FACULDADE DE MIRANDÓPOLIS – FAM UNIESP – União das Instituições Educacionais do Estado de São Paulo DIRETRIZES E NORMAS TÉCNICAS PARA ELABORAÇÃO E APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS Direção Profa. Eunice Zuim Fazano Diretora Geral Coordenação do curso de Pedagogia Profa. Eunice Zuim Fazano Coordenação do curso de Administração Prof. Francisco Nogueira Elaboração Profa. Ms. Carla Patrícia Ferreira Isidoro MIRANDÓPOLIS / SP 2007 4 Profa. Ms. Carla Patrícia Ferreira Isidoro (Elaboração) Profa. Eunice Zuim Fazano (Revisão Geral) DIRETRIZES E NORMAS TÉCNICAS PARA ELABORAÇÃO E APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS MIRANDÓPOLIS / SP 2007 5 SUMÁRIO INTRODUÇÃO ................................................................................................................. 4 1 REGRAS GERAIS DE APRESENTAÇÃO DO TRABALHO CIENTÍFICO ............. 5 2 O PRÉ-PROJETO DE PESQUISA CIENTÍFICA ................................................... 6 2.1 Estrutura do pré-projeto de pesquisa científica ....................................................... 6 2.2 Elaboração do pré-projeto de pesquisa .................................................................... 7 3 O PROJETO DE PESQUISA CIENTÍFICA ............................................................. 11 3.1 A estrutura do projeto de pesquisa científica ........................................................... 11 3.2 Elaboração do projeto de pesquisa científica .......................................................... 12 4 DIRETRIZES E NORMAS TÉCNICAS PARA ELABORAÇÃO E APRESENTAÇÃO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO .................... 14 4.1 A estrutura da Monografia ou Trabalho de Conclusão de Curso ............................ 14 4.1.1 Capa ................................................................................................................ 14 4.1.2 Contra-capa ou folha de rosto ......................................................................... 15 4.1.3 Errata ............................................................................................................... 16 4.1.4 Folha de aprovação ......................................................................................... 17 4.1.5 Dedicatória ...................................................................................................... 17 4.1.6 Agradecimentos ............................................................................................... 18 4.1.7 Epígrafe ........................................................................................................... 19 4.1.8 Resumo em língua vernácula .......................................................................... 19 4.1.9 Resumo na língua estrangeira ......................................................................... 20 4.1.10 Lista de Ilustrações, tabelas e quadros .......................................................... 20 4.1.11 Lista de abreviaturas e siglas ......................................................................... 21 4.1.12 Sumário ......................................................................................................... 22 4.2 Elementos textuais ................................................................................................... 23 4.2.1 A subdivisão de seções .................................................................................... 24 4.2.2 Citações ........................................................................................................... 25 4.2.3 Notas de Rodapé .............................................................................................. 28 4.3 Elementos pós-textuais ............................................................................................ 29 4.3.1 Referências bibliográficas ............................................................................... 29 4.3.2 Bibliografia ...................................................................................................... 30 6 4.3.3 Apêndices e Anexos ........................................................................................ 30 4.4 Normalização das referências bibliográficas ........................................................... 31 4.4.1 Apresentação dos elementos da referência ...................................................... 31 4.5 Transcrição dos elementos ....................................................................................... 32 4.5.1 Livros ............................................................................................................... 32 4.5.2 Instituições, Entidades e Órgãos Governamentais .......................................... 36 4.5.3 Publicações seriadas: revistas, jornais, etc. ..................................................... 38 4.5.4 Anais, congressos, simpósios e encontros ....................................................... 40 4.5.5 Dissertações e teses ......................................................................................... 41 4.5.6 Referência Legislativa ..................................................................................... 42 4.5.7 Referências com notas especiais ...................................................................... 44 4.5.8 Materiais Especiais .......................................................................................... 46 4.5.9 Referências bibliográficas de documentos obtidos por meio eletrônico ......... 49 BIBLIOGRAFIA ............................................................................................................. 54 7 INTRODUÇÃO Este manual tem por finalidade colaborar na construção do trabalho científico acadêmico, minimizando dúvidas quanto aos conceitos básicos de normalização técnica e, especialmente, dinamizando o conhecimento e uniformizando a produção acadêmica. A referência principal para a construção deste são as normas utilizadas pela ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), uma instituição privada fundada em 1940, sem fins lucrativos e, atualmente, responsável pela normalização técnica no Brasil, fomentando o setor técnico nacional. Porém, as normas da ABNT estão em constantes mudanças, acompanhando o progresso tecnológico e científico, sendo assim, mesmo tendo o apoio deste material, sugere-se que o acadêmico esteja consultando regularmente as normas nacionais, especialmente, tratando-se de publicações que extrapolem os limites da sua faculdade. Nesta obra serão encontradas as regras gerais de apresentação de trabalhos científicos, a estrutura técnica de pré-projeto e projeto de pesquisa científica e a estrutura do Trabalho de Conclusão de Curso. No primeiro capítulo serão comentadas as regras gerais a todos os trabalhos científicos, padronizados pela ABNT. O segundo e terceiro capítulos tratam, respectivamente, do pré-projeto e projeto de pesquisa científica, escritos com o intuito de esclarecer maiores dúvidas quanto à estrutura destes trabalhos. A normalização da estrutura pré-textual será explicada com detalhes no último capítulo interessante a todos aqueles que pretendem normalizar a parte técnica de seus trabalhos. 8 1 REGRAS GERAIS DE APRESENTAÇÃO DO TRABALHO CIENTÍFICO Para a impressão do trabalho, usar papel branco, formato A4 (21 x 29,7 cm), utilizando apenas o anverso da folha (exceto a folha de rosto), na cor preta (exceto ilustração). As medidas para as margens devem ser: margem esquerda 3 cm, margem superior 3 cm, margem direita 2 cm e inferior 2 cm. Para a digitação do trabalho, usar fonte Arial, tamanho 12 e tamanho 10 para as citações com mais de 3 linhas, notas explicativas, legendas e tabelas. A linha inicial de cada parágrafo distancia-se da margem esquerda com 1 cm. No espacejamento entrelinhas deve ser mantido espaço 1,5 cm (pela norma da ABNT 14724, de 30/12/2005) do início ao fim do trabalho. O espacejamento entre o título de cada seção e seu respectivo texto deve ser de um espaço duplo. Porém, o espacejamento de algumas partes merece observação: Citações com mais de três linhas: deve ser digitada com espaço simples, recuo de 4 cm da margem esquerda, sem aspas e com fonte tamanho 10. As notas: devem ser digitadas com espaço simples. As referências bibliográficas: devem ser digitadas com espaço simples e separadas entre si por espaço duplo. As legendas das ilustrações e tabelas: devem ser digitadas com espaço simples. A natureza do trabalho, o objetivo, o nome da instituição, a área de concentração: esta parte do trabalho acadêmico se apresenta na folha de rosto e na folha de apresentação (monografia) e devem ser digitadas com espaço simples. Ficha catalográfica: deve ser digitada em espaço simples. A natureza, objetivo, instituição e área de concentração: quando apresentado na folha de rosto e na folha de aprovação (monografia), deve ficar alinhado para a direita, a 7,5 cm da margem, sendo justificado e digitado em espaçamento simples. Quanto à paginação, devem ser contadas, seqüencialmente, todas as páginas a partir da folha de rosto. No entanto, somente são numeradas a partir da primeira folha da parte textual, ou seja, da introdução. Os números devem ser impressos no canto superior direito da folha, a 2 cm da borda superior, em algarismos arábicos com fonte menor que a do texto. 9 2 O PRÉ-PROJETO DE PESQUISA CIENTÍFICA Este capítulo não entra em detalhes quanto à formatação da capa e contra-capa do trabalho, pois será comentado detalhadamente no quarto capítulo desta obra. O objetivo é apenas dar uma idéia de como o trabalho deve ser elaborado e cabe ao orientador dar mais detalhes quanto ao corpo do trabalho, seguindo, necessariamente, o padrão de normalização determinado anteriormente, no primeiro capítulo. 2.1 Estrutura do pré-projeto de pesquisa científica a) Apresentação 1. Capa - Nome da instituição - Nome do autor - Título (e subtítulo, se houver) - Local e data Exemplo: FACULDADE DE MIRANDÓPOLIS – FAM UNIESP – União das Instituições Educacionais do Estado de São Paulo JOSÉ MARIA DA SILVA A IMPORTÂNCIA DO CONHECIMENTO CIENTÍFICO MIRANDÓPOLIS/SP 2007 2. Contra-capa - Nome do autor - Título (e subtítulo, se houver) 10 - Natureza do trabalho, o objetivo, o nome da instituição e área de concentração (atenção ao exemplo abaixo) - Local e data JOSÉ MARIA DA SILVA A IMPORTÂNCIA DO CONHECIMENTO CIENTÍFICO Pré-projeto de pesquisa científica apresentado objetivando a aprovação da disciplina de Metodologia Científica, ministrada pela professora Maria de Souza, à Faculdade de Mirandópolis, na área de Pedagogia. Orientador: Maria de Souza MIRANDÓPOLIS/SP 2007 b) Corpo do trabalho 1. Justificativa 2. (formulação do problema) Hipótese 3. Objetivo Geral 4. Objetivos Específicos 5. Metodologia 6. Cronograma da pesquisa 7. Bibliografia Ao contrário do projeto de pesquisa e do trabalho de conclusão de curso, no pré-projeto os itens apresentados no corpo do trabalho não são separados por páginas, ou seja, um item por página. Apresentam-se um após o outro, com exceção da Bibliografia. 2.2 Elaboração do pré-projeto de pesquisa Metodologicamente, a primeira preocupação na construção de um pré-projeto está em traçar o objetivo da pesquisa, o tema do trabalho e a delimitação deste tema. Tendo esses 11 aspectos definidos, o passo seguinte é escrever a justificativa do trabalho, a hipótese, os objetivos, a metodologia e o cronograma. Por último, especifica-se a bibliografia consultada. a) objetivo da pesquisa Trata-se de especificar para quê e para quem está voltada a pesquisa. Este objetivo deve estar claro para quem vai escrever o pré-projeto. É o que chamamos de “eixo” ou “linha de pensamento” do trabalho de pesquisa. b) tema O tema é o assunto que se deseja desenvolver e, neste caso, este assunto deve estar diretamente relacionado à formação universitária do pesquisador (aluno). Pode surgir de uma dificuldade enfrentada pelo pesquisador, uma curiosidade científica, resultado de desafios encontrados em leituras de outros trabalhos, etc. Porém, quando encontrado o assunto que se deseja investigar cientificamente, é importante que o pesquisador se certifique das condições de formular e delimitar seu objeto de estudo, pois é imprescindível a disponibilidade de tempo para realizar uma pesquisa completa e aprofundada; a existência de material suficiente pertinente ao assunto para um estudo global do tema e a possibilidade de consultar especialistas da área para orientação. Além destes aspectos, deve-se levar em consideração se o assunto escolhido já não foi exaustivamente discutido por outros autores, a não ser que o pesquisador tenha uma teoria inovadora sobre o tema. Após a escolha do assunto, o segundo passo é a sua delimitação. Ou seja, determinar exatamente o que se quer pesquisar, abordando um aspecto específico de um assunto mais amplo. c) delimitação do tema Quando o trabalho científico possui um sujeito e um objeto, o tema passa por um processo de especificação. É preciso delimitar o que será estudado, do contrário, haverá vários direcionamentos na pesquisa causando perda de tempo e da qualidade do estudo. d) justificativa O autor do trabalho científico deve mostrar qual a importância do tema a ser estudado. É preciso esclarecer o “por quê” de se estudar um determinado assunto, especificar do que se trata o trabalho, qual a importância de desenvolver o tema escolhido e o que se quer 12 demonstrar. Para facilitar a redação da justificativa, costuma-se responder as questões a seguir e adequar as suas respostas a uma dissertação. Qual a importância em desenvolver um estudo sobre (...) ? ou, Por que é importante desenvolver um estudo sobre (...)? Do que se trata o estudo? O que se quer demonstrar ou provar? e) Formulação do problema (para a preparação da hipótese) O problema é a dificuldade, teórica ou prática, no conhecimento de alguma coisa de real importância, para a qual se deve encontrar uma solução. Definir um problema significa especifica-lo em detalhes precisos e exatos. Na formulação de um problema deve haver clareza, concisão e objetividade. A colocação clara do problema pode facilitar a construção da hipótese central. O problema deve ser levantado, formulado, de preferência em forma de interrogativa e delimitado. É um processo contínuo de pensar reflexivo, cuja formulação requer conhecimento prévio do assunto. Um problema muito abrangente torna a pesquisa mais complexa, mas quando bem delimitado, simplifica e facilita a maneira de conduzir a investigação. f) hipótese Podemos considerar a hipótese como um enunciado geral. Ela é uma suposta, provável e provisória resposta a um problema levantado pelo trabalho de pesquisa sobre o tema escolhido. Sua comprovação só será verificada através da pesquisa. Formula-se uma hipótese a partir do momento que há um problema a ser resolvido. g) Objetivos É o que se pretende demonstrar com a pesquisa. No pré-projeto eles são demonstrados através do objetivo geral e dos objetivos específicos. 1. Objetivo geral: está ligado a uma visão global e abrangente do tema. Relaciona-se com o conteúdo intrínseco, quer de fenômenos e eventos, quer de idéias estudadas. Vincula-se diretamente à própria significação da tese proposta pelo projeto. 2. Objetivos específicos: Como o próprio nome se apresenta, trata-se de vários objetivos. Neste caso, apresentam caráter mais concreto. Atinge o objetivo geral, porém, aplicando-o em situações particulares. 13 h) metodologia É a maneira como foi realizada a pesquisa, o método de abordagem que pode ser dedutivo, indutivo, hipotético-dedutivo, dialético, histórico, comparativo, estudo de caso, estatístico, tipológico, funcionalista e estruturalista. Estes métodos serão descritos, detalhadamente, mais adiante. i) cronograma A pesquisa deve ser dividida em partes, fazendo-se a previsão necessária de tempo que será gasto com o levantamento de dados, levantamento bibliográfico, pesquisa de campo, análise dos dados coletados, análise da bibliografia, entrevista (se houver), dissertação e outras metodologias utilizadas. j) bibliografia A bibliografia final, apresentada no pré-projeto de pesquisa, abrange os livros, artigos, publicações e documentos utilizados. 14 3 O PROJETO DE PESQUISA CIENTÍFICA Neste capítulo não há detalhes quanto à normalização e formatação dos elementos prétextuais, textuais e pós-textuais, pois serão vistos no próximo capítulo. O objetivo é contribuir na orientação do projeto de pesquisa científica quanto à sua estrutura. Como mencionado anteriormente, cabe ao orientador dar maiores detalhes sobre a sua elaboração. 3.1 A estrutura do projeto de pesquisa científica a) Elementos Pré-textuais: - Capa - Contra-capa ou folha de rosto (atenção ao início do texto em recuo) JOSÉ MARIA DA SILVA A IMPORTÂNCIA DO CONHECIMENTO CIENTÍFICO Projeto de Pesquisa Científica apresentado objetivando a aprovação da disciplina de Metodologia Científica, ministrada pela professora Maria de Souza, à Faculdade de Mirandópolis, na área de Pedagogia. Orientador: Maria de Souza MIRANDÓPOLIS/SP 2007 - Lista de Tabelas e Figuras (opcional) - Lista de anexos (opcional) - Sumário b) Elementos Textuais: - Introdução - Desenvolvimento - Conclusão c) Elementos Pós-textuais: 15 - Bibliografia ou Referência Bibliográfica - Anexos (opcional) 3.2 Elaboração do projeto de pesquisa científica O projeto é uma das etapas componentes do processo de elaboração, execução e apresentação da pesquisa. Esta necessita ser planejada com extremo rigor, caso contrário o investigador, em determinada altura, se encontrará perdido num emaranhado de dados colhidos, sem saber como dispor dos mesmos ou até desconhecendo seu significado e importância. Em uma pesquisa, nada se faz ao acaso. Desde a escolha do tema, fixação dos objetivos, determinação da metodologia, coleta de dados, sua análise e interpretação para a elaboração do relatório final, tudo é previsto no projeto de pesquisa. O planejamento da pesquisa para o projeto envolve os seguintes passos: 1. solução do tema e formulação do problema a ser investigado; 2. levantamento da(s) hipótese(s) que levam à solução/explicação do problema; 3. levantamento bibliográfico inicial; 4. definição dos recursos metodológicos que serão utilizados para a realização da pesquisa; 5. elaboração do cronograma de trabalho. O projeto de pesquisa é subdividido em quatro partes distintas: introdução, desenvolvimento, conclusão e bibliografia ou referências bibliográficas. Para a elaboração destas “partes” é preciso, primeiramente, saber como elas devem ser redigidas. Resumidamente, é necessário seguir as seguintes normas de redação: a) exponha as idéias com clareza e objetividade; b) utilize linguagem direta; c) redija com simplicidade, tomando o cuidado para não ser supérfluo, prolixo (muito extenso, enfadonho), retórico ou confuso; d) utilize vocabulário técnico somente para o estritamente necessário; e) evite escrever frases ou parágrafos longos. Normalmente, utiliza-se uma idéia para cada frase ou parágrafo, mas, também, não seja demasiadamente breve; f) use a terceira pessoa do singular; g) evite utilizar adjetivos, caso seja preciso na descrição do objeto estudado. 16 A introdução é a apresentação do trabalho e a demonstração de sua importância. O desenvolvimento do trabalho refere-se a apresentação da pesquisa em si. Quanto à conclusão, trata-se de uma síntese geral do trabalho pesquisado. Deve ser breve, conter uma resposta ou uma explicação plausível para a problemática do assunto. Lembrando que não se utiliza citação direta e indireta1 para redigi-la. O modo como redigir a bibliografia ou referências bibliográficas será discutido, posteriormente, no próximo capítulo “Diretrizes e normas técnicas para elaboração e apresentação do trabalho de conclusão de curso”. 1 Sobre citações diretas e indiretas, ver no próximo capítulo “Diretrizes e normas técnicas para elaboração e apresentação do trabalho de conclusão de curso”. 17 4 DIRETRIZES E NORMAS TÉCNICAS PARA ELABORAÇÃO APRESENTAÇÃO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO E Neste capítulo será apresentado com detalhes a normalização técnica de todos os elementos utilizados no trabalho de conclusão de curso. 4.1 A estrutura da Monografia ou Trabalho de Conclusão de Curso a) Elementos Pré-textuais: - Capa - Contra-capa ou folha de rosto - Errata (opcional) - Folha de Aprovação - Dedicatória (opcional) - Agradecimentos (opcional) - Epígrafe (opcional) - Resumo em língua vernáculo - Lista de Tabelas e Figuras (opcional) - Lista de anexos (opcional) - Sumário b) Elementos Textuais: - Introdução - Desenvolvimento dividido em capítulos - Conclusão c) Elementos Pós-textuais: Referência Bibliográfica Anexos (opcional) Apêndice (opcional) 4.1.1 Capa Na capa devem estar contidas as informações que identificam o trabalho, na seguinte ordem: - Nome da instituição: o trabalho é submetido à análise de uma Instituição e o seu nome deve estar em letras maiúsculas, em negrito, centralizado, tamanho da fonte 16, a 3 cm da borda superior do papel. 18 - Nome do autor – deve ser impresso após três espaços simples abaixo do nome da instituição, em caixa alta, negrito, centralizado e tamanho da fonte 16. - Título do trabalho – deve ser impresso em caixa alta, negrito, centralizado (no meio da folha) e tamanho da fonte 18. No caso de títulos com subtítulos, os últimos devem ser grafados com tamanho 16 e, se possível, abaixo do título. - Local e data: (cidade) da instituição onde deve ser apresentado o trabalho e o ano em que foi concluído. Devem estar centralizados, em caixa alta, negrito e tamanho da fonte 16. Exemplo: FACULDADE DE MIRANDÓPOLIS – FAM UNIESP – União das Instituições Educacionais do Estado de São Paulo JOSÉ MARIA DA SILVA A IMPORTÂNCIA DO CONHECIMENTO CIENTÍFICO MIRANDÓPOLIS/SP 2007 Para efeito de numeração a capa não é contada. 4.1.2 Contra-capa ou folha de rosto A contra-capa obedece a mesma disposição gráfica utilizada na capa, incluindo apenas, logo abaixo o título, uma nota explicativa referente à natureza do trabalho, seu objeto acadêmico, o nome do orientador e o nome da instituição a que é submetido o trabalho. Para efeito de numeração, esta é a página 1, no entanto, ela é contada, mas não numerada. Exemplo: 19 JOSÉ MARIA DA SILVA A IMPORTÂNCIA DO CONHECIMENTO CIENTÍFICO Monografia apresentada objetivando a obtenção do Grau de Bacharel, à Faculdade de Mirandópolis, na área de Pedagogia. Orientador: Maria de Souza MIRANDÓPOLIS/SP 2007 4.1.3 Errata A errata é opcional, pois deve ser utilizada em último caso. Consiste em uma lista de páginas e linhas em que os erros ocorrem, seguidos das devidas correções. Quando o pesquisador já não consegue mais alterar os dados do trabalho, deve ser apresentada, obrigatoriamente, solta no trabalho antes da página de rosto. Exemplo: ERRATA Folha 58 Linha 2 Onde se lê Direto Leia-se Direito 20 4.1.4 Folha de aprovação Deve ser apresentada logo após a folha de rosto. Os elementos obrigatórios são: nome do autor, título e subtítulo (se houver) do trabalho em tamanho da fonte 16, negrito e centralizado; natureza, objetivo, instituição, área de concentração, data de aprovação em tamanho da fonte 14, em espaço simples, com recuo de 7,5 cm da margem, sem negrito; nome, titulação e instituição a que pertencem os componentes da banca examinadora em tamanho 14, sem negrito, utilizando espaço simples. A data de aprovação e as assinaturas dos componentes da banca só deverão ser colocados na folha de aprovação depois da defesa. Exemplo: JOSÉ MARIA DA SILVA A IMPORTÂNCIA DO CONHECIMENTO CIENTÍFICO Monografia apresentada objetivando a obtenção do Grau de Bacharel, à Faculdade de Mirandópolis, na área de Pedagogia. Aprovada em: / / ______________________ Profa. Ms. Maria de Souza Faculdade de Mirandópolis Orientadora ______________________ Prof. Ms. José da Silva Faculdade de Mirandópolis Avaliador ______________________ Profa. Ms. Joana Magalhães Faculdade de Guararapes Avaliadora 4.1.5 Dedicatória A dedicatória é opcional e tem a finalidade de dar oportunidade ao autor de prestar uma homenagem ou dedicar seu trabalho a alguém. Deve ser redigida de forma simples e direta e em uma única página, reservada para ela. Pode ser dedicada a uma ou mais pessoas. Não deve ter o título “Dedicatória”. Quando inclusa, sugere-se que seja escrita na parte inferior da folha à direita. Exemplo: 21 Dedico este trabalho às pessoas mais importantes da minha vida: meus pais, meu marido e meus filhos. 4.1.6 Agradecimentos Embora opcional, recomenda-se incluir, nesta folha, os agradecimentos ao orientador, pessoas ou instituições que colaboraram para a realização do trabalho. É apresentado com o título em letras maiúsculas, tamanho da fonte 12, em negrito e centralizado. O texto deve ser justificado, também em tamanho 12, com espaçamento de 1,5 cm. Exemplo: AGRADECIMENTOS Agradeço, primeiramente, à Faculdade de Mirandópolis pela oferta de conhecimento científico por meio dos docentes do curso de Pedagogia. Agradeço aos meus amigos da turma de Pedagogia pela acolhida e companheirismo na lida acadêmica. À Coordenação do curso pelas políticas de incentivo a produção acadêmica e inserção social. A meus familiares que sempre estiveram ao meu lado. 22 4.1.7 Epígrafe Elemento opcional, localizado após os agradecimentos, onde o autor apresenta um pensamento convergente ao assunto pesquisado. Não incluir página. É transcrita com duplas aspas, com espaçamento simples, com tamanho da fonte 12, alinhada à margem direita. Dados e referências não devem constar na epígrafe. O nome do autor e o ano (se houver) devem ser colocados entre parênteses. Nas folhas de abertura das seções primárias também podem constar epígrafes. Exemplo: “Um homem nada faria se, para principiar a fazer as coisas, esperasse até fazelas com tal perfeição que ninguém lhes acharia defeito.” (Cardeal Newman) 4.1.8 Resumo em língua vernácula Elemento obrigatório. Deve ser redigido de forma objetiva utilizando entre 150 a 500 palavras. Nele, as principais partes do trabalho devem estar ressaltadas de forma concisa e inteligível: os objetivos devem estar definidos com clareza e relevância, a metodologia sucintamente descrita, e registrados os principais resultados e conclusões do estudo. Não usar citações bibliográficas e o uso de parágrafos, fórmulas, equações, etc. O título deve ser em letras maiúsculas, negrito, centralizado, tamanho da fonte 12. O texto deve estar justificado, com espaçamento simples e tamanho da fonte 12 e as palavras-chave devem ser colocadas depois do texto, separadas por ponto e vírgula. Exemplo: 23 RESUMO Apresenta discussão acerca do papel do conhecimento científico na sociedade moderna, enfatizando os aspectos metodológicos (...). Palavras-chave: metodologia. Conhecimento científico; . 4.1.9 Resumo na língua estrangeira É um elemento obrigatório, sendo apresentado com a mesma formatação do resumo em língua vernácula. O resumo em língua estrangeira, usualmente, é em inglês (Abstract). 4.1.10 Lista de Ilustrações, tabelas e quadros Caso o trabalho contenha mais de cinco tabelas, quadros ou ilustrações, deve-se elaborar uma lista própria, a qual aparece imediatamente antes do sumário, de acordo com a ordem apresentada no texto, acompanhada de seu respectivo nome e número de página. Ex: LISTA DE QUADROS QUADRO 1 As metodologias p. 15 QUADRO 2 Formas de conhecimento p. 27 QUADRO 3 xxxxxxxxxxxxxxxxx p. 29 QUADRO 4 xxxxxxxxxxxxxxxxx p. 35 QUADRO 5 xxxxxxxxxxxxxxxxx p. 42 QUADRO 6 xxxxxxxxxxxxxxxxx p. 53 24 Observações importantes: Recomenda-se deixar dois espaços duplos entre o texto que antecede as ilustrações, quadros, tabelas, etc. e o título que os identificam. Gráficos, desenhos, mapas, fotografias, lâminas ou outras formas pictográficas são considerados como ilustrações e aparecem sempre designadas como FIGURAS, numeradas em algarismos arábicos e de modo seqüencial. Caso a ilustração seja um material reproduzido, é imprescindível a indicação da fonte responsável logo abaixo da figura, precedida da palavra Fonte. A referência bibliográfica completa da fonte utilizada deve constar na bibliografia. As tabelas apresentam dados numéricos e valores comparativos que podem, ou não ser tratados estatisticamente; enquanto os quadros, normalmente, apresentam informações textuais ou dados numéricos sem tratamento estatístico. As tabelas e quadros devem: - ser auto-explicativos; - ser numerados em algarismos arábicos, de modo independente e consecutivo (Ex: TABELA 1; TABELA 2; TABELA 3) - ser encabeçados pela palavra que o designa (TABELA ou QUADRO) em caixa alta, seguidos pelo número correspondente, hífens ou pelo título, sem ponto final; - ter títulos claros e objetivos, dando indicações precisas sobre o conteúdo; - ter indicações de fonte, de legenda ou outras informações referentes aos dados são colocados na parte inferior (rodapé) da tabela ou quadro, no mesmo alinhamento do título, com espaçamento simples e letra do tamanho menor do que o texto. 4.1.11 Lista de abreviaturas e siglas Elemento opcional que deve apresentar as abreviaturas e siglas utilizadas no texto, em ordem alfabética. Quando necessário, formar lista específica para cada uma. Exemplo: LISTA DE ABREVIATURAS ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas MEC – Ministério da Educação e Cultura 25 4.1.12 Sumário As palavras SUMÁRIO, INTRODUÇÃO, CONCLUSÃO, BIBLIOGRAFIA, ANEXOS e todos os TÍTULOS dos CAPÍTULOS, devem ser grafados em letras maiúsculas e em negrito. Para os subtítulos são usadas letras minúsculas com iniciais em maiúsculas. Sugere-se deixar para o final sua elaboração em função da paginação. Exemplo de sumário: SUMÁRIO RESUMO LISTA DE ANEXOS INTRODUÇÃO ....................................................................................................... 7 1 A EVOLUÇÃO DO CONHECIMENTO ........................................................... 9 1.1 Tipos de conhecimento .................................................................................... 14 1.1.2 Conhecimento filosófico ......................................................................... 17 1.1.3 Conhecimento teológico .......................................................................... 18 1.1.4 Conhecimento empírico .......................................................................... 19 1.1.5 Conhecimento científico ......................................................................... 20 1.2 Ciência .............................................................................................................. 21 1.3 Divisão das ciências ao longo do tempo .......................................................... 22 2 MÉTODOS CIENTÍFICOS ................................................................................ 23 2.1 Métodos racionais ............................................................................................ 27 2.2 Métodos específicos das ciências sociais ......................................................... 28 3 CONCEITOS E DEFINIÇÕES .......................................................................... 30 3.1 Definições ........................................................................................................ 34 3.2 Caracteres de definição .................................................................................... 36 4 PESQUISA SOCIAL E DOCUMENTAL ......................................................... 38 4.1 Pesquisa social ................................................................................................. 40 4.2 Pesquisa documental ........................................................................................ 42 CONCLUSÃO ......................................................................................................... 51 REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA ...................................................................... 58 ANEXOS ................................................................................................................. 62 APÊNDICE 26 4. 2 Elementos textuais A estrutura formal de um trabalho científico compõe-se de três partes básicas: Introdução, Desenvolvimento e Conclusão. a) Introdução É a apresentação do trabalho e a demonstração da sua importância. Ela deve conter: - a definição do assunto: exposição de modo claro e preciso da idéia central do trabalho; - definição do tema: apresentação do(s) problema(s) e a(s) hipótese(s); - situação do tema no tempo e no espaço; - demonstração da importância do tema; - justificação da escolha do tema; - enunciação da documentação; - indicação da metodologia (opcional); - no caso de monografia, uma breve apresentação dos capítulos. De acordo com as normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas e Técnicas), não se deve repetir ou parafrasear o resumo, nem dar os dados sobre a teoria experimental, seus resultados, nem antecipar as conclusões e as recomendações decorrentes do estudo. Muito embora a introdução inicie um texto, sua redação final só pode ser levada a cabo depois de todo o trabalho concluído, o que não exime o autor das versões preliminares. b) Desenvolvimento No desenvolvimento, também chamado de corpo do trabalho, relatam-se os resultados da pesquisa, qualquer que seja sua natureza e abordagem. A apresentação dos dados coletados e dos resultados obtidos deve ser feita de modo que o leitor possa acompanhar os passos do estudo e o raciocínio do autor. As citações devem estar intimamente relacionadas ao problema que se analisa. Neste caso, elas passam a fazer parte integrante do texto e possibilitam o desenvolvimento consciente da argumentação e a chegada de conclusões. Ou seja, não deve ser usada sem critério ou para aumentar o tamanho do texto. c) Conclusão A conclusão representa a síntese para a qual o trabalho encaminha; constitui o fecho do trabalho, reafirmando a idéia principal discutida no desenvolvimento. Numa conclusão não se deve extrapolar os resultados discutidos no desenvolvimento. Também não se deve figurar nenhum dado que envolva novos questionamentos. Entretanto, a 27 conclusão pode abrir caminho para a discussão de novas problemáticas, ou mesmo significar um avanço na possível superação do problema levantado. Durante todo o trabalho é importante que se exponha as idéias com clareza e objetividade, que seja utilizada a linguagem direta e que a redação seja simples para que não haja a possibilidade de parecer supérfluo, prolixo (muito longo, enfadonho), retórico ou confuso. É necessária a utilização de vocabulário técnico somente para o estritamente necessário e evitar escrever parágrafos e/ou frases longas. Neste caso, sugere-se escrever uma idéia para cada frase ou parágrafo, mas, também, não ser demasiadamente breve. Usar a terceira pessoa do singular e evitar utilizar adjetivos, pois é necessário ser preciso na descrição do objeto. 4.2.1 A subdivisão de seções Recomenda-se o uso de numeração progressiva na subdivisão das seções. Os títulos das seções primárias (principais divisões do texto, também denominadas “capítulos”) devem ser iniciados em nova folha. O indicativo numérico, sempre em arábico, precedente ao título, alinhado à esquerda, separado por um espaço horizontal. O título das seções secundárias, terciárias e subseqüentes, é constituído pelo indicativo da seção a que pertence, seguindo o número que lhe foi atribuído na seqüência do assunto e separado por ponto. Repete-se o mesmo processo em relação às demais seções como mostra o exemplo: 1 Primária 1.2 Secundária 1.2.3 Terciária 2 Primária 2.2 Secundária 2.2.3 Terciária Recomenda-se limitar o número das seções, no máximo, até a quinária. Caso haja necessidade de mais subdivisões, estas podem ser subdivididas em alíneas, ordenadas alfabeticamente por letras minúsculas seguidas de parênteses. Exemplo: 28 1 1.1 1.1.1 1.1.2 1.1.2.1 1.1.2.2 4.2.2 Citações Não se deve perder de vista que um trabalho científico é fruto de uma pesquisa e não simples cópia de partes de livros, revistas, etc. A honestidade intelectual veta, expressamente, qualquer cópia indevida. Portanto, a fonte dos trechos transcritos de publicações consultadas ou a síntese das afirmações feitas pelo autor, deve ser devidamente citada no corpo do trabalho e suas referências bibliográficas, obrigatoriamente, relacionadas na bibliografia da monografia apresentada. Outro cuidado a ser tomado diz respeito ao número e extensão das citações. Estas não devem ser tão numerosas a ponto de o texto parecer uma colcha de retalhos, nem tão longas que dêem a impressão de que, com elas, o autor procura mascarar a insuficiência e fragilidade da sua argumentação. Recomenda-se o uso de citações no corpo do texto por sobrenome do autor e data de publicação da obra pesquisada. Estes dados remetem à referência completa de fonte consultada, que figura no final do trabalho, como nome completo do autor, título da obra, edição, local, editora e ano, conforme as normas da ABNT. As citações de um trabalho científico podem ser diretas e indiretas (baseadas na obra consultada) e diretas (transcrição textual da parte da obra consultada). A citação indireta reproduz idéias de fonte consultada sem transcrever o texto literalmente. Exemplo: Segundo Thiollent (1984), não se considera a contribuição de outros procedimentos de pesquisa e análise de dados, pelo contrário, assinala-se que a utilização simultânea de diferentes abordagens é, em muitos casos, não sé cabível, mas desejável. Ou 29 Não se considera a contribuição de outros procedimentos de pesquisa e análise de dados, pelo contrário, assinala-se que a utilização simultânea de diferentes abordagens é, em muitos casos, não sé cabível, mas desejável (THIOLLENT, 1984). Quando a obra tiver dois autores, indicam-se ambos. Exemplo: Gonçalves e Pimenta (1990), ao discutirem a organização... Quando a obra tiver mais de dois autores, indica-se o primeiro seguido da expressão et al (entre outros). Exemplo: (...) onde estão presentes várias concepções de currículo (PARO et al, 1988). Nas citações indiretas o uso de aspas ou itálico é DISPENSÁVEL, devendo-se, no entanto, indicar sempre a fonte de onde foram retiradas (sobrenome do autor e ano de publicação). A indicação da(s) página(s) consultada(s) é opcional. Quando se quer fazer referência à diversas páginas de onde foram retiradas as idéias do autor, indica-se a página inicial e final do trecho onde constam as mesmas e em seguida empregasse a expressão latina passim (em diversos lugares; aqui e ali). Exemplo: Na elaboração de trabalhos científicos é imprescindível que seus autores consultem as várias fontes de pesquisa disponíveis. Atualmente, com o avanço da biblioteconomia e da documentação, não se justificam lacunas em estudos científicos por falta de condições de acesso às fontes (SALOMON, 1973, p. 228-239 passim). Já as citações diretas são transcrições literais das palavras do autor, respeitando todas as características formais concernentes à redação, ortografia e pontuação. Usam-se aspas ou destaque tipográfico, em itálico, ao iniciar e ao finalizar as transcrições. Depois do ponto final, abrir parênteses e escrever o sobrenome do autor, ano da publicação e número da página (obrigatoriamente), fechar parênteses. As citações diretas podem ser breves ou longas. Entende-se por citações diretas breves aquelas de até três linhas, transcritas no corpo do texto, grafadas em itálico ou entre aspas duplas (“ ”). As aspas simples são empregadas para indicar citação no interior da citação (‘ ’). No final, entre parênteses, devem constar a indicação da fonte ou documentação de onde foram retiradas. Exemplo: 30 “As maiores deficiências nos resultados de uma pesquisa podem derivar de um embasamento teórico pobre para explicar, compreender os fatos que se investigam” (TRIVIÑOS, 1987, p. 99). Ou As maiores deficiências nos resultados de uma pesquisa podem derivar de um embasamento teórico pobre para explicar, compreender os fatos que se investigam (TRIVIÑOS, 1987, p. 99). A citação direta com mais de três linhas é transcrita em parágrafo próprio, afastada da margem esquerda 4 cm, com letra tamanho 10, utilizando-se espaço simples de entrelinhas. A indicação da fonte deve ser colocada em tamanho 12. Exemplo: Será preferível e mesmo aconselhável o uso de um roteiro que guie a entrevista através dos tópicos principais a serem cobertos. Esse roteiro cuidará para que haja uma seqüência lógica entre os assuntos, dos mais simples aos mais complexos, respeitando o sentido do seu encadeamento [...] e impedindo que questões complexas e de maior envolvimento pessoal, colocados prematuramente acabem por bloquear as respostas às questões seguintes (LÜDKE; ANDRÉ, 1986, p. 36- 37). As sugestões, interpolações, comentários ou destaques devem ser indicados da seguinte maneira: a) supressões: [...] b) interpolações, acréscimos ou comentários: [ ] c) ênfase ou destaque: grifo ou negrito ou itálico Citação da citação: este tipo de citação, que pode ser indireta ou direta (breve ou longa), ocorre quando se refere às idéias de um autor citado por outro autor. Deve ser utilizada somente quando for impossível ter acesso ao documento original. Emprega-se a expressão latina apud (junto a, citado por, conforme, segundo) após o sobrenome do autor do texto original e, em seguida, o sobrenome do autor da obra consultada, data de publicação e página. Exemplo: O trabalho monográfico caracteriza-se mais pela unicidade e delimitação do tema e pela profundidade do tratamento do que por sua eventual extensão, generalidade ou valor didático (SALVADOR apud SEVERINO, 1997, p. 111). 31 Quando se quer dar destaque a palavras ou frases, que não estão grifadas no texto original, usa-se a expressão “grifo meu” ou “grifo nosso”, em nota de rodapé. No caso de dados obtidos através de informação verbal (palestras, comunicações, etc.) ou citações de trabalhos em fase de elaboração, indicar, entre parênteses, as expressões: “informação verbal” ou “em fase de elaboração” e mencionar, em nota de rodapé, todos os dados disponíveis. 4.2.3 Notas de Rodapé Os rodapés devem ser colocados ao pé da página, escritos com espaço simples, tamanho da fonte 10, separados do corpo do texto por um traço horizontal contínuo de 5 cm, aproximadamente, iniciando-se na margem esquerda da folha de papel. Utiliza-se o rodapé mais freqüentemente quando se indica uma obra da qual foi extraída uma frase, trecho, idéia ou afirmação. Também é utilizada quando se fornece a tradução de uma expressão ou frase, cuja transcrição é essencial em língua estrangeira. Para explicar expressões ou frases de autores utilizados ou, ainda, para fazer alguma observação relevante a respeito do texto. No trabalho monográfico a indicação da obra (ou fonte de pesquisa) deve ser feita no corpo do texto como mencionado adiante. Mas, se o trabalho for publicado em revista ou livro científico a indicação das obras (ou fontes) devem ser feitas em nota de rodapé. Quando a obra for mencionada pela primeira vez em nota, sua referência deverá ser completa. Para as menções posteriores sobre a mesma obra, devem ser usadas as seguintes expressões latinas: a) Id. = idem (do mesmo autor). Substitui o autor em notas sucessivas, na mesma página. Exemplo: FARIA, Guilherme. A cultura das cidades. Rio de Janeiro: Zahar, 1995. p. 98. Id. O problema das cidades. Rio de Janeiro: Zahar, 1998. p. 40. b) Ibid. = ibidem (do mesmo autor e mesma obra). Substitui a referência à mesma obra em notas sucessivas, na mesma página. Exemplo: FACHIN, Odília. Fundamentos de metodologia. 4. ed. São Paulo: Saraiva, 2002, p. 62. Ibid., p. 35. 32 c) Op. cit. = opus citatum (na obra citada). Substitui o título e os demais elementos, excetuando-se a paginação, da referência de obra já citada em nota anterior. Exemplo: FACHIN, Odília. Fundamentos de metodologia. 4. ed. São Paulo: Saraiva, 2002, p. 62. FACHIN, Op. cit., p. 49. d) Loc. cit. = locus citatum (no lugar citado). Substitui o título e os demais elementos da referência de obra já citada em nota anterior. Exemplo: FACHIN, Odília. Fundamentos de metodologia. 4. ed. São Paulo: Saraiva, 2002, p. 62. FACHIN, 1995, loc. cit. 4.3 Elementos pós-textuais Como está implícito na própria denominação, os elementos pós-textuais aparecem logo em seguida ao texto da conclusão ou considerações finais do trabalho. 4.3.1 Referências bibliográficas É preciso esclarecer que o termo “referências bibliográficas” pode ser usado com dois sentidos: a) Quando se refere ao conjunto de elementos necessários para identificar e localizar um documento, seja ele um livro, artigo publicado em revistas, jornais, anais, congressos, etc. Esses elementos são: autor, título, local de publicação, editora e data. Assim, temos a referência da obra com todos seus elementos essenciais. Exemplo: LIBÂNEO, José Carlos. Pedagogia e Pedagogos, para quê? São Paulo, Cortez, 2001. b) Quando se refere a uma lista de obras (livros, artigos, etc.) que foram explicitamente citadas e, portanto, usadas durante o trabalho, no próprio texto. Encabeçadas pelas palavras REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS, na margem esquerda do papel, esta lista é apresentada após a conclusão da monografia, trabalhos e projetos segundo as regras da ABNT. É obrigatório que se apresente em ordem alfabética. 33 4.3.2 Bibliografia Trata-se de uma lista abrangente de todo material consultado, estudado e relevante ao tema pesquisado, mesmo que não tenha sido citado no texto da monografia, trabalho ou projeto de pesquisa. 4.3.3 Apêndices e Anexos Apêndices e Anexos são elementos pós-textuais diferentes. Apêndice “é um texto ou documento elaborado pelo autor para complementar a sua argumentação, sem prejuízo da unidade nuclear do trabalho” (NBR 14724, 2001, P. 4). Anexo é o material complementar ao texto, devendo ser incluído somente quando imprescindível à sua compreensão e/ou comprovação (leis e decretos, modelos de questionários ou formulário citados na metodologia, ilustrações que não foram inseridas no corpo do trabalho), não elaborados pelo autor. Anexos e apêndices devem ser identificados por letras maiúsculas consecutivas, travessão, seguidos pelos seus respectivos títulos. Por exemplo: ANEXO A – Modelo de apresentação de questionário ANEXOS xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx ANEXO B – Excertos da “Proposta Curricular de Geografia” xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxx Embora alguns autores recomendem a inclusão dos anexos e apêndices após o texto da monografia, os mesmos devem ser apresentados depois da Bibliografia ou Referências Bibliográficas. Usar de preferência uma folha em branco, com o cabeçalho ANEXO ou ANEXOS / APÊNDICE ou APÊNDICES centrado no papel, como divisória. Em seguida, virão os anexos 34 e/ou apêndices devidamente ordenados e titulados na mesma ordem em que foram mencionados no texto. Os anexos são partes extensivas ao texto, destacados deste para evitar descontinuidade na seqüência lógica dos capítulos. Quando utilizados, devem ser citados no texto entre parênteses (Anexo A), por exemplo. 4.4 Normalização das referências bibliográficas Todo trabalho científico deve indicar as fontes nas quais o autor buscou informações para enriquecer o estudo. Essas fontes, conforme já se comentou, devem estar relacionadas na bibliografia com a devida referência. 4.4.1 Apresentação dos elementos da referência Recomenda-se que seja feita uma listagem em ordem alfabética. Todos os elementos de uma referência devem ser apresentados em seqüência padronizada, com pontuação uniforme. As referências são alinhadas somente à margem esquerda, em espaço simples e separadas, entre si, com espaço duplo. Elementos essenciais de uma referência são aqueles indispensáveis para a indicação de documentos mencionados em um trabalho científico: autor(es), título, subtítulo (se houver), edição, local, editora e data de publicação. Devem ser apresentados na seguinte ordem: - O(s) autor(es) tem entrada pelo último sobrenome, em letras maiúsculas, seguido pelo(s) prenome(s) abreviado(s) ou não. Usa-se vírgula entre o sobrenome e o prenome e ponto e vírgula, seguido de espaço separando os nomes quando houver até três autores. Em seguida ao nome do(s) autor(es), colocar ponto final. O recurso tipográfico utilizado para destacar o título deve ser uniforme em todas as referências. - O título deve ser grafado em negrito e/ou itálico. O recurso tipográfico utilizado para destacar o título deve ser o mesmo para todas as referências. Usar caixa alta para a primeira letra da primeira palavra e caixa baixa para as demais palavras. Em seguida ao título, colocar ponto final. Se a obra tiver subtítulo, indicá-lo após o título sem destaque precedido por dois prontos. - Quando a obra mencionar a edição, ela deve ser indicada logo após o título, em algarismo arábico, seguido de ponto e abreviatura da palavra edição (ed.). Exemplo: 3.ed. 35 - O local de publicação deve ser indicado como aparece no documento, seguido de dois pontos. Exemplo: Petrópolis: No caso se homônimos de cidades, acrescenta-se o nome do estado ou país. Exemplo: Viçosa, RJ ou Viçosa, MG - O nome do editor deve vir em seguida aos dois pontos do local e abreviado, suprimindo palavras: Editora, Livraria, Companhia, etc. Exemplo: Petrópolis: Vozes (e não Editora Vozes). - A data de publicação deve ser indicada em algarismos arábicos, sem ponto ou espaço entre eles. Exemplo: 1988 (e não 1.988 ou 1 988). Quando a obra não tem data de publicação, escrever s/d. (sem data) Observações importantes: Se nenhuma data de publicação, distribuição, impressão, etc. puder ser determinada, registra-se uma data aproximada entre colchetes conforme indicado: Exemplo: [1971 ou 1972] um ou outro [1969?] data provável [1978] data certa não indicada no item [entre 1906 e 1912] (usa-se intervalos menores de 20 anos) [ca. 1960] data aproximada [197-] década certa [197-?] década provável [18--] século certo [18--?] século provável Ex: FLORENZANO, Everton. Dicionário de idéias semelhantes. Rio de Janeiro: Ediouro, [1993]. 4.5 Transcrição dos elementos 4.5.1 Livros A) Com um só autor O nome do autor é transcrito tal como figura na publicação referenciada, a entrada é feita pelo último sobrenome do autor, em letras maiúsculas, seguida de pronome e outro(s) sobrenome(s) se houver. 36 Estes últimos podem ser abreviados conforme recomendação da Instituição ou órgão publicador. Escolhida a forma a ser usada (nomes abreviados ou não), é preciso padronizá-la em todas as referências. Exemplo: MANACORDA, M. A. ou MANACORDA, Mário Alighiero Acompanham o último sobrenome ou distintivos que indicam parentesco (NETO, SOBRINHO, FILHO e JÚNIOR). Exemplo: LOURENÇO FILHO, M. B. Sendo composto o último sobrenome, a entrada será feita pela expressão composta. Exemplo: CASTELO BRANCO, Camilo Títulos de formação profissional (mestre, doutor, etc.), de ordens religiosas (monsenhor, bispo, etc.), de cargos ocupados (diretor, chefe de departamento, etc.) não fazem parte do nem e não são incluídos na referência. Exemplo: Professor Joel Martins, Doutora Magda Soares, Padre Marcelo Rossi MARTINS, Joel SOARES, Magda ROSSI, Marcelo B) Autoria composta Quando a obra possuir dois autores, a entrada é feita pelo sobrenome do primeiro autor mencionado, separado por ponto e vírgula, seguido de espaço. Exemplo: MÜLLER, Mary Stela; CORNELSEN, Julce Se a obra possuir três autores, mencionam-se todos na entrada, na ordem em que aparecem na publicação, separados por ponto e vírgula e espaço entre eles. Exemplo: MÜLLER, Mary Stela; CORNELSEN, Julce; SOARES, Magda Em livros com mais de três autores, indica-se o primeiro, seguido da expressão latina et. al., que significa “e outros”. Exemplo: 37 MÜLLER, Mary Stela et al. No caso de obra com Organizador (Org.) ou Coordenador (Coord.), Compilador (Comp.), etc., acrescenta-se entre parênteses a abreviatura, em singular, pertinente, após o nome, com a primeira letra em caixa alta, indicando o tipo de responsabilidade que a pessoa exerceu no trabalho. Exemplo: FONSECA, Selva Guimarães (Org.) FREITAG, Bárbara (Coord.) C) Livros considerados no todo Na lista de referências: AUTOR, Sobrenome. Título: Subtítulo. Local de publicação (cidade): Editora, data de publicação. No texto: (AUTOR, ano da publicação, p. ). Obs.: Lembrando que ao indicar a fonte no texto, o número de página é obrigatório nas citações diretas e o ponto final é ao final da indicação da referência. Exemplos: Na lista de referência: PARO, Vitor Henrique. Gestão democrática da escola pública. 3.ed. São Paulo: Ática, 2002. No texto: “A Democracia na escola depende das relações de poder que nela são impostas, especialmente por parte da direção escolar” (PARO, 2002, p. 33). Na lista de referência: FAZENDA, Ivani (Org.). Novos enfoques da pesquisa educacional. 4.ed. São Paulo: Cortez, 2001. No texto “Atualmente, a pesquisa educacional no Brasil não tem sido amplamente incentivada [...]” (FAZENDA, 2001, p. 57). 38 D) Livro com tradutor Indica-se o nome do tradutor na ordem direta, logo após o título da obra. Exemplo: Na lista de referências: HESSE, Hermann. O livro das fábulas. Tradução: Álvaro Cabral. 4. Ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1977. Original em alemão. No texto: (HESSE, 1977, p. 12). E) Capítulo de livros Quando o autor do capítulo for diferente do autor responsável pelo livro todo, observasem as seguintes indicações: Na lista de referências: AUTOR, Sobrenome (do capítulo). Título (do capítulo). In: AUTOR (do livro). Título (do livro). Edição. Local de publicação (cidade): Editora, data e página. No texto: (AUTOR do capítulo, ano da publicação, página da citação). No final da referência, deve-se informar a paginação ou outra forma de individualizar a parte referenciada. Exemplo: Na lista de referência: MARTINS, Joel. A pesquisa qualitativa. In: FAZENDA, Ivani. A metodologia da pesquisa educacional. 3.ed. São Paulo: Cortez, 1992. Cap. 4, p. 47-58. No texto: “Existe vários métodos de pesquisa, entre eles [...]” (MARTINS, 1992, p. 53). F) Diferentes publicações do(s) mesmo(s) autor(es) no mesmo ano As obras de um mesmo autor, publicadas em um mesmo ano são diferenciadas pelo acréscimo de letra minúscula do alfabeto após a data e sem espaçamento. O nome do autor não deve ser repetido, basta usar um travessão de extensão equivalente a seis espaços, colocar ponto e passar ao título. Exemplo: Na lista de referência: PIAGET, J. Psicologia da Inteligência. Petrópolis: Vozes, 1972 a. ______. Para onde vai a educação? Petrópolis: Vozes, 1972 b. 39 No texto: (PIAGET, 1972 a, p. 55). – refere-se ao primeiro exemplo acima (PIAGET, 1972 b, p. 64). – refere-se ao segundo exemplo acima Além do nome do autor o título de várias edições referenciado sucessivamente, também pode ser substituído por traço e ponto (equivalente a seis espaços), nas referências seguintes à primeira. Exemplo: Na lista de referência: SAVIANI, Demerval. Educação: Do senso comum à consciência filosófica. São Paulo: Cortez/Autores Associados, 1984. ______, ______. 12.ed. Campinas: Autores Associados, 1996. No texto: (SAVIANI, 1984, p. 23). – refere-se ao primeiro exemplo acima (SAVIANI, 1996, p. 14) – refere-se ao segundo exemplo acima G) Obra sem autor declarado A entrada se faz pelo título com a primeira palavra em maiúscula. Exemplo: Na lista de referências: BIBLIA de Jerusalém. São Paulo: Paulinas, 1991. No texto: (BÍBLIA, 1991, p. 76). 4.5.2 Instituições, Entidades e Órgãos Governamentais A) Instituições Sociedades, organizações, instituições, podem ser autores, tendo seus nomes escritos em maiúsculas, como entrada de referência. Exemplo: Na lista de referências: CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DE MIRANDÓPOLIS. Diretrizes e normas técnicas para elaboração e apresentação de trabalhos acadêmicos. Mirandópolis. CESMI/UNIESP, 2007. 40 No texto: “A referência principal para a construção [...]” (CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DE MIRANDÓPOLIS, 2007, p. 8). Na existência de unidades subordinadas são mencionadas após o nome da instituição, separadas por ponto e com iniciais maiúsculas. Exemplo: Na lista de referências: CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DE MIRANDÓPOLIS. Biblioteca Central. Diretrizes e normas técnicas para elaboração e apresentação de trabalhos acadêmicos. Mirandópolis. CESMI/UNIESP, 2007. No texto: “A referência principal para a construção [...]” (CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DE MIRANDÓPOLIS, 2007, p. 8). Entidades de natureza científica, cultural ou artística entram por seu próprio nome. B) Órgãos governamentais de função executiva, legislativa e judiciária entram pelo local de sua jurisdição (país, estado ou município) Exemplo: Na lista de referências: BRASIL. Ministério da Educação e da Cultura. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: história e geografia. Brasília: MEC/SEF, 1997. No texto: (BRASIL, 1997, p. 18). Na lista de referências: SÃO PAULO (Estado). Secretaria da Educação. Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas. Proposta curricular para o ensino de história – 1º grau. São Paulo: SE/CENP, 1992. No texto: (SÃO PAULO, 1992, p. 7). 41 Na lista de referências: SÃO PAULO (Município). Prefeitura Municipal. Secretaria de Educação. Alfabetização: Teoria e prática: PM/SE, 1990. No texto: (SÃO PAULO, 1990, p. 4). 4.5.3 Publicações seriadas: revistas, jornais, etc. A) Revistas consideradas no todo O título é transcrito em caixa alta, seguido do local de publicação, editora, data inicial e final da coleção, quando se trata de publicação encerrada. Quando o periódico estiver em curso de publicação, indicar o ano de início, seguido de hífen, um espaço, ponto final e a periodicidade. Na lista de referências: TÍTULO do periódico. Local: Editora, ano de início – término da publicação. No texto: (TÍTULO do periódico, ano de início – término da publicação, página). Exemplo: Na lista de referências: ANUÁRIO INTERNACIONAL. São Paulo: AGEV, 1968-1978. No texto: (ANUÁRIO INTERNACIONAL, 1968-1978, p. ) Na lista de referências: CADERNOS DE PESQUISA. São Paulo: Fundação Carlos Chagas, 1988/Bimestral. No texto: (CADERNOS DE PESQUISA, 1988, p. ). B) Artigos de revista A entrada deve ser dada pelo sobrenome do autor do artigo, em letras maiúsculas, seguida do(s) nome(s) e título do artigo (sem grifo algum). Em seguida, o título do periódico com destaque em negrito, grifado ou itálico. Indicar apenas o local de publicação (não 42 seguido da palavra editora), o número do volume precedido da abreviatura v. e o número do fascículo precedido de n. O número de páginas inicial e final é transcrito após a abreviatura p. e ligado por hífen. A data é indicada pelo mês e pelo ano. Os meses devem ser indicados de forma abreviada, no idioma original da publicação. Não se abreviam palavras de quatro ou menos letras (exemplo: maio). Abreviações: Janeiro – jan. Fevereiro – fev. Março – mar. Abril – abr. Maio – maio Junho – jun. Agosto – ago. Setembro – set. Outubro – out. Novembro – nov. Dezembro – dez. Na lista de referências: AUTOR, Título do artigo. Título do periódico, local de publicação, número do volume, número do fascículo, página inicial-final do artigo, data. No texto: (AUTOR do artigo, ano de publicação, página). Exemplo: Na lista de referências: THIOLLENT, M. J. M. Aspectos quantitativos da metodologia de pesquisa com objetivos de descrição: avaliação e reconstrução. Cadernos de Pesquisa, São Paulo, n.49, p. 45-50, maio 1984. No texto: (THIOLLENT, 1984, p. 47). C) Jornal considerado no todo Na lista de referências: TÍTULO do jornal (grafado em letras maiúsculas). Local de publicação, data de publicação (dia, mês e ano). No texto: (TÍTULO DO JORNAL, ano de publicação, página). 43 Exemplo: Na lista de referências: FOLHA DE SÃO PAULO. São Paulo, 23 mar. 2003. No texto: (FOLHA DE SÃO PAULO, 2003, p. ). D) Artigos de jornal Na lista de referências: AUTOR do artigo, Título do artigo. Título do Jornal, local da publicação, data (dia, mês e ano). Número ou título do caderno, seção ou suplemento, página inicial-final. No texto: (AUTOR do artigo, ano de publicação, página). Exemplo de artigo assinado: Na lista de referências: MELLO, Evaldo Cabral de. A sinistra federação. Folha de São Paulo. São Paulo, 20 set. 2002, Mais, p. 13. No texto: “xxxxxxxxxx” (MELLO, 2002, p. 13). Exemplo de artigo não assinado: Na lista de referências: O ENSINO das artes culinárias na escola. A cidade. Ribeirão Preto, São Paulo, 13 junho 2002, p. 9. No texto: (O ENSINO, 2002, p. 9). 4.5.4 Anais, congressos, simpósios e encontros A) Considerados no todo Na lista de referências: TÍTULO da reunião, número, ano, local da realização. Título a publicação. Local de publicação (cidade): Editora, data. 44 No texto: (TÍTULO, ano, página). Exemplo: Na lista de referências: CONGRESSO ESTADUAL PAULISTA SOBRE A FORMAÇÃO DE EDUCADORES, 1., 1990, Águas de São Pedro. Anais. Botucatu: UNESP, 1991. No texto: (CONGRESSO ESTADUAL PAULISTA SOBRE A FORMAÇÃO DE EDUCADORES, 1991, p. ). B) Artigos publicados em eventos científicos Na lista de referências: SOBRENOME do autor. Título do artigo. In: NOME DO CONGRESSO, número, ano, local de realização. Local de publicação (cidade): Editora, data, página inicial-final do trabalho. No texto: (SOBRENOME do autor, ano da publicação, página) Exemplo: Na lista de referências: BRITO, M.R.F. O ensino superior e a formação do professor: algumas questões sobre a licenciatura. In: CONGRESSO ESTADUAL PAULISTA SOBRE FORMAÇÃO DE EDUCADORES, 2, Águas de São Pedro. Anais. Botucatu: UNESP, 1992, p. 52-60. No texto: (BRITO, 1992, 59). 4.5.5 Dissertações e teses Na lista de referências: SOBRENOME do autor. Título: subtítulo. Ano. Número de folhas. Categoria (grau e área de concentração) – Nome da escola, universidade, local, ano. 45 No texto: (SOBRENOME do autor, ano da publicação, página) Exemplo: Na lista de referências: NAPOLITANO, S. Gênero, educação e preconceito: uma pesquisa no curso de serviço social através da abordagem psicossocial.. 2002. 172 f. Dissertação de Mestrado (área de concentração trabalho e Sociedade) – Faculdade de história, Direito e Serviço Social, UNESP, Franca, 2002. No texto: (NAPOLITANO, 2002, p. 27). 4.5.6 Referência Legislativa A) Acórdãos, decisões e sentenças Na lista de referências: NOME DO PAÍS, ESTADO OU MUNICÍPIO. Nome da Corte ou tribunal. Ementa. Tipo e número do recurso. Nome do relator, precedido da palavra relator. Data (dia, mês e ano). Indicação da publicação que divulgou o acórdão. No texto: (NOME DO PAÍS, ESTADO OU MUNICÍPIO, ano da decisão ou sentença, página) Exemplo: Na lista de referências: BRASIL. Supremo Tribunal Federal. Deferimento de pedido de extradição n.º 410. Estados Unidos da América e José Antonio Fernandez. Relator: Ministro Rafael Mayer, 21 de mar. 1984. Revista Trimestral de Jurisprudência. Brasília, v. 109, p. 870-879, set. 1984. No texto: (BRASIL, 1984, p. 872). 46 B) Leis, decretos e pareceres Exemplos: Na lista de referências: BRASIL. Lei n.º 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Diário Oficial da União. Brasília, 23 dez.1996, p. 27.883 – 27.841. No texto: (BRASIL, 1996, p. 27.887). Na lista de referências: SÃO PAULO (Estado) Decreto n.º 42.822, de 20 de janeiro de 1998. Dispõe sobre desativação de unidades administrativas de órgãos da administração direta e das autarquias do estado e dá providências correlatas. Lex-Coletânea de Legislação de Jurisprudência, São Paulo, v. 62, n.º 3, p. 217-220, 1998. No texto: (SÃO PAULO, 1998, p. 218). Na lista de referências: BRASIL. Conselho Federal de Educação. Câmara de Ensino Superior. Parecer 380/91. Relator: José Guimarães. 10 jul. 1991. Documenta, n.º 367, p. 61, 1991. No texto: (BRASIL, 1991, p. 61). C) Constituição Federal Exemplo: Na lista de referências: BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil. 10 ed. Brasília, DF: Senado, 1998. No texto: (BRASIL, 1998, p. 89). 47 4.5.7 Referências com notas especiais A) Série e coleções Exemplos: Na lista de referências: FARIA, A. L. Ideologia no livro didático. São Paulo: Cortez, 1984 (Coleção polêmicas do nosso tempo, 7). No texto: (FARIA, 1984, n. 7, p. 65). Na lista de referências: LEME, D. M. P. C. et al. O ensino de estudos sociais no primeiro grau. São Paulo: Atual, 1986 (Projeto Magistério, 3). No texto: (LEME, 1986, n. 3, p. 34). B) Parte de coleção Exemplo: Na lista de referências: UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA. Coordenação geral de bibliotecas. Normas para publicações da UNESP. São Paulo: Editora da UNESP, 1994. 4 v. Artigos de publicações periódicas. No texto: (UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA, 1994, 4v., p. 34). C) Memorial Exemplo: Na lista de referências: MANTOVANI, A. A. Relatório para a realização de exame de qualificação. Memorial (Programa de pós-graduação em Serviço Social – Mestrado), Franca, 2003. Faculdade de História, Direito e Serviço Social. UNESP, Franca, 2003. 48 No texto: (MANTOVANI, 2003, p. 79). D) Apostilas ou textos mimeografados Exemplo: Na lista de referências: ANFOPE. Documentos para discussão no Encontro Estadual Paulista. São Paulo, 1994, 23 f. Mimeografado. No texto: (ANFOPE, 1994, p. 17) Na lista de referências: FONSECA, C.V. Pobreza e exclusão social. Batatais – SP, 1989. 17f. Apostila Digitada. No texto: (FONSECA, 1989, p. 15). E) Anotação de aulas ou palestras Exemplo: Na lista de referências: CONRADO, S.M.J. O tempo e a divisão social e internacional do trabalho. Franca-SP: Faculdade de História, Direito e Serviço Social – Franca, UNESP, 2003. Anotações de aula. No texto: (CONRADO, 2003). F) Trabalho de aluno Exemplo: Na lista de referências: 49 BORTOLOTI, K.F. Educação Jesuíta no Brasil Colonial. Franca – SP, 2002. 109f. Trabalho de conclusão de curso. Faculdade de História, Direito e Serviço Social – UNESP, Franca, 2002. No texto: (BORTOLOTI, 2002, p. 39). G) Manuscrito Exemplo: Na lista de referências: VILLA RICA. Irmandade de São José dos Homens Pardos. Livro de Assento de Irmãos. 1733-1750. Manuscrito. No texto: (VILLA RICA, 1733-1750). H) Entrevista Exemplo: Na lista de referências: SEBASTIANI, Júlio C. Depoimento sobre o papel do educador. Nuporanga-SP, 1999. 1 fita cassete (60 min.), estéreo. Entrevista concedida a Ana Figueiredo. No texto: (SEBASTIANI, 1999) 4.5.8 Materiais Especiais A) Mapas e cartas topográficas Exemplos: Na lista de referências: BRASIL. Ministério da Agricultura. Mapas de solos. Salvador: CEPLA, 1975. Mapa color, 91x66 cm. Escala: 1:750.000. No texto: 50 (BRASIL, 1975). Na lista de referências: BELLEGARDE, Pedro de Alcântara (Org.). Carta coreográphica da província do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro, 1863. (mapa) No texto: (BELLEGARDE, 1863). B) Filmes, fita de vídeo e DVD Exemplos: Na lista de referências: INSTITUTO PATRIMÔNIO HISTÓRICO NACIONAL; MINISTÉRIO DA CULTURA. O museu da Inconfidência. Coordenação de Francisco Bastos. Ouro Preto, 1997. 1 fita de vídeo (30 min.), VHS, son. Color. No texto: (INSTITUTO PATRIMÔNIO HISTÓRICO NACIONAL; MINISTÉRIO DA CULTURA, 1997). Na lista de referências: A GUERRA DOS BOTÕES. Direção de John Roberts. São Paulo: Warner Home Vídeo-Brasil, 1994. 1 fita de vídeo (94 min.), VHS, son. Color. No texto: (A GUERRA DOS BOTÕES, 1994). C) Fotografias Exemplos: Na lista de referências: KOBAIASHI, K. Doença dos xavantes. 1980. 1 fotografia, color., 16 cm x 56 cm. No texto: (KOBAIASHI, 1980). 51 Na lista de referências: FRAIPONT, E. Almicar II. O Estado de São Paulo. São Paulo, 30 nov. 1998. Caderno 2. Visuais. p. D2. 1 fotografia, p&b. Foto apresentada no projeto ABRA Coca-cola. No texto: (FRAIPONT, 1998). D) Transparências Exemplo: Na lista de referências: O QUE acreditar em relação à maconha. São Paulo: CERAVI, 1985. 22 transparências, color., 25 cm x 20 cm. No texto: (O QUE, 1985). E) Gravura Exemplo: Na lista de referências: SAMÚ, R. Vitória, 18,35 horas. 1977. 1 gravura, serigraf., color., 46 cm x 63 cm. Coleção particular. No texto: (SAMÚ, 1977). F) Pintura Exemplo: Na lista de referência: MATTOS, M. D. Paisagem-Quatro Barras, 1987. 1 original de arte, óleo sobre tela, 40 cm x 50 cm. Coleção particular. No texto: (MATTOS, 1987). 52 4.5.9 Referências bibliográficas de documentos obtidos por meio eletrônico Quando se tratar de obras consultadas on-line são essenciais as informações sobre o endereço eletrônico, apresentado entre os sinais < >, precedido da expressão “disponível em”, e data de acesso ao documento, precedida da expressão “Acesso em”. A) Livro on-line Exemplo: Na lista de referências: ASSIS, Machado de. O alienista. São Paulo: Book Store, 2003. Disponível em: <http://vbookstore.uol.com.br/nacional/machadodeassis/alienista.shtml>. Acesso em: 07 jun. 2003 No texto: (ASSIS, 2003). B) Capítulo de livro on-line Exemplo: Na lista de referências: RICARDO, C. A. Os índios e a sociodiversidade nativa no Brasil. In: SILVA, A. L. da; GRUPIONI, L. D. B. (Org.). A temática indígena na escola: novos subsídios para professores de 1º e 2º graus. Brasília: MEC/MARI/UNESCO, 1995. Disponível em: <http://www.bibvirt.futuro.usp.br/index.html>. Acesso em: 10 nov. 2002 No texto: (RICARDO, 1995) C) Enciclopédia em Cd-rom Exemplo: Na lista de referências: KELSEN, J.; GUITRE, F. Enciclopédia de saúde digital 2000. Direção de Gustavo Cristiano. Rio de Janeiro: Abril, 2000. 1 CD-ROM, produzido por Grupo Abril Vídeo. No texto: 53 (KELSEN; GUITRE, 2000). D) Verbete de dicionário on-line Exemplo: Na lista de referências: FILOSOFIA. In: DICIONÁRIO da Língua Portuguesa. Lisboa: Priberam informática, 1999. Disponível em: <http://www.priberam.pt/dlDLPO>. Acesso em: 9 jun.2003. No texto: (FILOSOFIA, 1999). E) Artigo de revista on-line Exemplo: Na lista de referências: MIRUZZI, S.L. A matemática no ensino médio. Net, São Paulo, dez. 2000. Disponível em: <http://www.spnet.com.br/text/mat.html>. Acesso em: 13 jun. 2005. No texto: (MIRUZZI, 2000). F) Artigo de revista on-line não assinada Exemplo: Na lista de referências: UNIX: o melhor para a sua atualização. Revista do Unix, São Paulo, n.12, set. 1999. Disponível em: <http://www.unix.com.br>. Acesso em: 16 jan. 2007. No texto: (UNIX, 1999). Obs: Em artigo, matéria, reportagem em meio eletrônico, os elementos essenciais são: autor(es) (se houver); título do artigo ou da matéria, subtítulo (se houver); título da publicação; local da publicação; numeração correspondente ao volume e/ou ano; fascículo ou número da página inicial e final do artigo ou matéria, as informações de período e data de publicação. 54 G) Matéria de jornal assinada Exemplo: Na lista de referências: SILVA, I.G. Pena de morte para o nascituro. O Estado de São Paulo, São Paulo, 19 set. 1998. Disponível em: <http://www.providafamilia.org/pena_morte_nascituro.html>. Acesso em: 19 set. 2006. No texto: (SILVA, 1998) H) Congresso científico acessado por meio eletrônico Exemplo: Na lista de referências: 2º CONGRESSO DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA DA UNESP, 2.;2002, Bauru. Anais eletrônicos do 2º Congresso de Extensão Universitária da Unesp de Bauru. São Paulo: UNESP-PROEX. Disponível em: <http://www.unesp.br/proex/informativo/edicao2/nov2002/materiais/congressoextensao .htm>. Acesso em: 30 nov. 2005. No texto: (2º CONGRESSO DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA DA UNESP, 2005). I) Trabalho apresentado em congresso em meio eletrônico Exemplo: Na lista de referências: MARTINO, V.F. O ensino de história antiga para criança da Segunda série do Ciclo I do ensino fundamental. In: 2º CONGRESSO DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA DA UNESP, 2, 2002, Bauru. Anais eletrônicos do 2º Congresso de Extensão Universitária da Unesp de Bauru. São Paulo: PROEX/UNESP, 2002. Disponível em: <http://www.proexunesp.org.br/resumos/congresso.htm>. Acesso em: 30 nov. 2006. No texto: (MARTINO, 2002). 55 J) Parte da monografia por meio eletrônico Exemplo: Na lista de referências: RIO DE JANEIRO (Cidade). Secretaria do Desenvolvimento. In: ______. Desenvolvimento econômico do Estado do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro, 2000. V I. Disponível em: <http://www.sd.gov.br/desen.htm>. Acesso em: 12 mar.2007. No texto: (RIO DE JANEIRO, 2000) L) Documento jurídico em meio eletrônico Exemplo: Na lista de referências: BRASIL. Lei n. 9.887 de 7 de setembro de 1999. Altera a legislação tributária federal. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 8 dez. 1999. Disponível em: <http://www.in.gov.br/mp_leis_texto.asp?Id-LEI%209887>. Acesso em: 22 dez 2006. No texto: (BRASIL, 1999) M) Correio Eletrônico (e-mail) Exemplo: Na lista de referências: GUIMARÃES, Eduardo. Bibliografia de educação especial no Brasil. [Mensagem pessoal]. Mensagem recebida por <guimarã[email protected]> em 29 de maio de 2002. No texto: (GUIMARÃES, 2002). É preciso destacar que as mensagens trocadas entre usuários de computadores em rede só devem ser referenciadas quando não se dispuser de nenhuma outra fonte de pesquisa para consultar o tema em estudo. Por terem caráter informal, interpessoal e efêmero, não são recomendáveis como fonte científica. Seus elementos essenciais são: remetente. Assunto da 56 mensagem [mensagem pessoal]. Endereço do destinatário apresentado entre os sinais < >, precedido pela expressão “mensagem recebida por”, e data de acesso. N) Coleções, arquivos em disquetes, cd-rom e software Exemplos: Na lista de referências: COLEÇÃO DE HISTÓRIA DA ARTE NO BRASIL, São Paulo: Folha de São Paulo, 1997. 5 disquetes, 3 ¼ pol. Windows 5.1. No texto: (COLEÇÃO DE HISTÓRIA DA ARTE NO BRASIL, 1997). Na lista de referências: ENCICLOPÉDIA DE SAÚDE. São Paulo: Humus Multimídia, 2001. 1 CD-ROM. Windows 98. No texto: (ENCICLOPÉDIA DE SAÚDE, 2001) Na lista de referências: UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. Sistema Integrado de Bibliotecas. Comissão de Estudos sobre a Comutação Bibliográfica. Programa SISCOMUT: programa automatizado para controle de atendimento da comutação bibliográfica software. São Paulo: SIBI/USP, 1994. Conjunto de Programas. 1 CD-ROM. No texto: (UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO, 1994). 57 BIBLIOGRAFIA ANDRADE, M. M. de. Introdução à metodologia do trabalho científico. 6 ed. São Paulo: Atlas, 2003. ANTUNES, C. Manual de técnicas de dinâmica de grupo de sensibilização de ludopedagogia. Petrópolis: Vozes, 1989. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT). NBR 6023. Informação e documentação – Referências – Elaboração. Rio de Janeiro: Copyright, ago. 2002. _______. NBR 10520. Informação e documentação – Citações em documentos – Apresentação. Rio de Janeiro: Copyright, ago. 2002. _______. NBR 14724. Informação e documentação – Trabalhos acadêmicos – Apresentação. Rio de Janeiro: Copyright , ago. 2002. CÂMARA, C. Cartilha de normalização I. Comentários à norma NBR 14724/2002 com modelos. Ribeirão Preto-SP: C3, set. 2005. CARVALHO, M. C. M de (org). Construindo o saber: Metodologia Científica fundamentos e técnicas. 2 ed. Campinas-SP: Papirus, 1989. FACHIN, O. Fundamentos de metodologia. 5. ed. [rev.] São Paulo: Saraiva, 2006. FAZENDA, I. Metodologia da pesquisa educacional. São Paulo: Cortez, 1997. ______________. Pesquisa em educação e as transformações do conhecimento. Campinas: Papirus, 1993. FILHO, D. P. S. Monografia. T.C.C. Teses. Dissertações. São Paulo: Ed. Futura, 2000. MARCONI, M. de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Técnica de pesquisa. São Paulo: Ed. Atlas, 1991. ______; ______. Fundamentos de metodologia científica. 5 ed. São Paulo; Atlas, 2003. 58 MINICUCCI, A. Dinâmica de grupo. Teorias e Sistemas. São Paulo: Atlas, 1982. PAES, A. J. B.; LEHFELD, N. A. S. Fundamentos de metodologia. São Paulo: Ed. Mc Graw–Hill, 1986. PIETROCOLA, M.Construção e realidade: o realismo científico de Mário Bunge e o ensino de ciências através de modelos. Departamento de Física da Universidade do Rio Grande do Sul. Disponível em:< http://www.if.ufrgs.br/public/ensino/vol4/n3/v4_n3_a3.htm#(13)>. Acesso em : 06 jul. 2006. SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Cortez, 1998. SILVA, Cláudio. Guia de estudos de filosofia. Portal Vetibular1. Disponível em: < http://www.vestibular1.com.br/revisao/filosofia_II.doc>. Acesso em: 06 jul. 2006. 59