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1 INTRODUÇÃO
A normalização bibliográfica é um instrumento necessário para a
apresentação de trabalhos acadêmicos e científicos em instituições de ensino e
pesquisa. O órgão internacional responsável pela normalização bibliográfica é a ISO
(International Organization for Standardization), sediada em Genebra, Suiça. Esta
organização incentiva a formação de órgãos nacionais que adaptam suas normas às
necessidades locais. A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) é o órgão
representante da ISO no Brasil.
A presente publicação determina as normas e padrões a serem
seguidos na apresentação de trabalhos elaborados no curso de Jornalismo da
Faculdade de Comunicação Social “Jornalista Roberto Marinho” (Facopp).
Esta publicação é baseada nas normas sobre Documentação da ABNT
e no Manual de Normas e Padrões para apresentação de trabalhos acadêmicos e
científicos da Unoeste.
A normalização bibliográfica, assim como, a padronização dos
elementos pré-textuais e textuais de trabalhos acadêmicos e científicos, é importante
para o controle bibliográfico mundial e para o intercâmbio de informações na
comunidade científica, pois definem os dados necessários para a identificação do
documento e sua forma de apresentação, facilitando a descrição em bases de dados
e a utilização pelos pesquisadores.
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2
2 REGULAMENTO
CAPÍTULO 1 – EMENTA DA DISCIPLINA
A disciplina Projetos Experimentais em Jornalismo, pela Resolução número 002/84
do Conselho Federal de Educação, tem carga horária mínima de 272 (duzentas e
setenta e duas) horas. É classificada como disciplina obrigatória do currículo pleno
do curso de Comunicação Social, habilitação em Jornalismo.
CAPÍTULO 2 – CARACTERIZAÇÃO
ART. 1 – Está apto a se matricular nesta disciplina, o discente regularmente
matriculado no oitavo termo do curso de Bacharelado em Comunicação Social,
tendo cumprido todos os pré-requisitos estabelecidos, o que significa a não
existência de nenhuma dependência ou pendência de disciplinas nos semestres
anteriores (incluindo adaptações), bem como ter cumprido pelo menos 150 horas de
atividade complementar.
ART. 2 – Os Projetos Experimentais, em conformidade com a Resolução número
002/84 do Conselho Federal de Educação, compreenderão a produção, no último
semestre do curso, de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), dentro da habilitação
específica em Jornalismo, para rádio, televisão, internet, publicações impressas
(jornais, revistas, livros) e, ainda, em Assessoria de Imprensa.
ART. 3 – Os Projetos Experimentais em Jornalismo têm o objetivo de permitir ao
aluno correlacionar e aprofundar os conhecimentos teórico-práticos adquiridos ao
longo do curso.
PARÁGRAFO PRIMEIRO – Por Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)
entende-se a produção de uma peça prática (material impresso, jornal, revista, livroreportagem, livro de fotojornalismo, CD de áudio, vídeo, fotografia, página eletrônica,
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3
planejamento e/ou execução de programa em Assessoria de Imprensa e projetos na
área de comunicação) acompanhada de memória escrita, de caráter descritivo, e de
uma reflexão teórica para embasamento da peça produzida.
PARÁGRAFO SEGUNDO – O memorial descritivo e a fundamentação teórica
são complementares e indissolúveis da peça produzida, e devem obedecer às
normas técnicas do Manual da Facopp.
PARÁGRAFO TERCEIRO – Para que os TCCs tornem-se públicos e assim
acrescentem saberes e fazeres científicos aos currículos dos egressos, é sugerida a
produção de um artigo científico em conjunto com o orientador sobre a temática
estudada para análise e possível publicação na Revista Identidade Científica (em
versão eletrônica), que é um órgão oficial de divulgação das pesquisas realizadas
pela Faculdade de Comunicação Social “Jornalista Roberto Marinho” de Presidente
Prudente (Facopp). O artigo científico deve ser redigido seguindo as normas
estipuladas pela revista.
ART. 4 – Os Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC) deverão ser realizados em
equipes compostas de três a cinco alunos, de acordo com sua complexidade. Casos
excepcionais serão decididos pela Coordenação.
PARÁGRAFO PRIMEIRO – Membros da equipe que não desenvolverem ou
apresentarem sua parte no Trabalho de Conclusão de Curso a contento do
orientador, da Banca de Qualificação ou da Banca de Avaliação poderão ser
individualmente reprovados em qualquer etapa – da produção à defesa pública do
TCC. Cada integrante fará a defesa individual de sua parte no trabalho coletivo,
perante a Banca de Avaliação, e será avaliado individualmente.
PARÁGRAFO SEGUNDO – Na etapa de execução, o orientador poderá
reprovar um ou mais membros da equipe, por insuficiência de aproveitamento
escolar (frequência e/ou nota). A reprova também poderá ocorrer na Banca de
Qualificação, caso essa avalie que a equipe não terá condições de promover as
correções e/ou ampliação necessárias à aprovação do TCC, no decorrer do
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semestre letivo e no prazo previsto pelo Artigo 15 deste Regulamento. Nesses casos
de reprova, é necessário atribuir nota ao aluno.
CAPÍTULO 3 – ORIENTAÇÃO
ART. 5 – A Facopp oferecerá as vagas necessárias para os Projetos Experimentais
em Jornalismo.
ART. 6 – Cada professor da Facopp poderá orientar, no máximo, dois TCCs por
semestre.
ART. 7 – Os trabalhos deverão ser, preferencialmente, orientados por professores
que tenham habilitação específica na área e atuação ligada à temática escolhida
pelo(s) aluno(s).
PARÁGRAFO
PRIMEIRO
–
Caberá
à
Coordenação
dos
Projetos
Experimentais a escolha do professor orientador para cada projeto, observando
critérios de habilitação profissional, experiência na área, afinidade temática e
interesse demonstrado pelas equipes.
ART. 8 – Os trabalhos deverão ser orientados em sala de aula, pelos professores
orientadores. A frequência mínima exigida dos alunos é 75%, comprovada mediante
lista de presença assinada por aluno e professor. A nota mínima para a aprovação é
seis (6,0).
ART. 9 – A mudança de orientador, em qualquer etapa do trabalho, só será permitida
por motivo relevante, a critério da Coordenação. Equipes que desejem solicitar troca
de orientador devem encaminhar ofício à Coordenação, expondo os motivos da
solicitação. A decisão cabe à coordenação.
CAPÍTULO 4 – COORDENAÇÃO
ART. 10 – A Coordenação de Projetos Experimentais em Jornalismo será nomeada
pela Direção da Facopp, em cumprimento ao Regimento Geral da Unoeste.
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ART. 11 – O coordenador deve fazer cumprir o Regulamento dos Projetos
Experimentais em Jornalismo, atender e orientar alunos durante o desenvolvimento
dos TCCs, acompanhar o trabalho de orientação desenvolvido pelos professores
orientadores, definir cronogramas de atividades, planejar as etapas de qualificação e
defesa pública dos trabalhos, lançar as avaliações da disciplina e realizar outras
atividades necessárias para seus fins.
ART. 12 – Cada equipe deverá entregar à Coordenação dos Projetos Experimentais,
em prazo por ela estipulado, um anteprojeto que detalhe o TCC que pretende
desenvolver. Além da temática e da peça prática a ser desenvolvida, o documento
deverá conter: problematização, objetivos, justificativa, metodologia de trabalho,
revisão de literatura, cronograma de desenvolvimento das atividades, orçamento,
referências bibliográficas e o nome de três professores como sugestão para
orientação.
CAPÍTULO 5 – AVALIAÇÃO
ART. 13 – Os critérios de avaliação dos Projetos Experimentais em Jornalismo, em
última instância e em qualquer foro de discussão, são os previstos no sistema de
aprovação da graduação constantes do Regimento Geral da Unoeste, no qual o
orientando deverá atingir a média mínima de seis (6,0) pontos.
ART. 14 – Flagrantes de plágio significam reprova do aluno em qualquer etapa do
processo.
ART. 15 – O processo de avaliação começa no início das atividades. Durante todo o
período de desenvolvimento dos TCCs, os orientadores avaliarão a participação e
frequência de cada um dos membros das equipes. Cabe ao orientador reprovar
alunos que não cumpram com todos os requisitos necessários à boa execução dos
trabalhos e também a indicação do trabalho para a Banca de Qualificação no
período determinado pela Coordenação de TCCs.
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ART. 16 – Encerrada a etapa de produção, o processo de avaliação prossegue com
os TCCs sendo apreciados pela Banca de Qualificação. Cabe a cada equipe
entregar 3 cópias do TCC à Hemeroteca, em data pré-fixada, para encaminhamento
às Bancas de Qualificação.
ART. 17 – As Bancas de Qualificação serão compostas por dois professores da
Facopp, designados pela Coordenação. Os orientadores dos trabalhos, embora não
façam parte da Banca de Qualificação, devem acompanhar as equipes, para que
estejam cientes de alterações e/ou complementação propostas pela Banca.
PARÁGRAFO ÚNICO – As orientações da Banca de Qualificação devem ser
apresentadas aos orientandos em reunião na qual, além do orientador e da equipe,
estejam presentes os dois membros da Banca. As equipes terão o prazo máximo de
15 dias para as correções necessárias, segundo calendário estipulado pela
Coordenação.
ART. 18 – A Banca de Qualificação poderá reprovar trabalhos, conforme o disposto
no Artigo 3, parágrafo segundo. Se isso ocorrer, os membros da Banca deverão
elaborar um documento justificando a reprova. Uma vez qualificado para a Banca de
Avaliação e depois de efetuadas as correções, o trabalho será por ela avaliado.
ART. 19 – Findo o prazo para correção, as equipes deverão entregar a versão final
dos TCCs, em 3 cópias, depositadas na Hemeroteca da Facopp, para que sejam
encaminhados aos membros da Banca de Avaliação.
ART. 20 – A composição da Banca de Avaliação é a mesma da Banca de
Qualificação. Caso haja impedimento à participação de algum membro da Banca de
Qualificação na Banca de Avaliação, a Coordenação designará outro professor para
substituí-lo.
PARÁGRAFO ÚNICO – Os critérios para avaliação dos TCCs são:
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 Relevância social: contribuição da peça prática à comunidade e
contribuição do conjunto do trabalho (parte teórica e peça prática) ao
estudo e desenvolvimento do Jornalismo;
 Qualidade (referente ao conjunto do trabalho): aderência à habilitação
em Jornalismo, suficiência dos conceitos teóricos, conteúdo da peça
prática, adequação às linguagens acadêmica (parte teórica) e
jornalística (peça prática), apuro técnico na peça prática, adequação às
normas e padrões da Unoeste para apresentação de trabalhos
acadêmicos, adequação à Língua Portuguesa;
 Defesa (apresentação e desempenho na fase de argüição);
 Originalidade.
ART. 21 – O processo de atribuição de notas envolve as seguintes etapas:
1) avaliação de cada aluno pelo orientador, referente à sua participação na
execução geral do trabalho; 2) avaliação pela Banca de Avaliação, referente ao
conjunto do trabalho (parte teórica e peça prática); 3) avaliação pela Banca de
Avaliação, referente à apresentação e defesa pública do TCC. Do conjunto das três
avaliações, será tirada a média geral do aluno.
PARÁGRAFO PRIMEIRO – As apresentações e defesas dos trabalhos
deverão ocorrer em datas marcadas pela Coordenação dos Projetos Experimentais.
O tempo de duração para as Bancas de Avaliação é de 65 minutos, assim
distribuídos: 20 minutos para apresentação do trabalho, 20 minutos para arguição, 5
minutos para considerações finais da Banca, 5 minutos para considerações do
orientador, 5 minutos para considerações finais dos acadêmicos, 10 minutos para
atribuição das notas e proclamação dos aprovados pela Banca.
PARÁGRAFO SEGUNDO – Os orientadores deverão encaminhar à
Coordenação, no prazo determinado, a nota atribuída a cada um dos alunos
integrantes da equipe. A Coordenação designará o presidente da Banca de
Avaliação e a ele entregará o Documento para Registro das Notas, já contendo as
notas dos orientadores, de modo que a Banca de Avaliação possa efetuar a média
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final dos alunos. Esse documento deve ser entregue à Secretaria da Facopp após o
encerramento das Bancas.
PARÁGRAFO TERCEIRO – O presidente da Banca de Avaliação encerrará
as atividades declarando publicamente os alunos aprovados, sem divulgar as notas.
A publicação das notas será feita pela Secretaria da Facopp em até 48 horas após a
Banca de Avaliação, mediante a entrega pelos alunos de 2 (duas) cópias do TCC
encadernadas em capa dura, 2 (duas) cópias das peças práticas produzidas, 2
(duas) cópias do trabalho completo em PDF (monografia + arquivo digital da peça
prática) em CD-ROM, para que integrem o acervo da Hemeroteca e autorização
individual para publicação ou não da obra no Portal da Facopp.
PARÁGRAFO QUARTO – Os grupos deverão entregar ainda, até 48 horas
após a Banca de Avaliação, uma (1) cópia impressa do artigo científico revisado pelo
orientador e também uma cópia do mesmo em CD-ROM para possível publicação na
revista Identidade Científica.
ART. 22 – Os casos não previstos neste Regulamento serão resolvidos pela
Coordenação dos Projetos Experimentais em Jornalismo. Persistindo o problema,
ele deverá ser levado à apreciação do Colegiado da Facopp.
Presidente Prudente, fevereiro de 2011.
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3 ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS
A capa é uma proteção física do trabalho e serve como primeiro fator
de identificação do mesmo.
As informações da capa devem ser simples, breves e claras e não
devem apresentar enfeites, efeitos, letras góticas ou artísticas.
As margens da página de capa apresentam as seguintes medidas:
- borda superior – 3 cm;
- esquerda – 3 cm;
- direita – 2 cm;
- borda inferior – 2 cm.
Já os elementos da capa são distribuídos da seguinte maneira:
A 3 cm da borda superior (Nome da Instituição, Faculdade e
Departamento).
A 10 cm da borda superior (Título e subtítulo, em letras maiúsculas,
negrito, fonte tamanho 16).
A 15 cm da borda superior (Autoria, em letras maiúsculas, negrito, fonte
tamanho 16.).
Os nomes dos autores devem aparecer alinhados a partir da primeira
letra do nome e devem ser escritos de forma completa sem abreviaturas.
A 2 cm da borda inferior (Local – cidade e estado e data centralizados).
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A folha de rosto contém os mesmos
elementos da capa,
acrescentando-se a natureza do trabalho, a área de concentração e o nome do
orientador.
A natureza do trabalho visa esclarecer se o mesmo se trata de um
Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação), Monografia (Especialização),
Dissertação (Mestrado) ou Tese (Doutorado e Livre-docência). No mesmo parágrafo
indica-se o curso de Graduação ou Pós-graduação, além da área de concentração.
A informação sobre a natureza do trabalho deve ser colocada depois
do nome do autor, alinhado à direita e em espaços simples.
A folha de aprovação é um item indispensável para a informação
completa nos trabalhos de graduação e pós-graduação. Ela deve apresentar nome
do autor, título, data da aprovação, nome completo dos membros da banca, com a
titulação e identificação do orientador. Deve constar também local para assinatura da
banca, além do nome da instituição, local e data.
Os nomes dos membros da banca devem aparecer na seguinte ordem:
presidente da banca; membros da banca e orientador.
Já as páginas preliminares contêm elementos, cuja presença no
trabalho é opcional. Essas páginas são contadas, mas não numeradas. Cada
elemento deve ocupar uma página isolada.
Os elementos que compõem as páginas preliminares são dedicatória,
agradecimentos e epígrafe.
A dedicatória, normalmente, é um texto curto, em que o autor
homenageia alguém ou dedica seu trabalho a esta pessoa.
O agradecimento expressa o reconhecimento da participação de
pessoas e instituições na elaboração do trabalho.
Caso o TCC seja realizado por mais de um autor, a dedicatória e o
agradecimento devem ser apresentados em conjunto, ficando proibida a confecção
de um texto para cada autor.
A epígrafe inclui a citação de um pensamento, de preferência
relacionado ao assunto do trabalho e que reflita o pensamento ou a intenção do
autor na realização da pesquisa.
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O resumo é a apresentação concisa dos pontos relevantes de um
texto, visando esclarecer o leitor sobre a conveniência de consultar ou não uma obra
no todo.
O resumo deve apresentar os objetivos, a metodologia, os resultados e
as conclusões esperadas.
Quanto ao seu tamanho, o resumo deve utilizar de 250 palavras para
uma monografia a 500 palavras numa dissertação. Deve-se também ser redigido na
3ª pessoa do singular na voz ativa, em espaços simples, de preferência numa folha
única, com opção de parágrafo na 1ª linha.
O resumo deve ser apresentado também em sua versão estrangeira do
resumo. Tal texto pode ser produzido nos seguintes idiomas: espanhol, francês e
inglês.
As Listas de Figuras, Tabelas e Siglas devem ser apresentadas na
mesma ordem em que aparecem no texto.
As listas devem relacionar as ilustrações indicando número, legenda e
página da mesma no corpo do trabalho. No entanto, recomenda-se a lista somente
quando o número de figuras ou ilustrações for superior a cinco.
Deve-se fazer listas separadas para cada tipo em particular.
Quanto ao sumário, a palavra sumário deve aparecer centralizado e
em caixa alta.
A função do sumário é apresentar o conteúdo do trabalho e suas
divisões na mesma ordem em que aparece no texto, indicando os títulos das partes
e a respectiva página inicial do capítulo, evitando excesso de subdivisões. Sempre
que for possível, o sumário deve aparecer numa página única.
Já o anexo é um elemento opcional, que aparece ao final do trabalho,
colocado depois das referências. Consiste num texto ou documentação, que não é
de autoria do autor da pesquisa e serve de fundamentação, ilustração e
comprovação da pesquisa.
Os anexos devem ser identificados por letras maiúsculas.
Assim como o anexo, o apêndice, também deve ser apresentado
depois das referências e identificado por letras. O apêndice corresponde a
documentos produzidos pelos autores da pesquisa e que não devem estar inclusos
no corpo do texto.
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12
Quanto à disposição dos anexos e apêndices no trabalho, esses elementos
serão apresentados de acordo com seu aparecimento no texto, ou seja, quando no
corpo do texto aparecer primeiro os anexos, esse elemento virá logo após as
referências, seguido pelo apêndice. Já quando os apêndices aparecerem primeiro,
esse será colocado após as referências, seguido pelo anexo.
4 TEXTO
Segundo o Manual de Normas da Unoeste (2006), o texto do trabalho
acadêmico ou científico “deve formar uma unidade com sentido lógico, para que o
leitor possa entender a linha de raciocínio do autor”.
O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) deve apresentar três partes
fundamentais: a introdução, o desenvolvimento e a conclusão. Nessas partes o autor
desenvolverá o raciocínio lógico da pesquisa.
A Introdução apresenta os objetivos e as intenções do autor na
elaboração do trabalho, expondo o tema, o problema, a justificativa, as implicações e
os procedimentos adotados no desenvolvimento da pesquisa.
Esse texto deve ser sintético e tratar exclusivamente sobre a temática
abordada, sem antecipar resultados e conclusões. A introdução é a última parte do
trabalho a ser redigida.
O desenvolvimento é a parte mais importante do texto, é onde
apresenta-se a idéia anunciada na introdução. Essa parte será dividida no número
12
13
necessário de capítulos, seções ou subseções para descrever e esclarecer as
informações e procedimentos que compõem o trabalho.
Os
títulos
e subtítulos
devem ser
temáticos
e expressivos,
apresentando a idéia exata do que será tratado em cada divisão.
A conclusão é a síntese do trabalho. Nessa parte são destacadas as
soluções para o problema estudado. Na conclusão, o autor manifesta seu ponto de
vista referente aos resultados obtidos, suas conclusões parciais, suas propostas e
sugestões referentes aos dados coletados e discutidos.
4.1 Apresentação Gráfica
- margem superior: 3 cm;
- margem esquerda: 3 cm;
- margem direita: 2 cm;
- margem inferior: 2 cm.
- papel: A4;
- tipo da fonte: Arial;
- tamanho da fonte: 12;
- parágrafo: 2,5 cm;
- espaçamento entre linhas: 1,5;
- espaçamento entre títulos e texto: 2 espaços de 1,5.
- espaçamento entre texto e citação longa: 18 pontos antes e 24 pontos
depois.
4.2 Paginação
A capa é o único elemento que não é contado nem numerado.
São contadas, mas não numeradas, todas as páginas pré-textuais a
partir da folha de rosto.
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A numeração é colocada a partir da primeira folha da parte textual
(introdução), em algarismo arábico, no canto superior direito da folha, a 2 cm da
borda superior.
Havendo apêndice e anexo, as suas folhas devem ser numeradas de
maneira contínua e sua paginação deve dar seguimento à do texto principal.
4.3 Seções
Os títulos das seções ou subseções devem ser separados dos textos
que os precedem ou que os sucedem por dois espaços de 1,5.
Seções primárias: principais divisões do texto de um documento
(denominadas capítulos).
Cada seção primária pode ser dividida em seções secundárias, estas
em seções terciárias, etc.
Os títulos das seções primárias do trabalho (Apresentação, Sumário,
Anexos, etc.) aparecem centralizados e em maiúsculo. Títulos de capítulos não são
centralizados, iniciando-se na margem esquerda, usando letra maiúscula em todo o
título.
Os títulos das seções secundárias devem ter todas as iniciais em
maiúsculas, e nas seções terciárias somente a inicial da primeira palavra deve ser
em maiúscula.
Toda seção primária (capítulo) inicia-se na próxima página do trabalho,
já as seções secundárias e terciárias iniciam-se na mesma página separada do texto
anterior por dois espaços de 1,5. Em nenhum momento é permitido aos autores
separar os títulos das seções dos textos correspondentes, quando isso ocorrer o
título deve ser transferido para a página seguinte.
4.4 Ilustrações
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As ilustrações compreendem gráficos, fórmulas, lâminas, figuras
(desenhos, gravuras, mapas, quadros, fotografias), ou outras formas pictográficas
necessárias à complementação e melhor visualização do texto.
A NBR 6029 (2002, p. 4) estabeleceu que qualquer ilustração,
independente do tipo, é identificada no texto, por meio da palavra Figura seguida de
seu número de ordem de ocorrência, no texto, em algarismo arábico, de seu
respectivo título e/ou legenda explicativa, em tamanho 12, e da fonte de onde foi
extraída a figura, impressos na parte inferior da mesma, em fonte tamanho 10, e
espaçamento simples.
As ilustrações e tabelas devem ser destacadas do texto por 2 espaço
1,5 antes e depois de sua apresentação.
FIGURA 1 – Etiquetas personalizadas para público intermediário
Fonte: Pereira et al., 2009, p. 133
4.5 Tabelas
Tabelas são utilizadas para apresentação de dados numéricos,
principalmente quando compreendem valores comparativos.
15
16
As tabelas devem ser preparadas de maneira que o leitor possa
compreendê-las, sem que seja necessário recorrer ao texto, da mesma forma que o
texto deve prescindir das tabelas para sua compreensão. O título da tabela deve ser
colocado antes do quadro, centralizado, com a palavra tabela em maiúsculo, seguido
de número arábico, em fonte tamanho 12. A identificação da fonte de onde foram
extraídos os dados utilizados na construção das tabelas deve vir no rodapé da
mesma, precedido da palavra "Fonte", em fonte tamanho 10.
As tabelas devem ser destacadas do texto por 2 espaço 1,5 antes e
depois de sua apresentação.
TABELA 1 – Preço Concorrência Sesc
Atividades pagas
MIS
Comerciário Matrícula de
Interesse
Social
Usuário
Inteira
Shows
R$ 7,50
R$ 15,00
R$ 15,00
R$ 30,00
Teatro
R$ 2,50
R$ 5,00
R$ 5,00
R$ 10,00
Ginástica multifuncional
R$ 15,00
R$ 20,00
R$ 30,00
---
Ginástica e expressão
R$ 15,00
R$ 20,00
R$ 30,00
---
Alongamento
R$ 15,00
R$ 20,00
R$ 30,00
---
Dança de salão
R$ 5,00
R$ 7,50
R$ 10,00
R$ 20,00
Dança do ventre
R$ 10,00
R$ 15,00
R$ 20,00
---
Yoga
R$ 10,00
R$ 15,00
R$ 20,00
---
Hidroginástica
R$ 15,00
R$ 20,00
R$ 30,00
---
Ginástica em expressão
(idosos)
R$ 7,50
R$ 10,00
R$ 15,00
---
Alongamento (idosos)
R$ 7,50
R$ 10,00
R$ 15,00
---
Exame dermatológico
R$ 5,00
R$ 7,00
R$ 10,00
---
Fonte: Lima et al., 2009, p. 111
4.6 Entrega das mídias
O regulamento do Trabalho de Conclusão de Curso da Facopp exige a
produção de uma peça prática para todos os trabalhos desenvolvidos. A presente
16
17
peça deverá ser entregue junto com o TCC, dentro de um envelope, anexado na
página final.
5 CITAÇÃO BIBLIOGRÁFICA
"É a menção, no texto, de uma informação colhida em outra fonte."
(ABNT - NBR 10520, 2002)
Citação Direta: Citação Textual ou Transcrição
É quando o autor opta por transcrever literalmente uma parte de um
texto lido. Deve-se respeitar rigorosamente a redação, ortografia e pontuação, sem
alterar o texto original.
Citação Indireta: Citação Conceptual ou Paráfrase
É a citação livre do texto, ou seja, reprodução de algumas idéias de um
autor, sem que haja transcrição literal dos termos que ele utilizou.
Citação de Citação:
Na impossibilidade de acesso a um documento original, pode-se
reproduzir uma informação já citada por outros autores, cujas obras tenham sido
consultadas. É sempre preferível, entretanto, consultar as fontes originais.
Notas de Referência:
Notas que indicam fontes consultadas ou remetem a outras partes da
obra onde o assunto foi abordado.
Notas de Rodapé:
Indicações, observações ou aditamentos do texto feitos pelo autor,
tradutor ou editor, podendo também aparecer na margem esquerda da mancha
gráfica.
Notas Explicativas:
17
18
Notas usadas para comentários, esclarecimento ou explanações que
não possam ser incluídos no texto1.
5.1 Citações Direta de até 3 Linhas
Devem ser transcritas entre aspas duplas no corpo do texto.
É indispensável indicar os dados das fontes de onde foram extraídas
as citações (autor, ano da publicação e a página). Indicar o nome do autor em letra
maiúscula quando (entre parênteses) e indicar o nome do autor com as iniciais em
letras maiúsculas (quando inserido no texto). Quanto à indicação do ano e da
página, estes dados sempre serão apresentados entre parênteses, na seguinte
ordem: ano seguido de vírgula, mais a abreviação p. para indicar a página, separado
do número respectivo por um toque de espaço.
Para citação textual que tiver expressões ou palavras entre aspas,
estas devem ser transformadas em apóstrofes ou aspas simples.
5.1.1 Citação direta com o autor no final da frase entre parênteses
“No Brasil, a televisão chegou no dia 18 de Setembro de 1950, data em
que foi ao ar o programa inaugural4 da primeira emissora: a PRF3 – TV Tupi do
pioneiro Assis Chateaubriand.” (PINHO, 2003, p. 17)
No caso das citações diretas, a abreviatura de página (p.) deve estar
separada do número correspondente por um espaço.
A referência ao autor fora do texto será colocada sempre depois do
ponto final. Nesse caso, não é permitida a inserção de referências ao autor entre
parênteses no meio de parágrafo.
1
De acordo com as definições acima, as notas de referência, de rodapé e explicativa são
apresentadas no rodapé da página correspondente em fonte Arial, tamanho 10, em espaçamento
simples.
18
19
5.1.2 Citação direta com o autor inserido no texto
Segundo Cruz Neto (2008, p. 22), “se o entrevistado não puder
atender, significa que, de última hora, o produtor vai ter que criar outra pauta e
convencer outras pessoas a atendê-lo.”
5.2 Citações Direta com mais de 3 Linhas
São transcritas em um só bloco, separadas do texto por espaçamento
de 18 pontos, com recuo de 4 cm da margem esquerda terminando no mesmo
alinhamento estabelecido para a margem direita; com fonte tamanho 10; sem utilizar
aspas; com espaço simples entre linhas, sendo obrigatório o nome do autor, o ano e
o número da página da fonte consultada.
Antes de um repórter sair para uma externa, a produção checa a relevância
do tema, os dados, os fatos e as fontes a fim de justificar a reportagem.
Deslocar uma equipe custa caro e se a pauta não “rende”, não se sustentar,
o editor-chefe corre o risco de ficar com um buraco no jornal na hora do
fechamento. (BISTANE; BACELLAR, 2005, p. 51)
Ou,
Paternostro (1999, p. 72), diz que:
Há casos de paralelismo, quando texto e imagem não se complementam,
caminhando lado a lado, de forma independente. Há casos de
distanciamento, quando texto e imagem não têm absolutamente nada a ver
um com o outro.
Quanto à quebra da citação longa ao final da página, ela poderá
ocorrer se na primeira página tivermos três ou mais linhas, caso contrário, toda a
citação deve ser transferida para a página seguinte.
A citação longa é separada do texto por um espaço anterior de uma
linha tamanho doze e espaçamento entrelinhas 1,5 ou 18 pontos e um espaço
19
20
posterior de uma linha tamanho doze, espaçamento entrelinhas 1,5 mais 6 pontos ou
24 pontos.
5.3 Citação Indireta
É a citação livre do texto, ou seja, reprodução de algumas ideias de um
determinado autor, sem que haja transcrição literal dos termos que ele utilizou.
As citações indiretas podem ser apresentadas das seguintes formas:
Quando o nome do autor faz parte integrante do texto, menciona-se a
data da publicação citada, entre parênteses. Nas citações indiretas, a indicação
da(s) página(s) consultada(s) é opcional. Exemplo:
De acordo com Rodrigues (2006), na rede, o aspecto visual prevalece.
Portanto, um site deve ser esboçado de forma a evidenciar fotos e imagens, pois
dão mais dinamicidade ao conteúdo. O destaque deve ser ainda maior na home
page, ou seja, o padrão seguido na construção virtual deve estar anunciado já na
primeira página, pois é o primeiro contato que o internauta tem com o veículo, que
dessa forma, consegue persuadi-lo. (RODRIGUES, 2006)
Quando o(s) nome(s) do(s) autor(es) não faz(em) parte do texto,
menciona-se ao final da sentença entre parênteses o sobrenome do(s) autor(es) e o
ano da publicação. A indicação da página é opcional. Exemplo:
Na rede, o aspecto visual prevalece. Portanto, um site deve ser
esboçado de forma a evidenciar fotos e imagens, pois dão mais dinamicidade ao
conteúdo. O destaque deve ser ainda maior na home page, ou seja, o padrão
seguido na construção virtual deve estar anunciado já na primeira página, pois é o
primeiro contato que o internauta tem com o veículo, que dessa forma, consegue
persuadi-lo. (RODRIGUES, 2006)
5.4 Citação de Citação
20
21
Na impossibilidade de acesso a um documento original, pode-se
reproduzir uma informação já citada por outros autores, cujas obras tenham sido
consultadas. É sempre preferível, entretanto, consultar as fontes originais.
A citação de citação deve ser indicada, adotando-se o seguinte
procedimento:
No texto, citar o sobrenome do autor do documento não consultado,
seguido da expressão apud e o sobrenome do autor, data e página do documento
efetivamente consultado entre parênteses. Exemplo:
Para Pokorny e Smith (apud VALDESTILHAS; ALMEIDA, 2005, p. 2), “a
usabilidade refere-se à capacidade de um produto ser compreendido, aprendido,
utilizado e ser atrativo para o utilizador, em condições específicas de utilização.”
Quando o sobrenome do autor do documento não consultado não
estiver no corpo do texto, este deverá ser referenciado ao final da sentença entre
parênteses seguido do ano de publicação de sua obra, a expressão apud,
sobrenome, ano e página do autor da publicação consultada. Exemplo:
“A
usabilidade
refere-se
à
capacidade
de
um
produto
ser
compreendido, aprendido, utilizado e ser atrativo para o utilizador, em condições
específicas de utilização.” (POKORNY; SMITH apud VALDESTILHAS; ALMEIDA,
2005, p. 2)
5.5 Particularidades das Citações
5.5.1 Omissão de citação
Às vezes, durante a produção de um trabalho científico, alguns trechos
de textos usados como citações tornam-se desnecessários no interior do novo texto.
Neste caso, o autor pode optar pela omissão de citação, recurso que permite a
confecção de um texto mais limpo e ágil.
21
22
Ao omitir palavras ou partes de um texto, estas devem ser substituídas
por reticências entre colchetes [...].
5.5.1.1 Omissão no início e fim da citação
A omissão inicial ou final refere-se ao suprimento de partes de frases
somente.
Segundo Marcuschi (2005, p.26), “[…] uma home page seria um
catálogo ou uma vitrine pessoal ou institucional.”
A possibilidade de exibir externamente a programação feita por
acadêmicos ocorreu oficialmente em 6 de janeiro de 1995, mediante a criação da Lei
Federal de nº 8.977, “[…] conhecida como Lei da Televisão a Cabo, que prevê os
chamados, ‘canais básicos de utilização gratuita’ […]”. (PORCELLO, 2002, p. 49)
5.5.1.2 Omissão no meio da citação
A omissão no meio da sentença refere-se ao suprimento de partes de
frases ou mesmo de frases completas retirados do meio de um parágrafo.
“São os recursos mais comuns para estimular a participação […] e,
adicionalmente, conquistar sua fidelidade.” (PINHO, 2003, p.145)
5.5.2 Ênfase e destaque em citações
Algumas vezes, trechos usados como citação apresentam certas
palavras destacadas pelo autor original. Outras vezes, são os autores que
pretendem dar ênfase a certas expressões presentes dentro da citação. Para auxiliar
o produtor do trabalho científico, as normas acadêmicas apresentam as seguintes
regras:
22
23
No caso de expressões destacadas pelo autor (seja em negrito, itálico
ou sublinhado, mas respeitando a forma adotada pelo autor), elas são indicadas por
meio da expressão grifo do autor, colocada entre parênteses e separada do número
da página por vírgula. Exemplo:
Além disso, “[…] a internet abriu o mercado de trabalho para jornalistas
que também operam câmeras de vídeo. Muitos profissionais escolheram o caminho
da vídeorreportagem e colhem bons frutos com trabalhos independentes.”
(VILELLA, 2008, p.145, grifo do autor)
Agora, quando os autores do trabalho científico desejam enfatizar
trechos da citação, eles devem destacá-los colocando o termo ou expressão em
negrito, indicando esta alteração com a expressão grifo nosso entre parênteses após
a chamada da citação, separado do número da página por vírgula.
“Toda matéria jornalística editada deve ter som ambiente em
Background – BG, captado no local da filmagem e que dá, ‘clima’ ao
acontecimento.” (CURADO, 2002, p.111, grifo nosso)
5.5.3 Citação verbal
Quando a informação refere-se a um dado que não se encontra
impresso, gravado e não é fruto de entrevista, os autores devem referendar essa
citação como informação verbal após a data, conforme modelo: (BACCO, 2011,
informação verbal)
5.5.4 Sistema de chamada
As citações devem ser indicadas no texto por um sistema numérico ou
autor-data, e, a indicação da referência bibliográfica completa, poderá ser
apresentada em nota de rodapé ou em lista própria no final do trabalho.
23
24
Qualquer
que
seja
o
método
adotado
deve
ser
seguido
consistentemente ao longo de todo o trabalho. Na Facopp opta-se pelo sistema
autor-data, sendo obrigatória a apresentação do sobrenome do autor pesquisado, o
ano de publicação da obra e o número da página de onde se retirou a citação.
As entradas pelo sobrenome do autor, pela Instituição responsável ou
título incluído na sentença devem ser apresentadas com letras iniciais maiúsculas.
Quando estiverem entre parênteses devem ser em letras maiúsculas.
5.5.4.1 Autor-data
 Com até 3 Autores
Se a obra apresenta apenas um autor, basta referendar o sobrenome
desse autor. Essa referência pode ser inserida dentro do texto ou não. Quando
inserida no texto, o sobrenome do autor inicia-se com letra maiúscula, seguido do
ano da publicação e sua respectiva página no documento pesquisado. Caso o nome
do autor não faça parte do texto será colocado entre parênteses ao final da citação,
com letras maiúsculas. Exemplo:
Segundo Vilela (2008, p. 134). “[...]; ou, [...] (VILELA, 2008, p. 134).
Quando a citação pertencer a dois ou três autores, menciona-se o
sobrenome de todos, na ordem em que eles aparecem na publicação.
Quando os sobrenomes dos autores estiverem inseridos no texto
devem ser indicados com iniciais m aiúsculas e separados por e. Exemplo:
De acordo com Prado e Rebello (1998, p. 19), “[...]; ou, Para Pereira;
Fernandes e Lisboa (2007, p. 28), “[...].
Agora, se os sobrenomes dos autores aparecerem entre parênteses,
devem ser escritos em letra maiúscula, separados por ponto e vírgula. Exemplo:
[...]
(PRADO;
REBELLO,
1998,
p.
19).;
ou,
[...]
(PEREIRA;
FERNANDES; LISBOA, 2007, p. 28).
 Citação com mais de três autores:
Quando o trabalho de onde foi retirado a citação pertencer a mais de
três autores, deve ser citado somente o sobrenome do primeiro (geralmente o autor
24
25
mais importante, sempre de acordo com a ficha catalográfica da obra), seguido da
expressão et al. (Abreviatura do latim et alii que significa e outros), ano e página(s).
Exemplo:
Costa Júnior et al. (1983, p. 57), enfatiza que “[...]; ou, [...] (COSTA
JUNIOR et al., 1983, p. 57)
 Autor entidade:
Em se tratando de entidades coletivas, conhecidas por siglas, deve se
apresentar o nome por extenso, acompanhado da sigla na primeira citação e, a partir
daí, usar apenas a sigla. Exemplo:
A tab. 2 confirma os dados apresentados anteriormente (IBGE, 1975).
 Autoria de órgão administrativo:
Quando se tratar de documento de autoria de órgão da administração
direta do governo, cuja referência bibliográfica se inicia pelo nome geográfico do
País, Estado ou Município, deve-se citar o nome geográfico seguido da entidade
publicadora e data do documento. Exemplo:
"O índice de produtividade é considerado, para a maioria dos
especialistas em matéria econômica, como a melhor variável para aferição dos
rendimentos do trabalho humano." (BRASIL. Ministério da Agricultura, 1999, p. 50).
Para obras cujas entradas nas referências bibliográficas ocorram pelo
local (País, Estado, etc.), a chamada para a citação não deve fazer parte da frase,
utilizando-se, neste caso, todos os elementos entre parênteses, no final da mesma.
Exemplo:
Segundo o Parecer Técnico do Prof. Raul Briquet Júnior, "a criação
deve ser no sentido econômico." (BRASIL. Ministério da Agricultura, 1968, p. 58).
Caso haja subordinações na entrada (Departamento, Divisão, etc.),
Não citá-las, embora devam constar na referência bibliográfica. Exemplo:
Segundo a Biblioteca Nacional (1935, p. 10), "o programa obteve,
desde o início, aceitação da comunidade."
 Sem autoria:
Quando se tratar de documento sem autoria conhecida, de publicação
periódica referenciada no todo, ou nos casos em que a norma recomenda a entrada
25
26
da referência pelo título, esta é feita, usando-se a primeira palavra do título, em
letras maiúsculas, seguida de reticências e data entre parênteses. Exemplo:
No diagnóstico da neoplasia utilizou-se a classificação histológica
internacional de tumores dos animais domésticos, segundo o BULLETIN...(1974).
 Autores com o mesmo sobrenome:
Quando houver coincidência de autores com o mesmo sobrenome e
data, acrescentam-se as iniciais de seus prenomes. Exemplo:
[...] (BARBOSA, C., 1956)
[...] (BARBOSA, O., 1956)
Vários documentos de um mesmo autor publicados em um mesmo
ano:
As citações de diversos documentos de um mesmo autor, publicados
em um mesmo ano, são distinguidas pelo acréscimo de letras minúsculas do
alfabeto, após a data e sem espaço. Exemplo:
[...] (REESIDE, 1927a)
[...] (REESIDE, 1927b)
Para Silva Filho et al. (1990a, p. 230), “[...]
Conforme Silva Filho et al. (1990b, p. 42), “[...]
Obs: As mesmas letras aparecem entre parênteses ao final da citação
na referência bibliográfica.
 Eventos científicos:
Para congressos, conferências, seminários etc., Menciona-se o nome
completo do evento, seguido do ano entre parênteses. Exemplo:
Esta situação modificou-se após as discussões no Seminário Nacional
de Bibliotecas Universitárias (1978).
6 MONTAGEM DAS REFERÊNCIAS
26
27
Nas referências devem ser apresentadas todas as obras utilizadas na
confecção do trabalho, sejam elas empregadas como citação no corpo do texto
(referência bibliográfica e eletrônica), sejam apenas documentos de consulta.
As
referências
são
apresentadas
em
ordem
alfabética,
em
espaçamento entrelinhas simples, sem justificar o texto, respeitando a seguinte
normatização:
 Autoria por número e tipo de autores
a) um autor:
BRASIL, Antonio Cláudio. Antimanual de jornalismo e comunicação: ensaios
críticos sobre jornalismo, televisão e novas tecnologias. São Paulo: Senac, 2007.
b) dois autores:
KOVACH, Bill; ROSENSTIEL, Tom. Os elementos do jornalismo: o que os
jornalistas devem saber e o público exigir. 2. ed. São Paulo: Geração Editorial, 2004.
c) três autores:
NORTON, Peter; AITKEN, Peter; WILTON, Richard. Peter Norton: a bíblia do
programador. Tradução de Geraldo Costa Filho. Rio de Janeiro: Campus, 1994.
d) mais de três autores:
BRITO, Edson Vianna et al. Imposto de renda das pessoas físicas: livro prático de
consulta diária. 6. ed. atual. São Paulo: Frase Editora, 1996.
Quando houver mais de três autores, indicar apenas o primeiro,
acrescentando-se a expressão “et al.”. Em casos específicos, tais como projetos de
pesquisa científica nos quais a menção dos nomes for indispensável para certificar
autoria, é facultado indicar todos os nomes.
e) Autor desconhecido: em caso de autoria desconhecida, a entrada é feita
pelo título.
PROCURA-SE um amigo. In: SILVA, Lenilson Naveira e. Gerência da vida:
reflexões filosóficas. 3. ed. Rio de Janeiro: Record, 1990. p. 212-213.
f) Pseudônimo: quando o autor da obra adotar pseudônimo, este deve ser
considerado para entrada. Quando o verdadeiro nome for conhecido, deve-se indicálo entre colchetes após o pseudônimo.
27
28
ATHAYDE, Tristão de [Alceu Amoroso Lima]. Debates pedagógicos. Rio de
Janeiro: Schmidt, 1931.
g)
Organizadores,
compiladores,
editores,
adaptadores:
se
a
responsabilidade intelectual de uma obra for atribuída a um organizador, editor,
coordenador, a entrada da obra é feita pelo sobrenome, seguido das abreviaturas
correspondentes entre parênteses. Quando houver mais de um organizador ou
compilador, devem-se adotar as mesmas regras para autoria.
XAVIER, Antônio Carlos; MARCUSCHI, Luiz Antônio (Org.). Hipertexto e gêneros
digitais: novas formas de construção do sentido. 2. ed. Rio de Janeiro: Lucerna,
2005.
h) Autor entidade coletiva (associações, empresas, instituições): em caso de
obras de cunho administrativo ou legal de entidades independentes, entrar
diretamente pelo nome da entidade, em caixa alta, por extenso, considerando a
subordinação hierárquica, quando houver.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ENFERMAGEM. Centro de Estudos em
Enfermagem. Informações, pesquisas e pesquisadores em enfermagem. São
Paulo, 1916.
INSTITUTO NACIONAL DE PROPRIEDADE INDUSTRIAL (Brasil). Classificação
nacional e patentes. 3. ed. Rio de Janeiro, 1979. v. 9.
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. Instituto Astronômico e Geográfico. Anuário
astronômico. São Paulo, 1988.
I) Tradutor, revisor, prefaciador, ilustrador:
Quando necessário, acrescentam-se informações referentes a outros tipos
de responsabilidade logo após o título, conforme aparece no documento.
SZPERKOWICZ, Jerzy. Nicolau Copérnico: 1473-1973. Tradução de Victor M.
Ferreras Tascón; Carlos H. de León Aragón. Varsóvia: Editorial Científica Polaca,
1972.
 Autoria por tipo de obra
a) Monografias consideradas no todo: "Monografia é um estudo minucioso
que se propõe a esgotar determinado tema relativamente restrito" (FERREIRA,
1986).
AUTOR DA OBRA. Título da obra: subtítulo. Número da edição. Local de
Publicação: Editora, ano de publicação. Número de páginas ou volume. (Série.)
Notas.
AZEVEDO, M. A.; GUERRA, V. N. A. Mania de bater: a punição corporal doméstica
de crianças e adolescentes no Brasil. São Paulo: Iglu, 2001. 386 p.
28
29
b) Dissertações e teses:
AUTOR. Título: subtítulo. Ano de apresentação. Número de folhas ou volumes.
Categoria (Grau e Área de concentração) — Instituição, local.
GUSHIKEN, Eliane Tayra et al.. Implantação da Web Rádio Facopp (WRF): a
convergência midiática entre rádio e internet. 2009. 178 p. Trabalho de Conclusão de
Curso (Habilitação em Jornalismo) — Faculdade de Comunicação Social “Jornalista
Roberto Marinho”, Universidade do Oeste Paulista, Presidente Prudente.
c) Livros:
PATERNOSTRO, Vera Íris. O Texto na TV: Manual de Telejornalismo. Rio de
Janeiro: Elsevier, 1999.
d) Dicionários:
AULETE, Caldas. Dicionário contemporâneo da língua portuguesa. 3. ed. Rio de
Janeiro: Delta, 1980. 5 v.
e) Atlas:
MOURÃO, Ronaldo Rogério de Freitas. Atlas celeste. 5. ed. Petrópolis: Vozes,
1984. 175 p.
f) Biografias:
SZPERKOWICZ, Jerzy. Nicolau Copérnico: 1473-1973. Tradução de Victor M.
Ferreras Tascón; Carlos H. de León Aragón. Varsóvia: Editorial Científica Polaca,
1972. 82 p.
g) Enciclopédias:
THE NEW encyclopaedia britannica: micropaedia. Chicago: Encyclopaedia
Britannica, 1986. 30 v.
h) Capítulos de livros:
DUARTE, Jorge. Entrevista em profundidade. In: BARROS, Antonio; DUARTE, Jorge
(Org.). Métodos e técnicas de pesquisa em comunicação. 2.ed. São Paulo: Atlas,
2009, p. 100-112.
 Publicações periódicas
Ao final da referência indicam-se os títulos das séries e coleções e sua
numeração tal qual figuram no documento, entre parênteses.
29
30
a) Coleções:
TÍTULO DO PERIÓDICO. Local de publicação (cidade): Editora, ano do primeiro e
do último volumes. Periodicidade. ISSN (quando houver).
TRANSINFORMAÇÃO. Campinas: PUCCAMP, 1989-1997. Quadrimestral. ISSN:
0103-3786.
b) Fascículos (Unidade de uma publicação periódica; número.):
TÍTULO DO PERIÓDICO. Local de publicação (cidade): Editora, volume, número,
mês e ano.
VEJA. São Paulo: Abril, v. 31, n. 1, jan. 1998.
c) Fascículos com título próprio:
TÍTULO DO PERIÓDICO. Titulo do fascículo. Local de publicação (cidade): Editora,
volume, número, mês e ano. Notas.
GAZETA MERCANTIL. Balanço anual 1997. São Paulo, n. 21, 1997. Suplemento.
EXAME. Melhores e maiores: as 500 maiores empresas do Brasil. São Paulo: Abril,
jul. 1997. Suplemento.
d) Artigo de revista:
AUTOR DO ARTIGO. Título do artigo. Título da Revista (abreviado ou não), Local
de Publicação, número do volume, número do fascículo, páginas inicial-final, mês e
ano.
IJUIM, Jorge. Jornal escolar: inter-relação criativa. Comunicação e Educação, São
Paulo, v. 20, p. 33-38, jan./abr. 2001. Disponível em:
http://www.usp.br/comueduc/index.php/comueduc/article/view/520/517. Acesso em:
08 out. 2010.
e) Artigo de jornal:
AUTOR DO ARTIGO. Título do artigo. Título do Jornal, Local de Publicação, dia,
mês e ano. Número ou Título do caderno, seção ou suplemento e páginas inicial e
final do artigo.
Os meses devem ser abreviados de acordo com o idioma da publicação.
OLIVEIRA, W. P. de. Judô: educação física e moral. O Estado de Minas, Belo
Horizonte, 17 mar. 1981. Caderno de esporte, p. 7.
SUA safra, seu dinheiro. Folha de S.Paulo, São Paulo, 17 ago. 1995. 2. cad. p. 9.
 Documentos eletrônicos
30
31
Os documentos eletrônicos são referendados segundo o tipo específico
de cada um, seguido da informação do site de onde foram extraídos e data de
acesso desse endereço eletrônico.
a) Arquivo eletrônico.
AUTOR do arquivo. Título do arquivo.extensão do arquivo. Local, data.
Características físicas, tipo de suporte. Notas.
KRAEMER, Ligia Leindorf Bartz. Apostila.doc. Curitiba, 13 de maio de 1995. 1
arquivo (605 bytes). Disquete 3 1/2. Word for Windows 6.0.
b) Base de dados em CD-ROM— no todo:
AUTOR. Título. Local: Editora, data. Tipo de suporte. Notas.
INSTITUTO BRASILEIRO DE INFORMAÇÃO EM CIÊNCIA E TECNOLOGIA —
IBICT. Bases de dados em ciência e tecnologia. Brasília: IBICT, n. 1, 1996. CDROM.
c) Base de dados em CD-ROM — partes de documentos.
AUTOR DA PARTE. Título da parte. In: AUTOR DO TODO. Título do todo. Local:
Editora, data. Tipo de suporte. Notas.
PEIXOTO, Maria de Fátima Vieira. Função citação como fator de recuperação de
uma rede de assunto. In: IBICT. Base de dados em ciência e tecnologia. Brasília:
IBICT, n. 1, 1996. CD-ROM.
d) E-mail:
AUTOR DA MENSAGEM. Assunto da mensagem, [mensagem pessoal.]
Mensagem recebida por <e-mail do destinatário> data de recebimento (dia, mês e
ano). As informações devem ser retiradas, sempre que possível, do cabeçalho da
mensagem recebida. Quando o e-mail for cópia, poderão ser acrescentados os
demais destinatários após o primeiro, separados por ponto-e-vírgula.
Exemplo:
AZEVEDO, Tatiana. Número total de participantes do Geração Futura,
[mensagem pessoal.] Mensagem recebida por <[email protected]> em: 20
jul. 2010.
e) Monografias consideradas no todo (on-line):
AUTOR. Título. Local (cidade): editora, data. Disponível em: <endereço>. Acesso
em: data.
O ESTADO DE S. PAULO. Manual de redação e estilo. São Paulo, 1997.
Disponível em: <http://wwwl.estado.com.br/redac/manual.html>. Acesso em: 19 maio
1998.
31
32
f) Publicações periódicas consideradas no todo (on-line):
TÍTULO DA PUBLICAÇÃO. Local (cidade): Editora, volume, número, mês, ano.
Disponível em: <endereço>. Acesso em: data.
CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO. Brasília: v. 26, n. 3, 1997. Disponível em: <http://
www.ibict.br/cionline/>. Acesso em: 19 maio 1998.
g) Artigos de periódicos (on-line):
AUTOR. Título do artigo. Título da Publicação Seriada, local, volume, número,
mês, ano. Paginação ou indicação de tamanho. Disponível em: <endereço>. Acesso
em: data.
MALOFF, Joel. A internet e o valor da "internetização". Ciência da Informação,
Brasília, v. 26, n. 3, 1997. Disponível em: <http://www.ibict.br/cionline/>. Acesso em: 18
maio 1998.
h) Artigos de jornais (on-line):
AUTOR. Título do artigo. Título do Jornal, local, data de publicação, seção, caderno
ou parte do jornal e a paginação correspondente. Disponível em: <endereço>.
Acesso em: data.
TAVES, Rodrigo França. Ministério corta pagamento de 46,5 mil professores. O
Globo, Rio de Janeiro, 19 maio 1998. Disponível em:<http://www.oglobo.com. br/>.
Acesso em: 19 maio 1998.
UFSC não entrega lista ao MEC. Universidade Aberta: online. Disponível em:
<http://www.unaberta.ufsc.br/novaua/index.html>. Acesso em: 19 maio 1998.
i) Homepage.
AUTOR. Título. Informações complementares (coordenação, desenvolvida por,
apresentação... etc, quando houver). Disponível em: <endereço>. Acesso em: data.
ETSnet. Toefl on line: Test of English as a foreign language. Disponível em:
<http://www.toefl.org>. Acesso em: 19 maio 1998.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA. Biblioteca Universitária. Serviço
de Referência. Catálogos de Universidades. Apresenta endereços de universidades
nacionais e estrangeiras. Disponível em: <http://www.bu.ufsc.br>. Acesso em: 19 maio
1998.
 Por tipo de fonte
a) Congressos:
NOME DO CONGRESSO. Número, ano, Cidade onde se realizou o Congresso.
Título. Local de Publicação: Editora, data de publicação. Número de páginas ou
volume.
b) Jornadas:
JORNADA INTERNA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA, 18, JORNADA INTERNA DE
INICIAÇÃO ARTÍSTICA E CULTURAL, 8, 1996, Rio de Janeiro. Livro de resumos
32
33
da XVIII Jornada de Iniciação Científica e VIII Jornada de Iniciação Artística e
Cultural. Rio de Janeiro: UFRJ, 1996. 822 p.
c) Reuniões:
ANNUAL MEETING OF THE AMERICAN SOCIETY OF INTERNATIONAL LAW, 65,
1967, Washington. Proceedings... Washington: ASIL, 1967. 227 p.
d) Conferências:
CONFERÊNCIA NACIONAL DA ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL, 11, 1986,
Belém. Anais... [S.l.]: OAB, [1986]. 924 p.
e) Workshops
WORKSHOP DE DISSERTAÇÕES EM ANDAMENTO, 1, 1995, São Paulo. Anais...
São Paulo: ICRS, USP, 1995. 39 p.
 Outros tipos de documentos e fontes
a) Notas de aula:
KNAPP, Ulrich. Separação de isótopos de urânio conforme o processo Nozzle:
curso introdutório, 5-30 de set. de 1977. 26 f. Notas de aula. Mimeografado.
b) Discos compactos (CDs — compact discs): a referência de discos
compactos difere da do disco comum apenas pela indicação de compacto e pela
forma de gravação.
JÓIAS da música. Manaus: Videolar Amazônica, [199?]- v. 1. 1 disco compacto (47
min.): digital, estéreo. DL: M-23206-94. Parte integrante da revista Caras. (Os
Clássicos dos Clássicos.)
BEETHOVEN, Ludwig Van. Beethoven: com Pastoral Emperor Moonlight sonata.
São Paulo: MoviePlay, 1993. 1 disco compacto (60 + min.): digital, estéreo. GCH
2404. (The Greatest Classical Hits.)
c) Entrevistas: a entrada para entrevista é dada pelo nome do entrevistado.
Quando o entrevistador tem maior destaque, entrar por este. Para
referenciar entrevistas gravadas, faz-se descrição física de acordo com o suporte
adotado. Para entrevistas publicadas em periódicos, proceder como em documentos
considerados em parte.
NOME DO ENTREVISTADO. Título. Referência da publicação. Nota de entrevista.
MELLO, Evaldo Cabral de. O passado no presente. Veja, São Paulo, n. 1528, p. 911, 4 set. 1998. Entrevista concedida a João Gabriel de Lima.
33
34
Quando a entrevista refere-se ao trabalho de campo e foi realizada pelo
próprio pesquisador, ela deve aparecer da seguinte forma:
NOME DO ENTREVISTADO. Título. Entrevista concedida a ... Data da entrevista.
BARBOSA, Mitian. Entrevista com o estagiário da TV Uerj Online. Entrevista
concedida a Matheus Teixeira, 8 jul. 2009.
d) Filmes e vídeos:
TÍTULO. Autor e indicação de responsabilidades relevantes (diretor, produtor,
realizador, roteirista e outros). Coordenação (se houver). Local: Produtora e
Distribuidora, data. Descrição física com detalhes de número de unidades, duração
em minutos, áudio (sonoro ou mudo), legendas ou gravação. Série, se houver. Notas
especiais.
CRIANÇA, a alma do Negócio. Produção de Marcos Nisti. Direção de Stela Renner.
Roteiro de Stela Renner e Renata Ursaia. São Paulo: Maria Farinha Produções,
2008. 1 vídeo (46 min.): son., color.
e) Fotografias:
AUTOR (Fotógrafo ou nome do estúdio). Título. Ano. Número de unidades físicas:
indicação de cor; dimensões.
A fotografia de obras de arte tem entrada pelo nome do autor do original,
seguido do título e da indicação do nome do fotógrafo, precedido da abreviatura
'fot.'. Tratando-se de um conjunto de fotografias com suporte físico próprio, como,
por exemplo, um álbum, essa informação deve preceder o número de fotos.
KELLO, Foto & Vídeo. Escola Técnica Federal de Santa Catarina. 1997. 1 álbum
(28 fot.): color.; 17,5 cm x 13 cm.
34
35
7 REFERÊNCIAS
GUSHIKEN, Eliane Tayra et al.. Implantação da Web Rádio Facopp (WRF): a
convergência midiática entre rádio e internet. 2009. 178 p. Trabalho de Conclusão de
Curso (Habilitação em Jornalismo) — Faculdade de Comunicação Social “Jornalista
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