UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL - ESCOLA DE ENGENHARIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA JOÃO ALVAREZ PEIXOTO DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS DE AUTOMAÇÃO DA MANUFATURA USANDO ARQUITETURAS ORIENTADAS A SERVIÇO E SISTEMAS MULTI-AGENTES Dissertação de mestrado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, como parte dos requisitos para a obtenção do título de Mestre em Engenharia Elétrica. Orientação Prof. Dr. Ing. Carlos Eduardo Pereira 1 UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL - ESCOLA DE ENGENHARIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA MOTIVAÇÃO Arquitetura Orientada a Serviços Sistemas interoperáveis, Suportam sistemas autônomos Autosuficiência Funcionamento independente Flexibilidade Sistemas Multi-Agentes Tecnologia de software Capaz de modelar e implementar: Comportamentos individuais Comportamentos sociais Utilizados no nosso dia-a-dia. Sistemas telefonia, computadores, sistemas de comunicação,... Dissertação Mestrado – Orientação Prof. Dr. Ing. Carlos Eduardo Pereira 2 João Alvarez Peixoto UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL - ESCOLA DE ENGENHARIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA MOTIVAÇÃO Modernos sistemas de automação são implementados usando sistemas embarcados distribuídos A complexidade representa um desafio para seus desenvolvedores; Técnicas tradicionais de desenvolvimento, como uso de CLPs e linguagens de relés parecem estar chegando ao limite...... Dissertação Mestrado – Orientação Prof. Dr. Ing. Carlos Eduardo Pereira 3 João Alvarez Peixoto UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL - ESCOLA DE ENGENHARIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA MOTIVAÇÃO Mas a INDÚSTRIA vê esta tecnologia como algo duvidoso. Dissertação Mestrado – Orientação Prof. Dr. Ing. Carlos Eduardo Pereira 4 João Alvarez Peixoto UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL - ESCOLA DE ENGENHARIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA MOTIVAÇÃO Há diversas pesquisas que abordam a possibilidade de utilização de arquitetura orientada a serviços e sistemas multi-agentes em sistemas de manufatura. Mas poucas idéias acadêmicas são validadas experimentalmente. Poucos resultados são comparados com outros sistemas utilizados na indústria. Dissertação Mestrado – Orientação Prof. Dr. Ing. Carlos Eduardo Pereira 5 João Alvarez Peixoto UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL - ESCOLA DE ENGENHARIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA MOTIVAÇÃO Visões de uma sistema de manufatura. Dissertação Mestrado – Orientação Prof. Dr. Ing. Carlos Eduardo Pereira 6 João Alvarez Peixoto UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL - ESCOLA DE ENGENHARIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA OBJETIVOS 1. Analise do estado da arte sobre pesquisas que propõem o uso de MAS e SOA em manufatura; 2. Proposta de abordagem que combine MAS e SOA; 3. Implementação e validação da proposta em um sistema flexível de manufatura; 4. Comparação do desempenho da proposta comparada com métodos "tradicionais“. Dissertação Mestrado – Orientação Prof. Dr. Ing. Carlos Eduardo Pereira 7 João Alvarez Peixoto UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL - ESCOLA DE ENGENHARIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA ORGANIZAÇÃO DA APRESENTAÇÃO 1. INTRODUÇÃO 2. GERENCIAMENTO DE SISTEMAS DE MANUFATURA 3. TECNOLOGIAS DE SUPORTE A SISTEMAS DE MANUFATURA 4. TRABALHOS RELACIONADOS 5. PROPOSTA DO TRABALHO 6. IMPLEMENTAÇÃO 7. RESULTADOS E ANÁLISES 8. CONCLUSÕES 9. TRABALHOS FUTUROS 10. ARTIGOS SUBMETIDOS 11. REFERÊNCIAS 12. QUESTIONAMENTOS 13. MENSAGEM FINAL Dissertação Mestrado – Orientação Prof. Dr. Ing. Carlos Eduardo Pereira 8 João Alvarez Peixoto UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL - ESCOLA DE ENGENHARIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA 1. INTRODUÇÃO Dissertação Mestrado – Orientação Prof. Dr. Carlos Eduardo Pereira 9 João Alvarez Peixoto UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL - ESCOLA DE ENGENHARIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA 1. INTRODUÇÃO Evolução dos requisitos da indústria da manufatura A indústria de manufatura tem se deparado com uma necessidade de mercado que remete ao consumo de produtos altamente personalizados. (LOBOV et al., 2008), Requisitos de qualidade e funcionalidade deixaram de ser os únicos atributos em um produto. A necessidade de minimização do tempo de inatividade de um sistema de manufatura é outro fator considerável. (JAMES; SMIT, 2005) Necessidade de novos sistemas para realizar o controle da distribuição de produção, através da integração de sistemas de informação e recursos de autoorganização, adaptando-se rapidamente às mudanças no ambiente (LEITÃO; RESTIVO, 2001). Dissertação Mestrado – Orientação Prof. Dr. Carlos Eduardo Pereira 10 João Alvarez Peixoto UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL - ESCOLA DE ENGENHARIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA 1. INTRODUÇÃO Novos paradigmas para sistemas de manufatura Sistemas de produção que já se preocupavam com Agilidade e Diversidade Lean Manufacturing (SHINGO, 1996) Just in Time (JÓZEFOWSKA, 2007) Agile Manufacturing (QUINN, 1997) Manufatura Integrada por Computador – CIM (FLEISCHHAUER, 1996) Sistemas Flexíveis de Manufatura - FMS (KUSIAK, 1986) Tentam atender... Há Necessidade de Diversidade Há necessidade de desenvolver um novo produto mais rapidamente, sem ter que parar a produção do produto atual. Dissertação Mestrado – Orientação Prof. Dr. Carlos Eduardo Pereira 11 João Alvarez Peixoto UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL - ESCOLA DE ENGENHARIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA 1. INTRODUÇÃO Novos paradigmas para sistemas de manufatura Novos paradigmas para implementar sistemas de produção. Sistemas Evolutivos de Manufatura - EAS Sistemas Reconfiguráveis de Manufatura – RMS Arquiteturas Orientadas a Serviço – SOA Sistemas Multi-Agentes – MAS Dissertação Mestrado – Orientação Prof. Dr. Carlos Eduardo Pereira 12 João Alvarez Peixoto UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL - ESCOLA DE ENGENHARIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA 2. GERENCIAMENTO DE SISTEMAS DE MANUFATURA Dissertação Mestrado – Orientação Prof. Dr. Carlos Eduardo Pereira 13 João Alvarez Peixoto UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL - ESCOLA DE ENGENHARIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA 2. GERENCIAMENTO DE SISTEMAS DE MANUFATURA CONTROLE CENTRALIZADO DOS PROCESSOS Manufatura Integrada por Computador – CIM Sistemas Flexíveis de Manufatura – FMS Sistema de Manufatura Biônica – BMS Sistema de Manufatura Holônica – HMS Sistemas de Montagem Evolutivos - EAS Sistemas Reconfiguráveis de Manufatura – RMS Todos dispositivos de entrada e saída são ligados num único gerenciador central do processo. (COLOMBO et al., 2008) Dissertação Mestrado – Orientação Prof. Dr. Carlos Eduardo Pereira (GEORGINI, 2000) 14 João Alvarez Peixoto UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL - ESCOLA DE ENGENHARIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA 2. GERENCIAMENTO DE SISTEMAS DE MANUFATURA Controle Centralizado dos Processos MANUFATURA INTEGRADA POR COMPUTADOR – CIM Sistemas Flexíveis de Manufatura – FMS Sistema de Manufatura Biônica – BMS Sistema de Manufatura Holônica – HMS Sistemas de Montagem Evolutivos - EAS Sistemas Reconfiguráveis de Manufatura – RMS CIM é composto: • Planejamento e Controle da Produção (PCP) • Engenharia Assistida por Computador (CAE) • Projeto Assistido por Computador (CAD) • Planejamento do Processo Assistido por Computador (CAPP) • Produção Assistida por Computador (CAM) • Qualidade Assistida por Computador (CAQ). (BUSSMANN, 1998) Dissertação Mestrado – Orientação Prof. Dr. Carlos Eduardo Pereira (FLEISCHHAUER, 1996) (LEITÃO et al., 2001) 15 João Alvarez Peixoto UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL - ESCOLA DE ENGENHARIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA 2. GERENCIAMENTO DE SISTEMAS DE MANUFATURA Controle Centralizado dos Processos Manufatura Integrada por Computador – CIM SISTEMAS FLEXÍVEIS DE MANUFATURA – FMS Sistema de Manufatura Biônica – BMS Sistema de Manufatura Holônica – HMS Sistemas de Montagem Evolutivos - EAS Sistemas Reconfiguráveis de Manufatura – RMS • Apresentam a possibilidade de um equipamento realizar mais de uma tarefa; • A capacidade de ser flexível se destina a grandes quantidades de troca de produção, o que implicará em baixo volume de produção por lote. (BARROS, 2006) (CAVALCANTE; PEREIRA; BARATA, 2010) Dissertação Mestrado – Orientação Prof. Dr. Carlos Eduardo Pereira (FESTO, 2011). 16 João Alvarez Peixoto UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL - ESCOLA DE ENGENHARIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA 2. GERENCIAMENTO DE SISTEMAS DE MANUFATURA Controle Centralizado dos Processos Manufatura Integrada por Computador – CIM Sistemas Flexíveis de Manufatura – FMS SISTEMA DE MANUFATURA BIÔNICA – BMS Sistema de Manufatura Holônica – HMS Sistemas de Montagem Evolutivos - EAS Sistemas Reconfiguráveis de Manufatura – RMS • Paralelo entre as propriedades de sistemas biológicos e sistemas de manufatura; • As células autônomas que trocam informações para sintetizar órgãos; • BIMC – Bio-Inspired Manufacturing Cell Cada órgão pode ser visto como simples agentes autônomos. (THARUMARAJAH; WELLS; NEMES, 1998) Dissertação Mestrado – Orientação Prof. Dr. Carlos Eduardo Pereira (GU et al., 2011) (UEDA, 1992a) (UEDA, 1992b) 17 João Alvarez Peixoto UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL - ESCOLA DE ENGENHARIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA 2. GERENCIAMENTO DE SISTEMAS DE MANUFATURA Controle Centralizado dos Processos Manufatura Integrada por Computador – CIM Sistemas Flexíveis de Manufatura – FMS Sistema de Manufatura Biônica – BMS SISTEMA DE MANUFATURA HOLÔNICA – HMS Sistemas de Montagem Evolutivos - EAS Sistemas Reconfiguráveis de Manufatura – RMS • Um sistema é um todo formado por partes; sistemas complexos irão evoluir a partir de sistemas simples; (CAVALCANTE; PEREIRA; BARATA, 2010) (BUSSMANN, 1998) 18 João Alvarez Peixoto (ALSTERMAN; ONORI, 2004) Dissertação Mestrado – Orientação Prof. Dr. Carlos Eduardo Pereira UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL - ESCOLA DE ENGENHARIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA 2. GERENCIAMENTO DE SISTEMAS DE MANUFATURA Controle Centralizado dos Processos Manufatura Integrada por Computador – CIM Sistemas Flexíveis de Manufatura – FMS Sistema de Manufatura Biônica – BMS Sistema de Manufatura Holônica – HMS SISTEMAS DE MONTAGEM EVOLUTIVOS - EAS Sistemas Reconfiguráveis de Manufatura – RMS • Sistemas simples, reconfiguráveis, elementos com tarefas específicas (módulos do sistema); • EAS é um sistema de montagem dinâmico, auto-organizado e evolutivo, formado por módulos interligados e capaz de mudar sua estrutura de acordo com as mudanças ambientais relevantes, ou com a capacidade de atender as flutuações de demanda de processos produtivos. (CAVALCANTE, 2012) Dissertação Mestrado – Orientação Prof. Dr. Carlos Eduardo Pereira (BARATA et al., 2006) (FERREIRA et al., 2009) 19 João Alvarez Peixoto UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL - ESCOLA DE ENGENHARIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA 2. GERENCIAMENTO DE SISTEMAS DE MANUFATURA Controle Centralizado dos Processos Manufatura Integrada por Computador – CIM Sistemas Flexíveis de Manufatura – FMS Sistema de Manufatura Biônica – BMS Sistema de Manufatura Holônica – HMS Sistemas de Montagem Evolutivos - EAS SISTEMAS RECONFIGURÁVEIS DE MANUFATURA – RMS • A possibilidade de reconfiguração que torna o sistema de montagem evolutivo; • Os sistemas reconfiguráveis permitem uma adaptação tanto de hardware com de software a uma necessidade específica de produção. Dissertação Mestrado – Orientação Prof. Dr. Carlos Eduardo Pereira (VRBA; MARIK, 2011) (COLOMBO et al., 2008) 20 João Alvarez Peixoto UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL - ESCOLA DE ENGENHARIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA 2. GERENCIAMENTO DE SISTEMAS DE MANUFATURA Controle Centralizado dos Processos Manufatura Integrada por Computador – CIM Sistemas Flexíveis de Manufatura – FMS Sistema de Manufatura Biônica – BMS Sistema de Manufatura Holônica – HMS Sistemas de Montagem Evolutivos - EAS Sistemas Reconfiguráveis de Manufatura – RMS SISTEMA DE MANUFATURA COM ORIENTAÇÃO A SERVIÇOS UTILIZANDO SISTEMAS MULTI-AGENTES (VRBA; MARIK, 2011) Dissertação Mestrado – Orientação Prof. Dr. Carlos Eduardo Pereira (COLOMBO et al., 2008) 21 João Alvarez Peixoto UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL - ESCOLA DE ENGENHARIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA 3. TECNOLOGIAS DE SUPORTE A SISTEMAS DE MANUFATURA Dissertação Mestrado – Orientação Prof. Dr. Carlos Eduardo Pereira 22 João Alvarez Peixoto UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL - ESCOLA DE ENGENHARIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA 3. TECNOLOGIAS DE SUPORTE A SISTEMAS DE MANUFATURA AGENTE PLATAFORMA JADE Agente em JADE Mensagens usando FIPA-ACL Protocolo FIPA Request Protocolo FIPA Contract Net A FIPA (Foundation for Intelligent Physical Agents) define: “ O agente é uma entidade que reside em um ambiente onde interpretam dados através de sensores, refletem eventos no ambiente e executam ações que produzem efeitos no ambiente.” (SILVA, 2003) Dissertação Mestrado – Orientação Prof. Dr. Carlos Eduardo Pereira (LEITÃO; RESTIVO, 2001) 23 João Alvarez Peixoto UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL - ESCOLA DE ENGENHARIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA 3. TECNOLOGIAS DE SUPORTE A SISTEMAS DE MANUFATURA Agente PLATAFORMA JADE Agente em JADE Mensagens usando FIPA-ACL Protocolo FIPA Request Protocolo FIPA Contract Net • • • • • JADE (Java Agent Development Framework) é uma plataforma implementada em linguagem JAVA Serviço de nomes; Serviços de páginas amarelas; Transporte de mensagens; Serviços de análise; Biblioteca de protocolos de interação FIPA. Dissertação Mestrado – Orientação Prof. Dr. Carlos Eduardo Pereira (SILVA, 2003) 24 João Alvarez Peixoto UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL - ESCOLA DE ENGENHARIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA 3. TECNOLOGIAS DE SUPORTE A SISTEMAS DE MANUFATURA Agente PLATAFORMA JADE AGENTE EM JADE Mensagens usando FIPA-ACL Protocolo FIPA Request Protocolo FIPA Contract Net Um agente JADE é uma instância da classe Agent. Programadores ou desenvolvedores deverão escrever seus próprios agentes como subclasses de Agent. Dissertação Mestrado – Orientação Prof. Dr. Carlos Eduardo Pereira (SILVA, 2003) 25 João Alvarez Peixoto UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL - ESCOLA DE ENGENHARIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA 3. TECNOLOGIAS DE SUPORTE A SISTEMAS DE MANUFATURA Agente PLATAFORMA JADE Agente em JADE MENSAGENS USANDO FIPA-ACL Protocolo FIPA Request Protocolo FIPA Contract Net Padrão FIPA-ACL encapsula uma mensagem, sendo dividido em campos com finalidades específicas Sender Receivers Performative Content Language Ontology Outros campos Recepção Envio Dissertação Mestrado – Orientação Prof. Dr. Carlos Eduardo Pereira (BELLIFEMINE, 2004) 26 João Alvarez Peixoto UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL - ESCOLA DE ENGENHARIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA 3. TECNOLOGIAS DE SUPORTE A SISTEMAS DE MANUFATURA Agente PLATAFORMA JADE Agente em JADE Mensagens usando FIPA-ACL PROTOCOLO FIPA REQUEST Protocolo FIPA Contract Net Protocolo FIPA Request Dissertação Mestrado – Orientação Prof. Dr. Carlos Eduardo Pereira (BELLIFEMINE, 2004) 27 João Alvarez Peixoto UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL - ESCOLA DE ENGENHARIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA 3. TECNOLOGIAS DE SUPORTE A SISTEMAS DE MANUFATURA Agente PLATAFORMA JADE Agente em JADE Mensagens usando FIPA-ACL Protocolo FIPA Request PROTOCOLO FIPA CONTRACT NET Protocolo FIPA Contract Net Dissertação Mestrado – Orientação Prof. Dr. Carlos Eduardo Pereira (BELLIFEMINE, 2004) 28 João Alvarez Peixoto UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL - ESCOLA DE ENGENHARIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA 4. TRABALHOS RELACIONADOS Dissertação Mestrado – Orientação Prof. Dr. Carlos Eduardo Pereira 29 João Alvarez Peixoto UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL - ESCOLA DE ENGENHARIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA 4. TRABALHOS RELACIONADOS SOA EM SISTEMAS DE PRODUÇÃO RECONFIGURÁVEIS SOA utilizado em sistemas de diagnóstico SOA em uma plataforma para células robóticas industriais MAS em sistemas de manufatura integrados e distribuídos MAS aplicado em sistemas de transportes MAS aplicado em sistemas remotos de manutenção “Service-Oriented Control Architecture for Reconfigurable Production Systems” Armando W. Colombo, J. Marco Mendes, Paulo Leitão e Francisco Restivo • Uma proposta de arquitetura de controle modular para sistemas de produção orientada a serviços; • A arquitetura de controle é baseada em princípios de serviços orientados para alcançar distribuição, modularização, agilidade e sistemas interoperáveis. COLOMBO, A. W. et al. Service-Oriented Control Architecture for Reconfigurable Production Systems. In: THE IEEE INTERNATIONAL CONFERENCE ON INDUSTRIAL INFORMATICS, 6., 2008, Daejeon. Proceedings… Daejeon: IEEE, 2008. p.13-16. Disponível em < http://ieeexplore.ieee.org/stamp/stamp.jsp?tp=&arnumber=4618201&isnumber=4618046>. Acesso em: 15 mar. 2011. Dissertação Mestrado – Orientação Prof. Dr. Carlos Eduardo Pereira 30 João Alvarez Peixoto UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL - ESCOLA DE ENGENHARIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA 4. TRABALHOS RELACIONADOS SOA em sistemas de produção reconfiguráveis SOA UTILIZADO EM SISTEMAS DE DIAGNÓSTICO SOA em uma plataforma para células robóticas industriais MAS em sistemas de manufatura integrados e distribuídos MAS aplicado em sistemas de transportes MAS aplicado em sistemas remotos de manutenção “Diagnosis Using Service Oriented Architectures (SOA)” José Barata, Luis Ribeiro e Armando Colombo • Agentes monitoram e controlam seus elementos físico-mecânicos; • Inspecionam cada parte do equipamento e fornecem dados referentes ao seu estado. BARATA, J.; RIBEIRO, L.; COLOMBO, A. Diagnosis using Service Oriented Architectures (SOA). In: IEEE INTERNATIONAL CONFERENCE ON INDUSTRIAL INFORMATICS - INDIN, 5., 2007, Viena. Proceedings . . . Viena: IEEE, 2007. v.2, p.1203-1208. Disponível em: <http://ieeexplore.ieee.org/stamp/stamp.jsp?tp=&arnumber=4384902&isnumber=4384837>. Acesso em: 28 mar. 2011. Dissertação Mestrado – Orientação Prof. Dr. Carlos Eduardo Pereira 31 João Alvarez Peixoto UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL - ESCOLA DE ENGENHARIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA 4. TRABALHOS RELACIONADOS SOA em sistemas de produção reconfiguráveis SOA utilizado em sistemas de diagnóstico SOA EM UMA PLATAFORMA PARA CÉLULAS ROBÓTICAS INDUSTRIAIS MAS em sistemas de manufatura integrados e distribuídos MAS aplicado em sistemas de transportes MAS aplicado em sistemas remotos de manutenção “On the use of Service Oriented Software Platforms for industrial robotic cells” Nilsson, Pires e Veiga • Real implementação de SOA baseada em uma plataforma middleware; • Essa plataforma inclui mecanismos adequados de apoio ao SOA, com as características principais de: endereçamento, descoberta, controle, descrição e eventos.; • O estudo aplica-se em células robóticas industriais. NILSSON, K. ; PIRES, J.N.; VEIGA, G. On The Use Of Service Oriented Software Platforms For Industrial Robotic Cells. In: IFAC INTERNATIONAL WORKSHOP INTELLIGENT MANUFACTURING SYSTEMS, 8., 2007, Alicante. Proceedings… Alicante: Universidade de Alicante, 2007. Disponível em: <http://www.smerobot.org/08_scientific_papers/papers/Pires_IMS2007_UPnP4_gv_jnp_kn_v5_ADDF.pdf>. Acesso em: 12 abr. 2011. Dissertação Mestrado – Orientação Prof. Dr. Carlos Eduardo Pereira 32 João Alvarez Peixoto UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL - ESCOLA DE ENGENHARIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA 4. TRABALHOS RELACIONADOS SOA em sistemas de produção reconfiguráveis SOA utilizado em sistemas de diagnóstico SOA em uma plataforma para células robóticas industriais MAS EM SISTEMAS DE MANUFATURA INTEGRADOS E DISTRIBUÍDOS MAS aplicado em sistemas de transportes MAS aplicado em sistemas remotos de manutenção “Integrated And Distributed Manufacturing, A Multi-Agent Perspective” José Barata, Raymond Boissier, Camarinha-Matos, Mohammed Raddadi e Francisco Restivo Propõem o desenvolvimento de aplicações de manufatura distribuída com o uso de sistemas multi-agentes; BARATA, J. et al. Integrated And Distributed Manufacturing: A Multi-Agent Perspective. In: WORKSHOP ON EUROPEAN SCIENTIFIC AND INDUSTRIAL COLLABORATION - WESIC, 3., 2001, Enschede. Proceedings… Enschede : WESIC, 2001. p. 2729. Disponível em: <http://www.ipb.pt/~pleitao/papers/wesic2001.pdf >. Acesso em: 12 abr. 2011. Dissertação Mestrado – Orientação Prof. Dr. Carlos Eduardo Pereira 33 João Alvarez Peixoto UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL - ESCOLA DE ENGENHARIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA 4. TRABALHOS RELACIONADOS SOA em sistemas de produção reconfiguráveis SOA utilizado em sistemas de diagnóstico SOA em uma plataforma para células robóticas industriais MAS em sistemas de manufatura integrados e distribuídos MAS APLICADO EM SISTEMAS DE TRANSPORTES MAS aplicado em sistemas remotos de manutenção “Capabilities of Dynamic Reconfiguration of Multiagent-Based Industrial Control Systems” Pavel Vrba e Vladimír Marík • O sistema de controle se vale das funcionalidades dos agentes para determinar a rota mais econômica; • Os agentes da rota escolhida se agrupam para formar este caminho e executar o translado. VRBA, P.; MARIK, V. Capabilities of Dynamic Reconfiguration of Multiagent-Based Industrial Control Systems. IEEE Transactions On Systems, Man, And Cybernetics—Part A: Systems And Humans. [S. l.], v. 40, n. 2, 2010, p. 213-223. Disponível em < http://ieeexplore.ieee.org/stamp/stamp.jsp?tp=&arnumber=5353631&isnumber=5415834>. Acesso em 15 dez. 2011. Dissertação Mestrado – Orientação Prof. Dr. Carlos Eduardo Pereira 34 João Alvarez Peixoto UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL - ESCOLA DE ENGENHARIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA 4. TRABALHOS RELACIONADOS SOA em sistemas de produção reconfiguráveis SOA utilizado em sistemas de diagnóstico SOA em uma plataforma para células robóticas industriais MAS em sistemas de manufatura integrados e distribuídos MAS aplicado em sistemas de transportes MAS APLICADO EM SISTEMAS REMOTOS DE MANUTENÇÃO “A Multi-Agent-Based Remote Maintenance Support and Management System” Yu Ren, Ye Luqing e Fu Chuang • Integrar as atividades relacionadas à manutenção de uma empresa industrial, com o uso de estrutura multiagente; • Para cada problema de manutenção, há uma lista de agentes especialistas que se relacionam com este problema. • Este consenso será a solução mais completa possível. REN, Y.; LUQING, Y.; CHUANG, F. A Multi-Agent-Based Remote Maintenance Support and Management System. In: IEEE/WIC/ACM INTERNATIONAL ON INTELLIGENT AGENT TECHNOLOGY – IAT, 2004, Pequim. Proceedings… Pequim : IEEE, 2004. p. 496-499. Disponível em: <http://ieeexplore.ieee.org/stamp/stamp.jsp?tp=&arnumber=1343004&isnumber=29567>. Acesso em: 12 jan. 2012. Dissertação Mestrado – Orientação Prof. Dr. Carlos Eduardo Pereira 35 João Alvarez Peixoto UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL - ESCOLA DE ENGENHARIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA 5. PROPOSTA DO TRABALHO Dissertação Mestrado – Orientação Prof. Dr. Carlos Eduardo Pereira 36 João Alvarez Peixoto UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL - ESCOLA DE ENGENHARIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA 5. PROPOSTA DO TRABALHO Proposta conceitual Este trabalho propõe que um sistema de manufatura seja abordado com suas etapas dissociadas, funcionalmente independentes e correlacionadas para formar um sistema de manufatura maior Dissertação Mestrado – Orientação Prof. Dr. Carlos Eduardo Pereira 37 João Alvarez Peixoto UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL - ESCOLA DE ENGENHARIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA 5. PROPOSTA DO TRABALHO Proposta conceitual 1ª Etapa: identificação dos componentes que tem capacidade de funcionar autonomamente, mapeando-os como agente de recursos (RA); 2ª Etapa: verificar se os elementos de transporte devem ser mapeados como agentes de transporte (TUA); 3ª Etapa: considerar cada produto ou conjunto de produtos como um agente de produto (PA); 4ª Etapa: promover a implementação dos dispositivos como agentes; 5ª Etapa: interligar os agentes em uma plataforma de comunicação entre agentes. Dissertação Mestrado – Orientação Prof. Dr. Carlos Eduardo Pereira 38 João Alvarez Peixoto UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL - ESCOLA DE ENGENHARIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA 5. PROPOSTA DO TRABALHO Exemplo de aplicação da proposta conceitual TRADICIONALMENTE 1ª Etapa: identificação dos agente de recursos (RA). Estação de montagem A; Estação de montagem B; Estação de montagem C; Sistema de transporte por esteira. 2ª Etapa: verificar os agentes de transporte (TUA). Sistema de transporte por esteira. 3ª Etapa: considerar agente de produto (PA). Palete de transporte. Dissertação Mestrado – Orientação Prof. Dr. Carlos Eduardo Pereira 39 João Alvarez Peixoto UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL - ESCOLA DE ENGENHARIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA 5. PROPOSTA DO TRABALHO Exemplo de aplicação da proposta conceitual 4ª Etapa: Implementação dos agentes Agente de recursos RA1: responsável pela manufatura da estação A; Agente de recursos RA2: responsável pela manufatura da estação B; Agente de recursos RA3: responsável pela manufatura da estação C; Agente de transporte TUA1: responsável pelo transporte; Agente de produto PA: responsável por gerenciar o fluxo de processo; Agente de identificação (AMS); Agente de identificação de serviços (DF). 5ª Etapa: interligar os agentes em uma plataforma de comunicação entre agentes. Dissertação Mestrado – Orientação Prof. Dr. Carlos Eduardo Pereira 40 João Alvarez Peixoto UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL - ESCOLA DE ENGENHARIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA 6. IMPLEMENTAÇÃO Dissertação Mestrado – Orientação Prof. Dr. Carlos Eduardo Pereira 41 João Alvarez Peixoto UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL - ESCOLA DE ENGENHARIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA 6. IMPLEMENTAÇÃO Concepção de um sistema de manufatura flexível para uso como demonstrador Proposta inicial • Cada montagem representa uma operação distinta; • Os paletes são inseridos e retirados manualmente; • A esteira em movimento contínuo garante que o palete é alcançado por todas as estações. A identificação do palete pode ser realizada por: - Código de barras; - RFID - Sensoriamento binário. Dissertação Mestrado – Orientação Prof. Dr. Carlos Eduardo Pereira 42 João Alvarez Peixoto UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL - ESCOLA DE ENGENHARIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA 6. IMPLEMENTAÇÃO Programação do sistema SOA/MAS em JADE e FIPA Implementação dos Agentes de Produto e Agentes de Recurso Dissertação Mestrado – Orientação Prof. Dr. Carlos Eduardo Pereira 43 João Alvarez Peixoto UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL - ESCOLA DE ENGENHARIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA 6. IMPLEMENTAÇÃO Programação do sistema SOA/MAS em JADE e FIPA Junção dos protocolos CONTRACT NET e FIPA REQUEST Dissertação Mestrado – Orientação Prof. Dr. Carlos Eduardo Pereira 44 João Alvarez Peixoto UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL - ESCOLA DE ENGENHARIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA 6. IMPLEMENTAÇÃO Emulação em software do sistema demonstrador • • Substituir os dispositivos mecânicos; Substituir a interface do agente com o meio físico Dissertação Mestrado – Orientação Prof. Dr. Carlos Eduardo Pereira 45 João Alvarez Peixoto UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL - ESCOLA DE ENGENHARIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA 6. IMPLEMENTAÇÃO Emulação em software do sistema demonstrador Agente Monitor • • Implementado como Agente Monitor; Habilidade de simular as posições, estados e os movimentos dos agentes na planta; Dissertação Mestrado – Orientação Prof. Dr. Carlos Eduardo Pereira 46 João Alvarez Peixoto UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL - ESCOLA DE ENGENHARIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA 6. IMPLEMENTAÇÃO Emulação em software do sistema demonstrador Recurso disponível na Plataforma JADE Remote Management Agent – RMA Sniffer Agent (SA): fornece um diagrama de sequência UML Dissertação Mestrado – Orientação Prof. Dr. Carlos Eduardo Pereira (SILVA, 2003) 47 João Alvarez Peixoto UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL - ESCOLA DE ENGENHARIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA 6. IMPLEMENTAÇÃO Desenvolvimento do sistema SOA/MAS para o demonstrador Seguindo as etapas propostas para implementação do sistema na arquitetura orientada a serviços e sistemas multi-agentes 1ª Etapa: identificação dos agente de recursos (RA). Agentes de montagem responsáveis pela montagem dos cubos nos paletes Agente de transporte: transporte dos produtos entre as estações de montagem 2ª Etapa: elementos de transporte como agentes de transporte (TUA). Agente de transporte: transporte dos produtos entre as estações de montagem Dissertação Mestrado – Orientação Prof. Dr. Carlos Eduardo Pereira 48 João Alvarez Peixoto UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL - ESCOLA DE ENGENHARIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA 6. IMPLEMENTAÇÃO Desenvolvimento do sistema SOA/MAS para o demonstrador 3ª Etapa: Produtos como agente de produto (PA). Cada palete solicitará os serviços aos demais agentes de montagem Modelado em software em e ligado ao sistema de manufatura 4ª Etapa: implementação dos dispositivos como agentes 5ª Etapa: interligar os agentes em uma plataforma Plataforma JADE FIPA Request Interaction Protocol Specification (SC00026) FIPA Contract Net Interaction Protocol Specification (SC00026). Dissertação Mestrado – Orientação Prof. Dr. Carlos Eduardo Pereira 49 João Alvarez Peixoto UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL - ESCOLA DE ENGENHARIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA 6. IMPLEMENTAÇÃO Desenvolvimento do sistema SOA/MAS para o demonstrador Vídeo com a Simulação do Demonstrador Dissertação Mestrado – Orientação Prof. Dr. Carlos Eduardo Pereira 50 João Alvarez Peixoto UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL - ESCOLA DE ENGENHARIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA 6. IMPLEMENTAÇÃO Desenvolvimento do sistema de manufatura para o demonstrador usando IEC61131 Ter um paralelo entre um sistema tradicional com gerenciamento centrado no CLP Software IsaGraf3.3 Linguagem Sequencial Function Chart- SFC. Dissertação Mestrado – Orientação Prof. Dr. Carlos Eduardo Pereira 51 João Alvarez Peixoto UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL - ESCOLA DE ENGENHARIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA 6. IMPLEMENTAÇÃO Desenvolvimento do sistema de manufatura para o demonstrador usando IEC61131 Programa em SFC para o sistema tradicional com gerenciamento centrado no CLP A fim de garantir-se que possíveis desvantagens da versão CLP não fossem devido a uma programação inadequada, solicitou-se o apoio de um especialista em programação de CLP Dissertação Mestrado – Orientação Prof. Dr. Carlos Eduardo Pereira 52 João Alvarez Peixoto UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL - ESCOLA DE ENGENHARIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA 7. RESULTADOS E ANÁLISES Dissertação Mestrado – Orientação Prof. Dr. Carlos Eduardo Pereira 53 João Alvarez Peixoto UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL - ESCOLA DE ENGENHARIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA 7. RESULTADOS E ANÁLISES Métricas Variação do Tempo de produção com aumento das estações. Manter a produção com a retirada de estações. Manter a produção com a inserção de estações. Métricas de comparação Justificativa técnica Forma de obtenção Critério para avaliação Montar o sistema com 1 O acréscimo no tempo O aumento de estações de estação e solicitar 1 de produção em função produção não deve acarretar produto, cronometrando do aumento das aumento no tempo de a montagem. Repetir isto estações deve ser o produção. para 2, 3, 4, 5 e 6 menor possível. estações. Sendo o sistema Montar o sistema com Em caso de falha em uma modular, saindo uma das estações em que 2 delas estação, o sistema de estações,outra deve tem a mesma habilidade. assumir a tarefa, montagem deve continuar o Requerer esta habilidade admitindo ter a mesma processo, cabendo a outra no produto e, durante o estação absorver a tarefa funcionalidade, sem processo, desligar uma faltante. requerer alteração na das estações. programação. Montar o sistema com O sistema deve permitir estações com Em caso de formação de expansão. A inserção de habilidades distintas. gargalo, o sistema deve uma estação não deve Requerer produto e, requerer alterações na permitir que mais estações durante o processo, programação, nem sejam inseridas em auxílio ao inserir mais uma estação sistema de montagem. demandar uma parada com a mesma do sistema. habilidade. Dissertação Mestrado – Orientação Prof. Dr. Carlos Eduardo Pereira 54 João Alvarez Peixoto UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL - ESCOLA DE ENGENHARIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA 7. RESULTADOS E ANÁLISES Métricas de comparação Justificativa técnica Quantidade de memória ocupada pelo programa somando todo o sistema. A quantidade de memória ocupada define a necessidade de capacidade computacional do sistema para implantação. Competências necessárias para operar e implementar as alterações no sistema de montagem. Propor mudanças no Maior complexidade na Quanto menor o sistema de montagem e implementação de conhecimento identificar as requerido, mais alterações remete a capacidades necessidade de operacional o programa necessárias ao conhecimentos específicos torna-se quando operador para do operador/programador do aplicado em produção implementar a industrial. sistema. modificação. Linhas de código de programação. O número de linhas de código de um programa denota o esforço de programação. Forma de obtenção Critério para avaliação Métricas Montar o sistema com 6 estações e solicitar a Quanto menor a montagem de 1 ocupação de memória produto. Monitorar o melhor será seu tamanho da memória desempenho. ocupada. Contagem das linhas O número de linhas de código deve ser o de código ou elementos lógicos inseridos. menor possível. Dissertação Mestrado – Orientação Prof. Dr. Carlos Eduardo Pereira 55 João Alvarez Peixoto UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL - ESCOLA DE ENGENHARIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA 7. RESULTADOS E ANÁLISES Métrica "tempo de produção com aumento das estações" CLP Fator A Erro Total SOA / MAS Número de estações Tempo Médio (em s) Número de estações Tempo Médio (em s) 1 2 3 4 5 6 13,794 13,806 13,812 13,812 13,812 13,812 1 2 3 4 5 6 26,72 27,33 28,26 28,82 29,87 31,10 SQ 0,0014 0,0034 0,0048 GDL 5 24 29 MQ 0,000286 0,000142 Fo 2,02 < Ft(0,95;n1;n2) 2,62 Confiabilidade de 95% Acréscimo de estações não é significativo Fator A Erro Total SQ 65,16 48,11 113,28 GDL 5 24 29 MQ 13,03 2,00 Fo 6,50 > Ft(0,95;n1;n2) 2,62 Confiabilidade de 95% Acréscimo de estações é significativo Dissertação Mestrado – Orientação Prof. Dr. Carlos Eduardo Pereira (MONTGOMERY, 2001) 56 João Alvarez Peixoto UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL - ESCOLA DE ENGENHARIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA 7. RESULTADOS E ANÁLISES Métrica "manter a produção com a retirada de estações" Estação retirada SOA 1 O sistema passou a ser montado pelas estações 2 e 3. Não houve necessidade de reprogramação. 2 O sistema passou a ser montado pelas estações 1 e 3. Não houve necessidade de reprogramação. 3 O sistema passou a ser montado pelas estações 1 e 2. Não houve necessidade de reprogramação. CLP O sistema passou a ser montado pelas estações 2 e 3. Não houve necessidade de reprogramação. O sistema passou a ser montado pelas estações 1 e 3. Não houve necessidade de reprogramação. O sistema passou a ser montado pelas estações 1 e 2. Não houve necessidade de reprogramação. A retirada de estações em ambos sistemas não prejudica a continuidade de produção Dissertação Mestrado – Orientação Prof. Dr. Carlos Eduardo Pereira 57 João Alvarez Peixoto UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL - ESCOLA DE ENGENHARIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA 7. RESULTADOS E ANÁLISES Métrica "manter a produção com a inserção de estações" Estação inserida 4 SOA As montagens que necessitam da estação 1 passaram também a ser encaminhadas para a estação 4, diminuindo o gargalo. Não houve necessidade de reprogramação CLP As montagens que necessitam da estação 1 passaram a serem encaminhadas para estação 4 quando esta estava ocupada, diminuindo o gargalo. Houve a necessidade de parada do sistema e reprogramação do CLP, inserindo um trecho de programa com lógica semelhante ao da estação 1 CLP a inserção de mais uma estação requeriu que o sistema fosse desligado para que a reprogramação do CLP ocorresse. SOA/MAS o sistema pode expandir-se sem a necessidade de parar ou reprogramar o sistema. Dissertação Mestrado – Orientação Prof. Dr. Carlos Eduardo Pereira 58 João Alvarez Peixoto UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL - ESCOLA DE ENGENHARIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA 7. RESULTADOS E ANÁLISES Métrica "quantidade de memória ocupada pelo programa" Estação inserida CLP memória Normalizada (em bytes) SOA memória Normalizada (em bytes) 1 2.331.622 1,0000 87.004 1,0000 2 2.349.510 1,0077 90.020 1,0346 3 2.365.781 1,0146 100.444 1,1544 4 2.381.263 1,0213 119.040 1,3682 5 2.396.824 1,0280 127.712 1,4678 6 2.412.464 1,0346 158.200 1,8183 Normalizado para 1 estação inserida CLP há pouco incremento de memória. Variação de estações de 1 a 6 4%. SOA/MAS há grande incremento de memória. Variação de estações de 1 a 6 82%. Dissertação Mestrado – Orientação Prof. Dr. Carlos Eduardo Pereira 59 João Alvarez Peixoto UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL - ESCOLA DE ENGENHARIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA 7. RESULTADOS E ANÁLISES Métrica "competências necessárias ao operador do sistema de montagem" Atividades SOA Ligar e preparar o operar sistemas industriais; sistema de montagem operar sistema operacional de para o trabalho. computador; Solicitar montagens de produtos. operar sistemas industriais; operar sistema operacional de computador; Retirar estações de montagem no sistema. operar sistemas industriais; operar sistema operacional de computador; Inserir estações de montagem no sistema. operar sistemas industriais; operar sistema operacional de computador; Dissertação Mestrado – Orientação Prof. Dr. Carlos Eduardo Pereira CLP operar sistemas industriais; operar sistemas industriais; operar sistemas industriais; operar sistemas industriais; operar sistema operacional de computador; programar controladores lógicos. 60 João Alvarez Peixoto UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL - ESCOLA DE ENGENHARIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA 7. RESULTADOS E ANÁLISES Métrica "linhas de código de programação" Elementos no sistema 1 estação e 1 palete 2 estação e 1 palete 3 estação e 1 palete 4 estação e 1 palete 5 estação e 1 palete 6 estação e 1 palete SOA linhas de Normal. código 620 1 620 1 620 1 620 1 620 1 620 1 CLP Elementos lógicos e comandos 58 94 130 166 202 238 Normal. 1,00 1,62 2,24 2,86 3,48 4,10 Normalizado para 1 estação e 1 palete Quanto maior o número de linhas de código, maior é o esforço de programação requerido Conceito SOA/MAS - desenvolvido em JAVA. Linha de programação = linhas de código CLP - linguagem SFC, cada componentes lógicos utilizados = linhas de código Interface gráfica para exibir o resultado da simulação -> visualizar o estado da manufatura Os códigos destas interfaces não é considerado para análise desta métrica Dissertação Mestrado – Orientação Prof. Dr. Carlos Eduardo Pereira 61 João Alvarez Peixoto UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL - ESCOLA DE ENGENHARIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA 7. RESULTADOS E ANÁLISES Análise dos resultados Métrica Análise Variação do Tempo de produção com aumento das estações Em CLP o acréscimo de estações não é significativo para o tempo de produção, diferente do SOA, onde o acréscimo de estações afeta o tempo de produção A retirada de estações em ambos sistemas não prejudica a continuidade de produção, desde que outras estações tenham habilidades idênticas às da estação que saiu No CLP para inserção de uma nova estação foi necessário desligar e reprogramar novamente. Já no SOA bastou instanciar a nova estação Manter a produção com a retirada de estações Manter a produção com a inserção de estações Sistema de melhor desempenho CLP Desempenho igual SOA Com CLP a quantidade de memória ocupada Quantidade de memória aumentou em 4%, de 1 para 6 estações. Já em SOA há ocupada pelo programa uma diferença de 82% de 1 para 6 estações CLP Competências necessárias ao operador do sistema de montagem Em SOA, a operação do sistema requer conhecimentos básicos de sistema operacional, mesmo para inserção e retirada de estações. No CLP é necessário um programador para realizar as alterações no sistema SOA Linhas de código de programação Em SOA, por se tratar de instâncias, o esforço de programação é único. Já em CLP a cada inserção de estação torna-se necessário acrescentar códigos SOA Dissertação Mestrado – Orientação Prof. Dr. Carlos Eduardo Pereira 62 João Alvarez Peixoto UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL - ESCOLA DE ENGENHARIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA 8. CONCLUSÕES Dissertação Mestrado – Orientação Prof. Dr. Carlos Eduardo Pereira 63 João Alvarez Peixoto UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL - ESCOLA DE ENGENHARIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA 8. CONCLUSÕES Resgatando os objetivos. 1. Analise do estado da arte sobre pesquisas que propõem o uso de MAS e SOA em manufatura; 2. Proposta de abordagem que combine MAS e SOA; 3. Implementação e validação da proposta em um sistema flexível de manufatura; 4. Comparação do desempenho da proposta comparada com métodos "tradicionais“. Dissertação Mestrado – Orientação Prof. Dr. Carlos Eduardo Pereira 64 João Alvarez Peixoto UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL - ESCOLA DE ENGENHARIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA 8. CONCLUSÕES • Arquitetura orientada a serviços utilizando sistemas multi-agentes aplicados em manufatura; industrial se propõe a ser mais uma alternativa de gerenciamento de dispositivos de automação da produção; • SOA/MAS oferece funcionalidades mais adequadas à diversificação de produção, sem o propósito de substituir outras tecnológicas; • A utilização da plataforma JADE na implementação em JAVA trouxe ao sistema multiagente a estrutura de comunicação entre os dispositivos, e uma linguagem estruturada, universalmente conhecida; • Fator maturidade tecnológica dos sistemas operacionais vigentes frente aos requisitos de chão de fábrica, também é um empecilho; • Ambos conceitos podem serem complementares, e ser implementados em conjunto para formar um sistema de manufatura; • A proposta de abordagem de um sistema de manufatura com gerenciamento em SOA/MAS mostrou-se eficaz na maioria das métricas analisadas. Dissertação Mestrado – Orientação Prof. Dr. Carlos Eduardo Pereira 65 João Alvarez Peixoto UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL - ESCOLA DE ENGENHARIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA 9. TRABALHOS FUTUROS Dissertação Mestrado – Orientação Prof. Dr. Carlos Eduardo Pereira 66 João Alvarez Peixoto UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL - ESCOLA DE ENGENHARIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA 9. TRABALHOS FUTUROS • Implementar o sistema de montagem e transporte real, a fim de que se torne uma planta didática, servindo para estudos, ensaios e demonstrações de arquiteturas orientadas a serviços utilizando sistemas multi-agentes, com cunho didático-pedagógico; • Os conceitos de sistemas produtivos em SOA/MAS abrem espaço para desenvolvimento de sistemas que possam realizar inspeção, promover controle de qualidade, promover o momento de realizar manutenções preditivas, entre outros serviços; • Se propõe à concepção de sistema multi-agente com arquitetura orientada a serviços que possa inspecionar outros agentes e auxiliá-lo na sua transformação (evolução) para compor outro serviço que originalmente não possuía. Dissertação Mestrado – Orientação Prof. Dr. Carlos Eduardo Pereira 67 João Alvarez Peixoto UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL - ESCOLA DE ENGENHARIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA 10. ARTIGOS SUBMETIDOS Dissertação Mestrado – Orientação Prof. Dr. Carlos Eduardo Pereira 68 João Alvarez Peixoto UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL - ESCOLA DE ENGENHARIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA 10. ARTIGOS SUBMETIDOS IEEE International Conference on Computer Science and Automation Engineering CSAE 2012 SOA – Service-oriented architecture for automation of industrial manufacturign Pelo PPGEE 01/2011, o auxílio para publicações/apresentações de mestrando ocorre somente para América Latina. Não consegui outra forma de patrocínio. Dissertação Mestrado – Orientação Prof. Dr. Carlos Eduardo Pereira 69 João Alvarez Peixoto UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL - ESCOLA DE ENGENHARIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA 10. ARTIGOS SUBMETIDOS XIX Congresso Brasileiro de Automática – CBA2012 When agents meet manufacturing: paradigms and implementations. Solicitado Auxílio ao PPGEE Consegui patrocínio com empresa privada. Dissertação Mestrado – Orientação Prof. Dr. Carlos Eduardo Pereira 70 João Alvarez Peixoto UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL - ESCOLA DE ENGENHARIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA 11. REFERÊNCIAS Dissertação Mestrado – Orientação Prof. Dr. Carlos Eduardo Pereira 71 João Alvarez Peixoto UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL - ESCOLA DE ENGENHARIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA 11. REFERÊNCIAS Artigos Científicos (31) ALSTERMAN; ONORI, 2004 BARATA et al., 2001 BARATA; MENDES; RIBEIRO, 2008 BARATA; RIBEIRO; COLOMBO, 2007 BUSSMANN, 1998 CAVALCANTE; PEREIRA; BARATA, 2010 COLOMBO et al., 2008 FERRARINI et al., 2005 FERRARINI; VEBER; LORENTZ, 2003 FERREIRA, 2009 FLORES et al., 1999 GU et al., 2011 HERRERA et al., 2008 JAMES; SMIT, 2005 LEITÃO et al., 2001 LEITÃO; RESTIVO, 2001 LORENTZ et al., 2003 MENDES et al., 2008 NILSSON; PIRES; VEIGA, 2007 ONORI et al., 2006 OROZCO; LASTRA, 2006 PEREIRA; CARRO, 2007 QUINN et al., 1997 REN; TAO; ZHANG, 2010 REN; LUQING; CHUANG, 2004 RESTIVO.; LEITÃO, 2008 SCHWAB et al., 2004 THARUMARAJAH; WELLS; NEMES, 1998 UEDA, 1992a UEDA, 1992b VRBA; MARIK, 2010 Dissertação Mestrado – Orientação Prof. Dr. Carlos Eduardo Pereira 72 João Alvarez Peixoto UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL - ESCOLA DE ENGENHARIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA 11. REFERÊNCIAS Trabalhos de Conclusão, Dissertação e Tese (7) GUIMARÃES, 2005 BARROS, 2006 FLEISCHHAUER, 1996 CAVALCANTE, 2012 OLIVEIRA, 1994 SATO, 2007 SILVA, 2003 Sites (5) FESTO, 2011 FIPA, 2011 SODA, 2011 TILAB, 2011 TORERO, 2011 Livros (11) BELLIFEMINE; CAIRE; GREENWOOD, 2004 DEITEL, DEITEL, 2007 FRANCHI; CAMARGO, 2011 GEORGINI, 2000 JÓZEFOWSKA, 2007 KUSIAK, 1986 MONTGOMERY, 2001 OHNO, 1997 SHINGO, 1996 SILVEIRA, 1999 ZYLSTRA, 2006 Dissertação Mestrado – Orientação Prof. Dr. Carlos Eduardo Pereira 73 João Alvarez Peixoto UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL - ESCOLA DE ENGENHARIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA 12. QUESTIONAMENTOS Dissertação Mestrado – Orientação Prof. Dr. Carlos Eduardo Pereira 74 João Alvarez Peixoto UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL - ESCOLA DE ENGENHARIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA 13. MENSAGEM FINAL Dissertação Mestrado – Orientação Prof. Dr. Carlos Eduardo Pereira 75 João Alvarez Peixoto UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL - ESCOLA DE ENGENHARIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA 13. MENSAGEM FINAL Biografia João Alvarez Peixoto Título: ? Resumo: ? Palavras-chave: Empenho Dedicação Persistência “VOCÊ NÃO SABE O QUANTO EU CAMINHEI.... PRÁ CHEGAR ATÉ AQUI. PERCORRI MILHAS E MILHAS ANTES DE DORMIR... EU NÃO COCHILEI !” Grupo Cidade Negra MUITO OBRIGADO PELA ATENÇÃO QUE DISPUSERAM. Foi um privilégio estar com vocês. Dissertação Mestrado – Orientação Prof. Dr. Carlos Eduardo Pereira 76 João Alvarez Peixoto