1 1 INTRODUÇÃO A normalização bibliográfica é um instrumento necessário para a apresentação de trabalhos acadêmicos e científicos em instituições de ensino e pesquisa. O órgão internacional responsável pela normalização bibliográfica é a ISO (International Organization for Standardization), sediada em Genebra, Suiça. Esta organização incentiva a formação de órgãos nacionais que adaptam suas normas às necessidades locais. A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) é o órgão representante da ISO no Brasil. A presente publicação determina as normas e padrões a serem seguidos na apresentação de trabalhos elaborados no curso de Jornalismo da Faculdade de Comunicação Social “Jornalista Roberto Marinho” (Facopp). Esta publicação é baseada nas normas sobre Documentação da ABNT e no Manual de Normas e Padrões para apresentação de trabalhos acadêmicos e científicos da Unoeste. A normalização bibliográfica, assim como, a padronização dos elementos pré-textuais e textuais de trabalhos acadêmicos e científicos, é importante para o controle bibliográfico mundial e para o intercâmbio de informações na comunidade científica, pois definem os dados necessários para a identificação do documento e sua forma de apresentação, facilitando a descrição em bases de dados e a utilização pelos pesquisadores. 1 2 2 REGULAMENTO CAPÍTULO 1 – EMENTA DA DISCIPLINA A disciplina Projetos Experimentais em Jornalismo, pela Resolução número 002/84 do Conselho Federal de Educação, tem carga horária mínima de 272 (duzentas e setenta e duas) horas. É classificada como disciplina obrigatória do currículo pleno do curso de Comunicação Social, habilitação em Jornalismo. CAPÍTULO 2 – CARACTERIZAÇÃO ART. 1 – Está apto a se matricular nesta disciplina, o discente regularmente matriculado no oitavo termo do curso de Bacharelado em Comunicação Social, tendo cumprido todos os pré-requisitos estabelecidos, o que significa a não existência de nenhuma dependência ou pendência de disciplinas nos semestres anteriores (incluindo adaptações), bem como ter cumprido pelo menos 150 horas de atividade complementar. ART. 2 – Os Projetos Experimentais, em conformidade com a Resolução número 002/84 do Conselho Federal de Educação, compreenderão a produção, no último semestre do curso, de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), dentro da habilitação específica em Jornalismo, para rádio, televisão, internet, publicações impressas (jornais, revistas, livros) e, ainda, em Assessoria de Imprensa. ART. 3 – Os Projetos Experimentais em Jornalismo têm o objetivo de permitir ao aluno correlacionar e aprofundar os conhecimentos teórico-práticos adquiridos ao longo do curso. PARÁGRAFO PRIMEIRO – Por Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) entende-se a produção de uma peça prática (material impresso, jornal, revista, livroreportagem, livro de fotojornalismo, CD de áudio, vídeo, fotografia, página eletrônica, 2 3 planejamento e/ou execução de programa em Assessoria de Imprensa e projetos na área de comunicação) acompanhada de memória escrita, de caráter descritivo, e de uma reflexão teórica para embasamento da peça produzida. PARÁGRAFO SEGUNDO – O memorial descritivo e a fundamentação teórica são complementares e indissolúveis da peça produzida, e devem obedecer às normas técnicas do Manual da Facopp. PARÁGRAFO TERCEIRO – Para que os TCCs tornem-se públicos e assim acrescentem saberes e fazeres científicos aos currículos dos egressos, é sugerida a produção de um artigo científico em conjunto com o orientador sobre a temática estudada para análise e possível publicação na Revista Identidade Científica (em versão eletrônica), que é um órgão oficial de divulgação das pesquisas realizadas pela Faculdade de Comunicação Social “Jornalista Roberto Marinho” de Presidente Prudente (Facopp). O artigo científico deve ser redigido seguindo as normas estipuladas pela revista. ART. 4 – Os Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC) deverão ser realizados em equipes compostas de três a cinco alunos, de acordo com sua complexidade. Casos excepcionais serão decididos pela Coordenação. PARÁGRAFO PRIMEIRO – Membros da equipe que não desenvolverem ou apresentarem sua parte no Trabalho de Conclusão de Curso a contento do orientador, da Banca de Qualificação ou da Banca de Avaliação poderão ser individualmente reprovados em qualquer etapa – da produção à defesa pública do TCC. Cada integrante fará a defesa individual de sua parte no trabalho coletivo, perante a Banca de Avaliação, e será avaliado individualmente. PARÁGRAFO SEGUNDO – Na etapa de execução, o orientador poderá reprovar um ou mais membros da equipe, por insuficiência de aproveitamento escolar (frequência e/ou nota). A reprova também poderá ocorrer na Banca de Qualificação, caso essa avalie que a equipe não terá condições de promover as correções e/ou ampliação necessárias à aprovação do TCC, no decorrer do 3 4 semestre letivo e no prazo previsto pelo Artigo 15 deste Regulamento. Nesses casos de reprova, é necessário atribuir nota ao aluno. CAPÍTULO 3 – ORIENTAÇÃO ART. 5 – A Facopp oferecerá as vagas necessárias para os Projetos Experimentais em Jornalismo. ART. 6 – Cada professor da Facopp poderá orientar, no máximo, dois TCCs por semestre. ART. 7 – Os trabalhos deverão ser, preferencialmente, orientados por professores que tenham habilitação específica na área e atuação ligada à temática escolhida pelo(s) aluno(s). PARÁGRAFO PRIMEIRO – Caberá à Coordenação dos Projetos Experimentais a escolha do professor orientador para cada projeto, observando critérios de habilitação profissional, experiência na área, afinidade temática e interesse demonstrado pelas equipes. ART. 8 – Os trabalhos deverão ser orientados em sala de aula, pelos professores orientadores. A frequência mínima exigida dos alunos é 75%, comprovada mediante lista de presença assinada por aluno e professor. A nota mínima para a aprovação é seis (6,0). ART. 9 – A mudança de orientador, em qualquer etapa do trabalho, só será permitida por motivo relevante, a critério da Coordenação. Equipes que desejem solicitar troca de orientador devem encaminhar ofício à Coordenação, expondo os motivos da solicitação. A decisão cabe à coordenação. CAPÍTULO 4 – COORDENAÇÃO ART. 10 – A Coordenação de Projetos Experimentais em Jornalismo será nomeada pela Direção da Facopp, em cumprimento ao Regimento Geral da Unoeste. 4 5 ART. 11 – O coordenador deve fazer cumprir o Regulamento dos Projetos Experimentais em Jornalismo, atender e orientar alunos durante o desenvolvimento dos TCCs, acompanhar o trabalho de orientação desenvolvido pelos professores orientadores, definir cronogramas de atividades, planejar as etapas de qualificação e defesa pública dos trabalhos, lançar as avaliações da disciplina e realizar outras atividades necessárias para seus fins. ART. 12 – Cada equipe deverá entregar à Coordenação dos Projetos Experimentais, em prazo por ela estipulado, um anteprojeto que detalhe o TCC que pretende desenvolver. Além da temática e da peça prática a ser desenvolvida, o documento deverá conter: problematização, objetivos, justificativa, metodologia de trabalho, revisão de literatura, cronograma de desenvolvimento das atividades, orçamento, referências bibliográficas e o nome de três professores como sugestão para orientação. CAPÍTULO 5 – AVALIAÇÃO ART. 13 – Os critérios de avaliação dos Projetos Experimentais em Jornalismo, em última instância e em qualquer foro de discussão, são os previstos no sistema de aprovação da graduação constantes do Regimento Geral da Unoeste, no qual o orientando deverá atingir a média mínima de seis (6,0) pontos. ART. 14 – Flagrantes de plágio significam reprova do aluno em qualquer etapa do processo. ART. 15 – O processo de avaliação começa no início das atividades. Durante todo o período de desenvolvimento dos TCCs, os orientadores avaliarão a participação e frequência de cada um dos membros das equipes. Cabe ao orientador reprovar alunos que não cumpram com todos os requisitos necessários à boa execução dos trabalhos e também a indicação do trabalho para a Banca de Qualificação no período determinado pela Coordenação de TCCs. 5 6 ART. 16 – Encerrada a etapa de produção, o processo de avaliação prossegue com os TCCs sendo apreciados pela Banca de Qualificação. Cabe a cada equipe entregar 3 cópias do TCC à Hemeroteca, em data pré-fixada, para encaminhamento às Bancas de Qualificação. ART. 17 – As Bancas de Qualificação serão compostas por dois professores da Facopp, designados pela Coordenação. Os orientadores dos trabalhos, embora não façam parte da Banca de Qualificação, devem acompanhar as equipes, para que estejam cientes de alterações e/ou complementação propostas pela Banca. PARÁGRAFO ÚNICO – As orientações da Banca de Qualificação devem ser apresentadas aos orientandos em reunião na qual, além do orientador e da equipe, estejam presentes os dois membros da Banca. As equipes terão o prazo máximo de 15 dias para as correções necessárias, segundo calendário estipulado pela Coordenação. ART. 18 – A Banca de Qualificação poderá reprovar trabalhos, conforme o disposto no Artigo 3, parágrafo segundo. Se isso ocorrer, os membros da Banca deverão elaborar um documento justificando a reprova. Uma vez qualificado para a Banca de Avaliação e depois de efetuadas as correções, o trabalho será por ela avaliado. ART. 19 – Findo o prazo para correção, as equipes deverão entregar a versão final dos TCCs, em 3 cópias, depositadas na Hemeroteca da Facopp, para que sejam encaminhados aos membros da Banca de Avaliação. ART. 20 – A composição da Banca de Avaliação é a mesma da Banca de Qualificação. Caso haja impedimento à participação de algum membro da Banca de Qualificação na Banca de Avaliação, a Coordenação designará outro professor para substituí-lo. PARÁGRAFO ÚNICO – Os critérios para avaliação dos TCCs são: 6 7 Relevância social: contribuição da peça prática à comunidade e contribuição do conjunto do trabalho (parte teórica e peça prática) ao estudo e desenvolvimento do Jornalismo; Qualidade (referente ao conjunto do trabalho): aderência à habilitação em Jornalismo, suficiência dos conceitos teóricos, conteúdo da peça prática, adequação às linguagens acadêmica (parte teórica) e jornalística (peça prática), apuro técnico na peça prática, adequação às normas e padrões da Unoeste para apresentação de trabalhos acadêmicos, adequação à Língua Portuguesa; Defesa (apresentação e desempenho na fase de argüição); Originalidade. ART. 21 – O processo de atribuição de notas envolve as seguintes etapas: 1) avaliação de cada aluno pelo orientador, referente à sua participação na execução geral do trabalho; 2) avaliação pela Banca de Avaliação, referente ao conjunto do trabalho (parte teórica e peça prática); 3) avaliação pela Banca de Avaliação, referente à apresentação e defesa pública do TCC. Do conjunto das três avaliações, será tirada a média geral do aluno. PARÁGRAFO PRIMEIRO – As apresentações e defesas dos trabalhos deverão ocorrer em datas marcadas pela Coordenação dos Projetos Experimentais. O tempo de duração para as Bancas de Avaliação é de 65 minutos, assim distribuídos: 20 minutos para apresentação do trabalho, 20 minutos para arguição, 5 minutos para considerações finais da Banca, 5 minutos para considerações do orientador, 5 minutos para considerações finais dos acadêmicos, 10 minutos para atribuição das notas e proclamação dos aprovados pela Banca. PARÁGRAFO SEGUNDO – Os orientadores deverão encaminhar à Coordenação, no prazo determinado, a nota atribuída a cada um dos alunos integrantes da equipe. A Coordenação designará o presidente da Banca de Avaliação e a ele entregará o Documento para Registro das Notas, já contendo as notas dos orientadores, de modo que a Banca de Avaliação possa efetuar a média 7 8 final dos alunos. Esse documento deve ser entregue à Secretaria da Facopp após o encerramento das Bancas. PARÁGRAFO TERCEIRO – O presidente da Banca de Avaliação encerrará as atividades declarando publicamente os alunos aprovados, sem divulgar as notas. A publicação das notas será feita pela Secretaria da Facopp em até 48 horas após a Banca de Avaliação, mediante a entrega pelos alunos de 2 (duas) cópias do TCC encadernadas em capa dura, 2 (duas) cópias das peças práticas produzidas, 2 (duas) cópias do trabalho completo em PDF (monografia + arquivo digital da peça prática) em CD-ROM, para que integrem o acervo da Hemeroteca e autorização individual para publicação ou não da obra no Portal da Facopp. PARÁGRAFO QUARTO – Os grupos deverão entregar ainda, até 48 horas após a Banca de Avaliação, uma (1) cópia impressa do artigo científico revisado pelo orientador e também uma cópia do mesmo em CD-ROM para possível publicação na revista Identidade Científica. ART. 22 – Os casos não previstos neste Regulamento serão resolvidos pela Coordenação dos Projetos Experimentais em Jornalismo. Persistindo o problema, ele deverá ser levado à apreciação do Colegiado da Facopp. Presidente Prudente, fevereiro de 2011. 8 9 3 ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS A capa é uma proteção física do trabalho e serve como primeiro fator de identificação do mesmo. As informações da capa devem ser simples, breves e claras e não devem apresentar enfeites, efeitos, letras góticas ou artísticas. As margens da página de capa apresentam as seguintes medidas: - borda superior – 3 cm; - esquerda – 3 cm; - direita – 2 cm; - borda inferior – 2 cm. Já os elementos da capa são distribuídos da seguinte maneira: A 3 cm da borda superior (Nome da Instituição, Faculdade e Departamento). A 10 cm da borda superior (Título e subtítulo, em letras maiúsculas, negrito, fonte tamanho 16). A 15 cm da borda superior (Autoria, em letras maiúsculas, negrito, fonte tamanho 16.). Os nomes dos autores devem aparecer alinhados a partir da primeira letra do nome e devem ser escritos de forma completa sem abreviaturas. A 2 cm da borda inferior (Local – cidade e estado e data centralizados). 9 10 A folha de rosto contém os mesmos elementos da capa, acrescentando-se a natureza do trabalho, a área de concentração e o nome do orientador. A natureza do trabalho visa esclarecer se o mesmo se trata de um Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação), Monografia (Especialização), Dissertação (Mestrado) ou Tese (Doutorado e Livre-docência). No mesmo parágrafo indica-se o curso de Graduação ou Pós-graduação, além da área de concentração. A informação sobre a natureza do trabalho deve ser colocada depois do nome do autor, alinhado à direita e em espaços simples. A folha de aprovação é um item indispensável para a informação completa nos trabalhos de graduação e pós-graduação. Ela deve apresentar nome do autor, título, data da aprovação, nome completo dos membros da banca, com a titulação e identificação do orientador. Deve constar também local para assinatura da banca, além do nome da instituição, local e data. Os nomes dos membros da banca devem aparecer na seguinte ordem: presidente da banca; membros da banca e orientador. Já as páginas preliminares contêm elementos, cuja presença no trabalho é opcional. Essas páginas são contadas, mas não numeradas. Cada elemento deve ocupar uma página isolada. Os elementos que compõem as páginas preliminares são dedicatória, agradecimentos e epígrafe. A dedicatória, normalmente, é um texto curto, em que o autor homenageia alguém ou dedica seu trabalho a esta pessoa. O agradecimento expressa o reconhecimento da participação de pessoas e instituições na elaboração do trabalho. Caso o TCC seja realizado por mais de um autor, a dedicatória e o agradecimento devem ser apresentados em conjunto, ficando proibida a confecção de um texto para cada autor. A epígrafe inclui a citação de um pensamento, de preferência relacionado ao assunto do trabalho e que reflita o pensamento ou a intenção do autor na realização da pesquisa. 10 11 O resumo é a apresentação concisa dos pontos relevantes de um texto, visando esclarecer o leitor sobre a conveniência de consultar ou não uma obra no todo. O resumo deve apresentar os objetivos, a metodologia, os resultados e as conclusões esperadas. Quanto ao seu tamanho, o resumo deve utilizar de 250 palavras para uma monografia a 500 palavras numa dissertação. Deve-se também ser redigido na 3ª pessoa do singular na voz ativa, em espaços simples, de preferência numa folha única, com opção de parágrafo na 1ª linha. O resumo deve ser apresentado também em sua versão estrangeira do resumo. Tal texto pode ser produzido nos seguintes idiomas: espanhol, francês e inglês. As Listas de Figuras, Tabelas e Siglas devem ser apresentadas na mesma ordem em que aparecem no texto. As listas devem relacionar as ilustrações indicando número, legenda e página da mesma no corpo do trabalho. No entanto, recomenda-se a lista somente quando o número de figuras ou ilustrações for superior a cinco. Deve-se fazer listas separadas para cada tipo em particular. Quanto ao sumário, a palavra sumário deve aparecer centralizado e em caixa alta. A função do sumário é apresentar o conteúdo do trabalho e suas divisões na mesma ordem em que aparece no texto, indicando os títulos das partes e a respectiva página inicial do capítulo, evitando excesso de subdivisões. Sempre que for possível, o sumário deve aparecer numa página única. Já o anexo é um elemento opcional, que aparece ao final do trabalho, colocado depois das referências. Consiste num texto ou documentação, que não é de autoria do autor da pesquisa e serve de fundamentação, ilustração e comprovação da pesquisa. Os anexos devem ser identificados por letras maiúsculas. Assim como o anexo, o apêndice, também deve ser apresentado depois das referências e identificado por letras. O apêndice corresponde a documentos produzidos pelos autores da pesquisa e que não devem estar inclusos no corpo do texto. 11 12 Quanto à disposição dos anexos e apêndices no trabalho, esses elementos serão apresentados de acordo com seu aparecimento no texto, ou seja, quando no corpo do texto aparecer primeiro os anexos, esse elemento virá logo após as referências, seguido pelo apêndice. Já quando os apêndices aparecerem primeiro, esse será colocado após as referências, seguido pelo anexo. 4 TEXTO Segundo o Manual de Normas da Unoeste (2006), o texto do trabalho acadêmico ou científico “deve formar uma unidade com sentido lógico, para que o leitor possa entender a linha de raciocínio do autor”. O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) deve apresentar três partes fundamentais: a introdução, o desenvolvimento e a conclusão. Nessas partes o autor desenvolverá o raciocínio lógico da pesquisa. A Introdução apresenta os objetivos e as intenções do autor na elaboração do trabalho, expondo o tema, o problema, a justificativa, as implicações e os procedimentos adotados no desenvolvimento da pesquisa. Esse texto deve ser sintético e tratar exclusivamente sobre a temática abordada, sem antecipar resultados e conclusões. A introdução é a última parte do trabalho a ser redigida. O desenvolvimento é a parte mais importante do texto, é onde apresenta-se a idéia anunciada na introdução. Essa parte será dividida no número 12 13 necessário de capítulos, seções ou subseções para descrever e esclarecer as informações e procedimentos que compõem o trabalho. Os títulos e subtítulos devem ser temáticos e expressivos, apresentando a idéia exata do que será tratado em cada divisão. A conclusão é a síntese do trabalho. Nessa parte são destacadas as soluções para o problema estudado. Na conclusão, o autor manifesta seu ponto de vista referente aos resultados obtidos, suas conclusões parciais, suas propostas e sugestões referentes aos dados coletados e discutidos. 4.1 Apresentação Gráfica - margem superior: 3 cm; - margem esquerda: 3 cm; - margem direita: 2 cm; - margem inferior: 2 cm. - papel: A4; - tipo da fonte: Arial; - tamanho da fonte: 12; - parágrafo: 2,5 cm; - espaçamento entre linhas: 1,5; - espaçamento entre títulos e texto: 2 espaços de 1,5. - espaçamento entre texto e citação longa: 18 pontos antes e 24 pontos depois. 4.2 Paginação A capa é o único elemento que não é contado nem numerado. São contadas, mas não numeradas, todas as páginas pré-textuais a partir da folha de rosto. 13 14 A numeração é colocada a partir da primeira folha da parte textual (introdução), em algarismo arábico, no canto superior direito da folha, a 2 cm da borda superior. Havendo apêndice e anexo, as suas folhas devem ser numeradas de maneira contínua e sua paginação deve dar seguimento à do texto principal. 4.3 Seções Os títulos das seções ou subseções devem ser separados dos textos que os precedem ou que os sucedem por dois espaços de 1,5. Seções primárias: principais divisões do texto de um documento (denominadas capítulos). Cada seção primária pode ser dividida em seções secundárias, estas em seções terciárias, etc. Os títulos das seções primárias do trabalho (Apresentação, Sumário, Anexos, etc.) aparecem centralizados e em maiúsculo. Títulos de capítulos não são centralizados, iniciando-se na margem esquerda, usando letra maiúscula em todo o título. Os títulos das seções secundárias devem ter todas as iniciais em maiúsculas, e nas seções terciárias somente a inicial da primeira palavra deve ser em maiúscula. Toda seção primária (capítulo) inicia-se na próxima página do trabalho, já as seções secundárias e terciárias iniciam-se na mesma página separada do texto anterior por dois espaços de 1,5. Em nenhum momento é permitido aos autores separar os títulos das seções dos textos correspondentes, quando isso ocorrer o título deve ser transferido para a página seguinte. 4.4 Ilustrações 14 15 As ilustrações compreendem gráficos, fórmulas, lâminas, figuras (desenhos, gravuras, mapas, quadros, fotografias), ou outras formas pictográficas necessárias à complementação e melhor visualização do texto. A NBR 6029 (2002, p. 4) estabeleceu que qualquer ilustração, independente do tipo, é identificada no texto, por meio da palavra Figura seguida de seu número de ordem de ocorrência, no texto, em algarismo arábico, de seu respectivo título e/ou legenda explicativa, em tamanho 12, e da fonte de onde foi extraída a figura, impressos na parte inferior da mesma, em fonte tamanho 10, e espaçamento simples. As ilustrações e tabelas devem ser destacadas do texto por 2 espaço 1,5 antes e depois de sua apresentação. FIGURA 1 – Etiquetas personalizadas para público intermediário Fonte: Pereira et al., 2009, p. 133 4.5 Tabelas Tabelas são utilizadas para apresentação de dados numéricos, principalmente quando compreendem valores comparativos. 15 16 As tabelas devem ser preparadas de maneira que o leitor possa compreendê-las, sem que seja necessário recorrer ao texto, da mesma forma que o texto deve prescindir das tabelas para sua compreensão. O título da tabela deve ser colocado antes do quadro, centralizado, com a palavra tabela em maiúsculo, seguido de número arábico, em fonte tamanho 12. A identificação da fonte de onde foram extraídos os dados utilizados na construção das tabelas deve vir no rodapé da mesma, precedido da palavra "Fonte", em fonte tamanho 10. As tabelas devem ser destacadas do texto por 2 espaço 1,5 antes e depois de sua apresentação. TABELA 1 – Preço Concorrência Sesc Atividades pagas MIS Comerciário Matrícula de Interesse Social Usuário Inteira Shows R$ 7,50 R$ 15,00 R$ 15,00 R$ 30,00 Teatro R$ 2,50 R$ 5,00 R$ 5,00 R$ 10,00 Ginástica multifuncional R$ 15,00 R$ 20,00 R$ 30,00 --- Ginástica e expressão R$ 15,00 R$ 20,00 R$ 30,00 --- Alongamento R$ 15,00 R$ 20,00 R$ 30,00 --- Dança de salão R$ 5,00 R$ 7,50 R$ 10,00 R$ 20,00 Dança do ventre R$ 10,00 R$ 15,00 R$ 20,00 --- Yoga R$ 10,00 R$ 15,00 R$ 20,00 --- Hidroginástica R$ 15,00 R$ 20,00 R$ 30,00 --- Ginástica em expressão (idosos) R$ 7,50 R$ 10,00 R$ 15,00 --- Alongamento (idosos) R$ 7,50 R$ 10,00 R$ 15,00 --- Exame dermatológico R$ 5,00 R$ 7,00 R$ 10,00 --- Fonte: Lima et al., 2009, p. 111 4.6 Entrega das mídias O regulamento do Trabalho de Conclusão de Curso da Facopp exige a produção de uma peça prática para todos os trabalhos desenvolvidos. A presente 16 17 peça deverá ser entregue junto com o TCC, dentro de um envelope, anexado na página final. 5 CITAÇÃO BIBLIOGRÁFICA "É a menção, no texto, de uma informação colhida em outra fonte." (ABNT - NBR 10520, 2002) Citação Direta: Citação Textual ou Transcrição É quando o autor opta por transcrever literalmente uma parte de um texto lido. Deve-se respeitar rigorosamente a redação, ortografia e pontuação, sem alterar o texto original. Citação Indireta: Citação Conceptual ou Paráfrase É a citação livre do texto, ou seja, reprodução de algumas idéias de um autor, sem que haja transcrição literal dos termos que ele utilizou. Citação de Citação: Na impossibilidade de acesso a um documento original, pode-se reproduzir uma informação já citada por outros autores, cujas obras tenham sido consultadas. É sempre preferível, entretanto, consultar as fontes originais. Notas de Referência: Notas que indicam fontes consultadas ou remetem a outras partes da obra onde o assunto foi abordado. Notas de Rodapé: Indicações, observações ou aditamentos do texto feitos pelo autor, tradutor ou editor, podendo também aparecer na margem esquerda da mancha gráfica. Notas Explicativas: 17 18 Notas usadas para comentários, esclarecimento ou explanações que não possam ser incluídos no texto1. 5.1 Citações Direta de até 3 Linhas Devem ser transcritas entre aspas duplas no corpo do texto. É indispensável indicar os dados das fontes de onde foram extraídas as citações (autor, ano da publicação e a página). Indicar o nome do autor em letra maiúscula quando (entre parênteses) e indicar o nome do autor com as iniciais em letras maiúsculas (quando inserido no texto). Quanto à indicação do ano e da página, estes dados sempre serão apresentados entre parênteses, na seguinte ordem: ano seguido de vírgula, mais a abreviação p. para indicar a página, separado do número respectivo por um toque de espaço. Para citação textual que tiver expressões ou palavras entre aspas, estas devem ser transformadas em apóstrofes ou aspas simples. 5.1.1 Citação direta com o autor no final da frase entre parênteses “No Brasil, a televisão chegou no dia 18 de Setembro de 1950, data em que foi ao ar o programa inaugural4 da primeira emissora: a PRF3 – TV Tupi do pioneiro Assis Chateaubriand.” (PINHO, 2003, p. 17) No caso das citações diretas, a abreviatura de página (p.) deve estar separada do número correspondente por um espaço. A referência ao autor fora do texto será colocada sempre depois do ponto final. Nesse caso, não é permitida a inserção de referências ao autor entre parênteses no meio de parágrafo. 1 De acordo com as definições acima, as notas de referência, de rodapé e explicativa são apresentadas no rodapé da página correspondente em fonte Arial, tamanho 10, em espaçamento simples. 18 19 5.1.2 Citação direta com o autor inserido no texto Segundo Cruz Neto (2008, p. 22), “se o entrevistado não puder atender, significa que, de última hora, o produtor vai ter que criar outra pauta e convencer outras pessoas a atendê-lo.” 5.2 Citações Direta com mais de 3 Linhas São transcritas em um só bloco, separadas do texto por espaçamento de 18 pontos, com recuo de 4 cm da margem esquerda terminando no mesmo alinhamento estabelecido para a margem direita; com fonte tamanho 10; sem utilizar aspas; com espaço simples entre linhas, sendo obrigatório o nome do autor, o ano e o número da página da fonte consultada. Antes de um repórter sair para uma externa, a produção checa a relevância do tema, os dados, os fatos e as fontes a fim de justificar a reportagem. Deslocar uma equipe custa caro e se a pauta não “rende”, não se sustentar, o editor-chefe corre o risco de ficar com um buraco no jornal na hora do fechamento. (BISTANE; BACELLAR, 2005, p. 51) Ou, Paternostro (1999, p. 72), diz que: Há casos de paralelismo, quando texto e imagem não se complementam, caminhando lado a lado, de forma independente. Há casos de distanciamento, quando texto e imagem não têm absolutamente nada a ver um com o outro. Quanto à quebra da citação longa ao final da página, ela poderá ocorrer se na primeira página tivermos três ou mais linhas, caso contrário, toda a citação deve ser transferida para a página seguinte. A citação longa é separada do texto por um espaço anterior de uma linha tamanho doze e espaçamento entrelinhas 1,5 ou 18 pontos e um espaço 19 20 posterior de uma linha tamanho doze, espaçamento entrelinhas 1,5 mais 6 pontos ou 24 pontos. 5.3 Citação Indireta É a citação livre do texto, ou seja, reprodução de algumas ideias de um determinado autor, sem que haja transcrição literal dos termos que ele utilizou. As citações indiretas podem ser apresentadas das seguintes formas: Quando o nome do autor faz parte integrante do texto, menciona-se a data da publicação citada, entre parênteses. Nas citações indiretas, a indicação da(s) página(s) consultada(s) é opcional. Exemplo: De acordo com Rodrigues (2006), na rede, o aspecto visual prevalece. Portanto, um site deve ser esboçado de forma a evidenciar fotos e imagens, pois dão mais dinamicidade ao conteúdo. O destaque deve ser ainda maior na home page, ou seja, o padrão seguido na construção virtual deve estar anunciado já na primeira página, pois é o primeiro contato que o internauta tem com o veículo, que dessa forma, consegue persuadi-lo. (RODRIGUES, 2006) Quando o(s) nome(s) do(s) autor(es) não faz(em) parte do texto, menciona-se ao final da sentença entre parênteses o sobrenome do(s) autor(es) e o ano da publicação. A indicação da página é opcional. Exemplo: Na rede, o aspecto visual prevalece. Portanto, um site deve ser esboçado de forma a evidenciar fotos e imagens, pois dão mais dinamicidade ao conteúdo. O destaque deve ser ainda maior na home page, ou seja, o padrão seguido na construção virtual deve estar anunciado já na primeira página, pois é o primeiro contato que o internauta tem com o veículo, que dessa forma, consegue persuadi-lo. (RODRIGUES, 2006) 5.4 Citação de Citação 20 21 Na impossibilidade de acesso a um documento original, pode-se reproduzir uma informação já citada por outros autores, cujas obras tenham sido consultadas. É sempre preferível, entretanto, consultar as fontes originais. A citação de citação deve ser indicada, adotando-se o seguinte procedimento: No texto, citar o sobrenome do autor do documento não consultado, seguido da expressão apud e o sobrenome do autor, data e página do documento efetivamente consultado entre parênteses. Exemplo: Para Pokorny e Smith (apud VALDESTILHAS; ALMEIDA, 2005, p. 2), “a usabilidade refere-se à capacidade de um produto ser compreendido, aprendido, utilizado e ser atrativo para o utilizador, em condições específicas de utilização.” Quando o sobrenome do autor do documento não consultado não estiver no corpo do texto, este deverá ser referenciado ao final da sentença entre parênteses seguido do ano de publicação de sua obra, a expressão apud, sobrenome, ano e página do autor da publicação consultada. Exemplo: “A usabilidade refere-se à capacidade de um produto ser compreendido, aprendido, utilizado e ser atrativo para o utilizador, em condições específicas de utilização.” (POKORNY; SMITH apud VALDESTILHAS; ALMEIDA, 2005, p. 2) 5.5 Particularidades das Citações 5.5.1 Omissão de citação Às vezes, durante a produção de um trabalho científico, alguns trechos de textos usados como citações tornam-se desnecessários no interior do novo texto. Neste caso, o autor pode optar pela omissão de citação, recurso que permite a confecção de um texto mais limpo e ágil. 21 22 Ao omitir palavras ou partes de um texto, estas devem ser substituídas por reticências entre colchetes [...]. 5.5.1.1 Omissão no início e fim da citação A omissão inicial ou final refere-se ao suprimento de partes de frases somente. Segundo Marcuschi (2005, p.26), “[…] uma home page seria um catálogo ou uma vitrine pessoal ou institucional.” A possibilidade de exibir externamente a programação feita por acadêmicos ocorreu oficialmente em 6 de janeiro de 1995, mediante a criação da Lei Federal de nº 8.977, “[…] conhecida como Lei da Televisão a Cabo, que prevê os chamados, ‘canais básicos de utilização gratuita’ […]”. (PORCELLO, 2002, p. 49) 5.5.1.2 Omissão no meio da citação A omissão no meio da sentença refere-se ao suprimento de partes de frases ou mesmo de frases completas retirados do meio de um parágrafo. “São os recursos mais comuns para estimular a participação […] e, adicionalmente, conquistar sua fidelidade.” (PINHO, 2003, p.145) 5.5.2 Ênfase e destaque em citações Algumas vezes, trechos usados como citação apresentam certas palavras destacadas pelo autor original. Outras vezes, são os autores que pretendem dar ênfase a certas expressões presentes dentro da citação. Para auxiliar o produtor do trabalho científico, as normas acadêmicas apresentam as seguintes regras: 22 23 No caso de expressões destacadas pelo autor (seja em negrito, itálico ou sublinhado, mas respeitando a forma adotada pelo autor), elas são indicadas por meio da expressão grifo do autor, colocada entre parênteses e separada do número da página por vírgula. Exemplo: Além disso, “[…] a internet abriu o mercado de trabalho para jornalistas que também operam câmeras de vídeo. Muitos profissionais escolheram o caminho da vídeorreportagem e colhem bons frutos com trabalhos independentes.” (VILELLA, 2008, p.145, grifo do autor) Agora, quando os autores do trabalho científico desejam enfatizar trechos da citação, eles devem destacá-los colocando o termo ou expressão em negrito, indicando esta alteração com a expressão grifo nosso entre parênteses após a chamada da citação, separado do número da página por vírgula. “Toda matéria jornalística editada deve ter som ambiente em Background – BG, captado no local da filmagem e que dá, ‘clima’ ao acontecimento.” (CURADO, 2002, p.111, grifo nosso) 5.5.3 Citação verbal Quando a informação refere-se a um dado que não se encontra impresso, gravado e não é fruto de entrevista, os autores devem referendar essa citação como informação verbal após a data, conforme modelo: (BACCO, 2011, informação verbal) 5.5.4 Sistema de chamada As citações devem ser indicadas no texto por um sistema numérico ou autor-data, e, a indicação da referência bibliográfica completa, poderá ser apresentada em nota de rodapé ou em lista própria no final do trabalho. 23 24 Qualquer que seja o método adotado deve ser seguido consistentemente ao longo de todo o trabalho. Na Facopp opta-se pelo sistema autor-data, sendo obrigatória a apresentação do sobrenome do autor pesquisado, o ano de publicação da obra e o número da página de onde se retirou a citação. As entradas pelo sobrenome do autor, pela Instituição responsável ou título incluído na sentença devem ser apresentadas com letras iniciais maiúsculas. Quando estiverem entre parênteses devem ser em letras maiúsculas. 5.5.4.1 Autor-data Com até 3 Autores Se a obra apresenta apenas um autor, basta referendar o sobrenome desse autor. Essa referência pode ser inserida dentro do texto ou não. Quando inserida no texto, o sobrenome do autor inicia-se com letra maiúscula, seguido do ano da publicação e sua respectiva página no documento pesquisado. Caso o nome do autor não faça parte do texto será colocado entre parênteses ao final da citação, com letras maiúsculas. Exemplo: Segundo Vilela (2008, p. 134). “[...]; ou, [...] (VILELA, 2008, p. 134). Quando a citação pertencer a dois ou três autores, menciona-se o sobrenome de todos, na ordem em que eles aparecem na publicação. Quando os sobrenomes dos autores estiverem inseridos no texto devem ser indicados com iniciais m aiúsculas e separados por e. Exemplo: De acordo com Prado e Rebello (1998, p. 19), “[...]; ou, Para Pereira; Fernandes e Lisboa (2007, p. 28), “[...]. Agora, se os sobrenomes dos autores aparecerem entre parênteses, devem ser escritos em letra maiúscula, separados por ponto e vírgula. Exemplo: [...] (PRADO; REBELLO, 1998, p. 19).; ou, [...] (PEREIRA; FERNANDES; LISBOA, 2007, p. 28). Citação com mais de três autores: Quando o trabalho de onde foi retirado a citação pertencer a mais de três autores, deve ser citado somente o sobrenome do primeiro (geralmente o autor 24 25 mais importante, sempre de acordo com a ficha catalográfica da obra), seguido da expressão et al. (Abreviatura do latim et alii que significa e outros), ano e página(s). Exemplo: Costa Júnior et al. (1983, p. 57), enfatiza que “[...]; ou, [...] (COSTA JUNIOR et al., 1983, p. 57) Autor entidade: Em se tratando de entidades coletivas, conhecidas por siglas, deve se apresentar o nome por extenso, acompanhado da sigla na primeira citação e, a partir daí, usar apenas a sigla. Exemplo: A tab. 2 confirma os dados apresentados anteriormente (IBGE, 1975). Autoria de órgão administrativo: Quando se tratar de documento de autoria de órgão da administração direta do governo, cuja referência bibliográfica se inicia pelo nome geográfico do País, Estado ou Município, deve-se citar o nome geográfico seguido da entidade publicadora e data do documento. Exemplo: "O índice de produtividade é considerado, para a maioria dos especialistas em matéria econômica, como a melhor variável para aferição dos rendimentos do trabalho humano." (BRASIL. Ministério da Agricultura, 1999, p. 50). Para obras cujas entradas nas referências bibliográficas ocorram pelo local (País, Estado, etc.), a chamada para a citação não deve fazer parte da frase, utilizando-se, neste caso, todos os elementos entre parênteses, no final da mesma. Exemplo: Segundo o Parecer Técnico do Prof. Raul Briquet Júnior, "a criação deve ser no sentido econômico." (BRASIL. Ministério da Agricultura, 1968, p. 58). Caso haja subordinações na entrada (Departamento, Divisão, etc.), Não citá-las, embora devam constar na referência bibliográfica. Exemplo: Segundo a Biblioteca Nacional (1935, p. 10), "o programa obteve, desde o início, aceitação da comunidade." Sem autoria: Quando se tratar de documento sem autoria conhecida, de publicação periódica referenciada no todo, ou nos casos em que a norma recomenda a entrada 25 26 da referência pelo título, esta é feita, usando-se a primeira palavra do título, em letras maiúsculas, seguida de reticências e data entre parênteses. Exemplo: No diagnóstico da neoplasia utilizou-se a classificação histológica internacional de tumores dos animais domésticos, segundo o BULLETIN...(1974). Autores com o mesmo sobrenome: Quando houver coincidência de autores com o mesmo sobrenome e data, acrescentam-se as iniciais de seus prenomes. Exemplo: [...] (BARBOSA, C., 1956) [...] (BARBOSA, O., 1956) Vários documentos de um mesmo autor publicados em um mesmo ano: As citações de diversos documentos de um mesmo autor, publicados em um mesmo ano, são distinguidas pelo acréscimo de letras minúsculas do alfabeto, após a data e sem espaço. Exemplo: [...] (REESIDE, 1927a) [...] (REESIDE, 1927b) Para Silva Filho et al. (1990a, p. 230), “[...] Conforme Silva Filho et al. (1990b, p. 42), “[...] Obs: As mesmas letras aparecem entre parênteses ao final da citação na referência bibliográfica. Eventos científicos: Para congressos, conferências, seminários etc., Menciona-se o nome completo do evento, seguido do ano entre parênteses. Exemplo: Esta situação modificou-se após as discussões no Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias (1978). 6 MONTAGEM DAS REFERÊNCIAS 26 27 Nas referências devem ser apresentadas todas as obras utilizadas na confecção do trabalho, sejam elas empregadas como citação no corpo do texto (referência bibliográfica e eletrônica), sejam apenas documentos de consulta. As referências são apresentadas em ordem alfabética, em espaçamento entrelinhas simples, sem justificar o texto, respeitando a seguinte normatização: Autoria por número e tipo de autores a) um autor: BRASIL, Antonio Cláudio. Antimanual de jornalismo e comunicação: ensaios críticos sobre jornalismo, televisão e novas tecnologias. São Paulo: Senac, 2007. b) dois autores: KOVACH, Bill; ROSENSTIEL, Tom. Os elementos do jornalismo: o que os jornalistas devem saber e o público exigir. 2. ed. São Paulo: Geração Editorial, 2004. c) três autores: NORTON, Peter; AITKEN, Peter; WILTON, Richard. Peter Norton: a bíblia do programador. Tradução de Geraldo Costa Filho. Rio de Janeiro: Campus, 1994. d) mais de três autores: BRITO, Edson Vianna et al. Imposto de renda das pessoas físicas: livro prático de consulta diária. 6. ed. atual. São Paulo: Frase Editora, 1996. Quando houver mais de três autores, indicar apenas o primeiro, acrescentando-se a expressão “et al.”. Em casos específicos, tais como projetos de pesquisa científica nos quais a menção dos nomes for indispensável para certificar autoria, é facultado indicar todos os nomes. e) Autor desconhecido: em caso de autoria desconhecida, a entrada é feita pelo título. PROCURA-SE um amigo. In: SILVA, Lenilson Naveira e. Gerência da vida: reflexões filosóficas. 3. ed. Rio de Janeiro: Record, 1990. p. 212-213. f) Pseudônimo: quando o autor da obra adotar pseudônimo, este deve ser considerado para entrada. Quando o verdadeiro nome for conhecido, deve-se indicálo entre colchetes após o pseudônimo. 27 28 ATHAYDE, Tristão de [Alceu Amoroso Lima]. Debates pedagógicos. Rio de Janeiro: Schmidt, 1931. g) Organizadores, compiladores, editores, adaptadores: se a responsabilidade intelectual de uma obra for atribuída a um organizador, editor, coordenador, a entrada da obra é feita pelo sobrenome, seguido das abreviaturas correspondentes entre parênteses. Quando houver mais de um organizador ou compilador, devem-se adotar as mesmas regras para autoria. XAVIER, Antônio Carlos; MARCUSCHI, Luiz Antônio (Org.). Hipertexto e gêneros digitais: novas formas de construção do sentido. 2. ed. Rio de Janeiro: Lucerna, 2005. h) Autor entidade coletiva (associações, empresas, instituições): em caso de obras de cunho administrativo ou legal de entidades independentes, entrar diretamente pelo nome da entidade, em caixa alta, por extenso, considerando a subordinação hierárquica, quando houver. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ENFERMAGEM. Centro de Estudos em Enfermagem. Informações, pesquisas e pesquisadores em enfermagem. São Paulo, 1916. INSTITUTO NACIONAL DE PROPRIEDADE INDUSTRIAL (Brasil). Classificação nacional e patentes. 3. ed. Rio de Janeiro, 1979. v. 9. UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. Instituto Astronômico e Geográfico. Anuário astronômico. São Paulo, 1988. I) Tradutor, revisor, prefaciador, ilustrador: Quando necessário, acrescentam-se informações referentes a outros tipos de responsabilidade logo após o título, conforme aparece no documento. SZPERKOWICZ, Jerzy. Nicolau Copérnico: 1473-1973. Tradução de Victor M. Ferreras Tascón; Carlos H. de León Aragón. Varsóvia: Editorial Científica Polaca, 1972. Autoria por tipo de obra a) Monografias consideradas no todo: "Monografia é um estudo minucioso que se propõe a esgotar determinado tema relativamente restrito" (FERREIRA, 1986). AUTOR DA OBRA. Título da obra: subtítulo. Número da edição. Local de Publicação: Editora, ano de publicação. Número de páginas ou volume. (Série.) Notas. AZEVEDO, M. A.; GUERRA, V. N. A. Mania de bater: a punição corporal doméstica de crianças e adolescentes no Brasil. São Paulo: Iglu, 2001. 386 p. 28 29 b) Dissertações e teses: AUTOR. Título: subtítulo. Ano de apresentação. Número de folhas ou volumes. Categoria (Grau e Área de concentração) — Instituição, local. GUSHIKEN, Eliane Tayra et al.. Implantação da Web Rádio Facopp (WRF): a convergência midiática entre rádio e internet. 2009. 178 p. Trabalho de Conclusão de Curso (Habilitação em Jornalismo) — Faculdade de Comunicação Social “Jornalista Roberto Marinho”, Universidade do Oeste Paulista, Presidente Prudente. c) Livros: PATERNOSTRO, Vera Íris. O Texto na TV: Manual de Telejornalismo. Rio de Janeiro: Elsevier, 1999. d) Dicionários: AULETE, Caldas. Dicionário contemporâneo da língua portuguesa. 3. ed. Rio de Janeiro: Delta, 1980. 5 v. e) Atlas: MOURÃO, Ronaldo Rogério de Freitas. Atlas celeste. 5. ed. Petrópolis: Vozes, 1984. 175 p. f) Biografias: SZPERKOWICZ, Jerzy. Nicolau Copérnico: 1473-1973. Tradução de Victor M. Ferreras Tascón; Carlos H. de León Aragón. Varsóvia: Editorial Científica Polaca, 1972. 82 p. g) Enciclopédias: THE NEW encyclopaedia britannica: micropaedia. Chicago: Encyclopaedia Britannica, 1986. 30 v. h) Capítulos de livros: DUARTE, Jorge. Entrevista em profundidade. In: BARROS, Antonio; DUARTE, Jorge (Org.). Métodos e técnicas de pesquisa em comunicação. 2.ed. São Paulo: Atlas, 2009, p. 100-112. Publicações periódicas Ao final da referência indicam-se os títulos das séries e coleções e sua numeração tal qual figuram no documento, entre parênteses. 29 30 a) Coleções: TÍTULO DO PERIÓDICO. Local de publicação (cidade): Editora, ano do primeiro e do último volumes. Periodicidade. ISSN (quando houver). TRANSINFORMAÇÃO. Campinas: PUCCAMP, 1989-1997. Quadrimestral. ISSN: 0103-3786. b) Fascículos (Unidade de uma publicação periódica; número.): TÍTULO DO PERIÓDICO. Local de publicação (cidade): Editora, volume, número, mês e ano. VEJA. São Paulo: Abril, v. 31, n. 1, jan. 1998. c) Fascículos com título próprio: TÍTULO DO PERIÓDICO. Titulo do fascículo. Local de publicação (cidade): Editora, volume, número, mês e ano. Notas. GAZETA MERCANTIL. Balanço anual 1997. São Paulo, n. 21, 1997. Suplemento. EXAME. Melhores e maiores: as 500 maiores empresas do Brasil. São Paulo: Abril, jul. 1997. Suplemento. d) Artigo de revista: AUTOR DO ARTIGO. Título do artigo. Título da Revista (abreviado ou não), Local de Publicação, número do volume, número do fascículo, páginas inicial-final, mês e ano. IJUIM, Jorge. Jornal escolar: inter-relação criativa. Comunicação e Educação, São Paulo, v. 20, p. 33-38, jan./abr. 2001. Disponível em: http://www.usp.br/comueduc/index.php/comueduc/article/view/520/517. Acesso em: 08 out. 2010. e) Artigo de jornal: AUTOR DO ARTIGO. Título do artigo. Título do Jornal, Local de Publicação, dia, mês e ano. Número ou Título do caderno, seção ou suplemento e páginas inicial e final do artigo. Os meses devem ser abreviados de acordo com o idioma da publicação. OLIVEIRA, W. P. de. Judô: educação física e moral. O Estado de Minas, Belo Horizonte, 17 mar. 1981. Caderno de esporte, p. 7. SUA safra, seu dinheiro. Folha de S.Paulo, São Paulo, 17 ago. 1995. 2. cad. p. 9. Documentos eletrônicos 30 31 Os documentos eletrônicos são referendados segundo o tipo específico de cada um, seguido da informação do site de onde foram extraídos e data de acesso desse endereço eletrônico. a) Arquivo eletrônico. AUTOR do arquivo. Título do arquivo.extensão do arquivo. Local, data. Características físicas, tipo de suporte. Notas. KRAEMER, Ligia Leindorf Bartz. Apostila.doc. Curitiba, 13 de maio de 1995. 1 arquivo (605 bytes). Disquete 3 1/2. Word for Windows 6.0. b) Base de dados em CD-ROM— no todo: AUTOR. Título. Local: Editora, data. Tipo de suporte. Notas. INSTITUTO BRASILEIRO DE INFORMAÇÃO EM CIÊNCIA E TECNOLOGIA — IBICT. Bases de dados em ciência e tecnologia. Brasília: IBICT, n. 1, 1996. CDROM. c) Base de dados em CD-ROM — partes de documentos. AUTOR DA PARTE. Título da parte. In: AUTOR DO TODO. Título do todo. Local: Editora, data. Tipo de suporte. Notas. PEIXOTO, Maria de Fátima Vieira. Função citação como fator de recuperação de uma rede de assunto. In: IBICT. Base de dados em ciência e tecnologia. Brasília: IBICT, n. 1, 1996. CD-ROM. d) E-mail: AUTOR DA MENSAGEM. Assunto da mensagem, [mensagem pessoal.] Mensagem recebida por <e-mail do destinatário> data de recebimento (dia, mês e ano). As informações devem ser retiradas, sempre que possível, do cabeçalho da mensagem recebida. Quando o e-mail for cópia, poderão ser acrescentados os demais destinatários após o primeiro, separados por ponto-e-vírgula. Exemplo: AZEVEDO, Tatiana. Número total de participantes do Geração Futura, [mensagem pessoal.] Mensagem recebida por <[email protected]> em: 20 jul. 2010. e) Monografias consideradas no todo (on-line): AUTOR. Título. Local (cidade): editora, data. Disponível em: <endereço>. Acesso em: data. O ESTADO DE S. PAULO. Manual de redação e estilo. São Paulo, 1997. Disponível em: <http://wwwl.estado.com.br/redac/manual.html>. Acesso em: 19 maio 1998. 31 32 f) Publicações periódicas consideradas no todo (on-line): TÍTULO DA PUBLICAÇÃO. Local (cidade): Editora, volume, número, mês, ano. Disponível em: <endereço>. Acesso em: data. CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO. Brasília: v. 26, n. 3, 1997. Disponível em: <http:// www.ibict.br/cionline/>. Acesso em: 19 maio 1998. g) Artigos de periódicos (on-line): AUTOR. Título do artigo. Título da Publicação Seriada, local, volume, número, mês, ano. Paginação ou indicação de tamanho. Disponível em: <endereço>. Acesso em: data. MALOFF, Joel. A internet e o valor da "internetização". Ciência da Informação, Brasília, v. 26, n. 3, 1997. Disponível em: <http://www.ibict.br/cionline/>. Acesso em: 18 maio 1998. h) Artigos de jornais (on-line): AUTOR. Título do artigo. Título do Jornal, local, data de publicação, seção, caderno ou parte do jornal e a paginação correspondente. Disponível em: <endereço>. Acesso em: data. TAVES, Rodrigo França. Ministério corta pagamento de 46,5 mil professores. O Globo, Rio de Janeiro, 19 maio 1998. Disponível em:<http://www.oglobo.com. br/>. Acesso em: 19 maio 1998. UFSC não entrega lista ao MEC. Universidade Aberta: online. Disponível em: <http://www.unaberta.ufsc.br/novaua/index.html>. Acesso em: 19 maio 1998. i) Homepage. AUTOR. Título. Informações complementares (coordenação, desenvolvida por, apresentação... etc, quando houver). Disponível em: <endereço>. Acesso em: data. ETSnet. Toefl on line: Test of English as a foreign language. Disponível em: <http://www.toefl.org>. Acesso em: 19 maio 1998. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA. Biblioteca Universitária. Serviço de Referência. Catálogos de Universidades. Apresenta endereços de universidades nacionais e estrangeiras. Disponível em: <http://www.bu.ufsc.br>. Acesso em: 19 maio 1998. Por tipo de fonte a) Congressos: NOME DO CONGRESSO. Número, ano, Cidade onde se realizou o Congresso. Título. Local de Publicação: Editora, data de publicação. Número de páginas ou volume. b) Jornadas: JORNADA INTERNA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA, 18, JORNADA INTERNA DE INICIAÇÃO ARTÍSTICA E CULTURAL, 8, 1996, Rio de Janeiro. Livro de resumos 32 33 da XVIII Jornada de Iniciação Científica e VIII Jornada de Iniciação Artística e Cultural. Rio de Janeiro: UFRJ, 1996. 822 p. c) Reuniões: ANNUAL MEETING OF THE AMERICAN SOCIETY OF INTERNATIONAL LAW, 65, 1967, Washington. Proceedings... Washington: ASIL, 1967. 227 p. d) Conferências: CONFERÊNCIA NACIONAL DA ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL, 11, 1986, Belém. Anais... [S.l.]: OAB, [1986]. 924 p. e) Workshops WORKSHOP DE DISSERTAÇÕES EM ANDAMENTO, 1, 1995, São Paulo. Anais... São Paulo: ICRS, USP, 1995. 39 p. Outros tipos de documentos e fontes a) Notas de aula: KNAPP, Ulrich. Separação de isótopos de urânio conforme o processo Nozzle: curso introdutório, 5-30 de set. de 1977. 26 f. Notas de aula. Mimeografado. b) Discos compactos (CDs — compact discs): a referência de discos compactos difere da do disco comum apenas pela indicação de compacto e pela forma de gravação. JÓIAS da música. Manaus: Videolar Amazônica, [199?]- v. 1. 1 disco compacto (47 min.): digital, estéreo. DL: M-23206-94. Parte integrante da revista Caras. (Os Clássicos dos Clássicos.) BEETHOVEN, Ludwig Van. Beethoven: com Pastoral Emperor Moonlight sonata. São Paulo: MoviePlay, 1993. 1 disco compacto (60 + min.): digital, estéreo. GCH 2404. (The Greatest Classical Hits.) c) Entrevistas: a entrada para entrevista é dada pelo nome do entrevistado. Quando o entrevistador tem maior destaque, entrar por este. Para referenciar entrevistas gravadas, faz-se descrição física de acordo com o suporte adotado. Para entrevistas publicadas em periódicos, proceder como em documentos considerados em parte. NOME DO ENTREVISTADO. Título. Referência da publicação. Nota de entrevista. MELLO, Evaldo Cabral de. O passado no presente. Veja, São Paulo, n. 1528, p. 911, 4 set. 1998. Entrevista concedida a João Gabriel de Lima. 33 34 Quando a entrevista refere-se ao trabalho de campo e foi realizada pelo próprio pesquisador, ela deve aparecer da seguinte forma: NOME DO ENTREVISTADO. Título. Entrevista concedida a ... Data da entrevista. BARBOSA, Mitian. Entrevista com o estagiário da TV Uerj Online. Entrevista concedida a Matheus Teixeira, 8 jul. 2009. d) Filmes e vídeos: TÍTULO. Autor e indicação de responsabilidades relevantes (diretor, produtor, realizador, roteirista e outros). Coordenação (se houver). Local: Produtora e Distribuidora, data. Descrição física com detalhes de número de unidades, duração em minutos, áudio (sonoro ou mudo), legendas ou gravação. Série, se houver. Notas especiais. CRIANÇA, a alma do Negócio. Produção de Marcos Nisti. Direção de Stela Renner. Roteiro de Stela Renner e Renata Ursaia. São Paulo: Maria Farinha Produções, 2008. 1 vídeo (46 min.): son., color. e) Fotografias: AUTOR (Fotógrafo ou nome do estúdio). Título. Ano. Número de unidades físicas: indicação de cor; dimensões. A fotografia de obras de arte tem entrada pelo nome do autor do original, seguido do título e da indicação do nome do fotógrafo, precedido da abreviatura 'fot.'. Tratando-se de um conjunto de fotografias com suporte físico próprio, como, por exemplo, um álbum, essa informação deve preceder o número de fotos. KELLO, Foto & Vídeo. Escola Técnica Federal de Santa Catarina. 1997. 1 álbum (28 fot.): color.; 17,5 cm x 13 cm. 34 35 7 REFERÊNCIAS GUSHIKEN, Eliane Tayra et al.. Implantação da Web Rádio Facopp (WRF): a convergência midiática entre rádio e internet. 2009. 178 p. Trabalho de Conclusão de Curso (Habilitação em Jornalismo) — Faculdade de Comunicação Social “Jornalista Roberto Marinho”, Universidade do Oeste Paulista, Presidente Prudente. LIMA, Aline Rodrigues et al.. Centro Cultural Matarazzo – Cultura de todos para todos. 2009. 322 p. Projeto Experimental (Habilitação em Publicidade e Propaganda) — Faculdade de Comunicação Social “Jornalista Roberto Marinho”, Universidade do Oeste Paulista, Presidente Prudente. MAGALHÃES, Mara Lúcia; ORTEGA, Jakeline Queiroz. Normas e padrões para a apresentação de trabalhos acadêmicos e científicos da Unoeste. Coordenação de Cecília Guarnieri Denari. 2006. Disponível em: <http://www3.unoeste.br/site/biblioteca/manual/index.htm >. Acesso em: 30 mar. 2010. MARANHO, Carlos Eduardo Colla et al. TeleJovem: webjornal audiovisual interativo na TV Facopp Online. 2009. 348 p. Trabalho de Conclusão de Curso (Habilitação em Jornalismo) – Faculdade de Comunicação Social “Jornalista Roberto Marinho”, Universidade do Oeste Paulista, Presidente Paulista. PEREIRA, Aline Mendes et al.. Dhuo – Atitude é ser você. 2009. 319 p. Projeto Experimental (Habilitação em Publicidade e Propaganda) — Faculdade de Comunicação Social “Jornalista Roberto Marinho”, Universidade do Oeste Paulista, Presidente Prudente. RUBINI, Carolina et al.. TV Facopp Online: implantação da primeira emissora televisiva universitária virtual do Oeste do Estado de São Paulo. 2008. 232 p. Trabalho de Conclusão de Curso (Habilitação em Jornalismo) — Faculdade de Comunicação Social “Jornalista Roberto Marinho”, Universidade do Oeste Paulista, Presidente Prudente. 35