ESTUDOS BIOQUÍMICOS SOBRE A VARIABILIDADE DA
COMPOSIÇÃO PROTEICA EM FEIJÃO (Phaseolus vulgaris, L)
VERA LÚCIA MORETTI ROMANI
Orientadora: Dra. MARIA TERESA V. CARVALHO
Dissertação
apresentada
à
Escola
Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz",
da Universidade de São Paulo, para
obtenção do título de Mestre em
Agronomia. ÁREA DE CONCENTRAÇÃO:
Energia Nuclear na Agricultura.
PIRACICABA
Estado de São Paulo - Brasil
Novembro-1983
ESTUDOS BIOQUÍMICOS SOBRE A VARIABILIDADE DA
COMPOSIÇÃO PROTEICA EM FEIJÃO tfpUJ*» »J ari , L )
9
s
VERA LÚCIA MORETTI ROMANI
Orientadora: Dra. MARIA TERESA V. CARVALHO
Dissertação apresentada à Escola
Superior de Agricultura "Luiz de
Queiroz", da Universidade de São
Paulo, para obtenção do título de
Mestre em Agronomia. ÁREA DE
CONCENTRAÇÃO:
Energia
Nuclear na
Agricultura.
P I R A C I C A B A
Estado de São Paulo - Brasil
Novembro - 1983
ENERGÍA N U C L E A R / S P
COMISSÃO NAüCWa Dt
TW-84
 minha ^amZlla
Ao meu ma.h.X.áo e fai.thoí>,
V
E
V l
C 0
COMISSÃO NACIONAL DE ENERGIA N U C L E A R / S P - IPEM
AGRADECIMENTOS
Ã
VJLCL.
MaA-ca Tata&a
orientação
Ao Vfl.
deste
V.
HaatonaZ
CooK.danadoh.ta
Su.pak.tofL
da
(CAPES),
da
onde esse
trabalho
Romau
Enaigta
NuaZaan.
foi
amtQOÒ
HucZaan
da
na
suges-
[CNEU)
Vai&oaZ
e
ã
a
NZvaZ
concedida;
kan.Lau.Ztu.fta.
pelo auxilio
que de alguma
deâse
ApaA.aaZ.do
e
(CENA),
realizado;
\Kat>iata,
ram para a execução
Ao Sti.
e
trabalho;
pela bolsa de estudos
Enangta
\CZafitca
todos os mauÁ
da
do
Apanlatcoamento
Ao Cantfto
À Sfita.
incentivo
pelas d i s c u s s õ e s
tões v a l i o s a s no decorrer
à Comlòòao
pelo
trabalho;
Vah.by&hÁ.fia,
EKÍC
CafivaZho
e
a
forma .contribuí-
trabalho;
Rocha,
pela a s s i s t ê n c i a
desenhos
das f i g u r a s , e ao S/í..' CZauAvaZ
serviços
de
datilografia.
técnico
BÃ.6&L
nos
pelos
I N D I C E
Página
RESUMO
ÍV
SUMMARY
Vii
1. I N T R O D U Ç Ã O
1
2. R E V I S Ã O
3
DE L I T E R A T U R A
2.1. G e n e r a l i d a d e s
s o b r e a c u l t u r a do f e i j ã o .
2.2. P r o t e í n a s de f e i j ã o .
2.3. L e c t i n a s .
N
3. MATERIAIS
. .
.
5
.'
10
E MÉTODOS
22
3.1.Materiais
3.2. M é t o d o s
3.211.
3
22
2k
2k
P r e p a r o da f a r i n h a
3.2.2. Peso seco
2h
3.2.3.
2^
E x t r a ç ã o de p r o t e í n a s
3.2.k. D e t e r m i n a ç ã o d o s t e o r e s de
total
nitrogênio
e proteico.
25
3 . 2 . 5 . A n á l i s e de a m i n o á c i d o s
25
3.2.6.
27
P r e p a r o de s u s p e n s õ e s e r i t r o c i t á r i a s
3 . 2 . 7 . T e s t e s de a g l u t i n a ç ã o
28
3.2.8.
30
E l e t r o f o r e s e em gel de po1 iacri1 a m i d a
1». R E S U L T A D O S
35
5. D I S C U S S Ã O
6^
6. C O N C L U S Õ E S
80
7. B I B L I O G R A F I A .
8 2
ESTUDOS
BIOQUÍMICOS
PROTEICA
EM
SOBRE A V A R I A B I L I D A D E
FEIJRO
VERA
ORIENTADORA:
[Fhaàzoluò
LÜCIA
Dra.
L . )
vulga/tii
MORETTI
Maria
DA COMPOSIÇÃO
ROMANI
Teresa
V.
Carvalho
RESUMO
O objetivo
desse
estudo
foi d e t e r m i n a r
as
ati-
\
vidades
eritroaglutinantes
jão e v e r i f i c a r
se estas
com as c o m p o s i ç õ e s
das
de c u l t i v a r e s
atividades
dando-se
ta uma revisão
priedades
aquelas
de
de
das
ênfase
das
determinadas
teores
farinhas
res b r a s i l e i r a s
noácidos
ser
fei-
relacionadas
das
sementes
ã composição
disponível
lectinas
de
foi
descri-
p r o t e i c a . Foi
fei-
sobre h i s t ó r i c o ,
pro
sementes,especialmente
?hcLi>2.oZuò vulgCLA.X.i .
Os
proteína
química
literatura
e ocorrência
poderiam
de
lectinas.
A composição
ta b r e v e m e n t e
brasileiras
de
cotiledonares
feijão
pelo m é t o d o
de doze
das
de n i t r o g ê n i o
e de duas
cultivares
de
As c o m p o s i ç õ e s
os
de
cultiva
exóticas
foram d e t e r m i n a d a s
COMISSÃO
deles
de 18 a m o s t r a s
de K j e l d a h l .
farinhas
e a partir
em
foram
ami-
cromatografia
NACIONAL CE ENERGIA N U C L E A R / S P - IPEN
camente após
a hidrolise
teína da farinha
foi
ãcida
feita
das f a r i n h a s . A e x t r a ç ã o
com Tampão T r i s - G l i c i n a
NaCl 2 % , pH 8.3, e a c o n c e n t r a ç ã o
terminada
por m é t o d o
glutinantes
de p r o t e í n a
colorimétrico.
As a t i v i d a d e s
extratos
foram d e t e r m i n a d a s
tos de d i v e r s a s
espécies
animais
e as c o m p o s i ç õ e s
da fração p r o t e i c a
foram e x a m i n a d a s
polipeptídica
sistemas
nhas v a r i a r a m
"vãmente.
teores
de
2,9%
de n i t r o g ê n i o
.a
4,1%
Os h i d r o l i z a d o s
aspártico
das
e . g l u t a m i c o , menos
contiveram
apenas
da p r o t e í n a
baixos
foi
de-
eritroa-
contra
eritrociproteica
e
por
três
cotiledonar
traram a t i v i d a d e
iguais
po de e r i t r o c i t o .
das
fari-
de v a c a nao
ricos
em a m i n o á c i d o s
de m e t i o n i n a .
da cv. P i n t o , todos
contra
entre
as c u l t i v a r e s
tratados.
se d i s t i n g u i r a m
relativamente
ca tratados
tripsina.
básicos
dos
dos
As c u l t i v a r e s
de todas
altas
seis
tinão
com o ti
aglutinou
qualeri-
P i n t a d o , Jalo
as outras
contra
80%
atividades
e também
extratos
e
empregado.
da cv. Pinto não a g l u t i n o u
e nenhum
suas a t i v i d a d e s
ãcido
os e x t r a t o s mos
cinco
suas
em
Pelo m e n o s
foi e x t r a í d a pelo m é t o d o
0 extrato
quer, tipo de e r i t r o c i t o
com
ricos
foram
utilizados, entretanto
e variaram
Goiano p r e c o c e
farinhas
er i tr o ag lu t inan t e
pos de e r i t r o c i t o s
e proteína
e...de,.18,4 a 2 5 , 9 % , , r e s pe c t i -
teores
Com exceção
trocitos
com
eletroforeticos.
Os
foram
0,005M
solúvel
dos
de pr£
devido
eritrocitos
e
a
de v a -
Foi
tras
quando
naturantes
também d e t e c t a d a v a r i a ç ã o
examinadas
acida
desnaturante.
por e l e t r o f o r e s e
e alcalina
Nestes
po de c v s . P i n t a d o , Jalo
dos p e r f i s
foram o b s e r v a d a s
teínas
e através
e Goiano
das outras
diferenças
rante foi o b s e r v a d a
cas da p r i n c i p a l
variação
deles
a cv, Pinto
concentrações
q u e , sob
entre
com
e o
gru
entre
si
condição
ãcida
relativas
de pro
condição
as c o m p o s i ç õ e s
proteína, glicoproteina
nao des_
perfis
diferiram
Sob
amos-
condição
obtidos
precoce
t ipo-i's o 1 e c t inas , enquanto
sob
foram
amostras.
nas
a.s
condições
eletroforese
tres' sistemas
postos de d i v e r s a s b a n d a s
e também
e por
sob
entre
desnatu-
polipeptídi
II.
\
Os dados
relação
publicados
por
que e x i s t e m
diferenças
entre
tes de c u l t i v a r e s
ças podem
brasileiras
ser a t r i b u i d a s
T a m b é m , pelo m e n o s
feijão, glicoproteína
nadas.
acima
a resultados
cluiu-se
nas.
resumidos
outros
formas
II, ocorreram
e que estas
na
composição
da p r i n c i p a l
entre
em
pesquisadores.
as a t i v i d a d e s
de feijão
ãs v a r i a ç õ e s
duas
foram d i s c u t i d o s
Con
aglutinan
diferendas
lecti
proteína
as c u l t i v a r e s
de
exami
. vit-.
BIOCHEMICAL
STUDIES
COMPOSITION
ON V A R I A B I L I T Y
O F B E A N S [? hd& no lui,
VERA
ADVISER:
LOCIA
MORETTI
D r a .Maria
IN THE PROTEIN
L.)
vulgatii*,
ROMANI
Teresa
V.
Carvalho
SUMMARY
The o b j e c t i v e
\the
erythroagglutinating
beans
with
and
their
to v e r i f y
lectin
with
available
occurrence
of seed
be
brazilian
correlated
of seeds
on p r o t e i n
lectins, especially
was
composition,
those
and
and
Phaitotai
of
reviewed.
of b r a z i l i a n b e a n s
and
the samples w e r e
c o n t e n t s , and
from
the m e a l s .
cultivars
The a m i n o a c i d
determined
from
the c o t y l e d o n s
two exotic
the K j e l d a h l m e t h o d .
of
could
determine
of
on the h i s t o r y , p r o p e r t i e s
c o n t e n t s , of m e a l s
hydrolisis
composition
emphasis
The n i t r o g e n
by
to
of c u l t i v a r s
if those a c t i v i t i e s
literature
protein
study was
compositions.
briefly
UU-tgOA-ti , was
this
activities
The chemical
described
of
of
were
extracted
the
18
samples
determined
compositions
chromâtographically
P r o t e i n was
them
of
after
from
12 of
acid
the meals
with
and
0.005 M T r i s - G l i c i n e b u f f e r , pH 8,3
the c o n c e n t r a t i o n
by a c o l o r i m e t r i c
activities
of
erythrocytes
protein
and
of the soluble
method.
The
several
w e r e examined
by
three
from
respectively.
aspartic
and had
and
only
the protein
and
to 4.1% and
species
and
the
fractions
systems.
of
the
1 8 . 4 % to 2 5 . 9 %
from the m e a l s w e r e
in b a s i c
of m e t h i o n i n e .
the m e a l s was
against
the p r o t e i n
from
a c i d s , less rich
low contents
determined
protein, c o n t e n t s
The h y d r o l y s a t e s
from
of
electrophoretic
2.9%
glutamic
animal
compositions
The n i t r o g e n
meals varied
determined
different
polypeptide
p r o t e i n was
2% N a C l
erythroagg1utinating
the extracts w e r e
of
containing
extracted
in
aminoacids
A t least
by
rich
the
8 0 % of
method
employed.
With
extracts
showed
the e x c e p t i o n
erythroagglutinating
of the six types
of e r y t h r o c y t e s
activities were not.the
and also
extract
in r e l a t i o n
used, however
varied
among
agglutinate
the e x t r a c t s
The c u l t i v a r s
distinguished
activities
cultivars
any
The
of
agglutinated
e
the
were relatively
high
Goiano
the o t h e r s , b e c a u s e
against
types
untreated
l
activities
five
their
the
P i n t a d o , Jalo
from all
the
against
type of e r y t h r o c y t e s .
did not
and n o n e of
cow erythrocytes".
precoce were
same and
to the
of the cv. Pinto
of e r y t h r o c y t e
of cv. P i n t o , all
trypsin - treated
their
erythrocytes
from
cow.
Variation
when
they w e r e
examined
non-dissociating
electrophoresis
three
and
acidic
under
them
and
from
of
of
to published
cultivars
examined.
the group
of
these
cultivars
Under
in the
acidic
that
under
the
above w e r e
polypeptide
II, varied.
discussed
from other w o r k e r s .
among
and
that
these
in lectin
bean p r o t e i n
in
It was
the a g g l u t i n a t i n g
exist
one
relative
proteins while
observed
the major
by
several b a n d s were, o b t a i n e d
samples.
to v a r i a t i o n s
forms of
and
samples
could be d i s t i n g u i s h e d
summarized
results
the
In
protein, Glycoprotein
cultivars
could be a t t r i b u t e d
two
and
it was
differences
of b r a z i l i a n b e a n
of
conditions
conditions.
were observed
the major
The data
at least
and a l k a l i n e
isolectin-type
compositions
that
under
the others
conditions
concluded
by e l e c t r o p h o r e s i s
Goiano p r é c o c e
dissociating
relation
among
composed
conditions, differences
concentrations
detected
the cv. Pinto
P i n t a d o , Jalo and
from another
also
dissociating
systems p r o f i l e s
through
was
activities
differences
composition.
occur
among
Also,
the
1.
INTRODUÇÃO
As sementes
tas e o homem e x p l o r o u
e estocar
sementes
e uma parte
para plantios
de plantas
importante
No B r a s i l , e em m u i t a s
jão
Como
todas
para
partes
as s e m e n t e s , ele contem
v a m e n t e altos
e portanto
dos da a l i m e n t a ç ã o
humana
contém
i uma
ele
come-
posteriores.
obtenção
do m u n d o
o fei-
p,opular da dieta h u carbohidratos,
fonte de
gor-
como
ou-
relati-
aminoáci-
nacional.
A p r o t e í n a do feijão não S h o m o g é n e a .
tes proteínas
de
mundial.
teores de p r o t e í n a s
importante
plan
periodo
d u r a s , p r o t e í n a s , m i n e r a i s , v i t a m i n a s , e t c . , e assim
tras l e g u m i n o s a s , o feijão
de
o
da a g r i c u l t u r a
{Pha¿<¿o£u¿ vu¿gcUi-í¿) e. um c o m p o n e n t e
mana.
desde
da a g r i c u l t u r a , quando
H o j e , o cultivo
suas sementes
de p r o p a g a ç ã o
esta c a r a c t e r í s t i c a
inicial do d e s e n v o l v i m e n t o
çou a coletar
sao v e í c u l o s
possuem diferentes valores
nutritivos
Diferen
e
algu-
.2.
mas
são mesmo
antimetabó1icas.
ram que o feijão
lacionada
a uma
capacidade
em v ã r i o s
fixadoras
o ataque
tóxico.
A toxidade
denominada
tem
lectina
extratos
lectina
fenômenos biológicos
entre planta h o s p e d e i r a
e podem aglutinar
e cepas
foi m o s t r a d o
exem
de Rk-í-
de p l a n t a s
células h u m a n a s
de
também
como por
contra
malignas.
em
eritroag1utinantes
Recentemente
quatro
de
também
seus
que a
é heterogênea.
desse
eritroag1utinantes
jao e v e r i f i c a r
a
podem
0 objetivo
atividades
tem
que
as l e c t i n a s
com as a t i v i d a d e s
de feijão
re
atividades
outros
de s e m e n t e s .
sido
a divisão
C u l t i v a r e s de feijão foram classificadas
-grupos de acordo
mostra
e estimular
de n i t r o g ê n i o , na p r o t e ç ã o
de fungos
com ratos
eritrõcitos
A l é m dessas
pio na e s p e c i f i c i d a d e
ZÕbyLum
ser
fração p r o t e i c a
de a g l u t i n a r
linfócitos.
funcionar
cru pode
Experimentos
se estas
das com as c o m p o s i ç õ e s
trabalho
determinar
de c u l t i v a r e s . b r a s i l e i r a s
atividades
das
foi
lectinas.
poderiam
ser
as
de fei
relaciona-
2. R E V I S Ã O DE L I T E R A T U R A
2.1. G e n e r a l i d a d e s
sobre a cultura do feijão
O gênero Vhdòzotuò
'de origem
na America
(KAPLAN, 1 9 5 6 ) .
teve dois
0 mais
importante
C e n t r a l , nos a l t i p l a n o s
com altitudes v a r i á v e i s
se d e s e n v o l v e r a m
t r o s , e em p a r t i c u l a r
o feijão
Os centros
Guatemala,
diferentes
de r e s i s t ê n c i a
fatores a m b i e n t a i s adversos
de cada um d e s s e s
são
(KAPLAN, 1 9 5 6 ;
a organismos
(VIEIRA,
cen-
totalmente
tendo
evolu-
TAYLOR,
importância
estabelece
de
originá-
de origem
fato é de m á x i m a
locali
tempo. Espécies
de cada um deles
mento g e n é t i c o da c u l t u r a , pois
tas de o b t e n ç ã o
localizado
(Phaò cotuò
i n d e p e n d e n t e s , com as espécies
M I R A N D A , 1 9 6 8 ) . Esse
e
primários
de 500 - 1500 m e t r o s , e o outro
importância., e c o n ô m i c a
ção e d o m e s t i c a ç ã o
está
do M é x i c o
za-se na à s i a T r o p i c a l , conhecido há longo
rio da A m é r i c a C e n t r a l .
centros
duas
no
1966;
melhora
fontes
patogênicos
distin
e
a
1978).
\
Uma área superior
a cinco m i l h õ e s
de
hectares
é ocupada pelo
feijão no p a í s ,
dois e m e i o m i l h õ e s
500 kg/ha
de toneladas
(CNPAF, 1 9 8 0 ) .
tor m u n d i a l
0 Brasil
gradual
de n o s s a s
cientes
de p r o d u ç ã o
de feijão mal
populares.
para i m p o r t a ç õ e s
sem as p r a t i c a s
Basta
e experimentações
tivéssemos',^ a m e n o r
rea de
de
produ
totalmente
desti
empobrecimento
de m é t o d o s
aumento
qualquer
atender
contrariedade
cotidiano, obrigando-nos
que os
preço, produção
climáti
a
que
desenvolveram,
abundante
ser e x p o r t a d o , e. tudo
isso
as
apelar
agricultores
e as n o v a s v a r i e d a d e s
agronômicas
inefi-
populacional,as
tem dado para
no e n t a n t o , b a s t a r i a
}
culturais
poderia
a continuidade
e com o c r e s c e n t e
ca para que falte o feijão
excesso
e quase
medio
o maior
(1972) a f i r m a que com o
terras,com
colheitas b r a s i l e i r a s
quisas
e atualmente
de
interno.
MEDINA
x
aproximada
e um r e n d i m e n t o
de feijão e sua p r o d u ç ã o
nada ao consumo
necessidades
cora uma p r o d u ç ã o
usas
as
pes-
para
de f e i j ã o ,
sem a u m e n t o
que
cujo
da
á-
plantio.
0
feijão
está
laçao b r a s i l e i r a
devido
as suas
o Brasil
apresenta
do mundo
(JUNQUEIRA,
jão ser uma rica
o índice
sempre p r e s e n t e na dieta
propriedades
de consumo
1972).
Devido
Os a m i n o á c i d o s
popu
organolépticas
c a p i t a " mais
a isso e ao fato
fonte de a m i n o á c i d o s
ra tem um grande valor n u t r i c i o n a l
"per
da
do
e
alto
fei-
e de c a l o r i a s , a c u l t u -
para o p o v o ( F I B G E ,
do.feijão
estão
contidos
1979).
quase
que t o t a l m e n t e
na p r o t e í n a .
A eficiência
mo uma fonte de a m i n o á c i d o s
e da p r o p o r ç ã o
dos
na dieta
aminoácidos
de uma p r o t e í n a
e dependente
proteína
de feijão
0 valor
esta
demente r e s p o n s á v e l
da proteína
do feijão
Nesse
efetuados
RA
tores
LIMA
também
proteína
1966;
ideais
et alii
1959 ; .
podem
contribuir
i gran-
relativamente
com
destacam-se
SOUZA
da
aminoáci-
baixo
aqueles
é a proteína
do
os
e a proteína
ovo
OLIVEI-
quando
ambos
incluída
1962).
utilização
proteicos
lectina
(KAKADE
Esta ú l t i m a p r o t e í n a
em dietas
Então
animais
e
da
enzima
e
EVANS,
pode
(JAFFÉ
fa
da
mesmo
e GAEDE,
a . fração p r o t e i c a
componentes, nutricionais
de
trabalhos
e D U T R A DE
para a i n c o m p l e t a
incluem os i n i b i d o r e s
tripsina
HONOVAR,
jao contém
de
limitação
comparada
(1952),
isoleu-
potencial
teor
e esta
tal como
Brasil
JAFFÉ e L E T T E , 1 9 6 8 ) .
ser tóxica
seu
lisina,
leucina,
em
teor
(1970) e Z U C 0 L 0 T 0 e C O R D E I R O ( 1 9 7 1 ) . Outros
e estes
proteolítica
e cisteina
( 6 4 % ) , quando
sentido,no
por C H A V E S
(1969);
pelo
pelo valor b i o l ó g i c o
outras p r o t e í n a s m a i s
(100%).
nutricional
limitado
dos s u l f u r a d o s , m e t i o n i n a
seu
essenciais: metionina,
triptofano, fenilalanina, treonina, valina,
cina. ( F A O / W H O , 1 9 7 0 ) .
de
co-
do fej.
anti-nutricio-
nais
2.2. P r o t e í n a s de f e i j ã o
0
teor proteico
de sementes v a r i a
entre
cultu
ras.
As
leguminosas
so de suas
Análises
sementes
geralmente
como p r o t e í n a
{Vhaòtolu.ò
do feijão
dor de 1 7 % a 3 2 % e a maior
vares
(ver por
exemplo
1980; C A R V A L H O ,
envolvidas
nas de r e s e r v a
funcionam
somente pelas
posições
químicas
dos m é t o d o s
baseados
da
como
neiro
suas
ou por
e 16%.
ao
re_
interculti-
Então,
incluem
dos outros
tipos
em m e m b r a n a s
fontes
e as
e outras
metabólicas
dif£
algu_
sao
as
pro
enzi
de p r o t e í -
e as p r o t e í -
de n i t r o g ê n i o
de sementes
f u n ç õ e s , mas
podem
e
ser
carbono
para a s e p a r a ç ã o
físicas.
cou p r o t e í n a s
por
suas solubilidades
classificação
permitiu a separação
OSBORNE
suas
trabalho
(1924),
em v á r i o s
sao
pio-
classifi-
solventes.
de p r o t e í n a s
com
Muitos
de p r o t e í n a s
f í s i c a s , e em seu
de sementes,
classifica
também p e l a s
suas p r o p r i e d a d e s
propriedades
sobre p r o t e í n a s
pe-
semente.
de l a b o r a t ó r i o
em suas
5
funções .
sao e s t r u t u r a i s
na síntese
As p r o t e í n a s
das não
6%
teores
é heterogênea
as m e s m a s
sao e n c o n t r a d a s
durante a g e r m i n a ç ã o
têm dado
Esta p r o t e í n a
As p r o t e í n a s
n a s , as e s t r u t u r a i s
entre
parte desta v a r i a ç ã o
mas são m e t a b ó l i c a s , algumas
mas e estão
1 5 % a 5 0 % do
e os cereais
villgcifiiò)
nao p o s s u e m
teínas de r e s e r v a .
entre
TULMANN N E T O , 1 9 7 5 ; S G A R B I E R I , 1979; CURY,
1981).
rentes p r o t e í n a s
contêm
em quatro
Essa
ca-
tegorias:
1) A L B U M I N A S - S o l ú v e i s em a g u a ;
\
2) G L O B U L I N A S - Solúveis em soluções s a l i n a s
e i n s o l ú v e i s em á g u a .
3) PROLAMINAS
- Solúveis
era á l c o o l .
4) G L U T E L I N A S S o l ú v e i s
em
alcalis
diluí-
dos.
S u b s e q u e n t e m e n t e , esta
plementada
por YEMM
ções
- Solúveis
salinas
2) G L O B U L I N A S
neutras
mas
e fracamente
principalmente
d a , uma vez
entre
que certas
solúveis
em
em ácidos
de sementes
por
albuminas
estes dois
globulinas
xas c o n c e n t r a ç õ e s , na ãgua.
salinas
água.
de
etanol,
nos s o l v e n t e s
ou á l c a l i s
de
acima,
diluídos.
leguminosas
e globulinas.
grupos não
é bem
são
Infe-
defini
são s o l ú v e i s , em m u i t o
0 termo e u g l o b u l i n a
tipo de p r o t e í n a
nao o b s t a n t e
esta r e s s a l v a , a c l a s s i f i c a ç ã o
e bastante
em
70-80%
do para este
do muito útil
solu-
em água ou etanol puro..
- Insolúveis
solúveis
As p r o t e í n a s
em
em soluções
- Solúveis
4) G L U T E L I N A S
a distinção
com-
diluídas.
insolúveis
- mas
em ãgua e
- Solúveis
3) P R O L A M I N A S
lizmente
foi
(1958):
1) A L B U M I N A S
constituídas
classificação
tem sido
baiusa
(HILL e B R E I D E N B A C H , 1974a; 1974b),
empregada
de 0 S B 0 R N E
em estudos
tem si.
comparativos.
G e r a l m e n t e , as a l b u m i n a s
teínas m e t a b ó l i c a s
representadas
enquanto
que as g l o b u l i n a s
principalmente
As proteínas
ras a serem e s t u d a d a s
teicas
solúveis
salina
e a fração
quentemente, WATERMAN
demonstraram
xsoluçao
et alii
a ocorrência
salina
te
(RACUSEN
teína
II.
principal
fração
McLEESTER
et alii
proteica
ções de g l o b u l i n a
terceira
CAMPBELL
(1896) para
e subsequentemente
(1949) para
extraída
fração
isolou
e purificou
globulínicas
de O S B O R N E .
Nos
foi
deno
(1937-1938)
mais
em
usados
e a
designou
eventualmen4 6 % da
pr£
correspondia
Estados
fra-
fração de
por O S B O R N E
de
Plòum
ã
Unidos,
de duas
generalizada
globulinas
refi-
glicopro-
a principal
proteínas
de m a n e i r a
as p r i n c i p a i s
princi
solúvel
pelo m e n o s
o isolamento
de v i c i l i n a , termos
as p r i n c i p a i s
pro-
uma
foi m o s t r a d a
ela p r o v a v e l m e n t e
aplicados
et alii
bioquímicos
de f e i j ã o , d e n o m i n a n d o
e a outra
primei-
conphaseo 1ina.
procedimentos
(1973) r e l a t a r a m
legumina
reserva.
uma das
(1923) e JONES
Esta p r o t e í n a
e portanto
sao
(12%) p h a s e l i n a . Subse^
e F 0 0 T E , 1971) r e p r e s e n t a r
extraída
NIELSON
secundaria
com p r o p r i e d a d e s
de g l i c o p r o t e í n a
de
sementes
separadas, e a
8 5 % da p r o t e í n a
de uma
(1966; 1970)
teína de feijão
foram
foram
que eles d e s i g n a r a m
Usando-se
nados, PUSZTAI
proteínas
de
pro-
por O S B O R N E (1894a e b). Duas frações
em solução
phaseolína
pelas
do feijão
pai f r a ç ã o , que r e p r e s e n t o u
minada
correspondem, as
e
òat<Lvum
por
DA-
de d i v e r s a s
espé
.9 .
cies de l e g u m i n o s a s .
Em c o n t r a p o s i ç ã o
TER et alii
principal
(1973)
confirmada
como
a
sendo
enquanto
15%
da
tipo
que uma proteína
fração
Análises
de a m i n o á c i d o s
sulfurados e portanto
pelos
relativamente
,feijão
aliiy
(PUSZTAI
localizadas
proteicos,tambim
pesquisadores
em
1967;
ERICSON
tizadas
ves
do
partículas
(BAILEY e B O U L T E R ,
Ao
baixos
proteínas
1976).
proteína
teores
de
responsável
sulfurados
SUN
do
et
globulínicas
chamadas
como base
(ALTSCHUL et alii
1970; DIECKERT
alta em extratos
somente
e F00TE, 1971;
localização
endoplasmãtico
que
i
grãos de a l e u r o n a .
3
dessas
e então
para
para
duas
a de-
1961; TOMBS,
são
sinte
canalizadas
corpos
e DIECKERT,
se a p r e s e n t a
salinos
os
corpos
Diversos
Estas proteínas
dos p o l i s s o m a s
globulínicas, uma,outra
tivamente
como
de r e s e r v a
contrário
PUS£
alii 191Q>),
da p r i n c i p a l
membranosas
e CHRISPEELS, 1973).
retículo
por
BOULTER,
de a m i n o á c i d o s
duas p r i n c i p a i s
têm usado esta
nas m e m b r a n a s
e
sido
1976).
conhecidos
finição de p r o t e í n a s
tem
et
ela e a p r i n c i p a l
baixos
1974 e B A R K E R et alii,
feijão
representou
somente
e WATT, 1970; RACUSEN
Estas
estão
legumina
que ela possue
de Mc LEES_
II p u r i f i c a d a
(DERBYSHIRE
aminoácidos
teores
do
g 1 obul ina (B A R K E R
tipo
globulinica
globulínica mostram
proteína
a glicoproteína
TAI e que 5 uma v i c i l i n a
ao t r a b a l h o
atra
proteicos
1976).
principais
proteínas
em c o n c e n t r a ç ã o
2 encontrada
depois
do
rela
fr£
. . 10 .
cionamento
bulínica
desses
e x t r a t o s , em ambas
(MANEN,'1978; CARVALHO,
lectina do feijão
frações
1981).
que serã c o n s i d e r a d a
albumínica
Esta p r o t e í n a
nos
tópicos
e
gl£
é
a
seguintes.
2.3. Lecti nas
A primeira
descrição
mos por l e c t i n a , foi dada por
gava o efeito
tóxico
STILLMARK
de "castor b e a n "
rificou que as células v e r m e l h a s
LANDSTEINER
as sementes
muns
como
ninas.
de especies
rios extratos
mostraram
atividade
de sementes
dos com e r i t r o c i t o s
especificidade
de d i f e r e n t e s
com anticorpos
Em 1936, SUMNER
concanavalina A
aglutinadas.
(1908)
de algumas
também
mostraram-que
leguminosas
contem
diferentes
animais
(con A ) , uma proteína
vatesta
e compararam
esta
dos
animais.
identificaram
isolada por
de c a v a l o s , numa c o n c e n t r a ç ã o
que
eles em
de Canavat-ía Q.n¿¿¿0H.m¿6 era uma f i t o h e m a g l u t i n i n a ,
nava e r i t r o c i t o s
de
quando
do soro do sangue
e HOWELL
co
hemagluti-
hemaglutinante,
totalmente
investi,
[Rlc-ínuA commun<¿¿), e ve
e RAUBTSCHECK
e ervilha
conhece-
(18 8 8) , quando
do sangue eram
comestíveis
f e i j ã o , lentilha
Eles
do que hoje nos
a
1919
que agluti_
tão b a i x a
como
0 , 1 yg/ml.
RENKONEN
em 1948 e BOYD
e REGUERA
em 1949
rela
. 11.
taram que
lectinas
de e s p e c i f i c i d a d e
de varias
sementes
contra antígenos h u m a n o s
s a n g u í n e o s , o que foi demonstrado
[Vhoii 10LM,
tX.mo.no-L-Ò)
com células
VÁ.CÁ.0L
aACLCca
mente
células
ficidade
que
do tipo B.
contem
pelo
lectinas
quando
células
levou BOYD e SHAPLEIGH
de tipos
significa
mo sinônimo
de f i t o h e m a g l u t i n i n a s
para o a n -
reaja
fraca-
sementes
que atacam mais
de
forte
De f a t o , esta especi^
específicos
(1954) a criar a p a l a v r a
re em latim
grau
grupos
especifico
Semelhantemente,
poderosas
alto
de "lima b e a n "
concentrado
do grupo A do que B ou 0.
de aglutinar
um
de v á r i o s
extrato
que e v i r t u a l m e n t e
tígeno do grupo A, ainda
mente
mostraram
de
sangue,
lectina
(lege_
e s c o l h e r ) , um termo que é h o j e usado
(entretanto
co
ver
CARVALHO,
de p e s q u i s a d o r e s , têm
trabalhado
1981).
Vários
grupos
com um grande numero de espécies
procurando
encontrar
lectinas
específicas
para
s a n g u í n e o s h u m a n o s A , 0, M e N e o s u b - g r u p o
A^,por
ficidade.
os grupos
H o j e jã são conhecidas
isso tem sido usadas
ções de b a s e
para tipagem
sanguínea
química da e s p e c i f i c i d a d e
(KRUPE, 1956 ; TIGGELMAN - VAN KRUGT-EN et
ALLEN
e B R I L L I A N T I N E , 1 9 6 9 ; TOMS
LIS, 1972).
Uma das m a i o r e s
nas de sementes
Esses autores
foi
feita
investigaram
e em
investiga-
de grupos
sanguíneos
alii,
e WESTERM,
investigações
por
ALLEN
especi-
e
2.663 amostras
1956 ; BIRD,1959;
1971;
sobre
SHARON
e
aglutini-
BRILLIANTINE(1969) .
de s e m e n t e s ,
destas
. 12 .
711 foram nao
outro
grupo
específicas
de,
mostrou
em m u i t o s
simples.
este período
que a interação
casos
ser inibida
Os r e s u l t a d o s
que as lectinas
p e r f i c i e das
isolar
específicas
se unem
células.
e purificar
desses
também
de lectinas
'^to de uma n o v a
cromatografia
estudos
de
dos r e s u l t a d o s
específicas
tem sido
ajudou
com a e s p e c i f i c i d a d e
entre
foram
supara
o estu-
desenvo1vimen
lectinas, a
No
gene
e s p e c í f i c a , o outro
variedades.
As
limnnòZò
pelo
lectinas
por N-acetil-D-galactosaraina,
inibidas
(1971) e n f a t i z a r a m
ser distinguidos, de
de e r i t r o a g l u t i n a ç ã o .
e e representado
por açúcares
que também
a
dé 1 8 8 5 - 1 9 6 0 .
grupos podem
PhaòíoZuò
sobre
T0-
dade e r i t r o a g l u t i n a n t e
nas não e s p e c í f i c a s
especies
por
pelo
são
o
de
sumarizados
ro g r u p o , r e p r e s e n t a d o
po não
usada
das p r ó p r i a s
do período
dois p r i n c i p a i s
são inibidas
a conclusão
afinidade.
lectinas
e suas n u m e r o s a s
açúcares
de c a r b o h i d r a t o s , e para
técnica de p u r i f i c a ç ã o
de
por
a s a c a r í d e o s , na
Essa p r o p r i e d a d e
(1964) em sua revisão
ro PhaAtoZu¿,
acordo
ou
com c é l u l a s , p o -
levaram
especificamente
polímeros
Muitos
BISKA
um
GOLDSTEIN
especificamente
do de sua e s t r u t u r a ' q u í m i c a , e também,
ocorrência
para
sanguíneo
Durante
(1967)
e 90 foram
simples.
0
primei-
, contém
grupo
ativi-
contém
Pka¿&oZu¿
lecti
VuZQaiZò
do p r i m e i r o
grupo
as do segundo
TOMS
ja são c o n h e c i d a s
e
gru-
WESTERM
lectinas
espe
.13.
cíficas
pio,
para
algumas
eritrocitos
alii
eritrocitos
lecüinas
de d i f e r e n t e s
de Fha¿t¿oZu6
troaglutinante
um estudo
e de d i f e r e n t e s
de nove a n i m a i s
Alguns
diferentes
eritrocitos
nase e a g r u p a r a m
Grupo
animais.
as v a r i e d a d e s
A - Aglutinou
Grupo
C - Aglutinou
Grupo
ou nao
seguintes
variações
V
nas
eri-
eritrocitos
eritrocitos
do grupo
em quatro
A,
ou
pro-
grupos:
com e x c e ç ã o
aos
tripsina.
com
exceção
aos
tripsina.
eritrocitos
de v a c a
trata-
tripsina.
unicamente
com
estava
capacidades
os e r i t r o c i t o s
de
hámster
pronase.
Enquanto, o trabalho
sessões
com
et
varieda-
com tripsina
e cultivares
unicamente
D - Aglutinou
tratados
tratados
tratados
de v a c a , tratados
dos com
humanos
todos os e r i t r 5 c i tos,com
B - Aglutinou
Grupo
sobre
todos os e r i t r o c i t o s
de v a c a nao
e
utilizaram
e eritrocitos
foram
da a t i v i d a d e
a ação
Eles
para
JAFFÉ
de c u l t i v a r e s
em relação
exem
especificas
e carneiro.
sistemático
de um grande número
des de Vha.6 ZOLULÒ. vutgatL-íò
B e 0.
vu¿ga?i-íi
de f r a n g o , c o b a i a , coelho
(1972) fizeram
humanos
a n i m a i s , como- por
experimental
em a n d a m e n t o , outros
aalirtinantes
descrito
estudos
de e x t r a t o s
«OMISSÃO NACIONAL DE E N E R G I A
de
nas
sobre
feijão
NlirirAo
. 14 .
foram
Por
relatados
testes
(FELSTED
et alii,
de a g l u t i n a ç ã o
lho, F E L S T E D
usando
e colaboradores
eritrocitos
separaram
res entre as 62 e x a m i n a d a s .
tres
que oito grupos
dos entre
as
100 c u l t i v a r e s
que
eletroforese
bi-dimensiona1
e aglutinação
de c u l t i v a r e s
foram e n c o n t r a d a s
cotiledones
eles
essencialmente
e do embrião
de
et alii
imunoglobulina
fluorescente
no
de lectinas
?haiÇ.oZuò
(1973).
de amido
(1977) u s a n d o
VhaòzoZaò
VhaòtoZíLi
de
dor de grãos
et
alii
detecta-
através
de
eritrocitos
c e l u l a r , as
e dos
sedimentação
vaZgahZi
proteicos.
HAMBLIN
absorventes
AtoZuLÒ vuZgatiiò.
CLARKE
na nos espaços
e no c i t o p l a s m a
usando
a localização
predom
CanavaZA.il
VliCLicoluò
vuZgan.ií>
e
a
que era
de r a í z e s
( 1975) l o c a l i z a r a m
células
CanavaZla
paredes
do p a r ê n q u i m a
tnòídoumiò.
e
ao r e -
et
alii
lectina
composta
(1973) m o s t r a r a m
e primordios
das
PUSZTAI
localizaram
i n t e r c e l u l a r e s , bem como nas
periférico
<¿n.i>i.^OKmQ,h
detectadas
cotiledonar
e KENT
et alii
imunoperoxidase
proteicos.
diferencial
da
(1975)
que foram
corpos
de
através,
et alii
confirmaram
na fração
e
lectinas
de c é l u l a s
vu.Zgah.Zi,
CLARKE
-vuZgah-Zi
nação nos pelos
de
coe-
cultiva
ser
contra
citoplasma
n a n t e m e n t e --c i toplasmãt ica de Con A de
donar
de
examinaram
de i m u n o d i f u s a o , i m u n o e l e t r o f ó r e s e
de corpos
e de
BROWN
puderam
de localização
por M I A L O N I E R
de
grupos
1982).
e vaca.
Em estudos
técnica
humano
Em c o n t r a p o s i ç ã o ,
relataram
de coelho
et alii,
1 9 8 1 ; BROWN
aglutiVWa-
de
uma
lecti
celulares
cotile-
. 15.
Pára
RIGAS
e- O S G O O D
pitação
purificar
(1955);
com sulfato
JAFFÊ
mais
refinadas
tininas,
como
por exemplo
e CM-Celulose,
Pka¿zolü.¿ válganlo,
(1970),
MONSIGNY
et alii
(1973),
eletroforese
(1965),
adsorçio
cia
ANDREWS
e WATT
lectinas
especifica
melhoramento
comercialmente
porco
GALBRAITH
que v e m sendo
a lectina'de
(MATSUMOTO
Phaòzoluò
e OSAWA,
alii
ROSANEN
(1977);
e
HANNIGS
GOLDSTEIN
(1972)
("lima b e a n " )
precisamente
(como
a estes
1972; FELSTEÜ
de
lecti
as
confi
se
procedi-
de s u p o r t e s
e
suportes,
inso
para
como
Uma
ligan-
é a t ir o g l o b u l ina
et alii,
o
levaram
de a f i n i d a d e .
com s u c e s s o
vulgaA.Ã.6
de
Sepharose)
das c o l u n a s
do
as aglutitiinas
a ativação
por
substan-
na p u r i f i c a ç ã o
empregada
et
Como um r e s u l t a d o
mais
apropriados
m u i t o mais v a r i a d o
de
PERRONE
e
com as quais
disponíveis
lectinas
de p o l i l e u c i l , uma
tipo A.
para
em
(1973),
JAFFÉ
de agiu
iónica
DAHLGREN
e o desenvolvimento
simples
de ligantes
glicoproteína
e
o fizeram
determinar
conhecimento
luveis
te para
MOREIRA
como
especificas
relativamente
ao emprego
(1974),
a uma coluna
mentos
acoplamento
( 1 96 7 ) ,
de Phai, £0 lu-ò ¿¿me.n¿¿-&
possível
Esse
purificar
SELA et alii
nas técnicas' e m p r e g a d a s
químicas
combinam.
(1972),
no i s o l a m e n t o
de troca
para
et alii
do sangue humano
tornou-se
guraçoes
o fizeram
(1973),
a preci-
S u b s e q u e n t e m e n t e , técnicas b i o -
cromatografia
livre
Phaie.O¿U¿ vu¿Q(Vi-¿6
(1959) u s a r a m
empregadas
TAKAHASHI
de fluxo
insolúvel
nas,
como
et alii
PUSZTAI
purificaram
foram
de
e GAEDE
de a m o n i o .
químicas
DEAE
lectinas
1975);
de
Tiro-
. 16 .
globulina
ê precipitada
e é um forte
pelas
inib'idor de suas
MOTO e O S A W A ,
1972).
tura e p r o p r i e d a d e s
et
1970 ; T O Y O S H I M A
atividades
Ela possui
semelhantes
de Pka¿e.olu¿
tãrio de lectinas
alii,
de Pha¿(LOlil¿
lectinas
(KORNFELD
mais
nas do feijão
do que os açucares
simples
1972; PUSZTAI
e W A T T , 1 9 7 4 ) por isso
vutgafilò
estru-
eritroci-
e KORNFELD,
g1 i c o p e p 1 1 d ios
Esses
em bases m o l e c u l a r e s , inibidores
lectinas de" Vkaò ío¿u¿
(MATSU
com
do r e c e p t o r
válganlo
1972).
aglutinantes
um g1 i c o p e p t I d e o
aquelas
MliZQCLfL^à
potentes
para
as l e c t i et
(LESENEY
tem sido
foram,
alii,
sugerido
possuem um sitio
que as
de
ligação
que " r e c o n h e c e " nao um m o n o s s a c a r i d e o , mas um o 1 i g o s s a c a r ideo
numa
conformação
lectinas
afinidade
bastante
precisa,
sao e f i c i e n t e m e n t e
e podem
1977; M A N E N ,
et
alii,
por c r o m a t o g r a f i a
em d e t a l h e s
et
de alguns
1972; YACHNIN
alii,
e 120.000
subunidades
Portanto,as
(MANEN
e
de
MIÉGE,
1978).
1973; L E A V I T T
de feijão
purificáveis
ser estudadas
O trabalho
(WEBER
(KAUSS, 1 9 7 6 ) .
e elas
çao lectlnica
e heterogênea
ferem em suas
atividades
de a g l u t i n a n t e
e SVENSON,
1975) demonstrou
com PM próximo
tipo com a t i v i d a d e
grupos
sao compostas
de 29.000
e dois
aglutinante
pesquisadores
1 9 7 2 ; ALLEN
et
alii,
que o PM das l e c t i n a s
de dois
e 32.000.
tipos
fisiológicas
de
tipos
Todavia
de m o l é c u l a s
tem sido
a fra
que d i -
separadas.
(tipo A ) e o outro
mas' com a t i v i d a d e m i t o g ê n i c a
de
(tipo
Um
sem atividji
B).
uso de eletrof ó r e s e , YACHNIN e SVENSON (1972) e MILLER et alii
Pelo
(1913)-
y
. 17 .
demonstraram
cinco
tipos de m o l é c u l a s
em suas p r e p a r a ç õ e s
que as cinco
são m o l é c u l a s
combinações
dos
complexa
foi sugerida
raram uma p r e p a r a ç ã o
no m í n i m o
letricos
doze
ca, MILLER et alii
dades
lectínicas
o mesmo
ram também
são s e m e l h a n t e s .
de a m i n o á c i d o s
resíduos n ú m e r o
para ambos
oito
et alii
semelhanças
lectinas
FORIERS
(1975) e'foram
entre
de outros
e quatro
como
conteve
gêneros
et alii
ainda mais
sequências
dos
as mes
foram
de l e g u m i n o s a s .
os
dois
resí-
de m a n o s e
ligados
na p o s i ç ã o
(1977)
relatados
de
doze.
confirma-
alem, mostrando
das l e c t i n a s
em
mostra-
foram
também
de a m i n o á c i d o s
as s e q u ê n c i a s
quími-
de ' subuni^
(1975)
em suas
de a s p a r a g i n a
de sequência
isoe
s e t e , as s e q u e n c i a s
subunidade
através
tipos
et alii
e seis ou sete r e s í d u o s
polipeptídica
ram os r e s u l t a d o s
a composição
diferem
os tipos de s u b u n i d a d e s
Recentemente
MILLER
MILLER
numero
Cada
pontos
em
acido N - t e r m i n a l , serina, e
até o numero v i n t e
resíduos.
sepa
l e u c i n a , e suas c o m p o s i ç õ e s
subunidades
até o resíduo
duos de g l i c o s a m i n a
a cadeia
C-terminal,
que as duas
très ú l t i m o s
amino
situação
isoelitrica
com d i f e r e n t e s
Com r e s p e i t o
tem o m e s m o
uma
e WATT- ( 1 9 7 4 ) , q u e
por f o c a l i z a ç ã o
albumínicas
compostas
subunidades:
de
(1973) mostraram que os dois
amino-ãcido
carbohidratos
mas
por PUSZTAI
e uma g l o b u l í n i c a .
de
A existência
lectínica
frações
tetraméricas
dois', tipos
AAAA; AAAB; AABB; ABBB; BBBB.
mais
"isolectinas"
l e c t í n i c a s . MILLER et alii (1973) , p r o p u z e r a m
isolectinas
de d i f e r e n t e s
designadas
feijão
por
as
com
. 18 .
Com a d i s p o n i b i l i d a d e
lectinas
foi p o s s í v e l
investigar
te para e x p l i c a r
observações
como por
a toxidade
exemplo
novas na a g r i c u l t u r a
de tripsina
inibição
feitas
lectinas
lectinas
1974).
intestinal
na absorção
nutrientes.
extratos
que a g l u t i n a r a m
tripsina
foram
t ó x i c o s , e os
feijões
ram a t i v i d a d e
aglutinante
tóxicos
eritrocitos
não
de uma
com alta
atividade
do
testes
contra
e proporcionaram
a ratos.
que
célu-
apenas
tratados
os
com
confirmaram
apresenta-
de vaca
muito
tratados
pouco
As v a r i e d a d e s
quando
de
interferir
extratos
eritrocitos
tóxicas
com as
isso pode
de v a c a , ou a g l u t i n a r a m
foram
que o m o d o
alimentares
cujos
apres-
experimentais.
combinação
vaca
causam
altos
animais
de
inibidor
na d i e t a ,
(1972) o b s e r v a r a m
de v a r i e d a d e s
administrados
eitos de c o e l h o s
brutos
situações
demonstrou
eritrocitos
o fato de que
quando
e outros
e sugeriu que
JAFFÉ et ali i
aglutinaram
de feijões
JAFFÉ
e resultante
foram
inicialmen-
extrato
de c r e s c i m e n t o , e em níveis
las do e p i t e l i o
dos
isolar
em
ê e l i m i n a d a se sao a d m i n i s t r a d a s
(JAFFÉ, 1 9 6 0 ; L I E N E R ,
cimento
usando-se
sao p u r i f i c a d a s , a a t i v i d a d e
definitiva
com tripsina
atividades,
e,subsequentemente
sam a m o r t e de r a t o s , galinhas
ação das
suas
para
e na m e d i c i n a .
Quando
eritroaglutinante
de m é t o d o s
que
apenas
testadas
cres-
como
não
eritro
ali-
. 19 .
mento,
por
tripsina
isso,
o u s o de
é muito
Gtil
eritrõcitos
para
detectar
de
vaca
tratados
a potencialidade
com
tóxica de
feijões.
Como
nas
purificadas
tinante
alii,
quanto
de
jã
foi dito
feijão
possuem
mitogenica.
1967; DAHLGREEN
1975).
Nao
também
eitos
tigênica
porção
de
dos
linfócitos
(NOWELL,
e eventos
por
induções
pelo
dos
numa
1960),
bioquímicos
lectina
em
alii,
et alii,
linfõcitos,
preparação
e as
grandes
observados
nos
et
1972;
L E A V I T T et alii
3
importantes
estimular
linfõ
a especificidade
uma grande
ser e s t i m u l a d a
mudanças
parecem
nas reações
alii ,
então,
pode
eritroaglu-
sao
uma v e z que podem
laboratório
antigeno
et
1973;
desprezando
lecti-
1965; TAKAHASHI
eritroaglutinantes
e se d i v i d i r ,
dos receptores
nalisada
ma
lectinas
as m i t o g e n i c a s ,
a crescer
et
algumas
atividade
et alii , 1 9 7 0 ; WEBER
e SVENSON, 1972; ALLEN
como
tanto
(JAFFÉ
YACHNIN
só as
anteriormente
no
pro
e
a-
tamanho,for
linfócitos
estimula-
se a s s e m e l h a r
imunológicas
an
muito
da
vida
as
dos
animais.
Tem
vidade
de
lectinas
sido
em
çao
sobre
res
(o q u e i n t e r e s s o u
quisa
do
feito
sistemas
a especificidade
câncer)
rencialmente
extensivos-estudos
de
animais.
lectinas
especialmente
foi que a l g u m a s
células
de
cultura
Uma
recente
sobre
células
a cientistas
lectinas
de
sobre
tecido
a
observa
de
turno
ligados
aglutinaram
mamário,
ati-
que
a pe£
prefeforam
.20 .
transformados
por viroses
micos
ou m e s m o
tados
indicaram
las n o r m a i s
por
transformações
tas i n v e s t i g a ç õ e s
da
ratos contra
lectina
tumores
tas são mais
(BOURRILLON,
,NER ( 1 9 6 4 ) ,
escassos.
demonstraram
soras de c a r b o h i d r a t o s
nar no t r a n s p o r t e
sementes.
As
proteínas
vulgahlA
quanto
navalia
cerca
das
1975).
de p r o t e í n a
varias
espécies
nham essa
sugerido
de reserva
inibidoras
de
para
além
imunizar
lectinas
plan
e
LIE-
(1958)
servem
elas
nas
como
apreen-
poderiam
funcio-
uma
de l e g u m i n o s a s :
para
(MANEN, 1 9 7 8 ) , en
de Con A e n t r e
que as l e c t i n a s
de aglutinar
de p l a n t a s , embora
(LARKIN,
de
Ca-
23 e 2 8 % .
Por
possam
uma
lectinas
outras
determinam
ter
1964 ; M A N E N , 1978; H A G U E ,
protoplastos
1978).
das
Vhaònotiiò
em
tres v a r i e d a d e s
(LIENER,
nas
forte p o r c e n t a g e m
A, lectina de s o j a , de "castor
capazes
capacidade
tese de que as
representam
porcentagens
Concanavalina
sao
fei-
ENSGRABER
lectinas
(1975) calculou
(¿n¿¿{¡on.m¿i
de amendoim
que as
sementes
causa d i s s o , tem sido
função
(1956),
das
de 1 2 % das proteínas é lectina
que HAGUE
célu-
c a r b o h i d r a t o s , ou na sua d e p o s i ç ã o
lectinas
totais
de
1973).
e possivelmente
dos
como
resul-
sendo
sintéticos
sobre o papel
KRUPE
superfícies
qul
"in v i t r o " e "in v i v o " ,
com p o l í m e r o s
Os estudos
Alguns
E n t ã o , estão
o uso de lectinas
de células m a l i g n a s
da ligação
nas
transformadas.
para
carcinogenicos
espontâneas.
que existe, d i f e r e n ç a
e células
crescimento
o n c o g e n i c a s , por
bean"
e
preparados
de
lectinas
Também
existe
não
te-
uma
hipo-
a especificidade
no
pro-
. 21 .
cesso
simbiótico
sibilidade
nosas nao
BOULTER,
do
as m e s m a s
1980).
se
Ainda
ligando
se as lectinas
lectinas
fungos
presentes
acumuladas
q u e , algumas
nas
lectinas
seu
de e s p o r o s , ainda nao
fisiológico
patogênicos
(ETZLER,
que elas p a r t i c i p a m
celulares v e g e t a i s
como
"proteínas
de c a r b o h i d r a t o s
lação do c r e s c i m e n t o
da parede
raízes
em s e m e n t e s
têm papel
de paredes
sicionamento
e Rhízo bÁ.um h a v e n d o
a f u n g o s , inibindo
a germinação
tas contra
leguminosa
de que as lectinas
sejam
contradas
tardando
entre
de
uma pos^
legumi-
(GATEHOUSE
tenham
sido
crescimento
esta
e re-
de
plan-
0 isolamento
de
a proposição
de
de r e c o n h e c i m e n t o " no
po-
na parede
celular
levou
en-
estabeleci-
na p r o t e ç ã o
1981).
e
celular
(KAUSS
e/ou
na
regu-
e G L A S E R , 19 74) .
.22.
3. M A T E R I A I S E M É T O D O S
3.1.
de
Materiais
Fkaòtoiuò
Agricultura
e
da
com
as
do
data
trabalho
VUÍQOJLÃ.6
obtidas
(CENA),
Empresa
travis
Neste
sadio,
vaca,
recebidos
em
de
sangue
foi
sangue
carneiro
citrato
As
e
de
ou
eletroforêticos.
Centro
de
de
de
Energia
Agronómico
de
Agricultura
as
estocadas
do
um
coelho,
único
de
A,
individuo
criados
no
(CIAT),
4°C.
positivo,
sódio
a-
descartadas
a
Rh
na
(EMBRAPA)
Foram
grupo
Nuclear
Tropical
1).
boas
maduras
Campinas(IAC)
Agropecuária
em'citrato
sódio
sementes
(Tabela
humano,
substâncias
\
co
e
recebido
usadas
Pesquisa
Í981
danificadas,
0
tipo:
de
Internacional
de, colheita
0
do
Instituto
Brasileira
Centro
sementes
doador
do
foram
de
4%.
sadio,
CENA,
de
também
cada
foram
4%.
químicas
foram
de
grau
anallti
~
rr T
1 -
das
rr T T7 A »
peso
„
de
do
sementes
e
e
peso
na
cada
base
e
dado.
obser
2 4 6 ,o
177 4
215 2
309 5
308 2
204 4
148 5
260 3
220 4
260 3
206, 0
183, 2
170 9
244, 8
262, 0
468 0
343 3
520 , 6
207, 3
273 , 9
x
PESO MEDIO
,
(mg)
comprimento
para
com
9,4
8,3
7,1
11,6
9,0
8,1
7,2
8,3
9,4
8,3
8 , 3
8,7
7,2
9,2
8,5
15,0
11,5
12 , 6
9,0
11,1
N
adquiridos
/
cor,
COMP. MÉDIO
(mm)
origem,
a media aritmética
foram
marrom medio
roxo escuro
bege médio
mar rom rajado
marrom rajado
m a r r o m r aj a d o
preto
marrom medio
preto
marrom medio
marrom escuro
bege
preto
marrom escuro
marrom medi o
bege amarelado
bege amarelado
marrom pintado
preto
marrom pintado
TEGUMENTO
determinada
do
^
respectivas
COR
suas
•IAC
CENA
IAC
IAC
CENA
• CENA
IAC
IAC
CENA
CENA
IAC
IAC
CENA
CENA
CENA
IAC
IAC
IAC
EMBRAPA/CIAT
. EMBRAPA/CIAT
comprimento
trinta
valores
vação
Q B S . : Os
B i c o de Ouro
Roxão
Aete-3
Carioca
(1)
Carioca
(2)
Carioca precoce
Rico-23
R o s i n h a Gz
Venezuela-350
Rosinha F79:l-6
Chumbinho opaco
Catu
Iguaçu
Pirata
Rosinha F79:109-114
Jalo
Goiano precoce
Pintado
'
P o r r i1 lo•
Pinto
c
com
ORIGEM
utilizadas,
sementes.
Cultivares
C U L . I l V A K J i o
„
Tabela
.24 .
3.2. Métodos
3.2.1. Preparo da farinha
As sementes
cartando-se o tegumento
foram transformados
lio de a l m o f a r i z
foram descascadas m a n u a l m e n t e , d e s -
e o eixo e m b r i o n á r i o .
Os
cotilédones
em farinhas, também manualmente, com
c o m p i s t i l o a t é po b e m f i n o , e d e p o i s
aux£
passa-
das e m p e n e i r a de 0,250 m m e e s t o c a d a s -a 4 ° C e m d e s s e c a d o r .
3.2.2. Peso seco
Amostras
individuais
duplicata foram colocadas
de a p r o x i m a d a m e n t e
em estufa a
60°C até peso
1 g, e m
constan-
te.
3.2.3. Extração de proteínas
C e m m g do põ d a f a r i n h a f o r a m t r a n s f e r i d a s p a ra 1 b e c k e r , a d i c i o n a n d o - s e
4 ml
de
Tampão
0 , 0 0 5 M c o m N a C l 2%, p H 8,3 ( D A H L G R E N e t alii,
et alii,
1 9 8 1 ) , a g i t a d o p o r 30 m i n u t o s
centrifugado
â 4°C e,
â 1 5 ; 0 0 0 r p m p o r 20 m i n u t o s
Tris
Glicina
1970;
FELSTED
em
seguida
também â 4°C.
.25.
O precipitado
foi c o n s i d e r a d o
foi d e s c a r t a d o
e o
sobrenadante
o extrato.
3.2.4. Determinação dos teores de n i t r o g ê n i o total e
p r o t é i co
O nitrogênio
total nas
foi d e t e r m i n a d o , e m p r e g a n d o - s e
gestão
sulfúrica
lução de sulfato
MOVA,
das a m o s t r a s
de amonio
o método
de K j e l d a h l , com
e como padrão
2 . 359 g/100
coti1edonares
foi u s a d o
di-
uma
ml de H .0. (KEIL
2
e
soSOR
1965).
Os teores
multiplicando-se
de p r o t e í n a
os v a l o r e s
A proteína
de LOWRY et alii
mo p a d r ã o .
(1951),
Uma curva
total
de n i t r o g ê n i o
(BEEVERS, 1 9 7 6 ; KEIL e S O R M O V A ,
Figura
farinhas
pelo
calculados
fator
6,25
1965).
solúvel
usando
foram
foi d e t e r m i n a d a
soro a l b u m i n a
típica de c a l i b r a ç ã o
pelo
método
bovina(BSA)
co-
é representada
na
hidrolizadas
em
1.
3.2.5. Analise de aminoácidos
Amostras
em d u p l i c a t a
foram
.21 .
HC1 6 N d u r a n t e
22 horas
nol 1 0 % num volume
tras
corresponderam
equivalentes
noácidos
a 110°C em p r e s e n ç a
final de 10 m l .
As
do
amostotais
A composição
num A n a l i z a d o r
instruções
das
de p r o t e í n a s
a 0,3 mg por ml de a c i d o .
da B e c k m a n , segundo
2-Mercaptoeta
quantidades
a uma c o n c e n t r a ç ã o
foi d e t e r m i n a d a
de
Automático
em
ami-
M o d e l o 120C
fabricante.
3.2.6. Preparo de suspensões eritroeitárias
A suspensão
lavagens
sucessivas
trifugando-se
0 volume
medido
do s a n g u e , com s o l u ç ã o
a 2.000 rpm por
M.pH
eritrocitãria
7.0
foram
et aliiy
vagem
0,15M
cada
tres
e cen
lavagem.
centrifugação
fosfato
para o b t e n ç ã o
0,01
da
de e r i t r o c i t o s de vaca e
após o t r a t a m e n t o
Eritrocitos
3 vezes
incubados
na f i s i o l ó g i c a
após
com
foi
M
com
suspensão
a 4%.
1972),
foram
salina
apôs
de tampão
foi adicionado
também o b t i d a s
foram , lavados
obtido
proporcional
Suspensões
ro
10 m i n u t o s
de glóbulos v e r m e l h o s
e umvolume
NaCl 0,15
e r i t r o c i t á r i a foi o b t i d a
obtidos
como d e s c r i t o
com 5 ml de solução
(1 m g / 1 0 0 m l ) por
1 hora
sangue de vaca
e após
de
a
carnei-
com p r o t e a s e s (JAFFE
de-5 ml de
acima
de
a ultima
tripsina
25°C.
la-
em
sali
Após
in-
.28.
cubação
os e r i t r õ c i t o s
fisiológica
tampão
foram
e preparada
fosfato
0,01
lavados mais
a suspensão
M com NaCl 0,15
Os e r i t r õ c i t o s
l h a
25°C com
(1 m g / 1 0 m l ) .
zes com a salina
citaria
3 ml de p r o n a s e
fisiológica
a 4% com tampão
de
foram
0,01
salina
a
4%
carneiro,
lavagem
em
com
salina
uma
equiva-
foram
três
suspensão
M com NaCl
incuba
fisiológica
lavados m a i s
e preparada
fosfato
com
M.
do sangue
Após a incubação
vezes
eritrocitãria
lentes a 5 ml de s a n g u e , após a terceira
dos por
3
0,15
ve-
eritro
M.
3 . 2 . 7 . T e s t e s de a g l u t i n a ç ã o
A atividade
método
aglutinante
semi-quantitativo'de
nos de sangue
SALK
foi
(1944),com
+
geométrica
um m e s m o v o l u m e
lina f i s i o l ó g i c a
rara usadas
como
controle
em todas
A aglutinação
que os a g l u t i n a d o s
huma-
foram
diluidos
tampão
em
fosfato
er i tro.c i tãr ia foi a d i c i o n a d o .
e duas p r e p a r a ç õ e s
de títulos
as placas
de
conhecidos
tos não a g l u t i n a d o s vão para o fundo
dos
do
tubos
tubo.
e
Sa
fo
aglutinação.
é macroscopicamente
a d e r e m ãs paredes
o
e coelho.
( 1 / 2 , 1/4, 1/8...) com
de s u s p e n s ã o
segundo
eritrõcitos
tipo A R h , de v a c a , c a r n e i r o
Para a a n a l i s e , os e x t r a t o s
progressão
medida
e
visível
os
por-
eritróci_
.29.
Tubo visto
de perfil
Tubo visto
de cima
0
de ao inverso
atividade
título de a g l u t i n a ç ã o
da maior
diluição
correspon
que produz uma a g l u t i n a ç ã o . A
aglutinante
específica
e definida
do extrato
em relação
ao seu teor p r o t e i c o (LOWRY) .
glutinação
A atividade
mada pelo
de um extrato
calculo
que dá a g l u t i n a ç ã o
pelo
título
eri troaglutinant e, foi
#
da c o n c e n t r a ç ã o
detectável
mínima
de
também
a-
esti
de p r o t e í n a (em 25 pi)
de 25 yl de s u s p e n s ã o
eritroci-
tãria a 4%.
Todos
terial
os testes
de m i c r o p i p e t a g e m
foram
feitos
e microdiluição
da
utilizando-se
"Cooke
ma_
Engineeving
. 30 .
Company"j
Alexandria,
Wisconsin.
3 . 2 . 8 . E l e t r o f o r e s e em gel de p o l i a c r i 1 a m i d a
As
estudadas,
de
foram
frações
submetidas
poliacrilamida.
a)
condição
Tres
de
poros
de pequenos
tratos
0
colocados
grandes
gel
brutos
tampão
do.
em tubos
poros
0,1%
m A p o r tubo
co
7%.
do
acético
utilizado
0 excesso
7%,com
foram
horas
de p o r o s i d a -
verti cais,com
no
o gel
topo
do
Em 1 ml dos
ex-
de
glicerol.
0 , 0 0 5 M , p H 8.3 e
como
feitas
2 horas,
blaak"
de corante
foi removido
sucessivas
trocas
da
corante
azul
indicador.
com uma corrente
e meia,
f o i "Amido
em
1964).
0,25 ml
aproximadamente
tres
em gel
polimerizado
foi colocado
foi incorporado
durante
10 - 30 m A d u r a n t e
0 corante
ou em placas
foi Tris-glicina
cqrridas
descontinua
com 2 tipos
(7,5% em acrilamida).
das amostras
feijão
empregados:
(DAVIS,
geis
(3% em acrilamida)
As
com
foram
de
em gel de po1 i acri 1 a m i d a ,
utilizados
de migração
de b r o m o f e n o l
2-4
sistemas
alcalina, nao desnaturante
sendo
das cultivares
a eletroforese
Eletroforese
Foram
de,
proteicas
do c á t o d o
e em
placa
para
1% e m á c i d o
por difusão
solução.
de
o âno
acéti-
em
áci-
. 31 .
b)
dição
acida,
de
pequenos
de
grandes
foi
Eletrofórese
não d e s n a t u r a n t e
poros
(espaçador)
f3-alanina~ácido
cada
ras
foi de 10-30mA
e meia,
acido
ou
acético
corados
solvido
rado
em
géis
tes:
no
sodio
dor
gel de s e p a r a ç ã o
em p r e s e n ç a . d e
(SDS) 0,1%.
A
horas
de
0
gel
e o
gel
migração
corrente
e meia
aproximadamente
aplji
e
em
seis
ho
cátodo.
em
"Amido
por difusão
Blue",
acético:
água
blaak"
em á c i d o
na
forma
(25:7:68
1% e m
acético
7%,
R 0 , 0 5 % dis_
ml) e
desco-
solvente.
desnaturante
(1970)
modificado.
(pequenos
g e l a 1 0 % de a c r i l a m i d a ,
lamida,
o
corados
Eletroforese
de L A E M M L I
0 tampão
quatro
Brilliant
ácido
alii,1962).
pH 4 . 5 .
durante
para
foram
no próprio
c)
finais
placa,
"Comassie
em m e t a n o l :
o método
durante
do â n o d o
3%.
0,35 M,
7% e d e s c o r a d o s
por difusão
gundo
por
sempre
Os
tubo
et
f o i 7 , 5 % em a c r i l a m i d a
foi de
acético,
f o i de 3 m A p o r
placa
(REISFELD
(separador)
poros
e m g e l de po 1 i a c r i 1 a m i d a em con
poros)
foi e f e t u a d a
As
concentrações
foram
as
seguin
1
0 , 0 5 % de N , N - b i s - m e t i 1 e n o
Tris-HCl
0,375
A concentração
M e dodecyl-sulfato
de a c r i l a m i d a
se-
no
gel
acri
de
espaça
foi de 3%.
As
tendo
amostras
foram
dissociadas
SDS 8%, T r i s - g l i c i n a
0,25M
pH
captoetanol
para
0,15 M
e glicerol
solução
con-
8.3, adicionando-se
2-raer
para
15%
em
e
0,1%
de
azul
. 32 .
As
de b rorno f e n o l .
pela
imersão
nutos.
proteínas foram
das a m o s t r a s
em banho
de ãgua
fervente
O tampão
de m i g r a ç ã o
continha
SDS 0,1%
0,005 M, pH 8.3.
A corrente
aplicada
foi de
cátodo
para o â n o d o , até
mofenol
(cerca
foram
0,1%
de
que o corante
em á g u a ) atingisse
3 h ) , ou das placas
coradas
com
"Comassic
dissociadas
completamente
Bvilliant
por
tubo,do
(azul
de bro
inferior
de 5,30
Blue"
dos
h ) . As
na
10 mi_
Tris-glicina
2 mA
indicador
a parte
(cerca
e
por
tubos
proteínas
forma
R'0,05%
na m i s t u r a methanol:ácido acético.-água (25:7:68 ;nl) e d e s c o r a d a s
difusão no m e s m o
solvente.
dios d i s s o c i a d o s
foram
s e , com r e f e r ê n c i a
proteínas
Os pesos m o l e c u l a r e s
estimados
a uma curva
de pesos m o l e c u l a r e s
mo d e s e n v o l v i m e n t o
é representada
12:1400,
na Fí-guva
SERVA;
Quimiotripsinogenio
mina
conhecidos,
tração
a eletrofore-
obtida
usando-se
submetidas
Uma
curva
ao
mes-
típica
p a d r õ e s utilizadas foram: (citocromo
Mioglobina
de. cavalo
- PM
17.800,
c
SERVA;
A de pâncreas bovino - PM 25.000, SERVA; O v o a l b u - -
- PM 4 5 . 0 0 0 , S E R V A ; A l b u m i n a
pregados
com S D S .
polipeptí
2.
Com relação
e/ou
de c a l i b r a ç ã o
eletroforético
As p r o t e í n a s
PM
posteriormente
dos
por
géis p r e p a r a d o s
aos
de
três
- PM 6 7 . 0 0 0 ,
sistemas, foram
a 1 2 , 5 % e 1 5 % com
em a c r i l a m i d a , no gel
placas v e r t i c a i s
bovina
também
em
a
concen-
separador, utilizando-se
tubos
géis.
respeito
SERVA).
. 33 .
. 34 .
As m o b i l i d a d e s
tes foram
expressas
como
relativas
(R s) dos
m
frações d e c i m a i s
COmponen-
calculadas
a
partir
da r e l a ç ã o :
distancia
distância
do c o m p o n e n t e
do corante
indicador
(Sistemas
distância
- DAVIS
do c o m p o n e n t e
comprimento
a interfase
ã interfase
geis
dos
géis
e LAEMMLI)
a interfase
do gel de p e q u e n o s
(Sistema
dos
REISFELD)
dos
poros
géis
V
. 35 .
4. R E S U L T A D O S
Os pesos
amostras
\a
de feijão
dos pares
de c o t i l é d o n e s
de
vinte
[Vkciò Q.otui> vutgcLti-Lò) são m o s t r a d o s
na Tabe_
2.
0 peso
para a cultivar
Rico-23
0 peso
mada de 4 v e z e s , indo
para a cv. P i n t a d o .
seco de
todas
fresco das a m o s t r a s
a 472,6 mg para a c v ,
seco
plo,
teor
de umidade v a r i o u
fresco
entre os pesos
as c u l t i v a r e s
123,4
a cultivar
e o peso
mg
Pintado.
uma v a r i a ç ã o
aproxi_
a
T o d a v i a , com base na p o r c e n t a g e m
e n t r e o peso
ção simples
de
de 104,0 mg para a cv. R i c o - 2 3
var P o r r i l l o , a 1 7 , 7 % para
relação
também m o s t r o u
as a m o s t r a s , elas v a r i a r a m
0
variou
401,0
de
peso
de 86 ± 4%.
de
1 0 , 3 % para
Catu.
a cult_i
Embora haja
houve
uma
rela-
e o teor de u m i d a d e , c o m o
por
exem-
que a p r e s e n t a r a m
seco,não
uma
os
limites
mínimos
e
maxi
s
. .„ . , , „
**Umidade % =
n
Peso fresco-peso seco
,
•—•
x 100
Peso fresco
n n
n
00
14 , 1
16 , 9
14,0
14,2
14 , 0
15,9
15,7
15,2
13,8
15,2
15,0
17,7
17,4
U,l
15 ,0
10 , 3
15,2
14,6
15,2
10,5
85,9
83 , 1
86,0
85 ,8
86 ,0
84,1
84, 3
84, 8
86,2
84,8
85,0
82 ,0
82 , 6
85,9
85,0
89 , 7
84,8
85,4
84,8
• 89,5
186 3
129 ,0
162 2
237 2
238 7
150 1
104, 0
192, 6
164 ,9
192 6
151 5
131 8
121 ,5
185 5
193 0
164 9
401 0
357 1
263 6
215, 3
216 8
155 2
188 6
276 5
277 7
178 5
123, 4 '•
226, 9
191, 4
226, 9
178, 1
160, 1
147 1
216, 0
227 0
183, 8
472 6
417 9
~ 305 2
240 6
s
UMIDADE**
(%)
PESO SECO*
(%)
PESO SECO
/ N
(mg)
vuZgaAlò).
PESO FRESCO
,
s
(mg)
[VhaòZoZaò
m
Peso seco
.,
*Peso seco % = x 100
Peso fresco
Bico de Ouro
Roxão
Aete-3
Carioca (1)
Carioca (2)
Carioca precoce
Ríco-23
Rosinha G2
Venezu.ela-350
Rosinha F79:l-6
Chumbinho opaco
Catu
Iguaçu
Pirata
Rosinha F79:109-114
Porrillo
Pintado
Jalo
Goiano precoce
Pinto
C U L T I V A R E S
.
tivares de feijão
Tabela 2 - Peso fresco, peso seco e teor de umidade de pares de cotilédones de c u l -
. 37 .
mos de u m i d a d e não d i f e r e m muito em r e l a ç ã o
de
aos pesos
por
par
cotilédones.
Os
nes que
sao m o s t r a d o s
cv. Roxao
dessas
teores
de N total
na Tabela
cultivares
foram
obtidos pela m u l t i p l i c a ç ã o
A proteína
extraída
pH 8,3 v a r i o u
pelo
de 1 6 , 5 6 %
18,38%
do teor
tampão
76% (valor obtido
na total
da farinha
foi
Depois
amostras,
entre
diferença
da amostra
quase
da h i d r o l i s e
a mais
do que 0,5%
acida
das
como
NaCl
2%,
a cultivar
Ro-
mostra
farinhas
que
de
de cada
(Tabela
como ãcido
4a) e ne
foi d e t e c t a d a
aspártico
como a m i n o á c i d o s
foi r e c u p e r a d a
en-
de
ca
e glutâmico
e
básicos
com
contraposição,
como
doze
amos-
2 5 % (p/p) da p r o t e í n a
alta c o n c e n t r a ç ã o ^ e m
do que 3% da proteína
6,25.
R i c o - 2 3 ) da p r o t e í -
na c o m p o s i ç ã o
Aproximadamente
foi r e c u p e r a d a
apresentando
proteína
com
para
como aminoácidos -e a m ó n i a
2 0 % foi r e c u p e r a d a
a
extraída.
significativa
tre as a m o s t r a s .
de
A Tabela
a cultivar
para
pelo fator
tris-glicina
total
cotiléd£
respectivamente
do N total
Pintado,
para
teores
8 0 % e 9 6 % do peso da p r o t e í n a
tra foi r e c u p e r a d o
nhuma
e os
dos
de 2 , 9 4 %
e 25,88%,
da proteína
x ã o , a 2 4 , 8 5 % para a cultivar
farinhas
3 variaram
a 4,14% para a cv. Pintado
duas
mais de
das
tirosina
e
lisina
menos
menos
metionina.
E m ' b a s e s molares
(Tabela
4b)
aproximadamente
Bico de Ouro
Roxao
Aete-3
Carioca (1)
Carioca (2)
Carioca precoce
Rico-2 3
Rosinha Gz
Vene zuela-350
Rosinha F79:l-6
Chumbinho opaco
Catu
Iguaçu
Pirata
Rosinha F79:109-114
Porríllo
Pintado
Ja lo
Goiano precoce
Pinto
C U L T I V A R E S
3, 64
2,94
3,15
3,51
• 3,15
3,08
3,71
3,92
3,64
3,35
3 ,43
3,14
3,43
3, 15
3,91
3,45
4, 14
3,41
3,92
3, 60
g/100 g farinha
NITROGÊNIO TOTAL
22, 75
18, 38
19, 69
21, 94
19. 69
19, 25
23 19
24, 50
22, 75
20, 94
21. 44
19 62
21 44
19, 69
24, 44
21, 56 25 88
21 31
24. 50
22 50 -
g/100 g farinha
PROTEÍNA TOTAL
a r
22, 60
16 56 •
17 94
20 70
19 49
17 87
17 76
24 85
21 40
18 ,14
20 70
17 ,94
20 70
18 64
20 40
21 ,00
24 ,85
20 70
24 ,16
22 60
n
E/100 E
f i ha
vuZgcüvlí)
.
99
90
91
94
99
93
76
101
94
87
96
91
96
95
83
97
96
97
99
100
CO
CO
g/100 g
proteína total
EXTRAÍDA
[PhaAZoZuA
PROTEÍNA
ção da farinha de cotilédones descultivares de feijão
Tabela 3 - Nitrogênio total, proteína total, proteína solúvel e porcentagem de extra
. 7,26
3,10
3,30
4,62
11,55
3,09
2,58
13,07
3,78
3,90
4,12
5,52
0,30
4,04
6,59
1,29
5,14
83,25
8,26
3,85
4,01
4,52
11,36
3,23
3,15
14,78
'4,01
4,41
4,09
5,15
0,17
4,19
7,07
2,07
5,28
89,60
92,11
92,27
TOTAL
CARIOCA
PRECOCE
8,45
4,04
3,66
5,28
12,30
3,20
3,10
14,94
3,92
4,27
4,38
5,76
0,30
4,46
' 7,20
1,35
5,48'
O"»
9,09
3,98
4,39
4,42
11,66
3,53
3,99
13,18
4,27
4,20
4,12
5,58
0,21
4,53
7,18
2,17
5,75
CARIOCA
86,91
7,91
3,60
3,96
5,14
10,98
3,10
3,22
13,74
3,63
3,87
3,83
5,40
0,38
4,17
6,80
1,76
5,44
RICO
23
ROSINHA
F79:Í-6
8,09
3,50
3,98
5,07
12,08
3,43
3,15
15,20
3,91
4,07
3,92
5,65
0,264,30
7,19
1,65
5,52
90,98 '
8,36
3,82
3,98
5,73
11,92
3,07
. 3,61
14,57
4,15
4,04
3,92
5,36
0,21
4,24
7,09
1,71
'5,67
91,45
8,00
3,55
3,49
4,62
11,70
3,60
3,18
14,06
4,43
4,20
4,14
5,7S
0,34
4,23
9,67
1,60
5,42
92,00
2
VENEZUE
LA - 350
G
ROSINHA
8,19
3,73
3,51
5,63
11,77
3,51
3,97
16,16
4,35
4,15
4,21
5,83
0,34
4,65
7,43
2,44
6,19
96,01
7,81
3,55
4,22
5,42
10,19
2,93
2,64
11,77
4,80
3,97
3,51
5,02
0,09
3,86
6,37
1,66
5,14
82,94
8,01
3,81
3,84
4,61
11,79
2,72
2,19
16,77
3,91
2,53
3,97
5,22
0,26
3,97
6,82
1,14
' 5,19
79,94
7,97
3,50
3,40
5,52
12,65
2,86
2,79
13,78
3,65
3,94
4,02
5,58
0,17
4,3S
6,96
1,24
5,61
88,02
GOIAíiO
PRECOCE
ROSIXKA
F79:109-114
PIRATA
IGUAÇU
aminoácidos e amónia de hidrolizados de farinhas de cotilédones de feijão (g/100 g proteína)
R0XÃ0
de
Lis ina
His tidinS'
AsiSnia
Arginir.a
Ác. Aspartico
Treonina
Serina
Ac. glutâmico
Prolina
Glicina
Alanina
Valina
Metionina
Isoleucina
Leucina
Tirosina
Fenilalanina
Teores
BICO DE
OURO
4a
AMINOÁCIDOS
Tabela
137,78
9,U
3,76
37,79
3,72
12,83
4,35
5,56
13,13
5,43
8,19
• 6,77
6,98
0,21'
5,0ó
8,03
1,76
5,10
BICO DE
OURO
Avginina
Ác. aspãrtico
Treonina
Serina
Ác. glutânico
Prolina
Glicina
Alanina
Valina
Metiooina
Isoleucina
Leucina
Tirosina
Fenilalanina
At.ionía
Kistidina
"AMINOÁCIDOS
aminoácidos
e
CARIOCA
(2)
131,38
135,44
8,43
8,51
3,74
3,80
31,39
35,45
4,42
3,91
13,48
12,85
3,92
4,08
4,30
4,51
14,82
15,13
5,24
4,97
. 8,85
8,31
' 6,92
7,18
7,18 '
6,62
0,17
0,29
4,96
4,81
8,12
8,01
1,08
1,72
4,84
4,81
ROXÃO
;
RICO
23
131,23
136,30
7,99
8,45
3,63
3,21
31,22
36,31
: 4,60
4,27
13,96
12,88
4,07
4,18
4,79
3,95
14,28 . 14,53
5,28 - 4,92
8,05
8,36
' 6,71
7,44
7,20
7,58
0-,40
0,32
4,96
4,96
8,09
8,OS
1,52
1,15
5,14
5,00
CARIOCA
PRECOCE
ROSINHA
F79:l-6
IGUAÇU
130,67
134,64
134,81
130,66
140,74
128,97
7,87
3,37
28,97
4,53
12,40
4,13
5,30
15,41
5,30
7,74
6,62
6,98
0,32
4,93
7,95
1,89
5,22
8,77
3,75
40,74
5,11
12,56
4,03
4,13
13,13
6,84
8,67
6,47
7,03
0,09
4,83
7,97
1,50
5,11
8,69
3,89
35,78
4,21
14,04
3,62
3,31
13,07
•5,39
5,34
7,07
7,06
0,27
4,80
8,24
0,99
4,98
135,75
COIANO
PRECOCE
ROSINHA
179:109-114
PIRATA
farinhas de cotilédones de feijão (inoles/10Q ir.oles
VENEZUE
LA - 350
de
8,24
8,34
8,48
8,20
3,35
3,45
3,42
3,65
30,62
34,65 • 34,82
30,67
3,97
4,88
4,33
4,85
13,16
13,50
13,27
14,55
3,82
4,29
4,53
3,67
4,46
4,06
4,53
5,09 •
15,37
14,33
14,67
14,31
5,34
5,05
4,85
5,77
7,97
8,07 . 8,04
8,37
6,54
6,90
6,96
6,53
- 7,18
7,30
6,79
7,39
0,21
0,34
0,25
0,17
4,83
4,8S
4,79
5,11
8,15
8,13
' "7,99 ' 8,02
1,36
1,32
1,40
1,09
5,02
4,97
5,20
4,91
2
ROSINHA
G
de'amSniá de hidrolisados
de aminoácidos recuperados).
Tabela 4b - Teores de
.41 .
2 7 % dos
aminoácidos
carboxilicos
ou suas
ram a m i n o á c i d o s
que 0,5%
foram derivados
foi
amidas
(asparagina
b á s i c o s , 2% ou m e n o s
nía que r e p r e s e n t o u
de 4% do peso
ácidos
e glutamina),
foi
tirosina
total
aproximadamente
di-
15% fo-
e menos
do
recuperado
foi
amo-
140 m o l e s / 1 0 0 m o l e s
de
á-
dicarboxílieos,
A capacidade
trocitos
de vários
de d i f e r e n ç a
to entre
tratados
nas
animais
dos e x t r a t o s
pos de e r i t r o c i t o s
de a g l u t i n a ç ã o
tipos
aglutinou
testados.
obtidos
com os e r i t r ó c i t o s - V T T
denar as
com
cultivares
tripsina
nas
que os outros
foram m a i s
extratos
gran
A menor variação
tan
Toda_
vaca
nenhum
dos
nao
dos ti_
títulos
de
humanos
variando
de
contra
eritrocitos
(eritr5citos-VTT).
foram usados
Os
títulos
como base
para
or
Tabelas.
Os extratos
precoce
de
aglutinou
16 a 64 e a m a i o r , de 4 a 2048 foi obtida
tratados
Uma
de e r i t r o c i t o s .
contra e r i t r o c i t o s
de vaca
5a.
eri-
foi d e t e c t a d a
eritrocitos
da cv. Pinto não
f o i obtida
dn a g l u t i n a r e m
e m o s t r a d a na T a b e l a
como entr.e os
e o extrato
aglut inação
dos extratos
capacidades
cultivares
via, nenhum
Goiano
dos
metionina.
Cerca
cidos
a partir
das
cultivares
ativos
contra
e os extratos
o p a c o , C a t u , I g u a ç u , Pirata,
Jalo
os e r i t r ó c i t o s - V T T
das
Porrillo
Pintado,
cultivares
e
do
Chumbinho
e a linhagem F79: 1 0 9 - 1 1 4
Tabela
5a -
T í t u l o s de
ledon-ar
das
VACA
CULTIVARES
farinha
coti
de f e i j ã o ( Phaizoluò vuZgcuUj)).
cultivares
VACA
TRIPSINA
da
do e x t r a t o
aglutinação
HUMANO
COELHO
CARNEIRO
CARNEIRO
PRONASE
Bico de Ouro
an*
4
64 .
32
16
256
Roxao
an
4
32
32
4
64
Aete-3
an
8
64
64
8
256
Carioca ( 1 )
an
8
64
64
8
256
Carioca (2)
an
8
64
64
8
256
Carioca precoce
an
8
32
64
32
1024
Rico-23
an
16
64
64
8
256
Rosinha G2
an
32 -
64
64
16
1024
Venezuela-350
an
32
32
16
4
1024
Rosinha F 7 9 : l - 6
an
64
64
64
64
102.4
Chumbinho opaco
an
128
32
64
16
1024
Catu
an
128
32
64
32
1024
Iguaçu
an
128
32
64
64
512
Pirata
an
256
64
128
256
1024
Rosinha F 7 9 : 1 0 9 - 1 1 4
an
256
64
256
32
256
Porrillo
an
256
16
16
8
512
Pintado
an
Í024
32
256
32
4096
Jalo
an
2048
32
64
64 .
4096
Goiano p r e c o c e
an
2048
16
64
64
4096
Pinto
an
an
an
an *
an
an
Os' t í t u l o s
ção
foram
dos e x t r a t o s
*Aglutinaçao
obtidos
que
negativa
\
cora 0 i n v e r s o
'
da u 1 1 ima d i l u i -
produziu aglutinação
•
-
.43.
da cv. Rosinha
tre aquelas
foram
tres
intermediarias
cultivares
nas
suas
e as c u l t i v a r e s
x ã o , A e t é - 3 , Car i o c a - 1 , C a r i o c a - 2 , C a r i o c a
Rosinha
nha.
rada
G ^ ; Venezuela-350
Nenhuma
cultivar
e a linhagem
ou grupos
com base na a g l u t i n a ç ã o
c o e l h o , e apenas
eitos de
pode
Rosi-
ser
sepa-
humanos
diferente
de carneiro
os e x t r a t o s
tratados
t o s - C T P ) , os extratos
das cultivares
precoce
distintamente
deram
os outros
títulos
extratos.
De f a t o , esses
em todos os t e s t e s , s e n d o
título mais alto obtido
Entre
tras de Carioca
senvolvida
contra
e
de
eritrõ
a partir
as amostras
duas a m o s t r a s
de três
tratados
amostras
e não
pronase
(eritrÕci-
P i n t a d o , Jalo
superiores
títulos
con
e
Goiano
(4096) do
que
os
maiores
duas vezes m a i o r
do
que
examinadas
de C a r i o c a
após
linhagens
aglutinantes
da cv. Carioca
daquelas
testados
foram
da cv. Carioca
ferença nas a t i v i d a d e s
com
foram
o
contra eritr5ci t o s - V T T .
e uma amostra
ção g a m a , e amostras
neiro
Rico-23,
da cv.
eritrocitos
a cv. Pirata a p a r e c e
de o u r o , R o -
precoce,
F 7 9 : 1-6
en-
carneiro.
tra e r i t r o c i t o s
diferiu
Bico
de c u l t i v a r e s
contra
T o d a v i a , quando
obtidos
atividades
precoce,que
tratamento
duas
amos
foi
de-
por
radia-
de R o s i n h a . N e n h u m a di^
foi e n c o n t r a d a
e a amostra
apenas
existem
contra
tratados, mostrando
entre
de C a r i o c a
precoce
os e r i t r o c i t o s
atividades
as
de car_
aglutinan
.44.
tes m a i o r e s .
Duas
das
linhagens
também m o s t r a r a m ' a t i v i d a d e s
to p o s s i v e l m e n t e ,
A atividade
contra
aglutinante
tra e r i t r õ c i t o s - V T T
tos-CTP
tras
foi menor
duas
te contra
no p r e c o c e
aglutinantes
grupos
para
obtidos
contra
eritrõcitos
ros.
e Goiano
tro
paradas
aglutinan
menor
contra
com esse
grupo
de
dados
do
que
Goi_a
ou de
coelho
cultivares
semelhança
eritrõcitos
cultivares
is
cvs. Pin
cultivares
interme
mostraram
valores
tratados
tipo de e r i t r õ c i t o s
valores
aqueles
(Tabela 5 b ) .
també*m a p a r e c e
nao
títulos
com
semelhante
do que com as
entre
referentes
q u a n d o ' os
sao r e l a c i o n a d o s
que - a p r e s e n t a r a m
e nenhum
distinguido.
Essa
nos
p a r e c e mais
que as quatro
e feita
cultivares
precoce
altos.
Entretanto,
ãs o_u
P i n t a d o , Jalo e
evidente
humanos
f o r m a , a cv. P o r r i l l o
comparação
eritrõci^
a atividade
cultivares
Õ talvez mais
eritrõcitos-VTT
distintamente
e contra
con-
correspondentes
observada
contra
d i á r i a s , uma vez
tratados.
a cv. P o r r i l l o , a d i s t i n ç ã o
obtidos
tado, Jalo
foi m a i o r
nao
F79:109-114
substancialmente
das
de cultivares
aos e r i t r ó c i t o s - V T T
Dessa
exce-
eritr5citos-VTT.
contra
Exceto
três
foi
semelhantes,
Rosinha
de R o s i n h a , todavia
eritr5citos-VTT
\
os
da linhagem
coelho
F79:l-6
de c a r n e i r o
do que as a t i v i d a d e s
linhagens
as a t i v i d a d e s
aglutinantes
eritrõcitos
e de
e a
de R o s i n h a , a
altos
quando a
de
carnei
somente
as
puderam
ser
intermediarias
pode
qua
seser
\
L C t ò l S l À O NACiGNAL 11 L N L R G I A N U C L E A R / S P - IPEW
Tabela
-
com
=
=
VTT
CTP
eritrocitos
VTT
de
de
0
0
0
0
0
0
0
0
1
1
4
4
4
4
4
16
32
64
128
0
carneiro
vaca
,062
,012
,125
125
125
, 250
, 250
500
,000
000
000
,000
000
,000
,000
000
,000
,000
000
,000
tratados
com
com
pronase.
tripsina.
016
060
032
032
032
,008
,060
,032
032
064
128
128
, 250
,250
,000
500
250
,500
,500
,000
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
1
0
0
0
0
0
0 , 250
1 ,000
1 ,000
1 ,000
1 ,000
0 ,250
2 ,000
2 ,000
8 ,000
1 ,000
8 ,000
4 ,000
2 ,000
1 ,000
8 ,000
32 , 0 0 0
32 , 0 0 0
. 32 , 0 0 0
32 , 0 0 0
0 ,000
TÍTULO
0 ,125
0 .125
0 ,125
'
0, 1 2 5
0 ,125
0 ,125
0 , 250
0 ,500
2 ,000
1 ,000
2 ,000
2 ,000
2 ,000
2 , 000
1 ,000
16 , 0 0 0
4 ,000
32 , 0 0 0
32 ,000
0 ,000
VTT
TÍTULO
TlTULO
-o
Oí
CTP
VTT
tratados
eritrocitos.
vacas
TlTULO
CARNEIRO
VTT
TÍTULO
outros
de
TÍTULO
COELHO
os
eritrocitos
contra
contra
tratados
obtidos
obtidos
TITULO
HUMANO
TlTULO
títulos
títulos
eritrocitos
B i c o de O u r o
Roxao
Aete-3
C a r i o c a (1)
C a r i o c a (2)
Carioca precoce
Rico-23
R o s i n h a Gi
Venezuela-350
Rosinha F79:l-6
Chumbinho opaco
Catu
Iguaçu
Pirata
R o s i n h a ,F79 : 1 0 9 - 1 1 4
Po r r i 1lo
Pintado
Jalo
Goiano precoce
Pinto
os
e os
entre
tripsina
Relações
C U L T I V A R E S
5b
.46.
Quando a relação
citos-VTT
e eri.trocitos-CTP
nua de v a l o r e s
de qualquer
entre os
foi c a l c u l a d a , uma
foi obtida não p e r m i t i n d o
grupo de
amostras
contí-
uma s e p a r a ç ã o
clara
de e r i t r o c i t o s
foram
aglutinantes
aglutinantes
semelhantes
As r e l a ç õ e s
entre e r i t r 5 c i t o s - V T T
e CTP para a linhagem F 7 9 : 1 0 9 - 1 1 4
v i d u a l m e n t e bem m a i o r e s
do que aquelas
contra
para
as
os
duas
G2 e F 7 9 : l - 6
de cv. C a r i o c a , como foram as l i n h a g e n s
de R o s i n h a .
neiro
serie
entre as a t i v i d a d e s
contra eritr5c itos-VTT e as a t i v i d a d e s
tipos
dos ' e r i t r õ -
cultivares.
As relações
outros
títulos
e humanos,
de R o s i n h a
foram
das outras
duas
car
indi_
linha
gens de R o s i n h a .
A Tabela
proteína nos extratos
tinaçao
detectável.
da p r o t e í n a
6 m o s t r a as c o n c e n t r a ç õ e s
que foram r e q u e r i d a s
Os valores
num e x t r a t o , de qualquer
riu com o tipo dos e r i t r o c i t o s
concentração
mínima
de ouro
requerida
quando
ainda maior
res quando
enquanto
para p r o d u z i r
que
uma
das
utilizados.
de 1,4 mg'de
ria para a g l u t i n a ç ã o
Bico
mostram
proteína
mínimas
a
eritrõcitos-CTP
na s e n s i b i l i d a d e
cultivares,difePor
exemplo,
por ml foi
seus extratos
20 yg de p r o t e í n a
foram u s a d o s .
foi e n c o n t r a d a
foram
testados
agiu
sensibilidade
de e r i t r o c i t o s - V T T "pe1 a p r o t e í n a
que apenas
de
entre
contra
necessáda
por ml
Uma
as
uma
cy.
foi
variação
cultiva
eritrõcitos-VTT,
6 -
B i c o de Ouro
Roxão
Aete-3
C a r i o c a (1)
C a r i o c a (2)
Carioca precoce
Rico-23
R o s i n h a Gz
Venezuela-350
Rosinha F79:1-6
Chumbinho opaco
Catu
Iguaçu
Pirata
R o s i n h a F79.-109-114
Porrillo
Pintado
Jalo
Goiano precoce
'
mínimas
5,65
4,14
4 ,48
5 ,18
4,87
4,47
4,44
6,21
5 , 35
4,53
5,18
4,48
5,18
4,6 6
5 , 10
5 , 25
6, 21
5,18
6 ,04
P R O T E Í N A NO
EXTRATO
(mg/ml).
Concentrações
ção.
CULTIVARES
Tabela
1408.
1031
562
649
610
559
277
194
167
71
40
35
40
18
20
20
6
3
3
nos
88
129
70
81
76
140
69
97
167
71
162
140
162
73
80
328
194
162
377
HUMANO
que
produziram
177
129
70
81
76
70
70
97
334
71
81
70
81
36
20
328
24
81
94
COELHO
'
CARNEIRO
PRONASE
22
65
18
20
19
4
17
6
5
4
5
4
10
5
20
10
2
1
1
353
1031
562
649
610
140
556
388
1333
71
324
140
81
18
159
658
194
81
94
aglutina-
CARNEIRO
MÍNIMAS•(ug/ml)
extratos
CONCENTRAÇÕES
proteína
VACA
TRIPSINA
de
. 48 .
apenas
3 ug
de p r o t e í n a
-
tos das
cv. Jalo e Goiano precoce
com 1,4 mg de p r o t e í n a
ouro
por ml foi n e c e s s á r i a
foi
foram
quando
examinados
por ml quando o e x t r a t o
os
extra
comparado
da
cv. .Bico
de
testada.
Essa Tabela r e f l e t e a i n d a , m e l h o r
ças e d i f e r e n ç a s
entre as a m o s t r a s v i s t a s
tão,uma menor
concentração
Jalo e Goiano
p r e c o c e , foi n e c e s s á r i a
trÕcitos-VTT
de p r o t e í n a
de p r o t e í n a
e eritr5citos-CTP
das outras
nas
para
as
semelhan-
Tabelas
as
cv.
5.
Pintado,
para a g l u t i n a ç ã o
em c o m p a r a ç ã o
as
En-
de
eri
concentrações
cultivares.
\
Os v a l o r e s
obtidos
para as c u l t i v a r e s
nho o p a c o , C a t u , I g u a ç u , P i r a t a , Porrillce a linhagem
da cv. R o s i n h a
vares
foram
e as restantes
aos e r i t r õ c i t o s - C T P .
tre as duas
amostras
intermediários
com relação
aquelas
da cv. C a r i o c a .
diferença
Para
duas
mínima necessária
Tabela
diferiu
5 ) , todavia
do para a g l u t i n a ç ã o
lor o b t i d o
significativamente
enquanto
um valor
(isto
pela
citos-VTT, eritrõcitos-CTP
pela
terceira
para
mas
não
aparente
en-
linhagens
e
da
eritrõci-
foi
linhagem
foi a p e n a s
de p r o t e í n a n e c e s s á r i a
culti-
e, s e m e l h a n t e
de 190 u g / m l
de e r i t r o c i t o s - V T T
para a 1 i n h a g e m ' F 7 9 : 1 - 6
centração m í n i m a
três
para • a g l u t i n a r
tipo de e r i t r õ c i t o h u m a n o , c o e l h o , c a r n e i r o
tos-CTP nao
F79:109-114
aos e r i t r 5 c i t o s - V T T
Também não h o u v e
cv. R o s i n h a , a concentração
cada
entre
Chumbi-
obti-
G 2 , o va
70 y g / m l . A
aglutinar
amostra
de
a
con
eritró
Rosinha,
.49.
a linhagem
culadas
F 7 9 : 109.-114 foi c l a r a m e n t e
para as outras
duas
Na Tabela
ria para produzir
de qualquer
cessaria
para a g l u t i n a ç ã o
Apenas
visível
teína dessas
tres
te vezes mais
na T a b e l a , e n q u a n t o
veis
(75 ng e 1,5
cultivares
ne
para
de
eritro
Pinta-
produzir
que
a-
75 ng de pro
eritr5ci tos-VTT.
foi
cultivares
suficientes
testadas
tipos
e menos
que q u a n t i d a d e s
y g ) foram
foram
a cv. P i n t o , f o i
de p r o t e í n a
eritr5ci tos-VTT pelas
que
da:; c u l t i v a r e s
aglutinaram
que essa quantidade
1-10
de
foram n e c e s s á r i a s
cultivares
aglutinar
35,1 yg
um dos
de e r i t r 5 c i t o s - C T P
necessá
calculada.
para
de qualquer
cal-
cultivar.
que nao mais
30 ng de p r o t e í n a
para
outras
indicam
daquelas
de p r o t e í n a
foi
c u l t i v a r , exceto
e Goiano p r e c o c e
glutinaçao
desta
aglutinação visível
proteína
d o , Jalo
linhagens
7 o peso m í n i m o
Os valores
eitos u s a d o s .
diferente
requerida
numeradas
entre* esses
quando
c o n t r a este
Vin
dois n í -
proteínas
tipo
de
de
das
eritro-
cito.
As quantidades
glutinar
1,73
tanto
yg a 9,44
contrastar,uma
eritrocitos humanos
yg e 0,5
yg a 8,36
grande v a r i a ç ã o
da entre as c u l t i v a r e s
tratados
de p r o t e í n a
quando
como de
necessárias
para
a-
coelho v a r i a r a m
de
yg, respectivamente.
(0,4 yg a 33yg) foi
testadas
encontra-
contra eritrocitos
de carneiro," e n t r e t a n t o , essa v a r i a ç ã o
não
Para
não
permitiu
I
. 50.
Tabela
7 -
Peso
mínimo
glutinação
cí t ã r i a
ã
de
proteína
detectável
em
25
(em
yl
de
25
yl)
que
suspensão
dá
erítro
HUMANO
COELHO
CARNEIRO
CARNEIRO
PRONASE
1- Bico de Ouro
35,10
2,21
2,21
8,83
0,55
2- Roxao
25,90
3,23
3,23
25,88
1,62
3- Aete-3
14,00
1,75
1,75
14,00
0,44
(1)
16,20
2,02
2,02
16,19
0,51
5- Carioca (2)
15,20
1,90
1,90
15,22
0,48
6- Carioca precoce
14,00
3,49
1,75
3,49
0,11
7- Rico-23
06,94
1,73
1,73
13,88
0,43
8- Rosinha Gz
04,85
2,42
2,42
9,70
0,15
9- Venezuela-350
04,18
4,18
8,36
33,44
0,13
10- Rosinha F79:l-6
01,77
1,77
1,77
1,77
0,11
11- Chumbinho opaco
01,01
4,05
2,02
8,09
0,13
12- Catu
00,87
3,50
1,75
3,50
0,11
13- Iguaçu
01,01
4,05
2,02
2,02
0,25
14- Pirata
00,45
1,82
0,91
0,46
0,11
15- Rosinha F79:109-114
00,50
1,99
0,50
3,98
0,50
16- Porrillo
00,51
8,20
8,20
16,41
0,26
17- Pintado
00,015
4,85
0,61
4,85
0,04
18- Jalo
00,063
4,05
2,02
2,02 '
0,03
19- Goiano precoce
00,074
9,44
2,36
2,36
0,04
4- Carioca
\
a-
4%.
VACA
TRIPSINA
CULTlVARbb
/
(yg)
. 51 .
uma separação
clara para nenhum
A eletroforese
das nao
grupo
perfis
diversas b a n d a s .
Uma f o t o g r a f i a
da na F i g u r a
um diagrama
perfis
obtidos
ção comercial
dos na Figura
bandas
das v i n t e
3B.
dos
"red
proteicas' puderam
primeiro
grupo
(A) foi composto
mente corada, acompanhada
bilidades
muito baixas.
proteínas
com m o b i l i d a d e s
isolectinas
observadas
b a n d a mais
proeminente
Entretanto
res nao
tipo
isolectinas
"isolectinas".
l
A banda
foram
de-
e
de
entre
foram v i s t a s
dessas
nos perfis
dessas
Os p e r f i s
cinco
precoce.
A
foi a
das outras
qua
três
cultiva-
das
o u t r a s cul^
que quatro b a n d a s n e s t e
n? 4 na F i g u r a
de
apenas
c v s . e em PHA
relativas
mo
amos-
uma das
e Goiano
com
isolecti
as
da PHA
o
intensa
composto
a cada
que na PHA.
c o n t i v e r a m mais
(B) foi
com a q u e l a s
P i n t a d o , Jalo
nos perfis
de
iguais
as intensidades
foram as m e s m a s
tivares não
grupo
grupo v a r i o u
no perfil
das c u l t i v a r e s
tro b a n d a s
desse
grupos
duas b a n d a s , todas
comparáveis
com m o b i l i d a d e s
nos perfis
de n9 5.
de outras
mostra
os p e r f i s ,
larga
de •
prepara-
grupos
Em todos
de uma b a n d a
tipos
(PHA),sao
p e r f i s , quatro
de
mostra-
de uma
bean"
3B.
0 segundo
nas da PHA e a c o m p o s i ç ã o
Proteínas
diferentes
ser v i s t a s , e esses
de A, B, C e D na F i g u r a
compostos
típico, i
e o perfil
kidney
signados
tras.
quinze
Em cada um desses
c o n d i ç õ e s ao.i_
proteicos
de um gel
amostras
de lectina de
cultivares.
dos e x t r a t o s , sob
d i s s o c i a n t e s , forneceu
3A,
de
grupo
de
3B foi p r o e m i n e n t e
em
2
3
4
5
6
7
8
9
10
12
obtido
11
14
após
13
eletroforese
dos
2
1) R o s i n h a F 7 9 : l - 6 ; 2) R o s i n h a G ; 3) R o s i n h a F 7 9 : 1 0 9 - 1 1 4 ;
4) P i n t a d o ; 5) C h u m b i n h o ; 6) J a l o ; 7) A e t e ;
8) P o r r i l l o ;
9) P i n t o ; 10) P i r a t a ; 11) P H A ; 12) Goiano p r e c o c e ; 13) C a rioca p r e c o c e ; 14) C a r i o c a ( 1 ) .
Uma f o t o g r a f i a de um gel típico
e x t r a t o s sob c o n d i ç õ e s á c i d a s .
1
Figura
11
12
13
14
15
2
CO
1) Jalo e P i n t a d o ; 2) G o i a n o p r e c o c e ; 3) C h u m b i n h o o p a c o ; 4) C a t u ; 5 ) Venezuela-350;
6) Carioca ( 1 ) , Carioca ( 2 ) , A e t e - 3 , R o x ã o e Bico de o u r o ; 7) R i c o - 2 3 ; 8) R o s i n h a
F 7 9 : l - 6 ; 9) Rosinha G ; 10) C a r i o c a p r e c o c e ; 11) I g u a ç u ;
12) P i r a t a ; 1 3 ) R o s i n h a
F 7 9 : 1 0 9 - 1 1 4 ; 14) P o r r i l l o ; 15) P i n t o ; 16) P H A .
PHA
3B - Perfis p r o t e i c o s dos e x t r a t o s de v i n t e a m o s t r a s de PhaéZO-tué
VUÍQdfiZò
e de uma PHA
comercial obtidos por e l e t r o f o r e s e d e s c o n t i n u a em gel de po1 i a c r i 1 a m i d a a pH a c i d o .
BEBB
10
.54.
todos
os p e r f i s , exceto
n h a g e m Rosinha
gunda b a n d a
Rosinha
(n9
proeminente
G 2 e na cultivar
Carioca
componente
foi apenas
cultivares
principal
tectada
nas
t i v a r e s , Goiano
de ouro
sendo
e Carioca
para
e Porrillo
Carioca p r e c o c e
as c v s . Carioca
Exceto
da
se-
linhagem
A banda
n 9 3,
a banda
precoce
nos per
e Pinto.
n9
n? 2
1
foi
foi
corada,
de
exceto
precoce.
designado
C na
Figura
3B,
com d i f e r e n t e s
inten
examinada.
precoce
Apenas
duas
apresentaram
de m a i o r
as outras
cul
nesse
intensidade,
tenham
sido
grupo
pode
1 e 2, A e t é - 3 , R o x a o ,
Bico
Rosinha
duas
neste
F79:l-6.
para as c v s . Goiano
Carioca p r e c o c e , três bandas
li-
linhagem
proeminente
Somente uma b a n d a
e a linhagem
da
Pinto, a banda
a intermediária
fraca c o l o r a ç ã o .
ser o b s e r v a d a
menos
duas bandas
com a cultivar
precoce
embora na cultivar
de muito
de bandas
apresentaram
três bandas
no grupo
fracamente
P i n t a d o , Jalo e Goiano
s i d a d e s , de acordo
grupo
da cultivar
em todos os p e r f i s , embora
cultivares
a
por uma
perfis
P o r r i l l o , foi
visto no g r u p o .
No grupo
onze
proeminente
P i n t a d o , J a l o , Goiano
componente
cultivares
nos
è
precoce.
ligeiramente
No perfil
.0
2) somente
F79.-109-114 , e da cultivar
e esta b a n d a
fís das
as cv. P i n t o , P o r r i l l o
F 7 9 : 1 0 9 - 1 1 4 , e ela foi a c o m p a n h a d a
0
Rosinha
para
precoce,
foram d e t e c t a d a s
na
Pinto
região
e
assi-
COMISSÃO NACIONAL DE ENERGIA N U C L E A R / S P - TEN
. 55 .
nalada D. No perfil das cvs. Goiano
precoce
das foram vistas 'nesta r e g i ã o , e n q u a n t o
ca p r e c o c e , nenhuma
banda
postos
de diversas
das das v i n t e
dos e x t r a t o s
diferentes
características
midas na Tabela
respeito
que d i f e r e n c i a m
8. Os nove perfis
a diversas
bandas
foi uma b a n d a
grou com m o b i l i d a d e
c o n d i ç õ e s al^
perfis
Figura
os
em
As
um dos
as m o b i l i d a d e s
= 0,21
tre as a m o s t r a s
c e , elas
foram
as outras
e para
corada
cultivares
foram
as c v s . P i n t a d o , Jalo
(R
m
Na r e g i ã o
tro b a n d a s
c o m p o n e n t e nao
ligeiramente maiores
(R^ = 0,22)
outras
amostras.
geis.
um
Entretan
—
idênticas
en-
preco-
do ' que
para
= 0,20).
'
correspondente
foram o b s e r v a d a s
foram d e t e c t a d a s
com
que m i -
e Goiano
nos perfis
a R- s 0,08
m
das
nesta
região
iTres bandas
em q u a l q u e r
foram v i s t a s
a 0,10
cultivares
I g u a ç u , Pirata e R o s i n h a F 7 9 : 1 0 9 - 1 1 4 , não m a i s
das
resu-
de cada
± 0,01.
fo-
princi-
quatro regiões dos
larga, intensivamente
desse
em
outros
m
tanto
obt^
estão
mais p r e d o m i n a n t e
relativa m é d i a R
com-
foram
4B.
perfis
diferiram
situadas
A característica
dos perfis
sob
e de uma PHA, e estão m o s t r a d o s
tografia na Figura 4A e em diagrama na
pais
Cario-
também m o s t r a r a m perfis proteicos
b a n d a s , nove
amostras
que na c u l t i v a r
ban-
foi v i s í v e l .
As e l e t r o f o r e s e s
calinas não d i s s o c i a n t e s
e Pinto,quatro
que
qua
Catu,
três
dos p e r f i s
c l a r a m e n t e nas
bandas
cul
4
5
6
7
8
9
11
típicos
10
obtidos
12
após
1
3
4
eletroforese
2
dos
5
1) C a r i o c a ( 1 ) ; 2) P o r r i l l o ;
6) V e n e z u e l a - 3 5 0 ; 7) I g u a ç u ;
109-114.
2
7
8
sob
1.0
con-
9
6) C a r i o c a
(2);
11) C a t u ; 12) C a t u .
extratos
6
3) R i c o - 2 3 ; 4) R o s i n h a G ; 5) Bico
de
Ouro;
8) P i r a t a ; 9) R o s i n h a F 7 9 : 1 - 6 ; 10) Rosinha F 7 9 :
1) A e t e ; 2) A e t e ; 3) J a l o ; 4) R o x ã o ; 5) G o i a n o p r e c o c e ;
7) P i n t a d o ; 8) C a r i o c a p r e c o c e ; 9) P i n t o ; '10) C h u m b i n h o ;
F o t o g r a f i a s de géis
dições a l c a l i n a s .
3
1
2
3
4
5
6
7
8
0.22
0,19
0.18
0.10
0.08
PHA
2
1) Pintado, Jalo e Goiano precoce; 2) Catu e Pirata; 3) Iguaçu;
4) R o s i n h a
F79:109-114; 5) Carioca (1), Carioca (2), Rico-23 e Chumbinho opaco; 6) Carioca precoce e Rosinha G ; 7) Bico de ouro; 8) Roxão, Aete, Venezuela-350; Rosinha F79:l-6; Porrillo e Pinto.
Figura 4B - Perfis proteicos dos extratos de vinte amostras de PhdiZoZiÜ vuZgcVoU e de uma
PHA comercial, obtidas por eletroforese descontinua em gel' de poliacrilamida a
pH alcalino.
0.24
0.20
0,16
0.13
0.10
0.08
8 -
Vkaòzataò
2
e
d
l
, 20
20
20
20
20
20
20
20
= 20
20
o , 20
0 . 20
0 , 20
o , 20
o , 20
o , 20
' o , 22
o , 22
0 22
o , 20
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
m
m
°
das
obtidos
a
0,10
n. r .
n . r .
n .r .
3 bandas
3 bandas
3 bandas
3 bandas
3 bandas
n . r .
n . r .
3 b andas
4 bandas
4 bandas
n. r .
4 bandas
n . r .
3 obvias
3 óbvias
3 óbvias
n .r .
0,08
R ^
m
proem.
proem.
proem.
proem.
proem.
proem.
proem.
proem.
proem.
proem.
proem.
proem.
proem.
proem.
proem.
proem.
f raca
f raca
proem.
proem.
0,13
R
m
fraca
n .d.
n. d .
n .d.
n. d .
n .d.
n .d.
n .d.
n.d.
n .d.
n.d.
n.d-.
fraca
n.d.
n.d.
n.d.
proem.
proem.
p r o em.
n.d.
0 , 16
R
C A R A C T E R Í S T I C A S
Proteína principal
R
proteicos
em pH a l c a l i n o ,
perfis
poliacrilamida
dos
examinadas.
de
n . r . = nao r e s o l v i d o ,
proem.= proeminente,
n . d . = nao d e t e c t a d a ,
p. = p r e s e n t e .
B i c o de O u r o
Roxao
Aete-3
C a r i o c a CD
C a r i o c a (2)
Carioca precoce
Ri co-2 3
Ros i n h a G
Venezuela-350
Ros i n h a F 7 9 : l - 6
Chumbinho opaco
Catu
Iguaçu
Pirata
Ros i n h a F79 : 1 0 9 - 1 1 4
•
Porri1 lo
Pintado
Jalo
Goiano precoce
Pinto
em g e l
características
vuZgaA.Zé
descontinua
Resumo das
A M O S T R A S
Tabela
m
n.d.
n.d.
n.d.
n.d.
n.d.
P•
n.d.
P•
n.d.
n.d.
n.d.
n.d.
n.d.
n.d.
P•
n.d.
n.d.
n.d.
n.d.
n.d.
0,18
R
vinte
por
7
8
8
5
5
6
5
6
8
8
5
2
3
2
4
8
1
1
1
8
de
dia
^ama
N9 n o
amostras
eletroforese
. 59 .
tivares P i n t a d o , J.alo e Goiano p r e c o c e , e n q u a n t o
foram bem r e s o l v i d a s
ocuparam
três das
a m e s m a região
quatro bandas da PHA.
foi possível- d i s t i n g u i r
ção ãs b a n d a s
m o s t r a s , mas
desta m e s m a
res Jalo
ela
e P i n t a d o ; nessas
R m 0,16
foi
tenha
Rosinha
sido
F79:109-114
ce foi o b s e r v a d a
menor
duas
uma banda
Tres
do que a p r o t e í n a
bandas
difusas
foram
grupos
fracamente
ser d e t e c t a d a
foi comum
Iguaçu
quando
em
e
em
nao
rela-
nas
proteína
e
banda
igual
e
de
Iog u a ç5 u
linhagens
Carioca
mobilidade
a-
cultivares
das
G2 e na c u l t i v a r
as
cultiva-
de ouro
Nos p e r f i s
fraca de
todas
uma o u t r a
cvs. Bico
de -bandas
também
coradas
com
foram
preco-
ligeiramente
a do
componente
mobilidades
maiores
observados.
e geralmente
se
Essas
apresentaram
significativa
pode
as a m o s t r a s .
Ciiico tipos de perfis
ram obtidos
cultivares
c o r a d a nas
delas n e n h u m a d i f e r e n ç a
entre
que
comercial.
principal
e através
Essas
- 0,10)
precisos
cultivares
e
e Rosinha
da lectina
perfis
corada.
do que a da principal
mas m Õ b i l
as outras
0,13
m
embora nas
fracamente
opaco.
0,08
m
intensamente
de ouro
observada
s
í^
nao
região.
foi menos
Goiano p r e c o c e , Bico
Para
claramente
Uma b a n d a de R
ela
do gel
elas
(1), Carioca(2),
p r e c o c e , R i c o - 2 3 , Rosinha G 2 , C h u m b i n h o
Carioca
bandas
nos c u l t i v a r e s , C a r i o c a
que
as p r o t e í n a s
com d i v e r s a s
dos e x t r a t o s
foram
bandas
fo-
dissocia-
.60 .
das e e x a m i n a d a s
presença
géis
de dodecil
típicos
cinco
por e l e t r o f o r e s e
sulfato
tes em todos
mobilidade
embora
os g e i s .
molecular
mamente
de
sido r e s o l v i d a s
principal
subunidade
nos perfis
49.000 e ela
dades
e 46.000.
de PMa 5 2 . 0 0 0
obtido
da cv. Pinto m o s t r o u
PMa 5 2 . 0 0 0 e 49.000
e
e duas
no
esta
duas
perfil
componentes
fo
presen-
que
em
é
e
intensamente
precoce
subunidade
com
32.000,
mais
corada
teve
peso
foi
proxi
fracamente
cora-
Em c o n t r a p o s i ç ã o
a
amostras, exceto
a
foi a c o m p a n h a d a
região
pelas
do g e l ,
subunidades
subunidades
dos
gel.
46.000.
Nesta
com o
(PM) 3 0 . 0 0 0
das outras
cv. P i n t o , teve PMa
diagramas
correspondeu
e Goiano
três c o m p o n e n t e s
e
de
de P H A ,
p r o t e i c a mais
dos com PMa de 5 2 . 0 0 0 , 49.000
Fotografias
estiveram
comum
obtida no perfil
(PMa) de 5 0 . 0 0 0 ;
na
quinze
e treze deles
das c v s . P i n t a d o , Jalo
acompanhada
e
alcalinas
juntamente
de pesos m o l e c u l a r e s
tenham
aparente
5A
Pelo m e n o s
A subuidade
nos perfis
na F i g u r a
Um c o m p o n e n t e s
a b a n d a única
estas nao
\
5B.
em cada perfil
posta de s u b u n i d a d e
(SDS).
estão m o s t r a d o s
obtido de PHA na Figura
ram d e t e c t a d o s
condições
de sódio
sao a p r e s e n t a d a s
tipos de perfis
sob
o
subuni
perfil
proeminentes
fracas
com
PMa
com
50.000
46.000.
Os perfis
coce
também d i f e r i r a m
das
c v s . P i n t a d o , Jalo
dos outros
perfis
nas
e Goiano
pre-
intensidades
rela
1
3
Figura
2
5
6
7
8
9
10
11
12
1
2
após
3
5
6
eletroforese
4
dos
7
extra-
8
1) A e t e ; 2) J a l o ; 3) P i n t o : 4) P o r r i l l o ;
rioca p r e c o c e ; 7) P i n t a d o ; 8) C h u m b i n h o ;
5) C a r i o c a ( 2 ) ; 6) C a 9) G o i a n o p r e c o c e .
I) A e t e ; 2) A e t e ; 3) J a l o ; 4) R o x a o ; 5) Goiano p r e c o c e ; 6) Cario
ca ( 2 ) ; 7) P i n t a d o ; 8) C a r i o c a p r e c o c e ; 9) P i n t o ; 10) C h u m b i n h o ;
II) C a t u ; 12) C a t u .
5A - F o t o g r a f i a s de géis típicos o b t i d o s
tos sob c o n d i ç õ e s d i s s o c i a n t e s .
4
9
PUa
3
'//•////////
1b
'/////////.
ia
•////////ys,
2a
V/S//////A
'
2b
3
y////////A
VS//S/S//J
52
49
X10"
PMo
3
PH A
PM
2
la) Jalo e Pintado; lb) Goiano precoce; 2a) Bico de ouro, Roxao,
Aetej Carioca (1), Carioca (2), Rico-23, Rosinha G , Venezuela-350,
Rosinha F79:l-6, Chumbinho opaco, Catu, Iguaçu,
P i r a t a , Rosinha F79:109-114 e Porrillo; 2b) Carioca precoce; 3) Pinto.
Figura 5B -* Perfis polipeptídicos dos extratos de vinte amostras de VhoJ>e.o&UA
VÜZQOJIÁÁ e de uma PHA comercial obtidos por eletroforese descontinua em gel de poliacrilamida sob condições dissociantes.
'21
32
30
28
27
26
36
52
50
49
46
65
62
Xló"
f
t
. 63 .
tivas
das
duas
apresentando
da
nos
foram
perfis.
idênticas
PMa
27.000
fil
da
no
perfil
não
estas
cv. G o i a n o
foi d e t e c t a d a
precoce
nao
nas
o
62.000,
foi
e
e
em
detecta,
cultivares
de P M a
cvs. Jalo
do
e
que não
três
precoce
diferiu
conter
65.000
17.000
que a s u b u n i d a d e
da
ele parece
PMa
de P M a
Entretanto
desde
cv. Carioca
que
comuns,
uma -subunidade
outros
detectada
desde
subunidades
28.000,
nao
nao
foi
a subunidade
de
e
perfil
componente
Pintado.
2a
de
no
PMa
O
per-
diagrama
28.000.
.64 .
5. D I S C U S S Ã O
Frequentemente
tes são e f e t u a d a s
em amostras
sãmente, aparecendo
f e i j ã o , ou o nome
variação
entre
natural
âs vezes
que não
c o m e r c i a l , exemplo
que pode ocorrer
rentes
trazido
laboratórios
uma maior
atenção
fontes mais
de g e r m o p l a s m a s
dentre
obtidos
deveriam
dos no passado
( JAFFÊ", 1 9 8 0 ) .
uma
a
tem
ou
examinadas
tem
em dife_
sido
vegetal,
agrícolas
ou no futuro de amostras
similares.
obtidos
identificadas
comparáveis
Devido
da a m o s t r a
do m a t e r i a l
agrícolas bem r e n o m a d a s .
preci
cultura,exemp1o
os dados
de instituições
semen-
exemplo
bean".
Recentemente
de amostras bem
ser d i r e t a m e n t e
go de p r o c e d i m e n t o s
cultura,
incompleta
trabalho,' as amostras
das de i n s t i t u i ç õ e s
da
de
identificadas
"Kidney
entre
ã identificação
seguras
Para o p r e s e n t e
confusão
bioquímicas
são
so o nome
cultivares, a identificação
algumas v e z e s
ções
análises
dada
e,
sao as
as
cole
botânicas.
foram
E n t ã o , os
obtidados
com dados
obti-
similares,pelo
empre-
. 65 .
O método
trogenio
de farinhas
pela A s s o c i a ç ã o
teores
de Química A n a l í t i c a
em d i v e r s o s
TULMANN NETO,
de p r o t e í n a
obtidos
te i n t e r v a l o .
pre
sejam
res r e l a t i v a m e n t e
contecer
teína.
entre
para a m o s t r a s
(ver p o r e x e m p l o
com teores
determinada
Entre
as amostras
tivares
Pintado, Goiano
Rosinha
F79:109-114
"alta proteína",
variam
podem
cultivar
valores
nem
enquanto
parece
a-
de p r o -
em
feijão
que as v a
por f a t o r e s
nesse
am-
t r a b a l h o , a s cu_l
e as l i n h a g e n s
Rosinha
como
que as c u l t i v a r e s
apresen
altos
de p r o t e í n a
ser c o n s i d e r a d a s
sem-
que dao v a l o
e o mesmo
sao c a u s a d a s
30%
dentro des_
geralmente
geneticamente,
são p r o v a v e l m e n t e
Os
de 1 7 % a
relativamente
examinadas
FAO 1970,
estiveram
a mesma
relativa
precoce
enquanto
e Aete-3
1981).
laboratórios
observadas,provavelmente
c o c e , Catu
tem s^L
em um l a b o r a t o r i o
Então, a concentração
bientais.
de feijão
laboratorios, amostras
em outros
1975, 12.
amostras
trabalho
para
(AOAC,
método
publicações
no p r e s e n t e
baixos
baixos
e provavelmente
riaçoes
nessas
proteína,
Por esse
laboratorios
Embora valores
idênticos
tam v a l o r e s
de m u i t a s
dele
de n_í
1965).
1975; CURY, 1980; CARVALHO,
relatados
e os v a l o r e s
a determinação
Oficial
(KEIL e S O R M O V A ,
de N e p r o t e í n a
do o b t i d o s
para
de s e m e n t e s , e a p a r t i r
ed.) é o de K j e l d a h l
os
recomendado
G2
cultivares
Roxão,Carioca
cultivares
de
e
de
pre
"baixa
proteína".
São. n u m e r o s o s
ra a e x t r a ç ã o
de p r o t e í n a
os p r o c e d i m e n t o s
de p l a n t a s
(IOFFE
disponíveis paet
<&£Í1&&Ú ÍJÁCiCtoÁL DE E N E R G I A
alii
3
1968;
NUCLEAR/SP
:;.[
. 66 .
DAHLGREN
1975;
et alii
ITOH et alii,
de acordo
extrair
visam
mínima
1 9 7 0 ; ROYER
}
extrair
proporção
sente trabalho
1981).
Assim
da p r o t e í n a
total
de p r o t e í n a
pesquisadores.
comparados
Muito
relatada
ram m e n o r e s
três
frequentemente,
do que 9 0 % ,
com
uma
no p r e s e n t e
trabalho.
culados na Tabela
res de p r o t e í n a nas
publicados
não
determinação
empregado
Entretanto
minação
o procedimento
somente
analises
ele foi d e s e n v o l v i d o
purificadas
essa
outros
extra-
excede
a mais
1981),enquan-
valores
foi
3
fo-
sugerem
alcançada
dos v a l o r e s
dos
cal
valo
também
determinação
et
de p r o t e í n a
especificamente
e é de
alii,
pudes_
na T a b e l a
de L O W R Y
a
de
acijna, mas
Para
colorimêtrico
nas
pre-
et
"por
da p r e c i s ã o
discutidos
extraída.
utilizado
de p r o t e í n a s
alta
Entretanto, a exatidão
da p r o t e í n a
que ê a m p l a m e n t e
esses
excepcionalmente
farinhas
o
obtidos
obtidos
apresentados
3 não depende
que
quantidade
a porcentagem
Aparentemente
que uma e x t r a t i b i 1 i d a d e
permitem
1970, FELSTED
com dados
dos valores
variam
e há a q u e l e s
80% (SGARBIERI, 1979; CURY, 1980; CARVALHO,
to que somente
Eles
foi por r e f e r ê n c i a
et alii,
em trabalhos
ORTEGA,
c o n t a m i n a n t e . Para
escolhido
(DAHLGREN
e
uns
foi feito para que os r e s u l t a d o s
sem ser d i r e t a m e n t e
que
1981).
pré-determinada:
o procedimento
publicados
tibilidade
1 9 7 4 ; ISHINO
uma p r o t e í n a em p a r t i c u l a r
quanto p o s s í v e l
trabalhos
s
1 9 8 0 ; FELSTED et alii,
com uma f i n a l i d a d e
a máxima
et alii
na
foi
alii(1951)
solúvel.
para a deter-
se e s p e r a r
que
o
seu
. 67 .
uso com extratos
b r u t o s , que incluem
tos não p r o t e i c o s
dos n u c l e i c o s
como por exemplo
e sais m i n e r a i s
Alem d i s s o , o calculo
pre efetuado por
referencia
de uma p r o t e í n a
exatidão
dos r e s u l t a d o s
que pode nao
cante.
Desde
de p u r e z a
e FOOTE,
podem
tempo
ferente
não p r o t e i c o s
dos c o m p o n e n t e s
a m o s t r a s ; talvez deva
tiveram o menor
como
a baixa
extratib i 1 idade dessa .cultivar
tan
para
os
a e x t r a t i b i 1 i da
não
composição
todas
se pode excluir
ela
fabri-
foi
amostra
ser n o t a d o
E n t r e t a n t o , não
P^£
em que
pelo
da a m o s t r a
nadas.'
%
menor
(PUSZTAI,1966;
pela
a uma
peso entre
si-
da
1 9 7 1 ; S G A R B I E R I , 1 9 7 9 ; CARVALHO,' 1 9 8 1 ) .
apresentada
sem-
ser a p l i c a d a s
que
autores
seja d e v i d a
de erros
escolha
em geral pelo m e n o s
Rico-23 presumivelmente
de R i c o - 2 3
pela
3, parece p r o v á v e l
extratib i 1 idade
a das outras
ser
conhecida. Então, a
investigadores
por outros
aci
de e n s a i o
que o d e c l a r a d o
considerações
trabalho
do que aquele a l c a n ç a d a
tiva baixa
obtido
ser a f e t a d a
por outros
na T a b e l a
de a l c a n ç a d a n e s s e
CUSEN
pode
compos-
inexatidao.
e ou d e v e r i a
a resultado
ser o mesmo
que essas
relatados
apresentados
alguma
e do seu grau real de p u r e z a no
e usada
to a dados
trouxessem
padrão
de
carbohidratos,gordura,
do teor p r o t e i c o
multâneo
teína padrão
uma v a r i e d a d e
A
rela
da
cv.
muito
comparada
que
RA-
as
di
com
sementes
as a m o s t r a s
exami
a possibilidade
de que
tenha
sido
resultado
técnicos.
Uma r e c u p e r a ç ã o
incompleta
do m a t e r i a l
inicial
.68.
é também
comumente
em a m i n o á c i d o s
aminoácidos
da' proteína
resulta
va de resíduos
glutâmico
através
Dados
por d i f e r e n t e s
tor que
contribue
determinação
nem
que cada um desses
co d i f e r e n t e .
torna difícil
de p r o t e í n a " p o r q u e
cisteína
triptofano
Sem r e s u l t a d o s
avaliar
ambos
com dados
Um
somenamos^
presentes
dois
fa-
nas
e
na
a
protraba-
uma
vez
analíti
aminoácidos
de
essenciais
em f e i j ã o .
au-
segundo
de a m i n o á c i d o s
nutricional
estudos
ácido
da m e s m a
um' p r o c e d i m e n t o
para esses
apresentados
em outros
podem
determinados
são a m i n o á c i d o s
dos r e s u l t a d o s
relatados
foram
requer
límitante
excessi-
e o caso no p r e s e n t e
o significado
e o aminoácido
comparação
aparente
como
de
e isto n a t u r a l m e n t e
dos r e s í d u o s
aminoácidos
aparente
de a l í q u o t a s
tempos
alguns
composição
exemplo, serina,
o custo da a n a l i s e .
teína, então, frequentemente
l h o , nem cisteína
A perda
com alta p r e c i s ã o
para uma perda
de apenas
da
de uma d e g r a d a ç ã o
de análises
consideravelmente
análises
da f a r i n h a .
a h i d r Õ 1 ise,por
(H1LL, 1 9 6 5 ) .
tra h i d r o l i z a d a
durante
principalmente
durante
te ser obtidos
menta
encontrada
se
análises
e de
fato
Entretanto,
Tabelas
de feijão
4a
(CURY,
a
e
4b
1980;
*
CARVALHO,
amostras
nem por
1981),sugere
examinadas
comparação
0
que as c o m p o s i ç õ e s
não d i f e r i r a m
substancialmente
com as c o m p o s i ç õ e s
equipamento
em a m i n o á c i d o s
de outras
de m i c r o d i l u i ç ã o
gem da Cooke Eng. •.Company permite
a avaliação
e
entre
das
si e
cultivares.
micropipeta
relativamente
.69 .
rápida
e simples
desvantagem
diluição
das atividades
do pr-ocedimento
em série
com a c o n s e q u ê n c i a
que u t i l i z a m
cativa
das a m o s t r a s .
et alii
durante
t
1974).
aparentes
de uma m e s m a
Esta diferença
os testes
preliminares
çao de um único
individuo
rações.
foi notado nos
Também
tras de sangue h u m a n o
riavam
q u e n t e m e n t e -as amostras
de um único
doador
Uma
aglutinantes
1974) e m a i s
et alii
foi o único
de
na
pesquisa-
como
signifi-
os
títulos
entre
estudos
entre
dilui-
de
aglutina-
os e r i t r o c i t o s
e foi
neste
solucionada
estudos
para
pela
todas
de sangue
extrato
foram
(JAFFÉ
trabalho
utiliza,
as
preliminares
de b a n c o s
prepa
que amos_
locais
e portanto
tomadas
de d_i
va-
subse-
diretamente
sadio. •
significante
recentemente
gou o e q u i p a m e n t o
técnica
erros
foi o b s e r v a d a
de sangue
(BRUCHER
(1982).
a
espécie, exemplo vaca
ao mesmo
de cultivares
e colaboradores
nos
de cada e s p é c i e
obtidas
em suas r e s p o s t a s
A
consideram
Uma outra d i f i c u l d a d e
indivíduos
soluções.
esta razão m u i t o s
de apenas uma d i l u i ç ã o
ção p r o v e m de d i f e r e n ç a s
ferentes
Por
de que
o equipamento não
a diferença
de
e que ele emprega
ção se tornam a c u m u l a t i v o s .
dores
aglutinantes
variação
de feijão
et alii,
as
capacidades
foi d e m o n s t r a d a
por JAFFÉ
1969 ; J A F F É et alii
3
por F E L S T E D
E n t r e esses
entre
grupos
et alii
somente
19 72 e
(1981) e
BROWN
o de J a f f é
•empre
de mi cr o t i tul aç ão da Cook?e E n g . C o m p a n y
a usar e r i t r o c i t o s
de mais
de duas
espécies
e
de ani
. 70 .
mais
e, a relatar
de vaca não
tratados
tos tratados
Os títulos
acordo
de d i f e r e n t e s
eles
obtidos
com a especie
tratado
Entretanto
Diversos
causado
valores
exemplo
f a t o r e s , isoladamente
contra
no
citãrias
atividades
em c o n c e n t r a ç õ e s
r e l a t a d a s ) por JAFFÉ et
menores
por JAFFE
específicas
diferentes
alii.
sas amostras
menores
daquelas
(1972,1974).
ou
de
sência de atividade
das v a r i a ç õ e s
em algumas
de distinguir
Cultivares
amos-
eritro(mas
não
parece
ser
obtidos
de
nos-
substancialmente
de
feijão,
Através
foram capazes
dados
ter
concentra
usadas
A última explicação
sugerem que elas nao d i f e r e m
coleções
do
ou em c o m b i n a ç ã o , p o d e r i a m
a mais p r o v á v e l , uma vez que os outros
jão.
san-
presente
çoes em lectina m e n o r e s ou ainda o uso de s u s p e n s õ e s
outras
Esses
esta atividade m e n o r , como por e x e m p l o , n o s s a s
tras a p r e s e n t a r e m
de
cultiva,
coelho.
geralmente
tabulados
espécie.
e entre
de a t i v i d a d e
foram
eritróc^
diferiram
foram também o b s e r v a d o s
os títulos
que os c o r r e s p o n d e n t e s
os
desta
empregado
e a ausencia
eritrocitos
entre
de seus e x t r a t o s
com o tipo de s a n g u e , p o r
gue de v a c a não
contra
indivíduos
de eritrocitos
tipos de v a r i a ç ã o
trabalho.
de a t i v i d a d e
e também v a r i a b i l i d a d e
obtidos
por
res,de acordo
dois
a ausência
discutidas
acima e da
c u l t i v a r e s , J Á F F É et
quatro
grupos
dos grupos A e B tiveram
de
a
au
alii(.l972)
cultivares de f e i capacidade
de
agiu
.71 .
tinar
eritrocitos
C aglutinaram
D foram
humano
e de c o e l h o , aquelas
eritrocitos
inativas
contra
de v a c a
todos
tre as amostras
examinadas
seis
foram
cultivares
mente oito
esses
(1972).
das dezesseis
tipos
por BROWN
as mesmas
das por JAFFÉ et alii
tratados
sultado
global
obtido por BROWN
cia dos
quatro
tipos de cultivares
grupo
fossem
Den
(1982),
dezes-
aquelas
estuda-
os dados
et alii,
do
A e
de e r i t r o c i t o s .
ou s i m i l a r e s
cultivares
grupos
e aquelas
et alii
Embora
dos
obtidos
de
so-
concordantes,o
re-
confirmou
encontrados
a existen-
por
JAFFÉ
e
colaboradores.
\
Em c o n c o r d a n c i a
presente
trabalho n e n h u m a
P i n t o , cultivar
1974),
e então
tipo D.
ela foi confirmada
se d i s t i n g u i r a m
tripsina
atividade
essa nao e x a m i n a d a
As- amostras
lativamente
com BROWN
contra
tipo A.de acordo
ma das outras
amostras
sendo
pelas
examinadas
puderam
provável
de tipo B.
cultivar
do
atividades
re-
tratados
com
de J A F F Ê ;
que pelo
menos
e Carioca
foi t a m b é m
(1982).
co-
nenhu-
ser c o n s i d e r a d a s
et alii
cv.
precoce
ser d e s i g n a d a s
A cv. C a r i o c a
de tipo B rio trabalho de BROWN
a
no
(1972,
e Goiano
de v a c a
ouro, Roxão, A e t e - 3 , Carioca
tipicamente
uma
suas
puderam
para
et alii
com o esquema
mo tipo A, C ou D e 5 a l t a m e n t e
derada
como
eritrocitos
mo c u l t i v a r e s
sejam
por J A F F Ê
amostras
(eritrocitos V T T ) e então
c v s . Bico de
foi d e t e c t a d a
das c v s . P i n t a d o , Jalo
das outras
altas
et alii. ( 1 9 8 2 ) ,
co
as
precoce
consiPor
ou-
. 72 .
tro l a d o , os títulos
Pirata, Porrillo'e
trõcitos-VTT
grupo B.
da linhagem
foram muito
examinadas
e possível
tivares.
1 0 9 - 1 1 4 de R o s i n h a
dessas
sementes
dade nao
foi
relevante
et atii
quatro, igualmente
amostras
Em ambas p u b l i c a ç õ e s
res de tipo A foram mais
abundantes
pos C e D foram m a i s r a r a s .
entre
cultivares
tras
tipo A.
tipos pode
examinadas
Essa
ser r e s u l t a d o
no presente
t e r n a t i v a m e n t e , indicar
bal
Tipos
as amor.tras b r a s i l e i r a s
foram
das amostras
de
da
ti-
examinada
acima,
cultiva
foram
três
encontradas
quinze
.na" frequência
do p e q u e n o
número
de
trabalho, entretanto,ela
uma d i f e r e n ç a
como
as do tipo B e t i -
C e D não
diferença
Por-
C,
discutidas
e somente
por
parece
.cv.
a única
do que
cul-
possibili
se c o m p o r t o u
tipo
et
amostras
Esta
amostras
como
cv.
e dada
' de
grupos.
uma
no
a
trabalho,entretanto
examinaram,
et al-ii (1974),como
grupo
provável
a observação
o fato de que entre as cinco
po B, e as outras
quatro
um q u i n t o
a dois
testada no p r e s e n t e
rillo que BROWN
por JAFFÊ
pertencentes
eri-
ou por B R O W N
s
que elas r e p r e s e n t e m
contendo
contra
coloca-las
por JAFFÊ. et alii
(1972) que d e c l a r a m
Iguaçu,
cultivares,exceto
E n t r e t a n t o , uma e x p l i c a ç ã o mais
JAFFÊ et atii
dos
opaco, Catu,
altos p a r a p e r m i t i r
Uma v e z que nenhuma
P o r r i l l o , foram
atüj
das c v s . C h u m b i n h o
real na
dos
amos-
pode
composição
alglo-
brasileiras.
\
F E L S T E D et alii
(1981) e x a m i n a r a m
as
ativida-
.73.
des
aglutinantes
humano
e de
detectado
trocitos
mostras
coelho
de
as a t i v i d a d e s
eles
eritrocitos
somente
contra
com t r i p s i n a .
não foram
da a t i v i d a d e
portanto,
naquele
amostras
entre
coelho,
por meio
evidente
suas
tratados
variação
aglutinaram
da
de
Embora
que nenhuma
eles
especificas
capazes
de
aglutinante.
humanos,
eritrocitos
com a t i v i d a d e s
amostra
tipo
contra
separar
Todas
tenham
as
suas
a-
amostras
iguais
C e D
erji
foi
e
ê
incluí-
trabalho.
f
0
REISFELD
teínas
et
alii
puderam
solução
frequentemente
pita,
é
(1962)
ou
para
a separação
uma grande
tem m o b i l i d a d e
pelos
nas quais
uma
nos
géis
somente
descrito
de
considerável
baixo
R
dessas
mostrados
qual
pro-
com alta
re_
usado
sementes
pos-
proteínas
preci
condições.
Isto
nas Figuras
3A e
da p r o t e í n a
Entretanto
por
sido
de
sob e s t a s
parte
.
tem
proteínas
baixa
proteicos
pelo
acidas
Ele não
proporção
muito
perfis
3B,
teve
sob c o n d i ç õ e s
de p o l i a c r i l a m i d a ,
porque
ilustrado
eletroforático
foi um d o s p r i m e i r o s
ser s e p a r a d a s
em g é i s
sivelmente
procedimento
que
este
entrou
procedimen-
m
to
fornece
feijão
MANEN
um m é t o d o
podem
ser
'e M I È G E
isolectinico
rápido
separadas
pelo
não ê invariável
foi também
alii
(1981).
encontrada
Este, ú l t i m o
as
cinco
e visualizadas
(197 7 ) e MANEN
ção
qual
(1978)
da
por CARVALHO
grupo
de
(MILLER
relataram
dentro
isolectinas
que
espécie
(1981)
et aZ-ü, 1973).
o
e esta
e
pesquisadores
de
perfil
varia-
FELSTED
et
encontrou
p£
. 74.
lo menos
tras,
três
tipos
incluindo
do que cinco
de perfis
dois
tipos nos
foram o b s e r v a d o s
pela
isto ê: tipo
tipo
desses
na T a b e l a
'de a g l u t i n a ç ã o
et alii
C1972,
correlação
amostras
1974).
isolectlnicos
tipo
fIs
tipos
dos
isolectlnicos
tipo
0
tem
sido
3;
tipos
em cada
tipo
entre
se
dife-
um.
deles,
4;
tipo
2b,
4 , isolectina
2.
as a m o s t r a s
aglutinação
quatro
atividades
2a e 2b e duas
das
que não
JAFFÉ
de
uma
e per-
do grupo A d e r a m
cultivares
em suas
tipos
de
a existência
tipo de
está
os
com o e s q u e m a
sugere
4,
linhagem Rosinha F79:109-114)
das em n e n h u m
Esses
cultivares
tipo
variações
(1964),
menos
1,' a cv. Pinto , r e p r e s e n t a n t e
pareceram mostrar
e
amos-
iso 1 e c t í n i c o s
também m o s t r a d o s
entre
que
isoléctínico
isolectlnicos
são
de acordo
boa
f Is
de p e r f i s
2a, isolectina
Esta Tabela
relativamente
teve perfil
5; tipo
tipos de p e r f i s
i s o l é c t í n i c o , uma vez
rillo
suas
detectados
proeminente
9, na q u a l ,
das
tipos
3, i s o l e c t i n a
fil
D
foram
trabalho.
isolectina mais
1, isolectina
A distribuição
resumida
cinco
no p r e s e n t e
4 e 2;
isolectinas
quais
entre
isolectinas.
Pelo menos
renciaram
isolectlnicos
do grupo
grupo
B
que
forneceram
amostras
puderam
g r u p o s , A, B ., C e D,
do
per
per
(cv.
ser
-deram
Por-
agrupa
perfis
3.
sistema
eletroforÉtico
frequentemente
utilizado
descrito
para
por
estudos
\
CE ENERGIA N U C L E A R / S F
CQWLSSkQ NACIONAL
DAVIS
de
pro
. 75 .
Tabela
9
- Tipos
dos
de
perfis
cotilédones
aglutinante
iso1ectínicos
de
desses
feijão
obtidos
e os
tipos
dos.extratos
de
atividade
extratos.
TIPO
ISOLECTlNICO
GRUPO DE
AGLUTINAÇÃO
2a
B
Roxao
2a
. B
Ae te-3
2a
B
C U L T I V A R E S
Bico
de
Ouro
Carioca
(1)
2a
B
Carioca
(2)
2a
B
Carioca
precoce
2b
B
2a
B?
2b
B?
Venezuela-350
2a
B?
Rosinha
2a
B?
2a
B?
Catu
2a
n , a.
Iguaçu
2a
n . a .
Pirata
2a
n . a.
3
n , a .
Porrillo
3
n . a.
Pintado
1
A
Jalo
1
A
1
A
4-
D
Rico-23
Rosinha
Gz
F79:l-6
Chumbinho
Rosinha
Goiano
opaco
F79:109-114
precoce
Pinto
n.a.
= nao
agrupada.
.76.
teínas
de sementes
ses de extratos
de l e g u m i n o s a s , e s p e c i a l m e n t e
brutos
e para c a r a c t e r i z a ç ã o
pais p r o t e í n a s : legumina
JACKSON
et alii,
DERBYSHIRE
rativas
1969; D E R B Y S H I R E
et alii,
1981).
de c u l t i v a r e s
ferenças
entre
e vicilina
Quando
de feijão
aplicado
ele
lectinas
trario
fabricantes
comerciais
do sistema
ve as cinco
alii,
de REISFELD
como uma b a n d a
1 9 7 3 ; BARKER
existe d i f e r e n ç a
et alii
lho m o s t r a
(Figura
cvs. Pintado
Goiano p r e c o c e .
II
et
alii,
1981).
(1962),
di
1976;
Ele
ele não
tipo~vici1ina
(PUSZTAI, 1 9 6 6 ) ,
larga b a s t a n t e
et alii,
tam
de
conresol-
diversas
proteína
4B) que a m o b i l i d a d e
são
Embora
essas
similares
(BOULTER
et alii,
alii, 1 9 8 2 )
entre
tres
cultivares
entre
obtida
traba-
para
:tenham
lectinica
que
a cv . Goia
lectlnicas,
composição
et
1981).
da g l i c o p r o t e l n a
aquela
em suas c o m p o s i ç õ e s
de uma c o r r e l a ç ã o
VhaòdO-
c u l t i v a r e s , e a g o r a , este
e Jalo
das outras
desta
et
de
migra-., n e s s e
proeminente
1976; DERBYSHIRE
de m o b i l i d a d e
e outras
tência
demonstrado
et alii,
(CARVALHO, 1 9 8 1 ; C A R V A L H O
no precoce
diferido
compa
de f e i j a o , e n t r e t a n t o , a o
proteína
Gl icopro telna
Já foi r e l a t a d o
nas
em a n á l i s e s
isolectinas.
vu&ga/i^A,
sistema
1967;
na e s p e c i f i caç ".o da q u a l i d a d e
purificadas
A principal
lu6
et alii,
1 9 7 6 ; CURY, 1 9 8 0 ;
(BARKER
CURY, 1980; CARVALHO, 1981; DERBYSHIRE
bem e usado por
princi^
tem sempre
seus perfis p r o t e i c o s
anãli^
das duas
(BOULTER
e BOULTER,
para.as
a cv.
também
a
e
II
exisestrutu
. 77 .
ra da g l i c o p r o t e l n a
por BROWN et alii
II nao é c o n f i r m a d a
0,1
dados
obtidos
(1982).
de ?hoLò toLtlí> VixtgdKÍ.& ,
Legumina- isolada
senta R
pelos
(DERBYSHIRE
e BOULTER,
1 9 7 6 ) ou 0,15
apre-
(BARKER
et
m
atUj
1 9 7 6 ) quando
vis.
Proteínas
ram d e t e c t a d a s
com m o b i l i d a d e s
a complexidade
impede
sendo
de D a -
a estes v a l o r e s f o -
examinadas
dos p e r f i s
a designação
teina em p a r t i c u l a r - como
eletroforetico
similares
em todas as amostras
tudo,entretanto
gião dos g e i s ,
examinada no sistema
no p r e s e n t e
proteicos
inequívoca
es
nesta re-
de q u a l q u e r pro
legumina.
\
Uma dificuldade
a identificação
aquela
foram
de lectina.
de um ou de ambos
detectados
as m o b i l i d a d e s
semelhante
Proteínas
componentes
em todas
mais
dos componentes
Apesar
disso
d o , Jalo
e Goiano
precoce
tenham
diferido
daqueles
obtidos
das outras
tras
das c u l t i v a r e s
0
que p o d e r i a m
sistema
que
n e s t a ã~
e interessante,e
obtidos
pos
das c v s . P i n t a
entre
amostras, e
que
do gel s o m e n t e
ser h e t e r o g ê n e a s
eletroforetico
de PHA
diferen-
dos p e r f i s
sido s i m i l a r e s
nesta parte
iguais
vez
de PHA não são m u i t o
s i g n i f i c a n t e , que os perfis
foram r e s o l v i d a s
proeminentes
as a m o s t r a s , e n t r e t a n t o , u m a
rea do gel não ê p o s s í v e l .
bandas
com r e s p e i t o
c-om m o b i l i d a d e s
tes do que a da l e g u m i n a , -a i n t e r p r e t a ç ã o
sivelmente
ocorre
si
quatro
nas
(pág.
dissociante
e
amos72).
(SDS) u t i -
. 78.
lizado
separou p o l i p e p t l d e o s
res do que 100.000 e m a i o r e s
contribuído
(cinco
ta forma algumas
de PMs menores
çao de d i f e r e n t e s
renças
Diversos
duas
formas.de
ções
polipeptídicas
contraram
maior,
que a g 1 i c o p r o t e í n a
palmente
precoce
região
e aquelas
das outras
correspondente
e 46.000 pode p o r t a n t o
ser a t r i b u í d a
causa
que
a forma
a
dife-
(SUN et
aZii^
1982) relataram
em suas
composi-
(nao publicado) e n principalmen-
tem m o b i l i d a d e
ligeiramente
composta
A diferença
aos p o l i p e p t l d e o s
que
dissociação
II que i c o m p o s t a
cultivares
do
devido
et alii,
das três c u l t i v a r e s
de po^
das a m o s t r a s .
e CARVALHO
menores.
perfis
seria
ou
a l c a l i n a s , do que a q u e l a
de p o 1 i p e p t í d e o s
fís p o l i p e p t l d i c o s
Uma o u t r a
II que d i f e r e m
de PM 50.000
os
ou m a i o r e s
as p r o t e í n a s
1 9 7 6 ; CARVALHO
perfis
compostas
de p e s q u i s a d o r e s
e DERBYSHIRE
sob c o n d i ç õ e s
ter sido
nao p r o t e i c o s
grupos
os
ter
já d i s c u t i d o s . Des
de a s s o c i a ç ã o
glícoproteína
te de p o l i p e p t l d e o s
com
sistemas
podem
1976) entre
et alii,
comparada
para a p e q u e n a v a r i a ç ã o
complexos
et alii,
entre
do que 10.000
entre os componentes
1974; BARKER
dois
e isto
observada
sido r e s o l v i d o s ,
ter c o n t r i b u í d o
(DERBYSHIRE
pode
das p r o t e í n a s
100.000 que nao teriam
poderia
do que 10.000
tipos) quando
obtidos nos outros
lipeptidios
(PMs) meti£
para a pequena v a r i a ç ã o
polipeptldicos
proteicos
com pesos m o l e c u l a r e s
entre
P i n t a d o , Jalo
exceto
a cv.
com PMs
ã diferenças
princi
os
per
e Goiano
Pinto,na
entre
50.000
entre
as
. 79 .
duas
formas
de g l i c o p r o t e l n a
to sugere que m a i s
dem
II.
do que duas
O perfil
formas
obtido
da cv.
de g l i c o p r o t e í n a
Pin
II
po
existir.
Po 1 ipep t ideos
rentes
foram
resolvidos
CONARD
(1972);
por ALLAN
PUSZTAI e WATT
(1981) e d i f e r e n ç a s
tradas
lectínicos
e CRUMPTON
(1974), MANEN
em suas q u a n t i d a d e s
entre p r e p a r a ç õ e s
de feijão
(MANEN, 1 9 7 8 ; C A R V A L H O ,
b a l h o , bandas
de p o 1 i p e p t í d e o s
foram o b s e r v a d a s
la de PHA, e n t r e t a n t o
ser r e l a c i o n a d a
nenhuma
com os
(1971),
OH
(1978),
relativas
1981).
com PMs
em todas
t a m a n h o s dife_
com d i f e r e n t e s
isolectinicas
30.000
de dois
CARVALHO
foram
encon
composições
No p r e s e n t e
aparentes
de
tipos de perfis
entre
tra
32.000
as a m o s t r a s , i n c l u i n d o
diferença
e
aque
as b a n d a s
iso 1 e c t I n i c o s
a
pode
das
amos
sao p r o d u t o s
ini
tras .
Uma vez
ciais da e x p r e s s ã o
cinco perfis
ças g e n é t i c a s
vares
que os po 1 i p e p t í d e o s
g e n i c a , as d i f e r e n ç a s
observadas
po1ipeptidicos, provavelmente,
significantes
que f o r n e c e r a m
aqueles
entre os cinco
perfis.
entre
refletem
grupos
de
os
diferen
culti
. 80 .
Proteínas
leiras
cotiledonares
de feijão
aglutinantes.
variações
nas
da c u l t i v a r e s
diferem
Estas
em suas
diferenças
composições
brasi-
atividades
resultam
iso 1 e c t í n i c a s
de
das
amo s t r a s ,
Existem
pelo menos
proteína
duas
da
principal
de f e i j ã o , g l i c o p r o t e í n a
tivares b r a s i l e i r a s
rer
formas
entre
e uma
cultivares
As cultivares
cul-
pode
ocor
terceira
exóticas.
Pintado, Jalo
r e p r e s e n t a m um grupo
te das outras
II,em
e Goiano
distintamente
cultivares
de
feijão
precoce
diferen-
crescidas
no B r a s i l .
Testes de a g l u t i n a ç ã o
ticas
sob c o n d i ç õ e s
e analises
acidas
eletrofori-
poderiam
ser
meto
. 81.
dos r e l a t i v a m e n t e
grande número
especial
ramento
para
de a m o s t r a s .
importância
lectínica
comparar
Eles
em p r o g r a m a s
se e v e n t u a l m e n t e
composição
nômi co.
rápidos
seriam
de
um
de
melho-
for m o s t r a d o
tem um s i g n i f i c a d o
que a
agro
. 82 .
7. B I B L I O G R A F I A
A L L A N , D.
e M.J.
CRUMPTON,
1971.
Fractionation
phy t o h e m a g g l u t inin of Vh.a6Q.oZa6
gel
eletrophoresis
Biophys.
A L L E N , N.K.
Res.
in sodium
Commun.
seeds.
Biochem.
and
J.
e N.
specificity
J.E.
DECHARY, 1961.
Arch.
SNOWDEW
sulfate.
Biochem.
A survey
of
hemagglutinin
202:1245-1298.
SHARON,
1973.
of w h e a t - g e r m
Biochem.
J R . , D.D.
Intracellular
Biochem.
ANDREWS, A . T . , 1974.
lectin.
Polyacrylamide
The
purification,
agglutinin.
232:155-162.
3
ALTSCHUL, A.M.,
proteins.
1969.
J. Immulog,,
A L L E N , N . K . , A. N E U B E R G E R
composition
dodecyl
by
the
44: 1143-1148.
e L. B R I L L I A N T I N E ,
in v a r i o u s
V uZ.Q CLh.i.6
of
Navy
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