FUNDAÇÃO EDUCACIONAL SERRA DOS ÓRGÃOS
CENTRO UNIVERSITÁRIO SERRA DOS ÓRGÃOS
CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS
CURSO DE GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS CONTÁBEIS
MANUAL DE ORIENTAÇÕES SOBRE
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
DANIEL PINHEIRO HERNANDEZ
(Organizador)
TERESÓPOLIS
MARÇO DE 2009
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SUMÁRIO
Apresentação.......................................................................................................... 3
1. REGULAMENTO DOS TRABALHOS DE CURSO................................................. 4
2. ÉTICA NA PESQUISA............................................................................................12
3. O PROJETO DE PESQUISA................................................................................ 14
4. NORMAS PARA APRESENTAÇÃO GRÁFICA DO TRABALHO......................... 18
5. MODELOS............................................................................................................ 24
6. NORMAS PARA ELABORAÇÃO DE BIBLIOGRAFIAS ...................................... 39
7. CITAÇÕES........................................................................................................... 47
Bibliografia consultada.......................................................................................... 50
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APRESENTAÇÃO
O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) tem como objetivo propiciar ao estudante,
do Curso de Ciências Contábeis, a oportunidade de demonstrar a maturidade teórica
e intelectual adquirida durante os anos da graduação, o aprofundamento temático, o
estímulo à iniciação científica, à consulta de bibliografia especializada e o
aprimoramento da capacidade de interpretação e crítica das teorias e de suas
aplicações em sua área de formação.
Consiste em uma pesquisa individual, orientada por um docente da Instituição,
abrangendo temas intrínsecos às Ciências Contábeis, bem como suas relações com
as áreas de conhecimentos afins. O estudante poderá desenvolver seu Trabalho de
Conclusão de Curso a partir do próprio Relatório Final do Estágio Curricular
Supervisionado, sendo este um bom ponto de partida, considerando, logicamente,
as linhas de pesquisa do CCHS.
O Trabalho de Conclusão de Curso é um componente curricular obrigatório, que
deverá ser desenvolvido nos dois últimos períodos, ocasião em que os alunos
estarão em contato com seus orientadores para o bom desenvolvimento do trabalho
de pesquisa. Sua normatização consta de Regulamento próprio. Cabe salientar que
não é definido como disciplina regular da grade, mas como um componente
obrigatório para conclusão do curso.
(Projeto político-pedagógico do curso de Ciências Contábeis – 2008)
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1. REGULAMENTO DOS TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO
CONSIDERAÇÕES INICIAIS:
O Trabalho de Conclusão de Curso é apresentado sob a forma de monografia,
considerando que apresenta as seguintes características:
- estrutura-se como trabalho escrito, independentemente de também poder ser
apresentado por meios eletrônicos, tais como disquete, CD ou Internet;
- faz uma abordagem aprofundada e atual sobre o tema escolhido para o trabalho,
sendo construído de acordo com regras específicas, que incluem a forma
sistemática de elaboração, a maneira pormenorizada de tratar os dados e
informações, além de mostrar abordagem completa, e sob os enfoques
necessários, acerca do problema estudado;
- apóia-se na observância das diretrizes estabelecidas pela metodologia científica;
- procura trazer contribuições importantes, para o próprio estudante, como executor
da pesquisa, para a instituição educacional, onde a pesquisa é realizada, e para a
área de formação do acadêmico;
- baseia-se numa sólida apresentação de dados comprovados, conseguidos não só
pelas observações, mas também pela pesquisa bibliográfica e pelos experimentos
necessários;
- torna o estudante capaz de organizar as informações obtidas, de modo a
estabelecer as relações possíveis entre elas, possibilitando a argumentação, a
tomada de decisões e a obtenção de conclusões;
- finalmente, comunicam-se os resultados obtidos na pesquisa, apresentadas com
afirmações objetivas, sempre baseadas nas provas conseguidas na evolução do
trabalho.
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1.1. DOS TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO
ARTIGO 1º: os Trabalhos de Conclusão de Curso são uma atividade complementar,
e obrigatória, do processo de ensino e de aprendizagem, a ser planejada,
executada, acompanhada e avaliada com base nos princípios do Projeto PolíticoPedagógico do Curso de Graduação em Ciências Contábeis, do Projeto Político
Pedagógico Institucional do UNIFESO e das normas deste Regulamento.
ARTIGO 2º: suas atividades obrigatórias são desenvolvidas no 7º e 8º períodos do
curso, preferencialmente como decorrência do tempo obrigatório de estágio e da
elaboração do Relatório Final, observadas as linhas de pesquisa do CCHS.
ARTIGO 3º: nas duas primeiras semanas letivas, de acordo com calendário
específico que já estará disponível, o estudante do 7º período do curso escolherá,
obrigatoriamente, um professor orientador para o Trabalho de Conclusão de Curso,
dentre os docentes do UNIFESO, com titulação mínima de especialista, mediante
sua concordância prévia e comunicação imediata à supervisão dos Trabalhos de
Conclusão de Curso. Para tal, deverá ser preenchido o Termo de Compromisso de
Orientação de TCC, em três vias, sendo uma para o orientando, uma para o
orientador e uma para a supervisão.
PARÁGRAFO 1º: uma vez escolhido o professor orientador, o mesmo estabelecerá,
ainda no início do 7º período, um calendário de tarefas, em etapas, que deverá ser
rigorosamente cumprido pelo orientando. Caso contrário, o professor poderá
eximir-se da respectiva orientação, uma vez comprovado, ao supervisor, o não
cumprimento das etapas estabelecidas.
PARÁGRAFO 2º: sendo do interesse de uma das partes, o orientador poderá ser
substituído até os 15 primeiros dias do oitavo período, impreterivelmente, mediante
pedido justificável ao supervisor dos Trabalhos de Conclusão de Curso.
PARÁGRAFO 3º: cada professor poderá ter, no máximo, seis alunos sob sua
orientação.
1.2. DA SUPERVISÃO DOS TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO
ARTIGO 4º: são atribuições do professor responsável pela supervisão dos
Trabalhos de Conclusão de Curso:
1) executar a política dos Trabalhos de Conclusão de Curso;
2) gerenciar as atividades decorrentes;
3) orientar e prestar esclarecimentos, relativos ao TCC, aos orientadores;
4) realizar, com os orientadores, reuniões ordinárias, definidas em cronograma,
e extraordinárias, quando houver necessidade;
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5) encaminhar, à Coordenação do Curso, no início de cada período, mapa
contendo os nomes dos estudantes que estão desenvolvendo trabalhos,
períodos em curso, títulos dos trabalhos, áreas e professores orientadores;
6) compor comissão para avaliar os casos de suspeita de condutas ilícitas,
envolvendo plágio, compra de monografia, e outras, bem como, caso haja
comprovação da suspeita, comunicar à coordenação do curso, que aplicará
punição, nos termos do Regimento do UNIFESO;
7) organizar as bancas examinadoras.
1.3. DOS ORIENTADORES DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
ARTIGO 5º: são competências dos orientadores do Trabalho de Conclusão de
Curso:
1) prestar toda a assistência aos seus orientandos durante o processo de
elaboração dos trabalhos;
2) orientar os estudantes com relação às bibliografias referentes aos temas dos
trabalhos;
3) acompanhar a construção dos trabalhos sob sua responsabilidade, quanto ao
conteúdo e à forma definida nas Normas para Apresentação de Trabalhos
Acadêmicos, através de encontros previamente agendados, discutindo com
seus orientandos as correções e modificações necessárias. O uso de e-mail
poderá ser combinado, entre orientador e orientandos, não substituindo,
porém, os encontros agendados.
4) elaborar um cronograma de encontros periódicos, para executar o
estabelecido no item 3;
5) avisar, ao Supervisor dos Trabalhos de Conclusão de Curso, o não
comparecimento de orientandos aos encontros agendados;
6) comparecer às reuniões convocadas pelo responsável pela supervisão dos
Trabalhos de Conclusão de Curso ;
7) presidir a banca de avaliação dos trabalhos realizados sob sua orientação;
8) apresentar para publicação, em revistas indexadas, artigos decorrentes da
orientação aos trabalhos;
9) comunicar, ao Supervisor dos Trabalhos de Conclusão de Curso e à
Coordenação do Curso, os casos enquadrados no item 6 do Artigo 4º.
PARÁGRAFO ÚNICO: quando da publicação dos artigos previstos no item 8 deste
artigo, deverão ser mencionados os estudantes, os trabalhos desenvolvidos, o curso
correspondente e a Instituição.
1.4. DA ELABORAÇÃO DOS TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO
ARTIGO 6º: os orientandos e seus orientadores devem seguir as Normas para
Apresentação Gráfica dos Trabalhos.
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ARTIGO 7º: os estudantes podem elaborar o Trabalho de Conclusão de Curso como
continuação das atividades de Estágio Curricular Supervisionado, ou optar por outro
tema, escolhido, dentro das áreas e linhas de pesquisa do CCHS definidas no
parágrafo 1º deste artigo, com o auxílio do orientador, obedecendo ao calendário
estabelecido pela Supervisão dos Trabalhos de Conclusão de Curso.
PARÁGRAFO 1º: no Curso de Graduação em Ciências Contábeis, os alunos devem
escolher temas inseridos dentro das áreas e linhas de pesquisa do CCHS,
relacionadas abaixo, e que estejam adequadas ao seu curso:
ÁREA: POLÍTICAS PÚBLICAS E DESENVOLVIMENTO SOCIAL
Linhas de Pesquisa:
1- Estrutura de Renda e Orçamento Familiar
Ementa: pesquisa a renda das famílias e como esta divide a sociedade em classes,
bem como estuda como as famílias distribuem a renda.
2- Dimensões da pobreza e indicadores de desenvolvimento sócio-econômico.
Ementa: constrói indicadores de qualidade de vida das famílias, para mensurar e
interpretar a percepção subjetiva de bem-estar.
3- Gestão Municipal e Política Educacional
Ementa: pesquisa a política educacional que orienta o orçamento da Educação no
município.
ÁREA: CONTROLADORIA E CONTABILIDADE GERENCIAL
Linhas de Pesquisa:
1- Planejamento e Controle Gerencial das Organizações
Ementa: desenvolve estudos sobre planejamento, análise de custos, controle
orçamentário e gerencial e, sistemas de informações, tanto em entidades públicas
como privadas.
2- Auditoria nas Organizações
Ementa: desenvolve estudos sobre auditoria interna e externa de sistemas, tanto em
entidades públicas como em entidades privadas.
ÁREA: CONTABILIDADE PARA USUÁRIOS EXTERNOS
Linhas de Pesquisa:
1- Informação Contábil e Tributária
Ementa: desenvolve estudos sobre aspectos de identificação, mensuração e
divulgação da informação contábil e dos diversos aspectos da tributação.
2- Finanças Corporativas
Ementa: desenvolve estudos sobre avaliação de empresas, financiamento,
investimento e governança corporativa, com o intuito de conhecer o mercado
nacional.
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ÁREA: ADMINISTRAÇÃO E CONTABILIDADE NA EDUCAÇÃO SUPERIOR
Linhas de Pesquisa:
1- Currículos, programas e perfil dos discentes e docentes do curso de
Ciências Contábeis
Ementa: desenvolve estudos sobre o ensino superior na graduação em Ciências
Contábeis, bem como sobre o perfil dos docentes e discentes desse curso.
2- Currículos, programas e perfil dos discentes e docentes do curso de
Administração
Ementa: desenvolve estudos sobre o ensino superior na graduação de
Administração, bem como sobre o perfil dos docentes e discentes desse curso.
ÁREA: GESTÃO DAS ORGANIZAÇÕES
Linhas de Pesquisa:
1- Estratégias Organizacionais
Ementa: pesquisa diversas formas organizacionais e seu impacto na estrutura e no
resultado econômico das empresas, bem como estratégias direcionadas a processos
de marketing, logística, gestão de qualidade e produção.
2- Gestão de Pessoas
Ementa: pesquisa temas relacionados ao comportamento organizacional.
ÁREA: EMPREENDEDORISMO E INOVAÇÃO EMPRESARIAL
Linha de Pesquisa:
1- Desempenho das Empresas de Pequeno e Médio Porte
Ementa: pesquisa iniciativas empreendedoras, mecanismos de implementação e
práticas de inovação técnica, causas de mortalidade e de sustentabilidade para
empresas de porte micro, pequeno e médio.
ÁREA: CONTROLE SOCIAL, SISTEMAS PENAIS E GARANTIAS INDIVIDUAIS
Linhas de Pesquisa:
1- Controle Social, Violência e Garantias Individuais
Ementa: aborda as estratégias de controle social na sociedade brasileira diante do
quadro de violência, com especial pertinência na atuação do sistema penal como
potencialmente violador das garantias individuais estabelecidas em nosso
ordenamento jurídico.
2- Mídia como Instrumento de Controle Social
Ementa: analisa a atuação da mídia como instrumento de controle social ao
legitimar interesses hegemônicos por meio da criação de estereótipos, assim como a
desconstrução destes pelos veículos alternativos da mídia.
3- Controle Social e Construção dos Saberes
Ementa: objetiva refletir acerca da relação entre ciência, sociedade e educação,
verificando o controle social através da construção de saberes.
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ÁREA: SOCIEDADE, GLOBALIZAÇÃO E DIREITOS HUMANOS
Linhas de Pesquisa:
1- Abordagem Transcultural dos Direitos Humanos.
Ementa: novas perspectivas teóricas dos direitos civis, políticos, sociais,
econômicos, culturais e de solidariedade. Investigações referentes à tensão entre
universalismo e relativismo cultural e entre desigualdade e justiça social.
2- Democracia, Cidadania e Direitos Humanos
Ementa: relações diagnósticas entre democracia, cidadania e responsabilidade
social e ambiental.
3- Ética e Relações Sociais
Ementa: preocupação ética dos diversos aspectos das relações sociais:
empresarial, ambiental e educacional.
ÁREA: DIVERSIDADE E EDUCAÇÃO
Linhas de Pesquisa:
1- Práticas Educativas e Sociais
Ementa: investiga processos educativos e culturais, contemplando as concepções e
o modo como vêm sendo construídas as práticas educativas, culturais e políticas
públicas inclusivas desenvolvidas em contextos urbanos e rurais.
2- Formação de Profissionais da Educação
Ementa: investiga a formação inicial e continuada de professores, no que se refere à
natureza dos processos educacionais que sustentam esta formação e as relações
entre a produção dos saberes e a formação docente.
ÁREA: INFÂNCIA, CULTURA E SUBJETIVIDADE
Linhas de Pesquisa:
1- Abordagens sócio-histórico-cultural da infância
Ementa: investiga a relação da educação com diferentes processos culturais e
instâncias de socialização. Tematiza diversas práticas e concepções culturais e
busca compreender a construção histórica e social da infância, fazendo uso de
abordagens teórico-metodológicas de base sócio-histórico-cultural.
2- Processos de Construção de Subjetividades e Educação
Ementa: nesta linha destacam-se os estudos acerca dos processos de produção de
subjetividades em suas múltiplas manifestações e em suas relações com processos
educativos.
ÁREA: EDUCAÇÃO, LINGUAGEM E TECNOLOGIA
Linha de Pesquisa:
1-Tecnologia da Informação e da Comunicação e Práticas Pedagógicas
Ementa: nesta linha reúnem-se estudos e pesquisas que procuram compreender os
fundamentos, usos e impactos das tecnologias interativas e digitais na formação dos
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docentes e nas práticas pedagógicas desenvolvidas na escola, nos diferentes
segmentos da educação básica.
ÁREA: CURRÍCULO E COTIDIANO ESCOLAR
Linhas de Pesquisa:
1- Currículo e Produção do Conhecimento
Ementa: estuda os fundamentos epistemológicos e culturais do currículo nas suas
diferentes dimensões, focalizando as tensões, as ideologias, as relações de poder e
de dominação. Contempla a reflexão acerca do currículo como locus do
desenvolvimento dos saberes e fazeres da escola e fonte de produção de
conhecimento.
2- Estudos do Cotidiano Escolar
Ementa: esta linha refere-se aos estudos do Cotidiano Escolar que têm como
centralidade as práticas sociais produtoras da realidade social na sua cotidianidade,
envolvendo os sujeitos, a sociedade e suas instituições. Está fundamentada na
concepção da escola como um espaço plural irradiador de saberes e fazeres,
fundados nas múltiplas dimensões da vida cotidiana.
1.5. DA AVALIAÇÃO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
ARTIGO 8º: o estudante concluinte do curso entregará, ao Supervisor dos Trabalhos
de Conclusão de Curso, três exemplares encadernados em espiral,  todos de igual
teor , acompanhados de requerimento próprio solicitando avaliação, assinado por
ele e por seu orientador.
PARÁGRAFO ÚNICO: a data-limite para entrega dos exemplares será definida em
calendário próprio.
ARTIGO 9º: a avaliação será realizada em data definida em calendário próprio,
perante uma banca examinadora composta pelo orientador, como presidente, e por
mais dois membros com titulação mínima de especialista, sendo pelo menos um
deles professor do UNIFESO.
PARÁGRAFO 1º: um dos membros da banca, escolhido pelo presidente da mesma,
cuidará da elaboração da ata da sessão de apresentação dos Trabalhos de
Conclusão de Curso.
PARÁGRAFO 2º: nenhum Trabalho de Conclusão de Curso poderá ser
apresentado, à banca examinadora, sem que tenha um orientador constituído.
PARÁGRAFO 3º: as bancas examinadoras seguirão, na avaliação dos trabalhos
apresentados, os critérios estabelecidos em ficha própria.
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ARTIGO 10º: a avaliação conduzirá a uma das seguintes situações:
a) aprovado sem correções;
b) aprovado com correções;
c) reprovado.
PARÁGRAFO 1º: no caso de aprovação sem correções, o estudante terá o prazo de
15 dias, contados a partir da data da apresentação do trabalho à banca, para
entregar, ao Supervisor dos Trabalhos de Conclusão de Curso, dois exemplares,
sendo um encadernado em espiral e um em mídia eletrônica (CD).
PARÁGRAFO 2º: no caso de aprovação com correções, o estudante reformulará o
trabalho, de acordo com as observações feitas pela banca, e apresentará, ao seu
orientador, a nova versão, na data estabelecida em calendário próprio.
PARÁGRAFO 3º: as correções, no Trabalho de Conclusão de Curso reformulado,
serão analisadas pelo orientador, observando o prazo estabelecido em calendário
próprio, quando será verificado, na nova versão, o atendimento às exigências de
mudança reportadas pela banca examinadora.
PARÁGRAFO 4º: tais análises, feitas pelo orientador, serão entregues, ao
responsável pela supervisão dos trabalhos, no prazo estabelecido em calendário
próprio, com parecer fundamentado, favorável ou não, e registrado, por escrito, na
própria versão corrigida.
PARÁGRAFO 5º: caso as exigências reportadas pela banca examinadora tenham
sido atendidas, o estudante deverá entregar, ao Supervisor dos Trabalhos de
Conclusão de Curso, no prazo definido em calendário próprio, dois exemplares,
sendo um encadernado em espiral e um em mídia eletrônica (CD).
PARÁGRAFO 6º: caso as exigências reportadas pela banca examinadora não
tenham sido atendidas, não haverá o direito à segunda reformulação, sendo o
estudante, então, considerado reprovado.
ARTIGO 11: o estudante só poderá colar grau após a aprovação do seu Trabalho de
Conclusão de Curso, mediante expedição do Termo de Aprovação de Trabalho de
Conclusão de Curso, em duas vias (uma para o aluno e outra para arquivo),
devidamente assinadas pelos professores componentes da respectiva banca.
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2. ÉTICA NA PESQUISA
2.1. O pesquisador
Teoricamente, qualquer indivíduo pode vir a se tornar um pesquisador, ou pode
fazer ou, ainda, participar de uma pesquisa. Entretanto, existem características que
são facilmente encontradas naqueles que se dedicam às atividades de investigação
científica. Dentre elas, podemos citar a independência mental; a curiosidade
intelectual; a perseverança; os sentimentos de conquista, estímulo e entusiasmo; a
busca contínua pela verdade e pela possibilidade de prestar algum tipo de
contribuição a outras pessoas. Além disso, o pesquisador é um leitor assíduo, que
procura atualização constante e demonstra bons conhecimentos, gerais e
específicos; respeita os colegas e a ética, sendo, por isso, exemplo de conduta. Na
grande maioria das vezes o pesquisador precisa conhecer o inglês e o espanhol,
línguas que facilitam em muito a busca de informações e, conseqüentemente, os
levantamentos bibliográficos necessários ao andamento das pesquisas.
2.2. Ética na pesquisa
A ética engloba dois conceitos fundamentais: valor, que traduz a criação cultural de
um momento particular, ou de um indivíduo, ou de uma coletividade, e moral, o
conjunto de valores que indica qual deve ser o comportamento do indivíduo num
determinado contexto social.
Portanto, a ética pode ser entendida como a prática da moral num dado contexto,
nas relações em sociedade, em situações específicas e concretas. Também pode
ser definida como o estudo dos juízos de apreciação que se referem à qualificação
da conduta humana, do ponto de vista do bem e do mal, quer seja numa situação
específica ou numa determinada sociedade.
Assim, tanto na vida pessoal quanto na profissional, quanto nos procedimentos de
pesquisa, é necessário distinguir o que é direito do que se julga direito. É preciso
que o indivíduo desenvolva suas competências, que faça prevalecer a verdade e
que apresente suas conclusões sempre comprovadas, através de dados confiáveis,
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e através de fontes adequadas, que são as referências para qualquer trabalho
acadêmico.
Em conseqüência, “Toda a pesquisa envolvendo seres humanos deverá ser
encaminhada à apreciação de um Comitê de Ética em Pesquisa”, de
acordo com a Resolução 196/96 (item VII), que pode ser encontrada na Internet
(http://www.conselho.saude.gov.br/resolucoes/1996/Reso196.doc).
Então, foram estabelecidas as Normas para Recebimento de Protocolo de Pesquisa.
A partir de 21 de fevereiro de 2005, o CEPq (Comitê de Ética em Pesquisa, da
FESO) passou a receber os protocolos de pesquisa que estejam de acordo com os
itens abaixo:
(1) protocolo impresso em três vias de igual teor, incluindo os anexos e a folha de
rosto (de acordo com a versão outubro/99 do CONEP, disponível no site
http://conselho.saude.gov.br/docs/FolhaRosto0312.doc);
(2) resumo, em uma via, com título, nome dos autores, justificativa, objetivos,
metodologia e curriculum vitae do pesquisador principal;
(3) estar encaminhado ou conter concordância documentada pelo responsável
(diretor, coordenador, superintendente ou similar) pela instituição onde será
realizada a pesquisa, para revisão pelo CEPq, com carimbo e assinatura na
folha de rosto;
(4) mencionar, no corpo do Protocolo de Pesquisa, que o mesmo está em
consonância com o estabelecido na Resolução 196/96 e suas complementares
(no item “Questões Éticas”);
(5) estar em concordância com o estabelecido nos “Documentos para análise de
Projetos de Pesquisa, da Comissão Nacional de Ética em Pesquisa” (disponível
no site http://conselho.saude.gov.br/comissao/conep/docanalise.html);
(6) estar acompanhado de arquivo digital (disquete ou CD), digitado da seguinte
forma: fonte: Arial; tamanho: 12; alinhamento: justificado. No menu: Formatar →
Opção → Parágrafo Especial → Nenhum; Entre linhas → Simples;
(7) os projetos em língua estrangeira devem estar acompanhados de três cópias em
português;
(8) todo projeto de origem externa à Instituição, mas com realização no UNIFESO,
deve ter um co-responsável da Instituição.
É importante ressaltar que o prazo para apreciação de um Protocolo de Pesquisa é
de aproximadamente 45 dias, razão pela qual as providências, para sua confecção e
encaminhamento, devem ser tomadas logo no início do 7º período do curso.
14
3. O PROJETO DE PESQUISA
É um instrumento que, entre outros aspectos, auxilia o pesquisador a estabelecer
seus objetivos, suas hipóteses de trabalho, as bases teóricas nas quais irá
fundamentar-se, os caminhos que deverá seguir, os métodos e técnicas que vai
utilizar e o tempo previsto para a realização da pesquisa.
Desta forma, o projeto é um documento que antecede a pesquisa propriamente dita,
pois especifica informações acerca de um trabalho que ainda não foi realizado, que
ainda está no campo da intenção. Entretanto, assemelha-se ao trabalho final de
investigação científica, exceto por não conter as partes referentes aos resultados e
às conclusões.
O projeto, então, serve de orientação ao pesquisador, bem como demonstra, a quem
for apresentado, o que vai acontecer, em quanto tempo, de que forma e,
dependendo do trabalho, a que custo.
Um Projeto de Pesquisa bem feito deve, como conseqüência, responder algumas
questões fundamentais, tais como:
O que pesquisar?
Por que fazer a pesquisa proposta?
Quais as hipóteses consideradas?
Como será realizada a pesquisa?
Quais os recursos necessários para realizá-la?
A pesquisa vai durar quanto tempo?
Assim, o projeto vai mostrar uma relação de tópicos. De modo geral, para os
trabalhos de Ciências Contábeis, sugerimos uma estrutura baseada nos itens
propostos no livro A arte de pesquisar: como fazer pesquisa qualitativa em ciências
sociais, da Professora Mirian Goldenberg (2002, p. 76-77), uma vez que abordam o
que, na maioria das vezes, é necessário num projeto para trabalhos nessa área e,
logicamente, para os Trabalhos de Conclusão de Curso. São eles:
1. Capa
2. Introdução
3. Objetivos
15
4.
5.
6.
7.
8.
9.
Justificativa
Hipótese
Fundamentação teórica
Metodologia
Cronograma
Referências Bibliográficas
1. Capa
Constitui a cobertura inicial do projeto, contendo as seguintes informações, escritas
em fonte Arial, tamanho 15, no centro da folha, em letras maiúsculas e em negrito:
INSTITUIÇÃO
TÍTULO
SUBTÍTULO (SE HOUVER)
NOME DO PESQUISADOR
CIDADE
MÊS E ANO
No nosso caso, a Instituição, ou seja, a sede da pesquisa, ficará designada assim,
centralizada, sem o uso de siglas ou logomarcas, com fonte tamanho 15:
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CENTRO UNIVERSITÁRIO SERRA DOS ÓRGÃOS
CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS
CURSO DE GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS CONTÁBEIS
A partir daí, em distribuição homogênea e estética na folha, seguem-se o título do
trabalho (e subtítulo, se for o caso), o nome completo (de preferência sem
abreviaturas) do pesquisador, ou seja, do aluno que está apresentando o projeto.
Finalmente, abaixo, a cidade, o mês e o ano. (Vide modelo no capítulo 5 deste
manual: Modelos).
A capa final do trabalho é uma folha em branco.
16
2. Introdução
É a apresentação do projeto, onde o tema, o problema e o objeto do estudo são
apresentados, explicados e contextualizados.
3. Objetivos
Primeiro deve ser apresentado o objetivo geral, que define a finalidade principal do
trabalho. Está ligado a uma visão global e abrangente do tema, vinculando-se à tese
proposta pelo projeto.
Em seguida devem ser relacionados os objetivos específicos, relacionados com os
aspectos secundários que o trabalho contempla. Estão ligados à(s) pretensa(s)
resposta(s) ao problema, isto é, às situações específicas que poderão auxiliar a
atingir o objetivo geral.
4. Justificativa
Tem como finalidade oferecer uma explicitação, de forma sucinta, das razões, de
ordem teórica e prática, que levarão a consecução da investigação científica,
apresentando esclarecimentos sobre a importância do estudo proposto.
5. Hipótese
Antecipa algo que será ou não confirmado pelo trabalho que está sendo proposto.
6. Fundamentação teórica
Consiste em utilizar-se de premissas e pressupostos teóricos que servirão de base
para a investigação científica. Assim, é necessária uma revisão da bibliografia
referente ao tema proposto e, se for o caso, a conceituação de termos importantes
para o trabalho, evitando-se, assim, a ambigüidade e a imprecisão.
7. Metodologia
Este item visa especificar as decisões e opções metodológicas que o autor do
projeto pretende adotar. Aqui são especificadas as etapas da investigação, os
métodos e técnicas que se pretende empregar, os materiais necessários e,
dependendo do caso, os tipos de amostras que serão utilizadas.
8. Cronograma
O cronograma relaciona as etapas do trabalho que está sendo projetado, que vêm
depois demonstradas numa tabela, como no exemplo abaixo, apresentando a
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ordenação das atividades que serão desenvolvidas ao longo de um determinado
tempo (quase sempre demonstrado em meses). Especifica, em suma, o tempo de
duração de cada etapa e o prazo para execução da pesquisa.
Exemplo de Cronograma:
1ª etapa: escolha do tema e formulação do problema;
2ª etapa: levantamento bibliográfico;
3ª etapa: construção dos instrumentos de pesquisa;
4ª etapa: coleta dos dados;
5ª etapa: análise dos dados coletados;
6ª etapa: discussão e conclusões;
7ª etapa: redação do trabalho final.
Mês
1ª et
2ª et
3ª et
4ª et
5ª et
6ª et
7ª et
01
•
02
03
04
•
•
•
05
06
•
•
07
08
09
•
•
•
10
11
12
•
•
•
13
14
•
•
15
•
9. Bibliografia
Constitui-se no conjunto de todos os textos e fontes de informação que auxiliaram na
fundamentação, discussão e propostas de solução para o problema abordado no
trabalho.
Seus itens são relacionados em ordem alfabética, de acordo com as regras
estabelecidas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
18
4. NORMAS PARA APRESENTAÇÃO GRÁFICA DO TRABALHO
4.1. Apresentação geral
Todo trabalho deve ser digitado e construído de acordo com as normas
apresentadas a seguir.
4.2. Papel
A4;
orientação: retrato;
impressão em apenas um lado;
folhas na cor branca.
4.3. Fontes
Arial;
tamanhos:
15 - para a capa e a folha de rosto;
14 - para os títulos dos capítulos;
13 - para os títulos das divisões dos capítulos;
12 - para outras subdivisões (títulos terciários) e para o texto geral;
11 - para as notas de rodapé
cor: preta.
4.4. Margens
superior = 3 cm;
inferior = 2 cm;
esquerda = 3 cm;
direita = 2 cm.
4.5. Estrutura do texto
espaçamento entre linhas = 1,5;
alinhamento: justificado;
19
sem recuo do parágrafo;
espaçamento entre cada parágrafo: dois espaços (dois toques na tecla enter)
4.5.1. Capítulos (títulos primários)
sempre começam numa página nova;
título à esquerda, a 8 cm do limite superior da folha;
com numeração arábica crescente;
fonte tamanho 14,
em maiúsculas e negrito.
Exemplo:
1. INTRODUÇÃO
OBSERVAÇÃO: cada capítulo pode apresentar, logo na abertura, uma epígrafe
(escrita em fonte Arial, tamanho 12, estilo itálico), alusiva ao que está sendo tratado
naquele segmento. Exemplo:
1. INTRODUÇÃO
Neste capítulo trataremos do tema escolhido, faremos uma análise crítica acerca do
problema estudado, veremos os objetivos considerados no desenvolvimento da
dissertação e a metodologia, baseada na pesquisa-ação.
4.5.2. Subtítulos (títulos secundários):
identificam as divisões dos capítulos;
títulos à esquerda;
fonte tamanho 13, em negrito;
numeração arábica indicando a seqüência das subdivisões;
1ª letra maiúscula e demais minúsculas;
Exemplo:
1.1. Considerações iniciais
4.5.3. Títulos terciários (outras subdivisões)
identificam as divisões das seções, quando estas forem necessárias;
somente a numeração seqüencial usa negrito;
também escritas à esquerda.
1ª maiúscula e demais minúsculas;
fonte tamanho 12.
Exemplo:
1.1.1. Apresentação geral
20
4.6. Numeração das páginas
canto superior direito;
algarismos arábicos;
iniciada a partir da folha de rosto; começa a aparecer a partir do início do texto
(Apresentação, Introdução...).
Exemplo de paginação:
Número das páginas:
Capa inicial
Folha de rosto
Dedicatória
Agradecimentos
Epígrafe
Resumo
Listas
Sumário
Introdução (e segue...)
1
2
3
4
5
6
7
8
Não conta
(número não aparece)
(número não aparece)
(número não aparece)
(número não aparece)
(número não aparece)
(número não aparece)
(número não aparece)
(número aparece a partir daqui)
4.7. Estrutura da monografia
ver
exemplos no capítulo 5 deste manual: Modelos.
4.7.1. Capa inicial
Item obrigatório.
Contém os seguintes dados: identificação da Instituição (sem logomarca), título do
trabalho, nome do autor, cidade, mês e ano.
inscrições no centro, em maiúsculas;
negrito; fonte 15.
4.7.2. Folha de rosto
Item obrigatório.
Tem basicamente a mesma estrutura da capa, sendo, entretanto, acrescentada uma
explanação, definindo a natureza do trabalho e identificando o professor orientador,
no quadrante inferior direito da folha. Tal explanação é escrita numa caixa de texto,
com cinco linhas no máximo, em fonte tamanho 12, sendo a primeira letra maiúscula
e as demais minúsculas (exceto nomes próprios). Recuo: caixa de texto encostada
na margem direita. O texto sugerido como padrão é o seguinte:
Trabalho de Curso elaborado como
requisito obrigatório para a obtenção do
título de Bacharel em Ciências
Contábeis, no UNIFESO, sob orientação
do Prof. ..........
21
4.7.3. Dedicatória
Palavras com que se oferece o trabalho a alguém. É um item facultativo, mas,
apesar disso, é usado na maioria dos trabalhos. Escrita numa caixa de texto, em
fonte tamanho 12 e inserida no quadrante inferior direito da folha. Recuo: caixa de
texto encostada nas margens direita e inferior.
4.7.4. Agradecimentos
Item facultativo que também é apresentado na maioria dos trabalhos. É aconselhável
acrescentá-lo, uma vez que dificilmente se faz um trabalho sem a ajuda de outras
pessoas ou de instituições.
4.7.5. Epígrafe
É um item facultativo. Geralmente é uma frase que se relaciona ao tema
desenvolvido no trabalho. Deve-se indicar o autor e, quando já falecido, informar os
anos de nascimento e de falecimento. Exemplo: Kant (1724-1804). Recuo: caixa de
texto encostada nas margens direita e inferior.
4.7.6. Resumo
Norma ABNT/NBR 6028: “Redigido pelo próprio autor do trabalho, o resumo deve
ser a síntese dos pontos relevantes do texto, em linguagem clara, concisa e direta.
Deve ressaltar o objetivo, o resultado e as conclusões do trabalho, assim como o
método e a técnica empregada em sua elaboração. O resumo redigido na língua
original do trabalho precede o texto...”
Constituído de uma seqüência de frases concisas e objetivas e não uma simples
enumeração de tópicos, não ultrapassando 500 palavras, seguido, logo abaixo, das
palavras representativas do conteúdo do trabalho, isto é, palavras-chave.
As palavras-chave devem ser separadas entre si por ponto e finalizadas também por
ponto.
Geralmente destacam-se os aspectos de maior importância como o tema, os
objetivos, a metodologia e a conclusão.
A primeira frase deve explicar o tema principal do trabalho.
Deve ser redigido em espaço simples, parágrafo único, na voz ativa e na terceira
pessoa do singular.
4.7.7. Listas
Item utilizado quando o trabalho apresenta cinco ou mais gráficos, tabelas, figuras,
ilustrações ou siglas. Vem antes do sumário.
22
4.7.8. Sumário
Item obrigatório que relaciona as principais divisões e subdivisões do trabalho, na
ordem em que aparecem. Inclui apêndices, anexos e bibliografia. Os tópicos
Resumo e Listas também são relacionados, mesmo que, neles, a paginação não
apareça, conforme explicado no item 4.6 (ver exemplo no Capítulo 5: Modelos).
4.7.9. Introdução
Tem as seguintes características: mostra o que já foi escrito sobre o tema; indica a
importância do trabalho; indica as áreas de interesse do trabalho; explica as
intenções do autor; explica os objetivos do trabalho; fala sobre o problema, as
hipóteses e as soluções propostas; explica o plano geral do trabalho (SEVERINO,
2002, p. 82-83):
4.7.10. Desenvolvimento
Organizado numa seqüência lógica de capítulos; apresenta a revisão da literatura;
explica a fundamentação teórica do trabalho; trata de explicar, discutir e demonstrar
as diversas questões apresentadas; esclarece sobre a metodologia utilizada
(materiais e métodos); apresenta os resultados e a discussão deles decorrente
(SEVERINO, 2002, p. 83).
4.7.11. Conclusão
Apresenta a síntese do trabalho; recapitula, sucintamente, os resultados da
pesquisa; faz um balanço de todo o trabalho; apresenta os pontos de vista do autor
sobre os resultados obtidos; pode apresentar uma projeção do alcance dos
resultados obtidos; pode apresentar sugestões do autor, principalmente relacionadas
à aplicação das soluções dadas aos problemas (SEVERINO, 2002, p. 83-84).
4.7.12. Apêndices
Usados quando for o caso. De acordo com Antônio Joaquim Severino (2002, p. 88),
“geralmente são desenvolvimentos autônomos elaborados pelo próprio autor, para
complementar o próprio raciocínio, sem prejudicar a unidade do núcleo do trabalho”.
4.7.13. Anexos
Usados também quando for o caso. Severino ensina (2002, p. 88) que são
“documentos, nem sempre do próprio autor, que servem de complemento ao
trabalho e fundamentam a pesquisa”.
23
4.7.14. Bibliografia
Relação de todos os documentos que foram citados ou consultados para a
realização do trabalho, indicados de acordo com as normas da ABNT.
4.7.15. Capa final
Item obrigatório, composto de folha em branco.
4.7.16. Termo de aprovação
Item necessário em trabalhos de conclusão de curso, dissertações de mestrado,
teses de doutorado. O modelo pode variar. No nosso caso, não é inserido no
trabalho, uma vez que é produzido pela Coordenação do Curso e entregue ao aluno
depois da aprovação final do trabalho apresentado.
4.7.17. Encadernação
Com espiral preto;
sobrecapas de plástico: anterior = transparente e incolor; posterior = preta.
4.7.18. Entrega do trabalho
O autor deve entregar o trabalho em versão impressa e digital, de acordo com o
estabelecido no Artigo 8º do Regulamento dos Trabalhos de Conclusão de Curso.
24
5. MODELOS
ITEM
PÁGINA
CAPA
25
FOLHA DE ROSTO
26
DEDICATÓRIA
27
AGRADECIMENTOS
28
EPÍGRAFE
29
RESUMO
30
LISTAS
31
SUMÁRIO
32
INÍCIO DE CAPÍTULO
33
FOLHAS DE CONTINUAÇÃO
34
REQUERIMENTO DE SOLICITAÇÃO
DE AVALIAÇÃO DE TCC
TERMO DE APROVAÇÃO DE TCC
35
TERMO DE COMPROMISSO DE
ORIENTAÇÃO DE TCC
FICHA DE AVALIAÇÃO DE TCC PARA
BANCA EXAMINADORA
36
37
38
ATENÇÃO: a paginação, que aparece nos exemplos, é indicativa da seqüência
das páginas neste manual. Observar o que é estabelecido no item 4.6 das Normas
para Apresentação Gráfica do Trabalho.
25
FUNDAÇÃO EDUCACIONAL SERRA DOS ÓRGÃOS
CENTRO UNIVERSITÁRIO SERRA DOS ÓRGÃOS
CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS
CURSO DE GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS CONTÁBEIS
TÍTULO
(COM SUBTÍTULO, SE HOUVER)
AUTOR
TERESÓPOLIS
MÊS, ANO
26
FUNDAÇÃO EDUCACIONAL SERRA DOS ÓRGÃOS
CENTRO UNIVERSITÁRIO SERRA DOS ÓRGÃOS
CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS
CURSO DE GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS CONTÁBEIS
TÍTULO
(COM SUBTÍTULO, SE HOUVER)
AUTOR
Trabalho de Conclusão de Curso
elaborado como requisito obrigatório
para a obtenção do título de Bacharel
em Ciências Contábeis, no UNIFESO,
sob orientação do Prof. ..........
TERESÓPOLIS
MÊS, ANO
27
À Professora Telma de Amorim Freitas
Silva, pelo apoio e imensa cooperação.
28
AGRADECIMENTOS
A ..............., pelo trabalho de revisão;
Ao Prof. ..............., pela constante orientação;
A ..............., pela revisão das tabelas;
A ..............., pela digitação dos textos;
Ao Prof. ..............., pela revisão dos dados estatísticos;
À ..............., pela ajuda nos desenhos dos gráficos;
Etc.
29
O melhor educador é o que conseguiu
educar-se a si mesmo.
(da Sabedoria Oriental)
30
RESUMO
O hospital, na sua origem, era somente um estabelecimento para assistência num
sentido amplo, a enfermos mas também a pessoas saudáveis, como peregrinos,
viúvas e órfãos, entre outros. Com o passar dos anos, o hospital acabou se
destinando aos doentes e seus tratamentos. Com a evolução deste estabelecimento,
surgiu uma visão diferenciada, onde a preocupação não era só com o tratamento,
mas também com a prevenção. As novas descobertas científicas, e os avanços da
tecnologia, fizeram do hospital uma estrutura muito complexa, inclusive em termos
administrativos. A partir de estudos, que foram realizados sobre a melhoria da
qualidade nas fábricas, pensou-se que também era possível a implantação de
programas de qualidade em hospitais, até mesmo pela crescente exigência que os
usuários passaram a demonstrar. Com toda esta perspectiva de melhoria, foi criada
a Acreditação Hospitalar, um processo de avaliação periódica de instituições de
saúde para determinar se as mesmas atendem a um conjunto de padrões
concebidos para melhorar a qualidade do cuidado ao paciente. Nota-se, claramente,
que apesar das dificuldades inerentes à administração de uma organização tão
complexa e dinâmica, tal atividade vem sendo desempenhada focalizando a
qualidade de trabalho e dos serviços prestados.
Palavras-chaves: hospital, administração hospitalar, qualidade.
OBSERVAÇÃO: exemplo, com 194 palavras,
extraído do TC “Administração hospitalar com foco na qualidade”,
de autoria de Mariana Ferreira da Cruz Lima (Julho, 2007)
31
LISTA DE TABELAS
Tabela
Página
Distribuição de........................................................................................................... 25
Análise de covariância............................................................................................... 35
Distribuição das taxas............................................................................................... 38
Etc.
32
SUMÁRIO
Resumo ..................................................................................................................... 5
Listas.......................................................................................................................... 6
Sumário...................................................................................................................... 7
1. INTRODUÇÃO........................................................................................................ 8
1.1. Tema................................................................................................................ 8
1.2. O problema...................................................................................................... 9
1.3. Objetivos......................................................................................................... 10
1.4. Metodologia.................................................................................................... 12
2. ADMINISTRAÇÃO DE PESSOAL..........................................................................15
2.1. Considerações preliminares.......................................................................... 17
2.2. _ _ _ _ _
2.3. _ _ _ _ _
Etc.
33
8 cm
Número da página
1. INTRODUÇÃO
3 cm
Neste capítulo tratamos do tema escolhido e sua importância.
3 cm
Apresentamos uma análise crítica a respeito do problema estudado, com clara
ênfase nos objetivos estabelecidos para o desenvolvimento da monografia, bem
3 cm
como a Metodologia, baseada no Método de Russell.
Etc.
2 cm
2 cm
34
3 cm
Ao chegar à Universidade, os estudantes precisam acreditar que o resultado do
3 cm
processo ensino/aprendizagem,
no
qual passarão a se
envolver,
dependerá
fundamentalmente deles mesmos.
Desta forma, tratamos desse tema com a devida importância. Uma análise crítica, a
respeito dos problemas que envolvem o binômio ensino/aprendizagem, é
fundamental. Assim....
Etc.
2 cm
2 cm
35
FUNDAÇÃO EDUCACIONAL SERRA DOS ÓRGÃOS
CENTRO UNIVERSITÁRIO SERRA DOS ÓRGÃOS
CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS
CURSO DE GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS CONTÁBEIS
REQUERIMENTO DE AVALIAÇÃO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO
DE CURSO
Eu, ______________________________________________________,
aluno do Curso de Graduação em Ciências Contábeis, tendo concluído
meu Trabalho de Conclusão de Curso, que foi devidamente
acompanhado
pelo(a)
professor(a)
______________________________________________, meu(minha)
orientador(a), infra-assinado(a), venho, pelo presente, requerer a
submissão do mesmo à banca examinadora, nos termos da
regulamentação vigente.
Teresópolis, __ de ________ de ____.
_________________________________________________
Assinatura do orientador
__________________________________________________
Assinatura do aluno
36
FUNDAÇÃO EDUCACIONAL SERRA DOS ÓRGÃOS
CENTRO UNIVERSITÁRIO SERRA DOS ÓRGÃOS
CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS
CURSO DE GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS CONTÁBEIS
TERMO DE APROVAÇÃO DE
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
O trabalho “O SISTEMA DE INFORMAÇÃO CONTÁBIL E O
PROFISSIONAL DA CONTABILIDADE”,
elaborado pela aluna LEVELYN DA SILVA MAÇULO,
foi aprovado por todos os membros da banca examinadora, com a
média ......., após apresentação oral no dia 07 de junho de 2008, e
aceito pelo Curso de Graduação em Ciências Contábeis.
Teresópolis, __ de ______ de ____
Banca Examinadora:
_________________________________
Profª. Isabel Cabral
_________________________________
Prof. Luiz Alves
_________________________________
Profª. Armando Madureira Borely
37
FUNDAÇÃO EDUCACIONAL SERRA DOS ÓRGÃOS
CENTRO UNIVERSITÁRIO SERRA DOS ÓRGÃOS
CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS
CURSO DE GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS CONTÁBEIS
TERMO DE COMPROMISSO DE ORIENTAÇÃO
DE TCC
Eu, ______________________________________________________,
professor(a) de ___________________________________, lecionando
no Curso ________________________ , pertencente à Instituição
______________, aceito atuar, desde a presente data, como orientador
do
Trabalho
de
Conclusão
de
Curso
intitulado
_________________________________________________________,
do aluno ________________________________________________,
que cursa o ___ período, para desenvolvimento do tema enquadrado na
área/ linha de pesquisa/sub-área ______________________________
_________________________________________________________.
Teresópolis, __ de ________ de ____.
_________________________________________________
Assinatura do orientador
__________________________________________________
Assinatura do aluno
Data de entrega: _____/_____/_____
Recebido por:
38
FUNDAÇÃO EDUCACIONAL SERRA DOS ÓRGÃOS
CENTRO UNIVERSITÁRIO SERRA DOS ÓRGÃOS
CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS
CURSO DE GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS CONTÁBEIS
FICHA DE AVALIAÇÃO DE TCC PARA BANCA EXAMINADORA
ALUNO: __________________________________________________________________________
TÍTULO DO TCC: __________________________________________________________________________
TÓPICOS GERAIS:
Apresentação geral
Estrutura geral do texto
Capas
Folha de rosto
Dedicatória
Agradecimentos
Epígrafe
Resumo
Listas
Introdução – geral
Desenvolvimento – geral
Conclusão – geral
Apêndices e anexos
Bibliografia – geral
OBSERVAÇÔES:
TÓPICOS ESPECÍFICOS:
Paginação correta?
Título adequado?
As citações no texto estão
corretas?
A introdução está adequada?
O desenvolvimento está bem
feito?
Há coerência entre introdução,
desenvolvimento e conclusão?
As conclusões estão adequadas
à pesquisa realizada?
A bibliografia está adequada à
normas da ABNT?
A bibliografia está adequada à
pesquisa realizada?
OBSERVAÇÕES:
NOTA FINAL:
Caso necessário, apresentar sugestões para melhoria do trabalho no próprio texto e devolvê-lo ao aluno.
Teresópolis, __ de ________ de ____.
_______________________________________________________________________________________
Nome legível e assinatura do avaliador
39
6. NORMAS PARA ELABORAÇÃO DE BIBLIOGRAFIAS
6.1. Aspectos iniciais
A bibliografia levantada na elaboração do trabalho está, inicialmente, transcrita nas
fichas de documentação. Concluído o trabalho essa bibliografia é relacionada e
inserida no final. Tem o objetivo de informar o leitor a respeito das fontes que
serviram de referência para a pesquisa e é composta de todos os documentos que
foram citados ou consultados para a realização do estudo. O termo bibliografia deve
ser usado para identificar essa parte do trabalho, enquanto a designação referências
bibliográficas trata mais da técnica do registro documental (SEVERINO, 2002,
p. 113). Daí o título acima, já que, a seguir, trataremos dos aspectos técnicos que
regem as indicações bibliográficas.
Os parâmetros para as referências bibliográficas estão definidos pela ABNT.
6.2. Elementos que compõem a indicação bibliográfica
6.2.1. Essenciais: autor, título do documento, edição, local da publicação, editora e
data. (É a seqüência mais usada).
Exemplo:
SEVERINO, Antônio J. Metodologia do trabalho científico. 22 ed. São Paulo: Cortez,
2002.
6.2.2. Complementares: organização, tradução, revisão, número de páginas,
ilustrações, indicação de série ou coleção, notas especiais, ISSN, etc. Servem para
caracterizar melhor o documento.
Exemplo:
SEVERINO, Antônio J. Metodologia do trabalho científico. 22 ed. rev. e ampl. São
Paulo: Cortez, 2002, 333 p.
40
6.3. Algumas regras importantes
O nome do autor é indicado assim: SOBRENOME, Nome. Exemplo: José Augusto
Fernandes será citado, na bibliografia, assim: FERNANDES, José Augusto.
O título da obra deve ser escrito de forma destacada, em itálico. Quando houver
subtítulo, este não é destacado.
A separação entre os elementos da referência deve ser feita pela pontuação
específica, assim: Autor.[ponto] Título:[dois pontos] subtítulo.[ponto] Edição.[ponto]
Local:[dois pontos] Editora,[vírgula] Ano.[ponto]
No caso de se referenciar várias obras de um mesmo autor, ao invés de escrever o
nome, a cada referência, utiliza-se, de acordo com a ABNT/NBR 6023, um traço de
comprimento igual a seis toques, como no exemplo abaixo:
HERNANDEZ, Daniel Pinheiro. A utilização do rádio na educação para a saúde.
1991. 175 f. Dissertação (Mestrado em Educação) – Faculdade de Educação,
Universidade Católica de Petrópolis, Petrópolis-RJ.
______. Normas básicas para apresentação de trabalhos. Teresópolis: Fundação
Educacional Serra dos Órgãos, 2002. (Mimeo)
Usa-se hífen para indicação de intervalo de páginas ou datas: p. 113-128;
1914-1918.
Para indicar o período de abrangência, de uma revista por exemplo, usa-se a barra:
Jan/Mar.
Existem documentos que não trazem alguns indicadores tipográficos importantes.
Nesse caso, fazemos assim:
sem data = s.d. ou s/d
sem local de publicação = s.l. ou s/l
sem editora = s.ed. ou s/e
sem notas tipográficas (data, local, editora) = s.n.t.
Exemplo:
MUNIZ, Amaury Pereira. A técnica de aprender. Rio de Janeiro: Degrau Cultural, s/d.
A ordem na organização das referências:
embora existam formas diferentes de ordenar as obras que compõem uma
bibliografia (ordem alfabética, cronológica ou por assunto), a ABNT/NBR 6023
recomenda que se observe a ordenação alfabética.
Trataremos, a seguir, de uma série de indicações específicas, utilizando,
principalmente, exemplos:
41
6.4. Indicação de autor – norma geral
CORTAZIO, Mônica de Fátima Queiroz.
HERNANDEZ, Daniel Pinheiro.
MELLO, Rita de Cássia da Silva.
SECCHIN, Jucimar André.
SILVA, Telma de Amorim Freitas.
6.5. Indicação de autor estrangeiro com sobrenome composto
ASTI VERA, Armando
ORTEGA Y GASSET, José
6.6. Indicação de autor brasileiro com sobrenome composto
CASTELO BRANCO, Camilo
COTTA-PEREIRA, Gerson
6.7. Indicação de sobrenomes designativos de parentesco
ASSAF NETO, Alexandre
CHURCHILL JÚNIOR, Gisbert
MÁTTAR NETO, João A.
RAMOS FILHO, João C.
6.8. Indicação de sobrenomes compostos e consagrados pela literatura
MACHADO DE ASSIS, José M.
MONTEIRO LOBATO, José B.
6.9. Indicação de sobrenomes com partículas (de, da, Von, Mac, etc.)
SÁ, Antonio Lopes de
SILVA, Walzi C. S. da
VAN BREDA, Michael F.
VON DANIKEN, Erich
6.10. Indicação de vários autores
6.10.1. Até três autores
Neste caso os nomes são mencionados na ordem em que aparecem na obra,
devendo ser separados por ponto e vírgula:
42
SILVEIRA, Paulo; ALMEIDA, Ernesto de; SOUSA, José de.
6.10.2. Mais de três autores:
Quando for este o caso, indica-se somente o nome do autor que é mencionado em
primeiro lugar na publicação, acrescentando-se, em seguida, a expressão et al. (os
demais):
CARNEIRO, José et al. (Cita-se o primeiro, seguido da expressão et al)
RIBEIRO, Ângela Lage et al.
SILVA, Ermes Medeiros et al.
RESSALVA: é facultativa a menção de todos os autores, em casos como projetos de
pesquisa.
6.10.3. Obras coletivas
Há casos em que a responsabilidade de uma obra está a cargo de um organizador,
ou editor, ou coordenador, por exemplo. Nestas situações será o nome desse
responsável que será mencionado, seguido da abreviatura, entre parênteses, que
identifique sua condição (org., coord., ed., etc):
HERNANDEZ, Daniel Pinheiro (org.). Manual de orientações sobre trabalho de
curso. Teresópolis: UNIFESO, 2009.
BRITES, Valéria de Oliveira; SECCHIN, Jucimar André; SILVA, Telma de Amorim
Freitas Silva, (orgs.). Temas de administração imobiliária. Teresópolis: Guemanise.
Coleção FESO, Série Técnica. 2008.
No caso de obras coletivas que têm um ou mais organizadores, mas cada capítulo
tem um autor:
PIMENTEL, René Coppe. Captações no exterior (euronotes e eurobonds). In: LIMA,
Iran Siqueira; LIMA, Gerlando Augusto Sampaio Franco de; PIMENTEL, René
Coppe, (coords), Curso de mercado financeiro: tópicos especiais. São Paulo: Atlas,
2006.
PISCITELLI, Roberto Bocaccio. Contabilidade Pública. In: SILVA, César Augusto
Tibúrcio; NIYAMA, Jorge Katsumi; PISCITELLI, Roberto Bocaccio, (orgs.). Exame de
suficiência em contabilidade. São Paulo: Atlas, 2001.
6.11. Obras publicadas por entidades
6.11.1. Associações, institutos e semelhantes
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 6023.
Informação, documentação: referências e elaboração. Rio de Janeiro, 2002.
6.11.2. Órgãos públicos
43
No caso de órgãos governamentais da administração, entrar pelo nome geográfico,
em caixa alta. Segue-se a hierarquia: País, estado ou município.[ponto] Nome(s)
do(s) órgão(s).[ponto] Nome da repartição (com título destacado).[ponto] Local
(cidade).[ponto] Responsável pela publicação,[vírgula] Ano.[ponto] Número do
volume (quando houver mais de um).[ponto] Número de páginas,[ponto].
BRASIL. Ministério do Trabalho. Secretaria de Formação e Desenvolvimento
Profissional. Educação profissional: um projeto para o desenvolvimento sustentado.
Brasília: SEFOR, 1995. 24 p.
6.12. Indicação de artigos de revistas
Autor.[ponto] Título do artigo.[ponto] título da revista (em destaque).[ponto] Local da
publicação (cidade),[vírgula] Entidade responsável pela publicação,[vírgula] Número,
volume ou tomo.[ponto] Número do fascículo,[vírgula] Páginas (inclusivas).[ponto]
Data (mês e ano).[ponto]:
HERNANDEZ, Daniel P. A radiodifusão. Revista Brasileira de Educação a Distância.
Rio de Janeiro, Instituto de Pesquisas Avançadas em Educação, Ano I, n.º 3, p.
19-22. Mar/Abr, 1994.
6.13. Artigos de jornal
Autor.[ponto] Título do artigo.[ponto] Título do jornal (em destaque),[virgula] Local
(cidade),[vírgula] Data completa.[ponto] Número ou título do caderno, seção ou
complemento,[vírgula] Indicação de página.[ponto]
SUKMAN, Hugo. A música no tempo. O Globo. Rio de Janeiro, 5.4.2003, Segundo
Caderno, p. 1-2.
6.13.1. Artigo de jornal (não assinado)
SEGURANÇA: estados pedem ajuda para atualizar tecnologia. O Globo. 5.4.2003. O
País, p. 10, col. 6.
6.14. Escritos mimeografados (também para cópias de apostilas e
similares)
HERNANDEZ, Daniel P. Embriologia da face. Teresópolis: Fundação Educacional
Serra dos Órgãos, 1986. (Mimeo)
6.15. Documentos e dados eletrônicos
6.15.1. Disquete, CD-ROM, zipdrive e similares
44
Autor.[ponto] Título do arquivo (em destaque).[ponto] Extensão do arquivo.[ponto]
Local (cidade),[vírgula] Data.[ponto] Características físicas.[ponto] Tipo de
suporte.[ponto] Notas (não obrigatórias).[ponto] Programa utilizado.[ponto]
KRAEMER, Ligia Leindorf Bartz. Apostila.doc. Curitiba, 13 de maio de 1995.
1 arquivo (605 bytes). Disquete 3 1/2. Word for Windows 6.0.
6.15.2. Referências a e-mails
Autor da mensagem.[ponto] Assunto da mensagem (em destaque) Após, colocar,
entre colchetes, informação indicando que se trata de mensagem pessoal.[ponto]
Origem da mensagem.[ponto]. Mensagem recebida por...... (endereço eletrônico) em
...... (data completa de recebimento).[ponto]
ACCIOLY, F. Publicação eletrônica. [mensagem pessoal]. Mensagem recebida por
<[email protected]> em 12 mai. 1998.
De acordo com Maria Margarida de Andrade (2002, p.67), “Mensagens trocadas por
e-mail tem caráter informal, interpessoal e efêmero, desaparecem rapidamente, não
sendo recomendadas como fonte técnica ou científica de pesquisa”.
6.15.3. Textos de pesquisas eletrônicas
6.15.3.1. Monografias
Autor.[ponto] Título (em destaque).[ponto] Local (cidade),[vírgula] Data (ano).[ponto]
Disponível em:[dois pontos] ...... (endereço completo do site).[ponto] Acesso em ......
(dia, mês  abreviado  e ano em que o material foi acessado).[ponto]:
FIORI, José Luís. O Consenso de Washington: Palestra proferida no Centro Cultural
Banco do Brasil. São Paulo, 1996. Disponível em: <http://www.pdt.org.br>. Acesso
em: 20 abr 2000.
6.15.3.2. Artigos de periódicos on-line
Autor.[ponto] Título do artigo.[ponto] Título do periódico (em destaque),[vírgula] Local
(cidade),[vírgula] Número do volume (quando houver),[vírgula] Número do
fascículo,[vírgula] Data (dia, mês  abreviado  e ano.[ponto] Disponível em ......
(endereço completo do site).[ponto] Acesso em ...... (dia, mês  abreviado  e ano
em que o material foi acessado).[ponto].
MALOFF, Joel. A Internet e o valor da "internetização". Ciência da informação,
Brasília, v. 26, n. 3, 1997. Disponível em: <http://www.ibict.br/cionline>. Acesso em:
18 maio 1998.
45
6.15.3.3. Artigos de jornais on-line
Autor.[ponto] Título do artigo.[ponto] Título do jornal (em destaque),[vírgula] Local
(cidade),[vírgula] Número do volume (quando houver),[vírgula] Número do
fascículo,[vírgula] Data (dia, mês  abreviado  e ano).[ponto] Disponível em ......
(endereço completo do site).[ponto] Acesso em ...... (dia, mês  abreviado  e ano
em que o material foi acessado).[ponto]:
TAVES, Rodrigo França. Ministério corta pagamento de 46,5 mil professores. O
Globo, Rio de Janeiro, 19 maio 1998. Disponível em: <http://www.oglobo.com.br>.
Acesso em: 19 mai 1998.
6.15.3.4. Homepages
Autor.[ponto] Título da homepage (em destaque).[ponto] Informações
complementares: coordenação, desenvolvida por, etc, (quando existirem).[ponto]
Disponível em ...... (endereço completo do site).[ponto] Acesso em ...... (dia, mês 
abreviado  e ano em que o material foi acessado).[ponto]:
ADM Brasil. Normas ABNT. Disponível em: <http://www.admbrasil.com.br/abnt.htm>
Acesso: 29 Nov 2002.
6.16. Autor desconhecido
Neste caso a entrada é feita pelo título. Não se deve utilizar expressões como “autor
anônimo” ou “autor desconhecido”:
PROCURA-SE um amigo. In: SILVA, Lenilson Naveira e. Gerência da vida: reflexões
filosóficas. 3. ed. Rio de Janeiro: Record, 1990.
6.17. Enciclopédias e obras similares, citadas no todo
A entrada é feita pelo título, eliminando-se eventuais artigos, escrevendo-se a
primeira palavra em caixa alta:
ENCICLOPÉDIA Mirador Internacional. São Paulo: Enciclopédia Britânica do Brasil,
1977. 20 v.
6.18. Referências a constituições
Observar a seguinte ordem de citação: País, estado ou município (em caixa
alta).[ponto] Data de promulgação.[ponto] Título (em destaque).[ponto] Data
completa de promulgação.[ponto] Local (cidade):[dois pontos] Responsável pela
publicação,[vírgula] Ano.[ponto] Número de páginas ou volumes (quando houver
46
mais de um).[ponto] Notas complementares: coleção e/ou série (quando houver)
[entre parênteses]:
BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil:
promulgada em 5 de outubro de 1988. Organização do texto: Juarez de Oliveira. 4.
ed. São Paulo: Saraiva, 1990. 168 p. (Série Legislação Brasileira).
6.19. Referências a leis e decretos
Observar a seguinte ordem: País, estado ou município (em caixa alta).[ponto] Lei ou
decreto número, data (dia, mês e ano).[ponto] Ementa.[ponto] Dados da publicação
da lei ou decreto, com o título da publicação em destaque:
BRASIL. Lei n. 9273, de 3 de maio de 1996. Torna obrigatória a inclusão de
dispositivo de segurança que impeça a reutilização das seringas descartáveis. Lex:
Coletânea de Legislação e Jurisprudência, São Paulo, v. 60, p. 1260, maio/jun., 3.
trim. 1996. Legislação Federal e Marginália.
6.20. Dissertações e teses
Ordem dos elementos necessários: Autor.[ponto] Título em destaque.[ponto] Ano de
apresentação.[ponto] Número de folhas ou volumes (quando houver mais de
um.[ponto] Categoria contendo o grau e área de concentração –[traço] Instituição
para a qual o trabalho foi apresentado,[vírgula] Local (cidade).[ponto]
HERNANDEZ, Daniel Pinheiro. A utilização do rádio na educação para a saúde.
1991. 175 f. Dissertação (Mestrado em Educação) – Faculdade de Educação,
Universidade Católica de Petrópolis, Petrópolis-RJ.
Observação: além dessas regras existem ainda muitas outras, para, por exemplo,
citação de trabalhos apresentados em eventos científicos (congressos, seminários,
simpósios, etc); de patentes, relatórios técnicos e separatas; indicação de fitas
cassete, de material gravado em CD-ROM, em vídeo, em disquete; indicações de
enciclopédias, de publicações de congressos (anais), etc. Portanto, se necessário,
deve-se recorrer às normas da ABNT
47
7. CITAÇÕES
A ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) estabeleceu, em 2002, a NBR
10.520, que dispõe sobre o isso de citações.
Uma citação, de acordo com esta norma, é a “menção, no texto, de uma informação
extraída de outra fonte.” (NBR-10520, 2002, p.1)
É importante salientar que as citações não são meras cópias, nem a transcrição de
trechos enormes, ou mesmo de capítulos! Constituem-se, na maioria das vezes, de
trechos curtos.
As citações são utilizadas para corroborar informações utilizadas pelo autor, para
informar o leitor sobre fontes consultadas, para apresentar aspectos que concordam
ou discordam daqueles apresentados pelo autor, para apresentar as fontes de
referência utilizadas. São, portanto, fundamentais para dar credibilidade a um
trabalho científico.
As citações são obtidas a partir das fontes consultadas, que podem ser, por
exemplo: livros, periódicos, teses de doutorado, dissertações de mestrado,
entrevistas, palestras, sites, etc. Ou seja, qualquer material utilizado como referência
é uma fonte de consulta.
As citações podem receber várias classificações. Porém, considerando as
características do TCC, vamos apresentar, a seguir, as regras principais para dois
tipos mais usados: a citação direta (ou literal) e a citação indireta (ou sintetizada).
Citação direta: neste caso, a transcrição ocorre exatamente como estava no texto
consultado, ou seja, exatamente como o autor escreveu na obra de referência. Tal
citação, então, apresenta as seguintes características:
• é escrita exatamente como no texto consultado;
• é escrita entre aspas;
• é obrigatória a indicação da fonte consultada.
Exemplo:
... contrariando o conhecimento que nos foi passado naqueles tempos de escola,
“O mapa de Juan de La Cosa se tornaria a principal prova de que Pinzón foi o
primeiro navegador europeu a desembarcar oficialmente em terras hoje
brasileiras.” (BUENO, 2006, p. 26)
48
OU
... contrariando o que nos fois passado naqueles tempos de escola, e de acordo
com Bueno (2006, p. 26), “O mapa de Juan de La Cosa se tornaria a principal
prova de que Pinzón foi o primeiro navegador europeu a desembarcar
oficialmente em terras hoje brasileiras.”
Citação indireta: não utiliza exatamente as palavras do autor, mas resume o que
ele disse, mantendo fidelidade ao texto original. Assim:
• é uma síntese fiel de um determinado conteúdo;
• não são utilizadas aspas;
• é obrigatória a indicação da fonte consultada.
Exemplo:
Baseados no texto Princípios Constitucionais da Administração Pública, de Nívea
Carolina de Holanda Seresuela, divulgado, em agosto de 2002, no site Jus
Navigandi (http://jus2.uol.com.br/doutrina/texto.asp?id=3489), aprendemos que tais
princípios podem ser assim classificados:
PRINCÍPIOS CONSTITUCIONAIS EXPLÍCITOS:
- Princípio da Legalidade
- Princípio da Impessoalidade
- Princípio da Moralidade
- Princípio da Publicidade
- Princípio da Eficiência
- Princípio da Licitação
- Princípio da Prescritibilidade dos Ilícitos Administrativos
- Princípio da Responsabilidade Da Administração
- Princípio da Participação
- Princípio Da Autonomia Gerencial
PRINCÍPIOS CONSTITUCIONAIS IMPLÍCITOS:
- Princípio da Supremacia do Interesse Público sobre o Privado
- Princípio da Autotutela
- Princípio da Finalidade
- Princípio da Razoabilidade e da Proporcionalidade
Algumas observações:
1) para cada citação utilizada deve haver, na bibliografia do TCC, a referência
correspondente. Veja, por exemplo, as referências correspondentes aos exemplos
utilizados, na bibliografia deste manual.
2) citações com até três linhas são inseridas no texto.
3) ciitações com mais de três linhas devem ser destacadas com recuo de quatro
49
centímetros, ou vinte e oito toques, da margem esquerda com um tipo de letra
menor do que a utilizada no texto (fonte tamanho 11), sem as aspas e com
espaçamento simples. (NBR 14724, 2002, p. 5).
4) Aspas simples são utilizadas para indicar uma citação dentro de citação.
5) Para indicar interrupção ou omissão de parte da citação, sem alterar o sentido do
texto, são utilizadas reticências entre colchetes [...], no início, meio ou final da
citação, conforme o caso.
6) Quando se quer demonstrar que, apesar da incorreção, ou da incoerência, ou do
termo empregado de forma estranha, estava escrito daquele jeito mesmo no texto
consultado, utiliza-se a indicação sic, no inicio, meio ou final da citação.
7) Para indicar dúvida usa-se ponto de interrogação entre colchetes [?], após o que
se tem dúvida.
8) Citação de citação. É a citação de um texto que tivemos acesso a partir de outro
documento. Utiliza-se a expressão latina apud (citado por...). Exemplo:
"0 homem é precisamente o que ainda não é. O homem não se define pelo que é,
mas pelo que deseja ser." (ORTEGA Y GASSET, 1963, apud SALVADOR, 1977, p.
160).
50
BIBLIOGRAFIA CONSULTADA
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Acesso: 29 Nov 2002.
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Informação, documentação: referências e elaboração. Rio de Janeiro, 2002.
______. NBR 6024: Informação e documentação: numeração progressiva de seções
de um documento escrito: apresentação. Rio de Janeiro, 2003.
______. NBR 6027: informação e documentação: sumário: apresentação. Rio de
Janeiro, 2003.
______. NBR 6028: informação e documentação: resumo: apresentação. Rio de
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apresentação. Rio de Janeiro, 2002.
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Monográficos (apostila de aula). s/l, s/e, 2005. (Mímeo).
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