FUNDAÇÃO EDUCACIONAL SERRA DOS ÓRGÃOS CENTRO UNIVERSITÁRIO SERRA DOS ÓRGÃOS CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS CURSO DE GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS CONTÁBEIS MANUAL DE ORIENTAÇÕES SOBRE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO DANIEL PINHEIRO HERNANDEZ (Organizador) TERESÓPOLIS MARÇO DE 2009 2 SUMÁRIO Apresentação.......................................................................................................... 3 1. REGULAMENTO DOS TRABALHOS DE CURSO................................................. 4 2. ÉTICA NA PESQUISA............................................................................................12 3. O PROJETO DE PESQUISA................................................................................ 14 4. NORMAS PARA APRESENTAÇÃO GRÁFICA DO TRABALHO......................... 18 5. MODELOS............................................................................................................ 24 6. NORMAS PARA ELABORAÇÃO DE BIBLIOGRAFIAS ...................................... 39 7. CITAÇÕES........................................................................................................... 47 Bibliografia consultada.......................................................................................... 50 3 APRESENTAÇÃO O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) tem como objetivo propiciar ao estudante, do Curso de Ciências Contábeis, a oportunidade de demonstrar a maturidade teórica e intelectual adquirida durante os anos da graduação, o aprofundamento temático, o estímulo à iniciação científica, à consulta de bibliografia especializada e o aprimoramento da capacidade de interpretação e crítica das teorias e de suas aplicações em sua área de formação. Consiste em uma pesquisa individual, orientada por um docente da Instituição, abrangendo temas intrínsecos às Ciências Contábeis, bem como suas relações com as áreas de conhecimentos afins. O estudante poderá desenvolver seu Trabalho de Conclusão de Curso a partir do próprio Relatório Final do Estágio Curricular Supervisionado, sendo este um bom ponto de partida, considerando, logicamente, as linhas de pesquisa do CCHS. O Trabalho de Conclusão de Curso é um componente curricular obrigatório, que deverá ser desenvolvido nos dois últimos períodos, ocasião em que os alunos estarão em contato com seus orientadores para o bom desenvolvimento do trabalho de pesquisa. Sua normatização consta de Regulamento próprio. Cabe salientar que não é definido como disciplina regular da grade, mas como um componente obrigatório para conclusão do curso. (Projeto político-pedagógico do curso de Ciências Contábeis – 2008) 4 1. REGULAMENTO DOS TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO CONSIDERAÇÕES INICIAIS: O Trabalho de Conclusão de Curso é apresentado sob a forma de monografia, considerando que apresenta as seguintes características: - estrutura-se como trabalho escrito, independentemente de também poder ser apresentado por meios eletrônicos, tais como disquete, CD ou Internet; - faz uma abordagem aprofundada e atual sobre o tema escolhido para o trabalho, sendo construído de acordo com regras específicas, que incluem a forma sistemática de elaboração, a maneira pormenorizada de tratar os dados e informações, além de mostrar abordagem completa, e sob os enfoques necessários, acerca do problema estudado; - apóia-se na observância das diretrizes estabelecidas pela metodologia científica; - procura trazer contribuições importantes, para o próprio estudante, como executor da pesquisa, para a instituição educacional, onde a pesquisa é realizada, e para a área de formação do acadêmico; - baseia-se numa sólida apresentação de dados comprovados, conseguidos não só pelas observações, mas também pela pesquisa bibliográfica e pelos experimentos necessários; - torna o estudante capaz de organizar as informações obtidas, de modo a estabelecer as relações possíveis entre elas, possibilitando a argumentação, a tomada de decisões e a obtenção de conclusões; - finalmente, comunicam-se os resultados obtidos na pesquisa, apresentadas com afirmações objetivas, sempre baseadas nas provas conseguidas na evolução do trabalho. 5 1.1. DOS TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO ARTIGO 1º: os Trabalhos de Conclusão de Curso são uma atividade complementar, e obrigatória, do processo de ensino e de aprendizagem, a ser planejada, executada, acompanhada e avaliada com base nos princípios do Projeto PolíticoPedagógico do Curso de Graduação em Ciências Contábeis, do Projeto Político Pedagógico Institucional do UNIFESO e das normas deste Regulamento. ARTIGO 2º: suas atividades obrigatórias são desenvolvidas no 7º e 8º períodos do curso, preferencialmente como decorrência do tempo obrigatório de estágio e da elaboração do Relatório Final, observadas as linhas de pesquisa do CCHS. ARTIGO 3º: nas duas primeiras semanas letivas, de acordo com calendário específico que já estará disponível, o estudante do 7º período do curso escolherá, obrigatoriamente, um professor orientador para o Trabalho de Conclusão de Curso, dentre os docentes do UNIFESO, com titulação mínima de especialista, mediante sua concordância prévia e comunicação imediata à supervisão dos Trabalhos de Conclusão de Curso. Para tal, deverá ser preenchido o Termo de Compromisso de Orientação de TCC, em três vias, sendo uma para o orientando, uma para o orientador e uma para a supervisão. PARÁGRAFO 1º: uma vez escolhido o professor orientador, o mesmo estabelecerá, ainda no início do 7º período, um calendário de tarefas, em etapas, que deverá ser rigorosamente cumprido pelo orientando. Caso contrário, o professor poderá eximir-se da respectiva orientação, uma vez comprovado, ao supervisor, o não cumprimento das etapas estabelecidas. PARÁGRAFO 2º: sendo do interesse de uma das partes, o orientador poderá ser substituído até os 15 primeiros dias do oitavo período, impreterivelmente, mediante pedido justificável ao supervisor dos Trabalhos de Conclusão de Curso. PARÁGRAFO 3º: cada professor poderá ter, no máximo, seis alunos sob sua orientação. 1.2. DA SUPERVISÃO DOS TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO ARTIGO 4º: são atribuições do professor responsável pela supervisão dos Trabalhos de Conclusão de Curso: 1) executar a política dos Trabalhos de Conclusão de Curso; 2) gerenciar as atividades decorrentes; 3) orientar e prestar esclarecimentos, relativos ao TCC, aos orientadores; 4) realizar, com os orientadores, reuniões ordinárias, definidas em cronograma, e extraordinárias, quando houver necessidade; 6 5) encaminhar, à Coordenação do Curso, no início de cada período, mapa contendo os nomes dos estudantes que estão desenvolvendo trabalhos, períodos em curso, títulos dos trabalhos, áreas e professores orientadores; 6) compor comissão para avaliar os casos de suspeita de condutas ilícitas, envolvendo plágio, compra de monografia, e outras, bem como, caso haja comprovação da suspeita, comunicar à coordenação do curso, que aplicará punição, nos termos do Regimento do UNIFESO; 7) organizar as bancas examinadoras. 1.3. DOS ORIENTADORES DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO ARTIGO 5º: são competências dos orientadores do Trabalho de Conclusão de Curso: 1) prestar toda a assistência aos seus orientandos durante o processo de elaboração dos trabalhos; 2) orientar os estudantes com relação às bibliografias referentes aos temas dos trabalhos; 3) acompanhar a construção dos trabalhos sob sua responsabilidade, quanto ao conteúdo e à forma definida nas Normas para Apresentação de Trabalhos Acadêmicos, através de encontros previamente agendados, discutindo com seus orientandos as correções e modificações necessárias. O uso de e-mail poderá ser combinado, entre orientador e orientandos, não substituindo, porém, os encontros agendados. 4) elaborar um cronograma de encontros periódicos, para executar o estabelecido no item 3; 5) avisar, ao Supervisor dos Trabalhos de Conclusão de Curso, o não comparecimento de orientandos aos encontros agendados; 6) comparecer às reuniões convocadas pelo responsável pela supervisão dos Trabalhos de Conclusão de Curso ; 7) presidir a banca de avaliação dos trabalhos realizados sob sua orientação; 8) apresentar para publicação, em revistas indexadas, artigos decorrentes da orientação aos trabalhos; 9) comunicar, ao Supervisor dos Trabalhos de Conclusão de Curso e à Coordenação do Curso, os casos enquadrados no item 6 do Artigo 4º. PARÁGRAFO ÚNICO: quando da publicação dos artigos previstos no item 8 deste artigo, deverão ser mencionados os estudantes, os trabalhos desenvolvidos, o curso correspondente e a Instituição. 1.4. DA ELABORAÇÃO DOS TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO ARTIGO 6º: os orientandos e seus orientadores devem seguir as Normas para Apresentação Gráfica dos Trabalhos. 7 ARTIGO 7º: os estudantes podem elaborar o Trabalho de Conclusão de Curso como continuação das atividades de Estágio Curricular Supervisionado, ou optar por outro tema, escolhido, dentro das áreas e linhas de pesquisa do CCHS definidas no parágrafo 1º deste artigo, com o auxílio do orientador, obedecendo ao calendário estabelecido pela Supervisão dos Trabalhos de Conclusão de Curso. PARÁGRAFO 1º: no Curso de Graduação em Ciências Contábeis, os alunos devem escolher temas inseridos dentro das áreas e linhas de pesquisa do CCHS, relacionadas abaixo, e que estejam adequadas ao seu curso: ÁREA: POLÍTICAS PÚBLICAS E DESENVOLVIMENTO SOCIAL Linhas de Pesquisa: 1- Estrutura de Renda e Orçamento Familiar Ementa: pesquisa a renda das famílias e como esta divide a sociedade em classes, bem como estuda como as famílias distribuem a renda. 2- Dimensões da pobreza e indicadores de desenvolvimento sócio-econômico. Ementa: constrói indicadores de qualidade de vida das famílias, para mensurar e interpretar a percepção subjetiva de bem-estar. 3- Gestão Municipal e Política Educacional Ementa: pesquisa a política educacional que orienta o orçamento da Educação no município. ÁREA: CONTROLADORIA E CONTABILIDADE GERENCIAL Linhas de Pesquisa: 1- Planejamento e Controle Gerencial das Organizações Ementa: desenvolve estudos sobre planejamento, análise de custos, controle orçamentário e gerencial e, sistemas de informações, tanto em entidades públicas como privadas. 2- Auditoria nas Organizações Ementa: desenvolve estudos sobre auditoria interna e externa de sistemas, tanto em entidades públicas como em entidades privadas. ÁREA: CONTABILIDADE PARA USUÁRIOS EXTERNOS Linhas de Pesquisa: 1- Informação Contábil e Tributária Ementa: desenvolve estudos sobre aspectos de identificação, mensuração e divulgação da informação contábil e dos diversos aspectos da tributação. 2- Finanças Corporativas Ementa: desenvolve estudos sobre avaliação de empresas, financiamento, investimento e governança corporativa, com o intuito de conhecer o mercado nacional. 8 ÁREA: ADMINISTRAÇÃO E CONTABILIDADE NA EDUCAÇÃO SUPERIOR Linhas de Pesquisa: 1- Currículos, programas e perfil dos discentes e docentes do curso de Ciências Contábeis Ementa: desenvolve estudos sobre o ensino superior na graduação em Ciências Contábeis, bem como sobre o perfil dos docentes e discentes desse curso. 2- Currículos, programas e perfil dos discentes e docentes do curso de Administração Ementa: desenvolve estudos sobre o ensino superior na graduação de Administração, bem como sobre o perfil dos docentes e discentes desse curso. ÁREA: GESTÃO DAS ORGANIZAÇÕES Linhas de Pesquisa: 1- Estratégias Organizacionais Ementa: pesquisa diversas formas organizacionais e seu impacto na estrutura e no resultado econômico das empresas, bem como estratégias direcionadas a processos de marketing, logística, gestão de qualidade e produção. 2- Gestão de Pessoas Ementa: pesquisa temas relacionados ao comportamento organizacional. ÁREA: EMPREENDEDORISMO E INOVAÇÃO EMPRESARIAL Linha de Pesquisa: 1- Desempenho das Empresas de Pequeno e Médio Porte Ementa: pesquisa iniciativas empreendedoras, mecanismos de implementação e práticas de inovação técnica, causas de mortalidade e de sustentabilidade para empresas de porte micro, pequeno e médio. ÁREA: CONTROLE SOCIAL, SISTEMAS PENAIS E GARANTIAS INDIVIDUAIS Linhas de Pesquisa: 1- Controle Social, Violência e Garantias Individuais Ementa: aborda as estratégias de controle social na sociedade brasileira diante do quadro de violência, com especial pertinência na atuação do sistema penal como potencialmente violador das garantias individuais estabelecidas em nosso ordenamento jurídico. 2- Mídia como Instrumento de Controle Social Ementa: analisa a atuação da mídia como instrumento de controle social ao legitimar interesses hegemônicos por meio da criação de estereótipos, assim como a desconstrução destes pelos veículos alternativos da mídia. 3- Controle Social e Construção dos Saberes Ementa: objetiva refletir acerca da relação entre ciência, sociedade e educação, verificando o controle social através da construção de saberes. 9 ÁREA: SOCIEDADE, GLOBALIZAÇÃO E DIREITOS HUMANOS Linhas de Pesquisa: 1- Abordagem Transcultural dos Direitos Humanos. Ementa: novas perspectivas teóricas dos direitos civis, políticos, sociais, econômicos, culturais e de solidariedade. Investigações referentes à tensão entre universalismo e relativismo cultural e entre desigualdade e justiça social. 2- Democracia, Cidadania e Direitos Humanos Ementa: relações diagnósticas entre democracia, cidadania e responsabilidade social e ambiental. 3- Ética e Relações Sociais Ementa: preocupação ética dos diversos aspectos das relações sociais: empresarial, ambiental e educacional. ÁREA: DIVERSIDADE E EDUCAÇÃO Linhas de Pesquisa: 1- Práticas Educativas e Sociais Ementa: investiga processos educativos e culturais, contemplando as concepções e o modo como vêm sendo construídas as práticas educativas, culturais e políticas públicas inclusivas desenvolvidas em contextos urbanos e rurais. 2- Formação de Profissionais da Educação Ementa: investiga a formação inicial e continuada de professores, no que se refere à natureza dos processos educacionais que sustentam esta formação e as relações entre a produção dos saberes e a formação docente. ÁREA: INFÂNCIA, CULTURA E SUBJETIVIDADE Linhas de Pesquisa: 1- Abordagens sócio-histórico-cultural da infância Ementa: investiga a relação da educação com diferentes processos culturais e instâncias de socialização. Tematiza diversas práticas e concepções culturais e busca compreender a construção histórica e social da infância, fazendo uso de abordagens teórico-metodológicas de base sócio-histórico-cultural. 2- Processos de Construção de Subjetividades e Educação Ementa: nesta linha destacam-se os estudos acerca dos processos de produção de subjetividades em suas múltiplas manifestações e em suas relações com processos educativos. ÁREA: EDUCAÇÃO, LINGUAGEM E TECNOLOGIA Linha de Pesquisa: 1-Tecnologia da Informação e da Comunicação e Práticas Pedagógicas Ementa: nesta linha reúnem-se estudos e pesquisas que procuram compreender os fundamentos, usos e impactos das tecnologias interativas e digitais na formação dos 10 docentes e nas práticas pedagógicas desenvolvidas na escola, nos diferentes segmentos da educação básica. ÁREA: CURRÍCULO E COTIDIANO ESCOLAR Linhas de Pesquisa: 1- Currículo e Produção do Conhecimento Ementa: estuda os fundamentos epistemológicos e culturais do currículo nas suas diferentes dimensões, focalizando as tensões, as ideologias, as relações de poder e de dominação. Contempla a reflexão acerca do currículo como locus do desenvolvimento dos saberes e fazeres da escola e fonte de produção de conhecimento. 2- Estudos do Cotidiano Escolar Ementa: esta linha refere-se aos estudos do Cotidiano Escolar que têm como centralidade as práticas sociais produtoras da realidade social na sua cotidianidade, envolvendo os sujeitos, a sociedade e suas instituições. Está fundamentada na concepção da escola como um espaço plural irradiador de saberes e fazeres, fundados nas múltiplas dimensões da vida cotidiana. 1.5. DA AVALIAÇÃO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO ARTIGO 8º: o estudante concluinte do curso entregará, ao Supervisor dos Trabalhos de Conclusão de Curso, três exemplares encadernados em espiral, todos de igual teor , acompanhados de requerimento próprio solicitando avaliação, assinado por ele e por seu orientador. PARÁGRAFO ÚNICO: a data-limite para entrega dos exemplares será definida em calendário próprio. ARTIGO 9º: a avaliação será realizada em data definida em calendário próprio, perante uma banca examinadora composta pelo orientador, como presidente, e por mais dois membros com titulação mínima de especialista, sendo pelo menos um deles professor do UNIFESO. PARÁGRAFO 1º: um dos membros da banca, escolhido pelo presidente da mesma, cuidará da elaboração da ata da sessão de apresentação dos Trabalhos de Conclusão de Curso. PARÁGRAFO 2º: nenhum Trabalho de Conclusão de Curso poderá ser apresentado, à banca examinadora, sem que tenha um orientador constituído. PARÁGRAFO 3º: as bancas examinadoras seguirão, na avaliação dos trabalhos apresentados, os critérios estabelecidos em ficha própria. 11 ARTIGO 10º: a avaliação conduzirá a uma das seguintes situações: a) aprovado sem correções; b) aprovado com correções; c) reprovado. PARÁGRAFO 1º: no caso de aprovação sem correções, o estudante terá o prazo de 15 dias, contados a partir da data da apresentação do trabalho à banca, para entregar, ao Supervisor dos Trabalhos de Conclusão de Curso, dois exemplares, sendo um encadernado em espiral e um em mídia eletrônica (CD). PARÁGRAFO 2º: no caso de aprovação com correções, o estudante reformulará o trabalho, de acordo com as observações feitas pela banca, e apresentará, ao seu orientador, a nova versão, na data estabelecida em calendário próprio. PARÁGRAFO 3º: as correções, no Trabalho de Conclusão de Curso reformulado, serão analisadas pelo orientador, observando o prazo estabelecido em calendário próprio, quando será verificado, na nova versão, o atendimento às exigências de mudança reportadas pela banca examinadora. PARÁGRAFO 4º: tais análises, feitas pelo orientador, serão entregues, ao responsável pela supervisão dos trabalhos, no prazo estabelecido em calendário próprio, com parecer fundamentado, favorável ou não, e registrado, por escrito, na própria versão corrigida. PARÁGRAFO 5º: caso as exigências reportadas pela banca examinadora tenham sido atendidas, o estudante deverá entregar, ao Supervisor dos Trabalhos de Conclusão de Curso, no prazo definido em calendário próprio, dois exemplares, sendo um encadernado em espiral e um em mídia eletrônica (CD). PARÁGRAFO 6º: caso as exigências reportadas pela banca examinadora não tenham sido atendidas, não haverá o direito à segunda reformulação, sendo o estudante, então, considerado reprovado. ARTIGO 11: o estudante só poderá colar grau após a aprovação do seu Trabalho de Conclusão de Curso, mediante expedição do Termo de Aprovação de Trabalho de Conclusão de Curso, em duas vias (uma para o aluno e outra para arquivo), devidamente assinadas pelos professores componentes da respectiva banca. 12 2. ÉTICA NA PESQUISA 2.1. O pesquisador Teoricamente, qualquer indivíduo pode vir a se tornar um pesquisador, ou pode fazer ou, ainda, participar de uma pesquisa. Entretanto, existem características que são facilmente encontradas naqueles que se dedicam às atividades de investigação científica. Dentre elas, podemos citar a independência mental; a curiosidade intelectual; a perseverança; os sentimentos de conquista, estímulo e entusiasmo; a busca contínua pela verdade e pela possibilidade de prestar algum tipo de contribuição a outras pessoas. Além disso, o pesquisador é um leitor assíduo, que procura atualização constante e demonstra bons conhecimentos, gerais e específicos; respeita os colegas e a ética, sendo, por isso, exemplo de conduta. Na grande maioria das vezes o pesquisador precisa conhecer o inglês e o espanhol, línguas que facilitam em muito a busca de informações e, conseqüentemente, os levantamentos bibliográficos necessários ao andamento das pesquisas. 2.2. Ética na pesquisa A ética engloba dois conceitos fundamentais: valor, que traduz a criação cultural de um momento particular, ou de um indivíduo, ou de uma coletividade, e moral, o conjunto de valores que indica qual deve ser o comportamento do indivíduo num determinado contexto social. Portanto, a ética pode ser entendida como a prática da moral num dado contexto, nas relações em sociedade, em situações específicas e concretas. Também pode ser definida como o estudo dos juízos de apreciação que se referem à qualificação da conduta humana, do ponto de vista do bem e do mal, quer seja numa situação específica ou numa determinada sociedade. Assim, tanto na vida pessoal quanto na profissional, quanto nos procedimentos de pesquisa, é necessário distinguir o que é direito do que se julga direito. É preciso que o indivíduo desenvolva suas competências, que faça prevalecer a verdade e que apresente suas conclusões sempre comprovadas, através de dados confiáveis, 13 e através de fontes adequadas, que são as referências para qualquer trabalho acadêmico. Em conseqüência, “Toda a pesquisa envolvendo seres humanos deverá ser encaminhada à apreciação de um Comitê de Ética em Pesquisa”, de acordo com a Resolução 196/96 (item VII), que pode ser encontrada na Internet (http://www.conselho.saude.gov.br/resolucoes/1996/Reso196.doc). Então, foram estabelecidas as Normas para Recebimento de Protocolo de Pesquisa. A partir de 21 de fevereiro de 2005, o CEPq (Comitê de Ética em Pesquisa, da FESO) passou a receber os protocolos de pesquisa que estejam de acordo com os itens abaixo: (1) protocolo impresso em três vias de igual teor, incluindo os anexos e a folha de rosto (de acordo com a versão outubro/99 do CONEP, disponível no site http://conselho.saude.gov.br/docs/FolhaRosto0312.doc); (2) resumo, em uma via, com título, nome dos autores, justificativa, objetivos, metodologia e curriculum vitae do pesquisador principal; (3) estar encaminhado ou conter concordância documentada pelo responsável (diretor, coordenador, superintendente ou similar) pela instituição onde será realizada a pesquisa, para revisão pelo CEPq, com carimbo e assinatura na folha de rosto; (4) mencionar, no corpo do Protocolo de Pesquisa, que o mesmo está em consonância com o estabelecido na Resolução 196/96 e suas complementares (no item “Questões Éticas”); (5) estar em concordância com o estabelecido nos “Documentos para análise de Projetos de Pesquisa, da Comissão Nacional de Ética em Pesquisa” (disponível no site http://conselho.saude.gov.br/comissao/conep/docanalise.html); (6) estar acompanhado de arquivo digital (disquete ou CD), digitado da seguinte forma: fonte: Arial; tamanho: 12; alinhamento: justificado. No menu: Formatar → Opção → Parágrafo Especial → Nenhum; Entre linhas → Simples; (7) os projetos em língua estrangeira devem estar acompanhados de três cópias em português; (8) todo projeto de origem externa à Instituição, mas com realização no UNIFESO, deve ter um co-responsável da Instituição. É importante ressaltar que o prazo para apreciação de um Protocolo de Pesquisa é de aproximadamente 45 dias, razão pela qual as providências, para sua confecção e encaminhamento, devem ser tomadas logo no início do 7º período do curso. 14 3. O PROJETO DE PESQUISA É um instrumento que, entre outros aspectos, auxilia o pesquisador a estabelecer seus objetivos, suas hipóteses de trabalho, as bases teóricas nas quais irá fundamentar-se, os caminhos que deverá seguir, os métodos e técnicas que vai utilizar e o tempo previsto para a realização da pesquisa. Desta forma, o projeto é um documento que antecede a pesquisa propriamente dita, pois especifica informações acerca de um trabalho que ainda não foi realizado, que ainda está no campo da intenção. Entretanto, assemelha-se ao trabalho final de investigação científica, exceto por não conter as partes referentes aos resultados e às conclusões. O projeto, então, serve de orientação ao pesquisador, bem como demonstra, a quem for apresentado, o que vai acontecer, em quanto tempo, de que forma e, dependendo do trabalho, a que custo. Um Projeto de Pesquisa bem feito deve, como conseqüência, responder algumas questões fundamentais, tais como: O que pesquisar? Por que fazer a pesquisa proposta? Quais as hipóteses consideradas? Como será realizada a pesquisa? Quais os recursos necessários para realizá-la? A pesquisa vai durar quanto tempo? Assim, o projeto vai mostrar uma relação de tópicos. De modo geral, para os trabalhos de Ciências Contábeis, sugerimos uma estrutura baseada nos itens propostos no livro A arte de pesquisar: como fazer pesquisa qualitativa em ciências sociais, da Professora Mirian Goldenberg (2002, p. 76-77), uma vez que abordam o que, na maioria das vezes, é necessário num projeto para trabalhos nessa área e, logicamente, para os Trabalhos de Conclusão de Curso. São eles: 1. Capa 2. Introdução 3. Objetivos 15 4. 5. 6. 7. 8. 9. Justificativa Hipótese Fundamentação teórica Metodologia Cronograma Referências Bibliográficas 1. Capa Constitui a cobertura inicial do projeto, contendo as seguintes informações, escritas em fonte Arial, tamanho 15, no centro da folha, em letras maiúsculas e em negrito: INSTITUIÇÃO TÍTULO SUBTÍTULO (SE HOUVER) NOME DO PESQUISADOR CIDADE MÊS E ANO No nosso caso, a Instituição, ou seja, a sede da pesquisa, ficará designada assim, centralizada, sem o uso de siglas ou logomarcas, com fonte tamanho 15: FUNDAÇÃO EDUCACIONAL SERRA DOS ÓRGÃOS CENTRO UNIVERSITÁRIO SERRA DOS ÓRGÃOS CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS CURSO DE GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS CONTÁBEIS A partir daí, em distribuição homogênea e estética na folha, seguem-se o título do trabalho (e subtítulo, se for o caso), o nome completo (de preferência sem abreviaturas) do pesquisador, ou seja, do aluno que está apresentando o projeto. Finalmente, abaixo, a cidade, o mês e o ano. (Vide modelo no capítulo 5 deste manual: Modelos). A capa final do trabalho é uma folha em branco. 16 2. Introdução É a apresentação do projeto, onde o tema, o problema e o objeto do estudo são apresentados, explicados e contextualizados. 3. Objetivos Primeiro deve ser apresentado o objetivo geral, que define a finalidade principal do trabalho. Está ligado a uma visão global e abrangente do tema, vinculando-se à tese proposta pelo projeto. Em seguida devem ser relacionados os objetivos específicos, relacionados com os aspectos secundários que o trabalho contempla. Estão ligados à(s) pretensa(s) resposta(s) ao problema, isto é, às situações específicas que poderão auxiliar a atingir o objetivo geral. 4. Justificativa Tem como finalidade oferecer uma explicitação, de forma sucinta, das razões, de ordem teórica e prática, que levarão a consecução da investigação científica, apresentando esclarecimentos sobre a importância do estudo proposto. 5. Hipótese Antecipa algo que será ou não confirmado pelo trabalho que está sendo proposto. 6. Fundamentação teórica Consiste em utilizar-se de premissas e pressupostos teóricos que servirão de base para a investigação científica. Assim, é necessária uma revisão da bibliografia referente ao tema proposto e, se for o caso, a conceituação de termos importantes para o trabalho, evitando-se, assim, a ambigüidade e a imprecisão. 7. Metodologia Este item visa especificar as decisões e opções metodológicas que o autor do projeto pretende adotar. Aqui são especificadas as etapas da investigação, os métodos e técnicas que se pretende empregar, os materiais necessários e, dependendo do caso, os tipos de amostras que serão utilizadas. 8. Cronograma O cronograma relaciona as etapas do trabalho que está sendo projetado, que vêm depois demonstradas numa tabela, como no exemplo abaixo, apresentando a 17 ordenação das atividades que serão desenvolvidas ao longo de um determinado tempo (quase sempre demonstrado em meses). Especifica, em suma, o tempo de duração de cada etapa e o prazo para execução da pesquisa. Exemplo de Cronograma: 1ª etapa: escolha do tema e formulação do problema; 2ª etapa: levantamento bibliográfico; 3ª etapa: construção dos instrumentos de pesquisa; 4ª etapa: coleta dos dados; 5ª etapa: análise dos dados coletados; 6ª etapa: discussão e conclusões; 7ª etapa: redação do trabalho final. Mês 1ª et 2ª et 3ª et 4ª et 5ª et 6ª et 7ª et 01 • 02 03 04 • • • 05 06 • • 07 08 09 • • • 10 11 12 • • • 13 14 • • 15 • 9. Bibliografia Constitui-se no conjunto de todos os textos e fontes de informação que auxiliaram na fundamentação, discussão e propostas de solução para o problema abordado no trabalho. Seus itens são relacionados em ordem alfabética, de acordo com as regras estabelecidas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). 18 4. NORMAS PARA APRESENTAÇÃO GRÁFICA DO TRABALHO 4.1. Apresentação geral Todo trabalho deve ser digitado e construído de acordo com as normas apresentadas a seguir. 4.2. Papel A4; orientação: retrato; impressão em apenas um lado; folhas na cor branca. 4.3. Fontes Arial; tamanhos: 15 - para a capa e a folha de rosto; 14 - para os títulos dos capítulos; 13 - para os títulos das divisões dos capítulos; 12 - para outras subdivisões (títulos terciários) e para o texto geral; 11 - para as notas de rodapé cor: preta. 4.4. Margens superior = 3 cm; inferior = 2 cm; esquerda = 3 cm; direita = 2 cm. 4.5. Estrutura do texto espaçamento entre linhas = 1,5; alinhamento: justificado; 19 sem recuo do parágrafo; espaçamento entre cada parágrafo: dois espaços (dois toques na tecla enter) 4.5.1. Capítulos (títulos primários) sempre começam numa página nova; título à esquerda, a 8 cm do limite superior da folha; com numeração arábica crescente; fonte tamanho 14, em maiúsculas e negrito. Exemplo: 1. INTRODUÇÃO OBSERVAÇÃO: cada capítulo pode apresentar, logo na abertura, uma epígrafe (escrita em fonte Arial, tamanho 12, estilo itálico), alusiva ao que está sendo tratado naquele segmento. Exemplo: 1. INTRODUÇÃO Neste capítulo trataremos do tema escolhido, faremos uma análise crítica acerca do problema estudado, veremos os objetivos considerados no desenvolvimento da dissertação e a metodologia, baseada na pesquisa-ação. 4.5.2. Subtítulos (títulos secundários): identificam as divisões dos capítulos; títulos à esquerda; fonte tamanho 13, em negrito; numeração arábica indicando a seqüência das subdivisões; 1ª letra maiúscula e demais minúsculas; Exemplo: 1.1. Considerações iniciais 4.5.3. Títulos terciários (outras subdivisões) identificam as divisões das seções, quando estas forem necessárias; somente a numeração seqüencial usa negrito; também escritas à esquerda. 1ª maiúscula e demais minúsculas; fonte tamanho 12. Exemplo: 1.1.1. Apresentação geral 20 4.6. Numeração das páginas canto superior direito; algarismos arábicos; iniciada a partir da folha de rosto; começa a aparecer a partir do início do texto (Apresentação, Introdução...). Exemplo de paginação: Número das páginas: Capa inicial Folha de rosto Dedicatória Agradecimentos Epígrafe Resumo Listas Sumário Introdução (e segue...) 1 2 3 4 5 6 7 8 Não conta (número não aparece) (número não aparece) (número não aparece) (número não aparece) (número não aparece) (número não aparece) (número não aparece) (número aparece a partir daqui) 4.7. Estrutura da monografia ver exemplos no capítulo 5 deste manual: Modelos. 4.7.1. Capa inicial Item obrigatório. Contém os seguintes dados: identificação da Instituição (sem logomarca), título do trabalho, nome do autor, cidade, mês e ano. inscrições no centro, em maiúsculas; negrito; fonte 15. 4.7.2. Folha de rosto Item obrigatório. Tem basicamente a mesma estrutura da capa, sendo, entretanto, acrescentada uma explanação, definindo a natureza do trabalho e identificando o professor orientador, no quadrante inferior direito da folha. Tal explanação é escrita numa caixa de texto, com cinco linhas no máximo, em fonte tamanho 12, sendo a primeira letra maiúscula e as demais minúsculas (exceto nomes próprios). Recuo: caixa de texto encostada na margem direita. O texto sugerido como padrão é o seguinte: Trabalho de Curso elaborado como requisito obrigatório para a obtenção do título de Bacharel em Ciências Contábeis, no UNIFESO, sob orientação do Prof. .......... 21 4.7.3. Dedicatória Palavras com que se oferece o trabalho a alguém. É um item facultativo, mas, apesar disso, é usado na maioria dos trabalhos. Escrita numa caixa de texto, em fonte tamanho 12 e inserida no quadrante inferior direito da folha. Recuo: caixa de texto encostada nas margens direita e inferior. 4.7.4. Agradecimentos Item facultativo que também é apresentado na maioria dos trabalhos. É aconselhável acrescentá-lo, uma vez que dificilmente se faz um trabalho sem a ajuda de outras pessoas ou de instituições. 4.7.5. Epígrafe É um item facultativo. Geralmente é uma frase que se relaciona ao tema desenvolvido no trabalho. Deve-se indicar o autor e, quando já falecido, informar os anos de nascimento e de falecimento. Exemplo: Kant (1724-1804). Recuo: caixa de texto encostada nas margens direita e inferior. 4.7.6. Resumo Norma ABNT/NBR 6028: “Redigido pelo próprio autor do trabalho, o resumo deve ser a síntese dos pontos relevantes do texto, em linguagem clara, concisa e direta. Deve ressaltar o objetivo, o resultado e as conclusões do trabalho, assim como o método e a técnica empregada em sua elaboração. O resumo redigido na língua original do trabalho precede o texto...” Constituído de uma seqüência de frases concisas e objetivas e não uma simples enumeração de tópicos, não ultrapassando 500 palavras, seguido, logo abaixo, das palavras representativas do conteúdo do trabalho, isto é, palavras-chave. As palavras-chave devem ser separadas entre si por ponto e finalizadas também por ponto. Geralmente destacam-se os aspectos de maior importância como o tema, os objetivos, a metodologia e a conclusão. A primeira frase deve explicar o tema principal do trabalho. Deve ser redigido em espaço simples, parágrafo único, na voz ativa e na terceira pessoa do singular. 4.7.7. Listas Item utilizado quando o trabalho apresenta cinco ou mais gráficos, tabelas, figuras, ilustrações ou siglas. Vem antes do sumário. 22 4.7.8. Sumário Item obrigatório que relaciona as principais divisões e subdivisões do trabalho, na ordem em que aparecem. Inclui apêndices, anexos e bibliografia. Os tópicos Resumo e Listas também são relacionados, mesmo que, neles, a paginação não apareça, conforme explicado no item 4.6 (ver exemplo no Capítulo 5: Modelos). 4.7.9. Introdução Tem as seguintes características: mostra o que já foi escrito sobre o tema; indica a importância do trabalho; indica as áreas de interesse do trabalho; explica as intenções do autor; explica os objetivos do trabalho; fala sobre o problema, as hipóteses e as soluções propostas; explica o plano geral do trabalho (SEVERINO, 2002, p. 82-83): 4.7.10. Desenvolvimento Organizado numa seqüência lógica de capítulos; apresenta a revisão da literatura; explica a fundamentação teórica do trabalho; trata de explicar, discutir e demonstrar as diversas questões apresentadas; esclarece sobre a metodologia utilizada (materiais e métodos); apresenta os resultados e a discussão deles decorrente (SEVERINO, 2002, p. 83). 4.7.11. Conclusão Apresenta a síntese do trabalho; recapitula, sucintamente, os resultados da pesquisa; faz um balanço de todo o trabalho; apresenta os pontos de vista do autor sobre os resultados obtidos; pode apresentar uma projeção do alcance dos resultados obtidos; pode apresentar sugestões do autor, principalmente relacionadas à aplicação das soluções dadas aos problemas (SEVERINO, 2002, p. 83-84). 4.7.12. Apêndices Usados quando for o caso. De acordo com Antônio Joaquim Severino (2002, p. 88), “geralmente são desenvolvimentos autônomos elaborados pelo próprio autor, para complementar o próprio raciocínio, sem prejudicar a unidade do núcleo do trabalho”. 4.7.13. Anexos Usados também quando for o caso. Severino ensina (2002, p. 88) que são “documentos, nem sempre do próprio autor, que servem de complemento ao trabalho e fundamentam a pesquisa”. 23 4.7.14. Bibliografia Relação de todos os documentos que foram citados ou consultados para a realização do trabalho, indicados de acordo com as normas da ABNT. 4.7.15. Capa final Item obrigatório, composto de folha em branco. 4.7.16. Termo de aprovação Item necessário em trabalhos de conclusão de curso, dissertações de mestrado, teses de doutorado. O modelo pode variar. No nosso caso, não é inserido no trabalho, uma vez que é produzido pela Coordenação do Curso e entregue ao aluno depois da aprovação final do trabalho apresentado. 4.7.17. Encadernação Com espiral preto; sobrecapas de plástico: anterior = transparente e incolor; posterior = preta. 4.7.18. Entrega do trabalho O autor deve entregar o trabalho em versão impressa e digital, de acordo com o estabelecido no Artigo 8º do Regulamento dos Trabalhos de Conclusão de Curso. 24 5. MODELOS ITEM PÁGINA CAPA 25 FOLHA DE ROSTO 26 DEDICATÓRIA 27 AGRADECIMENTOS 28 EPÍGRAFE 29 RESUMO 30 LISTAS 31 SUMÁRIO 32 INÍCIO DE CAPÍTULO 33 FOLHAS DE CONTINUAÇÃO 34 REQUERIMENTO DE SOLICITAÇÃO DE AVALIAÇÃO DE TCC TERMO DE APROVAÇÃO DE TCC 35 TERMO DE COMPROMISSO DE ORIENTAÇÃO DE TCC FICHA DE AVALIAÇÃO DE TCC PARA BANCA EXAMINADORA 36 37 38 ATENÇÃO: a paginação, que aparece nos exemplos, é indicativa da seqüência das páginas neste manual. Observar o que é estabelecido no item 4.6 das Normas para Apresentação Gráfica do Trabalho. 25 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL SERRA DOS ÓRGÃOS CENTRO UNIVERSITÁRIO SERRA DOS ÓRGÃOS CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS CURSO DE GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS CONTÁBEIS TÍTULO (COM SUBTÍTULO, SE HOUVER) AUTOR TERESÓPOLIS MÊS, ANO 26 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL SERRA DOS ÓRGÃOS CENTRO UNIVERSITÁRIO SERRA DOS ÓRGÃOS CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS CURSO DE GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS CONTÁBEIS TÍTULO (COM SUBTÍTULO, SE HOUVER) AUTOR Trabalho de Conclusão de Curso elaborado como requisito obrigatório para a obtenção do título de Bacharel em Ciências Contábeis, no UNIFESO, sob orientação do Prof. .......... TERESÓPOLIS MÊS, ANO 27 À Professora Telma de Amorim Freitas Silva, pelo apoio e imensa cooperação. 28 AGRADECIMENTOS A ..............., pelo trabalho de revisão; Ao Prof. ..............., pela constante orientação; A ..............., pela revisão das tabelas; A ..............., pela digitação dos textos; Ao Prof. ..............., pela revisão dos dados estatísticos; À ..............., pela ajuda nos desenhos dos gráficos; Etc. 29 O melhor educador é o que conseguiu educar-se a si mesmo. (da Sabedoria Oriental) 30 RESUMO O hospital, na sua origem, era somente um estabelecimento para assistência num sentido amplo, a enfermos mas também a pessoas saudáveis, como peregrinos, viúvas e órfãos, entre outros. Com o passar dos anos, o hospital acabou se destinando aos doentes e seus tratamentos. Com a evolução deste estabelecimento, surgiu uma visão diferenciada, onde a preocupação não era só com o tratamento, mas também com a prevenção. As novas descobertas científicas, e os avanços da tecnologia, fizeram do hospital uma estrutura muito complexa, inclusive em termos administrativos. A partir de estudos, que foram realizados sobre a melhoria da qualidade nas fábricas, pensou-se que também era possível a implantação de programas de qualidade em hospitais, até mesmo pela crescente exigência que os usuários passaram a demonstrar. Com toda esta perspectiva de melhoria, foi criada a Acreditação Hospitalar, um processo de avaliação periódica de instituições de saúde para determinar se as mesmas atendem a um conjunto de padrões concebidos para melhorar a qualidade do cuidado ao paciente. Nota-se, claramente, que apesar das dificuldades inerentes à administração de uma organização tão complexa e dinâmica, tal atividade vem sendo desempenhada focalizando a qualidade de trabalho e dos serviços prestados. Palavras-chaves: hospital, administração hospitalar, qualidade. OBSERVAÇÃO: exemplo, com 194 palavras, extraído do TC “Administração hospitalar com foco na qualidade”, de autoria de Mariana Ferreira da Cruz Lima (Julho, 2007) 31 LISTA DE TABELAS Tabela Página Distribuição de........................................................................................................... 25 Análise de covariância............................................................................................... 35 Distribuição das taxas............................................................................................... 38 Etc. 32 SUMÁRIO Resumo ..................................................................................................................... 5 Listas.......................................................................................................................... 6 Sumário...................................................................................................................... 7 1. INTRODUÇÃO........................................................................................................ 8 1.1. Tema................................................................................................................ 8 1.2. O problema...................................................................................................... 9 1.3. Objetivos......................................................................................................... 10 1.4. Metodologia.................................................................................................... 12 2. ADMINISTRAÇÃO DE PESSOAL..........................................................................15 2.1. Considerações preliminares.......................................................................... 17 2.2. _ _ _ _ _ 2.3. _ _ _ _ _ Etc. 33 8 cm Número da página 1. INTRODUÇÃO 3 cm Neste capítulo tratamos do tema escolhido e sua importância. 3 cm Apresentamos uma análise crítica a respeito do problema estudado, com clara ênfase nos objetivos estabelecidos para o desenvolvimento da monografia, bem 3 cm como a Metodologia, baseada no Método de Russell. Etc. 2 cm 2 cm 34 3 cm Ao chegar à Universidade, os estudantes precisam acreditar que o resultado do 3 cm processo ensino/aprendizagem, no qual passarão a se envolver, dependerá fundamentalmente deles mesmos. Desta forma, tratamos desse tema com a devida importância. Uma análise crítica, a respeito dos problemas que envolvem o binômio ensino/aprendizagem, é fundamental. Assim.... Etc. 2 cm 2 cm 35 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL SERRA DOS ÓRGÃOS CENTRO UNIVERSITÁRIO SERRA DOS ÓRGÃOS CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS CURSO DE GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS CONTÁBEIS REQUERIMENTO DE AVALIAÇÃO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO Eu, ______________________________________________________, aluno do Curso de Graduação em Ciências Contábeis, tendo concluído meu Trabalho de Conclusão de Curso, que foi devidamente acompanhado pelo(a) professor(a) ______________________________________________, meu(minha) orientador(a), infra-assinado(a), venho, pelo presente, requerer a submissão do mesmo à banca examinadora, nos termos da regulamentação vigente. Teresópolis, __ de ________ de ____. _________________________________________________ Assinatura do orientador __________________________________________________ Assinatura do aluno 36 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL SERRA DOS ÓRGÃOS CENTRO UNIVERSITÁRIO SERRA DOS ÓRGÃOS CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS CURSO DE GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS CONTÁBEIS TERMO DE APROVAÇÃO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO O trabalho “O SISTEMA DE INFORMAÇÃO CONTÁBIL E O PROFISSIONAL DA CONTABILIDADE”, elaborado pela aluna LEVELYN DA SILVA MAÇULO, foi aprovado por todos os membros da banca examinadora, com a média ......., após apresentação oral no dia 07 de junho de 2008, e aceito pelo Curso de Graduação em Ciências Contábeis. Teresópolis, __ de ______ de ____ Banca Examinadora: _________________________________ Profª. Isabel Cabral _________________________________ Prof. Luiz Alves _________________________________ Profª. Armando Madureira Borely 37 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL SERRA DOS ÓRGÃOS CENTRO UNIVERSITÁRIO SERRA DOS ÓRGÃOS CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS CURSO DE GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS CONTÁBEIS TERMO DE COMPROMISSO DE ORIENTAÇÃO DE TCC Eu, ______________________________________________________, professor(a) de ___________________________________, lecionando no Curso ________________________ , pertencente à Instituição ______________, aceito atuar, desde a presente data, como orientador do Trabalho de Conclusão de Curso intitulado _________________________________________________________, do aluno ________________________________________________, que cursa o ___ período, para desenvolvimento do tema enquadrado na área/ linha de pesquisa/sub-área ______________________________ _________________________________________________________. Teresópolis, __ de ________ de ____. _________________________________________________ Assinatura do orientador __________________________________________________ Assinatura do aluno Data de entrega: _____/_____/_____ Recebido por: 38 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL SERRA DOS ÓRGÃOS CENTRO UNIVERSITÁRIO SERRA DOS ÓRGÃOS CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS CURSO DE GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS CONTÁBEIS FICHA DE AVALIAÇÃO DE TCC PARA BANCA EXAMINADORA ALUNO: __________________________________________________________________________ TÍTULO DO TCC: __________________________________________________________________________ TÓPICOS GERAIS: Apresentação geral Estrutura geral do texto Capas Folha de rosto Dedicatória Agradecimentos Epígrafe Resumo Listas Introdução – geral Desenvolvimento – geral Conclusão – geral Apêndices e anexos Bibliografia – geral OBSERVAÇÔES: TÓPICOS ESPECÍFICOS: Paginação correta? Título adequado? As citações no texto estão corretas? A introdução está adequada? O desenvolvimento está bem feito? Há coerência entre introdução, desenvolvimento e conclusão? As conclusões estão adequadas à pesquisa realizada? A bibliografia está adequada à normas da ABNT? A bibliografia está adequada à pesquisa realizada? OBSERVAÇÕES: NOTA FINAL: Caso necessário, apresentar sugestões para melhoria do trabalho no próprio texto e devolvê-lo ao aluno. Teresópolis, __ de ________ de ____. _______________________________________________________________________________________ Nome legível e assinatura do avaliador 39 6. NORMAS PARA ELABORAÇÃO DE BIBLIOGRAFIAS 6.1. Aspectos iniciais A bibliografia levantada na elaboração do trabalho está, inicialmente, transcrita nas fichas de documentação. Concluído o trabalho essa bibliografia é relacionada e inserida no final. Tem o objetivo de informar o leitor a respeito das fontes que serviram de referência para a pesquisa e é composta de todos os documentos que foram citados ou consultados para a realização do estudo. O termo bibliografia deve ser usado para identificar essa parte do trabalho, enquanto a designação referências bibliográficas trata mais da técnica do registro documental (SEVERINO, 2002, p. 113). Daí o título acima, já que, a seguir, trataremos dos aspectos técnicos que regem as indicações bibliográficas. Os parâmetros para as referências bibliográficas estão definidos pela ABNT. 6.2. Elementos que compõem a indicação bibliográfica 6.2.1. Essenciais: autor, título do documento, edição, local da publicação, editora e data. (É a seqüência mais usada). Exemplo: SEVERINO, Antônio J. Metodologia do trabalho científico. 22 ed. São Paulo: Cortez, 2002. 6.2.2. Complementares: organização, tradução, revisão, número de páginas, ilustrações, indicação de série ou coleção, notas especiais, ISSN, etc. Servem para caracterizar melhor o documento. Exemplo: SEVERINO, Antônio J. Metodologia do trabalho científico. 22 ed. rev. e ampl. São Paulo: Cortez, 2002, 333 p. 40 6.3. Algumas regras importantes O nome do autor é indicado assim: SOBRENOME, Nome. Exemplo: José Augusto Fernandes será citado, na bibliografia, assim: FERNANDES, José Augusto. O título da obra deve ser escrito de forma destacada, em itálico. Quando houver subtítulo, este não é destacado. A separação entre os elementos da referência deve ser feita pela pontuação específica, assim: Autor.[ponto] Título:[dois pontos] subtítulo.[ponto] Edição.[ponto] Local:[dois pontos] Editora,[vírgula] Ano.[ponto] No caso de se referenciar várias obras de um mesmo autor, ao invés de escrever o nome, a cada referência, utiliza-se, de acordo com a ABNT/NBR 6023, um traço de comprimento igual a seis toques, como no exemplo abaixo: HERNANDEZ, Daniel Pinheiro. A utilização do rádio na educação para a saúde. 1991. 175 f. Dissertação (Mestrado em Educação) – Faculdade de Educação, Universidade Católica de Petrópolis, Petrópolis-RJ. ______. Normas básicas para apresentação de trabalhos. Teresópolis: Fundação Educacional Serra dos Órgãos, 2002. (Mimeo) Usa-se hífen para indicação de intervalo de páginas ou datas: p. 113-128; 1914-1918. Para indicar o período de abrangência, de uma revista por exemplo, usa-se a barra: Jan/Mar. Existem documentos que não trazem alguns indicadores tipográficos importantes. Nesse caso, fazemos assim: sem data = s.d. ou s/d sem local de publicação = s.l. ou s/l sem editora = s.ed. ou s/e sem notas tipográficas (data, local, editora) = s.n.t. Exemplo: MUNIZ, Amaury Pereira. A técnica de aprender. Rio de Janeiro: Degrau Cultural, s/d. A ordem na organização das referências: embora existam formas diferentes de ordenar as obras que compõem uma bibliografia (ordem alfabética, cronológica ou por assunto), a ABNT/NBR 6023 recomenda que se observe a ordenação alfabética. Trataremos, a seguir, de uma série de indicações específicas, utilizando, principalmente, exemplos: 41 6.4. Indicação de autor – norma geral CORTAZIO, Mônica de Fátima Queiroz. HERNANDEZ, Daniel Pinheiro. MELLO, Rita de Cássia da Silva. SECCHIN, Jucimar André. SILVA, Telma de Amorim Freitas. 6.5. Indicação de autor estrangeiro com sobrenome composto ASTI VERA, Armando ORTEGA Y GASSET, José 6.6. Indicação de autor brasileiro com sobrenome composto CASTELO BRANCO, Camilo COTTA-PEREIRA, Gerson 6.7. Indicação de sobrenomes designativos de parentesco ASSAF NETO, Alexandre CHURCHILL JÚNIOR, Gisbert MÁTTAR NETO, João A. RAMOS FILHO, João C. 6.8. Indicação de sobrenomes compostos e consagrados pela literatura MACHADO DE ASSIS, José M. MONTEIRO LOBATO, José B. 6.9. Indicação de sobrenomes com partículas (de, da, Von, Mac, etc.) SÁ, Antonio Lopes de SILVA, Walzi C. S. da VAN BREDA, Michael F. VON DANIKEN, Erich 6.10. Indicação de vários autores 6.10.1. Até três autores Neste caso os nomes são mencionados na ordem em que aparecem na obra, devendo ser separados por ponto e vírgula: 42 SILVEIRA, Paulo; ALMEIDA, Ernesto de; SOUSA, José de. 6.10.2. Mais de três autores: Quando for este o caso, indica-se somente o nome do autor que é mencionado em primeiro lugar na publicação, acrescentando-se, em seguida, a expressão et al. (os demais): CARNEIRO, José et al. (Cita-se o primeiro, seguido da expressão et al) RIBEIRO, Ângela Lage et al. SILVA, Ermes Medeiros et al. RESSALVA: é facultativa a menção de todos os autores, em casos como projetos de pesquisa. 6.10.3. Obras coletivas Há casos em que a responsabilidade de uma obra está a cargo de um organizador, ou editor, ou coordenador, por exemplo. Nestas situações será o nome desse responsável que será mencionado, seguido da abreviatura, entre parênteses, que identifique sua condição (org., coord., ed., etc): HERNANDEZ, Daniel Pinheiro (org.). Manual de orientações sobre trabalho de curso. Teresópolis: UNIFESO, 2009. BRITES, Valéria de Oliveira; SECCHIN, Jucimar André; SILVA, Telma de Amorim Freitas Silva, (orgs.). Temas de administração imobiliária. Teresópolis: Guemanise. Coleção FESO, Série Técnica. 2008. No caso de obras coletivas que têm um ou mais organizadores, mas cada capítulo tem um autor: PIMENTEL, René Coppe. Captações no exterior (euronotes e eurobonds). In: LIMA, Iran Siqueira; LIMA, Gerlando Augusto Sampaio Franco de; PIMENTEL, René Coppe, (coords), Curso de mercado financeiro: tópicos especiais. São Paulo: Atlas, 2006. PISCITELLI, Roberto Bocaccio. Contabilidade Pública. In: SILVA, César Augusto Tibúrcio; NIYAMA, Jorge Katsumi; PISCITELLI, Roberto Bocaccio, (orgs.). Exame de suficiência em contabilidade. São Paulo: Atlas, 2001. 6.11. Obras publicadas por entidades 6.11.1. Associações, institutos e semelhantes ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 6023. Informação, documentação: referências e elaboração. Rio de Janeiro, 2002. 6.11.2. Órgãos públicos 43 No caso de órgãos governamentais da administração, entrar pelo nome geográfico, em caixa alta. Segue-se a hierarquia: País, estado ou município.[ponto] Nome(s) do(s) órgão(s).[ponto] Nome da repartição (com título destacado).[ponto] Local (cidade).[ponto] Responsável pela publicação,[vírgula] Ano.[ponto] Número do volume (quando houver mais de um).[ponto] Número de páginas,[ponto]. BRASIL. Ministério do Trabalho. Secretaria de Formação e Desenvolvimento Profissional. Educação profissional: um projeto para o desenvolvimento sustentado. Brasília: SEFOR, 1995. 24 p. 6.12. Indicação de artigos de revistas Autor.[ponto] Título do artigo.[ponto] título da revista (em destaque).[ponto] Local da publicação (cidade),[vírgula] Entidade responsável pela publicação,[vírgula] Número, volume ou tomo.[ponto] Número do fascículo,[vírgula] Páginas (inclusivas).[ponto] Data (mês e ano).[ponto]: HERNANDEZ, Daniel P. A radiodifusão. Revista Brasileira de Educação a Distância. Rio de Janeiro, Instituto de Pesquisas Avançadas em Educação, Ano I, n.º 3, p. 19-22. Mar/Abr, 1994. 6.13. Artigos de jornal Autor.[ponto] Título do artigo.[ponto] Título do jornal (em destaque),[virgula] Local (cidade),[vírgula] Data completa.[ponto] Número ou título do caderno, seção ou complemento,[vírgula] Indicação de página.[ponto] SUKMAN, Hugo. A música no tempo. O Globo. Rio de Janeiro, 5.4.2003, Segundo Caderno, p. 1-2. 6.13.1. Artigo de jornal (não assinado) SEGURANÇA: estados pedem ajuda para atualizar tecnologia. O Globo. 5.4.2003. O País, p. 10, col. 6. 6.14. Escritos mimeografados (também para cópias de apostilas e similares) HERNANDEZ, Daniel P. Embriologia da face. Teresópolis: Fundação Educacional Serra dos Órgãos, 1986. (Mimeo) 6.15. Documentos e dados eletrônicos 6.15.1. Disquete, CD-ROM, zipdrive e similares 44 Autor.[ponto] Título do arquivo (em destaque).[ponto] Extensão do arquivo.[ponto] Local (cidade),[vírgula] Data.[ponto] Características físicas.[ponto] Tipo de suporte.[ponto] Notas (não obrigatórias).[ponto] Programa utilizado.[ponto] KRAEMER, Ligia Leindorf Bartz. Apostila.doc. Curitiba, 13 de maio de 1995. 1 arquivo (605 bytes). Disquete 3 1/2. Word for Windows 6.0. 6.15.2. Referências a e-mails Autor da mensagem.[ponto] Assunto da mensagem (em destaque) Após, colocar, entre colchetes, informação indicando que se trata de mensagem pessoal.[ponto] Origem da mensagem.[ponto]. Mensagem recebida por...... (endereço eletrônico) em ...... (data completa de recebimento).[ponto] ACCIOLY, F. Publicação eletrônica. [mensagem pessoal]. Mensagem recebida por <[email protected]> em 12 mai. 1998. De acordo com Maria Margarida de Andrade (2002, p.67), “Mensagens trocadas por e-mail tem caráter informal, interpessoal e efêmero, desaparecem rapidamente, não sendo recomendadas como fonte técnica ou científica de pesquisa”. 6.15.3. Textos de pesquisas eletrônicas 6.15.3.1. Monografias Autor.[ponto] Título (em destaque).[ponto] Local (cidade),[vírgula] Data (ano).[ponto] Disponível em:[dois pontos] ...... (endereço completo do site).[ponto] Acesso em ...... (dia, mês abreviado e ano em que o material foi acessado).[ponto]: FIORI, José Luís. O Consenso de Washington: Palestra proferida no Centro Cultural Banco do Brasil. São Paulo, 1996. Disponível em: <http://www.pdt.org.br>. Acesso em: 20 abr 2000. 6.15.3.2. Artigos de periódicos on-line Autor.[ponto] Título do artigo.[ponto] Título do periódico (em destaque),[vírgula] Local (cidade),[vírgula] Número do volume (quando houver),[vírgula] Número do fascículo,[vírgula] Data (dia, mês abreviado e ano.[ponto] Disponível em ...... (endereço completo do site).[ponto] Acesso em ...... (dia, mês abreviado e ano em que o material foi acessado).[ponto]. MALOFF, Joel. A Internet e o valor da "internetização". Ciência da informação, Brasília, v. 26, n. 3, 1997. Disponível em: <http://www.ibict.br/cionline>. Acesso em: 18 maio 1998. 45 6.15.3.3. Artigos de jornais on-line Autor.[ponto] Título do artigo.[ponto] Título do jornal (em destaque),[vírgula] Local (cidade),[vírgula] Número do volume (quando houver),[vírgula] Número do fascículo,[vírgula] Data (dia, mês abreviado e ano).[ponto] Disponível em ...... (endereço completo do site).[ponto] Acesso em ...... (dia, mês abreviado e ano em que o material foi acessado).[ponto]: TAVES, Rodrigo França. Ministério corta pagamento de 46,5 mil professores. O Globo, Rio de Janeiro, 19 maio 1998. Disponível em: <http://www.oglobo.com.br>. Acesso em: 19 mai 1998. 6.15.3.4. Homepages Autor.[ponto] Título da homepage (em destaque).[ponto] Informações complementares: coordenação, desenvolvida por, etc, (quando existirem).[ponto] Disponível em ...... (endereço completo do site).[ponto] Acesso em ...... (dia, mês abreviado e ano em que o material foi acessado).[ponto]: ADM Brasil. Normas ABNT. Disponível em: <http://www.admbrasil.com.br/abnt.htm> Acesso: 29 Nov 2002. 6.16. Autor desconhecido Neste caso a entrada é feita pelo título. Não se deve utilizar expressões como “autor anônimo” ou “autor desconhecido”: PROCURA-SE um amigo. In: SILVA, Lenilson Naveira e. Gerência da vida: reflexões filosóficas. 3. ed. Rio de Janeiro: Record, 1990. 6.17. Enciclopédias e obras similares, citadas no todo A entrada é feita pelo título, eliminando-se eventuais artigos, escrevendo-se a primeira palavra em caixa alta: ENCICLOPÉDIA Mirador Internacional. São Paulo: Enciclopédia Britânica do Brasil, 1977. 20 v. 6.18. Referências a constituições Observar a seguinte ordem de citação: País, estado ou município (em caixa alta).[ponto] Data de promulgação.[ponto] Título (em destaque).[ponto] Data completa de promulgação.[ponto] Local (cidade):[dois pontos] Responsável pela publicação,[vírgula] Ano.[ponto] Número de páginas ou volumes (quando houver 46 mais de um).[ponto] Notas complementares: coleção e/ou série (quando houver) [entre parênteses]: BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil: promulgada em 5 de outubro de 1988. Organização do texto: Juarez de Oliveira. 4. ed. São Paulo: Saraiva, 1990. 168 p. (Série Legislação Brasileira). 6.19. Referências a leis e decretos Observar a seguinte ordem: País, estado ou município (em caixa alta).[ponto] Lei ou decreto número, data (dia, mês e ano).[ponto] Ementa.[ponto] Dados da publicação da lei ou decreto, com o título da publicação em destaque: BRASIL. Lei n. 9273, de 3 de maio de 1996. Torna obrigatória a inclusão de dispositivo de segurança que impeça a reutilização das seringas descartáveis. Lex: Coletânea de Legislação e Jurisprudência, São Paulo, v. 60, p. 1260, maio/jun., 3. trim. 1996. Legislação Federal e Marginália. 6.20. Dissertações e teses Ordem dos elementos necessários: Autor.[ponto] Título em destaque.[ponto] Ano de apresentação.[ponto] Número de folhas ou volumes (quando houver mais de um.[ponto] Categoria contendo o grau e área de concentração –[traço] Instituição para a qual o trabalho foi apresentado,[vírgula] Local (cidade).[ponto] HERNANDEZ, Daniel Pinheiro. A utilização do rádio na educação para a saúde. 1991. 175 f. Dissertação (Mestrado em Educação) – Faculdade de Educação, Universidade Católica de Petrópolis, Petrópolis-RJ. Observação: além dessas regras existem ainda muitas outras, para, por exemplo, citação de trabalhos apresentados em eventos científicos (congressos, seminários, simpósios, etc); de patentes, relatórios técnicos e separatas; indicação de fitas cassete, de material gravado em CD-ROM, em vídeo, em disquete; indicações de enciclopédias, de publicações de congressos (anais), etc. Portanto, se necessário, deve-se recorrer às normas da ABNT 47 7. CITAÇÕES A ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) estabeleceu, em 2002, a NBR 10.520, que dispõe sobre o isso de citações. Uma citação, de acordo com esta norma, é a “menção, no texto, de uma informação extraída de outra fonte.” (NBR-10520, 2002, p.1) É importante salientar que as citações não são meras cópias, nem a transcrição de trechos enormes, ou mesmo de capítulos! Constituem-se, na maioria das vezes, de trechos curtos. As citações são utilizadas para corroborar informações utilizadas pelo autor, para informar o leitor sobre fontes consultadas, para apresentar aspectos que concordam ou discordam daqueles apresentados pelo autor, para apresentar as fontes de referência utilizadas. São, portanto, fundamentais para dar credibilidade a um trabalho científico. As citações são obtidas a partir das fontes consultadas, que podem ser, por exemplo: livros, periódicos, teses de doutorado, dissertações de mestrado, entrevistas, palestras, sites, etc. Ou seja, qualquer material utilizado como referência é uma fonte de consulta. As citações podem receber várias classificações. Porém, considerando as características do TCC, vamos apresentar, a seguir, as regras principais para dois tipos mais usados: a citação direta (ou literal) e a citação indireta (ou sintetizada). Citação direta: neste caso, a transcrição ocorre exatamente como estava no texto consultado, ou seja, exatamente como o autor escreveu na obra de referência. Tal citação, então, apresenta as seguintes características: • é escrita exatamente como no texto consultado; • é escrita entre aspas; • é obrigatória a indicação da fonte consultada. Exemplo: ... contrariando o conhecimento que nos foi passado naqueles tempos de escola, “O mapa de Juan de La Cosa se tornaria a principal prova de que Pinzón foi o primeiro navegador europeu a desembarcar oficialmente em terras hoje brasileiras.” (BUENO, 2006, p. 26) 48 OU ... contrariando o que nos fois passado naqueles tempos de escola, e de acordo com Bueno (2006, p. 26), “O mapa de Juan de La Cosa se tornaria a principal prova de que Pinzón foi o primeiro navegador europeu a desembarcar oficialmente em terras hoje brasileiras.” Citação indireta: não utiliza exatamente as palavras do autor, mas resume o que ele disse, mantendo fidelidade ao texto original. Assim: • é uma síntese fiel de um determinado conteúdo; • não são utilizadas aspas; • é obrigatória a indicação da fonte consultada. Exemplo: Baseados no texto Princípios Constitucionais da Administração Pública, de Nívea Carolina de Holanda Seresuela, divulgado, em agosto de 2002, no site Jus Navigandi (http://jus2.uol.com.br/doutrina/texto.asp?id=3489), aprendemos que tais princípios podem ser assim classificados: PRINCÍPIOS CONSTITUCIONAIS EXPLÍCITOS: - Princípio da Legalidade - Princípio da Impessoalidade - Princípio da Moralidade - Princípio da Publicidade - Princípio da Eficiência - Princípio da Licitação - Princípio da Prescritibilidade dos Ilícitos Administrativos - Princípio da Responsabilidade Da Administração - Princípio da Participação - Princípio Da Autonomia Gerencial PRINCÍPIOS CONSTITUCIONAIS IMPLÍCITOS: - Princípio da Supremacia do Interesse Público sobre o Privado - Princípio da Autotutela - Princípio da Finalidade - Princípio da Razoabilidade e da Proporcionalidade Algumas observações: 1) para cada citação utilizada deve haver, na bibliografia do TCC, a referência correspondente. Veja, por exemplo, as referências correspondentes aos exemplos utilizados, na bibliografia deste manual. 2) citações com até três linhas são inseridas no texto. 3) ciitações com mais de três linhas devem ser destacadas com recuo de quatro 49 centímetros, ou vinte e oito toques, da margem esquerda com um tipo de letra menor do que a utilizada no texto (fonte tamanho 11), sem as aspas e com espaçamento simples. (NBR 14724, 2002, p. 5). 4) Aspas simples são utilizadas para indicar uma citação dentro de citação. 5) Para indicar interrupção ou omissão de parte da citação, sem alterar o sentido do texto, são utilizadas reticências entre colchetes [...], no início, meio ou final da citação, conforme o caso. 6) Quando se quer demonstrar que, apesar da incorreção, ou da incoerência, ou do termo empregado de forma estranha, estava escrito daquele jeito mesmo no texto consultado, utiliza-se a indicação sic, no inicio, meio ou final da citação. 7) Para indicar dúvida usa-se ponto de interrogação entre colchetes [?], após o que se tem dúvida. 8) Citação de citação. É a citação de um texto que tivemos acesso a partir de outro documento. Utiliza-se a expressão latina apud (citado por...). Exemplo: "0 homem é precisamente o que ainda não é. O homem não se define pelo que é, mas pelo que deseja ser." (ORTEGA Y GASSET, 1963, apud SALVADOR, 1977, p. 160). 50 BIBLIOGRAFIA CONSULTADA ADM Brasil. Normas ABNT. 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