CATEQantas Jornal da Catequese das Antas Palavras do Pároco… Este ano 2007/2008 poderá ficar marcado na história desta Paróquia de Santo António das Antas por passos significativos na sua construção como comunidade! Os momentos que vivemos nestas últimas semanas, com a preparação e celebração da Festa do Padroeiro, dos aniversários (70º e 60º, respectivamente) da criação da Paróquia e da bênção da primeira pedra da Igreja, bem como com a inauguração de novas (ou renovadas) instalações, testemunham bem esse impulso que a todos nos motiva. E nada disso seria possível sem o contributo também da Catequese e de quantos nela se empenham: catequistas, crianças e adolescentes, pais, Padres! CATEQantas é disso sinal e expressão e -assim o desejo - também fonte daquele novo ardor, entusiasmo e encanto com que tantos assumem querer transmitir a paixão por Jesus Ressuscitado e que em tantos mais se acenderá! São também os votos, agradecidos, do vosso Pároco. A Paróquia em Festa. 1. Do Padroeiro É a festa do Padroeiro, Santo António, que ano após ano, se celebra no dia 13 de Junho e que se traduz por um tempo de alegria e de partilha fraterna entre a comunidade paroquial, animada pelo espírito d´«Il Santo», que empregou a sua vida a defender o pobre, a denunciar o egoísmo e a trabalhar arduamente em favor da Justiça e do Bem de todos, especialmente das crianças. Nascido por volta de 1190, recebeu o nome de Fernando de Bulhões e, muito jovem, entrou na Ordem de Santo Agostinho, vivendo primeiro no mosteiro de S. Vicente, depois no de Santa Cruz, em Coimbra. Quando aderiu à Ordem de S. Francisco, Frei António de Lisboa partiu rumo a Marrocos, com o objectivo de anunciar o Evangelho aos muçulmanos, mas uma tempestade levou-o até à Itália e, naquele país, revelou-se um inspirado pregador, diplomata e pacificador, com um elevado nível cultural, a ponto do Papa Gregório IX lhe atribuir o epíteto de «arca do testamento». Senhor de profundos conhecimentos científicos, foi também o pioneiro da Ecologia enquanto ciência e exímio conhecedor da Botânica e até da actual Zoologia. Além de tudo, tinha uma alegria contagiante, que continua a seduzir irremediavelmente as pessoas, que, em Portugal, o veneram como Santo Popular, casamenteiro e arauto das causas perdidas. Figura marcante do seu e de todos os tempos, faleceu no dia 13 de Junho de 1231 e, em menos de um ano, foi canonizado, num processo ímpar na história da Igreja Católica. Hoje, «Il Santo» continua a ser uma luz e um guia para o povo cristão, e à Basílica de Pádua, onde se encontra o seu túmulo, afluem diariamente muitos peregrinos, bem como centenas de orações devotas que, um pouco por todo o Mundo, lhe são enviadas, para, através dele, chegarem a Cristo. Na nossa Igreja, a imagem do Padroeiro ergue-se ao lado do Altar Maior, de braços flectidos em direcção ao Céu, acompanhando o olhar, num gesto de orador que, em permanente diálogo com Cristo, (e)ternamente intercede junto d’Ele, em favor dos fiéis e visitantes. Mas Santo António pode ser também, nesta representação, o orador que, discursando à assembleia da Igreja, a instrui sobre o amor, a perfeição e a vontade de Deus. O nosso Bispo D. Manuel Clemente comenta, a seu respeito: “É um enormíssimo português. Em toda a superfície da terra, até além das fronteiras da Igreja Católica e da tradição cristã, é muito respeitado. Até em meios islâmicos e budistas tem presença e é procurado”. 2. Da Paróquia A 13 de Junho de 1938, na nossa “mui nobre e leal cidade do Porto”, por decreto episcopal de D. António Augusto de Castro Meireles, era criada a Paróquia de Santo António das Antas, cujo primeiro Pároco foi o Padre Crispim Gomes Leite. Três anos mais tarde, o saudoso Padre Joaquim Teixeira Carvalho de Sousa foi nomeado Pároco desta Paróquia, ministério que exerceu até à data do seu falecimento, em 22 de Dezembro de 2003. Por orientação sua, foi erigida a actual Igreja de Santo António das Antas, obra que se iniciou há 60 anos, com a bênção da primeira pedra em 13 de Junho de 1948. Seis anos mais tarde, quando a Igreja ainda “sem frontaria, paredes nuas e descarnadas, sem torre, sem residência paroquial, com portas e soalho de pinho, com altares velhos, com o coro tapado por tijolo” foi benzida e nela se iniciou o culto paroquial, o então Abade das Antas apelava à boa-vontade dos paroquianos, para concluir as obras em falta: “Quero deixar aqui o meu agradecimento a quantos levantaram esta obra, e fazer votos para que dentro de breve tempo não haja nenhum paroquiano que não tenha na sua Igreja Paroquial sangue do que lhe gira nas veias...” Depois que o Cónego Joaquim partiu para a Casa do Pai, foi nomeado nosso Pároco, por D. Armindo Lopes Coelho, o Padre António José Rodrigues Bacelar. Foi ele o impulsionador das Obras de Reformulação realizadas em diversos espaços da Igreja, nomeadamente, nas Capelas Mortuárias, na Sacristia, na Secretaria e outros locais de apoio ao culto, recentemente concluídas. No entanto, os elevados custos associados a esta intervenção, que a todos veio beneficiar, só poderão ser pagos, uma vez mais, com a generosidade dos paroquianos, especialmente inspirados à partilha, nesta quadra, pela graça de Santo António. Este ano, assinalaram-se, pois, no dia 13 de Junho, os 70 anos da criação da nossa Paróquia e os 60 anos da bênção da primeira pedra da actual Igreja. A Paróquia não se limita a ser uma delimitação geográfica, é antes um espaço de relação entre os cristãos que a formam, e que se sentem unidos, acima de tudo, pelo amor a Cristo. Cristo quer que nos amemos uns aos outros, como Ele nos ama e como ama a Sua Igreja. Por isso, convida-nos a participar na Santa Missa, a oração por excelência, que alimenta e renova a Fé de todos, manifestada em cada um segundo os seus próprios dons. Na nossa Igreja das Antas, celebra-se diariamente a Eucaristia, que é o coração da Igreja viva e fonte de evangelização cristã. Agradecemos a Deus por esta Igreja de pedras onde nós, Igreja de homens, nos reunimos para Lhe falar e para O receber. E para o fazer, repetimos as palavras do Pároco que, há sessenta anos, mandou edificar este Templo: “Oh! bendita seja a nossa querida Igreja de Santo António das Antas. Que o Senhor seja louvado, porque no-la deu e que Ela continue a ser - cada vez mais - um verdadeiro lar para todos nós.” 3. Do Programa No dia festivo, pôde assistir-se, na Igreja de Santo António das Antas, a um belo Concerto, proporcionado pelo Coro do Mosteiro de Grijó. Do programa das Comemorações, destacaram-se, no dia 14 de Junho, a Missa Solene de Acção de Graças, presidida pelo Bispo Diocesano, D. Manuel Clemente; e a Bênção das novas instalações da sacristia, secretaria e capelas mortuárias. Em seguida, decorreu um Jantar-convívio, no logradouro do Centro Social das Antas, com a participação de mais de 200 paroquianos, que foi muito agradável e alegre. Naquele espaço foi possível apreciar uma pintura mural da autoria da pintora Maria Pereira Ferreira, representando a Igreja e a imagem do «nosso» Santo António, que assinalou de forma especial a feliz efeméride. Foi também apresentado um painel evocativo, composto por 7 faixas, preenchidas por alguns grupos da Paróquia (catequese, escuteiros, utentes do centro de dia, …) com desenhos, pinturas e palavras, aludindo às próprias vivências da fé e às experiências de comunhão que vão fortalecendo a nossa comunidade paroquial. Com alegria, compreendo que o programa comemorativo da Festa do Padroeiro e da Paróquia, por valorizar a arte como forma de expressão e por propiciar o encontro alegre de cada um com Deus e com os outros, esteve em perfeita harmonia com as intenções de oração apontadas pelo Santo Padre para os meses de Maio e de Junho de 2008. É que todos os anos, o Papa, na sua «solicitude por todas as Igrejas» (cf. 2 Cor. 11, 28), entrega ao Apostolado da Oração as suas intenções (duas intenções em cada mês, uma geral e uma missionária), para que sejam divulgadas entre os fiéis, de forma que estes possam unir-se fraternalmente em oração. Durante o mês de Maio, Bento XVI sugeria aos fiéis que rezassem “para que os cristãos valorizem mais a literatura, a arte e os meios de comunicação, para favorecer uma cultura que defenda e promova os valores da pessoa humana.” Em Junho, a intenção geral de oração do Santo Padre é para “que os cristãos cultivem uma amizade profunda e pessoal com Cristo, para assim poderem comunicar a força do seu amor às outras pessoas”. Podemos, neste ambiente festivo, associar-nos a estas justas intenções, na nossa oração e no nosso viver, uma vez que a Paróquia das Antas se filia na Igreja de Cristo, presidida pelo sucessor de Pedro, e abraça a Missão de congregar e de evangelizar a humanidade. Com certeza, o programa de comemoração dos 70 anos da nossa Paróquia ajudou a multiplicar as ocasiões em que todos, reunidos em comunidade paroquial, rezando e partilhando muito das nossas vidas, podemos crescer no que é verdadeiramente essencial, como aprendemos do exemplo e da pregação de Santo António, bem como das orientações que o Santo Padre nos transmite – no Amor incondicional a Deus e ao próximo. Grupos da Catequese 1.ª Fase Acolhimento Jesus teve em atenção os mais necessitados: os pobres, os doentes e, de uma maneira especial, as crianças… crianças Jesus disse: “Deixai vir a mim as crianças, não as mandeis embora!” Nós aceitamos o convite de Jesus: Queremos estar sempre com Ele e ser como Ele. 1ª Fase, 1º Ano Paróquia de Santo António das Antas Catequese 2º ano – ano 2007/2008 Antas, 01 de Junho de 2008 Olá a todos! Somos os meninos e meninas do 2º ano e queremos que saibam que estamos muito contentes por andarmos na catequese. E mais contentes ficamos quando percebemos que, apesar deste ano de catequese estar quase no fim, nos recordamos tão bem de tudo o que as nossas catequistas nos ensinaram. Elas são bem malandras e puseramnos à prova na última catequese. Querem saber como foi? Então cá vai: - «RECOMEÇAR» - Sabem o significado desta palavra? -Claro! Quer dizer: começar de novo. - Começar de novo a vir à catequese. No primeiro ano, já cá tínhamos estado e ficamos a conhecer o nosso Amigo Jesus. Agora, no segundo ano, estamos de novo juntos. É claro que, nas férias, não nos tínhamos esquecido d’Ele, mas quando estamos em grupo fica presente de uma forma diferente. Passo a passo, lá fomos recordando tudo o que aprendemos neste ano de catequese. - De novo juntos com Jesus, e nós lembramos a oração que nos ensinou, o Pai Nosso. - Porque rezamos como Ele nos ensinou, porque estamos reunidos para melhor O conhecermos, porque partilhamos brincadeiras, porque somos baptizados e participamos na Eucaristia, somos a Igreja de Cristo. - Na catequese, aprendemos a escutar Jesus. A Bíblia contém as Palavras de Jesus. Jesus fala-nos. Escutamos com alegria e guardamos as Suas Palavras no nosso coração. - Aprendemos que Jesus teve um País, a Palestina. Maria vivia em Nazaré quando ficou a saber que ia ser mãe de Jesus. Jesus Nasceu em Belém, viveu enquanto pequeno em Nazaré, morreu e Ressuscitou em Jerusalém, cidade que ficou conhecida, por este facto, pela Terra Santa. - Jesus nasceu, cresceu, foi à escola, aprendeu o ofício de carpinteiro, cansava-se e precisava de descansar. Tinha fome e precisava de comer. Tinha sede e precisava de beber. Falava do amor de Deus às pessoas… Jesus é homem como nós. - Jesus é filho de Maria por vontade de Deus. Louvamos Maria rezando: Avé Maria cheia de graça… - Jesus é Deus connosco. Anuncio-vos uma grande alegria que o será para todo o povo: Hoje, em Belém, nasceu o Salvador! É Natal! - Jesus é amigo de todos. Percorria a Galileia, ensinava a Boa Nova e curava todas as doenças. Jesus precisa de nós para acolher e amar a todos. - Jesus amava, respeitava e obedecia em tudo a seus pais. Como Ele queremos amar e obedecer. Fizemos o projecto de um dia feliz. - Com Jesus aprendemos que a verdade dá alegria e confiança. - Jesus acolhe o pecador. Jesus disse: Zaqueu, desce depressa, pois tenho de ficar em tua casa. - Reconhecemos que não fazemos aquilo que Jesus nos pede, pecamos. Aprendemos a Confissão. Experimentamos a alegria do perdão de Jesus, Reconciliamo-nos pela primeira vez. Mostramo-nos arrependidos das nossas maldades e rezamos o Acto de Contrição. - Com Jesus aprendemos que também nós devemos perdoar sempre. Quero perdoar sempre. - Jesus assume as nossas maldades e dá a vida por nós. Morre na cruz e Ressuscita ao terceiro dia. É Páscoa Jesus vive para sempre. - Jesus vive connosco. Depois de Ressuscitar, os discípulos reconheceram-n’O ao partir do Pão. É também desta forma que O temos presente sempre que celebramos a Eucaristia. Jesus dá-se na Eucaristia. - Na Eucaristia escutamos a Palavra de Deus, Louvamos o Pai. Eucaristia é Fonte da Vida. Com “tanto saber” enchemos o nosso coração de alegria e vontade de não nos esquecermos de Jesus durante as férias que se aproximam. Prometemos regressar em Setembro para de novo… … Recomeçar AINDA NÃO VAMOS EMBORA. ENCONTRAMO-NOS TODOS NO DIA 22 DE JUNHO PARA CELEBRARMOS A EUCARISTIA E CONVIVERMOS ATÉ AO FIM DA TARDE NA CASA JUVENIL DE S. JOÃO BOSCO. 2.ª Fase 3.º ano Caros todos, Há algumas semanas atrás, e no decurso de várias catequeses sob o tema dos Sacramentos, falámos sobre o Matrimónio. Começámos por “tentar” definir o seu significado e o percurso normal até à sua celebração. Concluímos que o Matrimónio é a união entre duas pessoas que se amam e para os quais, a união e o amor, procuram a bênção de Deus. Quanto ao percurso, normalmente, é assim: as pessoas conhecem-se, – aquela parte em que alguém as apresenta ou algum acontecimento ou circunstância as faz falar uma com a outra pela primeira vez – quando gostam uma da outra de forma especial, querem conhecer-se melhor e é para isso que serve o namoro, passam mais tempo juntas, conhecem as respectivas famílias, os amigos e, principalmente, conhecem as qualidades e os “defeitos” da outra pessoa! Quando têm a certeza de que “foram feitos um para o outro”, ou seja, de que a vida de cada um só faz sentido se for vivida em comum, decidem casar, unir-se pelo Matrimónio. Nessa altura, ficam noivos e começam os preparativos para o casamento. Pode parecer que o mais importante é a festa, a boda, o fato, o vestido, etc., mas nós sabemos que não é. O mais importante mesmo é receberem a bênção de Deus, o Sacramento do Matrimónio. E cá está, chegamos ao ponto principal desta nossa catequese. É o Sacramento que dá força nos momentos mais difíceis (sabemos que nem sempre tudo corre bem). Deus abençoou a união, Está atento, Vigia e Guarda, não abandona, é só lembrarmo-nos d’Ele e a força, a clareza, a coragem e a sensatez vêm. Essa é uma certeza que todos temos e gostaríamos que todos tivessem. Resta-nos deixar uma mensagem a todos os casais do mundo e de forma especial aos da nossa Paróquia: Desejamos que o Vosso casamento seja muito bom, muito alegre, onde exista muito amor, paixão, amizade e muito carinho, que seja forte, verdadeiro, abençoado, encantador e... realmente feliz. Beijinhos e abraços dos vossos amigos do 3º ano da Catequese. 4.º ano FELIZES OS QUE ACOLHEM A PALAVRA Ao longo deste ano catequético, as crianças do 4.º ano experimentaram um contacto literalmente mais directo com a Palavra de Deus. E encontraram a Palavra de Deus, por excelência, na Bíblia. Desde uma abordagem do Antigo Testamento, principalmente dos seus cinco primeiros Livros, o Pentateuco, as crianças começaram a perceber que Deus esteve sempre presente com o Seu Povo. E essa presença de Deus tornou-se mais viva entre nós com o envio do Seu Filho, Jesus, ao mundo. Jesus que nos ensina sempre o caminho para Deus e está ao nosso lado a percorrer esse mesmo caminho, mesmo quando achamos que não. Mas a Palavra de Deus precisa de ser lida e escutada, mas principalmente, vivida. Algumas das catequeses foram exemplo disso. FELIZES OS POBRES DE CORAÇÃO! Uma das catequeses falava sobre “Felizes os pobres em espírito, porque deles é o Reino do Céu” (Mt. 5,3). Felizes. Felizes porquê? Porque não estão agarrados, presos às suas coisas e estão dispostos a partilhá-las com os outros, principalmente com os que mais precisam. Foi feito um jogo na catequese e sorteado um bolo. À criança a quem saiu o bolo foi perguntado o que queria fazer com ele: levar para casa, comer com os seus amigos, dar a alguém… E a escolha imediata foi esta mesma. Mas como não sabia a quem, em particular, foi decidido entregar o bolo para a venda de bolos que se realizava na Igreja naquele dia. Todos ficaram contentes com a decisão tomada. JESUS, A PALAVRA QUE TRANSFORMA Jesus é o primeiro a vir ao nosso encontro. Com a Samaritana foi assim. Jesus disse-lhe: “Dá-me de beber”, e começou ali o diálogo. Um dialogo simples mas tão revelador. Jesus mostra que conhece bem a vida da samaritana (como conhece a de cada um de nós) e acaba por dizer-lhe que é o Messias, o Enviado por Deus, e que lhe (nos) podia (pode) dar uma água viva que a (nos) transforma para sempre. Disse Jesus: “Aquele que beber da água que Eu lhe der nunca mais terá sede”. Disse a Samaritana: “Dá-me dessa água, para que eu não sinta mais sede”. Sede de amor, de justiça, de alegria… A PALAVRA SEMEADA EM NÓS Esta catequese centrou-se na parábola do Semeador (Mc. 4, 3-8.13-20). Todos conhecemos esta parábola, mas o importante é reconhecer que “terreno” somos nós onde a Palavra de Deus, que escutamos, “cai”. Seremos o “caminho”, ou as “pedras”? Ou os espinhos? Ou seremos uma terra boa, onde a Palavra pode germinar, crescer, fortificar-se e dar bons frutos? Tantas coisas hoje nos rodeiam que não é difícil deixarmos a Palavra ser sufocada pelas “pedras” e “espinhos” do nosso dia-a-dia, ou deixá-la simplesmente perdida no “caminho”. Mas se a Palavra “cair” em boa terra (no nosso coração), ganha “raízes” fortes, cresce e dá muitos frutos pois sabemos que Jesus está sempre connosco. OS FRUTOS DA PALAVRA FELIZES OS QUE ACOLHEM A PALAVRA A Palavra acolhida e vivida, resultou em acções concretas do Amor de Deus manifestado em nós, acções que se exprimem no outro, no nosso próximo, que pode ser o colega da escola, do trabalho, o vizinho, ou quem quer que esteja naquele momento ao nosso lado ou venha ao nosso encontro. E disso são exemplo algumas das coisas que as crianças escreveram: - Perdoei um colega que me fez uma maldade; - Dei mimos à minha mãe que estava doente; - Ajudei uma senhora de idade a calçar os sapatos; - Ajudei a tomar conta da irmã mais nova; -Perdoei o meu irmão que me tinha magoado; -Dei metade do meu sumo a uma colega que não tinha; - Separei uns colegas que estavam a lutar; - Dei um pão a um pedinte; - Ajudei o irmão mais novo a fazer os deveres; - Partilhei chocolate com uma colega. 3.ª Fase 5.º e 6.º anos Com o catecismo Somos um Povo, um grupo de pré-adolescentes procurou fazer um pequeno percurso no crescimento da fé, juntamente com o Povo de Deus! Foi um percurso curto, pois existem factores que, por vezes, bloqueiam esta caminhada! Sentimo-nos peregrinos a caminho. Catequistas e catequizandos, semana a semana, entraram na construção do Projecto de Deus. Neste ano, Deus revelou-Se-nos como Criador de todas as coisas para nosso uso e bem-estar. Deu-nos a responsabilidade sobre as mesmas coisas criadas e chamou cada um de nós a continuar a Sua Criação! Apresentou-nos algumas Figuras do Antigo Testamento como exemplos de fé e modelos de vida, tais como os Profetas e algumas Mulheres que, naquele tempo, se tornaram célebres pela fidelidade ao Amor de Deus pelo seu Povo! Deus nunca nos abandona, nós é que, por vezes, nos afastamos demasiado e deixamos que outras ocupações preencham o lugar que pertence a Deus. O Projecto de Deus para com a humanidade é fazer um "Povo Feliz"! Por isso, escolheu Maria para ser a mãe do Seu Filho Jesus, que veio para reunir os homens num só povo! Edificou a Igreja sob os alicerces dos Apóstolos. Enviou-nos o Espírito Santo como Santificador e como força de todos os que em Deus crêem! Assim reflectimos em: Deus como Amor Criador Em Jesus como Salvador No Espírito Santo como Santificador Percorrido este caminho, podemos rezar com mais confiança: Creio em Deus Pai Criador, Creio em Jesus nascido da Virgem Maria, Creio no Espírito Santo que nos habita, Creio na Igreja. Creio na Vida em Deus. Iniciamos o nosso primeiro dia de catequese com a partilha do dado do Amor. Da partilha resultou o cartaz em que todo o grupo se comprometeu a fazer caminho em grupo e em Igreja. Este caminho seria feito com a nossa ajuda ao próximo nas mais pequenas coisas, simbolizado nas mãos! No mês de Outubro, mês do Rosário e mês dedicado às Missões, quisemos dar um sinal de comunhão com a Igreja e, de um modo especial com Maria, a Senhora do Rosário e Rainha das Missões! Assim, muito envolvidos, decidimos desenhar e pintar a imagem de Maria, coroámo-La de flores pois cada flor era uma Avé Maria pelos Missionários. Deste modo simples imprimimos a nossa "marca" de amigos de Maria, amigos da Igreja e das missões! Adolescência 4.ª e 5.ª Fase 7.º Ano de Catequese Este é o nosso grupo de catequese. Aliás, a maioria do nosso grupo, já que na nossa festa final, alguns, com uma justificada ausência, não puderam comparecer. Grupo do 7º ano de Catequese " PROJECTO +", 2007/2008 (alguns, não estão) Jesus - desenho a carvão feito pela Sara Ferreira A PARÓQUIA COMO COMUNIDADE Este foi o desafio que colocámos, como actividade por todos escolhida, ao nosso Pároco, P.e António Bacelar. É Homem de não recusar desafios e, em domingo acordado, conseguiu, mais uma vez, o "milagre da multiplicação de tempo" para, na nossa sala, nos responder, sem rede, às questões que lhe colocámos, com o saber e pedagogia que lhe são reconhecidas. Daqui resultou o que agora partilhamos convosco: - O que entende, quando se fala de Comunidade? (Rui) Padre Bacelar: A sociologia é aquela parte da ciência que estuda os grupos e estuda a relação entre as pessoas, como é que os grupos se formam. E há uma distinção muito importante que se faz sempre entre grupo e comunidade. E aquilo que se diz é que um grupo tem sempre uma finalidade. Numa comunidade, não é que também não exista uma finalidade, também tem uma finalidade, mas é mais do que isso. Porque aquilo que funda uma comunidade é a relação entre as pessoas. E uma comunidade até pode não ter [uma finalidade], digamos, porque não se faz comunidade apenas para fazer coisas. A paróquia não é um grupo para fazer coisas religiosas. Às vezes é, ou parece, com a Igreja. E por isso é que eu digo sempre que é preciso fazer a comunidade, porque fazer grupo não é muito difícil. Agora a comunidade, o que é que implica? Se implica a relação, implica a conversão. Implica amarmo-nos uns aos outros, acolhermo-nos assim como somos, perdoarmo-nos, recomeçarmos, termos estima uns pelos outros. O que Jesus funda é uma comunidade! O que é que ele faz com os discípulos? Ensina-lhes esta vida. O mandamento do amor, o «amai-vos uns aos outros como eu vos amei», e por isso a comunidade implica sempre um salto a mais, de conversão, de não nos contentarmos em fazer coisas. Catequese, Grupo Coral, Centro Social, Caritas, é importante. Mas, para além disso, conjuntamente, antes disso e depois disso, o importante é que tudo espelhe aquela vida nova que Jesus veio trazer e como que iluminou as nossas relações. E a comunidade é uma família, é uma família de relações, à luz do mandamento de Jesus. - Como é que a unidade se pode manifestar na Paróquia? (Pedro) Padre Bacelar: De muitos modos. Mas eu diria, sobretudo, acolhendo as diferenças. Há duas palavras muito parecidas mas que têm diferentes significados. Uma coisa é a unidade e outra coisa é a uniformidade. Na uniformidade tentamos que todos façam as mesmas coisas, tenham os mesmos gostos. O que é que é um uniforme? Uniforme é uma farda. Uniforme é vestirmos todos da mesma maneira. E isso não quer dizer que, quando estamos uniformizados, que estejamos unidos. Podíamos estar todos vestidos de igual e podíamos estar a lutar uns com os outros. Portanto, a unidade não é a uniformidade. A unidade quer dizer que, por exemplo, numa comunidade, numa paróquia, uns são chamados a fazer catequese, outros a cantar, outros a prestar o seu serviço no Centro Social, outros a ler na liturgia, outros a visitar os doentes e por aí fora. O importante é que cada um veja que aquilo que o outro faz é importante, e não que só é importante aquilo que eu faço. Não digo que as pessoas digam ou façam isso. Mas, às vezes, se calhar ainda não percebemos que o mais importante, Jesus ensina-nos que é o outro. Quando percebemos que o mais importante é o outro, aquilo que o outro faz, estamos unidos. Porque percebemos essa diversidade com que somos compostos. Esta é uma coisa muito importante. É reconhecermos a diferença do outro. E apreciarmos, e não estarmos apenas virados para nós mesmos. A unidade é a coisa mais importante na Igreja, a mais fundamental. Quando estamos unidos entre nós, quer dizer que, quando alguém vem de fora, que não é da paróquia, que não conhecemos, acolhemo-lo bem. É o sinal da unidade. Acolhemos! A unidade abre. Estamos unidos e, por isso, abrimo-nos também assim aos outros. - Quem é que deve construir a Comunhão? (Gonçalo) Padre Bacelar: Somos todos nós. A Comunhão depende de todos nós. Há uma coisa, às vezes, na sociedade que é um pouco complicada e que depois passa também para a Igreja, que é a lamentação. E há uma coisa que eu digo sempre: nós se acreditarmos em Jesus, não podemos deixar-nos vencer pelo ambiente; nós não vivemos debaixo do ambiente, somos maiores que o ambiente; o ambiente somos nós que o fazemos. Nenhum de nós vai conseguir mudar a cidade do Porto. Mas há um bocadinho da cidade que nós conseguimos mudar. Mudar, isto é, que conseguimos dar um contributo mais positivo. Isso começa em casa. O respeito que se tem para com os irmãos, pais, avós, os vizinhos, os primos, a turma, ou seja, se se conseguir que cada uma destas relações seja melhor, que haja estima, que haja respeito, que haja amor concreto pelo outro, está-se a construir comunidade. Agora, depois às vezes o que é que acontece? É que ninguém faz, mas isso não importa! Eu posso fazer! Eu não vou responder por aquilo que o outro faz ou não faz. Posso dar o meu contributo e esse é muito importante. - Como se pode melhorar a participação dos leigos? (Paulo) Padre Bacelar: Eu acho que é de parte a parte. Um leigo é uma pessoa que participa na Igreja, que participa na Missa. Indo um pouco atrás, como é que nós formamos a Igreja? Qual é o passo? A partir de que momento é que somos parte da Igreja? Há um momento, há um Sacramento em que entramos na vida da Igreja, e passamos a ser membros da Igreja de pleno direito, que é o Baptismo. Todos nós aqui antes de mais somos baptizados, somos membros da Igreja. E isto é muito importante e vem a propósito da pergunta. Porque antes da distinção, há a unidade. Nós não nascemos uns padres e outros leigos. Na Igreja, nascemos todos baptizados. A partir do Baptismo, conforme vamos caminhando na nossa vida cristã, vamos percebendo um bocadinho o nosso lugar. Eu percebi que a mim Jesus me pedia para ser padre. Mas, na Igreja, a maior parte das pessoas são leigos, isto é, vivem a sua condição de cristãos a partir do Baptismo. Não têm uma consagração ou outro Sacramento como o Sacramento da Ordem. Portanto, a maior parte das pessoas na Igreja são leigos. Como é que se pode desenvolver a participação? Tantas vezes a Igreja viveu um bocado dividida. De um lado os padres, do outro lado os leigos. É muito importante que, antes de mais, antes de sermos padres ou leigos, ou freiras, ou religiosos ou religiosas, entendamos que somos todos um povo de baptizados. Isto é muito importante. Agora, o que às vezes acontece, como a Igreja viveu, por muitos factores, esta quase divisão, de um lado os padres e do outro lado os leigos, da qual ainda há algumas marcas na Igreja, é que os leigos não participam porque os padres são muito ciosos, muitas vezes por bons motivos, mas querem ter tanto a vida da Igreja nas mãos que não deixam muito espaço para os leigos e, por sua vez, os leigos às vezes também não participam porque também se retraem. Como os padres querem fazer tudo e querem viver tudo... e então é aqui, juntos, que temos que crescer. Os padres, nós padres, temos que entender que a Igreja não é nossa, é de Jesus, o que quer dizer que é de todos nós, que todos somos corpo de Cristo, e portanto darmos mais espaço. Os leigos também têm que perceber que a Igreja não é só dos padres, que é de todos nós, e de que o primeiro poder de um leigo é a família, é o trabalho, é a inserção na sociedade, de perceber que certamente com um bocado de generosidade, como é o caso dos catequistas, que dão tanto do seu tempo e das suas energias à vida da Igreja, que com um bocado de generosidade podem sentir mais a Igreja como própria e não ser apenas aqueles que assistem. Agora o importante não é só fazer coisas, é aquilo que antes de mais é pedido aos leigos e aos padres, ou seja, a todos os baptizados, que sejamos amigos de Jesus. Dito por outras palavras, que sejamos santos. Mas santos não é de altar! santos é pessoas livres, realizadas, que vivem a sério aquilo em que se empenham e isso é o que mais podemos fazer pela Igreja, é sermos santos, todos. - Nesta perspectiva da unidade, como se podem gerir os conflitos sempre inevitáveis? (Diogo) Padre Bacelar: Os conflitos inevitáveis, eu espero que, cada vez, sejam menos inevitáveis. Mas é verdade que, às vezes, há conflitos, mas que são conflitos abertos para chamar atenção. As pessoas são diferentes, não se compreendem. Em todas as situações, o que nos salva é a palavra de Jesus. E o que é que Jesus nos diz? Diz para nos amarmos uns aos outros. E como é que é esse perdão? Como é que é esse amor? Passa pelo perdão, passa por termos também a frontalidade, a coragem de pedir desculpa e perdão àquelas pessoas com quem nos chateamos e discutimos. E portanto não podemos ter a ilusão de que não haja conflitos. Agora pior do que haver conflitos é não falarmos, é não dialogarmos e depois andarmos aí, nos pequenos grupos, a arranjar problemas, em rixas e em juízos, porque aquele fez assim e porque aquele fez assado. Gerir os conflitos é também aproveitar esses momentos para crescermos. E eu tive tantas experiências de, às vezes, ter algumas dificuldades com as pessoas. Mas quando conseguimos resolver, ficamos muito mais unidos do que antes, porque falamos das coisas, porque reconhecermos os erros próprios, porque cada um reconhece o erro e avançamos, vamos para a frente. Perdoamos aquilo que há a perdoar e encontramos um novo modo também de lidar com as coisas. - Como é que o S.r Padre procura ser concretamente um discípulo de Jesus? (Zé Lino) Padre Bacelar: Antes de mais, como um baptizado. Eu acho que, se calhar, 90% ou 95% das coisas que digo, não é por ser padre, é por ser cristão. E às vezes, as pessoas têm alguma dificuldade em perceber isso. Viver o Evangelho, não é por ser padre, é por ser cristão. Depois há algumas coisas que são próprias, alguns compromissos. Mas o estilo de vida que eu procuro que seja o meu, é o de ser cristão. Como é que eu procuro ser discípulo de Jesus? De muitas maneiras, mas sobretudo de uma. Tendo com Jesus uma relação viva, é um amigo muito especial. É Aquele que eu sigo, é Aquele que sinto que vai sempre comigo e que eu posso sempre reconhecer, que escuto, a Quem rezo, que quero reconhecer Presente entre nós, Cuja palavra me converte e me faz tantas vezes reformular também tantas coisas. E isto faz-se sobretudo a partir da oração. E por isso eu tento ser fiel à oração. (...) Encontro Jesus em mim, entre nós, em cada um de vós e é assim que vou sempre seguindo Jesus. (...) Houve uma coisa que uma vez me ficou sempre gravada. Eu gosto muito de italiano, é a minha segunda língua. Seguem depois as outras, mas porque estive muito tempo em Itália, porque vou lá muitas vezes... e houve uma coisa que nunca mais me esqueci e posso ensinar-vos. É como que um pequeno truque, são 6 «S»’s. É uma frase começada por 6 «S»’s: “Saro santo se sono santo subito”. Ou seja, «serei santo se sou santo em cada momento». Subito quer dizer em cada momento, imediatamente. É só o momento presente que temos para viver. Saro santo se sono santo subito. - Como é que nós podemos hoje ser discípulos? O que é que nos assemelha e o que é que nos distingue dos primeiros discípulos, como Pedro, André, Tiago e João? (Mónica) Padre Bacelar: Foi o que disse antes. Seguindo Jesus. E Jesus que não é apenas uma ideia, não é apenas um pensamento. É uma relação viva. Falo tantas vezes com Jesus, escuto. (...) Faço um diálogo contínuo com Jesus, e Ele inspira-me para saber sempre o que é importante fazer em cada momento. O que é que nos assemelha? Algumas coisas dependem de nós. Isto é, também nós queremos reconhecer Jesus entre nós. Também nós queremos dar-lhe espaço, também nós O queremos seguir. Depois também nós temos fraquezas, como eles, porque também eles tiveram as suas fraquezas, também abandonaram Jesus, todos, quando chegaram os momentos mais difíceis. E agora também distingue-nos, nós não temos, isto é, Jesus não está como esteve com eles naquela forma histórica. É um bocadinho diferente, mas ao mesmo tempo é igual. Não é Jesus que com eles comeu, mas é Jesus que nos acompanha de uma outra forma. Podemos às vezes ter mais dificuldade, e por isso Jesus disse: “Felizes aqueles que acreditam sem ver”. Estava a referir-se a nós, que também acreditamos mesmo não vendo Jesus. Agora podemos reconhecê-lo que Ele depois continua presente. - O que espera de nós jovens? (Tiago) Padre Bacelar: Eu espero tudo. Espero que sejais santos, que sejais amigos de Jesus, que sejais gente feliz, que irradia felicidade. (...) Eu encontro muita gente nova, muitos estudantes, e ainda há dias dava graças a Deus por tanta gente bonita que encontro. Bonita por fora mas bonita sobretudo por dentro. Que se dedica, que dá muito da sua vida. (...) E espero que vós sejais como alguns desses que conheço. E ainda melhores, porque podemos ainda sempre melhorar. E isso dá-me uma alegria tão grande. Mas não é a mim, a mim não é importante. Dar sobretudo uma alegria tão grande a Jesus. Encontrar gente tão fantástica, como nestes dias por exemplo encontrei. - Que actividades nos sugere como contributo para a vida e a comunhão entre os cristãos? (João) Padre Bacelar: O que vos sugiro é, antes de mais, antes de qualquer actividade, que aproveiteis bem este tempo. Este tempo da Catequese. Este caminho com Jesus. Se vocês se unirem bem a Jesus, através da Catequese e da Eucaristia (nunca esqueçais estes dois momentos que são tão importantes), se vós cuidardes bem isto, estais a dar o melhor contributo para a Unidade. Porque quanto mais estamos unidos a Jesus, mais unidos estamos entre nós. E se estivermos unidos a Jesus, também Jesus vai-vos sugerir aquilo que deveis fazer. Alguns são acólitos, mas pouco a pouco, não tenhais pressa, pouco a pouco ides encontrar também o vosso caminho e aquilo que deveis fazer. Há muitas coisas para fazer e para ajudar a Igreja a crescer. Unidos a Jesus, antes de mais. E se estivemos unidos a Jesus, também construímos a Unidade entre nós. A NOSSA FESTA - " AS BEM AVENTURANÇAS " Estamos integrados na Catequese da Adolescência e fizemos festa no dia 1 de Junho, na Eucaristia das 09:30 horas. Para nós, 7º ano, é a Festa das Bem Aventuranças. O Evangelho deste domingo falava-nos da Casa Construída sobre a rocha e o Grupo quis simbolizar e sublinhar esta ideia-força, na Celebração, fazendo-o da maneira que Vos mostramos nas fotografias antes e depois de colocarmos as Bem Aventuranças. O nosso obrigado à Catequista Teresa Coelho e ao Seu filho, Arq. João Coelho, que de imediato nos ajudaram a corporizar a ideia. Antes Depois PAINEL pintado para a Festa dos 70 anos da Paróquia Também nós fomos "pintores" por momentos, integrados na nossa fase, do painel que Vos mostramos em dois momentos. Nele quisemos deixar marcadas as nossas mãos simbolizando a união de todo o Grupo e numa delas TODOS - Catequizandos, Pais, Catequistas - estão lá com a palma e dedo polegar da mesma cor bué de fixe; cada um dos outros dedos, de sua cor, evidenciando os vários carismas conformadores na sua heterogeneidade, da unidade do Grupo PROJECTO+ deste nosso ano catequético. E até uma mãe, também foi "pintor". E assim vamos caminhando no construir " QUE TODOS SEJAM UM ". “Até os Pais ajudaram” “E assim se pintou o painel...” Catequizandos da Fase -7º,9º e 10º anos Festa da Adolescência No dia 1 de Junho de 2008, na Eucaristia das 9h30, os catequizandos dos 7.º, 9.º ano e 10.º anos da Catequese da Adolescência celebraram, na nossa Igreja Paroquial de Santo António das Antas, as Festas das Bem-Aventuranças, do Compromisso e do Envio, respectivamente. Os jovens do 10.º ano partilharam com a Comunidade um momento marcante. Chegados ao fim de 10 anos de percurso catequético, eles sabem que este é o ponto de partida para uma nova e alegre missão. Enviados ao mundo, a fim de o transformarem a partir de dentro, cada um deles está disposto a anunciar e a chamar todos os homens ao Projecto de Deus. Em Acção de Graças, eles agradeceram a Deus pelo caminho até agora vivido, nestas sentidas palavras: “Há dez anos atrás, fomos influenciados por pais, padrinhos e catequistas a iniciar a nossa Vida Cristã. Foi um grande passo na nossa ainda pequena caminhada. Ouvimos, através de cânticos e jogos, a Tua Palavra. Começámos assim a conhecer-Te, a viver segundo as Tuas leis e, sobretudo, a saber escutar-Te! Agradecemos-Te por isso! Foi no sétimo ano que tomamos consciência do que todo este percurso significa para nós, fortalecemos desta forma a nossa Fé. Como grupo, crescemos, evoluímos e aprendemos, a cada momento, a caminhar a Teu lado. AgradecemosTe por isso! De entre muitas pessoas que nos ajudaram a compreender e a respeitar a Tua palavra, a nossa Catequista, Raquel, foi a que mais nos apoiou e nos mostrou qual o caminho correcto. Agradecemos-Te por isso! Assim, damos por terminada mais uma etapa neste percurso, em que aprendemos a louvar-Te, a amar-Te, a escutar-Te e a ver-Te no outro. Estamos assim dispostos a entregar-nos a Ti, para fazeres de nós Tuas testemunhas. Agradecemos-Te por isso!” Mensagem de Vida Partilhada Aos adolescentes do 9.º ano foi lançado o desafio de se expressarem em relação a um tema abordado no decorrer do ano catequético que finda. Eles hesitaram, pensaram e tomaram o seu próprio rumo, redigindo o seguinte testemunho conjunto: "Este ano, com o apoio e empenho dos nossos catequistas e de toda a comunidade, crescemos não só catolica mas também mentalmente! O grupo de catequistas, foi sem dúvida importante e essencial, para uma maior e melhor aprendizagem sobre a VIDA! Ao longo deste ano, durante as sessões de catequese, aprendemos muitas coisas, sobre os mais variados temas, que nos fizeram crescer e nos prepararam para melhorar a nossa vida e a dos outros... Para além das catequeses, participamos em diversas actividades e com elas igualmente aprendemos, como o Dia Diocesano da Juventude ou o Convívio na Quinta de S. João Bosco, entre muitas outras, que nos enriqueceram a todos os níveis. Todos nós temos características diferentes e únicas, que nos tornaram especiais, mas todos fazemos parte dum grupo, que partilhou tudo ao longo deste ano, desde as mais pequenas coisas, até às maiores surpresas! Queremos agradecer, desde já, o apoio e dedicação dos catequistas, que deram tudo para que nós crescêssemos na FÉ e na VIDA; o acolhimento de toda a comunidade, que sempre nos apoiou e ajudou neste percurso; e também a todas as pessoas do "grupo" deste ano catequético, pois cada um de nós deixou uma marca sua nesta caminhada! A TODOS, UM GRANDE BEIJO E QUE, PARA O ANO, ESTEJAMOS AQUI TODOS REUNIDOS, PARA ANUNCIAR MAIS UMA ETAPA DESTA GRANDE CAMINHADA..." Crianças e Pais da Catequese Agradecemos ao P.e Bacelar e catequistas o trabalho realizado durante o ano catequético e em especial este esforço final, na organização e realização das festas, jornal e festa do padroeiro. Crianças e Pais da Catequese Sopa de Letras Completa os espaços e encontra depois as mesmas palavras na sopa de letras, que podem estar em qualquer direcção: _ _ _ _ _ _ _ _ de Bulhões era o nome de baptismo do Padroeiro da _ _ _ _ _ _ _ _ de Santo _ _ _ _ _ _ _ das _ _ _ _ _ . O seu túmulo encontra-se na Basílica de _ _ _ _ _ , em Itália. No dia 13 de Junho de 2008 festejam-se os _ _ _ _ _ _ _ anos da _ _ _ _ _ _ _ desta Paróquia e sessenta da _ _ _ _ _ _ da _ _ _ _ _ _ _ _ pedra da actual _ _ _ _ _ _ Paroquial. Pelas 18h00, será celebrada a _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ Solene, presidida pelo Bispo D. Manuel Clemente, em nome de Nosso Senhor Jesus _ _ _ _ _ _ . Esta efeméride ficará marcada pela apresentação de um _ _ _ _ _ comemorativo, numa das paredes do Centro Social das Antas e pela realização de um _ _ _ _ _ _ convívio. S A R A M O D N A N R E F A M U L A W T S M U R A L O A U Ç B R I U I G R E J A A L I B E R U Â Y Á Ê E T N A F E L I G R O J U J D R V R F N Ç Y S I H A P A R U P O T Á T A N E R Ç J A L U O I O R O D R X P Z M S I F J Ã G I C R I S T O K A I C J O P V M A W O A U P E T N O P L I M A I F L S A M D L L R A K U S N A I L E F R R O A L I I Z I N J H A G R I T I I U S I A N T Ó N I O Z I S C S U T R M R V O D H T C L R Q I A N A U O I S E N A N A E I O V I A O C H U V I D D I A O I A B P M Ú I A T F S R T E D A I R T S S E T E N T A X N I A M I M A R A A U U B Z N V C I Ã L A N T A S A T N A C R H A B Z U A M E A J A N G R Y Ç W Q U A J C M I G O D R G I Ê O N A Z U Ã I E Q A I U A I U Q Ó R A P D Ó L E R A O C U I L S U Á K I L T R A É L I A A M S U O D A G Q R L B E U K I N B I T Ó R I E A Solução da Sopa de Letras S A R A M O D N A N R E F A M U L A W T S M U R A L O A U Ç B R I U I G R E J A A L I B E R U Â Y Á Ê E T N A F E L I G R O J U J D R V R F N Ç Y S I H A P A R U P O T Á T A N E R Ç J A L U O I O R O D R X P Z M S I F J Ã G I C R I S T O K A I C J O P V M A W O A U P E T N O P L I M A I F L S A M D L L R A K U S N A I L E F R R O A L I I Z I N J H A G R I T I I U S I A N T Ó N I O Z I S C S U T R M R V O D H T C L R Q I A N A U O I S E N A N A E I O V I A O C H U V I D D I A O I A B P M Ú I A T F S R T E D A I R T S S E T E N T A X N I A M I M A R A A U U B Z N V C I Ã L A N T A S A T N A C R H A B Z U A M E A J A N G R Y Ç W Q U A J C M I G O D R G I Ê O N A Z U Ã I E Q A I U A I U Q Ó R A P D Ó L E R A O C U I L S U Á K I L T R A É L I A A M S U O D A G Q R L B E U K I N B I T Ó R I E A Soluções: Fernando, Paróquia, António, Antas, Pádua, Setenta, Criação, Bênção, Primeira, Igreja, Eucaristia, Cristo, Mural, Jantar PARÓQUIA DE SANTO ANTÓNIO DAS ANTAS, http://www.paroquia-antas.pt/ [email protected]