PODER JUDICIÁRIO DE SANTA CATARINA GABINETE DA PRESIDÊNCIA AUDITORIA INTERNA MANUAL DA AUDITORIA INTERNA Coordenador Ivan Bertoldi Auditores Blévio Nunes Djalma João da Silva Jorge Duarte Maciel Jozelito Neves Cunha Luis Michels Maristela Borges Maria Madalena Steinbach Paulo Henrique Horn de Andrade Pedro Luís Linsmeyer Silas Eli Escarrone Pereira Simone Meurer Sônia Maria Laus de Oliveira Zenaide Teresinha Irber Colaboradoras Márcia Terezinha Baldissera Daiane Martins Duarte Mariano Florianópolis, Janeiro/2013 Rua Álvaro Millen da Silveira, n. 208 – Centro – Florianópolis – SC – 88020-901 (48) 3221-1427 – Fax 3221-1340 e-mail [email protected] 2 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SANTA CATARINA GABINETE DA PRESIDÊNCIA AUDITORIA INTERNA “Se planejarmos para um ano, Devemos plantar cereais. Se planejarmos para uma década, Devemos plantar árvores. Se plantarmos para a vida, Devemos treinar e educar o homem.” Kwantsu, séc. III a.C. Rua Álvaro Millen da Silveira, nº 208 – Centro – Florianópolis – SC – 88020-901 Unidade Presidente Coutinho - ACCR (48) 3287-2885 – Fax 3287-2898 e-mail [email protected] 3 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SANTA CATARINA GABINETE DA PRESIDÊNCIA AUDITORIA INTERNA ÍNDICE APRESENTAÇÃO 1 CONCEITUAÇÕES ............................................................................................................. 8 1.1 Auditoria Interna ..................................................................................................... 8 1.2 Controle Interno ................................................................................................................. 8 2 ESTRUTURA E ORGANIZAÇÃO DA AUDITORIA INTERNA ......................... 10 2.1 Estrutura Organizacional.................................................................... .................. 10 2.2 Composição..........................................................................................................1 1 2.3 Competência ........................................................................................................ 11 2.4 Atribuições dos Cargos ........................................................................................ 12 2.4.1Coordenador de Auditoria Interna ..................................................................... 13 2.4.2Auditor Interno............................................................. ...........................................13 2.4.3Servidores Auxiliares................................................................................................... 14 2.5 Áreas de Atuação........................................................................... ..................... 15 2.6 Relacionamento: Auditoria Interna e Auditoria Externa .................................... 15 3 TIPOS DE AUDITORIA ...................................................................................... 16 3.1 Auditoria Ordinária .............................................................................................. 16 3.1.1Fluxo de Trabalho da Auditoria Ordinária .......................................................... 17 3.1.2Fluxo de Trabalho da Auditoria Judicial ............................................................ 18 3.1.3Fluxo de Trabalho da Auditoria Extrajudicial ..................................................... 19 3.2 Auditoria Especial ................................................................................................ 20 4 FERRAMENTAS DE TRABALHO DE AUDITORIA ................................................ 21 4.1 Plano Anual de Atividades ................................................................................... 21 4.2 Planejamento dos Trabalhos de Auditoria ......................................................... 21 4.3 Programa de Auditoria ....................................................................................... 21 4.4 Técnicas de Auditoria ........................................................................................ 22 4.5 Relatório de Auditoria ........................................................................................ 23 4.6 Parecer de Auditoria ........................................................................................... 24 Rua Álvaro Millen da Silveira, nº 208 – Centro – Florianópolis – SC – 88020-901 Unidade Presidente Coutinho - ACCR (48) 3287-2885 – Fax 3287-2898 e-mail [email protected] 4 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SANTA CATARINA GABINETE DA PRESIDÊNCIA AUDITORIA INTERNA 4.7 Despachos .......................................................................................................... 25 4.8 Relatório de Atividades ....................................................................................... 25 4.9 Papéis de Trabalho ............................................................................................. 26 5 PROCEDIMENTOS DOS TRABALHOS DE AUDITORIA ..................................... 27 5.1 Da Coordenadoria ............................................................................................... 27 5.2 Do Auditor Interno ........................................................................................................... 27 6 DISPOSIÇÕES GERAIS ................................................................................................ 31 7 ANEXOS ......................................................................................................................... 32 7.1 Anexo I – Resolução nº 06/95-GP ............................................................................... 33 7.2 Anexo II – Resolução nº 19/03-TJ ............................................................................... 34 7.3 Anexo III – Modelo de Programa de Auditoria ........................................................... 38 7.4 Anexo IV – Modelo de Relatório de Auditoria ............................................................. 40 7.5 Anexo V – Modelo de Parecer com Ressalva............................................................. 41 7.6 Anexo VI – Modelo de Parecer sem Ressalva ........................................................... 42 7.7 Anexo VII – Modelo de Análise de Nomeação ........................................................... 43 7.8 Anexo VIII – Modelo de Análise de Bolsa de Estudo ............................................... 45 7.9 Anexo IX – Modelo de Análise de Aposentadoria ..................................................... 46 7.10 Anexo X – Modelo de Análise de Bolsa de Trabalho ............................................. 48 7.11 Anexo XI – Modelo de Análise de Exoneração ....................................................... 49 7.12 Anexo XII – Modelo de Análise de Admissão Juiz de Paz ...................................50 7.13 Anexo XIII – Modelo de Análise de Aquisição Direta – Saúde .............................. 51 7.14 Anexo XIV – Modelo de Análise de Material de Consumo - Saúde ....................52 7.15 Anexo XV – Modelo de Análise de Material Permanente – Saúde .....................53 7.16 Anexo XVI – Modelo de Análise de Licitação - Pregão ......................................... 54 7.17 Anexo XVII – Modelo de Análise de Licitação - Leilão .......................................... 55 7.18 Anexo XVIII – Modelo de Análise de Licitação - Concorrência ............................ 56 7.19 Anexo XIX – Modelo de Análise de Licitação – Tomada de Preço ..................... 57 7.20 Anexo XX – Modelo de Análise de Licitação - Convite ......................................... 59 7.21 Anexo XXI – Modelo de Análise de Licitação – Dispensa ou Inexigibilidade .... 60 Rua Álvaro Millen da Silveira, nº 208 – Centro – Florianópolis – SC – 88020-901 Unidade Presidente Coutinho - ACCR (48) 3287-2885 – Fax 3287-2898 e-mail [email protected] 5 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SANTA CATARINA GABINETE DA PRESIDÊNCIA AUDITORIA INTERNA 7.22 Anexo XXII – Modelo de Análise de Licitação – Locação de Imóvel .................. 61 7.23 Anexo XXIII – Modelo de Análise de Contratos em Geral .................................... 62 7.24 Anexo XXIV – Modelo de Análise de Contratos Específicos ................................ 64 7.25 Anexo XXV – Modelo de Análise de Convênios para construção das Casas da Cidadania ............................................................................................................................... 65 7.26 Anexo XXVI – Modelo de Análise da Auditoria Judicial por Comarca ................66 7.27 Anexo XXVII – Modelo de Análise de Processo Judicial por Vara ...................... 67 7.28 Anexo XXVIII – Modelo de Diagnóstico Preliminar da Contadoria ...................... 68 7.29 Anexo XXIX – Modelo de Análise da Auditoria Extrajudicial - FRJ ..................... 69 7.30 Anexo XXX – Modelo de Análise de Adiantamentos ............................................. 70 7.31 Anexo XXXI – Modelo de Análise de Balancetes Mensais – TJ e FRJ .............. 71 7.32 Anexo XXXII – Modelo de Análise de Balanço Geral – TJ e FRJ ....................... 73 7.33 Anexo XXXIII – Modelo de Análise de Liquidação e Pagamento de Despesa .. 75 7.34 Anexo XXXIV – Modelo de Análise de Pagamentos – Aquisição Direta ............ 76 7.35 Anexo XXXV – Modelo de Análise de Liberação do Pagamento da Última Parcela, referente a Obra ou Serviço de Engenharia ..................................................... 77 7.36 Anexo XXXVI – Modelo de Análise de Termos Aditivos de Obras ...................... 78 Rua Álvaro Millen da Silveira, nº 208 – Centro – Florianópolis – SC – 88020-901 Unidade Presidente Coutinho - ACCR (48) 3287-2885 – Fax 3287-2898 e-mail [email protected] 6 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SANTA CATARINA GABINETE DA PRESIDÊNCIA AUDITORIA INTERNA APRESENTAÇÃO Os agentes que desempenham função pública praticam atos que devem ser controlados de modo a verificar se foram cumpridos com o objetivo de forma impessoal, sem privilégios e sem desvio de finalidade, já que a falta de competência e a irregularidade na edição de atos podem acarretar a anulabilidade ou nulidade, uma vez que afrontam os princípios constitucionais da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência, que regem a Administração Pública. Com a finalidade de estabelecer procedimentos e dar conhecimento aos órgãos do Poder Judiciário, e em complemento à Resolução nº 19/03–TJ, publicada no Diário da Justiça nº 11.301, de 20/10/2003, fica instituído o presente manual, o qual contém informações básicas e essenciais para o entendimento, o funcionamento, o acompanhamento e o controle interno que visam evitar falhas nos processos e procedimentos, objetivando não apenas detectar e mensurar possíveis problemas, mas oferecer alternativas de soluções para atender aos princípios constitucionais da Administração Pública. É atribuição dos controladores públicos a verificação de possíveis desvios de finalidade contrários ao interesse público; nesse caso, deve ser proposta a sua retificação ou a sua anulação, quando for executado procedimento eivado de vício. Dessa forma, tanto o agente público competente para a edição de um ato como o agente controlador devem respeitar as regras para que os atos e procedimentos cumpram os fins a que se destinam. O principal objetivo deste manual é apresentar e definir as normas e procedimentos, para disciplinar os fluxos, as áreas de atuação e as responsabilidades do auditor interno, assim como a estruturação da Auditoria Interna do Poder Judiciário, servindo como um orientador na execução dos trabalhos, Rua Álvaro Millen da Silveira, nº 208 – Centro – Florianópolis – SC – 88020-901 Unidade Presidente Coutinho - ACCR (48) 3287-2885 – Fax 3287-2898 e-mail [email protected] 7 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SANTA CATARINA GABINETE DA PRESIDÊNCIA AUDITORIA INTERNA definindo conceitos e diretrizes para o estabelecimento do planejamento, do exame, da avaliação, da conclusão e do oferecimento de medidas saneadoras. É política da Auditoria Interna manter este manual atualizado, de acordo com a legislação em vigente. Rua Álvaro Millen da Silveira, nº 208 – Centro – Florianópolis – SC – 88020-901 Unidade Presidente Coutinho - ACCR (48) 3287-2885 – Fax 3287-2898 e-mail [email protected] 8 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SANTA CATARINA GABINETE DA PRESIDÊNCIA AUDITORIA INTERNA 1 CONCEITUAÇÕES 1.1 Auditoria Interna Auditoria Interna é definida como uma atividade independente dentro da instituição. Consiste em um procedimento técnico que visa ao exame, à avaliação e a adequação dos métodos contábeis, financeiros, controles internos e outras operações administrativas, por meio de processos e resultados, mediante a confrontação entre situações existentes com um determinado critério técnico, operacional ou normativo, que contribui para a consecução das metas estabelecidas pelo Poder Judiciário, fortalecendo a gestão e a racionalização das ações e dos controles da instituição. A Resolução nº 06/95-GP, de 21/11/1995 que cria a Auditoria Interna do Poder Judiciário de Santa Catarina, compõe o Anexo I deste Manual. 1.2 Controle Interno A conceituação mais conhecida e respeitada sobre controle interno é a fornecida pela AICPA (American Institute of Certified Public Accountants), que define Controle Interno como: O Controle Interno compreende o plano de organização e todos os métodos e medidas, adotadas numa empresa para proteger seu ativo, verificar a exatidão e a fidelidade de seus dados contábeis, incrementar a eficiência operacional e promover a obediência às diretrizes administrativas estabelecidas (AICPA, 1999). Num conceito mais simples, podemos definir que o controle interno é um conjunto de procedimentos instituídos pela administração e/ou exigidos por disposição legal, que deverão ser obrigatoriamente observados na consecução de determinada atividade. declarações de Compreende recebimentos, as autorizações, homologações, análises, informações, Rua Álvaro Millen da Silveira, nº 208 – Centro – Florianópolis – SC – 88020-901 Unidade Presidente Coutinho - ACCR (48) 3287-2885 – Fax 3287-2898 e-mail [email protected] revisões, justificativas, 9 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SANTA CATARINA GABINETE DA PRESIDÊNCIA AUDITORIA INTERNA aprovações, dentre outras, que são indispensáveis para a tramitação e/ou conclusão do processo ou atividade. A Resolução nº 19/03–TJ , 15/10/2003 que institui o Sistema de Controle Interno do Poder Judiciário de Santa Catarina, compõe o Anexo II deste Manual. Rua Álvaro Millen da Silveira, nº 208 – Centro – Florianópolis – SC – 88020-901 Unidade Presidente Coutinho - ACCR (48) 3287-2885 – Fax 3287-2898 e-mail [email protected] 10 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SANTA CATARINA GABINETE DA PRESIDÊNCIA AUDITORIA INTERNA 2 ESTRUTURA E ORGANIZAÇÃO DA AUDITORIA INTERNA 2.1 Estrutura Organizacional A Auditoria Interna, conforme organograma abaixo e definição do artigo 6º da Resolução nº 19/03–TJ, está subordinada ao Gabinete da Presidência do Tribunal de Justiça. Rua Álvaro Millen da Silveira, nº 208 – Centro – Florianópolis – SC – 88020-901 Unidade Presidente Coutinho - ACCR (48) 3287-2885 – Fax 3287-2898 e-mail [email protected] 11 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SANTA CATARINA GABINETE DA PRESIDÊNCIA AUDITORIA INTERNA 2.2 Composição A Auditoria Interna do Poder Judiciário, para atender às atribuições e efetivar os controles e objetivos definidos pelo Gabinete da Presidência, é composta de: a) um coordenador que detenha amplos conhecimentos dos serviços de auditoria, que será nomeado pelo Presidente do Tribunal de Justiça, com a função de planejar, organizar, comandar, controlar e coordenar as atividades de auditoria interna; b) auditores, com formação em nível superior, preferencialmente em Administração, Ciências Contábeis, Direito, Economia, Engenharia e Informática, em número suficiente ao atendimento dos serviços; e c) servidores auxiliares para o atendimento das atividades de apoio. 2.3 Competência Conforme disposto no artigo 74 da Constituição Federal, no artigo 62 da Constituição Estadual e na Resolução nº 19/03–TJ, compete à Auditoria Interna: a) avaliar o sistema de controle interno das unidades administrativas do Poder Judiciário; b) exercer, no âmbito do Poder Judiciário, a verificação dos sistemas contábil, financeiro, de execução orçamentária, patrimonial, operacional, de recursos humanos, e prestar orientações aos órgãos de execução relacionadas ao controle interno; c) promover a normatização, o acompanhamento, a sistematização e a padronização dos procedimentos de auditoria; d) realizar auditorias, emitir relatórios e pareceres sobre as unidades administrativas, com conclusões e recomendações; Rua Álvaro Millen da Silveira, nº 208 – Centro – Florianópolis – SC – 88020-901 Unidade Presidente Coutinho - ACCR (48) 3287-2885 – Fax 3287-2898 e-mail [email protected] 12 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SANTA CATARINA GABINETE DA PRESIDÊNCIA AUDITORIA INTERNA e) acompanhar a implementação das recomendações aprovadas pela Presidência e as providências adotadas; f) promover a apuração dos atos e fatos irregulares ou ilegais, formalmente apontados, praticados pelas unidades administrativas do Poder Judiciário; g) solicitar, quando necessário, parecer técnico a profissional comprovadamente habilitado acerca de questões que exijam conhecimento específico; h) observar a legislação vigente federal, estadual específica e normas correlatas; i) apoiar o controle externo, exercido pelo Tribunal de Contas, no âmbito do Poder Judiciário; j) elaborar o plano anual de atividades ao final de cada exercício, que deverá ser apresentado até o final da segunda quinzena do mês de dezembro do ano em curso, para os trabalhos que serão realizados no ano seguinte; k) submeter à consideração da Presidência propostas de atualização deste manual, levando-se em consideração a conveniência e a disposição legal; e l) elaborar e executar os programas de auditoria, contidos no plano anual de atividades, e os extraordinários indicados pela Presidência. 2.4 Atribuições dos Cargos Apresentam-se a seguir as atribuições dos cargos e funções que compõem a área de atuação e o funcionamento da Auditoria Interna. Rua Álvaro Millen da Silveira, nº 208 – Centro – Florianópolis – SC – 88020-901 Unidade Presidente Coutinho - ACCR (48) 3287-2885 – Fax 3287-2898 e-mail [email protected] 13 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SANTA CATARINA GABINETE DA PRESIDÊNCIA AUDITORIA INTERNA 2.4.1 Coordenador de Auditoria Interna Atribuições: a) elaborar o plano anual de auditoria; b) instruir e dirigir os membros da equipe na execução dos trabalhos e no cumprimento do plano de auditoria; c) promover a participação dos membros da equipe na elaboração do plano de trabalho; d) administrar, no que couber, a adequação dos sistemas internos ao sistema e-Sfinge; e) centralizar, avaliar e encaminhar as informações on line do sistema e-Sfinge; f) validar e aprovar os relatórios encaminhados pelo Sistema eSfinge; g) encaminhar, bimestralmente, o relatório de controle interno ao Tribunal de Contas do Estado; h) apresentar, sistematicamente, relatório das atividades à Presidência do Tribunal de Justiça; i) promover reuniões de integração com outros órgãos; e j) contribuir para a profissionalização, o aperfeiçoamento e a integração dos membros da equipe. 2.4.2 Auditor Interno Atribuições: a) exercer no âmbito do Poder Judiciário a verificação dos sistemas contábil, financeiro, de execução orçamentária, patrimonial, operacional, de recursos humanos, e prestar orientações aos órgãos de execução relacionadas ao controle interno; Rua Álvaro Millen da Silveira, nº 208 – Centro – Florianópolis – SC – 88020-901 Unidade Presidente Coutinho - ACCR (48) 3287-2885 – Fax 3287-2898 e-mail [email protected] 14 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SANTA CATARINA GABINETE DA PRESIDÊNCIA AUDITORIA INTERNA b) elaborar com eficiência o planejamento dos trabalhos de auditoria; c) emitir relatórios e pareceres sobre auditorias realizadas; d) elaborar e/ou aperfeiçoar os papéis de trabalho necessários ao desempenho das auditorias; e) manter-se atualizado com a legislação pertinente a sua área de atuação; e f) executar outras atividades correlatas de mesma natureza e grau de complexidade. 2.4.3 Servidores Auxiliares Atribuições: a) receber e encaminhar documentos a órgãos internos e externos; b) efetuar a movimentação e o controle de prazos dos processos e/ou documentos e encaminhá-los; c) providenciar fotocópias; d) enviar fax e atender telefones; e) arquivar documentos; f) executar serviços externos; e g) executar outras atividades correlatas. Rua Álvaro Millen da Silveira, nº 208 – Centro – Florianópolis – SC – 88020-901 Unidade Presidente Coutinho - ACCR (48) 3287-2885 – Fax 3287-2898 e-mail [email protected] 15 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SANTA CATARINA GABINETE DA PRESIDÊNCIA AUDITORIA INTERNA 2.5 Áreas de Atuação A divisão dos trabalhos de auditoria encontra-se demonstrada no organograma abaixo: COORDENADORIA DE AUDITORIA INTERNA 8. Controle Externo 1. Auditoria de Recursos Humanos 2. Auditoria de Licitações, Contratos e Gestão de Bens 3.Auditoria Judicial 4.Auditoria Extrajudicial 5. Auditoria Contábil e Financeira 6. Auditoria de Sistemas e Bens de Informática 7. Auditoria de Obras 9. Controle Organizacional - Aprimoramento de controles das Unidades Administrativas 2.6 Relacionamento: Auditoria Interna e Auditoria Externa Em consonância com os dispositivos constitucionais previstos nos artigos 74 da Constituição Federal e 62 da Constituição Estadual, fica a Auditoria Interna responsável pela integração do controle interno com o externo, este exercido pelo Tribunal de Contas do Estado, de forma a adotar normas e procedimentos padronizados para a efetivação dos controles. Dessa forma, a Auditoria Interna, além de realizar exames, proferir pareceres e elaborar relatórios, deve servir de instrumento de cooperação e auxílio no trabalho executado pelo Tribunal de Contas e, sempre que possível, deverá atender às solicitações, servindo como facilitador na realização dos trabalhos do auditor externo. Rua Álvaro Millen da Silveira, nº 208 – Centro – Florianópolis – SC – 88020-901 Unidade Presidente Coutinho - ACCR (48) 3287-2885 – Fax 3287-2898 e-mail [email protected] 16 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SANTA CATARINA GABINETE DA PRESIDÊNCIA AUDITORIA INTERNA 3 TIPOS DE AUDITORIA 3.1 Auditoria Ordinária Inicia-se de ofício e obedece à programação estabelecida no planejamento da Auditoria. Divide-se em: auditoria de recursos humanos, licitações, contratos e gestão de bens, judicial, extrajudicial, contábil e financeira, sistemas e bens de informática, e de obras. Rua Álvaro Millen da Silveira, nº 208 – Centro – Florianópolis – SC – 88020-901 Unidade Presidente Coutinho - ACCR (48) 3287-2885 – Fax 3287-2898 e-mail [email protected] 17 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SANTA CATARINA GABINETE DA PRESIDÊNCIA AUDITORIA INTERNA 3.1.1 Fluxo de Trabalho da Auditoria Ordinária IN ÍC IO A u d ito ria c o m u n ic a à D ire ç ã o G e ra l A d m in istra tiv a a á re a a se r a u d ita d a D ire ç ã o -G e ra l c o m u n ic a à á re a q u e se rá a u d ita d a A u d ito ria a u d ita A u d ito ria p ro c u ra o a u d ita d o p a ra e sc la re c e r a s d ú v id a s A u d ito ria e la b o ra re la tó rio p re lim in a r S D ú v id a s? N A u d ito ria e la b o ra re la tó rio d e fin itiv o S E x iste m irre g u la rid a d e s? N E n c a m in h a a D ire ç ã o G e ra l p a ra c iê n c ia e d a r c o n h e c im e n to a o a u d ita d o E n c a m in h a à D ire ç ã o G e ra l p a ra p ro v id ê n c ia s c o m p ra z o A u d ita d o re c e b e re la tó rio c o m a (s) in fo r m a ç ã o (õ e s) O a u d ita d o to m a c iê n c ia e e n c a m in h a à D G A D G A e n c a m in h a a A u d ito ria A u d ita d o p re sta e sc la re c im e n to s p a ra a D ire ç ã o -g e ra l D G A e n c a m in h a p a ra a A u d ito ria N E sc la re c im e n to s sa tisfe ito s? A u d ito ria a rq u iv a o p ro c e sso S Rua Álvaro Millen da Silveira, nº 208 – Centro – Florianópolis – SC – 88020-901 Unidade Presidente Coutinho - ACCR (48) 3287-2885 – Fax 3287-2898 e-mail [email protected] F IM 18 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SANTA CATARINA GABINETE DA PRESIDÊNCIA AUDITORIA INTERNA 3.1.2 Fluxo de Trabalho da Auditoria Judicial IN ÍC IO A u d ito ria d e fin e v a ra s q u e d e v e m s e r a u d ita d a s s É e m c o n ju n to com a G E C O F? D e fin e p ro c e d im e n to s d a GECOF N A u d ito re s a p re s e n ta m -s e à D ire ç ã o d o F o ro e a o J u iz d a U n id a d e /V a ra q u e s e rá a u d ita d a P R E S I D Ê N C IA /C O M A G IS E n v ia o fíc io à D ire ç ã o d o F o ro e a o J u iz d a U n id a d e /V a ra A u d ito re s a v a lia m a m b ie n te e d e fin e m a m o s tra g e m d e p ro cesso s A u d ito re s a n o ta m e m a rq u iv o p r ó p r io o n º d o s p r o c e s s o s e o s d o c u m e n to s a u d ita d o s N R e la tó rio é ap ro v ad o ? A u d ito re s e la b o ra m R e la tó rio P re lim in a r S u b m e te o R e la tó rio P re lim in a r à a p re c ia ç ã o d a P re s id ê n c ia S E x is te m irre g u la rid a d e s ? S N A u d ito ria e la b o ra R e la tó rio D e fin itiv o e P ro to c o la S u b m e te o R e la tó rio D e fin itiv o a a p re c ia ç ã o d a P re s id ê n c ia A u d ito ria e la b o ra R e la tó rio D e fin itiv o e P ro to c o la P re s id ê n c ia o fic ia D ire ç ã o e /o u U n id a d e p a ra p re s ta r e s c la re c im e n to s c o m p ra z o P re s id ê n c ia a p ro v a e o fic ia C G J p a ra c iê n c ia e c o n h e c im e n to d o re s u lta d o d o R e la tó rio S u b m e te o R e la tó rio c o m à a p re c ia ç ã o d a P re s id ê n c ia A u d ita d o p re s ta e s c la re c im e n to s s o b re a s p ro v id ê n c ia s a d o ta d a s A u d ito ria a n a lis a e s c la re c im e n to s e e la b o ra p arecer P re s id ê n c ia o fic ia D ire ç ã o d o F o ro e J u iz d a U n id a d e /V a ra p a ra c iê n c ia e c o n h e c im e n to d o re s u lta d o N Irre g u la rid a d e s fo ra m sa n a d a s? S P re s id ê n c ia e n c a m in h a o R e la tó rio p a ra A u d ito ria A u d ito ria e fe tu a o a rq u iv a m e n to d o R e la tó rio F IM Rua Álvaro Millen da Silveira, nº 208 – Centro – Florianópolis – SC – 88020-901 Unidade Presidente Coutinho - ACCR (48) 3287-2885 – Fax 3287-2898 e-mail [email protected] 19 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SANTA CATARINA GABINETE DA PRESIDÊNCIA AUDITORIA INTERNA Rua Álvaro Millen da Silveira, nº 208 – Centro – Florianópolis – SC – 88020-901 Unidade Presidente Coutinho - ACCR (48) 3287-2885 – Fax 3287-2898 e-mail [email protected] 20 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SANTA CATARINA GABINETE DA PRESIDÊNCIA AUDITORIA INTERNA FLUXOGRAMA DE AUDITORIA EXTRAJUDICIAL INÍCIO Auditoria define Cartórios que serão auditados Presidência do FRJ emite ofício apresentando Auditores aos titulares dos Cartórios Auditor apresenta-se ao Titular Do Cartório que será auditado Auditores elaboram Relatório e protocola Existem Irregularidades? S Auditoria submete o Relatório à DGA N Auditor avalia os atos e anota as ocorrências verificadas N Auditoria Submete o Relatório à DGA DGA despacha e submete à Presidência do FRJ Presidência do FRJ oficia Cartorário para esclarecimentos com prazo de 30 dias DGA Despacha e submete à Presidência do FRJ Auditoria analisa esclarecimentos e elabora parecer Cartorário presta esclarecimentos sobre as providências adotadas Presidência do FRJ oficia Cartorário para conhecimento do Relatório Auditoria emite parecer de reanálise dos esclarecimentos Presidência do FRJ envia Relatório à CGJ para conhecimento do Relatório S Irregularidades foram sanadas? N S Presidência do FRJ concede mais 15 dias de prazo para prestar esclarecimentos Cumpriu o Prazo e esclareceu? CGJ anota e encaminha o Relatório para Auditoria N DGA despacha e submete à Presidência do FRJ FRJ efetua a IDA Auditoria submete o Relatório à DGA para Inscrição Dívida Ativa - IDA Auditoria efetua o arquivamento do Relatório FRJ envia Relatório à CGJ para conhecimento da IDA FIM Auditoria encaminha à Assessoria do FRJ para acompanhar cobrança IDA CGJ encaminha o Relatório à Auditoria Assessoria Consulta Processo na Pagou Dívida? S FRJ Junta comprovante PGE N Rua Álvaro Millen da Silveira, nº 208 – Centro – Florianópolis – SC – 88020-901 Unidade Presidente Coutinho - ACCR (48) 3287-2885 – Fax 3287-2898 e-mail [email protected] 21 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SANTA CATARINA GABINETE DA PRESIDÊNCIA AUDITORIA INTERNA 3.4 Auditoria Especial Rua Álvaro Millen da Silveira, nº 208 – Centro – Florianópolis – SC – 88020-901 Unidade Presidente Coutinho - ACCR (48) 3287-2885 – Fax 3287-2898 e-mail [email protected] 22 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SANTA CATARINA GABINETE DA PRESIDÊNCIA AUDITORIA INTERNA É realizada para atender solicitação ou determinação da Presidência, com relação a fatos ou situações consideradas relevantes, de natureza incomum ou extraordinária. Rua Álvaro Millen da Silveira, nº 208 – Centro – Florianópolis – SC – 88020-901 Unidade Presidente Coutinho - ACCR (48) 3287-2885 – Fax 3287-2898 e-mail [email protected] 23 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SANTA CATARINA GABINETE DA PRESIDÊNCIA AUDITORIA INTERNA 4 FERRAMENTAS DE TRABALHO DE AUDITORIA 4.1 Plano Anual de Atividades Ao final de cada exercício, a Auditoria Interna deverá elaborar o Plano Anual de Atividades, que será apresentado até o final da segunda quinzena do mês de dezembro do ano em curso, para os trabalhos que serão realizados no ano seguinte. Neste plano devem constar os órgãos ou setores que serão auditados, a finalidade, o tipo de auditoria, o período estimado, a quantidade de auditores e as demais informações que se fizerem necessárias. O plano anual de atividades poderá sofrer alterações, por conveniência administrativa, previamente discutidas com a Coordenação de Auditoria. O modelo do plano anual de atividades compõe o Anexo I deste manual. 4.2 Planejamento dos Trabalhos de Auditoria O planejamento, em auditoria, é um plano detalhado destinado a orientar com adequação o trabalho do auditor interno. Para o desenvolvimento de suas atividades, a unidade de auditoria deve planejar os trabalhos previstos a fim de garantir seus resultados. 4.3 Programa de Auditoria Consiste num plano de ação detalhado, destinado a orientar o trabalho específico do auditor interno, permitindo-lhe complementá-lo quando circunstâncias imprevistas assim o recomendarem. Rua Álvaro Millen da Silveira, nº 208 – Centro – Florianópolis – SC – 88020-901 Unidade Presidente Coutinho - ACCR (48) 3287-2885 – Fax 3287-2898 e-mail [email protected] 24 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SANTA CATARINA GABINETE DA PRESIDÊNCIA AUDITORIA INTERNA O programa de auditoria deve contemplar todas as informações disponíveis e necessárias ao desenvolvimento de cada trabalho a ser realizado, com o objetivo de determinar-lhe a extensão e profundidade, considerando a legislação específica, o resultado de auditorias anteriores e as normas do órgão ou setor que receberá a auditagem. Os programas de trabalho serão elaborados de modo padronizado conforme Anexo III deste manual. 4.4. Técnicas de Auditoria As técnicas de auditoria a serem observadas pelos auditores internos constituem-se num conjunto de procedimentos adotados no desenvolvimento dos trabalhos de auditoria, que, além de exames de relatórios e registros auxiliares, entrevistas e observações pormenorizadas das atividades, incluem: a) Exames Físicos – consiste na verificação, in loco, e permite ao auditor interno formar opinião quanto à veracidade da situação a ser examinada; b) Confirmações Formais – é a técnica utilizada na obtenção de declaração formal e independente de profissionais não ligados ao órgão ou entidade, seja por interesses comerciais, afetivos ou outros fatos ligados às operações deste; c) Exame da Documentação Original – trata-se de procedimento utilizado para comprovar as operações realizadas dentro das normas legais; d) Conferência de Somas e Cálculos – é utilizada nas operações realizadas pelas unidades administrativas que envolvam valores, quantidades ou números; e) Exame de Lançamentos Contábeis – é o procedimento usado para constatação das informações contábeis e fiscais; o que possibilita uma análise com levantamentos específicos, composições de saldos, conciliações e outras que afetem as demonstrações contábeis; Rua Álvaro Millen da Silveira, nº 208 – Centro – Florianópolis – SC – 88020-901 Unidade Presidente Coutinho - ACCR (48) 3287-2885 – Fax 3287-2898 e-mail [email protected] 25 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SANTA CATARINA GABINETE DA PRESIDÊNCIA AUDITORIA INTERNA f) Amostragem – é o processo pelo qual se obtêm informações sobre o todo, e seleciona-se apenas uma parte dele; e g) Controle de Legalidade – confronta os atos praticados com a legislação vigente. 4.5 Relatório de Auditoria É o documento emitido pelo auditor interno, com o resultado dos trabalhos e exames efetuados, que contém introdução, objetivo, resultado de exames específicos, avaliação de gestão, recomendações e suas implementações. Ao término de cada auditagem, será apresentado um relatório específico, que conterá o resultado e, caso haja, as respectivas recomendações. Esse relatório será submetido à Presidência ou à autoridade a quem recair a competência de ordenador de despesas do Poder Judiciário, e deverá ser encaminhado, de maneira sigilosa, quando o caso assim o exigir. Antes do envio, à Presidência, o relatório final será reavaliado, juntamente com o responsável pela unidade administrativa auditada, a fim de sanar possíveis dúvidas. O relatório de auditoria, bem como a exatidão das informações ali contidas, será de inteira responsabilidade do auditor que a realizou. Quando verificado que não houve observância à legislação vigente ou comprovada qualquer outra irregularidade, o relatório de auditoria concluirá pela recomendação quanto a procedimentos a serem adotados. O relatório deverá ser redigido de maneira clara e objetiva; deverá ser impresso em uma via e encaminhado à Presidência ou à autoridade a quem recair a competência de ordenador de despesas do Poder Judiciário para ciência, análise e posterior envio às unidades administrativas auditadas, para as providências cabíveis. Rua Álvaro Millen da Silveira, nº 208 – Centro – Florianópolis – SC – 88020-901 Unidade Presidente Coutinho - ACCR (48) 3287-2885 – Fax 3287-2898 e-mail [email protected] 26 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SANTA CATARINA GABINETE DA PRESIDÊNCIA AUDITORIA INTERNA Após o recebimento do relatório pelo responsável da unidade administrativa auditada, será concedido o prazo de trinta dias, prorrogável por igual período, mediante solicitação formal do responsável. Os relatórios de auditoria devem ser numerados e obedecer à seguinte disposição: Introdução – Análise/Constatações – Recomendação e Considerações Finais. Os relatórios de auditoria serão elaborados de modo padronizado, conforme Anexo IV deste Manual. 4.6 Parecer de Auditoria Trata-se das conclusões do auditor interno a respeito de matérias, atos ou fatos que lhe sejam submetidos para exame. O parecer deverá ser numerado e conter indicação precisa e clara da natureza do exame e do grau de responsabilidade assumido pelo auditor interno. No âmbito do serviço público, a opinião do auditor será expressa mediante parecer quando se tratar de processo administrativo ou quando houver consulta oficialmente formulada pelas unidades administrativas. Tipos de Parecer: a) Parecer sem ressalva – será emitido quando o auditor interno verificar que no processo analisado não foi detectado nenhum tipo de irregularidade, isto é, quando em sua opinião, a gestão dos recursos públicos foi realizada de acordo com os princípios da Administração Pública. b) Parecer com ressalvas – será emitido quando o auditor interno detectar irregularidade ou impropriedade, sejam falhas ou omissões, tanto de natureza formal, no cumprimento das normas e diretrizes governamentais, quanto de natureza principiológica da Administração Pública. c) Parecer de irregularidade – será emitido quando o auditor interno detectar que houve irregularidade. Rua Álvaro Millen da Silveira, nº 208 – Centro – Florianópolis – SC – 88020-901 Unidade Presidente Coutinho - ACCR (48) 3287-2885 – Fax 3287-2898 e-mail [email protected] 27 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SANTA CATARINA GABINETE DA PRESIDÊNCIA AUDITORIA INTERNA d) Parecer com abstenção de opinião – será emitido quando os documentos analisados não forem suficientes para sustentar a opinião do auditor. Nesse caso, a unidade administrativa auditada deverá prestar esclarecimentos complementando a documentação apresentada anteriormente ou encaminhar novas informações, caso solicitadas, à Auditoria Interna. O modelo de parecer de auditoria com ressalva e sem ressalva é elaborado de modo padronizado, conforme Anexos V e VI deste Manual. 4.7 Despacho O despacho expressa decisão ou ordem que, com base em parecer, informa o processo administrativo sujeito a apreciação. O despacho de processo em auditoria é utilizado para encaminhamento, limitando-se a ordenar o expediente e a manifestação dos responsáveis em expediente diversos. O despacho pode ser elaborado de forma manuscrita. Para evitar o desnecessário aumento do número de papéis, os despachos devem ser efetuados no próprio documento ou, no caso de falta de espaço, em folha de continuação. Esse procedimento permite formar uma espécie de processo simplificado, que assegura maior transparência à tomada de decisões e permite que se historie o andamento da matéria tratada nos documentos. 4.8 Relatório de Atividades Trata-se de um documento que contém, dentre outros assuntos, o relato das atividades desenvolvidas; compreende a quantidade de auditorias realizadas durante o ano ou por períodos prédeterminados pelo Órgão Central, a eficácia dos resultados obtidos, as pendências com as respectivas justificativas, as solicitações ou recomendações necessárias ao aperfeiçoamento das operações, Rua Álvaro Millen da Silveira, nº 208 – Centro – Florianópolis – SC – 88020-901 Unidade Presidente Coutinho - ACCR (48) 3287-2885 – Fax 3287-2898 e-mail [email protected] 28 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SANTA CATARINA GABINETE DA PRESIDÊNCIA AUDITORIA INTERNA com propostas de medidas preventivas e saneadoras ao correto desempenho das atividades. 4.9 Papéis de Trabalho Os papéis de trabalho têm como finalidade facilitar a verificação de informações por parte do auditor interno. Por papéis de trabalho entende-se o conjunto de formulários e documentos que contém informações e apontamentos coligidos pelo auditor, no decurso do exame, as provas por ele realizadas e, em muitos casos, a descrição dessas provas, que constituem o testemunho do trabalho executado e o fundamento de sua opinião[...] (Resolução CFC nº 321). Os papéis de trabalho produzidos pela Auditoria Interna devem ser elaborados levando-se em consideração a abrangência, objetividade, limpeza e lógica; devem ser arquivados no setor por um período de até dois anos, observada a tabela de temporalidade. Os papéis de trabalho contêm informações que servirão para consultas em etapas posteriores ao trabalho de campo. Desta forma, devem ser identificados e arquivados de modo ordenado. Os modelos de papéis de trabalho de auditoria são elaborados de modo padronizado, conforme Anexo VII deste Manual. Rua Álvaro Millen da Silveira, nº 208 – Centro – Florianópolis – SC – 88020-901 Unidade Presidente Coutinho - ACCR (48) 3287-2885 – Fax 3287-2898 e-mail [email protected] 29 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SANTA CATARINA GABINETE DA PRESIDÊNCIA AUDITORIA INTERNA 5 PROCEDIMENTOS DOS TRABALHOS DE AUDITORIA O trabalho de auditoria deve ser adequadamente planejado, de forma a prever a extensão e os procedimentos necessários para sua execução. 5.1 Da Coordenadoria: a) o trabalho de auditoria deverá ser supervisionado pela Coordenadoria de Auditoria; b) a Coordenadoria de Auditoria deverá instruir e dirigir a equipe de auditores, no que tange ao cumprimento dos programas de auditoria. Deve, ainda, propor o desenvolvimento dos conhecimentos e a capacitação técnica dos auditores; c) a Coordenadoria de Auditoria deverá promover a participação da equipe na elaboração dos programas de trabalho, visando à compreensão dos objetivos, procedimentos e técnicas a serem aplicados nas auditorias; d) o coordenador de auditoria deve evitar restringir a liberdade e a flexibilidade necessárias ao cumprimento das atividades, de tal forma que os auditores internos possam alcançar seu próprio desenvolvimento profissional; e) cabe à Coordenadoria de Auditoria prestar informações oficialmente solicitadas. 5.2 Do Auditor Interno: a) ao auditor interno é vedado divulgar qualquer informação ou fato de que tenha conhecimento em razão da função que exerce; b) o auditor interno deverá efetuar adequado exame com vistas à avaliação da capacidade e efetividade dos sistemas de controles internos, contábil, administrativo e operacional, das unidades e das instituições auditadas; Rua Álvaro Millen da Silveira, nº 208 – Centro – Florianópolis – SC – 88020-901 Unidade Presidente Coutinho - ACCR (48) 3287-2885 – Fax 3287-2898 e-mail [email protected] 30 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SANTA CATARINA GABINETE DA PRESIDÊNCIA AUDITORIA INTERNA c) o auditor interno deverá aplicar, no que couber, os testes ou provas adequados às circunstâncias, a fim de obter evidências que fundamentem, de forma objetiva, suas conclusões; d) o auditor interno não poderá auditar, posteriormente, trabalhos administrativos operacionais que tiveram sua participação; e) o auditor interno, na aplicação dos procedimentos de auditoria, deve compreender que a detecção de impropriedade ou irregularidade não o isenta de encontrar evidenciação posterior, imprópria ou irregular, no período submetido a exame, e isso não significa que o trabalho efetuado por ele tenha sido inadequado, desde que possa demonstrar que o executou de acordo com o estabelecido pelas normas de auditoria; f) o auditor interno deverá, no exercício de sua atividade, manter a independência necessária que lhe assegure imparcialidade nas fases de planejamento, execução e emissão de relatórios e pareceres, bem como nos demais aspectos relacionados com sua atividade profissional; g) o auditor interno observará os princípios de ética, normas técnicas e os padrões de auditoria na sua conduta profissional; h) no desempenho de suas funções, agirá de forma independente e, em nenhuma circunstância, sob nenhum pretexto, conveniência própria ou de terceiros, condicionará seus atos, suas atitudes, suas decisões ou seus pronunciamentos a preceitos outros que não os postulados pela sua atividade profissional; i) o auditor interno deve abster-se de intervir nos casos em que haja conflito de interesses que possa influenciar a imparcialidade na emissão de sua opinião; j) o auditor interno não poderá, direta ou indiretamente, receber remuneração ou recompensas de qualquer natureza, exceto as decorrentes do exercício de sua função pública, oficialmente concedidas; Rua Álvaro Millen da Silveira, nº 208 – Centro – Florianópolis – SC – 88020-901 Unidade Presidente Coutinho - ACCR (48) 3287-2885 – Fax 3287-2898 e-mail [email protected] 31 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SANTA CATARINA GABINETE DA PRESIDÊNCIA AUDITORIA INTERNA k) o auditor interno, no exercício de suas funções, apoiar-se-á em evidências que permitam o convencimento sobre a veracidade dos fatos, documentos ou situações examinadas, de modo a emitir opinião com bases consistentes; l) o auditor interno, na elaboração do relatório e emissão de sua opinião, deverá agir com precaução e zelo, acatando as normas de ética profissional, o bom senso em seus atos e recomendações, o devido cumprimento das normas e procedimentos gerais de auditoria; m) o auditor interno deverá ser cauteloso, com vistas a estabelecer uma adequada extensão dos seus exames, bem como aplicar metodologia apropriada à natureza e à complexidade de cada verificação; n) o auditor interno tem o dever de zelar pelos interesses públicos, respeitando as normas que regem os servidores, e não deve valer-se da função pública em benefício próprio ou de terceiros. Obriga-se, ainda, a guardar confidencialidade das informações de que tiver conhecimento, de modo que não poderá revelá-las a terceiros, sem prévia autorização; o) o auditor interno deverá manter-se atualizado sobre assuntos inerentes a sua atividade, de forma a ampliar seus conhecimentos e a sua capacidade técnica para o desempenho de suas funções; p) o auditor interno deve ter consciência de que é a unidade administrativa que está sendo auditada, e não o seu responsável; q) o auditor interno deve possuir conduta profissional irrepreensível, portar-se com discrição, dar especial atenção ao seu modo de trajar, por seus hábitos e à sua conduta pessoal, e evitar conversas desnecessárias; r) o auditor interno, na execução das suas funções, deve usar de diplomacia, de modo que possíveis Irregularidades ou negligências observadas deverão ser comentadas somente com o responsável de cada unidade administrativa e com a coordenação da auditoria; Rua Álvaro Millen da Silveira, nº 208 – Centro – Florianópolis – SC – 88020-901 Unidade Presidente Coutinho - ACCR (48) 3287-2885 – Fax 3287-2898 e-mail [email protected] 32 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SANTA CATARINA GABINETE DA PRESIDÊNCIA AUDITORIA INTERNA s) o auditor interno, na execução do seu trabalho, deve conservar os papéis utilizados que não estejam sob imediato e constante manuseio em local identificável e acessível aos demais membros da equipe de auditoria. Rua Álvaro Millen da Silveira, nº 208 – Centro – Florianópolis – SC – 88020-901 Unidade Presidente Coutinho - ACCR (48) 3287-2885 – Fax 3287-2898 e-mail [email protected] 33 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SANTA CATARINA GABINETE DA PRESIDÊNCIA AUDITORIA INTERNA 6 DISPOSIÇÕES GERAIS A Auditoria Interna objetiva conscientizar os integrantes das unidades administrativas da importância das atividades de controle exercidas, com a finalidade de auxiliar e assessorar a Presidência do Tribunal de Justiça nas questões dos dispêndios efetuados, bem como na aplicação das normas e procedimentos legais, apontando, se for o caso, as restrições e sugerindo correções, alterações e dos procedimentos necessários ao fiel cumprimento dos princípios constitucionais que regem a Administração Pública. Nesse sentido, o auditor interno deverá ter livre acesso às dependências das unidades administrativas que estiverem sob auditagem, assim como aos processos, documentos, valores e livros que sejam indispensáveis à execução de seu trabalho. As solicitações efetuadas pelos auditores deverão ser atendidas com a máxima prioridade. Os auditores internos devem apresentar-se nos locais onde forem realizar os trabalhos, mediante autorização prévia, devidamente identificados por meio de crachá oficial. Os auditores internos, demais representantes e membros das unidades administrativas devem observar os aspectos legais, as normas e os procedimentos definidos neste Manual de Auditoria Interna. Rua Álvaro Millen da Silveira, nº 208 – Centro – Florianópolis – SC – 88020-901 Unidade Presidente Coutinho - ACCR (48) 3287-2885 – Fax 3287-2898 e-mail [email protected] 34 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SANTA CATARINA GABINETE DA PRESIDÊNCIA AUDITORIA INTERNA 7 ANEXOS Rua Álvaro Millen da Silveira, nº 208 – Centro – Florianópolis – SC – 88020-901 Unidade Presidente Coutinho - ACCR (48) 3287-2885 – Fax 3287-2898 e-mail [email protected] 35 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SANTA CATARINA GABINETE DA PRESIDÊNCIA AUDITORIA INTERNA 7.1 ANEXO I RESOLUÇÃO Nº 06/95–GP Cria a Auditoria Interna do Poder Judiciário. O Desembargador Tycho Brahe Fernandes Neto, Presidente do Tribunal de Justiça de SC, no uso de suas atribuições, R E S O L V E: Art. 1º Fica criada a Auditoria Interna do Poder Judiciário. Art. 2º São atribuições da Auditoria Interna: realizar auditorias nos sistemas contábil, financeiro e patrimonial e demais atividades administrativas; exercer o controle interno previsto nos artigos 74, da Constituição Federal e 62 da Constituição Estadual; exercer o controle das informações para o sistema ACP (Auditoria de Contas Públicas); realizar auditorias especiais e/ou extraordinárias; emitir pareceres e relatórios. Art. 3º A Auditoria Interna será exercida pelos funcionários ocupantes dos cargos de Auditor Contábil, dos quais um responderá, por ato da Presidência, pela Coordenação. Art. 4º A Auditoria Interna fica vinculada ao Gabinete da Presidência do Tribunal de Justiça. Art. 5º Esta Resolução entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário. Florianópolis, 21 de novembro de1995. Presidente Rua Álvaro Millen da Silveira, nº 208 – Centro – Florianópolis – SC – 88020-901 Unidade Presidente Coutinho - ACCR (48) 3287-2885 – Fax 3287-2898 e-mail [email protected] 36 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SANTA CATARINA GABINETE DA PRESIDÊNCIA AUDITORIA INTERNA 7.2 ANEXO II RESOLUÇÃO Nº 19/03–TJ Institui o Sistema de Controle Interno do Poder Judiciário. O Tribunal de Justiça do Estado de Santa Catarina, no uso das atribuições privativas que lhe confere o artigo 83, inciso III, da Constituição Estadual, e considerando: que, nos termos dos artigos 74 da Constituição Federal e 62 da Constituição Estadual, os Poderes Legislativo, Executivo e Judiciário manterão, de forma integrada, sistema de controle interno; que, segundo o artigo 119 da Lei Complementar nº 202, de 28 de dezembro de 2000, alterado pela Lei Complementar n. 246, de 9 de junho de 2003, o Sistema de Controle Interno dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário do Estado deve ser organizado até o final do exercício de 2003, RESOLVE: Art. 1º Fica instituído, como serviço auxiliar do Poder Judiciário do Estado de Santa Catarina, o Sistema de Controle Interno, nos termos desta Resolução. Art. 2º O Sistema de Controle Interno destina-se à fiscalização das atividades exercidas nas unidades administrativas da Justiça de primeiro e segundo graus, com o objetivo de assegurar a legalidade, legitimidade, economicidade, eficiência, eficácia, publicidade e transparência da gestão administrativa. Art. 3º O Sistema de Controle Interno fica assim estruturado: I - Órgão Central; II - Núcleo Técnico; III - Unidades Administrativas. Art. 4º O Órgão Central, representado pelo Presidente do Tribunal de Justiça, tem como função a Direção do Sistema de Controle Interno. Art. 5º Compete ao Órgão Central: I - expedir normas disciplinadoras das atividades de controle; II - decidir sobre as questões encaminhadas pelo Núcleo Técnico; Rua Álvaro Millen da Silveira, nº 208 – Centro – Florianópolis – SC – 88020-901 Unidade Presidente Coutinho - ACCR (48) 3287-2885 – Fax 3287-2898 e-mail [email protected] 37 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SANTA CATARINA GABINETE DA PRESIDÊNCIA AUDITORIA INTERNA III - revogar, anular, sustar ou determinar a suspensão de atos administrativos que contrariem as normas constitucionais e legais atinentes à administração pública; IV - aplicar penalidades disciplinares, nos termos da legislação vigente, pela prática de irregularidade ou ilegalidade na execução das atividades administrativas controladas. Parágrafo único. É facultado ao Presidente do Tribunal de Justiça delegar competência ao Ordenador de Despesas secundário para a prática de atos previstos neste artigo. Art. 6º O Núcleo Técnico, unidade vinculada diretamente ao Presidente do Tribunal de Justiça, é formado pela Auditoria Interna, cabendo-lhe: I - supervisionar a gestão orçamentária, financeira e patrimonial do Poder Judiciário; II - promover a integração operacional do Sistema de Controle Interno; III - uniformizar a interpretação dos atos normativos e os procedimentos relativos às atividades do Sistema de Controle Interno; IV - integrar o Sistema de Controle Interno do Poder Judiciário com outros sistemas da Administração Pública Estadual; V - avaliar: a) os controles internos implantados no Poder Judiciário; b) os relatórios de Gestão Fiscal; c) o cumprimento do Plano Plurianual, da Lei de Diretrizes Orçamentárias e da Lei Orçamentária Anual; VI - fiscalizar: a) as receitas do Fundo de Reaparelhamento da Justiça e do Sistema Financeiro de “Conta Única de Depósitos sob aviso à Disposição da Justiça”; b) a aplicação e guarda dos recursos públicos; c) a execução de programas e projetos; VII - acompanhar: a) as metas bimestrais de arrecadação; b) os limites de gastos com pessoal; c) as ocorrências funcionais; d) as disponibilidades de caixa; f) as execuções orçamentárias; g) as limitações de empenho; f) a execução de contratos; i) os gastos com serviços de terceiros; j) as receitas da alienação de ativos. Rua Álvaro Millen da Silveira, nº 208 – Centro – Florianópolis – SC – 88020-901 Unidade Presidente Coutinho - ACCR (48) 3287-2885 – Fax 3287-2898 e-mail [email protected] 38 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SANTA CATARINA GABINETE DA PRESIDÊNCIA AUDITORIA INTERNA VIII - certificar os dados contábeis a serem divulgados nos relatórios de Gestão Fiscal; IX - analisar as prestações de contas mensais e anuais; XI - assessorar o Presidente do Tribunal de Justiça no cumprimento de normas e procedimentos; XII - auxiliar o Controle Externo no exercício de sua missão institucional; XIII - exercer outras atividades inerentes à sua finalidade. Parágrafo único. A autoridade notificada pelo Tribunal de Contas do Estado remeterá a diligência ao Núcleo Técnico, e este, à unidade competente, que se manifestará em até 5 (cinco) dias úteis anteriores ao prazo fixado por aquele órgão. Art. 7º As unidades administrativas sujeitar-se-ão à orientação e adequação técnicas de controle, coordenadas pelo Núcleo Técnico. Parágrafo único. O estudo, as alterações e a implementação de rotinas que visem ao aperfeiçoamento dos serviços terão a participação obrigatória da Assessoria de Planejamento e das Diretorias envolvidas. Art. 8º As atividades desenvolvidas pelo Núcleo Técnico serão exercidas por auditores internos ocupantes de cargo de provimento efetivo do Poder Judiciário e que tenham formação superior. Parágrafo único. Será designado dentre os auditores internos um coordenador, cabendo-lhe: I - elaborar o plano anual de auditoria; II - instruir e dirigir os membros da equipe na execução dos trabalhos e no cumprimento do plano de auditoria; III - promover a participação dos membros da equipe na elaboração do plano de trabalho; IV - contribuir para a profissionalização e o aperfeiçoamento dos membros da equipe. Art. 9º As unidades administrativas compõem-se dos setores que disciplinam e executam os serviços administrativos da justiça de primeiro e segundo graus. Art. 10. Compete às unidades administrativas: I - exercer o controle, por meio dos diversos níveis hierárquicos, visando o cumprimento dos programas, objetivos e metas estabelecidos no Plano Plurianual e na Lei Orçamentária e a observância das normas que orientam suas atividades específicas; Rua Álvaro Millen da Silveira, nº 208 – Centro – Florianópolis – SC – 88020-901 Unidade Presidente Coutinho - ACCR (48) 3287-2885 – Fax 3287-2898 e-mail [email protected] 39 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SANTA CATARINA GABINETE DA PRESIDÊNCIA AUDITORIA INTERNA II - manter o registro das operações e adotar manuais e fluxogramas das rotinas e procedimentos de suas atividades; III - propor a expansão e aprimoramento do processamento eletrônico de informações, com a finalidade de agilizar as operações, organizar a base de dados e agregar valores necessários à decisão gerencial. Art. 11. Os Auditores Internos poderão participar de comissões criadas no âmbito do Poder Judiciário, na qualidade de colaboradores. Art. 12. O Núcleo Técnico terá acesso às informações, documentos e outros elementos inerentes ao exercício de suas atribuições. Art. 13. O Núcleo Técnico será auxiliado pelas unidades administrativas nos assuntos que exijam conhecimento especializado. Art. 14. Esta Resolução entrará em vigor na data de sua publicação; Art. 15. Ficam revogadas as disposições em contrário. Florianópolis, 15 de outubro de 2003. Amaral e Silva Presidente Rua Álvaro Millen da Silveira, nº 208 – Centro – Florianópolis – SC – 88020-901 Unidade Presidente Coutinho - ACCR (48) 3287-2885 – Fax 3287-2898 e-mail [email protected] 40 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SANTA CATARINA GABINETE DA PRESIDÊNCIA AUDITORIA INTERNA 7.3 ANEXO III MODELO DE PROGRAMA DE AUDITORIA Nº __/_____ IDENTIFICAÇÃO Nome do Programa: Auditor: JUSTIFICATIVA DEFINIÇÃO DO ESCOPO Objetivo: Metas: Período de Exame: Partes envolvidas na execução: EXECUÇÃO Atividades: Elaboração de ofício para solicitar autorização para realização da auditoria: Concessão de autorização: Coleta de informações nos setores envolvidos: Análise dos dados: Elaboração de relatório: Início dos trabalhos: XX/XX/200X Rua Álvaro Millen da Silveira, nº 208 – Centro – Florianópolis – SC – 88020-901 Unidade Presidente Coutinho - ACCR (48) 3287-2885 – Fax 3287-2898 e-mail [email protected] 41 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SANTA CATARINA GABINETE DA PRESIDÊNCIA AUDITORIA INTERNA Documentos / Fontes: Legislação: REGISTRO DE ALTERAÇÕES Data Modificado por Descrição da mudança Florianópolis, __ de ________ de _____. Rua Álvaro Millen da Silveira, nº 208 – Centro – Florianópolis – SC – 88020-901 Unidade Presidente Coutinho - ACCR (48) 3287-2885 – Fax 3287-2898 e-mail [email protected] 42 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SANTA CATARINA GABINETE DA PRESIDÊNCIA AUDITORIA INTERNA 7.4 ANEXO IV Modelo de Relatório nº __/_____ 1 INTRODUÇÃO . Informar a natureza e o(s) objetivo(s) do trabalho de auditoria . Mencionar que os trabalhos observaram as normas, leis, etc. 2 ANÁLISE . Resumir da extensão do trabalho . Indicar área, atividade ou sistema auditado . Registrar o período sob exame . Definir amostras, quando utilizadas . Identificar a equipe de auditores e o coordenador dos trabalhos 3 CONSTATAÇÕES . Apresentar os resultados obtidos nos exames específicos . Relatar os procedimentos fora das normas . Fazer constar nos Papéis de Trabalho apenas informações devidamente fundamentadas em evidências . Utilizar-se de clareza e objetividade 4 RECOMENDAÇÕES . Indicar as providências corretivas e preventivas (sempre embasadas em regramentos) 1. CONSIDERAÇÕES FINAIS . Opinar brevemente sobre o trabalho realizado. Auditoria Interna, ___/____/_____. Auditor(a) Interno Rua Álvaro Millen da Silveira, nº 208 – Centro – Florianópolis – SC – 88020-901 Unidade Presidente Coutinho - ACCR (48) 3287-2885 – Fax 3287-2898 e-mail [email protected] 43 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SANTA CATARINA GABINETE DA PRESIDÊNCIA AUDITORIA INTERNA 7.5 ANEXO V MODELO DE PARECER COM RESSALVA PROCESSO Nº INTERESSADO: ASSUNTO: PARECER Nº Senhora Coordenadora, . PARECER COM RESSALVA: . Este o parecer que submetemos a consideração de Vossa Senhoria. Auditoria Interna, em 03/04/2013. Auditor Interno De acordo. Encaminhe-se à Em, 03/04/2013. . Coordenadora Rua Álvaro Millen da Silveira, nº 208 – Centro – Florianópolis – SC – 88020-901 Unidade Presidente Coutinho - ACCR (48) 3287-2885 – Fax 3287-2898 e-mail [email protected] 44 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SANTA CATARINA GABINETE DA PRESIDÊNCIA AUDITORIA INTERNA 7.6 ANEXO VI MODELO DE PARECER SEM RESSALVA PROCESSO Nº INTERESSADO: ASSUNTO: PARECER Nº Senhora Coordenadora, . PARECER SEM RESSALVA: . Este o parecer que submetemos a consideração de Vossa Senhoria. Auditoria Interna, em 03/04/2013. Auditor Interno De acordo. Encaminhe-se à Em, 03/04/2013. . Coordenadora Rua Álvaro Millen da Silveira, nº 208 – Centro – Florianópolis – SC – 88020-901 Unidade Presidente Coutinho - ACCR (48) 3287-2885 – Fax 3287-2898 e-mail [email protected] 45 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SANTA CATARINA GABINETE DA PRESIDÊNCIA AUDITORIA INTERNA 7.7 ANEXO VII ÁNALISE DOS PROCESSOS DE NOMEAÇÃO Nota de Conferência e Parecer nº Senhor Coordenador, Tratam os presentes autos de nomeação do(a) servidor(a) _________________, matrícula _______, cujo processo foi instruído pela Divisão de Provimento de Cargos da Diretoria de Recursos Humanos. Os autos foram encaminhados a esta Auditoria Interna para análise, de acordo com o estabelecido nos arts. 2º, 7º e 8º da Instrução Normativa nº TC-07/2008, alterada pela Instrução Normativa nº TC-08/2010. Rol de Documentos - Anexo IV da IN-TC-07/08 Item 1 2 3 4 5 6 7 8 8.a) 8.b) 8.c) 8.d) 8.e) 8.f) 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 Documento Ato nomeação, autoridade competente (art.9º e 10, Lei nº 6.745/85) Publicação do Ato (art. 14, Lei nº 6.745/85) Existência da vaga/emprego criado por Lei Regime Jurídico Endereço Laudo médico, salvo quando se tratar de servidor em efetivo exercício (art. 10, § 1º) Termo de Posse (art.12, parágrafo único, Lei nº 6.745/85) Comprovação relativa a: Carteira de Identidade (autenticada) Gozo dos direitos políticos (Res.-TSE nº 21.823/2004) Certificado de Reservista (art. 7º, Lei nº 6.745/85) Título eleitoral, comprovante última quitação (art. 7º, Lei nº 6.745/85) Certidão de nascimento ou casamento (autenticada) Comprovante de escolaridade (frente e verso, autenticado) Carteira de Habilitação p/ Agente Operacional de Serviços Diversos (Categoria "D") Ficha cadastral: nome, sexo, CPF, nº de Registro/matrícula, cargo/função, classe, nível, padrão e referência de vencimento, lotação, data do efetivo exercício e nº do PIS/PASEP Declaração não acumula cargo públ.(art.24,CE,12, parágrafo único, Lei nº 6.745/85) Se cargo comissionado ou função gratificada não há grau parentesco nível subordinação hierárquica.(Res.nº 07/CNJ, de 18/10/05,art.2º,III) Declaração que não possui parentesco com magistrado (Lei nº 1.149,23/03/93, inclui o art. 8º e §§, LC 90/93) Termo de desistência (se houver) Indicação ao cargo (ofício Magistrado) Certidão de Antecedentes Criminais Declaração de Bens, assinada (art. 22, CE) Caso esteja no exercício de cargo, emprego ou função pública, da esfera estadual ou municipal, apresentar declaração indicando o regime de previdência e o período de contribuição Rua Álvaro Millen da Silveira, nº 208 – Centro – Florianópolis – SC – 88020-901 Unidade Presidente Coutinho - ACCR (48) 3287-2885 – Fax 3287-2898 e-mail [email protected] Pág. 46 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SANTA CATARINA GABINETE DA PRESIDÊNCIA AUDITORIA INTERNA 19 20 21 Declaração que não exerce advocacia (art. 28, IV, da Lei Federal nº 8.906/1994) Declaração de ter sofrido ou não, no exercício de função pública, penalidades disciplinares, conforme legislação aplicável Declaração das restrições apontadas na Lei nº 15.381, de 17/12/2010 (Comissionados) Conclui-se, portanto pela regularidade da Nomeação, conforme a legislação vigente. À consideração de Vossa Senhoria. Em, / / . Auditor Interno De acordo. Em, / / . Arquive-se. Coordenador Rua Álvaro Millen da Silveira, nº 208 – Centro – Florianópolis – SC – 88020-901 Unidade Presidente Coutinho - ACCR (48) 3287-2885 – Fax 3287-2898 e-mail [email protected] 47 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SANTA CATARINA GABINETE DA PRESIDÊNCIA AUDITORIA INTERNA 7.8 ANEXO VIII ANÁLISE DE PROCESSO DE BOLSA DE ESTUDO Auditado por: __________________________________ Data:_____/____/_______ ITEM SIM NÃO pág SIM NÃO pág. 1) Requerimento ao DGA 2) Comprovante de matrícula em instituição de ensino superior, cujo funcionamento esteja regularmente autorizado 3) Histórico escolar do ensino médio e, em sendo o caso, da respectiva graduação 4) Declaração firmada pela instituição de ensino quanto a regularidade do pagamento 5) Declaração do pretendente de que concorda expressamente com os termos e obrigações delineadas para concessão do benefício 6) Houve punição com suspensão ou destituição de cargo de confiança? 7) Em LIP no período que recebeu a bolsa? 8) Comprovação do pagamento da mensalidade até o 3º dia útil do mês subseqüente a quitação da mensalidade Observações: Rua Álvaro Millen da Silveira, nº 208 – Centro – Florianópolis – SC – 88020-901 Unidade Presidente Coutinho - ACCR (48) 3287-2885 – Fax 3287-2898 e-mail [email protected] 48 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SANTA CATARINA GABINETE DA PRESIDÊNCIA AUDITORIA INTERNA 7.9 ANEXO IX ÁNALISE DOS PROCESSOS DE APOSENTADORIA Nota de Conferência e Parecer nº Senhor Coordenador, Tratam os presentes autos de aposentadoria ________, com proventos ______, de _________, matrícula ______. Concluídas as etapas de instrução, pela Diretoria de Recursos Humanos, o processo foi encaminhado a esta Auditoria Interna para análise, nos termos da Instrução Normativa TC-07/2008, alterada pela Instrução Normativa TC-08/2010, bem como da Instrução Normativa nº TC-10/2010, como segue: Item Fls. Documento 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 Requerimento (devidamente assinado) Declaração de bens, assinada (art. 22 da CE) Informações Pessoais/Funcionais (nome, sexo, CPF, matrícula, cargo, nível/referência do vencimento, lotação, data exercício, PIS/PASEP, endereço) Histórico funcional Data do afastamento, conforme Portaria da Direção do Fórum (aposentadoria compulsória) Certidão de que não responde a processo disciplinar (DDI/Secretaria do Fórum) Declaração de que não apresenta pendência relativa a bolsa de estudo Declaração de que não apresenta pendência junto à Biblioteca Declaração de que não apresenta débitos em relação a bens patrimoniais Certidão da CGJ de que não responde a processo disciplinar (Chefe de Cartório, Oficial de Justiça, Oficial da Infância e Juventude e Extrajudicial) Certidão do Conselho da Magistratura/Direção-Geral Judiciária de que não responde a processo disciplinar (Chefe de Cartório, Oficial de Justiça, Oficial da Infância e Juventude e Extrajudicial) Declaração de não acumulação ilegal de cargo, função, emprego ou percepção de vencimento/proventos. Se a acumulação for legal, informar o cargo, órgão ao qual pertence e a carga horária Declaração que não possui débito com o IPREV (Extrajudicial) Cópias da Identidade e do CPF (Extrajudicial) Certidão expedida pelo órgão público, referente ao tempo de serviço/contribuição, com o respectivo processo de averbação Certidão original do INSS, referente ao tempo de serviço, com o respectivo processo de averbação Demonstrativo de Cálculo de vantagens pessoais/incorporações Laudo médico oficial circunstanciado (invalidez) Parecer da Diretoria de Recursos Humanos Parecer da Diretoria-Geral Administrativa Rua Álvaro Millen da Silveira, nº 208 – Centro – Florianópolis – SC – 88020-901 Unidade Presidente Coutinho - ACCR (48) 3287-2885 – Fax 3287-2898 e-mail [email protected] - 49 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SANTA CATARINA GABINETE DA PRESIDÊNCIA AUDITORIA INTERNA 21 22 23 24 25 26 Deferimento do Presidente/Diretor-Geral Administrativo Ato de aposentadoria e publicação no Diário da Justiça Último comprovante de vencimento e o primeiro de proventos Apostila de proventos Remunerações das contribuições, a partir de jul/1994, quando a Aposentadoria for pela média aritmética, nos termos da Lei Federal nº 10.887/2004 Registro da aposentadoria, com o último ingresso no serviço público sem interrupção PARECER SEM RESSALVA Da análise realizada, verifica-se que a concessão do benefício atende aos requisitos legais. Quanto aos registros funcionais da concessão, bem como aos procedimentos na Folha de Pagamento, não se constatou nenhuma irregularidade. Diante do exposto, concluímos que o processo encontra-se instruído e fundamentado de acordo com os critérios de avaliação de rotinas estabelecidos, podendo ser encaminhado ao Tribunal de Contas do Estado, nos termos da Instrução Normativa nº TC10/2010, para as providências cabíveis. À consideração de Vossa Senhoria. Auditoria Interna, / / . Auditor Interno De acordo. À Diretoria de Recursos Humanos para o devido encaminhamento ao Tribunal de Contas, conforme o estabelecido na Instrução Normativa n° TC-10/2010. Em, / / . Coordenador Rua Álvaro Millen da Silveira, nº 208 – Centro – Florianópolis – SC – 88020-901 Unidade Presidente Coutinho - ACCR (48) 3287-2885 – Fax 3287-2898 e-mail [email protected] 50 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SANTA CATARINA GABINETE DA PRESIDÊNCIA AUDITORIA INTERNA 7.10 ANEXO X ANÁLISE CONTRATO DE BOLSA DE TRABALHO (Resolução nº 38/02 e 44/02) Auditado por: ______________________________________ ITEM Data: _____/_____/_______ SIM NÃO pág 1) Convênio TJSC e a Universidade ou Escola 2) Relação de estudantes conforme grau de carência 3) Ofício de indicação da Universidade ou Escola 4) Critério adotado para contratação, comprovante 5) Quando estagiário, cópia do edital de aprovação 6) Seguro do bolsista anexado 7) Cadastro do estagiário ou bolsista 8) Atestado de matrícula 9) Finalização do ato do contrato 10) Publicação Na saída: 11) Ofício ou e-mail de desligamento 12) Rescisão 13) Parecer de conclusão para o devido arquivamento do processo Observações: Rua Álvaro Millen da Silveira, nº 208 – Centro – Florianópolis – SC – 88020-901 Unidade Presidente Coutinho - ACCR (48) 3287-2885 – Fax 3287-2898 e-mail [email protected] 51 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SANTA CATARINA GABINETE DA PRESIDÊNCIA AUDITORIA INTERNA 7.11 ANEXO XI ANÁLISE DE PROCESSO DE EXONERAÇÃO Auditado por: _______________________________ Data: ______/______/_______ ITEM SIM NÃO pág SIM NÃO pág 1) Requerimento/documento de dispensa 2) Declaração de Bens (assinada) 3) Declaração que não possui débito de bens patrimoniais 4) Declaração da DDI-Biblioteca de que não possui pendências 5) Declaração DDI-Protocolo de que não responde Proc. Disc. 6) Dec.Sec. Fórum, visado Diretor Fórum, não responde Proc.Disc. 7) Declaração da CMAG de que não responde a Proc. Adm. Disc. 8) Declaração do CGJ de que não responde a Proc. Adm. Disc. 9) Informações Funcionais 10) Bolsa de Estudo de graduação, ESMESC ou pós-graduação 11) Ato de Exoneração 12) Publicação do Ato Observações: Rua Álvaro Millen da Silveira, nº 208 – Centro – Florianópolis – SC – 88020-901 Unidade Presidente Coutinho - ACCR (48) 3287-2885 – Fax 3287-2898 e-mail [email protected] 52 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SANTA CATARINA GABINETE DA PRESIDÊNCIA AUDITORIA INTERNA 7.12 ANEXO XII ANÁLISE DE PROCESSO DE ADMISSÃO DE JUIZ DE PAZ Auditado por: ________________________________ ITEM Data: ______/______/______ SIM NÃO pág SIM NÃO pág 1) Existência da vaga (indicação do Magistrado) 2) Cidadania brasileira 3) Atest.idon.moral (vál. 60d.emiss.mag., pref., deleg. prom. justiça) 4) Folhas corridas das varas cíveis e criminais 5) Título eleitoral c/comprovante da última quitação (fotocópia) 6) Carteira de Identidade (autenticada) 7) Certidão de nascimento ou casamento (fotocópia) 8) Certificado de Reservista (fotocópia) 9) Comprovante de residência ou decl.da polícia local 10) Declaração de que não exerce cargo público 11) Declaração de que não pertence a órgão de diretoria de part.polít. 12) Ficha cadastral (atualizada) 13) Comprovante de escolaridade (autenticada, no mínimo 1º grau) 14) Laudo médico (somente p/ Juiz de Paz) 15) Termo de posse 16) Ato de Nomeação 17) Publicação do Ato Observações: Rua Álvaro Millen da Silveira, nº 208 – Centro – Florianópolis – SC – 88020-901 Unidade Presidente Coutinho - ACCR (48) 3287-2885 – Fax 3287-2898 e-mail [email protected] 53 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SANTA CATARINA GABINETE DA PRESIDÊNCIA AUDITORIA INTERNA 7.13 ANEXO XIII ANÁLISE MATERIAL DA SAÚDE - AQUISIÇÃO DIRETA Auditado por:_____________________ Data: _____/______/_______ ITEM Referência SIM 1) Material pertinente à Unidade Requisitante 2) Marca solicitada é condizente com a recebida 3) Prazo de validade de acordo com a programação de consumo 4) O objeto está claramente especificado 5) Quantidade solicitada é compatível com a entregue 6) O empenho e a Nota Fiscal tratam do mesmo material e especificação 7) Responsável pelo recebimento do material tem o conhecimento necessário para fazê-lo 8) O valor unitário e total da Nota Fiscal está correto 9) O material adquirido deu entrada no Almoxarifado 10) Há estoque de material 11) Quem controla o estoque 12) Há estoque do material pertinente ao Laboratório de Prótese 13) Onde e quem o controla Observações: Rua Álvaro Millen da Silveira, nº 208 – Centro – Florianópolis – SC – 88020-901 Unidade Presidente Coutinho - ACCR (48) 3287-2885 – Fax 3287-2898 e-mail [email protected] NÃO 54 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SANTA CATARINA GABINETE DA PRESIDÊNCIA AUDITORIA INTERNA 7.14 ANEXO XIV ANÁLISE MATERIAL DE CONSUMO DA SAÚDE Auditado por: _________________________ Data: _____/_____/_______ Referência ITEM SIM 1) Material pertinente à Unidade Requisitante 2) Marca cotada pelo fornecedor é condizente com a recebida 3) Prazo de validade de acordo com a programação de consumo 4) O objeto está claramente especificado 5) Quantidade solicitada é compatível com a entregue 6) O empenho e a Nota Fiscal tratam do mesmo material e especificação 7) Responsável pelo recebimento do material tem o conhecimento necessário para fazê-lo 8) Há estoque de material 9) Quem controla o estoque 10) Há estoque de material pertinente ao Laboratório de Prótese 11) Onde e quem o controla 12) O valor unitário e total da Nota Fiscal está correto 13) O material adquirido deu entrada no Almoxarifado Observações: Rua Álvaro Millen da Silveira, nº 208 – Centro – Florianópolis – SC – 88020-901 Unidade Presidente Coutinho - ACCR (48) 3287-2885 – Fax 3287-2898 e-mail [email protected] NÃO 55 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SANTA CATARINA GABINETE DA PRESIDÊNCIA AUDITORIA INTERNA 7.15 ANEXO XV ANÁLISE MATERIAL PERMANENTE DA SAÚDE Auditado por: ________________________ Data: _____/_____/______ ITEM Referência SIM 1) O bem pertinente à Unidade 2) O bem está sendo utilizado corretamente 3) A baixa de bem por alto custo controle obedece os critérios estipulados na Resolução nº 4) O bem está localizado de acordo com o termo de responsabilidade 5) Há programação de manutenção dos bens existentes na Diretoria 6) Como e por quem é feito o controle da saída de material para manutenção 7) O empenho e a Nota Fiscal tratam do mesmo material e especificação 8) Responsável pelo recebimento do material tem o conhecimento necessário para fazê-lo 9) Há estoque de bens permanentes 10) Quem controla o estoque de bens permanentes 11) Há estoque de bem pertinente ao Laboratório de Prótese 12) Onde e quem o controla Observações: Rua Álvaro Millen da Silveira, nº 208 – Centro – Florianópolis – SC – 88020-901 Unidade Presidente Coutinho - ACCR (48) 3287-2885 – Fax 3287-2898 e-mail [email protected] NÃO 56 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SANTA CATARINA GABINETE DA PRESIDÊNCIA AUDITORIA INTERNA 7.16 ANEXO XVI ANÁLISE DE PROCESSO LICITATÓRIO - PREGÃO Pregão Nº Auditado por: Objeto: Data: / / Processo n. Unidade Requisitante: Projeto: 1) Objeto devidamente especificado pela Requerente? 2) A necessidade do objeto está devidamente justificado? 3) Termo de Referência: Cronograma de desembolso? 4) Pedido de Reserva Orçamentária (PRO) 5) A dotação orçamentária é suficiente e autorizado por autoridade competente? 6) Orçamento: 7) Há manifestação quanto ao art. 16 e 17 LRF ? 8) As cláusulas do edital são satisfatórias (habilitação, responsabilidades, sanções,...)? 9) Tem cláusula para isenção do ICMS? 10) Tem minuta? Se sim, as cláusulas essenciais estão devidamente previstas? 11) Tem aprovação jurídica (edital, minuta-respb.,garan, dot., LRF, autoriz...)? 12) Foi publicado - jornal e internet (prazo 30-45 dias, conforme o caso)? 13) Data de abertura: 14) Tem designação do(a) pregoeiro(a)/auxiliar? 15) Na Ata - há registro dos licitantes credenciados - lances - ordem classific. - habilit? 16) Quantos licitantes? 17) Há necessidade de diligência? 18) Há intenção de recurso? 19) Se houve recurso, e em função dele, foi alterada parecer do pregoeiro? 20) Nova data de abertura, no caso de recurso?: 21) Nova ata: 22) Os valores unitários e totais conferem? 23) Preço igual ou menor da referência do TJ? 24) Foram apresentadas todas as certidões e conferidas na Internet 25) Foram apresentadas as amostras (quando for o caso), ou realizado diligência? 26) O mapa comparativo foi corretamente preenchido? 27) Empresa vencedora: Valor: 28) Possui manifestação final do(a) Pregoeiro(a)? 29) Todos os documentos devidamente assinados? Rua Álvaro Millen da Silveira, nº 208 – Centro – Florianópolis – SC – 88020-901 Unidade Presidente Coutinho - ACCR (48) 3287-2885 – Fax 3287-2898 e-mail [email protected] Referência SIM NÃO 57 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SANTA CATARINA GABINETE DA PRESIDÊNCIA AUDITORIA INTERNA 7.17 ANEXO XVII ANÁLISE DE PROCESSO LICITATÓRIO - LEILÃO Leilão Nº Processo n. Auditado por: Data: / / Objeto: Unidade Requisitante: 1) Base legal: Resolução nº 01/97 e Lei 8.666/93, Art. 17 e 22 2) Objeto: caso veículos - relação dos carros com cópia dos documentos 3) Pedido de abertura do processo de Leilão, autorizados pelo Des. Presidente? 4) Houve nomeação da Comissão Especial de Alienação? 5) Publicação da Comissão Espec. Alienação - data? 6) Designação do Leiloeiro Oficial? 7) Definição do preço mínimo de arrematação - preço de mercado? 8) Edital - cláusulas necessárias - parte. 20% no ato, e saldo 3 dias úteis. Após arrematação 9) Valor arrecadado reverte para FRJ: Outro? 10) Arrematador paga mais 5% do valor do lote p/Leilão Oficial como taxa de serviço? 11) Retirada do bem arrematado imediatamente após a integralização do pagamento.? 12) Análise a aprovação da Assessoria Jurídica? 13) Publicação do Aviso de Licitação? 14) Data do leilão: 15) Declaração de vista do objeto do Leilão? 16) Ata 17) Todos os lotes foram arrematados? 18) Somatória dos lances mínimos previstos: 19) Total do valor arrematado: 20) Veículos - cópia autenticada da Autorização Para Transferência de Veículos? 21) Encaminhamento para homologação pela Comissão de Alienação? Rua Álvaro Millen da Silveira, nº 208 – Centro – Florianópolis – SC – 88020-901 Unidade Presidente Coutinho - ACCR (48) 3287-2885 – Fax 3287-2898 e-mail [email protected] REFERÊNCIA SIM NÃO 58 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SANTA CATARINA GABINETE DA PRESIDÊNCIA AUDITORIA INTERNA 7.18 ANEXO XVIII ANÁLISE DE PROCESSO LICITATÓRIO - CONCORRÊNCIA Concorrência Nº Auditado por: Objeto: Data: / / Processo n. Unidade Requisitante: Projeto: 1) Objeto devidamente especificado pela Requerente? 2) Necessidade do objeto devidamente justificado? 3) Tem estimativa de custo: Cronograma de desembolso? 4) A dotação orçamentária é suficiente e tem autorização para realizar licitação? 5) Há manifestação quanto ao art. 16 e 17 LRF ? 6) As cláusulas do edital são satisfatórias (habilitação, responsabilidades, sanções,...) 7) Previsão de isenção do ICMS? 8) Tem previsão do preço unitário máximo (caso de obras e serviços de engenharia)? 9) Tem minuta? Se sim, as cláusulas essenciais estão devidamente previstas? 10) Tem aprovação jurídica (edital, minuta-responsab.,garantias, dotação, LRF, autorizações, ...)? 11) Remissa do Edital e anexos para o Tribunal de Contas? 12) Foi publicado - jornal e internet (prazo 30-45 dias, conforme o caso)? 13) Data de abertura - Fase habilitação: 14) Tem designação de Comissão Especial? 15) Quantas empresas participantes? 16) Na Ata - empresas participantes - habilitação - outros registros necessários? 17) Foram apresentadas todas as certidões exigidas, e conferidas na internet, quando for o caso? 18) Houve recurso nesta fase? 19) Houve impugnação ao recurso? 20) Em função do recurso, foi alterada a decisão anterior da comissão? 21) Publicada nova data da próxima fase - técnica__________ preço ___________? 22) Ata: 23) Se houve recurso, foi mantida o parecer da Comissão? 24) Foram apresentadas as amostras (quando for o caso), ou realizado diligências? 25) O mapa comparativo foi corretamente preenchido? 26) Parecer da Comissão? 27) Empresa vencedora: Valor: 28) Possui manifestação final da Comissão? 29) Todos os documentos devidamente assinados? Rua Álvaro Millen da Silveira, nº 208 – Centro – Florianópolis – SC – 88020-901 Unidade Presidente Coutinho - ACCR (48) 3287-2885 – Fax 3287-2898 e-mail [email protected] Referência SIM NÃO 59 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SANTA CATARINA GABINETE DA PRESIDÊNCIA AUDITORIA INTERNA 7.19 ANEXO XIX ANÁLISE DE PROCESSO LICITATÓRIO – TOMADA DE PREÇO TP Nº Auditado por: Objeto: Data: / / Referência Processo n. SIM NÃO Unidade Requisitante: Projeto: 1) Tem requisição de materiais/serviço, c/ justificativa da necessidade? 2) Objeto devidamente especificado pela Requerente: 3) Tem estimativa de custo: Cronograma de desembolso: 4) A dotação orçamentária é suficiente e tem autorização para realizar licitação? 5) Orç. TJ: _______________ FRJ______________ C. Única______________ 6) Há manifestação quanto ao art. 16 e 17 LRF ? 7) As cláusulas do edital são satisfatórias (habilitação, responsabilidades, sanções...) 8) Previsão de isenção do ICMS? Preço unitário máximo (obras)? 9) Tem minuta? Se sim, as cláusulas essenciais estão devidamente previstas? 10) Tem aprovação jurídica (edital, minuta-responsabilidades,garantias, dotação, LRF, autorização)? 11) Foi publicado - jornal e internet (prazo 15-30 dias antes da abertura, conforme o caso)? 12) Data da abertura - Fase habilitação: _________________ 13) Tem designação de Comissão Especial? 14) Na Ata - empresas participantes - habilitação - outros registros necessários? 15) Total de empresas interessadas: _________________ 16) As empresas participantes foram previamente cadastradas? 17)Foram apresentadas todas as certidões e conferidas na internet se for o caso - INSS, FGTS, Receita Federal, Div.Ativa união, Minist.Trabalho, estadual(sede e SC?),municipal? 18) Houve parecer, da Comissão, nesta fase? 19) Houve recurso nesta fase? 20) Houve impugnação ao recurso? 21) Se houve recurso, foi mantida decisão da Comissão? 22) Registro de ata, pela comissão, nesta fase? 23) Publicação do resultado - fase habilitação? 24) Publicada data da abertura env. Técnica ou Proposta, conforme o caso? 25) Realizado análise pelo setor técnico e pelo administrativo? 26) Houve recurso nesta fase? 27) Se houve recurso, foi mantida a decisão da Comissão? 28) Houve nova abertura, em função do previsto no Art. 48, $ 3º ....escoimadas das causas....? 29) Foram apresentadas as amostras (quando for o caso), ou realizado diligências? Rua Álvaro Millen da Silveira, nº 208 – Centro – Florianópolis – SC – 88020-901 Unidade Presidente Coutinho - ACCR (48) 3287-2885 – Fax 3287-2898 e-mail [email protected] 60 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SANTA CATARINA GABINETE DA PRESIDÊNCIA AUDITORIA INTERNA 30) Análise - parte técnica e administrativa - Comissão? 31) O mapa comparativo foi corretamente preenchido? 32) Houve parecer da Comissão? 33) Empresa vencedora: Valor: 34) Possui manifestação final da Comissão? 35) Todos os documentos foram devidamente assinados? 36) O processo está devidamente paginado? Rua Álvaro Millen da Silveira, nº 208 – Centro – Florianópolis – SC – 88020-901 Unidade Presidente Coutinho - ACCR (48) 3287-2885 – Fax 3287-2898 e-mail [email protected] 61 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SANTA CATARINA GABINETE DA PRESIDÊNCIA AUDITORIA INTERNA 7.20 ANEXO XX ANÁLISE PROCESSO LICITATÓRIO - CONVITE CONVITE Nº Auditado por: Data: / / Processo n.: Objeto: Unidade Requisitante: Projeto: 1) Objeto devidamente especificado e justificado a necessidade? 2) Possui estimativa de preço? 3) O PRO contém dotação orçamentária suficiente? Recursos: 4) O PRO está autorizado? 5) No Edital, as obrigações e demais cláusulas estão bem definidas? 6) A Minuta Contratual prevê crédito orçamentário 7) Estão bem definidas na Minuta as sanções administrativas? 8) Possui aprovação jurídica (edital, minuta-responsabilidades,garantias, dotação, LRF, autorizações, ...) 9) Foram convidadas no mínimo 3 (três) empresas do ramo? Data da Abertura: 10) Publicação e recebimento pela empresa de no mínimo 3 dias úteis antes da abertura? 11) Os protocolos das empresas convidadas e não convidadas estão nos autos devidamente preenchidos? 12) Comissão Permanente ( ) ou Comissão Especial ( ) 13) Os valores unitário e total das propostas estão corretos? 14) Foram apresentadas as certidões habilitação: INSS, FGTS, Receita Federal, Div.Ativa união, Minist.Trabalho, estadual(sede e SC?),municipal?, conferidas na internet e dentro do prazo de validade. 15) Foi elaborado o mapa comparativo de preços? 16) O melhor preço está de acordo com a estimativa inicial? 17) Valor menor preço: Empresa: 18) Possui parecer da comissão 19) Todos os documentos estão devidamente assinados? 20) O processo está devidamente paginado? Rua Álvaro Millen da Silveira, nº 208 – Centro – Florianópolis – SC – 88020-901 Unidade Presidente Coutinho - ACCR (48) 3287-2885 – Fax 3287-2898 e-mail [email protected] SIM NÃO 62 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SANTA CATARINA GABINETE DA PRESIDÊNCIA AUDITORIA INTERNA 7.21 ANEXO XXI ANÁLISE DE PROCESSO LICITATÓRIO – DISPENSA OU INEXIGIBILIDADE Disp. Nº Inex.: Auditado por: Data: / Processo n. Objeto: Unidade Requisitante: Projeto: 1) Objeto devidamente especificado pela Requerente? 2) A necessidade do objeto está devidamente justificado? 3) Tem proposta? 4) Valor proposto: 5) Empresa Proponente: 6) Pedido de Reserva Orçamentária (PRO) 7) A dotação orçamentária é suficiente e autorizado por autoridade competente? 8) Orçamento: 9) Fundamentação legal da Disp.: ou Inexig.: 10) Comprovação de exclusividade (se for o caso)? 11) Tem minuta? 12) As cláusulas contratuais estão bem definidas? 13) Tem aprovação jurídica (edital, minuta-respb.,garan, dot., LRF, autorização)? / 14) Foram apresentadas todas as certidões e conferidas na Internet? 16) Todos os documentos devidamente assinados? 17) O processo está devidamente assinado? Rua Álvaro Millen da Silveira, nº 208 – Centro – Florianópolis – SC – 88020-901 Unidade Presidente Coutinho - ACCR (48) 3287-2885 – Fax 3287-2898 e-mail [email protected] Referência SIM NÃO 63 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SANTA CATARINA GABINETE DA PRESIDÊNCIA AUDITORIA INTERNA 7.22 ANEXO XXII ANÁLISE DE PROCESSO LICITATÓRIO – LOCAÇÃO DE IMÓVEL Locação de Imóvel Auditado por: Data: / / Dispensa de Licitação n. Processo nº: Unidade Requisitante: 1) Base legal: Lei 8.666/93, Art. 24, X c/c art. 26 parágr. Único, inciso II e III? 2) Objeto da locação: 3) Justificativa da necessidade e do local? 4) Proposta do proprietário ou procurador? 5) Área de locação: nº vagas p/ estac.: nº banheiros: 6) Definido despesas condominais, água, luz, IPTU, etc.:? 7) Vistoria "in loco" da Engª TJ:? 8) Análise s/estudo layout com magistrados locais e Engª TJ? 9) Contrato com proprietário ou representado via procurador? 10) Comprovante/escritura de propriedade do imóvel? 11) Cart. Identidade: CPF: Contrato Social? 12) Endereço? 13) Habite-se do prédio? 14) Planta baixa? 15) Prova de regularidade: Federal Estadual Municipal 16) Certidões Negativas? 17) Banco - nº conta para depósito: 18) Mínimo 03 orçamentos de imobiliárias locais? 19) Minuta do contrato? 20) Valor mensal: 21) Proprietário/procurador: 22) PRO: 23) FRJ? 24) Incidência de Imposto de Renda sobre locações mensais? 25) Parecer Técnico-Jurídico DMP 26) Encaminhamento do Diretor/DMP p/ autoridade superior p/homologação? 27) TJ - LOCATÁRIO e Proprietário - LOCADORA Rua Álvaro Millen da Silveira, nº 208 – Centro – Florianópolis – SC – 88020-901 Unidade Presidente Coutinho - ACCR (48) 3287-2885 – Fax 3287-2898 e-mail [email protected] Referência SIM NÃO 64 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SANTA CATARINA GABINETE DA PRESIDÊNCIA AUDITORIA INTERNA 7.23 ANEXO XXIII ANÁLISE DE CONTRATOS EM GERAL Nº do contrato:_____________ ITEM Auditado por: __________________ OBJETO DE ANÁLISE Data: _____/_______/________ Referência SIM NÃO Contrato O prazo de execução foi cumprido? 1 Pagamentos - os valores contratados conferem com os pagos? 2 Garantia em moeda (retenções), seguro garantia e fiança (validade)? 3 ISS, a retenção foi sugerida corretamente pela DMP, se for o caso? 4 INSS, a retenção foi sugerida corretamente pela DMP (11% da m.o) ? 5 O extrato do contrato foi public.(até 5ºdia do mês subs.após ass.)? 6 O comprovante de despesa é hábil? 7 Os contratos foram assinados? 8 Tem aprovação jurídica? 9 Adit./prazo Foi dentro do prazo estabelecido (tempestividade/justificativa)? 1 Tem aprovação jurídica? 2 Foi autorizado por autoridade competente? 3 Foi publicado? 4 Adit./valor Foi dentro do prazo estabelecido (tempestividade/justificativa)? 1 O percentual de acréscimo está de acordo c/ a lei? 2 Possui aprovação jurídica? 3 Houve alteração da modalidade? 4 Foi aprovado pela unidade requisitante? 5 Foi autorizado por autoridade competente? 6 Foi publicado? 7 Valor total do contrato: R$ ................................... OBSERVAÇÕES: Início contrato: ......../........./......... Término previsto:......../......../........ Término c/aditivo: ......./......./........ Emp.global contr. Nº................ Item orç.: ............................. Emp.global aditivo Nº................ Item orç.: ............................. Vlr. parcelas:(R$) ISS % ret. INSS 11% caução 5% 1 2 3 4 5 6 7 8 Rua Álvaro Millen da Silveira, nº 208 – Centro – Florianópolis – SC – 88020-901 Unidade Presidente Coutinho - ACCR (48) 3287-2885 – Fax 3287-2898 e-mail [email protected] Comprov. despesa 65 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SANTA CATARINA GABINETE DA PRESIDÊNCIA AUDITORIA INTERNA Considerações finais: 9 10 11 12 vlr.aditivos: ISS % ret.INSS 11% caução 5% 1 2 3 4 5 6 3 4 5 6 7 8 9 10 Rua Álvaro Millen da Silveira, nº 208 – Centro – Florianópolis – SC – 88020-901 Unidade Presidente Coutinho - ACCR (48) 3287-2885 – Fax 3287-2898 e-mail [email protected] c. despesa 66 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SANTA CATARINA GABINETE DA PRESIDÊNCIA AUDITORIA INTERNA 7.24 ANEXO XXIV ANÁLISE DOS PAGAMENTOS REFERENTES A CONTRATOS ESPECÍFICOS ( ) EBCT Contrato Nº ( ) BrasilTelecon ( ) Energia Elétrica Nº da Fatura Mês Pagto Valor da fatura ( ) Água e Esgoto ( ) TicketCar Data Débitos Protocolo Vecto Data Pagto. Rua Álvaro Millen da Silveira, nº 208 – Centro – Florianópolis – SC – 88020-901 Unidade Presidente Coutinho - ACCR (48) 3287-2885 – Fax 3287-2898 e-mail [email protected] Dias de atraso 67 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SANTA CATARINA GABINETE DA PRESIDÊNCIA AUDITORIA INTERNA 7.25 ANEXO XXV PAPEL DE TRABALHO PARA ANÁLISE DOS CONVÊNIOS DO TJ PARA CONSTRUÇÃO DAS CASAS DA CIDADANIA CONVÊNIO Nº .............. Auditado por: ........................ Data: ...../...../..... REFERÊNCIA ITEM DISCRIMINAÇÃO DA ANÁLISE A EFETUAR SIM (somente p/ 1ª parcela) 1 - O convênio foi publicado no Diário da Justiça. 2 - Possui plano de trabalho (art. 116 da Lei 8.666/93)(somente p/ 1ª parcela) atestado pela Diretoria de Engenharia e Arquitetura do TJ (somente p/ 1ª parcela) 3 - Foi aprovado por assessoria jurídica 4 - Houve prévio empenho (ver cópia de empenho) (somente p/ 1ª parcela) 5 - Possui nº proc. licitatório, modalidade e data de abertura 6 - O depósito foi efetuado em conta específica vinculada Exemplo Prefeitura Municipal "X" cta. convênio TJ ou Casa da Cidadania) 7 - Os pagtos. foram efetuados c/cheques nominais e individual. p/ credor Os comprovantes de despesa possuem data, descrição detalhada do objeto, 8 - valores unitários e total e declaração que o material/serviço foi recebido e/ou aceito, bem como, recolhimento de encargos sociais e trib. - INSS 9 - Possui extrato bancário original (não vale da internet ou caixa eletrônico), correspondente a data do receb. da parcela até o último pagto. efetuado 10 - Possui balancete prest. de contas devidamente preenchido cfe. modelo do TJ Existe declaração do Prefeito dizendo que a etapa foi efetuada e que os 11 - recursos foram aplicados dentro do estabelecido no convênio e no caso de conclusão do objeto foi juntado o Termo de Recebimento. Possui manifestação da Diretoria de Engenharia e Arquitetura do TJ, 12 atestando a execução da etapa, cfe estabelecido no Convênio 13 - O prazo para prestação de contas foi cumprido -até 10 dias após concluída etapa Final - 30 dias após conclusão do objeto 14 - Possui comprovação que o imóvel é da prefeitura, através de uma certidão emitida pelo cartório de registro de imóveis Observações: Comprovante de despesa original Rua Álvaro Millen da Silveira, nº 208 – Centro – Florianópolis – SC – 88020-901 Unidade Presidente Coutinho - ACCR (48) 3287-2885 – Fax 3287-2898 e-mail [email protected] NÃO 68 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SANTA CATARINA GABINETE DA PRESIDÊNCIA AUDITORIA INTERNA 7.26 ANEXO XXVI RESUMO DA AUDITORIA POR COMARCA Comarca: Vara Nº de Processos em andamento Nº Processo p/GECOF (*) Probabilidade de perda de receita (média) AR (**) Fotocópia Nº de Processos auditados Redução Concessão de Custas da Justiça Gratuita (*) Processos com Trânsito em julgado da sentença bem como os que estão para cálculo de custas finais (**) Ar's não juntados física e eletronicamente Obs. AR simples -> 5,85 AR Mãos Próprias -> 9,10 Mínimo de xerox por processo -> 5 Valor da cópia -> R$ 0,14 Rua Álvaro Millen da Silveira, nº 208 – Centro – Florianópolis – SC – 88020-901 Unidade Presidente Coutinho - ACCR (48) 3287-2885 – Fax 3287-2898 e-mail [email protected] Amostra de Processos Auditados (%) em relação á GECOF 69 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SANTA CATARINA GABINETE DA PRESIDÊNCIA AUDITORIA INTERNA 7.27 ANEXO XXVII ANÁLISE DE PROCESSO JUDICIAL - POR VARA Comarca: Vara: Processos Classificação Valor da causa Valor da causa alterado pelo Juiz AR's emitidos AR's incluídos nas Custas Finais Fotocópias emitidas Fotocópias incluídas nas Custas Finais Rua Álvaro Millen da Silveira, nº 208 – Centro – Florianópolis – SC – 88020-901 Unidade Presidente Coutinho - ACCR (48) 3287-2885 – Fax 3287-2898 e-mail [email protected] Redução de Custas Concessão da Justiça Gratuita 70 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SANTA CATARINA GABINETE DA PRESIDÊNCIA AUDITORIA INTERNA 7.28 ANEXO XXVIII Diagnóstico Preliminar da realidade da Contadoria Comarca de: ________________________________ 1 - Pessoal 1.1 1.2 Nome 1.3 Horário 1.4 Função argo 2 - Processos 2.1 - N. de Processos acumulados = _______ 2.2 - Nº de Processos a serem remetidos à contadoria p/ cartórios = ______ 2.3 - Remessa de processos dos cartórios à contadoria = _____ /por semana 2.4 - Entrada de processos para cálculo de custas iniciais e emissão do boleto bancário = ______/dia 2.5 - Tipo de Cálculos ___% - Fáceis (Custas finais, Exceção de competência, Conversão de Separação, etc.) ___% - Difíceis (Precatórios, Prestação de Alimentos, Ação Cível, Execução de Sentenças) 3 - Atendimento: 3.1 – Advogados – _________________________________________________________________________________ 3.2 – Público – _________________________________________________________________________________ 3.3 – On line – _________________________________________________________________________________ 3.4 – via telefone _________________________________________________________________________________ 4 - Reclamações 4.1 - Quadro de Pessoal 4.2 - Pedido de Curso 4.3 - Capacitação para os novos servidores 4.4 - Mesas 4.5 - Equipamentos 4.6 - Ar condicionado 4.7 – Telefones 4.8 - Ambiente 5 - Medidas Prioritárias 5.1 – Sugestão da equipe de trabalho _________________________________________________________________________________5.2 – Sugestões da equipe técnica (além do ponto5.1) ________________________________________________________________________________- Rua Álvaro Millen da Silveira, nº 208 – Centro – Florianópolis – SC – 88020-901 Unidade Presidente Coutinho - ACCR (48) 3287-2885 – Fax 3287-2898 e-mail [email protected] 71 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SANTA CATARINA GABINETE DA PRESIDÊNCIA AUDITORIA INTERNA 7.29 ANEXO XXIX PAPEL DE TRABALHO - QUADRO DEMONSTRATIVO DOS VALORES DEVIDOS AO FUNDO DE REAPARELHAMENTO DA JUSTIÇA - F.R.J. COMARCA: CARTÓRIO: CÓD. CARTÓRIO: Livro nº Fls. nº Contribu inte Valor do ato Tipo do ato Data do ato Valor devido Valor Valor Data Diferença Multa Juros Valor recolhido recolh atualizada Atualiz. Atual. a pagar a pagar - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - TOTAL - - Auditado por: Data: Rua Álvaro Millen da Silveira, nº 208 – Centro – Florianópolis – SC – 88020-901 Unidade Presidente Coutinho - ACCR (48) 3287-2885 – Fax 3287-2898 e-mail [email protected] 72 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SANTA CATARINA GABINETE DA PRESIDÊNCIA AUDITORIA INTERNA Anexo V da IN TCE/SC nº 14/12 Anexo V da IN TCE/SC nº 14/12 7.30 I II III IV V VI VII ANEXO XXX Análise de Prestação de Contas de Adiantamento concedido Documento de requisição Balancete de Prestação de Contas Nota de empenho, nota de liquidação e nota de estorno de empenho Extrato da conta bancária com a movimentação completa do período Dcumentos comprovatórios de despesa são hábeis e estão em nome do TJ Comprovantes das transações bancárias ou fotocópias dos cheques Guia de recolhimento do saldo não utilizado VIII Relatório detalhado da utilização dos recursos com justificativa fundamentada da necessidade de utilização de cheques ou do pagamento de despesas em espécie. IX X XI XII A conta bancária é especifica? Os pagamentos foram efetuados individualmente? Os recursos foram aplicados em bens/serviços previsto no objeto da requisição? A DOF aprovou a prestação de contas? Análise de Prestação de Contas de Diárias concedidas Comprovantes do deslocamento: a) Ordem de Tráfego e Autorização para Uso de Veículo, em caso de viagem com I veículo oficial; b) bilhete de passagem se o meio de transporte utilizado for o coletivo, exceto aéreo; c) comprovante de embarque em se tratando de transporte aéreo. Comprovantes da estada no local de destino: a) nota fiscal de hospedagem; II b) nota fiscal de alimentação; c) nota fiscal de abastecimento de veículo oficial, no caso de motorista; d) outros documentos idôneos capazes de comprovar a estada. Comprovantes do cumprimento do objetivo da viagem: a) fotocópia de ata de presença em reunião ou missão; b) ofício de apresentação com o ciente da autoridade competente, quando se tratar inspeção, auditoria e similares; c) declaração de agente público quando se tratar de visita a entidades e órgãos III públicos; d) lista de frequência ou certificado, quando se tratar de participação em evento, atividades de capacitação ou formação profissional; e) outros documentos capazes de comprovar o cumprimento do objetivo da viagem. Legislação aplicada: - Princípios gerais de contabilidade; - Normas Gerais de Auditoria; - Lei 4.320/64 (arts. 65 e 68); - Resolução nº TC 16/94 (arts. 29 a 35). - Instrução Normativa 14/2012 - TCE/SC Rua Álvaro Millen da Silveira, nº 208 – Centro – Florianópolis – SC – 88020-901 Unidade Presidente Coutinho - ACCR (48) 3287-2885 – Fax 3287-2898 e-mail [email protected] S/N 73 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SANTA CATARINA GABINETE DA PRESIDÊNCIA AUDITORIA INTERNA 7.31 ANEXO XXXI PAPEL DE TRABALHO PARA ANÁLISE DE BALANCETES MENSAIS DO TJ E FRJ Mês .................................. Auditado por: ...................................... ITEM Data: ........../........../............... VERIFICAÇÃO 1- Demonstração da movimentação orçamentária SALDO DO MÊS ANTERIOR Fecha c/ TC-08 - SMA (+) Suplementações Fecha c/ TC-08 - mensal (subtrair do mês anterior) verificar se o valor foi lançado no item correto (-) Anulações Fecha c/ TC-08 - mensal (subtrair do mês anterior) verificar se o valor foi lançado no item correto (-) Emissão de empenho (+) Anulação de empenho Fecha c/ balancete 1.9.2.4.1.01.01 - SDM Fecha c/ balancete 1.9.2.4.1.01.09 - SCM SALDO ATUAL Fecha c/ TC 08 STA 2 - Demonstração da movimentação financeira SALDO DO MÊS ANTERIOR Fecha c/ balancete 1.1.1 - Disponível - STA (+) Receita orçamentária (+) Receita extra orçamentária (passivo circulante) (+) Transferências financeiras recebidas Fecha c/ balancete 4 - SM Fecha c/ balancete 2.1 - CM Fechar c/ balancete 6.1.2.1 - SM (+) Desincorporação de passivos Fechar c/ balancete 6.2.3.3 - SM (-) Transferências financeiras concedidas Fechar c/ balancete 5.1.2.1 - SM (-) Despesa orçamentária (Despesa) (-) Despesa extraorçamentária (passivo circulante) SALDO ATUAL Fechar c/ balancete 3 - SM Fechar c/ balancete 2.1 - DM Fecha c/ balancete 1.1.1 - Saldo restante / extratos 3 - Demonstrativo da moviment. Dos bens e valores em circulação SALDO DO MÊS ANTERIOR Fecha c/ balancete 1.1.3 - STA (+) Material de consumo Fecha c/ balancete 1.1.3.1.8.01 - DM (-) Material de consumo Fecha c/ balancete 1.1.3.1.8.01 - CM SALDO ATUAL Fecha c/ balancete 1.1.3 - Saldo restante 4 - Demonstração da movimentação do ativo permanente SALDO DO MÊS ANTERIOR Fecha c/ balancete 1.4 - STA (+) Bens móveis Fecha c/ balancete 1.4.2.1.2 - DM (+) Bens imóveis Fecha c/ balancete 1.4.2.1.1 - DM (-) Bens móveis Fecha c/ balancete 1.4.2.1.2 - CM (-) Bens imóveis Fecha c/ balancete 1.4.2.1.1 - CM SALDO ATUAL Fecha c/ balancete 1.4 - Saldo restante 5 - Demonstração da movimentação das contas de resultado SALDO DO MÊS ANTERIOR (-) Resultado orçamentário diminutivo (6-5) Fecha c/ balancete 6 - 5 - ST Fecha c/ balancete 5.1 - SM - devedor Rua Álvaro Millen da Silveira, nº 208 – Centro – Florianópolis – SC – 88020-901 Unidade Presidente Coutinho - ACCR (48) 3287-2885 – Fax 3287-2898 e-mail [email protected] SIM NÃO 74 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SANTA CATARINA GABINETE DA PRESIDÊNCIA AUDITORIA INTERNA (-) Resultado extra-orçamentário diminutivo Fecha c/ balancete 5.2 - SM - devedor (+) Resultado orçamentário aumentativo (+) Resultado extra-orçamentário aumentativo Fecha c/ balancete 6.1 - SM - credor Fecha c/ balancete 6.2 - SM - credor SALDO ATUAL Fecha c/ balancete 6-5 - Saldo restante (Resultado aumentativo do exerc.) 6 - Demonstração da movimentação das contas de compensação SALDO DO MÊS ANTERIOR (Compensações ativas) (+) Responsabilidade de terceiros (TC 14 saldo final) Fechar c/ balancete 1.9.9 - STA Fechar c/ balancete 1.9.9.1.1 - DM (-) Baixa de responsabil. de terceiros (verifica-se no rel. c/c ou IORC526) Fechar c/ balancete 1.9.9.1.1 - CM SALDO ATUAL (Compensações ativas) Fechar c/ balancete 1.9.9 - Saldo restante 7 - Anexo 02 Demonstrativo da conta bancos TC-02 Fecha c/ balancete 1.1.1 Saldo restante Conciliação bancária (TJ 5 Ctas. e FRJ 2 Ctas.) qdo.TJ tb.as ctas.de caução 7.1 - 1.1.1.1.3.08.01.01.05 - Cta. Contábil do TC-01 - Cta. Única TJ Fecha c/ balancete saldo das contas Fecha c/ carteira anexada a conciliação bancária – Cta. (53.577-2) 1.1.1.1.2.99.22.02.07 Sdo. Atual 8- Anexo 06 DEMONST.DOS RECUR. REC.A Q. TÍTULO (2.1) - TC fechar c/ balancete 2.1 CM 06 DESPESA EXTRAORÇAMENTÁRIA - TC 06 fechar c/ balancete 2.1 "C" acumulado 9 - ANEXO 22 DEMONST. MOV. DE BENS PERM.INDEP. DA EX. ORÇ 10 - MCP 111 VARIAÇÃO DA CONTA Mater.consumo e permanente fec.c/ bala.1.1.3.1.8.01 e 1.4.2.1.2.92.01 saldo res. 11 - MCP 054 VARIAÇÃO DA CONTA DOS BENS MÓVEIS fechar c/ bal.1.4.2.1.2 (-) 1.4.2.1.2.92 saldo rest. 12 RELAÇÃO DE RESTOS A PAGAR Process. E não process. DESPESA EMPENHADA A PAGAR - Total geral fec. c/ balanc.2.1.2.1.1.02 e 2.1.2.1.6.02.saldo rest. fechar c/lançamento - Anexo MCP 54 e este com os bens móveis do balanc. 1.4.2.1.2 (18,34,42,52e92) SUPLEMENTAÇÃO ORÇAMENTÁRIA - PUBLICAÇÃO fechar c/ anexo - TC 08 fechar c/ bal. 2.1.2.1.1.01 Do Exerc. saldo restante DESPESA EMPENHADA A LIQUIDAR - Total geral fechar c/ bal.2.9.2.1.3.01 Cred.emp.a liq.saldo rest. SALDO FINAL ÚLTIMO BOLETIM FINANCEIRO fechar c/ balancete 1.1.1 saldo restante Rel. Obras em andam. individ. 44905100 MCP 118, quando FRJ e TJ (casa da cidadania.) fechar com Obras em andamento 1.4.2.1.1.91 quando FRJ e TJ Observações: Legenda: SMA - saldo do mês anterior CM - crédito do mês SDM - saldo devedor do mês DM - débito do mês SCM - saldo credor do mês SM - saldo mensal STA - saldo total acumulado ST - saldo total Rua Álvaro Millen da Silveira, nº 208 – Centro – Florianópolis – SC – 88020-901 Unidade Presidente Coutinho - ACCR (48) 3287-2885 – Fax 3287-2898 e-mail [email protected] 75 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SANTA CATARINA GABINETE DA PRESIDÊNCIA AUDITORIA INTERNA 7.32 ANEXO XXXII OBS: conferir a relação dos anexos do balanço Papel de trabalho para análise do Balanço Geral do TJ e do FRJ Demonstração dos Créditos Orçamentários Autorizados: O comportamento da execução orçamentária da despesa no exercício foi o seguinte: TJ/FRJ/ANO/DATA colocar (-) antes Orçamento Original da Despesa TC-08 - Orç. Total da unidade ( - ) Anulação de Dotações TC - 08 Anulação total da unidade ( + ) Créditos Adicionais TC - 08 Suplem. total da un. TC-08 Total de créditos ( = ) Créditos Orçamentários Totais ( - ) Despesa Orçamentária TC-01 = 3 - Saldo restante TC-08 saldo restante total da unid. ( = ) Créditos não Comprometidos/Saldo Demonstração da Movimentação Financeira O movimento financeiro do exercício assim se apresenta, quanto ao fluxo de entradas e saídas orçamentárias e extra-orçamentárias: TC-01- 1.1.1 saldo exerc. Anterior Saldo do Exercício Anterior ( + ) Receita Orçamentária 4 - saldo restante ( + ) Receita extra-orçamentária 2.1 - mov. Acum. Saldo credor ( + ) Transferências Financeiras Recebidas 6.1.2.1 - Saldo restante ( + ) Desincorporação de passivos 6.2.3.3 - Saldo restante ( - ) Despesa Orçamentária 3 - saldo restante 2.1 - movim. acumul. Saldo Devedor ( - ) Despesa extra-orçamentária fechar c/bancos - saldo rest.(1.1.1) ( = ) Saldo para o Exercício Seguinte Demonstração das Contas Patrimoniais Os saldos das contas, em 31 de dezembro, por Grupo Patrimonial, comparados com os do exercício anterior, assim se apresentam: COMPONENTES EM 31/12/2005 EM 31/12/2006 trocar data Ativo Financeiro 1.1.1 - saldo restante Bens e Valores em Circulação 1.1.3 - Saldo restante Ativo Permanente 1.4 - saldo restante ? Ativo Real Passivo Real Descoberto ? soma ( = ) Ativo Total Passivo Financeiro 2.1 - saldo restante Passivo Exigível a Longo Prazo 2.2 - saldo restante ? Passivo Real Ativo Real Líquido ? at.To=Pa. TO: dif.compl. ( = ) Passivo Total A Variação do Saldo Financeiro poderá ser demonstrada da seguinte forma: DESCRIÇÃO EM 31/12/_____ Ativo Financeiro Passivo Financeiro EM 31/12/_____ VARIAÇÕES (+) OU (-) TROCAR ANO 1.1.1 - saldo restante 2.1 - saldo restante Rua Álvaro Millen da Silveira, nº 208 – Centro – Florianópolis – SC – 88020-901 Unidade Presidente Coutinho - ACCR (48) 3287-2885 – Fax 3287-2898 e-mail [email protected] 76 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SANTA CATARINA GABINETE DA PRESIDÊNCIA AUDITORIA INTERNA Saldo Patr.Financ. Demonstração das Variações Patrimoniais A participação do orçamento público e das variações independentes da execução na formação do resultado patrimonial é demonstrada abaixo, na forma dedutiva: Receita Orçamentária ( - ) Despesas Orçamentária ( = ) Resultado Financeiro do Exercício (+) Resultado Orç. Aument. ( - ) Result. Orç. Diminut. ( = ) Resultado Patrimonial da Execução Orçamentária (+) Resultado Extraorç. Aument. ( - ) Result. Extraorç. Diminut. ( = ) Resultado Patrimonial do Exercício 4 - saldo restante 3 - saldo restante 6.1 - saldo restante 5.1 - saldo restante soma(result.financ+/- result.orç.) 6.2 - saldo restante 5.2 - saldo restante fecha c/ 6.3.1.result. Exerc. Sdo. Rest.(Tc 01 encerr.) Ou Anexo 15 result.patrim.Superavit/deficit) O Resultado Patrimonial do Exercício, somado algebricamente ao Saldo Patrimonial do exercício anterior, vai resultar do novo Saldo Patrimonial, conforme se demonstra: Patrimônio Líquido do Exercício Anterior 2.4 - saldo restante ( +/- ) Resultado Patrimonial do Exercício ver acima fecha c/2.4 saldo rest. (Tc 01 encerr.) ( = ) Patrimônio Líquido em 31/12 Movimento das Contas de Compensação O registro e baixa de responsabilidade por adiantamentos, convênios, auxílios, contratos, etc, assim se apresentam: 1.9.9 - saldo exercício anterior Saldo do Exercício Anterior ( + ) Registro de Responsabilidade de Terceiros 1.9.9.1.1 - mov. Acumul. A Débito ( - ) Baixa de Responsabilidade de Terceiros 1.9.9.1.1 - mov. Acum. A Crédito 1.9.9 - saldo restante ( = ) Saldo para o Exercício Seguinte Rua Álvaro Millen da Silveira, nº 208 – Centro – Florianópolis – SC – 88020-901 Unidade Presidente Coutinho - ACCR (48) 3287-2885 – Fax 3287-2898 e-mail [email protected] 77 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SANTA CATARINA GABINETE DA PRESIDÊNCIA AUDITORIA INTERNA 7.33 ANEXO XXXIII ANÁLISE DE LIQUIDAÇÃO E PAGAMENTO DE DESPESA: REFERÊNCIA TEM DESCRIÇÃO SIM 1) Possui 3 orçamentos (quando o valor ultrapassa a R$ 500,00)? 2) A classificação de despesa está correta? 3) O empenho é prévio (data anterior ao do documento fiscal)? 4) O comprovante de despesa é hábil sem rasuras e em 1ª via? 5) O objeto empenhado é o mesmo do documento fiscal? 6) As retenções (INSS e ISS) foram efetuadas e destacadas corretamente? 7) O nome do credor estampado no empenho é o mesmo do docum. Fiscal? 8) Existe assinatura no empenho, do funcionário responsável pela liquidação da despesa, devidamente identificado/habilitado? 9) Possui declaração do responsável, no documento comprobatório de despesa, devidamente identificado/habilitado? Observações: Rua Álvaro Millen da Silveira, nº 208 – Centro – Florianópolis – SC – 88020-901 Unidade Presidente Coutinho - ACCR (48) 3287-2885 – Fax 3287-2898 e-mail [email protected] NÃO ñ aplic. 78 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SANTA CATARINA GABINETE DA PRESIDÊNCIA AUDITORIA INTERNA 7.34 ANEXO XXXIV ANÁLISE DOS PAGAMENTOS EFETUADOS POR AQUISIÇÃO DIRETA Auditoria efetuada nos pagamentos de despesas através de Aquisição Direta no período de .............. a .............. de 200.... REFERÊNCIA ITEM sim não a) Possui 3 orçamentos [quando exigido (acima de R$ 500,00)]? b) O empenho está assinado (Diretor Geral e Diretor da DOF) ? c) A aquisição respeitou o limite estabelecido em Lei? d) A classificação da despesa está correta? e) O empenho é prévio (data anterior ao do documento fiscal)? f) O comprovante de despesa é hábil sem rasuras e em 1ª via? g) O nome do credor estampado no empenho é o mesmo do docum. Fiscal? h) O objeto empenhado é o mesmo do documento fiscal? i) Possui declaração do responsável no documento comprobatório de despesa, certificando que o material foi recebido ou o serviço prestado, e que está conforme as especificações nele consignadas? j) Existe assinatura do funcionário responsável pela liquidação da despesa na nota de empenho, devidamente identificado/habilitado? k) As retenções foram efetuadas (destacadas) corretamente, se for o caso? l) Quando aquisição de bens permanentes, existe comprovante que o bem entrou no almoxarifado, com a identificação da pessoa que efetuou a operação? * utilizar este papel de trabalho em conjunto com o papel de trabalho das amostras. Observações: Rua Álvaro Millen da Silveira, nº 208 – Centro – Florianópolis – SC – 88020-901 Unidade Presidente Coutinho - ACCR (48) 3287-2885 – Fax 3287-2898 e-mail [email protected] 79 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SANTA CATARINA GABINETE DA PRESIDÊNCIA AUDITORIA INTERNA 7.35 ANEXO XXXV PAPEL DE TRABALHO P/ ANÁLISE ANTES DA LIBERAÇÃO DO PAGTO. DA ÚLTIMA PARCELA, REFERENTE A OBRA/SERVIÇO DE ENGENHARIA Mês: ......................... Auditado por: .......................... Data: ......../......../....... REFERÊNCIA ITEM OBJETO DE ANÁLISE SIM NÃO 1 Possui aprovação da Diretoria de Engenharia e Arquitetura 2 A obra foi recebida provisoriamente? 3 A obra foi entregue no prazo estabelecido 4 A nota fiscal destaca a retenção de INSS, possui o valor de material e mão-de-obra e o valor do INSS a reter está correto 5 A empresa mantém as mesmas condições de habilitação do processo licitatório ( regularidade c/INSS, FGTS, Receita Federal, Dív. Ativa União, Min. do Trabalho, estadual, municipal, conferidas na internet e dentro do prazo de validade) 6 Foi apresentado o comprovante de recolhimento do FGTS do pessoal da obra 7 A obra possui registro no INSS (ver despacho DMP se recolh.é ref. CEI ou CNPJ) 8 A garantia, quando não em moeda corrente, está no prazo de validade 9 Possui manifest. formal da DMP, qto. aos aspectos contratuais, p/ liberação pagto. 10 Possui comprovante de recolhimento do ISS do mês anterior 11 Foi apresent. a declaração de escrita contábil e GFIP quando M.O inferior a 50% 12 O Diário de Obra foi anexado? (se não verificar) 13 Caução, informações e valores a reter estão corretos? OBSERVAÇÕES: Rua Álvaro Millen da Silveira, nº 208 – Centro – Florianópolis – SC – 88020-901 Unidade Presidente Coutinho - ACCR (48) 3287-2885 – Fax 3287-2898 e-mail [email protected] 80 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SANTA CATARINA GABINETE DA PRESIDÊNCIA AUDITORIA INTERNA 7.36 ANEXO XXXVI ANÁLISE DE TERMOS ADITIVOS DE OBRAS OBJETO DE ANÁLISE 1. O pedido do aditivo ocorreu dentro do prazo de vigência do contrato? 2. Justificativa da Diretoria de Engenharia e arquitetura, formalizando a necessidade, com indicativo de imprevisibilidade ou caso fortuito, com fundamento no interesse público. 3.Os serviços aditados estavam previstos no projeto básico. 4. Manifestação da DOF, quanto a disponibilidade orçamentária. 5. Autorização prévia do ordenador da despesa. 6. Temporalidade (se os serviços foram ou não realizados antes da formalização do aditivo. 7. Certidões/habilitação – se a empresa mantém as mesmas condições de habilitação do processo licitatório (INSS, FGTS, Receita Federal, Dívida Ativa da União, Ministério do Trabalho, estadual e municipal). 8. Aprovação pela Assessoria Jurídica. 9. Preços de mercado/histórico. 10. Preço proposto (existe). 11. O percentual de acréscimo está dentro do limite estabelecido na Lei 8.666/93. Observações: Rua Álvaro Millen da Silveira, nº 208 – Centro – Florianópolis – SC – 88020-901 Unidade Presidente Coutinho - ACCR (48) 3287-2885 – Fax 3287-2898 e-mail [email protected] SIM NÃO