CURSO TÉCNICO EM INFORMÁTICA - INTEGRADO A proposta com organização curricular integrada ao Ensino Médio foi concebida e elaborada para ser implantada na Rede Estadual de Ensino no setor terciário a partir de 2005. Os cursos técnicos encontram apoio na política da Secretaria de Estado da Educação para a Educação Profissional e também da Secretaria do Ensino Médio e Tecnológico (SEMTEC/MEC), uma vez que o Paraná constitui um dos estados que optou por implantar o currículo de forma integrada ao Ensino Médio. A proposta de integração curricular entre o Ensino Médio e o Ensino Profissional objetiva as articulações entre: Saberes científicos, tecnológicos e sócio históricos; Ciência, Cultura e Trabalho; Pensar e fazer; refletir e agir; Teoria e Prática; O componente individual e o social. Visando uma prática pedagógica globalmente compreensiva do ser humano em sua integralidade uma interação entre os diversos aspectos e dimensões da formação humana, oportunizando a dialética que leva à síntese e superação destas polarizações (divisões). Atribuindo assim o conhecimento da natureza, da sociedade, da técnica, do homem e do pensamento. Proporcionando estes conhecimentos para usar as habilidades de maneira ativa e crítica, intelectual e criativa, no desenvolvimento do físico, com atitudes emocionais e valorativas para com o mundo, as pessoas e para si mesmo. “Se a realidade é um todo dialético estruturado, o conhecimento concreto da realidade não consiste em um acrescentamento sistemático de fatos a outros fatos, e de nações a outras nações. É um processo de concretização que procede do todo para as partes e das partes para o todo, dos fenômenos para a essência e da essência para os fenômenos, da totalidade para as contradições e das contradições para a totalidade; e justamente neste processo de correlações em especial no qual os conceitos entram em movimento recíproco e se elucidam mutuamente, atinge a concreticidade”. (Kosik, 1985, p. 41-42) MATRIZ CURRICULAR DO TÉCNICO EM INFORMÁTICA INTEGRADO NRE: 22 - PARANAVAÍ MUNICÍPIO: 1860 - PARANAVAÍ ESTABELECIMENTO: 00013 – COLÉGIO ESTADUAL DE PARANAVAÍ - EFMNP ENDEREÇO: R.GUAPORÉ, 2425 – JD. A. AEROPORTO CEP: 8705-120 PARANAVA-PR FONE: ((044) 3423-6311 ENTIDADE MANTENEDORA: GOVERNO DO ESTADO DO PARANÁ CURSO: 0963 -TÉC. EM INFORMÁTICA – INT ET IC ANO DE IMPLANTAÇÃO: 2010 FORMA: GRADATIVA TURNO: MANHÃ MÓDULO: 40 SEMANAS SÉRIES 2º 3º DISCIPLINAS 1º BNC ARTE 2 BIOLOGIA 2 EDUCAÇÃO FÍSICA 2 2 FILOSOFIA 2 2 FISICA 2 2 GEOGRAFIA HISTÓRIA 2 LINGUA PORT. E LITERATURA 2 2 MATEMÁTICA 2 2 QUÍMICA 2 2 SOCIOLOGIA 2 2 BNC SUB-TOTAL 16 18 PD L.E.M. – INGLÊS 2 2 PD SUB-TOTAL 2 2 FE ANALISE E PROJETOS BANCO DE DADOS FUND. E ARQUITETURA DE COMPUT. 2 INFORMÁTICA INSTRUMENTAL 2 INTERNET E PROGRAMAÇÃO WEB LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO 3 3 REDES E SISTEMAS OPERACIONAIS SUPORTE TÉCNICO 2 FE SUB TOTAL 7 5 TOTAL GERAL 25 25 NOTA: MATRIZ CURRICULAR DE ACORDO COM LDB N. 9394/96 2 2 2 2 2 2 2 2 2 18 2 2 4º 2 2 2 2 2 2 12 4 2 3 3 4 2 5 25 13 25 DIRETRIZ CURRICULAR DA DISCIPLINA DE ARTE APRESENTAÇÃO A arte no curso de Técnico em Informática Integrado tem como referencial as Diretrizes Curriculares que incube objetivamente de promover o desenvolvimento cultural e estético dos alunos, por meio de práticas de produção e apreciação artística. A arte é definida de diferentes formas, a partir de tantas reflexões sobre o seu significado surge à necessidade de compreender o papel da teoria estética que não é concebê-la como uma definição, mas sim como referência para o pensar a arte e o seu ensino, que gera conhecimento articulando saberes cognitivos, sensíveis e sócio-históricos. Segundo Faraco quando buscamos definir um novo papel para as Artes na escola, é importante ter clareza daquela dificuldade e dessa diversidade teórica. Não há um dizer único e Universal sobre as Artes e, portanto, estamos sempre na situação de ter várias opções teóricos para sustentar nossas propostas Curriculares e Metodologia ( FARACO opud Kwenzer, 2000). E as interpretações fundamentais de arte, apresentadas na proposta do Ensino Médio: arte e ideologia, arte e seu conhecimento e arte e trabalho criador são as referências para a organização dos conteúdos estruturantes e específicas, do encaminhamento metodológico e da avaliação. Durante as aulas de Arte é necessário que a teoria e a prática caminhem juntas, pois o objetivo de seu estudo não se restringe ao domínio dos fazeres artísticos, mas também de compreender os conhecimentos à sua apreciação e expressão, pois a Arte envolve um processo racional, embora normalmente as pessoas não pensem dessa forma, a razão é necessária a emoção artística. Arte e Ideologia: pode-se conceituar ideologia como o conjunto de idéias, crenças e doutrinas, próprias de uma sociedade de uma época ou de uma classe. Ela é produto de uma situação histórica e de aspirações. Arte e seu Conhecimento: a especificidade do conhecimento em arte implica que ela apresenta um conteúdo constituído por seus elementos formais e de composição que organizam e estruturam a obra de arte. Ao mesmo tempo, ela tem um conteúdo social formado pelos movimentos e períodos artísticos, que resulta de sínteses emocionais e cognitivas que empregam a obra de arte de um sentido social e singular. Arte e Trabalho Criador: a criação ou trabalho criador é essencial no ensino da arte. Criar, então, é transformar, fazer algo inédito, um objeto novo e singular que expressa esse sujeito criador e, simultaneamente, transcendo-o, como portador de conteúdos do cunho social e histórico e objeto concreto, como uma nova realidade social. O ensino da Arte amplia o repertório cultural do aluno a partir dos conhecimentos estéticos, artístico e o conhecimento contextualizado contemplando a Lei 10.639-03 referente à “História e Cultura Afro-Brasileira e Africana e Indígena” Conhecimento Estético: é o conhecimento teorizado sobre a Arte, produzido pelas ciências humanas, como a Filosofia, Sociologia, Psicologia, Antropologia e Literatura. EMENTA Desenvolver no educando o conhecimento das linguagens: artes visuais, danças, música e teatro em diferentes tempos e históricos, utilizando ferramentas tecnológicas variadas. OBJETIVOS GERAIS Desenvolver o seu conhecimento estético e competência artística nas diversas linguagens da Arte, produzindo trabalhos pessoais e grupais, como para que possa, progressivamente, apreciar, desfrutar, valorizar e emitir juízo sobre os bens artísticos de distintos povos e culturas, produzidos ao longo da história e na contemporaneidade. Experimentar e explorar as possibilidades de cada linguagem artística. Identificar, relacionar e compreender a arte como fato histórico, contextualizado nas diversas culturas, conhecendo, respeitando e podendo observar as produções. A disciplina de Arte no Técnico em Informática Integrado contempla as linguagens das Artes visuais, da dança, da Música e do Teatro e os conteúdos estruturantes selecionados por essa disciplina vem constituir a base para a prática pedagógica. Articulados entre si esses conteúdos compreendem todos os aspectos do objeto de estudos e oferecem possibilidades de organização dos conteúdos específicos. Tais conteúdos como basilares na organização da disciplina de Arte, não podem ser vistos como elementos limitadores ou segmentados, pois todos eles: elementos básicos das linguagens artísticas, produções/manifestações artísticas e elementos contextualizam dores apresentam uma unidade interdependente, além de permitir correspondência entre as linguagens. CONTEÚDOS ESTRUTURANTES E BÁSICOS – 1ª SÉRIE ARTES VISUAIS, DANÇA, MÚSICA, TEATRO ELEMENTOS BÁSICOS DA LINGUAGEM DAS ARTES VISUAIS Ponto, Linha, Forma, Textura Composição: bidimensional, tridimensional, figurativo, abstrato - Técnicas: Pintura, desenho, modelagem, escultura, gravura. - Gêneros: natureza-morta, paisagem. Produções/manifestações das Artes Visuais: - Imagens bidimensionais e tridimensionais. Movimentos e Períodos: Arte Ocidental, Arte Oriental, Arte Africana, Arte Brasileira, Arte Paranaense e Arte Popular. ELEMENTOS BÁSICOS DA LINGUAGEM DA DANÇA Movimento: Espaço e Tempo Composição: espaço pessoal, níveis, planos, tensões, projeções, progressões, aceleração, rotação, deslocamento. - Gêneros: espetáculo, indústria cultural, étnica e folclórica. Movimentos e Períodos: Pré-história, Greco-Romana, Medieval, Renascimento, Dança Clássica, Dança Popular Brasileira e Paranaense, Africana. Produções/manifestações da Dança - Improvisações coreográficas. ELEMENTOS BÁSICOS DA LINGUAGEM DA MÚSICA: Altura, duração, timbre. - Distribuição dos sons de maneira sucessiva: melodia e ritmo; Gêneros: erudito, clássico, popular. Movimentos e períodos: Música popular brasileira, paranaense, popular, Indústria Cultural Produções/manifestações da Música - Improvisações musicais. ELEMENTOS BÁSICOS DA LINGUAGEM DO TEATRO: Personagens: Expressão corporal, gestual, facial. Espaço Cênico: Cenografia e Sonoplastia. Composição: jogos teatrais, teatro direto e indireto, mímica e ensaio. - Gêneros: tragédia, comédia, drama e épico. Movimentos e Períodos: Teatro Greco-Romano, Teatro Medieval, Teatro Brasileiro, Teatro Paranaense, Teatro Popular, Indústria Cultural, Teatro Engajado, Teatro Dialético, Teatro Essencial. Produções/manifestações do Teatro: - Improvisação cênica. METODOLOGIA Partindo-se da premissa de que o conhecimento a compreender as complexas relações existentes em nível mais global é que nos vemos sob uma forte tendência a uniformização da vida, sofrendo os efeitos positivos e negativos da chamada globalização. Buscando amenizar esta prática no ensino aprendizagem faz-se necessário, a articulação da arte com a cultura, isto implica em propiciar ao aluno leituras de signos artísticos existentes na herança cultural e na cultura de massa, bem como promover discussões sobre a indústria cultural abrangendo a Lei 10.639-03 que especifica a cultura afro-brasileira e africana e indígena a compreender de que forma estas interferem na sociedade e censuram as produções/manifestações com as quais os sujeitos identificam. Na arte e linguagem permite ao aluno perceber e interpretar os valores socioculturais expressos nas produções/manifestações representadas em forma de bens materiais e imateriais das linguagens das artes visuais, da dança, música e do teatro. Portanto, a cultura enquanto referência para a construção de identidade torna-se assim um tema importantíssimo, não podendo mais ser deixado de lado, ou em segundo plano pelas Diretrizes Curriculares. O professor deverá se preocupar em trabalhar com o aluno, pesquisa e aprofundamento sobre o estudo da cultura popular, buscando o reconhecimento de sua identidade nas suas relações com a escola e sociedade. Enfim, está prática deverá estar voltada em propiciar a todos os educandos o acesso e contato com os conhecimentos culturais básicos e necessários para uma prática social, viva e transformadora como: Aplicação prática do desdobramento dos principais conceitos das linguagens nas vivências do aluno para que ele exerça uma cidadania mais consciente e crítica e participante; Realização de trabalhos individuais e de grupo; Praticar a contextualização histórica com o objetivo de situar o objeto de estudo na realidade em que foi criado. Essa realidade é composta por fatores sociais econômicos, políticos e culturais; Pesquisa da vida e obras de artista/autores, características que influem seu modo de compor/criar; Contemplar as manifestações e produções artísticas através de elementos básicos, contidos nas linguagens artísticas: Nas Artes Visuais - explorar as visualidades em formato bidimensional, tridimensional e virtual trabalhando as características específicas contida na estrutura, na cor, nas superfícies, nas formas e na disposição desses elementos no espaço; Em Dança - estudar o movimento a partir do desenvolvimento do tempo, espaço o professor poderá explorar as possibilidades de improvisação com os alunos, nas aulas de dança poderá abordar questões de relação entre movimento e os conceitos a respeito do corpo e da dança. Na Linguagem Musical - memorização dos sons presentes no cotidiano não caracteriza como o conhecimento musical, priorizar a escuta consciente dos sons percebidos, a identificação das propriedades, variações , maneiras intencionais, como esses sons são distribuídos numa estrutura musical. Linguagem Teatral - possibilidade de improvisação e composição do trabalho com os personagens, com espaço de cena e com o desenvolvimento de temáticas que partem de textos literários ou dramáticos ou clássicos. AVALIAÇÃO A avaliação é o processo contínuo que priorize a qualidade de aprendizagem, ou seja, o desempenho do aluno ao longo do ano letivo, Lei 9394/96, que seja adequada ao seu cotidiano em sala. Através da avaliação diagnóstica onde supre a necessidade, possibilitando assim a intervenção pedagógica do aprendiz. A avaliação é uma forma de conceituar o educando em sua produção na escrita em suas práticas sociais sendo avaliado continuamente na linguagem, na escrita, na oralidade possibilitando um processo gradativo de suas experiências de leitura e no processo de aprendizagem em sala de aula. Será realizada em função dos conteúdos, utilizando métodos e instrumentos diversificados, coerentes com as concepções e finalidades educativas expressas no projeto pedagógico da escola, sendo realizadas no mínimo duas avaliações por conteúdo. A recuperação de estudos dar-se-á de forma permanente e concomitantemente ao processo ensino aprendizagem. BIBLIOGRAFIA Diretrizes Curriculares de Arte para o Ensino Fundamental Fischer, Emest. A necessidade da Arte. Rio de Janeiro: Zahar, 1979. Vieira, Ivone Luzia, Educação Artística. São Paulo, Livraria Lê Editora Ltda, 1978. Nobel, Multiverso das Artes, Artes visuais. Editora Liceu Garcez, Lucília e Jô Oliveira, explicando a Arte brasileira, 3ª Edição, Ediouro Arantes. A. O que é cultura popular - São Paulo Brasiliense, 1983 Coli J. O que é Arte, 12ª Edição, São Paulo - Editora Brasiliense, 1991. DIRETRIZ CURRICULAR DA DISCIPLINA DE BIOLOGIA APRESENTAÇÃO Atualmente faz-se necessário compreender relação entre a Ciência, Tecnologia e Sociedade, visando ampliar as possibilidades de compreensão e participação efetiva nesse mundo. A disciplina de Biologia tem como objeto de estudo o fenômeno da VIDA. A preocupação com a discrição dos seres vivos e dos fenômenos naturais levou o homem a diferentes concepções de mundo e de seu papel enquanto parte deste mundo.Para compreender os pensamentos que contribuíram na construção das diferentes concepções sobre fenômeno VIDA e suas implicações para o ensino, buscou-se na História da Ciência os contextos históricos nas quais pressões religiosas, econômicas, políticas e sociais que impulsionaram mudanças conceituais no modo como o homem passou a compreender a natureza. O conhecimento do campo da Biologia deve-se subsidiar a análise e reflexão de questões polêmicas que dizem respeito ao desenvolvimento ao aproveitamento de recursos naturais e a utilização de tecnologias que implicam em intensa intervenção humana no ambiente, levando-se em conta a dinâmica dos ecossistemas dos organismos, enfim, o modo como a natureza se comporta e a vida se processa. Assim os conhecimentos apresentados pela disciplina Biologia no ensino médio, representam os modelos teóricos elaborados no esforço para levar o aluno a compreensão da natureza viva e dos diferentes sistemas explicativos, a composição entre os mesmos e a compreensão de que a ciência não tem respostas definitivas para tudo, sendo uma de suas características a possibilidade de ser questionado e de se transformar, bem como reconhecer que o conhecimento científico pode ser produto de longas investigações e estar em constante desenvolvimento, não pode ser considerado absoluto e acabado. Mais que inserir conteúdos atualizados cabe ao professor trabalhar as grandes teorias da Biologia incorporando informações a cerca das novas descobertas ao longo de toda vida. De posse desses conceitos centrais e aptos a buscar novos conhecimentos, os alunos terão condições de se inserir no mundo em que vive, em constante transformação e refletir sobre ele. Assumindo o ensino de Biologia como meio para transformar os estudantes e, por conseguinte, a sociedade, cabe a nós professores de Biologia com o entusiasmo e criatividade, estabelecer conexões com outras disciplinas sobre problemas da vida dos alunos, bem como a cultura AfroBrasileira e Africanae a Educação Ambiental, contextualizando os conceitos na Biologia na realidade. Mostrando que a Biologia está presente no nosso dia-adia e influencia diretamente as nossas tomadas de decisões. Portanto, o estudo dessa ciência requer uma postura mais crítica, para que possamos entender os processos biológicos numa busca constante de compreender o fenômeno “VIDA”. Partindo-se da dimensão histórica da disciplina Biologia foiidentificado os marcos conceituais da construção do pensamento biológico a partir dos quais foram estabelecidos os conteúdos estruturantes. Esses conteúdos apontam como a Biologia se constitui como conhecimento, e como esta tem influenciado na construção de uma concepção de mundo contribuindo para que se possam compreender as implicações sociais, políticas, econômicas e ambientais que envolvam a apropriação deste conhecimento biológico pela sociedade. A classificação dos seres vivos é uma tentativa de compreender toda uma diversidade biológica, agrupando e categorizando as espécies extintas e existentes. compreendendo a estrutura básica que organiza e determina o funcionamento de cada ser vivo, o aluno poderá compreender as relações existentes entre estes e seus habitats e compreender as relações ecológicas existentes entre os diferentes grupos. Para compreender o funcionamento das estruturas que compõem os seres vivos, fez-se necessário, ao longo da construção do pensamento biológico, pensar o organismo de forma fragmentada, separada, permitindo análises especializadas de cada função biológica, numa visão microscópica do mundo atual. Assim, os mecanismos biológicos explicam como os sistemas orgânicos dos seres vivos funcionam. A diversidade das espécies de seres vivos que habitam o planeta terra é denominada biodiversidade, tendo como papel fundamental atuar nos processos essenciais à vida através da manutenção do equilíbrio dos ecossistemas. Assim, a Biodiversidade propiciará ao aluno uma reflexão sobre os princípios que governam a vida animal no planeta, levando-o a entender que o seu futuro e de todas as espécies está condicionado às diferentes formas de apropriação que se fazem da natureza. Em se tratando dos avanços biotecnológicos,se faz necessário uma discussão voltada para as implicações éticas e morais na sociedade e a responsabilidade e postura perante as questões que envolvem a vida e a saúde da humanidade. Atualmente surgem grandes possibilidades onde o conhecimento científico e o domínio de técnicas de manipulação do gene e do DNA, permitem aos cientistas interferirem diretamente na vida de todos os seres vivos. Sendo assim, é preciso discutir enfatizando os limites para estes avanços, uma vez que não se pode ainda prever as consequências à humanidade. Estes conteúdos foram estabelecidos buscando-se sua historicidade da construção do pensamento científico e o caráter transitório do conhecimento elaborado. Compreendida assim, é mais uma das formas de conhecimentos produzidos pelo desenvolvimento do homem e determinada pelas necessidades materiais deste em cada momento histórico. O ensino de História e Cultura Afro-brasileira, Africana e Indígena, de acordo com a lei 11.645/08 e Educação Ambiental, de acordo com a lei 9.795/99, Decreto nº 4201/02, em seu artigo 2º afirma: “A Educação Ambiental é um componente essencial e permanente da educação nacional, devendo estar presente de forma articulada em todos osníveis e modalidades do processo educativo em caráter formal e não informal”, e estará contemplada nos conteúdos curriculares na disciplina de Biologia. Estes temas poderão ser abordados constantemente, quando se fizer necessário e/ou oportuno, uma vez que o referido assunto é vivenciado no dia-a-dia da sociedade. Os desafios educacionais contemporâneos (educação ambiental, educação fiscal, drogas e sexualidade) devem ser enfrentados pela escola na sua totalidade. EMENTA: A Biologia é um ramo do conhecimento que exerce grande fascínio em todos que nela se aprofundam, pois tenta explicar os fenômenos ligados à vida e à sua origem. Inicialmente, a biologia tinha um caráter mais contemplativo e descritivo da natureza, no entanto, hoje, os diversos avanços tecnológicos têm permitido um estudo mais investigativo e detalhado dos seres vivos e dos processos biológicos. Portanto o estudo: Origem do Universo. Origem da vida e evolução dos seres vivos. Reino Monera, Protista, Fungos, Plantae e Animalia. A Ciência no decorrer da historia da humanidade: pesquisa cientifica, avanços científicos e tecnológicos, ciências e transformações sociais, bioética. Educação Ambiental e desenvolvimento humano, social, político e econômico. Epidemiologia. Saúde Publica e Escolar. Orientação Sexual: embriologia, formação humana, medidas preventivas. No entanto é um campo interdisciplinar que envolve aspectos biológicos e sociais da origem, desenvolvimento e perspectivas da humanidade. OBJETIVOS GERAIS Reconhecer a importância do estudo da Biologia como forma de compreender melhor o mundo que nos cerca. Valorizar a aplicação do método científico no estudo dos fenômenos biológicos. Desenvolver a capacidade de aprender a aprender como forma de aprimorar seus conhecimentos na disciplina. Desenvolver a capacidade de aprender a aprender como forma de aprimorar seus conhecimentos na disciplina. Aplicar os conhecimentos e hábitos adquiridos no estudo da Biologia em sua vida para preservar a saúde, com consequente melhoria da qualidade de vida. Analisar as implicações sócio-políticas, culturais e econômicas do desenvolvimento científico e tecnológico, seus alcances e suas limitações. Aprofundar-se nos conteúdos que conduzam ao processo de educação em saúde, pessoal e ambiental. Ampliar os conhecimentos biológicos frente às últimas descobertas. Desenvolver uma ética científica. Reconhecer a relevância dos conhecimentos relativos às Ciências Biológicas nos avanços biotecnológicos. Desenvolver hábitos de trabalho em equipe e responsabilidade na realização de tarefas. Desenvolver a capacidade de lidar com materiais de laboratório e computadores. Desenvolver a integração: convergência de esforços, criatividade, senso crítico e participação. CONTEÚDOS ESTRUTURANTES E BÁSICOS - 2ª SÉRIE ORGANIZAÇÃO DOS SERES VIVOS, MECANISMOS BIOLÓGICOS, BIODIVERSIDADE E AS IMPLICAÇÕES DOS AVANÇOS BIOLÓGICOS NO FENÔMENO VIDA Revestimento, sustentação e locomoção. Coordenação, integração (mecanismos hormonais). Nutrição e digestão. Excreção e asmorregulação. Reprodução. Classificação dos seres vivos. Vírus um caso à parte Reino Monera. Reino Protista. Reino Funji. Reino Plantae. Reino Animália filos NematodaMollusca e Annelida. Reino Animália filosArthropoda e Echinodermata. Filo Chordata: Protochordata. Filo Chordata: Euchordata. CONTEÚDOS ESTRUTURANTES E BÁSICOS – 3ª SÉRIE ORGANIZAÇÃO DOS SERES VIVOS, MECANISMOS BIOLÓGICOS, BIODIVERSIDADE E AS IMPLICAÇÕES DOS AVANÇOS BIOLÓGICOS NO FENÔMENO VIDA Os fundamentos da Genética. Os experimentos de Mendel e diibridismo. Os alelos múltiplos e as tipagens sanguíneas. A interação gênica e a pleiotropia. A vinculação gênica e ou linkage. Herança e sexo. Genética de Populações. As aberrações cromossômicas. Genética hoje: aplicações. A origem da vida. As teorias da evolução. As eras geológicas, o surgimento e a evolução da espécie humana. Introdução ao estudo da ecologia. As comunidades. Os ecossistemas. A dinâmica da vida nos ecossistemas. A poluição. Significado das siglas. METODOLOGIA É necessária a contextualização de conceitos para que o aluno perceba e identifique asinformações em sua vida, refletindo sobre a realidade de forma global, na qual os seres vivos estão inseridos, através de textos informativos e científicos, com uma grande variedade de fontes bibliográficas, aulas expositivas dialogadas, debates, palestras, aulas práticas nos laboratórios de Informática e de Ciências e relatórios. Nas aulas de Biologia muitos recursos metodológicos podem e devem ser utilizados para possibilitar a participação e aprendizagem do aluno como a aula dialogada, a leitura, a escrita, as aulas práticas, o uso de imagens (transparências, fotos, vídeo) o estudo do meio (praias, parques, rios, hortas, etc.) jogos didáticos e muitos outros recursos. AVALIAÇAO A avaliação na Biologia pode servir de ferramenta para auto-crítica do educador, permitindo melhor visão para intervir e reformular os processos de aprendizagem, quanto ao aluno tomará ciência de sua aprendizagem podendo providenciar as mudanças necessárias.A necessidade e o prazer superam obstáculos e transformam as maneiras de agir, ver e sentir o mundo, para além dos âmbitos escolares. A avaliação será realizada em função dos conteúdos, utilizando métodos e instrumentos diversificados, coerentes com as concepções e finalidades educativas expressas no projeto pedagógico da escola, sendo realizadas no mínimo duas avaliações por conteúdo. A recuperação de estudos dar-se-á de forma permanente e concomitantemente ao processo ensino aprendizagem. BIBLIOGRAFIA CARVALHO, W. Biologia em foco. São Paulo, FTD, 2005. CESAR E SEJAR, Biologia, Scipione, 2003. JUNQUEIRA, Biologia Celular, Editora Globo. DIRETRIZ CURRICULAR DA DISCIPLINA DE EDUCAÇÃO FÍSICA APRESENTAÇÃO A disciplina de Educação Física está embasada numa construção histórica socialmente construída segundo as diretrizes curriculares da Educação Física versão preliminar julho/2006 que faz uma crítica referente aos parâmetros curriculares nacionais, que há uma descentralização dos conhecimentos historicamente construídos, ao propor temas amplos que desviam a importância dos conhecimentos próprios de cada conteúdo de tradição da Educação Física, sendo os parâmetros uma proposta confusa e acrítica com uma redação aparentemente progressista. A necessidade de contextualizar a Educação Física no universo das metodologias está associada à questão da formação de professores de modo geral e esta, por sua vez, deve estar articulada com a analise do papel da educação na sociedade.Faz-se necessário entender a importância da Educação Física no contexto geral da educação, ou seja, articulada no processo ensino-aprendizagem, que leva a reflexão do que é o verdadeiro ensino da Educação Física nas escolas. De acordo com a proposta preliminar que traz em seu encaminhamento metodológico estudos que direcionam todo processo a ser utilizada na Educação Física será adotada a metodologia crítico-superadora. È de reconhecimento geral que oportunidades de movimento, adequadas às características e necessidades do aluno, são fundamentais para seu desenvolvimento. È necessário especificar que o conceito de movimento, nesse sentido, implica muito mais do que o deslocamento do corpo e dos membros produzidos como uma consequência do padrão espaço-temporal da contração muscular. È através do movimento que o ser humano se relaciona com o meio ambiente para alcançar seus objetivos. Comunicando-se, expressando seus conhecimentos e sua criatividade, por meio do movimento, o ser humano interage com o meio físico e social, aprendendo sobre si mesmo e sobre os outros. Nesse sentido, a Educação Física como parte da cultura humana constituise numa área de conhecimento que estuda e atua sobre um conjunto de manifestações da cultura corporal de movimento criada pelo ser humano ao longo da história, sendo fundamental para o pleno desenvolvimento do educando. Nessa perspectiva, não se pode esquecer das necessidades do enfrentamento dos Desafios Educacionais Contemporâneos (Educação Ambiental, Educação Fiscal, Drogas e Sexualidade), que visam fortalecer o individuo frente os obstáculos do dia-dia, bem como, o Ensino de Historia e Cultura Afro brasileira, Africana e Indígena - Lei 11.645/08, que serão abordados sempre que houver necessidade e a oportunidade, perante os alunos. EMENTA - Esporte, cultura corporal, educação pelo movimento, ginástica, corpo movimento e saúde, cultura afro, cultura indígena, educação fiscal, qualidade de vida e meio ambiente. OBJETIVOS GERAIS Trabalhar com o educando os conteúdos historicamente construídos que propicie uma ampliação do acervo motor e aperfeiçoamento e uma conscientização da importância da Educação Física para a formação plena do cidadão como um todo. Compreender a aplicabilidade dos conhecimentos da Educação Física no cotidiano social e no processo educacional e profissional do técnico em informática. CONTEÚDOS ESTRUTURANTES E BÁSICOS - 1ª SÉRIE CULTURA CORPORAL: Esportes: vôlei / handebol, basquete, futsal. Ginástica: alongamento, ginástica corporal. Corpo / Movimento e Saúde: música lei nº 11769/08, capoeira (AfroIndígena). Primeiros Socorros. Qualidade de vida e meio ambiente: (caminhada, benefícios da atividade física). Educação pelo movimento. CONTEÚDOS ESTRUTURANTES E BÁSICOS - 2ª SÉRIE CULTURA CORPORAL: Esportes: vôlei / handebol, basquete, futsal. Ginástica: alongamento, ginástica corporal, ginástica laboral. Corpo / Movimento e Saúde: dança. Qualidade de vida e meio. Alimentação e atividade física Educação pelo movimento. CONTEÚDOS ESTRUTURANTES E BÁSICOS - 3ª SÉRIE CULTURA CORPORAL: Esportes: vôlei / handebol, basquete, futsal. Ginástica: alongamento, ginástica corporal. Corpo / Movimento e Saúde: dança de rua (música lei 11.769/08) Qualidade de vida e meio ambiente. Atividade física em academias e o uso de anabolizantes Educação pelo movimento. CONTEÚDOS ESTRUTURANTES E BÁSICOS - 4ª SÉRIE CULTURA CORPORAL: Esportes: vôlei / handebol, basquete, futsal. Ginástica: alongamento, ginástica corporal. Corpo / Movimento e Saúde: dança de rua (música lei 11.769/08) Qualidade de vida e meio ambiente. Atividade física em academias e o uso de anabolizantes Educação pelo movimento. METODOLOGIA A metodologia sugerida pela proposta preliminar está embasada na metodologia critica- superadora preconizada por alguns autores que entendem que através desta metodologia os alunos participarão das aulas práticas e teóricas com uma formação consciente, corporal e social que contribui para a formação do cidadão. A metodologia da Educação Física devera estar fundamentada na produção de conhecimentos, ter conteúdos concretos, vivenciados dentro da realidade social, respeitando seus interesses, sua maturação e sua experiência anteriormente adquirida. AVALIAÇÃO Segundo estudos por várias correntes progressistas da educação a avaliação diagnostica é a mais indicada, sendo a mesma um processo contínuo, permanente e cumulativa, onde o professor organizará e reorganizará o trabalho visando às diversas manifestações corporais historicamente construídas levando os alunos a refletirem e se posicionarem criticamente perante a sociedade. A avaliação será realizada em função dos conteúdos, utilizando métodos e instrumentos diversificados, coerentes com as concepções e finalidades educativas expressas no projeto pedagógico da escola, sendo realizadas no mínimo duas avaliações por conteúdo. A recuperação de estudos dar-se-á de forma permanente e concomitantemente ao processo ensino aprendizagem. .REFERÊNCIAS Diretrizes curriculares de Educação Física, versão preliminar julho-2006 COLETIVO DE AUTORES. Metodologia do ensino de educação física. São Paulo. Cortez, 1992. DIEM, Liselott. Brincadeiras e esportes no jardim de infância. Rio de Janeiro: Ao livro Técnico, 1981. HOFFAMAN, Jussara. Avaliação Mediadora: uma prática em construção da pré-escola à universidade. Porto Alegre: Mediação, 1998. Avaliação mito & desafio: uma perspectiva construtivista. 29 ed Porto Alegre: Mediação, 2000 LUCKESI, Cipriano Carlos. A avaliação da aprendizagem escolar. São Paulo. Cortez, 2005. FREIRE, J.B. Educação Física de corpo inteiro. Scipione, 1989. SOARES, C.L. TAFFAREL, C.N.Z VARJAL, E. CASTELLANI FILHO, L. ESCOBAR, M.O. BRACHT, V.Metodologia de ensino da Educação Física. São Paulo: Cortez, 1992. VALADARES & ARAÚJO, S. & R. Coleção Educação Física no cotidiano Escolar. Volumes: 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7 e 8. Fapi. Belo Horizonte, 2002. DIRETRIZ CURRICULAR DA DISCIPLINA DE FILOSOFIA APRESENTAÇÃO A filosofia gira basicamente em torno de problemas e conceitos criados no decorrer de sua longa história, os quais por sua vez devidamente utilizados geram discussões promissoras e criativas que desencadeiam ações e transformações. Sendo por essa razão que eles permanecem atuais. Na atual polêmica mundial e brasileira acerca dos possíveis valores éticos, políticos, estéticos e epistemológicos, a disciplina de filosofia pretende provocar o despertar da consciência de ensinar a pensar filosoficamente, a organizar perguntas num problema filosófico, escrever e avaliar filosoficamente, sem fórmulas a serem reproduzidas. Com isso a filosofia tem um espaço a ocupar e uma rica contribuição a oferecer no Ensino Médio. Nessa perspectiva, não se pode esquecer as necessidades do enfrentamento dos Desafios Educacionais Contemporâneos (Educação Ambiental, Educação Fiscal, Drogas e Sexualidade), que visam fortalecer o individuo frente os obstáculos do dia a dia, bem como, o Ensino de Historia e Cultura Afro brasileira, Africana e Indígena - Lei 11.645/08, que serão abordados sempre que houver necessidade e a oportunidade, perante os alunos. EMENTA: Diferentes perspectivas filosóficas na compreensão do conhecimento humano. O Estado e a organização social. Ética e Estética. Questões filosóficas do mundo contemporâneo científico. OBJETIVOS GERAIS Conscientizar o aluno da importância de se descobrir um novo saber que opina por questionamentos, conceitos e categorias de pensamento, que busca articular a totalidade espaço temporal e sócio histórica em que se dá o pensamento e a experiência humana. O aluno deve descobrir o que é filosofia fazendo filosofia. Viabilizar interfaces com as disciplinas para a compreensão do mundo da linguagem, da literatura, da história, das ciências e da arte. Possibilitar aos estudantes o acesso ao saber filosófico produzido historicamente como fundamento do pensamento. CONTEÚDOS ESTRUTURANTES E BÁSICOS – 1ª SÉRIE MITO E FILOSOFIA Ordem e Desordem Saber Mítico; Relação Mito e Filosofia; Atualidade do Mito. Diferenciação em relação ao senso comum e o conhecimento religioso; O que é Filosofia? TEORIA DO CONHECIMENTO Possibilidade do Conhecimento; As formas de conhecimento; O problema da verdade; A questão do método; Conhecimento e lógica. CONTEÚDOS ESTRUTURANTES E BÁSICOS - 2 ª SÉRIE ÉTICA Ética e moral; Pluralidade ética; O que é ética? Ética e Violência; Razão, desejo e vontade; Liberdade: autonomia do sujeito e a necessidade das normas. FILOSOFIA POLÍTICA Relações entre comunidade e poder; Liberdade e igualdade política; Política e Ideologia; Esfera pública e privada; Cidadania formal e/ou participativa. CONTEÚDOS ESTRUTURANTES E BÁSICOS - 3ª SÉRIE FILOSOFIA DA CIÊNCIA Concepções da ciência; A questão do método científico; Contribuições e limites da ciência; Ciência e ideologia; Ciência e ética. ESTÉTICA Natureza da Arte; Estética como ramo da Filosofia; Filosofia e Arte; Categorias estéticas – Feio, belo, sublime, trágico, cômico, grotesco, etc; Estética e sociedade; Arte de Elite e popular; Papel do cinema, das imagens, das letras, da música nas artes;expressões culturais, artísticas, religiosas no Brasil influenciadas pelas culturas européias, norte-americana, afro e indígena. CONTEÚDOS ESTRUTURANTES E BÁSICOS - 4ª SÉRIE MITO E FILOSOFIA; TEORIA DO CONHECIMENTO; ÉTICA; FILOSOFIA POLÍTICA; FILOSOFIA DA CIÊNCIA; ESTÉTICA. Obs: No 4º série do Curso Técnico em Informática os conteúdos trabalhados durante o ano serão os mesmos dos três anos anteriores. Será feita uma abordagem dos conteúdos estruturantes com ênfase nas leituras dos textos filosóficos. METODOLOGIA A metodologia a ser utilizada na aula de filosofia se divide em quatro momentos: A sensibilização, A problematização, A investigação e a criação de conceitos. A sensibilização deve acontecer por meio do assunto ou tema relevante. O tema poder ser retirado d uma figura, filme ou documento. O segundo passo é a problematização desse tema. Levantar questionamentos, perguntas em relação ao tema proposto. A investigação se dá no momento em que os questionamentos e perguntas foram levantados. Após o tema ser problematizado, investigado vem o momento da criação do conceito. É uma nova postura em relação ao assunto que foi estudado, criar uma nova ideia, rever antigos conceitos e descobrir uma nova forma de ver o conceito anterior. O ensino de Filosofia deve ser através de atividades investigativas individuais e coletivas que organizem o oriente o debate filosófico, se tornado dinâmico e participativo. O professor deve ter a preocupação de não ser superficial e de dosar a realização de todo o processo de ensino desenvolvido, desde a sensibilização para o problema, passando pelo o estudo de textos filosóficos, até a elaboração de conceitos, para que se efetive a reflexão filosófica. AVALIAÇÃO O critério de avaliação está dentro do processo da experiência filosófica. Filosofia se aprender fazendo por isso é diagnóstica sua função avaliativa. As avaliações devem ser de caráter, reflexivo que leve o aluno a pensar não somente nas respostas, mas também nas perguntas que foram formuladas. Seminários, debates, leitura de textos e pesquisas fazem parte da avaliação. Ao avaliar o professor deve ter profundo respeito pelas posições do estudante, mesmo que não concorde com elas, pois o que está em jogo é capacidade dele de argumentar e de identificar os limites de suas posições, assumindo uma nova postura mediante a formulação de seus próprios conceitos, dinamizando sua visão de mundo como cidadão do universo. A avaliação será realizada em função dos conteúdos, utilizando métodos e instrumentos diversificados, coerentes com as concepções e finalidades educativas expressas no projeto pedagógico da escola, sendo realizadas no mínimo duas avaliações por conteúdo. A recuperação de estudos dar-se-á de forma permanente e concomitantemente ao processo ensino aprendizagem. REFERÊNCIAS SOUZA, Sonia Maria Ribeiro de. Um outro olhar: Filosofia. São Paulo, FTD, 1995. CABALLERO, Alexandre. A Filosofia através dos textos. São Paulo: Curtrix, 1988. GAARDER, Jostein. O mundo de Sofia. Romance da História a filosofia São Paulo: Cia. das Letras, 1995. RUSSEL, Bertrand. História do Pensamento Ocidental. Rio de Janeiro: Ediouro, 2001. ABBAGNANO, Nicola. Dicionário de Filosofia. São Paulo. Martins Fontes, 2000. Livro Didático Público – Organização por professores do Paraná. Site: www.diadiaeducacao.pr.gov.br Biblioteca do professor. DIRETRIZ CURRICULAR DA DISCIPLINA DE FÍSICA APRESENTAÇÃO Física incorporada à cultura e integrada como instrumento tecnológico tornou-se indispensável à formação da cidadania contemporânea. É um conhecimento que permite elaborar modelos de evolução cósmica, investiga os mistérios do mundo sub-microscópio, das partículas que compõe a matéria, ao mesmo tempo, que permite desenvolver novas fontes de energia e criar novos materiais produtos e tecnologias. Espera-se que o ensino de Física, no Curso Profissionalizante Técnico em Informática, contribua para a formação de uma cultura científica efetiva que permita ao indivíduo a interpretação dos fatos, fenômenos e processos naturais situando e dimensionando a interação do ser humano com a natureza como parte da própria natureza em transformação. Para tanto, é essencial que o conhecimento físico seja explicitado como um processo histórico, objeto de contínua transformação e associado com as outras formas de expressão e produção humanas. É necessário também que essa cultura em física inclua a compreensão do conjunto de equipamentos e procedimentos técnicos ou tecnológicos do cotidiano doméstico, social e profissional. Ao propiciar esses conhecimentos, o aprendizado da Física promove a articulação de toda uma visão de mundo, de uma compreensão dinâmica do universo. Nessa perspectiva, não se pode esquecer as necessidades do enfrentamento dos Desafios Educacionais Contemporâneo: História e Cultura Afro-Brasileira, Africana e Indígena conforme Lei nº11.645/08 – conteúdo: Texto Informativo e discussão em grupo. – Enfrentamento a violência contra a criança e o adolescente Lei 11.525/07 – conteúdo: Pesquisa e apresentação dos dados coletados. – Educação Ambiental – Lei nº9.795/99, Dec.nº4.20l/02 – conteúdo: Texto Informativo e apresentação dos tópicos abordados. EMENTA Conhecimento científico e espontâneo da natureza: Física, evolução histórica, e contribuições para o mundo moderno, através da mecânica: o movimento e suas leis; Energia; Formas, conservação e transformações; Óptica; Eletromagnetismo; circuitos elétricos: Física moderna. OBJETIVOS GERAIS Buscar uma maior integração entre o conteúdo científico e a prática social e uma melhor compreensão dos assuntos ministrados, para que ocorra modificação do indivíduo, dando-lhe a oportunidade de acumular o conhecimento técnico científico. Ampliar os conhecimentos que possibilitem ao aluno condições de tomar decisões, enquanto indivíduo e cidadão de acordo com sua faixa etária e grupo social. CONTEÚDOS ESTRUTURANTES E BÁSICOS – 1ª SÉRIE INTRODUÇÃO: O que é física? Para que serve o estudo da física. Grandezas físicas e unidades. Algarismos significativos. Notação científica. – medidas de intervalos de tempo. Medidas de comprimento. DESCRIÇÃO DE MOVIMENTOS: MOVIMENTO UNIFORME: Função horária do MU Gráficos do movimento uniforme. MOVIMENTO UNIFORMEMENTE VARIADO: Funções horárias do MUV Equação de Torricelli. Gráficos do MUV. Propriedades dos gráficos horários. CINEMÁTICA VETORIAL: Grandezas escalares e vetoriais. Vetor deslocamento. Vetor velocidade. Vetor aceleração. MOVIMENTO CIRCULAR UNIFORME: Período e frequência do MCU Aceleração do MCU. Posição angular. Velocidade angular. Função horária angular do MCU LEIS DE NEWTON: Noção de força. Força resultante equilíbrio. Primeira lei de Newton ou princípio da inércia. Referencial inercial. Segunda lei de Newton ou princípio fundamental da dinâmica (pfd). Peso e massa. Unidades. Terceira lei de Newton ou princípio da ação e reação. Força de tração. ATRITO: Atrito estático e atrito dinâmico. Força de atrito máxima. Força de atrito dinâmico. DINÂMICA DOS MOVIMENTOS CURVILÍNEOS. Força resultante centrípeta. Componentes da força resultante. ENERGIA, TRABALHO E POTÊNCIA: Trabalho de uma força constante. Trabalho da força peso. Propriedades do gráfico fx d. Potência. CONSERVAÇÃO DA ENERGIA MECÂNICA: Teorema da energia cinética. Energia potencial. Energia potencial gravitacional. Energia potencial elástica. Energia mecânica. Sistema mecânico conservativo. Força conservativa. CONSEVAÇÃO DA QUANTIDADE DE MOVIMENTO: Quantidade de movimento. Impulso de uma força. Princípio da conservação da quantidade de movimento. Colisões ou choques mecânicos. Colisão frontal. Coeficiente de restituição. Tipos de choques ou colisões. GRAVITAÇÃO UNIVERSAL: As leis de Kepler. A lei da gravitação universal. Os buracos negros. A formação do sistema solar. A teoria do big bang. FLUIDOSTÁTICA: Densidade e massa específica. Pressão e unidades de pressão. Pressão em fluídos. -lei de Steven. Vasos comunicantes. Princípio de pascal. Pressão atmosférica. Empuxo e densidade. Princípio de Arquimedes. CONTEÚDOS ESTRUTURANTES E BÁSICOS - 2 ª SÉRIE TERMOLOGIA: Temperatura. Equilíbrio térmico. Medida da temperatura. Conversão de escalas termométricas. Escala kelvin. DILATAÇÃO TÉRMICA: Dilatação linear. Dilatação superficial e volumétrica. Lâmina bimetálica. Aplicações práticas da dilatação térmica. Dilatação dos líquidos. Dilatação anômala da água CALOR: Equilíbrio térmico. Propagação do calor. Trocas de calor. Cálculo da quantidade de calor sensível. Cálculo da quantidade de calor latente. TERMODINÂMICA: Modelo de um gás perfeito. Equação de Clapeyron. Transformações gasosas. Trabalho numa transformação gasosa. Trabalho numa transformação fechada (ciclo). Primeira lei da termodinâmica. Transformação adiabática. Segunda lei da termodinâmica. Ciclo de Carnot. A máquina térmica. A máquina frigorífica. A irreversibilidade dos processos naturais. Conceito de entropia. A morte térmica do universo. INTRODUÇÃO À ÓPTICA GEOMÉTRICA: Raio de luz e feixe de luz. Meios ópticos. Fontes de luz. Princípio da propagação retilínea da luz. Eclipses. Sombras. REFLEXÃO DA LUZ E ESPELHOS PLANOS: Leis da reflexão. Espelhos planos. Campo de um espelho plano. Associação de espelhos planos. ESPELHOS ESFÉRICOS: Definição e elementos do espelho esférico. Focos dos espelhos esféricos. Construção geométrica de imagens. Equações dos espelhos esféricos. REFRAÇÃO DA LUZ: Velocidade da luz. Cor da luz. Índice de refração. Leis da refração. Prisma e dispersão da luz. Ângulo limite e reflexão total. LENTES ESFÉRICAS E APLICAÇÕES Definição e classificação. Comportamento óptico das lentes. Lentes esféricas delgadas. Focos das lentes. Construção geométrica de imagens. Equações das lentes esféricas. Vergência. Aplicações das lentes esféricas. Correção dos defeitos de visão. ONDAS: O que é uma onda? Natureza das ondas. Dimensão das ondas. Ondas longitudinais e transversais. Ondas periódicas. Fenômenos ondulatórios. NATUREZA DO SOM E DA LUZ: Ondas estacionárias. Ondas sonoras. Velocidade do som. Qualidades fisiológicas do som ondas luminosas. Luz visível. Difração da luz. CONTEÚDOS ESTRUTURANTES E BÁSICOS - 3ª SÉRIE ELETRICIDADE ESTÁTICA E CORRENTE ELÉTRICAA ELETRICIDADE ESTÁTICA: As primeiras descobertas. As primeiras explicações. A eletrização por atrito. Eletrização por contato. Eletrização por indução. A carga elétrica elementar (e). A lei de Coulomb. O CAMPO ELÉTRICO: Conceito de campo elétrico e definição de vetor campo elétrico. Campo elétrico de uma carga elétrica pontual fixa. Campo elétrico de um condutor esférico. O campo elétrico uniforme. A TENSÃO ELÉTRICA: O conceito de tensão elétrica ou diferença de potencial (ddp). O potencial elétrico no campo de uma carga pontual. O potencial elétrico no campo de um condutor esférico eletrizado. O elétron-volt. A energia potencial elétrica. ELETRICIDADE ATMOSFÉRICA. O potencial elétrico da terra. Raio, relâmpago e trovão. A CORRENTE ELÉTRICA: O conceito de corrente elétrica. Corrente real e corrente convencional. Intensidade de corrente elétrica. ENERGIA E POTÊNCIA ELÉTRICA: Tensão elétrica, intensidade de corrente e potência elétrica. O EFEITO JOULE. RESISTORES: O conceito de resistência elétrica. O que são resistores. A lei de ohm. Circuitos elétricos. Componentes de um circuito, curto-circuito. ASSOCIAÇÕES DE RESISTORES: Associação em série. Associação de resistores em paralelo. Associação mista de resistores. GERADORES E RECEPTORES: O gerador. Força eletromotriz (fem). O receptor. Força contra-eletromotriz (fcem). Lei de Pouillet dos circuitos elétricos. CAPACITORES: Capacitor ou condensador. Capacidade ou capacitância elétrica do capacitor. Energia armazenada num capacitor. Capacitor num circuito elétrico. ELETROMAGNETISMO OS ÍMÃS: Os pólos de um ímã. Pólo norte e pólo sul de um ímã. Ações entre pólos de ímãs. Inseparabilidade dos pólos de um ímã. Imãs permanentes e ímãs temporários. O CAMPO MAGNÉTICO DE UM ÍMÃ: As linhas de indução. O campo magnético terrestre. A imantação de uma barra de ferro. O CAMPO MAGNÉTICO DAS CORRENTES ELÉTRICAS: A regra da mão direita. Campo magnético de uma corrente retilínea. Campo magnético no centro de uma espira circular. Campo magnético no interior de uma bobina longa (solenóide). A campainha elétrica. FORÇA MAGNÉTICA. O fenômeno da indução eletromagnética. Aplicações da indução eletromagnética. ONDAS ELETROMAGNÉTICAS AS EQUAÇÕES DE MAXWELL: Lei de Gauss para a eletricidade. Lei de Gauss para o magnetismo. Lei de ampère generalizada. Lei de Faraday. Características das ondas eletromagnéticas. A geração de ondas eletromagnéticas. Interferência luminosa. FÍSICA MODERNA RELATIVIDADE ESPECIAL: A relatividade de Newton. A relatividade de Einstein. Energia relativista. Noções de relatividade geral. FÍSICA QUÂNTICA A radiação dos corpos e a teoria quântica de Planck. Efeito fotoelétrico. A dualidade onda- partícula. O princípio da incerteza. FÍSICA NUCLEAR Radioatividade. Fissão e fusão nuclear. Lixo nuclear. Partículas fundamentais da matéria-antimatéria. METODOLOGIA A partir da experimentação, promover a construção e o desenvolvimento do conhecimento espontâneo da natureza, através da utilização de simuladores para o estudo da Física, como colisões entre corpos, velocidade e aceleração de partículas, forças aplicadas sobe um corpo e de recursos computacionais para montagem de gráficos. AVALIAÇÃO A avaliação na disciplina de Física deverá ser em função dos conteúdos trabalhados, portanto deverá ser contínua e permanente orientando sempre a prática docente e tendo como participantes ativos dela, professores e alunos. Deverá fazer parte da avaliação na disciplina de Física registros e observações das ações e discussões efetuadas durante os trabalhos individuais e coletivos. Provas escritas, orais individuais e coletivas, relatos de experiências em laboratório, descrevendo no contextoconhecimentos físicos de forma adequada, pesquisas realizadas através de jornais, televisão e trabalhos extraclasses. A recuperação paralela se realizará quando os objetivos propostos não forem atingidos, com a retomada dos conteúdos. REFERÊNCIAS ARRIBAS, S. D. Experiências de Física na Escola. Passo Fundo: Ed. Universitária, 1996. BEN-DOV, Y. Convite à Física. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1996. BRAGA, M. [et al.] Newton e o triunfo do mecanicismo. São Paulo: Atual, 1999. BERNSTEIN, J. As idéias de Einstein. São Paulo: Editora CultrixLtda, 1973. CARUSO, F. ; ARAÚJO, R. M. X. de. A Física e a Geometrização do mundo: Construindo uma cosmovisão científica. Rio de Janeiro: CBPF, 1998. CHAVES, A. Física: Mecânica. v. 1. Rio de Janeiro: Reichmann e Affonso Editores,2000. CHAVES, A. Física-Sistemas complexos e outras fronteiras. Rio de Janeiro: Reichmann& Affonso Editores, 2000. CHAVES, A.; SHELLARD, R. C..Pensando o futuro: o desenvolvimento da Física e sua inserção na vida social e econômica do país. São Paulo: SBF, 2005. EISBERG, R.; RESNICK R.: Física Quântica. Rio de Janeiro:Editora Campus, 1979. FIANÇA, A . C. C.; PINO, E. D.; SODRÉ, L.; JATENCO-PEREIRA, V. Astronomia: Uma Visão Geral do Universo. São Paulo: Edusp, 2003. GALILEI, G. O Ensaiador. São Paulo: Editora Nova Cultural, 2000. GALILEI, G. Duas novas ciências. São Paulo: Ched, 1935. GARDELLI, D. Concepções de Interação Física: Subsídios para uma abordagem histórica do assunto no ensino médio. São Paulo, 2004. Dissertação de Mestrado. USP HALLIDAY, D.; RESNICK, R. WALKER, J. Fundamentos de Física. v. 2, 6 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2002. JACKSON, J. D.; MACEDO, A. (Trad.) Eletrodinâmica Clássica. 2ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 1983. KNELLER, G. F. A ciência como uma atividade humana. São Paulo: Zahar/ Edusp, 1980. LOPES, J. L. Uma história da Física no Brasil. São Paulo: Editora Livraria da Física, 2004. MARTINS, R. Andrade. O Universo. Teorias sobre sua origem e evolução. 5ª ed. São Paulo: Moderna, 1997. MARTINS, R. Andrade. Física e História: o papel da teoria da relatividade. In: Ciência e Cultura 57 (3): 25-29, jul/set, 2005. MENEZES, L. C. A matéria – Uma Aventura do Espírito: Fundamentos e Fronteiras do Conhecimento Físico. São Paulo: Editora Livraria da Física, 2005. NARDI, R. (org.). Pesquisas em ensino de Física. 3ª ed. São Paulo: Escrituras, 2004. NARDI, R. e ALMEIDA, M. J. P. M. Analogias, Leituras e Modelos no Ensino de Ciência: a sala de aula em estudo. São Paulo: Escrituras, 2006. NEVES, M. C. D.. A historia da ciência no ensino de Física. In: Revista Ciência e Educação, 5(1), 1998, p. 73-81. NEWTON, I.: Principia, Philosophiaenaturalis - principia mathematica. São Paulo: Edusp, 1990. OLIVEIRA FILHO, K, de S., SARAIVA, M. de F. O .Astronomia e Astrofísica. São Paulo: Editora Livraria da Física, 2004. PEDUZZI, S. S.; PEDUZZI, L. O. Q. Leis de Newton: uma forma de ensiná-las. In: Caderno Catarinense de Ensino de Física, v. 5. n. 3, p. 142-161, dezembro de 1998. PIETROCOLA, M. Ensino de Física: Conteúdo, metodologia e epistemologia em uma concepção integradora. Florianópolis: Editora da UFSC, 2005. QUADROS, S.. A Termodinâmica e a invenção das máquinas térmicas. São Paulo: Scipione, 1996. RAMOS, E. M. de F; FERREIRA, N. C. O desafio lúdico como alternativa metodológica para o ensino de física. In: In: Atas do X SNEF, 25-29/ janeiro 1993, p. 374-377. REITZ, J. R.; MILFORD, F. J.; CHRISTY, R. W. Fundamentos da Teoria Eletromagnética. Rio de Janeiro: Campus, 1982. RESNICK, R.; ROBERT, R.Física Quântica. Rio de Janeiro: Campus, 1978. RIVAL, M. Os grandes Experimentos Científicos. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 1997. ROCHA, J. F. (Org.) Origens e evolução das idéias da Física. Salvador: Edufra, 2002. SAAD, F. D. Demonstrações em Ciências: explorando os fenômenos da pressão do ar e dos líquidos através de experimentos simples. São Paulo: Editora Livraria da Física, 2005. SAAD, F. D. Análise do Projeto FAI - Uma proposta de um curso de Física Auto- Instrutivo para o 2.º grau. In: HAMBURGER, E. W. (org.). Pesquisas sobre o Ensino de Física. São Paulo: Ifusp, 1990. SEARS, F. W.; SALINGER, G. L. Termodinâmica, Teoria Cinética e Termodinâmica Estatística. Rio de Janeiro: Editora Guanabara, 1975. SEARS, F.; ZEMANSKY, M. W.; YOUNG, H. D. Física: Eletricidade e Magnetismo. 2ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 1984. THUILLIER, P. De Arquimedes a Einstein: A face oculta da invenção científica. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editores, 1994. TIPLER, P. A. Física: Gravitação, Ondas e Termodinâmica. 3 ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 1995. TIPLER, P. A.; MOSCA, G. Física: Mecânica, Oscilações e Ondas. v.1, 3ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2006. TIPLER, P. A.; MOSCA, G. Física: Eletricidade, Magnetismo e Óptica. v.2, 3ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2006 TIPLER, P. A .e LLEWELLYN, R. A. Física Moderna. 3ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2001. VALADARES, E. de Campos. NEWTON A órbita da Terra em um copo d’água. São Paulo: Odysseus, 2003. VILLANI, Alberto. Filosofia da Ciência e ensino de Ciência: uma analogia. In: Revista Ciência & Educação, v. 7, n. 2, 2001, p. 169-181. WEINBERG, Steven. Sonhos de uma Teoria Final. Rio de Janeiro: Rocco, 1996. WUO, W. O ensino da Física na perspectiva do livro didático. In:OLIVEIRA, M. A. T. de: ZIN, S. L. B., MASSOT, A. E. Física por experimentos demonstrativos. In: Atas do X SNEF, 25-29/ janeiro 1993, p. 708-711. 8-711. DIRETRIZ CURRICULAR DA DISCIPLINA DE GEOGRAFIA APRESENTAÇÃO A Geografia como ciência interdisciplinar, tem assumido um papel muito importante em uma época que as informações são transmitidas pelos meios de comunicação com muita rapidez e em grande volume graças a revolução tecnológica ocorridas, nas últimas décadas, nas áreas de comunicações, aeroespacial, nos transportes, além de outras. Nessa perspectiva, a Geografia busca implementar o saber científico escolar como forma de compreender e entender que o espaço em que vivemos vem sofrendo transformações aceleradas produzidas pela ação do homem. São no espaço geográfico, que se realizam as manifestações da natureza e das atividades humanas, onde essas ações provocam mudanças no espaço físico, no campo moral e psicossocial, nas configurações espaciais, nas técnicas, nos avanços científicos e em muitos outros setores da atividade humana. Ainda, nessa perspectiva, devemos demonstrar ao aluno que ele deve se inserir nessa realidade buscando conhecimentos, de modo que ele se sinta preparado para enfrentar essa nova realidade que se renova a cada dia. Outro ponto importante é a forma em que esse aluno, que detém o conhecimento aprendido possa se posicionar melhor no meio em que vive, e em função disso, influir na mudança de uma realidade indesejável para uma realidade em que todos os habitantes do espaço geográfico tenham a dignidade de viverem e trabalharem condignamente e que em seus projetos de vida estejam incluídos a paz, a felicidade a prosperidade econômica, dentro de uma ótica de sustentabilidade ambiental, social e impregnados de valores éticos e morais. Por isso, compreender a organização e as transformações sofridas por esse espaço é essencial para formação do cidadão consciente e crítico dos problemas do mundo em que vive. Por consequência, pensamos no aluno, desse ramo da educação profissional, como um agente atuante e modificador do espaço geográfico, dentro de uma proposta educacional que requer uma aprendizagem tecnológica e ao mesmo tempo comprometimento social, cultural, político, econômico e ambiental visando a construção de um mundo mais ético e menos desigual. Com esse objetivo, elaboramos essa proposta curricular de modo a dar um direcionamento mais organizado das atividades a serem desenvolvidas durante o ano, onde estão incluídos os Conteúdos Estruturantes, como - a Dimensão Política, A Dimensão Sócio/ambiental, A Dimensão Demográfica e Cultural e a Dimensão Econômica com seus respectivos desdobramentos que deverão ser trabalhados atendendo assim as diretrizes curriculares. Além disso, relaciona a proposta de ementa, os objetivos a serem alcançados, a metodologia a ser empregada, além das formas e critérios de avaliação e a bibliografia dos conteúdos propostos. EMENTA: Devemos dar destaque no ensino de geografia para esse curso, ações em sala e para atividades extraclasse, dinâmicas de aulas que contemple: As análises das novas configurações espaciais produzidas pelas novas tecnologias de informação no espaço rural e no espaço urbano; As análises de relações econômicas que ocorrem no espaço relativo às novas formas empresariais e estatais no tocante ao Comércio entre países e entre blocos econômicos no espaço mundial; As análises das relações de produção sócio/histórica do espaço geográfico em seus aspectos econômicos, sociais, políticos, culturais e demográficos; As análises das relações de poder que determinam fronteiras que constroem e destroem parcelas do espaço geográfico nos diferentes tempos históricos; As análises de questões socioambientais a partir das transformações advindas no contexto social, econômico, político e cultural; As análises de cunho cultural referente a produção da cultura pelas diferentes sociedades ao longo do tempo históricos nos diversos espaços configurados; As análises demográficas referentes as mobilidades populacionais ocorridas e que ainda ocorre no espaço geográfico mundial em função da determinação do capital. OBJETIVOS GERAIS Essas ações provocam mudanças no espaço físico, no campo moral e psicossocial, nas configurações espaciais, nas técnicas, nos avanços científicos e em muitos outros setores da atividade humana. Nessa perspectiva devemos demonstrar ao aluno que ele deve se inserir nessa realidade, buscando conhecimentos sobre essa realidade de modo que ele se sinta preparado para enfrentar essa nova realidade que se renova a cada dia. Reconhecer o papel das tecnologias, da informação, da comunicação e dos transportes na configuração de paisagens urbanas e rurais e na estruturação da vida em sociedade; Compreender que os avanços técnicos e tecnológicos e as transformações socioculturais, são conquistas decorrentes de conflitos e acordos, que ainda não são usufruídas por todos os seres humanos e, dentro suas possibilidades, empenhar-se em democratizá-las. Fazer leituras de imagens, de dados e de documentos diferentes fontes de informação, de modo a interpretar, analisar e relacionar informações sobre o espaço geográfico e as diferentes paisagens; Saber utilizar a linguagem cartográfica para obter informações e representar a especialidade dos fenômenos geográficos. CONTEÚDOS ESTRUTURANTES E BÁSICOS – 3ª SÉRIE DIMENSÃO ECONÔMICA Recursos Naturais – formação, exploração, matérias primas e industrialização. Modos de Produção e formações sócio/espaciais; Formação dos blocos econômicos regionais; Distribuição espacial da indústria nas diversas escalas geográficas; Industrialização dos países pobres: diferenças tecnológicas e econômicas Atividades agropecuárias e sua distribuição no espaço e novas configurações no espaço agrário; DIMENSÃO POLÍTICA Regionalização do espaço mundial; Oposição Norte-Sul e aspectos econômicos da produção; Os atuais conceitos de Estado-Nação, país, fronteira, território e lugar. Território urbano: territórios marginais e seus problemas (narcotráfico, prostituição, sem-teto, etc.); DIMENSÃO SOCIO/AMBIENTAL Impactos sócio/ambientais produzidos no âmbito da industrialização e da urbanização do espaço; Impactos socioambientais produzidos no âmbito da produção agropecuária; Impactos sócio/ambientais produzidos no âmbito da exploração dos recursos naturais. CONTEÚDOS ESTRUTURANTES E BÁSICOS - 4ª SÉRIE DIMENSÃO ECONÔMICA Revolução técnico-científico-informacional e o novo arranjo do espaço da produção Revolução tecnológica e seu impacto na produção, conhecimento e controle do espaço geográfico: tecnologia da informação e a perspectiva macro e micro dos territórios; Novas Tecnologias e alterações no espaço urbano; Mobilidade urbana e o transporte urbano. DIMENSÃO POLÍTICA Movimentos sociais e a reordenação do espaço urbano; Apropriação do espaço urbano e a distribuição desigual de serviços e infraestrutura urbana. DIMENSÃO SOCIO/AMBIENTAL Obras de infra estruturais e seus impactos sobre o território e a vida das populações; Áreas de risco ambiental – vales de encostas de morros, áreas de mananciais de água potável, esgotos a céu aberto, áreas de restingas, etc. DIMENSÃO CULTURAL E DEMOGRÁFICA Produção da cultura no espaço. METODOLOGIA Além da escrita no quadro negro e a explanação do conteúdo, deve-se também lançar mão do uso de recursos áudio visuais nas salas de aula ou em locais apropriados, para apresentação de seminários, filmes, programas de reportagem, imagens em geral (fotografias, slides, ilustrações). Esses recursos devem ser explorados visando uma problematização referente aos diversos conteúdos geográficos que se queira ensinar. Também o professor deve procurar sintonizar os conteúdos do portal dia-a-dia da educação, Folhas, TV Paulo Freire, OAC, TV Escola e outros que julgar necessários, para orientação de seu trabalho como professor de acordo com as DCEs para a sua disciplina em questão. Outro ponto a destacar é o uso do livro didático, que deve estar presente no dia-a-dia do ensino. É preciso que ele seja encarado como ponto de apoio para o estudo do aluno e não como guia mestre do desenvolvimento do trabalho docente. Assim, o trabalho do professor deve-se pautar na construção do conhecimento, isto é, deve-se pautar na observação e análise da realidade tal qual esta se apresenta que é uma das intenções desta proposta de ensino de geografia. Também é importante ter sempre a preocupação de se considerar o nível de compreensão do aluno, respeitando o seu saber, enquanto ponto de partida para a reflexão de suas próprias experiências e de outras situações reais. AVALIAÇÃO No encaminhamento metodológico referente às formas de avaliação, o professor deve usar também outros instrumentos de avaliação que contemple as várias formas de expressão dos alunos, além das provas formais (objetivas e subjetivas), como: avaliação dos trabalhos de pesquisa extraclasse, avaliação da apresentação de trabalhos na classe, avaliação das tarefas determinadas pelo professor em classe e extraclasse, observação dos alunos pelo professor, relatórios sobre determinadas visitas (aulas de campo), avaliação da participação do aluno nas aulas, avaliação oral, leitura e interpretação de textos e construção de gráficos e mapas. A avaliação deve ser contínua e que priorize a qualidade e o processo de ensino aprendizagem, ou seja, o desempenho do aluno ao longo do ano letivo. Ela também deve ser formativa, em vez de só somativa. A avaliação formativa deve-se ser diagnóstica e continuada, dando ênfase ao aprender. Ela leva em conta os ritmos e processos diferenciados de aprendizagens dos diversos alunos de uma classe. Esse tipo de avaliação tem características de apontar as diferentes dificuldades dos alunos. Nessa perspectiva, a ação do professor se faz necessária para intervir pedagogicamente, a todo o momento. Assim alunos e professores, interagem no sentido de uma melhor reflexão, onde o professor possa descobrir novos métodos de ensino-aprendizagem que faça do educando um aluno mais participativo e mais envolvido no processo ensinoaprendizagem. Algumas considerações que devem ser levada em conta quando o professor está avaliando o aluno. Se a avaliação tem uma perspectiva construtivista, onde deve haver a contextualização, a parametrização (indicação clara e precisa dos critérios de correção), a exploração da capacidade de leitura e de escrita do aluno e a proposição de questões operatórias (mais complexas e não apenas transitórias (mais simples). REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS CALLAI, H. C. A. A Geografia e a escola: muda a Geografia? Muda o ensino? Terra Livre, São Paulo, n. 16, p. 133-152, 2001. CASTROGIOVANNI, A. C. (org.) Geografia em sala de aula: práticas e reflexões Porto Alegre: Ed. UFRS, 1999. CAVALCANTI, L. de S. Geografia escola e construção do conhecimento. Campinas: Papirus, 1999. CHRISTOFOLETTI, A. (Org.) Perspectivas da Geografia. São Paulo: Difel, 1982. P. C. da C. (Orgs.) Explorações geográficas. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1997. COSGROVE, D. E.; JACKSON, P. Novos Rumos da Geografia Cultural. In: CORRÊA, R. L.; ROSENDAHL, Z. Introdução à Geografia Cultural. Rio de Janeiro: Bertrand, Brasil, 2003. CORRÊA, R. L. Região e organização espacial. São Paulo Ática, 1986. COSTA, W. M. da.Geografia política e geopolítica: discurso sobre o território e o poder. São Paulo: HUCITEC, 2002. DAMIANI, A. L. Geografia política e novas territorialidades. In: PONTUSCHKA, N. N.; OLIVEIRA, A. U. de, (Orgs.). Geografia em perspectiva: ensino e pesquisa. São Paulo: Contexto, 2002. GOMES, P. C. da C. Geografia e modernidade. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1997. GOMES, P. C. da C. (Orgs.) Explorações geográficas. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1997. GONÇALVES, C. W. P. Os (des)caminhos do meio ambiente. São Paulo: Contexto, 1999. HAESBAERT, R. Territórios alternativos. Niterói: EdUFF; São Paulo : Contexto, 2002. MARTINS, C. R. K. O ensino de História no Paraná, na década de setenta: as legislações e o pioneirismo do estado nas reformas educacionais. História e ensino: Revista do Laboratório de Ensino de História/UEL. Londrina, n.8, p. 728, 2002. MENDONÇA, F. Geografia sócio-ambiental. Terra Livre, nº 16, p. 113, 2001. MOREIRA, R. O Círculo e a espiral: a crise paradigmática do mundo moderno. Rio de Janeiro: Cooautor, 1993. NIDELCOFF, M. T. A escola e a compreensão da realidade: ensaios sobre a metodologia das Ciências Sociais. São Paulo: Brasiliense, 1986. PEREIRA, R. M. F. do A. Da geografia que se ensina à gênese da geografia moderna. Florianópolis: Ed. UFSC, 1989. SIMIELLI, M. E. R. Cartografia no ensino fundamental e médio. In: CARLOS, A. F. A.(Org.) A Geografia na sala de aula. São Paulo: Contexto, 1999. SMALL, J. e WITHERICK, M. Dicionário de Geografia. Lisboa: Dom Quixote, 1992. SOUZA, M. J. L. O território: sobre espaço e poder, autonomia e desenvolvimento. In: CASTRO, I. E. et. al. (Orgs.). Geografia: conceitos e temas. Rio de Janeiro:Bertrand, Brasil, 1995. VESENTINI, José W. Geografia, natureza e sociedade. São Paulo: Contexto, 1997. DIRETRIZ CURRICULAR DA DISCIPLINA DE HISTÓRIA APRESENTAÇÃO Estudar história é buscar o significado de estudos de processos históricos relativos às ações e às relações humanas praticadas no tempo, bem como os sentidos que os sujeitos deram às mesmas tendo ou não consciência dessas ações. A História, vista desta forma, deixa de ser um conjunto de informações sobre o passado e se torna um vasto campo de reflexão, sobre um processo histórico que é muito rico, resultado do entrecruzamento de diferentes sujeitos históricos que respondem de maneiras diferenciadas aos desafios de seu tempo. O ensino da História no Curso Profissionalizante de técnico em Informática levará o aluno a compreender, que a história não é feita apenas pelos grandes heróis, mas, é fundamentalmente realizada pelo homem comum, for seu trabalho, sua criação, seus sonhos e lutas. A construção da cidadania incorpora a noção de que cada indivíduo deve ser sujeito ativo e consciente das transformações da sociedade em eu vive. Nessa perspectiva, não se pode esquecer-se das necessidades do enfrentamento dos Desafios Educacionais Contemporâneos (Educação Ambiental, Educação Fiscal, Drogas e Sexualidade), que visam fortalecer o individuo frente os obstáculos do dia-dia, bem como, o Ensino de Historia e Cultura Afro brasileira, Africana e Indígena - Lei 11.645/08, que serão abordados sempre que houver necessidade e a oportunidade, perante os alunos. EMENTA Conceitos de história e de tempo; a construção histórica das comunidades, sociedades e seus processos e trabalho no tempo, a formação das culturas das civilizações e as relações entre as diversas sociedades e culturas; A formação das culturas indígenas, africanas, asiáticas, europeias, americanas do Pacífico; Transição do modo de produção feudal para o capitalismo; os primórdios da História contemporânea.;Aspectos Sociais e Econômicos do Brasil e a análise de fontes e sua historicidade. OBJETIVOS GERAIS Buscar no passado na evolução total da humanidade, possíveis respostas quanto a sua existência, origem, evolução e destino. Perceber o processo histórico na sua totalidade. Entender que o processo histórico e resultado de fatores econômicos, sociais, políticos e culturais. Relacionar as estruturas econômicas e sociais das diferentes épocas históricas. Desenvolver a capacidade de perceber as raízes históricas dos fatos contemporâneos e as futuras perspectivas do nosso presente. Desenvolver a capacidade de interpretar e de criticar fatos e situações reais da sua região, do país e do mundo. Desenvolver a capacidade de percepção de si mesmo como ser histórico e a sua integração na sociedade. Buscar no passado, na evolução total da humanidade, possíveis respostas para as indagações do homem quanto a sua existência, origem evolução e destino. CONTEÚDOS ESTRUTURANTES E BÁSICOS – 2ª SÉRIE CONCEITOS DE HISTÓRIA E DE TEMPO Pré-História a História; Princípio da Humanidade; Ocupação da América. A CONSTRUÇÃO HISTÓRICA DAS COMUNIDADES E SOCIEDADES E SEUS PROCESSOS E DE TRABALHO NO TEMPO Civilizações Antigas Orientais: O Egito, A Mesopotâmia, A Pérsia, os Hebreus e os Fenícios; Antiguidade Clássica: A Grécia Antiga, Roma da Monarquia aRepública; Europa Medieval; Crise do Modo de Produção Feudal; A FORMAÇÃO DO MUNDO MODERNO Centralização do poder; Renascimento e o humanismo. CONTEÚDOS ESTRUTURANTES E BÁSICOS – 3ª SÉRIE Europeus chegam a América; Reforma e Contra-Reforma; Antigo Regime; Muçulmanos, Chineses e europeus; A AMÉRICA PRÉ-COLOMBIANA: Sociedades da Mesoamérica; Povos do Sul: incas e tupis. A AMÉRICA COLONIAL E AS GUERRAS EUROPÉIAS Ocupação do Continente americano; Colonização portuguesa na América; O doce sabor do açúcar; Os trabalhadores do açúcar; Cultura afro-brasileira; A Supremacia inglesa na Europa; A colonização inglesa na América do Norte; As cidades do ouro; Sob a égide do Marques de Pombal. LIBERDADE, IGUALDADE, FRATERNIDADE Revolução Industrial Iluminismo Independência das colônias da América Espanhola; Rebeliões na América portuguesa; Família real no Brasil; Independência ou Morte. CONTEÚDOS ESTRUTURANTES E BÁSICOS – 4ª SÉRIE SOB O DOMÍNIO DO CAPITAL Liberalismo, nacionalismo e socialismo na Europa. Itália e Alemanha: a unificação tarde; Secessão nos Estados Unidos; Imperialismo; Brasil: O Estado nacional se organiza; Regência ao Segundo Reinado; Segundo Reinado e a Construção da ordem; Brasil República. O MUNDO EM GUERRA: Primeira Guerra Mundial; Revolução Russa; Brasil: A Política da República do “Café com leite”. República brasileira em Crise; Brasil de Vargas. CAPITALISMO X SOCIALISMO Descolonização da África e da Ásia; América latina; Os Estados Unidos; Brasil em tempos de democracia. RUMO AO TERCEIRO MILÊNIO Queda do Império Soviético; Mundo Globalizado; Mundo dividido: os países ricos; Mundo dividido: os países pobres; Brasil de hoje. METODOLOGIA Primeiramente deve-se localizar-se o acontecimento, processo ou sujeito que se quer representar do ponto de vista da historiografia. Em segundo lugar, delimitar o tema histórico em um período bem definido, demarcando referências temporais fixas e estabelecer uma separação entre seu início e seu final. E terceiro, os professores e alunos definem um espaço ou território de observação do conteúdo tematizado. O que delimitar esta demarcação espaçotemporal e a historiografia específica escolhida e os documentos históricos disponíveis. No tratamento metodológico deve-se desenvolver a pesquisa, como ato de investigação e reflexão. Analisar textos e fatos veiculados pelos meios de comunicações. Estabelecer relações com o cotidiano do aluno. A problematização fundamenta a explicação e a argumentação histórica. A explicação é a busca das causas e origens de determinadas ações e relações humanas e a argumentação e a resposta pra as problematizações anteriormente formuladas. Assim os documentos permitem a criação de conceitos sobre os passado, e o questionamento dos conceitos já construídos. As imagens, livros, jornais, histórias em quadrinhos, fotografias, pinturas, gravuras, museus, filmes, músicas, etc. São documentos que podem ser transformados em didáticos de grande valia na constituição do conhecimento histórico. Todos esses documentos podem ser utilizados de diferentes maneiras em sala de aula: na elaboração de biografias exposição de objetos sobre o passado que esteja no alcance do aluno, confecção de dossiê, etc. E quanto os conteúdos, deverão ser ministrados com aulas expositivas discussão em grupos, leituras e interpretação de textos, realização de pesquisas, de debates relativos ao tema, explorando a compreensão crítica dos mesmos, distinguindo dadosde informação e opinião: produções de trabalhos de síntese interpretativa narrativa sobre fatos históricos e fontes de informação utilizaram recursos tecnológicos, pesquisas e registros desenvolvendo habilidades de manuseio de arquivos, entrevistas orais e escritas utilizando os recursos de informática. AVALIAÇÃO Propõe-se, portanto uma avaliação diagnóstica, considerando-se os conteúdos que permitem ao aluno alcançar o saber concreto sobre a visão dos saberes acumulados, sem perder de vista que a função diagnóstica da avaliação, é servir de parâmetro, como subsídio, como ponto de partida de todo o processo ensino-aprendizagem. BIBLIOGRAFIA FIGUEIRA, Divalte Garcia. História. São Paulo. Ática, 2002. SCHMIDT, Dora. História – Fazendo, Contanto e Narrando a História. São Paulo. SCHMIDT, Mario Furley. Nova história crítica: ensino médio: volume único. 1º ed. São Paulo: Nova Geração, 2005. PETTA, Nicolina Luiza de. Coleção base: história: uma abordagem integrada, volume único – 1º Ed. São Paulo, Moderna, 1999. PEDRO, Antônio. História Geral Compacto, 2º Grau – Ed. Atual, ampla e renovada. São Paulo. FTD, 1995. Referência Bibliográfica Os Cursos Profissionalizantes Técnico de Informática utilizará os textos: Orientações Curriculares. DIRETRIZ CURRICULAR DA DISCIPLINA DE PORTUGUESA E LITERATURA APRESENTAÇÃO Enquanto disciplina escolar o estudo da Língua Portuguesa tem adquirido conceitos aprimorados ao longo dos anos tanto no objetivo bem como no que diz respeito ao ensino-aprendizagem. O educando tem se tornado um ser de autonomia intelectual e pensamento crítico. O processo da comunicação está associado ao contexto social vivida pelos mesmos, os quais interagem num emaranhado de relações humanas no seu cotidiano convivendo entre pessoas. A Língua Materna é conhecimento primordial para favorecer em relações de diversas modalidades de linguagem, para adquirirmos sentidos reais da linguagem falada. O estudo da Língua Portuguesa abrange três eixos: A leitura, a escrita e a oralidade. A Leitura compreende o contato do aluno com uma ampla variedade de textos. Os textos dentro da prática social devem ser amplos com linguagens diferenciadas. A mesma deve levar o aluno a ter uma atitude crítica sobre os sujeitos presente dentro do contexto da leitura. As atividades de leituras devem considerar a formação do leitor e isso implica não só considerar diferentes leituras de mundo, diferentes experiências de vida e finalmente diferentes leituras que a leve a dialogar com o texto. Com relação à escrita deve levar em conta a relação pragmática entre o uso e o aprendizado da língua tendo uma noção de escrita como formadora de subjetividades. Deve ser valorizada a experiência lingüística do estudante em situações por eles, vivenciados e não apenas a ideal. A escrita é um eterno processo inacabado valorizando assim o aprendizado de cada escrita e produtos, textual. A oralidade é bastante complexa e através de trabalhos com as mesmas são muito ricas e apontam diferentes caminhos. No que diz respeito à literatura oral cabe considerar a potência dos textos literários como arte, produzindo a necessidade de considerar, seus estatutos, sua dimensão estética e suas forças políticas particulares. EMENTA Concepções teóricas e práticas da Língua Portuguesa. A oralidade e leitura, a interpretação e a escrita como princípios norteadores do Ensino de Língua Portuguesa. Concepções teóricas e práticas da Leitura Brasileira e Portuguesa. Textos técnicos Metodologia científica. Uso da editoração eletrônica e busca de textos em formato eletrônico. OBJETIVOS GERAIS Desenvolver um trabalho em que o aluno possa comunicar-se com clareza, emitir suas opiniões sobre a linguagem e seus usos no dia a dia; Valorizar a interação na sociedade, buscando conhecimento prévio e compreender os valores de nossa cultura; Despertar o interesse pela leitura e levá-lo à contextualização tornando-se um aluno crítico e produtivo; Valorizar a literatura como meio de produzir leitores competentes diante de quaisquer tipos de textos; Compreender e interpretar os variados tipos de textos imagéticos, escritos e orais nas diferentes situações sociais; Elaborar textos coerentes, como roteiros, resumos, notas, índices e outros. CONTEÚDOS ESTRUTURANTESE BÁSICOS – 1ª SÉRIE ORALIDADE, LEITURA, ESCRITA, PRODUÇÃO TEXTUAL E LITERATURA ORALIDADE A prática da análise linguística na oralidade. Materialidade fônica dos textos poéticos Reconhecimento das diferentes possibilidades de uso da língua Recursos lingüísticos próprios da oralidade As variedades lingüísticas e a adequação da linguagem ao contexto de uso: diferentes registros, grau de formalidade, em relação à fala e à escrita Aspectos formais e estruturais do texto LEITURA Um texto fornece várias informações, conhecimentos, opiniões que, uma vez socializados pela turma, favorecem a reflexão e ampliação de sentido sobre o que foi lido. Assim, é importante que a leitura seja vista em função de uma concepção interacionista de linguagem, segundo a qual se busca formar leitores no âmbito escolar. O professor deve propor infinidades de textos, a fim de desenvolver a subjetividade e ampliando a visão de mundo do aluno, considerando sua preferência e opinião ao selecioná-los. Textos Literários: Canção, textos dramáticos, romance, crônica, conto, poema. Textos de narrativa gráfico-visual: Histórias em quadrinho, tiras, cartum, gravuras, desenhos, fotografias, enfim obras de artes plásticas. Textos de imprensa: Notícia, entrevista, textos informativos e de opinião, classificados, anúncios, folhetos, entre outros. A prática da análise linguística na leitura. Organização do plano textual: conteúdo veiculado, possíveis interlocutores, assunto, fonte, papéis sociais representados, intencionalidade e valor estético. Diferentes vozes presentes no texto. Reconhecimento da importância dos elementos coesivos e marcadores de discurso para a progressão textual, encadeamento das idéias e para a coerência do texto, incluindo o estudo, a análise e a importância contextual de conteúdos gramaticais na organização do texto: A importância e função das conjunções no conjunto do texto e seus efeitos de sentido. Expressividade dos nomes e função referencial no texto ( substantivos, adjetivos, advérbios ) e efeitos de sentido. PRODUÇÃO TEXTUAL Textos Literários: Canção, textos dramáticos, poema, textos narrativos, e etc. Textos de narrativa gráfico-visual: Histórias em quadrinho Textos de imprensa: Notícia, entrevista, textos informativos e de opinião, classificados, anúncios, folhetos, entre outros. A prática da análise lingüística na produção textual. Conteúdos relacionados à norma padrão em função do aprimoramento das práticas discursivas, tendo em vista o uso e o princípio da regularidade: concordância verbal e nominal, regência verbal e nominal, acentuação, crase, ortografia, pontuação, tempos verbais. Elementos de coesão e coerência na constituição textual, incluindo os conteúdos relacionados aos aspectos semânticos e léxicos: sinônimos, antônimos, polissemia, nominalizações e hiperonímia. Elementos composicionais formais e estruturais dos diferentes gêneros discursivos. ESCRITA O exercício da escrita, da produção textual, deve levar em conta a relação pragmática entre o uso e o aprendizado da língua, percebendo o texto como elo de interação social e os gêneros como construções coletivas. O que se sugere é a noção de uma escrita como formadora de subjetividades. Promover e valorizar a experiência lingüística do estudante em situações específicas; Produzir textos argumentativos, descritivos, de notícia, narrativos, cartas ou memorandos, poemas, abaixo assinados, crônicas, textos de humor, literários, informativos considerando uma determinada circunstância; Por meio da reestruturação textual aprimorar a competência da escrita. LITERATURA O trabalho pedagógico tradicionalmente realizado com a Literatura no Ensino Médio tem deixado de lado a formação do leitor ao não valorizar a experiência real de leitura, de interação do estudante com o texto literário. Uma nova perspectiva de trabalho com o texto literário seria o que poderíamos chamar de método rizomático. Recebe essa designação por causa da analogia com o rizoma, espécie de raiz subterrânea que se prolonga horizontalmente. Um professor de Literatura, para operar na perspectiva rizomática, será um contínuo leitor, capaz ele mesmo de selecionar os textos que trabalhará com os seus alunos. Ele estabelecerá como critérios de textos para a seleção desses textos, não a linearidade da historiografia literária, nem a adaptabilidade do texto ou tema à linguagem dos alunos, subestimando suas capacidades cognitivas, nem levará em conta a facilidade do texto, mas, fundamentado no seu percurso de leitura, levará aos estudantes textos com maior possibilidades de relações dentro do rizoma. O rizoma sugere um movimento que leva à libertação do pensamento em relação à linha do tempo. Um método mais preocupado em fazer mapas de leituras do que enfeixa-las em gavetas imobilizadas na história. O professor estimulará as conexões entre um ponto e outro, a serem realizadas pelos alunos, e estabelecerá, ele mesmo suas conexões a partir dos textos apresentados pelos alunos, produzidos por eles ou não. Ao trabalhar com os textos selecionados por ele mesmo, o professor estimulará as relações dos textos escolhidos com o contexto presente. CONTEÚDOSESTRUTURANTES E BÁSICOS – 2ª SÉRIE ORALIDADE Implica em conhecimentos relativos às variedades lingüísticas e às diferentes construções da língua. Ser desenvolvidas atividades sistemáticas de fala, escuta e reflexão sobre a língua que devem acontecer no interior de atividades significativas. Textos de imprensa: Notícia, entrevista radiofônica e televisiva, debate e depoimento. Textos de divulgação científica: Exposição, debate, relato de experiência científica. Textos da ordem do relatar: Histórias em família, experiências vividas, diários, testemunhos, autobiografia, notícia curta, etc. Textos argumentativos: Exposição e debate. Textos instrucionais ou prescritivos: Instruções, regras em geral, receitas, normas. Exposição, debate, relato de experiência científica. A prática da análise linguística na oralidade. Materialidade fônica dos textos poéticos Reconhecimento das diferentes possibilidades de uso da língua Recursos lingüísticos próprios da oralidade As variedades lingüísticas e a adequação da linguagem ao contexto de uso: diferentes registros, grau de formalidade, em relação à fala e à escrita Aspectos formais e estruturais do texto LEITURA Um texto fornece várias informações, conhecimentos, opiniões que, uma vez socializados pela turma, favorecem a reflexão e ampliação de sentido sobre o que foi lido. Assim, é importante que a leitura seja vista em função de uma concepção interacionista de linguagem, segundo a qual se busca formar leitores no âmbito escolar. O professor deve propor infinidades de textos, a fim de desenvolver a subjetividade e ampliando a visão de mundo do aluno, considerando sua preferência e opinião ao selecioná-los. Textos midiáticos: Textos publicitários, chats, e-mails, mensagens de telefone. Textos de divulgação científica: Verbetes de dicionário e enciclopédia, relatos de experiência científica. Textos da ordem do relatar: Histórias em família, experiências vividas, diários, testemunhos, autobiografia, e etc. Textos de imprensa: Notícia, entrevista, textos informativos e de opinião, classificados, anúncios, folhetos, entre outros. A prática da análise linguística na leitura. Organização do plano textual: conteúdo veiculado, possíveis interlocutores, assunto, fonte, papéis sociais representados, intencionalidade e valor estético. Diferentes vozes presentes no texto. Reconhecimento da importância dos elementos coesivos e marcadores de discurso para a progressão textual, encadeamento das idéias e para a coerência do texto, incluindo o estudo, a análise e a importância contextual de conteúdos gramaticais na organização do texto: Uso do artigo como recurso referencial e expressivo em função da intencionalidade do conteúdo textual. Papel sintático e estilístico dos pronomes na organização, retomada e sequenciação do texto. Valor sintático e estilístico dos tempos verbais em função dos propósitos do texto, estilo composicional e natureza do gênero discursivo. PRODUÇÃO TEXTUAL Textos midiáticos: Textos publicitários, chats, e-mails, mensagens de telefone Textos de divulgação científica: Relatos de experiências científicas. Textos da ordem do relatar: Histórias em família, experiências vividas, diários, testemunhos, autobiografia, e etc. A prática da análise lingüística na produção textual. Conteúdos relacionados à norma padrão em função do aprimoramento das práticas discursivas, tendo em vista o uso e o princípio da regularidade: concordância verbal e nominal, regência verbal e nominal, acentuação, crase, ortografia, pontuação, tempos verbais. Elementos de coesão e coerência na constituição textual, incluindo os conteúdos relacionados aos aspectos semânticos e léxicos: sinônimos, antônimos, polissemia, nominalizações e hiperonímia. Elementos composicionais formais e estruturais dos diferentes gêneros discursivos. ESCRITA O exercício da escrita, da produção textual, deve levar em conta a relação pragmática entre o uso e o aprendizado da língua, percebendo o texto como elo de interação social e os gêneros como construções coletivas. O que se sugere é a noção de uma escrita como formadora de subjetividades. Promover e valorizar a experiência lingüística do estudante em situações específicas; Produzir textos argumentativos, descritivos, de notícia, narrativos, cartas ou memorandos, poemas, abaixo assinados, crônicas, textos de humor, literários, informativos considerando uma determinada circunstância; Por meio da reestruturação textual aprimorar a competência da escrita. LITERATURA O trabalho pedagógico tradicionalmente realizado com a Literatura no Ensino Médio tem deixado de lado a formação do leitor ao não valorizar a experiência real de leitura, de interação do estudante com o texto literário. Uma nova perspectiva de trabalho com o texto literário seria o que poderíamos chamar de método rizomático. Recebe essa designação por causa da analogia com o rizoma, espécie de raiz subterrânea que se prolonga horizontalmente. Um professor de Literatura, para operar na perspectiva rizomática, será um contínuo leitor, capaz ele mesmo de selecionar os textos que trabalhará com os seus alunos. Ele estabelecerá como critérios de textos para a seleção desses textos, não a linearidade da historiografia literária, nem a adaptabilidade do texto ou tema à linguagem dos alunos, subestimando suas capacidades cognitivas, nem levará em conta a facilidade do texto, mas, fundamentado no seu percurso de leitura, levará aos estudantes textos com maior possibilidades de relações dentro do rizoma. O rizoma sugere um movimento que leva à libertação do pensamento em relação à linha do tempo. Um método mais preocupado em fazer mapas de leituras do que enfeixa-las em gavetas imobilizadas na história. O professor estimulará as conexões entre um ponto e outro, a serem realizadas pelos alunos, e estabelecerá, ele mesmo suas conexões a partir dos textos apresentados pelos alunos, produzidos por eles ou não. Ao trabalhar com os textos selecionados por ele mesmo, o professor estimulará as relações dos textos escolhidos com o contexto presente. CONTEÚDOS ESTRUTURANTES E BÁSICOS – 3ª SÉRIE ORALIDADE Implica em conhecimentos relativos às variedades lingüísticas e às diferentes construções da língua. Ser desenvolvidas atividades sistemáticas de fala, escuta e reflexão sobre a língua que devem acontecer no interior de atividades significativas. Textos de imprensa: Notícia, entrevista radiofônica e televisiva, debate e depoimento. Textos de divulgação científica: Exposição, debate, relato de experiência científica. Textos da ordem do relatar: Histórias em família, experiências vividas, diários, testemunhos, autobiografia, notícia curta, etc. Textos argumentativos: Exposição e debate. Textos instrucionais ou prescritivos: Instruções, regras em geral, receitas, normas. Exposição, debate, relato de experiência científica. A prática da análise linguística na oralidade. Materialidade fônica dos textos poéticos Reconhecimento das diferentes possibilidades de uso da língua Recursos lingüísticos próprios da oralidade As variedades lingüísticas e a adequação da linguagem ao contexto de uso: diferentes registros, grau de formalidade, em relação à fala e à escrita Aspectos formais e estruturais do texto LEITURA Um texto fornece várias informações, conhecimentos, opiniões que, uma vez socializados pela turma, favorecem a reflexão e ampliação de sentido sobre o que foi lido. Assim, é importante que a leitura seja vista em função de uma concepção interacionista de linguagem, segundo a qual se busca formar leitores no âmbito escolar. O professor deve propor infinidades de textos, a fim de desenvolver a subjetividade e ampliando a visão de mundo do aluno, considerando sua preferência e opinião ao selecioná-los. Textos da ordem da correspondência: Cartas familiares, correspondências comerciais, bilhetes, convites, e-mails comerciais Textos argumentativos: Textos de opinião, editoriais, resenhas Textos instrucionais ou prescritivos: Instruções, regras em geral, receitas, normas, leis e estatutos. Textos de imprensa: Notícia, entrevista, textos informativos e de opinião, classificados, anúncios, folhetos, entre outros. A prática da análise linguística na leitura. Organização do plano textual: conteúdo veiculado, possíveis interlocutores, assunto, fonte, papéis sociais representados, intencionalidade e valor estético. Diferentes vozes presentes no texto. Reconhecimento da importância dos elementos coesivos e marcadores de discurso para a progressão textual, encadeamento das idéias e para a coerência do texto, incluindo o estudo, a análise e a importância contextual de conteúdos gramaticais na organização do texto: Relações semânticas que as preposições e os numerais estabelecem no texto. A pontuação como recurso sintático e estilístico em função dos efeitos de sentido, entonação e ritmo, intenção, significação e objetivos do texto. PRODUÇÃO TEXTUAL Textos da ordem da correspondência: Cartas familiares, correspondências comerciais, bilhetes, convites e e-mails comerciais Textos argumentativos: Textos de opinião, carta do leitor Textos instrucionais ou prescritivos: Instruções e regras em geral, receitas, normas, leis e estatutos. A prática da análise lingüística na produção textual. Conteúdos relacionados à norma padrão em função do aprimoramento das práticas discursivas, tendo em vista o uso e o princípio da regularidade: concordância verbal e nominal, regência verbal e nominal, acentuação, crase, ortografia, pontuação, tempos verbais. Elementos de coesão e coerência na constituição textual, incluindo os conteúdos relacionados aos aspectos semânticos e léxicos: sinônimos, antônimos, polissemia, nominalizações e hiperonímia. Elementos composicionais formais e estruturais dos diferentes gêneros discursivos. ESCRITA O exercício da escrita, da produção textual, deve levar em conta a relação pragmática entre o uso e o aprendizado da língua, percebendo o texto como elo de interação social e os gêneros como construções coletivas. O que se sugere é a noção de uma escrita como formadora de subjetividades. Promover e valorizar a experiência lingüística do estudante em situações específicas; Produzir textos argumentativos, descritivos, de notícia, narrativos, cartas ou memorandos, poemas, abaixo assinados, crônicas, textos de humor, literários, informativos considerando uma determinada circunstância; Por meio da reestruturação textual aprimorar a competência da escrita. LITERATURA O trabalho pedagógico tradicionalmente realizado com a Literatura no Ensino Médio tem deixado de lado a formação do leitor ao não valorizar a experiência real de leitura, de interação do estudante com o texto literário. Uma nova perspectiva de trabalho com o texto literário seria o que poderíamos chamar de método rizomático. Recebe essa designação por causa da analogia com o rizoma, espécie de raiz subterrânea que se prolonga horizontalmente. Um professor de Literatura, para operar na perspectiva rizomática, será um contínuo leitor, capaz ele mesmo de selecionar os textos que trabalhará com os seus alunos. Ele estabelecerá como critérios de textos para a seleção desses textos, não a linearidade da historiografia literária, nem a adaptabilidade do texto ou tema à linguagem dos alunos, subestimando suas capacidades cognitivas, nem levará em conta a facilidade do texto, mas, fundamentado no seu percurso de leitura, levará aos estudantes textos com maior possibilidades de relações dentro do rizoma. O rizoma sugere um movimento que leva à libertação do pensamento em relação à linha do tempo. Um método mais preocupado em fazer mapas de leituras do que enfeixa-las em gavetas imobilizadas na história. O professor estimulará as conexões entre um ponto e outro, a serem realizadas pelos alunos, e estabelecerá, ele mesmo suas conexões a partir dos textos apresentados pelos alunos, produzidos por eles ou não. Ao trabalhar com os textos selecionados por ele mesmo, o professor estimulará as relações dos textos escolhidos com o contexto presente. CONTEÚDOS ESTRUTURANTES E BÁSICOS – 4ª SÉRIE ORALIDADE Implica em conhecimentos relativos às variedades lingüísticas e às diferentes construções da língua. Ser desenvolvidas atividades sistemáticas de fala, escuta e reflexão sobre a língua que devem acontecer no interior de atividades significativas. Textos de imprensa: Notícia, entrevista radiofônica e televisiva, debate e depoimento. Textos de divulgação científica: Exposição, debate, relato de experiência científica. Textos da ordem do relatar: Histórias em família, experiências vividas, diários, testemunhos, autobiografia, notícia curta, etc. Textos argumentativos: Exposição e debate. Textos instrucionais ou prescritivos: Técnica de resumo Técnica de ampliação de textos Instruções, regras em geral, receitas, normas. Exposição, debate, relato de experiência científica. A prática da análise linguística na oralidade. Materialidade fônica dos textos poéticos Reconhecimento das diferentes possibilidades de uso da língua Recursos lingüísticos próprios da oralidade As variedades lingüísticas e a adequação da linguagem ao contexto de uso: diferentes registros, grau de formalidade, em relação à fala e à escrita Aspectos formais e estruturais do texto LITERATURA O trabalho pedagógico tradicionalmente realizado com a Literatura no Ensino Médio tem deixado de lado a formação do leitor ao não valorizar a experiência real de leitura, de interação do estudante com o texto literário. Uma nova perspectiva de trabalho com o texto literário seria o que poderíamos chamar de método rizomático. Recebe essa designação por causa da analogia com o rizoma, espécie de raiz subterrânea que se prolonga horizontalmente. Um professor de Literatura, para operar na perspectiva rizomática, será um contínuo leitor, capaz ele mesmo de selecionar os textos que trabalhará com os seus alunos. Ele estabelecerá como critérios de textos para a seleção desses textos, não a linearidade da historiografia literária, nem a adaptabilidade do texto ou tema à linguagem dos alunos, subestimando suas capacidades cognitivas, nem levará em conta a facilidade do texto, mas, fundamentado no seu percurso de leitura, levará aos estudantes textos com maior possibilidades de relações dentro do rizoma. O rizoma sugere um movimento que leva à libertação do pensamento em relação à linha do tempo. Um método mais preocupado em fazer mapas de leituras do que enfeixa-las em gavetas imobilizadas na história. O professor estimulará as conexões entre um ponto e outro, a serem realizadas pelos alunos, e estabelecerá, ele mesmo suas conexões a partir dos textos apresentados pelos alunos, produzidos por eles ou não. Ao trabalhar com os textos selecionados por ele mesmo, o professor estimulará as relações dos textos escolhidos com o contexto presente. O trabalho pedagógico tradicionalmente realizado com a Literatura no Ensino Médio tem deixado de lado a formação do leitor ao não valorizar a experiência real de leitura, de interação do estudante com o texto literário. Uma nova perspectiva de trabalho com o texto literário seria o que poderíamos chamar de método rizomático. Recebe essa designação por causa da analogia com o rizoma, espécie de raiz subterrânea que se prolonga horizontalmente. Um professor de Literatura, para operar na perspectiva rizomática, será um contínuo leitor, capaz ele mesmo de selecionar os textos que trabalhará com os seus alunos. Ele estabelecerá como critérios de textos para a seleção desses textos, não a linearidade da historiografia literária, nem a adaptabilidade do texto ou tema à linguagem dos alunos, subestimando suas capacidades cognitivas, nem levará em conta a facilidade do texto, mas, fundamentado no seu percurso de leitura, levará aos estudantes textos com maior possibilidades de relações dentro do rizoma. O rizoma sugere um movimento que leva à libertação do pensamento em relação à linha do tempo. Um método mais preocupado em fazer mapas de leituras do que enfeixa-las em gavetas imobilizadas na história. O professor estimulará as conexões entre um ponto e outro, a serem realizadas pelos alunos, e estabelecerá, ele mesmo suas conexões a partir dos textos apresentados pelos alunos, produzidos por eles ou não. Ao trabalhar com os textos selecionados por ele mesmo, o professor estimulará as relações dos textos escolhidos com o contexto presente. Um texto fornece várias informações, conhecimentos, opiniões que, uma vez socializados pela turma, favorecem a reflexão e ampliação de sentido sobre o que foi lido. Assim, é importante que a leitura seja vista em função de uma concepção interacionista de linguagem, segundo a qual se busca formar leitores no âmbito escolar. O professor deve propor infinidades de textos, a fim de desenvolver a subjetividade e ampliando a visão de mundo do aluno, considerando sua preferência e opinião ao selecioná-los. Textos da ordem da correspondência: Cartas familiares, correspondências comerciais, bilhetes, convites, e-mails comerciais Textos argumentativos: Textos de opinião, editoriais, resenhas Textos instrucionais ou prescritivos: Instruções, regras em geral, receitas, normas, leis e estatutos. Textos de imprensa: Notícia, entrevista, textos informativos e de opinião, classificados, anúncios, folhetos, entre outros. Textos midiáticos: Textos publicitários, chats, e-mails, mensagens de telefone. Textos de divulgação científica: Verbetes de dicionário e enciclopédia, relatos de experiência científica. A prática da análise linguística na leitura. Organização do plano textual: conteúdo veiculado, possíveis interlocutores, assunto, fonte, papéis sociais representados, intencionalidade e valor estético. Diferentes vozes presentes no texto. Reconhecimento da importância dos elementos coesivos e marcadores de discurso para a progressão textual, encadeamento das idéias e para a coerência do texto, incluindo o estudo, a análise e a importância contextual de conteúdos gramaticais na organização do texto: Relações semânticas que as preposições e os numerais estabelecem no texto. A pontuação como recurso sintático e estilístico em função dos efeitos de sentido, entonação e ritmo, intenção, significação e objetivos do texto. PRODUÇÃO TEXTUAL Textos da ordem da correspondência: Cartas familiares, correspondências comerciais, bilhetes, convites e e-mails comerciais Textos argumentativos: Textos de opinião, carta do leitor Textos instrucionais ou prescritivos: Instruções e regras em geral, receitas, normas, leis e estatutos. Resumos Monografia A prática da análise lingüística na produção textual. Conteúdos relacionados à norma padrão em função do aprimoramento das práticas discursivas, tendo em vista o uso e o princípio da regularidade: concordância verbal e nominal, regência verbal e nominal, acentuação, crase, ortografia, pontuação, tempos verbais. Elementos de coesão e coerência na constituição textual, incluindo os conteúdos relacionados aos aspectos semânticos e léxicos: sinônimos, antônimos, polissemia, nominalizações e hiperonímia. Elementos composicionais formais e estruturais dos diferentes gêneros discursivos. ESCRITA O exercício da escrita, da produção textual, deve levar em conta a relação pragmática entre o uso e o aprendizado da língua, percebendo o texto como elo de interação social e os gêneros como construções coletivas. O que se sugere é a noção de uma escrita como formadora de subjetividades. Promover e valorizar a experiência lingüística do estudante em situações específicas; Produzir textos argumentativos, descritivos, de notícia, narrativos, cartas ou memorandos, poemas, abaixo assinados, crônicas, textos de humor, literários, informativos considerando uma determinada circunstância; Por meio da reestruturação textual aprimorar a competência da escrita. LITERATURA O trabalho pedagógico tradicionalmente realizado com a Literatura no Ensino Médio tem deixado de lado a formação do leitor ao não valorizar a experiência real de leitura, de interação do estudante com o texto literário. Uma nova perspectiva de trabalho com o texto literário seria o que poderíamos chamar de método rizomático. Recebe essa designação por causa da analogia com o rizoma, espécie de raiz subterrânea que se prolonga horizontalmente. Um professor de Literatura, para operar na perspectiva rizomática, será um contínuo leitor, capaz ele mesmo de selecionar os textos que trabalhará com os seus alunos. Ele estabelecerá como critérios de textos para a seleção desses textos, não a linearidade da historiografia literária, nem a adaptabilidade do texto ou tema à linguagem dos alunos, subestimando suas capacidades cognitivas, nem levará em conta a facilidade do texto, mas, fundamentado no seu percurso de leitura, levará aos estudantes textos com maior possibilidades de relações dentro do rizoma. O rizoma sugere um movimento que leva à libertação do pensamento em relação à linha do tempo. Um método mais preocupado em fazer mapas de leituras do que enfeixa-las em gavetas imobilizadas na história. O professor estimulará as conexões entre um ponto e outro, a serem realizadas pelos alunos, e estabelecerá, ele mesmo suas conexões a partir dos textos apresentados pelos alunos, produzidos por eles ou não. Ao trabalhar com os textos selecionados por ele mesmo, o professor estimulará as relações dos textos escolhidos com o contexto presente. METODOLOGIA A disciplina de Língua Portuguesa/Literatura deve ser orientada por práticas de oralidade, leitura, e escrita, vivenciando experiências com a língua em uso, concretizadas em atividades de leitura, produção de textos orais, visuais, escritos e reflexões com e sobre a língua, norteada por uma concepção teórica que vê a língua em permanente constituição na interação entre sujeitos histórica e socialmente situados. Oralidade Desenvolver e aprimorar habilidades de falar e ouvir: Promover debates sobre temas estudados; Desenvolver seminários, em que ocorra discussões e reflexões de vários ângulos sobre a obra estudada; Uso do discurso adequado a cada situação, por isso simular situações em que o aluno possa diferenciar o tipo de linguagem a ser usada; Depoimentos de situações marcantes e vivenciada pelo aluno; Realizar entrevistas com cidadãos de diferentes contextos; Analisar entrevistas de TV e rádio, observando as diferenças do discurso; Oportunizar momentos em que os alunos possam expor idéias e opiniões sobre diferentes temas. Leitura As atividades de leitura devem considerar a formação do leitor e isso implica não só considerar diferentes leituras de mundo, diferentes experiências de vida e, conseqüentemente, diferentes leituras; mas também o diálogo dos estudantes com o texto (e não sobre o texto, dirigido pelo professor). Promover a leitura de obras literárias, em sua integralidade e não através de meros resumos ou trechos, ler também textos visuais como fotos, outdoors, propagandas, imagens digitais e virtuais, figuras e gravuras clássicas e contemporâneas; Desenvolver o multiletramento no que diz respeito aos textos midiáticos ( emissões via TV, rádio e computadores); Interpretar não só buscando desvendar um possível mistério do texto, mas também o mistério que há no leitor; Oportunizar por meio do ato de ler a ampliação da visão de mundo do estudante, fazendo com que ele recorde seus sonhos, suas opiniões, assim convocando-o ao ato de pensar. Escrita O exercício da escrita, da produção textual, deve levar em conta a relação pragmática entre o uso e o aprendizado da língua, percebendo o texto como elo de interação social e os gêneros como construções coletivas. O que se sugere é a noção de uma escrita como formadora de subjetividades. Promover e valorizar a experiência lingüística do estudante em situações específicas; Produzir textos argumentativos, descritivos, de notícia, narrativos, cartas ou memorandos, poemas, abaixo assinados, crônicas, textos de humor, literários, informativos considerando uma determinada circunstância; Por meio da reestruturação textual aprimorar a competência da escrita. Literatura O trabalho pedagógica tradicionalmente realizado com a Literatura no Ensino Médio tem deixado de lado a formação do leitor ao não valorizar a experiência real de leitura, de interação do estudante com o texto literário. Uma nova perspectiva de trabalho com o texto literário seria o que poderíamos chamar de método rizomático. Recebe essa designação por causa da analogia com o rizoma, espécie de raiz subterrânea que se prolonga horizontalmente. Um professor de Literatura, para operar na perspectiva rizomática, será um contínuo leitor, capaz ele mesmo de selecionar os textos que trabalhará com os seus alunos. Ele estabelecerá, como critérios de textos para a seleção desses textos, não a linearidade da historiografia literária, nem a adaptabilidade do texto ou tema à linguagem dos alunos, subestimando suas capacidades cognitivas, nem levará em conta a facilidade do texto, mas, fundamentado no seu percurso de leitura, levará aos estudantes textos com maior possibilidades de relações dentro do rizoma. O rizoma sugere um movimento que leva à libertação do pensamento em relação à linha do tempo. Um método mais preocupado em fazer mapas de leituras do que enfeixa-las em gavetas imobilizadas na história. O professor estimulará as conexões entre um ponto e outro, a serem realizadas pelos alunos, e estabelecerá, ele mesmo suas conexões a partir dos textos apresentados pelos alunos, produzidos por eles ou não. Ao trabalhar com os textos selecionados por ele mesmo, o professor estimulará as relações dos textos escolhidos com o contexto presente. AVALIAÇÃO Leitura: A oralidade será avaliada, primeiramente, em função da adequação do discurso, texto aos diferentes interlocutores e situações. Num seminário, num debate, numa troca informal de idéias, numa entrevista, numa contação de história, e isso devem ser considerado numa análise da produção oral dos estudantes. A avaliação da leitura deve considerar as estratégias que os estudantes empregaram no decorrer da Leitura, a compreensão do texto lido, o sentido construído para o texto, sua reflexões e sua resposta ao texto, considerando as diferenças de leituras de mundo e repertório dos alunos. Escrita: O texto escrito será determinado pela própria produção do aluno, e por outros textos onde os aspectos textuais e gramaticais possam ser evidenciados. O posicionamento do aluno como avaliador de seus textos orais e escritos é essencial para que ele adquira autonomia. A avaliação formativa, na sua condição de contínua e diagnóstica, será utilizada considerando ritmos e processos de aprendizagens diferentes do estudante, possibilitando que a intervenção pedagógica aconteça a tempo, informando os sujeitos do processo, ajudando-os a refletirem e tomarem decisões. BIBLIOGRAFIA Série: Novo Ensino Médio: Volume único. Português: Maia: Editora Ática. Gramática e literatura. Língua, Literatura e Redação. Literatura: textos e técnicas. Antônio de Siqueira e Silva F. Rafael Bertolin – Curso completo de Português (Coleção Horizontes). Beth Gruffi, Gramática, Editora Moderna. Douglas Tufano, Estudos de Língua e Literatura, Editora Moderna. FARACO & MOURA – volume único. FARACO, Carlos Alberto – Português Língua e Cultura. G. Mattos L. L. Megale – 2º Grau completo. Literatura – Língua – Redação (Editora FTD). Maria Luiza Abaune – Marcelo Nogueira, Pontara, Fátima Fadel – Língua e Literatura (Editora Moderna). REFERÊNCIAS Governo do Estado do Paraná. Secretaria de Estado da Educação. Superintendência da Educação. Diretrizes Curriculares de Língua Portuguesa Para o Ensino Médio. Versão Preliminar Julho 2006. Paraná Secretaria de Estado da Educação. Currículo básico para a escola pública do estado do Paraná. 3º Ed. Curitiba, 1997. DIRETRIZ CURRICULAR DA DISCIPLINA DE MATEMÁTICA APRESENTAÇÃO A escola do passado era uma escola para poucos, de elite, em que a Matemática atuava como filtro, permitindo a promoção apenas dos que tinham aptidões especiais ou auxílio particular. Atualmente pretende-se uma escola para todos, onde aprendam, visando formar o cidadão brasileiro do século XXI. Nessa escola é preciso que se ensine: a matemática indispensável para cidadania e a vida na sociedade moderna e ainda aquela que desenvolve o raciocínio quantitativo, geométrico e lógico, educa o espírito e enriquece a formação de cada indivíduo. Hoje sabemos que a aprendizagem não ocorre apenas quando se apresenta um conteúdo de forma organizada, nem mesmo quando os alunos repetem os modelos estudados. Ela somente se completa pela reflexão do aluno em face das várias situações que envolvem uma mesma ideia. Aprender com compreensão é mais do que dar resposta certa a um determinado desafio semelhante a outros já vistos; é poder construir o maior número possível de relações entre os diferentes significados da ideia investigada; é predispor-se a enfrentar situações novas, estabelecendo conexões entre o novo; e mais ainda, é saber criar e transformar o que já se conhece. Só assim, podemos garantir que houve aprendizagem, que esse aluno de fato, é proprietário do conhecimento que ele controla com a necessária autonomia. Com o estudo da Matemática devemos buscar a harmonia entre o papel da Matemática como instrumento para compreensão, a investigação, a interrelação com o ambiente, e seu papel de agente de modificações no individuo, provocando mais que o simples acúmulo de conhecimento técnico, o progresso do discernimento político. Nessa perspectiva, não se pode esquecer-se das necessidades do enfrentamento dos Desafios Educacionais Contemporâneos (Educação Ambiental, Educação Fiscal, Drogas e Sexualidade), que visam fortalecer o individuo frente os obstáculos do dia-dia, bem como, o Ensino de Historia e Cultura Afro brasileira, Africana e Indígena - Lei 11.645/08, que serão abordados sempre que houver necessidade e a oportunidade, perante os alunos. EMENTA: Números e Álgebra, Geometrias, Funções e Tratamento de Informação, e as relações existentes entre os campos de estudo da disciplina de Matemática. OBJETIVOS GERAIS Contribuir para a integração do aluno na sociedade em que vive, proporcionando-lhe conhecimentos básicos de teoria e prática da Matemática. Estimular a curiosidade, o interesse e a criatividade do aluno, para que ele explore novas ideias e descubra novos caminhos na aplicação dos conceitos adquiridos e na resolução de problemas. Desenvolver o nível cultural do aluno, contribuindo para um melhor e mais rápido aprendizado em qualquer outra matéria. Desenvolver no aluno hábitos de estudo, rigor, precisão, ordem, clareza, iniciativa, raciocínio, perseverança, responsabilidade, cooperação, crítica, discussão e uso correto da linguagem. Desenvolver no aluno a capacidade de classificar, seriar, relacionar, reunir, representar, analisar, sintetizar, conceituar, deduzir, provar e julgar. Possibilitar ao aluno o reconhecimento da inter-relação entre vários os campos da Matemática e desta com as outras áreas. Desenvolver no aluno o uso do pensamento, a capacidade de elaborar hipóteses, descobrir soluções, estabelecer relações e tirar conclusões. Proporcionar ao aluno atividades lúdicas e desafiadoras, incentivando o gosto pela Matemática e o desenvolvimento do raciocínio. CONTEÚDOS ESTRUTURANTES E BÁSICOS – 1ª SÉRIE NÚMEROS E ÁLGEBRA: Cálculo Visual; Planilha eletrônica; Internet; GEOMETRIA: Computação Gráfica; Internet; Planilha eletrônica; Softwares de geometria; Power Point; Produção de gráficos; Gráfico tipo 3D; Estatística (freqüência, análise de gráficos e tabelas); FUNÇÕES E TRATAMENTO DE INFORMAÇÃO: Pesquisa on-line de estatística Matemática Financeira; Porcentagem; Juros simples e juros compostos’ Conjuntos numéricos (representação, operações e tipos de conjuntos); Intervalos numéricos; Função afim (conceito, domínio imagem e contra domínio); Plano cartesiano; Gráficos Função constante; Função modular; Função quadrática (conceito, domínio, imagem, zeros da função, vértices, estudo do sinal, estudo do gráfico, ponto máximo e ponto mínimo); Função exponencial (rever potenciação e propriedade), gráficos, equações exponenciais e inequações. Seqüências numéricas: Progressão aritmética (termo geral, representação, soma e interpolação); Progressão geométrica (termo geral, representação, soma finita e infinita e interpolação); Trigonometria: do triângulo retângulo,o circulo trigonométrico; CONTEÚDOS ESTRUTURANTES E BÁSICOS – 2ª SÉRIE NÚMEROS E ÁLGEBRA: Cálculo Visual; Planilha eletrônica; Internet; GEOMETRIA: Computação Gráfica; Internet; Planilha eletrônica; Softwares de geometria; Power Point; Produção de gráficos; Gráfico tipo 3D; SEQÜÊNCIA NUMÉRICA: Matrizes (definição, representação algébrica, tipos, operações); Determinantes (matriz quadrada de 2ª e 3ª ordem, regra de Sarrus, matrizes quadradas menores); Sistemas Lineares (definição, expressão matricial e classificação); Análise Combinatória (definição, fatorial, principio de contagem); Arranjos; Permutações; Combinações; Binômio de Newton (números binomiais, triângulo dePascal, termo geral); Polinômios; Probabilidades; Números complexos; CONTEÚDOS ESTRUTURANTES E BÁSICOS – 3ª SÉRIE NÚMEROS E ÁLGEBRA: Cálculo Visual; Planilha eletrônica; Internet; GEOMETRIA: Computação Gráfica; Internet; Planilha eletrônica; Softwares de geometria; Power Point; Produção de gráficos; Gráfico tipo 3D; FUNÇÕES E TRATAMENTO DE INFORMAÇÃO: Pesquisa on-line de estatística GEOMETRIA ANALÍTICA: Distância entre dois pontos; Distância entre ponto e reta; Equação da reta; Condição de paralelismo e perpendicularismo; Equação da circunferência; Geometria Plana (Rever polígonos, perímetros e áreas); Geometria Espacial (poliedros, relação de Euler, prismas, pirâmides, cilindros, cones e esfera) METODOLOGIA A metodologia aplicada tem como objetivo abordar os conteúdos estruturantes e conteúdos específicos priorizando relações e interdependências que enriquecem os processos da aprendizagem em Matemática pelo educando, para tanto, atendendo a organização dos conteúdos curriculares com a perspectiva de um trabalho docente que promova um enriquecimento se deus conhecimentos previamente adquiridos. Essa abordagem tem como pressuposto que o ensino e a aprendizagem da Matemática pode ser potencializado quando se problematizam situações do cotidiano. Sendo assim a introdução dos conteúdos será feita a partis de situações-problema desafiadores presentes no cotidiano dos alunos, da escola e nas diferentes oportunidades e dificuldades observadas e vividas pela sociedade. O desenvolvimento dos conteúdos ocorrerá por meio da resolução de problemas que tornam as aulas de Matemática mais dinâmicas, questionamentos e exposição oral feitos pelo professor, desenvolvimento de atividades escritas individuais e em grupo, confecção e manuseio de materiais didáticos, troca de ideias e debates. AVALIAÇÃO De acordo com D’ Ambrósio, a “avaliação deve ser uma orientação para o professor na condução de sua prática docente e jamais um instrumento para reprovar ou reter alunos na construção de seus esquemas de conhecimento teórico e prático. Selecionar, classificar, filtrar, reprovar e aprovar indivíduos para isto ou aquilo não são missão de educador” (2001, p. 78), sendo assim a avaliação será diagnóstica, contínua, paralela e cumulativa, desenvolvida através de: avaliações em grupo,trabalhos envolvendo leitura e interpretações de situações problema, resoluções de problemas encontrados em jornais e revistas, pesquisas de notícias que deem origem a questões matemáticas, elaborações de problemas a partir de notícias e dados de jornais revistas, valorização do que foi produzido no sentido de estimular os alunos a buscarem as melhores soluções para a resolução de situações-problemas e o desenvolvimento de novos comportamentos no sentido de mostrar para os alunos que a avaliação não se resume apenas na atribuição de notas. O replanejamento a partir de diagnóstico realizado e que revela aos professores sobre quantos e quais alunos estão conseguindo avançar no conhecimento e onde estão concentradas as dificuldades dos que não estão aprendendo. BIBLIOGRAFIA GIOVANNI, J. R.; BONJORNO, J. R.; GIOVANNI JR, J.R. Matemática Completa, FTD, São Paulo, 2004. GUELLI, O. Matemática, Série Brasil, São Paulo, Ática, 2003. GUELLI, O. Contando a história da Matemática, São Paulo, Ática, 1993. LONGEN, A. Coleção Nova Didática: Matemática – Ensino Médio, Editora Positivo, Curituba 2004. IMENES, Luiz Marcio Pereira, Matemática, Scipione, São Paulo, 1997. IMENES, Luiz Marcio Pereira, Vivendo a Matemática, Scipione, São Paulo, 1989. REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA Secretaria de Estado da Educação. Superintendência da Educação. Diretrizes Curriculares de Matemática para o Ensino Médio. Curitiba: SEED, 2006. Plano de Curso do Ensino Profissional. Proposta Curricular do Curso de Educação Profissional DEP/SEED. DIRETRIZ CURRICULAR DA DISCIPLINA DE QUÍMICA APRESENTAÇÃO A química é uma ciência Experimental, que suas teorias são elaboradas a partir de ensaios e devem explicar as situações a que estão relacionadas. O grande desafio é mostrar como as teorias justificam os fatos que ocorrem no nosso dia-a-dia, desenvolvendo um projeto diferenciado. O Ensino da Química tem que fazer uma ligação da Escola e a realidade da vida dos discentes e da sociedade nesta perspectiva contextualizar o cotidiano, dentro do espírito das atuais propostas curriculares para o curso profissionalizante em informática.Espera-se que o ensino da Química no Curso Profissionalizante Técnico em Informática, contribua para a formação de uma cultura científica efetiva que permita ao indivíduo a interpretação dos fatos, fenômenos e processos naturais situando e dimensionando a interação do ser humano com a natureza. É de suma importância que o conhecimento da química seja explicitado como um processo histórico, objeto de contínua transformação e associado com as outras formas de expressão e produção humana. Necessita que a química inclua a essa cultura, a compreensão do conjunto de equipamentos e procedimentos técnicos ou tecnológicos do cotidiano doméstico, social e profissional. O aprendizado da química ao propiciar esses conhecimentos, promove a articulação de toda uma visão global de mundo e melhor compreensão dessa dinâmica do universo.Nessa perspectiva, não se pode esquecer-se das necessidades do enfrentamento dos Desafios Educacionais Contemporâneos (Educação Ambiental, Educação Fiscal, Drogas e Sexualidade), que visam fortalecer o individuo frente os obstáculos do dia-dia, bem como, o Ensino de Historia e Cultura Afro brasileira, Africana e Indígena - Lei 11.645/08, que serão abordados sempre que houver necessidade e a oportunidade, perante os alunos. EMENTA A relação Química-Sociedade. Tecnologia: Interações e Transformações no meio ambiente – Experimentos; A química e as transformações na história da produção. Estudo das propriedades específicas dos materiais. Processos de separação e purificação. Estados dos materiais. Átomo e tabela periódica. Transformações químicas e quantidades. Ligações químicas, interações intermoleculares e propriedades dos materiais. Soluções e solubilidade. Termoquímica. Eletroquímica. Equilíbrio químico. Propriedades coligativas. A química das drogas e medicamentos e as funções orgânicas. OBJETIVOS GERAIS Descrever as transformações químicas em linguagens discursivas. Compreender os códigos e símbolos próprios da Química atual. Utilizar a representação simbólica das transformações químicas e reconhecer suas modificações ao longo do tempo. Traduzir a linguagem discursiva para outras linguagens usadas em Química: gráficos, tabelas e relações matemáticas. Identificar fontes de informações relevantes para o conhecimento da Química. (livro, computador, jornais, revistas, manuais, etc.). Reconhecer aspectos da Química relevantes para a interação individual e coletiva do ser humano com o ambiente. Entender o papel da Química no sistema produtivo, industrial e rural. CONTEUDOS ESTRUTURANTES E BASICOS – 1ª SÉRIE MATÉRIA E SUA NATUREZA MATÉRIA Da alquimia a Química Ciência, Tecnologia e Sociedade Transformações Químicas Elementos Químicos Constituição da matéria Estados de agregação Natureza elétrica da matéria Modelosatômicos (Rutherford,Thomson, Dalton, Bohr...). Elementos químicos radioativos Química na Sociedade ( Cultura Afro Brasileira , Africana eIndígena ) Tabela Periódica. SOLUÇÃO Substância: simples e composta Misturas Métodos de separação e educação ambiental Temperatura e pressão Densidade Tabela Periódica Propriedades das substâncias LIGAÇÃO QUÍMICA Tabela periódica Os elementos químicos e vegetais (drogas biológicas) Metais - materiais de nosso dia - a- dia. Propriedade dos materiais Tipos de ligações químicas em relação às propriedades dos materiais Solubilidade e as ligações químicas Alotropia O desastre da desinformação radioativa QUIMICA SINTÉTICA FUNÇÕES QUÍMICAS Funções Inorgânicas Tabela Periódica Química e a agricultura A sujeira do ar Efeito estufa e o aquecimento global O cuidado com os produtos domésticos A química da pele (cultura afro-brasileira, africana e indígena). BIOGEOQUIMICA VELOCIDADE DAS REACÕES QUÍMICAS Reaçõesquímicas Lei das reações químicas Representação das reações químicas Condições fundamentais para ocorrência das reações químicas. (natureza dos reagentes, contato entre os reagentes, teoria de colisão) Fatores que interferem na velocidade das reações (superfície de contato, temperatura, catalisador, concentração dos reagentes, inibidores) Lei da velocidade das reações químicas Tabela periódica CONTEÚDOS ESTRUTURANTES E BÁSICOS – 2ª SÉRIE MATÉRIA E SUA NATUREZA SOLUÇÃO Solubilidade Concentração Dispersão e suspensão Tabela periódica Elementos Químicos Química e agricultura REAÇÕES QUÍMICAS Reações de Oxirredução Reações exotérmicas e endotérmicas Diagramas das reações exotérmicas e endotérmicas Variação de entalpia Calorias Equações termoquímicas Princípios da termodinâmica Calorimetria Tabela Periódica Efeito estufa e aquecimento global Combustíveis e energia Combustão UV - A radiação que vem do Sol. QUÍMICA SINTÉTICA GASES Estados físicos da matéria Tabela periódica Modelo de partículas para os materiais gasosos Misturas gasosas Diferença entre gás e vapor Leis dos gases EQUILÍBRIO QUÍMICO Reações químicas reversíveis Concentração Relações matemáticas e o equilíbrio químico (constante deequilíbrio); Deslocamento de equilíbrio (princípio de Le Chatelier): concentração, pressão, temperatura e efeito dos catalizadores; Equilíbrio químico em meio aquoso (pH, constante de ionização, Ks ). Tabela Periódica Anabolizantes: beleza e força enganosas Cosméticos enganadores Os rios sem vida A química e os alimentos QUIMICA SINTÉTICA FUNÇÕES QUÍMICAS Tabela Periódica Funções Orgânicas (Hidrocarbonetos, Álcoois, Fenóis, Aldeídos, Cetonas,Éteres, Ácidos carboxílicos, Ésteres, Aminas, Amidas) Isomerias Lipídios Proteínas Polímeros Tabela periódica BIOGEOQUIMICA RADIOATIVIDADE Elementos químicos radioativos Tabela Periódica Emissões radioativas Leis da radioatividade Fenômenos radiativos (fusão e fissão nuclear); METODOLOGIA A partir da relação dos conhecimentos cotidianos x saber sistematizado, o aluno devera interagir no meio do qual está inserido, buscando mudanças no seu comportamento individual e familiar, melhorando sua qualidade de vida. Nesta interação, o professor deverá sempre associar o conhecimento de ciências e virtual, resolução de exercícios utilizando simuladores; pesquisa de fatos ou situações com auxílio da internet. AVALIAÇÃO A avaliação na disciplina de química deverá ser em função dos conteúdos trabalhados, portanto deverá ser contínua e permanente orientando sempre a prática docente e tendo como participantes ativos dela, professor e aluno. Deverá fazer parte da avaliação na disciplina de Química, registros e observações das ações e discussões efetuadas durante os trabalhos individuais e coletivos. Provas escritas, orais, individuais e coletivas, relatos de experiências, em laboratório, descrevendo no contexto do relato conhecimentos químicos de forma adequada e pesquisas realizadas através de jornais, televisão e trabalho extraclasse. A recuperação paralela se realizará quando os objetivos propostos não forem atingidos, com a retomada dos conteúdos. BIBLIOGRAFIA CARVALHO, Geraldo Camargo de. Química Moderna. Vol. 1-2-3. São Paulo, Scipione, 1995. PERUZZO, Tito Miragaia. Química na abordagem do cotidiano. Vol. 1-2-3. São Paulo. Moderna, 1998. Química e Sociedade, Wilson Luiz dos Santos, Gerson de Souza Mol, (Coord.), São Paulo: Nova Geração, 2005. SARDELLA, Antônio. Curso Completo de Química. Vol. Único. São Paulo, Ática, 1999. VANIN, José Atílio. Alquimista e químicos: o passado, o presente e o futuro. São Paulo, Moderna, 1994. DIRETRIZ CURRICULAR DA DISCIPLINA DE SOCIOLOGIA APRESENTAÇÃO A sociologia contribui para a ampliação do conhecimento dos homens sobre sua própria condição de vida e fundamentalmente para a análise das sociedades, pautada em teorias e pesquisas que esclarecem muitos dos problemas da vida social. Seu objeto é o conhecimento e a explicação da sociedade através da compreensão das diversas formas pelas quais os seres humanos vivem em grupos, das relações que se estabelecem no interior e entre esses diferentes grupos bem como, a compreensão das consequências dessas relações para indivíduos e coletividade. É o estudo dos indivíduos, grupos e instituições que compõem a sociedade humana. Para não empobrecer o conteúdo da disciplina de Sociologia, considerase manter a análise do seu contexto histórico, do seu aparecimento e a contribuição dos clássicos tradicionais e teorias sociológicas mais recentes. Como disciplina escolar a Sociologia crítica deve contrastar tradições diversas de pensamento, avaliando os limites e potencialidades de explicações para os dias de hoje. É preciso tomar o cuidado para não tratar os conteúdos de forma a - histórica, descrevendo apenas a ordem social, ou uma Sociologia pragmática, de ação militante político-partidária, ou assistencial. Por isso a compreensão das teorias de Émile Durkeim, Karl Marx e Max Weber, precisa ser desenvolvida. A Sociologia é uma ciência social que se relaciona com a antropologia, a ciência política, a psicologia e outras ciências sociais. Entender Sociologia é concebê-la como uma Ciência Social com o papel histórico de não apenas explicar, criticar, mas transformar a realidade social, formando indivíduos capazes de romper com a lógica neoliberal, formando novos valores, nova ética e novas práticas sociais que apontem para a possibilidade de construção de novas relações sociais, levando o educando a não adaptar-se aos fatos sociais simplesmente, mas sentirem-se como agentes transformadores do processo social, contribuindo para a solução dos problemas, formação de atitudes e concepções úteis para a vida pessoal e cidadã: respeito à diversidade, espírito de justiça, criatividade e solidariedade, pretendendo construir constantemente o bem estar social da coletividade. A compreensão de conceitos e práticas no campo do ensino da Sociologia deve ser encaminhada pela necessidade de entender e explicar a dialética dos fenômenos sociais do cotidiano de uma expectativa que não seja a do senso comum, chegando-se à síntese necessária ao entendimento da sociedade, à luz do conhecimento científico, através de uma análise atenta e crítica das problemáticas sociais. A sociologia ao apresentar a sociedade capitalista e sua dinâmica na caracterização do curso do capitalismo, oferece as possibilidades de integração no curso profissionalizante quando constata que essa nova divisão do trabalho social, oportunizauma degradação acelerada das condições de existência da grande massa popular. Os inúmeros problemas de saúde, concentração de renda, de aumento de pobreza são temas que possibilitam esta integração em diversas áreas do conhecimento. Situando a participação dos alunos não só na formulação dos conteúdos, mas na sua relação direta com as questões sociais que tenham significado em suas vidas. No que tange aos temas contemporâneos obrigatórios, a Sociologia pode contribuir muito para o aprofundamento das questões. Como adequação da proposta curricular, a disciplina de Sociologia irá tratar dos seguintes temas consolidados através de lei federale/oudecretos: História do Paraná (lei nº13381/01), História e Cultura Afro-brasileira, Africana e Indígena (Lei nº11645/08), Enfrentamento a Violência contra a Criança e o adolescente (Lei nº11525/07), Educação Fiscal (Dec. Nº 1143/99), portaria nº 413/02) e Educação Ambiental (L.F nº 9795/99). OBJETIVOS GERAIS Estabelecer uma ponte entre o local e o global, o individual e o coletivo, a teoria e a realidade empírica, mantendo a ideia de totalidade e de inter-relações que constituem a sociedade. Estabelecer uma relação entre o contexto histórico dos autores clássicos, a construção das suas teorias e o conteúdo específico. Compreender os elementos básicos das teorias de Durkeim, Weber e Marx, levando em consideração o recorte temporal no qual se erige a Sociologia. Entender a dialética dos fenômenos sociais do cotidiano de uma expectativa que não seja a do senso comum, através de uma análise crítica à luz do conhecimento científico. Debater os limites e as possibilidades das teorias sociológicas clássicas com os temas atuais. Provocar indagações e buscar respostas, na realidade social do seu bairro, da escola, da família, dos meios de comunicação, instituições empresariais, a fim de despertar sua sensibilidade para os problemas brasileiros. Ampliar a capacidade de interpretação dos fenômenos sociais, superando o senso comum e reconhecendo a importância do conhecimento científico, em sua prática profissional. Levar o educando a desnaturalizar pré-conceitos sobre os fenômenos sociais, compreendendo-os como construções históricas, passíveis de sofrerem transformações. Inserir o educando na reflexão sobre o processo de formação de uma nova sociedade, que se define com um novo modo de produção, o capitalismo, assim como, a sua complexidade definida pela sua proposta de divisão de trabalho. Direcionar os conteúdos que trabalham com os temas contemporâneos no sentido de repassar conhecimentos teóricos e contribuir para o desenvolvimento da cidadania. CONTEÚDOS ESTRUTURANTES E BÁSICOS – 1ª SÉRIE O SURGIMENTO DA SOCIOLOGIA E TEORIAS SOCIOLÓGICAS. 1º Trimestre O surgimento da sociologia: Contexto histórico e político quanto à consolidação do capitalismo na Europa. Estruturação das diferentes áreas do conhecimento e do nascimento da ciência – objeto, teoria e método. Teoria de August Comte: explicação dos problemas sociais – teoria dos 3 estágios; características do pensamento científico, a ciência da sociedade – características e problemáticas; o papel das instituições. Teoria de Émile Durkheim: relação indivíduo x sociedade; definição do objeto e método, conceitos mais importantes que possam ser mobilizados nas discussões dos outros conteúdos da série. 2º trimestre Teoria de Max Weber: relação indivíduo x sociedade, definição de método e objeto, relação entre o conhecimento sociológico e o conhecimento histórico; conceitos mais importantes que possam ser mobilizados nas discussões dos outros conteúdos da série. Teoria de Karl Marx: Compreensão do papel da história para Marx, explicação do processo de desenvolvimento do capitalismo, proposta para solução dos problemas sociais, que possam ser mobilizados nas discussões dos outros conteúdos da série. O desenvolvimento da sociologia no Brasil. 3º trimestre Processo de socialização; Instituições sociais: Familiares; escolares; religiosas; Instituições de Reinserções (prisões, manicômios, educandários, asilos, etc). CONTEÚDOS ESTRUTURANTES E BÁSICOS – 2ª SÉRIE TRABALHO, PRODUÇÃO E CLASSES SOCIAIS. 1º Trimestre O conceito de trabalho e trabalho nas diferentes sociedades;. Desigualdades sociais: estamentos, castas e classes sociais. Organização do trabalho nas sociedades capitalistas suas contradições. Globalização e Neoliberalismo; Relações de trabalho; Trabalho no Brasil; Mudanças nos padrões de sociabilidade provocados pela globalização; desemprego; subemprego; cooperativismo; agronegócios; produtividade; capital humano; reforma trabalhista; Organização internacional do trabalho; Relações de mercado, avanço científico e tecnológico e os novos modelos de sociabilidade; Educação tributária (Dec. Nº 1143/99, portaria nº413/02). O modo de produção capitalista e a degradação ambiental. Elementos de sociologia rural e urbana: relações sociais no campo e nas cidades, novas organizações familiares, territórios marginais: estigma, preconceito, exclusão, organizações sociais do campo, conflitos, movimentos, padrões de dominação e violência. CONTEÚDOS ESTRUTURANTES E BÁSICOS – 3ª SÉRIE CULTURA E INDÚSTRIACULTURAL, PODER, POLÍTICA E IDEOLOGIA. O desenvolvimento antropológico do conceito de cultura e sua contribuição da análise das diferentes sociedades; Diversidade cultural; Identidade; Indústria cultural; Meios de comunicação de massa; Sociedade de consumo; Indústria cultural no Brasil; Questões de gênero; Culturas afro-brasileira e africanas seguindo a orientação da Legislação nº 11.645, de 10 de março de 2008 e Culturas indígenas, seguindo a orientação da Lei nº 11.645, de 10 de março de 2008. Formação e desenvolvimento do Estado moderno; Democracia, autoritarismo, totalitarismo; Conceitos de Poder ; Conceito de Ideologia; CONTEÚDOS ESTRUTURANTES E BÁSICOS – 4ª SÉRIE CULTURA E INDÚSTRIACULTURAL, PODER, POLÍTICA E IDEOLOGIA. Estado no Brasil; Conceitos de dominação e legitimidade; As expressões da violência nas sociedades contemporâneas. Enfrentamento a Violência da Criança e Adolescente (L.nº11525/07) Direitos civis, políticos e sociais; Direitos humanos; Conceitos de cidadania; Movimentos sociais; História do Paraná (Lei nº13381/01) Movimentos Estudantis no Estado do PR. Movimentos sociais no Brasil; A questão ambiental e os movimentos ambientalistas; A questão das ONG's. Movimentos ecológicos, educação ambiental (L. 9795/99, Dec nº4201/02). METODOLOGIA No ensino da Sociologia é fundamental a utilização de múltiplos instrumentos metodológicos, os quais devem adequar-se aos objetivos pretendidos, seja a exposição, a leitura e esclarecimento do significado dos conceitos e da lógica dos textos (teóricos, temáticos, literários). A metodologia de ensino deve colocar o aluno como sujeito de seu aprendizado, sendo constantemente provocado a relacionar a teoria com o vivido, a rever conhecimentos e reconstruir coletivamente novos saberes. Assim como, apreender a articulação entre as áreas de conhecimento propostas pela integração de conteúdos no ensino profissionalizante, que se cruzarão naturalmente ao longo da aprendizagem. A análise, a discussão e o debate visam à explicitação e explicação de problemáticas sociais concretas e contextualizadas, desconstruindo pré-noções e pré-conceitos que dificultam o desenvolvimento da autonomia intelectual e de ações políticas direcionadas à transformação social, levando-se em conta a linguagem, interesses pessoais e profissionais e as peculiaridades da região em que a escola está inserida. A pesquisa de campo deve ser iniciada a partir da discussão com o grupo de alunos para a definição do tema a ser pesquisado e do enfoque ou recorte a ser privilegiado; em seguida deverá ser elaborado um pré-projeto de pesquisa, elaboração de um roteiro de observação e\ou de entrevistas, ida a campo para o levantamento dos dados, organização dos dados coletados, confecção de tabelas ou gráficos, e se necessária à interpretação dos mesmos e finalmente a análise e articulação com a teoria. Não se pretende através dos conteúdos estruturantes responder pela totalidade da Sociologia, bem como, por seus desdobramentos em conteúdos articulados com a prática profissional, devido à dimensão e às dinâmicas próprias da sociedade e conhecimento científico que a acompanha, mas, por outro lado, também tem-se a clareza da necessidade de tornar o aluno no ensino profissionalizante, sujeito de sua história, pois num país marcado pela desigualdade social, é fundamental que se apropriem do conhecimento articulado, e se insiram como cidadãos na realidade social que os cerca para transformá-la, imbuídos pelo desejo da mudança das relações existentes na sociedade, visando a igualdade, o respeito e a tolerância. AVALIAÇÃO A avaliação não deverá ser meramente verificatória da aprendizagem dos conceitos trabalhados ou das teorias, mas precisará ser articulada, procurando perceber a apreensão que os educandos realizamos modificações que demonstram na compreensão dos mecanismos de funcionamento da sociedade, nos discursos, nos posicionamentos dentro do espaço escolar e nas relações sociais. De acordo com a LDB (n. 9.394/96, art.24, inciso V) avaliação é “contínua e cumulativa do desempenho do aluno, com prevalência dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos”. Verificação diagnóstica e contínua de apreensão de alguns conceitos básicos da ciência, articulados com a prática social; a capacidade de argumentação fundamentada teoricamente; a clareza e coerência na exposição das ideias observadas em forma de texto oral ou por escrito. Analisar a participação do aluno nas pesquisas individuais ou em grupo, a sua produção de textos que demonstre capacidade de articulação entre teoria e prática, assim como, a elaboração de reflexão crítica nos debates, que acompanham os textos, clipes, publicidades e filmes. Este processo de avaliação no âmbito do ensino de Sociologia estará vinculado a elaboração por parte do aluno de um conhecimento sociológico que deverá ir muito além da definição, classificação, descrição e estabelecimento das correlações de conteúdo específico. O aluno deverá construir um conhecimento sociológico que o possibilite explicitar e explicar problemáticas sociais concretas e contextualizadas, desconstruindo pré-noções e pré-conceitos, desvendando a sociedade em que vive, com seus conflitos e contradições, contribuindo assim, para a sua formação com cidadão ativo e dotado de senso crítico. As avaliações serão divididas em blocos de conteúdos com avaliações ofertadas com instrumentos diferenciados (seminários, pesquisas, trabalhos em grupo, prova oral, relatórios, debates, etc.). A recuperação de estudos será ofertada simultaneamente através de trabalhos dirigidos em sala, de forma que todos os alunos possam participar. Vale ressaltar que a avaliação será processual, diagnóstica e seguirá o critério da somatória de resultados obtidos. REFERÊNCIAS ALVES, R.Filosofia da Ciência. São Paulo: Artes Poéticas, 1996. AZEVEDO, F. Princípios da sociologia: pequena introdução ao estudo da sociologia geral. São Paulo:Duas Cidades, 1973. BAUMAN, Zygmunt. Aprendendo a pensar com a sociologia. Rio de janeiro: Jorge Zahar Ed., 2010. GUARESCHI, P. Sociologia crítica: alternativas de mudança. Porto Alegre: Mundo Jovem,1993. COMTE,A. Sociologia. São Paulo: Ática, 1978. COSTA, Cristina. Sociologia – Introdução à Ciência da Sociedade. 3ª edição, editora Moderna. DURKHEIM, E. David. Os pensadores. São Paulo: Abril, 1978. Livro Didático Público de Sociologia do Paraná. Vários autores – Curitiba – SEED – Pr, 2006, 280 p. MARTINS, Carlos B. O que é Sociologia. Coleção Primeiros Passos. 4ª Ed. Editora Brasiliense, 1983. MARX, H, Karl. A ideologia Alemã. São Paulo, Hucitec, 1996. OLIVEIRA, Luiz Fernandes de. Sociologia para jovens do século XXI. Rio de Janeiro: Imperial Novo milênio, 2007. OLIVEIRA, Pérsio Santos. Introdução à Sociologia – Ensino Médio – volume único, Ática, 2004 Secretaria de Estado da Educação do Paraná – Diretrizes Curriculares de Sociologia para o ensino Médio, 2007. DIRETRIZ CURRICULAR DA DISCIPLINA DA LÍNGUA ESTRANGEIRA MODERNA – INGLÊS APRESENTAÇÃO Nos dias de hoje saber inglês é fundamental, pois é uma língua universal. Com esse conhecimento, o ser humano poder desenvolver o conhecimento da língua inglesa, principalmente na capacidade de compreender o uso da língua, facilitando e contribuindo na formação cultura e principalmente, para a formação da cidadania, pois o Inglês é de uso necessário para o desempenho nas atividades técnicas. Nessa perspectiva, não se pode esquecer-se das necessidades do enfrentamento dos Desafios Educacionais Contemporâneos (Educação Ambiental, Educação Fiscal, Drogas e Sexualidade), que visam fortalecer o individuo frente os obstáculos do dia-dia, bem como, o Ensino de Historia e Cultura Afro brasileira, Africana e Indígena - Lei 11.645/08, que serão abordados sempre que houver necessidade e a oportunidade, perante os alunos, bem como determinaa Lei 11.769/08. Promovendo o desenvolvimento cultural dos alunos. No que diz respeito a Literatura oral cabe considerar a potencia dos textos diversos, produzindo a necessidade de considerar seus estatutos, sua dimensão estética e suas forças políticas particulares, necessitando do estudo do material a respeito da Lei 8069/90 que trata dos direitos das crianças e dos adolescentes, abrangendo, violência r sexualidade. EMENTA Compreensão leitora, gênero textual; atribuir significado a palavra e expressão idiomática de uso corrente; Identificação das funções gramaticais das palavras; Produção escrita: ortografia, tipologia textual; Organização textual; Construção do significado: Construção gramatical e léxica; Entonação e variações da tonacidade; Relação entre fala e suas adequações a contextos específicos; Marcadores de coesão e facilitadores das coerências típicas da linguagem oral; Procedimentos de iniciar, manter e finalizar a fala; Textos técnicos; vocabulário técnico. OBJETIVOS GERAIS Desenvolver a habilidade de ouvir a pronúncia através de pequenas frases até chegar ao texto. Favorecer a compreensão da estrutura da língua inglesa. Compreensão de textos orais e escritos; Treinar o educando em procedimento e técnicas de ensinar para a prática; Ressaltar a escassez de mão de obra qualificada no setor de tecnologia. Possibilitar que aluno tenha conhecimento sobre as informações dos computadores e Internet. CONTEÚDOS ESTRUTURANTES E BÁSICOS - 1 ª SÉRIE DISCURSO COMO PRÁTICA SOCIAL Singing a song (o ato de cantarem outra Língua) música _Lei nº11769/08; Reviewtobepresentandpast; Prepositions; There to be present, future, past (interrogative, affirmative, negative); Count able an uncountable nouns; Many, Much, little, a little, a few, few; Definitive and indefinitive article; What is the time; Simplepresent (affirmative, negative, interrogative). CONTEÚDOS ESTRUTURANTES E BÁSICOS – 2ª SÉRIE DISCURSO COMO PRÁTICA SOCIAL Gêneros textuais diversificados envolvendo narrativas: Identificação dos aspectos culturais. Frequency adverbs and expressions of time; Adverbs ending in; Plural of nouns; Cardinal and ordinal numbers; Imperative sentences; Regulars and irregulars verbs; Personal pronouns, possessives adjectives and reflexives pronouns; Future (affirmative, negative, interrogative); Genitive case and possessive case; Simple present and present perfect. CONTEÚDOS ESTRUTURANTES E BÁSICOS - 3ª SÉRIE DISCURSO COMO PRÁTICA SOCIAL Gêneros textuais diversificados envolvendo narrativas: Identificação dos aspectos culturais. Adjetives,degreesofcomparation; Anomalausverbs; Definitespronouns; Continuos tense; Relativespronouns; Passive voice; Of clauses (conditional sentences); Vocabulary of terms hardware and software; Interpretationofthetextwithskimmingandscanning; Personalinformation. O Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira Africana e Indígena O Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira Africana e Indígena _ lei nº 11645/08 de acordo com o parecer CNE/CP003/2004 procura oferecer uma resposta, entre outras, na área da educação, à demanda da população afro descendente no sentido de políticas de ações afirmativas, isto é, de políticas de reparações e de reconhecimento e valorização de sua história, cultura, identidade. Trataele, de política curricular, fundada em dimensões históricas, sociais, antropológicas oriundas da realidade brasileira e busca combater o racismo e as discriminações que atingem particularmente os negros. Nesta perspectiva, propõe à divulgação e produção de conhecimentos, a formação de atitudes, posturas e valores que eduquem cidadãos orgulhosos de seu pertencimento étnico-racial descendentes de africanos, povos indígenas descendentes de europeus e de asiáticos para interagirem na construção de umanação democrática, em que todos, igualmente, tenham seus direitos garantidos e sua identidade valorizada. É importante salientar que tais políticas têm como meta o direito dos negros se reconhecerem na cultura nacional, expressarem visões de mundo próprias, manifestar com autonomia, individual e coletiva, seus pensamentos. Sendo assim, as informações, discussões e entendimentos através de leituras específicas, no tocante ao ensino da história e cultura afro- brasileira africana e indígena serão incorporados às aulas de língua inglesa, bem como, os desafios sociais, como a preservação do meio ambiente, educação fiscal, drogas e sexualidade serão uma constante em todas as séries sempre que possível. METODOLOGIA O aprofundamento dos saberes, relacionados à área de informática envolve de um lado os procedimentos à área de Informática envolver de um lado os procedimentos científicos de seus estudos com e metas formativas particulares e, de outro, a articulação interdisciplinar desse propiciados por várias circunstâncias; entre as quais se destacam os conteúdos tecnológicos e práticos, afeitos a cada disciplina, numa perspectiva integradora. Serão utilizadas alternativas viáveis para garantir ao aluno a aquisição e o domínio dos mecanismos que compõe a estrutura da língua inglesa, possibilitando atividades que despertem no aluno a curiosidade quanto à importância desses conhecimentos no ensino integrado como instrumento de trabalho. Uso de vocabulário técnico: vocabulário geral; identificação de componentes lingüísticos através de textos voltados para a informática; jogos; músicas e filmes; pesquisas em jornais, revistas, livros e computador, expressão de opiniões e tomada de posição; interpretação de textos através de “skimmingandscanning”; uso da internet como fonte de pesquisa; digitação de textos no computador. AVALIAÇÃO A avaliação é o elemento que integra ensino aprendizagem, a avaliação tem por meta a ajuste e a orientação para a intervenção pedagógica, visando a aprendizagem da forma mais adequada para o aluno. É um elemento de reflexão contínua para o professor sobre sua prática educativa e um instrumento para que o aluno possa consciência de seus progressos, dificuldades e possibilidades. Dessa forma a avaliação poderá ocorrer através de participação e interesse do aluno em sala, resultados obtidos na resolução de exercícios, trabalho escrito de análise de textos e resultados obtidos através de provas escritas dos conteúdos trabalhados. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Apostila “Diretrizes Curriculares de Língua Estrangeira Moderna para o Ensino Médio”. DIRETRIZ CURRICULAR DA DISCIPLINA DE ANÁLISE E PROJETOS APRESENTAÇÃO Conhecer os conceitos sobre sistemas de uma forma geral, sistemas de informação, o ambiente empresarial onde se aplicam sistemas de informação e a abordagem sobre engenharia de software. Noção das atividades do analista de sistema e como tal profissional deve atuar no mundo do trabalho. EMENTA: Introdução a sistemas, levantamento de dados, modelos e modelagem, desenvolvimento e estudo de caso. OBJETIVOS GERAIS Conhecer e seguir todas as etapas de um processo moderno e profissional de desenvolvimento de software. Conhecer e utilizar técnicas básicas de análise e projeto de sistemas segundo uma metodologia orientada a objetos. Conhecer e aplicar na prática os conceitos básicos de orientação a objetos, para analise e projeto de soluções computacionais de problemas do mundo real. Conhecer e utilizar a UML e os seus diagramas básicos para modelagem e especificação nas fases de análise e projeto do software. CONTEÚDOS ESPECÍFICOS: 4ª SÉRIE Fases da concepção de projetos; Influência dos sistemas de hardware e de software na faze de desenvolvimento; Estudo do sistema de informação de uma empresa; Conceitos e fundamento de desenvolvimento estruturado de sistemas de informação; Ciclo de vida de sistemas; Procedimentos operacionais passíveis de sistematização; Técnicas de entrevistas e levantamento de necessidades; Desenvolvimento montagem de organogramas e diagramas; Técnicas de montagem de proposta e avaliação da proposta de informatização; Ferramentas para desenvolvimento de projetos; Diagrama de Fluxo de Dados (DFD); Criação de dicionários de dados; Diagrama de Entidade Relacionamento (DER); Especificação de processos; Objetivo e importância dos relatórios de sistema; Apresentação de projeto final; Analise orientada a objeto; Diagrama de caso de uso; Diagrama de classe. Linguagem de modelagem unificada. METODOLOGIA Aulas práticas e expositivas, desenvolvimento de projetos e implementação, entrevistas para levantamento de informações para projeto de sistema de informação. O aprofundamento dos saberes relacionados à área de Informática envolve de um lado os procedimentos científicos de seus objetos propiciados por várias circunstâncias, dentre as quais se destacam os conteúdos tecnológicos e práticos, afeitos a cada disciplina, numa perspectiva integradora. Cada uma das disciplinas deve promover conhecimento que sirvam para o exercício de intervenções e julgamentos práticos. Isto significa que o entendimento e procedimentos técnicos, a obtenção e análise de informações num contexto amplo para a cidadania e vida profissional. Essa metodologia deve propiciar a construção da compreensão dinâmica de nossa vivência material em harmonia com o mundo da informação e o entendimento da vida social e produtiva. Assim, a organização curricular do Curso Técnico em Informática Integrada ao Ensino Médio exige que o trabalho dos professores seja articulada desde o planejamento até a avaliação dos alunos, para que estes assimilem as competências cognitivas próprias da ciência e da cultura, as quais irão fundamentar a incorporação do saberes técnicos e tecnológicos específicos da área de informática. A metodologia utilizada por todos os professores terá como eixo básico a relação teoria-prática. Portanto, os laboratórios de Informática será intensamente utilizados pelos professores, bem como utilizar outras estratégias de ensino como seminários, palestras, visitas técnicas e projetos. AVALIAÇÃO A avaliação será sempre um instrumento para dimensionar o trabalho do professor, do aluno e da escola. A avaliação não terá função terminal, não devendo ser mera soma das notas alcançadas frente às tarefas propostas. O acompanhamento deverá ocorrer em função da construção do conhecimento e não em função das tarefas propostas. A avaliação neste sentido não terá caráter de punição e seleção, uma vez que todos são capazes de aprender. Segundo Luckesi “Avaliação é um juízo de valor, sobre dados relevantes da realidade para uma tomada de decisão”. Será, portanto, refletir com o aluno sobre os resultados obtidos e decidir quais as medidas necessárias para reorganizar o processo. Na organização do currículo integrado do curso Técnico em Informática isto implica em mudanças na concepção de avaliação. Propõe-se, portanto uma avaliação diagnóstica, considerando-se os conteúdos que permitem ao aluno alcançar o saber concreto sobre a visão dos saberes acumulados, sem perder de vista que a função diagnóstica da avaliação, é servir de parâmetro, como subsídio, como ponto de partida de todo o processo ensino-aprendizagem. Em suma, na prática do cotidiano escolar, avalia-se para colher informações sobre o andamentos do processo ensino-aprendizagem, com ênfase no desempenho do estudante e dos demais elementos da prática pedagógica. Esta concepção de avaliação concretizar-se-á se todos os envolvidos no processo ensino-aprendizagem tiverem como foco a recuperação de estudos, como retomada dos conteúdos permeando a prática docente considerando as formas diferenciadas de aprendizagem. REFERÊNCIAS CIENFUEGOS, F.; VAITSMAN, D. Análise Instrumental. Editora Interciência, Rio de Janeiro, 2000. DEMARCO, Tom. Análise Estruturada e Especificação de Sistemas. São Paulo: Editora Campus, 1989 DAVID. W. S. Análise e projeto de sistema uma abordagem estruturada. RJ. LTC, 1994. GANE, C & SARSON, T. Análise Estruturada de Sistemas. Rio de Janeiro , LTC, 1983. GUSTAFSON, David. Teoria e problemas de engenharia de software. Porto Alegre: Bookman, 2003, 207p.: il. (Coleção Schaum). CORREIA , Carlos Henrique & TAFNER, Malcon Anderson. Análise Orientada a Objeto. 2ª edição Florianópolis. Editora Visual Books 2006. NASCIMENTO Luciano Prado Reis. O usuário e o desenvolvimento de Sistemas. Florianópolis Visual Books 2003. POMPILHO, S. Análise Essencial: Guia Prático de Análise de Sistemas, Rio de Janeiro. Ciência Moderna, 2002. DIRETRIZ CURRICULAR DA DISCIPLINA DE BANCO DE DADOS APRESENTAÇÃO Entende-se por Banco de Dados uma estrutura na qual se cria tabelas, de forma que esta estrutura deve dar suporte em seus aspectos físicos e lógicos, de segurança e de compartilhamento em caso de ambientes multi-usuários. Dessa forma o profissional contribuirá para a eficiência no armazenamento e na recuperação, da distribuição e da disponibilizarão de dados, bem como contribuir no desenvolvimento de aplicações. Nesta disciplina os alunos têm conhecimentos multidisciplinares que incluem diversos campos do conhecimento. EMENTA: Conceitos e definição de banco de dados, modelos e modelagem, desenvolvimento e estudo de caso. OBJETIVOS GERAIS Intervir na realidade, de forma criativa, ampliando as habilidades do aluno a modelar, usar as estruturas de bancos de dados, e tornando os aptos a usar as linguagens de consultas. Tornar os alunos aptos a usar a informática como ferramenta. Incentivar o trabalho cooperativo na utilização da tecnologia. Formando profissionais instrumentalizados e conscientes da intencionalidade e responsabilidade no uso dos recursos da comunicação e da informática na educação e no ensino, de forma reflexiva, criativa e crítica. CONTEÚDOS ESPECÍFICOS Alem dos conteúdos específicos temos o compromisso com a formação do individuo na totalidade, proporcionando ao mesmo interagir de forma consciente e critica na sociedade atual. Nessa perspectiva, não se pode esquecer das necessidades do enfrentamento dos Desafios Educacionais Contemporâneos (Educação Ambiental, Educação Fiscal, Drogas e Sexualidade), que visam fortalecer o individuo frente os obstáculos do dia dia, bem como, o Ensino de Historia e Cultura Afro brasileira, Africana e Indígena-Lei 11.645/08, que serão abordados sempre que houver necessidade e a oportunidade, perante os alunos. CONTEÚDOS ESPECÍFICOS: 4ª SÉRIE Banco de Dados Conceitos Características Tipos de Bancos de Dados Elementos de um Banco de Dados SISTEMAS DE GERENCIAMENTO DE BANCO DE DADOS Conceitos Características e Funcionalidades Partes de um SGBD Níveis de Visão de um SGBD Arquitetura Padrão dos SGBD Linguagem de Definição de Dados Linguagem de Manipulação de Dados MODELO DE DADOS Conceitos Objetivos Relacionamentos Modelo Conceitual Modelo Lógico Modelo Físico MODELOS DE ENTIDADES E RELACIONAMENTOS CONCEITOS E ARQUITETURA Definição dos elementos de um MER (Entidades, Atributos, Domínios, Relacionamentos, Cardinalidade) Representação Gráfica dos Elementos de um MER Linguagem de Consultas – SQL Abordagem Relacional Tabelas Atributos ou Colunas Linha, Registros ou Tuplas. Chave Primária Chave Estrangeira. Linguagem de Manipulação de Dados. Estudos e Resolução de Casos envolvendo estrutura de dados simples e dependentes. METODOLOGIA A infra-estrutura de informática será intensamente utilizada, além de outras estratégias de ensino como visitas técnicas, fóruns, conferências, atividades práticas entre outras atividades. AVALIAÇÃO Conforme o regimento escolar a avaliação é continua, cumulativa e processual devendo refletir o desenvolvimento global do aluno e considerar as características individuais deste no conjunto dos componentes curriculares cursados, com preponderância dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos. Em se tratando da recuperação de estudos esta é direito dos alunos independentemente do nível de apropriação dos conhecimentos básicos e dar se á de forma permanente e concomitante ao processo ensino e aprendizagem. Será aplicado no mínimo dois instrumentos de avaliação diversificados por conteúdo. Os trabalhos individuais e em grupos receberão orientação; O valor de cada conteúdo estará previsto no plano de trabalho docente. Serão oportunizado a todos os alunos, diferentes procedimentos avaliativos por conteúdo(s), sendo realizado assim a recuperação de estudos durante o bimestre REFERÊNCIAS MONTEIRO. E. Projeto de sistemas e Banco de Dados. Brasport. 2004. SETZER, Valdemar W., SILVA Flavio Soares Corrêa da. BANCOS DE DADOS. Edgard Blucher. 1 ª EDIÇÃO. DATE C J. Introdução a Sistemas de Banco de Dados. Ed. Campus. ELMASRI Ramez E., NAVATHE Shamkant. Sistema de Banco de Dados. Pearson/Pretice Hall. 4 ª edição. DIRETRIZ CURRICULAR DA DISCIPLINA DE FUNDAMENTOS E ARQUITETURA DE COMPUTADORES APRESENTAÇÃO Os computadores são considerados maquinas complexa. Baseado neste conceito esta disciplina oferece ao educando, os fundamentos relevantes para o entendimento do funcionamento do computador. Apresenta ao aluno, os conceitos dos principais componentes de hardware e software do computador. EMENTA: Evolução histórica dos computadores, componentes de hardware e software, representação de dados, sistemas de numeração, aritméticos e tópicos atuais em informática. Conseqüências de evolução tecnológica. Arquiteturas de computadores. Arquitetura RISC e CISC. OBJETIVOS GERAIS O principal objetivo é apresentar aos educandos os fundamentos e conceitos de hardware e software dos computadores. Compreender os mecanismos básicos de: comunicação entre os vários módulos que compõem um sistema computacional; armazenamento em memória; seqüenciamento de instruções; tratamento de interrupções e operadores aritméticos. CONTEÚDOS ESPECÍFICOS – 1ª SÉRIE Histórico e evolução dos computadores; Conceitos de hardware e software; Tipos de sistemas e linguagens; Entrada, processamento e saídas de dados; Bit e bytes e seus múltiplos; Sistemas numéricos e sua representação; Dispositivos de entrada e saída; Tipos de armazenamento; Classificação de computadores; Modelos de sistemas digitais: unidades de controle e processamento; Conceitos básicos de arquitetura: endereçamento, tipo de dados, conjuntos de instruções e interrupções; Organização de memória; Processamento paralelo e multiprocessadores; Desempenho de arquiteturas de computadores. METODOLOGIA Através de aulas expositivas e práticas, vídeos e textos, propiciar situações de aprendizagem para que o aluno conheça a historia e evolução dos computadores e seus periféricos. Analisar e refletir sobre os diversos tipos de organização e arquitetura. AVALIAÇÃO A avaliação será sempre um instrumento para dimensionar o nosso trabalho o do aluno e da escola. A avaliação não terá função terminal, não devendo ser mera soma das notas alcançadas frente às tarefas propostas. O acompanhamento devera acorrer em função da construção do conhecimento e não em função das tarefas proposta. A avaliação neste sentido não terá caráter de punição e seleção, uma vez que todos são capazes de aprender. Segundo Luckesi “Avaliação é um juízo de valor, sobre dados relevantes da realidade para uma tomada de decisão”. Será, portanto, refletir com o aluno sobre os resultados obtidos e decidir quais as medidas necessárias para reorganizar o processo. Na organização do currículo integrado do curso técnico em informática isto implica em mudanças na concepção de avaliação. Propõe-se, portanto uma avaliação diagnóstica, considerando-se os conteúdos que permitem ao aluno alcançar o saber concreto sobre a visão dos saberes acumulados, sem perder de vista que a função diagnóstica da avaliação é servir de parâmetro, como subsídio, como ponto do processo ensino-aprendizagem, com ênfase no desempenho do estudante e dos demais elementos da prática pedagógica. Esta concepção de avaliação concretizar-se-á se todos os envolvidos no processo ensino-aprendizagem tiverem como foco a recuperação de estudos, como retomada dos conteúdos permeando a prática docente considerando as formas diferenciadas de aprendizagem. REFERÊNCIAS GREG, Abrahan Silberschatz, GALVN, Gagne Peter Baer. Fundamentos de Sistemas Operacionais. Editora LTC. MARCULA, M. Informática: Conceitos e Aplicações. Erica. 2003. MEIRELLES. F. Informática: Novas Aplicações com Microcomputadores. Makron Books. 2000. MONTEIRO, Mario A. Introdução à Organização de Computadores. LTC. MURDOCCA, Miles. Introdução à Arquitetura de Computadores. Ed. Campus. TANENBAUM, Andrew S. Organização Estruturada de Computadores. LTC. TOLEDO, Cláudio Alexandre de. Informática – Hardware, Software e Redes. Editora Yalis. WEBER, Raul Fernando. Fundamentos de Arquitetura de computadores. Sagra-DC Luzzatto. Reformulação curricular dos cursos técnicos da rede estadual: Uma construção coletiva Projeto plano de curso do Colégio Estadual de Paranavaí. LUCKESI, Cipriano C. Avaliação do aluno: A favor ou contra a Democratização do Ensino? Avaliação da Aprendizagem Escolar: Estudos e Proposições – 15ª ed. Sp: Cortez, 2003, 60. Projeto Político Pedagógico, do Colégio Estadual de Paranavaí – Paraná DIRETRIZ CURRICULAR DA DISCIPLINA INFORMÁTICA INSTRUMENTAL APRESENTAÇÃO Saber usar bem o computador é fundamental para ser bem-sucedido no mundo de trabalho. Esta disciplina possibilita o educando dominar os principais aplicativos do mercado, adquirindo um bom desempenho profissional. EMENTA: Conceitos básicos e ferramentas do sistema operacional, editor de texto, planilha eletrônica e gerenciador de apresentação. OBJETIVOS GERAIS Resolver problemas usando a informática como ferramenta. Tornar o aluno autônomo na área de informática. Incentivar o trabalho cooperativo na utilização da tecnologia. Utilizar com eficiência a Tecnologia da Informação para a busca, organização, sistematização e apresentação de informações, utilizando softwares Navegador da Internet, Planilha Eletrônica e Editor de Apresentação Gráfica e de texto para aprimoramento das atividades informatizadas. Formar profissionais instrumentalizados e conscientes da intencionalidade no uso dos recursos da comunicação e da informática na educação e no ensino, de forma reflexiva, criativa e crítica. CONTEÚDOS ESPECÍFICOS – 1ª SÉRIE Uso adequado do teclado (Noções de Digitação); Introdução ao sistema operacional; Manipulação de arquivos e pastas; Configuração de componentes do sistema operacional; Instalação de programas; Manipulação de disquetes, CD, DVD, Pen Drivers; Editoração Eletrônica; Criação e formatação de textos; Configuração e layout de páginas; Tabelas; Mala direta; Impressão de arquivos; Revisores ortográficos e gramaticais; Criação e formatação de planilhas; Fórmulas e funções; Classificação, filtro e totalização de dados; Gráficos; Utilização de programa de apresentação. METODOLOGIA A metodologia tem como premissa básica à pesquisa e à autonomia para busca do conhecimento. Esta proposta educacional pretende, através do desenvolvimento dos conteúdos, a preparação técnica do aluno e a sua capacidade para utilizar as diferentes tecnologias emergentes relativas à capacidade de buscar informações, analisá-las e selecioná-las, valorizando o “aprender a aprender”. A metodologia terá como eixo básico a relação teoria-prática. Assim, a infra-estrutura de informática será intensamente utilizada, além de outras estratégias de ensino como seminários, palestras, visitas técnicas, projetos, fóruns, conferências, atividades práticas entre outras atividades. AVALIAÇÃO A avaliação será sempre um instrumento para dimensionar o trabalho do professor, do aluno e da escola. A avaliação não terá função terminal, não devendo ser mera soma das notas alcançadas frente às tarefas propostas. O acompanhamento devera acorrer em função da construção do conhecimento e não em função das tarefas proposta. A avaliação neste sentido não terá caráter de punição e seleção, uma vez que todos são capazes de aprender. Segundo Luckesi “Avaliação é um juízo de valor, sobre dados relevantes da realidade para uma tomada de decisão”. Será, portanto refletir com o aluno sobre os resultados obtidos e decidir quais as medidas necessárias para reorganizar o processo. Na organização do currículo integrado do curso técnico em informática isto implica em mudanças na concepção de avaliação. Propõese portanto uma avaliação diagnóstica, considerando-se os conteúdos que permitem ao aluno alcançar o saber concreto sobre a visão dos saberes acumulados, sem perder de vista que a função diagnóstica da avaliação, é servir de parâmetro, como subsídio, como ponto do processo ensinoaprendizagem, com ênfase no desempenho do estudante e dos demais elementos da prática pedagógica. Esta concepção de avaliação concretizar-se-á se todos os envolvidos no processo ensino-aprendizagem tiverem como foco a recuperação de estudos, como retomada dos conteúdos permeando a prática docente considerando as formas diferenciadas de aprendizagem. REFERÊNCIAS MANZONO, J. G. Open Office. org versão 1.1 em português guia de aplicação 1ª ed - São Paulo, ed. Érica 2003. SAWAYA, Márcia Regina. Dicionário de Informática e Internet: Inglês/Português. 3ª. Edição. Editora Nobel. CAPRON, H.L. JOHNSON J. A. Introdução à Informática. Prentice – Hall. Reformulação curricular dos cursos técnicos da rede estadual: uma construção coletiva. Projeto plano de curso do colégio estadual de Paranavaí. LUCKESI, Cipriano C. Avaliação do aluno: a favor ou contra a democratização do ensino? Avaliação da Aprendizagem escolar: estudos e proposições – 15ª ed. Sp.: Cortez, 2003, 60. Projeto político pedagógico DIRETRIZ CURRICULAR DA DISCIPLINA DE INTERNET E PROGRAMAÇÃO WEB APRESENTAÇÃO A Internet é uma grande rede de comunicação. E neste contexto que a disciplina de Internet e Programação Web atua, apresentando aos alunos as tecnologias e ferramentas da Internet, e principalmente a pratica de programação voltada para a Internet. EMENTA: Históricos, evolução e serviços de Internet. Ferramentas, projetos e desenvolvimento de páginas. OBJETIVO GERAL O principal objetivo é capacitar profissionais que atendam a demanda do mercado de trabalho, sendo capazes utilizar os serviços e as ferramentas disponíveis na Internet, e criar páginas para Web. CONTEÚDOS ESPECÍFICOS – 3ª SÉRIE Históricos A comunicação na Internet Tipos de conexão, banda estreita e banda larga Protocolos da Internet (família TCP/IP e www) Navegadores Mecanismos de busca Correio eletrônico Fórum de discussão Layout e Desenvolvimento CONTEÚDOS ESPECÍFICOS – 4ª SÉRIE Linguagem para desenvolvimento de aplicações Web Organização de paginas estáticas e dinâmicas Servidor de base de dados Ferramenta de acesso à base de dados Segurança METODOLOGIA A metodologia tem como base à pesquisa e à autonomia para busca do conhecimento. Aulas teóricas e praticas e desenvolvimento de projetos. AVALIAÇÃO A avaliação será sempre um instrumento para dimensionar o nosso trabalho o do aluno e da escola. A avaliação não terá função terminal, não devendo ser mera soma das notas alcançadas frente às tarefas propostas. O acompanhamento devera acorrer em função da construção do conhecimento e não em função das tarefas proposta. A avaliação neste sentido não terá caráter de punição e seleção, uma vez que todos são capazes de aprender. Segundo Luckesi “Avaliação é um juízo de valor, sobre dados relevantes da realidade para uma tomada de decisão”. Será, portanto, refletir com o aluno sobre os resultados obtidos e decidir quais as medidas necessárias para reorganizar o processo. Na organização do currículo integrado do curso técnico em informática isto implica em mudanças na concepção de avaliação. Propõe-se, portanto uma avaliação diagnóstica, considerando-se os conteúdos que permitem ao aluno alcançar o saber concreto sobre a visão dos saberes acumulados, sem perder de vista que a função diagnóstica da avaliação é servir de parâmetro, como subsídio, como ponto do processo ensino-aprendizagem, com ênfase no desempenho do estudante e dos demais elementos da prática pedagógica. Esta concepção de avaliação concretizar-se-á se todos os envolvidos no processo ensino-aprendizagem tiverem como foco a recuperação de estudos, como retomada dos conteúdos permeando a prática docente considerando as formas diferenciadas de aprendizagem. REFERÊNCIAS PRATES, Rubens. HTML – Guia de Consulta. São Paulo: Novatec, 1997. Site: http://www.imasters.com.br. UEPG. Criação e Programação voltada para Internet. Ponta Grossa: UEPG, 2003. LUCKESI, Cipriano C. Avaliação do aluno: A favor ou contra a Democratização do Ensino? Avaliação da Aprendizagem Escolar: Estudos e Proposições – 15ª ed. Sp: Cortez, 2003, 60. Projeto plano de curso do Colégio Estadual de Paranavaí. Projeto Político Pedagógico, do Colégio Estadual de Paranavaí – Paraná. Reformulação curricular dos cursos técnicos da rede estadual: Uma construção coletiva. DIRETRIZ CURRICULAR DA DISCIPLINA DE LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO APRESENTAÇÃO A disciplina de Linguagem de Programação surge com o objetivo de proporcionar uma seqüência de aprendizado em conjunto com a disciplina de Lógica de Programação, uma vez que ambas possuem um elo de ligação muito íntimo entre as mesmas. Em outras palavras, os conceitos adquiridos em Lógica de Programação são fundamentais para que o aluno possa dar prosseguimento ao curso e abstrair os conhecimentos referentes à Linguagem de programação. Mas independentemente disto, a disciplina de Linguagem de programação pode ser denotada como sendo uma das principais do curso, quiçá a mais importante, uma vez que a mesma esta intimamente ligada à essência da arte da informática. EMENTA: Conceito de linguagens de programação, programação modular, orientação a objetos, ambiente de desenvolvimento e testes. OBJETIVO GERAL Este conteúdo objetiva transmitir aos alunos alguns conceitos básicos para capacitá-los a abstrair a técnica e o conhecimento necessário para se desenvolver um pequeno projeto computacional relacionado a software, mais condizente ao nível de conhecimento que o curso pode oferecer. Para que num módulo posterior ele tenha condições de dar prosseguimento à aquisição desses conhecimentos relacionados ao assunto, afim de se compreender como se desenvolve um sistema através de uma determinada linguagem de programação de computadores. CONTEÚDOS ESPECÍFICOS – 1ª SÉRIE Etapa para resolução de um problema via computador; Conceitos básicos; Seqüência lógica; Conceitos de tipos de dados e instruções primitivas; Operadores matemáticos; Variáveis e constantes; Tabela verdade; Representação e implementação de algoritmos; Pseudocódigo; Regras para construção de algoritmos; Comandos de entrada e saída; Estrutura de controle (seqüencial, condicional e repetição); Teste de mesa; Implementação de algoritmos em uma linguagem de programação estruturada; Conceitos e operações com arquivos; Modelo de programação; Sintaxe da linguagem de programação; Organização do código, modularização; Elementos de controle; Operações e propriedades; Fase de desenho e fase de execução; Tipos de controles; Dados, escopo de variáveis e constantes; Mecanismos de programação; Funções e procedimentos; Detecção e prevenção de erros de sintaxe; Erros semânticos; CONTEÚDOS ESPECÍFICOS – 2ª SÉRIE Implementação de algoritmos em uma linguagem de programação orientada a objeto; Conceitos e operações com arquivos; Modelo de programação; Sintaxe da linguagem de programação; Organização do código, modularização; Elementos de controle; Operações e propriedades; Fase de desenho e fase de execução; Tipos de controles; Dados, escopo de variáveis e constantes; Mecanismos de programação; Funções e procedimentos; Detecção e prevenção de erros de sintaxe; Erros semânticos; Criação da interface; Geração de relatórios; Orientação a objetos. METODOLOGIA Vamos procurar sempre trabalhar os conteúdos aplicando métodos que proporcione um melhor rendimento do conteúdo bem como uma melhor abstração de conhecimento por parte dos alunos. Embora seja complicado devido a escassez de recursos tecnológico que por sua vez infelizmente é a base do nosso curso e principalmente da disciplina. Mas independente disto vamos sempre buscar alternativas que possam de alguma forma suprir estas necessidades, de forma a aplicar conteúdos teóricos de maneira atualizada e da mesma forma abstraindo metodologias visando despertar o interesse dos alunos. AVALIAÇÃO Por se tratar de uma disciplina quase que puramente prática, onde os alunos terão basicamente que aplicar os conceitos abstraídos na disciplina de lógica agora evidentemente na prática convertendo algoritmo em uma determinada linguagem de programação. Vamos procurar avaliá-los também não somente com teoria, mas também com atividades práticas denotando os conceitos e as estruturas básicas da programação de computadores, uma vez que os recursos são escassos para se cobrar algo muito dinâmico. REFERÊNCIAS BOENTE Alfredo. Construindo algoritmos computacionais: Lógica de Programação. Brasport. CARBONI Irenice de Fátima. Lógica de Programação. Thomson Learning (Pioneira). FORBELLONE André Luiz, EBERSPACHER Henri F. Lógica de Programação – A construção de algoritmos e estruturas de dados. 3ª Ed. Pearson/Prentice Hall. MANZANO, Jose Augusto N. G. Algoritmos: lógica para desenvolvimento de programação em computadores. Editora Érica. 2002. SAID, Ricardo. Curso de Lógica de Programação. Digerati/Universo de livros. SENAC. Construção de Algoritmos. Editora Senac. SOUZA, Marco Antonio Furlan de, GOMES Marcos Marques, SOARES Marcio Vieria. Algoritmos e Lógica de Programação. Editora Thomson. XAVIER Gley Fabiano Cardoso. Lógica de Programação. Senac. ZAVIANI. N. Projeto de Algoritmos: Com Implementação em Pascal e C. Thonson. 2000. DIRETRIZ CURRICULAR DA DISCIPLINA DE REDES E SISTEMAS OPERACIONAIS APRESENTAÇÃO Uma rede de dados é definida como um conjunto de computadores, que trocam informações e compartilham recurso, interligados pro um sistema de comunicação. É neste contexto que a disciplina de redes e sistemas operacionais trabalha. O assunto redes é complexo, devido a grande variedade de segmentos, equipamentos, arquiteturas, modelos e componentes existentes. Desta forma, a disciplina de Redes e Sistemas Operacionais, dará ao educando todo embasamento teórico necessário ao conhecimento de importantes conceitos da área, além de condições para que o educando crie uma rede de pequeno porte, e também é abordados tópicos avançados, como: servidores de rede, intranet, protocolo TCP/IP, etc. Nessa perspectiva, não se pode esquecer das necessidades do enfrentamento dos Desafios Educacionais Contemporâneos (Educação Ambiental, Educação Fiscal, Drogas e Sexualidade), que visam fortalecer o individuo frente os obstáculos do dia dia, bem como, o Ensino de Historia e Cultura Afro brasileira, Africana e Indígena - Lei 11.645/08, que serão abordados sempre que houver necessidade e a oportunidade, perante os alunos. EMENTA: Introdução ás redes de computadores, projeto de redes. Conceitos básicos de segurança, interligação de redes, protocolos de comunicação, serviços de rede. Conceitos, estruturas e dispositivos de Sistemas Operacionais. OBJETIVO GERAL O principal objetivo é capacitar profissionais que atendam a demanda do mercado de trabalho, sendo capazes de configurar; desenvolvendo projetos de redes, com todas as características de hardware e software. CONTEÚDOS ESPECÍFICOS – 4ª SÉRIE CONCEITOS DE TRANSMISSÃO DE DADOS. Histórias da Redes Tipos de Redes Topologias de Redes MATEMÁTICA DAS REDES Bits, Bytes e Múltiplos Números binários LARGURA DE BANDA Conceitos básicos MEIOS DE TRANSMISSÃO Meios em Cobre Meios Ópticos Meios sem fio DISPOSITIVOS DE REDE DE COMPUTADORES. Hub Repetidor Bridge Switch Router Placa de Rede Access Point PROTOCOLOS DE COMUNICAÇÃO TCP/IP Endereçamento IP Classes de Redes Máscara de Sub-Rede DCHP DNS REPRESENTAÇÃO ELÉTRICA DE INFORMAÇÃO DIGITAL Conceitos básicos CONFIGURAÇÃO DE REDES LOCAIS Endereços IP Classe A, B e C e Máscara de Rede Configuração de Redes Windows Configuração de Redes Linux Detecção de problemas em redes Configuração de modem ADSL REDES WIRELESS Protocolo 802.11a,b,g,n Tecnologias e equipamentos Access Point Antenas direcionais e ominidirecionais Criptografia WEP e WPA Configuração de Redes Wireless TIPOS DE REDE Lan Man Wan CÓDIGO DE SISTEMAS DE TRANSMISSÃO BANDA BASE Conceitos Básicos Técnicas de Multiplexacão Banda base Banda broad CONCEITOS BÁSICOS DE CONECTIVIDADE Conceitos Básicos TOPOLOGIA DE REDES Anel Estrela Barra REDES LOCAIS E DE LONGA DISTANCIA Lan Wan SISTEMAS OPERACIONAIS DE REDE Windows Unix MODELOS DE REFERÊNCIA Modelo OSI Modelo TCP/IP INTERLIGAÇÃO E EQUIPAMENTOS DE REDES Conceitos básicos DESEMPENHO, CUSTOS E SEGURANÇA DE REDES Criptografia Firewal HISTÓRICO, CLASSIFICAÇÃO, ESTRUTURA E COMPONENTES DOS SISTEMA OPERACIONAL Conceitos básicos CABEAMENTO Introdução Normas e padronizações TECNOLOGIAS ETHERNET Conceitos básicos INTRANET E EXTRANET Conceitos e aplicabilidade METODOLOGIA Através de aulas expositivas e práticas, experimentação e observação em laboratório, visitas a empresas e ambientes reais de trabalho, promover o conhecimento e funcionamento dos diversos sistemas operacionais e de comunicação. AVALIAÇÃO A avaliação será sempre um instrumento para dimensionar o nosso trabalho o do aluno e da escola. A avaliação não terá função terminal, não devendo ser mera soma das notas alcançadas frente às tarefas propostas. O acompanhamento devera acorrer em função da construção do conhecimento e não em função das tarefas proposta. A avaliação neste sentido não terá caráter de punição e seleção, uma vez que todos são capazes de aprender. Segundo Luckesi “Avaliação é um juízo de valor, sobre dados relevantes da realidade para uma tomada de decisão”. Será, portanto, refletir com o aluno sobre os resultados obtidos e decidir quais as medidas necessárias para reorganizar o processo. Na organização do currículo integrado do curso técnico em informática isto implica em mudanças na concepção de avaliação. Propõe-se, portanto uma avaliação diagnóstica, considerando-se os conteúdos que permitem ao aluno alcançar o saber concreto sobre a visão dos saberes acumulados, sem perder de vista que a função diagnóstica da avaliação é servir de parâmetro, como subsídio, como ponto do processo ensino-aprendizagem, com ênfase no desempenho do estudante e dos demais elementos da prática pedagógica. Esta concepção de avaliação concretizar-se-á se todos os envolvidos no processo ensino-aprendizagem tiverem como foco a recuperação de estudos, como retomada dos conteúdos permeando a prática docente considerando as formas diferenciadas de aprendizagem. REFERÊNCIAS CARMONA, Tadeu. Segredos das Redes de Computadores. 2ª Ed. Editora Digerati / Universo de livros. COMER, Douglas E. Redes de computadores e internet. 4ª edição. Editora Artmed. DANTAS Mário. Tecnologia de Redes de comunicação e computadores. Editora AXCEL. DEITEL Choffnes. Sistemas Operacaionais. Editora Person. FERREIRA, Hugo Barbosa. Redes de Planejamento: Metodologia e prática com PERT/CPM E MS PROJECT. Editora Ciência Moderna. GAGNE, Abrahan Silberschatz Greg, GALVN, Peter Baer. Fundamentos de Sistemas Operacionais. Editora LTC. GALLO, M.A. Comunicação entre Computadores e Tecnologias de Rede, Thomsnon. 2003. GOUVEIA José, MAGALHÃES Alberto. Redes de Computadores. Editora LTC. GUIMARÃES Alexandre Guedes, LINS Rafael Dueire, OLIVEIRA Raimundo Corrêa. Segurança em Redes privadas Virtuais – VPNS. Editora Brasport. MATTHEWS Jeanna. Redes de computadores – Protocolos de Internet em Ação. Editora LTC. 2006. MENDES Douglas Rocha. Redes de Computadores: Teoria e Prática. Editora Novatec. NAKAMURA Emílio Tissato, GEUS Paulo Licio. Segurança de Redes em Ambientes Cooperativos. Editora Novatec. STARLIN Gorki. TCP/IP: Redes de computadores e Comunicação de dados. Editora Alta Books. TANENBAUM, Andrew S. Redes de Computadores. Campus. TANENBAUM Andrew S, WOODHULL Albert S. Sistemas Operacionais: Projetos e Implementação. Editora Bookman. TORRES, G. Redes de Computadores – Curso Completo. Axcel. 2001. VIGLIAZZI Douglas. Rede Locais com Linux. 2ª edição. Editora Visual Books. Reformulação curricular dos cursos técnicos da rede estadual: Uma construção coletiva Projeto plano de curso do Colégio Estadual de Paranavaí. LUCKESI, Cipriano C. Avaliação do aluno: A favor ou contra a Democratização do Ensino? Avaliação da Aprendizagem Escolar: Estudos e Proposições – 15ª ed. Sp: Cortez, 2003, 60. Projeto Político Pedagógico, do Colégio Estadual de Paranavaí – Paraná. DIRETRIZ CURRICULAR DA DISCIPLINA DE SUPORTE TÉCNICO APRESENTAÇÃO Sendo o profissional de grau médio preparado para atuar junto a empresas e entidades com necessidades de operação de aplicativos, informatização básica de escritórios, montagem e configuração básica de microcomputadores e sistemas operacionais. Possuindo conhecimentos de normas e procedimentos organizacionais. Além de englobar as atividades desenvolvidas pelo Assistente Técnico em Microinformática e pelo Técnico em Informática, é um profissional com o perfil voltado para dar suporte a hardware, a software e ao usuário final: Projeção, Configuração e Manutenção de redes locais. Tem conhecimentos referentes às plataformas de sistemas operacionais marcantes no mercado bem como o dimensionamento de hardware às necessidades do cliente. Destaca-se também na pesquisa, na apresentação e no desenvolvimento de tecnologias inovadoras de sistemas informatizados. Nessa perspectiva, não se pode esquecer das necessidades do enfrentamento dos Desafios Educacionais Contemporâneos (Educação Ambiental, Educação Fiscal, Drogas e Sexualidade), que visam fortalecer o individuo frente os obstáculos do dia dia, bem como, o Ensino de Historia e Cultura Afro brasileira, Africana e Indígena - Lei 11.645/08, que serão abordados sempre que houver necessidade e a oportunidade, perante os alunos. EMENTA: Instalação e configuração de um microcomputador e seus periféricos Manutenção e atualização de hardware e software. OBJETIVOS GERAIS Promover a familiarização com os conceitos e termos da área de microinformática bem como identificação dos itens componentes de um microcomputador básico e orientação sobre o seu manuseio adequado. Fornece o conhecimento para montagem e manutenção de computadores e periféricos, com orientações sobre diagnósticos e aspectos práticos. CONTEÚDOS ESPECÍFICOS – 2ª SÉRIE PERIFÉRICOS Placa Mãe Detalhes da Placa Mãe Identificação da Placa Mãe Slots PROCESSADOR Definição Clock Tipos de Processadores PLACAS, COMPONENTES E PERIFÉRICOS Gabinete Fonte de Alimentação Instalando a Chave Liga/Desliga (padrão AT) Cabo Flat Placa de Vídeo Placa de Vídeo Antigas Vídeo On-board Placas de Vídeo 3D Unidade de Disquete Disco Rígido Padrões de Disco Rígido SCSI – Small Computer Systems Interface IDE – ( Integrated Drive Eletronics ) Serial ATA CD-Rom Placa de Som Placa de Fax Modem MEMÓRIAS Memória RAM Memória de MASSA Memória VIRTUAL DISPOSITIVOS DE ENTRADA E SAÍDA Monitor Teclado Mouse Caixinha de Som CONTEÚDOS ESPECÍFICOS – 3ª SÉRIE MONTAGEM E CONFIGURAÇÃO HARDWARE As Ferramentas Bancada Roteiro de Montagem Abrindo o Gabinete Conexões Mecânicas Espaçadores Plásticos Parafusos de Fixação da Placa de CPU Instalação de Memória RAM Processador O Cooler do Processador Alimentação da Placa Mãe Fixação dos Drives e HD Ligação dos Drives Ligação do HD Colocação das Placas Auxiliares Ligação dos cabos do HD Alimentação dos Drives e HDs Ligação dos Fios do Gabinete à Placa Mãe Key Lock e Power Led Conector Speaker Conector Fonte de Alimentação Jumpers Finalizando a Montagem Esquema de Montagem INSTALAÇÃO DE SISTEMA OPERACIONAL Sistemas de Arquivos Sistemas Windows Sistemas Linux Outros sistemas Formatação de HD Instalação de Sistema Operacional Configuração de drivers em Sistema Operacional Instalação Linux Otimização de Sistema Operacional TÉCNICAS DE DIAGNÓSTICOS Localização dos Defeitos Defeitos Sinalizados por Hardware Defeitos Sinalizados por “ Beeps “ Defeitos Sinalizados Por Mensagens Defeitos Sinalizados por Software Defeitos não Sinalizados Defeitos de Processador Erros típicos de Montagem Micro não liga TÉCNICAS DE CONFIGURAÇÃO E OTIMIZAÇÃO Instalação de Placa de Vídeo Instalação de Placa de Fax Instalação de Placa mãe Instalação de Placa de rede Configuração de teclado SEGURANÇA FÍSICA E LÓGICA: HARDWARE E REDES Políticas de segurança Software de segurança Hardware de segurança. METODOLOGIA A metodologia tem como base à pesquisa e à autonomia para busca do conhecimento. Assim, a infra-estrutura de informática será intensamente utilizada, além de outras estratégias de ensino como seminários, palestras, visitas técnicas, projetos, fóruns, conferências, aulas práticas e dispositivas, desenvolvimentos de projetos e implementação, entrevista para levantamentos de informações para projetos de Sistema de informações, entre outras atividades. AVALIAÇÃO Conforme o regimento escolar a avaliação é continua, cumulativa e processual devendo refletir o desenvolvimento global do aluno e considerar as características individuais deste no conjunto dos componentes curriculares cursados, com preponderância dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos. Em se tratando da recuperação de estudos esta é direito dos alunos independentemente do nível de apropriação dos conhecimentos básicos e dar se á de forma permanente e concomitante ao processo ensino e aprendizagem. Serão aplicados no mínimo dois instrumento de avaliação diversificados por conteúdo. Os trabalhos individuais e em grupos receberão orientação; O valor de cada conteúdo estará previsto no plano de trabalho docente. Será oportunizado a todos os alunos, diferentes procedimentos avaliativos por conteúdo(s), sendo realizado assim a recuperação de estudos durante o bimestre. REFERÊNCIAS VASCONCELOS, Laércio. Manutenção de micros na pratica. Rio de Janeiro, 2005. VASCONCELOS, Laércio. Hardware na prática. Rio de Janeiro, 2005. CHINELATO, João Filho. A arte de organizar para informatizar. Rio de Janeiro: LTC, 1994. Reformulação curricular dos cursos técnicos da rede estadual: Uma construção coletiva Projeto plano de curso do Colégio Estadual de Paranavaí. LUCKESI, Cipriano C. Avaliação do aluno: A favor ou contra a Democratização do Ensino? Avaliação da Aprendizagem Escolar: Estudos e Proposições – 15ª ed. Sp: Cortez, 2003, 60. GOVERNO DO ESTADO DO PARANÁ SEED - SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO COLÉGIO ESTADUAL DE PARANAVAÍ – ENS. FUND., MÉDIO, NORMAL E PROFISSIONAL Rua Guaporé n.º 2425 Tel/Fax.(0xx44)3423-6311 N.R.E.: Paranavaí C.E.P. - 87.705-120 Paranavaí Paraná. Email: [email protected] / Site: www.pvaparanavai.seed.pr.gov.br MATRIZ CURRICULAR DO TÉCNICO EM INFORMÁTICA INTEGRADO NRE: 22 - PARANAVAÍ MUNICÍPIO: 1860 - PARANAVAÍ ESTABELECIMENTO: 00013 – COLÉGIO ESTADUAL DE PARANAVAÍ - EFMNP ENDEREÇO: R.GUAPORÉ, 2425 – JD. A. AEROPORTO CEP: 8705-120 PARANAVA-PR FONE: ((044) 3423-6311 ENTIDADE MANTENEDORA: GOVERNO DO ESTADO DO PARANÁ CURSO: 0746 -TÉC. EM INFORMÁTICA – INTEGRADO ANO DE IMPLANTAÇÃO: 2011 FORMA: SIMULTANEA DISCIPLINAS BNC LINGUA PORT. E LITERATURA ARTE EDUCAÇÃO FÍSICA MATEMÁTICA FISICA QUÍMICA BIOLOGIA HISTÓRIA GEOGRAFIA FILOSOFIA SOCIOLOGIA BNC SUB-TOTAL PD L.E.M. – INGLÊS INFORMÁTICA INSTRUMENTAL PD SUB-TOTAL FE FUND. E ARQUITETURA DE COMPUT. REDES E SISTEMAS OPERACIONAIS SUPORTE TÉCNICO TURNO: NOITE MÓDULO: 40 SEMANAS 1º 3 2 2 3 2 2 2 3 19 2 2 4 2 SÉRIES 2º 3º 3 3 2 3 2 3 2 2 4º 2 2 3 2 2 2 3 2 3 17 2 15 2 2 2 2 2 2 2 2 13 2 INTERNET E PROGRAMAÇÃO WEB 2 LÓGICA DE PROGRAMAÇÃO 2 LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO BANCO DE DADOS ANALISE E PROJETOS FE SUB TOTAL 2 6 TOTAL GERAL 25 25 NOTA: MATRIZ CURRICULAR DE ACORDO COM LDB N. 9394/96 2 2 2 2 2 4 12 25 8 25 DIRETRIZES CURRICULARES DO CURSO TÉCNICO EM INFORMÁTICA INTEGRADO PARA A 4ª SÉRIE DIRETRIZ CURRICULAR DA DISCIPLINA DE PORTUGUESA E LITERATURA APRESENTAÇÃO Enquanto disciplina escolar o estudo da Língua Portuguesa tem adquirido conceitos aprimorados ao longo dos anos tanto no objetivo bem como no que diz respeito ao ensino-aprendizagem. O educando tem se tornado um ser de autonomia intelectual e pensamento crítico. O processo da comunicação está associado ao contexto social vivida pelos mesmos, os quais interagem num emaranhado de relações humanas no seu cotidiano convivendo entre pessoas. A Língua Materna é conhecimento primordial para favorecer em relações de diversas modalidades de linguagem, para adquirirmos sentidos reais da linguagem falada. O estudo da Língua Portuguesa abrange três eixos: A leitura, a escrita e a oralidade. A Leitura compreende o contato do aluno com uma ampla variedade de textos. Os textos dentro da prática social devem ser amplos com linguagens diferenciadas. A mesma deve levar o aluno a ter uma atitude crítica sobre os sujeitos presente dentro do contexto da leitura. As atividades de leituras devem considerar a formação do leitor e isso implica não só considerar diferentes leituras de mundo, diferentes experiências de vida e finalmente diferentes leituras que a leve a dialogar com o texto. Com relação à escrita deve levar em conta a relação pragmática entre o uso e o aprendizado da língua tendo uma noção de escrita como formadora de subjetividades. Deve ser valorizada a experiência lingüística do estudante em situações por eles, vivenciados e não apenas a ideal. A escrita é um eterno processo inacabado valorizando assim o aprendizado de cada escrita e produtos, textual. A oralidade é bastante complexa e através de trabalhos com as mesmas são muito ricas e apontam diferentes caminhos. No que diz respeito à literatura oral cabe considerar a potência dos textos literários como arte, produzindo a necessidade de considerar, seus estatutos, sua dimensão estética e suas forças políticas particulares. EMENTA Concepções teóricas e práticas da Língua Portuguesa. A oralidade e leitura, a interpretação e a escrita como princípios norteadores do Ensino de Língua Portuguesa. Concepções teóricas e práticas da Leitura Brasileira e Portuguesa. Textos técnicos Metodologia científica. Uso da editoração eletrônica e busca de textos em formato eletrônico. OBJETIVOS GERAIS Desenvolver um trabalho em que o aluno possa comunicar-se com clareza, emitir suas opiniões sobre a linguagem e seus usos no dia a dia; Valorizar a interação na sociedade, buscando conhecimento prévio e compreender os valores de nossa cultura; Despertar o interesse pela leitura e levá-lo à contextualização tornando-se um aluno crítico e produtivo; Valorizar a literatura como meio de produzir leitores competentes diante de quaisquer tipos de textos; Compreender e interpretar os variados tipos de textos imagéticos, escritos e orais nas diferentes situações sociais; Elaborar textos coerentes, como roteiros, resumos, notas, índices e outros. CONTEÚDOS ESTRUTURANTES E BÁSICOS – 4ª SÉRIE ORALIDADE Implica em conhecimentos relativos às variedades lingüísticas e às diferentes construções da língua. Ser desenvolvidas atividades sistemáticas de fala, escuta e reflexão sobre a língua que devem acontecer no interior de atividades significativas. Textos de imprensa: Notícia, entrevista radiofônica e televisiva, debate e depoimento. Textos de divulgação científica: Exposição, debate, relato de experiência científica. Textos da ordem do relatar: Histórias em família, experiências vividas, diários, testemunhos, autobiografia, notícia curta, etc. Textos argumentativos: Exposição e debate. Textos instrucionais ou prescritivos: Técnica de resumo Técnica de ampliação de textos Instruções, regras em geral, receitas, normas. Exposição, debate, relato de experiência científica. A prática da análise linguística na oralidade. Materialidade fônica dos textos poéticos Reconhecimento das diferentes possibilidades de uso da língua Recursos lingüísticos próprios da oralidade As variedades lingüísticas e a adequação da linguagem ao contexto de uso: diferentes registros, grau de formalidade, em relação à fala e à escrita Aspectos formais e estruturais do texto LITERATURA O trabalho pedagógico tradicionalmente realizado com a Literatura no Ensino Médio tem deixado de lado a formação do leitor ao não valorizar a experiência real de leitura, de interação do estudante com o texto literário. Uma nova perspectiva de trabalho com o texto literário seria o que poderíamos chamar de método rizomático. Recebe essa designação por causa da analogia com o rizoma, espécie de raiz subterrânea que se prolonga horizontalmente. Um professor de Literatura, para operar na perspectiva rizomática, será um contínuo leitor, capaz ele mesmo de selecionar os textos que trabalhará com os seus alunos. Ele estabelecerá como critérios de textos para a seleção desses textos, não a linearidade da historiografia literária, nem a adaptabilidade do texto ou tema à linguagem dos alunos, subestimando suas capacidades cognitivas, nem levará em conta a facilidade do texto, mas, fundamentado no seu percurso de leitura, levará aos estudantes textos com maior possibilidades de relações dentro do rizoma. O rizoma sugere um movimento que leva à libertação do pensamento em relação à linha do tempo. Um método mais preocupado em fazer mapas de leituras do que enfeixa-las em gavetas imobilizadas na história. O professor estimulará as conexões entre um ponto e outro, a serem realizadas pelos alunos, e estabelecerá, ele mesmo suas conexões a partir dos textos apresentados pelos alunos, produzidos por eles ou não. Ao trabalhar com os textos selecionados por ele mesmo, o professor estimulará as relações dos textos escolhidos com o contexto presente. O trabalho pedagógico tradicionalmente realizado com a Literatura no Ensino Médio tem deixado de lado a formação do leitor ao não valorizar a experiência real de leitura, de interação do estudante com o texto literário. Uma nova perspectiva de trabalho com o texto literário seria o que poderíamos chamar de método rizomático. Recebe essa designação por causa da analogia com o rizoma, espécie de raiz subterrânea que se prolonga horizontalmente. Um professor de Literatura, para operar na perspectiva rizomática, será um contínuo leitor, capaz ele mesmo de selecionar os textos que trabalhará com os seus alunos. Ele estabelecerá como critérios de textos para a seleção desses textos, não a linearidade da historiografia literária, nem a adaptabilidade do texto ou tema à linguagem dos alunos, subestimando suas capacidades cognitivas, nem levará em conta a facilidade do texto, mas, fundamentado no seu percurso de leitura, levará aos estudantes textos com maior possibilidades de relações dentro do rizoma. O rizoma sugere um movimento que leva à libertação do pensamento em relação à linha do tempo. Um método mais preocupado em fazer mapas de leituras do que enfeixa-las em gavetas imobilizadas na história. O professor estimulará as conexões entre um ponto e outro, a serem realizadas pelos alunos, e estabelecerá, ele mesmo suas conexões a partir dos textos apresentados pelos alunos, produzidos por eles ou não. Ao trabalhar com os textos selecionados por ele mesmo, o professor estimulará as relações dos textos escolhidos com o contexto presente. Um texto fornece várias informações, conhecimentos, opiniões que, uma vez socializados pela turma, favorecem a reflexão e ampliação de sentido sobre o que foi lido. Assim, é importante que a leitura seja vista em função de uma concepção interacionista de linguagem, segundo a qual se busca formar leitores no âmbito escolar. O professor deve propor infinidades de textos, a fim de desenvolver a subjetividade e ampliando a visão de mundo do aluno, considerando sua preferência e opinião ao selecioná-los. Textos da ordem da correspondência: Cartas familiares, correspondências comerciais, bilhetes, convites, e-mails comerciais Textos argumentativos: Textos de opinião, editoriais, resenhas Textos instrucionais ou prescritivos: Instruções, regras em geral, receitas, normas, leis e estatutos. Textos de imprensa: Notícia, entrevista, textos informativos e de opinião, classificados, anúncios, folhetos, entre outros. Textos midiáticos: Textos publicitários, chats, e-mails, mensagens de telefone. Textos de divulgação científica: Verbetes de dicionário e enciclopédia, relatos de experiência científica. A prática da análise linguística na leitura. Organização do plano textual: conteúdo veiculado, possíveis interlocutores, assunto, fonte, papéis sociais representados, intencionalidade e valor estético. Diferentes vozes presentes no texto. Reconhecimento da importância dos elementos coesivos e marcadores de discurso para a progressão textual, encadeamento das idéias e para a coerência do texto, incluindo o estudo, a análise e a importância contextual de conteúdos gramaticais na organização do texto: Relações semânticas que as preposições e os numerais estabelecem no texto. A pontuação como recurso sintático e estilístico em função dos efeitos de sentido, entonação e ritmo, intenção, significação e objetivos do texto. PRODUÇÃO TEXTUAL Textos da ordem da correspondência: Cartas familiares, correspondências comerciais, bilhetes, convites e e-mails comerciais Textos argumentativos: Textos de opinião, carta do leitor Textos instrucionais ou prescritivos: Instruções e regras em geral, receitas, normas, leis e estatutos. Resumos Monografia A prática da análise lingüística na produção textual. ESCRITA Conteúdos relacionados à norma padrão em função do aprimoramento das práticas discursivas, tendo em vista o uso e o princípio da regularidade: concordância verbal e nominal, regência verbal e nominal, acentuação, crase, ortografia, pontuação, tempos verbais. Elementos de coesão e coerência na constituição textual, incluindo os conteúdos relacionados aos aspectos semânticos e léxicos: sinônimos, antônimos, polissemia, nominalizações e hiperonímia. Elementos composicionais formais e estruturais dos diferentes gêneros discursivos. O exercício da escrita, da produção textual, deve levar em conta a relação pragmática entre o uso e o aprendizado da língua, percebendo o texto como elo de interação social e os gêneros como construções coletivas. O que se sugere é a noção de uma escrita como formadora de subjetividades. Promover e valorizar a experiência lingüística do estudante em situações específicas; Produzir textos argumentativos, descritivos, de notícia, narrativos, cartas ou memorandos, poemas, abaixo assinados, crônicas, textos de humor, literários, informativos considerando uma determinada circunstância; Por meio da reestruturação textual aprimorar a competência da escrita. LITERATURA O trabalho pedagógico tradicionalmente realizado com a Literatura no Ensino Médio tem deixado de lado a formação do leitor ao não valorizar a experiência real de leitura, de interação do estudante com o texto literário. Uma nova perspectiva de trabalho com o texto literário seria o que poderíamos chamar de método rizomático. Recebe essa designação por causa da analogia com o rizoma, espécie de raiz subterrânea que se prolonga horizontalmente. Um professor de Literatura, para operar na perspectiva rizomática, será um contínuo leitor, capaz ele mesmo de selecionar os textos que trabalhará com os seus alunos. Ele estabelecerá como critérios de textos para a seleção desses textos, não a linearidade da historiografia literária, nem a adaptabilidade do texto ou tema à linguagem dos alunos, subestimando suas capacidades cognitivas, nem levará em conta a facilidade do texto, mas, fundamentado no seu percurso de leitura, levará aos estudantes textos com maior possibilidades de relações dentro do rizoma. O rizoma sugere um movimento que leva à libertação do pensamento em relação à linha do tempo. Um método mais preocupado em fazer mapas de leituras do que enfeixa-las em gavetas imobilizadas na história. O professor estimulará as conexões entre um ponto e outro, a serem realizadas pelos alunos, e estabelecerá, ele mesmo suas conexões a partir dos textos apresentados pelos alunos, produzidos por eles ou não. Ao trabalhar com os textos selecionados por ele mesmo, o professor estimulará as relações dos textos escolhidos com o contexto presente. METODOLOGIA A disciplina de Língua Portuguesa/Literatura deve ser orientada por práticas de oralidade, leitura, e escrita, vivenciando experiências com a língua em uso, concretizadas em atividades de leitura, produção de textos orais, visuais, escritos e reflexões com e sobre a língua, norteada por uma concepção teórica que vê a língua em permanente constituição na interação entre sujeitos histórica e socialmente situados. Oralidade Desenvolver e aprimorar habilidades de falar e ouvir: Promover debates sobre temas estudados; Desenvolver seminários, em que ocorra discussões e reflexões de vários ângulos sobre a obra estudada; Uso do discurso adequado a cada situação, por isso simular situações em que o aluno possa diferenciar o tipo de linguagem a ser usada; Depoimentos de situações marcantes e vivenciada pelo aluno; Realizar entrevistas com cidadãos de diferentes contextos; Analisar entrevistas de TV e rádio, observando as diferenças do discurso; Oportunizar momentos em que os alunos possam expor idéias e opiniões sobre diferentes temas. Leitura As atividades de leitura devem considerar a formação do leitor e isso implica não só considerar diferentes leituras de mundo, diferentes experiências de vida e, conseqüentemente, diferentes leituras; mas também o diálogo dos estudantes com o texto (e não sobre o texto, dirigido pelo professor). Promover a leitura de obras literárias, em sua integralidade e não através de meros resumos ou trechos, ler também textos visuais como fotos, outdoors, propagandas, imagens digitais e virtuais, figuras e gravuras clássicas e contemporâneas; Desenvolver o multiletramento no que diz respeito aos textos midiáticos ( emissões via TV, rádio e computadores); Interpretar não só buscando desvendar um possível mistério do texto, mas também o mistério que há no leitor; Oportunizar por meio do ato de ler a ampliação da visão de mundo do estudante, fazendo com que ele recorde seus sonhos, suas opiniões, assim convocando-o ao ato de pensar. Escrita O exercício da escrita, da produção textual, deve levar em conta a relação pragmática entre o uso e o aprendizado da língua, percebendo o texto como elo de interação social e os gêneros como construções coletivas. O que se sugere é a noção de uma escrita como formadora de subjetividades. Promover e valorizar a experiência lingüística do estudante em situações específicas; Produzir textos argumentativos, descritivos, de notícia, narrativos, cartas ou memorandos, poemas, abaixo assinados, crônicas, textos de humor, literários, informativos considerando uma determinada circunstância; Por meio da reestruturação textual aprimorar a competência da escrita. Literatura O trabalho pedagógica tradicionalmente realizado com a Literatura no Ensino Médio tem deixado de lado a formação do leitor ao não valorizar a experiência real de leitura, de interação do estudante com o texto literário. Uma nova perspectiva de trabalho com o texto literário seria o que poderíamos chamar de método rizomático. Recebe essa designação por causa da analogia com o rizoma, espécie de raiz subterrânea que se prolonga horizontalmente. Um professor de Literatura, para operar na perspectiva rizomática, será um contínuo leitor, capaz ele mesmo de selecionar os textos que trabalhará com os seus alunos. Ele estabelecerá, como critérios de textos para a seleção desses textos, não a linearidade da historiografia literária, nem a adaptabilidade do texto ou tema à linguagem dos alunos, subestimando suas capacidades cognitivas, nem levará em conta a facilidade do texto, mas, fundamentado no seu percurso de leitura, levará aos estudantes textos com maior possibilidades de relações dentro do rizoma. O rizoma sugere um movimento que leva à libertação do pensamento em relação à linha do tempo. Um método mais preocupado em fazer mapas de leituras do que enfeixa-las em gavetas imobilizadas na história. O professor estimulará as conexões entre um ponto e outro, a serem realizadas pelos alunos, e estabelecerá, ele mesmo suas conexões a partir dos textos apresentados pelos alunos, produzidos por eles ou não. Ao trabalhar com os textos selecionados por ele mesmo, o professor estimulará as relações dos textos escolhidos com o contexto presente. AVALIAÇÃO Leitura: A oralidade será avaliada, primeiramente, em função da adequação do discurso, texto aos diferentes interlocutores e situações. Num seminário, num debate, numa troca informal de idéias, numa entrevista, numa contação de história, e isso devem ser considerado numa análise da produção oral dos estudantes. A avaliação da leitura deve considerar as estratégias que os estudantes empregaram no decorrer da Leitura, a compreensão do texto lido, o sentido construído para o texto, sua reflexões e sua resposta ao texto, considerando as diferenças de leituras de mundo e repertório dos alunos. Escrita: O texto escrito será determinado pela própria produção do aluno, e por outros textos onde os aspectos textuais e gramaticais possam ser evidenciados. O posicionamento do aluno como avaliador de seus textos orais e escritos é essencial para que ele adquira autonomia. A avaliação formativa, na sua condição de contínua e diagnóstica, será utilizada considerando ritmos e processos de aprendizagens diferentes do estudante, possibilitando que a intervenção pedagógica aconteça a tempo, informando os sujeitos do processo, ajudando-os a refletirem e tomarem decisões. BIBLIOGRAFIA Série: Novo Ensino Médio: Volume único. Português: Maia: Editora Ática. Gramática e literatura. Língua, Literatura e Redação. Literatura: textos e técnicas. Antônio de Siqueira e Silva F. Rafael Bertolin – Curso completo de Português (Coleção Horizontes). Beth Gruffi, Gramática, Editora Moderna. Douglas Tufano, Estudos de Língua e Literatura, Editora Moderna. FARACO & MOURA – volume único. FARACO, Carlos Alberto – Português Língua e Cultura. G. Mattos L. L. Megale – 2º Grau completo. Literatura – Língua – Redação (Editora FTD). Maria Luiza Abaune – Marcelo Nogueira, Pontara, Fátima Fadel – Língua e Literatura (Editora Moderna). REFERÊNCIAS Governo do Estado do Paraná. Secretaria de Estado da Educação. Superintendência da Educação. Diretrizes Curriculares de Língua Portuguesa Para o Ensino Médio. Versão Preliminar Julho 2006. Paraná Secretaria de Estado da Educação. Currículo básico para a escola pública do estado do Paraná. 3º Ed. Curitiba, 1997. DIRETRIZ CURRICULAR DA DISCIPLINA DE EDUCAÇÃO FÍSICA APRESENTAÇÃO A disciplina de Educação Física está embasada numa construção histórica socialmente construída segundo as diretrizes curriculares da Educação Física versão preliminar julho/2006 que faz uma crítica referente aos parâmetros curriculares nacionais, que há uma descentralização dos conhecimentos historicamente construídos, ao propor temas amplos que desviam a importância dos conhecimentos próprios de cada conteúdo de tradição da Educação Física, sendo os parâmetros uma proposta confusa e acrítica com uma redação aparentemente progressista. A necessidade de contextualizar a Educação Física no universo das metodologias está associada à questão da formação de professores de modo geral e esta, por sua vez, deve estar articulada com a analise do papel da educação na sociedade.Faz-se necessário entender a importância da Educação Física no contexto geral da educação, ou seja, articulada no processo ensino-aprendizagem, que leva a reflexão do que é o verdadeiro ensino da Educação Física nas escolas. De acordo com a proposta preliminar que traz em seu encaminhamento metodológico estudos que direcionam todo processo a ser utilizada na Educação Física será adotada a metodologia crítico-superadora. È de reconhecimento geral que oportunidades de movimento, adequadas às características e necessidades do aluno, são fundamentais para seu desenvolvimento. È necessário especificar que o conceito de movimento, nesse sentido, implica muito mais do que o deslocamento do corpo e dos membros produzidos como uma consequência do padrão espaço-temporal da contração muscular. È através do movimento que o ser humano se relaciona com o meio ambiente para alcançar seus objetivos. Comunicando-se, expressando seus conhecimentos e sua criatividade, por meio do movimento, o ser humano interage com o meio físico e social, aprendendo sobre si mesmo e sobre os outros. Nesse sentido, a Educação Física como parte da cultura humana constituise numa área de conhecimento que estuda e atua sobre um conjunto de manifestações da cultura corporal de movimento criada pelo ser humano ao longo da história, sendo fundamental para o pleno desenvolvimento do educando. Nessa perspectiva, não se pode esquecer das necessidades do enfrentamento dos Desafios Educacionais Contemporâneos (Educação Ambiental, Educação Fiscal, Drogas e Sexualidade), que visam fortalecer o individuo frente os obstáculos do dia-dia, bem como, o Ensino de Historia e Cultura Afro brasileira, Africana e Indígena - Lei 11.645/08, que serão abordados sempre que houver necessidade e a oportunidade, perante os alunos. EMENTA - Esporte, cultura corporal, educação pelo movimento, ginástica, corpo movimento e saúde, cultura afro, cultura indígena, educação fiscal, qualidade de vida e meio ambiente. OBJETIVOS GERAIS Trabalhar com o educando os conteúdos historicamente construídos que propicie uma ampliação do acervo motor e aperfeiçoamento e uma conscientização da importância da Educação Física para a formação plena do cidadão como um todo. Compreender a aplicabilidade dos conhecimentos da Educação Física no cotidiano social e no processo educacional e profissional do técnico em informática. CONTEÚDOS ESTRUTURANTES E BÁSICOS - 4ª SÉRIE CULTURA CORPORAL: Esportes: vôlei / handebol, basquete, futsal. Ginástica: alongamento, ginástica corporal. Corpo / Movimento e Saúde: dança de rua (música lei 11.769/08) Qualidade de vida e meio ambiente. Atividade física em academias e o uso de anabolizantes Educação pelo movimento. METODOLOGIA A metodologia sugerida pela proposta preliminar está embasada na metodologia critica- superadora preconizada por alguns autores que entendem que através desta metodologia os alunos participarão das aulas práticas e teóricas com uma formação consciente, corporal e social que contribui para a formação do cidadão. A metodologia da Educação Física devera estar fundamentada na produção de conhecimentos, ter conteúdos concretos, vivenciados dentro da realidade social, respeitando seus interesses, sua maturação e sua experiência anteriormente adquirida. AVALIAÇÃO Segundo estudos por várias correntes progressistas da educação a avaliação diagnostica é a mais indicada, sendo a mesma um processo contínuo, permanente e cumulativa, onde o professor organizará e reorganizará o trabalho visando às diversas manifestações corporais historicamente construídas levando os alunos a refletirem e se posicionarem criticamente perante a sociedade. A avaliação será realizada em função dos conteúdos, utilizando métodos e instrumentos diversificados, coerentes com as concepções e finalidades educativas expressas no projeto pedagógico da escola, sendo realizadas no mínimo duas avaliações por conteúdo. A recuperação de estudos dar-se-á de forma permanente e concomitantemente ao processo ensino aprendizagem. .REFERÊNCIAS Diretrizes curriculares de Educação Física, versão preliminar julho-2006 COLETIVO DE AUTORES. Metodologia do ensino de educação física. São Paulo. Cortez, 1992. DIEM, Liselott. Brincadeiras e esportes no jardim de infância. Rio de Janeiro: Ao livro Técnico, 1981. HOFFAMAN, Jussara. Avaliação Mediadora: uma prática em construção da pré-escola à universidade. Porto Alegre: Mediação, 1998. Avaliação mito & desafio: uma perspectiva construtivista. 29 ed Porto Alegre: Mediação, 2000 LUCKESI, Cipriano Carlos. A avaliação da aprendizagem escolar. São Paulo. Cortez, 2005. FREIRE, J.B. Educação Física de corpo inteiro. Scipione, 1989. SOARES, C.L. TAFFAREL, C.N.Z VARJAL, E. CASTELLANI FILHO, L. ESCOBAR, M.O. BRACHT, V.Metodologia de ensino da Educação Física. São Paulo: Cortez, 1992. VALADARES & ARAÚJO, S. & R. Coleção Educação Física no cotidiano Escolar. Volumes: 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7 e 8. Fapi. Belo Horizonte, 2002. DIRETRIZ CURRICULAR DA DISCIPLINA DE MATEMÁTICA APRESENTAÇÃO A escola do passado era uma escola para poucos, de elite, em que a Matemática atuava como filtro, permitindo a promoção apenas dos que tinham aptidões especiais ou auxílio particular. Atualmente pretende-se uma escola para todos, onde aprendam, visando formar o cidadão brasileiro do século XXI. Nessa escola é preciso que se ensine: a matemática indispensável para cidadania e a vida na sociedade moderna e ainda aquela que desenvolve o raciocínio quantitativo, geométrico e lógico, educa o espírito e enriquece a formação de cada indivíduo. Hoje sabemos que a aprendizagem não ocorre apenas quando se apresenta um conteúdo de forma organizada, nem mesmo quando os alunos repetem os modelos estudados. Ela somente se completa pela reflexão do aluno em face das várias situações que envolvem uma mesma ideia. Aprender com compreensão é mais do que dar resposta certa a um determinado desafio semelhante a outros já vistos; é poder construir o maior número possível de relações entre os diferentes significados da ideia investigada; é predispor-se a enfrentar situações novas, estabelecendo conexões entre o novo; e mais ainda, é saber criar e transformar o que já se conhece. Só assim, podemos garantir que houve aprendizagem, que esse aluno de fato, é proprietário do conhecimento que ele controla com a necessária autonomia. Com o estudo da Matemática devemos buscar a harmonia entre o papel da Matemática como instrumento para compreensão, a investigação, a interrelação com o ambiente, e seu papel de agente de modificações no individuo, provocando mais que o simples acúmulo de conhecimento técnico, o progresso do discernimento político. Nessa perspectiva, não se pode esquecer-se das necessidades do enfrentamento dos Desafios Educacionais Contemporâneos (Educação Ambiental, Educação Fiscal, Drogas e Sexualidade), que visam fortalecer o individuo frente os obstáculos do dia-dia, bem como, o Ensino de Historia e Cultura Afro brasileira, Africana e Indígena - Lei 11.645/08, que serão abordados sempre que houver necessidade e a oportunidade, perante os alunos. EMENTA: Números e Álgebra, Geometrias, Funções e Tratamento de Informação, e as relações existentes entre os campos de estudo da disciplina de Matemática. OBJETIVOS GERAIS Contribuir para a integração do aluno na sociedade em que vive, proporcionando-lhe conhecimentos básicos de teoria e prática da Matemática. Estimular a curiosidade, o interesse e a criatividade do aluno, para que ele explore novas ideias e descubra novos caminhos na aplicação dos conceitos adquiridos e na resolução de problemas. Desenvolver o nível cultural do aluno, contribuindo para um melhor e mais rápido aprendizado em qualquer outra matéria. Desenvolver no aluno hábitos de estudo, rigor, precisão, ordem, clareza, iniciativa, raciocínio, perseverança, responsabilidade, cooperação, crítica, discussão e uso correto da linguagem. Desenvolver no aluno a capacidade de classificar, seriar, relacionar, reunir, representar, analisar, sintetizar, conceituar, deduzir, provar e julgar. Possibilitar ao aluno o reconhecimento da inter-relação entre vários os campos da Matemática e desta com as outras áreas. Desenvolver no aluno o uso do pensamento, a capacidade de elaborar hipóteses, descobrir soluções, estabelecer relações e tirar conclusões. Proporcionar ao aluno atividades lúdicas e desafiadoras, incentivando o gosto pela Matemática e o desenvolvimento do raciocínio. CONTEÚDOSESTRUTURANTESE BÁSICOS - 4ª SÉRIE FUNÇÕES Funções trigonométricas. TRATAMENTO DA INFORMAÇÃO Matemática financeira; Estatística. GEOMETRIA Geometria analítica; Geometrias não-Euclidiana. GRANDEZAS E MEDIDAS Trigonometria no triângulo retângulo; Trigonometria da primeira volta. METODOLOGIA A metodologia aplicada tem como objetivo abordar os conteúdos estruturantes e conteúdos específicos priorizando relações e interdependências que enriquecem os processos da aprendizagem em Matemática pelo educando, para tanto, atendendo a organização dos conteúdos curriculares com a perspectiva de um trabalho docente que promova um enriquecimento se deus conhecimentos previamente adquiridos. Essa abordagem tem como pressuposto que o ensino e a aprendizagem da Matemática pode ser potencializado quando se problematizam situações do cotidiano. Sendo assim a introdução dos conteúdos será feita a partis de situações-problema desafiadores presentes no cotidiano dos alunos, da escola e nas diferentes oportunidades e dificuldades observadas e vividas pela sociedade. O desenvolvimento dos conteúdos ocorrerá por meio da resolução de problemas que tornam as aulas de Matemática mais dinâmicas, questionamentos e exposição oral feitos pelo professor, desenvolvimento de atividades escritas individuais e em grupo, confecção e manuseio de materiais didáticos, troca de ideias e debates. AVALIAÇÃO De acordo com D’ Ambrósio, a “avaliação deve ser uma orientação para o professor na condução de sua prática docente e jamais um instrumento para reprovar ou reter alunos na construção de seus esquemas de conhecimento teórico e prático. Selecionar, classificar, filtrar, reprovar e aprovar indivíduos para isto ou aquilo não são missão de educador” (2001, p. 78), sendo assim a avaliação será diagnóstica, contínua, paralela e cumulativa, desenvolvida através de: avaliações em grupo,trabalhos envolvendo leitura e interpretações de situações problema, resoluções de problemas encontrados em jornais e revistas, pesquisas de notícias que deem origem a questões matemáticas, elaborações de problemas a partir de notícias e dados de jornais revistas, valorização do que foi produzido no sentido de estimular os alunos a buscarem as melhores soluções para a resolução de situações-problemas e o desenvolvimento de novos comportamentos no sentido de mostrar para os alunos que a avaliação não se resume apenas na atribuição de notas. O replanejamento a partir de diagnóstico realizado e que revela aos professores sobre quantos e quais alunos estão conseguindo avançar no conhecimento e onde estão concentradas as dificuldades dos que não estão aprendendo. BIBLIOGRAFIA GIOVANNI, J. R.; BONJORNO, J. R.; GIOVANNI JR, J.R. Matemática Completa, FTD, São Paulo, 2004. GUELLI, O. Matemática, Série Brasil, São Paulo, Ática, 2003. GUELLI, O. Contando a história da Matemática, São Paulo, Ática, 1993. LONGEN, A. Coleção Nova Didática: Matemática – Ensino Médio, Editora Positivo, Curituba 2004. IMENES, Luiz Marcio Pereira, Matemática, Scipione, São Paulo, 1997. IMENES, Luiz Marcio Pereira, Vivendo a Matemática, Scipione, São Paulo, 1989. REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA Secretaria de Estado da Educação. Superintendência da Educação. Diretrizes Curriculares de Matemática para o Ensino Médio. Curitiba: SEED, 2006. Plano de Curso do Ensino Profissional. Proposta Curricular do Curso de Educação Profissional DEP/SEED. DIRETRIZCURRICULAR DA DISCIPLINA DE BIOLOGIA APRESENTAÇÃO Atualmente faz-se necessário compreender relação entre a Ciência, Tecnologia e Sociedade, visando ampliar as possibilidades de compreensão e participação efetiva nesse mundo. A disciplina de Biologia tem como objeto de estudo o fenômeno da VIDA. A preocupação com a discrição dos seres vivos e dos fenômenos naturais levou o homem a diferentes concepções de mundo e de seu papel enquanto parte deste mundo.Para compreender os pensamentos que contribuíram na construção das diferentes concepções sobre fenômeno VIDA e suas implicações para o ensino, buscou-se na História da Ciência os contextos históricos nas quais pressões religiosas, econômicas, políticas e sociais que impulsionaram mudanças conceituais no modo como o homem passou a compreender a natureza. O conhecimento do campo da Biologia deve-se subsidiar a análise e reflexão de questões polêmicas que dizem respeito ao desenvolvimento ao aproveitamento de recursos naturais e a utilização de tecnologias que implicam em intensa intervenção humana no ambiente, levando-se em conta a dinâmica dos ecossistemas dos organismos, enfim, o modo como a natureza se comporta e a vida se processa. Assim os conhecimentos apresentados pela disciplina Biologia no ensino médio, representam os modelos teóricos elaborados no esforço para levar o aluno a compreensão da natureza viva e dos diferentes sistemas explicativos, a composição entre os mesmos e a compreensão de que a ciência não tem respostas definitivas para tudo, sendo uma de suas características a possibilidade de ser questionado e de se transformar, bem como reconhecer que o conhecimento científico pode ser produto de longas investigações e estar em constante desenvolvimento, não pode ser considerado absoluto e acabado. Mais que inserir conteúdos atualizados cabe ao professor trabalhar as grandes teorias da Biologia incorporando informações a cerca das novas descobertas ao longo de toda vida. De posse desses conceitos centrais e aptos a buscar novos conhecimentos, os alunos terão condições de se inserir no mundo em que vive, em constante transformação e refletir sobre ele. Assumindo o ensino de Biologia como meio para transformar os estudantes e, por conseguinte, a sociedade, cabe a nós professores de Biologia com o entusiasmo e criatividade, estabelecer conexões com outras disciplinas sobre problemas da vida dos alunos, bem como a cultura AfroBrasileira e Africanae a Educação Ambiental, contextualizando os conceitos na Biologia na realidade. Mostrando que a Biologia está presente no nosso dia-adia e influencia diretamente as nossas tomadas de decisões. Portanto, o estudo dessa ciência requer uma postura mais crítica, para que possamos entender os processos biológicos numa busca constante de compreender o fenômeno “VIDA”. Partindo-se da dimensão histórica da disciplina Biologia foiidentificado os marcos conceituais da construção do pensamento biológico a partir dos quais foram estabelecidos os conteúdos estruturantes. Esses conteúdos apontam como a Biologia se constitui como conhecimento, e como esta tem influenciado na construção de uma concepção de mundo contribuindo para que se possam compreender as implicações sociais, políticas, econômicas e ambientais que envolvam a apropriação deste conhecimento biológico pela sociedade. A classificação dos seres vivos é uma tentativa de compreender toda uma diversidade biológica, agrupando e categorizando as espécies extintas e existentes. compreendendo a estrutura básica que organiza e determina o funcionamento de cada ser vivo, o aluno poderá compreender as relações existentes entre estes e seus habitats e compreender as relações ecológicas existentes entre os diferentes grupos. Para compreender o funcionamento das estruturas que compõem os seres vivos, fez-se necessário, ao longo da construção do pensamento biológico, pensar o organismo de forma fragmentada, separada, permitindo análises especializadas de cada função biológica, numa visão microscópica do mundo atual. Assim, os mecanismos biológicos explicam como os sistemas orgânicos dos seres vivos funcionam. A diversidade das espécies de seres vivos que habitam o planeta terra é denominada biodiversidade, tendo como papel fundamental atuar nos processos essenciais à vida através da manutenção do equilíbrio dos ecossistemas. Assim, a Biodiversidade propiciará ao aluno uma reflexão sobre os princípios que governam a vida animal no planeta, levando-o a entender que o seu futuro e de todas as espécies está condicionado às diferentes formas de apropriação que se fazem da natureza. Em se tratando dos avanços biotecnológicos,se faz necessário uma discussão voltada para as implicações éticas e morais na sociedade e a responsabilidade e postura perante as questões que envolvem a vida e a saúde da humanidade. Atualmente surgem grandes possibilidades onde o conhecimento científico e o domínio de técnicas de manipulação do gene e do DNA, permitem aos cientistas interferirem diretamente na vida de todos os seres vivos. Sendo assim, é preciso discutir enfatizando os limites para estes avanços, uma vez que não se pode ainda prever as consequências à humanidade. Estes conteúdos foram estabelecidos buscando-se sua historicidade da construção do pensamento científico e o caráter transitório do conhecimento elaborado. Compreendida assim, é mais uma das formas de conhecimentos produzidos pelo desenvolvimento do homem e determinada pelas necessidades materiais deste em cada momento histórico. O ensino de História e Cultura Afro-brasileira, Africana e Indígena, de acordo com a lei 11.645/08 e Educação Ambiental, de acordo com a lei 9.795/99, Decreto nº 4201/02, em seu artigo 2º afirma: “A Educação Ambiental é um componente essencial e permanente da educação nacional, devendo estar presente de forma articulada em todos osníveis e modalidades do processo educativo em caráter formal e não informal”, e estará contemplada nos conteúdos curriculares na disciplina de Biologia. Estes temas poderão ser abordados constantemente, quando se fizer necessário e/ou oportuno, uma vez que o referido assunto é vivenciado no dia-a-dia da sociedade. Os desafios educacionais contemporâneos (educação ambiental, educação fiscal, drogas e sexualidade) devem ser enfrentados pela escola na sua totalidade. EMENTA: A Biologia é um ramo do conhecimento que exerce grande fascínio em todos que nela se aprofundam, pois tenta explicar os fenômenos ligados à vida e à sua origem. Inicialmente, a biologia tinha um caráter mais contemplativo e descritivo da natureza, no entanto, hoje, os diversos avanços tecnológicos têm permitido um estudo mais investigativo e detalhado dos seres vivos e dos processos biológicos. Portanto o estudo: Origem do Universo. Origem da vida e evolução dos seres vivos. Reino Monera, Protista, Fungos, Plantae e Animalia. A Ciência no decorrer da historia da humanidade: pesquisa cientifica, avanços científicos e tecnológicos, ciências e transformações sociais, bioética. Educação Ambiental e desenvolvimento humano, social, político e econômico. Epidemiologia. Saúde Publica e Escolar. Orientação Sexual: embriologia, formação humana, medidas preventivas. No entanto é um campo interdisciplinar que envolve aspectos biológicos e sociais da origem, desenvolvimento e perspectivas da humanidade. OBETIVOS GERAIS Reconhecer a importância do estudo da Biologia como forma de compreender melhor o mundo que nos cerca. Valorizar a aplicação do método científico no estudo dos fenômenos biológicos. Desenvolver a capacidade de aprender a aprender como forma de aprimorar seus conhecimentos na disciplina. Desenvolver a capacidade de aprender a aprender como forma de aprimorar seus conhecimentos na disciplina. Aplicar os conhecimentos e hábitos adquiridos no estudo da Biologia em sua vida para preservar a saúde, com consequente melhoria da qualidade de vida. Analisar as implicações sócio-políticas, culturais e econômicas do desenvolvimento científico e tecnológico, seus alcances e suas limitações. Aprofundar-se nos conteúdos que conduzam ao processo de educação em saúde, pessoal e ambiental. Ampliar os conhecimentos biológicos frente às últimas descobertas. Desenvolver uma ética científica. Reconhecer a relevância dos conhecimentos relativos às Ciências. Biológicas nos avanços biotecnológicos. Desenvolver hábitos de trabalho em equipe e responsabilidade na realização de tarefas. Desenvolver a capacidade de lidar com materiais de laboratório e computadores. Desenvolver a integração: convergência de esforços, criatividade, senso crítico e participação. CONTEÚDOS ESTRUTURANTES E BÁSICOS- 4ª SÉRIE ORGANIZAÇÃO DOS SERES VIVOS, MECANISMOS BIOLÓGICOS, BIODIVERSIDADE E AS IMPLICAÇÕES DOS AVANÇOS BIOLÓGICOS NO FENÔMENO VIDA Os fundamentos da Genética. Os experimentos de Mendel e diibridismo. Os alelos múltiplos e as tipagens sanguíneas. A interação gênica e a pleiotropia. A vinculação gênica e ou linkage. Herança e sexo. Genética de Populações. As aberrações cromossômicas. Genética hoje: aplicações. A origem da vida. As teorias da evolução. As eras geológicas, o surgimento e a evolução da espécie humana. Introdução ao estudo da ecologia. As comunidades. Os ecossistemas. A dinâmica da vida nos ecossistemas. A poluição. Significado das siglas. METODOLOGIA É necessária a contextualização de conceitos para que o aluno perceba e identifique asinformações em sua vida, refletindo sobre a realidade de forma global, na qual os seres vivos estão inseridos, através de textos informativos e científicos, com uma grande variedade de fontes bibliográficas, aulas expositivas dialogadas, debates, palestras, aulas práticas nos laboratórios de Informática e de Ciências e relatórios. Nas aulas de Biologia muitos recursos metodológicos podem e devem ser utilizados para possibilitar a participação e aprendizagem do aluno como a aula dialogada, a leitura, a escrita, as aulas práticas, o uso de imagens (transparências, fotos, vídeo) o estudo do meio (praias, parques, rios, hortas, etc.) jogos didáticos e muitos outros recursos. AVALIAÇAO A avaliação na Biologia pode servir de ferramenta para auto-crítica do educador, permitindo melhor visão para intervir e reformular os processos de aprendizagem, quanto ao aluno tomará ciência de sua aprendizagem podendo providenciar as mudanças necessárias.A necessidade e o prazer superam obstáculos e transformam as maneiras de agir, ver e sentir o mundo, para além dos âmbitos escolares. A avaliação será realizada em função dos conteúdos, utilizando métodos e instrumentos diversificados, coerentes com as concepções e finalidades educativas expressas no projeto pedagógico da escola, sendo realizadas no mínimo duas avaliações por conteúdo. A recuperação de estudos dar-se-á de forma permanente e concomitantemente ao processo ensino aprendizagem. BIBLIOGRAFIA CARVALHO, W. Biologia em foco. São Paulo, FTD, 2005. CESAR E SEJAR, Biologia, Scipione, 2003. JUNQUEIRA, Biologia Celular, Editora Globo. DIRETRIZCURRICULAR DA DISCIPLINA DE FILOSOFIA APRESENTAÇÃO A filosofia gira basicamente em torno de problemas e conceitos criados no decorrer de sua longa história, os quais por sua vez devidamente utilizados geram discussões promissoras e criativas que desencadeiam ações e transformações. Sendo por essa razão que eles permanecem atuais. Na atual polêmica mundial e brasileira acerca dos possíveis valores éticos, políticos, estéticos e epistemológicos, a disciplina de filosofia pretende provocar o despertar da consciência de ensinar a pensar filosoficamente, a organizar perguntas num problema filosófico, escrever e avaliar filosoficamente, sem fórmulas a serem reproduzidas. Com isso a filosofia tem um espaço a ocupar e uma rica contribuição a oferecer no Ensino Médio. Nessa perspectiva, não se pode esquecer as necessidades do enfrentamento dos Desafios Educacionais Contemporâneos (Educação Ambiental, Educação Fiscal, Drogas e Sexualidade), que visam fortalecer o individuo frente os obstáculos do dia a dia, bem como, o Ensino de Historia e Cultura Afro brasileira, Africana e Indígena - Lei 11.645/08, que serão abordados sempre que houver necessidade e a oportunidade, perante os alunos. EMENTA: Diferentes perspectivas filosóficas na compreensão do conhecimento humano. O Estado e a organização social. Ética e Estética. Questões filosóficas do mundo contemporâneo científico. OBETIVOS GERAIS Conscientizar o aluno da importância de se descobrir um novo saber que opina por questionamentos, conceitos e categorias de pensamento, que busca articular a totalidade espaço temporal e sócio histórica em que se dá o pensamento e a experiência humana. O aluno deve descobrir o que é filosofia fazendo filosofia. Viabilizar interfaces com as disciplinas para a compreensão do mundo da linguagem, da literatura, da história, das ciências e da arte. Possibilitar aos estudantes o acesso ao saber filosófico produzido historicamente como fundamento do pensamento. CONTEÚDOS ESTRUTURANTES E BÁSICOS - 4ª SÉRIE MITO E FILOSOFIA; TEORIA DO CONHECIMENTO; ÉTICA; FILOSOFIA POLÍTICA; FILOSOFIA DA CIÊNCIA; ESTÉTICA. Obs: No 4º série do Curso Técnico em Informática os conteúdos trabalhados durante o ano serão os mesmos dos três anos anteriores. Será feita uma abordagem dos conteúdos estruturantes com ênfase nas leituras dos textos filosóficos. METODOLOGIA A metodologia a ser utilizada na aula de filosofia se divide em quatro momentos: A sensibilização, A problematização, A investigação e a criação de conceitos. A sensibilização deve acontecer por meio do assunto ou tema relevante. O tema poder ser retirado d uma figura, filme ou documento. O segundo passo é a problematização desse tema. Levantar questionamentos, perguntas em relação ao tema proposto. A investigação se dá no momento em que os questionamentos e perguntas foram levantados. Após o tema ser problematizado, investigado vem o momento da criação do conceito. É uma nova postura em relação ao assunto que foi estudado, criar uma nova ideia, rever antigos conceitos e descobrir uma nova forma de ver o conceito anterior. O ensino de Filosofia deve ser através de atividades investigativas individuais e coletivas que organizem o oriente o debate filosófico, se tornado dinâmico e participativo. O professor deve ter a preocupação de não ser superficial e de dosar a realização de todo o processo de ensino desenvolvido, desde a sensibilização para o problema, passando pelo o estudo de textos filosóficos, até a elaboração de conceitos, para que se efetive a reflexão filosófica. AVALIAÇÃO O critério de avaliação está dentro do processo da experiência filosófica. Filosofia se aprender fazendo por isso é diagnóstica sua função avaliativa. As avaliações devem ser de caráter, reflexivo que leve o aluno a pensar não somente nas respostas, mas também nas perguntas que foram formuladas. Seminários, debates, leitura de textos e pesquisas fazem parte da avaliação. Ao avaliar o professor deve ter profundo respeito pelas posições do estudante, mesmo que não concorde com elas, pois o que está em jogo é capacidade dele de argumentar e de identificar os limites de suas posições, assumindo uma nova postura mediante a formulação de seus próprios conceitos, dinamizando sua visão de mundo como cidadão do universo. A avaliação será realizada em função dos conteúdos, utilizando métodos e instrumentos diversificados, coerentes com as concepções e finalidades educativas expressas no projeto pedagógico da escola, sendo realizadas no mínimo duas avaliações por conteúdo. A recuperação de estudos dar-se-á de forma permanente e concomitantemente ao processo ensino aprendizagem. REFERÊNCIAS SOUZA, Sonia Maria Ribeiro de. Um outro olhar: Filosofia. São Paulo, FTD, 1995. CABALLERO, Alexandre. A Filosofia através dos textos. São Paulo: Curtrix, 1988. GAARDER, Jostein. O mundo de Sofia. Romance da História a filosofia São Paulo: Cia. das Letras, 1995. RUSSEL, Bertrand. História do Pensamento Ocidental. Rio de Janeiro: Ediouro, 2001. ABBAGNANO, Nicola. Dicionário de Filosofia. São Paulo. Martins Fontes, 2000. Livro Didático Público – Organização por professores do Paraná. Site: www.diadiaeducacao.pr.gov.br Biblioteca do professor. MATRIZ CURRICULAR DA DISCIPLINA DE SOCIOLOGIA APRESENTAÇÃO A sociologia contribui para a ampliação do conhecimento dos homens sobre sua própria condição de vida e fundamentalmente para a análise das sociedades, pautada em teorias e pesquisas que esclarecem muitos dos problemas da vida social. Seu objeto é o conhecimento e a explicação da sociedade através da compreensão das diversas formas pelas quais os seres humanos vivem em grupos, das relações que se estabelecem no interior e entre esses diferentes grupos bem como, a compreensão das consequências dessas relações para indivíduos e coletividade. É o estudo dos indivíduos, grupos e instituições que compõem a sociedade humana. Para não empobrecer o conteúdo da disciplina de Sociologia, considerase manter a análise do seu contexto histórico, do seu aparecimento e a contribuição dos clássicos tradicionais e teorias sociológicas mais recentes. Como disciplina escolar a Sociologia crítica deve contrastar tradições diversas de pensamento, avaliando os limites e potencialidades de explicações para os dias de hoje. É preciso tomar o cuidado para não tratar os conteúdos de forma a - histórica, descrevendo apenas a ordem social, ou uma Sociologia pragmática, de ação militante político-partidária, ou assistencial. Por isso a compreensão das teorias de Émile Durkeim, Karl Marx e Max Weber, precisa ser desenvolvida. A Sociologia é uma ciência social que se relaciona com a antropologia, a ciência política, a psicologia e outras ciências sociais. Entender Sociologia é concebê-la como uma Ciência Social com o papel histórico de não apenas explicar, criticar, mas transformar a realidade social, formando indivíduos capazes de romper com a lógica neoliberal, formando novos valores, nova ética e novas práticas sociais que apontem para a possibilidade de construção de novas relações sociais, levando o educando a não adaptar-se aos fatos sociais simplesmente, mas sentirem-se como agentes transformadores do processo social, contribuindo para a solução dos problemas, formação de atitudes e concepções úteis para a vida pessoal e cidadã: respeito à diversidade, espírito de justiça, criatividade e solidariedade, pretendendo construir constantemente o bem estar social da coletividade. A compreensão de conceitos e práticas no campo do ensino da Sociologia deve ser encaminhada pela necessidade de entender e explicar a dialética dos fenômenos sociais do cotidiano de uma expectativa que não seja a do senso comum, chegando-se à síntese necessária ao entendimento da sociedade, à luz do conhecimento científico, através de uma análise atenta e crítica das problemáticas sociais. A sociologia ao apresentar a sociedade capitalista e sua dinâmica na caracterização do curso do capitalismo, oferece as possibilidades de integração no curso profissionalizante quando constata que essa nova divisão do trabalho social, oportunizauma degradação acelerada das condições de existência da grande massa popular. Os inúmeros problemas de saúde, concentração de renda, de aumento de pobreza são temas que possibilitam esta integração em diversas áreas do conhecimento. Situando a participação dos alunos não só na formulação dos conteúdos, mas na sua relação direta com as questões sociais que tenham significado em suas vidas. No que tange aos temas contemporâneos obrigatórios, a Sociologia pode contribuir muito para o aprofundamento das questões. Como adequação da proposta curricular, a disciplina de Sociologia irá tratar dos seguintes temas consolidados através de lei federale/oudecretos: História do Paraná (lei nº13381/01), História e Cultura Afro-brasileira, Africana e Indígena (Lei nº11645/08), Enfrentamento a Violência contra a Criança e o adolescente (Lei nº11525/07), Educação Fiscal (Dec. Nº 1143/99), portaria nº 413/02) e Educação Ambiental (L.F nº 9795/99). OBJETIVOS GERAIS Estabelecer uma ponte entre o local e o global, o individual e o coletivo, a teoria e a realidade empírica, mantendo a ideia de totalidade e de inter-relações que constituem a sociedade. Estabelecer uma relação entre o contexto histórico dos autores clássicos, a construção das suas teorias e o conteúdo específico. Compreender os elementos básicos das teorias de Durkeim, Weber e Marx, levando em consideração o recorte temporal no qual se erige a Sociologia. Entender a dialética dos fenômenos sociais do cotidiano de uma expectativa que não seja a do senso comum, através de uma análise crítica à luz do conhecimento científico. Debater os limites e as possibilidades das teorias sociológicas clássicas com os temas atuais. Provocar indagações e buscar respostas, na realidade social do seu bairro, da escola, da família, dos meios de comunicação, instituições empresariais, a fim de despertar sua sensibilidade para os problemas brasileiros. Ampliar a capacidade de interpretação dos fenômenos sociais, superando o senso comum e reconhecendo a importância do conhecimento científico, em sua prática profissional. Levar o educando a desnaturalizar pré-conceitos sobre os fenômenos sociais, compreendendo-os como construções históricas, passíveis de sofrerem transformações. Inserir o educando na reflexão sobre o processo de formação de uma nova sociedade, que se define com um novo modo de produção, o capitalismo, assim como, a sua complexidade definida pela sua proposta de divisão de trabalho. Direcionar os conteúdos que trabalham com os temas contemporâneos no sentido de repassar conhecimentos teóricos e contribuir para o desenvolvimento da cidadania. CONTEÚDOS ESTRUTURANTES E BÁSICOS – 4ª SÉRIE O SURGIMENTO DA SOCIOLOGIA E TEORIAS SOCIOLÓGICAS. O surgimento da sociologia: Contexto histórico e político quanto à consolidação do capitalismo na Europa. Estruturação das diferentes áreas do conhecimento e do nascimento da ciência – objeto, teoria e método. Teoria de August Comte: explicação dos problemas sociais – teoria dos 3 estágios; características do pensamento científico, a ciência da sociedade – características e problemáticas; o papel das instituições. Teoria de Émile Durkheim: relação indivíduo x sociedade; definição do objeto e método, conceitos mais importantes que possam ser mobilizados nas discussões dos outros conteúdos da série. Teoria de Max Weber: relação indivíduo x sociedade, definição de método e objeto, relação entre o conhecimento sociológico e o conhecimento histórico; conceitos mais importantes que possam ser mobilizados nas discussões dos outros conteúdos da série. Teoria de Karl Marx: Compreensão do papel da história para Marx, explicação do processo de desenvolvimento do capitalismo, proposta para solução dos problemas sociais, que possam ser mobilizados nas discussões dos outros conteúdos da série. O desenvolvimento da sociologia no Brasil. Processo de socialização; Instituições sociais: Familiares; escolares; religiosas; Instituições de Reinserções (prisões, manicômios, educandários, asilos, etc). TRABALHO, PRODUÇÃO E CLASSES SOCIAIS. O conceito de trabalho e trabalho nas diferentes sociedades;. Desigualdades sociais: estamentos, castas e classes sociais. Organização do trabalho nas sociedades capitalistas suas contradições. Globalização e Neoliberalismo; Relações de trabalho; Trabalho no Brasil; Mudanças nos padrões de sociabilidade provocados pela globalização; desemprego; subemprego; cooperativismo; agronegócios; produtividade; capital humano; reforma trabalhista; Organização internacional do trabalho; Relações de mercado, avanço científico e tecnológico e os novos modelos de sociabilidade; Educação tributária (Dec. Nº 1143/99, portaria nº413/02). O modo de produção capitalista e a degradação ambiental. Elementos de sociologia rural e urbana: relações sociais no campo e nas cidades, novas organizações familiares, territórios marginais: estigma, preconceito, exclusão, organizações sociais do campo, conflitos, movimentos, padrões de dominação e violência. METODOLOGIA No ensino da Sociologia é fundamental a utilização de múltiplos instrumentos metodológicos, os quais devem adequar-se aos objetivos pretendidos, seja a exposição, a leitura e esclarecimento do significado dos conceitos e da lógica dos textos (teóricos, temáticos, literários). A metodologia de ensino deve colocar o aluno como sujeito de seu aprendizado, sendo constantemente provocado a relacionar a teoria com o vivido, a rever conhecimentos e reconstruir coletivamente novos saberes. Assim como, apreender a articulação entre as áreas de conhecimento propostas pela integração de conteúdos no ensino profissionalizante, que se cruzarão naturalmente ao longo da aprendizagem. A análise, a discussão e o debate visam à explicitação e explicação de problemáticas sociais concretas e contextualizadas, desconstruindo pré-noções e pré-conceitos que dificultam o desenvolvimento da autonomia intelectual e de ações políticas direcionadas à transformação social, levando-se em conta a linguagem, interesses pessoais e profissionais e as peculiaridades da região em que a escola está inserida. A pesquisa de campo deve ser iniciada a partir da discussão com o grupo de alunos para a definição do tema a ser pesquisado e do enfoque ou recorte a ser privilegiado; em seguida deverá ser elaborado um pré-projeto de pesquisa, elaboração de um roteiro de observação e\ou de entrevistas, ida a campo para o levantamento dos dados, organização dos dados coletados, confecção de tabelas ou gráficos, e se necessária à interpretação dos mesmos e finalmente a análise e articulação com a teoria. Não se pretende através dos conteúdos estruturantes responder pela totalidade da Sociologia, bem como, por seus desdobramentos em conteúdos articulados com a prática profissional, devido à dimensão e às dinâmicas próprias da sociedade e conhecimento científico que a acompanha, mas, por outro lado, também tem-se a clareza da necessidade de tornar o aluno no ensino profissionalizante, sujeito de sua história, pois num país marcado pela desigualdade social, é fundamental que se apropriem do conhecimento articulado, e se insiram como cidadãos na realidade social que os cerca para transformá-la, imbuídos pelo desejo da mudança das relações existentes na sociedade, visando a igualdade, o respeito e a tolerância. AVALIAÇÃO A avaliação não deverá ser meramente verificatória da aprendizagem dos conceitos trabalhados ou das teorias, mas precisará ser articulada, procurando perceber a apreensão que os educandos realizamos modificações que demonstram na compreensão dos mecanismos de funcionamento da sociedade, nos discursos, nos posicionamentos dentro do espaço escolar e nas relações sociais. De acordo com a LDB (n. 9.394/96, art.24, inciso V) avaliação é “contínua e cumulativa do desempenho do aluno, com prevalência dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos”. Verificação diagnóstica e contínua de apreensão de alguns conceitos básicos da ciência, articulados com a prática social; a capacidade de argumentação fundamentada teoricamente; a clareza e coerência na exposição das ideias observadas em forma de texto oral ou por escrito. Analisar a participação do aluno nas pesquisas individuais ou em grupo, a sua produção de textos que demonstre capacidade de articulação entre teoria e prática, assim como, a elaboração de reflexão crítica nos debates, que acompanham os textos, clipes, publicidades e filmes. Este processo de avaliação no âmbito do ensino de Sociologia estará vinculado a elaboração por parte do aluno de um conhecimento sociológico que deverá ir muito além da definição, classificação, descrição e estabelecimento das correlações de conteúdo específico. O aluno deverá construir um conhecimento sociológico que o possibilite explicitar e explicar problemáticas sociais concretas e contextualizadas, desconstruindo pré-noções e pré-conceitos, desvendando a sociedade em que vive, com seus conflitos e contradições, contribuindo assim, para a sua formação com cidadão ativo e dotado de senso crítico. As avaliações serão divididas em blocos de conteúdos com avaliações ofertadas com instrumentos diferenciados (seminários, pesquisas, trabalhos em grupo, prova oral, relatórios, debates, etc.). A recuperação de estudos será ofertada simultaneamente através de trabalhos dirigidos em sala, de forma que todos os alunos possam participar. Vale ressaltar que a avaliação será processual, diagnóstica e seguirá o critério da somatória de resultados obtidos. REFERÊNCIAS ALVES, R.Filosofia da Ciência. São Paulo: Artes Poéticas, 1996. AZEVEDO, F. Princípios da sociologia: pequena introdução ao estudo da sociologia geral. São Paulo:Duas Cidades, 1973. BAUMAN, Zygmunt. Aprendendo a pensar com a sociologia. Rio de janeiro: Jorge Zahar Ed., 2010. GUARESCHI, P. Sociologia crítica: alternativas de mudança. Porto Alegre: Mundo Jovem,1993. COMTE,A. Sociologia. São Paulo: Ática, 1978. COSTA, Cristina. Sociologia – Introdução à Ciência da Sociedade. 3ª edição, editora Moderna. DURKHEIM, E. David. Os pensadores. São Paulo: Abril, 1978. Livro Didático Público de Sociologia do Paraná. Vários autores – Curitiba – SEED – Pr, 2006, 280 p. MARTINS, Carlos B. O que é Sociologia. Coleção Primeiros Passos. 4ª Ed. Editora Brasiliense, 1983. MARX, H, Karl. A ideologia Alemã. São Paulo, Hucitec, 1996. OLIVEIRA, Luiz Fernandes de. Sociologia para jovens do século XXI. Rio de Janeiro: Imperial Novo milênio, 2007. OLIVEIRA, Pérsio Santos. Introdução à Sociologia – Ensino Médio – volume único, Ática, 2004 Secretaria de Estado da Educação do Paraná – Diretrizes Curriculares de Sociologia para o ensino Médio, 2007. DIRETRIZ CURRICULAR DA DISCIPLINA DE REDES E SISTEMAS OPERACIONAIS APRESENTAÇÃO Uma rede de dados é definida como um conjunto de computadores, que trocam informações e compartilham recurso, interligados pro um sistema de comunicação. É neste contexto que a disciplina de redes e sistemas operacionais trabalha. O assunto redes é complexo, devido a grande variedade de segmentos, equipamentos, arquiteturas, modelos e componentes existentes. Desta forma, a disciplina de Redes e Sistemas Operacionais, dará ao educando todo embasamento teórico necessário ao conhecimento de importantes conceitos da área, além de condições para que o educando crie uma rede de pequeno porte, e também é abordados tópicos avançados, como: servidores de rede, intranet, protocolo TCP/IP, etc. Nessa perspectiva, não se pode esquecer das necessidades do enfrentamento dos Desafios Educacionais Contemporâneos (Educação Ambiental, Educação Fiscal, Drogas e Sexualidade), que visam fortalecer o individuo frente os obstáculos do dia dia, bem como, o Ensino de Historia e Cultura Afro brasileira, Africana e Indígena - Lei 11.645/08, que serão abordados sempre que houver necessidade e a oportunidade, perante os alunos. EMENTA: Introdução ás redes de computadores, projeto de redes. Conceitos básicos de segurança, interligação de redes, protocolos de comunicação, serviços de rede. Conceitos, estruturas e dispositivos de Sistemas Operacionais. OBJETIVO GERAL O principal objetivo é capacitar profissionais que atendam a demanda do mercado de trabalho, sendo capazes de configurar; desenvolvendo projetos de redes, com todas as características de hardware e software. CONTEÚDOS ESPECÍFICOS – 4ª SÉRIE CONCEITOS DE TRANSMISSÃO DE DADOS. Histórias da Redes Tipos de Redes Topologias de Redes MATEMÁTICA DAS REDES Bits, Bytes e Múltiplos Números binários LARGURA DE BANDA Conceitos básicos MEIOS DE TRANSMISSÃO Meios em Cobre Meios Ópticos Meios sem fio DISPOSITIVOS DE REDE DE COMPUTADORES. Hub Repetidor Bridge Switch Router Placa de Rede Access Point PROTOCOLOS DE COMUNICAÇÃO TCP/IP Endereçamento IP Classes de Redes Máscara de Sub-Rede DCHP DNS REPRESENTAÇÃO ELÉTRICA DE INFORMAÇÃO DIGITAL Conceitos básicos CONFIGURAÇÃO DE REDES LOCAIS Endereços IP Classe A, B e C e Máscara de Rede Configuração de Redes Windows Configuração de Redes Linux Detecção de problemas em redes Configuração de modem ADSL REDES WIRELESS Protocolo 802.11a,b,g,n Tecnologias e equipamentos Access Point Antenas direcionais e ominidirecionais Criptografia WEP e WPA Configuração de Redes Wireless TIPOS DE REDE Lan Man Wan CÓDIGO DE SISTEMAS DE TRANSMISSÃO BANDA BASE Conceitos Básicos Técnicas de Multiplexacão Banda base Banda broad CONCEITOS BÁSICOS DE CONECTIVIDADE Conceitos Básicos TOPOLOGIA DE REDES Anel Estrela Barra REDES LOCAIS E DE LONGA DISTANCIA Lan Wan SISTEMAS OPERACIONAIS DE REDE Windows Unix MODELOS DE REFERÊNCIA Modelo OSI Modelo TCP/IP INTERLIGAÇÃO E EQUIPAMENTOS DE REDES Conceitos básicos DESEMPENHO, CUSTOS E SEGURANÇA DE REDES Criptografia Firewal HISTÓRICO, CLASSIFICAÇÃO, ESTRUTURA E COMPONENTES DOS SISTEMA OPERACIONAL Conceitos básicos CABEAMENTO Introdução Normas e padronizações TECNOLOGIAS ETHERNET Conceitos básicos INTRANET E EXTRANET Conceitos e aplicabilidade METODOLOGIA Através de aulas expositivas e práticas, experimentação e observação em laboratório, visitas a empresas e ambientes reais de trabalho, promover o conhecimento e funcionamento dos diversos sistemas operacionais e de comunicação. AVALIAÇÃO A avaliação será sempre um instrumento para dimensionar o nosso trabalho o do aluno e da escola. A avaliação não terá função terminal, não devendo ser mera soma das notas alcançadas frente às tarefas propostas. O acompanhamento devera acorrer em função da construção do conhecimento e não em função das tarefas proposta. A avaliação neste sentido não terá caráter de punição e seleção, uma vez que todos são capazes de aprender. Segundo Luckesi “Avaliação é um juízo de valor, sobre dados relevantes da realidade para uma tomada de decisão”. Será, portanto, refletir com o aluno sobre os resultados obtidos e decidir quais as medidas necessárias para reorganizar o processo. Na organização do currículo integrado do curso técnico em informática isto implica em mudanças na concepção de avaliação. Propõe-se, portanto uma avaliação diagnóstica, considerando-se os conteúdos que permitem ao aluno alcançar o saber concreto sobre a visão dos saberes acumulados, sem perder de vista que a função diagnóstica da avaliação é servir de parâmetro, como subsídio, como ponto do processo ensino-aprendizagem, com ênfase no desempenho do estudante e dos demais elementos da prática pedagógica. Esta concepção de avaliação concretizar-se-á se todos os envolvidos no processo ensino-aprendizagem tiverem como foco a recuperação de estudos, como retomada dos conteúdos permeando a prática docente considerando as formas diferenciadas de aprendizagem. REFERÊNCIAS CARMONA, Tadeu. Segredos das Redes de Computadores. 2ª Ed. Editora Digerati / Universo de livros. COMER, Douglas E. Redes de computadores e internet. 4ª edição. Editora Artmed. DANTAS Mário. Tecnologia de Redes de comunicação e computadores. Editora AXCEL. DEITEL Choffnes. Sistemas Operacaionais. Editora Person. FERREIRA, Hugo Barbosa. Redes de Planejamento: Metodologia e prática com PERT/CPM E MS PROJECT. Editora Ciência Moderna. GAGNE, Abrahan Silberschatz Greg, GALVN, Peter Baer. Fundamentos de Sistemas Operacionais. Editora LTC. GALLO, M.A. Comunicação entre Computadores e Tecnologias de Rede, Thomsnon. 2003. GOUVEIA José, MAGALHÃES Alberto. Redes de Computadores. Editora LTC. GUIMARÃES Alexandre Guedes, LINS Rafael Dueire, OLIVEIRA Raimundo Corrêa. Segurança em Redes privadas Virtuais – VPNS. Editora Brasport. MATTHEWS Jeanna. Redes de computadores – Protocolos de Internet em Ação. Editora LTC. 2006. MENDES Douglas Rocha. Redes de Computadores: Teoria e Prática. Editora Novatec. NAKAMURA Emílio Tissato, GEUS Paulo Licio. Segurança de Redes em Ambientes Cooperativos. Editora Novatec. STARLIN Gorki. TCP/IP: Redes de computadores e Comunicação de dados. Editora Alta Books. TANENBAUM, Andrew S. Redes de Computadores. Campus. TANENBAUM Andrew S, WOODHULL Albert S. Sistemas Operacionais: Projetos e Implementação. Editora Bookman. TORRES, G. Redes de Computadores – Curso Completo. Axcel. 2001. VIGLIAZZI Douglas. Rede Locais com Linux. 2ª edição. Editora Visual Books. Reformulação curricular dos cursos técnicos da rede estadual: Uma construção coletiva Projeto plano de curso do Colégio Estadual de Paranavaí. LUCKESI, Cipriano C. Avaliação do aluno: A favor ou contra a Democratização do Ensino? Avaliação da Aprendizagem Escolar: Estudos e Proposições – 15ª ed. Sp: Cortez, 2003, 60. Projeto Político Pedagógico, do Colégio Estadual de Paranavaí – Paraná. DIRETRIZ CURRICULAR DA DISCIPLINA DE INTERNET E PROGRAMAÇÃO WEB APRESENTAÇÃO A Internet é uma grande rede de comunicação. E neste contexto que a disciplina de Internet e Programação Web atua, apresentando aos alunos as tecnologias e ferramentas da Internet, e principalmente a pratica de programação voltada para a Internet. EMENTA: Históricos, evolução e serviços de Internet. Ferramentas, projetos e desenvolvimento de páginas. OBJETIVO GERAL O principal objetivo é capacitar profissionais que atendam a demanda do mercado de trabalho, sendo capazes utilizar os serviços e as ferramentas disponíveis na Internet, e criar páginas para Web. CONTEÚDOS ESPECÍFICOS – 4ª SÉRIE Linguagem para desenvolvimento de aplicações Web Organização de paginas estáticas e dinâmicas Servidor de base de dados Ferramenta de acesso à base de dados Segurança METODOLOGIA A metodologia tem como base à pesquisa e à autonomia para busca do conhecimento. Aulas teóricas e praticas e desenvolvimento de projetos. AVALIAÇÃO A avaliação será sempre um instrumento para dimensionar o nosso trabalho o do aluno e da escola. A avaliação não terá função terminal, não devendo ser mera soma das notas alcançadas frente às tarefas propostas. O acompanhamento devera acorrer em função da construção do conhecimento e não em função das tarefas proposta. A avaliação neste sentido não terá caráter de punição e seleção, uma vez que todos são capazes de aprender. Segundo Luckesi “Avaliação é um juízo de valor, sobre dados relevantes da realidade para uma tomada de decisão”. Será, portanto, refletir com o aluno sobre os resultados obtidos e decidir quais as medidas necessárias para reorganizar o processo. Na organização do currículo integrado do curso técnico em informática isto implica em mudanças na concepção de avaliação. Propõe-se, portanto uma avaliação diagnóstica, considerando-se os conteúdos que permitem ao aluno alcançar o saber concreto sobre a visão dos saberes acumulados, sem perder de vista que a função diagnóstica da avaliação é servir de parâmetro, como subsídio, como ponto do processo ensino-aprendizagem, com ênfase no desempenho do estudante e dos demais elementos da prática pedagógica. Esta concepção de avaliação concretizar-se-á se todos os envolvidos no processo ensino-aprendizagem tiverem como foco a recuperação de estudos, como retomada dos conteúdos permeando a prática docente considerando as formas diferenciadas de aprendizagem. REFERÊNCIAS PRATES, Rubens. HTML – Guia de Consulta. São Paulo: Novatec, 1997. Site: http://www.imasters.com.br. UEPG. Criação e Programação voltada para Internet. Ponta Grossa: UEPG, 2003. LUCKESI, Cipriano C. Avaliação do aluno: A favor ou contra a Democratização do Ensino? Avaliação da Aprendizagem Escolar: Estudos e Proposições – 15ª ed. Sp: Cortez, 2003, 60. Projeto plano de curso do Colégio Estadual de Paranavaí. Projeto Político Pedagógico, do Colégio Estadual de Paranavaí – Paraná. Reformulação curricular dos cursos técnicos da rede estadual: Uma construção coletiva. DIRETRIZ CURRICULAR DA DISCIPLINA DE LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO APRESENTAÇÃO A disciplina de Linguagem de Programação surge com o objetivo de proporcionar uma seqüência de aprendizado em conjunto com a disciplina de Lógica de Programação, uma vez que ambas possuem um elo de ligação muito íntimo entre as mesmas. Em outras palavras, os conceitos adquiridos em Lógica de Programação são fundamentais para que o aluno possa dar prosseguimento ao curso e abstrair os conhecimentos referentes à Linguagem de programação. Mas independentemente disto, a disciplina de Linguagem de programação pode ser denotada como sendo uma das principais do curso, quiçá a mais importante, uma vez que a mesma esta intimamente ligada à essência da arte da informática. EMENTA: Conceito de linguagens de programação, programação modular, orientação a objetos, ambiente de desenvolvimento e testes. OBJETIVO GERAL Este conteúdo objetiva transmitir aos alunos alguns conceitos básicos para capacitá-los a abstrair a técnica e o conhecimento necessário para se desenvolver um pequeno projeto computacional relacionado a software, mais condizente ao nível de conhecimento que o curso pode oferecer. Para que num módulo posterior ele tenha condições de dar prosseguimento à aquisição desses conhecimentos relacionados ao assunto, afim de se compreender como se desenvolve um sistema através de uma determinada linguagem de programação de computadores. CONTEÚDOS ESPECÍFICOS – 4ª SÉRIE Módulo de programação; Os elementos de controle; Operações, propriedade e fases de um projeto; Tipos de controles; Dados, variáveis e constantes; Criação de funções e de procedimentos; Funções; Detecção e prevenção de erros de sintaxe; Criação da interface; Acesso e ligação à base de dados; Seleção de dados utilizando linguagem de consulta; Manipulação de registros; Distribuição da aplicação; Geração de relatórios. METODOLOGIA Vamos procurar sempre trabalhar os conteúdos aplicando métodos que proporcione um melhor rendimento do conteúdo bem como uma melhor abstração de conhecimento por parte dos alunos. Embora seja complicado devido a escassez de recursos tecnológico que por sua vez infelizmente é a base do nosso curso e principalmente da disciplina. Mas independente disto vamos sempre buscar alternativas que possam de alguma forma suprir estas necessidades, de forma a aplicar conteúdos teóricos de maneira atualizada e da mesma forma abstraindo metodologias visando despertar o interesse dos alunos. AVALIAÇÃO Por se tratar de uma disciplina quase que puramente prática, onde os alunos terão basicamente que aplicar os conceitos abstraídos na disciplina de lógica agora evidentemente na prática convertendo algoritmo em uma determinada linguagem de programação. Vamos procurar avaliá-los também não somente com teoria, mas também com atividades práticas denotando os conceitos e as estruturas básicas da programação de computadores, uma vez que os recursos são escassos para se cobrar algo muito dinâmico. REFERÊNCIAS BOENTE Alfredo. Construindo algoritmos computacionais: Lógica de Programação. Brasport. CARBONI Irenice de Fátima. Lógica de Programação. Thomson Learning (Pioneira). FORBELLONE André Luiz, EBERSPACHER Henri F. Lógica de Programação – A construção de algoritmos e estruturas de dados. 3ª Ed. Pearson/Prentice Hall. MANZANO, Jose Augusto N. G. Algoritmos: lógica para desenvolvimento de programação em computadores. Editora Érica. 2002. SAID, Ricardo. Curso de Lógica de Programação. Digerati/Universo de livros. SENAC. Construção de Algoritmos. Editora Senac. SOUZA, Marco Antonio Furlan de, GOMES Marcos Marques, SOARES Marcio Vieria. Algoritmos e Lógica de Programação. Editora Thomson. XAVIER Gley Fabiano Cardoso. Lógica de Programação. Senac. ZAVIANI. N. Projeto de Algoritmos: Com Implementação em Pascal e C. Thonson. 2000. DIRETRIZ CURRICULAR DA DISCIPLINA DE BANCO DE DADOS APRESENTAÇÃO Entende-se por Banco de Dados uma estrutura na qual se cria tabelas, de forma que esta estrutura deve dar suporte em seus aspectos físicos e lógicos, de segurança e de compartilhamento em caso de ambientes multi-usuários. Dessa forma o profissional contribuirá para a eficiência no armazenamento e na recuperação, da distribuição e da disponibilizarão de dados, bem como contribuir no desenvolvimento de aplicações. Nesta disciplina os alunos têm conhecimentos multidisciplinares que incluem diversos campos do conhecimento. Alem dos conteúdos específicos temos o compromisso com a formação do individuo na totalidade, proporcionando ao mesmo interagir de forma consciente e critica na sociedade atual. Nessa perspectiva, não se pode esquecer das necessidades do enfrentamento dos Desafios Educacionais Contemporâneos (Educação Ambiental, Educação Fiscal, Drogas e Sexualidade), que visam fortalecer o individuo frente os obstáculos do dia dia, bem como, o Ensino de Historia e Cultura Afro brasileira, Africana e Indígena-Lei 11.645/08, que serão abordados sempre que houver necessidade e a oportunidade, perante os alunos. EMENTA: Conceitos e definição de banco de dados, modelos e modelagem, desenvolvimento e estudo de caso. OBJETIVOS GERAIS Intervir na realidade, de forma criativa, ampliando as habilidades do aluno a modelar, usar as estruturas de bancos de dados, e tornando os aptos a usar as linguagens de consultas. Tornar os alunos aptos a usar a informática como ferramenta. Incentivar o trabalho cooperativo na utilização da tecnologia. Formando profissionais instrumentalizados e conscientes da intencionalidade e responsabilidade no uso dos recursos da comunicação e da informática na educação e no ensino, de forma reflexiva, criativa e crítica. CONTEÚDOS ESPECÍFICOS: 4ª SÉRIE Banco de Dados Conceitos Características Tipos de Bancos de Dados Elementos de um Banco de Dados SISTEMAS DE GERENCIAMENTO DE BANCO DE DADOS Conceitos Características e Funcionalidades Partes de um SGBD Níveis de Visão de um SGBD Arquitetura Padrão dos SGBD Linguagem de Definição de Dados Linguagem de Manipulação de Dados MODELO DE DADOS Conceitos Objetivos Relacionamentos Modelo Conceitual Modelo Lógico Modelo Físico MODELOS DE ENTIDADES E RELACIONAMENTOS CONCEITOS E ARQUITETURA Definição dos elementos de um MER (Entidades, Atributos, Domínios, Relacionamentos, Cardinalidade) Representação Gráfica dos Elementos de um MER Linguagem de Consultas – SQL Abordagem Relacional Tabelas Atributos ou Colunas Linha, Registros ou Tuplas. Chave Primária Chave Estrangeira. Linguagem de Manipulação de Dados. Estudos e Resolução de Casos envolvendo estrutura de dados simples e dependentes. METODOLOGIA A infra-estrutura de informática será intensamente utilizada, além de outras estratégias de ensino como visitas técnicas, fóruns, conferências, atividades práticas entre outras atividades. AVALIAÇÃO Conforme o regimento escolar a avaliação é continua, cumulativa e processual devendo refletir o desenvolvimento global do aluno e considerar as características individuais deste no conjunto dos componentes curriculares cursados, com preponderância dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos. Em se tratando da recuperação de estudos esta é direito dos alunos independentemente do nível de apropriação dos conhecimentos básicos e dar se á de forma permanente e concomitante ao processo ensino e aprendizagem. Será aplicado no mínimo dois instrumentos de avaliação diversificados por conteúdo. Os trabalhos individuais e em grupos receberão orientação; O valor de cada conteúdo estará previsto no plano de trabalho docente. Serão oportunizado a todos os alunos, diferentes procedimentos avaliativos por conteúdo(s), sendo realizado assim a recuperação de estudos durante o bimestre REFERÊNCIAS MONTEIRO. E. Projeto de sistemas e Banco de Dados. Brasport. 2004. SETZER, Valdemar W., SILVA Flavio Soares Corrêa da. BANCOS DE DADOS. Edgard Blucher. 1 ª EDIÇÃO. DATE C J. Introdução a Sistemas de Banco de Dados. Ed. Campus. ELMASRI Ramez E., NAVATHE Shamkant. Sistema de Banco de Dados. Pearson/Pretice Hall. 4 ª edição. DIRETRIZ CURRICULAR DA DISCIPLINA DE ANÁLISE E PROJETOS APRESENTAÇÃO Conhecer os conceitos sobre sistemas de uma forma geral, sistemas de informação, o ambiente empresarial onde se aplicam sistemas de informação e a abordagem sobre engenharia de software. Noção das atividades do analista de sistema e como tal profissional deve atuar no mundo do trabalho. EMENTA: Introdução a sistemas, levantamento de dados, modelos e modelagem, desenvolvimento e estudo de caso. OBJETIVOS GERAIS Conhecer e seguir todas as etapas de um processo moderno e profissional de desenvolvimento de software. Conhecer e utilizar técnicas básicas de análise e projeto de sistemas segundo uma metodologia orientada a objetos. Conhecer e aplicar na prática os conceitos básicos de orientação a objetos, para analise e projeto de soluções computacionais de problemas do mundo real. Conhecer e utilizar a UML e os seus diagramas básicos para modelagem e especificação nas fases de análise e projeto do software. CONTEÚDOS ESPECÍFICOS: 4ª SÉRIE Fases da concepção de projetos; Influência dos sistemas de hardware e de software na faze de desenvolvimento; Estudo do sistema de informação de uma empresa; Conceitos e fundamento de desenvolvimento estruturado de sistemas de informação; Ciclo de vida de sistemas; Procedimentos operacionais passíveis de sistematização; Técnicas de entrevistas e levantamento de necessidades; Desenvolvimento montagem de organogramas e diagramas; Técnicas de montagem de proposta e avaliação da proposta de informatização; Ferramentas para desenvolvimento de projetos; Diagrama de Fluxo de Dados (DFD); Criação de dicionários de dados; Diagrama de Entidade Relacionamento (DER); Especificação de processos; Objetivo e importância dos relatórios de sistema; Apresentação de projeto final; Analise orientada a objeto; Diagrama de caso de uso; Diagrama de classe. Linguagem de modelagem unificada. METODOLOGIA Aulas práticas e expositivas, desenvolvimento de projetos e implementação, entrevistas para levantamento de informações para projeto de sistema de informação. O aprofundamento dos saberes relacionados à área de Informática envolve de um lado os procedimentos científicos de seus objetos propiciados por várias circunstâncias, dentre as quais se destacam os conteúdos tecnológicos e práticos, afeitos a cada disciplina, numa perspectiva integradora. Cada uma das disciplinas deve promover conhecimento que sirvam para o exercício de intervenções e julgamentos práticos. Isto significa que o entendimento e procedimentos técnicos, a obtenção e análise de informações num contexto amplo para a cidadania e vida profissional. Essa metodologia deve propiciar a construção da compreensão dinâmica de nossa vivência material em harmonia com o mundo da informação e o entendimento da vida social e produtiva. Assim, a organização curricular do Curso Técnico em Informática Integrada ao Ensino Médio exige que o trabalho dos professores seja articulada desde o planejamento até a avaliação dos alunos, para que estes assimilem as competências cognitivas próprias da ciência e da cultura, as quais irão fundamentar a incorporação do saberes técnicos e tecnológicos específicos da área de informática. A metodologia utilizada por todos os professores terá como eixo básico a relação teoria-prática. Portanto, os laboratórios de Informática será intensamente utilizados pelos professores, bem como utilizar outras estratégias de ensino como seminários, palestras, visitas técnicas e projetos. AVALIAÇÃO A avaliação será sempre um instrumento para dimensionar o trabalho do professor, do aluno e da escola. A avaliação não terá função terminal, não devendo ser mera soma das notas alcançadas frente às tarefas propostas. O acompanhamento deverá ocorrer em função da construção do conhecimento e não em função das tarefas propostas. A avaliação neste sentido não terá caráter de punição e seleção, uma vez que todos são capazes de aprender. Segundo Luckesi “Avaliação é um juízo de valor, sobre dados relevantes da realidade para uma tomada de decisão”. Será, portanto, refletir com o aluno sobre os resultados obtidos e decidir quais as medidas necessárias para reorganizar o processo. Na organização do currículo integrado do curso Técnico em Informática isto implica em mudanças na concepção de avaliação. Propõe-se, portanto uma avaliação diagnóstica, considerando-se os conteúdos que permitem ao aluno alcançar o saber concreto sobre a visão dos saberes acumulados, sem perder de vista que a função diagnóstica da avaliação, é servir de parâmetro, como subsídio, como ponto de partida de todo o processo ensino-aprendizagem. Em suma, na prática do cotidiano escolar, avalia-se para colher informações sobre o andamentos do processo ensino-aprendizagem, com ênfase no desempenho do estudante e dos demais elementos da prática pedagógica. Esta concepção de avaliação concretizar-se-á se todos os envolvidos no processo ensino-aprendizagem tiverem como foco a recuperação de estudos, como retomada dos conteúdos permeando a prática docente considerando as formas diferenciadas de aprendizagem. REFERÊNCIAS CIENFUEGOS, F.; VAITSMAN, D. Análise Instrumental. Editora Interciência, Rio de Janeiro, 2000. DEMARCO, Tom. Análise Estruturada e Especificação de Sistemas. São Paulo: Editora Campus, 1989 DAVID. W. S. Análise e projeto de sistema uma abordagem estruturada. RJ. LTC, 1994. GANE, C & SARSON, T. Análise Estruturada de Sistemas. Rio de Janeiro , LTC, 1983. GUSTAFSON, David. Teoria e problemas de engenharia de software. Porto Alegre: Bookman, 2003, 207p.: il. (Coleção Schaum). CORREIA , Carlos Henrique & TAFNER, Malcon Anderson. Análise Orientada a Objeto. 2ª edição Florianópolis. Editora Visual Books 2006. NASCIMENTO Luciano Prado Reis. O usuário e o desenvolvimento de Sistemas. Florianópolis Visual Books 2003. POMPILHO, S. Análise Essencial: Guia Prático de Análise de Sistemas, Rio de Janeiro. Ciência Moderna, 2002.