5,0 cm
CSP
CENTRAL SINDICAL E POPULAR
SINDEESS
MAIO 2011
05
8,0 cm
IMPRESSO
ESPECIAL
CSP
9912242903/2009- DR/MG
SINDEESS/MG
DEVOLUÇÃO
GARANTIDA
CENTRAL SINDICAL E POPULAR
...CORREIOS...
CORREIOS
12,0 cm
CSP
SINDEESS
Rua Floresta, 114 - Bairro Floresta
CEP: 30010-010 - Belo Horizonte/MG
CENTRAL SINDICAL E POPULAR
ano 55
CAMPANHA SALARIAL
Diante à intrasigência
dos patrões em não negociar,
o Sindeess convoca toda a
categoria para se mobilizar em
busca de um acordo digno para
todos.
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28 de abril
Sindeess participa do ato
unificado, realizado na Praça
Sete, em memória às vítimas
de acidentes do trabalho e
cobra fiscalização dos orgãos
competentes.
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APOSENTADORIA
Em entrevista ao Sindeess
em Ação, a
advogada
do Sindicato
orienta os
trabalhadores a procurarem
o Sindicato antes de darem
entrada com o pedido de
aposentadoria.
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SEMINáRIO DE SAúde
Trabalhadores participam
do 1º Seminário de Saúde e
aproveitam a oportunidade para
tirarem dúvidas sobre a NR32 e
situações de assédio moral no
ambiente de trabalho.
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A luta dos Trabalhadores
Ato unificado do dia 28 de abril
A vida dos operários da construção
civil já foi relatada em verso e prosa. Músicos como Chico Buarque (Pedro Pedreiro) e Zé Geraldo (Cidadão) cantaram a dureza de seu dia a dia. Poetas e repentistas:
é hora de voltar a falar deles.
Vários canteiros das grandes obras
do país foram sacudidos por greves radi-
calizadas nas últimas semanas. Em alguns
casos, verdadeiras rebeliões. Algo novo
no ar: o movimento operário está de volta.
Empurrados para diante pela explo-
lência da CUT e Força Sindical. Na maior
parte dos casos, os Sindicatos não representavam ninguém e nem eram reconhecidos pela base.
ração brutal nessas obras. Embalados
pelo crescimento da economia, que dá
maior segurança a eles sobre seu emprego. Um exemplo que rapidamente se estendeu a outros lugares.
Começou com o canteiro das obras
da hidroelétrica de Jirau, logo seguido
em outro canteiro em Porto Alegre, outro
na Bahia, em Pernambuco, no Rio, entre
outros estados. Em um momento, quase
cem mil operários estavam em greve.
Não foi por acaso que o governo
petista, que em geral só reconhece essas
duas centrais pelegas, teve de aceitar a
participação da CSP-Conlutas na reunião
nacional que discutiu a crise no setor.
Durante a reunião, a CSP-Conlutas
foi a única a reivindicar a mudança real
na situação dos operários, com o fim da
terceirização e a contratação com salários
dignos dos empregados.
O PAC questionado
As greves mostraram ao país a situação dos trabalhadores nas obras do PAC.
Recebem salários miseráveis, têm condições de trabalho lamentáveis, com práticas de humilhação e opressão.
A construção civil no Brasil vem crescendo em um ritmo acelerado, com índices “chineses”, que atingem 15% ao ano.
A crise dos Sindicatos
As greves revelaram também a fa-
Um exemplo a ser seguido
Todos estão vendo a inflação reduzindo dia a dia nossos salários. Segundo
o IBGE, o rendimento médio real recebido
nas seis maiores regiões metropolitanas
do país caiu 0,5% em fevereiro na comparação com janeiro. Os salários começam a perder a corrida contra a inflação.
É por isso que o exemplo das greves
da construção civil deve ser discutido por
outras categorias de todo o país.
É hora de começar a lutar por nossos direitos e salários.
Cadastro da Comunicação de Acidente de Trabalho
A Comunicação de Acidente do Trabalho – CAT foi prevista inicialmente na
Lei nº 5.316/67, com todas as alterações
ocorridas posteriormente.
A Lei determina que todo acidente
do trabalho ou doença profissional deverá
ser comunicado pela empresa ao INSS,
sob pena de multa em caso de omissão.
Cabe ressaltar a importância da comunicação, principalmente o completo e
CAT
exato preenchimento do formulário, tendo em vista as informações nele contidas,
não apenas do ponto de vista previdenciário, estatístico e epidemiológico, mas
também trabalhista e social.
Expediente
Sindeess em Ação é uma publicação
do Sindicato dos Empregados em Estabelecimento de Serviços de Saúde de
BH e Região. Rua Floresta, 114. Bairro
Floresta. Belo Horizonte. MG. Telefone:
2102-2651. Fax:21022656.
E-mail: [email protected] | site:
www.sindeess.org.br | Diretoria 2011:
Adnalva Alves de Oliveira; Arlete Martins
do Carmo; Edna Pereira Nunes Lopes;
Istênio Diogo de Brito; José Flaviano
Couto; José Maria Pereira; Lauro Pedro
Gonçalves; Marcelo Ferreira Bento; Maria Josefina Souza da Silva (Teca); Marlene Garcia da Silva; Roberto Antônio
Verônica; Solange Aparecida de Oliveira
Calixto; Sônia Cristina Rodrigues; Valdinei Moraes Lima; Valquíria Francis Cy-
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rillo; Vânia Carvalho Pinheiro; Willian
Rosa Mourão. Edição, redação e projeto
gráfico: Movimento Comunicação Integrada. Fotos: Bruno Carvalho. Revisão:
Nelson Eddy de Oliveira. Tiragem:10 mil
exemplares. Gráfica: Fumarc.
Campanha salarial
É hora de avançar!
Aumento real já!
Patronal mantém intransigência. Sindeess: “O caminho é a mobilização”.
A Campanha Salarial dos trabalhadores em serviços de saúde segue forte
em 2011. As rodadas de negociações da
Convenção Coletiva de Trabalho já começaram e o Sindicato luta pelas melhorias
das condições de salário e emprego da
categoria.
Este ano, entre as principais reivindicações dos trabalhadores estão, a recomposição das perdas salariais e o reajuste
acima da inflação do período, representando aumento real para categoria. Além
disso, os empregados em serviços partem
para conquistas de mais benefícios, devido ao estrago causado pela política neoliberal que há muito impera no país.
O Sindeess informa aos trabalhadores, que apesar das reuniões de discussão
da pauta de reivindicações estarem acontecendo, será mais do que necessária a
participação da categoria durante toda a
Campanha Salarial. O Sindicato ressalta a
importância do comparecimento nas assembleias e do acompanhamento das negociações. A diretoria do Sindeess ainda
lembra que juntos, mobilizados, os trabalhadores passam a ter mais chances em
conquistar seus objetivos.
Páreo duro
Assim como nas Campanhas Salariais
anteriores, a negociação da Convenção
Coletiva não será fácil. Em algumas empresas, será necessário intensificar a mobilização dos trabalhadores, devido aos
indícios da falta de interesse da represen-
3
tação patronal em negociar. O discurso
tende a ser o mesmo utilizado em outros
anos: problemas financeiros que nunca
passam, mas que sempre recaem sobre o
ombro do trabalhador.
Diante disso, o Sindeess reafirma que
para mudar a situação da categoria e quebrar a intransigência da direção dos hospitais será fundamental manter a mobilização dos trabalhadores junto ao Sindicato.
Para mais informações sobre as Campanhas Salariais entre outros assuntos de
interesse do trabalhador, basta acessar a
página do Sindicato na internet (www.sindeess.org.br) ou ficar atento aos boletins
específicos distribuídos em cada hospital.
Vamos Juntos!
Conjuntura
13 de maio, nada a comemorar
Os grilhões do Capital
“Teorias”, como a do “embranquecimento” e da “democracia racial” foram
criadas para justificar a opressão ou tentar mascarar o racismo.
Leis (ou o descumprimento delas)
foram utilizadas para oprimir negros e
negras. Contudo, por trás de tudo isso,
encontra-se uma única coisa: o poder e os
interesses do Capital. É isso que queremos
lembrar quando citamos a famosa frase
do líder negro norte-americano Malcolm
X:“não há capitalismo sem racismo”. Ou
seja, é parte da lógica do sistema se utilizar das diferenças étnico-culturais para
superexplorar, além de oprimir, milhões
de pessoas mundo afora.
Dia 13 de maio de 1888, Lei Áurea,
Abolição da Escravatura. Depois de 123
anos, os negros continuam lutando pela
inclusão social no Brasil. A Constituição
criminaliza a discriminação racial. Mas os
negros continuam sendo discriminados.
A Organização Internacional do Trabalho
registra: o negro ganha, em média, um
terço do que recebe o branco na mesma
função, tendo igual qualificação. A pergunta que fica é: há o que comemorar?
A triste realidade começa com a política econômica do governo Dilma, que em
nada avançou na valorização do salário
mínimo, considerando que a maior faixa
da população que ganha salário mínimo é
de negros. Somam-se a isso os desastres
naturais, onde a maioria das pessoas que
moram nas encostas e população ribeirinha é negra.
Outra verdadeira derrota para os negros é a copa de 2014, tão propagandeada pela mídia comercial como símbolo do
progresso brasileiro. A Copa como solução dos problemas do país é uma mentira poderosa, que será repetida por mais
três anos, à exaustão. Nenhuma mudança
virá. Os problemas serão escondidos e as
cidades maquiadas. E mesmo toda a alegria do povo ao torcer por sua seleção,
nada mudará as suas vidas e de suas famílias.
Nem mesmo a eleição de um negro
à presidência da maior potencia econômica do mundo contribuiu para uma ruptura
das práticas de opressão sobre a população negra. Obama mantém a ocupação
no Haiti, no Oriente Médio e em tantos
outros países onde o preconceito e a xenofobia imperam.
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Uma luta de “Raça e Classe”
E, por isso mesmo, a luta contra o
racismo só pode ser travada de forma
consequente quando se volta diretamente contra o sistema que tanto se beneficia
dele.
Esta foi a lição que nos foi deixada por Zumbi e seus quilombolas de Palmares, quando, para lutar pela liberdade,
fundaram uma República em pleno sistema colonial. Esta também foi a mensagem de João Cândido e dos marinheiros
negros da Revolta da Chibata quando, em
1910, eles apontaram seus canhões para
a sede do governo federal, para por fim
aos castigos físicos que sofriam.
Lutas que são apenas exemplos das
muitas que já foram travadas pelo povo
negro, antes e depois da Abolição. Lutas
que, acima de tudo, não podem ser lembradas simplesmente como marcos da
história, mas sim, como exemplos a serem
seguidos.
Sindeess em movimento
Dia 28 é marcado por mobilizações
Cerca de 2 mil pessoas ocuparam o
centro de BH, na manhã dessa quarta-feira, em protesto aos acidentes de trabalho
e aos recentes ataques anunciados pelo
Governo Dilma. O ato faz parte da Jornada de Mobilizações organizada pela CSPConlutas e entidades filiadas, contando
ainda com a participação do Movimento Mulheres em Luta, ANEL, MTST, CUT,
CTB, NCST, UGT, CGTB, Fetaemg, MST,
Via Campesina e MAB.
“Isso é o exemplo do que nós deveríamos fazer sempre, que é a unidade de
todas as Centrais para enfrentar os ataques que os trabalhadores sofrem. Esse
problema do acidente de trabalho, ele
tem que ser colocado no marco do que é
a política aplicada hoje no país. Cem dias
de governo Dilma, o que os trabalhadores
percebem: aumento da inflação, aumento do preço dos alimentos, aumento do
preço da gasolina e aumento assustador
do ritmo do trabalho, o que vai fazer com
que os acidentes de trabalho não diminuam e sim aumentem”, afirmou Vanessa
Portugal, CSP-Conlutas.
O Sindeess marcou presença no ato
com a secretária de saúde. “Para nós, esse
ato é muito importante porque é mais
uma oportunidade de informar e alertar a
população de Belo Horizonte sobre a importância de reivindicar o seu direito no
que diz respeito aos acidentes e doenças
acometidas no ambiente de trabalho, não
apenas no setor da saúde, como em todos
os setores de trabalho. Esse ato é também
para orientar a população da importância
de denunciar o assédio moral”, alertou
Adnalva Alves, diretora do Sindeess.
Durante o ato, os trabalhadores puderam expor os problemas de segurança
do trabalho de suas respectivas catego-
CSP Conlutas e demais centrais sindicais realizram ato unificado no centro de BH no dia 28/04
rias. Na área de saúde o problema é evidente. “Nos hospitais nós temos vários
casos de doenças mentais e que as mulheres muitas vezes tomam antidepressivos, chegam a cometer suicídio por terem
uma sobrecarga de trabalho”, disse Vânia
Carvalho, diretora do Sindeess.
Os manifestantes realizaram uma
passeata até a porta do INSS, onde foi
apresentado um documento com denúncias feitas pelos sindicalistas e movimentos presentes. Os sindicalistas ainda
cobraram mais valorização dos servidores
públicos e o fim de procedimentos pre-
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judiciais aos trabalhadores, como a alta
programada.
Em seguida, a CSP-Conlutas, o MTST
e os moradores das ocupações Camilo
Torres e Irmã Dorothy seguiram em protesto até a Prefeitura de Belo Horizonte,
onde denunciaram os problemas da moradia na cidade e as ameaças de despejo
das ocupações urbanas da cidade.
A Jornada de Mobilizações por melhores salários e condições de trabalho
marcou o dia 28 de abril, com manifestações, paralisações e greves em diferentes
regiões do país.
entrevista
I Seminário de Saúde
dos Trabalhadores
Departamento Jurídico atento
a segurança do Trabalhador
Foi realizado pelo Sindeess em parceria com a Fundacentro, o I Seminário
de Saúde dos Trabalhadores, nos dias 8
e 9 de abril, em Belo Horizonte. A importância da conscientização dos profissionais da área da saúde sobre os riscos no
ambiente de trabalho, o assédio moral e a
constante luta pela mudança do negativo
cenário atual, foram os principais temas
discutidos durante os dois dias.
Cerca de cem trabalhadores de diversas categorias participaram do evento,
que contou com palestras sobre a NR32,
que regulamenta as condições de segurança e saúde no trabalho e como identificar e o que fazer diante do ato de assédio moral.
O presidente do Sindeess, Roberto
Verônica, ressaltou a importância do papel do trabalhador na luta contra a exploração. “É fundamental o trabalhador estar
atento e denunciar ao Sindicato para que
providências sejam tomadas”, afirmou.
Para a diretora e secretária de saúde
do Sindeess, Adnalva Alves de Oliveira, o
seminário serviu como alerta aos trabalhadores e principalmente às empresas
dos erros que vem cometendo contra o
trabalhador. “O objetivo do Sindeess hoje
é oferecer proteção a esses trabalhadores
e apoiá-los quando mais precisam”, completa Adnalva.
No jornal desta edição entrevistamos
Petrina Rezende, advogada do Departamento Jurídico do Sindeess, que falou
sobre aposentadoria e a importância do
trabalhador se informar bem antes de
procurar o órgão previdenciário. Confira:
Em relação à aposentadoria,
quais têm sido as maiores dificuldades encontradas pelo trabalhador?
Hoje os trabalhadores têm procurado o departamento jurídico para
entender e questionar o que ocorre ao
procurar o órgão previdenciário para
dar entrada no pedido de aposentadoria. A lei prevê a aposentadoria especial para o profissional de saúde aos
25 anos de trabalho, por isso eles vão
com aquela expectativa de obter seus
direitos. Ocorre que, os peritos faziam
esse reconhecimento da atividade insalubre, essa atividade especial, até o
ano de 1997. A partir de 1998 nós tivemos uma nova lei em que alterou a
forma de classificação de enquadramento da atividade especial do traba-
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lhador de saúde. Então até 1997 era
mais tranquilo porque era por categoria, porém é preciso do Perfil Previdenciário Profissiográfico (PPP), e normalmente as empresas não o emitem com
as condições corretas, ou seja, com as
características das condições de trabalho, com o risco realmente sofrido pelo
trabalhador. Sendo assim ele vai ao Setor Previdenciário na expectativa de ter
preenchido todos os requisitos para a
aposentadoria especial e geralmente o
órgão previdenciário não faz o enquadramento devido e lhe concede a aposentadoria por tempo de contribuição.
Essa é a queixa mais frequente hoje. O
trabalhador entra no Fator Previdenciário e quando ele percebe o quanto o
salário dele caiu, ele nos procura.
Como Sindeess pode ajudar em
casos como esse?
Nós temos tentado na Justiça algumas ações, que são a conversão dessa aposentadoria, tentando o enquadramento desses períodos especiais.
Eu oriento aos trabalhadores que, antes de procurar o órgão previdenciário
para requerer, seja o benefício de auxílio doença, ou aposentadoria por invalidez ou principalmente a aposentadoria especial, procure o Sindeess, para
ser orientado sobre a melhor forma de
ter acesso ao órgão. O Sindicato irá
orientá-lo como o PPP deve ser preenchido pela empresa. O apelo do departamento jurídico ao trabalhador é esse:
procure o Sindicato! Ele será de grande
ajuda nas questões previdenciárias. (F)
O Sindicato se coloca à disposição
para quaisquer informações pelo telefone
(31) 3295-3393/-6812
Espaço reservado para as denúncias
dos trabalhadores. O Sindicato além de
publicar no jornal Sindeess em Ação encaminha todas a denúncias ao departamento jurídico para que sejam tomadas
as providencias cabíveis.
Caos no Hospital Universitário São José
Com a mudança do hospital para 100%
SUS, o governador Anastasia injetou cerca
de 1 milhão de reais para a reforma do hospital. Mas o que se vê, até o momento, é desorganização e muita falta de estrutura para
os trabalhadores.
As condições de trabalho são péssimas.
Exemplo disso é o setor de pediatria que há
mais de dois meses os trabalhadores convivem com uma reforma que nunca acaba.
Sem contar a falta de materiais básicos
como papel higiênico e papel toalha nos banheiros que, devido a reforma vivem sujos.
Tal quadro vem gerando adoecimentos aos
trabalhadores e expondo mais uma deficiência do hospital: A falta de um plano de saúde
para os funcionários. O hospital não garante
médicos para o atendimento dos próprios
empregados que, em muitos casos, trabalham doentes.
A falta de contratação de mais empregados vem gerando uma sobrecarga de trabalho. É o caso da farmácia que tem apenas
um trabalhador para atender toda a demanda do hospital. Com isso, quem sofre é o
paciente que acaba por ter sua medicação
atrasada.
Nos 2º e 4º andares, aumentaram o numero de leitos, mas não aumentaram o numero de empregados. Agora, é mais trabalho e o mesmo numero de funcionários para
executar. O que já era difícil, por causa da
sobrecarga de trabalho, agora é praticamente impossível.
Vera Cruz: Só para inglês ver
Trabalhadores reclamam da sobrecarga
de serviço. São sete pacientes em estado crítico para cada funcionário. Ainda segundo
denúncias, quando há uma visita da dona do
hospital, os trabalhadores são convocados
para “maquiar” a situação.
Assédio Moral na Santa Casa
O sindicato vem recebendo com frequência denuncias de assédio moral na
Santa Casa. Segundo empregados, um
dos gerentes tem tratado os subordinados com desrespeito, gritando e humilhando, principalmente, pressionando os
mesmos a pedirem demissão.
As condições de trabalho são péssimas. Empregados denunciam sobrecarga de trabalho, falta de higiene e segurança. Para piorar, quem reclama é
advertido, suspenso e depois demitido
por justa causa.
No bloco cirúrgico e na maternidade
Hilda Brandão, o problema é a falta de
trabalhadores para cuidados de enfermagem e supervisão de enfermagem.
Segundo denúncias recebidas no Sindicato, sobram advertências e falta gente
para por a mão na massa.
Sobra trabalho e falta comida no
Hospital Evangélico
O Sindicato recebeu denuncias da falta de profissionais de enfermagem. Segundo trabalhadores, devido a pressão
exercida pelo hospital, assistentes estão
furando o dedo acidentalmente, na tentativa de agilizar o atendimento. Trabalhadores contam ainda que para piorar
a situação, o refeitório é desorganizado
e falta higiene no local. Há ainda críticas
quanto a pouca quantidade e a má qualidade do alimento servido.
Hospital da Baleia: exemplo para não
ser seguido
Apesar de ser considerado um hospital modelo no tratamento contra o câncer, trabalhadores denunciam a falta de
treinamento e de equipamentos de segurança. O baixo salário, muitas vezes incompatível com a função exercida, também é alvo de reclamações.
Nova gestão tira o sono dos empregados no Life Center
Postura da nova gerente do setor de
enfermagem é alvo de críticas. De acordo com funcionários, a gestora se encaixa bem no perfil de um assediador moral, com um tratamento ríspido para com
os subordinados e expondo os mesmos a
situações constrangedoras.
Há ainda reclamações quanto a nova
política de cobrança implementada pela
gerente. Os empregados contam que a
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pressão aumentou desde a chegada da gestora, que já acabou com os horários especiais e pratica um sistema de rodízio sem a
consulta do funcionário.
Os trabalhadores reclamam também da
falta de um lugar adequado para descanso e
de materiais para exercício da função.
Política do Mater Dei: porta da rua é a
serventia da casa
Os trabalhadores do hospital sofrem com
os baixos salários, o assédio moral e sobrecarga de trabalho. Empregados reclamam
que ao invés de tentar resolver esses problemas, a direção ainda põe a culpa no próprio
funcionário. Ainda segundo denúncias, os
trabalhadores insatisfeitos são orientados a
pedir conta e são informados que não tem o
“perfil” para trabalharem na área da saúde.
Nada mais justo do que cuidar da
saúde daqueles que trabalham para garantir a saúde de outras pessoas. O mundo do trabalho é estafante e sobrecarrega
demais as pessoas. Portanto, o convênio
do Sindicato com a Clinical Center vem no
sentido de garantir aos sócios do Sindeess
atendimento médico de qualidade para
os trabalhadores e seus dependentes.
Minas Acqua Play contato: 3398-1345 Srta Rosa Maria
Clinical Center
Tel.: (31) 3272-7360
elemento de palavras compostas científicas,
significando dente;
10-Sigla de uma antiga aliança entre Estados
Árabes / As iniciais do escritor norte-americano Poe (1809-1849);
11-Toque de tambor / A capital do Peru;
12-Terreno plantado de arvoretas que produzem as azeitonas;
13-O habitante da maior ilha fluviomarinha
do globo.
Outros Convênios/Descontos
Consultório Odontológico Dra Viviane
Freitas
Tel.: (31) 3072-6044
EMI - Centro Avançado em Diagnósticos (RX - Ultra Som - Endoscopia Digestiva - Mamografia Digital)
Tel.: (31) 3298-5544
Academia Fitness
F.: (31) 3442-0530
Clínica Odontológica Mais Odonto
F.: (31)3271-1355 - Av. Afonso Pena, 748
- Conj. 311 - Centro
Faculdades Pitágoras
F.: (31) 2111-2300 ou (31) 2111-2308
The Best Idiomas - Línguas e Curso de
Informática
F.L (31) 3222-5818
ICBEU Línguas
F.: (31) 3271-7255
Verticais
Horizontais
1-O clube paulista outrora chamado “Palestra
Itália”;
2-Que não se diz ou não se faz habitualmente;
3-(Ingl.) Venerado nos meios intelectuais e
artísticos (diz-se de pessoa, idéia, objeto, movimento, obra de arte, etc.) / A deusa egípcia
do casamento e da família;
4-O Deus único do Islã / Reino independente
da Ásia, com capital Katmandu;
5-Diretório Acadêmico / O dentro de ... Laos
/ Agência de Desenvolvimento da Amazônia;
6-O ex-craque de futebol da Guia, pertenceu
à famosa “academia” palmeirense / Interjeição usada como saudação;
7-A eterna namorada do Popeye;
8-O famoso ex-tenista norte-americano André;
9-As iniciais da atriz norte-americana Jolie, de
“O Colecionador de Ossos” (1999) / Primeiro
CCAA Línguas
F.: (31) 3372-0875
1-Mordedura de inseto ou de cobra / A cor da
casca da castanha;
2-Tornado sem efeito / Grande gaiola para
prender animais vivos;
3-Molusco comestível / Forma feminina de
um pronome pessoal / Sigla de uma unidade
indexadora de nossa economia;
4-Movimento dos Sem-Terra / Aquele que nos
ajuda na necessidade / A riqueza do esturjão;
5-Estão no meio em ... meio / O prelúdio do
casamento / As iniciais do famoso pugilista
paulistano Jofre;
6-A bela atriz Giselle / Manifestação de bom
humor / Porção de coisas atadas;
7-Acúmulo de resíduos de comida que agarram no fundo da panela / Ato ou dito tolo ou
impensado;
8-Transferido para outra data / O político mineiro Franco, ex-presidente da República;
9-Obliquidade / Pedra preciosa de diversas
cores / Lavagem intestinal / Segue as rotas
dos céus para caçadores.
lio; 7-raspa / asneira; 8-adiado/ itamar; 9-soslaio / opala.
Verticais: 1-picada / marrom; 2-anulado / jaula 3-lula / ela / unir; 4-mst / amigo / ova; 5- ei / noivado / ej; 6-itie / riso /
odonto; 10-rau / eap 11-rufo / lima; 12-oliveiral; 13-marajoara.
Horizontais: 1-palmeiras; 2-inusitado; 3-cult / isis; 4-ala / nepal; 5-da / ao / ada; 6-ademir / oi; 7-olivia 8-agassi; 9-aj /
• O associado também tem descontos em laborátorios.
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