Sistemas de canalização ROTH PushCheck® Manual técnico Secção 360º Transparente Leben voller Energie Índice Descrição do Sistema Dados técnicos Tubo ROTH PE-Xa EVOH Universal Tubo ROTH Multicamada PERT/AL/PERT Universal Acessórios ROTH PushCheck® Sistema Classes de aplicação Certificados AENOR 4 4 5 6 7 7 Instalação Instalação e recuperação de acessórios Roth PushCheck® Isolamento (RITE) Montagem (dilatações) Raios de curvatura Distâncias mínimas Arranque das instalações de AQS (CTE HS4 / UNE CEN/TR 12108:2012) Arranque das instalações de aquecimento (RITE 2007 / UNE-EN 14336) 8 9 10-11 12 13 14 15 Critérios de dimensionamento (CTE HS4) AQS 16-22 Funcionamento e manutenção (CTE HS4) 23 Anexos Anexo 1: Teste de pressão e arranque de instalações Roth PushCheck® para AQS Anexo 2: Teste de pressão e arranque de instalações Roth PushCheck® para AQUECIMENTO Anexo 3: Garantia 24 25 26 Notas 3 Descrição do Sistema Dados técnicos > Tubo ROTH PE-Xa EVOH Universal Tubo de polietileno reticulado (peróxido), com barreira de EVOH para evitar a difusão de oxigénio, a fim de evitar a corrosão nas partes metálicas da instalação. Fabricado segundo a norma UNE-EN ISO 15875. Indicado para as classes de aplicação 1, 2, 4 e 5, para temperaturas elevadas (95°C) e pressão de até 10 bar, dependendo da classe de aplicação. Apropriado para canalização, AQS, aquecimento, radiadores e piso radiante. Dimensões (mm) 16 x 1,8 20 x 2,0 25 x 2,3 32 x 2,9 Diâmetro exterior nominal (mm) 16 20 25 32 Espessura da parede nominal (mm) 1,8 2,0 2,3 2,9 Diâmetro interior nominal (mm) 12,4 16 20,4 26,2 Densidade (g/cm³) 0,945 0,945 0,945 0,945 Volume interno (l/m) 0,121 0,201 0,327 0,539 Condutividade térmica (W/mºC) 0,35 0,35 0,35 0,35 95 95 95 95 1/8; 2/8; 4/10; 5/8 1/8; 2/6; 4/8; 5/6 1/6; 2/6; 4/8; 5/6 1/6; 2/6; 4/8; 5/6 Temperatura máxima (ºC) Classe de aplicação / Pressão máxima (bar) > Tubo Multicamada ROTH PERT/AL/PERT Universal Tubo de cinco camadas com PERT TIPO II interior e exterior, e uma camada de alumínio entre os dois, sendo o tubo selado a 100% de oxigénio. Fabricado segundo a norma UNE-EN ISO 21003. Indicado para classe de aplicação 1, 2, 4 e 5, para temperaturas elevadas (95°C) e 6 bar de pressão. Apropriado para canalização, AQS, aquecimento, radiadores e piso radiante. Dimensões (mm) 16 x 2,0 20 x 2,0 25 x 2,5 32 x 3,0 Diâmetro exterior nominal (mm) 16 20 25 32 Espessura da parede nominal (mm) 2,0 2,0 2,5 3,0 Diâmetro interior nominal (mm) 12 16 20 26 108 142 202 320 0,113 0,201 0,314 0,531 Conductividade térmica (W/mºC) 0,4 0,4 0,4 0,4 Temperatura máxima (ºC) 95 95 95 95 Peso (g/m) Volume interno (l/m) Classe de aplicação / Pressão máxima (bar) 4 1-2-4-5/6 Descrição do Sistema Dados técnicos > Acessórios PushCheck® Fabricados em Polifenilsulfona (PPSU). Com junta de vedação cónica em EPDM 70 peróxido. Temperatura máxima: 95ºC. Temperatura mínima: -40ºC. Pressão máxima: 10 bar. Não necessita de ferramentas para a montagem. Recuperável com acessório de recuperação. Não removível, evitando riscos de montagem incorreta. 1 Junta cónica inovadora (patent pending). 2 Janela transparente para verificação rápida e fácil da posição correta do tubo. 3 Anel híbrido com mordente para uma aderência perfeita (patent pending). O sistema PushCheck usa um tipo de rosca BSP nos acessórios com inserções de metal denominada rosca reta ou rosca gas. Se forem utilizados roscas NPT ou cónicas, a ligação não é garantida. No caso de utilização de fita de PTFE para a vedação de ligações roscadas, a sua composição dever ser PFTE 100%, segundo a norma EN 751-3 FRp. São recomendadas as seguintes espessuras de PTFE: 0,1 mm para ligações roscadas de ½‘‘, e entre 0,1 e 0,2 mm para ligações roscadas de ¾‘‘ e 1‘‘. Para um roscado correcto, deixar o primeiro fio livre de PTFE 5 Descrição do Sistema Dados técnicos. Sistema. Resistência química. Em todos os sistemas de canalização ou aquecimento devemos ter em conta a legislação vigente, o regulamento das características de comportamento técnico dos edifícios (RCCTE), que obriga à proteção de todos os acessórios e tubagens metálicas sempre que são encastradas. Os acessórios do sistema PushCheck®, todos fabricados em PPSU, podem encastrar-se diretamente em obra sem que sejam afetados pelos materiais de construção normalmente utilizados. O mesmo se passa com as tubagens PE-Xa e PERT/AL/PERT do sistema PushCheck®. Não obstante, os componentes do sistema PushCheck® devem estar protegidos do contacto com produtos químicos, dissolventes, adesivos, óleos, gorduras aceites e produtos corrosivos. Deve-se ter especial cuidado com os seguintes produtos, aquando da sua eventual utilização em instalações de Roth PushCheck®: > Espumas de montagem. > Descalcificadores. > Sprays detetores de fugas. Para informação detalhada acerca da utilização de um produto concreto, consulte, por favor, o departamento técnico da Roth. Proteção ultravioleta. Sempre que os componentes do sistema Roth PushCheck® estejam instalados no exterior do edifício, a terminação final do isolamento deverá garantir suficiente proteção contra a intempérie, os raios UV e a radiação solar direta (RITE IT 1.2.4.2). Proteção térmica. As espessuras mínimos de isolamento térmico devem ser ao indicadas nas tabelas da página 9 deste manual (RITE IT 1.2.4.2). Proteção contra o congelamento. De forma a evitar o congelamento da água nas tubagens de circuitos fechados que possam ficar expostas a temperaturas ambiente inferiores às da mudança de estado físico, poder-se-á recorre à mistura de água com anticongelante ou ao isolamento da tubagem calculado de acordo com a norma UNE-EN ISO 12241 ap.6. (RITE IT 1.2.4.2). 6 Descrição do Sistema Classes de aplicação Segundo as normas UNE-EN ISO 21003 e UNE EN ISO 15875. Classe de aplicação Tipo de aplicação 1 AQS 60ºC 2 AQS 70ºC 4 Piso radiante e radiadores de baixa temperatura 5 Radiadores de alta temperatura > Tubo ROTH PE-Xa EVOH Universal. > Tubo Multicamada ROTH PERT/AL/PERT Universal Certificados AENOR A Associação Espanhola de Normalização e Certificação certifica os nossos tubos PE-Xa, PERT/AL/PERT e os nossos acessórios PushCheck sob as marcas ROTH PUSHCHECK PEX (UNE EN ISO 15875) e ROTH PUSHCHECK MULTICAPA (UNE EN ISO 21003). 7 Instalação Instalação e recuperação dos Acessórios Roth PushCheck® > Montagem 1. Cortar perpendicularmente a secção de tubo com o corta-tubos adequado e realizar um corte limpo e livre de rebarbas. Tesoura tubo PE-X (Ref. 1400214026 / 1400214027) Tesoura tubo PERT/AL/PERT (Ref. 1400214028) 2. Calibrar a extremidade do tubo cortado com o calibrador Roth, introduzindo o tubo até ao topo final do calibre. Alternativa: Escarear a extremidade do tubo cortado com o escareador metálico Roth adequado ao diâmetro do tubo. Calibre múltiplo Ø16, Ø20, Ø25 (Ref. 4720416002) Calibre Ø32 (Ref. 4720432002) Calibrado Escareado Escareador metálico (Ø16 Ref. 4720416001 Ø20 Ref. 4720420001 Ø25 Ref. 4720425001 Ø32 Ref. 4720432001) Calibrado/escareado correto 3. Introduzir linearmente o tubo até ao final do fitting. O tubo deverá poder ver-se através da secção 360º transparente do casquilho exterior. > Recuperação 1. Pressione o tubo contra o acessório 2. Pressione o recuperador contra o acessório Existe um recuperador para cada diâmetro do tubo: Ø16 Ref. 4720416000 / Ø20 Ref. 4720420000 Ø25 Ref. 4720425000 / Ø32 Ref. 4720432000 8 3. Extrair o tubo do fitting de uma forma linear, sem rodar o tubo. Instalação Isolamento (RITE) Espessura mínima de isolamento de tubos e acessórios para transporte de fluidos quentes no interior de edifícios. Diâmetro exterior Ø (mm.) Temperatura máxima do fluido (ºC) 40 ... 60 >60 ... 100 >100 ... 180 Ø ≤ 35 25 mm. 25 mm. 30 mm. 35 < Ø ≤ 60 30 mm. 30 mm. 40 mm. 60 < Ø ≤ 90 30 mm. 30 mm. 40 mm. 90 < Ø ≤ 140 30 mm. 40 mm. 50 mm. 140 < Ø 35 mm. 40 mm. 50 mm. NOTA. Para AQS, aumentar a espessura de isolamento 5mm. Espessura mínima de isolamento de tubos e acessórios para transporte de fluidos quentes no exterior de edifícios. Diâmetro exterior Ø (mm.) Temperatura máxima do fluido (ºC) 40 ... 60 >60 ... 100 >100 ... 180 Ø ≤ 35 35 mm. 35 mm. 40 mm. 35 < Ø ≤ 60 40 mm. 40 mm. 50 mm. 60 < Ø ≤ 90 40 mm. 40 mm. 50 mm. 90 < Ø ≤ 140 40 mm. 50 mm. 60 mm. 140 < Ø 45 mm. 50 mm. 60 mm. Espessura mínima de isolamento de tubos e acessórios para transporte de fluidos frios no interior de edifícios. Diâmetro exterior Ø (mm.) Temperatura máxima do fluido (ºC) > -10 ... 0 > 0 ... 10 > 10 Ø ≤ 35 30 mm. 25 mm. 20 mm. 35 < Ø ≤ 60 40 mm. 30 mm. 20 mm. 60 < Ø ≤ 90 40 mm. 30 mm. 30 mm. 90 < Ø ≤ 140 50 mm. 40 mm. 30 mm. 140 < Ø 50 mm. 40 mm. 30 mm. Espessura mínima de isolamento de tubos e acessórios para transporte de fluidos frios no exterior de edifícios. Diâmetro exterior Ø (mm.) Temperatura máxima do fluido (ºC) > -10 ... 0 > 0 ... 10 > 10 Ø ≤ 35 50 mm. 45 mm. 40 mm. 35 < Ø ≤ 60 60 mm. 50 mm. 40 mm. 60 < Ø ≤ 90 60 mm. 50 mm. 50 mm. 90 < Ø ≤ 140 70 mm. 60 mm. 50 mm. 140 < Ø 70 mm. 60 mm. 50 mm. 9 Instalação Montagem (dilatações) Numa instalação de água quente, o tubo está sujeito a fenómenos de contração e expansão. A expansão do tubo é dependente do comprimento do tubo e da diferença de temperatura. A expansão do tubo ao longo da instalação dever ser considerada, de forma a evitar problemas. ∆L: Dilatação linear (mm) Lo: Comprimento inicial do tubo (m) ∆t: Diferença de temperatura (K) a: Coeficiente de expansão (mm/mºK)* *Coeficientes de expansão [a] tubo ROTH: ROTH PERT/AL/PERT = 0,025 mm/mºK ROTH PE-Xa = 0,14 mm/mºK Dilatação linear do tubo ROTH Multicamada PERT/AL/PERT (mm.). Tabela de valores. Diferença de temperatura (K) [∆t] Comprimento (m.) [LO] 10 20 30 40 50 60 70 Dilatação linear do tubo ROTH Multicamada PERT/AL/PERT (mm.) [∆L] 1 0,25 0,50 0,75 1,00 1,25 1,50 1,75 2 0,50 1,00 1,50 2,00 2,50 3,00 3,50 3 0,75 1,50 2,25 3,00 3,75 4,50 5,25 4 1,00 2,00 3,00 4,00 5,00 6,00 7,00 5 1,25 2,50 3,75 5,00 6,25 7,50 8,75 6 1,50 3,00 4,50 6,00 7,50 9,00 10,50 7 1,75 3,50 5,25 7,00 8,75 10,50 12,25 8 2,00 4,00 6,00 8,00 10,00 12,00 14,00 9 2,25 4,50 6,75 9,00 11,25 13,50 15,75 10 2,50 5,00 7,50 10,00 12,50 15,00 17,50 Dilatação linear do tubo ROTH Multicamada PERT/AL/PERT (mm.). Gráficos. 40 35 Dilatación lineal (mm) 30 Dt 10K 25 Dt 20K Dt 30K 20 Dt 40K 15 Dt 50K Dt 60K Dt 70K 10 5 0 0 2 4 6 8 10 12 Longitud del tubo (m) 10 14 16 18 20 Instalação Montagem (dilatações) Segundo CTE-HS4 4.4.4.1, em materiais termoplásticos poder-se-ão aplicar as recomendações da norma UNE CEN/TR 12108:2012. Quando os tubos estão embutidos em argamassa, betão ou outros materiais que impedem o tubo dilatar livremente, o material do próprio tubo absorve a contração e expansão do mesmo sem qualquer tipo de danos. Em instalações à vista ou executadas através de tetos falsos, a expansão e contração do tubo são absorvidas mediante a utilização de braços flexíveis, mas caso o comprimento linear da instalação seja elevado, dever-se-á recorre à utilização de uma ponte de dilatação. Passamos, de seguida, a explicar cada um dos casos: > Braços flexíveis: O objetivo é que a expansão seja absorvida pela dobragem do tubo, evitando assim tensões mecânicas nos acessórios. É importante que a zona de curvatura não esteja em contacto com a parede de forma a salvaguardar o espaço para a expansão. As imagens seguintes mostram instalações típicas de braços flexíveis e seu método de cálculo. Lb: braço flexível em mm C: constante (para o tubo multicamada ROTH = 30) De: diâmetro exterior do tubo em mm ∆L: aumento no comprimento em mm (pág.11) > Ponte de dilatação Quando não é possível a utilização de braços flexíveis, a tubagem deverá ser interrompida por pontes de expansão. Neste caso, é muito importante que as abraçadeiras permitam ao tubo deslizar através delas no sentido da ponte. Apresenta-se abaixo um exemplo de instalação bem como o seu método de cálculo. L1: comprimento vertical da ponte, em mm L2: comprimento horizontal da ponte, em mm C: constante (para o tubo multicamada ROTH = 30) De: diâmetro exterior do tubo em mm ∆L: aumento no comprimento em mm (pág.11) Dseg: 150mm (Distância de segurança) 11 Instalação Raios de curvatura Numa instalação com tubo ROTH PE-Xa EVOH Universal ou ROTH Multicamada PERT/AL/PERT Universal, ao fazer curvas dever-se-á levar em conta que o máximo que poderemos dobrar o tubo é 5 vezes o seu diâmetro externo. Existem vários métodos para dobrar o tubo: > Método Manual: Recomendado para curvas suaves. Normalmente, é o método utilizado para tubos PE-Xa. > Curva-tubos: Arrastar o curva-tubos até a área a ser dobrada e agir sobre o tubo. Recomendado para tubo multicamada. Curva-tubos ROTH Ø16, 350mm. (Ref. 1135000580) Curva-tubos ROTH Ø20, 400mm. (Ref. 1135000581) Distâncias mínimas 12 Instalación Distancias mínimas Distâncias de separação em instalações com sistema PushCheck®: Distância entre pontos de fixação (imagem 1) Diâmetro Distância mínima (m.) Ø 16 1,20 Ø 20 1,30 Ø 25 1,50 Ø 32 1,60 Imagem 1 Distância mínima entre acessório e início da curvatura (imagem 2 y 3) 10 cm. Imagem 2 Imagem 3 Comprimento mínimo entre acessórios (imagem 4 y 5) Diâmetro (d) Comprimento do tubo (mm.) Ø 16 50 Ø 20 54 Ø 25 60 Ø 32 74 Imagem 4 Imagem 5 Comprimento de tubagem a cortar em caso de reparação com "União PushCheck" (imagem 6) Diâmetro (d) Comprimento (mm.) Ø 16 25 Ø 20 27 Ø 25 30 Ø 32 34 Imagem 6 Comprimento de tubagem a cortar em caso de inserir "Tê radiador PushCheck" (imagem 7) Tê radiador Comprimento (mm.) 16 - Cu15 - 16 43 20 - Cu15 - 20 45 20 - Cu15 - 16 44 25 - Cu15 - 20 44 Imagem 7 13 Instalação Arranque das instalações de AQS (CTE HS4 / UNE CEN/TR 12108:2012) Ensaios e testes de instalações interiores 1. A empresa instaladora é obrigada a fazer um teste de resistência mecânica e estanquicidade a todas as tubagens, equipamentos e acessórios que fazem parte da instalação, devendo todos os seus componentes ser inspecionados e disponíveis para controle. 2. Para realizar o teste, dever-se-á proceder ao enchimento da instalação até que todo ar contido no seu interior tenha sido garantidamente retirado. Fechar de seguida as válvulas que serviram para o enchimento e a purga. Ligar a bomba circuladora, colocando-a a funcionar à pressão de ensaio. A realização dos ensaios deverá ser feita de acordo com o Método A da UNE CEN/TR 12108:2012. Método A - Norma UNE CEN/TR 12108:2012. O procedimento A de aplicação de pressão hidrostática teste compreende as seguintes etapas: a) Abrir o sistema de purga. b) Purgar o sistema com água para de forma expelir todo o ar contido no seu interior. Interromper o fluxo e fechar o sistema de purga. c) Aplicar a pressão hidrostática de ensaio, igual a 1,5 vezes a pressão de projeto, para a bombagem de acordo com a Figura 12, durante os primeiros 30 min. Durante este tempo, deve inspecionar-se a instalação de forma a detetar eventuais fugas. d) Caso se verifique uma fuga de água, reduzir a pressão para 0,5 vezes a pressão de projeto de acordo com a Figura 12. e) Fechar o grupo de purga. Caso o sistema se estabilize a uma pressão constante, 0,5 vezes mais elevada do que a pressão de projeto, poderemos concluir que a instalação está bem realizada. Monitorizar a evolução do teste durante 90 min. Realização de uma inspeção visual de forma a localizar eventuais fugas. Se, durante este período, a pressão tiver tendência a baixar, então é muito provável que exista uma fuga no sistema. f) Os resultados do teste devem ser registados. Ver anexo 1. 3. Uma vez realizado o teste, ligar a instalação aos equipamentos terminais de consumo, voltando a realizá-lo novamente. 4. O manómetro utilizado deve apresentar intervalo de pressão de pelo menos 0,1 bar. 5. As pressões aludidas anteriormente referem-se ao nível térreo. 14 Instalação Arranque de instalações de aquecimento (RITE 2007 / UNE-EN 14336) Ensaios e testes de instalações Segundo UNE-EN 14336 "Sistema de calefacción en edificios" RITE 2007. > Ensaio de estanquicidade O sistema de aquecimento deve ser submetido a um ensaio com uma pressão no mínimo 30% superior à pressão de trabalho, durante um período adequado de pelo menos 2 horas. Segundo a metodologia descrita no Anexo B da norma UNE-EN 14336 "Guia de buenas practicas para el ensayo de presión" é sugerido: a) Encher o sistema com água ou outro líquido, inspecionando-o devidamente de forma a detetar eventuais fugas. b) A purga do sistema dever ser realizada nos seus pontos altos. c) Após o enchimento, aumentar a pressão de ensaio e fechar hermeticamente o sistema. Caso se verifique uma queda de pressão, estando o sistema comprovadamente fechada, a mesma só se poderá dever a uma fuga, pelo que se torna necessário voltar a inspecionar a instalação. d) Quando o estanquicidade do sistema se considerar satisfatória, a instalação deverá ser verificada pelo proprietário, pelo responsável pela instalação e pela empresa de distribuição, que juntos deverão assinar os documentos correspondentes. Ver anexo 2 15 Critérios de dimensionamento (CTE HS4) AQS Consultando o CTE-HS4 podemos obter os diâmetros mínimos para as tubagens de água fria / quente, assim como para as suas derivações e equipamentos complementares. Nas páginas seguintes são indicados esses diâmetros. Para começar com os critérios de dimensionamento, vamos supor um sistema centralizado com produção de AQS através de sistema solar, com um acumulador elétrico de apoio. Não existe recirculação, uma vez que a distância entre o acumulador e o ponto mais distante da água quente não excede 15 metros, tal como especificado pelo CTE-HS4. Começaremos agora o processo de cálculo, procedendo à distinção entre a água fria (AFS) e água quente sanitária (AQS). Caudal instalado e caudal simultâneo. Entende-se por caudal instalado a soma dos caudais instantâneos mínimos correspondentes a todos os dispositivos instalados. De forma a realizar o seu cálculo, é atribuído a cada um dos dipositivos o valor de caudal mínimo instantâneo (CTE HS4 2.1.3) que se apresenta na seguinte tabela. 16 Dispositivo Caudal instantâneo mínimo água fria (l/s) Caudal instantáneo mínimo AQS (l/s) Lavatório 0,10 0,065 Ducha 0,20 0,10 Banheira > 1,40 0,30 0,20 Banheira < 1,40 0,20 0,15 Bidé 0,10 0,065 Inodoro com cisterna 0,10 - Inodoro com válvula de descarga 1,25 - Urinóis com torneira temporizado 0,15 - Urinóis com cisterna 0,04 - Lava-loiça doméstico 0,20 0,10 Lava-loiça não doméstico 0,30 0,20 Máquina de lavar louça doméstica 0,15 0,10 Máquina de lavar louça industrial (20 serv) 0,25 0,20 Lavandaria 0,20 0,10 Máquina de lavar roupa doméstica 0,20 0,15 Máquina de lavar roupa industrial (8 kg) 0,60 0,40 Torneira 0,15 0,10 Critérios de dimensionamento (CTE HS4) AQS A instalação e todos os seus elementos são dimensionados em função do caudal máximo instantâneo necessário ao funcionamento de todos os dispositivos instalados. Através da utilização de um coeficiente de simultaneidade, exprime-se a probabilidade da utilização simultânea de vários dispositivos, representando assim um coeficiente de redução de caudal instalado: > Para um único dispositivo: > Para um número total de dispositivos (n) entre 1 e 24, utilizar-se-á a expressão da norma francesa NP41204, modificada com um coeficiente de correção que procura exprimir a maior simultaneidade que pode ocorrer em ocasiões pontuais, segundo as diferentes tipologias de edifícios: KV: coeficiente de simultaneidade n: número total de dispositivos a: coeficiente de majoração: a=1 (escritórios) a=2 (habitações) a=3 (hotéis, hospitais...) a=4 (escolas, quartéis...) > Para mais de 24 dispositivos é normalmente convencionado que o coeficiente de simultaneidade nunca baixe do valor de KV = 0,20, pelo que se adoptará este valor, somando-lhe os coeficientes de majoração atrás apresentados. Após a obtenção do coeficiente de simultaneidade, obtemos o cálculo do caudal simultâneo previsível utilizando a fórmula: QC: caudal simultâneo (l/s) KV : coeficiente de simultaneidade ∑Qi : soma do caudal total Calculado este valor de caudal QC passaremos então ao dimensionamento da rede de tubagem correspondente. Obtenção do diâmetro de acordo com o caudal e velocidade. Vamos usar a equação de continuidade de um líquido: D : diâmetro interior da tubagem, em mm QC : caudal calculado, em l/s V: velocidade máxima permitida, em m/s* * Segundo CTE HS4 para tubo termoplástico, entre 0,50 y 3,50 m/s Após a obtenção do diâmetro mínimo teórico necessário, selecione o diâmetro normalizado próximo e superior (tendo em conta os mínimos exigidos pelo CTE HS4 4,3 listados na página seguinte). Com esses diâmetros normalizados, podemos recalcular as velocidades reais em m/s: V: velocidade pretendida, em m/s QC : caudal calculado, em l/s D : diâmetro interior selecionado, em mm 17 Critérios de dimensionamento (CTE HS4) AQS > Diâmetros mínimos de alimentação Tramo Diâmetro mínimo (termoplástico) Entrada da vivenda Ø 20 mm. Entrada da cozinha Ø 20 mm. Entrada da casa de banho Ø 20 mm. > Diâmetros mínimos derivações equipamento Dispositivo Diâmetro mínimo (termoplástico) Lavatório, bidé Ø 16 mm. Duche Ø 16 mm. Sanita com autoclismo Ø 16 mm. Banheira (>1,4 m. ó <1,4 m.) Ø 20 mm. Lava-loiça doméstico Ø 16 mm. Máquina de lavar louça Ø 16 mm. Máquina de lavar roupa Ø 20 mm. Perda de carga. Uma vez definidos os diâmetros de toda a instalação, verifique se a pressão disponível no ponto de consumo mais desfavorável excede os valores mínimos especificados no 2.1.3.2 CTE HS4 e que em nenhum ponto se supera o valor máximo indicado em CTE HS4 2.1.3.3, de acordo com o seguinte procedimento: > Obtenção de perdas de carga lineares Em primeiro lugar, obter o valor de perda de carga linear I , usando a fórmula FLAMANT (adequado para os tubos de pequeno diâmetro). I: perda de carga linear, em m.c.a./m V: velocidade da água, em m/s D: diâmetro interior, em m a: coeficiente de rugosidade do tubo* * Coeficientes de rugosidade [a] tubo ROTH: ROTH PERT/AL/PERT = 0,004 mm. ROTH PE-Xa EVOH = 0,007 mm. > Obtenção de perdas de carga secundárias O sistema utilizado é o "comprimento equivalente" que consiste em igualar a perda de carga dos obstáculos a um comprimento reto de tubo de diâmetro igual ao do obstáculo e que produza a mesma perda de carga: Leq: comprimento equivalente, em m K: constante que depende do tipo de acessório (pág. 20) V: velocidade da água, em m/s g: aceleração da gravidade, em m/s² Por razões de simplificação, pode considerar-se que as perdas secundárias são uma percentagem das perdas lineares produzidas sobre o tramo de tubagem em consideração (20% a 30%, segundo o CTE). 18 Critérios de dimensionamento (CTE HS4) AQS > Obtenção de perdas de carga totais. A perda total de carga é determinada pela seguinte equação: JT: perda de carga total, em m.c.a. JU: perda de carga linear, em m.c.a./m (I em fórmula FLAMANT) L: comprimento, em m Leq: comprimento equivalente acessórios, em m ∆H: diferença de altura, em m Uma vez calculados todos os tramos de tubagem e todas as perdas de carga, podemos verificar se a pressão existente no ponto de consumo mais desfavorável cumpre com os mínimos estabelecidos no CTE HS4 2.1.3, mediante a seguinte expressão: Pr: pressão residual no dispositivo mais desfavorável, em m.c.a. Pa: pressão de alimentação (disponibilizada pela empresa fornecedora) em m.c.a. Z: diferença de altura entre o ramal de ligação e dispositivo mais desfavorável, em m JT: perda de carga total, em m.c.a. Caso a pressão disponível no ponto de consumo seja inferior à pressão mínima necessária, poder-se-á recalcular a instalação considerando velocidades mais baixas, o que resulta em diâmetros maiores e menores perdas de carga. Se ainda assim o valor mínimo de pressão não for alcançado, dever-se-á recorrer à instalação de um grupo de pressão. Perdas de carga singulares: valores de K e comprimento equivalente. O método de cálculo das perdas de carga pressupõe um conjunto de critérios que não vamos expor neste capítulo; apresentaremos apenas os resultados, de forma a facilitar a sua compreensão. Geralmente, nas canalizações, a perda de carga singular pode ser ignorada, dado o seu valor ser relativamente baixo quando comparado com a perda de carga total.. As referidas perdas de carga deverão, contudo, ser consideradas, caso o troço de tubagem em questão tenha muitas mudanças de direção ou de diâmetro. Apresentamos de seguida as perdas de carga para as figuras PushCheck® mais comuns, em todos os seus diâmetros, tanto em valores de K como em valores de comprimento equivalente: 19 Critérios de dimensionamento (CTE HS4) Valores da constante K Figura e esquema Ø16 Ø20 Ø25 Ø32 Curva sem acessórios 1,25 0,80 0,67 0,10 Curva 90º 3,48 2,02 1,42 1,03 Tê 90º 4,55 3,15 1,75 1,22 Tê 90º 3,06 1,33 0,88 0,56 Tê 90º 4,20 1,98 1,55 1,11 Tê 90º 4,20 1,99 1,55 1,11 Curva fêmea 90º 2,75 2,10 1,28 0,05 Redução 3,45 2,00 1,42 0,98 União 2,05 1,00 0,35 0,27 Comprimento equivalente, em m Figura e esquema 20 Ø16 Ø20 Ø25 Ø32 Curva sem acessórios 0,650 0,486 0,469 0,000 Curva 90º 1,531 1,172 1,115 1,030 Tê 90º 1,638 1,449 1,019 1,366 Tê 90º 1,285 0,692 0,774 0,610 Tê 90º 1,680 1,307 1,287 1,100 Tê 90º 1,680 1,313 1,287 1,221 Curva fêmea 90º 1,265 1,323 1,083 0,000 Redução 1,522 1,171 1,008 0,980 União 0,923 0,632 0,301 0,270 Critérios de dimensionamento (CTE HS4) AQS > Perdas de carga em tubagens As principais variáveis que influenciam o dimensionamento de um sistema de tubagem são a perda de carga, a velocidade e o diâmetro. Veremos, de seguida, o efeito do atrito do fluido no tubo: perdas lineares. Tubo ROTH PE-Xa EVOH Universal Ø16 Ø20 Ø25 Ø32 Caudal (l/s) dp (mbar/m) Vel. (m/s) dp (mbar/m) Vel. (m/s) dp (mbar/m) Vel. (m/s) dp (mbar/m) Vel. (m/s) 0,01 0,123 0,088 0,029 0,05 0,012 0,031 0,01 0,019 0,02 0,438 0,177 0,104 0,1 0,037 0,061 0,01 0,037 0,03 0,898 0,265 0,226 0,149 0,021 0,056 0,04 1,507 0,354 0,385 0,199 0,131 0,122 0,037 0,075 0,585 0,249 0,195 0,153 0,051 0,091 0,05 0,1 7,852 0,885 2,02 0,498 0,664 0,306 0,186 0,187 0,15 16,301 1,327 4,257 0,746 1,365 0,459 0,38 0,277 0,2 27,305 1,769 7,215 0,995 2,277 0,612 0,639 0,372 0,25 40,898 2,212 10,756 1,244 3,388 0,765 0,955 0,465 0,3 56,815 2,654 15,014 1,493 4,685 0,918 1,325 0,555 0,4 95,392 3,539 25,224 1,99 7,813 1,224 2,221 0,741 0,5 142,498 4,423 37,724 2,488 11,618 1,531 3,315 0,925 0,6 197,9 5,308 52,398 2,986 16,067 1,837 4,599 1,112 0,7 261,222 6,192 69,285 3,483 21,135 2,143 6,064 1,297 0,8 332,201 7,077 88,104 3,981 26,799 2,449 7,708 1,483 0,9 410,75 7,962 109,025 4,479 33,042 2,755 9,524 1,668 1 131,802 4,976 39,85 3,061 11,509 1,855 1,15 169,721 5,723 47,21 3,52 14,793 2,132 1,2 183,251 5,971 55,111 3,673 15,968 2,225 1,3 211,521 6,469 63,54 3,979 18,438 2,412 1,4 242,01 6,967 72,85 4,285 21,063 2,596 1,5 274,11 7,464 81,95 4,592 23,843 2,783 1,6 307,687 7,962 91,915 4,898 26,771 2,967 1,7 343,523 8,459 102,377 5,204 29,853 3,152 1,8 380,458 8,957 113,332 5,51 33,078 3,338 1,9 419,842 9,455 124,766 5,816 36,452 3,523 2 460,651 9,952 136,685 6,122 39,97 3,711 2,2 161,925 6,734 47,433 4,081 2,4 175,245 7,347 55,457 4,452 2,5 203,54 7,653 59,675 4,637 2,6 217,935 7,959 64,032 4,822 2,7 233,065 8,265 68,521 5,008 2,8 248,635 8,571 73,145 5,193 21 Critérios de dimensionamento (CTE HS4) AQS Tubo ROTH Multicamada PERT/AL/PERT Universal 22 Ø16 Ø20 Ø25 Ø32 Caudal (l/s) dp (mbar/m) Vel. (m/s) dp (mbar/m) Vel. (m/s) dp (mbar/m) Vel. (m/s) 0,01 0,18 0,1 0,04 0,06 0,01 0,04 0,02 0,63 0,21 0,17 0,12 0,07 0,04 1,2 0,31 0,35 0,18 0,05 2,09 0,42 0,55 0,06 3,09 0,53 0,07 4,24 0,08 dp (mbar/m) Vel. (m/s) 0,08 0,01 0,05 0,12 0,11 0,03 0,07 0,24 0,21 0,15 0,05 0,09 0,8 0,3 0,26 0,19 0,08 0,11 0,63 1,1 0,36 0,37 0,23 0,1 0,14 5,57 0,74 1,41 0,42 0,48 0,27 0,15 0,16 0,10 7,06 0,85 1,81 0,48 0,61 0,31 0,19 0,18 0,11 8,68 0,95 2,22 0,53 0,76 0,34 0,23 0,2 0,12 10,46 1,06 2,65 0,6 0,92 0,38 0,28 0,23 0,13 12,38 1,16 3,14 0,65 1,06 0,42 0,32 0,25 0,14 14,45 1,27 3,66 0,71 1,25 0,46 0,37 0,27 0,16 16,65 1,38 4,21 0,77 1,45 0,5 0,44 0,29 0,17 19 1,48 4,8 0,83 1,65 0,53 0,5 0,31 0,18 21,49 1,58 5,42 0,89 1,82 0,57 0,56 0,34 0,19 24,1 1,69 6,09 0,95 2,08 0,61 0,61 0,36 0,20 26,85 1,8 6,75 1,01 2,32 0,65 0,68 0,38 0,22 29,74 1,9 7,5 1,07 2,58 0,69 0,75 0,41 0,23 32,75 2,01 8,25 1,13 2,84 0,75 0,83 0,43 0,24 35,9 2,12 9,05 1,19 3,12 0,76 0,91 0,45 0,25 39,17 2,22 9,85 1,25 3,38 0,8 0,98 0,47 0,26 42,57 2,32 10,7 1,31 3,62 0,84 1,07 0,49 0,28 56,1 2,43 11,6 1,37 3,97 0,88 1,16 0,52 0,29 49,77 2,53 12,51 1,43 4,28 0,91 1,25 0,54 0,30 53,52 2,64 13,46 1,48 4,56 0,95 1,35 0,56 0,31 57,42 2,75 14,4 1,55 4,92 0,99 1,43 0,59 0,32 61,45 2,85 15,44 1,6 5,31 1,03 1,53 0,61 0,33 65,6 2,96 16,48 1,66 5,65 1,06 1,63 0,63 0,35 69,86 3,06 17,55 1,72 6,05 1,1 1,73 0,65 0,36 74,26 3,17 18,65 1,78 6,4 1,14 1,85 0,68 0,37 78,76 3,27 19,75 1,84 6,82 1,18 1,95 0,7 0,38 83,42 3,38 20,94 1,9 7,17 1,22 2,06 0,72 0,39 88,09 3,49 22,12 1,96 7,58 1,26 2,19 0,74 0,41 93,05 3,59 23,33 2,02 8 1,29 2,31 0,77 0,42 98,05 3,7 24,5 2,08 8,43 1,33 2,42 0,79 0,43 103,14 3,8 25,85 2,14 8,86 1,37 2,54 0,81 0,44 108,35 3,91 27,14 2,2 9,3 1,41 2,68 0,83 Funcionamento e manutenção (CTE HS4) Interrupção do funcionamento 1. Nas instalações de água para consumo humano que não se coloquem em funcionamento até 4 semanas após a sua conclusão, ou naquelas que permaneçam fora de serviço mais de 6 meses, a ligação deverá ser fechada e o circuito esvaziado. 2. Os circuitos não utilizados imediatamente após a sua instalação deverão ser fechados. Aquelas que estejam sem utilização durante 1 ano deverão ser tamponadas. Novo arranque da instalação 1. Em instalações de descalcificação, deveremos prooceder a uma regeneração por arranque manual. 2. As instalações de água potável cujo funcionamento tenha sido interrompido e que tenham sido esvaziadas temporariamente, deverão ser cuidadosamente lavadas de forma a realizar um novo arranque. Para tal, dever-se-á seguir o seguinte procedimento: a) Para o enchimento do sistema deverão abrir-se ligeiramente as válvulas de fecho da instalação, começando pela válvula principal. De seguida, purgar o ar de toda a instalação, começando pelos pontos mais altos ou distantes da mesma, de forma a evitar danos e/ou golpes de ariete. Abrir de seguida e na sua totalidade as válvulas de fecho da instalação, procedendo por fima à limpeza da mesma. b) Após a lavagem e enchimento da instalação, e já com todas as tomadas hidráulicas fechadas, comprovar-se-á a estanquicidade de instalação, mediante inspeção visual de todos os troços de tubagem acessíveis, pontos de ligação e dispositivos de consumo. Manutenção 1. As operações de manutenção relativas às instalações de canalização deverão seguir detalhadamente as prescrições contidas no Real Decreto 865/2003, relativo às normas higieno-sanitárias necessárias à prevenção e controle de legionella, para além de tudo que se menciona no Anexo 3 a este documento. 2. Os equipamentos que necessitem de operações periódicas de manutenção, tais como elementos de medição, controle e proteção, bem como válvulas, e unidades terminais que devam permanecer ocultas, deverão estar situadas em locais que permitam a sua acessibilidade. 3. É aconselhável que todos os troços de tubagem sejam instalados, tanto quanto possível, em locais que permitam a sua acessibilidade, de forma a facilitar a inspeção dos mesmos, bem como de todos os equipamentos e acessórios correspondentes. 4. Nos casos de medição de consumo mediante bateria de contadores, os troços de ligação a cada habitação/derivação em particular deverão, para efeitos de manutenção, ser considerados como fazendo parte da instalação geral, uma vez que percorrem as zonas comuns do edifício. 23 Anexo 1 Teste de Pressão e arranque de instalações Roth PushCheck® para AQS Teste de resistência mecânica e estanquicidade (Método A UNE CEN/TR 12108). Relatório de documentação. > Dados da instalação. Projeto: Proprietário ou representante: Empresa de instalação: Nome do responsável pela realização do teste: Inicio do teste: Dia: Hora: Enchimento e purga instalação? Sim Não Diâmetro da tubagem: Ø16 Ø20 Ø25 Comprimento total da tubagem (m): Inspeção visual aos acessórios PushCheck®? Sim Ø32 Não > Testes Parte 1 Pressão de teste (1,5 vezes a pressão de projeto): bar Duração do teste (30 minutos): minutos Existência de fugas?: Sim Não Parte 2 Pressão de teste (0,5 vezes a pressão de projeto): bar Duração do teste (90 minutos): minutos Pressão no final do teste: bar Existência de fugas?: Sim Não > Assinaturas Em Proprietário/representante ,a de Responsável pelo teste de Empresa distribuidora Nº de certificado Data / / (a preencher pela ROTH) GLOBAL PLASTIC, S.A. Pol. Ind. Montes de Cierzo, A-68 Km 86, 31500 Tudela (Navarra) España Tel.: 948 844 406 Fax: 948 844 405 E-mail: [email protected] www.roth-spain.com 24 Anexo 2 Teste de Pressão e arranque de instalações Roth PushCheck® para AQUECIMENTO Teste de pressão em circuitos de aquecimento (UNE-EN 14336 de acordo com as normas de referência de "RITE") > Dados da instalação. Projeto: Proprietário ou representante: Empresa de instalação: Nome do responsável pela realização do teste: Inicio do teste: Dia: Hora: Enchimento e purga da instalação? Sim Não Inspeção visual aos acessórios Roth PushCheck? Sim Não > Testes Pressão de trabalho: bar Pressão de teste (mínimo 1,3 vezes a pressão de projeto): Duração do teste (mínimo 12 minutos): minutos Temperatura: ºC Existência de fugas?: Sim bar Não Pressão no final do teste: bar > Assinaturas Em Proprietário/representante ,a de Responsável pelo teste de Empresa distribuidora Nº de certificado Data / / (a preencher pela ROTH) GLOBAL PLASTIC, S.A. Pol. Ind. Montes de Cierzo, A-68 Km 86, 31500 Tudela (Navarra) España Tel.: 948 844 406 Fax: 948 844 405 E-mail: [email protected] www.roth-spain.com 25 Anexo 3 Garantia A Roth-Global Plastic, S.A. tem contratado um seguro de responsabilidade civil que cobre a atividade industrial da empresa. Desta forma, qualquer dano a terceiros que possa ser causado pelo avaria ou mal funcionamento de qualquer produto vendido pela Roth-Global Plastic, S.A. é coberto pelo referido seguro. A remuneração máxima para danos pessoais, propriedade e suas consequências ascende a 1 milhão de euros (€) por sinistro e por ano. Há também uma apólice "Master" a nível internacional do grupo Roth, complementar à anteriormente apresentada, cobrindo 5 milhões de euros (€) por sinistro e 15 milhões de euros (€) por ano. O âmbito geográfico de cobertura das apólices apresentadas é mundial, com a exceção dos EEUU e Canadá. O âmbito temporal de cobertura da apólice é enquanto permaneça em vigor, isto é, está coberto pela apólice qualquer acidente ocorrido durante a vigência da mesma, desde que seja devidamente comprovado, pericial ou judicialmente, que o sinitro ocorrido se deveu a: - Defeitos de fabrico do produto. - Defeitos na conceção e desenho de produto. > Tabela de garantias Roth PushCheck® Sistema de canalização Garantia de 10 anos Acessórios em geral Garantia de 2 anos Componentes e produtos elétricos 6 meses de garantia Este certificado não será válido nos seguintes casos: - Violação das especificações contidas na documentação técnica fornecida pelo ROTH. - Manipulação, utilização, preservação ou manutenção inadequada dos produtos fabricados e fornecidos pela ROTH. - Danos resultantes de instalação inadequada de produtos. - Os dados fornecidos pelo cliente não sejam confirmados, estejam incorretos ou incompletos. - Os produtos e equipamentos não sejam, na sua totalidade, da ROTH. Para a emissão do certificado de garantia, é necessário preencher e enviar para a ROTH os anexos 1 e 2. 26 Notas 27 Soluções completas para a eficiência energética e uma ótima gestão da água > Energia solar térmica > Acumulação e gestão de água > Depósitos para armazenamento e > Acumulação de água quente > Depuração de águas residuais fornecimento de biomassa > Piso radiante > Depósitos para gasóleo > Depósitos para transporte e > Canalização armazenamento de substâncias perigosas e contaminantes MTPC-PT 170615 Rev. 04 GLOBAL PLASTIC, S.A. Pol. Ind. Montes de Cierzo, A-68 Km.86 31500 Tudela (Navarra) Tel.: 948 844 406 Fax: 948 844 405 E-Mail: [email protected] www.roth-portugal.com