2014 Ata n.º 6 – Sessão extraordinária de 7 de novembro ASSEMBLEIA MUNICIPAL DE SERPA SESSÃO EXTRAORDINÁRIA DE 7 DE NOVEMBRO DE 2014 1 2014 Ata n.º 6 – Sessão extraordinária de 7 de novembro ATA N.º 6/2014 Sessão extraordinária da Assembleia Municipal de Serpa realizada no dia 7 de novembro de 2014 Aos sete dias do mês de novembro de dois mil e catorze, reuniu extraordinariamente o Órgão Deliberativo, pelas dezoito horas, na sala de sessões do edifício da Autarquia, convocado de acordo com o estipulado no n.º 1 do artigo 28º da Lei n.º 75/2013, de 12 de setembro. PRESENÇAS Nome Sara de Guadalupe Abraços Romão João Francisco dos Santos Batista, em substituição de Paulo Alexandre Carvalho Pisco José Filipe Nogueira Estevens João Pedro Belourico Cerejo Marques, em substituição de Henrique Jesus Robalo Vilallonga Telma Cristina Cardoso Saião Silva Elisabete Moreno Rebocho Teixeira José Miguel Martins Braga António Manuel Godinho Mariano Francisco António Monteiro da Cruz Ana Cristina Pereira Gomes Paixão Mário José Malveiro Apolinário Maria Lucrécia Mestre Fernandes Panazeite Ângela Maria Sabala Valadas Francisco Parelho Mira Galego José Damião Martins Torrão Félix Elisa Manuela dos Santos Almeida Ricardo Manuel Paixão Arrais, em substituição de Manuel Francisco Carvalho Soares Madalena Afonso Borralho António Manuel Alves Barroso Carvalho Martinho Carla Milene Flores Serra António Lúcio Franco Travessa, Presidente da Junta de Freguesia de Brinches José Augusto Martins Moreira, Presidente da Junta de Freguesia de Pias José António Malveiro Monteiro, Presidente da União das Freguesias de Serpa (Salvador e Santa Maria) Maria Manuela Martins Valente Pica, Presidente da União das Freguesias de Vila Nova de S.Bento e Vale de Vargo Bento José Santana Godinho, Presidente da Junta de Freguesia de Vila Verde de Ficalho 2 2014 Ata n.º 6 – Sessão extraordinária de 7 de novembro FALTAS Manuel Pimenta Morgado Baiôa Participação dos membros da Câmara Municipal De harmonia com o estipulado no artigo 48º da Lei n.º 169/99, de 18 de setembro, com a redação dada pela Lei n.º 5-A/2002, de 11 de janeiro e artigo 20.º do Regimento, encontrava-se presente na sessão, a representar o Órgão Executivo, o Sr. Presidente da Câmara, Tomé Alexandre Martins Pires e participaram também os Senhores Vereadores Carlos Alberto Bule Martins Alves, Daniel Abraços Veiga, Paula Jesus Godinho Pais Soares e Miguel Graça Valadas. A ordem de trabalhos desta sessão é a seguinte, a qual foi distribuída por todos os eleitos, junto com a respetiva convocatória: 1. PERÍODO DE “ORDEM DO DIA” 1.1.Proposta de Plano de Saneamento Financeiro 2. PERÍODO DE “INTERVENÇÃO DO PÚBLICO” JUSTIFICAÇÃO DE FALTAS Foi dado conhecimento da justificação das seguintes faltas, relativas à sessão de hoje, de acordo com o disposto no artigo 29.º n.º 1 alínea j) e n.º 2 da Lei n.º 75/2013, de 12 de setembro e artigo 5.º do Regimento: ELEITO SUBSTITUTO Substituições nos termos do artigo 78.º e 79.º da Lei n.º 169/99, de 18 de setembro, com a redação da Lei n.º 5-A/2002, de 11 de janeiro e art.º 50.º e 54.º do Regimento Sr. MANUEL CARVALHO SOARES (pedido de substituição por ausência inferior a 30 dias) Sr. HENRIQUE JESUS VILALLONGA (pedido de justificação de falta e substituição, por motivos profissionais) Sr. PAULO CARVALHO SOARES (pedido de substituição por ausência inferior a 30 dias) Sr. MANUEL MORGADO BAIÔA (pedido de justificação de falta, por motivos profissionais) Substituído pelo Sr. Ricardo Manuel Paixão Arrais Substituído pelo Sr. João Pedro Cerejo Marques Substituído pelo Sr. João Francisco Batista -------------- 3 2014 Ata n.º 6 – Sessão extraordinária de 7 de novembro 1. PERÍODO DE “ORDEM DO DIA” 1.1.Proposta de Plano de Saneamento Financeiro A seguir transcreve-se a deliberação proferida pela Câmara Municipal, na reunião ordinária realizada no dia 31 do corrente mês de outubro, respeitante ao assunto designado em epígrafe: «Proposta de Plano de Saneamento Financeiro Na sequência de deliberações anteriores sobre o assunto, procedeu-se a um processo de consulta aos bancos, tendo sido convidadas sete entidades bancárias para apresentar propostas, a seguir enunciadas: Banco BPI, S.A.; Santander Totta; Caixa Geral de Depósitos, S. A.; Montepio; CCAM Guadiana Interior, C.R.L.; Novo Banco, S.A. e, Millennium BCP. Dos bancos em causa, apenas a Caixa Geral de Depósitos, S.A. apresentou proposta, que se anexa à presente ata. Neste sentido, propõe o Sr. Presidente à Câmara Municipal que aprove e submeta a autorização da assembleia municipal, a contratação de um empréstimo com a Caixa Geral de Depósitos, S.A. com o montante até 3.600.000 Euros, pelo prazo de 10 anos, com um ano de carência. O empréstimo vencerá juros a uma taxa nominal variável correspondente à média aritmética simples da Euribor (base 360 dias) a 6 meses, apurada nos termos da proposta, acrescida de um “spread” de 2,35%. O empréstimo destina-se a Saneamento Financeiro. Propõe também a aprovação e submissão a deliberação da assembleia municipal, o Plano de Saneamento Financeiro para o período em causa, documento que se anexa à presente ata, dela fazendo parte integrante. Deliberação Face ao exposto, a Câmara Municipal deliberou, por maioria, com três votos contra dos Senhores Vereadores do Partido Socialista, nos termos do artigo 25.º n.º 1 alínea f) da Lei n.º 75/2013, de 12 de setembro e artigo 58.º da Lei n.º 73/2013, de 3 de setembro, solicitar autorização à Assembleia Municipal para a contratação de um empréstimo com a Caixa Geral de Depósitos, S.A. com o montante até 3.600.000 Euros, pelo prazo de 10 anos, com um ano de carência, que se destina a saneamento financeiro e nos termos do artigo 59.º da Lei n.º 73/2013, de 3 de setembro, solicitar à Assembleia Municipal a aprovação do respetivo Plano de Saneamento Financeiro. ----- 4 2014 Ata n.º 6 – Sessão extraordinária de 7 de novembro Intervenções Interveio o Sr. Presidente da Câmara, começando por referir que numa anterior sessão da Assembleia Municipal já tinham sido explicadas, todas as situações que levaram ao desequilíbrio financeiro, nomeadamente um dos principais fatores, que passa pela redução de transferências num período em que havia compromissos assumidos pela autarquia, nomeadamente, no que diz respeito ao Quadro Comunitário de Apoio, e não existia outra forma senão dar continuidade às obras iniciadas, foi a opção tomada e foi a que contribuiu de uma forma mais pesada para este desequilíbrio financeiro. Refere ainda que a Lei das Finanças Locais, de setembro de 2013 abriu a hipótese à existência de uma proposta de saneamento financeiro e foi um processo que surgiu de uma forma voluntária, ou seja, no momento em que demos inicio ao processo, a divida da autarquia estraria na ordem dos 115% e a lei refere que qualquer município que ultrapasse os 100% pode requerer esse mecanismo e avançar para um saneamento financeiro. As Câmaras devem avançar para um saneamento financeiro, a partir dos 300% de divida. Os municípios que se encontram entre os 225% e os 300% têm um período em que podem apresentar um saneamento de forma voluntária e decorrido esse prazo também são obrigados a iniciar o saneamento financeiro através do FAME. Concretamente em relação ao Plano de Saneamento, estão apresentadas no documento as razões que levaram à sua execução e as medidas que se pretendem tomar durante o período de vigência deste Plano, que vai além do período de empréstimo, sendo o empréstimo até dez anos e o Plano vai até doze anos. As orientações indicadas têm que ser cumpridas para atingir os objetivos, sendo que o objetivo maior é reduzir a divida e ficar abaixo dos 100%, prevendo-se que isso se verifique em 2016. Por fim, diz ainda que foram consultadas sete entidades bancárias, tendo apenas a Caixa Geral de Depósitos apresentado proposta e felizmente uma proposta bastante positiva e pelas taxas apresentadas não se considerou necessário utilizar o tempo máximo de 14 anos para estes processos de saneamento, conforme previsto na Lei das Finanças Locais. -------------------------------------------------------------------------------------------Seguiu-se o Sr. António Mariano para solicitar um esclarecimento, no sentido de saber se se trata apenas da aprovação do Plano de Saneamento Financeiro ou se se aprova também o empréstimo, tendo a Srª Presidente da Assembleia Municipal respondido que a contratação do empréstimo integra e faz parte do Plano de Saneamento Financeiro, o qual integra várias medidas e entre elas a contratação do empréstimo e ele só é exequível, mediante essa contratação, pelo que, apenas se vota o Plano de Saneamento Financeiro como documento único. ------------------------------------------------- 5 2014 Ata n.º 6 – Sessão extraordinária de 7 de novembro Face a esta informação, o Sr. António Mariano, em representação dos eleitos do Partido Socialista, solicitou a interrupção da sessão por cinco minutos para que possam reunir, antes da votação deste assunto. -------------------------------------------------------------De acordo com o solicitado, a Srª Presidente da Mesa informou que a sessão seria interrompida para um pequeno intervalo. ----------------------------------------------------------Retomada a sessão, a Srª Presidente da Mesa questionou se existiam inscrições para uso da palavra e não se tendo registado intervenções, foi o assunto colocado a votação. ------------------------------------------------------------------------------------------------------Deliberação Analisado o assunto, a Assembleia Municipal deliberou, por maioria absoluta dos membros em efetividade de funções, com 8 (oito) votos contra dos eleitos do PS, uma abstenção do eleito do PSD e 16 (dezasseis) votos favoráveis dos eleitos da CDU, aprovar a Proposta de Plano de Saneamento Financeiro, que inclui a contratação de um empréstimo com a Caixa Geral de Depósitos, S.A. com o montante até 3.600.000 Euros, pelo prazo de 10 anos, com um ano de carência. ----------------------------------------Consta de pasta anexa à presente ata, dela fazendo parte integrante, o Plano de Saneamento Financeiro, bem como a proposta da Caixa Geral de Depósitos. -------------Declaração de voto do Partido Socialista Interveio o Sr. António Mariano, para em nome dos eleitos do PS apresentar a seguinte declaração de voto: «A razão do nosso voto contra tem a ver sobretudo com a fundamentação do documento, com a qual não concordamos nalgumas passagens, nomeadamente, com a forma, com alguma carga ideológica que se encontra nessa fundamentação, onde a Câmara não assume algumas responsabilidades, nomeadamente de alguns investimentos que provavelmente foram feitos nos últimos anos, já quando a situação era um tanto ao quanto difícil e também porque a nível central já tinham sido cortadas algumas verbas e continuaram a ser feitos alguns investimentos com os quais não concordamos e há documentos, quer na Câmara quer na Assembleia Municipal, onde nós, grupo do Partido Socialista, se manifestou. Também consideramos que é uma herança muito pesada para os futuros autarcas, que nas próximas eleições poderão tomar as rédeas desta Câmara e como tal votamos contra. No entanto, estamos cientes que o empréstimo é fundamental e se houvesse hipóteses de se terem votado os dois documentos em separado, teríamos votado contra o Plano, mas a favor do empréstimo, uma vez que sabemos que ele é fundamental para o saneamento financeiro da Câmara e para fazer face a compromissos já assumidos.» --------------------------------------------------------------------------6 2014 Ata n.º 6 – Sessão extraordinária de 7 de novembro 2. PERÍODO DE “INTERVENÇÃO DO PÚBLICO” Foi dada a palavra ao Sr. José Maria Louzeiro Morgado Gomes, residente em Serpa, que começou por dizer que há cerca de um ano, surgiram indagações nesta Assembleia sobre a sua firma, a Alfabeto Divertido, por parte do PS, onde estão pessoas que admira muito e por quem tem muita consideração, algumas pessoas trabalhadoras e honestas, que acreditam no seu partido. Calcula que essas indagações foram feitas, perguntando o que ele fazia e o que não fazia e houve uma pressão para saber qual era o seu trabalho. Considera que há um desconhecimento total da pessoa que fez isso, quando uma pessoa está adstrita a uma câmara e faz um contrato, tem que haver um certo sigilo, mas calcula que a pessoa tivesse perguntado para aprender consigo. Diz ainda que esse individuo, talvez por situações políticas com o João Rocha tenha feito isso e que tentou saber quem era pessoa, mas que ninguém sabe, ninguém o conhece, o que lamenta para o PS, e quem o conhece fala dele quase como um inimigo, que não presta e que tem um feitio horrível, que prejudica os colegas. Diz que tem provas disso e se quiserem por escrito também arranja. Prossegue referindo que pretende dizer a esse senhor, que nem sabe o nome dele, que parece que é “tarinho”, mas sabe que é professor, mas queria dizer-lhe para ter cuidado, para não se meter com as pessoas, que se meta no trabalho dele, que se dê bem e que não venha lá de fora destabilizar. Diz ainda que se dá bem com toda a gente, todos conhecem o seu trabalho, mas essa pessoa não tem nada que saber, pois também não lhe interessa a vida dele, pois caso se interessasse e com as testemunhas que tem, já o tinha saneado. Pretende que esse senhor nunca mais o chateie com essas brincadeiras porque não tem nada a ver com o assunto, pois tem o seu contrato agora com o atual Presidente, pessoa com quem não se dava muito bem ao princípio, pois não gostava muito do Tomé, mas neste momento aceita-o porque já viu muitas coisas, mas ao princípio foi difícil. Contudo, o seu contrato está quase a terminar e já vai assinar contrato em julho com mais duas Câmaras. Termina este assunto dizendo que, caso esse senhor queira dizer alguma coisa, nem irá ouvir, porque para si ele não existe e mais uma vez diz para ele ter cuidado. Aborda ainda outro assunto relacionado com os olivais no concelho de Serpa, dizendo que gostaria que verificassem que em Espanha já existe uma lei que limita a existência de olivais novos, evitando a sua plantação, uma vez que estraga os aquíferos e também para evitar o uso de químicos, bem como o arranque de oliveiras muito antigas. ------------------------------------------------------------------------------------------------------Seguiu-se a intervenção do Sr. António Mariano para em nome dos eleitos do PS, exercer o direito de defesa da honra da sua bancada. Começou por dizer que já tem assistido a alguns momentos insólitos na Assembleia Municipal e recorda-se da intervenção de algumas pessoas, mas de um nível tão baixo como a que agora assistiu, nunca tinha ouvido. Diz ainda que nunca poderia essa 7 2014 Ata n.º 6 – Sessão extraordinária de 7 de novembro pessoa pedir o saneamento de alguém eleito democraticamente pelos munícipes e também considera que é muito baixo tratar o Senhor Presidente da Câmara por Tomé. Ameaçou uma serie de pessoas nesta Assembleia e considera que, no futuro, este tipo de intervenções, devem ser mais moderadas na linguagem e devem perceber que se está num órgão que foi eleito democraticamente, e deve-se respeitar todas as pessoas que foram eleitas. Ao longo de mais de vinte anos em que tem sido eleito neste órgão, sempre tem havido respeito mutuo por todos, embora existam algumas discussões mais acesas, mas é um trabalho politico feito em prol do desenvolvimento do concelho e agora depara-se com um senhor, que não conhece, a fazer uma intervenção que é do mais “rasca” que tem ouvido (e pede desculpa pelo termo utilizado). ---------------------Seguiu-se a intervenção do Sr. Alberto Matos para abordar o assunto relacionado com os acessos ao centro escolar, congratulando-se com a forma eficiente e rápida pela conclusão das obras de acesso ao centro escolar. Manifesta ainda um particular agrado, pois no acompanhamento dessa obra e não só, várias vezes se encontrou de manhã com o Sr. Presidente e Vereadores e é muito importante esse acompanhamento de proximidade. Diz ainda que estão a decorrer algumas obras, que terão a ver com os pilares das coberturas que vão ser instaladas, obras estas que serão bastante importantes e apesar das dificuldades financeiras, existem prioridades e a educação é seguramente uma delas. Coloca ainda uma questão relacionada com a CAF - Componente de Apoio à Família e com o prolongamento de horário e embora compreendendo as dificuldades, pretende deixar um alerta. Essas atividades que decorrem entre as 15H30 e as 17H30 e nalguns dias são passadas no edifício escolar, mas existem outras atividades programadas, sendo uma realizada com regularidade na biblioteca, outra na piscina e também um dia reservado para passeios, o que cria rotinas, e bem nas próprias crianças. Refere que no dia de hoje, as crianças prepararam-se para a deslocação à piscina, mas devido à falta de pessoal não houve possibilidade de realizar esta atividade e não lhe parece que tenha sido uma situação pontual, por isso preocupa-o e sabe que existe uma responsabilidade grande por parte do Ministério da Educação, mas o Município participa e bem, nomeadamente na colocação de pessoal que acompanha as crianças para estas atividades. Além disso, esta CAF também é comparticipada pelas famílias, num valor social que é justo e baixo. Gostaria de saber se as dificuldades verificadas são pontuais ou se existem dificuldades estruturais e maiores. -------------------------------Usou da palavra o Sr. Presidente da Câmara, começando por dizer que a principal dificuldade estrutural é o próprio Ministério da Educação. Em relação aos acessos ao centro escolar, eles ainda não estão concluídos, o que se concluiu foi o asfaltamento, faltando ainda a sinalização e definir como se irá regulamentar o trânsito, mesmo junto à entrada da escola, estando previsto fazer isso durante as férias do Natal e até lá serão convocados a escola, a Associação de Pais, os bombeiros, a GNR e a escola de condução, ouvindo assim todas as partes interessadas, para se definir a melhor solução e para que no inicio do 2.º período escolar esteja a sinalização efetuada. 8 2014 Ata n.º 6 – Sessão extraordinária de 7 de novembro Em relação aos buracos que agora se encontram abertos e que têm uma sinalização e proteção para que as crianças não se aproximem, tem a ver com as obras para as coberturas que irão ligar os edifícios, do centro escolar ao refeitório e também ao pavilhão e aumentar a zona que estava destinada a recreio e duas ligações à parte nova do centro escolar e ao edifício que já existia, bem como a ligação até ao exterior da escola para proteger da chuva e prevê-se que essa obra esteja concluída até final deste mês, prazos estes que são indicados aquando da contratação da obra, podendo acontecer sempre alguma situação que possa atrasar as obras. Quanto à falta de pessoal, refere que é um problema que não é fácil de resolver e desde o início do ano letivo que nos tem sido solicitado por parte da escola alguns trabalhadores para compensar as faltas que existem e neste momento a Câmara está a avançar para além das suas competências, colocando até pessoas no refeitório e inclusivamente alguns trabalhadores que fazem parte do quadro da escola e do Ministério da Educação e que estão doentes com baixa, a Câmara tem socorrido algumas destas situações. Neste momento, a legislação também não é clara e não se sabe quantas pessoas deveremos ter para prestar apoio nesta área, não estando definida a fronteira entre as competências da autarquia e do Ministério da Educação, mas mesmo com essa indefinição, tem existido uma ligação muita direta entre a Câmara Municipal e o Agrupamento de Escolas, de forma a se atenuar ao máximo os problemas e vamos verificar a situação no que diz respeito à piscina, para tentar que as crianças não falhem as suas atividades. Termina dizendo que, da parte da autarquia a colaboração será máxima e em conjunto com a escola, tentar-se-á atenuar as dificuldades que no ponto de vista da autarquia, são criadas essencialmente pelas más leis em relação à definição de competências e também pela má política ao nível do ensino, por parte do Governo e nomeadamente por parte do Ministro da Educação. -----------------------------------------------------------------APROVAÇÃO EM MINUTA Nos termos do n.º 3 do artigo 57º da Lei n.º 75/2013, de 12 de setembro e para efeitos do disposto no n.º 4 do artigo 57.º do citado diploma legal, no final da sessão, foi o assunto da ordem de trabalhos aprovado em minuta, por unanimidade. A Srª Presidente da Mesa declarou encerrada a presente sessão, eram 18H45, da qual para constar, se lavrou a presente ata, nos termos do artigo 57.º da Lei n.º 75/2013, de 12 de setembro e n.º 3 do art.º 39.º do Regimento da Assembleia, que eu, Anabela Baleizão Cataluna, Técnica Superior, nomeada por despacho do Presidente da Câmara, datado de 15 de outubro de 2013, para secretariar as reuniões do Órgão Deliberativo, redigi e subscrevo. ------------------A Presidente A Secretária ________________________ ______________________ (Sara de Guadalupe Abraços Romão) (Anabela Baleizão Cataluna) 9 2014 Ata n.º 6 – Sessão extraordinária de 7 de novembro DOCUMENTOS QUE SE ARQUIVAM EM PASTA ANEXA À ATA SESSÃO EXTRAORDINÁRIA DA ASSEMBLEIA MUNICIPAL REALIZADA NO DIA 7 DE NOVEMBRO DE 2014 ANEXO 1 – PLANO DE SANEAMENTO FINANCEIRO E PROPOSTA DA CAIXA GERAL DE DEPÓSITOS 10