avaliação, é
servir de parâmetro, como subsídio, como ponto de partida de todo o processo
ensino-aprendizagem.
Em suma, na prática do cotidiano escolar, avalia-se para colher
informações sobre o andamentos do processo ensino-aprendizagem, com
ênfase no desempenho do estudante e dos demais elementos da prática
pedagógica.
Esta concepção de avaliação concretizar-se-á se todos os envolvidos no
processo ensino-aprendizagem tiverem como foco a recuperação de estudos,
como retomada dos conteúdos permeando a prática docente considerando as
formas diferenciadas de aprendizagem.
REFERÊNCIAS
CIENFUEGOS, F.; VAITSMAN, D. Análise Instrumental. Editora Interciência,
Rio de Janeiro, 2000.
DEMARCO, Tom. Análise Estruturada e Especificação de Sistemas. São
Paulo: Editora Campus, 1989
DAVID. W. S. Análise e projeto de sistema uma abordagem estruturada.
RJ. LTC, 1994.
GANE, C & SARSON, T. Análise Estruturada de Sistemas. Rio de Janeiro ,
LTC, 1983.
GUSTAFSON, David. Teoria e problemas de engenharia de software. Porto
Alegre: Bookman, 2003, 207p.: il. (Coleção Schaum).
CORREIA , Carlos Henrique & TAFNER, Malcon Anderson. Análise Orientada
a Objeto. 2ª edição Florianópolis. Editora Visual Books 2006.
NASCIMENTO Luciano Prado Reis. O usuário e o desenvolvimento de
Sistemas. Florianópolis Visual Books 2003.
POMPILHO, S. Análise Essencial: Guia Prático de Análise de Sistemas, Rio
de Janeiro. Ciência Moderna, 2002.
Download

Colégio Estadual de Paranavaí – Ensino Fund