A EDUCAÇÃO AMBIENTAL APLICADA AOS RESÍDUOS SÓLIDOS URBABOS: UMA
POSSIBILIDADE NO PROCESSO DE GESTÃO AMBIENTAL
Suellen Silva Pereira1Aliana Fernandes2
1
Universidade Estadual da Paraíba/ Departamento de História e Geografia/ Curso de Geografia/
Rua Maria do Carmo Nóbrega, 60, Conjunto Santa Mônica, Três Irmãs, Campina Grande/PB, Brasil.
E-mail: [email protected].
2
Professora Doutora do Departamento de Ciências Biológicas da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB).
Resumo- O fato de ter consciência que sua ação como educador fundamenta-se em opções, de uma
concepção de homem e de mundo, faz do professor um profissional mais consciente da abrangência de seu
trabalho, enquanto pessoa que contribui na formação de cidadãos e, portanto, na construção de uma
sociedade coerente com essas concepções. Nesta perspectiva, a Educação Ambiental surge com a
proposta de conscientizar a sociedade para o real e dramático problema que ora vivenciamos, abordando a
importância de um desenvolvimento baseado na sustentabilidade de seus recursos. Nessa perspectiva, este
trabalho visa enfocar a problemática dos resíduos sólidos e os impactos ocasionados pelos mesmos
quando mal acondicionados, fato também vivenciado em Campina Grande/PB. Dessa forma, este trabalho
tem como objetivo fazer um levantamento dos resíduos, abordando a importância de se trabalhar a
educação ambiental como forma de conscientização para tais impactos. Para realização do mesmo, foi feito
um levantamento bibliográfico, aplicação de questionário subjetivo, além do registro visual das instalações
do lixão. Ressalta-se a importância de uma gestão adequada dos resíduos sólidos urbanos.
Palavras-chave: Meio Ambiente, Gestão Ambiental, Educação Ambiental, Resíduos Sólidos Urbanos
Área do Conhecimento: VII – Ciências Humanas - Geografia
Introdução
A degradação do meio ambiente urbano surge
na medida em que as cidades começam a se
desenvolver, passando a receber mais pessoas a
procura de trabalho e melhores condições de vida,
provocando um “inchamento” das cidades, o que
ocasiona problemas das mais variadas ordens,
tanto estruturais, quanto sociais e ambientais
como é o caso do aumento da geração de
resíduos sólidos urbanos.
A cidade de Campina Grande/PB, assim como
os demais municípios brasileiros se depara com
problemas ambientais, comuns do mundo
moderno, este, devido ao atual padrão de vida da
população baseado no uso insustentável e
desmedido dos recursos naturais. Passando a
população a consumir demasiadamente e,
conseqüentemente, gerar resíduos em grandes
proporções.
Nesta perspectiva, a Educação Ambiental
surge como uma proposta de conscientizar a
sociedade como um todo para o real e dramático
problema que ora vivenciamos, abordando a
importância de um desenvolvimento baseado na
sustentabilidade de seus recursos. Levando em
consideração que o meio ambiente equilibrado é
fator determinante para a obtenção de uma melhor
qualidade de vida. Desse modo, este trabalho tem
como objetivo fazer um levantamento dos resíduos
gerados pela população local, considerando a
abordagem
sobre
a
importância
da
conscientização da população para os problemas
ambientais através da educação ambiental.
Com isso, busca-se despertar a sociedade para
uma prática responsável no que se refere ao
aumento
exagerado
do
consumo,
e
consequentemente, do que é descartado como
sendo “lixo”.
Metodologia
Para realização deste artigo, realizou-se o
embasamento teórico sobre a problemática dos
resíduos sólidos, tanto no Brasil como
especificamente
na
cidade
de
Campina
Grande/PB. Além de uma abordagem da
Educação Ambiental vista como uma alternativa
para minimizar os prejuízos ocasionados ao meio
ambiente e a população campinense através da
má gestão de seus resíduos sólidos.
Desse modo, foi realizado o levantamento de
dados sobre a produção dos resíduos gerados
diariamente no município de Campina Grande/PB,
através de visitas em repartições municipais.
Procedeu-se também, a aplicação de
questionário subjetivo com funcionários da
Secretária de Educação Municipal, analisando a
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opinião dos profissionais que trabalham com a
Educação Ambiental, como um instrumento de
conscientização ambiental e, conseqüentemente,
da minimização da geração dos resíduos sólidos
urbanos.
Como complementação metodológica fez-se o
registro visual dos resíduos gerados no município
no seu local de disposição final, para assim,
enfatizar a problemática em questão.
acondicionamento destes resíduos, os mesmos
são dispostos a céu aberto no Lixão do Mutirão
pertencente à Prefeitura Municipal, neste local não
existe nenhum tipo de controle prévio do que é
descarregado,
não
havendo
nenhuma
preocupação no tocante a saúde pública, em
principal, para com a população que termina se
instalando no interior do próprio lixão. A Figura 2
ressalta tal realidade.
Resultados
Os resíduos sólidos urbanos em Campina
Grande, PB: ausência de gestão
Segundo a Secretária de Obras e Serviços
Urbanos - SOSUR, a quantidade de resíduos
coletados todos os dias na cidade de Campina
Grande, é de aproximadamente 400 toneladas,
deste total mais da metade é de lixo hospitalar,
limpeza de cemitérios e coletas especiais. Estimase que algo entre 35 a 45% desses resíduos são
materiais não degradáveis que ocupam grandes
espaços e que poderiam ser reaproveitados.
Todavia, apenas um pouco mais de 1% é catado e
encaminhado para a reciclagem. A Figura 1
mostra a composição gravimétrica dos Resíduos
Sólidos da cidade em estudo.
matériaorgânicaputrescível
1,4
9,4
vidro
1,5
plástico
ossos
13,6
papelepapelão
0,9
56,7
15,5
1,1
borracha
inertes(pedra,madeira,trapos,terra
metal
Figura 1 - Composição gravimétrica dos resíduos
sólidos de Campina Grande/PB em percentual
(%). Fonte: Leite e Lopes (1999).
De acordo com os dados do último PNSB –
Pesquisa Nacional sobre Saneamento Básico,
realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística - IBGE, em 2000, o município de
Campina Grande possui 90,8% da coleta dos
resíduos domiciliares, o que resta são queimados
(2.6%), enterrados (0.4%), jogados em terrenos
baldios (5.5%), em rios ou lagos (0.3%) e outras
formas (0.3%).
Como o município de Campina Grande/PB, não
dispõe de aterro sanitário, que seria a forma mais
adequada para a destinação dos resíduos gerados
na cidade, nem de outras formas para
Figura 2 - Caminhão coletor descarregando os
resíduos coletados na cidade no interior do “lixão”.
Fonte: Pesquisa Direta
Essas pessoas, conforme observado
na
imagem acima, todos os dias se misturam aos
destroços em busca de alimentos para o seu
sustento ou material reaproveitável com fins de
revenda, e dessa forma, garantir alguma renda
para a família.
A educação ambiental: elemento integrador
entre o homem e o meio ambiente
De acordo com a Coordenadora de Educação
Ambiental da Secretária de Educação Esporte e
Cultura (SEDUC) de Campina Grande/PB, a
prefeitura
desenvolve
atividades
de
conscientização em prol da preservação do meio
ambiente nas escolas municipais, através da
formação continuada de professores; programa
horta escolar; arborização das escolas, coleta
seletiva, compostagem, farmácia viva, trupe
ambiental, conferências ambientais, além de
incentivos aos demais projetos das escolas
municipais voltados para Educação Ambiental.
Ainda de acordo com a SEDUC, nas escolas
da rede municipal a Educação Ambiental vem
sendo discutida nas áreas do conhecimento
através da transversalidade, ou seja, cada
disciplina procura trabalhar os problemas
ambientais de acordo com a sua área, de maneira
que o aluno possa ter contato com tais problemas,
ao mesmo tempo em que o conteúdo
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programático está sendo visto. Para a
coordenadora da SEDUC é através da Educação
Ambiental que se conseguirá sensibilizar as
pessoas e o poder público para a questão
ambiental e conseqüentemente a mudança de
valores e atitudes em relação ao Meio Ambiente
como colocado por Oliveira (2000, p.86), ao afirma
que “nesta referência, queremos fazer crer que a
educação, refletindo as questões e contradições
do meio ambiente, aponte para a perspectiva de
uma nova organização social apoiada em valores
mais fundamentais do ser e do existir”.
Neste sentido, já é possível identificar algumas
escolas do município (Quadro 1) que desenvolvem
junto com seus alunos a Gestão Integrada dos
Resíduos
Sólidos,
partindo
de
uma
conscientização
dos
alunos
acerca
da
problemática em questão, buscando incutir neles o
sentimento de pertencimento para com o meio em
que vive.
Dessa forma, são desenvolvidos trabalhos
envolvendo a prática da coleta seletiva, onde o
material reciclável é doado para os catadores que
dependem desse material para sua sobrevivência
e a matéria orgânica produzida pelos alunos
durante a merenda escolar é encaminhada para a
compostagem. O adubo originado segue para as
hortas escolares, beneficiando, desse modo, a
manutenção de um meio ambiente mais
harmônico e equilibrado, além de contribuir com a
formação
de
cidadãos
conscientes.
São
beneficiados com esta iniciativa, aproximadamente
7.000 (sete mil) alunos da rede municipal de
ensino.
Quadro 1: Escolas da Rede Municipal de Ensino
que desenvolvem a coleta seletiva e suas
respectivas localizações
NOME DA ESCOLA
E. M. Manoel da Costa Cirne
E. M. Roberto Simonsen
E. M. CEAI Dr. Elpídio de Almeida
E. M Lafayete Cavalcante
E. M Tiradentes
E. M Paulo Freire
E. M Dr. Chateaubriand
E. M João Pereira de Assis
E. M Gov. Antônio Mariz
E. M São Clemente
E. M Padre Antonino
E. M Advogado Otávio Amorim
LOCALIDADE
Pedregal
São José
Ramadinha
Malvinas
Santa Rosa
Serrotão
José Pinheiro
Catolé
Conj. Ressurreição II
São José da Mata*
Bodocongó
Malvinas
Fonte: SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO,
ESPORTE E CULTURA – SEDUC (2008)1.
1
Dados obtidos com base no questionário (em
apêndice) aplicado junto a responsável pela
Coordenadoria de Educação Ambiental da
SEDUC.
* Distrito de Campina Grande/PB
Nesse contexto, busca-se, a partir da educação
ambiental, desenvolver nas crianças, um
sentimento de responsabilidade para com suas
ações, para que assim, tenhamos cidadãos
conscientes dos seus direitos e deveres perante a
sociedade, principalmente no que concerne à
manutenção do meio em que vive e do qual se
sobrevive. Caso contrário, se estará fadado a um
futuro colapso ambiental devido ao modo
insustentável que está se desenvolvendo no
presente.
Discussão
Apesar de não ser uma forma de destinação
correta dos resíduos sólidos, o que se observa é
que os lixões continuam sendo uma das principais,
se não a principal, forma de destinação final dos
resíduos sólidos e a mais prejudicial para a saúde
pública e o meio ambiente. Sendo utilizados por
aproximadamente 70% das cidades brasileiras
como destinação final dos resíduos sólidos
produzidos por sua população. De acordo com
Hammes & Pessoa (2004, p.89): “Os lixões são
responsáveis pela disseminação de doenças em
animais e nos homens, de onde muitos retiram
sua fonte de alimento das sobras de comida
desprezadas por outras pessoas. Nesse ambiente,
muitas pessoas separam restos de plásticos,
papéis, latas de alumínio, etc., que se tornam
fonte de renda na troca em postos de reciclagem.
Entretanto, essas estruturas de descarte são
extremamente nocivas à saúde dessas pessoas e
do ambiente como um todo. Além de
disseminarem vetores de doenças, o odor
provocado pela putrefação de restos de animais e
pela decomposição de alimentos afeta também as
áreas de população vizinhas, principalmente em
dias mais quentes, devido à fermentação. O
impacto visual na paisagem também é
considerável, tanto pela ausência total da
vegetação, quanto pelas montanhas de lixo ou
pela presença dessa população humana que dele
se torna cada vez mais dependente para sua
subsistência”.
Apesar da disposição a céu aberto ser uma
prática antiga, é bastante prejudicial, pois acaba
causando uma série de transtornos de ordem
ambiental, sanitária, econômica e social.
Sob o ponto de vista ambiental, os lixões
podem causar poluição das águas superficiais e
subterrâneas, devido à percolação do chorume,
que é um líquido de cor preta altamente poluente,
formada da degradação da matéria orgânica nãocontrolada. Podendo causar poluição do solo
como também poluição atmosférica, devido à
emanação de gases como o metano e o gás
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sulfídrico, havendo o risco de explosões devido ao
acúmulo desses gases que são provenientes da
decomposição da matéria orgânica, fato que põe
em risco a vida dos catadores.
No tocante a questão sanitária, os lixões são
ambientes propícios para a proliferação de macro
e micro vetores, como ratos, baratas, mosquitos,
bactérias, vírus e outros que são responsáveis
pela transmissão de várias doenças como
leptospirose, dengue, diarréia, febre tifóide, entre
outras.
Economicamente,
a
disposição
final
inadequada desses resíduos acaba por trazer
prejuízos, pois são jogados fora materiais que
poderiam ser reutilizados e/ou reciclados como
papel, vidro, plástico e metal, o que acarreta em
desperdiço de energia, mão-de-obra e recursos
minerais.
Dentre os problemas sociais que os lixões
causam, destaca-se o fato de que o mesmo acaba
atraindo famílias que, por não terem aonde
trabalhar e morar faz da “catação” do lixo um meio
de sobrevivência e acabam por formar
comunidades no local de “trabalho”, apresentando
uma forma subumana de sobrevivência.
Nos últimos trinta anos a questão ambiental
vem se configurando no âmbito das grandes
questões contemporâneas. As relações de
interdependência entre a sociedade e o meio
ambiente, negligenciadas pela modernidade
industrial, colocam-se hoje como um dos grandes
dilemas do mundo contemporâneo.
Para Sato (2003), a Educação Ambiental deve
gerar, com urgência, mudanças na qualidade de
vida e maior consciência de conduta pessoal,
assim como harmonia entre os seres humanos e
destes com outras formas de vida. Tal afirmação
pode ser reforçada por Wisnik apud Sato e Passos
(2006, p. 24) quando diz que: “A educadora ou o
educador ambiental situa-se, assim, num
enigmático mundo de descobertas, com dúvidas
sobre por onde caminhar ou sobre qual itinerário
seguir. O que move a educação ambiental não são
suas temáticas abrangentes, mas o enredo que se
trama para que o mundo se mostre extraordinário,
relevando que o mundo não cabe no mundo e o
real não cabe no concebível”.
Destacam-se neste campo um conjunto de
atores, práticas e políticas que nele se inscrevem
a partir de uma estratégia específica para o
enfraquecimento da crise ambiental e que consiste
na associação entre educação e meio ambiente. A
profundidade e o estreitamento destas relações
tem qualificado a própria educação como
educação ambiental e os seus atores como
educadores ambientais (SÃO PAULO, 2003).
Será pela identificação de situações-problema,
das mais diversificadas situações da realidade,
que os professores terão elementos para formular
estratégias pedagógicas. Ao tentar formular
hipóteses para compreensão de um diversificado
conjunto de questões, que caracterizem de forma
plural os elementos observáveis da realidade, no
que tange às questões ambientais em seus
aspectos de especificidades locais e de
referencias globais, é que o professor dará sua
contribuição enquanto detentor de um saber
(OLIVEIRA, 2000).
Através da educação ambiental surge uma
oportunidade de restituir à educação uma função
ética muitas vezes perdida, podendo contribuir de
maneira decisiva na renovação do sistema
educativo, pois a ciência do meio ambiente tem
uma amplitude holística, abarcando o meio natural
e artificial em sua totalidade. Isso significa que a
Educação Ambiental está relacionada com todas
as áreas, isto é, está relacionada com os sistemas
criados pelo homem; social, cultural, político,
econômico, estético, legislativo, e com os sistemas
naturais; atmosférico, geológico, biológico e
hidrológico. Ela está interessada nas diversas
formas de interação entre o homem e a natureza,
assim como na melhoria da existência de todas as
coisas vivas.
A educação ambiental é necessária para o
gerenciamento criterioso deste binômio totalmente
interdependente: economia/ambiente. Sociedade e
natureza, de fato, interagem afetando-se mútua e
equitativamente, porem, ambas são vitalmente
importantes; crescem ou desaparecem juntas. Os
seres humanos não são vítimas, nem senhores da
natureza, mas guardiões de algo que não deve ser
explorado irracionalmente, nem permanecer
totalmente intocado. Compreender isso é
necessário para promover as ações, invenções e
organizações sociais que respeitem a viabilidade,
estabilidade e produtividade, tanto da sociedade
humana como dos sistemas naturais nas suas
milhares de interações (SÃO PAULO, 1999).
Nesta perspectiva, a educação ambiental tornase um instrumento indispensável no processo de
gestão dos resíduos, pois, necessário se faz, além
dos procedimentos técnicos indispensáveis para
se obter um
gerenciamento considerado
adequado, de uma população que seja
conhecedora da sua responsabilidade para com a
manutenção do meio ambiente, uma vez que, um
ambiente sadio e equilibrado são condições
indispensáveis para a obtenção de uma boa
qualidade de vida.
Conclusão
Vivemos numa sociedade eminentemente
capitalista, onde o consumo se apresenta cada
vez mais forte e presente no cotidiano das
pessoas, tendo em vista o poder de compra que o
mesmo impõe. Diante desse quadro, observamos
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uma maior degradação do meio ambiente,
resultado de um desenvolvimento insustentável,
que estimula o consumismo desenfreado de
materiais cada vez mais nocivos ao meio, ao
tempo que, contraditoriamente, incentivam a
preservação ambiental como maneira de preservar
nossa própria existência.
A cidade de Campina Grande/PB, não é
diferente da realidade das demais cidades do
Brasil, o que se observa é que a mesma vêm se
urbanizando no decorrer dos últimos 30 anos,
esta, motivada principalmente pela expansão do
comércio, o que acarretou em problemas
estruturais e, consequentemente, a maior
degradação do meio ambiente.
Neste caso
específico, verifica-se uma maior geração de
resíduos sólidos, elemento que mal gerenciado
proporciona diversos problemas tanto para o meio
ambiente como para toda sociedade.
Neste contexto, a Educação Ambiental surge
como um elemento integrador da sociedade com a
problemática
ambiental,
consideravelmente
acentuada e colateralmente agravada nos últimos
anos, na perspectiva de uma maior valorização do
nosso patrimônio natural, respeitando assim, o
meio que nos cerca, através de práticas
educativas apreendidas no ambiente escolar.
- SÃO PAULO, SECRETARIA DE MEIO
AMBIENTE DO ESTADO DE SÃO PAULO.
Coordenadoria de Planejamento Ambiental.
Educação Ambiental: Vinte Anos de Políticas
Públicas. São Paulo: SMA, 2003. 96p.
- SÃO PAULO, Coordenadoria de Educação
Ambiental. Conceitos para se fazer Educação
Ambiental. 3 ed. São Paulo: SMA, 1999. 48p.
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HAMMES, V.S. (Editora Técnica). JULGAR –
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- IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e
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Saneamento Básico - PNSB. 2000.
- LEITE, V. D. & LOPES, W. S. Resíduos Sólidos
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Campina Grande, 1999. p.197-233.
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2000. 150p.
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In:
GUIMARÃES, M. Caminhos da Educação
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Papirus, 2006.
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