155
A cidade de Rio Quente: A relação espacial da cidade com a Serra de Caldas (imagens de minha
autoria).
156
A Pousada do Rio Quente e a Lagoa de Pirapitinga: Do lazer à busca pelo alívio dos males do
corpo (imagens de minha autoria).
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
157
ABREU, J. Capistrano de. Caminhos antigos e povoamento do Brasil. Belo Horizonte:
Itatiaia; São Paulo: USP, 1988.
ALBUQUERQUE, Carlos. Caldas Novas: além das águas quentes. Caldas Novas:
Kelps, 1996.
ALENCAR, Maria Amélia Garcia de. A (re)descoberta do sertão. Revista Estudos,
Goiânia, v. 27, n. 2, p. 241-270, abr./jul. 2000.
______. Cancionistas do sertão: entre a tradição e a pós-modernidade. Revista Estudos,
Goiânia, v. 32, n. 7, p. 1225-1250, jul. 2005.
ALMEIDA, Márcia Bezerra. O público e o patrimônio arqueológico: reflexões para a
arqueologia pública no Brasil. In: Revista Habitus, Instituto Goiano de Pré-História e
Antropologia/IGPA, v.1, n.2, p.275-295, jul./dez., 2003.
ALMEIDA, Nelly Alves de. Linguagem popular. In: LACERDA, Regina. Folclore
Brasileiro: Goiás. Rio de Janeiro: FUNARTE, 1977.
AMORA, Antônio Soares. Minidicionário Soares Amora da Língua Portuguesa. São
Paulo: Saraiva, 2003.
ARANTES, Antônio A. Patrimônio imaterial e referências culturais. Revista Tempo
Brasileiro. Rio de Janeiro, n.147, out-dez/2001.
ARAÚJO, Homero da Costa. Caminho das tropas. Florianópolis: Insular, 2003.
ARINOS, Affonso. Pelo sertão. Rio de Janeiro: s/e, 1898.
ARTIAGA, Zoroastro. Contribuição para a História de Goiás: Coletânea de
documentos relativa à História do Estado de Goiás. Goiânia: Departamento Estadual de
Cultura, 1947.
______. História de Goiaz – Primeiro Tomo: relato da vida político-administrativa de
Goiaz, de 1592 a 1946. Goiânia: s/e, 1958.
______. História de Goiaz – Segundo Tomo: relato de acontecimentos históricos
goianos de 1592 a 1946. Goiânia: s/e, 1961.
ATTWATER, Donald. Dicionário de Santos. São Paulo: Art Editora, 1991.
158
AUGÉ, Marc. Não-lugares: introdução a uma antropologia da supermodernidade. São
Paulo: Papirus, 2005.
AVANÇO, Douglas. Roteiro de análise. Goiânia: UFG, 1965.
BACHELARD, Gaston. A poética do espaço. São Paulo: Martins Fontes, 2005.
BARTHES, Roland. A aventura semiológica. São Paulo: Martins Fontes, 2001.
BERNARDO, João. Dialéctica da prática e da ideologia. São Paulo: Cortez; Porto
[Portugal] Edições Afrontamento, 1991.
BEROCAN, Aracy. Águas Goianas: Caldas Novas, Rio Quente, Três Ranchos. In:
CHAUL, Nasr Nagib Fayad; BERTRAN, Paulo (Orgs.). Goiás: 1722 – 2002. Goiânia:
AGEPEL, 2005.
BERTRAN, Paulo. Trajetos cruzados da História de Goiás. In: CHAUL, Nasr Nagib
Fayad; BERTRAN, Paulo (Orgs.). Goiás: 1722 – 2002. Goiânia: AGEPEL, 2005.
BIBLIOTECA VIRTUAL DA CARTOGRAFIA HISTÓRICA DO SÉCULO XVI AO
XVIII. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL (Brasil). Cartografia Colonial.
Disponível em: http://consorcio.bn.br/cartografia/cart_colonial.html. Acesso: març.
2008.
BOLLE, Willi. grandesertão.br. São Paulo: Duas Cidades; Ed. 34, 2004.
BOSI, Alfredo. Dialética da Colonização. São Paulo: Companhia das Letras, 2003.
BOSI, Ecléa. Memória de sociedade: lembranças de velhos. São Paulo: Companhia das
Letras, 2006.
BOURDIEU, Pierre. O poder simbólico. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2004.
BRANDÃO, Carlos Rodrigues. O vento de agosto no pé de ipê: escritos do sertão.
Goiânia: UCG, 2005.
BRASILIENSE, Eli. Pium: nos garimpos de Goiás. Goiânia: Livraria Editora Cultura
Goiana, 1987.
BURKE, Peter. A arte da conversação. São Paulo: USP, 1995.
CAMARGO, Ruy Bueno de Arruda. Águas quentes de Goiás: roteiro turístico. São
Paulo: Editora Parma, 1987.
159
CAMPOS, Flávio de; MIRANDA, Renan Garcia. A escrita da História. São Paulo:
Escala Educacional, 2005.
CANCLINI, Nestor Garcia. Culturas híbridas. São Paulo: EDUSP, 2003.
CÂNDIDO, Antônio. Os parceiros do Rio Bonito. São Paulo: Duas Cidades; Editora
34, 2001.
CASCUDO, Luis da Câmara. Dicionário do Folclore Brasileiro. Belo Horizonte:
Itatiaia, 1984.
______. Antologia do Folclore Brasileiro. São Paulo: Global, 2001.
CASSIANO, Ricardo; FERREIRA, Laurindo. A maravilhosa região das águas termais
de Goiás: Caldas Novas – Rio Quente. s/c: Editora Talento, 2001.
CASSIRER, Ernst. Linguagem e mito. São Paulo: Perspectiva, 2003.
CASTELAN, Álvaro. Caldas Novas: o paraíso das águas quentes. Goiânia: Kelps,
1991.
CAVALCANTI, Maria Laura Viveiros de Castro. Cultura e saber do povo: uma
perspectiva antropológica. Revista Tempo Brasileiro.. Rio de Janeiro, n.147, outdez/2001.
CERTEAU, Michel; GIARD, Luce; MAYOL, Pierre. A invenção do cotidiano:
cozinhar e morar. Petrópolis: Vozes, 1996.
______. A cultura no plural. Campinas: Papirus, 2005.
CHAUL, Nasr Fayad.; DUARTE, Luis Sérgio. As cidades dos sonhos: desenvolvimento
urbano em Goiás. Goiânia: UFG, 2004.
______. A peregrinação dos tempos. In: CHAUL, Nasr Nagib Fayad; BERTRAN,
Paulo (Orgs.). Goiás: 1722 – 2002. Goiânia: AGEPEL, 2005.
CHOAY, Françoise. A alegoria do patrimônio. São Paulo: Estação Liberdade/Editora
UNESP, 2001.
COELHO, Marco Antônio Tavares. Rio das Velhas: memórias e desafios. São Paulo:
Paz e Terra, 2002.
160
COLETÂNEA. Leis sobre preservação do patrimônio. Rio de Janeiro: IPHAN, 2006.
CUCHE, Denys. A noção de cultura nas ciências sociais. Bauru: EDUSC, 2002.
CUNHA, Euclides da. Os sertões. Rio de Janeiro: Record, 1998.
CURADO, Augusta de Faro Fleury. Do Rio de Janeiro a Goiás (1896) – a viagem era
assim. Goiânia: Kelps, 2005.
DaMATTA, Roberto. Mito e antimito entre os Timbira. In: Mito e linguagem social.
Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1970.
DELGADO, Lucília de Almeida Neves. História Oral: memória, tempo, identidades.
Belo Horizonte: Autêntica, 2006.
DEUS, Maria do Socorro de; SILVA, Mônica Martins da. História das festas e
religiosidades em Goiás. Goiânia: Alternativa, 2003.
DICIONÁRIO da Língua Portuguesa Contemporânea. I Volume (A-F). Lisboa:
Academia das Ciências de Lisboa, 2001.
______. II Volume (G-Z). Lisboa: Academia das Ciências de Lisboa, 2001.
DOURADO, Orlando. “Para sempre, memória”. Revista Rua, Salvador, v.2, n.3, jan.
1989, p.65-74.
DUMONT, Louis. O individualismo: uma perspectiva antropológica da ideologia
moderna. Rio de Janeiro: Rocco, 1985.
EAGLETON, Terry. A idéia de cultura São Paulo: Editora UNESP, 2005.
ELIADE, Mircea. O sagrado e o profano. São Paulo: Martins Fontes, 2001.
______. Imagens e símbolos. São Paulo: Martins Fontes, 2002.
ELIS, Bernardo. O tronco. Rio de Janeiro: José Olímpio, 1988.
EZZELL, Carol. Tempo e Cultura. In: Scientific American – Brasil: Paradoxos do
Tempo, n. 21, p. 42-53, out. 2007.
FEIJÓ, Bruno Vieira. As águas do tempo: públicos ou privados, sagrados ou profanos,
os banhos são uma tradição milenar. In: Revista Aventuras na História. São Paulo:
Editora Abril, nº 43, març. 2007.
161
FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Novo Dicionário da Língua Portuguesa. Rio
de Janeiro: Nova Fronteira, 1986.
FERREIRA, Manuel Rodrigues. As bandeiras do Paraupava. São Paulo: Prefeitura
Municipal de São Paulo, 1915.
FONSECA, Maria Cecília Londres. O patrimônio em processo. Rio de Janeiro:
Iphan/UFRJ, 2005.
FRANÇA, Basileu Toledo. Pioneiros. Goiânia: Editora Líder, 1979.
FRANCO, Francisco de Assis Carvalho. Dicionário de Bandeirantes e Sertanistas do
Brasil: século XVI, XVII, XVIII. Belo Horizonte: Itatiaia; São Paulo: USP, 1989.
FREITAG, Bárbara. Teorias da cidade. Campinas: Papirus, 2006.
GALLI, Ubirajara. A História da Pecuária em Goiás: do primeiro gado (1723) aos dias
de hoje. Goiânia: UCG; Contrato Comunicação, 2005.
GEERTZ, Clifford. A interpretação das culturas. Rio de Janeiro: LTC, 1989.
______. Nova luz sobre a Antropologia. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2001.
______. O saber local: novos ensaios em antropologia interpretativa. Petrópolis: Vozes,
2004.
GODOY, José Theophilo de. histórias e estórias de caldas novas. Goiânia: Oriente,
1978.
GOMES, Morgana. Platão. Rio de Janeiro: Editora Minuano, 2008.
GONÇALVES, José Reginaldo Santos. Ressonância, materialidade e subjetividades: as
culturas como patrimônios. In: Horizontes Antropológicos. v. 23, Patrimônio Cultural.
Porto Alegre: UFRGS, 2005.
GOULART, José Alípio. Tropas e Tropeiros na formação do Brasil. Rio de Janeiro:
Conquista, 1961.
GREEN. A. Revelações do inacabado. Rio de Janeiro: Imago Ltda, 1994.
162
GINZBURG, Carlo. Mitos, emblemas e sinais: morfologia e história. São Paulo:
Companhia das Letras, 2003.
HALBWACHS, M. A memória coletiva. São Paulo: Centauro, 2006.
HOBSBAWN, Eric; RANGER, Terence. A invenção das tradições. Rio de Janeiro: Paz
e Terra, 2002.
JEUDY, Henri-Pierre. Espelho das cidades. Rio de Janeiro: Casa da Palavra, 2005.
JODELET, Denise. Representações sociais: um domínio em expansão. In: JODELET,
Denise (Orgs). As representações sociais. Rio de Janeiro: UERJ, 2001, pp. 17-44.
LACAN, Jacques. Escritos. São Paulo: Perspectiva, 1996.
LACERDA, Regina. Folclore Brasileiro: Goiás. Rio de Janeiro: FUNARTE, 1977.
LARAIA, Roque de Barros. O sol e a lua na mitologia xinguana. In: Mito e linguagem
social. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1970.
______. Jardim do Éden revisitado. In: Revista de Antropologia, v. 40, nº 1. São Paulo:
USP, 1997.
______. Cultura – um conceito antropológico. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor,
2005.
LATOUR, Bruno. Reflexão sobre o culto moderno dos deuses fe(i)tiches. Tradução de
Sandra Moreira. Bauru: EDUSC, 2002.
LE GOFF, Jacques. História e memória. Campinas: UNICAMP, 2006.
LEONARDOS, Stella. Feitio de Goiás. Goiânia: UCG; UFG, 1996.
LÉVI-STRAUSS, Claude. Antropologia Estrutural. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro,
1967.
______. A Gesta de Asdiwal. In: Mito e linguagem social. Rio de Janeiro: Tempo
Brasileiro, 1970.
______. O Pensamento Selvagem. São Paulo: Papirus, 1989.
163
LEROI-GOURHAN, Andre. O gesto e a palavra 2 – memória e ritmos. Lisboa:
Perspectivas do homem/Edições 70, 1965.
LIMA, Nei Clara de. Narrativas orais: uma poética da vida social. Brasília: Editora
Universidade de Brasília, 2003.
LIMA FILHO, Manuel Ferreira; ABREU, Flávio Leonel. Por uma antropologia do
objeto documental: entre a “alma das coisas” e a coisificação do objeto. Horizontes
Antropológicos. V. 23 Patrimônio Cultural. Porto Alegre: UFRGS, 2005.
______. Cidades patrimoniais e identidades nacionais: questões antropológicas na
perspectiva comparativa entre o Brasil e os Estados Unidos. LIMA FILHO, Manuel
Ferreira; BEZERRA, Maria (Orgs). Os caminhos do patrimônio no Brasil. Goiânia:
Alternativa, 2006.
MAIA, Tom; MAIA, Thereza Regina de Camargo. O folclore das tropas, tropeiros e
cargueiros no Vale do Paraíba. Rio de Janeiro: MEC-SEC: FUNARTE: Instituto
Nacional do Folclore; São Paulo: Secretaria de Estado da Cultura: Univ. de Taubaté,
1981.
MARTINS, José de Souza. Fronteira: a degradação do Outro nos confins do humano.
São Paulo: Editora HUCITEC, 1997.
MARX, Karl; DURKHEIM, Emili; WEBER; Max; PARSONS, Talcott. Introdução ao
Pensamento Sociológico. São Paulo: Editora Moraes, 1992.
MELATTI, Júlio Cezar. O mito e o xamã. In: Mito e linguagem social. Rio de Janeiro:
Tempo Brasileiro, 1970.
MELLO, Luiz Gonzaga de. Antropologia cultural. Petrópolis: Vozes, 1987.
MELLO, Márcia Metran. Goiânia: cidade de pedras e palavras. Goiânia: UFG, 2006.
MELLO, William Agel de. Epopéia dos sertões. Goiânia: UCG, 1998.
MENDONÇA, Belkiss Spencière Carneiro de. A música em Goiás. Goiânia: UFG,
1981.
MENDONÇA, Carmen Lúcia Freitas de. Morrinhos na arte de escrever bordando.
Goiânia: UCG, 2004.
MENESES, Ulpiano Bezerra. Memória e cultura material: documentos pessoais no
espaço público. Revista Estudos Históricos – Arquivos Pessoais. Rio de Janeiro, n.21,
mar-jun/1998.
164
MENEZES, Ulpiano Bezerra. Arqueologia de salvamento no Brasil: uma avaliação
crítica. (Artigo Científico). São Paulo: USP, (sem referência de ano), p. 1-19.
MESQUITA, Deise Nancy de Castro. Linguagem, psicanálise, leitura e subjetividade.
In: GODOY, Heleno (Ogr.). Identidades prováveis, representações possíveis. Goiânia:
AGEPEL, 2005.
MOSER, Gabriel; VANSSAY, Bernadete. Representações sociais, ideologias e práticas:
um modelo das relações com a água em diferentes contextos sociais. In: Estudos, v. 31,
n. 6, jun. 2004.
MOSCOVICI, Serge. Das representações coletivas às representações sociais: elementos
para uma história. In: JODELET, Denise (Orgs). As representações sociais. Rio de
Janeiro: UERJ, 2001.
MULTIRIO. Do descobrimento às colonizações. In: CENTRO DE INFORMAÇÕES
HISTÓRIA DO BRASIL. Disponível em: http://www.multirio.rj.gov.br/historia/.
Acesso: març. 2008.
MUMFORD, Lewis. A cidade na história: suas origens, transformações e perspectivas.
São Paulo: Martins Fontes, 1998.
NEVES, Erivaldo Fagundes. Sertão como recorte espacial e como imaginário cultural.
In: POLITÉIA: História e Sociedade, Vitória da Conquista, v. 3, n. 1, p. 153-162, 2003.
NOGUEIRA, Arnaldo. Rio Quente: uma história aquecida pelas suas próprias águas.
Rio Quente: Prefeitura Municipal, 2000.
OLIVEIRA, Roberto Cardoso de. Totemismo Tukúna?. In: Mito e linguagem social.
Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1970.
______. Caminhos da identidade: ensaios sobre etnicidade e multiculturalismo. São
Paulo: UNESP; Brasília: Paralelo, 2006.
OLIVEIRA, Hamilton Afonso de. Uma reflexão histórica do turismo: o caso Caldas
Novas (1970-1990). Dissertação de Mestrado apresentada à Faculdade de Ciências
Humanas e Filosofia da Universidade Federal de Goiás. Goiás, 2001.
OLIVEIRA FILHO, Otaviano de. Resistência identitária: a configuração etnocultural da
comunidade sertaneja norte-mineira no processo histórico de Minas Gerais. Revista
UFG Dossiê Sertões. Ano VIII, nº 2, p. 38-45, dez. 2006.
OLIVEN, Ruben. Patrimônio intangível: considerações iniciais. In: ABREU, Regina;
CHAGAS, Mário (Orgs). Memória e patrimônio: ensaios contemporâneos. Rio de
Janeiro: DP&A Editora, 2003.
165
OTERO, Leo Godoy. O caminho das boiadas. Rio de Janeiro: Livraria José Olímpio
Editora, 1958.
PALACIN, Luiz. Sociedade Colonial: 1549 a 1599. Goiânia: UFG, 1981.
PALACIN, Luiz; MORAES, Maria Augusta de Sant’anna. História de Goiás. Goiânia:
UCG, 2006.
PÊCHEUX, Michel. Semântica e discurso. Campinas: Unicamp, 1988.
PESSOA, Jadir de Morais. Saberes em festa: gestos de ensinar e aprender na cultura
popular. Goiânia: UCG; Kelps, 2005.
PIMENTEL, Sidney Valadares. Pactários da natureza e da cultura. Revista UFG Dossiê
Sertões. Ano VIII, nº 2, p. 7-12, dez. 2006.
POLONIAL, Juceslino. Terra do Anhangüera: História de Goiás. Goiânia: Kelps, 1997.
PROENÇA, M. Cavalcanti. Literatura de chapadão. In: RAMOS, Hugo de Carvalho.
Tropas e boiadas. Goiânia: UFG/Fundação Cultural Pedro Ludovico Teixeira, 1998.
PROUS, André. Arqueologia Brasileira. Brasília: Editora Universidade de Brasília,
1992.
RAMOS, Cornélio. Letras Catalanas. Catalão/Goiás: s/e, 1972.
RAMOS, Flamarion. Uma filosofia pessimista. Revista Mente, Cérebro e Filosofia:
fundamentos para a compreensão contemporânea da psique, Ano I, n. 4, p. 22-29, 2007.
RAMOS, Hugo de Carvalho. Tropas e boiadas. Goiânia: Ed. UFG: Fundação Cultural
Pedro Ludovico Teixeira, 1998.
REDE DA MEMÓRIA VIRTUAL BRASILEIRA. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA
NACIONAL
(Brasil).
Galerias.
Disponível
em:
http://catalogos.bn.br/redememoria/galeria.html. Acesso: març. 2008.
RIEGL, Aloïs. O culto moderno dos monumentos: sua essência e sua gênese. Goiânia:
UCG, 2006.
REIMER, Ivoni Richter. Terra, Água e Espiritualidade no Novo Testamento. In:
Fragmentos de Cultura. Goiânia. v. 12, n.1, p. 103-119, jan./fev. 2002.
166
REZENDE, Tânia Ferreira. Discursos e identidade etnocultural na comunidade de
Pombal-GO. Dissertação de Mestrado apresentada à Faculdade de Letras da
Universidade Federal de Goiás. Goiás, 2000.
ROSA, João Guimarães. Sagarana. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2001.
RODRIGUES, Marly. De quem é o patrimônio? In: Revista do Patrimônio Histórico e
Artístico Nacional/IPHAN. p. 195-203, 2006.
RODRIGUES, Uelinton Barbosa; CHAVEIRO, Eguimar Felício. O processo de ‘ir’ e
‘vir’. In: Sociologia Especial: As cidades e a sociedade. Ano I, n. 1, p. 30-37, 2007.
RONCARI, Luiz. Lugar do sertão. Revista UFG Dossiê Sertões. Ano VIII, nº 2, p. 4653, dez. 2006.
SAHLINS, Marshal. Cultura e razão prática. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2003.
SAINT-HILAIRE, August de. Viagem às nascentes do São Francisco e pela província
de Goyaz – Tomo Segundo. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1937.
SANT’ANNA, Márcia. A face imaterial do patrimônio cultural: os novos instrumentos
de reconhecimento e valorização. In: ABREU, Regina; CHAGAS, Mário (Orgs).
Memória e patrimônio: ensaios contemporâneos. Rio de Janeiro: DP&A Editora, 2003.
SANTOS, Ângelo Oswaldo de Araújo. A desmaterialização do patrimônio. Revista
Tempo Brasileiro. Rio de Janeiro, n.147, out./dez. 2001.
SANTOS FILHO, João dos. O espaço urbano e a cultura da resistência. In: Sociologia
Especial: As cidades e a sociedade. Ano I, n. 1, p. 53-57, 2007.
SILVA, Cônego José Trindade da Fonseca e. Lugares e Pessoas: subsídios eclesiásticos
para a história de Goiás. Goiânia: UCG, 2006.
SILVA, Franklin Leopoldo e. Liberdade em Sartre: somos livres para nos tornarmos
livres. Revista Mente, Cérebro e Filosofia: fundamentos para a compreensão
contemporânea da psique, Ano I, n. 5, p. 54-61, 2007.
SILVA, J. C. Avelino. A deusa Mãe Minóica. Goiânia: UCG, 2007.
SILVA, Maria Aparecida Daniel da. Raízes do latifúndio em Goiás. Goiânia: UCG,
2004.
167
SIMÃO, Maria Cristina Rocha. Preservação do patrimônio cultural em cidades. Belo
Horizonte: Autêntica, 2006.
SIQUEIRA, Jacy. Um contrato singular – e outros ensaios de História de Goiás.
Goiânia: Kelps, 2006.
SOUZA, Bernardino José de. O ciclo do carro de bois no Brasil. São Paulo: Companhia
Editora Nacional, 1958.
SOUZA, Candice Vidal. A pátria geográfica: sertão e litoral no pensamento social
brasileiro. Goiânia: UFG, 1997.
SOUZA, Márcio Ferreira de. O tempo como construção social. In: Revista Estudos, v.
27, n. 4, p. 775-770, out./dez. 2000.
TAMASO, Izabela. Preservação dos patrimônios culturais: direitos antinômicos,
situações ambíguas. In: Anuário Antropológico/98. Rio de Janeiro, 2002, p. 11-49.
TATIT, Luiz. O século da canção. Cotia: ateliê Editorial, 2004.
TAUNAY, Visconde de. Goyaz. São Paulo: Melhoramentos, 1931.
TEIXEIRA NETO, Antônio et alli. Complexo Termal de Caldas Novas. Goiânia: UFG,
1986.
TINIANOV, Juri. O problema da linguagem poética I: o ritmo como elemento
construtivo do discurso. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1975.
THOMPSON, Paul. A voz do passado: história oral. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2002.
VALENTE, Giselle Laguardia. História e literatura como espelho da nação. In:
Discursos e Identidade Cultural. p. 393-397, 2004.
VEIGA, J. Ipameri Histórico – Volume II. s/c, 1994.
VICENTINI, Albertina. O sertão e a literatura. In: Sociedade e Cultura, v. 1, n. 1, p. 4154, jan./jun. 1998.
______. Regionalismo literário e sentidos do sertão. In: Sociedade e Cultura, v. 10, n. 2,
p. 187-196, jul./dez. 2007.
VINAUD, Naiara Cristina Azevedo; MARTINS, Alécio Perini; AMARO, Fernanda
Ribeiro. O sertão em prosa e verso: transformações ocorridas no cerrado mineiro
4
168
descritas pela literatura dos poetas e dos cancioneiros populares. In: Caminhos da
Geografia. V. 8. nº 23, p. 105-110, Uberlândia: Edição Especial, 2007.
VIEIRA, Emílio. Intersecção: Goiás-Bahia – estudo de levantamento cultural. Goiânia:
Departamento de Cultura da Secretaria de Educação e Cultura/Editora Oriente, 1971.
WARNIER, Jean-Pierre. A mundialização da cultura. Bauru: EDUSC, 2003.
YAZBEK, André Constantino. A descoberta do mundo concreto: a consciência na
filosofia de Sartre. Revista Mente, Cérebro e Filosofia: fundamentos para a
compreensão contemporânea da psique, Ano I, n. 5, p. 34-39, 2007.
Download

Margarida do Amaral Silva - Parte 2 - (UCG)