SEBRAE - SP ANO XVI Nº 170 O ano de 2008 chegou trazendo novidades para as finanças das micro e pequenas empresas. Veja na página 3 como o fim da cobrança da CPMF e Acompanhar as novidades do mercado, obter informações sobre gestão e negócios e manter-se sempre atualizado. Leia na página 4 como a constante busca de conhecimentos pode ajudar a aprimorar a gestão de sua empresa e melhorar seus negócios. SÃO PAULO JANEIRO/FEVEREIRO 2008 a alteração nos valores das alíquotas do IOF mudarão a contabilidade financeira dos seus negócios e saiba como optar por financiamentos mais vantajosos. O primeiro semestre desse ano está repleto de feriados, muitos deles prolongados. Veja se você está preparado e aprenda a reduzir o impacto que eles causam nas vendas. Pág. 10. Fique por dentro do programa de apoio aos dekasseguis empreendedores. Pág. 11. 2 EXPEDIENTE Publicação mensal do SEBRAE-SP CONSELHO DELIBERATIVO: Presidente: Fábio de Salles Meirelles (Faesp) ACSP - Alencar Burti ANPEI - Celso Antonio Barbosa Banco Nossa Caixa S.A. - Jorge Luiz Ávila da Silva Fiesp - Paulo Antonio Skaf Fecomercio-SP - Abram Abe Szajman Fundação ParqTec - Sylvio Goulart Rosa Júnior IPT - Vahan Agopyan Secretaria de Estado de Desenvolvimento - Alberto Goldman SEBRAE - Ademir Araújo Santana Sindibancos-SP - Wilson Roberto Levorato Superintendência Estadual da Caixa - Augusto Bandeira Vargas Superintendência Estadual do BB - Valmir Pedro Rossi CONSELHO FISCAL: Valdir Bebber (BB) Wagner Mar (Fecomercio) Sylvio Alves de Barros Filho (Fiesp) Diretor-superintendente: Ricardo Luiz Tortorella Diretores operacionais: José Milton Dallari Soares Paulo Eduardo Stabile de Arruda JORNAL DE NEGÓCIOS Assessoria de Comunicação Sebrae-SP Gerente: Davi Machado Chefe de redação: Eliane Santos Subeditora: Cinthia de Paula, MTb 46.971 Repórteres: Beatriz Vieira, Cinthia de Paula, Daniela Paula Bertolino Pita, Marcelle Carvalho e Patrícia Coutinho Revisão: Daniela Paula Bertolino Pita Fotos: Arnaldo Oliveira, Vinícius Fonseca e divulgação Técnico responsável: Tatiane Tanus Quinteiro Projeto gráfico: Marcelo Costa Barros Ilustração: Ricardo Montanari Diagramação: Editora Paulista Apoio: Marcelo Costa Barros e Marcelo Audickas Fotolito eletrônico e impressão: Esdeva Indústria Gráfica Tiragem: 60 mil exemplares SEBRAE-SP Rua Vergueiro, 1.117, Paraíso. CEP 01504-001 Escritórios Regionais do Sebrae-SP Capital, Grande São Paulo e Litoral Baixada Santista: 13 3289-5818 Capital Norte: 11 6976-2988 Capital Sul: 11 5522-0500 Capital Leste: 11 6225-2177 Capital Oeste: 11 3832- 8692 Guarulhos: 11 6440-1009 Grande ABC: 11 6833-8222 / 4990-1911 Mogi das Cruzes: 11 4722-8244 Osasco: 11 3682-7100 Vale do Ribeira: 13 3821-7111 Escritórios Regionais do Sebrae-SP - Interior Araçatuba: 18 3622-4426 Centro Paulista - Araraquara / São Carlos: 16 3332-3590 / 16 3372-9503 Barretos: 17 3323-2899 Bauru: 14 3234-1499 Botucatu: 14 3815-9020 Sudeste Paulista - Campinas / Jundiaí: 19 3243-0277 / 11 4587- 3540 Franca: 16 3723-4188 Guaratinguetá: 12 3122-6777 Sudoeste Paulista - Itapeva: 15 3522-4444 Marília: 14 3422-5111 Ourinhos: 14 3326-4413 Piracicaba: 19 3434-0600 Presidente Prudente: 18 3222-6891 Ribeirão Preto: 16 3621-4050 São João da Boa Vista: 19 3622-3166 São José do Rio Preto: 17 3222-2777 São José dos Campos: 12 3922-2977 Sorocaba: 15 3224-4342 Votuporanga: 17 3421-8366 OUVIDORIA SEBRAE - SP Para reclamações, críticas, elogios e sugestões, contatar-nos pelo fone 0800 - 570 0800 ou e-mail: [email protected] JORNAL DE NEGÓCIOS: www.sebraesp.com.br Quais são os impostos que devem ser destacados na nota fiscal de uma empresa de consultoria? A o sermos novamente eleitos à Presidência do Conselho Deliberativo do Sebrae-SP, traçamos como prioridade da nossa gestão no biênio 2007/2008 a plena integração e ampliação do sistema produtivo e o contínuo combate à mortalidade dos pequenos negócios. Para tanto, trabalhamos conjuntamente, Conselho e Diretoria, na valorização do empreendedor brasileiro e no aumento da taxa de sobrevivência das micro e pequenas empresas. Optamos por trabalhar em duas frentes diferentes, mas integradas e complementares: a ampliação dos nossos produtos dirigidos ao aprimoramento da gestão empresarial das MPEs e ações de políticas públicas, em especial a disseminação dos benefícios da Lei Geral por todo o Estado, a fim de garantir que os processos de desburocratização e desoneração tributária dos pequenos empreendedores se tornassem realidade. É com imensa satisfação que, na primeira edição do ano do Jornal de Negócios, dirigimo-nos aos leitores empresários para compartilhar os resultados positivos, que nos asseguram estarmos contribuindo, progressivamente, para o crescimento sustentável dos pequenos negócios paulistas. Um único dado comprova de forma incontestável nossa assertiva: em 2007, o portal do Sebrae-SP recebeu cerca de 5 milhões de visitantes únicos que fizeram quase 10 milhões de downloads sobre questões gerenciais. Estes números são, em média, 50% superiores aos do ano anterior. Durante todo o ano, nossa instituição esteve a postos para infor- mar, esclarecer, sugerir, opinar, contribuir para a melhoria dos negócios, ao promover ações de capacitação e no âmbito das políticas públicas que resultassem na ampliação da competitividade dos empreendimentos. Os resultados desta estratégia de atuação já começam a ser sentidos no dia a dia dos pequenos negócios. Dados do Observatório das Micro e Pequenas Empresas do Sebrae-SP nos induzem a afirmar que, no ano passado, tivemos o marco inicial de um processo de recuperação sustentável dos pequenos negócios. Nossos esforços de orientar os empreendedores de forma especializada e a articulação junto aos poderes legislativo e executivo, em todos os níveis, para garantir o tratamento diferenciado às MPEs, somam-se à persistência de nossos empresários de transformar em realidade o sonho de ter o seu próprio negócio. Em 2008, continuaremos na mesma direção, propiciando meios para garantir maior desenvolvimento dos empreendedores no Estado de São Paulo. Além de capacitação e orientação em gestão empresarial, vamos focar ações na área de inovação tecnológica, hoje uma das principais formas de garantir um diferencial competitivo e melhor lugar no mercado. A nossa gestão prossegue no compromisso da realização de ações que revigorem os negócios e mantenham as MPEs como um dos alicerces da economia nacional, cujo segmento é extraordinário gerador de empregos formais. Fábio de Salles Meirelles Presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae-SP - Imposto de Renda (IR): 1,50%; - Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL): 1,00%; - Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (Cofins): 3,00%; - Programa de Integração Social (PIS): 0,65%. Quais são e como calcular os impostos relacionados às vendas? - Federais: IR, PIS, Cofins, CSLL, Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI); - Estadual: Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS); - Municipal: Imposto Sobre Serviços (ISS). Esses impostos são calculados da seguinte forma: - Lucro Presumido (para empresas comerciais e industriais): IR = 1,2%; PIS = 0,65%; Cofins = 3%; CSLL = 1,08% sobre o valor das vendas. Se a empresa estiver no regime do SuperSimples, esses impostos são recolhidos mediante uma tabela que vai de 3% a 8,6%. ICMS = de 0% a 25% sobre o valor da venda, menos o valor do crédito de ICMS sobre a compra. Se a empresa estiver no Simples Paulista, pagará 0% ou 2,15% ou 3,10% sobre o valor da venda. O que é lucro real e lucro presumido? A legislação tributária estabelece duas formas de apuração do lucro para fins de cálculo do Imposto de Renda e da Contribuição Social, sobre o lucro das atividades operacionais das empresas. São elas: - Lucro Real: os impostos são calculados com base no lucro real da empresa, apurado considerando-se todas as receitas, menos todos os custos e despesas da empresa, de acordo com o regulamento do imposto de renda. - Lucro Presumido: os impostos são calculados com base em um percentual estabelecido sobre o valor das vendas realizadas, independentemente da apuração do lucro. Dúvidas? Escreva para: www.sebraesp.com.br/faleconosco 3 Tributos MPEs que aderiram ao SuperSimples mantêm alíquota reduzida O início deste ano trouxe algumas novidades que vão impactar no dia-a-dia dos pequenos negócios. O fim da cobrança da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) e a alteração nos valores das alíquotas do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), que incide sobre operações de crédito, câmbio, seguro e operações relativas a títulos e valores mobiliários, trouxeram algumas dúvidas sobre o que muda na contabilidade financeira das micro e pequenas empresas. O Jornal de Negócios conversou com especialistas nas áreas financeira, jurídica e tributária para esclarecer os principais pontos destas mudanças para as pessoas jurídicas. Para quem tem empresa, a alíquota do IOF não teve alteração, ficando limitada a até 1,5% ao ano. Já as pessoas físicas tiveram um aumento de 100%, sendo que as alíquotas de uma operação de crédito passaram de 1,5% para até 3% ao ano. De acordo com as novas regras do governo federal (Decreto 6.339 de 3.1.2008) será cobrada uma taxa única adicional de 0,38% sobre todas operações de crédito, independente do prazo da operação, seja o mutuário pessoa física ou jurídica. Fábio Lacerda Campos, gerente da Assessoria de Acesso a Serviços Financeiros do SebraeSP, ressalta que com a cobrança do IOF haverá uma incidência única e não um efeito cascata nos financiamentos, como acontecia com a CPMF. Ele lembra ainda que ficou bem clara a importância da formalização dos negócios. “Como há diferença na cobrança entre pessoa física e jurídica, o empresário que estiver com toda a documentação regularizada vai pagar menos impostos”. O especialista explica que quando se compara a alíquota do IOF para as MPEs com a da pessoa física, a diferença fica ainda maior: 0,00137% contra 0,0082% ao dia. Os empresá- Para ler o decreto na íntegra basta acessar o site: www.presidencia.gov.br, clicando nos ícones rios inscritos no SuperSimples têm uma alíquota reduzida em relação aos demais contribuintes pessoa jurídica, 0,00137% contra 0,0041% ao dia, desde que o valor do crédito não seja superior a R$ 30 mil. Estas medidas já eram válidas no decreto anterior (nº 4494 de 3.12.2002). Planejamento É importante ressaltar que estas alterações são válidas apenas para as operações de crédito que foram feitas após o dia três de janeiro deste ano. Os financiamentos com data anterior vão funcionar com as alíquotas antigas, independente do prazo para se efetuar os pagamentos e quitar a dívida. Para o advogado tributarista e presidente do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), Gilberto Luiz do Amaral, estes novos valores do IOF são injustos com as micro e pequenas empresas, mesmo para aqueles que estão no regime especial de tributação. “A legislação deveria ter trazido uma diferenciação entre as pequenas e as grandes empresas, já que a Constituição determina isto. O crédito para as MPEs é imprescindível para sua sobrevivência”, diz. O especialista indica como saída para evitar mais perdas a elaboração de um planejamento gerencial em que a tomada de recursos é muito importante. “Quando o empresário se organiza ele faz as contas na ponta do lápis e descobre onde pode economizar, e a somatória destas economias gera diminuição de custos e aumento da rentabilidade”. Para o vice-presidente da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), Miguel de Oliveira, citado em artigo de João Albuquerque da Silva, do Sebrae-PE, as mudanças são benéficas quando comparadas com a CPMF: “em alguns casos, as empresas pagarão até menos Legislação - Decretos - 2008 - 6.339 de 3.1.2008. Mais informações ligue para 0800 - 75 0 0800. do que com a CPMF. Isso porque a antiga contribuição incidia quando o montante de crédito era retirado da conta (para pagar outra dívida, por exemplo) e quando o cliente pagava as prestações. Já o IOF é cobrado uma única vez. Em algumas cadeias produtivas havia incidência da CPMF até quatro vezes”. O consultor jurídico do Sebrae-SP, Paulo Melchor, enfatiza: “é importante que os empresários proprietários de MPEs se organizem e vejam quais as mais vantajosas formas de financiamentos. Tem que se reavaliar os cálculos e saber o real custo das operações financeiras. A melhor opção é o pagamento a vista e, se possível, evitar o cheque especial porque além das taxas serem maiores, o IOF incide sobre o valor principal mais os juros”, diz Melchor. 4 Orientação E star antenado 24 horas por dia, buscar as novidades do mercado e pesquisar os detalhes de planejamento e gestão é tão importante para a criação e sobrevivência de um empreendimento quanto o investimento em qualidade ou na capacitação da equipe. De acordo com o consultor do Sebrae-SP, Sérgio Diniz, “o conhecimento como ferramenta estratégica pode ser o diferencial de sucesso da empresa.” Com base no número de acessos ao portal do Sebrae-SP (www.sebraesp.com.br) e de downloads de material em 2007, os empresários e futuros empreendedores estão seguindo o conselho do especialista à risca. Durante todo o ano foram registrados cinco milhões de visitantes únicos, 57% a mais do que em 2006, e 9,5 milhões de arquivos baixados, um crescimento de 50% em relação ao ano passado. A maioria dos downloads foi das publicações Comece Certo e Saiba Mais, além de informações sobre cursos e palestras. Segundo Diniz, este é um ótimo começo. “Realizar pesquisas na internet, participar de cursos, palestras, associações, workshops, feiras e eventos são as formas mais comuns de ficar atualizado. Deve-se também ficar atento à publicidade e aos anúncios veiculados por empresas do mesmo setor de atividade”, ensina o consultor. A dica é unânime entre os especialistas. Gilberto Rose, também consultor do Sebrae-SP, completa: “só pode planejar quem tem conhecimento”. Para iniciar qualquer atividade é preciso, antes de tudo, conhecer profundamente o que se vai fazer e a aplicação na localidade escolhida. “Uma mesma atividade pode atuar de modos completamente diferentes em regiões distintas”, explica Rose. Segundo ele, o grande problema do início de um negócio é o fato de os empreendedores se preocuparem com a operação das atividades, deixando o conhecimento e o planejamento em segundo plano. “É preciso ter muito conhecimento, fazer muita pesquisa. Só depois se deve planejar a atividade com calma e então partir para o ‘eu sei fazer’”. O empresário Paulo Henrique Zovaro busca constante atualização Para aqueles que já estão atuando como empresários, o dia-a-dia é de convivência constante com dois grupos de fatores: tendências e oportunidades, riscos e ameaças. “É justamente para aproveitarem melhor os fatores do primeiro grupo e se prevenirem do se- gundo, se antecipando aos concorrentes, que ter conhecimento é fundamental”, disse Rose. E todo cuidado é pouco. Segundo a pesquisa do Sebrae-SP “Sobrevivência e mortalidade das empresas paulistas”, de 2005, 56% das empresas fecham antes de completar o quinto ano de atividade e entre as principais causas do fechamento estão a falta de planejamento prévio e a gestão deficiente do negócio. O empresário Paulo Henrique Zovaro, proprietário da Calhas RZ, encaixa-se nesse perfil. “Estou sempre atento às informações atualizadas sobre o mercado onde atuo. Leio revistas, participo de cursos, converso com as pessoas e observo o mercado internacional”, disse. Há 12 anos no mercado, Zovaro atribui seu sucesso à constante modernização, além da preocupação com atendimento e treinamento da equipe. Em 2004, buscando capacitação e cursos de aprimoramento da equipe, indisponíveis no mercado, Zovaro conseguiu junto ao Senai que fosse formatado treinamento específico. “O índice de retorno às instalações para correções do trabalho que fazemos caiu de mais de 50% para menos de 5%”, comemora. Atualmente, a Calhas RZ atende todo o mercado de São Paulo e redondezas. Trabalhando em um ramo tradicional, o empresário considera essencial a modernização para se manter. “A pintura e o acabamento do material, por exemplo, são mais modernos, diferentes dos que habitualmente vemos por aí”, disse. Além disso, ele afirma nunca descuidar de bom atendimento e pós-venda. 5 Entre janeiro e dezembro do ano passado, os internautas que navegaram pelo portal do Sebrae-SP (www.sebraesp.com.br) baixaram gratuitamente mais de 550 mil cópias das séries editoriais Comece Certo e Saiba Mais. Voltados tanto para empresários que estão iniciando, como para aqueles que já têm negócio próprio ou para empreendedores informais, os acessos demonstram que a busca por informações e capacitação está crescente. Conheça os detalhes das publicações mais buscadas no site, que funcionam também como excelente memória sobre o que foi orientado e como fonte de informação posterior. Desvenda os principais cuidados necessários na abertura de um negócio para empresários iniciantes. São 88 tipos de negócios, divididos por ramo de atividade – indústria, comércio e serviços. Cada exemplar apresenta a estrutura legal e tributária da atividade empresarial escolhida, demonstrando custos típicos e formatos de gestão apropriados. O desafio é preparar o empresário para os aspectos importantes da montagem e do desenvolvimento do empreendimento. Dos dez títulos com maior número de downloads, seis estavam relacionados a serviços. Voltado para os empresários que já estão no ramo, a série de 36 cartilhas apresenta as principais soluções para os problemas que ocorrem nas empresas e mostra ao público os diversos desdobramentos: conseqüências futuras, possibilidades de soluções e caminhos alternativos, com uma visão motivadora, fazendo o empresário refletir e buscar a capacitação necessária para superar suas dificuldades. Os títulos são divididos em diferentes abordagens: Finanças, Marketing, Organização Empresarial, Comércio Exterior, Jurídica, Informática e Produção. 6 UNIFORMES profissionais, jalecos, aventais, camisas, pólos, camisetas, calças, batas, blusões. Tel.: (11) 5685-5249 - EDILSON [email protected] OS 48835 ALIMENTÍCIO CONSTRUÇÃO CIVIL MONTAGENS e instalações elétricas, hidráulicas e telefônicas. Tel.: (11) 7276-7781 - JUAN RAFAEL OS 47127 DIVERSOS COLEÇÕES de selos, moedas e cédulas, compro, vendo e avalio. Tel.: (16) 9994-2023 - MARCIO [email protected] OS 49028 CONSUL TORIA CONSULT EMBALAGENS: caixas p/ presentes flexíveis e rígidas, mesclamos quantidades e estampas com um mínimo de compra. Tel.: (11) 2293-0051 www.multoffice.com.br OP 48659 GRUPO empresarial HOKEN Inter.Company, disponibiliza modalidades de franquias. Tel.: (12) 97721688 - ELIANA [email protected] OS 49315 ABERTURA, alteração, encerramento, certidões de empresa, folha de pagto. e assessoria contábil. 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A empresária Vanessa Carmona, proprietária das lojas Mulata Brasil, chegou à conclusão de não compensa abrir, depois de ponderar os prós e contras e fazer testes em feriados anteriores. “Se eu tivesse loja em shopping valeria a pena, mas no meu caso tentei e não foi lucrativo. Eu tenho que pensar em uma série de fatores: os encargos trabalhistas são altos, o movimento não compensa e preciso dar a oportunidade para que minhas funcionárias possam descansar e ficar com a família e os filhos”, disse. E para que os feriados não abalem demais o caixa no final do mês, a empresária opta por não emendar. “Por exemplo, se o feriado é na quinta-feira a loja fecha neste dia, mas reabro na sexta e no sábado normalmente”, explica Vanessa. Existe uma legislação federal (Lei 11.603 de 05/12/2007) que regulamenta o trabalho no comércio aos domingos e feriados: “...autoriza o trabalho nas atividades do comércio, observada a legislação municipal e respeitando as demais normas de proteção ao trabalho estipuladas em negociação coletiva”. A questão da compensação de horas, por sua vez, é regulamentada nas convenções dos sindicatos da categoria, que indicam se está prevista ou não a formação do banco de horas. A consultora jurídica do Sebrae-SP, Sandra Bruno Fiorentini, adverte: “se houver compensação de horário é obrigatório o controle de entrada e saída dos trabalhadores, inde- O comércio é o setor que deve receber maior atenção dos empresários na época de feriados O consultor do Sebrae-SP, Ari Antonio Rosolem, concorda com Vanessa e ensina que pendentemente do número de funcionários que a micro ou pequena empresa possua. Este controle pode ser feito por livro ou relógio de ponto, ou então, catraca eletrônica”. Outra orientação da consultora é que, mesmo com a lei estadual, cada cidade observe sua legislação municipal – que varia de acordo com cada realidade. Um ponto importante que também não pode ser esquecido é que o repouso semanal remunerado do trabalhador deve ser, pelo menos uma vez a cada três semanas, aos domingos. Em caso de dúvidas, os empresários podem procurar os sindicatos e a Delegacia Regional do Trabalho. os empresários das MPEs têm que fazer como os grandes e se organizar e planejar não só para os feriados, mas o ano todo. “O importante é traçar metas. No caso das lojas é saber o que vai comprar e em que quantidade. E, então, cada segmento decide se é interessante ou não abrir no feriado, após checar se o faturamento de vendas vai compensar os adicionais trabalhistas. O grande erro dos pequenos negócios é não se planejar e nem estabelecer objetivos”. Rosolem também alerta que é importante guardar aquilo que se ganha e adequar ao fluxo de caixa. O economista da Associação Comercial de São Paulo, Emílio Alfieri, reforça a importância do planejamento e destaca as compensações de horário. “Os feriados têm impacto apenas para os donos dos pequenos negócios porque as grandes empresas têm estrutura para fazer acordos com seus colaboradores”. Por isso, planejamento é fundamental. 11 Oportunidade C ada dekassegui brasileiro fica de cinco a sete anos no Japão, trabalha em média 18 horas por dia, e volta para casa com US$ 70 mil. Metade dos que migram vão com a meta de juntar dinheiro para montar um negócio próprio no Brasil. Muitos deles perdem o dinheiro e não conseguem manter suas empresas por falta de planejamento e de conhecimento sobre mercado, processos de produção, logística, entre outras questões de gestão empresarial. E por isso decidem retornar ao Japão para fazer nova poupança. Geralmente, um dekassegui acaba indo três vezes àquele país durante sua vida. Para escapar desta estatística, Clayton Hissashi Uemura Vaz, brasileiro, decidiu investir em capacitação antes de usar as economias guardadas nos 12 anos em que passou no Japão. O sansei voltou no fim de 2007 e, desde que chegou, freqüenta os cursos do programa Dekassegui Empreendedor. Clayton abriu uma loja de equipamentos eletrônicos em Suzano, na Região Metropolitana de São Paulo, e já emprega o irmão. Para ele, a orientação é essencial para que o dekassegui consiga investir com segurança. “O programa está sendo fundamental para a definição de metas e como gerenciar a minha em- Workshop de Plano de Negócios Curso “Empreendedorismo”: Aprender a Empreender e Saber Empreender Curso “Juntos somos fortes” – ensina a trapresa. Já estou no terceiro curso e pretendo ainda fazer o Empretec. Aqui aprendemos a planejar nosso negócio”, justifica. O programa Dekassegui Empreendedor foi criado pelo Sebrae em 2005 e consiste na capacitação de descendentes japoneses antes da viagem ao Japão, durante a estadia e no regresso ao Brasil. O objetivo é orientá-los no planejamento financeiro da viagem e como investir suas economias na hora de montar seus negócios no retorno ao País. De acordo com o coordenador do programa no Sebrae-SP, Milton Fumio, a meta é capacitar cinco mil dekasseguis no Estado de São Paulo até 2009, e diminuir o alto índice de mortalidade das pequenas empresas destes empreendedores. “Hoje, cerca de 60% dos balharem em cooperativas, unindo esforços Curso de Gestão básica Cursos do SGE – Iniciação Empresarial Palestras sobre mercados e finanças dekasseguis que montam negócios no País fecham suas portas em dois anos”, afirma Fumio. Para os que se preparam para embarcar são oferecidos cursos, palestras e worshops sobre planejamento pessoal, além de informações sobre legislação, cultura e costumes japoneses. No Japão, eles podem tirar dúvidas e participar de cursos a distância pelo site www.dekassegui.sebrae.com.br. Em São Paulo, o foco principal é a volta do dekassegui, quando ele precisa decidir como investir no seu negócio as economias poupadas durante a estada no Japão. O programa também apóia os que já retornaram ao Brasil e pretendem ou já têm seu negócio montado. Para este público, o Sebrae-SP oferece o Educação Continuada, um programa de capacitação composto por dez cursos, além de consultoria e assessoria na implantação da empresa. A idéia é aumentar o número de turmas e capacitar cada vez mais estes futuros empreendedores. Só no segundo semestre de 2007, o Sebrae-SP realizou mais de 700 consultorias e cursos para dekasseguis, além de 13.522 atendimentos com informações técnicas presenciais. Atualmente, existem oito turmas de capacitação no Estado de São Paulo, com média de 25 alunos por grupo, distribuídos pelas regiões de Ourinhos, Mogi da Cruzes, Marília e na região norte da capital. Dekasseguis de Suzano concluem curso de capacitação Aprender a Empreender Para mais informações e inscrições acesse www.dekassegui.sebrae.com.br ou ligue para 0800 - 570 0800. 12 Desburocratização A s micro e pequenas empresas estão entre os principais segmentos beneficiados com as medidas do decreto assinado no dia 23 de janeiro pelo governador José Serra, acabando com a exigência de apresentação de cópias autenticadas e firma reconhecida em transações realizadas com a administração pública. A medida faz parte do Programa Estadual de Desburocratização (PED), lançado no ano passado e que engloba uma série de ações, visando diminuir a informalidade, facilitar a vida do empreendedor e reduzir os custos dos serviços públicos. “Trata-se de uma medida para valorizar o cidadão. Ela dará credibilidade ao empreendedor, tendo como pressuposto sua honestidade e boafé e partindo do princípio de que os documentos apresentados por ele são verídicos, sob pena da nulidade dos atos no caso de ocorrer o contrário”, afirmou o governador. Esta medida integra-se à outra que estabeleceu o tratamento diferenciado aos microempreendedores individuais (MEI), trabalhadores informais O Comitê Gestor do Simples Nacional anunciou, no final de janeiro, duas resoluções: uma que trata da contabilidade simplificada para as empresas do segmento das MPEs (nº 28), e outra que retroage os efeitos da opção pelo Sistema para empresas novas (nº 29). O secretário-executivo do Comitê, Silas Santiago, diz que a nº. 28 ratifica decisões do Conselho Federal de Contabilidade, que tratam sobre a escrituração contábil simplificada para essas empresas, transferindo para o Conselho a responsabilidade para cuidar desse tema. A Resolução nº. 29 determina que, para as empresas novas com pedido de opção pelo Simples Nacional deferido, os efeitos sejam retroativos à data da abertura da empresa, constante no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ). com até R$ 36 mil de faturamento anual. As Medidas Legais em Benefício das Micro e Pequenas Empresas incluíram também a criação do portal PoupaTempo do Empreendedor, que permite a abertura imediata de uma empresa, via internet. No PoupaTempo especial, que estará em funcionamento em janeiro de 2009, também será possível fazer pesquisas (nome comercial, restrições, entre outros) e parecer de viabilidade, além de inscrição na Junta Comercial de São Paulo (Jucesp) e na Secretaria de Fazenda e obter as licenças e autorizações do Meio Ambiente, Saúde, Segurança Pública e Cultura. Para obter as licenças, as exigências serão segmentadas pelo grau de risco: baixo – dispensa de licenças e autorizações; médio – substituição da vistoria prévia por documentos firmados por profissionais especializados; e alto – processo de licenciamento completo, com vistorias prévias e demais exigências. Para mais informações acesse: www.emprego.gov.br O Diário Oficial da União (DOU) publi cou no último 22 de janeiro a IN RFB nº 810, que dispõe sobre a alíquota da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) aplicável aos fatos ocorridos a partir de maio de 2008. Fica estabelecido, dentre outros itens, que a CSLL deve ser apurada em períodos mensais ou trimestrais, e que a alteração deve gerar efeitos a partir do segundo trimestre. Não houve alteração quanto à sistemática de cálculo, mas sim majoração de alíquota para algumas atividades, como instituições financeiras e assemelhadas. As demais regras continuam as mesmas. Leia as reportagens na íntegra no site www.sebraesp.com.br - Link Notícias 7/2 Último dia para recolhimento da contribuição para o FGTS relativo à competência janeiro e para remeter ao Ministério do Trabalho a relação de admissões, transferências e demissões de empregados ocorridas no mesmo mês. 11/2 Último dia para a entrega, contra-recibo, da cópia da GPS, referente ao recolhimento de janeiro, ao sindicato representativo da categoria profissional. (Decreto nº 1.197/94, art. 11). 15/2 Último dia para recolhimento do ICMS devido pelas MPEs optantes pelo Simples Nacional, referente à diferença de carga tributária nas entradas interestaduais, conforme incisos I e II do artigo 2º do Decreto nº 52.104/07. 20/2 Último dia para recolhimento da contribuição Cofins com base no faturamento de janeiro: Código Darf: 2172 Alíquota: 3%. Último dia para recolhimento da contribuição Cofins não-cumulativa com base na Lei nº 10.833/03, referente à competência de janeiro: Código Darf: 5856 Alíquotas: 7,6%. Último dia para recolhimento da Contribuição PIS/Pasep com base no faturamento de janeiro: Código Darf: 8109 Alíquota: 0,65% Último dia para recolhimento da Contribuição PIS/Pasep não-cumulativa com base na Lei nº 10.637/02, referente à competência de janeiro. Código Darf: 6912 Alíquotas: 1,65% 25/2 Último dia para o recolhimento do DAS referente ao no mês de janeiro (Lei Complementar 123/06). 29/2 Último dia para pagamento do Imposto de Renda devido pelas empresas optantes pelo Simples Nacional incidente sobre os lucros obtidos na alienação de ativos em janeiro. A agenda de tributos completa pode ser acessada no portal www .se br aesp .com.br www.se .sebr aesp.com.br