-
MINISTÉRIO DA DEFESA
EXÉRCITO BRASILEIRO
(COMANDO ENQUADRANTE)
TOMADA DE CONTAS ANUAL DE 2007
RELATÓRIO DE GESTÃO
1. DADOS GERAIS SOBRE A UNIDADE JURISDICIONADA
1.1 Unidade Jurisdicionada: Comando da 3ª Brigada de Infantaria Motorizada
1.2 CNPJ: 00394452/0202-01
1.3 Natureza Jurídica: Administração Direta
1.4 Vinculação Ministerial: Ministério da Defesa
1.5 Endereço: Rua Visconde de Mauá s/n - Centro
1.6 Cidade: Cristalina
1.7 UF: GO
1.8 CEP: 73850-000
1.9 Telefone e Fax: (61) 3612-9000
1.10Web Site:
1.11Códigos do Órgão: 160100 e 167100
1.12Norma de Criação: Decreto nº 63846, de 18 de dezembro de 1963, que cria a 3ª Brigada de
Infantaria e decreto nº 73637, de 17 de agosto de 1973, que modifica a estrutura da 3ª Brigada de
Infantaria para 3ª Brigada de Infantaria Motorizada.
1.13Finalidade: Coordenar o preparo e o emprego das Organizações Militares, diretamente
subordinadas, referente à segurança da sua área de jurisdição (GO, DF, TO e Triângulo Mineiro).
1.14Estrutura organizacional: A 3ª Brigada de Infantaria Motorizada com sede em Cristalina-GO,
está organizada nas seguintes OM: Comando, Companhia de Comando, 23º Pelotão de Polícia do
Exército e 6ª Companhia de Comunicações.
1.15 Publicação do Regimento Interno ou Estatuto: Boletim Interno nº 078 de 22 de Junho de
2004.
1.16Função de Governo Predominante: Defesa Nacional
1.17Tipo de Atividade: Defesa Terrestre
1.18Situação da Unidade: Em funcionamento
a. OBJETIVOS E METAS INSTITUCIONAIS E PROGRAMÁTICAS
2.1 Identificação dos Programas Governamentais
2.1.1 Esta UJ recebeu e utilizou recursos nos seguintes Projetos/Atividades/Operações Especiais:
TESOURO NACIONAL
a. Administração da Unidade – Nacional (PTRES 001121)
b. Intensificação da presença das forças armadas nas áreas de fronteira – Nacional (PTRES
001135)
c. Formação cívico-profissional de jovens em serviço militar – soldado cidadão – Nacional
(PTRES 001143)
d. Administração da Unidade – Nacional (PTRES 003527)
e. Manutenção e suprimento de combustíveis e lubrificantes – Nacional (PTRES 003540)
f. Manutenção e suprimento de Material Bélico – Nacional (PTRES 003542)
g. Manutenção e suprimento de Material de Comunicações – Nacional (PTRES 003544)
h. Manutenção e suprimento de Material de Intendência – Nacional (PTRES003545)
i. Capacitação Operacional de Força Terrestre – Nacional (PTRES 003549)
j. Manutenção e suprimento de Material de Comunicações estratégicas e de Guerra
Eletrônica – Nacional (PTRES 003564)
k. Ações de caráter sigiloso – Nacional (PTRES 003566)
l. Alimentação de Pessoal – Nacional (PTRES 003568)
m. Operações Militares combinadas ou conjuntas – Nacional (PTRES 013814)
n. Atendimento Médico-Hospitalar/Fator de Custo – Nacional (PTRES 003582)
a.
b.
c.
d.
FUNDO DO EXÉRCITO
Administração da Unidade – Nacional (PTRES 003594)
Registro e Fiscalização de produtos controloados – Nacional (PTRES 003595)
Aprestamento da Força Terrestre – Nacional (PTRES 003596)
Manutenção dos serviços Médico-Hospitalares e Odontológicos – Nacional (PTRES
003598)
2.1.2. Avaliação do resultado, indicando as causas do insucesso na aplicação dos recursos
recebidos.
Dos objetivos e metas propostas nos projetos, atividades ou operações especiais
nenhum deles deixou de ser concretizado.
2.2 Indicadores de gestão
2.2.1 Indicadores de Gestão da Diretoria de Gestão Orçamentária
2.2.1.1 Identificação do Programa, Projeto
Administração da Unidade – Ação 2000
/Atividade
ou
Ação
Administrativa:
a. Nome do indicador: Variação percentual do consumo de energia elétrica
b. Descrição: É utilizado para medir a variação do consumo de energia elétrica da OM entre dois
Exercícios Financeiros.
c. Tipo: Economicidade
d. Fórmula de cálculo:
ΔPCEE = KWHA x 100
KWHA -1
onde:
ΔPCEE: Variação do percentual de consumo de energia elétrica
KWHA: Quilowatt hora consumido no ano A
KWHA -1: Quilowatt hora consumido no ano A-1
Interpretação do indicador:
= 100: sem alteração de
consumo > 100: aumento de
consumo
< 100: redução de consumo
e. Método de medição: Consumo extraído das faturas mensais 2006 e 2007
ΔPCEE = KWHA x 100 / KWHA -1 = (116000 / 122356) x 100 = 94,80%
f. Responsável pelo cálculo / medição: Enc Set Fin
g. Metas:
1) Físicas: Fazer com que no horário de pico haja o mínimo indispensável de consumo de
energia elétrica.
2) Financeiras: Fazer com que haja economia de Recursos da União.
h. Avaliação do resultado:
Com a adoção do Contrato Horo-sazonal verde houve uma redução do consumo de energia elétrica
em quilowatts.
i. Disfunção estrutural ou situacional que prejudicou ou inviabilizou o alcance dos objetivos e
metas colimadas:
O aumento de tarifa de energia elétrica prejudicou, porém, não impediu que a administração da
UG atingisse seus objetivos.
j. Medidas implementadas e/ou a implementar para tratar as causas de insucesso:
A UG adotou o Contrato Horo-sazonal verde e regulou os horários de funcionamento de
equipamentos durante o horário de pico.
k. Responsável pela implementação das medidas: Ordenador de Despesas
2.2.1.2 Identificação do Programa, Projeto /Atividade ou Ação Administrativa: Ação 2000 –
Administração da Unidade.
a. Nome do indicador: Variação percentual do valor da Fatura de Energia Elétrica.
b. Descrição: É utilizado para medir as variações das despesas da OM com energia elétrica, pagos
com recursos da Ação 2000 recebido da DGO
c. Tipo: Economicidade
d. Fórmula de cálculo:
VPFEE = {[VPA/(1+%AT)] / VPA-1} x
100. onde:
VPA: Valor pago no ano A
VPA -1: Valor pago no ano
A-1
% AT: Percentual de aumento da tarifa no ano A
VPFEE: Variação percentual do valor da fatura de energia
elétrica
Interpretação do indicador:
= 100: sem alteração de
despesa > 100: aumento de
despesa
< 100: redução de despesa
e. Método de medição: Somatório anual dos valores pagos para a Concessionária de energia
elétrica, extraído das faturas mensais da OM de 2006 e 2007.
VPFEE = {[VPA/(1+%AT)] / VPA-1} x 100 = {[70219,12/1+10/100)] / 91332,05} x 100 =
69,9%
f. Responsável pelo cálculo / medição: Enc Set Fin
g. Metas:
1) Físicas: Fazer com que no horário de pico haja o mínimo indispensável de consumo de
energia elétrica.
2) Financeiras: Fazer com que haja economia de Recursos da União.
h. Avaliação do resultado: O resultado foi altamente positivo com significativa redução do consumo de
energia.
i. Disfunção estrutural ou situacional que prejudicou ou inviabilizou o alcance dos objetivos e
metas colimadas:
O aumento de tarifa de energia elétrica prejudicou, porém, não impediu que a administração da
UG atingisse seus objetivos.
j. Medidas implementadas e/ou a implementar para tratar as causas de insucesso:
A UG adotou o Contrato Horo-sazonal verde e regulou os horários de funcionamento de
equipamentos durante o horário de pico.
k. Responsável pela implementação das medidas: Ordenador de Despesas.
2.2.1.3 Identificação do Programa,
Administração da Unidade – Ação 2000.
Projeto
/Atividade
ou
Ação
Administrativa:
a. Nome do indicador: Variação Percentual do Consumo de Água e Esgoto
b. Descrição: É utilizado para medir a variação do consumo de água e esgoto da OM, entre dois
Exercícios Financeiros.
c. Tipo: Economicidade.
d. Fórmula de cálculo:
ΔPCAE = (M³A / M³A-1) x 100.
onde:
M³ A: Quantidade em metros cúbicos consumidos no ano A
M³ A – 1: Quantidade em metros cúbicos consumidos no ano A-1
ΔPCAE: Variação Percentual do Consumo de Água e Esgoto
Interpretação do indicador:
= 100: sem alteração de
consumo > 100: aumento de
consumo
< 100: redução de consumo
e. Método de medição: Somatório anual do consumo de água e esgoto extraído das faturas
mensais da OM
ΔPCAE = (M³A / M³A-1) x 100 = (480 / 235) x 100 = 204%
f. Responsável pelo cálculo / medição: Enc Set Fin
g. Metas:
01) Físicas: Diminuir o consumo de m3 de água para 2008.
12) Financeiras: Diminuir as despesas de pagamento com consumo de água em 2008.
h. Avaliação do resultado:
O Efetivo do QG é 417 (quatrocentos e dezessete homens) homens. O resultado foi considerado
satisfatório, visto que intensificou-se o período de chuvas e houve um aumento da área verde da
Bda, com sua respectiva irrigação.
i. Disfunção estrutural ou situacional que prejudicou ou inviabilizou o alcance dos objetivos e
metas colimadas:
O aumento da tarifa de água e esgoto prejudicou, porém, não impediu que a Administração da
UG atingisse seus objetivos.
j. Medidas implementadas e/ou a implementar para tratar as causas de insucesso:
A UG adotou medidas de controle e regulou os horários de funcionamento de equipamentos de
lavagem de viaturas durante os horários com e sem expediente.
k. Responsável pela implementação das medidas: Ordenador de Despesas
2.2.1.4 Identificação do Programa,
Administração da Unidade – Ação 2000
Projeto
/Atividade
ou
Ação
Administrativa:
a. Nome do indicador: Variação percentual do valor da fatura de Água e Esgoto
b. Descrição: É utilizado para medir a variação das despesas da OM com água e esgoto, pagas
com recursos da Ação 2000, recebidos pela DGO
c. Tipo: Economicidade.
d. Fórmula de cálculo:
VPFAE = {[VPA/ (1 + % AT)] / VPA – 1} x
100 onde:
VPA: Valor pago no ano A
%AT = Percentual de aumento da tarifa no ano A
VPA - 1: Valor pago no ano A-1
VPFAE: Variação percentual do valor da fatura de água e esgoto
Interpretação do indicador:
= 100: sem alteração de
consumo > 100: aumento de
consumo
< 100: redução de consumo
e. Método de medição: Somatório anual dos valores pagos para Concessionárias de água e esgoto
extraído das faturas mensais da OM de 2006 e 2007.
VPFAE = {[VPA/ (1 + % AT)] / VPA – 1} x 100 = {[2417,43/(1+3,79/100)] / 972} x 100 = 239%
f. Responsável pelo cálculo / medição: Enc Set Fin
g. Metas:
1) Físicas: Diminuir o consumo de m3 de água para 2008
2) Financeiras: Diminuir as despesas de pagamento com consumo de água em 2008.
h. Avaliação do resultado:
O Efetivo do QG é 417 (quatrocentos e dezessete homens) homens. O resultado foi considerado
satisfatório, visto que intensificou-se o período de chuvas e houve um aumento da área verde da
Bda, com sua respectiva irrigação.
i. Disfunção estrutural ou situacional que prejudicou ou inviabilizou o alcance dos objetivos e
metas colimadas:
j. Medidas implementadas e/ou a implementar para tratar as causas de insucesso:
A UG adotou medidas de controle e regulou os horários de funcionamento de equipamentos de
lavagem de viaturas durante os horários com e sem expediente.
k. Responsável pela implementação das medidas:
Ordenador de Despesas.
2.2.1.5 Identificação do Programa,
Administração da Unidade – Ação 2000
Projeto
/Atividade
ou
Ação
Administrativa:
a. Nome do indicador: Variação percentual das despesas com telefone fixo.
b. Descrição: É utilizado para medir a variação da despesa da OM com telefonia fixa, pago com
recursos da Ação 2000, recebido da DGO
c. Tipo: Economicidade.
d. Fórmula de cálculo:
PDTF = {[VPA / (1 + % AT)] / VPA – 1} x 100
onde:
VPA: Valor pago no ano A
%AT: Percentual de aumento de tarifa no ano A
VPA – 1: Valor pago no ano A-1
PDTF: Variação percentual de despesas com telefone fixo
Interpretação do indicador:
= 100: sem alteração de
consumo > 100: aumento de
consumo
< 100: redução de consumo
e. Método de medição: Somatório anual dos valores pagos para Concessionária de telefonia,
extraído das faturas mensais da OM
PDTF = {[VPA / (1 + % AT)] / VPA – 1} x 100 = {[18924,89/1+4,78%)/10763,00}x 100 = 167%
f. Responsável pelo cálculo / medição: Enc Set Fin
g. Metas:
1) Físicas: Diminuir os pontos de telefone que dão acesso a ligações externas
2) Financeiras: Diminuir o consumo de ligações interurbanas
h. Avaliação do resultado: Houve aumento do uso da operadora Embratel devido ao crédito RP 2006
não processado que havia ficado e seu devido uso no ano de 2007.
i. Disfunção estrutural ou situacional que prejudicou ou inviabilizou o alcance dos objetivos e
metas colimadas: Não houve.
j. Medidas implementadas e/ou a implementar para tratar as causas de insucesso: Não houve
k. Responsável pela implementação das medidas: 6ª Cia Com
2.2.1.6 Identificação do Programa,
Administração da Unidade – Ação 2000
Projeto
/Atividade
ou
Ação
Administrativa:
a. Nome do indicador: Variação percentual das despesas com telefone celular.
b. Descrição: É utilizado para medir a variação das despesas da OM com telefone celular, pagos
com recursos da Ação 2000, recebido da DGO
c. Tipo: Economicidade.
d. Fórmula de cálculo:
ΔPDTC = {[VPA / (1 + % AT)] / VPA-1}x 100
onde:
VPA: Valor pago no ano A
%AT: Percentual de aumento de tarifa no
ano A VPA-1: Valor pago no ano A-1
ΔPDTC: Variação percentual das despesas com telefone celular
Interpretação do indicador:
= 100: sem alteração de
consumo > 100: aumento de
consumo
< 100: redução de consumo
e. Método de medição: Somatório anual dos valores pagos para Concessionária de telefonia
celular, extraídos das faturas mensais da OM
ΔPDTC = {[VPA / (1 + % AT)] / VPA-1}x 100 = {[47665,15/1+5,25%]/38311,35}x100= 118%
f. Responsável pelo cálculo / medição: Enc Set Fin
g. Metas:
1) Físicas: Diminuir os pontos de telefone que dão acesso a ligações externas
2) Financeiras: Diminuir o consumo de ligações interurbanas
h. Avaliação do resultado: Houve aumento do gasto com telefonia fixa.
i. Disfunção estrutural ou situacional que prejudicou ou inviabilizou o alcance dos objetivos e
metas colimadas: Não houve
j. Medidas implementadas e/ou a implementar para tratar as causas de insucesso: Não houve
k. Responsável pela implementação das medidas: Agente Diretor
2.2.1.7 Identificação do Programa, Projeto /Atividade ou Ação Administrativa: AÇÃO 2000 –
Administração da Unidade.
a. Nome do indicador: Variação Percentual da Fatura de Provedor de Internet
b. Descrição: É utilizado para medir a variação das despesas da OM com provedor de internet,
pago com recursos da Ação 2000, recebido da DGO
c. Tipo de indicador: Economicidade.
d. Fórmula de cálculo:
VPFPI = {[VPA/(1+%AT)]/VPA-1}x100.
onde:
VPA: Valor pago no ano A
%AT: Percentual de aumento de tarifa no
ano A VPA-1: VPA: Valor pago no ano A-1
VPFPI: Variação percentual
Interpretação do indicador:
= 100: sem alteração de
consumo > 100: aumento de
consumo
< 100: redução de consumo
e. Método de medição: Consumo extraído das faturas mensais
VPFPI = {[VPA/(1+%AT)]/VPA-1}x100 = {[323,26/(1+7,75%)]/300}x100= 100%
f. Responsável pelo cálculo / medição: Enc Set Fin
g. Metas:
0Físicas: Manter o fornecimento do serviços de internet com a mesma qualidade ou melhor,
com o mesmo recurso fornecido.
1Financeiras: Manter a despesa relativa ao provedor no teto atual.
h. Avaliação do resultado: Manteve-se o consumo e houve melhora no fornecimento do serviço de
internet.
i. Disfunção estrutural ou situacional que prejudicou ou inviabilizou o alcance dos objetivos e
metas colimadas: Não houve
j. Medidas implementadas e/ou a implementar para tratar as causas de insucesso: Não houve
k. Responsável pela implementação das medidas: Sc Informática
2.2.1.8 Identificação do Programa, Projeto /Atividade ou Ação Administrativa: Programa
0750 – Apoio Administrativo e Ação 2000 – Administração da Unidade.
a. Nome do indicador: Variação Percentual das Despesas com Contratos de Máquinas e
Equipamentos;
b. Descrição: Este indicador pretende medir a economia na gestão dos recursos destinados para
contrato de máquina copiadora em relação ao exercício anterior.
c. Tipo: Economicidade;
d. Fórmula de cálculo:
ΔPDCME = [(QMEMA / QTMEA) x 100] / (QMEMA-1 / QTME -1)
onde:
ΔPDCME: Variação Percentual das Despesas com Contratos de Máquinas e Equipamentos
QMEM: Quantidade de Material e Equipamento Manutenido no ano A (copiadora)
QTME: Quantidade Total de Material e Equipamento da UG no ano A (copiadora)
QMEMA-1: Quantidade de Material e Equipamento Manutenido no ano A-1
QTMEA-1: Quantidade Total de Material e Equipamento da UG no ano A-1
Interpretação do indicador:
= 100: sem alteração de
consumo > 100: aumento de
consumo
< 100: redução de consumo
e. Método de medição: ΔPDCME = [(1 / 1) x 100] / (1 / 1) = 100
f. Responsável pelo cálculo / medição:
g. Metas:
1) Físicas: Manter o número de copiadoras
2) Financeiras: Manter consumo ou reduzi-lo
h. Avaliação do resultado: Favorável pois o consumo manteve-se inalterado.
i. Disfunção estrutural ou situacional que prejudicou ou inviabilizou o alcance dos objetivos e
metas colimadas: Não Houve
j. Medidas implementadas e/ou a implementar para tratar as causas de insucesso: Não houve
k. Responsável pela implementação das medidas: Ordenador de despesas
2.2.1.9 Identificação do Programa, Projeto /Atividade ou Ação Administrativa: Administração de
Unidade.
a. Nome do indicador: Variação Percentual das Despesas com Recarga de Extintor
b. Descrição: este indicador expõe o grau de alcance das metas programadas na Ação 2000 e o
nível de redução dos custos/despesas da UG.
c. Tipo: Economicidade.
d. Fórmula de cálculo:
ΔPDRExt = [QExtMA / QTExtA] /[QExtMA-1 / QTExtA-1] x 100
onde:
QExtMA: Quantidade de extintores manutenidos no ano A
QTExtA: Quantidade total de extintores no A
QExtMA-1: Quantidade de extintores manutenidos no Ano A-1
QTExtA-1: Quantidade total de extintores no A-1
ΔPDRExt: Variação Percentual das Despesas com Recarga de Extintores.
Interpretação do indicador:
= 100: sem alteração de
consumo > 100: aumento de
consumo
< 100: redução de consumo
e. Método de medição:
ΔPDRExt = [QExtMA / QTExtA] /[QExtMA-1 / QTExtA-1] x 100 = [58/62] / [58/62] x 100 =
100%
f. Responsável pelo cálculo / medição: Of Cmb Incêndio QG
g. Metas:
1) Físicas: Disponibilizar extintores em todas as instalações onde sejam obrigatórios a
existência de extintores, conforme as normas vigentes.
2) Financeiras: Dispor de recursos para aquisição e/ou manutenção de mais extintores.
h. Avaliação do resultado:
O objetivo foi planamente atendido em virtude de um planejamento mais detalhado de um
remanejamento de extintores e do atendimento dos recursos
i. Disfunção estrutural ou situacional que prejudicou ou inviabilizou o alcance dos objetivos e
metas colimadas: Não houve
j. Medidas implementadas e/ou a implementar para tratar as causas de insucesso: Não houve
k. Responsável pela implementação das medidas: Of Cmb Incêndio QG
2.2.1.10 Identificação do Programa, Projeto /Atividade ou Ação Administrativa: Administração
de Unidade.
a. Nome do indicador: Variação Percentual das Despesas com Seguro Obrigatório
b. Descrição: este indicador expõe o grau de alcance das metas programadas na Ação 2000 e o
nível de redução dos custos/despesas de UG.
c. Tipo: Economicidade.
d. Fórmula de cálculo:
ΔPDSO = [VPSOA / QVA] / [VPSOA -1 / QVA-1] x 100.
onde:
VPSOA : Valor pago do seguro obrigatório no ano A
QVA: Quantidade de veículos existentes no ano A VPSOA1: Valor pago de seguro obrigatório no ano A-1 QVA-1:
Quantidade de veículos existentes no ano A-1
ΔPDSO: Variação Percentual das Despesas com Seguro Obrigatório
Interpretação do indicador:
= 100: sem alteração de consumo
> 100: aumento de consumo
< 100: redução de consumo
e. Método de medição:
ΔPDSO = [VPSOA / QVA] / [VPSOA -1 / QVA-1] x 100 = [6033,51/28] / [4945,43/25]x100 = 109%
f. Responsável pelo cálculo / medição: Enc Set Fin
g. Metas:
1) Físicas: Alienar viaturas descarregadas
2) Financeiras: reduzir o pagamento em quantidade de viaturas
h. Avaliação do resultado:
Houve aumento de despesas com seguro obrigatório de viaturas.
i. Disfunção estrutural ou situacional que prejudicou ou inviabilizou o alcance dos objetivos e
metas colimadas: Não houve
j. Medidas implementadas e/ou a implementar para tratar as causas de insucesso: Não houve
k. Responsável pela implementação das medidas: Ch Garagem
2.2.1.11 Identificação do Programa, Projeto /Atividade ou Ação Administrativa: Administração
de Unidade.
a. Nome do indicador: Variação Percentual do Estoque Final de Material da UG
b. Descrição: este indicador expõe o grau de alcance das metas programadas na Ação 2000 e o
nível de redução dos custos/despesas da UG.
c. Tipo: Indicador de Economicidade.
d. Fórmula de cálculo:
ΔPEF = [NMA - EFA -1 / NMA-1 – EFA-2]
onde:
NMA: Necessidade de material no ano A;
EFA-1: Estoque final de material no ano A-1
NMA-1: Necessidade de material no ano A-1
EFA-2: Estoque final de material no ano A-2
ΔPEF: Variação Percentual do Estoque Final de Material da UG.
e. Método de medição:
ΔPEF = [NMA - EFA -1 / NMA-1 – EFA-2] = [700000,00-358286,77 / 650000,00 – 285389,63] =
93,72%
f. Responsável pelo cálculo / medição:
g. Metas:
1) Físicas: Dispor de software capazes de melhor controlar o estoque interno da UG
2) Financeiras: empregar com eficiência e eficácia os recursos destinados a UG
h. Avaliação do resultado:
Houve economia de recursos na aquisição de material, que possibilitou adquirir mais material com o
mesmo recurso. O sucesso foi obtido com implementação de pregão eletrônico da própria OM.
i. Disfunção estrutural ou situacional que prejudicou ou inviabilizou o alcance dos objetivos e
metas colimadas: Não houve.
j. Medidas implementadas e/ou a implementar para tratar as causas de insucesso: Não houve
k. Responsável pela implementação das medidas: OD
2.2.1.12 Identificação do Programa, Projeto
Administração de Unidade – Nacional.
/Atividade
ou
Ação Administrativa:
a. Nome do indicador: Resultado Alcançado pela Ação Principal (RAP) – UGOMMON –
Exploração Econômica de Bens.
b. Descrição: Medir a utilização dos recursos da cessão de uso em 2007.
c. Tipo: Economicidade
d. Fórmula de cálculo:
RAP = (MA / MP) x 100
onde:
RAP: Resultado alcançado pela ação principal
MA: Meta alcançada
MP: Meta prevista
Interpretação do indicador:
= 100: sem alteração de consumo
> 100: aumento de consumo
< 100: redução de consumo
e. Método de medição:
RAP = (MA / MP) x 100 = (9739,52/11869,07) x 100 = 82%
f. Responsável pelo cálculo / medição: Enc Set Fin
g. Metas:
1) Físicas: obter 100% na ação principal
2) Financeiras: obter 100% na ação principal
h. Avaliação do resultado: considerado satisfatório
i. Disfunção estrutural ou situacional que prejudicou ou inviabilizou o alcance dos objetivos e
metas colimadas: Não houve
j. Medidas implementadas e/ou a implementar para tratar as causas de insucesso: Não houve
k. Responsável pela implementação das medidas: Almox
2.2.1.13 Identificação do Programa, Projeto /Atividade ou Ação Administrativa: Ação 2000 –
Administração de Unidade.
a. Nome do Indicador: Percentual de PNR manutenidos.
b. Descrição: visa medir o número de PNR efetivamente atendidos pela PO em relação à meta
prevista, indicador de eficácia;
c. Tipo: Eficácia
d. Fórmula de cálculo:
%PNRM = (QPNRM / QPNRPM) x 100
onde:
%PNRM: Percentual de PNR Manutenidos
QPNRM: quantidade de PNR manutenidos
QPNRPM: quantidade de PNR previstos para manutenção.
Interpretação do indicador:
= 100: sem alteração de consumo
> 100: aumento de consumo
< 100: redução de consumo
e. Método de medição:
%PNRM = (QPNRM / QPNRPM) x 100 = (75 / 83) x 100 = 90,36%
f. Responsável pelo cálculo / medição: Fisc
g. Metas:
1) Físicas:
- Prever/prover a manutenção de todos os PNR da GU;
- Garantir uma moradia salutar e seguro para a família militar na guarnição de Cirstalina;
- Manter em condições de uso todos os PNR da guarnição de Cristalina e
- Adequar os PNR para as necessidades de saúde dos moradores
2) Financeiras:
- Prever os recursos necessários para a manutenção e adequação dos PNR e
- Solicitar ao escalão superior os recursos necessários para a execução das manutenções e
adequações necessárias aos PNR.
h. Avaliação do resultado: muito bom
i. Disfunção estrutural ou situacional que prejudicou ou inviabilizou o alcance dos objetivos e
metas colimadas: Não houve
j. Medidas implementadas e/ou a implementar para tratar as causas de insucesso: novas obras na
guarnição
k. Responsável pela implementação das medidas: Ch PO
2.2.1.14 Identificação do Programa, Projeto /Atividade ou Ação Administrativa: Administração
de Unidade.
a. Nome do Indicador: PNR em condições de uso
b. Descrição: visa medir a quantidade de PNR em condições de uso em relação ao total de PNR
sob responsabilidade da UG.
c. Tipo de indicador – Eficácia.
d. Fórmula de cálculo:
PNRCU = QPNRCU x 100 / QPNR
onde:
PNRCU: PNR em condições de uso
QPNRCU: quantidade de PNR em condições de uso
QPNR: quantidade de PNR da UG
Interpretação do indicador:
= 100: sem alteração de
consumo > 100: aumento de
consumo
< 100: redução de consumo
e. Método de medição:
PNRCU = QPNRCU x 100 / QPNR = 83 x 100 / 83 = 100%
f. Responsável pelo cálculo / medição: Ch SAPNR
g. Metas:
1) Físicas: manter todos os PNR da guarnição em condições de uso
2) Financeiras:
- Prever os recursos necessários para manutenção dos PNR e
- Solicitar ao escalão superior os recursos necessários para a execução das manutenções
necessárias aos PNR.
h. Avaliação do resultado: Satisfatório
i. Disfunção estrutural ou situacional que prejudicou ou inviabilizou o alcance dos objetivos e
metas colimadas: Não houve
j. Medidas implementadas e/ou a implementar para tratar as causas de insucesso: Não houve
k. Responsável pela implementação das medidas: Fiscal Administrativo
2.2.1.15 Identificação do Programa, Projeto /Atividade ou Ação Administrativa: Administração
de Unidade.
a. Nome do Indicador: Índice de eficiência e eficácia de execução financeira
b. Descrição: avalia se todos recursos financeiros estão sendo utilizados no exercício de referência.
c. Tipo:Eficácia
d. Fórmula de cálculo:
EF= (TRFA x 100) / TRFC
onde:
EF: Execução financeira
TRFA: Total de recursos financeiros aplicados
TRFC: Total de recursos financeiros captados
Interpretação do indicador:
= 100: sem alteração de consumo
> 100: aumento de consumo
< 100: redução de consumo
e. Método de medição:
EF= (TRFA x 100) / TRFC = 100%
f. Responsável pelo cálculo / medição:
g. Metas:
1) Físicas: dispor de pessoal qualificado na adm da UG
2) Financeiras: executar todos recursos financeiros à disposição da UF
h. Avaliação do resultado: Excelente
i. Disfunção estrutural ou situacional que prejudicou ou inviabilizou o alcance dos objetivos e
metas colimadas: Não houve
j. Medidas implementadas e/ou a implementar para tratar as causas de insucesso: Não houve
k. Responsável pela implementação das medidas: OD
2.2.2
INDICADORES DE GESTÃO DO DEPARTAMENTO LOGÍSTICO
2.2.2.1 Identificação do Programa, Projeto /Atividade ou Ação Administrativa: 2868 –
Manutenção e Suprimento de Combustível, 2890 - Manutenção e Suprimento de Material
Bélico, 2857 - Manutenção e Suprimento de Munições, 2864 - Manutenção e Suprimento de
Pessoal (esse indicador também é válido para as demais ações do D Log)
a. Nome do indicador: Emprego de recursos do DLog
b. Descrição: Descreve a razão entre os recursos empenhados e liquidados e os créditos
descentralizados
c. Tipo: Eficácia
d. Fórmula de cálculo:
Crédito disponível =
Empenho liquidado____
Créditos descentralizados,
e. Método de medição:
Crédito disponível = 89.749,70 / 89.749,70 = 100%
f. Responsável pelo cálculo / medição:
g. Metas:
1) Físicas: manter para 2007 o mesmo aproveitamento
2) Financeiras: otimizar a aplicação dos recursos recebidos. E receber do DLOG 50% de
recursos a mais em 2008
h. Avaliação do resultado: Execelente. Todos os recursos recebidos foram completamente aplicados.
i. Disfunção estrutural ou situacional que prejudicou ou inviabilizou o alcance dos objetivos e
metas colimadas: Não houve
j. Medidas implementadas e/ou a implementar para tratar as causas de insucesso: Não houve
k. Responsável pela implementação das medidas: Agente Diretor
2.2.2.2 Identificação do Programa, Projeto /Atividade ou Ação Administrativa: Ação 2864 –
Alimentação de Pessoal
a. Nome do indicador: Alimentação de Pessoal
b. Descrição: Mede a aplicação de recursos relativos a alimentação de Pessoal
c. Tipo: Eficácia, Eficiência e Efetividade
d. Fórmula de cálculo:
- Eficácia
EC = OR/OP X 100
- Eficiência
EF = OE /QR x 100
- Efetividade
Eft = OR / ON x 100
onde:
Eft: efetividade
EC: eficácia
EF: eficiência
OE: orçamento executado
OR: orçamento recebido
OP: orçamento previsto (valor recebido em A-1)
ON: orçamento necessário
e. Método de medição:
- Eficácia
EC = OR/OP X 100 = 235097,12/197964,09 x 100 = 118%
- Eficiência
EF = OE /QR x 100 = 235097,12/ 235097,12 x 100 = 100%
- Efetividade
Eft = OR / ON x 100 = 235097,12 / 250000 x 100 = 94%
f. Responsável pelo cálculo / medição:
g. Metas:
1) Físicas: Melhorar a qualidade da alimentação da tropa
2) Financeiras: Receber 10 % a mais em 2008.
h. Avaliação do resultado: Recebemos um valor a mais que em 2006, com isso melhoramos a
qualidade da alimentação dos militares do QG.
i. Disfunção estrutural ou situacional que prejudicou ou inviabilizou o alcance dos objetivos e
metas colimadas: Não Houve
j. Medidas implementadas e/ou a implementar para tratar as causas de insucesso: Não Houve
k. Responsável pela implementação das medidas: Fisc Adm
2.2.2.3 Identificação do Programa, Projeto /Atividade ou Ação Administrativa: 2890 –
Manutenção e Suprimento de Material Bélico
a. Nome do indicador: Manutenção e Suprimento de Material Bélico
b. Descrição: Valor percentual aplicado do recurso orçamentário recebido na manutenção e
suprimento de material bélico
c. Tipo: Eficácia, eficiência, efetividade
d. Fórmula de cálculo:
- Eficácia
EC = CA x 100
CP
- Eficiência
EF = CL x 100
CP
- Efetividade
Eft = SA x 100
SN
Onde:
CA: crédito adquirido
CP: crédito previsto
CL: crédito liquidado
CP: crédito previsto
SA: suprimento adquirido
SN: suprimento necessário
e. Método de medição:
- Eficácia
EC = CA/CP x 100 = (10996,89 / 10996,89) x 100 = 100 %
- Eficiência
EF = CL/CP x 100 = (10996,89 / 10996,89) x 100 = 100 %
- Efetividade
Eft = SA / SN x 100 = (10996,89 / 10996,89) x 100 = 100 %
f. Responsável pelo cálculo / medição: Pel Mnt Trnp
g. Metas:
1) Físicas: manter o nível atual que é de 100%.
2) Financeiras: manter o nível atual que é de 100%
h. Avaliação do resultado: Excelente. A UG obteve eficácia, eficiência e efetividade 100%.
i. Disfunção estrutural ou situacional que prejudicou ou inviabilizou o alcance dos objetivos e
metas colimadas: Não houve
j. Medidas implementadas e/ou a implementar para tratar as causas de insucesso: Não houve
k. Responsável pela implementação das medidas:
2.2.2.4 Identificação do Programa, Projeto /Atividade ou Ação Administrativa: Ação 2894 –
Manutenção e Suprimento de Material de Intendência.
a. Nome do indicador: Indicador de manutenção dos materiais de intendência
b. Descrição: Medir a eficiência de aplicação dos recursos aplicados na manutenção e suprimento
de material de intendência no ano de 2007
c. Tipo: Eficiência
d. Fórmula de cálculo: MMI = OE x 100
ON
onde:
MMI: Indicador de manutenção dos materiais de intendência
OE: orçamento executado
ON: orçamento necessário
e. Método de medição:
MMI = OE/ON x 100 = 1990,30/1990,30 =x100 = 100%
f. Responsável pelo cálculo / medição: Tem Aparício - almoxarife
g. Metas:
1) Físicas: Melhorar a manutenção de nosso material de intendência
2) Financeiras: Receber, em 2008, recursos que viabilize uma melhor manutenção de nossos
materiais
h. Avaliação do resultado: Bom
i. Disfunção estrutural ou situacional que prejudicou ou inviabilizou o alcance dos objetivos e
metas colimadas: Não Houve
j. Medidas implementadas e/ou a implementar para tratar as causas de insucesso: Não Houve
k. Responsável pela implementação das medidas: Fisc Adm
2.2.2.5 Identificação do Programa, Projeto /Atividade ou Ação Administrativa: 2890Manutenção e Suprimento de Material Bélico
a. Nome do indicador: Manutenção e Suprimento de Material Bélico
b. Descrição: acompanhar as despesas com a manutenção de viaturas não blindadas em 2005,
verificando se os recursos destinados estão sendo suficientes para atender à necessidade
prevista;
c. Tipo: Eficácia
d. Fórmula de
cálculo: IMM =
SA X 100
SN
onde:
IMM: Indicador de Manutenção de Moto
SA: Suprimento Adquirido
SP: Suprimento Previsto
e. Método de medição:
IMM= 10996,89/10996,89x100 = 100%
f. Responsável pelo cálculo / medição:
g. Metas:
1) Físicas: Manter todas Vtr do QG rodando
2) Financeiras: Receber 25% a mais em 2008
h. Avaliação do resultado: Excelente
i. Disfunção estrutural ou situacional que prejudicou ou inviabilizou o alcance dos objetivos e
metas colimadas: Não Houve
j. Medidas implementadas e/ou a implementar para tratar as causas de insucesso: Não Houve
k. Responsável pela implementação das medidas:
2.2.3 INDICADORES DE GESTÃO DO DEPARTAMENTO-GERAL DO PESSOAL
2.2.3.1 Identificação do Programa, Projeto /Atividade ou Ação Administrativa: Ação 2887 –
Manutenção dos Serviços Médico-Hospitalares
a. Nome do indicador: Quantidade de Beneficiários atendidos pelo FUSEx
b. Descrição: Pretende medir o total de atendimentos prestados aos beneficiários FUSEx em
relação à meta física.
c. Tipo: Eficácia
d. Fórmula de cálculo:
ΔAtd = (AtA / AtA-1) x 100
onde:
AtA: Quantidade de atendimentos realizados em 2007.
AtA-1: Quantidade de atendimentos realizados em 2006.
Interpretação do indicador:
= 100: sem alteração de consumo
> 100: aumento de consumo
< 100: redução de consumo
e. Método de medição:
ΔAtd = (AtA / AtA-1) x 100 = (4996/962) x 100 = Aprox. 519 pessoas
f. Responsável pelo cálculo / medição: FUSEX
g. Metas:
1) Físicas: Aumentar o atendimento para 1100 pessoas
2) Financeiras: Dispor de recursos financeiros suficientes para atender 1100 pessoas
h. Avaliação do resultado: o resultado do ano 2007 pode ser considerado muito bom, pelos padrões
atingidos. Houve aumento dos atendimentos em 2007
i. Disfunção estrutural ou situacional que prejudicou ou inviabilizou o alcance dos objetivos e
metas colimadas: não houve
j. Medidas implementadas e/ou a implementar para tratar as causas de insucesso: adoção do PEG
(Programa de Excelência Gerencial)
k. Responsável pela implementação das medidas: Agente Diretor
2.2.3.2 Identificação do Programa, Projeto /Atividade ou Ação Administrativa: Atendimento
médico- hospitalar
a. Nome do indicador: Variação percentual das despesas com beneficiários encaminhados para
atendimento em OCS/PSA (FUSEX, Fator de Custo e Servidor Civil).
b. Descrição: Este indicador expressa a variação percentual das despesas com exames e
encaminhamentos para atendimento em OCS/PSA por número de atendimentos prestados aos
beneficiários de um ano em relação a outro.
c. Tipo: Eficácia
d. Fórmula de cálculo:
varPDBA = {[Da (1+%A)/NºAta]/Da-1/NºAta-1} x 100
onde:
varPDBA: variação percentual de despesas com exames e encaminhamentos para OCS
por número de atendimentos prestados aos beneficiários.
Da: valor pago pelas despesas no ano a
Da-1: valor pago pelas despesas no ano a-1
NºAta: numero total de atendimentos
varPDBA = {[Da (1+%A)/NºAta]/Da-1/NºAta-1} x 100
onde:
NºAta-1: numero total de atendimentos (exames e encaminhamentos) no ano A- 1
%A: percentual de aumento das despesas com beneficiários no ano.
Interpretação do indicador:
= 100: sem alteração de consumo
> 100: aumento de consumo
< 100: redução de consumo
e. Método de medição:
VarPDBA = ((42354.26 ( 1 + 236) / 800 ) / 17911,41 /281 ) x 100 = 196
f. Responsável pelo cálculo / medição: FUSEX
g. Metas físicas e financeiras realizadas:
1) Físicas: Aumentar o percentual de beneficiários encaminhados OCS/PSA em 2008
2) Financeiras: Aumentar o teto de recursos necessários ao aumento dos encaminhamentos
de beneficiários FUSEX , em 2008
h. Avaliação do resultado: O resultado foi considerado satisfatório.
i. Disfunção estrutural ou situacional que prejudicou ou inviabilizou o alcance dos objetivos e
metas colimadas: Não houve
j. Medidas implementadas e/ou a implementar para tratar as causas de insucesso: Não houve
k. Responsável pela implementação das medidas: Agente Diretor
2.2.3.3 Identificação do Programa, Projeto /Atividade ou Ação Administrativa: Ação 2887 –
Manutenção dos serviços médico-hospitalares (FUSEX) e Ação 2004 – Assistência médica e
odontológica aos servidores, empregados e dependentes (as UG que utilizaram recursos
nessas ações deverão apresentar um indicador para cada ação e um indicador global)
a.
Nome do indicador: Encaminhamento para Organização de Saúde Civil (OCS) e Prestador de
Serviço Autônomo (PSA)
b. Descrição: Índice de encaminhamentos para OCS/PSA
c. Tipo: Economicidade
d. Fórmula de cálculo:
ΔPEnc =
Enc X 100___
Total (Enc + Atend)
onde:
ΔPEnc = variação do percentual de encaminhamentos
Enc = Encaminhamentos realizados
Atend = Atendimentos realizados
Interpretação do indicador:
= 100: sem alteração de consumo
> 100: aumento de consumo
< 100: redução de consumo
e. Método de medição:
Var P Enc =800 /5868x100 = 13,63
f. Responsável pelo cálculo / medição: FUSEX
g. Metas:
1) Físicas: Aumentar a possibilidade de encaminhamentos para uma variedade maior de
clínicas diferentes
2) Financeiras: Aumentar a dotação financeira, para que seja possível aumentar o teto para os
encaminhamentos
h. Avaliação do resultado: Houve uma maior atuação dos profissionais de saúde da Bda.
i. Disfunção estrutural ou situacional que prejudicou ou inviabilizou o alcance dos objetivos e
metas colimadas: Não houve
j. Medidas implementadas e/ou a implementar para tratar as causas de insucesso: Não houve
k. Responsável pela implementação das medidas: Agente Diretor
2.2.3.4 Identificação do Programa, Projeto /Atividade ou Ação Administrativa: Atendimento
médico- hospitalar (podendo ser aplicado igualmente para as ações 2887 – Manutenção dos
serviços médico- hospitalares (FUSEx) e 2004 – Assistência odontológica aos servidores,
empregados e dependentes, formando um indicador para cada ação e um indicador global)
a. Nome do indicador: Efetivo Atendido com Serviços Médico-Hospitalares
b. Descrição: Avaliar a variação do efetivo atendido com serviços médico-hospitalares no
Exercício no ano A em relação ao ano A-1.
c. Tipo: Economicidade
d. Fórmula de cálculo:
Δ= {100 x [A- (A-1)] / (A-1)}
Interpretação do indicador:
= 100: sem alteração de consumo
> 100: aumento de consumo
< 100: redução de consumo
e. Método de medição:
Var = (100 x (5600– (2800)) / 2800) = 100
f. Responsável pelo cálculo / medição: FUSEX
g. Metas:
1) Físicas: Ampliar a capacidade de atendimento do Posto de Saúde da Guarnição
2) Financeiras: Ampliar a dotação financeira para possibilitar o aumento da capacidade de
atendimento do Posto de Saúde da Guarnição
h. Avaliação do resultado: Houve aumento no atendimento
i. Disfunção estrutural ou situacional que prejudicou ou inviabilizou o alcance dos objetivos e
metas colimadas: Não Houve
j. Medidas implementadas e/ou a implementar para tratar as causas de insucesso: Não Houve
l. Responsável pela implementação das medidas: Agente Diretor
2.2.3.5 Identificação do Programa, Projeto /Atividade ou Ação Administrativa: Atendimento
médico- hospitalar
a. Nome do indicador: Variação percentual do índice de satisfação dos usuários atendidos
b. Descrição: O grau de satisfação dos usuários atendidos pelo Hospital.
c. Tipo: Efetividade
d. Fórmula de cálculo:
ΔSUA = NMO x 100
NTM
onde:
ΔSUA: Variação Satisfação dos Usuários Atendidos
NMO: Número de Mensagens Assinaladas Ótimas
NTM: Número Total de Mensagens
Interpretação do indicador:
= 100: sem alteração de consumo
> 100: aumento de consumo
< 100: redução de consumo
e. Método de medição:
Var SUA = 800/ 1100 x 100 = 72,72 %
f. Responsável pelo cálculo / medição:
g. Metas:
1) Físicas: Atingir a totalidade de mensagens ótimas
2) Financeiras: dispor de recursos para aumentar o nível de satisfação dos clientes
h. Avaliação do resultado: Houve redução da insatisfação dos clientes
i. Disfunção estrutural ou situacional que prejudicou ou inviabilizou o alcance dos objetivos e
metas colimadas: Não houve
j. Medidas implementadas e/ou a implementar para tratar as causas de insucesso: Não houve
k. Responsável pela implementação das medidas: Agente Diretor
2.2.3.6 Identificação do Programa, Projeto /Atividade ou Ação Administrativa: Atendimento
médico- hospitalar
a. Nome do indicador: Taxa de ocupação de leitos
b. Descrição: Indicador utilizado para verificar a relação percentual entre a média dos censos
diários e lotação dos apartamentos do hospital
c. Tipo: Eficiência
d. Fórmula de cálculo:
TOL = NPD x 100
NLD
onde:
TOL: Taxa de Ocupação de Leitos
NPD: Número de Pacientes/Dia
NLD: Número de Leitos/Dia
Interpretação do indicador:
= 100: sem alteração de consumo
> 100: aumento de consumo
< 100: redução de consumo
e. Método de medição:
TOL = NPD x 100 / NLD = 1/4 x 100 = 25%
f. Responsável pelo cálculo / medição: FUSEX
g. Metas:
1) Físicas: encontrar o ponto de equilíbrio entre a necessidade e a disponibilidade
2) Financeiras: dispor de recursos financeiros, que permitam encontrar o ponto de equilíbrio
entre a necessidade e a disponibilidade
h. Avaliação do resultado: houve uma redução comparando 2006 com 2007
i. Disfunção estrutural ou situacional que prejudicou ou inviabilizou o alcance dos objetivos e
metas colimadas: Não houve
j. Medidas implementadas e/ou a implementar para tratar as causas de insucesso: Não houve
k. Responsável pela implementação das medidas: Agente Diretor
2.2.3.7 Identificação do Programa, Projeto /Atividade ou Ação Administrativa: Atendimento
médico- hospitalar
a. Nome do indicador: Taxa de Infecção Hospitalar
b. Descrição: Indicador utilizado para verificar a relação percentual entre o número de casos de
infecção hospitalar, em determinado período, e o número de pacientes do período utilizamos
como referencial a média aceita pela OMS que varia de 9% à 20%.
c. Tipo: Eficiência
d. Fórmula de cálculo:
TIH = (NC x 100)
NP
onde:
TIH: Taxa de Infecção Hospitalar
NC: Número de Casos de Infecção
NP: Número de Pacientes do Período
Interpretação do indicador:
= 100: sem alteração de consumo
> 100: aumento de consumo
< 100: redução de consumo
e. Método de medição:
TIH = (NC x 100) / NP = 0
f. Responsável pelo cálculo / medição:
g. Metas:
1) Físicas: manter o Posto de Saúde de Cristalina livre de infecção hospitalar
2) Financeiras: dispor de recursos financeiros para manter o Posto de Saúde de Cristalina
livre de infecção hospitalar
h. Avaliação do resultado: excepcional, pois não houve ocorrência de infecção hospitalar
i. Disfunção estrutural ou situacional que prejudicou ou inviabilizou o alcance dos objetivos e
metas colimadas: Não houve
j. Medidas implementadas e/ou a implementar para tratar as causas de insucesso: Não houve
k. Responsável pela implementação das medidas: Agente Diretor
2.2.3.8 Identificação do Programa, Projeto /Atividade ou Ação Administrativa: Manutenção e
Suprimento de Material de Saúde.
a. Nome do indicador: Indicador de manutenção dos materiais de saúde
b. Descrição: Tem por objetivo medir o percentual de material manutenido e de suprimentos de
manutenção adquiridos com os recursos repassados em relação ao previsto
c. Tipo: Eficiência, eficácia e efetividade
d. Fórmula de cálculo:
- Eficiência
MMS = OE x 100
OP
onde:
MMS: Indicador de manutenção dos materiais de saúde
OE: Orçamento Executado
OP: Orçamento Previsto
- Eficácia
MMS = SA x 100
SP
onde:
MMS: Indicador de manutenção dos materiais de saúde
AS: Suprimento Adquirido = R$ 25.250,00.
SP: Suprimento Previsto = R$ 25.250,00.
- Efetividade
MMS = AS x 100
SN
onde:
MMS: Indicador de manutenção dos materiais de saúde
SA: Suprimento Adquirido
SN: Suprimento Necessário
Interpretação do indicador:
= 100: sem alteração de consumo
> 100: aumento de consumo
< 100: redução de consumo
e. Método de medição:
- Eficiência
MMS = OE x 100 / OP = 119980,00 x 100 / 119980,00= 100%
- Eficácia
MMS = SA x 100
SP = 25250 x 100 / 25250 = 100%
f. Responsável pelo cálculo / medição: FUSEX
g. Metas:
1) Físicas: manter as condições atuais
2) Financeiras: manter a condição financeira atual
i. Avaliação do resultado: não houve alteração
j. Disfunção estrutural ou situacional que prejudicou ou inviabilizou o alcance dos objetivos e
metas colimadas: Não houve
k. Medidas implementadas e/ou a implementar para tratar as causas de insucesso: Não houve
l. Responsável pela implementação das medidas: Agente Diretor
2.2.3.9 Identificação do Programa, Projeto /Atividade ou Ação Administrativa: Atendimento
médico- hospitalar
a. Nome do indicador: Produtividade de atendimento médico
b. Descrição: Tem por finalidade medir a efetividade da atuação dos médicos do hospital
c. Tipo: Efetividade
d. Fórmula de cálculo:
PAM = NAM
NM
onde:
PAM: Produtividade de atendimento médico
NAM: número de atendimentos médicos
NM: número de médicos existentes
e. Método de medição:
PAM = NAM / NM = 5600 / 4 = 1400
f. Responsável pelo cálculo / medição: FUSEX
g. Metas:
1) Físicas: ter uma quantidade maior de médicos
2) Financeiras: dispor de recursos financeiros para ter uma quantidade maior de médicos
h. Avaliação do resultado: muito bom
i. Disfunção estrutural ou situacional que prejudicou ou inviabilizou o alcance dos objetivos e
metas colimadas: Não houve
j. Medidas implementadas e/ou a implementar para tratar as causas de insucesso: Não houve
k. Responsável pela implementação das medidas: Agente Diretor
2.2.3.10 Identificação do Programa, Projeto /Atividade ou Ação Administrativa: Atendimento
médico- hospitalar
a. Nome do indicador: Produtividade de atendimento odontológico
b. Descrição: Tem por finalidade medir a efetividade da atuação dos dentistas do hospital
c. Tipo: Efetividade
d. Fórmula de cálculo:
PAO = NAO
ND
onde:
PAO: Produtividade de atendimento odontológico
NAO: Número de atendimentos odontológicos
ND: Número de dentistas existentes
e. Método de medição:
PAO = NAO / ND = 2596 / 4 = 649
f. Responsável pelo cálculo / medição: FUSEX
g. Metas:
1) Físicas: ter um maior número de odontólogos
2) Financeiras: dispor de recursos financeiros para contar com maior número de odontólogos
h. Avaliação do resultado: muito bom
i. Disfunção estrutural ou situacional que prejudicou ou inviabilizou o alcance dos objetivos e
metas colimadas: Não houve
j. Medidas implementadas e/ou a implementar para tratar as causas de insucesso: Não houve
k. Responsável pela implementação das medidas: Agente Diretor
2.2.3.11 Identificação do Programa, Projeto /Atividade ou Ação Administrativa: Atendimento
médico- hospitalar
a. Nome do indicador: Produtividade de atendimento laboratorial
b. Descrição: Tem por finalidade medir a efetividade da atuação dos farmacêuticos do hospital
c. Tipo: Efetividade
d. Fórmula de cálculo:
PAL = NER
NF
onde:
PAL: Produtividade de atendimento laboratorial
NER: Número de exames realizados
NF: Número de farmacêuticos existentes
e. Método de medição:
PAL = NER / NF = 590 / 1 = 660
f. Responsável pelo cálculo / medição: FUSEX
g. Metas:
1) Físicas: dispor de maior quantidade de farmacêuticos
2) Financeiras: dispor de recursos financeiros para ter uma quantidade maior de
farmacêuticos
h. Avaliação do resultado: Bom
i. Disfunção estrutural ou situacional que prejudicou ou inviabilizou o alcance dos objetivos e
metas colimadas: o Cmdo da Bda só possui vaga para 01 (um) oficial farmacêutico
j. Medidas implementadas e/ou a implementar para tratar as causas de insucesso: será feito estudo
e gestões junto a 11ª RM, para verificar possibilidade de criação de mais uma vaga de
farmacêutico
k. Responsável pela implementação das medidas: FUSEX
2.2.3.12 Identificação do Programa, Projeto /Atividade ou Ação Administrativa: Atendimento
médico- hospitalar (pode ser aplicado igualmente para as ações 2004 – Assistência médica e
odontológica aos servidores, empregados e dependentes; 2059 – Atendimento médicohospitalar – Fator custo e 2887 – Manutenção dos serviços médico-hospitalares (FUSEx),
formando um indicador para cada ação e um indicador global)
a. Nome do indicador: Taxa de ocupação hospitalar da população-alvo
b. Descrição: Tem por finalidade medir a necessidade de utilização de serviços hospitalares de
internação pelos beneficiários
c. Tipo: Efetividade
d. Fórmula de cálculo:
TOH = (NPI x 100) / PTB
onde:
TOH: Taxa de ocupação hospitalar
NPI: Número de pacientes internados
PTB: População total de beneficiários
Interpretação do indicador:
= 100: sem alteração de consumo
> 100: aumento de consumo
< 100: redução de consumo
e. Método de medição:
TOH = (NPI x 100) / PTB = (23 x 100) / 1165 = 1.97
f. Responsável pelo cálculo / medição: FUSEX
g. Metas:
1) Físicas: atender melhor os beneficiários
2) Financeiras: dispor de recursos financeiros para atender melhor os beneficiários
h. Avaliação do resultado: houve redução na taxa de ocupação hospitalar
i. Disfunção estrutural ou situacional que prejudicou ou inviabilizou o alcance dos objetivos e
metas colimadas: Não houve
j. Medidas implementadas e/ou a implementar para tratar as causas de insucesso: Não houve
k. Responsável pela implementação das medidas: Agente Diretor
2.2.3.13 Identificação do Programa, Projeto /Atividade ou Ação Administrativa: Atendimento
médico- hospitalar
a. Nome do indicador: Taxa de leitos indisponíveis
b. Descrição: Tem por finalidade medir a quantidade de leitos indisponíveis
c. Tipo: Eficácia
d. Fórmula de cálculo:
TLI = Tot LI x 100 / TLE
onde:
TLI: Taxa de leitos indisponíveis
Tot LI: Total de leitos indisponíveis
TLE: Total de leitos existentes
Interpretação do indicador:
= 100: sem alteração de consumo
> 100: aumento de consumo
< 100: redução de consumo
e. Método de medição:
TLI = Tot LI x 100 / TLE = 0 x 100 / 6 = 0
f. Responsável pelo cálculo / medição: FUSEX
g. Metas:
1) Físicas: manter de forma igual para o ano 2008
2) Financeiras: manter de formal igual para o ano 2008
h. Avaliação do resultado: execelente
i. Disfunção estrutural ou situacional que prejudicou ou inviabilizou o alcance dos objetivos e
metas colimadas: Não houve
j. Medidas implementadas e/ou a implementar para tratar as causas de insucesso: Não houve
k. Responsável pela implementação das medidas: Não houve
2.2.3.16 Identificação do Programa, Projeto /Atividade ou Ação Administrativa: Atendimento
médico- hospitalar
a. Nome do indicador: Gasto por faixa etária do paciente
b. Descrição: Tem por finalidade medir os gastos com atendimento à saúde em cada faixa etária
c. Tipo: Eficácia
d. Fórmula de cálculo:
GFE = (GF / GT) x 100
onde:
GFE: Gasto por faixa etária
GF: Gasto na faixa etária
GT: Gasto total
Obs.: faixas etárias serão definidas de 10 em 10 anos. Os dados podem ser obtidos do SIRE
Interpretação do indicador:
= 100: sem alteração de consumo
> 100: aumento de consumo
< 100: redução de consumo
e. Método de medição:
De 0 a 10 anos: 7340.53/42354.26 x 100= 17.33%
De 11 a 20 anos: 7314.98/ 42354.26 x 100= 17.27%
De 21 a 30 anos: 20336.10/ 42354.26 x 100= 48.01%
De 30 a 40 anos: 2318.45/ 42354.26 x 100= 5.47%
De 40 a 50 anos: 3716.70/ 42354.26 x 100= 8,78%
Acima de 50 anos: 1327.5 / 42354.26 x 100= 3,14
f. Responsável pelo cálculo / medição: Enc setor Financeiro
g. Metas:
1) Físicas: Manter o mesmo padrão de atendimento
2) Financeiras: Diminuir gastos em 2008
h. Avaliação do resultado: Muito bom
i. Disfunção estrutural ou situacional que prejudicou ou inviabilizou o alcance dos objetivos e
metas colimadas: Não houve
j. Medidas implementadas e/ou a implementar para tratar as causas de insucesso: Não Houve
k. Responsável pela implementação das medidas:
2.2.4 INDICADORES DE GESTÃO DO DEPARTAMENTO DE ENSINO E PESQUISA
Não é o caso da UG
2.2.5 INDICADORES DE GESTÃO DO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA E
CONSTRUÇÃO
Não é o caso da UG
3. TRANSFERÊNCIAS (CONVÊNIOS E OUTROS TIPOS)
Não é o caso da UJ
4. PROJETOS E PROGRAMAS FINANCIADOS COM RECURSOS EXTERNOS
A UJ não utilizou recursos externos.
5. GASTOS COM CARTÃO DE CRÉDITO
Não é o caso da UJ.
6. RECOMENDAÇÕES DOS ÓRGÃOS DO SISTEMA DE CONTROLE INTERNO
Esta UJ não recebeu recomendações do Controle Interno.
7. DETERMINAÇÕES E RECOMENDAÇÕES DO TCU
Não é o caso da UJ
8. INSTAURAÇÃO DE PROCEDIMENTO OU PROCESSO ADMINISTRATIVO
8. Exercício de 2007
8.1.1 Portaria nº. 002-Aj G de 05 de fevereiro de 2007
8. Informados em exercícios anteriores
8.2.1 Portaria nº. 018-Aj G de 19 de outubro de 2007
9. INFORMAÇÕES DE PESSOAL
Não é o caso desta UJ.
10. DEMONSTRATIVOS DE TOMADAS DE CONTAS ESPECIAL
Não houve instauração nesta UJ de Tomada de Contas Especial Simplificada, bem como de
processos de TCE de que trata o Inciso II do artigo nº. 7º da Instrução Normativa nº. 13 – TCU, de
4 de novembro de 1996.
11. OUTRAS INFORMAÇÕES
11.1 CONTRATAÇÃO TEMPORÁRIA DE PESSOAL
Não foi o caso da UJ
11.2OUTRAS CONSIDERAÇÕES
11.2.1 Esta Unidade efetuou pagamento de multas com concessionária de serviço público,
conforme quadro abaixo:
Concessionárias
Meses que atrazou
justificativa
Providências adotadas
Empresa Brasileira de Junho, agosto e Fatura chegou com atraso
Correios e Telégrafos setembro
na UJ
(ECT)
Foi feito contato
Empresa Brasileira de junho
Fatura chegou com atraso com os Correios e a
referida concessionária
Telecomunicações S/A
na UJ
para sanar o problema.
(EMBRATEL)
Brasil Telecom S/A
Junho e julho
Fatura chegou com atraso
na UJ
Companhia de Energia julho
Fatura chegou com atraso
Elétrica (CELG)
na UJ
11.2.2.Esta Unidade não possui atribuições de registro de Bens Imóveis.
12. CONCLUSÃO DO GESTOR
12.1 Os recursos alocados à Unidade foram utilizados com estrito atendimento às normas de
administração financeira e de contabilidade, consubstanciadas na legislação em vigor.
12.2 As despesas foram realizadas de acordo com a Lei nº 8.666, de 21 Jun 93 – Licitações e
Contratos e suas alterações e as Instruções Gerais 12-02, aprovadas pela Port. Min. nº 305, de 24 Mai
95.
12.3 Os processos de licitações, de dispensas ou inexigibilidades estão organizados e
arquivados na UG à disposição dos Controles Interno e Externo.
Cristalina 31 de dezembro de 2007.
_____________________________________
FRANCISCO MACHADO NETO - OD
Ordenador de Despesa Substituto
MINISTÉRIO DA DEFESA
EXÉRCITO BRASILEIRO
(COMANDO ENQUADRANTE)
TOMADA DE CONTAS ANUAL DE 2007
RELATÓRIO DE AUDITORIA DE GESTÃO
PROCESSO PARA ANÁLISE SIMPLIFICADA
1. IDENTIFICAÇÃO DA UNIDADE JURISDICIONADA
1.1 Nome: Comando da 3ª Brigada de Infantaria Motorizada
1.2 Código de UJ: 160100(UG Principal) e 167100 (UG Secundária)
1.3 ICFEx de Vinculação:11ª Inspetoria de Contabilidade e Finanças do Exército
2. TOTAL DA DESPESA REALIZADA
A despesa realizada pela UG no exercício financeiro totalizou R$ 891.143,25( oitocentos e
noventa e um mil cento e quarenta e três reais e vinte e cinco centavos) na UG Principal e R$
274.658,69 (duzentos e setenta e quatro mil seiscentos e cinqüenta e oito reais e sessenta e nove
centavos) na UG Secundária.
3. AVALIAÇÃO DA REGULARIDADE DO USO DE CARTÕES DE CRÉDITO:
A UJ não utilizou Cartão de Crédito.
4. SINOPSE DAS FALHAS DETECTADAS
Não foram detectadas falhas.
5. ANÁLISE DAS JUSTIFICATIVAS SOBRE IRREGULARIDADES APRESENTADAS
PELOS RESPONSÁVEIS
A UJ não cometeu irregularidades.
6. AVALIAÇÃO DO CUMPRIMENTO DAS DETERMINAÇÕES E RECOMENDAÇÕES
EXARADAS PELO TCU
A UJ não recebeu determinações e recomendações do TCU.
7. OUTRAS INFORMAÇÕES
7.1 Em virtude de restrição de recursos orçamentários, o que impossibilitou a visita “in loco”
à Unidade, os trabalhos de auditoria limitaram-se ao exame e acompanhamento, à distância, dos
dados e informações constantes do Sistema Integrado de Administração Financeira – SIAFI, do
Sistema Integrado de Administração de Serviços Gerais – SIASG, Sistema Automático de
Pagamento de Pessoal – SIAPPES e Sistema de Material do Exército - SIMATEX, sendo os
exames realizados por amostragem, na extensão julgada necessária e adequada às circunstâncias de
acordo com as normas de auditoria específicas ao Serviço Público Federal, com o objetivo de
emitir opinião e certificar a gestão dos responsáveis”.
7.2 Este Processo de Tomada de Contas foi preparado para ser analisado de forma
simplificada nos termos do Art. 3º da Decisão Normativa nº 85/2007, de 24 de setembro de 2007,
do Tribunal de Contas da União.
7.3 Os agentes constantes do rol de responsáveis estão em dia com a exigência de
apresentação da Declaração de Bens e Rendas de que trata a Lei nº. 8730/93, conforme declaração
do Encarregado do Setor de Pessoal da UJ, constante deste processo.
7.4 As informações relativas ao Rol de Responsáveis dos Órgãos Comando do Exército UG
Principal (160100) e UG Secundária (167100), estão disponibilizadas no SIAFI, de acordo com o
prescrito na legislação vigente.
7.5 A Unidade não recebeu restrição contábil no exercício.
8. CONCLUSÃO
Em face do exame realizado no conteúdo apresentado nas peças deste processo de contas e
considerando não terem sido evidenciadas impropriedades que comprometessem a probidade da
Gestão dos responsáveis pela utilização dos recursos públicos alocados à Unidade, no período a
que se refere o presente processo, concluímos pela regularidade da Gestão, emitindo, desta
forma, o competente Certificado de Auditoria anexo ao presente Relatório.
Brasília, DF, 01 de abril de 2008 .
_________________________________
MARCELO DE MENEZES – 2º TEN
Contador-Auditor CRC –DF 017297/O-4-DF
MINISTÉRIO DA DEFESA
EXÉRCITO BRASILEIRO
SECRETARIA DE ECONOMIA E FINANÇAS
11ª INSPETORIA DE CONTABILIDADE E FINANÇAS DO EXÉRCITO
TOMADA DE CONTAS ANUAL DE 2007
CERTIFICADO DE AUDITORIA
1. IDENTIFICAÇÃO DA UNIDADE GESTORA
1.1 - NOME: Comando da 3ª Brigada de Infantaria Motorizado
1.2 - SIGLA: CMDO 3ª BDA INF MTZ
1.3 - ICFEx DE VINCULAÇÃO: 11ª Inspetoria de Contabilidade e Finanças do
Exército
2. Examinamos os Balanços Orçamentário, Financeiro, Patrimonial e demais
Demonstrações Financeiras correspondentes ao exercício financeiro encerrado em 31 de dezembro
de 2007, bem como a documentação comprobatória que deu origem aos elementos contábeis deste
Processo de Tomada de Contas Anual decorrentes dos atos de gestão praticados sob as
responsabilidades administrativas do Ordenador de Despesas e demais Agentes Responsáveis
arrolados nesta prestação de contas.
3. Nosso exame foi efetuado de acordo com as normas e procedimentos de auditoria
aplicáveis ao Serviço Público e, conseqüentemente, incluiu provas nos registros contábeis,
cumprimento das normas legais e regulamentares e outros procedimentos de auditoria julgados
necessários nas circunstâncias.
4. Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima mencionadas representam,
adequadamente, a posição econômica, financeira e patrimonial das Unidades Gestoras 160100 e
167100 no exercício examinado, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicadas
com uniformidade em relação ao exercício anterior, razão pela qual certificamos a regularidade da
gestão dos agentes responsáveis tratados nesta Tomada de Contas.
Brasília-DF, 26 de março de 2008.
___________________________________________
MARCELO DE MENEZES – 2º TEN
Contador-Auditor CRC –DF 017297/O-4P-DF
PARECER E DESPACHO DO SECRETÁRIO DE ECONOMIA E FINANÇAS
PARECER
Tendo em vista as evidências obtidas no curso dos trabalhos de auditoria,
consubstanciado no Relatório de Auditoria de Gestão, Certificado de Auditoria e nas demais peças,
anexas à Tomada de Contas Anual em referência, concluo pela regularidade de gestão.
DESPACHO
Em decorrência, resolvo: aprovar a presente Tomada de Contas Anual e submetê-la à
apreciação do Excelentíssimo Sr Comandante do Exército.
Brasília-DF, 7 de maio de 2008.
Gen Ex FERNANDO SÉRGIO GALVÃO
Secretário de Economia e Finanças
________________________________________________________
PRONUNCIAMENTO MINISTERIAL
Em conformidade com o disposto no art. 52 da Lei nº 8.443, de 16 de julho 1992, atesto
haver tomado conhecimento das contas da unidade gestora acima indicada, das conclusões contidas
nos pareceres emitidos pela respectiva unidade de controle interno, bem assim da manifestação do
Comandante do Exército.
Brasília-DF, 20 de maio de 2008.
NELSON JOBIM
Ministro de Estado da Defesa