Sindicato Rural de Campo Grande cria seu GTE Jovem Grupo inicia atividades com 16 membros e já tem dois eventos na agenda: a Exposição Agropecuária de Assunção e o Congresso Internacional de Pastagens da Austrália. PÁGINA 6 Sede do Sindicato completa 32 anos de fundação Informativo oficial do Sindicato Rural de Campo Grande-MS - ANO XXI - nº 318 - ABRIL de 2013 WWW.SRCG.COM.BR Sede foi fundada em 19 de fevereiro de 1983, durante a gestão do presidente Wilson Verde Selva, que permaneceu no comando do Sindicato Rural de Campo Grande de 76 a 83. PÁGINA 5 FOTO | ERALDO FILHO | VIA LIVRE • GESTÃO 2013-2016 • Toma posse nova diretoria do Sindicato Rural de Campo Grande Com o auditório totalmente lotado por produtores rurais, lideranças da sociedade rural e civil organizada, imprensa e convidados, tomou posse no dia 11 de março a nova diretoria do Sindicato Rural de Campo Grande. A cerimônia foi acompanhada por membros da OAB, dos poderes Executivo e Legislativo estadual e municipal e transformou-se numa grande confraternização entre famíliares e produtores rurais que acompanharam o evento. Em seu discurso de posse, o presidente Oscar Vinna Stuhrk ressaltou a relevância do agronegócio como elemento de dinamização da economia mundial. PÁGS. 8 a 11 OPINIÃO | “O AGROJORNALISMO, O CAMPO E O TRABALHO DE SÍSIFO”. PÁGINA 3 ÍNDICE PORTEIRA ABERTA PÁG. 2 OPINIÃO PÁG. 3 VITRINE TECNOLÓGICA PÁG. 4 AÇÃO SINDICAL EVENTO SINDICATO PÁGS. 5 e 6 PÁG. 7 POSSE DIRETORIA PÁGS. 8 a 11 INSTITUCIONAL SR PÁG. 12 NOTÍCIAS PÁG. 13 PECUÁRIA LEITEIRA PÁGS. 14 e 15 26º ENCONTRO PÁGS. 16 e 17 COLUNA JURÍDICA PÁG. 18 SEU DIREITO PÁG. 19 ENCONTRO DO LEITE PÁG. 20 2 PORTEIRA ABERTA CAMPO GRANDE-MS, ABRIL DE 2013 Indígenas na Contramão da Inclusão Social R. NEY MAGALHÃES As ações da FUNAI-Fundação Nacional do Índio, um órgão do Governo Federal que deveria seguir a regra e os fundamentos para a inclusão social dos indígenas brasileiros, pelo menos aqui nas fronteiras sul do MS não vem alcançando suas metas constitucionais. Pelas ruas centrais das cidades é comum observar-se a imagem do quadro degradante de pobres e maltrapilhos índios que quase sempre alcoolizados caem pelas calçadas, e ali dormem ao relento. Crianças e mulheres indígenas completam essa moldura. Decorridos os oito anos do governo socialista implementado por FHC, e nessas atividades assistenciais sob a coordenação da Primeira Dama Ruth Cardoso criaram-se as primeiras “Bolsas” de benefícios para os brasileiros mais pobres e carentes. Nos oito anos seguintes com o neo-socialismo de Lula os programas mudaram de nome, Fome Zero, Bolsa disso, Bolsa daquilo etc. O cadastro dos beneficiários e a distribuição dos alimentos saíram das mãos de Entidades Beneméritas Assistenciais passando a ser atribuição de Políticos e de cabos eleitorais. No atual Governo Dilma o novo beneficio é chamado de combate à Extrema Miséria. Uma prova eloqüente de que aquelas benesses não tiveram efeito positivo. Os Indígenas naturalmente também recebem esses benefícios, pagos com os Impostos gerados pelo trabalho de todos os cidadãos brasileiros. Não se trata, portanto, de uma bondade de Governantes, mas sim um dinheiro que sai do bolso de todos nós. E assim, devemos exigir que seja bem empregado em favor dos menos favorecidos. Ao longo de meus quase oitenta anos, na lide dos ervais e serviço rural, tive como trabalhadores diversos índios Guarany brasileiros das Aldeias Taquapiri e Amambay, e outros Guarany-paraguayos do Chaco-y e Potrero Manta, localidades do Pais vizinho, próximas a Cel. Sapucaia. Esses trabalhadores eram hábeis ervateiros e muito contribuíram na construção de nosso desenvolvimento até aos idos de 1964/65. Com boa renda familiar produzida nos ervais, o futuro desses nossos irmãos parecia promissor. A inclusão social natural estava acontecendo, com os dois maiores pólos Ervateiros, Amambaí e Caarapó sempre elegendo pelo menos dois vereadores indígenas no mesmo mandato. Naquela época em que não existiam maquinas de lavar roupas, era comum verem-se as moças e mulheres indígenas carregando enormes “trouxas” no caminho das cabeceiras e córregos executando serviços domésticos para as “donas de casa”. A maioria das famílias, principalmente de produtores rurais, empregava meninas e meninos Guarany trabalhando como “babá” e sendo alfabetizados com as demais crianças rurais. Assim também iniciei a criação de meus três filhos. Aos 18 anos, os jovens indígenas que assim o desejassem eram incorporados como soldados no 11º. Regimento de Cavalaria. O Pelotão Indígena idealizado pelo Cel. Sapucaia era bastante concorrido. A Inclusão natural se concretizava, com todos os brasileiros, sem discriminação de raça ou cor, trabalhando e produzindo seu sustento. Com o fim das exportações de erva-mate os indígenas voltaram para suas Aldeias e os paraguayos retornaram ao seu País. Meio século se passou, com os Governos simplesmente abandonando não só os Índios, mas também os filhos dos trabalhadores do Campo. Multiplicaram-se os analfabetos. Cursos Técnicos formadores de mão de obra jamais foram fomentados. Criou-se o SEM TERRA e muitos outros grupos sem perspectivas de trabalho, emprego e renda. Os Programas Sociais mal orientados criaram o ócio e as famílias se multiplicaram aritmeticamente, com a Bolsa Maternidade astronomicamente acelerando a natalidade entre meninas índias. Na esteira desses Programas migraram para cá milhares de índios paraguayos. Nas fronteiras do lado paraguayo não existem mais Indios. No MS desde a Cabeceira do Apa até Paranhos e Japorã os acampamentos são mistos de índios estrangeiros. Inclusão Social é um ato humanitário, porem nesse caso, está servindo ao interesse de maus políticos. Terra não é solução para dar dignidade e inclusão aos indígenas. Somente Escolas de Formação Técnica profissional para todos os jovens brasileiros poderão garantir essa afirmação democrática. R. NEY MAGALHÃES FOI DELEGADO FEDERAL DA AGRICULTURA NO MS, FOI FUNDADOR DA FAMASUL. É PRODUTOR RURAL EM AMAMBAÍ Sonho realizado ELZA DÓRIA Meus amigos, Já tenho escrito muito da minha infância e outras fases da minha vida... E sempre acalentei um sonho, era conseguir deixar para meus filhos, netos e bisnetos o que foi a “Companhia Matte Larangeira”. Sempre soube que papai, Mário Mendes Gonçalves, era administrador de duas grandes Fazendas da Matte, a Fazenda Margarida, que papai depois comprou, e Santa Virginia que é atualmente a sede da Matte, e a outra me- tade virou Fazenda Itamarati, hoje Assentamento Rural... Li muitos livros sobre a Matte, vi Exposições, mas nada era o que eu sabia, ou queria saber. Papai me contava muita coisa, deixou-me inúmeros álbuns e recortes de Jornal, mas eu queria mais... Sempre mais. Finalmente consegui com o Luiz Alfredo M. Magalhães, o escritor e pesquisador que já fez dois lindos livros sobre as Fazendas do Mato Grosso do Sul, e outro sobre a vida do meu tio materno Aral Moreira. Além de outros. Agora finalmente depois de muitas viagens, telefonemas, email, pesquisas, documentos e fotos, vamos lançar no dia 29 de maio, no nosso Sindicato o Livro Maravilhoso que resultou dessa busca: “Retratos de uma época. Os Mendes Gonçalves & A Companhia Matte Larangeira”. Um luxo só, com 232 páginas e o mesmo tanto de fotos em papel couché. É o resgate do Ciclo da Erva Mate na História de Mato Grosso Uno, e a fundação das cidades de Bela Vista, Ponta Porã, Porto Murtinho e no Paraná: Guaira, Sete Quedas, Porto Mendes. As primeiras Estradas de Ferro e a Navegação Fluvial no Estado. Acho que o livro vai ser útil para as Faculdades, Historiadores para o Arquivo Público e como está “lindo de morrer” um bom presente para nossos Presidentes de Entidades, Prefeitos, Deputados e porque não nosso Governador, presentearem visitantes ilustres... Estou já fazendo o “Marketing” e como eu mando a “modéstia as favas”, tenho certeza que vocês vão também adorar. ABRAÇOS DA FELIZ E REALIZADA ELZADORIA TERRA.COM.BR OPINIÃO CAMPO GRANDE-MS, ABRIL DE 2013 3 O agrojornalismo, o campo e o trabalho de Sísifo REPRODUÇÃO JOSÉ ROBERTO DOS SANTOS T alvez não pareça, mas no fazejamento cotidiano da atividade jornalística, nada se assemelhe mais com isso do que a valiosa produção agropecuária. Mas antes que eu prossiga na minha reflexão, quero aqui corrigir um lapso de minha pequena contribuição na edição anterior deste periódico: Rendo aqui minha homenagem ao produtor e sempre inspirador pensador pantaneiro Abílio Leite de Barros, que por anos a fio assinou esta coluna e que com todas as vênias do mundo aqui ocupo, ainda que de maneira temporária e passageira. Pois bem. E para que esse cenário fique completo é preciso trazer para dentro desta reflexão o personagem Sísifo da mitologia grega, considerado o mais astuto de todos os mortais. Na mitologia grega Sísifo tornou-se conhecido por executar um trabalho rotineiro e cansativo. Tratava-se de um castigo para mostrar-lhe que os mortais não têm a liberdade dos deuses. Os mortais têm a liberdade de escolha, devendo, pois, concentrar-se nos afazeres da vida cotidiana, vivendo-a em sua plenitude, tornando-se criativos na repetição e na monotonia. Assim, tornam-se semelhantes os trabalhos do operador de comunicação e do produtor rural. Cada qual com as suas ferramentas, apesar de cada dia parecer igual, para ambos dia após dia sempre tem uma novidade. Se não tem, eles cavucam. Às vezes é preciso trabalhar com um olho na terra e outro no tempo. Assim como o agricultor, o jornalista prepara seu terreno, corrige (acidez), fertirriga, semeia, o tempo ajuda (ou não), a planta cresce vigorosa, frutifica e rende bons resultados. Pelo menos essa é a expectativa. Como na pecuária, cruza-se informações como adota-se protocolos de cruzamentos industriais, faz melhoramentos como alguém que estuda e aplica Genética, descobre que há novas formas de avaliar reprodutores e matrizes, e em muitas Sísifo, de Ticiano (1490–1576), óleo sobre tela vezes também vê que o bonito na pista nem sempre é o mais eficiente no pasto. Talvez com a extinção da Embratec (Empresa Brasileira de Tecnologias) pelo ex-presidente Collor, a Embrapa perdeu seu grande tentáculo na difusão de tecnologias. Só como exemplo. E, na sequência, toda a infra-estrutura de assistência técnica e extensão rural nos estados acabou indo em direção ao sucateamento. Nesse sentido, a imprensa assumiu pequena parte desse papel na difusão de tecnologias: de levar o conhecimento desenvolvido nos laboratórios e nos campos experimentais para o homem rural. E muitos ainda não o recebem. Quem tem informação tem poder. E a imprensa, realço, vem fazendo esse papel de extrair informação dos tubos de ensaio, interpretá-la de maneira objetiva e ajudar a difundir pesquisas que na maioria das vezes não tem dono. Ou são de todos nós. E ao difundir tais informações, com suas metodologias de edição, a agro-comunicação cumpre com seu principal papel: aliar as experiências científicas à prática, fazendo com que a multiplicação de conhecimentos atue em favor da produção. Na década de 70 o Brasil era importador de I N F O R M E gropecuário i n f o r m e a g r o p e c u a r i o @ t e r r a . c o m . b r | proteína animal. Em três décadas a agricultura sextuplicou sua produtividade. E o País passou a ser exportador. Isso, porque assim como Sísifo, agricultores e pecuaristas concentraram-se nos afazeres da vida cotidiana, vivendo-a em sua plenitude, tornando-se criativos na repetição e na monotonia. Como o personagem mitológico grego, às vezes a imprensa é repetitiva e monótona, mas um dia desperta a percepção alheia para alguma novidade. Como Sísifo, o produtor rural enfrenta a subida íngreme de uma série de obstáculos no seu diaa-dia. E com a pedra nas costas, montanha acima. Quando chega lá, vem a monotonia, a pedra rola e é preciso começar tudo de novo, com criatividade. E pedra é carga tributária insuportável, cuja desoneração só recai sobre setores de transformação. Pedra é intempérie; é custo de produção muitas vezes superior ao valor de mercado; é ataque de praga e de doença; é fiscal ambiental; é prática de cartel e de monopólio da carne; pedra é o ciclo da pecuária sem regras de mercado; é conflito agrário; é crise de identidade provocada pela desvalorização profissional; é falta de reco- Conselho Fiscal Laucídio Coelho Neto Abílio Leite Barros Antônio de Moraes Ribeiro Neto JOSÉ ROBERTO DOS SANTOS É JORNALISTA DESDE 1989. É BACHAREL EM FILOSOFIA E EM DIREITO PELA UNIVER SIDADE CATÓLICA DOM BOSCO, COM ESPECIALIZAÇÃO EM DIREITO ADMINISTRATIVO E PÓS GRADUANDO EM PERÍCIAS CRIMINAIS E CIÊNCIAS FORENSES. JRVIALIVRE TERRA.COM.BR COMUNICADO A Via Livre Comunicação COMUNICA que para dedicar-se a novos projetos e desafios deixa a partir deste mês de editar o Jornal Informe Agropecuário, atividade que vinha desenvolvendo ininterruptamente desde o ano de 2003. Os nossos agradecimentos ao Sindicato Rural de Campo Grande, pela confiança depositada no trabalho ético e comprometido da nossa equipe, aos leitores, patrocinadores e anunciantes, aos associados do sindicato, aos colaboradores, aos articulistas, cronistas, colunistas e imprensa em geral que juntos nos auxiliaram a imprimir nas páginas deste periódico sentimento de luta sindical, de fé no agronegócio e no homem do campo e, principalmente na crença do poder transformador do setor rural. O nosso muito obrigado. José Roberto dos Santos, jornalista e titular da Via Livre Comunicação MALA DIRETA POSTAL CONTRATO ECT/DR/MS E SINDICATO RURAL DE CG CONTRATO Nº 2204060234 Informativo oficial do Sindicato Rural de Campo Grande-MS EDITOR: w w w. r u r a l c a m p o g r a n d e . c o m . b r SINDICATO RURAL DE CAMPO GRANDE - TRIÊNIO 2010/2013 PRESIDENTE Oscar A. Vianna Stuhrk Rodolfo Vaz de Carvalho - 1º Vice-Presidente Ulysses A. de Almeida Sera Neto - 2º Vice-Presidente Wilson Igi - 1º Secretário Maria Eduarda C. Costa Thedim - 2ª Secretária Thiago Arantes - 1º Tesoureiro Gastão Lemos Monteiro - 2º Tesoureiro nhecimento social e funcional. Pedra é ausência de mão-de-obra qualificada e a concorrência desleal das bolsas sociais eleitoreiras; é falta de estrutura viária, de estocagem, de logística; pedra é omissão no exercício regular do papel de Estado de atuar a favor da produção com custo sustentável. Ainda que opere contra tudo isso, o homem do campo, com criatividade, dá sinais de que os mortais têm a liberdade de escolha. E assim é que o jornalismo fará sempre sua escolha pela produção baseada no que creio ser o conceito de comunicação construtiva – na informação sustentável (entenda-se como credibilidade) e na adoção de boas práticas editoriais. Eu também acredito que produzir alimentos nesse País seja um ato cívico, típico, verde e amarelo. E a comunicação – como no campo – enquanto descansa igualmente carrega a sua pedra. Delegados Representantes: Oscar A. Vianna Stuhrk Ruy Fachini Filho JOSÉ ROBERTO DOS SANTOS [email protected] Produção: VIA LIVRE COM. E AGROMARKETING (67) 3042-7587 Av. Américo Carlos da Costa, 320 Jd. América – Parque Laucídio Coelho Campo Grande - MS Textos: Aline Araújo TIRAGEM: 10.000 EXEMPLARES Envie artigos, textos, comentário e sugestões para o Informe Agropecuário, para o e-mail Fone: (67) 3341-2696 - 3341-2151 RUA RAUL PIRES BARBOSA, 116 B. MIGUEL COUTO – CAMPO GRANDE – MS [email protected] Impressão: Agiil Print Data de entrega de matérias: 30 de cada mês. Circulação: Dia 5 4 VITRINE TECNOLÓGICA CAMPO GRANDE-MS, ABRIL DE 2013 Integração de sistemas alia alta produtividade e sustentabilidade no campo T odo sistema de produção que envolva mais de um componente, em arranjo espacial ou temporal é considerado uma forma de integração. A prática alia altas produtividades e sustentabilidade além de diversificar a matriz econômica da propriedade. Ao optar por utilizar este sistema, o produtor rural consegue integrar atividades agrícolas, pecuárias e/ou florestais, que podem ser realizadas na mesma área, em cultivo consorciado, em sucessão ou rotacionado. “Ao utilizar o sistema de produção integrado o produtor não fica refém só de uma atividade. Por exemplo, se a soja está em baixas cotações, o gado ou a floresta podem ser alternativas para compensar o caixa da empresa rural”, afirma o pesquisador da Fundação MS, Alex Melotto. Além da renda, os Sistemas de Integração também otimizam o uso da área na propriedade e agregam grandes melhorias para o solo. Na Integração Lavoura-Pastagem, um dos sistemas mais utilizadso em Mato Grosso do Sul é composto pelo semeio da soja no verão e do milho com capins, no outono-inverno. Após a colheita do milho e utiliza-se o pasto. O maior aporte de matéria orgânica mantém a estabilidade físicoquímica do solo, aumentando a cobertura do solo e permitindo a semeadura da soja em sistema de plantio direto (SPD). Reduz o risco de erosão e aumenta a capacidade de retenção hídrica do solo. Além disso, permite que o produtor insira a criação de gado no sistema, uma vez que forrageiras de alto valor nutricional, tais como a Brachiaria ruziziensis, Panicum maximum cv. Mombaça eBrachiaria brizantha cv. Piat, passam a compor o sistema. Segundo dados da Fundação MS, a soja em sistema de plantio direto apresenta produtividades médias superiores em 5 sacas por hectare, em relação à soja em plantio convencional, podendo chegar a 15 sacas a mais por hectare em anos secos. “O consórcio fornece plantas mais altas, vagens mais pesadas e em maior quantidade, o que explica a maior produtividade”, diz Melotto. O município de Maracaju é o mais avançado no uso de Integração nas propriedades no Estado. Estima-se que cerca de 60% da área agrícola da região adote algum sistema de integração, geralmente os que são liga- FOTO VIA LIVRE Uso de técnicas envolvendo integrações múltiplas vem proporcionando aumento de produtividade Os principais sistemas • ILP : Integração Lavoura-Pecuária • IPF: Integração Pecuária-Floresta (ou Sistemas Silvipastoris) • ILF: Integração Lavoura-Floresta (mais comum no primeiro ano de plantio das árvores) • ILPF: Integração Lavoura-Pecuária-Floresta. A mais completa e complexa, envolve plantio florestal, cultivo de lavoura nos primeiros anos e depois formação de pasto. dos ao consórcio lavoura-pecuária. Além dos contribuir diretamente com a renda da empresa rural, os sistemas de integração são importantes alternativas nos projetos de agricultura de baixo carbono do Programa ABC. Segundo avaliações da Fundação MS, em um solo argiloso, a sucessão soja/milho safrinha com capins, acumulou em média 1,6 tonelada de CO2 por hectare ao ano, em sete safras. (Com informações da Fundação MS) AÇÃO SINDICAL CAMPO GRANDE-MS, ABRIL DE 2013 5 FOTOS | VIA LIVRE O arquiteto Wilson Verde Selva Jr. e o engenheiro Ricardo Verde Selva doaram projetos para a obra, que inicialmente serviria para atendimento médico pelo Funrural Sede do Sindicato Rural completa 30 anos de inauguração C om uma arquitetura que conservou sua modernidade ao longo do tempo a sede do Sindicato Rural de Campo Grande (SRCG) completa 30 anos de inauguração, e para conhecer a história contida nos pilares de alvenaria que sustentam esse patrimônio, o Informe Agropecuário conversou com pessoas que participaram dessa conquista do sindicato rural. Tudo começou quando a diretoria composta por Wilson Verde Selva (presidente), João Nelson Lyrio (secretário) e Sylvio Mendes Amado (tesoureiro) chegou a conclusão de que já era hora do sindicato ter o seu próprio espaço. Esse grupo permaneceu na diretoria por dois mandatos – de 76 a 83. A sede foi inaugurada no dia 19 de fevereiro de 1983. Na época, 1976, os serviços prestados pelo sindicato eram feitos em uma sala cedida pela Acrissul (Associação dos Criadores de Mato Grosso do Sul). “Nós não tínhamos um local nosso e já estava na hora. Hoje nossa sede é um orgulho para todo o sindicalismo rural do Estado”, relemb ro u J o ã o Nelson Lyrio. Quando o então prefeito de Campo Grande, Levy Dias doou à entidade a área onde foi construída a sede, começou a busca por recursos para tornar o feito possível. Porém na época a intenção de construir a sede não era apenas para os trabalhos sindicais, ali também iria funcionar o ambulatório médico do Funrural, um centro de saúde para o trabalhador rural que oferecia atendimento médico e odon- tológico. Além d a á re a , os projeto s p a ra construir o prédio também foram doados. O projeto arquitetônico foi doado pelo arquiteto Wilson Verde Selva Jr. e o projeto elétrico e sanitário pelo engenheiro Ricardo Verde Selva, filhos do presidente da época. O cálculo estrutural, que tinha um alto custo, foi doado pelos engenheiros Carlos Liberato Portugal, José Francisco de Lima e Euclides de Oliveira. Os recursos foram obtidos por meio de um financiamento feito pela Caixa Eco- nômica Federal somado ao dinheiro arrecadado por um “livro de ouro”, na época, 800 garrotes representaram o valor montante das promoções e doações registradas no livro. “Nosso pai corria muito para não deixar aquela obra parar”, observou Wilson Selva Jr. Ricardo ressalta que é importante lembrar a finalidade original do prédio. “Ele foi construído para atender a saúde do trabalhador rural e incentivar a qualificação com cursos” frisou. A construção do prédio foi projetada para separar a área destinada aos afazeres administrativos do Sindicato, salas projetadas para a realização de cursos e palestras para a qualificação profissional e um ambiente preparado para atendimento médico, uma marca que relembra essa finalidade inicial conservada pelo tempo é a rampa construída no fundo da sede do SRCG, projetada para a entrada de ambulâncias. 6 AÇÃO SINDICAL CAMPO GRANDE-MS, ABRIL DE 2013 Jovens produtores fundam Grupo de Troca de Experiência S ob o comando do pecuarista Rafael Gratão, o Sindicato Rural de Campo Grande prepara a criação de um GTE (Grupo de Troca de Experiências) Jovem. O objetivo é permitir a promoção e a participação do grupo em eventos para que os membros troquem experiências adquiridas em suas propriedades e assim ampliem seus conhecimentos, aliando também práticas e teorias, principalmente da gestão da propriedade rural. O grupo já começa com 16 participantes: Abílio Luis Nunes Gratão, Arthur Lemos Monteiro, Alexandre Penna, Duarte Castro Cunha, Gabriel de Emilio, Gláucio Thiago Moraes, Marco Antônio Rondon Fiori, Marcelo Rondon, Thiago Guimarães, Thiago Arantes, Rafael Nunes Gratão, Romeu Barbosa Coelho, Vicente Jurgielewicz, Vicente Oliva Coelho, Bruno Oliva Coelho e Lucas Lemos Monteiro. São jovens com idade de até 30 anos e todos estão à frente de alguma propriedade rural. Para este ano já está programada a partici- por exemplo, treze grupos de GTE (Grupo de Troca de Experiência) reuniram-se no Sindicato Rural de Campo Grande para um ciclo de palestras que prosseguiu por doze dias. O início dos trabalhos aconteceu com uma confraternização dos grupos. De acordo com o presidente da coordenação de grupos da época, Pedro Junqueira Netto, foram discutidos temas como nutrição, tecnologia da pecuária de corte, reformas de pastagens, entre outros. Segundo Rafael Gratão, coodenador do GTE Jovem, a iniciativa acompanha uma tendência já há algum tempo despertada pela Rural Jovem, entidade criada em 2010 como um departamento da SRB (Sociedade Rural Brasileira), que reúne quase 200 integrantes, entre membros da diretoria e associados espalhados pelo País. Recentemente o grupo deflagrou uma campanha apostando no poder das mídias sociais para unificar o setor. O grupo de Campo Grande (MS) está aberto para inscrições. O pré-requisito é que o pretendente deva ser associado do Sindicato Rural de Campo Grande. Mais informações pelo telefone (67) 3341-2151, falar com a Marley Faria ou Rafael Gratão. Rafael Gratão é coordenador do GTE Jovem pação do grupo em pelo menos dois eventos: em julho na Exposição Agropecuária de Assunção (Paraguai) e, em setembro, no Congresso Internacional de Pastagens (na Autrália). A troca de experiência entre grupos de produtores através de GTE é uma tradição em Mato Grosso do Sul. Em 2003, WWW.SRCG.COM.BR Fone: (67) 3341-2696 - 3341-2151 RUA RAUL PIRES BARBOSA, 116 B. MIGUEL COUTO – CAMPO GRANDE – MATO GROSSO DO Sul EVENTOS SINDICATO 7 CAMPO GRANDE-MS, ABRIL DE 2013 Sindicato Rural promove dia 15 de abril tradicional Encontro de Tecnologias para a Pecuária de Corte O Sindicato Rural de Campo Grande (SRCG) promove no dia 15 de abril, o 26º Encontro de Tecnologias para a Pecuária de Corte. O evento tem o objetivo de promover aos associados a oportunidade de debater assuntos que contribuam com o crescimento do mercado na cadeia da carne do Estado. O encontro tem inicio às 7 horas. O ciclo de debates e palestras começa 8 horas com o debate: “Aspectos ambientais de interesse para a pecuária de corte”, ministrado pelo diretor de Desenvolvimento do Imasul, Roberto Ricardo Machado Gonçalves. A programação prevê ainda palestra com o engenheiro agrônomo José Antônio Gaitan Guzman (diretor da VitalBlocks), às 9:15 hs. Na sequência, às 10 horas, o engenheiro agrônomo especialista em Gestão Ambiental e atual presidente do CMMA (Conselho Municipal de Campo Grande), Ramão Juliana Ferragute é zootecnista, Adriano Garcia dirige a ABCZ-MS, Ramão Jardim preside o CMMA, Roberto Gonçalves é diretor do Imasul Edison Fagundes Jardim, ministra palestra sobre as responsabilidades ambientais do produtor rural. Intitulada “Responsabilidades, obrigações e compensações ambientais para a propriedade rural” a palestra é o ponto de partida para o debate que encerra as atividades matutinas do evento. Após o almoço, às 13 horas e 30mim o médico veterinário Adriano Garcia ministra a palestra: “Reprodutor bom é investimento” que fala sobre as vantagens de se investir em reprodutores de qualidade. Com o tema “Ferramentas de seleção de zebuínos”, a zootecnista Juliana Ferra- gute Leite que trabalha na Associação Nacional de Criadores e Pesquisadores (ANCP) desde 2009 e já atuou como consultora. O encontro será encerrado com o tema “Fiscalização do Trabalho no campo”, com Wallace Pacheco Faria. Programação completa nas Pág. 16 e 17 8 POSSE DIRETORIA CAMPO GRANDE-MS, ABRIL DE 2013 FOTOS | ERALDO FILHO | VIA LIVRE Toma posse nova diretoria do Sindicato Rural de Campo Grande D I R E T O R I A – 2013/2016 EFETIVOS SUPLENTES Presidente – Oscar Augusto Vianna Stuhrk Eduardo Corrêa Riedel 1º Vice Presidente – Rodolfo Vaz De Carvalho Thereza Cristina Corrêa C. Dias 2º Vice Presid. – Ulysses A.Almeida Serra Neto Airton Rui C. Fernandes 1º Secretário – Wilson Igi Roberto Folley Coelho 2º Secretário – Maria Eduarda Thedim Pedro de Souza Junqueira Netto 1º Tesoureiro – Thiago Arantes Armando Luiz Nocera 2º Tesoureiro – Gastão Lemos Monteiro Alessandro Coelho CONSELHO FISCAL EFETIVOS SUPLENTES Abílio Leite de Barros José Rodrigues Pereira Antônio de Moraes Ribeiro Neto Luis Carlos Spengler Laucidio Coelho Neto Júlio Cezar Victoriano DELEGADOS REPRESENTANTES EFETIVOS SUPLENTES Oscar Augusto Vianna Stuhrk José Lemos Monteiro Ruy Fachini Filho Pedro Martins de Oliveira O Sindicato Rural de Campo Grande agora tem nova diretoria. No dia 11 de março, Oscar Augusto Vianna Stuhrk tomou posse como o novo presidente do SRCG, o evento lotou o auditório da entidade. Estavam presentes diversas autoridades que foram conhecer a diretoria eleita no dia sete de fevereiro. Em seu discurso o ex-presidente da entidade, Ruy Fachini Filho, agradeceu a todos que participaram dos seus três anos de mandato. “É uma honra estar aqui e eu só tenho a agradecer. Obrigada aos amigos que eu fiz, e se hoje existe sucesso é porque todo mundo trabalhou bem. Obrigado aos diretores, funcionários, institutos de pesquisa, comercio e industria. E também quero parabenizar o meu sucessor que sempre realizou um ótimo trabalho”, concluiu Ruy, que integra a diretoria da Famasul como primeiro secretário. O presidente eleito agradeceu aos responsáveis pela sua participação no Sindicato Rural. “Eu pisei pela primeira vez no Sindicato a convite do Dr. Artur D’Ávila Filho e fui me tornar sócio na gestão de Antônio Moraes Ribeiro Neto e eu agradeço, senão, não estaria aqui hoje”. Oscar finalizou o seu discurso com a citação do pensador Mario Rodrigues Luis Cobos “Nada acima do ser humano e nenhum humano acima do outro”. Fazendo menção a união da classe. POSSE DIRETORIA CAMPO GRANDE-MS, ABRIL DE 2013 Em seguida o presidente da Famasul, Eduardo Corrêa Riedel, falou sobre o orgulho de trabalhar com o setor rural. “Nós crescemos muito em produtividade e em imagem. Ninguém mais enxerga o produtor rural como o “jeca tatu” e sim como um homem importante na sociedade”, Eduardo também aproveitou a oportunidade para pedir o apoio dos parlamentares presentes para enfrentar os desafios que o agronegócio enfrenta hoje. “O difícil ter a responsabilidade de desenvolver e conviver com a dúvida sobre a propriedade privada”, frisou. Já o Superintendente Regional do Trabalho e Emprego, Anízio Pereira Tiago, aproveitou a oportunidade para colocar o Ministério do Trabalho à disposição do sindicato rural. “É evidente que temos uma longa empreitada, com grandes problemas a serem resolvidos. Há um descompasso entre o desenvolvimento e o trabalho e é necessários trabalharmos juntos para alcançarmos resultados”, afirmou. Em seu discurso, o deputado Felipe Orro, ressaltou que a Assembleia Legislativa no Estado está trabalhando junto com o sindicato. “Acredito muito na economia do MS e o muito que o agronegócio tem para crescer” destacou. E por fim, a secretária da Seprotur, Tereza Cristina Corrêa da Costa Dias, falou sobre a importância da renovação no sindicato e solicitou o apoio dos deputados. “Nós temos que trabalhar melhor o nosso Pantanal. E manter uma atenção especial para o homem do pantanal. Ele precisa pra uma legislação que atenda as suas necessidades. A legislação urbana não serve para a propriedade rural”, observou a secretária. Durante o evento foi exibido um vídeo institucional veiculado no intervalo do Superbowl, final do campeonato de futebol nos EUA, despertando o público para a importância do setor rural. A veiculação teria custado US$ 35 milhões. A mesa de autoridades da cerimônia foi composta por representantes de diferentes segmentos políticos e entidades. Fizeram parte da solenidade o ex-presidente do SRCG, Ruy Fachini Filho, a secre- 9 tária da Seprotur (Secretária de Estado de Desenvolvimento Agrário, da Produção, da Indústria, do Comércio e do Turismo), Tereza Cristina Corrêa da Costa Dias, o presidente do TJ-MS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul) Joenildo de Souza Chaves, o presidente da OAB/MS, Júlio César de Souza Rodrigues, o deputado estadual Felipe Orro, o deputado federal Reinaldo Azambuja, o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de MS (Famasul), Eduardo Corrêa Riedel, o vereador Paulo Pedra, o Superintendente Regional do Trabalho e Emprego, Anízio Pereira Tiago e o Procurador de Justiça de Mato Grosso do Sul, Humberto de Matos Brittes. FOTOS | ERALDO FILHO | VIA LIVRE Oscar Vianna Stuhrk Eduardo Corrêa Riedel Rodolfo Vaz de Carvalho Tereza Cristina C. Costa Dias Airton Rui Cicerelli Fernandes Wilson Igi Maria Eduarda C. Costa Thedim Pedro de S. Junqueira Netto Thiago Arantes Armando Luiz Nocera Gastão Lemos Monteiro Alessandro Coelho Antônio Moraes Ribeiro Neto Laucídio Coelho Neto Ruy Fachini Filho Pedro Martins de Oliveira Abílio Leite de Barros Júlio Cezar Victoriano José Rodrigues Pereira José Lemos Monteiro 10 POSSE DIRETORIA CAMPO GRANDE-MS, ABRIL DE 2013 FOTOS | ERALDO FILHO | VIA LIVRE Júlio César Rodrigues (Pres. OAB), Tereza Cristina (Seprotur), Ruy Fachini Filho e Des. Joenildo Chaves Diretores José Rodrigues e Maria Eduarda, Dona Elza Dória e Rodolfo Vaz de Carvalho Deputado estadual Márcio Monteiro José Armando Amado; Sylvio Amado (fundador da Famasul) e juiz de Direito Cláudio Bonassini Oscar Vianna Stuhrk discursa em solenidade de posse, com auditório do sindicato totalmente lotado Presidente da Famasul, Eduardo Corrêa Riedel Eduardo Corrêa Riedel e Ruy Fachini Filho Anízio Pereira Tiago, Superintendente do Trabalho Autoridades compõem a mesa solene da posse Deputado estadual Felipe Orro Tereza Cristina Corrêa da Costa Dias (Seprotur) Márcia Fachini e Maria Luiza Stuhrk Dep. federal Reinaldo Azambuja e Oscar Stuhrk Juiz Cláudio Bonassini, des. Joenildo, Oscar Stuhrk, Humberto Brittes (PGJ) e Júlio César (Pres. OAB-MS) Nova diretoria do Sindicato Rural de Campo Grande Ruy Fachini Filho e Artêmio Júnior (SR de Maracaju) Rodolfo Vaz de Carvalho e Artêmio Júnior Maria Luiza Stuhrk e Oscar e Ivone Rondon Cláudio Bonassini, Luzi, Ana Luiza, Ítala Bonassini, Túlio Stuhrk, Michael Korski (Sup. Sesi) e Vanessa Almir Dalpasquale (Aprosoja), rep. do Crea e amigo Dick Barros, representantes da OAB-MS, Lucas Abss Xavier e Juliana Cíntia Novaes, Rosângela (Famasul), Tereza Cristina e Mônica Riedel Irmãos Antônio Moraes e a literata Ana Lia Moraes Ruy Fachini Filho recebe álbum-livro de sua gestão POSSE DIRETORIA CAMPO GRANDE-MS, ABRIL DE 2013 11 FOTOS | ERALDO FILHO | VIA LIVRE Carlos Dupas (baluarte do SR), Wilson Igi, Antônio Moraes, Armando Luiz Nocera e Pedro Martins Cantor Zedu apresentou-se durante a solenidade Eduardo Strong, Marco Aurélio Cândia Braga e família Gotardo, Arão e esposa, Celso Régis e esposa, e Wardes Lemos João Cordeiro (prefeito de Rochedo) e esposa, Ana Maria de Souza, Marlene Motti Queiroz (associada) Naila Corrêa, Aparecida D´Ávila, Danilo Alves Corrêa, Arthur D´Ávila e Maria Auxiliadora D´Ávila Associados participam da confraternização na cerimônia de posse da nova diretoria Ruy Fachini Filho, Ademar da Silva Júnior, deputado Reinaldo Azambuja e Almir Dalpasquale Ruy Fachini Filho, Oscar Stuhrk e Lucas Abss Xavier José Armando Amado, Ana Jô, Lúcia Metello, Sylvio Amado, Maurício Hugo e João Nelson Lyrio Procuradora Irone Barbosa Lyrio e vereadora Carla Stephanini, de Campo Grande Carla, Iza Insuela, Neuza, Cida Jacobina, Alaor, Marcílio Mendonça, David Cardoso, Irone Lyrio e Vera Saad Victor Faria, Claudete Mendes, Renata Mendes, Marley Faria, Wesley, Fernando e Vinicius Faria Claudinei Gomes, Ana Rúbia, Ligia Ribeiro, Fernando Pereira, Tereza Xavier, Elton Xavier e Renan Gomes Dirce Fachini, Elza Dória, Pedro Junqueira, Miriam Junqueira, Márcia Fachini e Rui Fachini Rui Fachini, Oscar Stuhrk, Airton Cicerelli e Marco Aurélio Cândia Braga Maria Aparecida Souza, Maria Aparecida D´Ávila, Maria Auxiliadora, Luiz Alberto, Ana Lia, Oscar e Arthur Milton Insuela, Thiago Arantes, Rafael Kassar (SR de Corumbá) e Gastão Lemos Monteiro Fernando Faria, Ruy Fachini Filho, Vinicius e Victor Faria Dona Claudete Mendes, Ruy Fachini Filho, Renata Mendes e Marley Faria Túlio Stuhrk, Michael Korski (Sesi), Vanessa Korski e Ana Luiza Stuhrk Luiz Carlos Azambuja Filho e esposa, e casal Korski Durante a solenidade de posse foi entregue ao acervo do sindicato um livro de ata de um período festivo da entidade, promovido por um departamento feminino da época. Nele há registro, por exemplo, de ume festa junina em 18.06.1986, quando os noivos foram Dr. Hélio e Dona Cíntia Coelho. Na foto Irone Alves Ribeiro, com Lúcia Metello, Ana Jô Metello, Oscar e Eduardo Riedel, que sugeriram a retomada do departamento responsável por uma fase de ouro do Sindicato Rural de Campo Grande. 12 INSTITUCIONAL CAMPO GRANDE-MS, ABRIL DE 2013 O Sindicato Rural de Campo Grande é seu, produtor. Seja qual for a sua área de atuação ou o porte da propriedade, o Sindicato trabalha para que você ganhe benefícios, prestígio e credibilidade. Com os produtores rurais unidos, o Sindicato pode representá-los melhor, atendendo as expectativas e necessidades dos mais variados segmentos. A diretoria trabalha para fortalecer a coesão entre os produtores, o Sindicato e as entidades de classe com a Famasul, a Acrissul, a CNA e outros sindicatos do Estado e do País. Mas não é só isso, entende ainda que a proximidade do Sindicato com a sociedade é vital para o fortalecimento da classe. E para que essa força seja maior, o Sindicato conta com você que ainda não é associado. Venha se somar para que juntos possamos ganhar espaço e tornar o caminho da sua e da nossa jornada ainda mais fácil. Associe-se SINDICATO RURAL DE CAMPO GRANDE Rua Raul Pires baerbosa, 116, bairro Miguel Couto (67) 3341-2696 - 79040-150 - CAMPO GRANDE - MS WWW.SRCG.COM.BR NOTÍCIAS CAMPO GRANDE-MS, ABRIL DE 2013 Prazo para entrega da DAP é prorrogado para 30 de abril em Mato Grosso do Sul Foi divulgada no Diário Oficial do Estado, de quarta-feira (26), a prorrogação do prazo de entrega da Declaração Anual do Produtor Rural (DAP). Agora, o produtor tem até o dia 30 de abril para entrega da DAP relativo ao ano-base de 2012. O limite anterior expirava no dia 30 de março. “Com esta data, o produtor precisa ficar atento, caso contrário o atraso na entrega desta declaração poderá implicar em multas e até impedir a emissão do GTA (Guia de Trânsito Animal) e Nota Fiscal”, é o que aconselha a assessora jurídica da Federação da Agricultura e Pecuária (Sistema Famasul), Ana Cecíliade Freitas Pires Pereira. A assessora também acrescenta que, como consta na legislação, o produtor rural poderá sua inscrição estadual cancelada se deixar de apresentar a DAP, relativa ao ano anterior, na forma e no prazo determinados pela Secretaria da Fazenda, o que poderá trazer inúmeras implicações tributárias. Além disso, a revalidação cadastral da inscrição estadual só será feita com apresentação do DAP. Não houve nenhuma alteração quanto à obrigatoriedade da entrega da DAP anualmente. Desde 2011 não há necessidade de informar nela a movimentação do rebanho bovino. O programa para preenchimento e entrega da DAP fica permanentemente disponível no site da Sefaz e a entrega do arquivo referente à DAP ano-base 2012 já está liberada desde 01/01/2013. É possível baixar o programa através do link http://www.sefaz.ms.gov.br/index. php?inside=1&tp=3&comp=&show=4914 NOVOS ASSOCIADOS Alcindo de Macedo, Maria Cristina Moraes D´Ávila, Ivan Siqueira de Barros e Cláudio Henrique Vianna Stuhrk 13 SENAR-MS • Cursos Oferecidos em ABRIL Curso: Beneficiamento e Transformação da Mandioca Data: 10/04 a 12/04 Local: Campo Grande, SRCG Vagas: 12 – Carga horária: 24 hs. Curso: Análise e classificação de grãos Data: 18/04 a 20/04 Local: Adames Vagas: 15 – Carga horária: 24 hs Curso: Artesanato em fibra de bananeira Data: 22/04 a 26/04 Local: Rochedo, km 190 Vagas: 12 – Carga horária: 24 INFORMAÇÕES: (67) 3341-2151, SINDICATO RURAL DE CAMPO GRANDE “O que interessa mais à sociedade do que ver o campo produzindo e abastecendo o País?” No trânsito sempre sinalize suas intenções. Dê seta antes de qualquer conversão. Depois, pode ser tarde demais. 14 PECUÁRIA LEITEIRA CAMPO GRANDE-MS, ABRIL DE 2013 FOTOS | ANA RITA BORTOLIN | VIA LIVRE Produtores da Venezuela visitam propriedade leiteira em MS U ma comissão de produtores rurais selecionada pelo Instituto Nacional de Investigación Agropecuaria (INIA), da Venezuela, realizou um intercâmbio de conhecimento com o Brasil durante os dias 4 e 16 de março. Umas das propriedades visitadas, referência na produção de leite em Mato Grosso do Sul, foi a Estância Alvorada, do secretário do Sindicato Rural de Campo Grande, Wilson Igi. Durante a visita, o grupo pode conhecer como funciona o processo de produção de leite realizado com planejamento e tecnologia. Baseado em dados coletados em 2011 a média brasileira de produção de leite por vaca por dia era de 3,67 litros, enquanto a média da Estância era de 7,4 litros. “Nós gostamos muito de receber visitantes in- Produtores rurais da Venezuela conhecem bezerreiro instalado na propriedade de Nova Alvorada teressados em conhecer melhor como é produzido o leite em mato Grosso do Sul”, disse Wilson Igi, ao recepcionar a delegação estrangeira. Localizada no município de Nova Alvorada do Sul, atualmente a propriedade produz 600 litros de leite diários com uma média de 14,3 litros por vaca. As vacas são alimentadas em um sistema rotacionado de pasto de mombaça e braquiária. Durante a estação chuvosa a nutrição dos animais é suplementada com concentrado e durante o período seco com cana-de-açúcar corrigida mais o concentrado. O solo é corrigido para elevar à saturação de base e adequar a quantidade de fósforo para formar um pasto apropriado. As vacas são alimentadas, vacinadas e recebem tratamento imediato em casos clínicos. Todo esse cuidado chamou a atenção de Kazandra Barreto que trabalha em uma unidade de leite da Venezuela. “O que mais gostei foi a preocupação com o bem estar animal, dar condições para o animal e assim aumentar a produção de leite. Notei que mesmo com recursos locais se o sistema for bem organizado o resultado é bom”, afirmou. Para o médico veterinário da Foa Agronegócio, empresa venezuelana que acompanhou a visita, Jorge Rosas, esse intercâmbio de conhecimento é muito importante. “Para nós é preciso que os produtores rurais entendam que algumas recomendações são necessárias, conhecendo o método de trabalho brasileiro eles podem criar um parâmetro de comparação que antes não existia”, explicou. PECUÁRIA LEITEIRA 15 CAMPO GRANDE-MS, ABRIL DE 2013 Sindicato Rural promove seu 16º Encontro Técnico do Leite dia 20 maio em Campo Grande O Sindicato Rural de Campo Grande (SRCG) promove no próximo dia 20 de maio, o 16º Encontro Técnico do Leite, o evento irá reunir pesquisadores e produtores rurais com o objetivo facilitar a troca de informações e promover o desenvolvimento da cadeia produtiva do leite em Campo Grande. O encontro será realizado no Auditório do SRCG e tem inicio às 7 horas. O primeiro a ministrar palestra é o Engenheiro Agrônomo, Vicente Nogueira Netto, coordenador da Câmara de Leite da Organização das Cooperativas do Brasil (OCB), que vai falar sobre o cenário atual e futuro do leite no Brasil. Após o debate sobre o tema haverá um Milk Break, uma refeição composta só por produtos derivados do leite. Com o tema “suplementação de vacas leiteiras em pastejo”, o engenheiro agrônomo, pós-doutor em Nutrição de Ruminantes, Alexandre Pedroso, fala sobre a importância do cuidado na escolha da pastagem para a melhor nutrição e alimentação de bovinos leiteiros. Alexandre atualmente é pesquisador da EMBRAPA Pecuária Sudeste, onde atua nas áreas de nutrição de precisão e manejo de sistemas de produção sustentáveis de leite e corte. Após o almoço o engenheiro agrônomo, Marco Penati, ministra um seminário sobre o manejo do pastejo rotacionado em um sistema de produção de leite. Os participantes poderão debater sobre o tema e trocar experiências após a palestra. O evento segue com a palestra do pesquisador da Embrapa Cerrados, Lourival Vilela, que fala sobre a correção do solo e a adubação de pastagens para vacas leiteiras. No período da tarde os participantes participam de outro Milk Break. Para encerrar o ciclo de palestras o professor o Mirton José De Frota Morenz, fala sobre as alternativas para a suplementação alimentar das vacas não lactantes com o tema: “cana , ureia e concentrado para vaca sem lactação”. Para marcar o fim do evento haverá um coquetel de confraternização ao som da banda Camalotes. MAIS INFORMAÇÕES: Sindicato Rural de Campo Grande (67) 3341-2151 – www.srcg.com.br LEITE AO PRODUTOR | MARÇO DE 2013 16 EVENTOS CAMPO GRANDE-MS, ABRIL DE 2013 APOIO: CAMPO GRANDE-MS, ABRIL DE 2013 EVENTOS 17 PROGRAMAÇÃO 7:00hs: Entrega de credencial e material de apoio. 7hs30: Abertura Oficial dos Trabalhos 8H ÀS 9H TEMA: “ASPECTOS AMBIENTAIS DE INTERESSE PARA A PECUÁRIA DE CORTE”. PALESTRANTE : ROBERTO RICARDO MACHADO GONÇALVES DIRETOR DESENVOLVIMENTO- SEMAC 9H ÀS 9H15 - DEBATE 9h15 às 09h30 - TEMA: BLOCOS MULTINUTRIENTES UMA INOVAÇÃO DA SUPLEMENTAÇÃO BOVINA. PALESTRANTE: JOSE ANTONIO GAITAN GUZMAN Engenheiro Agronomo – Escola Agricola Panamericana – Honduras. Mestrado – Nutrição Animal, Universidade Federal de Viçosa – MG, ph.d Nutrição Animal – University of Reading. Inglaterra. Atividades; Pesquizador da Embrapa – CNPSA Santa Catarina- Diretor Técnico Vitalblocks Ltda. 9h30 às 10h INTERVALO 10h às 10h45 TEMA= RESPONSABILIDADES, OBRIGAÇÕES E COMPENSAÇÕES AMBIENTAIS PARA A PROPRIEDADE RURAL PALESTRANTE: RAMAO EDISON FAGUNDES JARDIM Engenheiro Agrônomo especialista em Gestão Ambiental.Atualmente Presidente do CMMA – Conselho Municipal de Campo Grande-MS-20011-2013;Atuante em Licenciamento Ambiental, Defesas Administrativas perante Incra-SemaIbama- Agente Planejador em Projetos Ambientais e Outros, Participação em Estudos Ambientais, EAP (Frigoríficos e curtumes), EIA-Rima, (usina de cana) RAP (pequenas Industrias), Autorizações e Declarações Ambientais (APP e Reservas Legais). 10h45 às 11h Debates 11h00 Almoço 13h às 13h45 TEMA : “REPRODUTOR BOM É INVESTIMENTO”. PALESTRANTE: ADRIANO GARCIA Gerente ABCZ-ETR/CGR- Médico Veterinário formado pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul UFMS;Pós-Graduado em Julgamento Morfológico de Zebuínos pela FAZU de Uberaba-MG;Gerente da ABCZ - Campo Grande-MS desde 2004; Jurado Efetivo do Colégio de Jurados das Raças Zebuínas da ABCZ;Técnico de Campo da ABCZ desde 2001. 13H45 ÀS 14H – DEBATES 14H ÀS 14H45 TEMA : “ FERRAMENTAS DE SELEÇÃO DE ZEBUÍNOS”. PALESTRANTE:JULIANA FERRAGUTE LEITE Zootecnista pela Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos FZEA/USP (2009) e MBA em Marketing pela Fundace/USP de Ribeirão Preto/SP. Trabalha na Associação Nacional de Criadores e Pesquisadores (ANCP) desde 2009, já atuou como consultora, dando assistência técnica em melhoramento genético para as fazendas associadas e atualmente ocupa o cargo de gerente técnica. Gerente Técnica ANCP 14H45 às 15H - INTERVALO 15H ÀS 15H45 TEMA: FISCALIZAÇÃO DO TRABALHO NO CAMPO PALESTRANTE: WALLACE PACHECO FARIA Chefe da Seção de Inspeção do Trabalho e atuou por dez anos como auditor fiscal, atual Superintendente adjunto do Ministerio do Trabalho 15H45 ÀS 16H DEBATES E ENCERRAMENTO Associado em dia com sua anuidade/ contribuição sindical estará isento do pagamento da taxa de inscrição. 18 COLUNA JURÍDICA CAMPO GRANDE-MS, ABRIL DE 2013 A Norma Regulamentadora do Trabalho nº 31/2005 e os equipamentos de proteção individual Na edição de 12/2005 noticiamos, neste espaço, que havia sido aprovada a Norma Regulamentora nº 31 de Segurança e Saúde no Trabalho, que instituía a obrigatoriedade de uso de equipamentos de proteção individual pelo trabalhador, no âmbito rural. Na edição de 04/2011 voltamos a tratar desse assunto e na edição do mês seguinte alertamos quanto às edificações e instalações rurais. Agora, passados 8 anos, voltamos a trazer esse assunto à pauta, porque os auditores do Ministério do Trabalho já estão fiscalizando as propriedades rurais. Com base nessa NR. 31/2005, estão sen- do solicitados à apresentação, os atestados médicos admissional, o periódico anual e o demissional, as notas fiscais que comprovam a compra de EPIs (equipamentos de proteção individual) e os recibos de entrega aos empregados desses EPIs (deve constar em seus textos que os empregados comprometem-se a utilizá-los em serviço). Os EPIs que estão solicitados são: óculos de segurança para proteção dos olhos contra impactos e partículas (em atividade com máquinas, tratores e conserto e construção de cercas de arame), luva de segurança para proteção das mãos contra agentes cortantes e perfurantes, perneira de segurança para proteção da perna contra agentes cortantes e perfurantes, calçado de segurança para proteção contra impactos de quedas de objetos (botinas e botas de borracha), BOLETIM INFORMATIVO | Abril 2013 Mão-de-obra e serviços SALÁRIO MÍNIMO RURAL: R$ 700,00 Técnico Agrícola Inseminador Encarregado de Máquinas Operador de Máquinas de Esteira Tratorista - pneus Motorista Capataz de Campo Retireiro Peão Campeiro (tralha própria) Praieiro/Caseiro (serviços manuais) Cozinheira Diária Bruta (empreiteiro) Doma de Cavalo (gratificação) Aceiro Leve/KM (pé da cerca) Aceiro Pesado/KM (1,5 mts cada lado) Roçada de Pasto Pesado/Há (manual) Roçada de Pasto Leve/Há (manual) Tirar e Lampinar Poste Tirar e Lampinar Firme Tirar e Lampinar Palanque (3,20mts) Fincar Poste 4 fios c/ balancins Fincar Poste 4 fios s/ balancins Trator de Esteira D-4 / hora Trator de Esteira D-6 / hora Trator de Pneu Traçado 140 CV acima/hora Pá carregadeira W-20 / hora Motoniveladora / hora Caminhão Caçamba Trucado / hora Caminhão Caçamba Toco / hora Colheita de Grãos (mecanizada) MÉDIA/R$ N° INFORMAÇÕES 1.128,19 02 700,00 02 742,23 01 1.196,79 04 700,00 04 721,45 02 1.218,91 06 700,00 05 700,00 07 700,00 04 700,00 04 27,51 02 296,96 03 3,94 03 6,21 05 3,94 03 3,94 03 167,55 01 238,78 03 133,07 01 119,00 01 179,53 01 77,79 02 59,83 02 5 a 8% do Valor do Produto FONTE: Convenção coletiva de trabalho, com vigência no período de 01/07/12 a 28/02/14 e o novo piso salarial do empregado rural do Estado de Mato Grosso do Sul - FAMASUL/FETAGRI, desde 28 de fevereiro de 2013. OBSERVAÇÕES:- TODOS O VALORES CONSTANTES NESTE BOLETIM, SÃO VALORES BRUTOS SEM QUAISQUER DESCONTOS, JÁ ACRESCIDOS DE TODOS OS BENEFÍCIOS. Em caso de moradia familiar, observar as condições sanitárias adequadas, com fossa séptica afastada da casa e do poço de água, em lugar livre de enchentes e à jusante do poço em local afastado pelo menos de 50 metros de construções destinadas a outros fins. Nos casos de alojamento, manter as instalações sanitárias compostas de vasos sanitários e lavatórios na proporção de um conjunto para cada 40 trabalhadores ou fração, devendo ter portas de acesso que impeçam o devassamento e ser construídas de modo a manter o resguardo conveniente, ser separadas por sexo, estar ligadas a sistema de esgoto. Quanto aos locais para refeições, que tenham boas condições de higiene e conforto. Em relação a camas e colchão, que fiquem separados por no mínimo um metro, sendo permitido o uso de beliches, mas limitados a duas camas na MERCADO AGROPECUÁRIO mesma vertical, com espaço livre mínimo de 110 centímetros MERCADO BOVINO | BOI acima do colchão. Quanto aos Praça Arroba Kg carcaça locais para preparo de refeições, Campo Grande R$ 94,00 R$ 6,26 devem ser dotados de lavatórios, de sistema de coleta de lixo e de MERCADO BOVINO | VACA instalações sanitárias exclusivas Praça Arroba Kg carcaça para o pessoal que manipula Campo Grande R$ 85,00 R$ 5,66 alimentos e sem ligação direta com os alojamentos. Em relação Obs: Cotações de 03/04, para pagamento à vista, livre de Funrural. Fonte: Beefpoint a lavanderia, deve conter tanque e água limpa, em local coberto, ventilado e adequado para que MERCADO FUTURO (BM&F) - DIA 03/04 os trabalhadores alojados possam cuidar das roupas de uso Venc. Ajuste pessoal. (R$/@) Var. (R$) Maio/13 96,71 0,25 Fica aqui o alerta para o proJunho/13 97,07 0,14 dutor rural prevenir-se, cumJulho/13 98,05 0,25 prindo além das normas acima, os direitos trabalhistas, como Esalq/BM&F - Boi gordo registrar imediatamente o traData Vista Prazo balhador, desde o primeiro dia 02/01 99,47 100,09 de trabalho, mesmo que seja 01/04 99,23 100,17 28/03 99,29 100,00 feito contrato de experiência. É errôneo, sem amparo legal, o Fonte: BeefPoint, IEA, CentroBoi, Faeg, Deral/Seab/PR, entendimento de que o registro Minas Bolsa, Banco Central e BM&F do contrato de trabalho deve LEITE PAGO AO PRODUTOR: ser feito após expirar o contrato Ver Tabela Conseleite - Pág. 15 de experiência. O empregado não pode ficar nenhum um dia GRÃOS sem registro, até mesmo porque Preço pago ao produtor pode sofrer acidente no trabalho Soja - saca de 60 kg R$ 46,50 (médio) e complicar a vida do empregaMilho - saca de 60 kg R$ 20,00 (médio) dor rural. abafadores auriculares na operação de equipamentos ruidosos, calça de segurança para proteção das pernas contra agentes cortantes ou perfurantes (calça de couro), chapéu que proporcione conforto térmico contra raio solares e capa de chuva. Apresentação da nota fiscal de compra de material de primeiros socorros (esparadrapos, gase esterelizada, atadura, algodão, curativo, álcool, água oxigenada, mertiolate, soro fisiológico, compressas, termômetro, tesoura, pinças, luvas e talas imobilizadoras para braço e perna. Em transporte de trabalhadores em veículo observar que todos os passageiros devem ficar sentados, sendo proibido, em qualquer circunstância, o transporte de pessoas em máquinas e equipamentos motorizados e nos seus implementos acoplados. SUÍNOS Preço pago ao produtor Arroba R$ 39,00 Kg vivo R$ 2,60 Fonte: Ceasa MS - 04/04 - www.ceasa.ms.gov.br Eduardo C. Leal Jardim Assessor Jurídico do SRCG 28.03.2013 SEU DIREITO CAMPO GRANDE-MS, ABRIL DE 2013 19 Declaração Universal dos Direitos do Homem CONSIDERANDO que o reconhecimento da dignidade inerente a todos os membros da familia humana e seus direitos iguais e inalienáveis é o fundamento da liberdade, da justiça e da paz no mundo, CONSIDERANDO que o desprezo e o desrespeito pelos direitos do homem resultaram em atos bárbaros que ultrajaram a consciência da Humanidade, e que o advento de um mundo em que os homens gozem de liberdade de palavra, de crença e da liberdade de viverem a salvo do temor e da necessidade, CONSIDERANDO ser essencial que os direitos do homem sejam protegidos pelo império da lei, para que o homem não seja compelido, como último recurso, à rebelião contra a tirania e a opressão, CONSIDERANDO ser essencial promover o desenvolvimento de relações amistosas entre as nações, CONSIDERANDO que os povos das Nações Unidas reafirmaram, na Carta, sua fé nos direitos do homem e da mulher, e que decidiram promover o progresso social e melhores condições de vida em uma liberdade mais ampla, CONSIDERANDO que os Estados Membros se comprometeram a promover, em cooperação com as Nações Unidas, o respeito universal aos direitos e liberdades fundamentais do homem e a observância desses direitos e liberdades, CONSIDERANDO que uma compreensão comum desses direitos e liberdades é da mais alta importância para o pleno cumprimento desse compromisso, A Assembléia Geral das Nações Unidas proclama a presente “Declaração Universal dos Direitos do Homem” como o ideal comum a ser atingido por todos os povos e todas as nações, com o objetivo de que cada indivíduo e cada órgão da sociedade, tendo sempre em mente esta Declaração, se esforce, através do ensino e da educação, por promover o respeito a esses direitos e liberdades, e, pela adoção de medidas progressivas de caráter nacional e internacional, por assegurar o seu reconhecimento e a sua observância universais e efetivos, tanto entre os povos dos próprios Estados Membros, quanto entre os povos dos territórios sob sua jurisdição. (...) ARTIGO 17 I) Todo o homem tem direito à propriedade, só ou em sociedade com outros. II) Ninguém será arbitrariamente privado de sua propriedade. WWW.SRCG.COM.BR Fone: (67) 3341-2696 - 3341-2151 RUA RAUL PIRES BARBOSA, 116 B. MIGUEL COUTO – CAMPO GRANDE – MATO GROSSO DO SUL 20 ENCONTRO DO LEITE CAMPO GRANDE-MS, ABRIL DE 2013 PROGRAMAÇÃO 7H Entrega de credencial e material de apoio. 7H30 Introdução e Abertura: 08H às 08H45: Cenário Atual e Futuro do leite no Brasil Palestrante: VICENTE NOGUEIRA NETO-Engenheiro Agrônomo, graduado pela Universidade Federal de Viçosa, onde também concluiu seu mestrado em Economia Rural.Atualmente é produtor rural e sócio-director da empresa Tropical Genetica Comércio de Embrioes Ltda. Também atua como coordenador da Câmara deLeite da Organização das Cooperativas do Brasil ( OCB), como residente da Cooperativa de Produtores Rurais do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba(Cotrial) e como Vice-Presidente da Federação Panamericana do Leite ( Fepale).É membro do Comitê Assessor Externo da Embrrapa Gado de Leite (CNPGL); Membro da Câmara Setorial de Leite do Ministerio da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e da Alianza Láctea Global. Atuou como Assessor na Comissão Nacional de Pecuária de Leite da Confederação Nacional de Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), onde também foi chefe doDepartamento Econômico e Coordenador Técnico da Revista Gleba, inclusive representando a CNA no CODEX Alimentarius do Brasil. Atuou comoDiretor do Departamento Econômico da Confederação Brasileira das Cooperativas de Laticínios (CBCL) e, por três mandatos consecutivos, como Presidente daFederação Panamericana de Leite ( FEPALE).Vicente Nogueira participou de missões empresariais vinculadas a atividade leiteira em vários países do mundo e também é autor de varios artigos publicados naárea de Economia Rural. 8H45 ÀS 09H – debates 9H às 9H15 – Milk Break 9h15 às 10h45 – SUPLEMENTAÇÃO DE VACAS LEITEIRAS EM PASTEJO Palestrante: ALEXANDRE PEDROSO –Engenheiro Agrônomo, com Mestrado e Doutorado em Ciência Animal e Pastagens e Pós-Doutorado em Nutrição de Ruminantes. Atuação profissional destacada em nutrição e alimentação de bovinos leiteiros e de corte, participando e conduzindo diversos projetos de pesquisa e publicando mais de 50 artigos técnicos e científicos nos últimos 10 anos. Atualmente é pesquisador da EMBRAPA Pecuária Sudeste, onde atua nas áreas de Nutrição de Precisão e Manejo de Sistemas de Produção Sustentáveis de Leite e Corte. 10h45 às 11h15 debates 11h15 ÀS13H - ALMOÇO Dia 20 de Maio Local: Sindicato Rural de Campo Grande 13H ÀS 14H30 – MANEJO DO PASTEJO ROTACIONADO EM UM SISTEMA DE PRODUÇÃO DE LEITE PALESTRANTE: MARCO PENATI- FormadoemEngenhariaAgronômicapela ESALQ/USP em1989DoutoremCiência Animal e Pastagenspela ESALQ/USP em 2001 Atual é pesquisador e professor do Centro de Treinamento de RecursosHumanos do Depto de Zootecnia da ESALQ 14H30 ÀS 14H45 - DEBATES 14H45 ÀS 15H45 – CORREÇÃO DO SOLO E ADUBAÇÃO PASTAGENS P/ VACAS LEITEIRAS PALESTRANTE: LOURIVAL VILELA-EMBRAPA CERRADOS 15H45 ÀS 16H DEBATES 16H ÀS 16H15 – MILK BREAK MAIS INFORMAÇÕES: SINDICATO RURAL DE CAMPO GRANDE - a(67) 3341-2151 www.srcg.com.br 16H15 ÀS 17H15 - CANA , UREIA E CONCENTRADO PARA VACAS EM LACTAÇÃO PALESTRANTE: MIRTON JOSÉ DE FROTA MORENZ- Atuou como professor Adjunto na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro de 2006 a 2010, ministrando aulas para os cursos de graduação em Agronomia, Zootecnia e Licenciatura em Ciências Agrícolas, e pós-graduação em Zootecnia. Ingressou na Embrapa Gado de Leite em 2010, no cargo de Pesquisador A. Tem experiência na área de Zootecnia, com ênfase em Nutrição e Alimentação Animal, atuando principalmente nos seguintes temas: nutrição de ruminantes, avaliação de alimentos para ruminantes; avaliação de sistemas de produção a pasto, dinâmica da fermentação ruminal; uso de indicadores na estimativa do consumo de matéria seca de bovinos, produção de leite a pasto e produção sustentável. 17H15 ÀS 17H30 – DEBATES 17H30 ÀS 22HS – COQUETEL DE ENCERRAMENTO COM A BANDA CAMALOTES