GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA AMBINETAL ENGENHOCAS- ATRITON EVERTON LUIS MARCON JÔNATAS DE CASTRO GONÇALVES RENAN COSTA DA SILVA Sorocaba 2014 Objetivo O objetivo deste experimento é montar uma mesa em que se possa trocar as superfícies para poder medir o coeficiente de atrito de um corpo de prova qualquer com diversas superfícies. Para calcular o coeficiente de atrito estático usamos um plano inclinado, já para o coeficiente de atrito dinâmico usou-se um sistema de blocos. Introdução Quando empurramos ou puxamos um determinado objeto tentando movê-lo, percebemos que existe certa dificuldade para coloca-lo em movimento. Essa dificuldade deve-se à força de atrito, que é uma força que se opõe ao movimento de objetos que estão sob a ação de uma força. Ela age paralelamente à superfície de contato em sentido contrario a força aplicada sobre um corpo [1]. Figura 1: bloco com atrito [2] A força de atrito (equação 1) deve-se à existência de rugosidades na superfície de contato do objeto com o solo. Essas rugosidades não são observadas macroscopicamente, mas são elas que dificultam o movimento [1]. Figura 2: rugosidades [1] (1) Onde: μ: coeficiente de atrito (adimensional) e N: Força normal (N) Atrito Estático: é aquele que atua quando não há deslizamento dos corpos. A força de atrito estático máxima é igual à força mínima necessária para iniciar o movimento de um corpo. Quando um corpo não está em movimento à força de atrito deve ser maior que a força aplicada, neste caso, é usado no cálculo um coeficiente de atrito estático: µe [2]. A força de atrito estático é descrita pela equação 2. Fat = µe. N (2) Atrito Dinâmico: é aquele que tem deslizamento dos corpos. Quando a força de atrito estático for ultrapassada pela força aplicada ao corpo, este entrará em movimento, e passaremos a considerar sua força de atrito dinâmico. A força de atrito dinâmico é sempre menor que a força aplicada, no seu cálculo é utilizado o coeficiente de atrito cinético: µd [3]. A equação 3 descreve a F de atrito dinâmico. Fat = µd . N (3) Coeficiente de Atrito: é um coeficiente adimensional e expressa a oposição que mostram as superfícies de dois corpos. O valor do coeficiente de atrito é característico de cada par de materiais, e não uma propriedade intrínseca do material. Depende de muitos fatores tais como acabamento das superfícies em contato, a velocidade relativa entre as superfícies, a temperatura, etc. Existe o coeficiente de atrito estático e dinâmico dependendo se é atrito estático ou dinâmico [4]. Quando Atrito é útil: pode ocorrer entre os pés e o solo, pois se não existisse atrito não seria possível andar ou correr, entre os pneus de um carro e a estrada é necessária para por o carro em movimento e com o atrito conseguimos parar o carro [5]. Quando Atrito é prejudicial: atrito que ocorre entre as peças e o motor de um carro, que danifica essas peças, por isso usa-se lubrificantes, e pode ocorrer também entre um automóvel e o ar [5]. Plano Inclinado Figura 3: Diagrama do corpo livre Para todos os cálculos a seguir temos que considerar, na figura 3, o eixo x paralelo a hipotenusa do triângulo, e o eixo y perpendicular a hipotenusa. Decompondo a força P teremos as equações 4 e 5. Peso no eixo x: (4) Peso no eixo y: (5) Podemos escrever a equação do atrito ao longo do eixo X através da equação 7. Força de atrito: (7) Considerando a 2ª Lei de Newton, teremos as equações 8 e 9: Eixo x: (8) Eixo y: (9) Como no atrito estático não há aceleração no eixo x e y, e Substituindo esses valores nas equações 8 e 9, chega-se as equações 10 e 11: (10) . (11) Como , substituímos isso na equação 10, e aplica a equação 11, teremos a equação 12. (12) Plano Horizontal Figura 4:Diagrama do Corpo Livre ( Adaptado da Referência 7). Devemos considerar o eixo x paralelo à superfície do bloco A, na figura 4. Podemos escrever as equações que descrevem o movimento dos blocos pelas equações 13, 14 e 15. (13) (14) (15) Considerando a rotação da roldana, as forças que atuam sobre ela, causando rotação, estão descritas na Figura 5. Figura 5: roldana com as forças Torque: , onde F é a força e r o raio da polia e o ângulo é entre a força e o raio no caso da figura 5 o cosseno é 0, temos então as equações 16 e 17. (16) (17) Considerando a 2ª Lei de Newton para rotação, chegamos nas equações 18 e 19. (18) (19) A aceleração angular pode ser substituída pela aceleração linear dividida pelo raio da polia então a equação 19 fica conforme a equação 20. (20) Considerando a 2ª Lei de Newton para translação: Corpo A : eixo x: (21) Eixo y: (22) Corpo B: eixo x (23) Como o corpo a não tem aceleração em y Pa=N, então normal é igua a (ma.g). Somando a equações e deixando em função da aceleração, temos as equações 24, 25 e 26. (24) (25) (26) E a aceleração do sistema será dada pela equação 27: (27) Pela Integração da função 27, obtemos a equação 28. (28) Isolando o coeficiente de atrito, obtemos a equação 29. (29) Considerando momento de inércia da roldana dado por: onde M é a massa da polia e R o raio da polia. (30) Propagação de Erros Para propagar o erro do coeficiente de atrito estático: Não foi usado o método da derivação parcial, e foi calculado a partir do erro do ângulo obtido. Calcula a porcentagem do erro do ângulo em relação ao ângulo. Aplica-se essa porcentagem no coeficiente de atrito estático. (equação 31) Para propagar o erro do momento de inercia: (equação 32) Para propagar o erro do coeficiente de atrito dinâmico: (equação 33) Materiais e Métodos. Materiais para a mesa de atrito: Caixa de Madeira com tampa fixa por dibradiça. ( 28,5 cm X 10 cm X 38 cm ) Roldana Plástica com Parafuso. Trava metálica de janela. Fio de Nylon ou outro fio resistente. Pranchas de Madeira com película de fórmica.( 34 cm X 14 cm X 0.3 cm) Dobradiças Metálicas. Régua Puxador de guarda roupa ou gaveta. 2 Suportes para prateleira pequenos – Mãos Francesas Arruelas Porcas Parafusos de Fixação Lixas de diferentes Granulometrias (tanto para serem fixadas sobre as pranchas, quanto se trabalhar com madeira e metal). Superfícies de plástico a serem fixadas nas pranchas. Fita Dupla Face. Madeira para confeccionar o corpo de prova Parafusos com Olhal Alicate Universal. Alicate de Bico. Arco de Serra. Parafusadeira /Chaves de fenda ou phillips, depende do parafuso. Lima. Lixa. Furadeira. Métodos de Construção da mesa de atrito: Geral: O método de construção será baseado em duas etapas independentes entre si. Peça 1( Mede Coeficiente de Atrito Estático) e Peça 2 ( mede Coeficiente de Atrito Dinâmico). Deve-se remover as dobradiças originais da caixa com tampa (figura 6) com uma chave de fenda ou similar. Dessa forma de obtém duas partes: a tampa da caixa e o corpo da caixa. Figura 6: removendo dobradiças Pega-se então o arco de serra, e divide-se a tampa da caixa em duas metades, devendo está ser cortada no sentido de seu comprimento (figura 7 e 8). Caso hajam irregularidades na retilineidade do corte, deve-se lixar a metade. Figura 7: depois da serragem. Figura 8: processo de lixamento Metade que mede o Coeficiente de Atrito Estático. Se pega a respectiva tampa escolhida, e fazer as marcações para as furações cujos furos serão alojados os parafusos de fixação das pranchas com as superfícies de atrito. No caso deste projeto, será empregado 6 furos para a fixação das pranchas em cada na tampo tampa, como segue o esquema de furação da figura 9. Figura 9: marcação dos parafusos nas placas Posteriormente à furação, deve-se utilizar as dobradiças metálicas para fixação da mesma no corpo da caixa, como mostra a figura 10, fazendo os furos-guias e utilizando parafusos. Figura 10: fixação das dobradiças. Após a fixação da tampa, proceder com a instalação do puxador metálico na tampa. O puxador será instalado na extremidade oposta à das dobradiças, devendo ser feito furos com os respetivos diâmetros dos parafusos de fixação necessários (de acordo com o modelo do puxador), parafusando o mesmo à tampa com arruelas e porca (figura 11). Figura 11: fixando o suporte Figura 12: suporte já fixado Dessa forma, finaliza-se a primeira tampa que dará suporte à medição de atrito estático. Metade que mede o Coeficiente de Atrito Dinâmico. O processo já é diferente, pois está tampa permanecerá fixa. Aproveita-se que ela já está solta, e faz-se furações idênticas às da primeira tampa. Após feitas as furações, proceder o processo de fixação da tampa com cola de secagem rápida, e se possível com pregos com a cabeça cortada com alicate de corte, como mostra a figura 13. Figura 13: colando a tampa. Deve-se fazer a furação na extremidade da tampa em que será fixada a polia de plástico com parafuso. O suporte que irá sustentar essa polia , é a trava metálica de janela. Faz-se a furação para a fixação do suporte de janela no corpo da caixa. Parafusa-se o suporte no local desejado. Para rosquear a polia no parafuso, deve-se fazer um furo no suporte metálico com furadeira ( Ø broca de furação < Ø do dente externo da rosca). OBS: A altura do suporte de janela será aproximada, pois a polia esta em conjunto com um parafuso roscado, e pode-se ajusta-la com facilidade rosqueando a polia na altura desejada. E obtem-se a estrutura 14. Figura14: polia já fixada. Após fixada a polia com seu suporte, faz-se a fixação do que seriam os limitadores de percurso, que são as dobradiças metálicas. Elas devem ser fixadas na extremidade onde se encontra a polia, utilizando parafusos, porca e arruelas, conforme mostra a figura 15. Figura 15: dobradiças metálicas já fixadas Com isso finaliza-se essa etapa da Mesa de Atrito. Confecção dos corpos de Prova. Nesse experimento serão utilizados 2 corpos de prova cúbicos com 4,5 cm de aresta. Neles serão fixados parafusos com olhais, como mostra a figura 16. Figura 16: desenho do corpo de prova 2 Serra-se então a madeira para o corpo de prova com as respectivas medidas. Faz um furo-guia no centro de uma das faces, e rosqueia-se um olhal com parafuso ao corpo de prova (figuras 17 e 18). Figura 17: serragem do corpo de prova Figura 18: corpo de prova 2. Neste projeto é ainda é possível que ambos os corpos de prova de unam à partir de um parafuso sem cabeça instalado entre ambos, para que haja um aumento de massa do corpo de prova a ser testado( basta cortar a cabeça do parafuso com um arco-de-serra, além de fazer os furos-guias para o parafuso em ambos os corpos) . As figuras 19 mostram o resultado dessa ideia. Figura 19: Corpos de prova. Já o cesto com pesos que puxaram os corpos de prova na parte da mesa de atrito dinâmico, é um cesto vendido em lojas de artesanato. Basta comprar, e fazer furos nas laterais para que o mesmo seja pendurado em um fio tracionado pelo próprio peso do cesto (figura 20). Pode-se ainda utilizar uma presilha de plástico pequena unindo os furos. Isso facilita a colocada e a retirada de peso do cesto. Como fio podem ser utilizado fios de naylon ou qualquer outro material que tenha resistência à tração pra o experimento. Figura 20: corpo de peso Confecção das Pranchas de Atrito Neste projeto serão utilizadas 5 pranchas de madeira (figura 21). Elas devem ter a mesma largura de uma das tampas, e o comprimento ligeiramente inferior ao comprimento da mesa. No caso, as pranchas podem ser obtidas facilmente em marcenarias ou oficinas que produzam móveis de madeira. Faz-se as furações com distâncias entre furos semelhantes às utilizadas nas tampas. Escolhe-se superfícies de atrito a serem estudadas. No caso deste projeto foram 3 tipos: Plástico de embalagem fino, lixa para acabamento em madeira e fórmica de madeira, atritando com a madeira dos corpos de prova. Figura 21: placas para o experimento Para se fixar as superfícies às serem estudadas nas respectivas pranchas, usa-se fita dupla – face. Para a fixação das pranchas de atrito, são usados parafusos, porcas e arruelas conforme mostra a figura 22. Figura 22: placas fixas na mesa de atrito. Como utilizar a mesa de atrito? Materiais Régua ± 0,05 cm Transferidor ± 0,05° Corpos de prova 1 e 2,blocos. (figura 19) Um corpo de prova para puxar os blocos 1 e 2 (figura 20) Fio para montar um sistema de blocos Balança analítica Peso para ser adicionado no corpo de prova. ( à sua escolha) Métodos para o teste da mesa de atrito Utilizando balança analítica pesar cinco vezes os corpos de prova 1 e 2, o corpo de prova para puxar os blocos e este mesmo corpo de prova com peso dentro. Calcular a media e desvio padrão das medidas. No método do plano inclinado, descrito na introdução, medir o ângulo com um transferidor e assim calcular o coeficiente de atrito estático do corpo de prova 1 com as placas de formica, plástico e lixa de água e de madeira com os blocos 1+2. Medir cinco vezes o ângulo para cada placa, calcular a media e desvio padrão e calcular o coeficiente de atrito estático utilizando a equação 12 e calcular o erro utilizando a equação 31. Medir utilizando a balança analítica cinco vezes a massa da polia e com uma régua medir cinco vezes o raio da polia. Calcular a media e desvio padrão. Com a massa e raio da polia, calcular o centro de massa considerando a polia um cilindro maciço pois o raio interno é muito pequeno e pode ser desconsiderado, utilizando a equação 30 e propagar o erro utilizando a equação 32. No método do plano horizontal, descrito na introdução, medir cinco vezes a distancia X que será solta os blocos e com um cronometro medir dez vezes o tempo de o corpo de prova utilizando percorre a distancia X, calcular a media e desvio padrão. Com a distancia X e o tempo t já medidos, calcular o coeficiente de atrito dinâmico das combinações de blocos, bloco dois para placa de formica e placa de plástico e bloco 1+2 pra placa de lixa, utilizando a equação 29. Propagar o erro do coeficiente de atrito dinâmico utilizando a equação 33. Resultados Mediação das massas utilizando balança: Tabela1: Massa dos corpos de prova utilizados no plano inclinado e plano horizontal. (Massa bloco 1 ± 0,01) g (Massa bloco 2 ± 0,01) g (Massa bloco1+bloco2 ± 0,01) g 62,53 62,52 62,53 62,53 62,52 (62,526±0,005) g 68,79 68,78 68,77 68,78 68,77 (68,778±0,008) g 131,30 131,30 131,30 131,30 131,30 (131,30±0,01)g (Massa do corpo peso ± 0,01)g 35,95 35,95 35,95 35,95 35,94 (35,948±0,004) g (Massa do corpo peso com massa adicionada ± 0,01) 169,32 169,33 169,32 169,32 169,32 (169,322±0,004 )g Medição do atrito estático no plano inclinado utilizando transferidor: Teste 1: bloco 1 na placa de fórmica. Teste 2: bloco 1+2 na placa de lixa d’água. Teste 3: bloco 1+2 na placa de lixa de madeira Teste 4: bloco 1 na placa de plástico Tabela 2: Ângulo em que o bloco começa a deslizar no plano inclinado (Θ teste1 ± 0,05)° (Θ teste 2 ± 0,05)° (Θ teste 3 ± 0,05)° (Θ teste 4 ± 0,05)° 21,00 48,00 68,00 25,00 20,00 50,00 68,00 22,00 22,00 50,00 68,00 23,00 24,00 49,00 69,00 22,00 19,00 52,00 68,00 21.00 (21,2 ± 1,9)° (49,8 ± 1,5)° (68,2 ± 0,4)° (22,6 ± 1,5)° Utilizando os dados da tabela 2 e a equação 12 calcular o coeficiente de atrito para os 4 testes diferentes e propagar o erro utilizando a equação 30. Tabela 3: coeficientes de atrito estático para os diferentes testes. 0,38 ± 0,03 1,18 ± 0,03 2,50 ± 0,01 0,42 ± 0,03 Medir cinco vezes a massa e o raio da polia utilizando balança analítica e régua, calcular media e desvio padrão. Com esses dados calcular o centro de massa e seu erro utilizando as equações 30 e 32. Tabela 4: massa e raio da polia (Massa da polia ± 0,01) g 5,37 5,37 5,36 5,35 5,34 (5,3 ± 0,01) g (Raio da polia ± 0,05) cm 1,50 1,50 1,50 1,40 1,50 (1,48 ± 0,04) cm Medida X (distância em que o bloco é solto até a polia) utilizando régua: Tabela 5 : Distância X no plano inclinado. (X±0,05)cm 30,00 29,90 30,10 30,00 29,90 (29,98 ± 0,08) cm Mediada do tempo (t) que o bloco levou para percorrer a distância X. Teste 1: foi usado bloco 2 na placa de fórmica com o corpo peso Teste 2: foi usado bloco 2 na placa de plástico com o corpo peso Teste 3: foi usada o bloco 1+ bloco 2 na placa com lixa de madeira com o corpo peso com massa adicionada; Tabela 6: Tempo que os blocos levaram para percorrer a distancia X. Teste 1 Teste 2 Teste 3 segundos segundos segundos 0,996 1,215 0,757 0,884 1,420 0,583 0,934 1,299 0,624 9,626 1,302 0,622 1,128 1,057 0,567 0,743 0,986 0,804 0,745 1,055 0,621 0,736 1,242 0,625 0,685 1,127 0,558 0,682 1,177 0,628 (0,8 ± 0,2)s (1,2 ± 0,1)s (0,64 ± 0,08)s Calcular o coeficiente de atrito dinâmico das combinações de blocos, bloco dois para placa de formica (teste1) e placa de plástico (teste2) e bloco 1+2 pra placa de lixa de madeira (teste3) , utilizando a equação 29. Propagar o erro do coeficiente de atrito dinâmico utilizando a equação 33. Tabela 7: coeficientes de atrito dinâmico para os diferentes teste. Teste 1 Teste 2 Teste3 0,16 ± 0,08 0,073 ± 0,001 0,36 ± 0,09 Discussão Após a execução do projeto concluímos que é extremamente complicado aplicar conceitos teóricos da física na prática. Também houve um aprendizado ao respeito de montagem, pois para adaptar a construção da mesa sem elevar o custo houve problemas para substituir e encontrar os materiais necessários. A respeito do teste da mesa de atrito os coeficientes de atrito dos materias estudados não foram encontrados na literatura para comparação. Mas por teoria sabemos que o coeficiente de atrito estático tem que ser maior que o dinâmico, e isso foi observado nos resultados. Porém os resultados obtidos podem apresentar alguns erros devido a erros de leitura tanto no transferidor quanto na tomada de tempo por ser um valor muito baixo e o tempo de reação da pessoa que faz essa medida não ser igualmente rápido, pode ter ocasionado erro o fato do fio utilizado no sistema de blocos não estar todo tracionado. Portanto os resultados foram esperados foram obtidos, com exceção do coeficiente de atrito estático em o bloco e o plástico é maior que o coeficiente do bloco com a fórmica, o que aparentemente parece que o bloco deslizaria mais facilmente no plástico do que na fórmica mas com os testes o que se prova e exatamente o contrário. No coeficiente de atrito dinâmico ele é maior no bloco com a fórmica do que no bloco com o plástico. Referências Bibliográficas 1- Brasil Escola. Força de Atrito. Disponível em: http://www.brasil.com/Fisica/forçaatrito.htm Acesso em 05/05/2014. 2– Google Imgens. Disponível em: www.trabalhandocomfisica.wikispaces.com/t+07+tiago+f.+-+Elivelton. Acesso em? 11/06/14. 3- Só Física. Força de Atrito. Disponível em: http://www.sofisica.com.br/conteudos/mecanica/dinamica/fa.php Acesso em 05/05/2014. 4- Wikipédia a enciclopédia livre. Coeficiente de atrito. Disponível em: http://pt.wikipedia.org/wiki/coeficiente_de_atrito. Acesso em 05/05/2104. 5- Aulas de Física e Química. Força de atrito. Disponível em: http://www.aulas-fisicaquimica.com/9f-13.html. Acesso em 05/05/2014. 6 – Wikipedia a enciclopédia livre. pt.wikipedia.org/wiki/plano_inclinado. Acessado em: 11/06/14. Disponível em: