FAPREV- FACULDADE DE PRESIDENTE VENCESLAU
Projeto Pedagógico
Curso: Licenciatura em Educação Física
Presidente Venceslau
2011
Licenciatura em Educação Física – FAPREV - Faculdade de Presidente Venceslau
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I – IDENTIFICAÇÃO DO PROJETO
I.1 – LOCAL DE FUNCIONAMENTO
ENDEREÇO: Rua Piracicaba, nº 47 – Jardim Coroados
Presidente Venceslau (SP) – CEP 19400-000
FONE: (18) 3272-9440
I.2 – MANTENEDORA
NOME: O INSTITUTO EDUCACIONAL DO ESTADO DE SÃO PAULO
ENDEREÇO: Rua Álvares Penteado n. 231 / 216 – Centro
São Paulo (SP) – CEP 01012.000
FONE: (11) 2173-4700
O INSTITUTO EDUCACIONAL DO ESTADO DE SÃO PAULO é atualmente a
instituição
mantenedora
da
FAPREV
-
FACULDADE
DE
PRESIDENTE
VENCESLAU, por força da Transferência de Mantença ocorrida em 24 de
novembro de 2006, consoante Portaria Ministerial 953/2006. Foram transferidos
da FAFIPREVE – Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Presidente
Venceslau, mantida pela AEPREVE, para a Sociedade Brasileira de Educação
Renascentista, através da Portaria nº 840, de 14 de novembro de 2008, os
seguintes cursos:

Letras;

Matemática;

História;

Geografia;

Pedagogia.
Atualmente a instituição mantenedora da FAPREV - Faculdade de Presidente
Venceslau é o INSTITUTO EDUCACIONAL DO ESTADO DE SÃO PAULO. Sem
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Rua Piracicaba, 47 – Jardim Coroados - Presidente Venceslau (18) 3272-9440 – CEP: 19400-000
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fins lucrativos, de direito privado, constituída em fevereiro de 2005, na forma de
sociedade civil (associação), com estatuto registrado no 10O Oficial de Registro
de Títulos e Documentos e Registro Civil de Pessoa Jurídica da Capital (SP),
Processo de Inscrição de Pessoa Jurídica sob número 07.245.843/0001-05, no
Livro de Atas em 15/02/2005 sob o nº. 9478. Sua Diretoria está composta por
um presidente, um vice-presidente, um secretário e um tesoureiro. À Diretoria
compete à administração da entidade e a responsabilidade de zelar pela
instituição mantida em todos os seus aspectos contábeis, financeiros e legais.
I.3 - DIRIGENTE PRINCIPAL DA MANTENEDORA
NOME: José Fernando Pinto da Costa
ENDEREÇO: Rua 03 de dezembro, 38 - Centro – São Paulo
CEP 01014-020
TEL: (11) 3241-8748
E-MAIL: [email protected]
I.4 – MANTIDA
NOME: FAPREV - FACULDADE DE PRESIDENTE VENCESLAU
ENDEREÇO: Rua Piracicaba n. 47 – Jardim Coroados
Presidente Venceslau (SP) – CEP 19400-000
FONE: (18) 3272-9440
I.5 – DIRIGENTE DA MANTIDA:
NOME: Ricardo José Machado
CARGO: Diretor Geral
ENDEREÇO: Rua Midori Hamada, 55 – Jardim Coroados
Presidente Venceslau - CEP 19400-000
FONE: (18) 9711-2438
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Rua Piracicaba, 47 – Jardim Coroados - Presidente Venceslau (18) 3272-9440 – CEP: 19400-000
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E-mail: [email protected]
I.6 - CURSOS AUTORIZADOS

Letras;

Matemática;

Pedagogia;

História;

Geografia;

Administração.
I.7 – CURSO OBJETO DO PRESENTE PROJETO:
EDUCAÇÃO FÍSICA (Licenciatura)
II – INTRODUÇÃO
II.1 - CARACTERIZAÇÃO DA REGIÃO DE INFLUÊNCIA
II.1.1 - Cenário da região de Presidente Venceslau
A fundação da cidade de Presidente Venceslau, em 28 de dezembro de 1921,
deve-se ao aparecimento da antiga povoação de Coroados, juntamente com a
chegada da Estrada de Ferro Sorocabana que, nesse mesmo ano, inaugurou sua
estação dentro do território hoje pertencente ao município de Presidente
Venceslau. Em 12 de dezembro de 1925, foi elevada a distrito do município de
Presidente Prudente e, em 2 de setembro de 1926, elevada a município.
A população total do município é de 37.376 pessoas, sendo 34.566 residentes na
área urbana e 3.731 na área rural. A densidade demográfica é de 50 hab/km2. A
extensão do município é de 755 km2 representando 0,3042% do Estado,
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0,0817% da região e 0,0089% de todo o território nacional. O índice de
desenvolvimento humano é de 0,818 segundo o Atlas de Desenvolvimento
Humano/PNUD
(2000).
Todos
esses
dados
foram
extraídos
do
Censo
Demográfico do IBGE 2000.
O município está localizado em uma região com amplo sistema penitenciário,
sendo 33 (trinta e três) ao todo. Entre elas está localizada a penitenciária de
segurança máxima de Presidente Bernardes.
Além do sistema penitenciário, o município possui vários outros órgãos públicos,
tais como:
a) Secretaria da Agricultura;
b) Inspetoria Regional de Esportes;
c) Núcleo do DER;
d) Núcleo de Saúde;
e) INSS;
f) Receita Federal;
g) Receita Estadual;
h) IBGE;
i) 02 (dois) presídios (penitenciária I e II);
j) 42º Batalhão da Polícia Militar (Polícia Rodoviária, Polícia Ambiental,
Corpo de Bombeiros e 1ª Cia. da Polícia Militar).
II.1.2 - Dados Estatísticos
Cenário da região da Alta Sorocabana do Estado de São Paulo
a) A região apresenta uma população de 788.100 habitantes, sendo que
672.986 residem na área urbana e 115.124 na área rural, com taxa de
urbanização de 85% (SEADE, 2004);
b) A taxa de mortalidade infantil encontra-se na faixa de 13,5% por mil
nascimentos, número de leitos do SUS – Sistema Único de Saúde, por mil
habitantes é de 2,77 (SEADE, 2006);
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c) Apresenta 102.752 pessoas empregadas, sendo 23.370 na indústria, 21.692
no comércio e 46.818 nos serviços (SEADE, 2004);
d) A região apresenta 2% do índice de participação do ICMS do Estado de São
Paulo,
1881
estabelecimentos
industriais,
concentrados
na
cidade
de
Presidente Prudente. É a segunda região mais pobre do Estado, após a Região
do Vale do Ribeira (SEADE, 2004);
e) A região possui grande potencial agropecuário, sendo considerada a nova
fronteira agrícola do Estado de São Paulo. O setor agropecuário tem como
maiores produtos o plantio do algodão em caroço, a cana de açúcar e a
pecuária de corte. Os dados para 2005 para estas culturas são fornecidos
abaixo (IEA, 2004):
Produto
Algodão
Cana de açúcar
Soja
Bovinos
Área-hectare
9.357
Produção
1.198.498@
106.208
8.660.346 t
66.536
3.224.149 sc 60kg
1.733.567
932.432 cabeças
f) A região concentra problemas fundiários há muitos anos, sendo que o
programa de regularização fundiária lançado pelo Governo Estadual sinaliza a
resolução desta questão para os próximos anos, o que deverá estimular o
crescimento econômico, com ênfase para o agronegócio.
II.2 - Programas Sociais do INSTITUTO EDUCACIONAL DO ESTADO DE
SÃO PAULO
O Instituto Educacional do Estado de São Paulo, ciente que as instituições de
ensino são por excelência o veículo natural de disseminação da responsabilidade
social, pois são as responsáveis pela formação do cidadão, visa proporcionar aos
jovens carentes a possibilidade de ingresso no ensino superior, e ao longo dos
seus seis anos de existência firmou e consolidou parcerias com órgãos
governamentais e instituições para concessão de bolsas de estudo de até 100%.
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No entanto, acreditando que em Responsabilidade Social na área educacional,
não pode existir doação e sim reciprocidade O Instituto Educacional do Estado
de São Paulo exige dos alunos contemplados bom desempenho acadêmico e
contrapartida social através da prestação de serviços em creches, asilos,
hospitais, associações de moradores, agrovilas, associação de produtores rurais,
escolas municipais e estaduais e instituições beneficentes.
Em pouco tempo de existência Instituto Educacional do Estado de São Paulo já
absorve valiosa experiência na administração de projetos de cunho social em
que participa e, oferece a todos os seus alunos, alternativas de apoio estudantil.
NOVO FIES
O Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior
(FIES) é um programa do Ministério da Educação destinado a
financiar
a
graduação
presencial
na
educação
superior
de
estudantes matriculados em instituições não gratuitas. O FIES foi criado em
1999 e a partir deste ano passa a funcionar com importantes mudanças que
facilitaram ainda mais a contratação do financiamento por parte dos estudantes.
Podem
solicitar
o
financiamento
pelo
FIES
os
estudantes
regularmente
matriculados em cursos de graduação presencial, não gratuitos que tenham
obtido avaliação positiva no Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior
(SINAES) e que seja oferecido por instituição de ensino superior participante do
Programa.
O estudante somente poderá solicitar o financiamento para um único curso de
graduação em que estiver regularmente matriculado.
É vedada a inscrição no FIES a estudante:
- cuja matrícula acadêmica esteja em situação de trancamento geral de
disciplinas no momento da inscrição;
- que já tenha sido beneficiado com financiamento do FIES;
O financiamento é concedido aos estudantes matriculados em cursos presenciais
com avaliação positiva nas avaliações do Ministério da Educação.
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São considerados cursos com avaliação positiva os cursos de graduação que
obtiverem conceito maior ou igual a 03 (três), no Sistema Nacional de Avaliação
da Educação Superior (SINAES), instituído pela Lei nº 10.861, de 14 de abril de
2004.
Para verificação dos critérios de qualidade do curso, serão considerados:
- o Conceito de Curso (CC);
- o Conceito Preliminar de Curso (CPC), na hipótese de inexistência do CC;
- o conceito obtido pelo curso no Exame Nacional de Desempenho dos
Estudantes (ENADE), na hipótese de inexistência do CC e do CPC.
Serão considerados os conceitos mais recentes publicados.
Os cursos Sem Conceito (SC) e Não Avaliados (NA) no ENADE somente poderão
ser financiados por meio do FIES se o Conceito Institucional (CI) da instituição
de ensino superior for maior ou igual a 03 (três) ou, na hipótese de inexistência
do CI, o Índice Geral de Cursos (IGC) da instituição for maior ou igual a 03
(três).
A taxa de juros do FIES é de 3,4% ao ano para todos os cursos.
A partir de agora, o FIES terá fluxo contínuo, ou seja, o estudante poderá
solicitar o financiamento em qualquer período do ano, de acordo com a sua
necessidade. As inscrições são feitas pelo Sistema Informatizado do FIES
(SisFIES), disponível para acesso neste sítio.
PROUNI – PROGRAMA UNIVERSIDADE PARA TODOS
O Programa Universidade para Todos, denominado ProUni, é
destinado à concessão de bolsas de estudos integrais e parciais
de 50% e 25% para cursos de graduação e tecnólogo, em instituições privadas
de ensino superior, com ou sem fins lucrativos e oferece ainda a implementação
de políticas afirmativas de acesso ao ensino superior aos auto declarados
indígenas ou negros e aos portadores de deficiência.
O Instituto Educacional do Estado de São Paulo, diante do lançamento do ProUni
pelo Ministro da Educação e ciente da carência social existente no país, apoiou a
ação do MEC e foi a primeira instituição a aderir ao Programa, quando ele foi
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lançado pelo Ministro da Educação, disponibilizando 10% de suas vagas iniciais
para ingresso de alunos ao ensino superior.
Poderá ser beneficiado pelo ProUni o estudante que participou do último ENEM e
que tenha cursado o ensino médio completo em escola pública ou em instituição
privada na condição de bolsista integral; estudante portador de necessidades
especiais; professor da rede pública de ensino que se candidate a cursos de
Licenciatura
destinada
ao
magistério,
à
Educação
Básica
e
Pedagogia,
independente da renda, desde que haja vaga e após a seleção do Ministério da
Educação e da Faculdade Parceira da UNIESP.
O número de vagas disponibilizado para o programa é calculado de acordo com
o número de novos alunos matriculados para o semestre nas Faculdades
Parceiras da UNIESP.
As bolsas podem ser integrais ou parciais de 50% e 25%.
Os estudantes que tenham renda per capita familiar de, no máximo, um salário
mínimo e meio do salário mínimo vigente, podem ser beneficiados com bolsa
integral.
Os estudantes que tenham renda per capita familiar de, no máximo, três salários
mínimos vigente, podem ser beneficiados com bolsas de 50% e de 25%.
A renda por pessoa é calculada somando-se a renda bruta dos componentes do
grupo familiar e dividindo-se pelo número de pessoas que formam esse grupo
familiar. Por grupo familiar entende-se, além do candidato, o conjunto de
pessoas que residem na mesma moradia, que usufruam de renda familiar
mensal e que sejam relacionados pelos seguintes graus de parentesco: pai,
padrasto, madrasta, cônjuge, companheiro(a), filho(a), enteado(a), irmão(a),
avô(ó).
O processo de seleção do ProUni acontece da seguinte forma: primeiro o MEC
faz uma pré-seleção dos inscritos com base no resultado do Exame Nacional do
Ensino Médio - ENEM (sempre do último realizado) - e depois com base nessa
pré-seleção a Faculdade Parceira da UNIESP indicada pelo aluno faz uma seleção
final, tendo como base o número de vagas, a classificação do candidato no
vestibular e obedecendo aos requisitos anteriores. As Faculdades Parceiras da
UNIESP aderiram à iniciativa de se tornarem FUNDO GARANTIDOR de seus
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alunos que optaram pelo NOVO FIES para que eles não precisassem de fiador
conforme legislação que o rege.
A pré-seleção não oferece direito definitivo para a bolsa de estudo. O candidato
deve acompanhar todas as etapas e datas do processo seletivo, divulgadas pelo
MEC e pela IES.
O candidato só pode participar do processo seletivo do ProUni se tiver realizado
a última prova do ENEM (a que antecede o processo seletivo do ProUni).
A inscrição só pode ser feita pelo site www.prouni.mec.gov.br, nos períodos prédeterminados e amplamente divulgados pelo MEC e pela mídia.
O ProUNI reserva cotas para afrodescendentes, indígenas e portadores de
deficiências, porém os candidatos têm que se enquadrar nos critérios de seleção
do programa. O percentual de bolsa destinado aos cotistas é igual aquele de
cidadãos negros, pardos e índios, por Unidade de Federação, de acordo com o
último censo do IBGE.
O aluno com bolsa de 50% deve pagar os 50% sobre o valor da mensalidade até
o 5º dia útil, com os descontos de pontualidade de acordo com o dia de
pagamento. Caso queira e tenha a necessidade, pode financiar os 50% por meio
do NOVO FIES – Financiamento Estudantil do Governo Federal - de acordo com a
Portaria MEC 1.861, publicada no Diário Oficial da União de 01/06/2005 e no site
www.prouni.mec.gov.br.
O aluno contemplado pode perder a bolsa se:
- Fraudar ou prestar informações falsas junto a Faculdade Parceira da UNIESP;
- Desistir do curso de graduação;
- Ficar em dependência em alguma disciplina por rendimento escolar ou
frequência;
- Cometer irregularidade de comportamento junto a professores, funcionários e
outros alunos.
O aluno que foi contemplado com bolsa de 100%, 50% ou 25% fica isento da
taxa de inscrição do vestibular.
O aluno tem que ficar atento ao site do ProUni, www.prouni.mec.gov.br, onde
são divulgadas as listagens de alunos para a etapa de reclassificação. Isso
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ocorre porque daqueles alunos inicialmente pré-selecionados, alguns são
reprovados.
O ProUni é destinado apenas aos alunos ingressantes.
O aluno que queira se transferir para as Faculdades Parceiras UNIESP e for de
anuência da instituição, deve solicitar a transferência da bolsa de estudos junto
ao programa.
PROGRAMA ESCOLA DA FAMÍLIA
As Faculdades UNIESP em parceria com o Governo do Estado de São
Paulo, por meio da Secretaria da Educação, desde 2003 vêm
contribuindo para a inserção de jovens no ensino superior, dentro do
Programa Escola da Família. Por força desse programa, todos os finais de
semana, as escolas da Rede Estadual de Ensino abrem suas portas às
comunidades e com o trabalho voluntário dos estudantes oferecem atividades
voltadas às áreas esportivas, culturais, educacionais, de saúde e de qualificação
para o trabalho, transformando-as em centro de convivência. Em contrapartida o
aluno participante estuda com bolsa de 100%, sendo 50% custeada pela
Faculdade e 50% pelo Governo do Estado.
O programa é reconhecido pela UNESCO e Instituto Airton Senna e pela OEA
(Organização dos Estados Americanos) como um dos maiores projetos de
inclusão social do mundo.
Podem se inscrever no Programa Bolsa Escola da Família todos os alunos que
estiverem regularmente matriculados em cursos de graduação ou tecnólogo das
Faculdades Parceiras da UNIESP, que tenham cursado as três séries do ensino
médio e que tenham interesse e disponibilidade para desenvolver as atividades
do Programa junto às escolas públicas estaduais, aos finais de semana, por 12
(doze) horas.
As inscrições podem ser efetuadas entre os dias 1 e 12 de cada mês e/ou de
acordo com o calendário lançado pela SEE (Secretaria do Estado de Educação)
no site www.escoladafamilia.sp.gov.br ao longo de todo o semestre. No entanto
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para que tenha uma chance maior de contemplação, o ideal é que as inscrições
sejam feitas em janeiro ou julho de cada ano.
Para se candidatar ao Programa Bolsa Escola da Família, o universitário deve
preencher
o
formulário
de
inscrição
on-line
no
site
www.escoladafamilia.sp.gov.br e levar a documentação que comprove sua
condição sócio-econômica e acadêmica à Diretoria de Ensino que contempla a
escola que escolheu para atuar.
O aluno inscrito no Programa Bolsa Escola da Família deve apresentar na
Diretoria de Ensino a qual pertence a escola escolhida para prestação de serviços
os seguintes documentos originais acompanhados de cópia:
- CPF;
- RG;
- Título de eleitor e último comprovante de votação;
- Certificado de reservista (se homem com 18 anos ou mais);
- Certidão de casamento;
- Certidão de nascimento dos filhos menores de 21 anos;
- Comprovação de renda familiar mediante demonstrativo de pagamento, ou
ganho,
se
autônomo
(ex.:
holerite,
recibo,
contrato
de
trabalho);
- Histórico escolar do ensino médio;
- Comprovantes de residência como: contas de água e luz;
- Recibo de pagamento do último aluguel ou recibo de financiamento do imóvel;
- Comprovante de pagamento do boleto da faculdade para quem ingressou no
programa após o início das aulas.
São considerados para classificação dos candidatos inscritos os seguintes
aspectos:
- Renda mensal do candidato;
- Renda mensal familiar;
- Despesa fixa mensal da casa;
- Número de pessoas que moram na casa;
- Número de pessoas que trabalham na casa;
- Tipo de moradia.
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As Diretorias de Ensino verificam a documentação dos candidatos e aprovam as
fichas de inscrição. As Faculdades Parceiras UNIESP ratificam a matrícula do
candidato no curso indicado em sua ficha de inscrição, e a coordenadoria do
programa seleciona o aluno de acordo com a renda demonstrada nos
documentos entregues.
Têm prioridade na concessão do benefício:
- Os candidatos à bolsa egressos do CEFAM, conforme disposto na Resolução SE
119 de 17/11/2003;
- Os egressos da FEBEM;
- Os formados pelo Programa Escola da Juventude;
- Os bolsistas de Instituições de Ensino Superior, que não vierem a renovar o
convênio, se matriculados ou transferidos para cursos de Instituições de Ensino
Superior conveniadas.
O aluno contemplado com a bolsa de 100% deve prestar 16 horas de trabalho
nas escolas estaduais aos finais de semana, sendo 08 horas aos sábados e 08
horas aos domingos. Os alunos com aulas aos sábados, na grade do curso,
devem repor as horas faltantes durante a semana junto a Diretoria de Ensino.
São atribuições do Educador Universitário beneficiado pelo Programa:
- Elaborar plano de atividades que serão desenvolvidas no Programa Bolsa
Escola
da
Família,
conforme
orientações
recebidas;
- Cumprir a carga horária de 16 horas aos finais de semana, nos espaços
escolares
previamente
indicados
pela
Diretoria
de
Ensino;
- Elaborar relatórios mensais das atividades desenvolvidas, que serão entregues
ao Educador Profissional responsável pelo acompanhamento do Programa na
unidade escolar;
-
Participar
das
reuniões
de
capacitação
e
avaliação
do
Programa;
- Apresentar-se com pontualidade e assiduidade à unidade escolar indicada;
- Comunicar ao Educador Profissional, previamente, as possíveis ausências, não
excedendo em três faltas semestrais;
-
Contribuir
para
responsabilidade
o
as
bom
andamento
tarefas
junto
do
à
Programa,
cumprindo
comunidade
com
participante;
- Utilizar os conhecimentos adquiridos no curso de graduação ou suas
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habilidades
pessoais
no
exercício
de
suas
funções;
- Garantir a qualidade de seu rendimento escolar no curso de graduação.
O aluno contemplado pode ser desclassificado:
- Se não comprovar as declarações feitas no formulário de inscrição;
- Se perder os prazos estabelecidos pelas convocações;
- Se fraudar ou prestar informações falsas na inscrição junto ao Programa
(nesse caso, além da desclassificação, o candidato estará sujeito às sanções do
Código Penal Brasileiro);
- Se não aceitar a unidade escolar para a qual foi designado pela Diretoria de
Ensino, onde deveria desenvolver as atividades do Programa Bolsa Escola da
Família;
- Se desistir do curso de graduação ou ser reprovado no mesmo, por baixo
rendimento escolar ou freqüência;
- Se exceder o limite de três (3) faltas por semestre nas atividades do Programa
Bolsa Escola da Família;
- Se incorrer em indisciplina ou falta grave no exercício de sua função como
Educador-Universitário;
O aluno que desistir do benefício do Programa Bolsa Escola da Família só pode
ser beneficiado pelo Programa Jovens Acolhedores ou, Financiamento pelo NOVO
FIES.
O aluno que consta na lista de espera do Programa Bolsa Escola da Família, caso
não seja contemplado com a bolsa neste ínterim, precisa refazer a inscrição todo
o início de semestre, nos meses de janeiro e julho.
Quando o nome do aluno consta na lista de espera do Programa significa que
está prestes a ser contemplado com a bolsa.
JOVENS ACOLHEDORES
O Programa Jovens Acolhedores, lançado em junho de 2004 pelo Governo do
Estado de São Paulo, junto a Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo tem
como objetivos: promover a participação de universitários no acolhimento de
usuários das Unidades Públicas de Saúde; investir no processo de humanização
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da assistência; e contribuir no processo de de reabilitação de pacientes que se
encontram fragilizados com a doença.
O universitário, Jovem Acolhedor tem o papel de promover o encontro do
usuário com a instituição, ouvindo suas necessidades e expectativas e
acompanhando todo o seu atendimento.
Todos os alunos regularmente matriculados - do primeiro ao penúltimo ano de
qualquer um dos cursos de graduação ou tecnólogo das Faculdades Parceiras da
UNIESP - podem se inscrever e vir a ser contemplado pelo programa, desde que
tenha disponibilidade para trabalhar 20 horas semanais, de segunda a sextafeira pela manhã ou à tarde, em uma das unidades de saúde inclusas no projeto.
O Jovem Acolhedor oferece uma bolsa de estudos integral, durante 12 meses.
As inscrições devem ser feitas no início de cada semestre, de acordo com a
conveniência da Secretaria de Saúde, por meio do site www.saude.sp.gov.br. As
vagas são preenchidas por “sorteio público”, associado a um processo de seleção
pós-treinamento realizado pela Secretaria de Saúde que vai considerar o
candidato apto ou não apto para integrar o programa. Somente ocorre uma
inscrição anual, por isso o candidato não pode perder a oportunidade.
Para se inscrever no Programa é necessário acessar o site do programa www.saude.sp.gov.br - buscar a Ficha de Inscrição e inserir as seguintes
informações:
- Nome completo;
- E-mail;
- Sexo;
- RG;
- CPF;
- Data de nascimento;
- Telefone;
- Instituição em que estuda;
- Curso;
- Número de matrícula;
- Cidade em que desenvolverá as atividades;
- Bairro em que desenvolverá as atividades;
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- Unidade de saúde (preferencialmente a mais próxima à residência);
- Período em que desenvolverá as atividades.
OBS.: É importante ressaltar que a ficha de inscrição é única. Em caso de erro o
candidato não consegue alterá-la ou preenchê-la corretamente. Sendo assim,
recomenda-se muita atenção durante a realização desse processo.
O treinamento inicial é feito para identificar se o candidato atende ou não ao
perfil necessário para desempenhar as funções de Jovem Acolhedor. O aluno que
não tiver 100% de freqüência no treinamento (que concede certificado) será
automaticamente eliminado do programa.
As bolsas disponíveis variam de acordo com o interesse de cada município, da
unidade de saúde do Estado de São Paulo e da instituição educacional em
convênio com o programa.
O Jovem Acolhedor responde pelas seguintes funções:
- Recepcionar todas as pessoas que buscam a unidade de saúde, acolhendo-as
com humanidade;
- Ter compromisso com a satisfação e qualidade no atendimento, sendo rápido
ao agir e cumprir a programação sob sua responsabilidade;
- Zelar pelo bem público, inclusive materiais, equipamentos e instalações da
Unidade de Saúde ou os que forem colocados a sua disposição;
- Cumprir normas e princípios que regem a administração pública.
Os motivos para desligamento são:
- Descumprimento do prazo de adesão ao programa;
- Conduta desabonadora de sua permanência no programa;
- Descumprimento das funções;
- Alusões depreciativas às autoridades e aos atos administrativos;
- Retirada, sem prévia permissão da autoridade competente, de qualquer
documento ou objeto existente no local ou sob sua guarda;
- Entretenimento durante as horas de trabalho, em atividades estranhas a
função;
- Não comparecimento sem causa justificada;
- Trato de interesses particulares no local;
- Promoção de manifestações de apreço ou desapreço dentro do local;
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- Exercício de comércio no local;
- Emprego do material do serviço em atividades particulares.
A matrícula precisa ser paga, porque o candidato precisa estar matriculado para
fazer a inscrição para o programa.
PROGRAMA BOLSA ESCOLA MUNICIPAL PARA O ENSINO SUPERIOR
O Programa Bolsa Escola Municipal para o Ensino Superior e a
UNIESP Solidária, por meio das Faculdades Parceiras da UNIESP,
consolidam mais um projeto que tem como objetivo facilitar o acesso do aluno
ao ensino superior. Aliado a concessão de bolsas de estudo, o Programa Bolsa
Escola Municipal para o Ensino Superior, ainda busca fixar o aluno em seu
município de origem e fazer com que ele contribua para o desenvolvimento
sócioeconômico da Região.
O objetivo é propiciar a parceria entre as Prefeituras Municipais e Faculdades
Parceiras
da UNIESP,
visando
a
promoção
do
desenvolvimento
local
e
sustentável por meio da inserção de estudantes carentes no ensino superior.
Os alunos indicados pelas Prefeituras conveniadas ou transferidos de outras
faculdades por meio dos vestibulares destinados às vagas remanescentes,
dentre os quais:
- Professores da rede pública municipal;
- Funcionários da administração pública municipal;
- Munícipes egressos da escola pública, respeitando-se o número de vagas
disponíveis para cada município.
Para os alunos ingressantes, o período para inscrição é logo após o vestibular;
para os alunos transferidos de outras faculdades, em qualquer época do ano.
Para se candidatar ao Programa Bolsa Escola Municipal para o Ensino Superior, o
aluno deve procurar a Prefeitura do seu município, conveniada com as
Faculdades Parceiras da UNIESP, e solicitar que o indique para cursar a
Faculdade Parceira da UNIESP e participar do programa.
Estão disponíveis, para as Prefeituras conveniadas, uma quantidade de vagas
definida no termo de convênio firmado entre as Faculdades Parceiras da UNIESP
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e a Prefeitura conveniada, de acordo com as vagas remanescentes em cada
semestre.
O aluno pode solicitar à Prefeitura do seu município que procure a UNIESP e que
efetue o convênio de parceria com as Faculdades Parceiras da UNIESP para a
concessão do benefício.
Os alunos ingressantes por meio do vestibular e os alunos transferidos de outras
faculdades indicados pela Prefeitura têm o mesmo direito, desde que haja vagas
remanescentes disponíveis na Faculdade e que a Prefeitura onde o aluno reside
seja conveniada com a UNIESP.
A parceria entre Faculdade e o Município consiste na concessão de bolsas de
estudo de 50% a estudantes ingressantes no ensino superior e, residentes nos
municípios conveniados com a UNIESP. Cabe a Prefeitura Municipal conveniada
disponibilizar o transporte do aluno do município até a Faculdade e arcar com
50% do valor da mensalidade. É importante ressaltar que caso o município não
tenha condições de arcar com a bolsa de estudo de 50%, o aluno deve assumir
este valor.
As responsabilidades do aluno contemplado no Programa Bolsa Escola Municipal
para o Ensino Superior:
- Elaborar plano das atividades que serão desenvolvidas no Programa Bolsa
Escola Municipal, para o Ensino Superior conforme orientações recebidas pela
Prefeitura;
- Contribuir para o bom andamento do projeto, cumprindo com responsabilidade
as tarefas junto à comunidade participante;
- Utilizar os conhecimentos adquiridos no curso de graduação ou suas
habilidades pessoais no exercício de suas funções;
- Desenvolver o trabalho de conclusão de curso, voltado para o desenvolvimento
sustentável de seu município;
- Cumprir a carga horária de 8h semanais em qualquer órgão municipal indicado
pela Prefeitura, como trabalho voluntário;
- Elaborar relatórios mensais das atividades desenvolvidas, que serão entregues
na Prefeitura Municipal e na Secretaria da Faculdade;
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- Assumir a contrapartida financeira, caso o município não arque com o
percentual de 50%;
- Garantir a qualidade de seu rendimento escolar no curso de graduação.
O aluno contemplado com a bolsa de estudo de 50% deve prestar seis horas
semanais de trabalho voluntário em qualquer órgão municipal indicado pela
Prefeitura, de acordo com os critérios adotados pela Prefeitura e apresentados à
Faculdade.
As responsabilidades da Prefeitura Municipal conveniada são:
- Instituir um coordenador do projeto Bolsa Escola Municipal que deve:
-
Ficar
responsável
pela
definição
e
acompanhamento
das
atividades
desenvolvidas;
- Encaminhar ao legislativo projeto de lei regulamentando o projeto e definindo
os critérios para concessão;
- Responsabilizar-se pela divulgação do projeto;
- Assinar convênio com a faculdade e responsabilizar-se pelo pagamento da
bolsa de estudo de até 50%, em caso de disponibilidade de verba;
- Responsabilizar-se pelo transporte do aluno durante o período letivo.
As responsabilidades da Faculdade são:
- Ficar responsável pela parceria entre as Faculdades Parceiras da UNIESP e a
UNIESP Solidária, pela complementação da bolsa de estudo de 50%;
-
Responsabilizar-se
pela
orientação
e
acompanhamento
do
aluno
no
desenvolvimento de suas atividades acadêmicas;
- Responsabilizar-se pela orientação do aluno na elaboração e execução de
projetos de desenvolvimento local, de geração de emprego e renda;
- Designar um professor responsável pelo projeto;
- Incluir no histórico escolar do aluno a participação no projeto como atividade
voluntária.
O aluno pode perder a bolsa se:
- não forem cumpridas as atribuições, tais como:
- Faltar na prestação de serviços voluntários por três vezes no semestre;
- Incorrer com indisciplina ou falta grave na sua função de voluntário;
- For reprovado por nota ou faltas;
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- Atrasar o pagamento da mensalidade;
- A prefeitura não arcar com a parte pela qual está responsável.
UNIVERSITÁRIO CIDADÃO
Com
o
objetivo
de
consequentemente
inserir
incentivar
o
o
jovem
no
ensino
voluntariado,
o
superior
e
Universitário
Cidadão é sem dúvida uma contundente política social implantada
pela FUNDAÇÃO UNIESP em todas as suas Unidades localizadas na capital e
interior do Estado de São Paulo. De extraordinária dimensão social, atende
diretamente a classe social menos favorecida por meio da mais nobre ação social
que uma instituição pode conceber: a educação aliada à consciência de cidadania
e dever cívico.
Nesse projeto, as Faculdades Parceiras da UNIESP concedem até 50% de bolsas
de estudo à alunos financeiramente menos favorecidos e, em contrapartida ao
benefício recebido, exige dos bolsistas o compromisso com o desenvolvimento
de atividades sóciocomunitárias voluntárias em instituições sociais como asilos,
creches, hospitais e ONGs. Oferecendo a sua contribuição pessoal e profissional
para a transformação de centros comunitários, o bolsista estará também
exercendo a sua cidadania.
O projeto foi desenvolvido pela UNIESP Solidária e implantado, inicialmente, na
região Oeste do Estado de São Paulo, que compreende as micro-regiões
Noroeste, Alta Paulista, Alta Sorocabana e Pontal do Paranapanema e abrange
um grande número de pequenos municípios que formam uma população de
aproximadamente um milhão de habitantes. Distante dos grandes centros
comerciais e industriais e carentes em todos os aspectos sociais e econômicos,
principalmente no referente às oportunidades de trabalho, a região sobrevive de
uma atividade econômica inconstante, resultante de trabalhos irregulares e de
atividades de geração de renda.
Em 2005, o Projeto foi implantado também nas Unidades da Capital Paulista e
posteriormente nas cidades próximas que sediam unidades da UNIESP:
Araçatuba,
Araraquara,
Bauru,
Birigui,
Campinas,
Diadema,
Guararapes,
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Guarujá,
Hortolândia,
Jaú,
Mirandópolis,
Presidente
Epitácio,
Presidente
Prudente, Presidente Venceslau, Ribeirão Preto, Rio Claro, Santo André, São
Roque,
Sorocaba,
Taquaritinga
e
Vargem
Grande
Paulista,
regiões
que
apresentam carências de outras naturezas, mas igualmente significativas.
Promovendo a inclusão desses jovens no ensino superior, o projeto contribui
com a melhoria de sua competitividade no mercado de trabalho, viabiliza o
acesso à melhores oportunidades de trabalho e, indiretamente, possibilita a
melhoria da qualidade de vida das famílias e comunidades.
O aluno regularmente matriculado nas Faculdades Parceiras da UNIESP que não
possui condições financeiras de pagar a mensalidade integral, que não foi
contemplado com bolsa no Programa Bolsa Escola da Família ou ProUni e que
comprove
com
documentos
a
sua
necessidade
financeira,
podem
ser
contemplados pelo Projeto.
Atualmente, cada Faculdade Parceira da UNIESP possui um número exato de
bolsas a serem deferidas a cada início de semestre e que são divulgadas pelos
Departamentos de Projetos Sociais das Faculdades.
É necessário que o aluno procure o Departamento de Projetos Sociais da
Faculdade Parceira UNIESP em que estuda, preencha uma ficha, apresente a
documentação exigida, comprove a ausência de condições para pagamento das
mensalidades e assuma o compromisso da contra partida sociocomunitária
exigida pelo programa. Com base neste preceito, o aluno deve procurar
instituições sociais, as mais próximas da sua residência e solicitar a sua inclusão,
como voluntário do Programa Universitário Cidadão.
Com a instituição escolhida, deve dirigir-se ao Departamento de Projetos Sociais
e preencher o requerimento do Programa. A Faculdade Parceira da UNIESP
entregará ao aluno um ofício, em duas vias, que deverá ser apresentado e
protocolado na instituição escolhida. Uma das vias deve permanecer na
instituição para efetivar a inclusão do bolsista como voluntário. A outra via, deve
ser devolvida ao aluno beneficiário com carimbo e assinatura do representante
da instituição, para ser entregue à Faculdade, para que possa ser analisada e
confirmada a concessão ou a manutenção da bolsa.
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O benefício pode ser de até 50%, de acordo com a quantidade de horas de
serviços sociocomunitários voluntários acordado com o aluno e da cota de bolsas
disponíveis.
As atribuições do Universitário Cidadão:
- Elaborar o plano de atividades que será desenvolvido na instituição escolhida,
conforme orientações recebidas;
- Cumprir a carga horária exigida, em função do percentual da Bolsa de Estudos,
durante a semana ou aos finais de semana;
- Elaborar relatórios mensais das atividades desenvolvidas, que deverão ser
entregues à Coordenação de Projetos Sociais da Faculdade;
- Apresentar-se com pontualidade e assiduidade à instituição escolhida;
- Garantir a qualidade de seu rendimento escolar no curso de graduação;
- Elaborar relatórios semanais com as atividades desenvolvidas e que devem ser
entregues até o dia 15 de cada mês no setor de Projetos Sociais da Faculdade.
- Pagar o percentual restante da mensalidade conforme portaria da faculdade e
instruções do boleto, até o 5º dia útil de cada mês.
O aluno contemplado pode perder a bolsa se:
- Fraudar ou prestar informações falsas junto aos Projetos Sociais da Faculdade;
- Desistir do curso superior;
- Ficar em dependência em alguma disciplina por rendimento escolar ou
freqüência;
- Exceder o limite de três faltas por semestre nas atividades do programa
Universitário Cidadão;
- Atrasar o pagamento do percentual restante da mensalidade. Em caso de
dificuldade para o pagamento, verificar possibilidade de financiamento pelo FIES,
pois se não conseguir pagar a mensalidade, - além de perder o percentual de
bolsa, deverá efetuar o pagamento com multa e mora de acordo com o
especificado no boleto;
- Cometer irregularidade de comportamento junto a professores, funcionários e
outros alunos.
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O aluno pode se inscrever novamente no programa somente se tiver perdido o
percentual de bolsa de estudos por inadimplência. Ainda assim, terá de aguardar
seis meses para efetuar a inscrição novamente.
O Programa é válido para todos os cursos desde que:
O aluno cumpra com suas atribuições;
A instituição continue necessitando do aluno como Universitário Cidadão;
O aluno solicite no início de cada semestre a renovação do percentual de Bolsa;
O índice de inadimplência não interfira no equilíbrio financeiro da Faculdade.
A prestação de serviços nas escolas municipais é inserida por meio do Programa
Bolsa Escola Municipal para o Ensino Superior, mediante convênio firmado entre
as Faculdades Parceiras da UNIESP e a refeitura. Nas escolas estaduais, as
vagas são destinadas ao programa Escola da Família e ao projeto Bolsa
Alfabetização.
Não
é
permitida
a
prestação
de
serviço
em
instituições
particulares.
O aluno contemplado com bolsa de estudo pelo Programa Universitário Cidadão
precisa pagar o adiantamento para garantir a bolsa de estudo no semestre
seguinte. Em relação aos meses de janeiro e junho, poderá optar por fazer ou
não o trabalho voluntário na instituição. Se o fizer, mantém o percentual de
bolsa no mês, caso não faça, deve arcar com o pagamento integral da
mensalidade correspondente ao mês.
PROGRAMA FIDELIDADE
A UNIESP Solidária, consciente de suas necessidades de mecanismos eficazes
para
permitir
a
inclusão
de
jovens
carentes
no
ensino
superior
e,
consequentemente, a inserção no mercado de trabalho, criou o Programa
Fidelidade UNIESP, uma iniciativa que tem como proposta uma parceria entre as
escolas públicas e particulares, de Ensino Médio e as Faculdades Parceiras da
UNIESP cujo intuito é reverter para as escolas parceiras uma parcela de valores
recebidos por meio das mensalidades pagas pelos alunos matriculados nos
cursos das Faculdades Parceiras da UNIESP, que foram indicados pelas Escolas
Parceiras.
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Para ser considerado um pré-universitário, o estudante deverá procurar a
diretora da escola em que estuda e pedir para que ela entre em contato com a
UNIESP. Após assinatura do convênio, um representante da UNIESP irá até as
salas de aula, entregará uma ficha para cadastro, em que o aluno que desejar
poderá preenchê-la com seus dados. Depois, é só colocar no correio e em alguns
dias receberá um kit com a carteirinha que dará direito a usufruir os benefícios
de um pré-universitário.
Com a carteirinha que receberá, o estudante poderá ter acesso às bibliotecas e
laboratórios de informática das Faculdades Parceiras da UNIESP. Além disso,
participará de palestras, seminários e de sorteios de brindes, e o mais
importante é que ficará pré-inscrito nos programas de bolsas de estudo da
UNIESP.
O pré-universitário ao se tornar um Universitário poderá vir a ser contemplado
com bolsas de estudo de até 100% nos programas Bolsa Escola da Família,
Bolsa Escola da Família no Município, Jovens Acolhedores, ProUni e participar
dos Projetos Sociais da UNIESP Solidária ou efetuar Financiamento pelo FIES –
Financiamento Estudantil do Governo Federal.
A UNIESP concederá 5% (cinco por cento) do valor pago pelo aluno, a título de
mensalidade à escola parceira que o encaminhou, que serão transformados em
pontos,
que
podem
ser
convertidos
em
compra
de
computadores,
retroprojetores, material didático, enfim, tudo o que auxilie o rendimento
pedagógico da escola.
Os professores da escola parceira serão beneficiados. Eles podem receber bolsas
de estudo integrais nos cursos de Licenciaturas e parciais nos cursos de
bacharelado das Faculdades Parceiras da UNIESP, ou ainda ser contemplado com
uma bolsa de 50% nos cursos de pós-graduação da área de educação. A seleção
destes professores cabe à escola, e de acordo com o interesse.
Para cada inscrição do vestibular feita na escola parceira, 50% do valor pago
pelo estudante será destinado à Associação de Pais e Mestres.
O Programa Fidelidade abrange também os filhos e dependentes legais de
professores e funcionários, para os quais as Faculdades Parceiras da UNIESP
oferecem bolsas de estudos de 50%, nos Colégios e Faculdades Parceiras da
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UNIESP. As bolsas de estudo são liberadas com o encaminhamento de cada dez
alunos
da
escola
parceira
para
as
Faculdades
Parceiras
UNIESP.
O
encaminhamento deverá ser feito pelo Diretor da escola parceira, conforme o
regulamento.
CAMPANHA DO AMIGO
A UNIESP Solidária desenvolveu a Campanha do Amigo, para beneficiar todos os
alunos das Faculdades Parceiras UNIESP que contribuem com esforço e
dedicação para que a seriedade e qualidade do ensino da UNIESP seja
reconhecido pela comunidade.
Por meio da Campanha do Amigo, o aluno que recomendar a seus amigos a
instituição em que estuda, e esses decidirem se tornar alunos das Faculdades
Parceiras da UNIESP, seja por meio de vestibular ou por meio de transferência,
terá desconto no valor da mensalidade.
Para que o aluno seja beneficiado por meio da Campanha do Amigo basta indicar
um amigo para que estude em uma das Faculdades Parceiras UNIESP.
O aluno das Faculdades Parceiras da UNIESP recebe em dinheiro 50% do valor
da taxa de inscrição do vestibular.
É necessário que o amigo, no ato do preenchimento da ficha de inscrição do
vestibular, no espaço indicado, inclua o nome completo do aluno/amigo das
Faculdades Parceiras UNIESP.
O aluno que indica o amigo transferido também é beneficiado com 10% de
desconto na mensalidade.
O aluno receberá o benefício de 10% de bolsa ou mais enquanto o amigo estiver
estudando nas Faculdades Parceiras UNIESP, ou seja, se o aluno/amigo concluir
o curso, o que indicou terá o referido benefício até o término do seu curso
também.
É necessário que ambos se dirijam à secretaria no ato da matrícula do amigo.
O aluno das Faculdades Parceiras da UNIESP pode indicar quantos alunos quiser,
no entanto sua bolsa na mensalidade está limitada a 50%, ou seja, ao limite de
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indicação de 5 (cinco) amigos, que também se tornarão alunos das Faculdades
Parceiras da UNIESP.
CAMPANHA DO AMIGO | NOVO FIES
Em decorrência da responsabilidade social assumida pelas Faculdades Parceiras
da UNIESP, promovendo a inclusão de cidadãos de todas as classes sociais ao
ensino superior de qualidade e incentivando a participação do nosso alunado nos
Programas de Bolsas de Estudos promovidos pelo Governo Federal, em especial
ao Programa de Política Pública de Inclusão de jovens carentes – o NOVO FIES –
para que possa também concluir o curso escolhido sem dificuldades financeiras e
tendo em vista que novas ações podem ser implantadas na IES como incentivo à
inclusão no NOVO FIES da maior quantidade possível de alunos, foi implantada
pela presidência da UNIESP Solidária a CAMPANHA DO AMIGO NOVO FIES.
Para que o aluno seja beneficiado por meio da Campanha do Amigo NOVO FIES
basta indicar amigos, parentes, vizinhos e outros para que estude em uma das
Faculdades Parceiras UNIESP com contrato aprovado no NOVO FIES.
O aluno das Faculdades Parceiras da UNIESP recebe, para cada aluno
apresentado, 50% (cinquenta por cento) do valor da 2ª. (segunda) mensalidade
do contrato FIES recebido do Governo Federal, contrato esse em que deverá
constar os valores das mensalidades da seguinte forma: semestralidade é
dividida por 6 (seis) no valor da Tabela Opção II – coluna 1: valor sem desconto
e coluna 6 (do dia 20 de cada mês): valor com desconto – em até 90 dias após a
assinatura do contrato aprovado no FIES.
É necessário que o amigo com contrato aprovado no NOVO FIES, no ato de sua
matrícula, cite, no espaço indicado, o nome completo do aluno/amigo das
Faculdades Parceiras UNIESP.
O aluno receberá o prêmio citado em até 90 dias da data do contrato aprovado
no NOVO FIES do amigo que já estiver matriculado nos cursos superiores
habilitados das Faculdades Parceiras da UNIESP.
É necessário que ambos se dirijam à secretaria no ato da matrícula do amigo.
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O aluno das Faculdades Parceiras da UNIESP pode indicar quantos alunos quiser,
pois, a cada amigo apresentado que tiver contrato aprovado no NOVO FIES e
estiver matriculado ele receberá o prêmio citado.
II.3 – HISTÓRICO
A FAPREV – Faculdade de Presidente Venceslau objetiva ser lugar de referência
no
Estado,
assumindo
o
compromisso
institucional
de
promover
o
desenvolvimento educacional da região através do oferecimento de Ensino
Superior nas diferentes áreas do conhecimento, integrado à pesquisa e à
extensão. Essa meta coloca-se como uma forma de atingir a maioria dos campos
profissionais da sociedade. A Instituição entende que, na interação dinâmica
com esta sociedade, define os seus campos de atuação acadêmica presentes e
futuros.
A partir desse compromisso, a instituição define sua política de trabalho em
consonância com as necessidades e expectativas gerais da sociedade local e em
interface
permanente
com o
mercado
de
trabalho
global
e
o
sistema
Educacional.
À Educação – Faculdade de Presidente Venceslau cabe preparar o indivíduo para
compreender a si mesmo e ao outro, através de um melhor conhecimento do
mundo e das relações que se estabelecem entre os homens e entre estes e o
meio ambiente físico e social.
A FAPREV – Faculdade de Presidente Venceslau entende que à Educação cabe
preparar os indivíduos para compreender os impactos das novas tecnologias na
cultura através da concepção de sociedade como um processo complexo e
inacabado
onde
questionados.
valores
Sociedade
e
paradigmas
“global”
estão
composta
sendo
por
permanentemente
“diferentes”,
cujas
características terão enorme importância para a Instituição na superação do
“déficit de conhecimentos” e no enriquecimento do diálogo entre povos e entre
culturas. Será a partir da compreensão das diferenças individuais, da aceitação
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dos opostos, da tolerância com os adversos que se construirá a sociedade
"global", pluralista e fraterna.
A Instituição também parte da necessidade de que, enquanto agência promotora
de ensino superior, deve ser possuidora de uma política de graduação
teoricamente rigorosa, sólida e articulada organicamente a um projeto de
sociedade e de educação.
A FAPREV está comprometida com a transmissão e construção do saber, com a
pesquisa, com inovações, com o ensino e formação profissional que contemple
conhecimentos, habilidades e atitudes necessárias à atuação do cidadão, bem
como com a educação continuada e a cooperação internacional, a fim de
contribuir com um desenvolvimento sustentável.
Como centro de pesquisa e criação de saber, a Instituição contribui na resolução
de certos problemas que se põem à sociedade através da formação intelectual e
política de seus egressos. No âmbito social, provoca e participa de debates sobre
as grandes questões éticas e científicas com as quais a sociedade se defronta.
Preocupada com a flexibilidade, a Instituição preserva, sempre que possível, o
caráter pluridimensional do ensino superior, proporcionando ao acadêmico uma
sólida formação geral, necessária à superação dos “desafios de renovadas
condições de exercício profissional e de produção de conhecimentos […]”. Nesse
sentido, adota a prática do estudo independente, na perspectiva da autonomia
intelectual, como requisito à autonomia profissional e o fortalecimento da
articulação da teoria com a prática através da pesquisa individual e coletiva e da
participação em atividades de extensão.
Para garantir seus objetivos, a FAPREV – Faculdade de Presidente Venceslau
desenvolve a Ação educativa em torno de quatro aprendizagens fundamentais,
recomendadas pelo “Relatório para a UNESCO da Comissão Internacional sobre
Educação para o século XXI".
- “Aprender a conhecer” — caracterizado pela busca do domínio dos
instrumentos
do
conhecimento
com
a
finalidade
precípua
de
descobrir,
compreender, fazer ciência;
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- “Aprender a fazer” — entendendo-se que, embora indissociável do “aprender
a conhecer”, o “aprender a fazer” refere-se diretamente à formação profissional,
na medida em que trata de orientar o acadêmico a pôr em prática os seus
conhecimentos, adaptando a educação à configuração do trabalho na sociedade
atual;
- “Aprender a viver junto” — constituindo-se num grande desafio para a
Educação, tendo em vista que trata de ajudar os alunos no processo de
aprendizagem para a participação, a cooperação e, sobretudo, para a busca
coletiva de soluções para os problemas contemporâneos;
- “Aprender a ser” — integrando as três aprendizagens anteriores e
caracterizando-se pela elaboração de pensamentos autônomos e críticos que
contribuam na formulação própria de juízos de valor, formando assim um
cidadão
e
profissional
decidido
e
preparado
para
agir
nas
diferentes
circunstâncias da vida.
Para concretizar sua política de formação, a FAPREV – Faculdade de Presidente
Venceslau tem como filosofia:
“Promoção
de
desenvolvimento
ensino
de
de
qualidade
atividades
através
acadêmicas
que
da
criação
considerem
e
os
conhecimentos, as habilidades e as atitudes essenciais à formação
humana e profissional”.
Estas diretrizes norteadoras requerem estratégias educativas variadas no pensar
e fazer acadêmicos da Instituição que busca gradativamente:
A construção coletiva — expressa na intenção e prática de cada segmento que
constitui a Instituição, levando em conta a articulação dialética, diferenciação e
integração, globalidade e especificidade;
A interação recíproca com a sociedade — caracterizada pela educação e
desenvolvimento econômico-social sustentáveis, reafirmando o seu compromisso
como potenciadora da formação humana e profissional;
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A construção permanente da qualidade de ensino
— entendida e
incorporada como processual e cotidiana da graduação e da pós-graduação,
indagando continuamente sobre:
Que tipos de sociedade têm e querem?
Qual a função dos cursos superiores frente às novas relações sociais e de
produção?
Qual o perfil do profissional a formar frente às exigências do mercado de
trabalho?
A integração entre ensino, pesquisa e extensão buscando a construção de
um
processo
educacional
fundado
na
elaboração/reelaboração
de
conhecimentos, objetivando a apreensão e intervenção na realidade enquanto
uma totalidade dinâmica e contraditória;
A extensão voltada para seus aspectos fundamentais, quais sejam, tornar a
coletividade beneficiária direta e imediata das conquistas do ensino e da
pesquisa, socializando o saber universitário e a coleta do saber não-científico
elaborado pela comunidade para, estruturando-o em bases científicas, restituí-lo
a sua origem.
O
desenvolvimento
Curricular
—
contextualizado
e
circunstanciado,
expressão da concepção de conhecimento entendido como atividade humana e
processualmente construída na produção da vida material.
A busca permanente da unidade teoria e prática - o que exige a
incorporação de professores e alunos em atividades de pesquisa e iniciação
científica;
A adoção de aspectos metodológicos — fundados nos pressupostos da
metodologia dialética que concebe a sociedade e a educação como dinâmicas,
contraditórias e partícipes da construção das relações infra e superestruturais.
Fundamentada na sua filosofia, missão e princípios gerais, a FAPREV – Faculdade
de Presidente Venceslau traça as diretrizes didático-pedagógicas para os seus
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cursos. Estas diretrizes solidificarão e explicitarão a intenção e práticas
acadêmicas a serem desenvolvidas no decorrer das graduações da Instituição.
II. 4. MISSÃO INSTITUCIONAL
Operar
com
custos
administrativos
reduzidos,
adotar
remuneração
de
professores suficientemente atrativa e benefícios compatíveis com o nível dos
grandes centros educacionais para atrair profissionais experientes e com
titulação,
manter
uma
infra-estrutura
física
e
acadêmica
em
condições
adequadas com biblioteca e laboratórios permanentemente atualizados, praticar
mensalidades abaixo da média de mercado de forma a reduzir a inadimplência e
a evasão escolar, consiste, em verdade, na grande missão e permanente desafio
da FAPREV – Faculdade de Presidente Venceslau.
II. 5. VOCAÇÃO GLOBAL DA IES
A FAPREV – Faculdade de Presidente Venceslau acredita no princípio
democrático e, particularmente, no ensino superior como locus de realização da
cidadania, e que o ensino não pode estar dissociado da responsabilidade social,
do comprometimento, da pesquisa e da extensão.
Tem como certo, por fim,
participar do processo civilizatório que transita pelo país, razão pela qual haverá
de participar continuamente visando formar profissionais competentes que
possam atuar como agentes de mudança, participando assim, do esforço para
pensar o Brasil, enquanto nação, mercado e formação social.
III. OBJETIVOS
I-
Estimular a criação cultural e o desenvolvimento do espírito científico
e do pensamento reflexivo;
II-
Formar diplomados nas diferentes áreas de conhecimento aptos para
a inserção em seus respectivos setores profissionais e para a
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participação no desenvolvimento da sociedade brasileira, e colaborar
na sua formação contínua;
III-
Incentivar o trabalho de pesquisa e investigação científica, a criação
e difusão da cultura e, desse modo, desenvolver o entendimento do
homem e do meio em que vive;
IV-
Promover a divulgação de conhecimento culturais, científicos e
técnicos que constituem patrimônio da Humanidade e comunicar o
saber através do ensino, de publicações e de outras formas de
comunicação;
V-
Despertar o desejo permanente de aperfeiçoamento cultural e
profissional e possibilitar a correspondente concretização.
VI-
Estimular o conhecimento dos problemas do mundo presente, em
particular os nacionais e regionais, prestar serviços especializados à
comunidade e estabelecer com esta uma relação de reciprocidade;
VII- Promover a extensão, aberta à participação da população, com o
propósito de difundir as conquistas e benefícios resultantes da
criação cultural e da pesquisa científica e tecnológica geradas na
Instituição;
VIII- Aprimorar-se
através
de
um
processo
contínuo
de
avaliação
institucional, com a participação de professores, alunos, egressos e
comunidade envolvida nos projetos de ensino, pesquisa e extensão.
Com estes objetivos pretende, ainda que a instituição se concretize, na área das
licenciaturas, como um Centro de Excelência na formação de professores.
IV – DO PROJETO PEGAGÓGICO
CONCEPÇÃO, FINALIDADES E OBJETIVOS
IV.1. CONCEPÇÃO PEDAGÓGICA
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O Curso de Licenciatura em Educação Física, aqui apresentado, se engaja na
perspectiva da proposta de formação de educadores munidos da percepção dos
problemas sociais, e dos processos que mobilizam os interesses no ambiente
escolar e nas comunidades relacionadas. Esse educador deve, ainda, em sua
formação, entrar em contato com a sociedade em que vivemos com marcante
diversidade de situações. Neste sentido, o curso proporciona ao aluno,
alternativas para sua inserção no mercado de trabalho, sem, contudo,
negligenciar a sua formação filosófica, dirigida essencialmente para o ensino e à
pesquisa. Para esta formação, o curso se estrutura nos moldes dos melhores
cursos de Educação Física do Brasil, no espírito das novas diretrizes curriculares
para o curso de Graduação em Educação Física, organizadas em uma estrutura,
cuja seqüência e conteúdo são articulados em princípios e fundamentos, que
orientam o planejamento, a implementação e até a avaliação do curso. Assim,
essas diretrizes estabelecem um conjunto que deve nortear esta formação,
remetendo
à
necessidade
de
uma
formação
que
desenvolva
um
forte
compromisso com uma perspectiva científica e com exercício da cidadania, que
assegure rigorosa postura ética, em contínuo processo de capacitação e
aprimoramento.
A concepção aqui apresentada foi formulada a partir do reconhecimento de que
a autonomia e a flexibilidade preconizadas pela Lei de Diretrizes e Bases da
Educação Nacional (Lei nº 9394/96) são inequívocas. A LDB possibilita às
Instituições demonstrarem competência para elaboração do currículo de seus
cursos, com ampla liberdade para interagir com as peculiaridades regionais, com
o contexto institucional, com as demandas do mundo do trabalho e com as
características, interesses e necessidades da comunidade.
IV.2. FINALIDADES
O curso de Licenciatura em Educação Física tem como finalidade principal a
formação de profissionais aptos a desenvolver com capacidade e consciência
profissional as atribuições pertinentes à proposta curricular. O curso de
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Educação Física justifica-se por duas razões: primeiro, pelos dados coletados
pelo IBGE no Censo 2010, foram realizadas na cidade no ano de 2009, somente
na escola pública estadual, 1.376 matrículas no Ensino Médio e nas escolas
privadas 159, totalizando no município de Pres. Venceslau 1.535 alunos que ao
final de 2011 serão concluintes e aptos a ingressar no ensino superior. É
importante destacar que estes dados são somente da cidade sem levar em conta
as cidades circunvizinhas que historicamente se serviram da Faculdade de
Presidente
Venceslau
para
realizarem
seus
estudos,
já
que
não
são
contemplados em suas cidades com esse nível de ensino. Pelo número de
concluintes do ensino médio a oferta já seria válida, todavia, justifica-se
também, pela evolução da demanda por cursos universitários em nossa região.
Isso ocorre, sobretudo com cursos que gozam de maior prestigio social e/ou que
permitem
uma
inserção
mais
fácil
no
mercado
de
trabalho,
como
as
licenciaturas. Em segundo lugar, pelo número deficitário de professores da
disciplina, na cidade e região o que dificulta muito para as escolas públicas e
privadas que se valem de profissionais de áreas não específicas (dados
disponíveis na Diretoria Regional de Ensino de Santo Anastácio-SP).
As desigualdades de oportunidade no mercado de trabalho dependem em grande
medida das características de acesso ao sistema educacional. Apesar do intenso
crescimento da oferta do ensino superior, especialmente privado, o percentual
de jovens no Brasil que teve acesso a esse nível de ensino é ainda bastante
reduzido. Segundo a PNAD/2003, apenas 13% dos jovens de 18 a 24 anos
freqüentam ou freqüentaram o ensino superior. A situação econômica do grupo
familiar deve ser considerada de forma relevante, e um dos procedimentos de
incentivo aos estudantes provenientes de escolas públicas de ensino médio seria
oferecer acesso em cursos mais próximos de suas residências. A partir da falta
de perspectivas de nossos jovens evoluírem como pessoas e da carência de
oportunidades apresentadas a estes, a proposta é direcionar esforços para
garantir uma formação de qualidade a esta parcela da população. Principalmente
com a visão de que a cultura é o que iguala as oportunidades das pessoas, e
tendo esta como uma de suas fontes à educação, proporcionar uma educação de
qualidade à população representa emancipar (igualar) os indivíduos mais
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carentes na sociedade. Um ensino de qualidade pode estar ao alcance de todos,
bem como combater a elevada desigualdade cultural contribuindo com o
crescimento individual das pessoas, uma vez que a exclusão dos pertencentes às
camadas menos favorecidas economicamente, será superada quando a cultura
for oferecida de igual modo a todos.
Por estas razões a Faculdade de Presidente Venceslau, se sente no dever de
contribuir para a promoção do desenvolvimento social local e regional, abrindo
oportunidades para que os jovens dêem sequência a seus estudos na área
educacional, visando o progresso cultural e social de Presidente Venceslau e
região, possibilitando principalmente à parcela carente da comunidade, os que
sejam reconhecidamente necessitados, a concessão de “bolsas de estudos” ou
de outras formas assistenciais, aprovados por sua administração.
IV.3. OBJETIVOS
Os objetivos do curso de Licenciatura Plena em Educação Física, da FAPREV –
Faculdade de Presidente Venceslau foram estruturados segundo a necessidade
de se articular, construir e reconstruir conhecimentos do graduando diante da
prática profissional, tendo como foco a Pedagogia do Movimento e o Esporte
Educacional,
perspectivando
a
vivência
de
uma
práxis
profissional
e
conseqüentemente a construção do perfil proposto. Elaborou-se, pois, os
Objetivos Gerais do curso, e destes, estruturou-se os Específicos, os quais, a
partir dos procedimentos de articulação teoria-prática e interdisciplinaridade
proposta no currículo, deverão ser atingidos.
IV.3.1. Objetivos Gerais
A formação de um profissional reflexivo, que possua um conhecimento amplo do
contexto sócio-histórico-cultural e educacional do país para esclarecer e intervir
de
maneira
significativa
dentro
das
reais
possibilidades,
respeitando
características regionais, sem perder de vista o desenvolvimento de atitudes
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éticas, críticas, criativas e democráticas incentivando estes aspectos em sua
intervenção junto à comunidade;
O conhecimento do fenômeno da Cultura Corporal de Movimento e Esportiva,
como agente de grande influência na sociedade moderna, atentando para seus
princípios e sua dinâmica de difusão na prática. A apreensão a respeito da
Corporeidade, superando o privilégio do corpo objeto em relação a um corpo
sujeito, respeitando a intencionalidade do movimento voluntário do ser humano;
O domínio da área de conhecimento da Educação Física, através da mediação
teoria-prática, possibilitando o aprofundamento desta para uma intervenção
significativa no seu campo de atuação;
O estímulo ao viver cooperativo e reflexivo, dentro da complexidade do
momento atual, atendendo a comunidade através de programas de ensino e de
extensão, tendo sempre como meta o desenvolvimento da habilidade de
comunicação, sendo acessível ao outro, tendo a capacidade de ultrapassar as
barreiras culturais, compreender e ser compreendido;
A realização de momentos de aproximação, constatação, co-atuação, atuação,
reflexão e busca de transformação da realidade profissional, incentivando um
exercício de formação contínua.
IV.3.2. Objetivos Específicos
Reconhecer a Escola como local de produção de conhecimento, de pesquisa e de
extensão, fazendo uso desse espaço para o projeto de uma sociedade mais
justa,
colaborando
para
a
formação
do
cidadão,
desenvolvendo
a
conscientização sobre a importância da prática de inclusão social e da busca da
cidadania,
independente
das
diferenças
biopsicossociais
e
culturais,
interpretando, reconhecendo e valorizando o outro e a si mesmo;
Planejar, desenvolver e avaliar conteúdos da Disciplina Educação Física segundo
as diversas formas e concepções pedagógicas, focando e estimulando a
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interação teoria e prática no sentido de articular, construir e reconstruir
conhecimentos necessários para a atuação transformadora;
Trabalhar o fenômeno esportivo em suas diferentes manifestações, enfatizando
sua dimensão educativa, seguindo critérios éticos e democráticos, estimulando a
iniciação científica e a pesquisa sobre novas propostas do movimento humano e
suas diversas manifestações na Pedagogia do Movimento e no Esporte
Educacional, divulgando os resultados através de monografias, textos publicados
em revistas científicas, trabalhos apresentados em eventos científicos e
acadêmicos, colaborando desta forma para o desenvolvimento da Educação
Física;
Reconhecer, analisar e discutir princípios de interdisciplinaridade, integrando a
Disciplina Educação Física ao projeto pedagógico da escola, participando de
projetos conjuntos com as outras disciplinas que compõem o currículo escolar.
Como também, utilizar os recursos dos programas de ensino e extensão, entre
outros, como instrumento de capacitação e vivência de futuros profissionais,
quando do ingresso em seu campo de atuação.
Identificar as concepções de corpo que estão presentes nas relações humanas
da sociedade atual, especialmente em situações de práticas esportivas e
corporais,
constituindo-se
em
profissional
com
formação
abrangente,
conhecedor e respeitador da pluralidade metodológica e possuidor de um
pensamento reflexivo.
IV.4. PROPOSTA PEDAGÓGICA DO CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA
A Educação Física tradicionalmente enfrentou, e ainda enfrenta dificuldades em
se estabelecer como uma área de conhecimento. Apesar disto, pode-se
constatar a existência de várias propostas baseadas em teorias contemporâneas
como Psicomotricidade, Ação Motora, Motricidade Humana, Desenvolvimentista,
Crítico Superadora, Sistêmica, Construtivista dentre outras, sendo que todas
revelam a preocupação com a elaboração de uma “Pedagogia do Movimento”, na
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tentativa de interpretar, entender, analisar, explicar e intervir na perspectiva de
contribuir com o ser humano que se movimenta em busca de sua superação.
A Educação Física escolar, enquanto área de produção de conhecimento e
intervenção
pedagógica,
busca
interpretar
os
sentidos
educacionais
e
pedagógicos das diversas práticas da área em situações de jogo, danças, lutas,
manifestações corporais da cultura brasileira, ginástica, etc., enfatizado o
sentido da pesquisa e da intervenção que entende o ser humano como uno,
contextualizado em sua história e cultura, procurando analisar os diferentes
significados desse movimento. Sendo assim, o Curso de Licenciatura Plena em
Educação Física, da FAPREV – Faculdade de Presidente Venceslau propõe como
eixos norteadores de sua estrutura curricular: “PEDAGOGIA DO MOVIMENTO e o
ESPORTE EDUCACIONAL.
A
proposta
pedagógica
aqui
apresentada
foi
formulada
a
partir
do
reconhecimento de que a autonomia e a flexibilidade preconizadas pela Lei de
Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei nº 9394/96) são inequívocas. A
LDB possibilita às Instituições demonstrarem competência para elaboração do
currículo
de
seus
cursos,
com
ampla
liberdade
para
interagir
com
as
peculiaridades regionais, com o contexto institucional, com as demandas do
mundo do trabalho e com as características, interesses e necessidades da
comunidade.
O Curso de Educação Física a ser ministrado pela Faculdade de Presidente
Venceslau tem proposta pedagógica que atende aos postulados enumerados na
Legislação Educacional Vigente. Tem como suporte a Resolução CNE/CP 01 de
18 de fevereiro de 2002 que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para
formação de Professores da Educação Básica, cursos de licenciatura, em nível
superior, como também a Diretriz CNE/CES 07 de 31 de março de 2004 que
instituiu as Diretrizes Curriculares para os cursos de Educação Física, de
graduação plena.
Os tempos e os espaços curriculares devem ainda favorecer iniciativas próprias
dos alunos ou a sua participação na organização delas, a construção de grupo de
estudos, a realização de seminários interdisciplinares sobre temas educacionais
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e profissionais, a programação de eventos esportivos, exposições, debates sobre
trabalhos realizados são exemplos possíveis. Convém também destacar a
importância das experiências individuais, como a produção do memorial do
professor em formação, a recuperação de sua história de aluno, suas reflexões
sobre sua atuação profissional, projetos de investigação sobre temas específicos
e monografias de conclusão de curso.
A formação do professor de Educação Física demanda estudos disciplinares que
possibilitem a sistematização e o aprofundamento de conceitos, relações e
significados das práticas, cujo, sem o domínio torna-se impossível construir
competências profissionais. Esse domínio deve referir-se ao conhecimento a ser
transformado em objeto de ensino, quanto aos fundamentos psicológicos,
sociais, motores e culturais.
O currículo de formação de professores de Educação Física deve contemplar
espaços, tempos e atividades físicas adequadas que facilitem a seus alunos
fazerem permanentemente a transposição didática, isto é, a transformação de
objetos de conhecimento em objetos de ensino. O professor/aluno estará
permanentemente
ampliando
e
aprimorando
seus
conhecimentos
teórico/práticos ao compreender, planejar, executar ou avaliar situações de
ensino e aprendizagem.
Sendo o professor um profissional que está sempre mobilizando conhecimentos
das diferentes disciplinas e colocando-os a serviço de sua tarefa profissional, a
matriz curricular do curso de formação em Educação Física não deve ser a mera
justaposição ou convivência de estudos disciplinares e interdisciplinares. Ela
deve permitir o exercício permanente de aprofundar conhecimentos disciplinares
e práticas de atividade física, e ao mesmo tempo indagar quanto à relevância e
pertinência para compreender, planejar, executar e avaliar situações de ensino e
aprendizagem. Essa indagação só pode ser feita através de uma perspectiva
interdisciplinar.
V. ADEQUAÇÃO DO ELENCO HIERARQUIZADO DAS DISCIPLINAS E A
CARGA HORÁRIA
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O objetivo deste projeto observa o disposto na Lei de Diretrizes e Bases da
Educação, especialmente no cumprimento dos 200 dias fixado como calendário
letivo mínimo das Instituições de Ensino Superior. A Faculdade estabelece um
calendário anual que possui por base o módulo de 20 horas-aula semanais,
excluído o período de provas finais, sendo que todas as disciplinas, todas
semestrais, terão carga horária fixada em múltiplos de 20.
O Curso é semestral em razão de ser ela adotada nos outros cursos de
graduação ministrados pela Instituição,
com resultados positivos. Ainda,
relativamente à adoção do regime semestral, em detrimento do anual, deve-se
ela ao fato de facilitar uma melhor distribuição do conteúdo dentro da carga
horária disponível.
Será dada atenção especial aos conteúdos do núcleo comum no aspecto
teórico/prático, considerando que o professor/aluno parta de micro realidade e
deve extrapolar, chegando à macro realidade. Portanto, é necessário que o
professor possua formação integral, desenvolvendo a sua prática com crianças,
adolescentes, jovens, adultos e idosos em diversos âmbitos escolares e
educacionais.
O desdobramento das matérias obrigatórias considerou o objetivo de privilegiar
a formação do licenciado em Educação Física, nas áreas mais modernas e
requisitadas pelo mercado. As disciplinas formativas estão concentradas nos
primeiros semestres letivos, em razão da tendência de serem desvalorizadas
pelos alunos quando oferecidas ao seu final, período em que a maior
preocupação já é com o mercado de trabalho.
VI. ADEQUAÇÃO DO EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS E DA BIBLIOGRAFIA
BÁSICA À GRADE DO CURRÍCULO PLENO PROPOSTO
O conteúdo do ementário das disciplinas e suas respectivas bibliografias básicas
estão adequados à proposta pedagógica de um Curso com currículo pleno, uma
vez que na elaboração das ementas das disciplinas e na definição das
respectivas bibliografias básicas foram considerados os aspectos no plano
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acadêmico
e
a proposta curricular
apresentada levou em consideração,
preliminarmente, o seguinte:

do ponto de vista dos objetivos, tomou como critério o perfil do
licenciado que se deseja formar;

do ponto de vista do conteúdo, o conhecimento técnico na área
de Educação Física, contextualizado no desenvolvimento histórico
da sociedade;

do ponto de vista da operacionalização, a análise interdisciplinar
dos temas, a conjugação do estudo teórico, as atividades práticas
e o estímulo à reflexão crítica;

no aspecto social, o curso terá conteúdo inteiramente adequado à
região de influência imediata.
As
bibliografias
básicas
das
disciplinas
contêm
obras
clássicas
e
contemporâneas, todas adequadas aos conteúdos das ementas. Foram indicadas
as edições mais recentes dentre as existentes no mercado.
VII. DIMENSIONAMENTO DA CARGA HORÁRIA RELATIVAMENTE ÀS
DISCIPLINAS DE FORMAÇÃO BÁSICA, GERAL E PROFISSIONAL
O dimensionamento da carga horária das disciplinas e atividades seguiu as
determinações da Resolução CNE/CP 02 de 19 de fevereiro de 2002, que institui
a duração e a carga horária dos cursos de licenciatura, em nível superior de
graduação plena e configurou-se da seguinte forma:
CURSO DE LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO FÍSICA
Disciplinas Curriculares
2.000 Horas
Prática de Ensino
400 Horas
Estágio Supervisionado
400 Horas
Atividades Complementares
200 Horas
TOTAL
3.000 Horas
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Os conteúdos selecionados, além de seguirem a tradição clássica dos cursos de
licenciatura, levam em consideração a realidade social e de demanda do
mercado de trabalho,, agregando a eles, em especial, algumas das grandes
discussões contemporâneas.
A elaboração da grade curricular buscou manter equilíbrio teórico/prático e
integração entre as várias disciplinas, evitando a sobreposição de conteúdos e
buscando, sempre que possível, o retorno, de forma complementar, a alguns
pontos que se constituem em eixos da proposta do curso.
VIII.
ESTÁGIO
CURRICULAR
METODOLOGIA E SUPERVISÃO
SUPERVISIONADO:
REGULAMENTO,
O Estágio Supervisionado a ser desenvolvido exclusivamente por meio de
atividades práticas, individuais, em pequenos grupos, dependendo da atividade
específica.
É
um
dos
destaques
do
Curso,
totalizando
400
horas
e
integralizando a carga horária total do curso.
As atividades de estágio têm por finalidade principal propiciar ao aluno situações
em que possa refletir sobre a prática pedagógica fundamentada nas teorias
estudadas. São essencialmente práticas e devem proporcionar, também,
situações simuladas e reais de vida e trabalho, vinculadas à sua área de
formação, bem como a análise crítica das mesmas. Devem buscar, em todas as
suas variáveis, a articulação entre ensino, pesquisa e extensão.
O estudo da ética profissional e sua prática estarão presentes em todas as
atividades vinculadas ao estágio. O papel do aluno durante o estágio é o de
pesquisador que tem como finalidade ampliar seus conhecimentos acerca do
processo educacional. Através das atividades de estágio o aluno fará uso de
instrumentos de análise científica que lhe permitirá adquirir uma visão mais
ampla e aprofundada acerca do objeto de estudo (a prática pedagógica), ir além
da aparente realidade educacional e adquirir conhecimentos que supere o senso
comum.
Os
conhecimentos
adquiridos
neste
processo
são
instrumentos
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necessários para busca de alternativas mais adequadas aos desafios impostos
por ocasião da atuação na realidade profissional.
A forma de funcionamento do Estágio está normatizada no Regulamento de
Estágio e do Núcleo de Prática, sendo o Coordenador Geral de Estágios nomeado
pelo Diretor e o Coordenador Assistente indicado pelo Coordenador do Curso de
Graduação e designado pelo Diretor, dentre os professores. Eleito para um
mandato de dois anos, o Coordenador de Estágios tem sua carga horária
administrativa fixada pelo Diretor da Instituição. O Núcleo de Prática é o órgão
encarregado de supervisionar as atividades de estágio dos alunos do Curso de
Graduação em Educação Física sendo composto:
a) pelo Coordenador Geral de Estágios;
b) pelo Coordenador Assistente de Estágios;
c) pelos professores de estágios;
d) pela secretaria de estágios;
A concepção do Estágio Supervisionado do Curso de Educação Física procurará
desenvolver atualização técnica e prática para determinar estratégias de
modernização das formas organizativas do exercício profissional e preservar a
representatividade política, social e econômica da classe dos educadores
licenciados. As modalidades de estágio são: observação, participação, regência.
Todas elas devem articular teoria e prática; aproximar e/ou inserir o aluno na
realidade de sua área de atuação profissional e promover a iniciação à pesquisa.
A realidade escolar será seu objeto de estudo e de reflexão. As atividades das
diferentes modalidades de estágio poderão desenvolver-se a partir do 3º
semestre. Às 400 (quatrocentas) horas estão distribuídas em 4 (quatro)
semestres, totalizando 100 (cem) horas por semestre a contar do 3º ao 6º
semestres do curso. São instrumentos de integração do aluno às realidades
sociais, econômicas do trabalho de sua área, contribuirão para interlocução com
referenciais teóricos do currículo. Este aspecto contribuirá para a construção de
uma prática pedagógica que procurará responder os desafios impostos pela
realidade fundamentada nas teorias da aprendizagem.
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Outras informações constam do Regulamento de Estágio (na íntegra) e do
Núcleo de Prática disponível na Instituição.
IX. FORMA, DISTRIBUIÇÃO
TEÓRICOS E PRÁTICOS
E
EQUILÍBRIO
ENTRE
CONTEÚDOS
Sempre se polarizou a discussão do ensino na questão teoria versus prática.
Essa é, como já destacado por vários autores, uma questão de grande valia e de
grande dificuldade para as instituições. Observando essa lição, a proposta
pedagógica do Curso de Educação Física procurou o necessário equilíbrio entre
os conteúdos teóricos e práticos na formulação do seu currículo pleno. Nesse
sentido, busca harmonizar o teor das disciplinas teóricas de formação, que
desenvolvem
o
senso
crítico
dos
alunos,
propiciando-lhes
um
ensino
interdisciplinar voltado à realidade social, vinculando a prática à teoria, com um
currículo
mais
flexível,
com
disciplinas
de
diferentes
possibilidades
de
aprofundamento temático.
Desta forma, foram destinadas 400 horas-atividade especialmente para o
estágio supervisionado, constituído, inteiramente, de atividades práticas.
No currículo as atividades práticas são, também, desenvolvidas nos projetos,
nas pesquisas e cursos de extensão, contempladas e indicadas nas Atividades
Complementares e no Trabalho de Conclusão de Curso, buscando transmitir ao
discente:
a) base consistente em disciplinas de formação específica da área e de
atividades físicas;
b) base de formação humanística que lhes permita o desenvolvimento de
uma adequada visão crítica e que o possibilite a intervir e colaborar para a
construção de uma sociedade sustentável.
X. EXIGÊNCIA DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO/MONOGRAFIA
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As
normas
para
elaboração
e
defesa
do
Trabalho
de
Conclusão
de
Curso/Monografia Final segue o REGIMENTO INTERNO DA FAPREV PARA
ELABORAÇÃO DE MONOGRAFIAS (disponível no site da IES), que por ser bem
detalhado, sintetizamos colocando os artigos mais importantes.
Art. 1. Monografia é o resultado do trabalho de pesquisa desenvolvido pelo
aluno correspondente ao seu aprendizado no trabalho científico assegurado
durante o período de sua formação universitária. É obrigatória a sua realização
até o término do curso.
Art. 2. A Monografia deverá ser elaborada preferencialmente em caráter
individual ou caso o orientador julgue necessário, a mesma poderá ser realizada
por, no máximo, uma dupla de alunos.
Art. 3. A Monografia, seja ela fruto de um trabalho realizado individual ou em
grupo, deverá:
I - Tratar de temas ou linhas de pesquisa das áreas de interesse de seus
referidos cursos.
II - A Monografia impressa deve ser elaborada de acordo as Normas para
apresentação de Trabalhos da ANBT (NBR 14724:2002). Deve ter no mínimo 25
páginas, contadas desde a capa até as referências bibliográficas deste trabalho.
Art. 4. A Monografia enquanto Trabalho de Conclusão de Curso, TCC, é uma
atividade curricular, oferecida dentro de uma disciplina específica de cada um
dos cursos da FAPREV, no último semestre letivo, que finda com a entrega do
trabalho, enquanto a Monografia passa pelo critério obrigatório da defesa da
pesquisa desenvolvida. (...)
Art. 5. Oferecer uma disciplina em cada um dos cursos oferecidos pela FAPREV
relacionada à iniciação/orientação à pesquisa científica. (...)
Art. 6. Garantir ao aluno um acervo bibliográfico atualizado de livros, revistas,
jornais, boletins especializados na área, internet, sistema integrado para o
empréstimo entre bibliotecas COMUT, bem como vídeos e mídias e digitais
(CDs).
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Licenciatura em Educação Física – FAPREV - Faculdade de Presidente Venceslau 46
Parágrafo Único: A Instituição cumprirá tais solicitações mediante seus limites
orçamentários. (...)
Art. 9. Garantir que as pesquisas mais relevantes sejam objeto de atenção
maior como publicação e/ou disponibilidade de verba para sua execução, desde
que obedecido o parágrafo único do art. 6. deste Regimento.
Art. 10. Viabilizar a apresentação dos trabalhos científicos dos alunos em
Congressos, Seminários, Encontros, Semanas, Jornadas e Simpósios, sediados
na FAPREV ou em outras instituições promotoras desses eventos.
Art. 11. Assegurar o arquivamento das monografias na Biblioteca da FAPREV.
Art. 12. A Coordenação de cada um dos cursos da FAPREV deverá acompanhar
e apoiar a orientação do referido trabalho, realizando, sempre que necessária
reunião com os docentes orientadores. (...)
Art. 14. Cada Coordenador de curso deverá receber uma cópia da monografia,
gravada em formato PDF, visando ao propósito de arquivo desta na Biblioteca.
Parágrafo único: Será disponibilizada no site da FAPREV uma cópia de cada uma
das monografias defendidas.
Art. 15. A Coordenação do curso deverá comparecer à apresentação da
Monografia para prestigiar a pesquisa desenvolvida pelos discentes e docentes
do Curso.
Art. 16. Todo o corpo docente deve estar compromissado em orientar
Monografia.
§ 1º O professor poderá ter no máximo 05 (cinco) trabalhos sob sua orientação;
§ 2º O professor poderá suspender sua orientação se o aluno não procurar sua
orientação por 03 (três) semanas seguidas, sem a devida justificativa. (...)
Art. 18. O aluno receberá a orientação de um professor docente da FAPREV, a
sua escolha, sem obrigatoriedade deste professor pertencer ao corpo docente do
Curso, desde que respeitado o Art. 3º.
Art. 19. O aluno deverá escolher um tema de pesquisa e seu possível
orientador.
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Licenciatura em Educação Física – FAPREV - Faculdade de Presidente Venceslau 47
Parágrafo Único: O possível orientador deverá ser consultado sobre: sua
disponibilidade (quantidade de alunos que já está orientando), seu horário de
atendimento e sua aderência ao tema e área de pesquisa escolhida pelo aluno.
(...)
Art. 22. Para defesa da Monografia o orientador indicará uma Banca
Examinadora que será composta pelo próprio orientador e 02 professores da
FAPREV.
§ 2º Caberá ao Professor Orientador a presidência da Banca Examinadora.
§ 3º É exigida ao aluno a entrega de UMA CÓPIA para cada membro da Banca
Examinadora, com a antecedência mínima de 10 dias da data marcada para a
apresentação e defesa do trabalho.
§ 4º A apresentação da Monografia será obrigatória e terá caráter público. (...)
Art. 25. O aluno deverá apresentar a Monografia para Banca Examinadora após
os exames do último semestre letivo e antes de sua colação de grau.
Sua
aprovação seguirá a exigência mínima do sistema de avaliação da Instituição.
Esta nota será a média aritmética das notas dadas pelos membros da banca e
será impressa no Histórico Escolar do aluno.
§
1º Caso o aluno não atinja a nota para a sua aprovação, ele terá direito a
uma segunda apreciação à Banca Examinadora.
§
2º
A não entrega do trabalho implica no não recebimento do Diploma do
referido curso. (...)
Os objetivos gerais do Trabalho de Conclusão de Curso / Monografia Final são os
de propiciar aos alunos do Curso de Educação Física a ocasião de demonstrar o
grau de habilitação adquirido, o aprofundamento temático, o estímulo à
produção científica, à consulta de bibliografia especializada e o aprimoramento
da capacidade de interpretação e crítica.
O Coordenador de Pesquisas/Trabalho de Conclusão de Curso/Monografias do
Curso de Educação Física é indicado pelo Coordenador do Curso de Graduação
dentre os professores com título mínimo de Mestre e experiência comprovada
em pesquisa e aprovado pelo Diretor da Faculdade.
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XI. METODOLOGIA, ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO DO ENSINO
No tocante à metodologia, nas disciplinas teóricas, o Curso explora modalidades
didáticas como aulas - expositivas dialogadas, seminários, demonstrações e
discussões estruturadas. O professor tem, contudo, liberdade para a utilização
de todas as demais modalidades, na medida em que julgar conveniente. Assim,
com apoio em tecnologia educacional de ponta, os professores podem usar
metodologias que propiciem a aceleração do processo ensino-aprendizagem em
atividades práticas, após o desenvolvimento da parte teórica, ao longo de todo o
curso, além de formar a competência técnica e habilidade necessária à
elaboração, execução e avaliação de programas de atividades físicas adequadas
aos vários segmentos do ensino formal e não formal, bem como programar
atividades esportivas educativas, lúdicas, de lazer, competitividade e outras
atividades de interesse dos nossos alunos e futuros profissionais na área.
O Estágio Supervisionado é desenvolvido exclusivamente por meio de atividades
práticas, individuais, em pequenos grupos e em grupos maiores, dependendo da
atividade específica. Não há, no Estágio, a utilização de aulas expositivas,
funcionando o professor como consultor, orientador e supervisor.
No Trabalho de Conclusão de Curso/Monografia Final, a orientação é individual
nas questões de conteúdo e em pequenos grupos relativamente às questões
metodológicas.
A utilização de pesquisas pontuais nas diversas disciplinas que compõem a grade
curricular é, também, uma opção metodológica do Curso, sendo elas orientadas
pelos respectivos professores.
Quanto ao acompanhamento e orientação pedagógica do discente, cabe ao
Coordenador de Curso orientar alunos e professores quanto às peculiaridades do
Curso, o sistema de avaliação e promoção, a execução dos programas de
ensino, calendário escolar de aulas, provas e outras atividades.
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Licenciatura em Educação Física – FAPREV - Faculdade de Presidente Venceslau 49
A Faculdade oferece ao educando, por meio de programas específicos, serviços
na área psicopedagógica e para orientação ao trabalho (ao primeiro emprego,
para entrevista, para apresentação de projetos, para organizar seu próprio
empreendimento). Coloca ainda, à disposição de alunos e professores órgãos
auxiliares da administração acadêmica como: Biblioteca, Setor de Recursos
Audiovisuais, Laboratórios, Empresa Júnior etc. e nas atividades práticas: quadra
poliesportiva
(coberta), piscina coberta, mini campo de futebol, bosque, além
de amplos espaços abertos (medidas e detalhamento no item infra-estrutura).
A Faculdade institui, ainda, sistema de acompanhamento ao alunado, pelo qual
se procura auxiliar o estudante a vencer as dificuldades encontradas no processo
de aprendizagem e de sua adaptação ao curso e às atividades de ensino,
pesquisa e extensão.
O desempenho do educando também deve ser acompanhado, a fim de
possibilitar alternativas que favoreçam uma aprendizagem adequada. Os alunos
calouros, por exemplo, recebem orientação acadêmica e condições para sua
adaptação ao novo ambiente e para utilizar, de modo adequado, os serviços que
lhe são oferecidos pela Faculdade.
O Serviço de Assistência ao Estudante (Projetos Socais) é o órgão responsável
pelas ações de assistência e orientação aos alunos, procurando solucionar e
encaminhar os problemas surgidos, tanto no desempenho acadêmico quanto em
assuntos que tenham reflexo nesse desempenho, particularmente os de ordem
financeira e psicológica.
O processo de avaliação de aprendizagem é parte integrante do processo de
ensino e obedece às normas e procedimentos pedagógicos estabelecidos pelo
Regimento da Faculdade. A avaliação do desempenho escolar é feita por
disciplina incidindo sobre a freqüência e o rendimento escolar. A frequência às
aulas e demais atividades acadêmicas é obrigatória, vedado o abono de faltas.
Além das provas e exames finais, a avaliação do processo ensino-aprendizagem
contempla outras formas de acompanhamento, tais como, frequência às
atividades programadas, participação em aula, realização e apresentação de
trabalhos de pesquisa, dentre outros. (Anexo III)
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A verificação de habilidades específicas trabalhadas faz-se por meio de práticas
que são desenvolvidas sob a orientação e supervisão do professor. Para cada
aluno, a Faculdade elabora e mantém atualizado, após cada semestre, o
Histórico Escolar, no qual são registradas as disciplinas cursadas com a
respectiva carga horária e nota final obtida, que fica disponível no site da
faculdade www.uniesp.edu.br/sp dentro do login do aluno.
XII. ATIVIDADES
EXTENSÃO
COMPLEMENTARES
DE
ENSINO,
PESQUISA
E
As atividades complementares do curso de Licenciatura em Educação Física têm
como objetivo ampliar o repertório dos alunos no
reconhecimento das
particularidades sociais, onde o futuro educador irá atuar, e neste campo que irá
executar as competências e habilidades em contato com os experimentos e
vivências acadêmicas, possibilitando assim uma articulação da teoria e prática
de maneira interdisciplinar. Esta visão de aprimoramento profissional deverá ser
desenvolvida de acordo com a definição da carga horária em consonância com o
projeto pedagógico do curso de acordo com as Diretrizes Curriculares.
As Atividades Complementares compreendem, inclusive, aquelas adquiridas fora
do âmbito da FAPREV, incluindo cursos, estudos e atividades independentes
transversais, opcionais e interdisciplinares, especialmente no tocante às relações
com o mundo do trabalho, nas ações de pesquisa, ensino e extensão
desenvolvidas junto à comunidade.
As Atividades Complementares obedecem a Regimento próprio, aprovado pelo
Colegiado do Curso. Sua realização é indispensável à colação de grau e são
planejadas de forma a propiciar que os alunos do Curso de Educação Física as
realizem no decorrer dos 06 (seis) semestres letivos, exigindo-se, um total
mínimo de 200 (duzentas) horas/aula. Esse total de horas integraliza a carga
horária total do curso e as diversas atividades devem ter relação direta com os
princípios fundamentais do curso de Educação Física sendo lançadas no Histórico
Escolar do aluno, desde que devidamente comprovadas. Para efeito de
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comprovação, ao final do último semestre letivo, ao aluno provável formando
que não tiver cumprido as horas previstas para Atividades Complementares, a
Secretaria Acadêmica registrará conceito “I” (insuficiente) em seu Histórico
Escolar. Neste caso, o aluno deverá completar as horas exigidas, na condição de
aluno, no prazo máximo de um ano letivo.
São
consideradas
Atividades
Complementares:
projetos
e
programas
de
pesquisa; atividades em programas e projetos de extensão; eventos técnicocientíficos (seminários, simpósios, conferências, congressos, jornadas e outros
da mesma natureza): participação, apresentação e publicação; a assistência à
defesa de monografias, dissertações e teses; participação discente em órgãos de
representação colegiada e o aproveitamento em disciplinas que não integram o
currículo pleno do curso em que está matriculado o discente; disciplinas em
outros cursos; visitas técnicas e viagens de estudo não pertencentes aos
Programas de Ensino e Aprendizagem das disciplinas do curso de Educação
Física; participação em concursos de monografia e relacionados com os objetivos
do curso.
Outrossim, as atividades extracurriculares na área que o aluno já tenha
realizado, até 12 (doze) meses anteriormente ao seu ingresso no Curso e que
tenham contribuído de forma relevante para sua formação pessoal e profissional,
poderão ser submetidas à análise com o objetivo de serem computadas na sua
carga horária das Atividades Complementares, mediante requerimento e prova
documental.
O curso prevê atividades de pesquisa, extensão e ensino bem como incentiva os
estágios extracurriculares na área da Educação Física, buscando com isso
garantir mais um espaço para que cada aluno complemente os conhecimentos
que entenda mais afinados com suas expectativas de atuação profissional.
O Regimento das Atividades Complementares na íntegra encontra-se disponível
na Instituição.
XIII. PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO
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O curso de Licenciatura em Educação Física da Faculdade de Presidente
Venceslau investirá na formação de um profissional com capacidade de reflexão
crítica e disposição para suscitar redirecionamento na realidade educacional
brasileira. As competências de natureza político-social, ético-moral, técnico
profissional e científica deverão constituir a concepção nuclear do projeto
pedagógico de formação do graduado. A formação do graduado deverá ser
concebida, planejada, operacionalizada e avaliada visando à aquisição e
desenvolvimento das seguintes competências e habilidades:
a)
Dominar
os
conhecimentos
conceituais,
procedimentais
e
atitudinais
específicos da Educação Física e aqueles advindos das ciências afins, orientados
por valores sociais, morais, éticos e estéticos próprios de uma sociedade plural e
democrática;
b) Pesquisar, conhecer, compreender, analisar, avaliar a realidade social para
nela intervir acadêmica e profissionalmente, por meio das manifestações e
expressões do movimento humano, tematizadas, com foco nas diferentes formas
e modalidades do exercício físico, da ginástica, do jogo, do esporte, da luta/arte
marcial, da dança, visando a formação, a ampliação e enriquecimento cultural da
sociedade para aumentar as possibilidades de adoção de um estilo de vida
fisicamente ativo e saudável;
c) Intervir acadêmica e profissionalmente de forma deliberada, adequada e
eticamente
balizada
nos
campos
da
prevenção,
promoção,
proteção
e
reabilitação da saúde, da formação cultural, da educação e reeducação motora,
do rendimento físico-esportivo, do lazer, da gestão de empreendimentos
relacionados às atividades físicas, recreativas e esportivas, além de outros
campos que oportunizem ou venham a oportunizar a prática de atividades
físicas, recreativas e esportivas;
d)
Participar,
assessorar,
coordenar,
liderar
e
gerenciar
equipes
multiprofissionais de discussão, de definição e de operacionalização de políticas
públicas e institucionais nos campos da saúde, do lazer, do esporte, da
educação, da segurança, do urbanismo, do ambiente, da cultura, do trabalho,
dentre outros;
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e) Diagnosticar os interesses, as expectativas e as necessidades das pessoas
(crianças, jovens, adultos, idosos, pessoas portadoras de deficiência, de grupos
e comunidades especiais) de modo a planejar, prescrever, ensinar, orientar,
assessorar, supervisionar, controlar e avaliar projetos e programas de atividades
físicas, recreativas e esportivas nas perspectivas da prevenção, promoção,
proteção e reabilitação da saúde, da formação cultural, da educação e
reeducação motora, do rendimento físico-esportivo, do lazer e de outros campos
que oportunizem ou venham a oportunizar a prática de atividades físicas,
recreativas e esportivas;
f) Conhecer, dominar, produzir, selecionar, e avaliar os efeitos da aplicação de
diferentes técnicas, instrumentos, equipamentos, procedimentos e metodologias
para a produção e intervenção acadêmico-profissional em Educação Física nos
campos da prevenção, promoção, proteção e reabilitação da saúde, da formação
cultural, da educação e reeducação motora, do rendimento físico-esportivo, do
lazer, da gestão de empreendimentos relacionados às atividades físicas,
recreativas e esportivas, além de outros campos que oportunizem ou venham a
oportunizar a prática de atividades físicas, recreativas e esportivas;
g) Acompanhar as transformações acadêmico-científicas da Educação Física e de
áreas afins mediante a análise crítica da literatura especializada com o propósito
de contínua atualização e produção acadêmico-profissional;
h) Utilizar recursos da tecnologia da informação e da comunicação de forma a
ampliar e diversificar as formas de interagir com as fontes de produção e de
difusão de conhecimentos específicos da Educação Física e de áreas afins, com o
propósito de contínua atualização e produção acadêmico-profissional.
Selecionar, organizar e sistematizar bibliografia básica para um determinado
tema de estudo da Educação Física Escolar; Dominar as dimensões políticas,
social, econômica, cultural, psicológica e pedagógica do cotidiano dos ambientes
escolares.
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XIV. DADOS GERAIS DO PROJETO
Denominação:
Curso de Licenciatura em Educação Física
Total de Vagas Anuais:
120 vagas
As turmas têm, no máximo, 60 alunos, nas aulas
Número de Alunos por
teóricas. Nas atividades práticas, as turmas são
Turma:
subdivididas, segundo a metodologia adotada.
Turno de funcionamento:
Regime de Matrícula:
O Curso de Licenciatura em Educação Física
funciona no período noturno e aos sábados.
Regime de matrícula: Semestral
O currículo pleno do Curso de Licenciatura em
Educação Física ministrado pela Faculdade de
Carga Horária Total:
Presidente Venceslau tem carga horária total de
2.920 horas-atividade
O curso é oferecido com a duração de 3 anos, em
Integralização da carga
6 semestres letivos. O prazo máximo para a
horária do curso: limite
integralização do curso será de dez semestres,
mínimo e máximo:
cumprindo, também, a citada legislação
XV. ESTRUTURA CURRICULAR
A estrutura curricular do Curso de Educação Física da FAPREV – Faculdade de
Presidente
Venceslau
é
composta
por
disciplinas
de
formação
básica,
interdisciplinar, específica e atividades acadêmico/científico/culturais, todavia
dando ênfase as atividades práticas.
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XVI.1 – GRADE CURRICULAR
CURSO DE LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO FÍSICAi
1º Período
Componentes Curriculares
Anatomia Humana Aplicada à Educação
Física I
Bases Biológicas Aplicadas à Educação
Física I
Filosofia da Educação e da Educação
Física I
Metodologia da Pesquisa Científica I
Didática da Educação Física I
Informática Instrumental
FTM do Atletismo – I
FTM da Ginástica – I
FTM do Handebol – I
FTM do Futebol – I
Subtotal da carga horária
Atividades Complementares
Carga horária total do semestre
Concepção
*
Carga
Horária
Semanal
Carga
Horária
Semestral
T
02
40
T
02
40
T
02
40
T
T
T/P
T/P
T/P
T/P
T/P
02
02
02
02
02
02
02
40
40
40
40
40
40
40
400
20
420
Concepção
*
Carga
Horária
Semanal
Carga
Horária
Semestral
T
02
40
T
02
40
T
02
40
T
T
T
T/P
T/P
T/P
02
02
02
02
02
02
40
40
40
40
40
40
2º Período
Componentes Curriculares
Anatomia Humana Aplicada à Educação
Física II
Bases Biológicas Aplicadas à Educação
Física II
Filosofia da Educação e da Educação
Física II
Metodologia da Pesquisa Científica II
Didática da Educação Física II
Ética e Cidadania
FTM do Atletismo II
FTM da Ginástica II
FTM do Handebol II
_____________________________________________________________________________
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FTM do Futebol II
Subtotal da carga horária
Atividades Complementares
Carga horária total do semestre
T/P
02
40
400
20
420
3º Período
Componentes Curriculares
Concepção*
Filosofia do Exercício I
Dimensões Histórico Sociais de Ed. Física I
Crescimento e Desenvolvimento
Medidas e Avaliação em Ed. Física I
FTM da Rítmica e Dança I
FTM da Recreação e Lazer I
FTM do Basquetebol I
FTM do Voleibol I
Núcleo de Estudos e Prática Profissional I
Subtotal da carga horária
Atividades Complementares
Carga horária total do semestre
T
T
T
T/P
T/P
T/P
T/P
T/P
T/P
Carga
Horária
Semanal
02
02
02
02
02
02
02
02
04
Carga
Horária
Semestral
40
40
40
40
40
40
40
40
60
380
40
420
Carga
Horária
Semanal
02
02
02
02
02
02
02
02
04
Carga
Horária
Semestral
40
40
40
40
40
40
40
40
60
380
40
100
520
Carga
Carga
4º Período
Componentes Curriculares
Filosofia do Exercício II
Dimensões Histórico Sociais de Ed. Física II
Aprendizagem Motora
Medidas e Avaliação em Ed. Física II
FTM da Rítmica e Dança II
FTM da Recreação e Lazer II
FTM do Basquetebol II
FTM do Voleibol II
Núcleo de Estudos e Prática Profissional II
Subtotal da carga horária
Atividades Complementares
Estágio Supervisionado
Carga horária total do semestre
Concepção*
T
T
T
T/P
T/P
T/P
T/P
T/P
T/P
5º Período
Componentes Curriculares
Concepção
_____________________________________________________________________________
Rua Piracicaba, 47 – Jardim Coroados - Presidente Venceslau (18) 3272-9440 – CEP: 19400-000
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*
Psicologia da Educação e da Educação Física I
Gestão Educacional I
Treinamento Físico e Esportivo I
FTM da Educação Física Escolar – I
FTM da Educação Física Adaptada – I
FTM da Natação – I
FTM das Manifestações Corporais Brasileiras – I
Eletiva – I: Organização de Eventos em
Educação Física
Núcleo de Estudos e Prática Profissional III
Subtotal da carga horária
Atividades Complementares
Estágio Supervisionado
Carga horária total do semestre
T
T
T/P
T/P
T/P
T/P
T/P
Horária
Semanal
02
02
02
02
02
02
02
Horária
Semestral
40
40
40
40
40
40
40
T/P
02
40
T/P
04
60
380
40
150
570
Carga
Horária
Semanal
02
02
02
02
02
02
02
02
04
Carga
Horária
Semestral
40
40
40
40
40
40
40
40
60
380
40
150
570
6º Período
Componentes Curriculares
Concepção*
Psicologia da Educação e da Educação Física II
LIBRAS
Treinamento Físico e Esportivo II
FTM da Educação Física Escolar II
FTM da Educação Física Adaptada II
FTM da Natação II
FTM das Manifestações Corporais Brasileiras II
Eletiva II: FTM das Lutas
Núcleo de Estudos e Prática Profissional IV
Subtotal da carga horária
Atividades Complementares
Estágio Supervisionado
Carga horária total do semestre
EAD
T
T/P
T/P
T/P
T/P
T/P
T/P
T/P
TOTAL CARGA HORÁRIA DO CURSO: 2.920 Horas
RESUMO DAS ATIVIDADES PARA CONCLUSÃO DO CURSO DE
LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO FÍSICA
Conteúdos Curriculares Científicos Culturais
Prática como Componente Curricular *
1.920 Horas
400 Horas
_____________________________________________________________________________
Rua Piracicaba, 47 – Jardim Coroados - Presidente Venceslau (18) 3272-9440 – CEP: 19400-000
Licenciatura em Educação Física – FAPREV - Faculdade de Presidente Venceslau 58
Estágio Supervisionado
400 Horas
Atividades Complementares
200 Horas
2.920 Horas
TOTAL
* As Práticas como Componentes Curriculares estarão divididas da seguinte
forma: Núcleos de Estudo e Prática Profissional: 60% da carga horária,
totalizando 240 horas e Disciplinas Práticas: 40% da carga horária, totalizando
160 horas.
XVI.2 EMENTAS E BIBLIOGRAFIAS
Ementas e bibliografias do curso:
XVI.2 EMENTAS E BIBLIOGRAFIAS
Ementas e bibliografias do curso:
ANATOMIA HUMANA APLICADA À EDUCAÇÃO FÍSICA I
Ementa
Visa fornecer o conceito e o reconhecimento dos sistemas fundamentais,
relacionados ao corpo humano. Descreve a terminologia anatômica, abordando
as bases morfofuncionais dos sistemas: circulatório, respiratório, digestório,
urinário e genital, a fim de que o aluno possa estabelecer inter-relações entre
as estruturas anatômicas estudadas. Fornecendo os fundamentos anátomofuncionais necessários para o aproveitamento de outras disciplinas e condições
de aplicá-los na prática profissional em Educação Física.
Bibliografia Básica
D’ANGELO,
J.
G.
;
FATTINI,
C.
A.
Anatomia
humana
sistêmica
e
segmentar. 2ª Ed. São Paulo: Atheneu, 1998.
SOBOTTA, J. Atlas de anatomia humana. 20ª Ed. 2 Vol. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 1995.
SPENCE, A. Anatomia humana básica. Rio de Janeiro: Manole, 1992.
_____________________________________________________________________________
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Licenciatura em Educação Física – FAPREV - Faculdade de Presidente Venceslau 59
Bibliografia Complementar
HERLIHY, B.; MAEBIUS, N. K. Anatomia e Fisiologia do Corpo Saudável e
Enfermo. São Paulo: Manole, 2002.
TORTORA, G. J. ; GRABOWSKI, S. R. Princípios de Anatomia e Fisiologia. 9ª
Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002.
VAN DE GRAAF, K. Anatomia Humana. 6ª Ed. São Paulo: Manole, 2002.
BASES BIOLÓGICAS APLICADAS À EDUCAÇÃO FÍSICA I
Ementa
Estuda as estruturas e os mecanismos de manutenção da homeostase celular
no exercício e aborda a relevância das principais biomoléculas envolvidas nos
processos energéticos, dando subsídios para a compreensão dos processos
fisiológicos do organismo humano.
Bibliografia Básica
DE ROBERTIS, E.D.P & ROBERTIS JR, E.M.F. Bases da Biologia Celular e
Molecular. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1994.
JUNQUEIRA, L.C. & CARNEIRO, J. Biologia Celular e Molecular. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2000.
WEINECK, J. Biologia do Esporte. São Paulo: Manole, 1991.
Bibliografia Complementar
ALBERTS, B.; BRAY, D. Biologia Molecular da Célula. 3º ed. São Paulo:
ArtMed, 1997.
CAMPBELL, M. C. Bioquímica. Porto Alegre: ArtMed, 2000.
FROTA-PESSOA, O e cols. Os caminhos da vida I – Biologia no ensino médio:
Estrutura e ação. São Paulo: Scipione, 2001.
FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO E DA EDUCAÇÃO FÍSICA I
Ementa
Caracterização dos problemas fundamentais da Filosofia da Educação e da
Educação Física. A Educação Física como objeto da Filosofia. O pensamento
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filosófico educacional e sua relação com as questões do corpo. O fenômeno da
corporeidade e suas implicações filosóficas nos processos pedagógicos e
esportivos.
Bibliografia Básica
ARANHA, M .L. A. ; Martins, M. H. P. Filosofando: Introdução à filosofia. São
Paulo: Ed. Moderna, 1986.
CHAUÍ, M. Convite à Filosofia. São Paulo: Ática, 1995.
GONÇALVES, M. A. S. Sentir, pensar, agir: corporeidade e educação.
Campinas: Papirus, 1994.
Bibliografia Complementar
MORIN, E. Os sete saberes necessários à educação do futuro. São Paulo:
Cortez; Brasília: UNESCO, 2001.
MOREIRA, W. W. (Org.). Corpo pressente. Campinas: Papirus, 1996.
MOREIRA, W. W. (org.). Qualidade de vida: complexidade e Educação.
Campinas: Papirus, 2001.
METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA I
Ementa
Iniciação ao pensamento e conhecimento científico. Incentivo à capacidade
crítica, reflexiva e interpretativa essenciais para construção de conhecimentos e
a prática da pesquisa em Educação Física.
Bibliografia Básica
ALVES, R. Filosofia da ciência: introdução ao jogo e suas regras. Edições
Loyola: São Paulo, 2000.
MATTOS, M. G. de ; ROSSETO JR, Ad. J. ; BLECHER, S. Teoria e Prática da
Metodologia da Pesquisa em Educação Física. São Paulo: Phorte, 2004.
SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 18. Ed. São Paulo:
Cortez, 1992.
Bibliografia Complementar
LUDKE,
Menga
;
ANDRÉ,
Marli.
Pesquisa em
educação:
abordagens
qualitativas. São Paulo: EPU, 1986.
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DEMO, Pedro. Pesquisa: Princípio Científico e Educativo. Cortez Editora, 1991 .
TOBAR, F. ; YALOUR, M. R. Como fazer teses em saúde pública: conselhos e
idéias para formular projetos e redigir teses e informes de pesquisas. Rio de
Janeiro: Editora Fiocruz, 2001.
DIDÁTICA DA EDUCAÇÃO FÍSICA I
Ementa
Identificação, reflexão e a construção de conhecimentos sobre diferentes
concepções de ensino em Educação Física como ato educativo. Propõe
investigar e interpretar as relações didático-pedagógicas e metodológicas do
ensino da Educação Física.
Bibliografia Básica
DARIDO, S. C. ; RANGEL, I. C. A. Educação Física na Escola: implicações
para a prática pedagógica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. (Coleção
Educação Física no Ensino Superior).
KUNZ, Eleonor. Didática da educação física. Ijuí: Editora UNIJUÍ, 1998.
STRAMANN, R. H. Textos Pedagógicos Sobre o Ensino da Educação Física.
Editora. Ijuí: UNIJUÍ, 2001.
Bibliografia Complementar
GRUPO DE TRABALHOS PEDAGÓGICOS UFPe. Visão Didática da Educação
Física:
análises críticas
e
exemplos
práticos
de aulas. Rio de Janeiro: Ao
Livro Técnico, 1991.
MOREIRA, W. W. (org.) Educação Física e Esportes: perspectivas para o séc.
XXI. Campinas: Papirus, 1992.
VAZ, A. F. et al. Educação do Corpo e Formação de Professores: Reflexões
sobre a Prática de Ensino de Educação Física. Florianópolis: Ed. UFSC, 2002.
INFORMÁTICA INSTRUMENTAL
Ementa
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Identificar os recursos da informática para o estilo e a pesquisa na área de
Educação Física e Esportes. Trabalhar com recursos computacionais em
projetos de pesquisa e redação de trabalhos científicos.
Bibliografia Básica
CARIBÉ, C. Introdução à computação. São Paulo: FTD, 1996.
FERNANDEZ, Salvador. Informática básica. São Paulo: Makron Books, 1991.
FREIRE, F. M. P. ; PRADO, M. E. B. B. O computador em sala de aula:
articulando saberes. Campinas: NIED, 2000.
Bibliografia Complementar
FAGUNDES, L. da C.; SATO, L. S.; MACADA, D. L. Aprendizes do futuro: as
inovações começaram. Coleção Informática para a mudança na educação.
Ministério da Educação/Secretaria de Educação a Distância, 1999.
MILLER, M. Internet. Rio de Janeiro: Campus, 1995.
MORAES, R. A. O que você precisa saber sobre informática na educação.
Rio de Janeiro: DP&A, 2000.
FUNDAMENTOS TEÓRICOS METODOLÓGICOS DO ATLETISMO I
Ementa
Estuda a evolução histórica dessa modalidade dentro de um contexto
acadêmico. Estuda os aspectos sócio-culturais, propiciando condições de analise
e reflexão critica. Aborda as capacidades físicas e qualidades motoras
predominantes nas provas atléticas. Desenvolve os estudos teóricos, práticos e
pedagógicos das provas de Corridas e Saltos. Estuda as regras e suas
implicações pedagógicas.
Bibliografia Básica
IRSCH, A. et al. Antologia do Atletismo: Metodologia para Iniciação em
Escolas e Clubes. Rio de Janeiro, Ao Livro Técnico, 1988.
KIRSCH, A. ; KOCH, K. ; ORO, U. Antologia do atletismo. Rio de Janeiro:
LTC, 1996.
MATTHIESEN, S. Q. (org) Atletismo se aprende na escola. Jundiaí: Fontoura,
2005.
Bibliografia Complementar
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BARROS, N. ; DEZEM, R. O Atletismo. 2ª coleção, Apoio Ltda, 1987.
DE ROSE JR. D. e colaboradores. Esporte e atividade física na infância e na
adolescência - Uma abordagem multidisciplinar. Porto Alegre: Artimed
Editora, 2002.
FERNANDES, J. L. Atletismo. 3ª Edição, São Paulo - Corridas: Editora USP,
2003.
FUNDAMENTOS TEÓRICOS METODOLÓGICOS DA GINÁSTICA I
Ementa
Analisa e discute os conceitos e as tendências da ginástica geral na atualidade e
as suas possibilidades de intervenção pedagógica. Fornece elementos para a
realização de estudos e aplicação dos movimentos básicos na elaboração de
séries ou seqüências, e sua importância no desenvolvimento integral do
escolar. Oferece subsídios para o planejamento e estruturação de planos de
aulas. Oportuniza o conhecimento de formas de expressão corporal para
aplicação e descrição de exercícios.
Bibliografia Básica
AYOUB, E. Ginástica geral e educação física escolar. Campinas: Editora da
Unicamp, 2003.
BATTISTA, E. & VIVES, J. Exercícios de Ginástica - Flexibilidade e Força. 5ª
ed., São Paulo: Manole, 1984.
SOARES, C. Imagens da Educação do Corpo: Estudo a partir da Ginástica
Francesa do séc. XIX. Campinas: Autores Associados, 1998.
Bibliografia Complementar
CARRASCO, R. A Atividade do principiante. São Paulo: Manole, 1982.
ECKERT, H. M. Desenvolvimento Motor. 3ª ed., São Paulo: Manole, 1993.
SANTOS, J. C. E. Ginástica geral. Elaboração de coreografias e organização de
festivais. São Paulo: Fontoura, 2001.
FUNDAMENTOS TEÓRICOS METODOLÓGICOS DO HANDEBOL I
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Ementa
Propõe o estudo teórico e prático da modalidade, sua história e evolução,
possibilitando o acesso aos conhecimentos relativos à pedagogia do esporte,
que permitam abordar e desenvolver procedimentos metodológicos para a
aprendizagem do handebol, com ênfase na natureza dos movimentos básicos.
Faz uso das regras, como elemento educacional e formativo, proporcionando
um estado de análise e reflexão das atividades desenvolvidas, estimulando um
viver cooperativo.
Bibliografia Básica
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE HANDEBOL - Regras Oficiais de Handebol e
Beach Handball. São Paulo: Sprint , 2002.
GRECCO, P. J. Iniciação Esportiva. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 1998.
ZAMBERLAN, E. Handebol Escolar e de Iniciação. Londrina: Treinamento
Desportivo, 1999.
Bibliografia Complementar
ALBERTI, H. et alli.
Ensino de Jogos Esportivos. São Paulo: Ao Livro
Técnico, 1994.
MELHEM, A. Brincando e aprendendo handebol. Rio de Janeiro: Sprint,
2002.
SANTOS, R. Mil Exercícios de Handebol. 3ª ed., Rio de Janeiro: Sprint, 1995.
FUNDAMENTOS TEÓRICOS METODOLÓGICOS DO FUTEBOL I
Ementa
Propõe o estudo teórico e prático da modalidade, sua história e evolução,
possibilitando o acesso aos conhecimentos relativos à pedagogia do esporte,
que permitam abordar e desenvolver procedimentos metodológicos para a
aprendizagem do futebol, com ênfase na natureza dos movimentos básicos. Faz
uso das regras, como elemento educacional e formativo, proporcionando um
estado de análise e reflexão das atividades desenvolvidas, estimulando um
viver cooperativo.
Bibliografia Básica
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FREIRE, J. B. Pedagogia do futebol. 1ª ed., Londrina: Ney Pereira, 1998.
DAOLIO, J. Cultura: educação física e futebol, Campinas, UNICAMP, 1ª ed., 1997.
PAES, Roberto Rodrigues; Balbino, Hermes Ferreira. Pedagogia do Esporte:
contexto e perspectivas. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.
Bibliografia Complementar
FRISELLI, A., MANTOVANI, M. Futebol teoria e prática. 1ª ed., São Paulo:
Phorte. 1999.
SANTOS FILHO, J. L. A. Manual de futebol. 1a ed., São Paulo: Phorte, 2002.
VARGAS NETO, F. X., VOSER, R. C. A criança e o esporte: uma perspectiva
lúdica. 1ª ed., Canoas: ULBRA, 2001.
2º PERÍODO
ANATOMIA HUMANA APLICADA À EDUCAÇÃO FÍSICA II
Ementa
Visa fornecer o conceito e o reconhecimento do aparelho locomotor, bem como
a sua relação com os sistemas que compõem o organismo humano. Descreve a
terminologia anatômica, abordando as bases morfofuncionais do aparelho
locomotor: ossos, articulações, músculos e nervos, a fim de que o aluno possa
estabelecer
inter-relações
Fornecendo
os
entre
fundamentos
as
estruturas
anatomofuncionais
anatômicas
estudadas.
necessários
para
o
aproveitamento de outras disciplinas e condições de aplicá-los na prática
profissional.
Bibliografia Básica
D’ANGELO, J. G. & FATTINI, C. A. Anatomia humana sistêmica e
segmentar. 2ª Ed. São Paulo: Atheneu, 1998.
SOBOTTA, J. Atlas de anatomia humana. 20ª Ed. 2 Vol. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 1995.
SPENCE, A. Anatomia humana básica. Rio de Janeiro: Manole, 1992.
Bibliografia Complementar
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HERLIHY, B.; MAEBIUS, N. K. Anatomia e Fisiologia do Corpo Saudável e
Enfermo. São Paulo: Manole, 2002.
TORTORA, G. J.; GRABOWSKI, S. R. Princípios de Anatomia e Fisiologia. 9ª
Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002.
VAN DE GRAAF, K. Anatomia Humana. 6ª Ed. São Paulo: Manole, 2002.
BASES FISIOLÓGICAS APLICADAS À EDUCAÇÃO FÍSICA II
Ementa
Visa dar ao aluno conhecimentos básicos dos sistemas funcionais, permitindo a
compreensão da homeostase do organismo como um todo, do controle motor e
dos sistemas circulatório, respiratório e endócrino. Especial atenção será
dirigida às áreas da Fisiologia necessárias para o aproveitamento de outras
disciplinas e condições de aplicá-los na prática profissional.
Bibliografia Básica
AIRES, M. M. Fisiologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1999.
FOX, E. L. Bases Fisiológicas da Educação Física e dos Desportos. 6. ed.
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000.
GUYTON, A. C, HALL. Tratado de Fisiologia Médica. 9ª Ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 1998.
Bibliografia Complementar
BERNE; L. Fisiologia. 4. ed. Rio de Janeiro: Ed. Guanabara Koogan, 2000.
DOUGLAS,C.R. Tratado de Fisiologia Aplicado às Ciências da Saúde. 1. ed.
São Paulo: Robe Editorial, 1994.
TORTORA, G. J.; GRABOWSKI, S.R. Princípios de Anatomia e Fisiologia. 9ª
Ed., Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002.
FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO E DA EDUCAÇÃO FÍSICA II
Ementa
Constitui-se como espaço de reflexão filosófica das diversas formas de
expressão dos corpos na sociedade contemporânea. Os movimentos, os gestos,
_____________________________________________________________________________
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as posturas praticadas ou impostas aos corpos são objeto de análise da filosofia
da educação e alvo de criação pedagógica.
Bibliografia Básica
MOREIRA, W. W. (org.). Educação física e esportes: perspectivas para o
século XXI. Campinas: Papirus, 1992.
MOREIRA, W. W. ; SIMÕES, R. (org.). Fenômeno esportivo no início de um
novo milênio. Piracicaba: Editora UNIMEP, 2000.
MORIN, E. Os sete saberes necessários à educação do futuro. São Paulo:
Cortez; Brasília: UNESCO, 2001.
Bibliografia Complementar
CHAUÍ, M. Convite à filosofia. São Paulo: Ática, 2000.
GALLO, S. (coord.) Ética e cidadania: caminhos da filosofia. Campinas:
Papirus, 1997.
SANTIN, S. Educação física: uma abordagem filosófica da corporeidade. Ijuí:
Editora UNIJUÍ, 1987.
METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA II
Ementa
Aprimoramento do conhecimento metodológico científico, visando tornar o
estudo e trabalhos e projetos de pesquisa mais organizados e aprofundados.
Incentivo à reflexão e visão crítica essenciais para perspectivar a autonomia
investigativa do futuro professor/pesquisador.
Bibliografia Básica
ALVES, R. Filosofia da ciência: introdução ao jogo e suas regras. Edições
Loyola: São Paulo, 2000.
MATTOS, M. G. de; ROSSETO JR, A. J. ; BLECHER, S. Teoria e Prática da
Metodologia da Pesquisa em Educação Física. Rio de Janeiro: Phorte,
2004.
SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 18. Ed. São Paulo:
Cortez, 1992.
Bibliografia Complementar
_____________________________________________________________________________
Rua Piracicaba, 47 – Jardim Coroados - Presidente Venceslau (18) 3272-9440 – CEP: 19400-000
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LUDKE, M. ; ANDRÉ, M. Pesquisa em educação: abordagens qualitativas. São
Paulo: EPU, 1986.
DEMO, P. Pesquisa. Princípio Científico e Educativo. Cortez Editora, 1991.
TOBAR, F. & YALOUR, M. R. Como fazer teses em saúde pública: conselhos
e idéias para formular projetos e redigir teses e informes de pesquisas. Rio de
Janeiro: Editora Fiocruz, 2001.
DIDÁTICA DA EDUCAÇÃO FÍSICA II
Ementa
Propicia a reflexão sobre as tendências pedagógicas brasileiras atuais em
Educação Física e as diferentes abordagens educativas e culturais. Reflete
prática
pedagógica
revolucionada
e
em
Educação
transformadora
na
Física
área
e
aponta
visando
a
para
uma
orientação
a
prática
de
um
profissional crítico e reflexivo.
Bibliografia Básica
BORGES, C. M. F. O professor de Educação Física e a construção do
saber. Campinas: Papirus, 1998.
COLETIVO DE AUTORES. Metodologia do Ensino de Educação Física. São
Paulo: Cortez, 1992.
DARIDO, S. C. ; SOUZA JR, O. M. de. Para ensinar educação física.
Campinas: Papirus, 2007.
Bibliografia Complementar
GALLARDO, J. S. P. Didática de Educação Física a criança em movimento:
Jogo, prazer e transformação. São Paulo: FTD, 1998.
PERRENOULD,
P.
(org)
Formando
professores
profissionais:
estratégias? Quais competências? 2a ed. Porto Alegre: Artmed, 2001.
VEIGA, I.P.A. - Repensando a Didática. São Paulo: Papirus, 1995.
ÉTICA E CIDADANIA
Ementa
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Rua Piracicaba, 47 – Jardim Coroados - Presidente Venceslau (18) 3272-9440 – CEP: 19400-000
Quais
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A Ética - entendida na sua perspectiva filosófica - deverá ser tratada em termos
de sua fundamentação epistemológica e existencial, bem como de sua
articulação com preocupações filosóficas, dentre outras, a antropológica, a
cultural, a econômica, a política, a ontológica. A Cidadania, por sua vez,
abordada e tratada em termos sempre inclusivos com a Ética, contemplará
problemas concretos e pertinentes à discussão nos vários campos do saber e
nas relações humanas em sociedade. Serão priorizadas as temáticas atinentes
à realidade contemporânea.
Bibliografia Básica
ALMEIDA, D. di M. de (Org.). Corpo em ética. São Bernardo do Campo:
UMESP, 2002.
GALLO, S. (coord.) Ética e cidadania: caminhos da filosofia. Campinas:
Papirus, 1997.
MOREIRA, W. W. (Org.). Qualidade de vida: complexidade e Educação.
Campinas: Papirus, 2001.
Bibliografia Complementar
MORIN, E. Para sair do século XX. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1986.
MORIN, E. A Cabeça bem feita. 5 ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2001.
MOTA, C. M. B. et. al. Ética, cidadania e política. São Paulo: Terceira
Margem, 2004.
FUNDAMENTOS TEÓRICOS METODOLÓGICOS DO ATLETISMO II
Ementa
Aborda as capacidades físicas e qualidades motoras predominantes nas provas
atléticas. Desenvolve os estudos teóricos, práticos e pedagógicos das provas de
Lançamentos e Arremessos. Estuda as regras e suas implicações pedagógicas.
Bibliografia Básica
BARROS, N. ; DEZEM, R. Atletismo: Arremessos. São Paulo: EDUSP, 1978.
BARROS, N. ; DEZEM, R. - O Atletismo. 2ª coleção, São Paulo: Apoio Ltda,
1987.
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MATHIESEN, S. Q. (org.). Atletismo se Aprende na Escola. Jundiaí: Editora
Fontoura, 2005.
Bibliografia Complementar
DE ROSE JR. D. e colaboradores. Esporte e atividade física na infância e na
adolescência - Uma abordagem multidiciplinar. Porto Alegre: Artimed Editora,
2.002.
FERNANDES, J. L. – Atletismo - São Paulo – Corridas. 3ª Edição. São Paulo:
Editora USP, 2003.
KIRSCH, A. ; KOCH, K. ; ORO, U. Antologia do atletismo. Rio de Janeiro:
LTC, 1996.
FUNDAMENTOS TEÓRICOS METODOLÓGICOS DA GINÁSTICA II
Ementa
Oferece subsídios para o planejamento e estruturação de aulas de ginástica
geral, analisando e discutindo a aplicação das capacidades físicas para o ensino
formal e não formal. Oportuniza o conhecimento das possibilidades do
movimento corporal através da criação de estratégias para aplicação em aulas,
propiciando a busca de transformação e a aproximação às necessidades dos
mais diversos grupos sociais, intervindo na manutenção e melhoria da
Qualidade de vida dos mesmos.
Bibliografia Básica
CONCEIÇÃO, Ricardo Batista. Ginástica escolar. 2 ed. Rio de Janeiro: Sprint,
1998.
LAGING, R e HILDEBRANDT. Concepções abertas no ensino de educação
física. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1986.
VERDERI, E. - Programa de Educação Física Postural. São Paulo: Phorte
Ltda, 2001.
Bibliografia Complementar
BARBANTI, V. J. Teoria e Prática do Treinamento Esportivo. 2ª ed., São
Paulo: Edgard Blucher Ltda, 1997.
CARRASCO, R. A Atividade do principiante. São Paulo: Manole, 1982.
_____________________________________________________________________________
Rua Piracicaba, 47 – Jardim Coroados - Presidente Venceslau (18) 3272-9440 – CEP: 19400-000
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SOARES, C. L. Educação Física: Raízes Européias e Brasil. 2ª ed. Campinas:
Autores Associados, 2002.
FUNDAMENTOS TEÓRICOS METODOLÓGICOS DO HANDEBOL II
Ementa
Propõe o estudo teórico e prático dos fundamentos técnico-táticos dos sistemas
ofensivos e defensivos, ações pedagógicas combinadas e coletivas até o grande
jogo, como elemento educacional e formativo e enfatizando a formação do
caráter e do praticante. Segue os processos pedagógicos do aprendizado,
estimula
a
participação
e
análise
crítica
das
atividades
propostas
e
desenvolvidas.
Bibliografia Básica
ALBERTI, H. et alli. - Ensino de Jogos Esportivos. São Paulo: Ao Livro
Técnico, 1994.
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE HANDEBOL - Regras Oficiais de Handebol e
Beach Handball. São Paulo: Sprint, 2002.
GRECCO, P. J. Iniciação Esportiva. Belo Horizonte: Ed. UFMG - 1998.
Bibliografia Complementar
HASLER, H. – Handebol. 1ª ed., São Paulo: Editora ao Livro Técnico, 1970.
(Coleção Educação Física, Prática 2)
MELHEM, A. Brincando e aprendendo handebol. Rio de Janeiro: Sprint,
2002.
ZAMBERLAN, E. Handebol Escolar e de Iniciação. Londrina: Treinamento
Desportivo, 1999.
FUNDAMENTOS TEÓRICOS METODOLÓGICOS DO FUTEBOL II
Ementa
Desenvolve, através dos conteúdos teóricos e práticos, o Futebol como Esporte
Coletivo, a capacidade de elaboração e aplicação de exercícios combinados,
bem como a utilização de táticas defensivas e ofensivas básicas, abordando a
_____________________________________________________________________________
Rua Piracicaba, 47 – Jardim Coroados - Presidente Venceslau (18) 3272-9440 – CEP: 19400-000
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importância da direção de equipes como forma de socialização, crescimento e
desenvolvimento do indivíduo como um todo.
Bibliografia Básica
SAAD, M. A., COSTA, C. Futsal: Movimentações defensivas e ofensivas,
Florianópolis: Book Store, 1ª ed., 2001.
SANTANA, W. C. Futsal: metodologia da participação. Londrina: LIDO, 1996.
SANTOS FILHO, J. L. A. Manual de futebol. São Paulo: Phorte, 1a ed., 2002.
Bibliografia Complementar
FERREIRA R. L. Futsal e a iniciação. Rio de Janeiro: Sprint, 5ª ed., 2001.
VOSER, R. C. Iniciação ao futsal: abordagem recreativa. 2ª ed., Canoa:
ULBRA, 1999.
VOSER, R. C.; GIUSTI, J. G. O futsal e a escola: Uma perspectiva pedagógica,
Porto Alegre, 1ª ed., 2002.
3º PERÍODO
FISIOLOGIA DO EXERCÍCIO I
Ementa
Estuda as adaptações dos sistemas orgânicos relacionados aos fatores
bioantropológicos em crianças, adolescentes, adultos e idosos, considerando os
benefícios das atividades físicas fundamentadas nos princípios da mudança de
comportamento, propiciando uma reflexão sobre o papel da atividade física
para a saúde, estimulando uma análise crítica dos hábitos que interferem na
qualidade de vida.
Bibliografia Básica
FOX,E.L. Bases Fisiológicas da Educação Física e dos Desportos. 4ª Ed.,
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1994.
MCARDLE, W. D; KATCH, F. I. ; KATCH, V. L. Fisiologia do Exercício: Energia,
Nutrição e Desempenho Humano. 5ª Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2003.
_____________________________________________________________________________
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Licenciatura em Educação Física – FAPREV - Faculdade de Presidente Venceslau 73
WILMORE, J. H. ; Costill, David L. Fisiologia do Esporte e do Exercício. 2ª
Ed., São Paulo: Manole, 2001.
Bibliografia Complementar
MCARDLE, W.
Nutrição para o Desporto e o Exercício. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2001.
NIEMAN, D. C. - Exercício e Saúde. São Paulo: Manole, 1999.
POWERS, S.K. & HOWLEY, E.T. - Fisiologia do Exercício: Teoria e Aplicação
ao Condicionamento e Desempenho. 3ª ed., São Paulo: Manole, 2000.
DIMENSÕES HISTÓRICO-SOCIAIS DA EDUCAÇÃO FÍSICA I
Ementa
Estudo da relevância das atividades físico-esportivas em diferentes períodos
históricos, trazendo à tona o discurso da corporeidade. Propõe a construção de
conhecimentos da história da Educação Física e do Esporte através da
interpretação e reflexão do contexto sócio-histórico das diversas sociedades
Busca o entendimento da Educação Física e do Esporte como fenômenos
construídos sócio-culturalmente.
Bibliografia Básica
GONÇALVES, M. A. S. Sentir, Pensar e Agir. Campinas: Papirus, 1994.
OLIVEIRA, V. M. O que é educação física. Brasiliense: São Paulo, 1983.
SOARES, C. (org.). Corpo e História. Campinas: Autores Associados, 2001.
Bibliografia Complementar
CARVALHO, Y. & RÚBIO, K. (Org.). Educação física e ciências humanas. São
Paulo: Hucitec, 2001.
OLIVIER, Giovanina G.F. O esquema corporal, a imagem corporal e a
corporeidade. Ijuí: Ed. Unijuí, 1999.
SOARES, C. L. Educação Física: Raízes Européias e Brasil. Campinas, Autores
Associados, 1994.
CRESCIMENTO E DESENVOLVIMENTO
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Licenciatura em Educação Física – FAPREV - Faculdade de Presidente Venceslau 74
Ementa
Estuda o desenvolvimento humano desde a concepção até a idade adulta, com
uma perspectiva dos fatores cognitivos e sócio-afetivos básicos que afetam o
desenvolvimento
motor
durante
cada
um
desses
períodos.
Discute
a
incorporação da teoria dos sistemas dinâmicos com as fases e estágios do
desenvolvimento motor, com reflexão dos aspectos explicativos e descritivos do
ser humano. Abordagem reflexiva da estruturação das habilidades motoras
para uma elaboração de programa motor escolar.
Bibliografia Básica
GALLAHUE, D. L. ; OZMUN, J. C. Compreendendo o desenvolvimento
motor: bebês, crianças, adolescentes e adultos. São Paulo: Phorte Ed., 2003.
OLIVEIRA, Z. de M. R. de (org.). A Criança e seu Desenvolvimento:
perspectivas para se discutir a educação infantil. São Paulo: Cortez Editora,
1997.
TANI, G. Comportamento Motor: aprendizagem e desenvolvimento. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.
Bibliografia Complementar:
BEE, H. A. Criança em Desenvolvimento. São Paulo: Harbra, 1984.
ECKERT, H. M. Desenvolvimento Motor. São Paulo: Manole, 1998.
GUEDES, D. P. ; GUEDES, J. E. R. P. Crescimento, composição corporal e
desempenho motor. São Paulo: Balieiro Editores, 1997.
MEDIDAS E AVALIAÇÃO EM EDUCAÇÃO FÍSICA I
Ementa
Propõe o estudo crítico e investigador dos grupos, tipos e critérios de medidas e
avaliação morfológicas do indivíduo e sua aplicabilidade no campo da Educação
Física.
Bibliografia Básica
HEYWARD, V. H. & STOLARCZYK, L. M. Avaliação da Composição Corporal
Aplicada. 1ª ed., São Paulo: Manole, 2000.
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HOWLEY, E. T. & FRANKS, B. D. Manual do Instrutor de Condicionamento
Físico para a Saúde. 3ª. ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.
KISS, M. A . P. D. Esporte e Exercício: Avaliação e Prescrição. São Paulo:
Roca, 2003.
Bibliografia Complementar
FILHO, J. F. A prática da Avaliação Física: Testes, Medidas e Avaliação Física
em Escolares, Atletas e Academias de Ginástica. Rio de Janeiro: Shape, 1999.
MATSUDO, V. K. Testes em Ciências do Esporte. São Caetano do Sul:
CELAFISCS, 1982.
PETROSKI, E. L. Antropometria: Técnicas e Padronizações. 1ª. ed., Porto
Alegre: Palotti, 1999.
FUNDAMENTOS TEÓRICOS METODOLÓGICOS DA RÍTMICA E DANÇA I
Ementa
Trata da fundamentação e da metodologia do trabalho com o ritmo, valorizando
a expressão corporal como forma de contribuição no desenvolvimento integral
do indivíduo, entendendo-o como uma manifestação cultural. Explora recursos
e propõe a criação de estratégias que associem os componentes básicos da
rítmica ao movimento humano. Apresenta estudos e pesquisas relacionadas ao
ritmo buscando atitudes reflexivas, críticas e inovadoras relacionadas à sua
intervenção pedagógica.
Bibliografia Básica
ARTAXO & MONTEIRO. Ritmo e movimento. Guarulhos: Ed. Phorte, 2000.
GONÇALVES,
M.AS.
Sentir,
pensar,
agir:
Corporeidade
e
Educação.
Campinas: Papirus, 1994.
VERDERI, E. Dança na Escola. São Paulo: Martins Fontes, 2000.
Bibliografia Complementar
ARTAXO & MONTEIRO Ritmo e movimento. Guarulhos: Ed. Phorte, 2000.
NANNI, D. Dança Educação: Princípios, Métodos e Técnicas. 4ª ed. Rio de
Janeiro: Sprint, 2002.
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PREGNOLATTO, Daraína. Criandança uma visita à metodologia de Rudolf Laban
- LGE Editora. Edições Guaimbê, Brasília: DF, 2004.
FUNDAMENTOS TEÓRICOS METODOLÓGICOS DA RECREAÇÃO E LAZER I
Ementa
Propõe o estudo teórico-prático sobre os jogos, as brincadeiras e os brinquedos
tradicionais em meio ao processo de construção da cultura infantil no espaço
escolar.
Elaborações
interativas
entre
o
jogo
e
a
brincadeira
e
suas
possibilidades pedagógicas.
Bibliografia Básica
CAMARGO, L. O. O que é Lazer. São Paulo: Editora Brasiliense, 1992. (Coleção
Primeiros Passos)
MARCELLINO, N. C. (org.). Estudos do Lazer: uma introdução. Campinas:
Autores Associados, 1996.
MARCELLINO, N. C. (org.) Repertório de Atividade para Recreação e
Lazer. Campinas: Papirus, 2002.
Bibliografia Complementar
BRUNHS, H. T. Temas sobre o lazer. Campinas: Autores Associados, 2000.
WAJSKOP, G. Brincar na Pré-Escola. São Paulo: Ed. Cortez. 2001.
WERNECK, C. L. G. Lazer, Recreação e Educação Física. Belo Horizonte:
Autêntica, 2003.
FUNDAMENTOS TEÓRICOS METODOLÓGICOS DO BASQUETEBOL I
Ementa
Propõe o estudo teórico e prático da modalidade, sua história e evolução,
possibilitando o acesso aos conhecimentos relativos à pedagogia do esporte,
que permitam abordar e desenvolver procedimentos metodológicos para a
aprendizagem do basquetebol, com ênfase na natureza dos movimentos
básicos. Faz uso da construção de regras, como elemento educacional e
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formativo, proporcionando um estado de análise e reflexão das atividades
desenvolvidas, estimulando um viver cooperativo.
Bibliografia Básica
ALMEIDA, M. B. Basquetebol iniciação. Rio de Janeiro: Sprint, 1ª ed., 1998.
DE ROSE JUNIOR; D.; FERREIRA, A. E. X. Basquetebol: técnicas e táticas,
uma abordagem didático-pedagógica. São Paulo: EDUSP, 1987.
PAES, R. R. ; BALBINO, H. F. Pedagogia do Esporte: contexto e perspectivas.
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.
Bibliografia Complementar
ALMEIDA, M. B. Ensinando basquete. São Paulo: Ícone, 1a ed., 1999.
ASSIS,
S.
de
O.
Reinventando
o
esporte:
possibilidade
da
prática
pedagógica. Campinas: Autores Associados, 2001.
PICCOLO, V. L. N. Pedagogia dos esportes. Campinas: Papirus, 1999.
FUNDAMENTOS TEÓRICOS METODOLÓGICOS DO VOLEIBOL I
Ementa
Propõe o estudo teórico e prático da modalidade, sua história e evolução,
possibilitando o acesso aos conhecimentos relativos à pedagogia do esporte,
que permitam abordar e desenvolver procedimentos metodológicos para a
aprendizagem do voleibol, com ênfase na natureza dos movimentos básicos.
Faz uso da construção de regras, como elemento educacional e formativo,
proporcionando um estado de análise e reflexão das atividades desenvolvidas,
estimulando um viver cooperativo.
Bibliografia Básica
BOJIKIAN, J. C. M. Ensinando voleibol. São Paulo: Phorte, 1999.
COSTA, A. D. Voleibol: Fundamentos e Aprimoramento Técnico. 1ª ed., São
Paulo: Sprint, 2001.
MARCHI JR, W. "Sacando" o Voleibol. Ijuí: Editora Unijuí. 2004.
Bibliografia Complementar
CARVALHO, O. M. Voleibol: 1000 Exercícios. 4ª ed., São Paulo: Sprint, 1999.
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KUNZ, E. Transformação Didático-Pedagógica do Esporte. Ijuí: Editora
Unijuí, 2001.
DARIDO, S. C. ; Souza Jr, O. M. de. Para ensinar educação física.
Campinas: Papirus, 2007.
NÚCLEO DE ESTUDO E PRÁTICA PROFISSIONAL I
Ementa
Desenvolvimento do eixo curricular de estudos e práticas pedagógicas dos
futuros professores, no qual são articulados a Pedagogia do Movimento e o
Esporte Educacional. Atividades que configurem experiências que tornam
indissociáveis ações de ensino, pesquisa e extensão, contemplando um tema
gerador de discussões próprias da Formação Profissional sobre “Educação Física
como área de conhecimento”.
Bibliografia Básica
Todos os títulos do acervo.
4º PERÍODO
FISIOLOGIA DO EXERCÍCIO II
Ementa
Estuda as alterações fisiológicas do organismo humano durante a atividade
física, bem como os efeitos do condicionamento físico, correlacionando estes
conceitos com a prescrição de exercícios para populações de diferentes faixas
etárias.
Bibliografia Básica
FOX, E. L. Bases Fisiológicas da Educação Física e dos Desportos. 4ª Ed.,
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1994.
MCARDLE, William D; KATCH, Frank I.; KATCH, Victor L. Fisiologia do
Exercício: Energia, Nutricao e Desempenho Humano. 5ª Ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2003.
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WILMORE, J. H., Costill, D. L. Fisiologia do Esporte e do Exercício. 2ª Ed.,
São Paulo: Manole, 2001.
Bibliografia Complementar
ASTRAND. PER-OLOF, RODAHL, K. Tratado de Fisiologia do Exercício. 2ª
ed., Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 1987.
GHORAYEB, N.; BARROS NETO, T. O exercício – Preparação fisiológica –
Avaliação médica – Aspectos especiais e preventivos. São Paulo: Ed. Atheneu,
1999.
POWERS, S. K. ; HOWLEY, E. T. Fisiologia do Exercício: Teoria e Aplicação
ao Condicionamento e Desempenho. 3ª ed., São Paulo: Manole, 2000.
DIMENSÕES HISTÓRICO-SOCIAIS DA EDUCAÇÃO FÍSICA II
Ementa
Analise dos conhecimentos da gênese à atualidade da Educação Física e do
Esporte no Brasil, discutindo as conjunturas sócio-históricas e os papéis
desempenhados pela área no país. Interpretar historicamente a realidade da
área, auxiliando no entendimento e questionamentos de idéias que norteiam a
prática profissional em diferentes campos de atuação, incentivando reflexões,
críticas e proposições.
Bibliografia Básica
CASTELLANI FILHO, L. A Educação Física no Brasil: a história que não se
conta. Campinas: Papirus, 1988.
MELO, V. A. História da Educação Física e do Esporte no Brasil: panorama
e perspectivas. São Paulo: Ibrasa, 1999.
SOARES, C. L. Educação Física: Raízes Européias e Brasil. Campinas: Autores
Associados, 1994.
Bibliografia Complementar
CARVALHO, Y. & RÚBIO, K. (Org.). Educação física e ciências humanas. São
Paulo: Hucitec, 2001.
DAOLIO, J. Educação Física e o conceito de cultura. Campinas: Autores
Associados, 2004.
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Licenciatura em Educação Física – FAPREV - Faculdade de Presidente Venceslau 80
GHIRALDELLI JUNIOR, P. - Educação Física Progressista: A Pedagogia
Crítico Social dos Conteúdos e a Educação Física Brasileira. São Paulo: Edições
Loyola, 1992.
APRENDIZAGEM MOTORA
Ementa
Estuda os componentes e os princípios da aprendizagem motora de acordo com
a manifestação cultural da criança e baseia-se no problema, relacionando o
contexto social com o conhecimento histórico-cultural do movimento humano
segundo conceitos e aplicações em relação ao aprendiz, à tarefa a ser
aprendida, ao ambiente de aprendizagem e ao papel do professor no ensino das
habilidades motoras. Promove a discussão da importância da Aprendizagem
Motora na Educação Física. Discute e propicia a elaboração de programas
pedagógicos com base nos conceitos básicos da aprendizagem motora.
Bibliografia Básica
MAGILL, R. Aprendizagem motora: Conceitos e Aplicações. São Paulo: Edgard
Blucher, 2000.
MEINEL, K. Motricidade I. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1984.
TANI,
G.
et
alli.
Educação
Física
Escolar
-
Uma
abordagem
Desenvolvimentista. São Paulo: Edusp, 1988.
Bibliografia Complementar
GALLAHUE, D. Compreendendo o desenvolvimento motor: bebês, crianças,
adolescentes e adultos. São Paulo: Phorte, 2003.
SCHMIDT, R. A. & WRISBERG, C. A. Aprendizagem e performance motora.
Porto Alegre: Artmed, 2001.
TANI, G. Comportamento motor: aprendizagem e desenvolvimento. Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.
MEDIDAS E AVALIAÇÃO EM EDUCAÇÃO FÍSICA II
Ementa
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Utilização da avaliação biométrica em Educação Física Escolar e Esportes.
Elaboração, avaliação e interpretação de uma ficha biométrica. Avaliação
antropométrica, composição corporal, metabólica e neuro-motora.
Bibliografia Básica
HEYWARD, V. H. & STOLARCZYK, L. M. Avaliação da Composição Corporal
Aplicada. 1ª ed., São Paulo: Manole, 2000.
HOWLEY, E. T. & FRANKS, B. D. Manual do Instrutor de Condicionamento
Físico para a Saúde. 3ª. ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.
KISS, M. A . P. D. Esporte e Exercício: Avaliação e Prescrição. São Paulo:
Roca, 2003.
Bibliografia Complementar
BARROS, M. V. G. e Nahas, M. V. Medidas da atividade física. Londrina:
Midiograf, 2003.
KISS, M. A . P. D. Esporte e Exercício: Avaliação e Prescrição. São Paulo,
Roca, 2003.
PITANGA, F. J. G. Testes, medidas e avaliação. São Paulo: Phorte, 2004.
FUNDAMENTOS TEÓRICOS METODOLÓGICOS DA RÍTMICA E DANÇA II
Ementa
Estuda a fundamentação da música e da teoria musical, propondo sua aplicação
no campo de atuação do movimento expressivo humano. Procura estimular a
conscientização do potencial criativo e suas estruturas para o processo de
ensino aprendizagem em dança, valorizando e respeitando as características
regionais em uma visão ampla do contexto social. Possibilita desta forma uma
intervenção significativa na elaboração de composições coreográficas a partir da
consideração das várias dimensões que interferem no ato de dançar –
entendido como um dos processos de expressão do homem.
Bibliografia Básica
BREGOLATO, R. Cultura Corporal da Dança. São Paulo: Ícone, 2000.
MARQUES, I. Ensino da dança hoje: Textos e contextos. São Paulo: Cortez,
1999.
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PREGNOLATTO, D. Criandança uma visita à metodologia de Rudolf Laban.
Brasília DF: LGE Editora /Edições Guaimbê, 2004.
Bibliografia Complementar
FERNANDES, C. O corpo em Movimento: O sistema laban/Bartenieff na
formação e pesquisa em artes cênicas. Editora Annablume, 2002.
NANNI, D. Dança Educação: Pré Escola à Universidade. 3ª ed. Rio de Janeiro:
Sprint, 2001.
NANNI, D. Dança Educação: Princípios, Métodos e Técnicas. 4ª ed. Rio de
Janeiro: Sprint, 2002.
FUNDAMENTOS TEÓRICOS METODOLÓGICOS DA RECREAÇÃO E LAZER
II
Ementa
Abordagem interdisciplinar do lazer: conceito, conteúdos e valores. Lazer e sua
relação
com
a
educação
e
industrialização/urbanização
e
com
o
trabalho.
barreiras
Lazer
e
sócio-culturais.
processos
Vivências
de
dos
conteúdos culturais do Lazer.
Bibliografia Básica
MARCELLINO, N. Lazer e Recreação - Repertorio de atividades por fases da
vida. Campinas: Papirus, 2006.
MARCELLINO, N. Lazer e Recreação - Repertorio de atividades por ambientes.
Campinas: Papirus, 2007.
SCHWARTZ, G. M. Atividades Recreativas. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2005.
Bibliografia Complementar
KISHIMOTO, T. Jogos infantis. 3. Ed. Petrópolis: Vozes, 1993.
MARCELINO, N. C. Pedagogia da Animação. Campinas, Papirus, 1990.
OLIVEIRA, P. de S. Brinquedo e indústria cultural. Petrópolis, Vozes, 1986.
FUNDAMENTOS TEÓRICOS METODOLÓGICOS DO BASQUETEBOL II
Ementa
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Desenvolve, através dos conteúdos teóricos e práticos, o Basquetebol como
Esporte Coletivo de Quadra, a capacidade de elaboração e aplicação de
exercícios combinados, bem como a utilização de táticas defensivas e ofensivas
básicas, abordando a importância da direção de equipes como forma de
socialização, crescimento e desenvolvimento do indivíduo como um todo.
Bibliografia Básica
DE ROSE JUNIOR, D. ; TRICOLI, V. Basquetebol: uma visão integrada entre
ciência e prática. Barueri-SP: Manole, 2005.
DE
ROSE
Jr,
D.
(org.).
Esporte e atividade
física
na infância
e
adolescência: uma abordagem multidisciplinar. Porto Alegre: Artmed, 2002.
PAES, Roberto R. Educação física escolar: o esporte como conteúdo
pedagógico do ensino fundamental. Canoas: Editora Ulbra, 2001.
Bibliografia Complementar
ASSIS, S. de O. Reinventando do esporte: possibilidade da prática
pedagógica. Campinas: Autores Associados, 2001.
DE ROSE JUNIOR; D. ; FERREIRA, A. E. X. Basquetebol: técnicas e táticas,
uma abordagem didático-pedagógica. São Paulo: EDUSP, 1987.
PICCOLO, V. L. N. Pedagogia dos esportes. Campinas: Papirus, 1999.
FUNDAMENTOS TEÓRICOS METODOLÓGICOS DO VOLEIBOL II
Ementa
Caracterizar o voleibol como forma de manifestação do jogo e esporte, seja no
âmbito formal ou não formal, permitindo que os sistemas de jogo, métodos de
treinamento e processo de detecção de talentos, sejam entendidos como
metodologias do processo educacional, meio de estimular a integração
interpessoal através da prática da modalidade.
Bibliografia Básica
ARAÚJO, J. B. Voleibol Moderno: Sistema Defensivo. Palestra Edições, 1998.
BOJIKIAN, J. C. M. Ensinando Voleibol. 1ª ed., Guarulhos: Phorte Editora,
1999.
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Licenciatura em Educação Física – FAPREV - Faculdade de Presidente Venceslau 84
SUVOROV, V.P. & GRISHIN, O. N. - Voleibol: Iniciação. 3ª ed., Rio de Janeiro:
Sprint, 2000.
Bibliografia Complementar
BIZZOCCHI, C. E. O Voleibol de Alto Nível: da Iniciação à Competição.
Fazendo. Arte Editorial, 2000.
CARVALHO, O. M.
Voleibol: 1000 Exercícios. 4ª ed., Rio de Janeiro: Sprint,
1999.
COSTA, A. D. Voleibol: Fundamentos e Aprimoramento Técnico. 1ª ed., Rio de
Janeiro: Sprint, 2001.
NÚCLEO DE ESTUDO E PRÁTICA PROFISSIONAL II
Ementa
Desenvolvimento do eixo curricular de estudos, práticas pedagógicas e estágios
dos futuros professores, no qual são articulados a Pedagogia do Movimento e o
Esporte Educacional. Atividades que configurem experiências que tornam
indissociáveis ações de ensino, pesquisa e extensão, contemplando um tema
gerador de discussões próprias da Formação Profissional sobre “Educação,
Corpo e Sociedade”.
Bibliografia Básica
Todos os títulos do acervo.
5º PERÍODO
PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO E DA EDUCAÇÃO FÍSICA I
Ementa
Propõe
uma
discussão
sócio-histórica
acerca
das
relações
humanas
estabelecidas no processo ensino-aprendizagem. Analisa criticamente o papel
social da Escola como uma Instituição formadora da Identidade Social.
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Licenciatura em Educação Física – FAPREV - Faculdade de Presidente Venceslau 85
Problematiza a relação Educação e Saúde utilizando a Educação Física como
instrumento norteador dessa relação.
Bibliografia Básica
COLL,
C.
;
PALACIOS,
J.
;
MARCHESI,
A
.(orgs).
Desenvolvimento
Psicológico e Educação. Porto Alegre: Artes Médicas, 1996.
LANE, S. e CODO, W.(orgs). Psicologia Social: O Homem em Movimento. 13º
ed., São Paulo: Brasiliense, 1994.
RUBIO, K. Psicologia do Esporte. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2000.
Bibliografia Complementar
MARTÍNEZ, A. M. Criatividade, Personalidade e Educação. São Paulo:
Papirus, 1997.
PIAGET, J. Para onde vai a Educação. Rio de Janeiro: José Olímpio, 1998.
VIGOTSKI, L. A Formação Social da Mente. São Paulo: Martins Fontes, 1998.
GESTÃO EDUCACIONAL I
Ementa
Propõe discutir e analisar a gestão educacional diante dos alicerces e estrutura
de sustentação dos sistemas escolares e funcionamento da Educação Básica,
subsidiando a reflexão crítica sobre os problemas educacionais no panorama
político, administrativo e pedagógico.
Bibliografia Básica
CASTELLANI FILHO, L. Política Educacional e Educação Física. Campinas:
Autores Associados, 1998.
HORA, D. L. Gestão Democrática na escola: artes e ofícios da participação
coletiva. 7a ed., Campinas: Papirus, 2000.
VÁRIOS AUTORES - Estrutura e Funcionamento da Educação Básica. São
Paulo: Pioneira, 1998.
Bibliografia Complementar
BORGES, C. M. F. O Professor de Educação Física e a Construção do
Saber. Campinas: Papirus, 1998.
_____________________________________________________________________________
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Licenciatura em Educação Física – FAPREV - Faculdade de Presidente Venceslau 86
CORRAGIO, J. L. Desenvolvimento Humano e Educação. São Paulo:
Cortez/instituto Paulo Freire. 1996.
PILETTI,
N.
Estrutura
e
Funcionamento
do
Ensino
Fundamental
Atualização. São Paulo: Ática, 1999.
TREINAMENTO FÍSICO E ESPORTIVO I
Ementa
Estuda o treinamento físico considerando as relações entre as capacidades
físicas (resistência, velocidade, força e flexibilidade) e as variáveis constituintes
das características da pessoa que executa o exercício, nos vários espaços de
aplicação e diferentes fases da vida.
Bibliografia Básica
ARNHEIM, D. D. & PRENTICE, W. E Princípios de Treinamento Atlético. 10ª
ed., Rio de Janeiro: Guanabara Koogan S.A., 2001.
BARBANTI, J. V. Treinamento Físico: bases científicas. São Paulo: Ed. CLR
Balieiro, 1996.
BOMPA, T. O. & CORNACCHIA, L. J. Treinamento de Força Consciente. São
Paulo: Phorte, 2000.
Bibliografia Complementar
BITTENCOURT, N. Musculação: Uma abordagem metodológica, Sprint Editora,
Rio de Janeiro, 1984.
BROOKS, D. S. Treinamento Personalizado – elaboração e montagem de
programas. São Paulo: Ed. Phorte, 2000.
WILMORE, J. H. & COSTILL, D. Fisiologia do Esporte e do Exercício. São
Paulo, Manole Ltda, 2001.
FUNDAMENTOS TEÓRICOS METODOLÓGICOS DA EDUCAÇÃO FÍSICA
ESCOLAR I
Ementa
Estuda os elementos do movimento humano: corpo – espaço – tempo, por meio
de um viver reflexivo e cooperativo. Promove a discussão da importância da
_____________________________________________________________________________
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Licenciatura em Educação Física – FAPREV - Faculdade de Presidente Venceslau 87
Educação Física na Educação Infantil e séries iniciais do Ensino Fundamental
para propiciar a elaboração de programas pedagógicos na abordagem da
educação pelo movimento, do movimento e para o movimento, em função do
desenvolvimento
motor,
cognitivo
e
sócio-afetivo
da
criança.
Utiliza
a
construção de materiais alternativos para a elaboração de projetos sociais e
transformadores que promovam a abordagem multidisciplinar na Educação
Infantil e séries iniciais do Ensino Fundamental.
Bibliografia Básica
DARIDO, S. C.
; SOUZA JR, O. M. de. Para ensinar educação física.
Campinas; Papirus, 2007.
FREIRE , J. B & SCAGLIA, A. A Educação como prática corporal. São Paulo:
Scipione, 2003.
NEIRA, M. G. Pedagogia da Cultura Corporal: Crítica e Alternativa.
Guarulhos: Phorte, 2006.
Bibliografia Complementar
BROTTO, F. O. Jogos Cooperativos - o jogo e o esporte como um exercício de
convivência. Santos: Projeto Cooperação, 2001.
FREIRE, J. B. Educação de Corpo Inteiro: Teoria e Prática da Educação
Física. 4ª ed., São Paulo: Scipione, 1999.
GALLARDO, J. S. P. Didática de Educação Física: a criança em movimento:
jogo, prazer e transformação. São Paulo: FTD, 1998.
FUNDAMENTOS TEÓRICOS METODOLÓGICOS DA EDUCAÇÃO FÍSICA
ADAPTADA I
Ementa
Favorece a reflexão sobre o conceito das pessoas portadoras de deficiências nos
contextos social, econômico, educacional e profissional. Estuda a identificação
dos tipos de deficiências. Discute o valor educacional e as necessidades
educativas
especiais
das
pessoas
portadoras
de
deficiências.
Estuda
a
adequação metodológica para a aplicação de atividades físicas e esportes para
pessoas com deficiências física, mental, auditiva, visual e múltipla.
Bibliografia Básica
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Licenciatura em Educação Física – FAPREV - Faculdade de Presidente Venceslau 88
DUARTE, Edson & LIMA, S. M. T. Atividade Física para Portadores de
Necessidades Especiais: Experiências e Intervenções. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2003.
SOLLER, R. Educação Física Inclusiva na escola: em busca de uma escola
plural. Rio de Janeiro: Sprint, 2000.
WINNICH, J. P. Educação Física e Esportes Adaptados. São Paulo: Editora
Manole, 2004.
Bibliografia Complementar
KIRK, S. A. & GALLAGHER, J. J. Educação da criança excepcional. São
Paulo: Martins Fontes, 1996.
LORENZINI. Brincando a brincadeira com a criança deficiente. São Paulo:
Manole, 2002.
MAJOR e WALSH. Crianças com dificuldades de aprendizado: jogos e
atividades. São Paulo: Manole, 2002.
FUNDAMENTOS TEÓRICOS METODOLÓGICOS DA NATAÇÃO I
Ementa
Estudo teórico-prático da natação em Educação Física sob a perspectiva atual.
Aborda procedimentos pedagógicos que levam a uma vivência da iniciação e
aprendizagem dos estilos crawl e costas favorecendo uma pluralidade de
expectativas: recreativo, utilitário, terapêutico e competitivo, atuando na
constante transformação das dimensões humanas.
Bibliografia Básica
CATTEAU, R.; GAROFF, G. O ensino da natação. São Paulo: Manole, 1998.
DURAN, M. Aprendendo a nadar em ludicidade. São Paulo: Phorte Editora,
2005.
PALMER, M. L. A ciência do ensino da natação. Ed. São Paulo: Manole, 1990.
Bibliografia Complementar
ARAÚJO JR. B. Natação: saber fazer ou fazer sabendo? Campinas: S. P.
Editora da Unicamp, 1995.
BRITO, C. A. F. Natação Teoria Gestáltica. São Paulo: Editora Phorte, 2007.
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Licenciatura em Educação Física – FAPREV - Faculdade de Presidente Venceslau 89
DE LUCA, A . H.; FERNANDES, I. R. C. Brincadeiras e Jogos Aquáticos. Rio
de Janeiro: Sprint, 1993.
FUNDAMENTOS TEÓRICOS METODOLÓGICOS
CORPORAIS BRASILEIRAS I
DAS
MANIFESTAÇÕES
Ementa
Propõe a discussão de duas temáticas, a Corporeidade e a Cultura Brasileira.
Num primeiro momento, busca um entendimento da corporeidade e suas
relações com a Educação Física Escolar e com o Esporte.
Bibliografia Básica
DAOLIO, J. Da cultura do corpo. 4ª ed., Campinas: Papirus, 1994.
MEGALE, N. B. Folclore Brasileiro. Petrópolis: Ed. Vozes. 1999.
MORAIS, R., Cultura Brasileira e Educação. 2ª ed., Campinas: Papirus,
1989.
Bibliografia Complementar
MAUSS, M. Sociologia e Antropologia. São Paulo: EPU/EDUSP, 1974.
MEDINA, J. P. S. O brasileiro e seu corpo. Campinas: Papirus: 1987.
VARGAS, A . L. S., Educação Física e o corpo: a busca da identidade. Rio de
Janeiro, Sprint, 1990.
Eletiva I:
ORGANIZAÇÃO DE EVENTOS EM EDUCAÇÃO FÍSICA
Ementa
Estuda as diversas formas de difusão da Educação Física nas áreas da educação,
esporte, saúde e lazer, com a estrutura do desporto brasileiro; discute e interpreta a
evolução e os conceitos teóricos da administração e organização esportiva aplicáveis
nos setores públicos e privados. Oferece condições de analise critica e debate dos
conteúdos
propostos,
estimulando
a
participação
reflexiva
em
busca
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de
Licenciatura em Educação Física – FAPREV - Faculdade de Presidente Venceslau 90
transformações, sempre pautadas pela ética
quando do desenvolvimento das suas
ações.
Bibliografia Básica
CAPINUSSÚ, J. M. Moderna Organização da Ed. Física e Desportos. São
Paulo, IBRASA, 1992.
MARLENE, M. Organização de eventos: procedimentos e técnicas. Barueri:
Manole, 2007.
REZENDE, J.R. Organização e Administração no Esporte. Rio de Janeiro:
Sprint, 2000.
Bibliografia Complementar
DAIUTO, M. Organização de Competições Desportivas. São Paulo: Hemus,
1991.
MELO NETO, F. Marketing no esporte. Rio de Janeiro: Incentive, 1986.
VARGAS, A. L. S. Desporto: Fenômeno Social. Rio de Janeiro: Sprint, 1995.
NÚCLEO DE ESTUDO E PRÁTICA PROFISSIONAL III
Ementa
Desenvolvimento do eixo curricular de estudos, práticas pedagógicas e estágios
dos futuros professores, no qual são articulados a Pedagogia do Movimento e o
Esporte Educacional. Atividades que configurem experiências que tornam
indissociáveis ações de ensino, pesquisa e extensão, contemplando um tema
gerador de discussões próprias da Formação Profissional sobre “Educação Física
e Saúde”.
Bibliografia Básica
Todos os títulos do acervo.
6º PERÍODO
PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO E DA EDUCAÇÃO FÍSICA II
Ementa
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Licenciatura em Educação Física – FAPREV - Faculdade de Presidente Venceslau 91
Refletir criticamente o papel social da Psicologia aplicada à Educação Física,
Esporte e Lazer dentro de uma visão sócio-histórico e cultural, estudando os
fenômenos específicos no cotidiano esportivo.
Bibliografia Básica
BENNO, B.J. & SAMULSKI, D. Manual de Treinamento Psicológico para o
Esporte. Novo Hamburgo: Feevale, 1998.
CRATTY, B.J. Psicologia no Esporte. Rio de Janeiro: Prentice Hall, 1983.
SAMULSKI, D. Psicologia do Esporte. Belo Horizonte/UFMG: Casa do
Psicólogo, 2000.
Bibliografia Complementar
BURITI, M.A. (org.) Psicologia do Esporte. São Paulo: Alínea, 1997.
RUBIO, K. (org.) Psicologia do Esporte: interfaces, pesquisa e intervenção.
São Paulo: Casa do Psicólogo, 2000.
SINGER, R.N. Psicologia dos Esportes: Mitos e Verdades. 2º ed. São Paulo:
Harbra, 1977.
DISCIPLINA: LIBRAS
EMENTA
Estudo da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS), da sua estrutura gramatical, de
expressões manuais, gestuais e do seu papel para a comunidade surda.
Bibliografia Básica
GOES, M. C. R. Linguagem, surdez e educação. Campinas: Autores Associados,
1996.
QUADROS, R. M. O tradutor e intérprete de língua brasileira de sinais.
BRASÍLIA: SEESP/MEC, 2004.
SACKS, O. Vendo vozes: uma jornada pelo mundo dos surdos. Rio de Janeiro:
Imago, 1990
Bibliografia Complementar
FERREIRA BRITO, L. Por uma gramática das línguas de sinais. Rio de Janeiro:
Tempo Brasileiro, 1995.
TREINAMENTO FÍSICO E ESPORTIVO II
Ementa
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Licenciatura em Educação Física – FAPREV - Faculdade de Presidente Venceslau 92
Discute os princípios que norteiam a elaboração e organização das etapas do
treinamento físico discutindo sobre sua aplicação e buscando situá-la nas
diferentes formas culturais em que é desenvolvida (ginástica, musculação,
condicionamento
físico
e
esportivo).
Oportunizando
aos
acadêmicos
as
condições necessárias para a montagem e aplicação de programas específicos
(planificação).
Bibliografia Básica
BOMPA, T. O. - A Periodização no Treinamento Esportivo. São Paulo,
Manole Ltda, 2001.
GONZALEZ, B. J. J. & GORUSTIAGA, A. E. - Fundamentos do Treinamento
de Força: Aplicação ao Alto Rendimento Desportivo.
2ª ed., Porto Alegre:
ArtMed, 2001.
SKINNER, J. S. - Prova de Esforço e Prescrição de Exercício para Casos
Específicos. Rio de Janeiro: Livraria e Editora Revinter Ltda, 1991.
Bibliografia Complementar
BARBANTI, J. V. Treinamento Físico – bases científicas. São Paulo: Ed. CLR
Balieiro, 1996.
GUISELINI, M. Total Fitness – Resistência, Força e Flexibilidade. São Paulo:
Ed. Phorte, 2001.
HOWLEY, E. T. & FRANKS, B. D. Manual do Instrutor de Condicionamento
Físico para a Saúde – 3ª ed., Porto Alegre: Artmed, 2000.
FUNDAMENTOS TEÓRICOS METODOLÓGICOS DA EDUCAÇÃO FÍSICA
ESCOLAR II
Ementa
Discute e analisa a prática pedagógica em Educação Física na Educação Básica.
Incentiva a construção de conhecimentos que subsidiarão a autonomia de
decisão e reflexão na vivência da ação docente. Propõe estudar, discutir,
analisar e refletir na e sobre a prática de ensino da Educação Física escolar no
Ensino Fundamental e Médio.
Bibliografia Básica
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Licenciatura em Educação Física – FAPREV - Faculdade de Presidente Venceslau 93
CASTRO, A. D. & CARVALHO, A. M. P. (orgs). Ensinar a ensinar: didática para
a escola fundamental e média. São Paulo, Pioneira Thompson Learning, 2001.
COLETIVO DE AUTORES. Metodologia do Ensino de Educação Física. São
Paulo: Cortez, 1992.
MOREIRA, W. W. Educação Física e Esportes: perspectivas para o séc. XXI.
Campinas: Papirus, 1993.
Bibliografia Complementar
BARBOSA, C. L. A. Educação Física Escolar - da alienação à libertação.
Petrópolis: Vozes, 1999.
GRUPO DE TRABALHOS PEDAGÓGICOS UFPe. Visão Didática da Educação
Física: análises críticas e exemplos práticos de aulas. Rio de Janeiro: Ao Livro
Técnico, 1991
SANTIN, S. Educação Física - da alegria do lúdico à opressão do
rendimento. Porto Alegre: EST Ed., 2001.
FUNDAMENTOS TEÓRICOS METODOLÓGICOS DA EDUCAÇÃO FÍSICA
ADAPTADA II
Ementa
Estudo da relação entre a Educação Física Escolar e o deficiente. Estudar os
princípios pedagógicos das atividades motoras adaptadas. Aspectos éticos,
políticos e educacionais da inclusão/integração. Implicações das ações motoras
na elaboração e desenvolvimento de programas para o deficiente. Aspectos
interdisciplinares da atividade motora.
Bibliografia Básica
ADAMS, R. C. et al. Jogos esportes e exercícios para o deficiente físico.
São Paulo: Manole, 1985.
BRASIL. Lazer, atividades físicas e esportivas para portadores de
deficiências. Brasília: SESI-DN: Ministério de Esporte e Turismo, 2001.
CASTRO, E. M. de. Atividade Física Adaptada. Ribeirão Preto: Tecmedd,
2005.
Bibliografia Complementar
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Licenciatura em Educação Física – FAPREV - Faculdade de Presidente Venceslau 94
CARMO, A. A. Deficiência física: a sociedade brasileira cria, recupera e
discrimina. Brasília, MEC – Secretaria de Desportos – SEDES/ABDA, 1994.
DUARTE, E. & LIMA, S. M. T. Atividade Física para Portadores de
Necessidades Especiais: Experiências e Intervenções. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2003.
MAJOR e WALSH. Crianças com dificuldades de aprendizado: jogos e
atividades. São Paulo: Manole, 2002.
FUNDAMENTOS TEÓRICOS METODOLÓGICOS DA NATAÇÃO II
Ementa
Propõe estudo dos procedimentos pedagógicos que levam a uma vivência da
iniciação e aprendizagem dos estilos peito e borboleta. Análise teórico-prática
da natação sob a perspectiva de seus fundamentos biomecânicos e fisiológicos.
Projeção, organização e execução de programas de ensino de natação.
Organização de competições e possibilidades de ação aplicadas a outras
manifestações do movimento corporal no meio líquido.
Bibliografia Básica
COLWIN, C. M. Nadando para o século XXI. São Paulo: Manole, 2000.
MAGLISCHO, E. W. Nadando ainda mais rápido. 1ª ed., São Paulo: Manole,
1999.
PALMER, M. L. A ciência do ensino da Natação. São Paulo: Manole, 1990.
Bibliografia Complementar
LIMA, W. U. Ensinando Natação. São Paulo: Phorte, 1999.
MACHADO, D.C. Natação teoria e prática. 2 ed. Rio de Janeiro: Sprint, 1998.
REGRAS DE NATAÇÃO, PÓLO AQUÁTICO, Rio de Janeiro: Sprint, 2002.
FUNDAMENTOS TEÓRICOS METODOLÓGICOS
CORPORAIS BRASILEIRAS II
DAS
MANIFESTAÇÕES
Ementa
Identifica
e
reconhece
as
expressões
culturais
brasileiras
enquanto
manifestações humanas que possam contribuir na formação de um professor de
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Licenciatura em Educação Física – FAPREV - Faculdade de Presidente Venceslau 95
Educação Física consciente da diversidade, pois atuar na Educação Física é
justamente atuar com a diversidade cultural do movimento.
Bibliografia Básica
BAKHTIN, M. A cultura popular na idade média e no renascimento - o
contexto de François Rabelais. São Paulo: Hucitec; Brasília: Editora da
Universidade de Brasília, 1993.
BRANDÃO, C. R. O que é folclore. São Paulo: Brasiliense, 1982. (Coleção
Primeiros Passos).
BRUHNS, H. T. (org.). Conversando sobre o corpo. Campinas: Papirus, 1985.
Bibliografia Complementar:
GEERTZ, C. A interpretação das culturas. Rio de Janeiro: Zahar, 1978.
HUIZINGA, J. Homo ludens: o jogo como elemento da cultura. São Paulo:
Perspectiva, 1993.
LARAIA, R. B. Cultura: um conceito antropológico. 11ª ed. Rio de Janeiro:
Zahar, 1997.
ELETIVA II
FUNDAMENTOS TEÓRICOS METODOLÓGICOS DAS LUTAS
Ementa
As
artes
marciais
como
elementos
da
cultura
esportiva
buscando
o
direcionamento da sua prática e teoria, na construção e no aperfeiçoamento
das qualidades físicas, intelectuais, afetivas e sociais.
Bibliografia Básica
BAPTISTA, C. E. S. Judô da escola a competição. Rio de Janeiro: Sprint
1999.
SEVERINO, R. O Espírito das Artes Marciais. São Paulo: Ícone, 1988.
SILVA, José Milton Ferreira. A linguagem do corpo na capoeira. São Paulo:
Sprint, 2004.
Bibliografia Complementar
CAPOEIRA, N. Capoeira pequeno manual do jogador. São Paulo: Record,
1998.
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Licenciatura em Educação Física – FAPREV - Faculdade de Presidente Venceslau 96
GICHIN, F. Karatê-do – O meu modo de vida. São Paulo: Cultrix, 1996.
SUGAI, V. L. O Caminho do Guerreiro. São Paulo: Editora Gente, 2000.
OU
ESPORTES ALTERNATIVOS
Ementa
Analisa, discute e acompanha as tendências atuais das atividades esportivas,
não formais, que se caracterizam como complemento ao desenvolvimento dos
indivíduos, em seus diversos segmentos e interesses regionais e culturais.
Investiga o histórico, estruturação e desenvolvimento seguro desses esportes
alternativos.
Bibliografia Básica
BRUHNS, H. T. & MARINHO, A. (org.) Turismo, lazer e natureza. Barueri:
Manole, 2003.
COSTA, V. L. de M. Esportes de aventura e risco na montanha - um
mergulho no imaginário. São Paulo: Manole, 2000.
UVINHA, R. R. Juventude, lazer e esportes radicais. São Paulo: Manole,
2001.
Bibliografia Complementar
BETTI, M. A janela de vidro: esporte, televisão e educação física. Campinas:
Papirus, 1998.
BRUHNS, H. T.; SERRANO, C. M. T. (Orgs.). Viagens à natureza: turismo,
cultura e ambiente. Campinas: Papirus, 1997.
ISAYAMA, H.F. & WERNECK, C. G. Lazer, recreação e educação física. Belo
Horizonte: Autêntica, 2003.
NÚCLEO DE ESTUDO E PRÁTICA PROFISSIONAL IV
Ementa
_____________________________________________________________________________
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Licenciatura em Educação Física – FAPREV - Faculdade de Presidente Venceslau 97
Desenvolvimento do eixo curricular de estudos, práticas pedagógicas e estágios
dos futuros professores, no qual são articulados a Pedagogia do Movimento e o
Esporte Educacional. Atividades que configurem experiências que tornam
indissociáveis ações de ensino, pesquisa e extensão, contemplando um tema
gerador de discussões próprias da Formação Profissional sobre “Currículo e
Qualidade em Educação”.
Bibliografia Básica:
Todos os títulos do acervo.
XVII. REGIME ESCOLAR / PRAZO PARA INTEGRALIZAÇÃO CURRICULAR
O Regime escolar é semestral e o curso tem duração de seis semestres letivos
com 2.920 horas de atividades, incluídas 400 horas de estágio supervisionado e
200 horas de atividades complementares. O licenciado deverá concluir o curso
em um prazo mínimo de seis semestres e no máximo de dez semestres. Deverá
ter sido aprovado em todas as disciplinas, entregar o relatório final de Estágio
Supervisionado, concluído, integralmente, as Atividades Complementares e o
Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), todos devidamente aprovados.
XVIII. CORPO DOCENTE DO CURSO
Professor
Disciplina
Talita Cristina Ruiz Anatomia
Pinto
Aplicada a
Física- I e II
André
Trombeta
Graduação
Pós-Graduação
Humana Enfermagem
Educação
Especialização em
Saúde Coletiva e
da Família;
Odontologia;
Aperfeiçoamento
em Endodontia
Aperfeiçoamento
em Dentística e
Estética
Mesquita Bases
Biológicas Ciências,
Mestrado em
Aplicadas a Educação Licenciatura Plena Biologia Geral e
Física-I e II
Habilitação
Aplicada
Biologia.
Especialização em
_____________________________________________________________________________
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Licenciatura em Educação Física – FAPREV - Faculdade de Presidente Venceslau 98
José Antonio Leandro Filosofia da Educação e Bacharel em
Filho
da Educação Física - I e Filosofia;
II
Tereza
Gomes
Amorim Metodologia da
Pesquisa
Científica – I e II
Juliana
Aparecida Didática da Educação
Matias Zechi
Física – I e II
Fábio Pirani Passos
Samuel
Trindade
Simplicio Filho
Elenice
Chicalé
Ribeiro
Andréia
Boscoli
de
Deus Luz
Samuel
Trindade
Simplicio Filho
Eveli de Almeida S.
Alberti
Eliara Marli Rosa
Jose Eduardo
Balikian
Tatiana Ribeiro Paiva
Mônica
Camargo
Nogueira Vilches
Informática
Instrumental I e II
animais
Peçonhentos
Especialista em
Psicopedagogia
Institucional
Bacharel em
Teologia.
Letras;
Especialista
em
Ciências,
Literatura:
o
Licenciatura do 1º ensino do texto;
grau;
Especialista em O
ensino de textos;
Aperfeiçoamento
em
Curso
de
Leitura Semiótica:
Textos
didáticos,
Literários,
Publicitários, etc.
Pedagogia
Mestrado em
Educação
Graduação em
matemática
Bacharelado (inc.)
em ciências da
computação
FTM do Atletismo – I e Educação Física
II
FTM da Ginástica – I e Educação Física –
II
UNESP – Pres.
Prudente
FTM do Handebol – I e Educação Física –
II
UNESP – Pres.
Prudente
FTM do Futebol – I e II Graduação em
Educação Física
Graduação em
Atividades
Letras e
Complementares I, II
Pedagogia
III, IV e V
Ética e Cidadania
Graduação em
Pedagogia
Filosofia do Exercício I e Graduação em
II
Filosofia e em
Teologia
Dimensões
Histórico História;
Sociais de Ed. Física I e Pedagogia e
II
Letras
Crescimento
e Fonoaudiologia
Desenvolvimento
pela PUC;
Especialista em
tecnologia da
Informação
Mestrando em
Biocinética
Especialização em
Psicopedagogia
Institucional.
Especialização em
Psicopedagogia
Institucional
Mestrando em
Biocinética
Mestrado em
Educação
Mestre em
Educação
Mestre em
Educação
Especialista em
Psicopedagogia
Institucional;
Metodologia
do
Ensino Superior.
_____________________________________________________________________________
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Licenciatura em Educação Física – FAPREV - Faculdade de Presidente Venceslau 99
Renata
Machado
Pedagogia
Chuba Medidas e Avaliação em Educação Física –
Ed. Física I e II
UNESP
Adriane
Stela
Machado Vanali
Katia Cilene G. M.
Vanalli
Renata Chuba
Machado
Andréia Boscoli
Deus Luz
de
Eder da Silva Santana
Especialista em
Prescrição e
Avaliação em
Exercício Físico
FTM da Rítmica e Dança Ciências,
Especialista em
Habilitação
em
I e II
Novas Tecnologias
Biologia.
no Ensino Musical;
Especialista em
Psicopedagogia
Clinica
e
Institucional.
FTM da Recreação e Educação Física – Especialista em
Lazer I e II
UNESP – Pres.
Psicopedagogia
Prudente
Institucional
FTM do Basquetebol I e Graduação em Ed. Especialista
em
II
Física
Prescrição
e
Avaliação
em
Exercício Físico
FTM do Voleibol I e II
Educação Física – Especialização em
UNESP
Psicopedagogia
Institucional
Pedagogia
Mestre em Educação
Núcleo de Estudos e
Prática Profissional I e
II, II e IV
Mestrado em
Estágio Supervisionado Pedagogia
Educação
I, II, e III
Danielle
Aparecida
do Nascimento dos
Santos
Simone
Carine Psicologia da Educação Graduação em
Bonifácio Garcia
e da Educação Física I e Psicologia.
II
Ricardo
Machado
Especialista em
Psicopedagogia
Institucional e
Clínica;
José Gestão Educacional I e Bacharel em
II
Administração de
Empresas
Mestrado em
Educação – Gestão
Institucional;
Especialização em
Consultoria
Empresarial;
Especialização em
Docência no
Ensino Superior
Mariana
Rotta Treinamento Físico e Educação Física
Mestre em
Bonfim
Esportivo I e II
Fisioterapia.
Sandra
Chicalé FTM da Educação Física Educação Física – Especialização em
Ribeiro Caggiano
Escolar – I e II
UNESP – Pres. Psicopedagogia
Prudente
Institucional.;
Especialização em
_____________________________________________________________________________
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Licenciatura em Educação Física – FAPREV - Faculdade de Presidente Venceslau 100
Atividade
Física
para Pessoas com
Deficiência;
Aperfeiçoamento
em
Educação
Infantil:
aprendendo
e
ensinando com o
lúdico na sala de
aula.
Sandra
Chicalé FTM da Educação Física Educação Física – Especialização em
Ribeiro Caggiano
Adaptada I e II
UNESP – Pres. Atividade
Física
Prudente
para Pessoas com
Deficiência;
Especialização em
Psicopedagogia
Institucional.;
Aperfeiçoamento
em
Educação
Infantil:
aprendendo
e
ensinando com o
lúdico na sala de
aula.
Mariana
Rotta FTM da Natação I e II
Educação Física
Mestre em
Bonfim
Fisioterapia
Vinicius Flavio
FTM das Manifestações . Educação Física Mestrando
em
Milanez
Corporais Brasileiras I
Exercício
e II
Elenice
Chicalé Eletiva I: Organização Graduação em
Especialização em
Ribeiro
de
Eventos
em Educação Física
Psicopedagogia
Educação Física
Institucional
Vinicius
Milanez
Flavio Eletiva – II: FTM das .Educação Física
Lutas
Mestrando
Exercício
XVIII.1 DA COORDENAÇÃO
A FAPREV – Faculdade de Presidente Venceslau, em observância ao Regimento,
no CAPITULO IV, artigos 15º ao 24º que estrutura e regulamenta o ISE –
Instituto Superior de Educação – determina que o mesmo, tenha como função
maior, abrigar os cursos de Licenciaturas.
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em
Licenciatura em Educação Física – FAPREV - Faculdade de Presidente Venceslau 101
Assim sendo, o Curso de Educação Física ficará sob a tutela do ISE – Instituto
Superior de Educação, que supervisionará todas as atividades do mesmo.
XVIII.2 DA COORDENAÇÃO DO ISE
O Instituto Superior de Educação da Faculdade de Presidente Venceslau tem
como coordenadora a Profª. Drª. Maria Antonia Soares - Doutorado em Letras
na área de Literaturas de Língua Portuguesa; Mestrado em Letras na Área de
Modalidades de Leitura, Especialização em Aceleração do Rendimento Escolar.
A Profª Drª Maria Antonia Soares assumiu a coordenadoria com o objetivo de
instalar o “Centro de Excelência na Formação de Professores”, para alcançar e
manter a supremacia em serviços educacionais de alta qualidade.
XVIII.3 Coordenador do curso
O Curso de Educação Física da FAPREV será coordenado pelo Prof. Dr. Pedro
Paulo Araujo Maneschy - Doutorado em Educação Física na área de Pedagogia do
Movimento, Mestrado em Educação na Área de Educação Motora, Especialização
em Educação e Problemas Regionais.
XVIII.4 Professores do curso
O regime de contratação, sob o regime da legislação trabalhista (CLT), obedece aos
critérios definidos pela instituição, que privilegia os docentes com melhor qualificação
acadêmica na contratação nos regimes de Tempo Integral (TI) e Tempo Parcial (TP),
para assumirem responsabilidades de atividades de ensino e pesquisa. Na carga de
horas-atividade distribuídas aos docentes, para desenvolvimento de projetos e
programas de ensino, pesquisa e extensão, quanto maior a qualificação do professor,
maior será o percentual dessas horas.
O plano de carreira docente, anexado a este projeto e resumido mais adiante
neste capítulo, regulamenta o recrutamento, a seleção, a admissão, a promoção
_____________________________________________________________________________
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Licenciatura em Educação Física – FAPREV - Faculdade de Presidente Venceslau 102
e o regime disciplinar do professor, que está sujeito, ainda, às normas
regimentais. Os critérios de promoção na carreira docente contemplam, além de
outros fatores, a titulação e a produção científica do professor.
A política de remuneração do corpo docente, definida no Plano de Carreira
Docente, pratica remuneração similar ao do mercado. A base unitária do valor
da remuneração é a hora/aula de trabalho, prevista no planejamento econômico
do curso. (Vide anexo V)
A Relação de Professores por disciplina encontram-se anexado a este projeto
com os links dos currículos Lattes. (Vide anexo VI)
XIX. CORPO DISCENTE
Constituem o corpo discente da Faculdade os alunos regulares e os alunos
especiais, duas categorias que se distinguem pela natureza dos cursos a que
estão vinculados. Aluno regular é o matriculado em curso de graduação,
mestrado ou doutorado, enquanto que o aluno especial é o inscrito em curso
seqüencial, de especialização, aperfeiçoamento ou de extensão.
XX. SELEÇÃO E ADMISSÃO AOS CURSOS DE GRADUAÇÃO
O acesso ao Curso de Educação Física será por meio de Processo Seletivo cujas
formas de acesso estão descritas no Regimento Geral da IES, nos artigos 56 a
58, como segue:
CAPÍTULO II
DO PROCESSO SELETIVO
Art. 56. O processo seletivo destina-se a avaliar a formação recebida pelos candidatos
que tenham concluído o ensino médio ou equivalente e a classificá-los dentro do estrito
limite das vagas oferecidas.
Parágrafo único. As inscrições para processo seletivo são abertas em edital, do qual
constarão os cursos oferecidos com as respectivas vagas, os prazos de inscrição, a
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documentação exigida para a inscrição, a relação das provas, os critérios de
classificação e demais informações úteis.
Art. 57. O processo seletivo abrange conhecimentos comuns às diversas formas de
escolaridade do ensino médio, sem ultrapassar este nível de complexidade, que serão
avaliados através de provas, na forma disciplinada pelo Conselho Superior.
Art. 58. A classificação é feita pela ordem decrescente dos resultados obtidos, sem
ultrapassar o limite das vagas fixadas, excluídos os candidatos que não obtiverem os
níveis mínimos estabelecidos pelo Conselho Superior.
§ 1º. A classificação obtida é válida para a matrícula no período letivo para o qual se
realiza a seleção, tornando-se nulos seus efeitos se o candidato classificado deixar de
requerê-la ou, em o fazendo, não apresentar a documentação regimental completa,
dentro dos prazos fixados.
§ 2º. Na hipótese de restarem vagas poderá realizar-se novo processo seletivo, ou
nelas poderão ser matriculados portadores de diploma de graduação, conforme
legislação vigente.
XXI. MATRÍCULA
O ato da matrícula segue o Regimento da IES em seus artigos 59 a 63:
CAPÍTULO III
DA MATRÍCULA
Art. 59. A matrícula, ato formal de ingresso no curso e de vinculação à
faculdade, realiza-se na Secretaria Acadêmica, em prazos estabelecidos no
calendário acadêmico, instruindo o requerimento com a seguinte documentação:
I - certificado ou diploma de curso do ensino médio, ou equivalente, bem como
cópia do Histórico Escolar;
II - prova de quitação com o serviço militar e obrigações eleitorais;
III - comprovante de pagamento ou de isenção da primeira mensalidade dos
encargos educacionais;
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IV - cédula de identidade;
V - certidão de nascimento ou casamento;
VI - contrato de prestação de serviços educacionais, devidamente assinado pelo
candidato, ou por seu representante legal no caso de menoridade, segundo a
legislação civil.
§ 1 - No caso de diplomado em curso de graduação é exigida a apresentação
do diploma, devidamente registrado, em substituição ao documento previsto no
inciso I.
§ 2 - O ato da matrícula estabelece entre a Faculdade e o aluno um
vínculo contratual, de natureza bilateral, gerando direitos e deveres entre as
partes e a aceitação, pelo matriculado, das disposições deste Regimento e das
normas da Entidade Mantenedora e demais atos editados pelos órgãos
deliberativos da instituição.
§ 3 - O requerimento de renovação de matrícula será acompanhado do
comprovante do pagamento da respectiva taxa, bem como do comprovante de
quitação das prestações referentes ao período anterior.
§ 4 - A Faculdade não realizará quaisquer sanções administrativas ou danos
morais aos alunos que estiverem em situação de inadimplência durante o
período letivo.
Art. 60. A matrícula é renovada semestralmente em prazos estabelecidos no
calendário acadêmico.
Parágrafo único. O requerimento da renovação de matrícula é instruído com o
comprovante de pagamento ou isenção da respectiva mensalidade dos encargos
educacionais.
Art. 61. Ressalvado o disposto no artigo 62, a não renovação da matrícula
implica abandono do curso e a desvinculação da Faculdade.
Art. 62. É concedido o trancamento de matrícula para o efeito de, interrompidos
temporariamente os estudos, o aluno manter sua vinculação à Faculdade e seu
direito à renovação de matrícula.
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Art. 63. Quando da ocorrência de vagas, a Faculdade poderá abrir matrícula nas
disciplinas de seus cursos a alunos não regulares que demonstrem capacidade
de cursá-las com proveito, mediante seleção, segundo as normas do Conselho
Superior.
Outras informações constam do Edital do Processo Seletivo disponível no site da
Instituição.
XXII. SISTEMA DE ACOMPANHAMENTO E ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA
Cabe ao coordenador de curso, supervisionado pela Coordenadoria do ISE,
orientar alunos e professores quanto às peculiaridades do curso, o sistema de
avaliação e promoção, a execução dos programas de ensino, calendário escolar
de aulas, provas e outras atividades.
O sistema de avaliação do ensino-aprendizagem consta do Regimento Geral nos
artigos 68 a 72, como segue:
Art. 68. A avaliação do desempenho escolar é feito por disciplina, incidindo
sobre a freqüência e o aproveitamento escolar, nos termos deste Regimento.
Art. 69. A freqüência às aulas e demais atividades escolares é obrigatória e
permitida apenas aos alunos matriculados.
§ 1º - Independente dos demais resultados obtidos, é considerado reprovado na
disciplina o aluno que não obtiver freqüência de, no mínimo de 75 % das aulas e
demais atividades realizadas, exceto no ensino a distância.
§ 2º - A verificação e o registro de freqüência são de responsabilidade do
professor e seu controle, para efeito do parágrafo anterior, da Secretaria
Acadêmica.
§ 3º - O aluno poderá requerer junto à Secretaria Acadêmica, nos prazos
fixados no Calendário Escolar, a realização de prova repositiva, a fim de concluir
uma das avaliações componentes da média semestral que não tenha sido
avaliado.
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§ 4º - O aluno convocado para integrar o Conselho de Sentença em Tribunal do
Júri, Prestar Serviço Militar obrigatório ou Serviço da Justiça Eleitoral, assim
como portadores de doenças infecto - contagiosas e gestantes têm direito a
atendimento especial na forma da legislação em vigor.
Art. 70 - A aferição do rendimento escolar de cada disciplina é feita através de
notas inteiras de zero a dez, permitindo-se a fração de 5 décimos.
Art. 71. O aproveitamento escolar é avaliado pelo acompanhamento contínuo do
aluno e dos resultados por ele obtidos nas provas, trabalhos, exercícios
escolares e outros e, caso necessário, no exame final.
§ 1º - Dentre os trabalhos escolares de aplicação, há pelo menos uma avaliação
escrita em cada disciplina no bimestre.
§ 2º - O professor pode submeter os alunos a diversas formas de avaliação, tais
como: projetos, seminários, pesquisas bibliográficas e de campo, relatórios,
cujos resultados podem culminar com atribuição de uma nota representativa de
cada avaliação bimestral.
§ 3º - Em qualquer disciplina, os alunos que obtiverem média semestral de
aprovação igual ou superior a sete (7,0) e freqüência igual ou superior a setenta
e cinco por cento (75%) são considerados aprovados.
§ 4º - É promovido ao semestre seguinte, o aluno aprovado em todas as
disciplinas do período cursado, admitindo-se ainda a promoção com dependência
de até três disciplinas no semestre.
Do Exame Final
Art. 72. O exame final será aplicado ao aluno que obtiver média semestral
inferior a sete (7,0), e não inferior a três (3,0).
§ 1º - O resultado final não poderá ser inferior a cinco (5,0), correspondendo ao
cálculo aritmético entre a média semestral e a nota do exame final.
§ 2º - O aluno que obtiver média semestral menor que 3,0 (três) ou média final
menor que 5,0 (cinco) será reprovado.
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O desempenho do educando é acompanhado rigorosamente pela Coordenação
do Curso e supervisionado pela coordenadoria do ISE, para possibilitar
alternativas que favoreçam uma aprendizagem adequada ao “Centro de
Excelência”. Os alunos calouros, por exemplo, recebem orientação acadêmica e
condições para sua adaptação ao novo ambiente e para utilizar, de modo
adequado, os serviços que lhe são oferecidos pela Faculdade.
O Serviço de Assistência ao Estudante (Projetos Sociais) é o órgão responsável
pelas ações de assistência e orientação aos alunos, procurando solucionar e
encaminhar os problemas surgidos, tanto no desempenho acadêmico quanto em
assuntos que tenham reflexo nesse desempenho, particularmente os de ordem
financeiro e psicológico.
XXIII. SISTEMA DE ACOMPANHAMENTO DE EGRESSOS
A FAPREV - Faculdade de Presidente Venceslau possui um núcleo de orientação
ao egresso, para o primeiro emprego ou empreendimento e a recolocação
profissional, além da oferta de programas de educação continuada, para
aprofundamento
de
estudos,
aperfeiçoamento,
atualização
e
treinamento
profissional.
XXIV. SISTEMA DE MONITORIA E INICIAÇÃO CIENTÍFICA
A monitoria tem por objetivo despertar, no aluno que apresenta rendimento
acadêmico comprovadamente satisfatório, o gosto pela carreira docente e
assegurar a cooperação do corpo discente ao docente, nas atividades de ensino,
pesquisa e extensão.
A monitoria não implica vínculo empregatício e não é admitido que o monitor
exerça suas atividades sem a presença do professor responsável. Além do
certificado de monitoria, a ser concedido no final do período de exercício dessa
atividade, a Faculdade poderá conceder Bolsa de Estudo Parcial e conferir o
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título de monitor, cuja importância é relevante para o ingresso na carreira
docente, nesta instituição.
A seleção de monitores será realizada anualmente, antes do início do primeiro
período letivo, por intermédio dos conselhos de cursos, com a participação da
Coordenadoria do Curso.
A iniciação científica é apoiada na disciplina Metodologia da Pesquisa Científica e
nas
ações
interdisciplinares,
desenvolvidas
por
intermédio
dos
núcleos
temáticos. Integra esta atividade:

a orientação, o acompanhamento e a supervisão da elaboração dos
trabalhos de conclusão de curso e de relatórios de estágio;

a orientação, o acompanhamento e a supervisão da elaboração de
monografias, com bases em métodos científicos, nos cursos de
graduação e pós-graduação lato sensu.
Com isso, pretende-se que a prática da investigação científica seja atrelada ao
ensino de todas as disciplinas, em todos os cursos, num processo conjunto.
XXV. PLANEJAMENTO DE ENSINO E DA AVALIAÇÃO
A Faculdade de Presidente Venceslau possui um Plano de Avaliação Institucional
que prevê princípios, procedimentos e critérios das dimensões relevantes do
processo de ensino-aprendizagem e de gestão, da avaliação de desempenho de
funcionários e docentes sob a ótica de um mecanismo de avaliação embasado
em duas lógicas:
1. Processo de avaliação interna que conta com a participação de toda a
comunidade acadêmica, por meio do Sistema Integrado de Avaliação do Ensino;
2. Processo de avaliação externa, realizada por meio de Comissão de
Avaliadores do INEP.
Logo, na qualidade de processo permanente, a avaliação é utilizada como um
instrumento para identificar os pontos fortes e fracos da organização didáticopedagógica, da gestão e administração, da coordenação e do corpo docente,
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como, também, para detectar as oportunidades e ameaças do ambiente externo
direto operacional (clientes e concorrentes) e do ambiente indireto (econômicas,
demográficas, ecológicas, culturais e sociais), constituindo-se em referencial
básico dos processos de ajustamento, coordenação e reorganização de metas do
projeto pedagógico do curso. Para isto, além do Sistema Integrado de Avaliação
do
Ensino
é
desenvolvido
a
Avaliação
Institucional
Permanente,
ambos
conduzidos pela Comissão Própria de Avaliação (CPA).
O Sistema Integrado de Avaliação do Ensino é composto:
1. Pelo Sistema de Avaliação dos Resultados de Aprendizagem (SARA). Método
completo de avaliação cognitiva e afetiva dos estudantes que propicia
informações sobre os alunos em dois momentos cruciais: no início e no último
semestre do curso. Fornece aos alunos informações úteis sobre suas habilidades
educacionais atuais, ao iniciar seu programa acadêmico e após a sua graduação
e fornece à Instituição informações sobre o andamento e eficácia de todos os
programas acadêmicos, de modo que possa haver melhorias contínuas para se
atingir os resultados de aprendizagem desejados pelos estudantes e obter um
impacto mensurável e positivo sobre a vida pessoal e profissional dos alunos.
2. Pela Ficha de Avaliação de Disciplina/Professor pelos Alunos. Tem por
finalidade avaliar principalmente o efetivo aprendizado da disciplina lecionada, a
qualidade do material didático, a carga horária, a bibliografia, os recursos
audiovisuais, o desempenho do professor e do aluno. É aplicada ao final do
semestre,
3. Pela Ficha de Avaliação de Disciplina pelo Professor. Tem por finalidade
avaliar, do ponto de vista do professor, o conteúdo do programa, a qualidade do
material didático e a bibliografia utilizada. É aplicada ao final do semestre.
4. Pela Ficha de Avaliação do Corpo Técnico-Administrativo, aplicado ao final de
cada semestre buscando indicadores como rotatividade do corpo técnico
administrativo, forma de seleção, admissão, demissão e impactos que o plano de
carreira da IES exerce na vida de seus colaboradores.
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As dimensões mínimas constantes na Lei nº 10.861 em seu artigo 3º são
exploradas in totum pelos questionários aplicados, sob forma de pesquisa
descritiva, de levantamento de dados como referencial orientador de estudos
posteriores, constituindo uma plataforma para discussão e análise do objetivo
proposto.
Tomando por base tais dimensões a CPA elabora como complemento do relatório
postado no sistema SINAES um instrumento com ações de curto/médio e longo
prazo em função das informações coletadas através da avaliação.
XXVI. REPRESENTAÇÃO ESTUDANTIL
Os alunos têm representação garantida no Colegiado, órgão colegiado máximo
da estrutura organizacional da Faculdade, na forma da legislação vigente,
disciplinada no Regimento.
XXVII. BIBLIOTECA
XXVII.1 Descrição da biblioteca quanto ao seu acervo de livros e
periódicos, por área de conhecimento, política de atualização e
informatização, área física disponível e formas de acesso e utilização.
A Biblioteca FAPREV (Presidente Venceslau) – Instituto Educacional do Estado de
São Paulo – IESP, é de caráter universitário e tem como objetivo contribuir para
a capacitação do estudante e para formação contínua dos professores.
Constitui-se em interfase entre o usuário e a informação, usando recursos
informatizados e os princípios de pesquisa bibliográfica, otimizando a busca e a
recuperação
da
informação,
influindo
no
desempenho
da
comunidade
acadêmica, contribuindo com novas produções do conhecimento com apoio das
normas documentais.
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Discrimina-se
no
quadro
abaixo
o
Acervo
da
Biblioteca
por
Área
Conhecimento, tomando como base uma Classificação próxima a de Dewey.
LIVROS POR ÁREA
ÁREA
LITERATURA INFANTIL
METODOLOGIA
INFORMÁTICA
FILOSOFIA
PSICOLOGIA
RELIGIÃO
CIÊNCIAS SOCIAIS
POLÍTICA
ECONOMIA
DIREITO
EDUCAÇÃO
ANTROPOLOGIA
LINGUISTICA LETRAS
CIÊNCIAS EXATAS
MEDICINA E SAÚDE
ENGENHARIA
AGRICULTURA
TECNOLOGIA
ADMINISTRAÇÃO
ARTES
LITERATURA
HISTÓRIA
GEOGRAFIA
BIOGRAFIA
BIOLOGIA
GEOMETRIA
ASTRONOMIA
GEOLOGIA
ZOOLOGIA
FOLCLORE
MATEMÁTICA
DICIONÁRIOS E
ENCICLOPÉDIAS
FÍSICA
QUÍMICA
TÍTULOS
1073
11
54
268
284
24
333
290
80
21
744
47
465
747
6
2
2
2
228
42
1203
386
287
13
160
-
EXEMPLARES
2046
50
51
177
145
8
463
285
105
99
646
10
32
1353
6
2
2
4
311
29
2162
772
683
15
16
2
14
30
30
80
729
-
176
84
77
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de
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Quanto aos Periódicos, a Biblioteca conta com títulos para o atendimento aos
cursos de graduação: os abaixo nomeados:
Periódicos
Aventuras na História
Exame
Info
Nova Escola
Veja;
Você S/A.
Jornais
Integração
Tribuna Livre
O Acervo da Biblioteca inclui as obras necessárias para os Cursos de Geografia,
História, Letras, Matemática e Pedagogia, Administração e agora para atender os
novos cursos está adquirindo títulos de Ciências Biológicas, Educação Física e
Química.
Esse Acervo é constituído de Livros, Periódicos, e Vídeos fundamentais para a
Formação
Acadêmica
dos
Futuros
Profissionais,
sendo
atualizado
constantemente, de acordo com as necessidades específicas de cada Curso.
Formas de atualização e expansão do acervo
A expansão e atualização do Acervo são feitas atendendo as necessidades dos
Cursos
e
determinadas
pelas
Diretrizes
Orçamentárias
da
Instituição,
envolvendo Professores, Coordenadores, Biblioteca e Direção. A Seleção é feita
pelos Professores e Coordenadores dos Cursos que fazem o encaminhamento à
Biblioteca, para o levantamento da Bibliografia, assim como Cotação e
comparação do Acervo existente.
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Essa comparação faz a adequação das reais necessidades de cada Curso e em
seguida encaminha as Listagens para a aprovação da Direção. E após a
aprovação, faz o encaminhamento para o setor de compras.
Infra Estrutura Existente
A Área total da Biblioteca é de 125 m2; Computadores para Pesquisa, Sala de
Estudo e Espaço do Acervo.
Salas de Pesquisa

01 Sala de Pesquisa e Estudo Individual.

01 Sala de Estudo em Grupo (Contendo 03 Divisórias).
Espaço Físico da Biblioteca

Espaço do Acervo: 52 m2

Espaço dos Usuários: 59 m2
Recursos de Informatização
A Biblioteca utiliza: Software de Controle do Acervo e Empréstimos, o RM
Biblios.
Equipamentos Utilizados

Alunos – 02 Computadores (dentro da Biblioteca) para Pesquisa ao
Acervo.

Bibliotecária e Assistente - 02 Computadores (um pra cada). LG
Horário de Funcionamento da Biblioteca
_____________________________________________________________________________
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O Horário de Funcionamento da Biblioteca de segunda a sexta-feira das
08h30min ás 22hn e aos Sábados das 08h às 12h.
XXVIII. INFRA-ESTRUTURA
XXVIII.1. INSTALAÇÕES FISICAS
A Faculdade está situada à Rua Piracicaba, nº. 47 – Jardim Coroados –
Presidente Venceslau (prédio próprio), na região Oeste do Estado de São Paulo.
O prédio localiza-se numa região de fácil acesso. As instalações ocupam uma
área ampla, distribuída de modo a favorecer a prática pedagógica e a integração
dos alunos e dos educadores, propiciando um ambiente amplo e agradável para
todos.
A instituição
preocupa-se
em criar
excelentes instalações, pois sabe
a
importância que tem o espaço adequado para o ensino e a aprendizagem: um
bom espaço estimula as atividades e fortalece o interesse e o envolvimento de
todos pelo trabalho.
Dispomos de amplas salas de aula, e oferecemos todos os espaços necessários à
Formação e ao exercício do prazer de aprender defendido pela nossa pedagogia.
Uma Biblioteca atualizada com acesso à internet, laboratórios, um espaço para
alimentação e um grande espaço para exposições, encontros, festas e
confraternizações. A construção em que se localiza a instituição é composta por
três andares em que se encontram as salas de aulas, laboratórios, secretaria,
tesouraria, biblioteca, auditório e espaço de alimentação.
XXVIII.2. TABELA INSTALAÇÕES FISICAS
Área de lazer
Quantidade
Área (M²)
1
50,50
_____________________________________________________________________________
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Auditório
1
359,10
Banheiros
8
77,47
Biblioteca
1
118,50
1
60,0
Laboratório de Informática
1
119,24
Laboratório de Ciências
1
119,24
Sala de aula
24
1.230
Sala de Coordenação
1
21,45
Sala de Docentes
1
52,42
Sala de Leitura
1
30,0
Sala da Diretoria
1
18,0
Secretaria/Tesouraria/Projetos
Sociais
XXVIII.3. ESTRUTURA ESPORTIVA
Ginásio poliesportivo
Ginásio poliesportivo medindo 60m de comprimento por 35m de largura com
estrutura coberta e ótima iluminação. Possui ainda:
Placar eletrônico;
Arquibancadas;
Vestiários masculinos e femininos (13,80m de comprimento por 04,60 de
largura) com chuveiros;
Banheiros (5m por 3m);
Salas para material esportivo (3m por 2m);
Quadra poliesportiva
Futebol de salão (40m por 18m);
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Voleibol (18m por 9m)
Basquetebol (28m por 15m)
Handebol (40m por 18m)
Materiais esportivos
Mesa para tênis de mesa
Bolas de diversos esportes, iniciação e treinamento;
Cones, bastões, cordas e etc;
Redes de voleibol;
Tabelas de basquetebol oficial móvel;
Pares de traves de gol oficiais para futebol e handebol;
Arcos para ginástica rítmica;
Colchões para ginástica geral ( 06 unidades);
Plinto com seis caixas;
Tapetes flutuadores para piscina (03 unidades);
Espaguete flutuador (15 unidades);
Pranchas para iniciação da natação (17 unidade) e bóias de braços;
Postes e redes para pratica do biribol.
Piscina coberta
Piscina coberta com 15m de comprimento e 6m de largura e 1m e 50 cm de
profundidade, tendo 03 raias de competição, área coberta com aquecedor solar
e a gás, com espaço com arquibancadas.
Campo de Futebol
Campo de Futebol com 45m de comprimento e 28 de largura cercado com
alambrados.
XXVIII.4. TABELA RECURSOS ÁUDIO VISUAIS
_____________________________________________________________________________
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Equipamentos
Quantidade
Televisores (20”)
02
Televisores (29”)
01
Vídeo Cassete
02
Retro-projetores
02
Projetor Multimídia
03
Equipamentos de Som
01
Projetor de Slides
02
DVD
02
Caixa de som amplificadora com microfone
02
XXVIII.5. INFRA ESTRUTURA PLANEJADA PARA PORTADORES
NECESSIDADES ESPECIAIS (Portaria Ministerial 1679/99)
DE
Plano de promoção de acessibilidade e atendimento prioritário, imediato e
diferenciado para a utilização, com segurança e autonomia, total ou assistida,
dos espaços, mobiliários e equipamentos urbanos, das edificações, dos serviços
de transporte, dos dispositivos, sistemas e meios de comunicação e informação,
serviços de tradutor e intérprete da Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS.
A FAPREV, preocupada e comprometida com os princípios da Educação
Inclusiva, busca atender aos padrões e critérios de acessibilidade a pessoas com
necessidades especiais (PNE), utilizando para tanto, os seguintes mecanismos:

rampas de acesso a portadores de cadeira de rodas;

salas de aula amplas e com portas ampliadas;

adaptação dos banheiros, biblioteca, estacionamento e sala de estudo;
_____________________________________________________________________________
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 sala de informática equipada com computadores com recursos de
acessibilidade do Windows;
Além disso, a FAPREV tem parceria direta com intérprete em LIBRAS (Língua
Brasileira de Sinais), buscando atender à demanda de alunos com necessidades
especiais auditivas.
Outro fator marcante é a promoção de encontros e palestras na área da
educação inclusiva (inclusive com convite de pessoas com necessidades
especiais), por parte de professores do quadro docente, especialistas na área.
Atualmente a FAPREV conta com duas professoras atuantes na área.
A área atual oferece bom ambiente de ensino e aprendizagem. Saliente-se que
as salas de aula foram projetadas segundo as exigências específicas do ensino
superior, particularmente para as aulas noturnas. São arejadas, com iluminação
natural e artificial adequadas, amplas, comportando turmas de, até, 60 alunos.
Dispõem de instalações próprias para a utilização dos recursos audiovisuais
disponíveis, além do quadro de pincel.
XXVIII.6. LABORATÓRIOS E OUTROS RECURSOS
O Curso de Educação Física tem, à sua disposição, todos os laboratórios e salas
especiais já existentes na Faculdade de Presidente Venceslau, descritos no
capítulo referente à entidade mantida, neste projeto.
Estão disponíveis 1 Laboratório de Informática, 1 Laboratório de Ciências e
área
de
estudos
na
Biblioteca,
utilizáveis
para:
trabalhos
e
tarefas
acadêmicas a serem efetuadas por docentes e discentes, destinando-se,
portanto
a
quaisquer
áreas
de
conhecimento
envolvidas
no
curso;
treinamento das disciplinas ligadas a computação, incluídas as de sistemas
de informação.
Horário de funcionamento
_____________________________________________________________________________
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Licenciatura em Educação Física – FAPREV - Faculdade de Presidente Venceslau 119
Os horários de funcionamento dos laboratórios são: 2ª a 6ª feira
das 8h às 22h e aos sábados das 8h às 12h.
Para melhor entender o que buscamos constantemente atingir em nossa
instituição, podemos voltar a uma passagem de Voltaire em seu livro Emília:
“Alguém que passa, cruzando com o preceptor e o jovem rapaz,
pergunta ao preceptor:” Para que preparou esse jovem?”. O
preceptor responde: ”Quero lhe ensinar o ofício de viver. Quando
sair das minhas mãos, não será – tenho que admiti-lo – nem
magistrado, nem soldado, nem padre. Tudo que um homem deverá
ser, ele saberá ser. Segundo as necessidades, se adaptará a tudo
que lhe chegue e quando o destino o leve a mudar de lugar, saberá
sempre encontrar o seu lugar“.
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