CAMPOS ELETROMAGNÉTICOS TÉCNICAS DE MEDIÇÃO E PREVENÇÃO Ademir Martins de França Kazumitu Yamaguti O POR QUÊ DA PREOCUPAÇÃO? CAMPO ELÉTRICO EFEITOSINDIRETOS DIRETOS EFEITOS DOS PULSOS ELÉTRICOS EFEITOS EFEITOS LONGA DURAÇÃO EFEITOS DIRETOS ACOPLAM. CAPACITIVO CAMPO MAGNÉTICO EFEITOS DOS PULSOS ELÉTRICOS EFEITOS EFEITOS LONGA DURAÇÃO EFEITOS INDUÇÃO DIRETOS ACOPLAM. INDUTIVO E RESISTIVO PREMISSAS CAMPOS DE DIFERENTES FREQUÊNCIAS INTERAGEM COM O CORPO EM DIFERENTES MANEIRAS EFEITOS DE INDUÇÃO POR ACOPLAMENTO CAPACITIVO BLOCOS DE APRESENTAÇÃO 11 22 33 44 55 66 77 88 ASPECTOS TEÓRICOS EFEITOS DIRETOS EFEITOS INDIRETOS NORMAS MEDIÇÃO E PROCEDIMENTO APLICAÇÕES – RESULTADOS PROGRAMA DE PCG FUTURO – CONCLUSÃO - DISCUSSÃO 15 min 35 min 35 min 25min 30 min 30min 25 min 25 min OBJETIVO SEGURANÇA BEM-ESTAR NO TRABALHO SUBSIDIAR ENGENHEIROS DE MANUTENÇÃO, MANUTENÇÃO, SAÚDE E SEGURANÇA NO PLANEJAMENTO DE SUAS ATIVIDADES E DEFINIR MEDIDAS EVENTUAIS DE PROTEÇÃO ASPECTOS TEÓRICOS BLOCO 1 Campo elétrico e potencial Carregando uma ESFERA METÁLICA com cargas POSITIVAS OU NEGATIVAS + G Vo Vo - Esferas longe uma das outras Esfera metálica carregada + G Esfera metálica carregada - Vo Vo Desligando o gerador com Vo CAMPOS ELÉTRICOS Cargas positivas. e negativas induzidas V1 Vo Eletrons -- Eletrons - vão para a terra Vo V1=0 aterramento CAMPO ELÉTRICO Tomando-se a esfera carregada positivamente: Eo n 2 Vo 0 1 E2 E1 Sendo a esfera um metal, as cargas positivas são superficiais e provocam na direção radial, a partir do ponto zero na superfície da esfera, e em pontos sucessivos 1,2…n, campos elétricos decrescentes, até o infinito. As infinitas direções radiais são sede de perturbações elétricas CAMPOS ELÉTRICOS E1 E2 E3 Cargas iduzidas negativas no solo Vo Es solo CAMPOS ELÉTRICOS Ligados às fontes positivas V4=0 V1 aterrado V2 flutuante V3 P Campos parciais E final Cargas induzidas no solo CAMPOS ELÉTRICOS Imaginemos, que os círculos representando as esferas, sejam todos seções de condutores paralelos de extensões infinitas. Imaginemos ainda que uns condutores tem fontes de tensões alimentando-os, outros aterrados(cabos para-raios). Temos então um sistema de transmissão, monofásico, bifásico, trifásico, circuitos duplos, triplos, etc. com seus respectivos cabos para-raios e condutores de retorno ou sem este último. Nestas condições existem as capacitâncias próprias e mútuas entre os condutores e cada condutor está polarizado, de acordo com as fontes de tensões ligadas e condições de aterramento. Este complexo de condutores provocam os campos elétricos ao redor dos condutores e até o infinito. CAMPOS ELÉTRICOS Campos elipsoidais no tempo para sistemas trifásicos equilibrados Próximo ao solo, até cerca de 2 metros de altura, o campo elétrico não é mais elipsoidal, sendo perpendicular ao solo, num sistema trifásico de linhas de transmissão, subestações ou equipatos. Acima destes limites e até próximo aos condutores de fase os campos sào elipsoidais em todos os pontos. CAMPOS ELÉTRICOS Os sistemas de transmissões em AT, EAT ou UAT ocupam uma faixa de terra, até uma certa distância a partir do centro da Linha de transmissão, denominada faixa de servidão, em cujos limites o campo elétrico a 60 Hz é universalmente padronizado, bem como no interior da faixa de servidão. Este limite de campo elétrico é muito crítico em termos de custos de uma linha de transmissão, que é afetado pela largura da faixa e também pela altura necessária das torres de sustentação dos condutores. Não há uma consideração quanto aos campos transitórios e de harmônicas nos limites da faixa de servidão, embora a ICNIRP tenha padronizado tais campos. CAMPOS MAGNÉTICOS v q a r P H H = (q.v).(sin a)/r.r Sendo B = u.H, u permeabilidade magnética do meio. Uma carga q (positiva) com velocidade v, provoca no ponto P, um campo magnético H, perpendicular ao plano da figura com angulo a. CAMPOS MAGNÉTICOS I1 V1 I3 I2 V2 V3 P H1 H2 terra H resultante H3 CAMPOS MAGNÉTICOS Imaginemos uma sequência de cargas q, com a mesma velocidade que se movem através de um fio condutor.Tôdas as cargas que se movem no fio, provocarão um campo magnético no ponto P, reforçando o campo H. Somando todos os campos provocacos pelas cargas q, com velocidades iguais movendo-se em sequência no fio condutor , temos um campo magnético final resultante no ponto P. O raciocínio é igual para todos os pontos ao redor do fio condutor até o infinito, diferentes de P. Nestas condições, as cargas enfileiradas com a mesma velocidade originam a corrente I no condutor, as equações do campo magnético são deduzidos em função desta corrente. Em condutores paralelos ao condutor em análise são induzidos tensões. CAMPOS MAGNÉTICOS Campos elipsoidais no tempo para sistemas trifásicos equilibrados Próximo ao solo, o campo magnético continua elipsoidal num sistema trifásico de linhas de transmissão, subestações ou equipatos. CAMPOS MAG.E ELÉTRICOS edificação subestação animal gente solo Tudo está mutuamente interligado por condutividades, capacitancias e indutancias, inclusive com o solo. Basta aparecer uma carga nestes objetos para todos os outros sentirem mutuamente, pois as cargas criam os campos. CAMPOS MAG. E ELÉTRICOS Em suma a diversidade ambiental, devido as constante dielétrica, permeabilidade e condutividade, tem-se a possibilidade de se experimentar tensões e correntes induzidas. A permeabilidade do ar, do solo e dos seres vivos em geral são idênticos entre si, na ausência do ferro. Como fontes de tensões podem ser gerados por diferenças de temperatura e diferenças de resistividade locais a manifestação da corrente da natureza pode ser verificada quando ligamos dois locais através de um fio metálico com amperímetros de baixissima corrente. A natureza em sí é sede de importantes fenomenos bioelétricos, gerando seus bio- campos, cujos sinais submetidos a uma análise harmônica, apresentam frequências as mais variadas possíveis. Mas isto não será objeto de abordagem desta palestra. MÉTODOS DE CÁLCULO MÉTODO DA SIMULAÇÃO DE CARGAS MÉTODO DOS ELEMENTOS FINITOS MÉTODO DAS IMAGENS MÉTODO DAS DIFERENÇAS FINITAS FÓRMULAS PARA CONFIGURAÇÕES SIMPLES. CONTINUAÇÃO E e H TENSÕES OU VOLTAGENS DÃO ORIGEM AO SURGIMENTO DAS CARGAS. AS CARGAS CRIAM OS CAMPOS ELÉTRICOS. AS CARGAS MÓVEIS CRIAM AS CORRENTES. AS CORRENTES CRIAM OS CAMPOS MAGNÉTICOS EXPOSIÇÕES a E e H Os seres vivos em suas atividades ocupacionais e o público em geral podem estar expostos ao fluxo dos campos elétricos D e ao fluxo dos campos magnéticos B. D= (constante dielétrica do meio) x E B=(permeabilidade magnética) x H Em geral nos dois casos o meio é o ar ambiente. Devido a melhor conveniência de se medir E e B, em geral as unidades utilizadas são o kV/m (kilovolts por metro) para o E e o mG(miligauss) para o B. Os limites e referencias são para E e B universalmente. ESPECTRO ELETROMAGNÉTICO ELETROMAGNÉTICO 60 HZ RADIAÇÃO IONIZANTE Uma RADIAÇÃO IONIZANTE é aquela que consegue quebrar as ligações ionicas ou moleculares. Além disso ultrapassado a dosagem pode provocar câncer nos seres vivos. A presente palestra refere-se somente a: RADIAÇÃÕ NÃO IONIZANTE de 60 ou 50 Hz. EFEITOS TÉRMICOS OU NÃO Os campos elétrico e magnético podem provocar efeitos térmicos a intensidades bem elevadas, acima dos níveis encontrados em exposições de trabalhadores de caráter ocupacional. Para o CAMPO MAGNÉTICO o limite utilizado na prática, referencial de algum efeito no sistema nervoso central ou no orgão oftálmico, é quando o mesmo consegue provocar uma densidade de cor rente de 200mA/cm quadrado. Para a exposição ocupacional divide-se por 10 e para o público divide-se por 50. Para o CAMPO ELÉTRICO o limite de exposição é bem abaixo do limite térmico. UNIDADES DOS CAMPOS E = KILOVOLT/METRO = kV/m B = MILIGAUSS = mG EFEITOS DIRETOS BLOCO 2 EFEITOS DIRETOS RESULTAM DA INTERAÇÃO DIRETA DOS CAMPOS COM O CORPO HUMANO O QUE É “CEM” ? ➨ CAMPO ELÉTRICO (lâmpada desligada) desligada) ➨ CAMPO MAGNÉTICO e ELÉTRICO (lâmpada ligada) ligada) O QUE ACONTECE QUANDO ESTAMOS EXPOSTOS AOS CEM’s? “WIRE CODE” Ë um método indireto de estimativas de possíveis exposições a CE e CM, usando principalmente nos primeiros estudos quando não estavam disponíveis dados de medição. Consiste em classificar a intensidade da exposição em residências através das distâncias a instalações elétricas de qualquer nível de corrente ou tensão. EPIDEMIOLOGIA EM 1979 OS PESQUISADORES NANCY WERTHEIMER E LEEPER, PUBLICARAM OS RESULTADOS DE UM ESTUDO EPIDEMIOLÓGICO EM QUE OS CAMPOS MAGNÉTICOS, ATRAVÉS DO SUBSTITUTO DE MEDIÇÃO DOS CAMPOS “WIRE CODE”, ESTAVAM ASSOCIADOS A UM RISCO 2,5 VEZES, DE AS CRIANÇAS ADQUIRIREM CÂNCER DO TIPO LEUCEMIA LINFOBLÁSTICA AGUDA. PESQUISA EPIDEMIOLÓGICA ATÉ 1995, 16 ANOS DEPOIS DO PRIMEIRO TRABALHO EPIDEMIOLÓGICO FORAM GERADOS CERCA DE 100 ESTUDOS EPIDEMIOLÓGICOS. FREQUÊNCIAS 50 E 60 Hz INTENSIDADE DO CAMPO 1,0 A 10,0 mG META-ANÁLISE: CORRELAÇÃO FRACA A INCONCLUSIVO E INCONSISTENTE. CRONOLOGIA - PRINCIPAIS Ano Fatos relevantes 1972 1979 Relatórios da União Soviética - CAMPO ELÉTRICO Estudo de Wertheimer e Leeper sobre leucemia em crianças CAMPO MAGNÉTICO Parecer dos cientistas russos na CIGRÉ - efeitos dos campos elétricos super estimados Relatório da OTA Relatório do EPA sobre a carcinogênese do EMF Estudo do NCI Meta Estudo de Savitz com os trabalhadores do setor Publicação do livro do NAS Publicação do relatório do NIEHS - Projeto EMF RAPID 1981 1989 1990 1997 1997 1997 1998 TRABALHADORES DA ÁREA ELÉTRICA 1992 -ESTUDOS COM TRABALHADORES SUECOS associação entre CEM x Leucemia 1993 -ESTUDO COM 36 000 TRABALHADORES NA CALIFORNIA Nenhuma evidência consistente de associação CM x CÂNCER 1994 -ESTUDO COM 223 292 trabalhadores do CANADÁ E FRANÇA 4151 CASOS CÂNCER TRABALHADORES EM CM > 31 mG risco leucemia 3x superior Aumento de tumores cerebrais em pessoas mais jovens quando expostas a altos CM 1995 -ESTUDO COM 138 000 trabalhadores (Savitz) Não encontrou associação entre CM e leucemia mas sugere uma correlação com câncer cerebral O QUE HÁ DE CONCRETO SOBRE O NÍVEL DE 2 mG? Nível de corte adotado nos estudos epidemiológicos para distinguir grupos expostos e de controle NÃO É LIMITE DE SEGURANÇA A MÍDIA 1995 CRÍTICAS QUESTIONAMENTOS SENSACIONALISMO 1997 PRUDENT AVOIDANCE ➨O QUE É? ➨ A DECISÃO NA ADOÇÃO ➨ AS IMPLICAÇÕES: Jurídicas Econômicas ➨ AS DIFICULDADES ➨ AS INCERTEZAS DESSA MEDIDA O QUE É PRUDENT AVOIDANCE? Tentativa de manter o público fora das áreas supostamente de risco devido aos campos, quando tal medida possa ser efetuada a um custo modesto, sem utilizar soluções radicais de controle que teriam custos elevados sem os benefícios esperados. O QUE É PRUDENT AVOIDANCE? Tentativa de manter o público fora das áreas supostamente de risco devido aos campos, quando tal medida possa ser efetuada a um custo modesto, sem utilizar soluções radicais de controle que teriam custos elevados sem os benefícios esperados. AS IMPLICAÇÕES DO PRUDENT AVOIDANCE Se tais medidas cautelares fossem estimuladas teriam uma conotação que dificilmente seria contestada, que é aquela de implicitamente estar reconhecendo que, mesmo sem evidência científica, os CEM’s seriam potencialmente um risco a ser debelado ou, pelo menos, reduzido a um mínimo tão pequeno quanto praticamente exequível. AS INCERTEZAS NA ADOÇÃO DO PRUDENT AVOIDANCE QUE MEDIDAS CAUTELARES SERIAM PRUDENTES? COMO SERIAM REGULAMENTADAS? QUEM DECIDE O QUE É PRUDENTE? (Empresa ou agência governamental ) QUE OUTROS FATORES DEVERIAM SER CONSIDERADOS? ESTIMATIVA DE GASTOS (USA) $56,000 / km para reduzir o CM em 45% nas configurações ∇ ∇ $1,25 milhões/km para reduzir o CM em 99% usando LT’s subterrâneas em tubos de aço.-$1bilhão para limitar o CM a 10 mG no limite da faixa. $3-9 bilhões para reduzir o CM residenciais, onde os sistemas de aterramento são as fontes dominantes, -$200bilhões para usar LT’s subterrâneas nas proximidades das residências com CM maior do que 1 mG, - $250 bilhões para reduzir, em todas as linhas de transmissão e distribuição,a exposição ao CM a níveis menores do que 2 mG. META ANÁLISE Técnica de análise estatística que, ao invés de se deter em pormenores de vários documentos sobre determinado assunto, agrega-os para permitir a verificação global da credibilidade do conjunto PARECER DA NAS - 1996 Meta Análise As evidências não mostram que a exposição aos CEM’s apresentem riscos à saúde. ESPECIFICAMENTE Não existe nenhuma evidência conclusiva e consitente de que as exposições aos CEM’s produzam câncer, efeitos neurocomportamentais adversos ou efeitos reprodutivos e de crescimentos “WIRE CODE” Até a meta-análise feita pela NAS, este substituto do campo magnético medido foi muito criticado. A NAS concluiu que o “wire code” detém uma série de propriedades como o de estar relacionado eventualmente aos transitórios e harmônicas, histórico passado dos campos magnéticos, fatores de confusão, etc. Desta forma o “wire code”foi brilhantemente resgatado e hoje constitui uma pauta de pesquisa permanente para se saber o que ele representa realmente, possívelmente poderia ser o campo magnético, embora tudo indique uma fraca correlação segundo as especulações. COMO OS EPIDEMIOLOGISTAS CONDUZEM OS ESTUDOS O PROCESSO CASOS AGENTE RELAÇÃO CASO /CONTROLE = NÃO EXISTE ASSOCIAÇÃO > O AGENTE PODE SER A CAUSA < O AGENTE PODE SER BENÉFICO CONTROLE COMO OS EPIDEMIOLOGISTAS CONDUZEM OS ESTUDOS EXEMPLOS EXEMPLO 1 CASOS CONTROLE NÚMERO TOTAL EXPOSTOS NÃO RELAÇÃO EXPOSTOS 300 300 100 100 200 200 0.5 0.5 NENHUMA ASSOCIAÇÃO ENTRE O FATOR E A DOENÇA RISCO 1.0 COMO OS EPIDEMIOLOGISTAS CONDUZEM OS ESTUDOS EXEMPLOS EXEMPLO 2 CASOS CONTROLE NÚMERO TOTAL 300 300 EXPOSTOS 120 100 NÃO RELAÇÃO EXPOSTOS 180 0.65 200 0.5 RISCO 1.3 A PESSOA EXPOSTA AO FATOR TEM UM RISCO 30% MAIOR DE CONTRAIR A DOENÇA ESTIMATIVA DE RISCO AVALIAÇÃO DO RISCO À SAÚDE HUMANA JUNTO COM INFORMES SOBRE CUSTO/BENEFÍCIO E INTERESSES SÓCIO-POLÍTICOS AS ESTIMATIVAS DE RISCOS SÃO USADAS PARA FORMULAR REGULAMENTOS PARA A REDUÇÃO DOS RISCOS, UM PROCESSO DENOMINADO GERENCIAMENTO DE RISCO. EPIDEMIOLOGIA RESULTADOS Utilizado pela NAS na meta-análise. Uma análise individual é bastante preocupante para o leigo em epidemiologia. O 1. 0 Intervalo de confiança acima de 1,0 indicam riscos positivos. PARECER DA NCI - 1997 Único estudo NÃO FOI ENCONTRADA NENHUMA EVIDÊNCIA DE AUMENTO DE RISCO DE LEUCEMIA EM CRIANÇAS DEVIDO AOS CAMPOS MAGNÉTICOS RESIDENCIAIS SIMPÓSIOS CIENTÍFICOS CIENTÍFICOS EMF RAPID EFEITOS DOS CAMPOS ELÉTRICOS E MAGNÉTICOS NA SAÚDE HUMANA ATUALIZAÇÕES SOBRE O TEMA EFEITOS DOS CAMPOS ELÉTRICOS E MAGNÉTICOS NA SAÚDE HUMANA ATUALIZAÇÕES SOBRE O TEMA EFEITOS DOS CAMPOS ELÉTRICOS E MAGNÉTICOS NA SAÚDE HUMANA ATUALIZAÇÕES SOBRE O TEMA Relatório de acompanhamento - Julho 98 Relatório de acompanhamento - Setembro 98 ❸ Relatório de acompanhamento - Setembro 98 VERDADE CIENTÍFICA CLASSIFICAÇÃO Possível carcinógeno aos seres humanos suporte científico marginal de que a exposição cause qualquer grau de prejuízo As evidências são insuficientes para merecerem ações regulatórias agressivas PROJETO EMF RAPID - 1998 POSSÍVEL CARCINÓGENO CLASSE 2B Meta Análise CLASSIFICAÇÃO DOS GRUPOS IARC GRUPOS 2A S IG N IF IC AD O O agente é carcinó geno para os seres humanos O agente é um p ro vá vel carcinó g eno para os seres humanos 2B O agente é um p o ssível carcinó g eno para os seres humanos 1 3 4 O agente não é carcinóg eno para os seres hum anos O agente p ro vavelm ente não é carcinó g eno para os seres humanos IARC POSSÍVEL CARCINÓGENO CARCINÓGENO O ENTENDIMENTO DE POSSÍVEL E PROVÁVEL POSSÍVEL PROVÁVEL PODE EXISTIR OU ACONTECER PODE SER VERDADE, EXISTIR OU ACONTECER EMBORA NÃO SE TENHA CERTEZA DIFERENÇA NOS ESTUDOS DA NAS e EMF RAPID ASSOCIAÇÃO COM CASOS DE LEUCEMIA EM CRIANÇAS ESTUDOS CAMPOS MEDIDOS 24 HORAS ESPORÁDICA CAMPOS CALCULADOS WIRE CODE NAS NÃO NÃO NÃO SIM EMF RAPID SIM NÃO SIM SIM PARECER DO IEE MAIO 1998 A LITERATURA DOS DOIS ÚLTIMOS ANOS NÃO MODIFICAM A PRÉVIA CONCLUSÃO: NÃO HÁ NO MOMENTO EVIDÊNCIA CIENTÍFICA ROBUSTA MOSTRANDO EFEITOS À SAÚDE AO HOMEM DEVIDO AOS cem DE BAIXA FREQUÊNCIA EFEITOS DIRETOS TODA ESTA PESQUISA DO CAMPO MAGNÉTICO(CM) FOI INICIADA COM A CORRELAÇÃO “WIRE CODE” VERSUS LEUCEMIA LINFOBLÁSTICA AGUDA, UMA DOENÇA RARA NOS ESTADOS UNIDOS. OS CIENTISTAS DESCOBRIRAM QUE O “WIRE CODE” NÃO É UM REPRESENTANTE IDEAL DO CM MEDIDO DE 60 Hz E QUE ELE ESTÁ ASSOCIADO A VÁRIAS CARACTERÍSTICAS DO CAMPO E DO TIPO DE EXPOSIÇÃO AOS MESMOS E QUE TAMBÉM ESTÁ SUJEITO A UMA MAIOR INTERFERÊNCIA DOS FATORES DE CONFUSÃO. POR OUTRO LADO AS PESQUISAS LABORATORIAIS E TEÓRICAS NÃO CONFIRMAM OS ACHADOS EPIDEMIOLÓGICOS. A PESQUISA EVOLUIU BASTANTE E ATUALMENTE OS PESQUISADORES EXAMINAM OS TRANSITÓRIOS E HARMÔNICOS ASSOCIADOS AO “WIRE CODE”. RECADO - EFEITOS DIRETOS O CAMPO MAGNÉTICO É HOJE CONSIDERADO UM POSSÍVEL CARCINÓGENO AOS SERES HUMANOS. A CLASSIFICAÇÃO FOI EFETUADA SEGUNDO A IARC. ISTO VEM A AGRAVAR A PREOCUPAÇÃO DO PÚBLICO RELATIVAMENTE AOS CAMPOS MAGNÉTICOS DE 60 Hz. A PRÓXIMA PESQUISA DE GRANDSE ENVERGADURA É O DA OMS QUE IRÁ EXAMINAR INCLUSIVE A CO-PROMOÇÃO E UM PROGRAMA DE PERCEPÇÃO, COMUNICAÇÃO E GERENCIAMENTO DE RISCOS. EFEITOS INDIRETOS BLOCO 3 ENVOLVEM INTERAÇÕES DOS CAMPOS COM UM OBJETO A UM POTENCIAL DIFERENTE DO CORPO BASES BIOLÓGICAS PARA LIMITAR EXPOSIÇÃO DEVIDO AOS EFEITOS INDIRETOS FLUXO DE CARGA ELÉTRICA – CORRENTE DE TOQUE RESULTAM NO ESTÍMULO DO MÚSCULO E/OU NERVOS PERIFÉRICOSE SE MANIFESTAM COMO: •PERCEPÇÃO, DOR OU QUEIMADURA •INCAPACIDADE DE SOLTAR UM OBJETO •DIFICULDADE EM RESPIRAR •FIBRILAÇÃO VENTRICULAR – CASOS EXTREMOS EFEITOS INDIRETOS 1. EFEITOS POR PERCEPÇÃO DIRETA 2. EFEITOS POR CONTATO EM OBJETOS METÁLICOS 3. EFEITOS DOS PULSOS ELÉTRICOS (microdescargas) 4. MARCAPASSOS 5. IGNIÇÃO COMBUSTÍVEL 6. QUEIMA EM ÁRVORES 1- PERCEPÇÃO DIRETA O LIMITE DE PERCEPÇÃO (vibrações cabelos da mão e cabeça) 2 A 10 kV/m – probabilidade 10% 7 a 23 kV/m – probabilidade 50% 20 kV/m – valor médio entre roupa e corpo EFEITOS PATOLÓGICOS INDEFINIDO 2 - EFEITOS POR CONTATO BAIXA FREQUÊNCIA A IMPEDÂNCIA DO CORPO HUMANO É ESSENCIALMENTE RESISTIVA MEDO, ANSIEDADE, CORTE INFLUEM NO VALOR ESTUDOS DE DALZIEL ESTUDOS ESTUDOS DE DALZIEL TESTES EM 134 HOMENS E 28 MULHERES AS PESSOAS SEGURAVAM COM UMA DAS MÃOS UM OBJETO CONDUTOR E COM A OUTRA OU O PÉ FECHAVAM O CIRCUITO INTENSIDADE DURAÇÃO PERCURSO FREQUÊNCIA PÊSO DALZIEL IMPORTÂNCIA DECISIVA NOS EFEITOS DAS CORRENTES ELÉTRICAS SOBRE O ORGANISMO REAÇÕES AOS NÍVEIS DE CORRENTE • PERCEPÇÃO •LET-GO •PARADA RESPIRATÓRIA •FIBRILAÇÃO VENTRICULAR CORRENTE DE PERCEPÇÃO MENOR CORRENTE QUE PODE CAUSAR UMA REAÇÃO INVOLUNTÁRIA NÃO ESPERADA E CAUSAR UM ACIDENTE COMO EFEITO SECUNDÁRIO. LIMITE PERCEPÇÃO: PERCEPÇÃO: 1,1 mA (50% HOMENS) CORRENTE LET-GO EM CA - MÁXIMA CORRENTE QUE UMA PESSOA PODE TOLERAR E NA QUAL AINDA PODE SOLTAR UM CONDUTOR USANDO OS MÚSCULOS DIRETAMENTE ESTIMULADOS POR AQUELA CORRENTE EM CC - CALOR LIMITE Testes em 134 homens e 28 mulheres 0,5% 50% MULHERES 6 mA 10,5 mA HOMENS 9 mA (60mA) 16 mA (74mA) CRIANÇAS 4,5 mA (valor estimado) PARADA RESPIRATÓRIA CORRENTES LIGEIRAMENTE SUPERIORES AS DE LET-GO DOLOROSAS E DIFÍCIL DE SUPORTAR QUALQUER CORRENTE NESSAS CONDIÇÕES SÃO PERIGOSAS PORQUE SEU CAMINHO ATRAVÉS DO CORPO PODE INCLUIR MÚSCULOS RESPIRATÓRIOS E PARAR A RESPIRAÇÃO DURANTE O CHOQUE GERALMENTE SE A CORRENTE FOR INTERROMPIDA A RESPIRAÇÃO VOLTA AO NORMAL E NÃO TEM EFEITOS POSTERIORES FIBRILAÇÃO VENTRICULAR CAUSA MAIS COMUM DE MORTE DEVIDO AO CHOQUE ELÉTRICO INTERRUPÇÃO DA AÇÃO DO CORAÇÃO E CIRCULAÇÃO SANGUÍNEA APLICAÇÃO DE TESTES INTERCALADOS EM ANIMAIS DE GRANDE PORTE (CARNEIRO, CACHORROS, VACAS, PORCOS) ROTINA OS ELETRODOS ERAM LIGADOS UM NA PATA DIANTEIRA E OUTRO NA PATA TRASEIRA DE TAL FORMA QUE A CORRENTE PASSASSE DIAGONALMENTE ATRAVÉS DO TÓRAX. PESO E A DURAÇÃO DO CHOQUE SÃO OS FATORES MAIS IMPORTANTES TANTO PARA SIMPLES ESPÉCIE COMO PARA GRANDES MAMÍFEROS (PROVAVELMENTE O HOMEM) LIMITE: 100 mA para 0,5% adultos com 70 kg AVALIAÇÕES DAS CORRENTES DE TOQUE CORRENTES ELÉTRICAS QUE CIRCULAM ATRAVÉS DO CORPO HUMANO QUANDO EM CONTATO COM O OBJETO. A AMPLITUDE E A DISTRIBUIÇÃO DE TAIS CORRENTES DEPENDEM : TAMANHO DO OBJETO TAMANHO DA PESSOA ÁREA DE CONTATO FREQUÊNCIA CORRENTE E TENSÃO INDUZIDA Objeto Isc = j ϖ ε0 Eg ( h C og / ε0 ) I = K Eg S Area equivalente AVALIAÇÃO DA ÁREA EQUIVALENTE AUTOMÓVEL S= 30 m2 K= 1 / 300 EG = 10 kV/m I = K Eg S 1 mA 3 - EFEITO DOS PULSOS ELÉTRICOS A PESSOA OU OBJETO ATUAM COMO CAPACITORES NOS QUAIS AS CARGAS SÃO INDUZIDAS PELA AÇÃO DO CAMPO ELÉTRICO QUANDO EXISTE UMA APROXIMAÇÃO (FRAÇÃO DE CENTÍMETROS) PODE HAVER DISRUPÇÃO DO AR 3 µC 4 µC ACEITÁVEL FORTE Outros resultados: 50% sentem com campos de 2,7 kV/m. 50% acham incômodas com campos de 7 kV/m PESSOAS EXPOSTAS FREQUENTEMENTE EM CONDIÇÕES DESFAVORÁVEIS ESTRESSE 4 - IGNIÇÃO DE COMBUSTÍVEL OCORREM POR DESCARGAS ELÉTRICAS ENTRE DOIS CORPOS CONDUTORES PODEM INFLAMAR VAPORES DA MISTURA AR/COMBUSTÍVEL NA PROXIMIDADE DE LINHAS O INTERESSE É POR DESCARGAS CAPACITIVAS PELO CAMPO ELÉTRICO DA LINHA VEÍCULO E MEIO DE REABASTECIMENTO IGNIÇÃO COMBUSTÍVEL POSSIBILIDADE OCORRÊNCIA OCORRÊNCIA REABASTECIMENTO SOB A LINHA FAGULHA OCORRA QUANDO A RELAÇÃO COMBUSTÍVEL/AR ESTIVER PRÓXIMO AO VALOR 1. VEÍCULO BEM ISOLADO RECEPIENTE ATERRADO QUE O OPERADOR NÃO SINTA UM MICROCHOQUE ANTES E FIQUE DESESTIMULADO 5 - MARCAPASSO RELATOS DE INTERFERÊNCIA EM CAMPO MAGNÉTICO 150 mG PEQUENA PROBABILIDADE PARA NÍVEIS ABAIXO DE 1000 A 2000 mG. Com relação ao campo elétrico há estudos com interferências em campos de 1,5 a 5 kV/m LT’s > 230 kV SITE INCOR Evitar campos magnéticos fortes Campos elétricos : ? 6 Queima em estruturas madeira ou árvores secas 100 kV Critério pode ser usado para determinar a distância mínima árvores / LT Acontece na primeira umidade após um período longo de seca MEIOS DE MITIGAÇÃO OBJETOS FIXOS ATERRAMENTO PROIBIR ACESSO Altura OBJETOS MÓVEIS LIMITAR O CAMPO MÁXIMO Arranjo fases Deslocamento fase central Distância fase/fase Blindagem com cabos Sequência de fases árvores MÉTODOS DE REDUÇÃO TRANSMISSÃO •AUMENTO DA ALTURA DA LINHA - custo pode limitar essa técnica •CONFIGURAÇÃO DO CONDUTOR - triangular mais efetiva que horizontal •ARRANJO DE FASES - para circuitos duplos - menor custo para linhas existentes e sem custo para as novas. •USO DE MAIS CONDUTORES POR FASE COM UM ARRANJO CONVENIENTE. •REDUÇÃO DA CORRENTE - solução mista •BLINDAGEM - não existem meios práticos •CABOS SUBTERRÂNEOS - o mais próximo possível para cancelar os campos ou cabos trifásicos num único envoltório. NORMAS E PROCEDIMENTOS BLOCO 4 NORMA ICNIRP COMITÊ INTERNACIONAL DE PROTEÇÃO AS RADIAÇÕES NÃO IONIZANTES RECONHECIDO OFICIALMENTE PELA OMS DIRETRIZES PARA LIMITAR EXPOSIÇÃO OCUPACIONAL ADULTOS EXPOSTOS E TREINADOS PARA ESTAR ATENTO AO RISCO POTENCIAL E TOMAR AS PRECAUÇÕES APROPRIADAS PÚBLICO PESSOAS DE TODA IDADE E ESTADO DE SAÚDE PODEM INCLUIR GRUPOS OU INDIVÍDUOS PARTICULARMENTE SUSCETÍVEIS CAMPO ELÉTRICO NÍVEIS DE REFERÊNCIA TIPO DE EXPOSIÇÃO CAMPO ELÉTRICO (KV/M) ICNIRP FATOR 2 TRABALHADORES (durante jornada trabalho) TRABALHADORES (período curto) PÚBLICO (exposição permanente) PÚBLICO (algumas horas/dia) CENELEC NRPBUK 8,3 Margem seg. suficiente para previnir efeitos de estimulação por correntes de contato em todas as condições possíveis 4,2 previnir efeitos indiretos adversos para mais de 90% dos indivíduos expostos 30,0 10,0 25 Roupas 15 luvas 1 marcapasso T< 80/E 10,0 ACGIH 10,0 CAMPO MAGNÉTICO NÍVEIS DE REFERÊNCIA TIPO DE EXPOSIÇÃO CAMPO MAGNÉTICO (mG) ICNIRP CENELEC NRPB-UK ACGIH TRABALHADORES (durante jornada trabalho) TRABALHADORES (período curto) 4.200 13.300 13.300 10.000 PÚBLICO (exposição permanente) PÚBLICO 833 COM DURAÇÃO RESTRITA ATÉ 250.000/ f 5.000 13.300 (algumas horas/dia) Russos estabelecem exposição máxima de 2 horas para um nível de 40.000 mG CORRENTE DE CONTATO NÍVEIS DE REFERÊNCIA - ICNIRP CARACTERÍSTICA FAIXA DE DA FREQUÊNCIA EXPOSIÇÃO 1,0 ATÉ 2,5 kHz PÚBLICO EM GERAL 0,5 FATOR 2 OCUPACIONAL MÁXIMA CORRENTE DE CONTATO (mA) COMO O LIMIAR QUE PRODUZ RESPOSTAS BIOLÓGICAS EM CRIANÇAS É ½ DO ADULTO QUE PARA O PÚBLICO O VALOR É ½ DA EXPOSIÇÃO OCUPACIONAL TABELA ICNIRP ENTENDIMENTO LIMITES DE EXPOSIÇÃO EXPOSIÇÃO ICNIRP RESTRIÇÕES BÁSICAS NÍVEIS DE REFERÊNCIA RESTRIÇÕES BÁSICAS RESTRIÇÕES NA EXPOSIÇÃO AOS CEM’s BASEADAS DIRETAMENTE EM EFEITOS CONHECIDOS NA SAÚDE LIMITES TÉRMICOS FATOR 10 EXCEDEM O LIMIAR PARA MUDANÇAS AGUDAS NA EXCITABILIDADE DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL NÍVEIS DE REFERÊNCIA FINALIDADE PRÁTICA DE AVALIAR SE A EXPOSIÇÃO TEM A POSSIBILIDADE DE SUPERAR AS RESTRIÇÕES BÁSICAS MEDIDAS TÉCNICAS COMPUTACIONAIS E,H,Isc OBSERVAR •O ATENDIMENTO AO NÍVEL DE REFERÊNCIA ASSEGURA O ATENDIMENTO A RESTRIÇÃO BÁSICA •QUANDO O VALOR MEDIDO EXCEDE O DE REFERÊNCIA NÃO SIGNIFICA NECESÁRIAMENTE QUE A RESTRIÇÃO BÁSICA É EXCEDIDA ENTRETANTO SEMPRE QUE O NÍVEL DE REFERÊNCIA FOR EXCEDIDO DEVE-SE AVALIAR SE AS RESTRIÇÕES BÁSICAS SÃO ATENDIDAS E DETERMINAR SE SÃO NECESSÁRIAS MEDIDAS ADICIONAIS DE PROTEÇÃO ENTENDIMENTO SOMENTE OS EFEITOS ESTABELECIDOS FORMA USADOS COMO BASE PARA AS RESTRIÇÕES DA EXPOSIÇÃO PROPOSTA “A RESTRIÇÃO DE CÂNCER PELA EXPOSIÇÃO DE LONGA DURAÇÃO NÃO FOI ESTABELECIDA” POR ESSA RAZÃO ESTAS DIRETRIZES SÃO BASEADAS EM EFEITOS NA SAÚDE DE CARÁTER IMEDIATO, A CURTO PRAZO, TAIS COMO ESTIMULAÇÃO DOS NERVOS PERIFÉRICOS E MÚSCULOS, CHOQUES E QUEIMADURA POR TOCAR OBJETOS CONDUTORES. ENTENDIMENTO NO CASO DE EFEITOS POTENCIAIS DA EXPOSIÇÃO A LONGO PRAZO, TAIS COMO O AUMENTO DO RISCO DE CÂNCER, A ICNIRP CONCLUIU QUE OS DADOS DISPONÍVEIS SÃO INSUFICIENTES PARA PROVER UMA BASE PARA FIXAR RESTRIÇÕES A EXPOSIÇÃO, EMBORA EXISTAM PESQUISAS EPIDEMIOLÓGICAS SUGESTIVAS, MAS NÃO CONVINCENTES, DE UMA ASSOCIAÇÃO ENTRE OS POSSÍVEIS EFEITOS CARCINOGÊNICOS E A EXPOSIÇÃO A DENSIDADE DE FLUXO MAGNÉTICO EM NÍVEIS SUBSTANCIALMENTE INFERIORES AOS RECOMENDADOS. ICNIRP MEDIDAS DE PROTEÇÃO TRABALHADORES EXPOSIÇÃO AO LOCAL DE TRABALHO > NÍVEL REFERÊNCIA INCLUEM 1. CONTROLE TÉCNICO PROJETO 2. CONTROLE ADMINISTRATIVO •LIMITAR ACESSO 3. PROGRAMAS DE PROTEÇÃO DE CARÁTER INDIVIDUAL •ALARME VISÍVEL 4. SUPERVISÃO MÉDICA •ALARME AUDÍVEL •PROTEÇÃO PESSOAL (ROUPAS) ICNIRP MEDIDAS DE PROTEÇÃO RESPEITAR REGRAS QUE EVITEM INTERFERÊNCIAS COM EQUIPAMENTOS ELETRÔNICOS E APARELHOS MÉDICOS (INCLUSIVE MARCAPASSOS) DETONAÇÃO DE DISPOSITIVOS ELETRO-EXPLOSIVOS (DETONADORES) INCÊNDIOS E EXPLOSÕES RESULTANTES DE MATERIAIS INFLAMÁVEIS OUTRAS RECOMENDAÇÕES RECOMENDAÇÕES LIMITES Campo magnético (mG) Estado Limite faixa Campo elétrico (kV/m) Interior faixa valor Limite faixa Delaware 200 8 condiçã o- Florida 500 kV 200 10 - 2 Florida 230 kV 150 8 - 2 Minnesota - 8 - - 1 7 Residenc . Rodovias - 1,6 Montana New York 345 kV 200 11,8 11 estradas 2 OUTRAS Empresas BRASIL Campo elétrico (kV/m) zonas Faixa Difícil rural povoada passage m acesso 15 10 5 5 Campo elétrico ; 5 kV/m (faixa) NBR 5422 Corrente (5 mA) Campo Magnético : ?? SUÍCA 10 mG para novos empreendimentos MEDIDORES NORMAS E PROCEDIMENTOS MEDIÇÃO BLOCO 5 MEDIDOR CAMPO ELÉTRICO PRINCÍPIO OPERAÇÃO PORTÁTIL NÃO NECESSITA DA REFERÊNCIA TERRA MEDE A CORRENTE INDUZIDAOU A CARGA OSCILANTE AS DUAS METADES DE UM CORPO CONDUTIVO ISOLADO CAMPO ELÉTRICO Medidores com a terra de referência Isc = j ϖ ε0 Eg ( h Cog / ε0 ) NORMA DE MEDIÇÃO POSICIONAMENTO MEDIDOR DE CAMPO ELÉTRICO PROJETADO E CALIBRADO PARA MEDIR A COMPONENTE DO CAMPO QUE É PERPENDICULAR AO PLANO DE SEPARAÇÃO DOS ELETRODOS AO NÍVEL DO SOLO EIXO PERPENDICULAR AO PLANO TERRA ACIMA DO SOLO ORIENTAR PARA A LEITURA MÁXIMA MEDIÇÕES SUPORTE Alturas das fases Tensão e corrente no local de medição ou SE’s mais próximas Dados climáticos ( t, ur, p ) FATORES DE IMPRECISÃO I ■ VARIAÇÃO DA VOLTAGEM E PRECISÃO DA LEITURA DA MESMA ■ VOLTAGEM NO LOCAL DA MEDIÇÃO ■ DETERMINAÇÃO EXATA DA ALTURA DOS CONDUTORES (1 METRO ACARRETA DIFERENÇA DE 12% NO CE) ■ ERRO DE PARALAXE ■ POSICIONAMENTO CORRETO DO APARELHO ■ BALANÇO DOS CONDUTORES DEVIDO AO VENTO ■ ERRO NA METRAGEM DO TRAÇADO TRANSVERSAL FATORES DE IMPRECISÃO II PRECISÃO DO MEDIDOR INFLUÊNCIA DO SUPORTE DIELÉTRICO INFLUÊNCIA DE OBJETOS PRÓXIMOS (PESSOAS, ÁRVORES, CERCAS, GRAMA) UMIDADE LIMITE DE 80% (CRIA RESISTÊNCIA DE FUGA ENTRE ELETRODOS) CONDIÇÕES DO OPERADOR (ATERRADO OU ISOLADO) NÃO UNIFORMIDADE DO CAMPO (SE’s e ESTRUTURAS) DISTÂNCIA SONDA/PLANO TERRA (2 VEZES A DIAGONAL) DOSÍMETROS 5,6 x 7 x 1,3 cm ; 116 gr CAMPO ELÉTRICO LOCAL FATOR DISTORÇÃO DOSÍMETRO DO CAMPO ELÉTRICO Mede campo local – valor médio – intervalo 4 seg CONTADORES FAIXA DE CAMPO (KV/M) Série 300 Série 700 0 0a1 0a2 1 1a3 2a6 2 3a6 6 a 12 3 6 a 10 12 a 20 4 10 a 15 20 a 30 5 15 a 21 30 a 42 6 21 a 28 42 a 56 7 28 a 36 54 a 72 8 > 36 > 72 DOSÍMETRO DO CAMPO ELÉTRICO FATORES DE DISTORÇÃO TIPO TECIDO UMIDADE POSIÇÃO CONTATOS PROXIMIDADE COM BOTÕES METÁLICOS Obs: USAR LEITOR EM REGIÕES DE BAIXO CAMPO MEDIDOR CAMPO MAGNÉTICO PRINCÍPIO OPERAÇÃO CAMPO HORIZONTAL, VERTICAL, MÁXIMO FEM INDUZIDA NA BOBINA COMO CONSEQUÊNCIA DA VARIAÇÃO DO FLUXO MAGNÉTICO DOSÍMETRO CAMPO MAGNÉTICO FATORES DE IMPRECISÃO ■ VARIAÇÃO DA CORRENTE E PRECISÃO DA LEITURA DA MESMA ■ CORRENTE NO LOCAL DA MEDIÇÃO DETERMINAÇÃO EXATA DA ALTURA DOS CONDUTORES (1 METRO ACARRETA DIFERENÇA DE 12% NO CM) ■ ■ ERRO DE PARALAXE ■ POSICIONAMENTO CORRETO DO APARELHO ■ BALANÇO DOS CONDUTORES DEVIDO AO VENTO ■ ERRO NA METRAGEM DO TRAÇADO TRANSVERSAL MEDIDOR DE CAMPO ELÉTRICO EM CORRENTE CONTÍNUA MEDIÇÕES LONGA DURAÇÃO - ESTATÍSTICA APLICAÇÕES BLOCO 6 LINHA DE 800 KV – FURNAS MEDIÇÕES AO NÍVEL DO SOLO CAMPO ELÉTRICO – 800 KV CAMPO ELÉTRICO Perfil Transversal - Valores 50% Comparação Cálculo / Medição Campo elétrico (kV/m) 12 10 8 6 4 2 0 0 10 20 30 40 Distância perpendicular ao eixo da linha (m) CÁLCULO MEDIÇÃO 50 60 CAMPO MAGNÉTICO MAGNÉTICO Campo Magnético Comparações entre cálculo e medições 160 Campo magnético ( mG ) 140 120 Faixa = 30 mG 100 80 60 40 20 0 -60 -50 -40 -30 -20 -10 0 10 20 30 40 50 60 Distância perpendicular ao eixo da linha ( m ) Comp. Vertical Comp.Horizontal Eixo menor Eixo maior Medição MEDIÇÕES EM ESTRUTURAS 500 KV COMPACTO Caminho GH Distância H G Campo(kV/m) 0 3 2 3,5 3,5 5 5,5 14 7 28 9 40 9,5 32 10,5 22 12 18 MEDIÇÃO EM SUBESTAÇÃO 500 kV – CHESF – ÁREA DISJUNTORES 16 14 12 10 8 6 4 2 0 0 3 6 9 12 15 18 21 24 27 30 33 36 Campo Magnético - SE 500 kV ÁREA DISJUNTOR distância ( m ) Campo magnético (mG ) Campo elétrico (kV/m ) Campo Elétrico - SE 500 kV ÁREA DISJUNTOR 60 50 40 30 20 10 0 0 3 6 9 12 15 18 21 24 27 30 33 36 distância ( m ) MEDIÇÃO EM SUBESTAÇÃO 500 kV – CHESF – ÁREA ENTRADA LINHA 230 kV Campo magnético (mG ) 600 500 400 300 200 100 0 0 3 6 9 12 15 18 21 24 distância ( m ) 27 30 DOSIMETRIA - SE 500 kV ÁREA DISJUNTORES VALOR MÉDIO 50 mG DOSIMETRIA CAMPO ELÉTRICO SE CHESF – 500 kV 54 a 72 kV/m 6% 42 a 54 kV/m 16% 0 a 2 kV/m 45% 30 a 42 kV/m 23% 20 a 30 kV/m 5% 2 a 6 kV/m 5% MEDIÇÃO EM ESTRUTURA RESULTADO DOSIMETRIA EM ESTRUTURA 230 kV COMPACTO - ELETROSUL RESULTADOS TORRE TY CADEIA C ELETRICISTA ELETRICISTA POSIÇÃO DOSÍMETROS BRA ÇO 1 POSIÇÃO DOSÍMETRO COS TAS PEI TO FAIXA DE CAMPO KV/M CA PA CE TE DO TEMPO EXPOSTO NO CAMPO MAIS INTENSO 1 BRAÇO 2 PEITO 30 A 42 0,7 3 COSTAS 54 A 72 0,1 5 4 BRAÇO 21 A 28 0,7 6 5 COSTAS 1A3 50,1 6 BRAÇO 1A3 25,9 2 3 4 > 72 % 49 ESTRUTURA COMPACTA 230 kV RESULTADOS DOSIMETRIA CADEIA CAMPO DISTORCIDO (kV/m) POSIÇÃO FATOR CAMPO CORRES PONDEN TE EXPOSI ÇÃO (min) CRITÉRIO RUSSO (min) TY/A 80 Cap. 5 16 15 90 TY/B 50 Braço 4 12,5 50 > 90 TY/C 80 Braço 3 20 60 10 DY 36 costa 3 12 45 > 90 MEDIÇÕES AO NÍVEL DO CONDUTOR CEMIG MEDIÇÕES EM SITUAÇÕES DE TRABALHO DOSIMETRIA SALA CONTROLE MÍN MÉD MÁX PROBABILIDADE ACUMULADA VALORES PERCENTUAIS 1% 50% 99% 1.6 0.6 1.6 0.5 0.5 0.6 34.7 18.5 25.7 11.6 7.6 10.9 276.0 1406.0 363.0 385.0 219.0 152.0 3.5 1.8 4.4 1.9 0.7 0.8 HORÁRIO VALORES DIA COMERCIAL (diurno) TURNO (noturno) 08/10/96 10/10/96 11/10/96 12/10/96 07/10/96 08/08/96 mG 9.6 9.1 11.1 8.7 6.1 10.0 215.0 136.0 218.0 74.7 38.9 60.5 ELETRODOMÉSTICO CAMPO MAGNÉTICO (mG) Campo magnético - Valor máximo (mG) Distância (cm) APARELHO 0 20 50 100 CPU 14 4,3 1,7 0,2 MONITOR 61,5 11,5 3,6 0,3 MICROONDAS 465 75 26 8,5 GELADEIRA 162 42 20 6,2 BARBEADOR 42,5 2,2 1,1 0,2 LAVA ROUPA 3176 1277 163 28,7 SECADORA ROUPA 160 17 1,3 1 SECADOR CABELO 460 10 2,2 2 TELEVISÃO 568 76 11,5 2 AR CONDICIONADO 60 14 4 1 COBERTOR ELÉTRICO 37,5 ATIVIDADE DOMÉSTICA ÁREA DE SERVIÇO PROBABILIDADE ACUMULADA – VALORES PERCENTUAIS ATIVIDADE 1% ÁREA DE SERVIÇO duração: 1 hora 5% 10% 25% 0,36 0,51 0,64 0,83 ( mG ) 50% 75% 90% 95% 99% 1,1 2,2 12,6 15,5 25,3 TRABALHO TRABALHO EM LINHA VIVA RESULTADOS 23 000 mG TRABALHO AO POTENCIAL NA LINHA DE 800 kV de FURNAS INFLUÊNCIA DO TRABALHO EM ALTA TENSÃO NA SAÚDE DO HOMEM OBJETIVO OBSERVAR AS POSSÍVEIS ALTERAÇÕES DA PRESSÃO E PULSO EM FUNÇÃO DO ESFORÇO FÍSICO NA PRESENÇA DOS CAMPOS ELETROMAGNÉTICOS PRESSÃO E PULSO NO LOCAL DE TRABALHO CPFL PROCESSO DA CONDUÇÃO DO ESTUDO AMOSTRAS 12 EMPREGADOS TAREFA TROCA DE ISOLADOR MEDIÇÕES DE PA e P (subida com esporas e na caçamba) Solo Imediatamente após a subida Após a troca isolador Após descida 3,5,10,15 min. Após a DESLIGADA descida COM TENSÃO COM TENSÃO E CARGA CONDIÇÕES DA LINHA MEDIÇÕES CE e CM LOCAL TRABALHO NÍVEL CONDUTOR CONSTATAÇÕES ■ ■ ■ CERTO NÚMERO DE ELETRICISTA TEVE RESPOSTA EXAGERADA DE PA. PRESSÃO MÁXIMA E PULSO FORAM INLUENCIADAS PRINCIPALMENTE PELO ESFORÇO FÍSICO (PRINCIPALMENTE NA SITUAÇÃO DE TENSÃO E CARGA) PRESSÃO MÍNIMA – ALÉM DO ESFORÇO TAMBÉM PELO ESTADO DA LINHA SUGESTÕES ■ ■ ■ FAZER PARA OUTROS NÍVEIS DE TENSÃO DESLOCAR PESSOAS HIPERTENSAS ACOMPANHAMENTO NO CAMPO COM ATENÇÃO MÉDICA QUANDO: PA (MIN) > 9,5 NO SOLO E PA > 11 NÍVEL CONDUTOR MICROCHOQUES SE ELETROPAULO CORRENTE INDUZIDA INDUZIDA CHESF 500 kV CORRENTE INDUZIDA CEMIG Corrente induzida no homem SE CAMPINAS 500 kV H=1,0 m E = 12,2 kV/m Cog= 56 pF Isc= 0,38 mA Voc= 14000 V PCG BLOCO 7 PCG PCG DE RISCOS DOS CAMPOS PERCEPÇÃO, COMUNICAÇÃO E GERENCIAMENTO DE RISCOS DOS CAMPOS ELÉTRICO E MAGNÉTICO ILUSÃO ESFRIAMENTO DA QUESTÃO JUNTO A OPINIÃO PÚBLICA É APENAS APARENTE EXEMPLO REVOLT (RURAL ENGLAND VERSUS OVERHEAD LINE TRANSMISSION) DETERMINAÇÃO DE NÃO COOPERAÇÃO AVISOS NA ENTRADA DAS FAZENDAS “NATIONAL GRID EMPLOYEES AND SUBCONTRACTORS KEEP OUT! ENTRY BY WRITTEN AUTHORATY ONLY, YOU ARE NOT WELCOME, YOU WILL RECEIVE NO CO-OPERATION REVOLT (RURAL ENGLAND VERSUS OVERHEAD LINE TRANSMISSION) DETERMINAÇÃO DE NÃO COOPERAÇÃO AVISOS NA ENTRADA DAS FAZENDAS OUTROS CASOS LT DE 765 KV EM PLANEJAMENTO - AMERICAN ELECTRIC POWER - AEP/ AGRICULTORES/AMBIENTAL “PRUDENT AVOIDANCE” - SUÉCIA, AUSTRÁLIA, SUIÇA, HYDRO-QUEC, CALIFÓRNIA/USA. PESQUISAS INTERNATIONAL EMF PROJECT/WHO/ICNIRP/IARC Iniciado em 1996 com término previsto em 2205. Regime, transitórios elétricos, harmônicas - 0 a 300GHz. Objetivo -limites de exposições. Elaboração de um programa de percepção, comunicação e gerenciamento de riscos. Programa de pesquisas da Inglaterra. Programa de pesquisas do Japão. Vários países estão voltados para elaboração de um Programa de gerenciamento de possíveis riscos devidos aos CEM. LABORATÓRIOS É ONDE A BIOMEDICINA E A BIOFÍSICA TENTAM DE MONSTRAR A PLAUSIBILIDADE DOS ACHADOS DA EPIDEMIOLOGIA. REPLICAÇÃO REPLICAÇÃO UMA DAS MAIORES DIFICULDADES LABORATORIAIS TEM SIDO A IMPOSSIBILIDADE DE REPLICAÇÃO DAS PESQUISAS LABORATORIAIS ENTRE SI DOS EFEITOS BIOLÓGICOS OBSERVADOS. ISTO É MAIS UMA CAUSA DAS INCERTEZAS CIENTÍFICAS DEFRONTADAS NOS ÚLTIMOS 20 ANOS. GENOTOXIDADE EMBORA A MAIORIA DOS CIENTISTAS ACEITEM QUE OS CAMPOS ELÉTRICO E MAGNÉTICO NÃO SEJAM CANCERÍGENOS, TAMBÉM A MAIORIA PREFERE EXAMINAR O TEMA SOB ESTE ANGULO. Isto é bastante confortador para o público em geral, pois a simples exposição aos campos não provocaria câncer. PROMOÇÃO A promoção pode aumentar a probabilidade de que uma exposição genotóxica(efeitos diretos) cause o câncer. Em outras palavras, desde que haja uma quebra da ligação química no DNA o efeito promotor pode resultar em câncer. Ambas modalidades tem sido pesquisado em laboratórios, não tendo sido obtido resultados plausíveis de que os campos elétrico e magnético causem câncer. A hipótese de promoção é o mais utilizado em laboratórios, para tentar explicitar a correlação detectado pela epidemiologia, desde o trabalho publicado por Wertheimer e Leeper em 1979. CO-PROMOÇÃO NA AUSÊNCIA PLAUSÍVEL DA GENOTOXIDADE E PROMOÇÃO, A COMUNIDADE CIENTÍFICA COMEÇOU A PESQUISAR TAMBÉM OS EFEITOS DE CO-PROMOÇÃO DO CAMPO MAGNÉTICO. NA CO-PROMOÇÃO, O CAMPO MAGNÉTICO INIBIRIA, POR EXEMPLO, O EFEITO PROTETOR DA MELATONINA CONTRA O CÂNCER DO PEITO. REPLICAÇÃO UMA DAS MAIORES DIFICULDADES LABORATORIAIS TEM SIDO A IMPOSSIBILIDADE DE REPLICAÇÃO DAS PESQUISAS LABORATORIAIS ENTRE SI DOS EFEITOS BIOLÓGICOS OBSERVADOS. ISTO É MAIS UMA CAUSA DAS INCERTEZAS CIENTÍFICAS DEFRONTADAS NOS ÚLTIMOS 20 ANOS. AMOSTRAS CANCERIGENAS NOS ESTUDOS LABORATORIAIS, AMOSTRAS PARA OS CASOS E CONTROLES, CÉLULAS, TECIDOS E ANIIN VIVO, NOS ESTUDOS DE PROMOÇÃO, SÃO PRÉVIAMENTE SUBMETIDOS A PRODUTOS QUÍMICOS E RADIAÇÕES CANCERÍGENAS. AS AMOSTRAS JÁ TEM A GENOTOXIDADE IMPLANTADA. PARÂMETROS DE EXPOSIÇÃO 1)Intensidade do Campo Magnético. 2) Temporização e duração exposição.3)Repetição dos períodos de exposição.4)Ciclo circadiano da exposição.5)Frequêmcia do campo.6)Conteúdo de harmônicas.7)Intermitência.8)Transitórios magnéticos de liga/desliga. 9)Coerencia no tempo.10)Polarização linear, circular e elipsoidal. 11)Orientação relativa dos campos magnéticos alternados e continuos.12)Homogeneidade espacial.13)Campos elétricos superpostos 14)Campo magnético terrestre.15)Exposição esporádica não planejada.16)Geometria do sistema de cultura celular.17)Tamanho, número e movimento dos animais expostos.18)Acessórios de exposição não eletromagnético. Constituem uma das frustrantes constatações em análises comparativas das pesquisas. FATORES DE CONFUSÃO CONFUSÃO 1.Densidade do tráfego 2.Produtos químicos 3.Fumantes 4.Condição sócio-econômico 5.Hereditariedade 6.Amostragem 7. Pesquisas TRANSITÓRIOS ELÉTRICOS 01.Curto-circuitos 02.Energização 03.Rejeição de carga 04.Variação de carga 05.Transitórios domésticos sobrepostos com a vizinhança 06.Liga/desliga doméstico 07.Regulação de tensões 08.Estabilidade estática 09.Estabilidade transitória 10.Estabilidade dinâmica 11.Ferroressonância 12.Ressonância série e paralela 13.Propagação direta e inversa 14.Descargas atmosféricas 15.Sincronização 16.Danificação de equipamentos 17.Atuação de para-raios.18.Descargas parciais em equipamentos 19.Chaveamento de elementos e eletrodomésticos residenciais.20.Tipo de zonas residenciais, industriais e comerciais.21.Transportes em geral 22.Equipamentos 23.Retificadores e Inversosres. INCERTEZAS CIENTÍFICAS A CORRELAÇÃO ENCONTRADA PELA EPIDEMIOLOGIA EM 1979, AINDA NÃO TEM UMA EXPLICAÇÃO LABORATORIAL BASEADAS NA HIPÓTESE DE GENOTOXIDADE, PROMOÇÃO E CO-PROMOÇÃO DO CAMPO MAGNÉTICO. MESMO EM TERMOS TEÓRICOS NÃO HÁ UMA EXPLICAÇÃO MECANÍSTICA DOS EFEITOS BIOLÓGICOS OBSERVADOS. É PORTANTO PREMATURO O DESENCADEAMENTO DA SINDROME DA PARANÓIA E ABANDONO QUE HOJE ESTÁ DIFUNDIDO A NÍVEL MUNDIAL BASEADO SOMENTE EM ESTUDOS EPIDEMIOLÓGICOS. É NECESSÁRIO RESTAURAR A CONFIANÇA NA COMUNIDADE CIENTÍFICA ATRAVÉS DE UM PROGRAMA DE PCG ELABORADO. AS PESQUISAS LABORATORIAIS E MECANÍSTICAS AINDA NÃO TERMINARAM. CERTEZA CIENTÍFICA 1. MECANISMO PLAUSÍVEL A NÍVEL CELULAR 2. PRODUZ MUDANÇA BIOQUÍMICA CONSISTENTE 3. A MUDANÇA BIOQUÍMICA É NOCIVA 4. EPIDEMIOLOGIA PRODUZ UM GRAU DE AMEAÇA 5. O CUSTO/BENEFÍCIO É COMPATÍVEL COM OUTROS TIPOS DE AMEAÇAS. AS CONCLUSÕES CIENTÍFICAS ESTÃO LONGE DE PREENCHER TAIS REQUISITOS. OS CAMPOS MAGNÉTICO S A FREQUÊNCIA INDUSTRIAL SÃO UM POSSÍVEL CARCINÓGENO, PODE SER OU PODE NÃO SER E AS EVIDÊNCIAS SÃO FRACAS A NÃO EXISTENTES, ALÉM DE SER BASEADO NO “WIRE CODE”. RESULTADOS MAIS ESPERADOS RESULTADOS DO PROJETO DA WHO - 2003 FREQUÊNCIA INDUSTRIAL, TRANSITÓRIOS ELÉTRICOS E HARMÔNICOS. (IEMF PROJECT) REPERCUSSÕES DOS RESULTADOS NO MEIO CIENTÍFICO E MÍDIA A SITUAÇÃO NO BRASIL QUESTIONAMENTOS PÚBLICOS AUDIÊNCIAS PÚBLICAS PÚBLICAS JURÍDICAS AUDIÊNCIAS AUDIÊNCIAS PÚBLICAS AS AUDIÊNCIAS PÚBLICAS EVITAM QUE OS QUESTIONAMENTOS PÚBLICOS SE TORNEM JURÍDICOS. EXEMPLOS: LT 138 kV E 800 kV - FURNAS LT 230 kV - CHESF SOMENTE UM PROGRAMA BEM ELABORADO DE PERCEPÇÃO, COMUNICAÇÃO E GERENCIAMENTO DE POSSÍVEIS RISCOS DE CAMPOS ELÉTRICOS E MAGNÉTICOS PODE EVITAR QUE O QUESTIONAMENTO TORNE-SE JURÍDICO. AUDIÊNCIAS JURÍDICAS QUALQUER ENTIDADE FÍSICA OU JURÍDICA PODE ENTRAR COM UMA AÇÃO DE QUESTIONAMENTO CONTRA UMA OBRA DESTINADO A FINS ELÉTRICOS FACE AS INCERTEZAS CIENTÍFICAS. EXEMPLOS: LT 138 kV DA LIGHT S/E 138 kV DA CPFL OS PREJUÍZOS EMPRESARIAIS NUM CASO JURÍDICO SERIAM INCOMENSURÁVEIS, DEPENDENDO DO PÚBLICO, DO JUIZ E ESPECIALMENTE DO PROGRAMA DE PCG DISPONÍVEL NA EMPRESA. RECADO PARA PCG FACE A IMPORTÂNCIA ASSUMIDA PELOS ORGÃOS DE PRESERVAÇÃO AMBIENTAL E ECOLÓGICA, A NÍVEL MUNDIAL, EMBASADO PELOS ORGÃOS FINANCEIROS MUNDIAIS COMO BIRD, BID E EXIMBANK E A PESQUISA EVOLUINDO SOB A ÉGIDE DA OMS, NÃO HÁ COMO PRETERIR ALGUM INVESTIMENTO NESTA ÁREA, SOB PENA DE UM ATRASO IRREVERSÍVEL NOS INVESTIMENTOS EMPRESARIAIS E DO PAÍS, CASO OCORRAM MANIFESTAÇÕES ALARMISTAS. CONCLUSÕES BLOCO 8 AFINAL - Existem Existem níveis seguros? ■ Norma ICNIRP trata dos limites térmicos 833 mG ■ demandas populares exposição de longa duração 2 a 3 mG indefinido sem bases científicas ESPECULAÇÕES SOBRE O RISCO DE LONGO PRAZO NÃO PODEM CONSTITUIR BASE PARA PADRONIZAÇÕES VERDADE CIENTÍFICA CLASSIFICAÇÃO Possível carcinógeno aos seres humanos suporte científico marginal de que a exposição cause qualquer grau de prejuízo As evidências são insuficientes para merecerem ações regulatórias agressivas POR POR OUTRO LADO SUGERE . • incentivo às reduções das exposições aos campos, desde que seguras e não dispendiosas, • incentivo às concessionárias de energia elétrica nas medições nas casas de consumidores, visando identificar as fontes com alta intensidade de campo, • incentivo à prática do traçado das futuras linhas com o intuito de reduzir as exposições, • incentivo à pesquisa em áreas fundamentais como é o caso da leucemia, doenças neurodegenerativas, cardiovasculares, câncer no peito além do desenvolvimento de modelos matemáticos. • incentivo às pesquisas que visem estudar os meios de redução dos campos magnéticos nas proximidades das linhas, nos eletrodomésticos e nos equipamentos elétricos. BRASIL Os níveis de CEM’s térmicos encontram-se na faixa das existentes em instalações de outros países. Não há porque tomar qualquer medida (Prudent Avoidance) que implicaria gastos desnecessários e muito elevado. as recomendações de medidas cautelares dão grande margem para uma subjetivamente injustificada contestação das práticas atuais do sistema elétrico, a nível de comunidade e a nível de jurisprudências, deixando as empresas concessionárias de energia elétrica numa situação de pré-defesa desconfortável. RESUMINDO empresas devem estar preparadas para dar uma ênfase contínua na comunicação e no gerenciamento deste alegado problema, tanto para os seus empregados quanto para o público e a comunidade organizada QUESTÕES JUDICIAIS DECORRENTES DE DEMANDAS IRREFLETIDAS ATRASO NO EMPREENDIMENTO PRUDÊNCIA SIGNIFICA EXERCER JULGAMENTO SADIO EM ASSUNTOS PRÁTICOS. SIGNIFICA SER CAUTELOSO, SENSÍVEL E NÃO PRECIPITADO NA CONDUTA MEDIDAS PARA A PROTEÇÃO DE TRABALHADORES CAUTELA E SENSIBILIDADE INCLUEM: CONTROLES TÉCNICOS E ADMINISTRATIVOS PROGRAMAS DE CARÁTER PESSOAL E SUPERVISÃO MÉDICA. DEVEM-SE TOMAR MEDIDAS DE PROTEÇÃO ADEQUADAS QUANDO A EXPOSIÇÃO NO LOCAL DE TRABALHO RESULTA ACIMA DOS NÍVEIS DE REFERÊNCIA. COMO PRIMEIRO PASSO DEVEM SER APLICADOS CONTROLES TÉCNICOS. CONTROLES ADMINISTRATIVOS (LIMITAÇÕES AO ACESSO, ALARMES AUDÍVEIS E VISÍVEIS DEVEM SER USADOS EM COMBINÃÇÃO COM OS CONTROLES TÉCNICOS. MEDIDAS DE PROTEÇÃO DE CARÁTER PESSOAL (ROUPAS CONDUTIVAS), NÃO OBSTANTE ÚTEIS EM CERTAS CIRCUNSTÂNCIAS, DEVEM SER CONSIDERADAS COMO O ÚLTIMO RECURSO PARA GARANTIR A SEGURANÇA DO TRABALHADOR. CONTROLES T´CNICOS E ADMINISTRATIVOS DEVEM TER PRIORIDADE SEMPRE QUE POSSÍVEL ALÉM DISSO QUANDO RECURSOS TAIS COMO LUVAS ISOLADAS SÃO USADAS PARA PROTEGER INDIVÍDUAOS CONTRA CHOQUES, AS RESTRIÇÕES BÁSICAS NÃO DEVEM SER EXCEDIDAS, VISTO QUE O ISOLAMENTO PROTEGE SOMENTE CONTRA EFEITOS INDIRETOS DOS CAMPOS. ASPECTOS TÉCNICOS NÃO PRECIPITAR NA CONDUTA 300 m 300 M 50 M FAIXA DE PASSAGEM 110 M 450 M O FUTURO IMPÕE INCERTEZAS HOJE MENOS DO QUE ONTEM ■ ■ As evidências não permitem afirmar que não há riscos a saúde mas, há unanimidade científica de que os riscos, , SE EXISTIREM, são pequenos quando comparados a outros riscos a saúde. Esforços devem ser concentrados no conhecimento das instalações, adoção de medidas práticas e na implementação de um programa de PCG. As evidências são insuficientes para merecerem ações regulatórias agressivas AÇÕES NECESS NECESSÁRIAS ÁRIAS RIAS NECESSÁ ■ATUALIZAR PERMANENTEMENTE AS INFORMAÇÕES DISPONÍVEIS ■PROMOVER DIFUSÃO DO CONHECIMENTO ENTRE O QUADRO TÉCNICO E GERENCIAL DA EMPRESA. ■CATALOGAR DE FORMA SISTEMÁTICA OS PROCESSOS E A FORMA COMO FORAM CONDUZIDOS ■MEDIR E PREPARAR UM DOSSIÊ COM OS NÍVEIS DE CAMPOS ELÉTRICO E MAGNÉTICO EXISTENTES EM SUAS INSTALAÇÕES. ■TOMAR MEDIDAS DE PROTEÇÃO ADEQUADA QUANDO OS NÍVEIS NO LOCAL DE TRABALHO EXCEDEREM AOS LIMITES DE REFERÊNCIA COM ESSE HORIZONTE O SETOR ESTARÁ PROVIDO DE INFORMAÇÕES QUE SUBSIDIARÃO OS PROFISSIONAIS DAS ÁREAS DE PROJETO, PLANEJAMENTO, MEIO AMBIENTE, NORMAS, MANUTENÇÃO, SAÚDE E SEGURANÇA NO DESENVOLVIMENTO DE SUAS ATIVIDADES BEM COMO OS SETORES JURÍDICOS EM POSSÍVEIS QUESTIONAMENTOS Campos eletromagnéticos Técnicas de medição e prevenção CURSO PRÉ SEMINÁRIO – 2o SENSE – CAMPINAS – SP Em termos de distúrbios elétricos que as instalações de alta tensão em corrente alternada podem provocar no meio ambiente, distinguem-se como principais fontes perturbadoras as tensões e as corrente elétricas das referidas instalações. À tensão elétrica pode-se associar aqueles efeitos, decorrentes da ação direta ou indireta, prolongados ou não, do campo elétrico, separados nas seguintes categorias principais: • • • Efeitos decorrentes do gradiente de potencial na superfície dos cabos condutores e outros componentes da linha de transmissão (efeitos devidos ao corona). Efeitos decorrentes da ação do campo elétrico sobre os seres vivos. Efeitos decorrentes de ação do campo elétrico em objetos (acoplamento capacitivo). À corrente elétrica pode-se associar aqueles efeitos, decorrentes da ação direta ou indireta, prolongada ou não, do campo magnético e da injeção de correntes no solo, separados nas seguintes categorias: • • • Efeitos decorrentes da ação do campo magnético sobre os seres vivos. Efeitos decorrentes de ação do campo magnético em objetos (acoplamento indutivo). Efeitos decorrentes da injeção de correntes elétricas no solo (acoplamento resistivo ou condutivo) Historicamente pode-se dizer que os efeitos decorrentes do acoplamento indutivo e resistivo já eram considerados mesmo para linhas de média e alta tensão, por serem associadas basicamente aos níveis das correntes elétricas das linhas de transmissão. No que se refere aos efeitos relacionados ao campo elétrico foi com o advento das linhas de extra alta tensão (345 kV e acima) que os mesmos tornaram-se mais evidentes, como também começaram a surgir preocupações quanto aos possíveis efeitos decorrentes da ação do campo elétrico sobre os seres vivos e os efeitos de acoplamento capacitivo. Quanto aos possíveis efeitos decorrentes da ação do campo magnético sobre os seres vivos o surgimento das pesquisas foi mais recente em comparação aos outros efeitos já mencionados. A princípio os efeitos dos campos podem ser classificados em diretos e indiretos. a) DIRETOS: São aqueles resultantes do acoplamento direto de um campo elétrico ou magnético com o corpo humano. Um campo elétrico induz carga na superfície de um corpo exposto e pode dar uma sensação de formigamento na pele, vibração no corpo e pequenas descargas para a roupa. Um campo elétrico ou magnético CA também induz uma corrente dentro do corpo cuja magnitude depende da intensidade do campo, da freqüência e do tamanho, forma e orientação do corpo. Esta corrente pode estimular nervos e tecidos com densidades de correntes pertinentes. b) INDIRETOS: Os efeitos indiretos são aqueles resultantes do acoplamento de um campo elétrico ou magnético com algum objeto e deste para uma pessoa que efetua o contato. Pequenas descargas e uma corrente de contato permanente podem resultar deste contato dependendo da intensidade e podem causar estimulações nos nervos e músculos, desconforto, choques elétricos e queimaduras. Por estarem tais fenômenos relacionados diretamente com a saúde, a segurança e a qualidade de vida, tanto dos trabalhadores do setor elétrico como da população em geral, esse curso pré-seminário foi orientado de forma a dar subsídios ao pessoal dessas áreas para o planejamento de suas atividades e definição de eventuais medidas de proteção. Além desses aspectos o curso apresenta: • o estado atual das pesquisas sobre os efeitos desses campos na saúde humana, • as implicações técnicas para os empreendimentos, • a necessidade das empresas se anteciparem as pressões, crescentes ao longo dos últimos anos, de comunidades, grupos ambientais e de ambientalistas através da implantação de um programa de percepção, comunicação e gerenciamento dos alegados efeitos à saúde. Apresenta indicativos de como mostrar à população, com linguagem apropriada, todos os aspectos da questão e que englobam níveis de projeto, níveis encontrados em medições, critérios adotados e os prós e contras de cada alternativa de projeto com base numa avaliação ponderada e convincente. O curso, para atingir seus objetivos, é apresentado em 8 blocos a saber: 1. aspectos teóricos (duração 20 minutos) Descriçao dos principais fundamentos elétricos e magnéticos que servirão de base as aprentações dos próximos blocos. 2. efeitos diretos (duração 50 minutos) Descriç|ão dos efeitos térmicos e de longa duração. Estudos epidemiológicos e testes efetuados em laboratório. Principais resultados – Pareceres de entidades . Controvérsias e perspectivas futuras. 3. efeitos indiretos e métodos de mitigação (duração 30 minutos) Abordagem teórica dos efeitos que envolvem interações dos campos com objetos a potenciais diferentes do corpo quais sejam: efeitos por percepção direta aos campos, efeitos por contato em objetos metálicos, efeitos dos pulsos elétricos (microdescargas), efeitos em marcapassos, possibilidade de ignição de combústível em veículos próximos às linhas e possibilidade de queima em arvores secas quando submetidas a um elevado potencial espacial. 4. Normas, práticas internacionais adotadas. (duração 20 minutos) Relato das principais normas e dos procedimentos adotados em diferentes países com relação aos níveis e tempo de exposição dos campos elétricos e magnéticos. 5. Medidores – Normas e procedimentos de medição (duração 30 minutos) Descrição dos principais medidores dos níveis e das dosagens dos campos elétrico e magnético. Princípio de operação e relato dos principais fatores que afetam a qualidade da medição. 6. Aplicações práticas (duração 30 minutos) Resultados práticos de medições realizadas em linhas, subestações, ambiente de trabalho e em situações especiais dos níveis de campo elétrico, magnético, dosimetria do campo elétrico, dosimetria do campo magnético e corrente induzida . 7. Programa de percepção, comunicação e gerenciamento da questão campo eletromagnético (duração 45 minutos) Indicativos de como implementar um programa de percepção, comunicação e gerenciamento da questão dos campos eletromagnéticos face as atuais demandas que podem comprometer um empreendimento. 8. pesquisas em andamento e discusão final (duração 15 minutos) Resumo apresentando os principais tópicos abordados nos blocos anteriores com comentários e reflexões sobre o tema. Discussão final. Espera-se que esse curso dê subsídios ao setor elétrico brasileiro no necessário e relevante papel de balizar práticas estrangeiras, através de medições de campo sistemáticas que, após tratadas, criticadas e modeladas, serão capazes de apresentar fatores corretivos com expressiva melhoria nas condições de segurança, manutenção e qualidade de vida de seus trabalhadores e população em geral, Engos apresentadores: Ademir martins de França Kazumitu Yamaguti Campinas, 14 de maio 2000