A1 EXMO. SR. CORREGEDOR GERAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE SÃO PAULO. ANEXO À DENÚNCIA - No. 0008304/03 de 20.01.03 Exmo. Sr. Corregedor, após a denúncia acima, protocolada na cidade de São Paulo, na sub área de apoio administrativo – Protocolo Geral, fone: 011.3119-9017 protocolei documento, junto ao Ministério Público Federal, em 07.11.03, sob o número: 2003.000845, citando meu total desconforto em relação à audiência de conciliação de revisional de alimentos, ocorrida em 22.09.03. Demonstro timidamente, pois somente eu assisti ao evento (Item: 02, pág. 06 e 07 da denúncia inicial, anexo). Este documento foi encaminhado pelo MPF para o MP de São Paulo. Na realidade eu havia procurado outro ministério devido perceber que a denúncia “titular”, constando várias autoridades daquele Fórum, não os intimidou em absolutamente nada. Exmo. Senhor, não possuo nenhuma outra alternativa contra estes seres. Vejo o clamor público e até mesmo o Congresso Nacional tentando uma mudança de um “câncer” maligno: “REFORMA DO JUDICIÁRIO”. Sendo hoje um mendigo, mas pós-graduado em Engenharia Econômica, jamais tive informação que um país deixou de investir em outro, devido à “ineficiência” da justiça, pois sempre observamos fatores econômicos. Hoje é nossa realidade! Estou há 10 (dez) anos assistindo esta desordem. VEJAMOS: Em minha separação, assinei como pensão, em torno de 106% de meu salário. Além da “sagacidade” dos adversários, eu não tinha coragem para negar, pois estava em pânico por medo de perder meus filhos. A partir do momento que conseguiram este montante, pagaram R$20.000,00 para o juiz Ramon Mateo Filho (denunciado) que me cassou o direito de vê-los. Em 31.08.2001 já decidido a pagar por minha conta e ordem, somente os 40% que eram descontados e depositados automaticamente na conta da ex-mulher, não mais resisti e entrei com uma Ação Revisional de Alimentos, processo: 160/97, 1a. Vara de Família, Santos-SP. Meu filho extraconjugal, totalmente incapaz para o trabalho, havia casado, estava com 02 filhos, hoje com 03 (três) e a esposa, doméstica. Minha advogada detalhou meu início de estado de “miséria”. A saudade de meus filhos, a preocupação e despesas com os 17 (dezessete) processos que enfrentei (págs. 4 e 5 da denúncia inicial, anexo), o risco da perda do emprego, que aconteceu, a dificuldade de outra colocação pelos fatos citados, enfim, veio a miséria total, veja documentos em que durmo e me alimento em “albergues” ( págs.4 e 5, anexo). Pelos fatos citados e a certeza da vitória, para o processo acima, em 06.08.02 foi nomeado um advogado público, Dr. Arioswaldo Maurício Ramos. Em 22.09.2003 data da audiência de conciliação, tendo o advogado faltado, vi-me em apuros com a juíza que piscava os olhos para minha exesposa e o promotor que tentei denunciar ao MPF. Tentava me extorquir de forma que eu desse 30% de meu salário para 03 (três) filhos “ricos”. A mãe, fiscal de Rendas. Caso eu desse, eticamente, na mesma proporção para os 05 (cinco) paupérrimos, citados claramente no processo; com fotos, despesas, declarações, certidões, testemunhas, inclusive com total conhecimento da “criminosa”, estaria comprometido 80% de meu salário. Porque surgiram estes inimigos? O que conseguiriam me massacrando desnecessariamente, uma vez que o Dr. Lauro Soto, aquele que não só compra juizes e promotores, como também delegados de polícia, é rico, e passou a ser o padrasto de meus filhos, que com muita dor informo que não os vejo mais! Eles jamais se interessariam por um mendigo. Embora nesta ocasião eu tenha feito a denúncia do ocorrido, e protocolado uma cópia que foi anexada ao processo, só esperava a vitória. O caso se tornou puramente matemático e não tinha saída. Senti o A2 desejo dos mesmos em punir-me, mas como e por quê? Será que foi suborno, novamente, mesmo eu tendo escrito um livro sobre? Para que se entenda o escrito abaixo, há necessidade da informação seguinte: Eu tinha sido exonerado da Secretaria de Fazenda do Estado de São Paulo, tudo armado pela citada ex-esposa, mas não deu certo. A denúncia feita por mim, em si, me colocaria de volta ao trabalho. Caso o processo citado fosse concluído antes de meu retorno, minha pensão não seria automaticamente depositada na conta da “corrupta”. Se meus filhos vierem a mim saberão a verdade sobre a mãe e o padrasto! Até a presente data, não consegui entender, se existe interesse do MP em desvendar um crime como o acontecido comigo. Mas, não tenho opções. Esta denuncia, por exemplo, não seria somente para descobrir se os criminosos compraram mais uma juíza! Não seria novidade! Mas, sim, para poder entender o comportamento dos calhordas, em manipular estes péssimos profissionais. Chegaríamos assim a provas concretas do crime que me condenava à “morte” há 10 anos. Superei a depressão em que me encontrava, por inteira interferência de “Jesus Cristo” e os surpreendi. Afirmo que eles não foram tão perfeitos, o problema é que somos horríveis em investigação. Desvendaria tudo no caso de não ter me tornado um “mendigo”. O desespero dos citados, após eu ter sido absolvido em 17 (dezessete) processos, foi notório. - O primeiro fato notório, foi o fato da juíza Thatyana A. M. Brabo, após a audiência de conciliação, dar sugestão aos “suspeitos”, dizendo que eles podiam pedir para ouvir meus filhos em Minas Gerais. Como a “suspeita” conhecia perfeitamente meu filho e todos os fatos, aqui narrados, e havia sido citada no processo, talvez tenha se distraído. A juíza se interessou por uma carta precatória desnecessária. Desta forma, ganharam alguns meses de prazo. - Em 11.03.05, foi publicado no D.O. minha absolvição no processo, já esperado por eles. Desconfiado e sentindo que os suspeitos não deixariam as crianças se aproximarem de mim. Questão de vida ou morte para eles. Não tentei nenhum processo de reintegração. - Mesmo sem sequer como me alimentar e sem a certeza do reingresso, mantive-me na espreita. Além do desejo de ver meus filhos, existiam grandes possibilidades de que tentassem algo, até contra a minha vida. Seria, então, a minha vez. Desta vez, a iniciativa foi de uma promotora, Dra. Beatriz Helena, tudo muito demorado, teve o atrevimento de solicitar a Secretaria de Fazenda do Estado, minha posição. A suspeita, sabendo de minhas condições miseráveis, jamais acreditaria que eu preferiria passar fome, que deixar de ver meus filhos. A “quadrilha” acreditou que eu havia dado entrada num mandado de segurança e aguardava a conclusão da revisão de pensão, então o ofício que pede para vasculhar meu provável retorno. E, a mesma se sente tão “poderosa” que manda arrancar do processo a denúncia que fiz ao MPF (Ver doc. Pág. 06). Com certeza me pegariam. Por infelicidade não encontraram absolutamente nada (ver doc. Pág. 07). Minha situação era dramática e devido à pressão que eu fazia ao Advogado público, Dr. Arioswaldo, que não tinha culpa, o mesmo pediu demissão, não só de meu processo, mas do órgão. Encontrava-se deprimido e decepcionado. Eu fiquei revoltado contra o mesmo, injustamente. Pois, a culpa era das autoridades, e não dele. Decidi pedir “esmolas”, viajar para Santos e ver pessoalmente o que acontecia, pois me encontrava em Volta Redonda - RJ. Há 04 anos não recebo um pagamento (doc. Pág. 08, anexo). Na sala da juíza, nova e inexperiente, facilmente manipulável por velhos profissionais como o calhorda Lauro Soto e a doente Maria Aparecida F. Lima, a juíza mandou dizer-me que não me atenderia. Ela disse: “Só atendo advogado!”. Imediatamente, informei à mesma que ela iria me atender de qualquer forma. Não daria nenhuma alternativa, e pronto. Em alguns minutos surgiram dois policiais que permaneceram no local. Após alguns minutos ela apareceu ainda A3 “prepotente”, dizendo que naquele processo não existia advogado, e só se comportou melhor, quando eu disse que também não existia juiz, nem tão pouco um promotor. - Torna-se vergonhoso abordar o assunto, porém, é a verdade. Depois de descobrirem minha tática de “guerra”, precisavam ganhar ainda mais tempo. Informo que estas autoridades sequer, sabem o que é ter “vergonha na cara”. Minha filha mais velha, que estava com 17 anos na época, hoje se encontra com 24 anos, formada e independente. O filho que tinha 12 anos está fazendo 19 anos. Que problema eu teria com pensões, não fosse o desejo de vê-los? Tentarei, sim, em caráter de emergência uma “pensão” de minha filha até acertar as coisas. Aquelas “estúpidas”, se não acreditam em punições funcionais, deveriam acreditar pelo menos em “Deus”! Hoje faço uma faculdade de “Teologia” em agradecimento às bênçãos recebidas ( ver doc. Pág. 09, anexo), e não me importaria em passar um pouco de meu crescimento espiritual para estes inimigos do “Senhor”! Basta me solicitarem. A quadrilha está perdendo. Mas, como são prepotentes, e, talvez, foram bem pagas, isto não pode acontecer. Tinham que substituir o advogado que se demitiu, então foi fácil, cometeram um erro irreparável. Solicitaram um novo advogado, Dr. Mateus Rocha Antunes. Que não faz parte do convênio de assistência judiciária ( ver doc. Pág. 10, anexo). Entrei em contato com o mesmo. Ele não sabe como foi inserido no processo, e não pode fazer o trabalho. Então, novamente, elas irão ganhar mais tempo! Até quando? Quem elas pensam ser? Exmo. Sr. Corregedor do Ministério Público do Estado de São Paulo, seria difícil, para o senhor, ou para qualquer cidadão, observar que o trabalho feito por estas autoridades, é extremamente “particular”, fugindo completamente do objetivo inicial, que seria uma revisão de pensão, que se tornou desnecessária há tempos, passando para um “acirrado” e “arriscado” jogo: proibir um pai de ver os filhos, “descaradamente”? Volta Redonda, 02 de fevereiro de 2007. ___________________ Wilson Camilo Silva RG. 7.304.604-RJ A4 Ao: Ministério Público do Estado de São Paulo. EM DEUS NÓS ACREDITAMOS “I N G O D W E T RU S T” “PÓS ESCRITO” Tendo protocolado em 20.01.03, a denúncia sob o nº 0008304/03, tenho o orgulho de após 08 anos e 03 meses de massacre, estar ainda vivo e “vivo em Deus”. Após uma proposta indecorosa de uma promotora, e pela primeira vez ofereceram-me uma absolvição, justamente de uma “coação no decurso do processo” (processo: 666/02, 27ª vara criminal-SP). Criada pelo “Crápula” procurador do Estado Sr. Ricardo Correa, denunciado neste conceituado órgão. Desejo parabenizá-los, pela mudança no comportamento das supostas vítimas. Inimigos, porém ainda não sei o porquê? Agradeço, ainda, com o mais profundo respeito, minha absolvição (covarde, mas jamais a teria) no processo nº 3492513, TJ-2ª instância (concussão, não existente) . Tenho consciência que sem a denuncia propriamente dita, jamais teria algum êxito. Após 08(oito) tentativas, desde 14 de dezembro de 2004. Não consegui um bom advogado para um possível “Mandado de segurança”, a partir de uma absolvição com dizeres que dificultam a “readmissão”. Tentarei uma reintegração, somente pelo fato de já ter direito a “aposentadoria”. Pude observar que os mesmos, após tomar consciência de meu trabalho, tornam-se inseguros e o devolve. Jamais esclarecem as verdades que seriam: 1-Torna-se “anti ético” trabalhar para um cliente que denunciou várias autoridades que de certa forma, amigos. Medo do “revanchismo”. 2-Mesmo sendo “extremamente” capazes e consciente do trabalho, não podem confiar em “juízes”. Mesmo não sendo a verdade, acreditam que poderão ser denunciados. 3-Não possuo uma quantia que pague este desconforto. 4- Advogados experientes afirmaram que eu seria assassinado. 5- Etc... A5 Gostaria de informar que estando candidato a cargo público em outro estado da federação, justamente pelos frutos do sofrimento que me foi imposto, em relação a Secretaria de Fazenda, tenho dúvidas quanto: Seria mais interessante a continuidade da punição (não reintegração) ou não? Há 02(dois) anos antes de minha “falsa” absolvição pelo Tribunal de Justiça, fui descoberto por diretores de cinema e concorro em todo o Brasil com um filme, curta metragem. “IN GOD WE TRUST” (Ver fita de vídeo nº 3 ou DVD nº 2, anexo). Da mesma forma, não consigo imaginar qual seria melhor; Iniciar uma campanha política na Av. Paulista, próximo à possíveis patrocinadores, em um “albergue” onde algumas vezes estive nos últimos meses ou em uma “prisão”, onde poderei desenvolver, ainda mais, minha tese sobre a SAAA(Síndrome de Alienação Adiquirida pelas Autoridades). Gostaria de desculpar-me às diversas autoridades que envio este trabalho, pela falta de um índice, ou mesmo a separação do assunto tratado em cada processo, porém só existem dois fatos: Minha separação conjugal e o “fracasso” da justiça. Estava em total desconforto, inexperiente e apressado, quando escrevia, desculpem-me também quando isto repercutiu em meu trabalho. Prometo que em meus 02 (dois) próximos livros isto não acontecerá. Serei auxiliado. Abordarei assuntos como: Uma vez que a justiça atinge níveis tão baixo de assertividade e a informática, um exemplo de excelência conhecido, poderemos substituir até mais que 50%(cinqüenta por cento) de juízes e promotores, por programas de computadores. Em 1ª instância, partilhas de bens, multas e revisões de pensão, praticamente os eliminariam , pois juntamente com o resultado da máquina, seriam entregues ao “réu”, que muitas vezes é “vítima”, em apenas 10(dez) dias, uma relação contendo resultados de juízes, a total “discrepância” nos resultados desestimularia pedidos de recursos. Não existiria corrupção e/ou tráfico de influências. Não deixando de citar aos interessados, que este mesmo processo pode durar 15(quinze) anos. Não seria aconselhável meu exemplo, pois certamente seria eliminada a classe. Em se tratando de outros crimes, o réu poderá receber benefícios, como redução de pena. Com a economia levantada, poderemos enriquecer a justiça principalmente com o principal: “evangelização”. Quantidade de anos na prisão só demonstra falta de bom senso. Tudo isto será detalhado. Não sendo mais um “calouro”, passou a significar muito o fato de meu processo: TJ-3492513/1-00, 2ª instância, ter passado em mãos de “excelentes profissionais” e acabar em mãos de uma jovem e inexperiente juíza, Drª. Érica “Mascarenhas”, em 1ª instância. Acredito então nos comentários do “crápula” Ricardo Corrêa, afirmando que o governador, após assistir o “Globo repórter”, com nossa reportagem, telefonou pedindo para que fôssemos demitidos rapidamente. Sequer conhecia os fatos. A6 -Às folhas 04 e 05, seguem uma relação constando “falsos” crimes cometidos por mim, todos com as devidas “testemunhas”. Por uma dádiva de “DEUS”, o “marginal e mentiroso” Sr. Mascarenhas, não as conseguiu. Somente conseguiu “crédito” com a própria “justiça”. Em seguida meus procedimentos para a “sobrevivência”. -Tenho a informar que a cada 100.000(cem mil) homens que passarem o que passei, pelo menos 99.999(noventa e nove mil novecentos e noventa e nove) estariam mortos em menos de 01(um) ano. Torna-se então difícil, vir a tona erros graves de nossa “justiça” para as devidas correções. -Seguem às páginas: 06, 07 e 08, denúncia protocolada junto ao Ministério Público Federal, sob. o nº 2003.000845 de 07.11.03. Que “DEUS” abençoe todos vocês! __________________________ WILSON CAMILO SILVA A7 Vejam: Mostrarei, com este pequeno trabalho, e logicamente não deverá ser usado o rigor “irresponsável” cometido com minha pessoa. Estão expostos a condenações, sendo que poucas vezes, por “incapacidade”. DENUCIEI AO MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE S. PAULO: abcdefghi- 07 (sete) Juizes de Direito 04 (quatro) Promotores 01 (um) Procurador do Estado (Corregedor) 01 (um) Delegado Regional Tributário 03 (três) Chefes de Postos Fiscais 03 (três) Delegados de Policia Civil 02 (dois) Escrivãs da Policia Civil 06 (seis) Policiais Militares 02 (dois) Policias Rodoviários Federais. Este trabalho encontra-se detalhado em meu site: www.wilsoncamilo.org. JUSTIÇA? Conhecido como um homem “religioso” e “bem sucedido”, até 44 anos de idade, desconhecia: Delegacia, Fórum, Ministério Público, SPC, SERASA, Corregedoria, etc...Naturalmente com a mesma formação “moral” e “espiritualidade”, após decidir por uma separação conjugal, hoje tenho a exibir: 01 T.C. No. 440/97 Acusação: Ameaça ao irmão da esposa. Desmentiu no Fórum. (Absolvido) 01 T.C. No. 73/98 Acusação: Agressão a filha. (Absolvido) 01 T.C. No. 501/02 Acusação: Perturbação da tranqüilidade queria ver os filhos. (Absolvido) 01 Proc. No. 11.968/97 Acusação: Concussão – Secretaria de Fazenda. 01 Proc. No. 3.492.515-308/97 Acusação: Concussão-Secretaria de Justiça, sabedores de minha inocência. De uma forma covarde e suja, fui... (Absolvido) 01 T.C. No. 53/03 Acusação: Ameaça do meu ex-advogado - amante da minha exmulher. (Absolvido) 01 T.C. No. 153/03 Acusação: Idem...Idem...Idem... (Absolvido) 01 T.C. No. 019/03 Acusação: Idem...Idem...Idem... (Absolvido) 01 Proc. No. 21321/03 Acusação: Ameaça. inimigos, vendo minha situação, gostam de tirar proveito. (Absolvido) 01 Proc. No. 104/99 Liminar retirando meus filhos, “corrupção”. Denunciei ao Ministério Público - SP. 01 Proc. No. 995/01 Acusação: Coação. 02 juizes e 01 promotor processamme. Queria apenas ver meus filhos. (Absolvido) A8 01 Proc. No. 5.615/04-SJ Acusação: Regulamentação de visitas dos filhos. Julgado, pelos juizes, “acima”. (Não concluído) 01 Proc. No. 867/03 Indenização pelo “site” desmoralizador: In “God” we trust. Pediram R$40.000,00. (Proc. Desaparecido) 01 Proc. No. 1092/02 Acusação: Agressão. Ex-esposa se auto lesou, mesmo com suas testemunhas “falsas”. (Absolvido) 01 Proc. No. SF. 002.0050525/00 Acusação: Concussão. (Condenado) Primeiros resultados contra o “crápula corregedores”. 01 Proc. No. SF. 21-9022107/00 Acusação: Coação. Alcanço o resultado esperado. Abro um “processo crime” contra o Procurador “Ricardo Correa e o Sr. Mascarenhas”, que tiraram 10 anos de minha vida. 01 I.P. No. 050.01.001578-7 Acusação: Ameaça. Transformei-o na situação acima. (Absolvido) 01 Proc. No.2003.066.021321-2 Acusação: Ameaça ao motorista e incomodo aos filhos. Porta do colégio (saudades). (Absolvido) 01 Proc. No. 2006.066.014564-0, e outros, veículo: CNW: 0145 - “Suspeitos” R$ 9.500.00, em multas de trânsito. Conseqüência: Perda do veículo. 07 inclusões no S.P.C. e/ou SERASA. (Inadimplente) OUTROS INCOMODOS... ETC... ETC... ETC... ALGUNS PROCESSOS ABERTOS ACIMA: PARA DEFENDER-ME DA DESORDEM 01 Proc. No. 104/99 Mandado de Intimação-S. Vicente-SP. (Concedido) Mesmo assim, não consigo ver meus filhos. 01 Proc. No. 806/98 Contra “Fernando Batista”- Ladrão que fui vítima. Assassinado com 08 tiros em S.J. dos Campos, por roubo. Reabrirei o processo arquivado por “suborno”. “Dezenas” de Boletins de Ocorrências – Preservação de Direitos – Luto, desesperadamente, para ver meus filhos, em vão! 01 Proc. No. 2.251/01 Desobediência da Ex-esposa, por não obedecer às autoridades, não mostrando-me os filhos. “Não sei a quê”. (Condenada) 01 B.O. No. 2.827/00 Contra Terezinha Mota – Calúnia e falso testemunho. Empregada doméstica usada pela ex-mulher. (Desmentiu) 01 B.O. No. 1.132/02 Contra Dr. Fabio Oliveira Filho – Advogado que acreditou na minha ex-mulher, cometendo: injúria, calúnia e difamação. (Desapareceu) 04 “Denúncias”, na OAB, contra Dr. Miguel Reale Junior, ex-Ministro da Justiça (meu exAdvogado), David Teixeira, Simone C. Santos, Helder Nakamura, Lauro Sotto, Dr. Pedro Lessi. 01 B.O. No. Contra Vilhena Lapa. Conhecendo minha história furtou-me. Acreditou que não pudesse denunciá-lo, como muitos outros. A9 01 B.O. No. Contra Maria Regina - Volta Redonda/RJ. Idem ao anterior. Difamou-me. 02 “Denúncias”, ao Ministério Público/SP No.: 57536/03 e 8304/03, contra 06 juizes, 03 Promotores, 01 Procurador do Estado de São Paulo (Corregedor), 03 delegados de Polícia, 01 delegado Regional Tributário, 03 Chefes de Postos Fiscais, 02 Escrivãs de polícia, 06 Policiais Militares, 02 Policiais Rodoviários Federais. 01 “Denúncia”, ao Ministério Público Federal, contra 01 Juíza de Direito, 01 Promotor de Justiça, e todos os envolvidos, na denúncia anterior. 03 Proc. No. 13.879/05, 24.471/99 e 21.881/01, contra o Estado e Prefeitura Municipal de Santos – Excesso de multas “suspeito”. ETC...ETC...ETC...OUTROS INCOMODOS... OBS: 1) APÓS CERCA DE 05 ANOS, NÃO RECEBI SEQUER UMA NOTIFICAÇÃO POR PROCESSOS DE INJÚRIA CALÚNIA OU DIFAMAÇÃO. 2) TODOS QUE “OUSARAM” DIFAMAR-ME, RECEBERAM IMEDIATAMENTE AS OCORRÊNCIAS ACIMA E DESAPARECERAM. __________________________ WILSON CAMILO SILVA RG. 7.304.604 2 Em um ambiente “nefasto” e “desacreditado”, a virtude de um Homem deverá ser avaliada em função do número de inimigos que adquirir”. Wilson Camilo Silva Ex-Agente Fiscal de Rendas 3 (a) S INTRODUÇÃO Indubitavelmente, a super lotação, o número de rebeliões em presídios e o tempo necessário para que se conclua um processo, mesmo em caráter de urgência, são as informações “negativas” que a população brasileira tem acesso em relação à “justiça” brasileira. O maior desafio encontrado por mim, mesmo tendo passado grande parte de minha vida, participando de: Maratonas, triathlons, garimpos, aviação e ser um apaixonado por este modelo de vida, foi quando me mergulharam neste “abismo”. Senti a revolta de ser um inútil, conviver tantos anos com esta crueldade, sem jamais ter consciência, para que a partir daí, pudesse fazer algo, como faço agora. Primeiramente houve necessidade de me deslocar para New York, com o objetivo de jamais pisar neste país, porém, sentindo a organização da justiça naquele local e não conseguindo ser um “covarde”, pensei em escrever o que se passou com a minha pessoa. Contrataria um escritor para que eu pudesse divulgar algo. Senti, porém, que ao escrever, mesmo com revolta e decepção, reduzia a angustia e a dor. Agradeço então a esta “justiça”. Em sete meses, já não necessitei contratar, me senti transformado em um “escritor”, e meu “intelecto”, sedento. Esta tal “sede”, me faz “destemido”, pois o “intelecto” tem a consciência que seu “crescimento” é diretamente proporcional a “dor” que poderá vir de mais “injustiças”. Estamos então preparados para isto. Pediria desculpas as autoridades, pois adquiri experiência no decorrer deste trabalho. Minha inexperiência provocou alguns contratempos, exemplo: 03 fitas cassetes, com importantes depoimentos desapareceram misteriosamente. Informo que independente dos resultados deste, darei atenção a este tema e hoje adquiri “a esperteza que só tem quem esta cansado de apanhar”. Esta, as autoridades dificilmente adquirem, pois ao contrário, estão cansados de “bater”. Batem forte, crueldade máxima e desnecessária. Quem bate nunca se lembra do “Criador”. Esta é uma denuncia, onde todos os acontecimentos que serão narrados foram sofridos por uma única vítima, sendo fruto da mais pura verdade. As autoridades encontrarão, por exemplo: No decorrer destes seis anos, em que luto contra esta “desordem” foram aceitos pelas diversas delegacias de policia, em torno de 12 boletins de ocorrências, em que ameacei matar alguém. Deixam-me louco, tenho que contratar advogados. Incoerência: Sendo um “triatleta”, com definição e força física privilegiada, porque não dei sequer um tapa ou beliscão, em um deles, se desejava matá-los? Seria eu tão incompetente, que até a presente data, sendo eu, quem eles dizem, ainda não consegui conclui nenhum fato, ou sequer tentei? Afirmo: Posso 4 criar para as delegacias, um questionário incriminando pessoas que fazem Boletins “frios”. Nunca fui um delegado de polícia, juiz ou promotor. Assim consegui desmascarar um “crápula” por nome: Ricardo Correa, que ocupa uma posição privilegiada, “procurador do estado”. Não poderei deixar de citar; Os juizes R.M. e D.G., o promotor S. e seis testemunhas, contra nenhuma a meu favor, tomaram também esta iniciativa. Neste documento explico como “misteriosamente”, fui absolvido. Mostrarei, com este pequeno trabalho, e logicamente não deverá ser usado o rigor “irresponsável” cometido com minha pessoa. Estão expostos a condenações, sendo que poucas vezes por “incapacidade”: j- 07 (sete) Juizes de Direito k- 04 (quatro) Promotores l- 01 (um) Procurador do Estado (Corregedor) m- 01 (um) Delegado Regional Tributário n- 03 (três) Chefes de Postos Fiscais o- 03 (três) Delegados de Policia Civil p- 02 (dois) Escrivãs da Policia Civil q- 06 (seis) Policiais Militares r- 02 (dois) Policias Rodoviários Federais Quando gostamos de ferir profundamente, com “injustiças”, em meu caso, somente por discriminar, cometemos erros “ingênuos”. Leia sobre a “SAAA” (Síndrome de Alienação Adquirida pelas Autoridades), página: 23. O ferido, que deveria ter sido assassinado na época, deixará então de temer a “morte”. Assassinarme agora, seria “estupidez” ainda maior. Este trabalho seria fortalecido e sua divulgação incontrolável. Acredito que o Ministério Público levantará um número de envolvidos, superior ao meu. Nossa Justiça, sequer é digna de comentários. Cheguei a esta posição quando investigava apenas “um casal”. 5 Exmo. Sr. Corregedor Geral do Ministério Público do Estado de São Paulo. D E N Ú N C I A: WILSON CAMILO SILVA, RG. 7.304.604-RJ., CIC. 232.764.447-04, Ex-Agente Fiscal de Rendas do Estado de São Paulo, residente e domiciliado à Rua Francisco Otaviano, Nº 266, B. Jardim Amália II, Volta Redonda, Rio de Janeiro. Considerando que é função institucional do Ministério Público, com total exclusividade, a instauração, promoção e presidência do inquérito civil para proteção do patrimônio público e social, do meio ambiente e demais direitos difusos e coletivos, nos termos do art.129, inc.III da Constituição Federal, art. 8º, § 1º, da Lei Federal Nº 7.347/85, art. 103, inc. VIII, da Lei Complementar Estadual Nº 734/93; Passa a relatar o que segue: Em primeiro lugar, peço a compreensão das autoridades, por não me ater a normas e muito menos a termos jurídicos. Nos vários processos que me envolveram, muitas vezes foram usados termos acadêmicos sofisticados, como os usados pelos meus “inimigos” Drs. H.K. e D.T.A, este contratado juntamente com o “Ex-Ministro M.R.J.” Ver denúncia na OAB (anexo: Fls.), e há 05 anos lutando desesperadamente, obtive somente “extraordinárias derrotas”, a partir do nada, pois jamais cometi algum crime. Tendo sentido toda dor, que um ser humano privilegiado por “Deus”, pudesse suportar. Provocada pelo forjado “flagrante”, onde foi preso um pobre fiscal, Sr. J.A., adoentado com o vírus HIV, flagrante este, provavelmente armado contra minha pessoa, devido ao posicionamento das autoridades, contra mim. Dezenas de policiais invadiram minha sala de trabalho, arrancaram-me como se eu fosse um bandido de alta periculosidade e incluíram-me forçadamente no tal crime. Isto feito através de um promotor, Dr. J. E. S., detentor “nato” da “síndrome SAAA”(ver definição às páginas 29 a 32). As autoridades terão oportunidade de ler sobre minha pessoa que, por ironia, havia visitado os imensos galpões do “marginal” Sr. José Mascarenhas, que por estar sempre recebendo visitas de fiscais, devido ser um “clandestino de grande porte”, passou a odiar a classe. Num determinado dia do mês de junho de 1997, visitei sua empresa de nome Jóia Instalações e Montagens enquanto que o fiscal acima visitou a JLM Ind. e Comércio de Móveis. Iniciando este documento, que julgo de “extrema” importância para o crescimento “moral” deste país, não pude deixar de “criar”, porém, com métodos mais “leais” e “inteligentes”, que os determinantes de minha prisão. O 6 tal “flagrante armado”. Mostrarei as autoridades “desavisadas”, a “crueldade” e a “covardia” desta atitude. Não existindo “escrúpulo” e adaptando algumas mentiras, conseguirão facilmente fazer de vítimas, pessoas que sequer estavam no local. Não existirá “iluminado” que saia ileso. Informo ainda, que em meu caso, criou-se 80% de “baixas mentiras”, que até a presente data, as autoridades não tão “incompetentes”, porém “doentes”, fazem questão absoluta de se enganarem de acordo com o definido na Síndrome: “SAAA”(ver páginas 29 a 32). Neste momento, passo a relatar meu “flagrante”, apesar de ter sido executado para inibir as autoridades de colocarem desempregado um homem, que não tive oportunidade de conhecê-lo melhor, mas além da doença citada, tenho informações que já passa sérios problemas financeiros com sua família, totalmente dependente. Baseio-me também pelo que passo. A sociedade não aceita com facilidade empregar “ladrões”. Mesmo fabricados, mas tratam-se de “ladrões”. Mostrando a facilidade deste trabalho, darei 03(três) versões. Peço as autoridades que não façam injustiça com as vítimas, uma vez que já citei. Vs. Excias. também não teriam como sair de uma situação planejada por mim. PRIMEIRA VERSÃO : TENTATIVA DE “EXTORÇÃO” Em 20 de outubro de 2002, por volta de 01:05hs., fui abordado por Policiais Rodoviários Federais, cito à Rodovia Presidente Dutra, Km: 18. Tendo o policial, Sr. X, feito uma inspeção rigorosa em meu carro, que comportava equipamentos de valores como: 01 computador Pentium III completo, duas bicicletas de competição, sendo uma “speciolized” e outra “trek”, duas rodas de ligas leves para competição, 01 forno de micro ondas, e o restante de minha mudança que fazia para a casa de minha mãe, na cidade de Volta Redonda, R.J. com o objetivo de iniciar este documento. O policial informou-me que meu IPVA estava vencido e eu poderia ser multado. Tentei convencê-los, que não tinha esta informação, estava desempregado, estava fazendo um trabalho de exportação extremamente valioso, passava de US 1.000.000,00, para eu e meus sócios, caso eu concluísse o trabalho. Que meu automóvel jamais poderia ser apreendido. Neste momento, o policial X, afastou-se e entrando no posto policial passou a conspirar com seu chefe de serviço imediato, não me recordo o nome, chegando novamente próximo, me informou que seu chefe havia mandado que ele me multasse imediatamente e às 01:25hs., minha multa estava pronta (ver doc. fl. , anexo). A partir deste momento iniciou-se a tentativa de “extorsão”. Eles diziam que deveriam aprender o veículo e era para eu ver o que poderia fazer. Entendi que os mesmos desejavam algum dinheiro, porém eu os mostrei que só havia Cr$ 15,00(quinze reais) em minha carteira e havia um pedágio de CR$ 4,50(quatro 7 reais e cinqüenta centavos) para passar. Iniciou-se aí, um processo de degradação total, eu me humilhava pedindo a eles para me liberarem por “Deus” e eles me diziam: Nós sabemos que o Senhor tem amigo com “grana” em Volta Redonda. Várias vezes, eles ameaçavam fazer a apreensão do carro, mas resolviam me dar uma chance, uma vez que eu perderia muito mais. Eu desesperado e eles frios, às vezes atendiam outro veículo dando tempo para eu ligar para um amigo. A partir do momento que os disse que fui fiscal e estava desempregado, foram para o computador. Ficaram aproximadamente 02 horas, tentando afirmar que não brincavam. Num determinado momento, descobriram que minha identidade, que é do R. J., foi transcrita como S.P. para a carteira de motorista, erro notório do DETRAN-SP, disseram que o negócio piorou muito, pois eu seria levado para a delegacia de polícia, tentei explicar-lhes que também fui autoridade e que se tratava de um irrelevante erro. Algum tempo depois, fui conduzido à D. P. de Lavrinhas – S.P., iniciou-se outro processo. O escrivão já treinado fingia estar conversando com um delegado de polícia, isto às 04:30 horas. Quanto mais calma eu mostrava, mais eles me humilhavam. Aproximadamente 05:00 horas da manhã, eles desistiram e concluíram o trabalho. Finalmente fizeram a apreensão do carro. Deitei em um banco de madeira e calmamente adormeci. Os dois policiais se foram e o escrivão começou a ficar preocupado com minha calma, já bastante acolhedor, disse que havia pedido ao ônibus para levar meu material até Volta Redonda. Foi quando eu lhe disse: Meu amigo, vocês brincaram a noite inteira com um homem “sério” e “inteligente”. Desejo que vocês expliquem na “corregedoria” o motivo que me fizeram uma multa, que dava a apreensão do carro às 01:25 horas e somente fizeram a conclusão do trabalho às 05:00 horas e além do mais “anotei” todas as placas de carros, que foram liberadas, durante todo aquele tempo que eu estava lá, e tenho certeza que mais de 50% negociaram como vocês queriam que eu fizesse. Foi uma correria só. Em menos de 20 (vinte) minutos, apareceu um delegado, de sandálias, se escondendo de mim, e após me tomarem o documento de apreensão, me forneceram este “Auto de Depósito”, forjado, não amarrando nada( ver doc. fl.). Srs. Autoridades, seriam estes policiais penalizados? Responderiam processo até por formação de quadrilha? OBS. Possuo até os documentos que os acusa, enquanto que o “marginal” Sr. Mascarenhas, não necessitou apresentar documentos e/ou testemunhas do crime que me acusou! SEGUNDA VERSÃO: CRIATIVIDADE DO “DEMÔNIO”. Toda e Qualquer autoridade com a “SAAA”(Síndrome de alienação adquirida pelas autoridades, ver pág.29 a 32), criaria centenas de “alucinações” com a passagem acima. Como exemplo citarei o depoimento do Sr. promotor Dr. 8 JES, que exigiu minha prisão em flagrante: DADA A PRERROGATIVA DO CARGO, PASSOU O SR. PROMOTOR A DITAR SEU PRÓPRIO DEPOIMENTO. No dia 23 de junho de 1997. Ver Auto de Prisão em Flagrante (doc. fls. ) ...................................................................................... ............................................................................................................................ Exmos. Senhores autoridades do Ministério Público, neste momento são relatados fatos criados por eles, que me chocam profundamente. Resumindo: Peço que seja observada, a facilidade de adaptarmos a história dos policiais, neste covarde depoimento. Ver Auto de Prisão em Flagrante (doc. fls. ,anexo). TERCEIRA VERSÃO: O “FLAGRANTE ARMADO” É UM “CRIME.” Em 20 de outubro de 2002, fui abordado por “eficientes” e “rigorosos” Policiais Rodoviários Federais, cito à Rodovia Presidente Dutra, Km: 18, tendo o policial X, me aplicado uma multa pela falta do IPVA (ver doc. fl. 132,anexo). Imediatamente, seu chefe imediato passou a consultar pelo microcomputador os documentos exigidos para a averiguação. Sendo a inspeção minuciosa, constatou-se que com o número de meu R.G., existia outra pessoa em São Paulo, onde foi pedido para que eu aguardasse, pois seria visto na delegacia de polícia de Lavrinhas. Como o horário e o cansaço não colaboraram, adormeci em meu carro e só acordei cerca de três horas depois. Fui levado e constatou-se que meu R.G. era do Rio de Janeiro, enquanto que o outro de São Paulo, o erro existente era de preenchimento da C.N.H., pelo DETRAN. Imediatamente fizeram a apreensão do veículo e fui liberado. Ao voltar de carona ao posto rodoviário para tentar uma carona, me deparei com um grande amigo, também policial rodoviário, que trabalhamos juntos a 05 km. Dali, quando eu como fiscal de rendas, prestava serviços no Posto Fiscal de Fronteira de Queluz. Relatando o acontecido, o mesmo afirmou que aqueles policiais eram muito rigorosos e não havia tanta necessidade de apreender meu automóvel. Ligando para o delegado de policia responsável, foi me concedido um Auto de Depósito(ver doc. fl. 133, anexo) Com os relatos acima, espero sensibilizar as autoridades, no sentido de não mais processarem seres humanos, de forma tão “desumana”, “cruel” e “covarde”. Quanto a mim, tendo sido obrigado a me desenvolver em uma área distinta, e me colocando em posição de destaque, vejo que minha missão jamais foi a de ser um “ladrão”, e sim a de conhecer falhas “inconseqüentes” desta justiça. 9 A partir de agora, estaremos diante de um “dramático” quadro, no qual assistiremos o mesmo réu, sobreviver a três erros “lamentáveis” e seguidos, da justiça brasileira; perder seu emprego, seus filhos, todo seu capital, sua dignidade e sua alma, sem que jamais se possa provar algo contra o mesmo. A “denunciada” e seu “amante” possuem muito dinheiro, será que as autoridades seriam sempre “corruptas”? Será que a discriminação contra o cargo que infelizmente ele exercia, ajudou nesta proporção? Seriam coincidências? Quantos indivíduos, não sendo “triathetas” e “católicos” vieram a falecer por erros jurídicos, uma vez que basta somente uma destas ocorrências, para liquidar um homem de “saúde mediana” e sem “fé”? E em todo o país, neste momento, o que ocorre na “justiça”? Quantos vão para a “cadeia”? Quantos “filhos” perdem o “pai”, e vivem perigosamente com a mãe “doente”? E o inverso? Tudo tende a favor dos que sabem dar os “golpes” baixos? Em quem podemos “acreditar”? Devemos acreditar, que organismos internacionais como: ONU e FMI recebem informações deste “nível” para avaliarem nosso país? Srs. Corregedores, o que mais me motiva a este posicionamento é a doença “PSIQUIÁTRICA” de minha ex-mulher. A atriz do filme “Atração Fatal”, (sinopse abaixo), possui uma semelhança com a mesma, porém mais saudável, pois a atriz não se importaria em matar os filhos do amante, enquanto que a “psicopata” que apresentarei com quantas provas documentais e/ou testemunhais forem necessárias, mataria os próprios filhos! Este documento provará isto, “até para leigos”. Ver 3º episódio geral, a partir da página 58. Somente bons psicólogos e psiquiatras tem a dimensão do que uma pessoa assim pode fazer com o homem por quem é apaixonada, caso ele não a queira mais. Ela o destrói em todos os sentidos, aborda pessoas que deseja, faz uma seleção antes e “não aborda pessoas muito inteligentes” e sim, quem lhe convier. Não respeita leis ou autoridades. Conforme será provado nos processos seguintes, ela acredita em suas mentiras, e isto a isenta de qualquer “pudor”, “vergonha”, “medo” ou “receio” pelos seus atos. Sinopse Com muito estilo e sensualidade, Atração Fatal empolga o público com a assustadora história de um romance casual transformado em tragédia. Este tremendo sucesso de bilheteria foi indicado para seis Oscar®, Incluindo Melhor Filme e Melhor Diretor (Adrian Lyne - Proposta Indecente, Flashdance). Michael Douglas interpreta Dan Gallagher, um advogado de Nova York que tem um caso com a sedutora Alex Forrest (Glenn Close), quando sua esposa (Anne Archer) está fora. Mais tarde, Dan achando que foi um equívoco, considera o caso encerrado. Mas Alex não aceita ser 10 ignorada. Nem hoje, nem amanhã, nem nunca... Nem que isso signifique destruir a família de Dan para ficar com ele. Acredito estar diante de um quadro de fácil análise. Recentemente estivemos diante de um quadro idêntico. O prefeito de São Paulo, C.P., chegou a perder o cargo, por alucinações de sua ex-esposa, tendo o mesmo sofrido bem menos, por não haver filhos pequeninos. Indico também as Associações de Pais: Apase, Pailegal, Participais e Pais para sempre, que terão exemplos: escandalosos, covardes, deprimentes, loucos e cruéis. Os interessados poderão escolher o tipo de mãe “desestruturada” que preferir. Temos todos os modelos. Casei-me com 28 anos de idade com a “problemática” Maria Apaecida F. Lima, hoje também Agente Fiscal de Rendas do Estado de São Paulo, tipo “B” (ver definição, página 25), emprego este conseguido devido a um grande esforço de minha parte, pois a mesma tinha enorme dificuldade em ser aprovada em concursos. Esta, sempre viveu em completa harmonia com a fiscalização embora tenha sido admitida 02 anos após meu ingresso neste “verdadeiro inferno”. Até a idade de 45 anos eu não sabia o que era um “Boletim de Ocorrências”, resolvi dar um fim no casamento e “não mais vivi”, desde aquela data. Há mais de 05(cinco) anos sofro a cada minuto com injustiças criminosas. Hoje, com certeza numa mudança radical na política brasileira, e sabendo que poderia se tornar dificílimo qualquer resultado positivo com o “ex tráfico de influências”, aproveito a oportunidade para apresentar a este conceituado Ministério, algumas denúncias, que poucos teriam coragem para fazê-las. A desigualdade entre seres de mesma espécie é conhecida. Torna-se impossível conseguir alguém que se propõe a testemunhar contra; juizes, promotores, delegados tributários, delegados de polícia, escrivões e policiais militares. Incluo também a denuncia de policiais rodoviários federais! Há 02 anos, procurei esta Corregedoria e fui orientado a fazer esta denúncia, como infelizmente não havia nenhum motivo que me fizesse acreditar na justiça, continuei adquirindo “dados”, e aguardando uma melhor oportunidade. Estou diante desta casa, pedindo uma atenção aos fatos e poderemos colaborar para “sempre” com a justiça deste país. Informo que estou disposto; “a morte”, “prisão”, “o que necessário for”. Uma vez que; “nada supera a dor de perder os filhos”. Estou preparado para mais “injustiças”, para elucidar os fatos. Só tenho receio de punir “inocentes” como acontece neste caso. “Acho que tenho um grande defeito. Respeito os seres humanos sensatos!” E por respeitar, “daria minha vida” para que fossem eliminados todos os “R.’s”, “Lauros Sottos”, “F.Bs”, “Ricardo’s Correia’s e “JOSÉ’S MASCARENHA’S”, do universo. Vejam o que um 11 homem será capaz de fazer com um semelhante que nem mesmo conhece, por uma quantia em “$”. Mesmo que seja de uma “doente”. A própria característica dos “pedidos”, logicamente atribuídos a “Frequentadora de Centros de Magia Negra Maria A. F. Lima & Solta” , em sua totalidade, são feitos por “desequilibrados”. Não acreditem que só fizeram comigo, a fama dos quatro, é facilmente reconhecida. Lembre-se: Você pode ser a próxima vítima! Tenho consciência que poucos resistem como eu. “Sou um Triatleta”, “Sou muito amigo de Jesus Cristo”, “Sou um vitorioso”, “Procuro a paz, não desejo apenas sossego”. Caso eu seja “assassinado” hoje, morreu um homem muito bem “sucedido na vida”. Todos entenderão após a leitura desta. “A cada ‘ação’ do ‘demônio’, corresponde uma reação ‘Divina’, SUPERIOR e de sentido contrário”. Informando que não sou um “Teólogo”, mas estando com uma vaga na faculdade de Teologia da Igreja Católica, reservada para início em 23 de janeiro de 2003, indicado pela diocese de Santos, São Paulo. Sentindo uma grande harmonia com “Deus”, em muitos momentos citarei: Salmos, Isaías, o próprio Jesus e demonstrarei muita fé. Isto poderá tornar este, cansativo, logicamente para os não religiosos. Fazendo questão de mostrar a presença do “Senhor” a todo o momento em nossas vidas, e que muitas vezes, não percebemos. Citarei algumas, entre várias, passagens “milagrosas” acontecidas, com objetivos únicos, de poupar-me daquela pequena dose de “dor” que faltava para que eu fosse eliminado. Poderíamos chamá-las de coincidência? Vejamos: 1. Nesta situação, acredito não ser difícil identificar a “Presença de Deus”: Um homem que há cinco anos, foi manchete no Jornal Nacional, algemado, preso e ensangüentado. Mesmo provando, nesta denúncia, ser inocente, 2. Tudo começou, com minha prisão em flagrante, mostrada para o mundo através da “Globo News”. Vocês perceberão que existem “estúpidas” manipulações de informações. Uma discriminação “generalizada” com a classe fiscal, “imoral”. Eu, ainda conto com a discriminação também da própria classe, sem me incomodar, uma vírgula sequer. Conheço meus valores que apenas não confere com os deles. Acabei condenado por informações de uma “incógnita”, que provo ser um mentiroso. Ele tinha um desejo muito grande em prender fiscais, fui um dos escolhidos, e pronto. Conseguiu acertar o que quis com o outro fiscal, e não sei mais com quem. Porém não encontrou motivo para me introduzir na 12 “patifaria”. Isto, na prática, seria tão fácil, tanto que, mesmo sem nenhuma identificação de um “fato real” (ausência total de provas!), fui condenado. O coitado do outro fiscal, sequer tinha um telefone “celular”, e trabalhamos juntos 20 dias. Quando alguém queria falar com ele, ligava para o meu. “Presença de Deus”: durante estes vinte dias, meu celular deu problemas por três vezes, tocava e eu não conseguia falar, ficava mudo e eu o deixava no conserto, no dia seguinte o técnico me informava que o aparelho não tinha defeito e eu o apanhava. O choque com minha prisão, que suspeitamos ter sido elaborada, pela minha própria “ex-esposa”, me deixou um ano em “depressão”, em seguida tiraram-me os filhos, suspeitei ainda mais da mesma. Foram dois anos praticamente mortos “. Quando comecei a recuperar minhas forças, foi que recordei. Num daqueles dias, o Fiscal A me disse que o” “velho” já havia tentado ligar para ele no meu celular, e reclamou que nunca funcionava e caso ele funcionasse, o telefonema estava sendo gravado e eles teriam pelo menos uma situação, que imediatamente “chamariam” de “prova” contra mim, mesmo eu não tendo “participado”. Para escrever esta denúncia, eu precisava do que acontece agora. Ausência total de provas. 3. Alguns dias após minha prisão, em junho de 1997, fui acamado por uma profunda “depressão”. Hoje vejo ainda mais claro que era uma “ida” sem “retorno”, o acontecido era “gravíssimo” e eu já havia experimentado esta “doença” anteriormente. O acontecido mantém o mesmo “quadro”, até a presente data, porém quando procuramos o Dr. F.O, um dos melhores psiquiatras do país, se dedicou ao máximo ao meu caso e continua até a presente data, que não tenho sequer dinheiro para pagar-lhe as consultas. “Presença de Deus”: Seu pai trabalhava na estação de trens em Barbacena-M.G., e tendo sido acusado de ter “roubado” um cofre, o mesmo foi “preso”, “torturado”, “desprezado pela sociedade” e “suicidou-se”, provavelmente com uma “depressão”. 25 anos depois, este cofre foi encontrado. Tinha sido “escondido” por um funcionário num arquivo morto! Srs. José Mascarenhas, protagonistas desta denuncia, surgem desde o início da existência do homem. Talvez o “psiquiatra”, hoje “amigo”, não tendo tido oportunidade de salvar a vida do próprio “pai”, se sinta na obrigação de salvar a minha. Uma espécie de “compensação”. 4. Em minha separação, minha “ex-esposa”, e seu atual “amante e corno” Lauro Canalha Sotto, conseguiram, usando técnicas “podres”, me levar 106% de meu salário, mais o que puderam. Roubaram-me 50% de um apartamento valorizado, por estar de frente para o mar e ao mesmo tempo, se escondia atrás de um “Clube XV”, que era patrimônio histórico. Pedi a “Deus”, para que me protegesse e ajudasse a superar as perdas. Um dos fatos de meus filhos se afastarem de mim, foi o esbanjamento deles, contra meu “insignificante” poder aquisitivo. “Presença 13 de Deus”: comecei a ver um movimento na cidade, com manifestações públicas e abaixo assinados. Descobri que o Clube XV, seria vendido, mesmo sendo “patrimônio histórico”. Surgiu um hotel, de frente com o apartamento que me foi roubado, que o desvalorizou justamente os 50% que pertenceria a mim. Jamais tive algum prejuízo, pois meus filhos tiveram uma lição incalculável. 5. Existe na cidade de Piranga-M.G., um garoto, hoje com 26 anos, com problemas psiquiátricos, que assumi como filho, cito isto como uma “nobreza”, (ver pág.23). Este rapaz, sem uma intervenção “divina”, jamais se casaria, e ainda informo que o mesmo casou-se com uma moça normal e deu-me 03 netos, seguidos, ele não raciocina, e parece que sua esposa tem grande carinho por ele. “Presença de Deus”: novamente, minha ex-esposa e seu “velho amante e rato” precisavam de uma lição. Haviam me “roubado” 40% de pensão para meus filhos, mesmo sabendo que existia este menino, sabendo que eu jamais trabalharia como fiscal, pela minha própria personalidade e tendo ela um salário (como fiscal ativa), extremamente superior ao meu. Fizeram tudo certo, eu jamais teria saída. “Ela” e o “Roedor”, estão desesperados, já manipularam o processo de revisão de pensão, jogando-o meses para frente, mas a partir desta denúncia não mais “manipularão” juízes e chegará a vez de perderem o que seria impossível para eles. Tomarei 100% do que conseguiram “Sem a presença de Deus” e estarei mais próximo de meus filhos, pois eu mesmo lhes darei a pensão! 6. “Presença de Deus”. Vocês já viram alguém ser exonerado, ser publicado a sua demissão no D.O do Estado e este alguém continuar recebendo pagamento, até que conclua seu trabalho, denunciando até o próprio “órgão” que o está pagando? Fui demitido em 09 de abril de 2002, e só deixaram de me pagar em 07 de dezembro de 2002, imediatamente após a Sra. Maria F. & Solta e seu “calhorda” tomarem conhecimento de minha iniciativa. 7. Vejamos mais um excelente exemplo da “Presença de Deus” em minha vida. A partir do momento que me separei da citada, ela poderia e deveria procurar um namorado, em qualquer parte do planeta, desde que eliminasse apenas 02(dois) homens; um juiz , e o advogado que fez a transação e tirou meus filhos o “Roedor” Lauro Sotto. Hoje a mesma é amante do “velhinho”, “casado”, “65 anos”, “safado”, que provocou a maior perda que meus filhos poderiam ter durante toda existência, e a maior dor que um pai pode sentir. Imaginem como meus filhos entenderão isto no futuro? 8. Citarei apenas mais uma, pois trata-se de uma listagem sem fim, uma vez que deposito todo o meu ser nas mãos de “Deus”. Será citado o pior momento de 14 todos os mais de 40 B.Os., e processos em que participo, foi exatamente quando 02 juizes e 01 promotor, juntamente com 06 testemunhas, me processam por ameaça de morte, para que eles mudassem o rumo do processo, e o que eu falei era bem pior que isto, eu chamava o “Juiz R.”, que me tirou os filhos, de “canalha” e “corrupto”, alto e claro, dentro do Fórum. Minha única saída era a “oração”, pois sequer eu tinha testemunha. No desespero, tornei-me Presidente da APASE-SP, fiz amizade com algumas garotas que trabalhavam no Fórum, enfim, nunca tendo sido artista ou ligado a qualquer meio de comunicação, nas semanas decisivas ao julgamento, comecei a aparecer na “T.V.”.: Fui comprar um aparelho de telefone, na Telesp Celular, estavam filmando a loja, apareci. Fui pedir um favor a um amigo do Santos F.C., onde lutei “boxe” há anos, e ele chamou-me para uma gravação na “T.V. Mar”, um amigo dando uma entrevista numa rede de “T.V”., em S. Paulo, me citou como um “pai exemplar”. A prova de “triathon” que participei no domingo, de pequena conotação, foi destaque no “Esporte Espetacular”! Eu havia gravado 01 programa, na “T.V. Mulher”, e gravamos uma série de entrevistas sobre “guarda compartilhada”. Na T.V. Bandeirantes, no Rio de janeiro, esta passava repetidas vezes na “Band News”. “Na Rede Internacional de T.V”., falei sobre “divórcio”, e para completar dei uma entrevista para uma jornalista da Revista Isto é, que virou reportagem de capa. “Presença de Deus”. A partir do momento em que fui “absolvido”, pelos “inimigos” não me surgiu nenhuma oportunidade, os jornalistas desapareceram da mesma forma como apareceram, e tampouco pude ver meus amigos dos movimentos de “pais sofredores” nas reportagens que sempre nos ajuda. Com todo este sofrimento que passei, durante estes 05(cinco) anos, pude observar que, “as grandes crueldades e injustiças (não raras)”, cometidas pelas “autoridades”, inicia-se pelo fato dos mesmos não conhecerem nada sobre a vida dos réus que julgam, deixando também de levar em conta a “Síndrome de Alienação Adquirida pelas Autoridades (SAAA)” ver definição na pág. 23, e isto os fazem “grandes incompetentes”. Pediria as autoridades, que embora minha denúncia inicie na página 30, que lessem este documento com atenção, a partir deste momento, a sociedade brasileira agradeceria. Dei inicio aos trabalhos que me levarão a esperada vitória, inclusive reiniciando esta denúncia, após o fato citado acima (Presença de Deus: 7) que fui “surpreendido” com a necessária e oportuna absolvição. Este fato, deve ser “minuciosamente” analisado. Este seria de todos, o único processo que eu temia, ameacei “de verdade” “destruí-los”, mas, em frente “as câmaras de T.V.,” até por ser Presidente da APASE-SP e eles e mais “06 testemunhas”, contra “nenhuma” a meu favor, abriram um processo dizendo que eu os havia ameaçado “de morte” para que mudassem o rumo do processo (proc.104/99. 15 Guarda de Filhos), que jamais me incriminaria e também precisa ser analisado “com critérios” A seqüência dos crimes praticados pela “mãe desnaturada” e seu “amante” já havia alcançado um nível “desumano”, em dezembro de 1998 e eles continuaram agindo da mesma forma até os últimos crimes que foram em novembro de 2002. Dei início as minhas investigações com o único objetivo de colocarem na cadeia os Exmo. Sr. Dr. Juiz “corrupto” Ramon Mateo Filho e seu amigo advogado “velho” e “crápula” o “Dr. (Rato de Esgoto) Lauro Sotto”, meu “ex-advogado”, hoje, “amante” da também denunciada, “exesposa”, Maria Aparecida F. & Sotto, esta, mesmo com toda crueldade usada contra mim e meus filhos, a deixaria num “hospício”, pois se trata de uma “doente”. Trabalhei duro durante 05(cinco) anos e conforme as autoridades verão, consegui bem mais informações que pretendia. No decorrer desta, serão citados vários juízes, promotores, delegados e escrivãos de polícia (segue denúncia da Corregedoria da Polícia Civil, anexo fls. ) policiais militares, chefes, inspetores e delegados tributários e finalizarei com uma pequena denúncia de policiais rodoviários federais mais um delegado de polícia civil e outro escrivão, com o objetivo de mostrar aos ““desinformados” de um modo geral, a grande facilidade que teremos em colocar na cadeia “qualquer autoridade”, uma vez que estudássemos uma situação e fizéssemos um “flagrante armado”. Não gostaria de incriminá-los, pois seria crueldade de minha parte tirar o “inconseqüente” emprego destes policiais. Só para provar a grande crueldade que me fizeram, “Deus” não me permitiria isto. É sabido que seus “substitutos” agirão da mesma forma. Teríamos então que mudar a “cultura”, o “sistema”, não os policiais. Estes não têm a menor culpa de eu estar querendo mostrar para a juíza E.M. e para o “crápula” Sr. R.C., que condenaram o Fiscal J.A.S., desta mesma forma, e este profissional que eu nunca havia visto antes daqueles plantões, pertencente ao tipo “C”, abaixo e possuidor do vírus “HIV”, que mesmo em sua insignificância pôde colaborar fortemente com meu crescimento existencial. Sinto que sou “um herói”, “agradeço a Deus”, e sem “estes julgadores”, o tal “fiscal”, a “super problemática ex-esposa” e todos os “incompetentes” que citarei, não existiria “condutores”, para uma meta tão difícil de ser alcançada pela humanidade. -QUANTO “PIOR” FOREM AS PESSOAS QUE TIVERES QUE SUJEITAR, MELHOR SERÁ PARA A SUA “EVOLUÇÃO”! Afirmo e “provo”, se permitirem, que eu Wilson Camilo Silva, “insignificante réu”, “condenado” sem as devidas “provas” colocaria os “incompetentes julgadores” acima, também na cadeia, por um “flagrante armado”, com facilidade, mesmo que eles não possuam o vírus “HIV”! 16 Gostaria que não entendessem isto como uma ameaça, e sim, entendessem como eles são covardes. Quanto a mim, ninguém condenou. Estou além desta “patifaria”. Os seres humanos são limitados. “Não só o Fiscal" . Tenho observado a dificuldade de obter documentos contra juízes e promotores e a facilidade de se obter provas documentais e/ou testemunhais contra os demais profissionais denunciados, porém do “flagrante armado” eles jamais escapariam! Desde já sugiro que lhes seja tirada, esta “autonomia criminosa”. Tenho absoluta certeza de tratar-se de um “documento”, não só importante para a “justiça do Brasil”, mas sim para o mundo civilizado. Devemos estudar com muito carinho, a direção tomada pelas diversas autoridades citadas e o total desinteresse pela “causa social”. Por ter me tornado um “líder” em movimentos que cuidam da “guarda de filhos”, “ser um católico atuante na R. C. C”, “ser um atleta conhecido”, ser um ex-fiscal (raro), por sentir “nojo” da profissão e por ter o sonho de divulgar o acontecido, ao maior número de pessoas possíveis no mundo, principalmente através de “associações” de “pais separados” (estas, se multiplicam, em razão da “incompetência” das autoridades que cuidam de tão “delicada” causa!); “APASE”, “PAILEGAL”, “PARTICIPAIS” E “PAIS PARA SEMPRE”, da Igreja Católica, da Confederação Brasileira de Triathlon, da Confederação Brasileira de Ciclismo, da Confederação Brasileira de Pedestrianismo. Não me foi concedida nenhuma possibilidade de “sobrevivência”, consegui então credores, que demonstram respeito pelo que lhes informo, e com certeza, com “inteligência” e “ética”, aguardarão o momento certo, por serem instituições privadas “eficientes” e “humanas”, tratam-se: Banco Real, União de Bancos Brasileiros, Banco Pan Americano, Banco Nossa Caixa e Banco Inter Americano. Seja qual for o resultado, positivo ou negativo, este documento será enviado para todas as Secretarias de Fazenda e de Justiça do país, associações e órgãos que eu julgue necessário. Já aproveitando a oportunidade, me proponho, “sem ônus”, aos 10 primeiros interessados, “palestras”, “debates”, “seminários”, “simpósios” ou “congressos” desta natureza. Assumindo assim, toda e qualquer “responsabilidade” pelos assuntos abordados, não me intimidando com níveis; hierárquicos, culturais ou sociais. Informo não ser “dedo duro”, “intelectual”, “escritor” ou “advogado”, e sim um “pai exemplar”, já citado em rede de TV que deseja salvar milhões de “crianças” pelo mundo, vítima da “podridão” da justiça que 17 se torna uma eficaz fábrica de prostitutas, drogados, homossexuais e desajustados de toda natureza. Darei conotações às outras “injustiças” praticadas contra mim e a “corrupção generalizada”. Sou também um “atleta desavisado” que deixou de competir para se meter em uma das “duas” piores “profissões” de todos os tempos. A outra é a “prostituição”, ambas já citadas na “Bíblia Sagrada”. Ao ingressar na Secretaria de Fazenda do Estado de S.P., em 1986, após aprovação em 06 outros concursos seguidos, no máximo 15 dias depois, tive a certeza que aquele jamais seria meu futuro. Por ser um “maratonista”, um atleta completo, e na época, alguns especialistas americanos defenderem a idéia de que todo “corredor” ficaria com passadas mais leves, que renderiam mais, caso praticassem “balet clássico”, matriculei-me em uma academia. Foi o fim! Primeiramente toda a fiscalização do Estado me taxou como homossexual, não dei a mínima. Porém em poucos dias o negócio mudou e tive que sair da academia, pois diziam que me matriculei numa academia de “balet” para namorar as menininhas de 13 anos e já havia pais, na porta da academia esperando suas filhas! Este foi o primeiro incidente, e surgiram centenas. Nunca foi possível me relacionar bem com esta classe. Como sou extremamente bem relacionado em todos os outros setores, comecei a estudar o fato e muito tarde descobri que Eu sempre procurei a “paz”, fiscal procuram “sossego”. Só cheguei a devida “sabedoria”, após me trancarem 08 dias numa sela. Para que ficasse “gravado” em minha memória para sempre, fui preso em 24 de junho de 1997, isto significa que completei “45 anos” de idade na cadeia. Podemos questionar também, “coincidência”, ou a “inimiga cruel”, pediu aos “inimigos”, a maior “crueldade” possível. Pela minha “idoneidade”, sabia que alguém pagaria por aquilo, só não imaginava que demoraria tanto. Minha “resistência”, “determinação” e “astúcia”, foram proporcionais a “crueldade” dos inimigos e acompanhados do fato, pelo qual, em minha vida, “nunca obtive uma derrota”, e muito menos acredito que esta será a “primeira”! (Ver Isaías: 54, 17), abaixo: Neste momento gostaria de “implorar e suplicar” das autoridades, a maior atenção possível, pois assim entenderão minha “sobrevivência” e minha “derradeira vitória”. Entenderão também, que para sair “vitorioso” independo dos mesmos e sim do “Espírito Santo de Deus”. Bíblia Sagrada-Isaias: 54 17. Qualquer arma forjada contra ti, ver-se-á destinada ao insucesso, Na justiça ganharás causa de qualquer língua que quiser acusar-te. Tal é o apanágio dos Servos do Senhor, tal é o triunfo que lhes reservo, Diz o Senhor. 18 No decorrer deste documento. Das centenas de vezes que fui; traído, perseguido, acusado, invejado, caluniado, sequer existiu uma prova. Quando “forjam” provas contra mim, alguma coisa dá errado, então “viro” o jogo. Não tenho medo deles, “sou guiado pelo Espírito Santo de Deus”, queira as autoridades ou não. Senhores autoridades, muitas vezes sairei da denúncia em si, pois as pessoas “inteligentes e humanas” que gostaria que lessem este documento não estão ligadas a tal justiça, mesmo porque, se estivessem jamais seriam “nobres” como são. Tendo tido uma infância muito pobre, isto não me impediu que fosse destaque absoluto em todos os cursos que fiz (Pós graduação mais uns 50 cursos extra-curriculares e extensão universitária, ver doc. fls. 134 a 173), inclusive nos esportes, até a presente data, venho competindo: Triathlon, duathlon, moutain bike, ciclismo, pedestrianismo (ver doc. Fls. 174) Informando que representaria o país (com resultados invejáveis em minha categoria), em qualquer parte do mundo. Também sou “Piloto de aviões” e “garimpeiro”(ver doc. Fls.187 a 188,anexo), provavelmente estes 02 títulos me tornaram “destemido”. Somado ao meu “crescimento espiritual”(ver doc. fls. 189 a 195), me sinto um tanto “marginalizado” na classe. Senhores autoridades, muitas vezes sairá da denúncia em si, pois as pessoas “inteligentes e humanas” que gostaria que lessem este documento não estão ligadas a tal justiça, mesmo porque, se estivessem jamais seriam “nobres” como são. Tendo tido uma infância muito pobre, isto não me impediu que fosse destaque absoluto em todos os cursos que fiz -Pós graduação mais uns 50 cursos extra-curriculares e extensão universitária (ver doc. fls. 134 a 173), inclusive nos esportes, até a presente data, venho competindo: Triathlon, duathlon, moutain bike, ciclismo, pedestrianismo.(ver doc. Fls.174 a 186,anexo). Informando que representaria o país (com resultados invejáveis em minha categoria), em qualquer parte do mundo. Também sou “Piloto de aviões” e “garimpeiro”(ver doc. Fls. 187 a 188, anexo), provavelmente estes 02 títulos me tornaram “destemido”. Somado ao meu “crescimento espiritual”(ver doc. fls. 189 a 195), me sinto um tanto “marginalizado” na classe. -O triste da vida, ainda não é ter sido “reduzido a zero”. O triste da vida é ser “medíocre!”. -Viver para mim é realizar o “melhor possível” meu compromisso com “Deus”, se Ele me traçou, “desbaratar quadrilhas”, não me deixará morrer sem que eu 19 desvende este mistério. Já se passaram cinco anos, restam apenas trinta! -Imaginem se alguns destes seres que participaram de meu massacre tivessem o caráter que tenho, uma vez “expostos”, a medida coerente seria abandonar o emprego como fiz, no momento seguinte ao acontecido, percebi que trabalhava em uma “podridão sem fim”. Não existia nenhuma hipótese de condenação! As mesmas foram fabricadas pelos meus “próprios advogados” -O “Criador” não saiu por aí, distribuindo pessoas “nobres”! Desde já informo que os parágrafos acima, nada mais são, que uma tentativa de me enquadrar numa posição privilegiada por “DEUS”. Vejo as várias autoridades se exporem escandalosamente em todos os sentidos, me desrespeitam no fundo de minha alma; humilham, pisam. Quantos hoje passam por isto neste país? Seria um crime “grave” ser fiscal? Além de reportagens de TV que provam que existem: juizes, promotores, delegados, deputados, vereadores, todos ladrões, cito o caso do Sr. R.M. que abocanhou uma quantia de uma mãe desestruturada emocionalmente. Estarei também disponível para provar 100% do que afirmo, basta que me procurem. Ficarei muito feliz! Considero esta, minha grande oportunidade! Se parte deste documento está sendo feita, para que se analise a conduta das autoridades em relação à “Agentes Fiscais de Rendas”, e observo que até o momento, não houve sequer uma “autoridade” que demonstrou o mínimo conhecimento de causa, quando aborda este assunto. Tentarei em poucas linhas definir; “Agentes Fiscais de Rendas; Federais, Estaduais e Municipais.” Neste pedaço de terra, que tenta a qualquer custo se intitular uma “Nação” chamada “Brasil.” VEJAMOS AS SEGUINTES DEFINIÇÕES: 1- TRIBUTO: É uma prestação pecuniária compulsória, instituída em lei, sempre que houver necessidade por parte dos governantes. Podendo estar incluídos, por exemplo: Mordomias exigidas por um novo governo, para cobrir desvios de verbas, para cobrir rombos de qualquer natureza, incluindo também as necessidades do “povo”; que não possuem “mordomias”, que jamais terão como “desviar” alguma verba “significativa” e só provocam “rombo” no próprio “estômago”! 20 O governo poderá utilizar os tributos para milhares de necessidades, e caso tenha as informações abaixo, sua aplicação será sempre “nobre”, desestimulando assim, os “sangues bons”. - Voltaremos à descoberta do Brasil, onde recebemos como herança, as piores espécies de seres humanos possíveis, “degredados,” e para infelicidade, existiu cruzamento entre eles e negros (analfabetos e espertos) e também com índios (preguiçosos por natureza), isto sem dizer da considerada sub raça; índio e negro. Obs.: Acredito, que negros, estupidamente considerados “inferiores”, na época, desenvolveram mecanismos “inconscientes” de “superação”, como eu também desenvolvi nestes 05 anos de “tortura”! Tornaram-se mais “espertos”. Era uma tentativa de superar os não mais “inteligente”, mas “alfabetizados”e “poderosos” brancos. O momento que estou passando hoje, “500 anos depois”, me faz sentir na “pele” o que é ser considerado “raça inferior”, ou seja “Fiscal de Rendas”. Em minha história “real” tudo se repete, sem nenhuma evolução. Uma única diferença, as sub raças, são escolhidas pela “mídia”. Os medíocres portugueses são juizes, promotores e corregedores. As disputas eram “desleais”, e negros superam brancos em “esperteza”, não necessariamente “desleais”. Hoje, facilmente observado, em competições esportivas! E eu supero juizes, promotores e corregedores em “ética”, facilmente observado nesta denúncia! - “Gostar de levar vantagem em tudo”, está no sangue. - Todas as vezes que se cria um imposto, o brasileiro, aprenderá a sonegá-lo, ou por ser esperto, (70%), ou para conseguir competir no mercado. Ou sonega também, ou vai a falência! - Quando a situação do item anterior acontece, ou o governo cria um novo imposto, ou aumenta a alíquota do existente. “O decente, seria treinar fiscais, classe: “A”, abaixo, para combater a sonegação”! - A situação se repetirá em breve! Como estamos falando de um período de 500 anos, nossa carga tributária, tornou-se simplesmente uma “piada”. É feito para não ser paga! Então temos a seguinte situação “hipócrita”: O contribuinte finge que paga o imposto, o fiscal finge que fiscaliza, e o Governo, finge que acredita que o fiscal fiscaliza! 21 Artigo II. Devemos nos conscientizar, de que um sistema de governo “democrático” é o que realmente mais atende as necessidades do povo, nos países desenvolvidos, porém em se tratando de um país de maus informados e piores intencionados, torna-se muito “lento” o desenvolvimento “ético e moral”, entre outros fatores, o voto para os parlamentares, significa mais que sua “doutrina”. Embora eles saibam que o que escrevo é a mais pura “verdade”. Uma mudança radical no sistema “tiraria votos”. Em particular, pude aprender também com o tributo, distinguir muito bem, uma pessoa “integra” de um “canalha”, vejamos: -Se dois “velhos” possuem duas “indústrias de móveis”, semelhantes entre si, e um possui casas luxuosas em Peruíbe e no Morumbi, terrenos caríssimos em Atibaia, BMW preta, último modelo, enquanto o outro vive modestamente. Quem seria o “canalha”? 2- FISCALIZAÇÃO: O único local do “universo”, onde muitas vezes, se consegue trabalhar em “harmonia” com a troca dos valores: a- O “mau” vence o “bem”. b- A “mentira” prevalece sobre a “verdade”. c- A “hipocrisia e a mediocridade” predominam. d- Não se torna tão interessante à presença de “DEUS”, uma vez que também se confunde “Sossego” com “Paz”! 3- FISCAL: Trata-se de um “ser” que deveria ter formação superior em; Administração de Empresas, Ciências Contábeis, Economia ou Direito, por serem estas as únicas formações acadêmicas que tem toda relação com a função. Os profissionais seriam “homogêneos” e iniciariam na função com segurança no que faziam, crescendo também “socialmente” na mesma direção. Gostaria que as pessoas que em qualquer situação, venham julgar um fiscal, tenham conhecimento que, se existem duas situações impossíveis de se ter o domínio, durante nossa “existência”, são: Primeiro o “crescimento social” e na vida profissional, a “Administração de Pessoal”. De acordo com o desejo dos que manipulam o que será melhor para a classe dominante, o governo e os parlamentares começam a brincar com os infelizes fiscais já no concurso, e desde o primeiro dia de trabalho, eles enfrentam de forma desleal e covarde as duas situações acima, até que se aposentem, ou são presos como “bandidos” e perdem o emprego. Biólogos, dentistas, médicos, engenheiros, filósofos, enfim, todo e qualquer tipo de pessoas “desajustadas profissionalmente” e entre elas os 22 “maus elementos”, uma vez que as “características” deste emprego atraem, “mau caráter” e “preguiçosos”. Em seus primeiros dias de trabalho, os iniciantes, depararão com a situação que descreverei abaixo e não existe sequer um entre eles, que sairá ileso desta “desordem”. Esta “miscelânea”, em uma única profissão, mais uma carteira que diz ao “estúpido” que ele é autoridade máxima e não um “ladrão!” Dando a impressão que o mesmo significa algo na “sociedade”, o que todos almejam. Na realidade seria a mais importante profissão entre todas Estatais, pois é este profissional que arrecada o dinheiro que faz o pagamento de todos os outros, inclusive os que os odeiam sem saber muito o porque! Evidentemente que o governo não tem interesse em corrigir a situação e que os “parlamentares”, na maioria absoluta ou são, ou estão ligados a “sonegadores!” Para quê uma fiscalização eficiente e rigorosa? Então Excelentíssimos Senhores querem informá-los que o Fiscal de Rendas, sendo usado conforme descrevo, tornou-se um ser tão “inconveniente”, que me sinto “envergonhado” de dizer que participei deste meio, porém tentarei expor abaixo, quem é quem nesta insignificante carreira de “ladrões”: 1- 40% dos profissionais são do tipo “C” 2- 40% dos profissionais são do tipo “B” 3- 20% dos profissionais são do tipo “A” - O profissional tipo “C”: É aquele que geralmente veio do interior e seus familiares são paupérrimos. Sua formação acadêmica é das piores possíveis. Cultura, nenhuma. São ex-ruralistas, balconistas ou desempregados. Ele raramente vale o que recebe do Estado, e seu comportamento é de quem sabe isto. São fofoqueiros, alienados e covardes. No geral eles tem muito medo, torna-se impossível saber de quê, uma vez que eles acatam toda e qualquer ordem, sem nenhum questionamento. Fazem mal feitos, mas fazem! Foi este tipo de profissional que inspirou o recente estudo sobre o “Coeficiente Emocional”, muitas vezes o indivíduo possui até um bom Q.I., mas não passará de um tipo“C”, sem a versatilidade exigida em um mercado de trabalho competitivo. Ao contrário dos outros tipos, ele sempre se sentirá inferior ao contribuinte, que é seu “inimigo natural”. Um exemplo típico deste indivíduo será o próprio Sr. J.A S, citado acima, não só por ele e a esposa estarem morrendo de AIDS, mas pelo pouco que me falou, principalmente quando ficamos presos, sua filha, morava com um traficante de drogas, não tinha nenhuma formação escolar e lhe dava um enorme trabalho, mesmo podendo morar num bairro classe“B”, morava em um “D”. Trata-se de um ser humano, que provavelmente se não exercesse esta profissão, estaria bem melhor. É notório que estes indivíduos não suportam o “peso” desta profissão. O governo faria uma grande “caridade”, transferindo estes seres, até um certo ponto “puro”, desta profissão. 23 -Os vermes Tipos “B”: São geralmente conhecidos como os “desmoralizadores da classe”. São justamente os fiscais que passam uma imagem negativa e faz a população em geral acreditar que conhecem todos. É importante citar que os mesmos têm grande desejo de participar da sociedade e sempre promovem festa. Por este fato e outros, são como gases, você os encontra espalhados por todo o país. Uma característica própria é que sempre falam “cochichando” e não conseguem encarar uma pessoa. Este “ser” normalmente está rodeado por muitos amigos, porém não será nenhuma novidade, encontrá-los, após a aposentadoria, abandonados até pelos próprios filhos. Os interessados terão uma grande definição desta “espécie” no decorrer desta denúncia, pois a Agente Fiscal de Rendas “criminosa”, que desmoraliza toda uma sociedade, M.A.F.Sotto, poderia representar com méritos os vermes do tipo “B”. Não posso aconselhar o governo a eliminar estes profissionais, por que se merecem. Nunca conseguiremos saber qual é o mais irresponsável, inconseqüente, incompetente, cruel e estúpido. Conforme já descrevi, em minha opinião é o Estado! -O executivo tipo “A”: São os verdadeiros orgulhos da classe, estes ao contrário do tipo “C”, O governo não os paga o que merecem. Com decência, ética, postura e muita integridade, não só conhecem bem o trabalho, como também o “sistema”. Posiciona-se como uma autoridade, não será surpresa encontrar estes executivos, formados em Sorbonne ou Harvard. Não será difícil chegar a conclusão que a classe seria muito evoluída caso estes homens participassem da liderança, porém os mesmos “fogem”. Com que motivação liderará ladrões? Conforme os seres tipos “C” e “B” se atraem mutuamente, estes também o fazem. Como é em menor quantidade e costumam ser Deputados: V.L., J.E., V.S., etc., governadores: O.Q., Com exceção do J.E., não conheço os citados, porém desejo que somente observem os “Q.Is” e “Q.Es”. No interior do Estado, alguns são prefeitos. Estes jamais passarão suas bagagens e a classe continuará “deprimente”, a inteira disposição do “vergonhoso estado”. O momento cultural deste, provavelmente coincidirá com o “daqueles” que são seus “dependentes”! 4- CORREGEDOR: Uma grande quantidade destes, se desenvolvem profissionalmente para punir seus “semelhantes” que, por “desgraça” exercem justamente a função que os mesmos “sonham” em exercer. No caso da Corregedoria da Secretaria de Fazenda, muitos se escondem atrás destas funções e “camuflam” suas atitudes “covardes”. Embora desejassem serem fiscais, aquele mesmo medo citado, a respeito do profissional tipo “C”(ver pág. 7), o aflora, e os mesmos covardemente, tendem a descontar suas 24 frustrações em toda e qualquer vítima do “podre sistema” que surgir em sua frente. Esta situação se repete na grande maioria de órgãos públicos. Por ser um “piloto de aviões”, informo que, existem milhares de pessoas envolvidas em torno da aeronáutica, civil e militar. As “estrelas” serão sempre os “pilotos”. Quando se fala de aeronáutica, se fala de “pilotos de aviões”. Quando se falam de triathlon, duathlon, ciclismo e corridas se falam dos “atletas”. Quando se falam de Secretaria de Fazenda, se fala de fiscais “ricos” e “ladrões”. Se enxergássemos as organizações como um todo, seríamos mais “cultos” e os organizadores de competições, por exemplo, também mais felizes. Corregedores não têm “cultura”. Corregedores têm“frustração”! 5- ADVOGADOS: Minhas pesquisas acusaram que 50% destes, são indivíduos extremamente treinados para lhe causar o maior “incomodo”, “dano” ou “prejuízo”, percebendo a maior quantia em “espécie” possível. Enquanto que nos outros 50%, encontramos bastante versatilidade, incluindo de “ladrões” a “bons profissionais”. Uma situação “destruidora” da classe, seria o “respeito” e o “medo” que os mesmos tem pelos “magistrados”. Mesmo tendo certeza absoluta de se tratar de um “juiz corrupto”, os melhores advogados se recusam a denunciá-lo, dizem que não dará nada para ele, e o denunciante corre muito mais risco, e ele jamais ganhará uma causa naquela cidade após processar um ladrão! Afirmo que para começar a se fazer “justiça”, teriam que estar no mínimo em “igualdade” de condições. 6- CORRUPÇÃO: (i) Esta é derivada de uma associação indescritível de falta de valores existentes na população brasileira, cujos crescimentos: Moral, ético, espiritual, cultural, etc...Dependem principalmente de seus governantes, que não os possui. (ii) Afirmação lógica: Em curto prazo, vamos desestimular todas e quaisquer oportunidades criadas pelos órgãos públicos; impostos, taxas, contribuições, que facilitam a prática conhecida e destruidora. Neste caso a estratégia séria o “IMPOSTO ÚNICO”. (iii) 7- SINDROME DE ALIENAÇÃO ADQUIRIDA PELAS AUTORIDADES (SAAA) - Super lotação nos presídios: Esta teoria, estou desenvolvendo, a partir das observações “reais” assistidas por mim, durante estes anos de “sofrimento” e “aprendizado”. Embora considerado um “ladrão”, e isso não foi totalmente ruim, sou mais “inteligente”, “humano” e “versátil” (não seria este, o momento propício para se 25 falar em “humildade”), que estas pessoas, que cruzam meu caminho, nos diversos processos. Também não posso deixar de informar que, embora eu sinta “vergonha”, fui uma “autoridade”. Nesta função desenvolvi preconceitos como quase todos. se fiscalizasse um estabelecimento e não descobrisse “sonegação”, sairia dali, frustrado e me sentindo um verdadeiro “idiota”. Chamarei esta síndrome de “Síndrome de Alienação Adquirida pelas Autoridades (SAAA)”, que por sorte, em relação a “fiscais” não alteraria o panorama sócio cultural atual (ver definição de tributos e fiscalização, págs. 18 e 19). 7- JUIZES. O QUE SIGNIFICAM? Pude observar que este mesmo sentimento, envolve os profissionais ligados à“justiça” em grande intensidade. Em razão inversa ao seu “crescimento espiritual” e diretamente proporcional ao seu “apego” à profissão. Este sentimento é tão “destruidor”, que um dos ditados populares em relação a ele, por não conhecerem esta definição, seria: 50% dos “juizes” acreditam serem “deuses” e os outros 50% têm certeza! Quando a população revoltada pelas diversas injustiças praticadas, diz: Cabeça de juiz é como “bunda” de neném! Queriam mesmo era dizer: Este profissional é “dominado” pela função que exerce, e isto contribui para que use somente a “emoção”, deixando de lado a “razão”. Neste caso o mesmo estaria lesado pela “SAAA”. Esta doença poderá ser tratada, e certamente se as intervenções “terapêuticas”, forem levadas a sério pelo governo, seu resultado “positivo” será incalculável. Darei alguns exemplos claros de como os indivíduos em posse desta doença, se tornam frios e covardes, dificultando assim, todo o decorrer de um processo, mesmo que na seqüência existissem profissionais saudáveis. Nesta oportunidade, gostaria de “implorar”, “suplicar” ao próprio Presidente da República: L.I.L.S., ao Ministro da Justiça, e aos parlamentares de um modo geral, para que estudem o caso, e dêem prioridade. Somente em meu caso citaria dezenas de vezes em que me deparei com estes “anormais”, e quem pagaria por suas “dementes” satisfações? Não seria sempre o poder público? Com um grande e desnecessário sofrimento das “classes discriminadas!” O promotor e “doente mental” JOÃO ESTEVÃO da SILVA., um homem que citarei em outros itens, segundo dizem, é conceituado, e estaria sempre aparecendo na “globo” pela sua “superioridade” em relação aos demais. Na folha n° 002, de minha prisão em “flagrante”(ver doc.fl.129), ele informa ao delegado de polícia: Wilson Camilo Silva, se auto lesionou, ao tentar desferir uma cabeçada contra o rosto do cinegrafista da Rede Globo e ter acertado a sua filmadora. Vejamos este portador da “síndrome”: Um cinegrafista encontra-se, justamente, atrás 26 da câmara, pois é a única maneira para se filmar alguém, quando vi aquela situação, minha sala invadida, e eu sendo filmado, escapei dos policiais e dei uma cabeçada. A câmara profissional possui quase um metro de comprimento, quem estiver filmando, estará do outro lado, eu apareço na TV. várias vezes, e não existe nenhuma possibilidade para se confundir(ver fita de vídeo n° 01, anexo). Qual a intenção deste “pobre”? Penso que neste momento, ele ainda não tinha certeza de minha “não participação”, então eu já seria preso! Seria ele mais feliz, caso minha “pena” aumentasse alguns anos? Ele me conhecia? Valeria a pena mentir, passar vergonha, por nada? A “SAAA” daria a ele tanto prazer? Seguindo o mesmo raciocínio, na folha n° 003 do flagrante, a testemunha, R.C.V., policial militar, declara: Wilson investiu contra o repórter da globo que acompanhava o caso e tentou dar uma cabeçada no rosto do mesmo e atingiu a filmadora, vindo a ferir-se! E então? (ver doc.fl. 131, anexo). Gostaria que observassem a nitidez e a objetividade da sena, a distância do tal cinegrafista, que jamais vi, não saberia dizer se homem ou mulher, gordo ou magro. E as mentiras vergonhosas? Como estamos diante de uma “escola”, trata-se de uma “cultura” um tanto indesejável, mas alguém terá que desenvolve-la, chegamos também a uma “excelente” conclusão: De posse da “SAAA”, não existe hierarquia, nem tampouco escrúpulo, a emoção fala mais alto, tanto “promotores”, quanto “policiais militares” desenvolvem o mesmo grau de criatividade! A partir desta afirmação, eu citaria milhares de exemplos de “abusos” desta natureza. Isto é humano? Podemos continuar tratando seres humanos com este “ódio irracional?” Um outro exemplo formidável que encontrei desta doença “manifestada”, foi no IP. n° 806/98, 2ª vara criminal-Santos, (ver 2° Episódio Geral, Pág.53 a 60), embora, infelizmente, tenha grandes indícios de “suborno”, gostaria de chamar a atenção para uma ramificação desta doença, chama-se: Síndrome de Alienação Adquirida pelas Autoridades por Indução (SAAAI). Nesta, uma autoridade é “induzida” a absolver os réus, seja por suborno, discriminação ou tráfico de influencias, embora conhecendo o caráter e a postura dos “estelionatários”, ninguém duvidaria de um “suborno”. Uma vez que de posse da SAAA, devemos punir, embora eu seja o autor da denúncia, a promotora Sra. Tânia Maria A. S., faz 07(sete) conclusões escandalosamente “tendenciosas” em seu despacho, inocentando os “ladrões” e para vergonha da “justiça”, inverteu a parte, solicitando apuração de eventual infringência da Lei n° 8429/92, contra mim. Repetiu, por “coincidência”, a mesma ameaça que os “estelionatários” me fizeram quando me roubaram: Se você der parte, nós o denunciamos, você é fiscal e seu dinheiro é roubado! Acabei de ouvir isto e corri para a delegacia de polícia. O que esta profissional quis dizer? Quem é ela? Vamos nos encontrar, para falar a respeito, Sra. 27 Tânia? Gostaria de conhecê-la pessoalmente. Este processo será reaberto imediatamente, aguardava este momento, Veja o prejuízo que a Senhora deu-me com sua “SAAAI”! Minhas declarações de imposto de rendas (ver anexo: fls 196 a 202), e uma enorme caixa com meus investimentos no “Mercado de Capitais”, estão a sua inteira disposição. A Senhora, já me mostrou que para ficar rico, seria necessário “roubar”, enquanto que eu para isso cursei uma Pós Graduação em “Engenharia Econômica” e fui o primeiro colocado em todas as cadeiras do curso. Com tudo que citarei, em relação à juíza Érika Mascarenhas., a partir da pagina: 31, ficará claro se trata de SAAAI, neste caso ela poderia estar “induzida” pelos mesmos fatores, e ainda devemos acrescentar o fator “mídia”. Passo a informar, que esta “síndrome”, pode se “manifestar” de diversas maneiras, desde que dê ao seu “portador” um falso sentimento de “força” e “poder”, e o portador, mesmo conhecendo a verdade, se “ilude”. Vejamos como o Juiz Dr. D.G.J., procede de posse da “SAAA”. Recebe um processo, de um pai, no mais “profundo” “desespero” e “dor” (ver 3º Episódio geral, pág. 33 ). Seu amigo “j.R.”, recebeu uma “propina” de uma “louca”, para que retirasse os filhos do pai. Neste momento, este pai, sendo a pessoa que escreve, deve ter seus valores e não merecer isto. Torna-se muito difícil este procedimento! Embora estivesse escrito, de quem se tratava à mãe, o mesmo pega o processo, não o lê e marca uma audiência para 05 (cinco) meses depois. Será que esta não era uma tentativa de valorizar o trabalho do “amigo”, ganhando tempo, para que a mãe concluísse o trabalho de “domínio” total sobre os filhos? Como não sou alguém ligado a justiça, mas sinto a “dor” da “injustiça” a cada lembrança, de quem eu era? E o que fizeram de mim? Tentarei sugerir algo que colaboraria. Agora que sabemos da existência da “SAAA”. Tentaremos “tipificar” a acusação com pessoas “neutras”, “humanas” e “sem emoção”. Após os policiais, sem formação ética, e alguns mais bandidos que os criminosos presos, e todos os envolvidos na “justiça”, podendo estar contaminados pela doença. Assim, talvez por um sorteio, a público, fossem novamente julgados alguns criminosos. E no caso da pena diminuída, os envolvidos seriam punidos. Pessoas neutras e humanas são facilmente indicadas pelos “lideres religiosos”. Com exceção dos possuidores da SAAA, todos sabem que quanto menos um preso permanecer na sela, maior será sua chance de recuperação. Em outra oportunidade, gostaria de citar o exemplo desta síndrome, que assisti no “Tribunal de Justiça”, onde serei julgado, em breve. Pelo que assisti, alguns membros carregam a “bandeira”: Se pudermos “superlotar” todos os presídios do mundo, “superlotaremos”! 28 IMPORTANTE: Como nesta oportunidade, ficou bem claro, que as diversas autoridades generalizam, friamente e muitas vezes sem nenhum pudor, as classes, gostaria de “ensiná-los”, a serem humanos e isto agradaria a “Deus”, e até seu “inconseqüente” patrão. Por outro lado, as autoridades não estariam se colocando em apuros. Quando alguém lhe der a seguinte informação: Todo fiscal é ladrão! Ou qualquer tipo de “generalização”, por favor, faça em seguida, a seguinte pergunta: -Mas “todos”? Caso ele responda, sim, “todos”! Pergunte novamente: -Meu amigo, mas não existe “nenhum” que não seja? Esta pergunta poderá fazê-lo pensar, e o mesmo mudar de opinião, porém se ele for incisivo, você fará ainda uma terceira pergunta: Por favor, você conhece todos os “fiscais”? BEM MAIS IMPORTANTE: Seria “interessante” e “produtivo”, que após toda a leitura deste documento, toda e qualquer pessoa, retornassem a este ponto. Minhas atitudes, puramente éticas, em meu meio social, são até discriminadas, chamam-me: “tonto”, “bobo”, “estou querendo aparecer”. No meio fiscal, diziam que eu estava “armando” alguma coisa por trás daquela “atitude”! Entre “milhares” de decisões em que usei; ética, postura e bom senso, às vezes, acima da média até da “intelectualidade” humana. Uma impressionaria todo o mundo, e com certeza, Vossa Santidade, o Papa João Paulo II. Não falo de teoria, pois seria fácil! Falo e mostro na “prática”, ela existe, esta acontecendo agora, sou “nobre”, e não posso mais ser “humilde” a partir destes fatos. Estou a inteira disposição de quem queira, conhecer e explorar a situação acima, e ainda se “promover”. Ela é “inédita” no mundo, e não é para ser descrita aqui. Trata-se da história do porquê? Assumi um “garoto” com “distúrbios mentais” como filho. Devido às circunstâncias da mãe, somente um homem privilegiado pelo “Criador”, assumiria tal situação! A respeito das “autoridades” que me julgaram e/ou julgam, me proponho a encará-los, dentro dos olhos e os chamar de “tolinhos”. Reuniria os mesmos em uma sala de aula e passaria parte de minha “sabedoria”, logicamente começando com aulas de “ética”, em seguida abordaria um pouco de “Estudo da Vontade de Deus”, só deixaria de ensiná-los quando compreendessem que “a 29 justiça divina é formidável”. Posso já informá-los que se alguns forem determinados e conseguirem assimilar minhas aulas nos diversos tipos de esportes em que fui e/ou sou um “campeão” e decidir terminar com o casamento, terão grande possibilidade de passar o que passo. Digo que, grande parte dos julgadores, por serem também pessoas extremamente materialistas e desta forma invejarem os Fiscais de Rendas que esbanjam matéria, causando inveja na sociedade hipócrita que não sabem avaliar que esta matéria só seria interessante se viesse acompanhada de outros crescimentos como; Espiritual, Social, Intelectual, Moral e físico. Como convivi quase 15 anos com esta “corja”, posso explicar; da forma que este capital surge nas mãos de grande parte dos fiscais, apenas faz com que eles fiquem “muito pobres”, porém com muito dinheiro no bolso! Ou seja, muito “sossego”, nenhuma “paz”! Estes, jamais poderão ficar em “destaque” e gritar bem alto, como eu: “Nunca lesei uma pessoa”, Desafio quem queira provar o “contrário”! Mesmo tendo sido desmentido, até no confessionário, pois até os religiosos suspeitam de alguém “leal”. Continuarei afirmando isto, ou me provem o contrário! Não acreditando que uma destas autoridades raciocinasse de forma a ajudar-me, colaborarei para que possam rapidamente constatar a veracidade da afirmação: Uma vez que acabo de destruir a “psicopata” e “arquiinimiga”, tenho certeza que daqui para frente ela não mais deixará seus psicotrópicos, enquanto que recuperarei meus filhos. O “ódio doentio” estará “acirrado” e como fui casado 17 anos com a mesma, basta que peguem o telefone e peça para que ela relembre apenas uma vez que de alguma forma, usando “má fé”, “ou não”, tirei algo de alguém. Para “colaborar” ainda mais, podem ser simples “comportamentos”, usados quase como regras pela sociedade, exemplos: 1. Ele seria capaz de voltar o velocímetro de um carro para vendê-lo mais caro, mesmo que fosse a um estranho? 2. Ele seria capaz de mentir para uma garota linda e receptiva que era solteiro(quando casado), para conseguir algum resultado positivo no caso extremo de deseja-la demais? Sabendo-se que a partir de agora, não será necessário falar de meu caráter, dignidade, ética, moral, determinação, inteligência, versatilidade, espiritualidade e acima de tudo “coragem”. Passarei já a relatar fatos “suspeitos”, uma vez que tenho “capacidade” suficiente e serem os mesmos de fácil compreensão. 30 Porque não podemos “suspeitar” do comportamento, por não enxergar o óbvio, da juíza Érika, que me condenou a 02 anos de reclusão? Numa causa que se ocorresse a verdade, a rede globo de TV. Já estaria gastando fortunas com “indenizações”? Não posso deixar de comunicar que a repórter L.W.F., foi ao ar várias vezes durante o dia, informando: “Fiscais corruptos caem em uma armadilha”, (ver fita de vídeo n° 01, anexo), seu erro é tamanho, que nos U.S.A., certamente não daria menos que U$ 10.000.000,00(dez milhões de dólares), para a vítima do sensacionalismo, uma vez provado o contrário. Me Proponho e “faço questão” de me submeter a qualquer tipo de avaliação e gostaria de debater o assunto com todas as “autoridades”. Seguem abaixo informações que julguei necessárias para a fiel comprovação dos fatos, caso fosse necessário somente as mesmas provas que me colocaram na “cadeia”. eu teria trabalhado apenas 10(dez) dias, como não são o mesmo peso e a mesma medida, trabalhei 05(cinco) anos! Tentarei ao máximo não citar pessoas que colaboram, por estarem também enojadas com esta “podre” justiça, algumas das vezes advogados, que dependem dos “canalhas” para sobreviver. Quando é policial que apresentam um cliente para o “juiz corrupto”, e recebem uma verba que o ajuda em seu mísero salário, corro até risco de vida! Seguem os fatos: Muitos fatos me distanciaram da classe, desde minha posse. Um choque cultural invadiu meu espaço, comecei a questionar, para quê estudar tanto para se misturar naquele ambiente “hostil”? Escreveria um livro sobre o quanto o Estado é “ridículo” fazendo uma seleção daquele nível, surgiram personagens inacreditáveis como: C.P., S.A., J.T., S.S.M. (este Chefe do Posto Fiscal mais importante do País!), Z.P., E.A.F e seu esposo O. ( naturalmente todos tipo “C”). Cada vez mais eu sentia um grande desejo de saltar daquele barco, porém por ter sido líder em movimento “grevista” na Cia. Siderúrgica Nacional, seria impossível conseguir um emprego “decente” e para seguir carreira de “sindicalista” era inoportuno, devido meu currículo, inclusive com pósgraduação. Fui considerado “oportunista”. Usaria o Sindicato para me promover. Entre me desgastar com “a política”, amiga intima do “inconseqüente estado” e permanecer sendo um “atleta de competição”, inteligentemente, fiquei com o mais “saudável”. Se o estado queria baixar tanto o nível do concurso, deveria aplicar um “psico teste”, ou não passava nenhum fiscal tipo: “C” ou nenhum tipo “A”. 31 Ambos sofrem muito com esta “mistura”. Começou meu sofrimento, que não cessou “até a presente data”. Vejamos alguns “fatos anteriores” aos acontecidos na denúncia: 1. Com apenas 02 meses de trabalho no Posto Fiscal de Fronteira de Pirapozinho, eu e alguns amigos nos rebelamos contra a “pouca vergonha” da administração, lideramos um movimento e mandamos um telegrama para o governador, denunciando-os. Eles estavam completamente errados, porém fomos penalizados com 03 dias de suspensão. Este fato envergonha mais uma vez o estado, pois a punição foi completamente “sem embasamento legal” que se tornou sem efeito, 02 anos depois (ver cópia D.O. de 24.02.94, fl. 226,anexo). Foi um grande sofrimento. Eu era chamado para depor com “uns idiotas”, que me faziam perguntas ridículas. Fiquei marcado para sempre. Naquela época também eu não era hipócrita! Eles não tinham a menor idéia que eu era uma espécie de “patinho feio”, e estava ali para mostrar o que é ter a “proteção do Senhor” (Ver Isaías: 54, 17, pag. 03), e “ter consciência disto!” Fui bastante arrojado com os “coitados” e os mesmos só perceberam o porquê? 02 anos após. 2. A substituta do Sr. SSM (não consigo lembrar seu nome), Sra. M (também não tenho certeza do nome), chegou ao Posto Fiscal de Fronteira de Queluz, desesperada para saber quem era o “CAMILO”, nesta época, eu não sabia ainda o tamanho de minha “fama”, mas fugia dos fiscais tipos “C”, e este era o caso. Descobri depois, que a Sra. M. colocou uma extensão em sua sala, e quando eu ia para o telefone ela ouvia minha conversa. Num determinado dia fui transferido para o pior PFF do mundo, S.B.A., depois de quinze dias de estadia naquele posto, e não ter passado nenhum veículo transportando mercadoria, decidi questionar e fiquei sabendo que havia uma denúncia de corrupção contra o Camilo. Descobri então que foi a venda de um “fusca” que fiz para um estudante da cidade de “Lorena” que a mesma interpretou como suborno(tenho quantas testemunhas forem necessárias). Quando apresentei a documentação da venda do automóvel na “administração”, em São Paulo, foi uma correria, e me retornaram imediatamente para “Queluz”. Porém “espumavam” de “vergonha e ódio”. Peço aos Senhores que me ajudem a “desvendar” esta denúncia, que foi um fato vergonhoso. Podemos imaginar quantas interpretações “inteligentes”, foram dadas a este fato pelos “Cs”. Isto aconteceu por volta do ano de 1988. Tentei de todas as formas, ler a denúncia, mas foram inúteis. Deve existir algum material dizendo o motivo da transferência. Acredito também que não poderiam rasgar uma denúncia. 32 3- É comum um concursado, aprovado em um concurso público, ter sido aprovado também em outros. Fui convocado para ocupar o cargo de Agente fiscal de Tributos Estaduais, em Minas Gerais, a partir de abril de 1988. Juntamente foram convocados vários outros, somente no PFF de Santa Clara D’oeste, onde eu estava pagando “mais um castigo”, haviam mais 03 convocados no mesmo D.O.: J.C.V., S. e Outro, imaginem em todo o estado de S.P.. Todos estiveram em Minas Gerais, como eu. Torna-se impossível, abandonar um chamado destes, sem conhecer o que está dispensando. Gostaria que investigassem como aconteceu isto; no momento que me apresentei em M.G. já havia um oficio anterior da Secretaria de Fazenda do Estado de São Paulo, perguntando: há quanto tempo eu trabalhava ali? O local? Qual era o meu salário? As autoridades em M.G. estranharam o fato. É a primeira vez que posso abordar o fato, devido qualquer questionamento meu, poderia comprometer os outros! Como me encontraram? E os outros? Foi aberto um processo, onde fui punido com a “pena máxima” para o caso (30 dias de suspensão). -Nestes 15 anos de guerra, em que, oportunamente, luto com armas “desconhecidas pelo inimigo”; fé, ética, caráter, personalidade, coragem e determinação. Ainda muitos fatos seriam acrescentados. Vejo também que os maltrato, sendo apenas um “CAMILO”. Talvez, motivo pelo qual, eles foram acreditando na “denunciada” e se “somando”. Senhores, veja no que deu: 1º Episódio Geral: 1º Episódio da Secretaria de Fazenda: 1- Em torno de 06 meses separados de minha ex-espôsa, fui escalado para um trabalho de fiscalização preventiva, um trabalho pesado, odiado pela maioria dos fiscais, onde fazemos dupla com outro fiscal, “normalmente desconhecido”, por pertencer a outro Posto Fiscal. Isto acontecia em média 02 vezes ao ano, por um período de 15 dias e normalmente fiscalizávamos mercadorias em trânsito, na maioria das vezes, seguimos um veículo suspeito até o local da descarga. No “primeiro dia de trabalho nesta operação”, em que fui escalado para trabalhar com “uma pessoa que não conhecia”, com apenas “01 mês de experiência” na fiscalização direta de tributos (contra meus 11 anos) e “possuidor do vírus HIV”. Não posso afirmar que sua experiência profissional era mínima a ponto de se deixar levar por um “sonegador profissional” ou se sua doença o deixava com uma “coragem irresponsável”. Ao chegar em nossa área de trabalho, “o primeiro veículo” suspeito que seguimos, pertencia justamente a um 33 “sonegador” que vinha se especializando, juntamente com a “Rede Globo”, a armar flagrante para fiscais e conforme descobri mais tarde o mesmo havia preparado um, para 03 fiscais a uns 08 meses antes, isto citado no processo, porém devido “a pouca vergonha da classe”, citam apenas 01 fiscal, por nome E, pois o mesmo faleceu pouco após o episódio. A classe é tão “pobre”, que provavelmente não citariam o fato para “nos ajudar”, pois poderiam reabrir o processo dos 03 “desavisados”, que escaparam por muito pouco. Como estava sendo dado um curso para todos os fiscais diretos de tributos (externos), foi distribuído a todos, o nome do Sr. Mascarenhas e suas empresas. Isto é comum em qualquer ambiente de risco, e praxe nas fiscalizações. O Fiscal J.A., não receberia esta folha, pois era ainda “interno”, enquanto que eu, por algum “motivo sério” que não tenho a menor idéia, “não fiz este curso, ou fiz e não recebi a advertência”! E o mais suspeito, é que logicamente, existia neste Posto Fiscal (PAFIMT), uma lista com todos os “contribuintes problemas”, e quando você era escalado para este local perigoso o “Chefe do Posto AFR, Sr. S. mostrava-lhe a lista. Por outra “coincidência” também se esqueceu? NÃO DEIXAREI DE INFORMAR QUE: 1. Este Posto Fiscal, foi extinto imediatamente após minha prisão e seu Chefe Sr. S. foi “esquecido” por vários anos em serviços internos (não mais Chefe). Confesso que tenho dificuldade em entender estes fatos, mas com certeza eles não esperavam que eu resistisse tão violentamente a prisão e que chamasse tanta atenção, inclusive, sendo mostrado ao “mundo” através da “Globo News”, quebrando uma câmara com uma cabeçada e sendo preso completamente “ensangüentado”. As senas de minha prisão provocaram um “choque traumático” em todos os tipos de seres humanos que conheço; triathletas, ciclistas, corredores, lutadores de boxe, religiosos, outros amigos e parentes. Podemos imaginar então como os fiscais dos tipos “B” e “C” se sentiram? 2. Provavelmente, este será o parágrafo que mais provará, minha inocência. Desde minha prisão, até a presente data, e certamente até a minha morte. Exibi, exibo e exibirei estas fitas de vídeo(seguem cópias, fitas:01 e 02 anexo), com minha prisão, em todo e qualquer lugar que me apresente, inclusive, até em “New York”, fui muito aplaudido numa “apresentação”. Minha não participação no crime, é tão notória, que acabei por descobrir, que só com apresentações desta fita “consigo sobreviver”. Estou aguardando esta denúncia, para uma melhor divulgação. 34 Após os fatos citados acima, fiscalizei uma empresa no local, por nome “Jóia Instalações e Montagens Ltda”, pelo local suspeito, empresário muito “suspeito”, trabalhei com bastante rigor, inclusive “trancando” o talão da mesma. Este “ato”, recomendado pelo Manual de Técnicas Fiscais, tem como uma das características, mostrar que o fiscal não “negociou” por ter deixado seu “rastro” e dificultado o contribuinte, a não emitir “Notas Fiscais com datas anteriores”, marcando seu talão. Enquanto que o outro fiscal, “o veículo seguido” e a empresa que o mesmo descarregava madeira, “JLM Ind. e Comércio de Móveis Ltda”. (Este fato foi omitido pelos “crápulas” advogados, isto me separava completamente do outro fiscal, que não teria defesa!). Aproximadamente 20 dias após o fato citado, quando eu voltava do almoço, deparei com uma multidão e este fiscal dentro de uma viatura da polícia e algemado. Fazia sinais para que eu corresse. Eu não sabendo de que correr. E nem tampouco para que? Entrei para minha sala de trabalho onde fui tentar ligar para o Sindicato ou a Associação e de repente entrou um homem, aparentava um “homossexual recalcado”, gritando como um louco “você esta preso!”, eu lhe perguntava porque e ele não dizia, apenas mostrava meu cartão de visitas, que sempre entreguei em todo e qualquer estabelecimento que visitei! Então resisti a prisão no que pude, por mais de 30 minutos, enfrentei policiais armados e furiosos. Penso que só não fui “fuzilado”, devido aos “gritinhos” “efeminados” do promotor Sr. J. E., que na época, sempre aparecia na “GLOBO”! Não eram acatados pelos policiais. Só me entreguei, quando pessoas começaram a desmaiar, pois havia mais de 20 policiais, civis e militares, alguns portando metralhadoras de grande porte. (Segue fita de vídeo, anexo). O “ápice” de minha “degradação” ocorreu num Pronto Socorro, onde fui levado, “algemado e ensangüentado” para fazer o curativo no corte, devido uma cabeçada que dei na câmara de T.V.. O promotor excitado, e com aqueles “gritinhos” finos já me matava de vergonha, para me destruir, passou a gritar escandalosamente: Gente atenda logo este “ladrão” aqui! Repetia, aos gritos “histéricos”, e aquela multidão me agredia com olhares nervosos. Ouvia alguns pronunciarem: Além de “ladrão”, ainda vai cortar nossa fila? Tratava-se de muita emoção ou o promotor estava “paquerando” algum dos policiais? O encontrei em diversos depoimentos e não o vi “desmunhecar” tanto! Ele/ela estava realmente “imoral”. Como um ser humano, no auge de sua incompetência, pode destruir um “executivo” que está a milhares de anos luz à sua frente, em questão de momentos? Respondo: O inconseqüente Estado lhe permite um poder acima de sua “capacidade”, além de não ter percebido o poder de “destruição” da 35 SAAA. Estamos novamente diante de um “modelo”, semelhante ao fiscal: tipo “C”. Em autoridades, não tenho motivos para acreditar, mas o “Criador”, só neste documento, já deu e dará ainda mais provas de “Tua” existência e sobretudo de minha “afinidade” com “Ele”. Informo: “Deus” jamais me permitirá morrer, sem que este promotor “engula” a palavra “ladrão” que proferiu contra a minha pessoa. Troco isto por minha “própria” vida! O que me deixa perplexo, é o fato de que, após eu ter denunciado meus advogados, o espanto do citado promotor e do procurador do estado crápula Sr. Ricardo com minha atitude, foi enorme. Numa audiência, pude comprovar o fato de que os mesmos já tinham certeza “absoluta” em minha não participação. Além da fé em “Deus”, já demonstrada, sou “Máster” em Programação Neurolinguística ( ver doc. Fls.145, anexo),capto com facilidade o movimento dos olhos, principalmente de “canalhas” e pessoas “maus intencionadas” (sequer conseguem fabricar provas contra mim!). O Sr. R.C., nunca pode me olhar nos olhos, porém o outro, no inicio ainda sustentava meu olhar. Nesta audiência que estivemos juntos, fiz questão de saltar umas três cadeiras, me sentar em um lugar, que não seria meu, porém de frente a frente com o dito “promotor e gay”. Eu o fiz olhar para todos os lados, inclusive, pude perceber que o mesmo “adora” “teto e lâmpadas!” Senhores, minha opinião: Estes profissionais não seriam mais inteligentes, indo atrás do processo e revertendo o quadro, de que estarem “expostos” e serem obrigados a lerem o que escrevo? Quanta “estupidez” necessita um animal, para ser tão “frio”? Comecei a questionar as “super lotações” nos presídios! Se houver dúvidas nas autoridades, no que descrevi acima, solicito, se possível, a presença de ambos em minha frente. Aconselho treiná-los bastante antes, quanto a mim, ficarei muito grato, caso ocorra de imediato. Havia, no meu local de trabalho, uma grande quantidade de fiscais “B” e “C”, enquanto que bastava a presença de apenas um “A”, para que não ocorresse a prisão. Já na Delegacia de Polícia chegou o Advogado do Sindicato, que me ensinava o que deveria falar e nesta altura, eu era manchete da Rede Globo, em “estado de choque”, passando na T.V. a todo o momento, inclusive na Globo News, para o mundo. Hoje percebo que o Dr. H., advogado do “Sindicato”, me ensinava falar coisas que não comprometesse o outro fiscal, pois cobraram, em conjunto com o Dr. M.R.J. e Dr. D., U$ 80.000,00(oitenta mil dólares) para nos defender. Não obtive informação de quanto o “Sindicato” 36 cobrou dos advogados contratados, Porém o montante foi rateado entre todos os fiscais da Capital. Prática também usual na Secretaria da Fazenda. Após 08 dias humilhado numa cadeia, descobri que havia sido “suspenso” no trabalho por sessenta dias, antes de terminar este período, entrei numa profunda depressão (aproximadamente 01 ano), após isto, decidi que não mais trabalharia em uma função que teria me levado à “morte” caso não unisse; “minha ausência da necessidade de matéria”, “fé” e o “triathlon”. Conforme os leitores verão, eu jamais escaparia de tamanha crueldade não unindo os “três”. Gostaria que R’s, E’s, J.E’s e R’s seguissem meu raciocínio: uma vez que até “correm” os riscos de virarem “notícia’ no mundo. “On the World”. Isto seria certo, se o “país fosse sério!” Existindo uma consciência de que seu “patrão” os expôs, ou por não treiná-los, ou por excesso de trabalho, ou mesmo que vocês abusaram de suas autoridades, podem até ter sido enganados por um “corruptor”, enfim, seja qual for o motivo de “suas incompetências”. Isto aconteceu comigo! Neste caso eu abandonaria o cargo, como abandonei. Em caso contrário, também abandonaria em função “da vergonha” por todos saberem que fui “corrupto”. Isto por ter “caráter e personalidade”. E vocês? O que farão? Antes de minha demissão criminosa, ou estava de licença médica ou aparecia no trabalho, mas me recusava a trabalhar, me expunha a punições, mas jamais teriam alguma conotação perto do que passei. Aguardo o final do julgamento, mas já demitido deste “órgão podre”, para uma possível indenização, embora não tenha nenhum motivo até a presente data, para acreditar em “JUSTIÇA” neste país. Informo que minha confiança é tal, que sempre fui um vitorioso, e “jamais deixarei de ser”. Queiram os “inimigos” ou não, a verdade prevalecerá. “Sou um herói”. Logicamente a razão de minha resistência, se prende a consciência de quem sou. Talvez seja difícil para um homem comum julgar me. É por isto que confio em “Deus.” Lembramos que a justiça do homem forja provas! Informo que 100% dos fiscais sabem do meu caso, Advogados, Corregedores e funcionários da Secretaria de Fazenda em geral, mas conforme segue a denúncia que fiz dos profissionais que me defenderam(ver docs. fls.74 a 128), minha defesa foi feita com total descaso e ficou claro que os mesmos se interessavam defender o Sr. J.A. também, e tudo que me defendia claramente, o acusava, então isto eles omitiam, exemplo: se mostrassem a fita(anexa), me defendia, porém acusaria o mesmo, logicamente que ele também foi vítima do talvez relapso da fiscalização, mas eram situações distintas. Existe mesmo uma incoerência em usar-me para defendê-lo ou “O ALVO DO FLAGRANTE ERA OUTRO?” 37 I M P O R T A N T E: 1-Senti uma grande frustração de não ter sido, após todos estes acontecimentos chamados pelo Delegado Tributário, para uma reunião. Sabiam e sabem de minha “Não participação em tal crime”, neste momento eu precisava muito de um apoio, uma voz amiga, para voltar a “viver”. Sentia-me totalmente inseguro e deprimido, e fiquei ainda pior ao saber que o mesmo se reunia com minha “exesposa” para saber a meu respeito! Fui condenado a 02 anos de reclusão e quando revoltado procurei a juíza É. M., percebi sua total falta de convicção da penalização, pediu para que eu recorresse ao T.J., que sua decisão não era final, Posso afirmar que a mesma, pelo menos, teve dúvida. Também conversando com bons advogados, soube que o T.J. normalmente segue a decisão da 1ª Instância! Se não participei do fato, como poderia nem causar “certa dúvida”? E “IN DUBIO PRO REO”. Sendo assim, novamente afirmo. A “Rede Globo” está indo a falência por processos de “indenizações milionários” e uma mulher com todo este poder! aceitando facilmente o argumento de um “único” velho “doente” e “comprometido”, num país totalmente voltado para a “corrupção”. Penso que não seria agressivo, “suspeitar” e estudar melhor este processo! Tenho o “pleno direito” de julgá-la da mesma forma que me julgou, “Por intuição?” Como não sou um “profissional comum”, em comparação com a mesma, no caso em que pessoas “sérias”, “inteligentes” sem “vícios” adquiridos na profissão, julgassem-nos, suspeitariam mais “desta”. Se compararmos o potencial da “Rede Globo” em relação ao do velho “safado”, exibindo nossos currículos, tenho absoluta certeza que a sociedade julgaria a meu favor. A senhora, “por ética”, não gostaria de discutir este assunto comigo? No processo, ao “contrário da verdade”, a “Dra. Mascarenhas”, o mesmo “sobrenome” da “suposta vítima!” Mesmo que seja inconsciente, o fato de alguém possuir seu próprio sobrenome o “agrada”. Como estudei muito sobre o comportamento humano, proponho que não facilitem, uma juíza inexperiente a cometer um erro tão visível. Um julgamento deste pode assassinar um homem com meus valores. A mesma afirma sem nenhum “constrangimento”: Em todas oportunidades em que foi ouvido, o contribuinte apresentou versões “seguras”, “coerentes” e “harmoniosas” em torno do fato, que o levou a procurar o representante do Ministério Público! Informo mais uma vez, que a mínima diferença “notável”, que “não notamos”, estaria no “Mascarenhas”, que aos ouvidos da profissional soaria bem mais “elegante” que os “Silva’s” dos réus! OBS: 38 1- Quando fazemos uma pós-graduação em marketing, estudamos: A “mínima” diferença notável, que ninguém nota! Trata-se de uma “diferença” que “não percebemos”, mas é por ela que compramos; o “sabão Omo”, o “cigarro, free” ou a “cerveja antártica”, entre outras várias marcas “completamente” iguais. Se nos for perguntado: porque estamos com um “tênis nike”, provavelmente não saberemos responder. Pergunto: E quando a diferença é “extremamente” notável? “produto” optamos? Para qual 2- Por não termos o “domínio comportamental” diante destas “diferenças”, torna-se “não ético” e “imoral”, ser condenado “sem provas testemunhais”, “sem provas documentais”, por uma “juíza” de sobrenome “Mascarenhas” julgando um “sonegador profissional” também de sobrenome “Mascarenhas”. 3-Repetirei para os senhores “autoridades”, amigos “esportistas”, “religiosos”, “meus familiares”, “Associações de pais separados” e “principalmente a todos os ‘condenados’ deste país”. “FUI ‘CONDENADO’ A 02 ANOS DE RECLUSÃO!” VEJAMOS ENTÃO AS INCOERÊNCIAS DO “Bandido” Mascarenhas: 1- Um homem com empresas ocupando galpões desta natureza (ver fotografias fl.203, anexo), sem a devida Inscrição Estadual, pode ser “coerente?” O mesmo não passa de um “cara de pau”, “sonegador em potencial”, conseguindo com esta atitude levar á falência todo e qualquer tipo de “concorrente” que desejar. Isto é “coerente” Exma. Sra. Dra. Juíza “M.”? 2- Acredito que este contribuinte tenha problemas “psiquiátricos”, Não seria apenas um “super cara de pau”. Afirma em frente às câmeras de TV., que os fiscais o multaram por ele colocar matéria prima no galpão (esta inflação não existe!), só que no próprio processo ele diz que não possuía a devida “Inscrição Estadual”. Por este fato o “AFR A.” poderia multá-lo em centenas de infrações. Tudo que “entrar ou sair” daquele estabelecimento estará “ILEGAL”. “Inexistência de documentação fiscal.” Abusando ainda mais dos “fiscais ladrões”, estava descarregando mercadoria em local “diverso” do indicado na “N. Fiscal”, isto é, como não possuía documentação fiscal, ou comercializava sem as Notas Fiscais, ou usava de outros contribuintes! Existem cópias de vários “autos de infração” anteriores. Será que o mesmo não deveria 39 ser punido por “desvalorizar” tanto um “ser humano” ? Srs. Autoridades, por favor. Dêem uma olhada no filme e vejam o “rostinho de sem vergonha” deste homem. Se puderem vejam mais uma vez! E como ele adquiriu esta coragem? (ver fita de vídeo n° 01, anexo). 2- Mais uma vez o contribuinte “mente” afirmando não ter mais sossego de tanta perseguição, enquanto “os fiscais” estão trabalhando normalmente(ver fita n°01, anexo). Acontece justamente o contrário, “eu nunca mais trabalhei nem tampouco trabalharei” e o “sonegador e bandido” continua trabalhando normalmente, “SEM A DEVIDA INSCRIÇÃO ESTADUAL”( visitei pessoalmente o local em dezembro de 2001, pude observar que na época dos fatos, o “Canalha” Mascarenhas possuía um “automóvel comum” Hoje exibe um “B M W” preto, “último modelo”, enquanto estou reduzido a 02 bicicletas de competição e “PAZ” e o que mais suspeitei, foi descobrir que o mesmo não foi “fiscalizado” sequer “uma vez”, “nestes 05 anos”. Como isto poderá estar acontecendo, se mesmo no processo mostra vários autos de “infração” anteriores, e sem a devida “inscrição” o risco é muito grande. Uma empresa ocupando galpões desta natureza (ver fotografias fls. 203, anexo), tendo causado tumultos desta natureza, e está “ILESA!” Como? Gostaria muito que o “Ministério Público” me ajudasse a entender. A partir daí poderíamos estar ajudando á“nação” a entender milhares de outras coisas! 4- Cita que os fiscais telefonaram para ele. No filme ouvimos a voz do Sr. A (ver fita de vídeo No. 01, anexo) Um crime desta natureza, a insana “JUSTIÇA”, deveria ser meticulosa! Então, que momento o “Senhor” falou com ele? Para se tratar de que? O Senhor nos disse que conversou com os fiscais, se não somos “otários”, nem comprometidos, mostre-nos a VOZ do outro e o que ele disse! Informo aos interessados que este velho “safado” e “mentiroso” jamais conseguirá receber um telefonema de alguém com meus níveis intelectuais, éticos e morais! 5- Cita que os fiscais deram tiros no portão de sua fábrica, mostra verdadeiros rombos, inclusive entrando pela janela e quase atingindo alguém, conforme o mesmo cita na TV (Ver fita n° 01, anexo), mas ele sequer fez um Boletim de Ocorrência. Vejamos: Primeira versão: Se o homem não possui uma “prova” sequer contra mim, “necessitava muito”, da “boa vontade” das autoridades para me “punir”, “corria” e “corre” grande risco de eu “processá-lo”. Eu atiro perigosamente em seu portão (mais de dez tiros), e o mesmo sequer vai a “delegacia”? Só não 40 enxerga a mentira, quem realmente não quiser (ver fita n°01,anexo). Sabendose que era mentira eu e meus recentes advogados, pesquisando no local, descobrimos que os tiros foram resultados de uma briga com seu “ex-sócio”. Informações adquiridas de vizinhos da fábrica, inclusive o Sr. L. que reside a uns 80 metros do portão e de uma funcionária do “mentiroso”. Não seria “ético” citar seu nome. A proprietária de uma sorveteria, em frente ao portão, afirmou ser comum “tiroteios” naquele local, e conforme a “Empresa” que funciona ao lado informou, o local é totalmente perigoso e colaborando nos forneceu documentos( ver B.Os. Fls.204 a 208). Segunda versão: Em uma audiência na Secretaria de Fazenda, o velho e porco Mascarenhas, como no fórum pede para que me retirem da sala, pois não conseguiria falar tantas mentiras. Dizem que a “insana” lei o ampara! Porém na saída encontrei o mesmo no corredor e o chamei de “mentiroso”, estavam várias pessoas. Tendo o mesmo voltado para a corregedoria, o “canalha” do Procurador do Estado, e calhorda Sr. Ricardo Correa “C”, providenciou uma testemunha por nome Sr. João “Safado” Luongo, que por se tratar de um funcionário, comparado ao fiscal tipo”C”, jamais desobedece a uma ordem do chefe. Possuímos outro documento “forjado” pelo mesmo com intuito de “exonerar” fiscal. Foi aberto um processo dizendo que eu disse que ia “matá-lo”. Mais uma vez, cito “Isaias: 54, 17”. O bandido “Sr. Mascarenhas”, contradizendo a autoridade da “Sra. M”, afirmou que já tentei matá-lo outras vezes, e no caso dos tiros no portão, ele foi à Delegacia de Polícia, mas o escrivão não quis fazer o Boletim de Ocorrência! Existe isto Srs. Autoridades? Conforme suas declarações(Ver doc. fls.209 e 210, anexo). Vejo que ele bem mais informado que eu, sabia que existem juizes “bobinhos”! Mas mesmo assim ele “contradiz” na fita, com o mesmo “cinismo”. ( ver fita de vídeo, No.01, anexo). Falaremos sobre o proc. SF-9022107/2000, que se tornou muito importante. OBS: 1. A “pobre” tática usada pelo “Sr. Mascarenhas Safado” é de fácil assimilação, uma vez que havia conseguido pegar um fiscal com provas concretas. Bastava passar a parte da “negociação” para o outro. A “justiça” não pede “provas” mesmo! Nem precisará de “testemunhas”! “Constrangedor”! Assim teve oportunidade de pegar o outro “ladrão” também? Ou teria que ser eu o preso? 2. Como será que este senhor sabia que jamais seria “fiscalizado”, após prender 02 fiscais, um covardemente, “flagrante armado”, e o outro sem explicação; “Será que não se parece com um “abuso”, com direitos e garantias negociados anteriormente?”. Informo que várias vezes pedi para meu Inspetor, Sr. D., para que mandasse “fiscalizar” aquele homem, que 41 funcionava normalmente, no mesmo local, da mesma forma. Como não obtive resultados, procurei o próprio Delegado Tributário, Sr. M. e expus o assunto, ele respondeu que imediatamente faria o serviço, concordou que era um abuso! Até a presente data, isto não aconteceu! Então o que é que acontece? Era como se o velho “safado” desse “gargalhadas” na minha cara. Isto sim é sofrer! 3. Foi levantado também pelos novos advogados que os “galpões citados” se encontram em um local, onde não se consegue a permissão da “CETESB” para funcionar, e a partir daí não será concedida a Inscrição Estadual também. Como estes galpões são enormes e chamam muita atenção, associando com o grande movimento das 02 empresas, este senhor estava sempre sendo “surpreendido” por fiscais. Podemos afirmar que o mesmo passou a odiar esta classe e por infelicidade dos fiscais ele ainda acreditava que os mesmos o pegavam e depois mandavam outro, isto impossível, devido à falta de profissionais para a quantidade de “sonegadores”. Mesmo eu também não acreditando em fiscais, o local era muito distante, e facilmente durante o trajeto seria encontrado um outro “sonegador”. Também, um fato que o encorajou, foi o fato de ter um “juiz de direito” em sua família. 2º Episódio da Secretaria de Fazenda Nesta ocasião, 02 anos após os fatos eu já sentia náuseas ao lembrar de “fiscalização”, mas estava entrelaçado a ela por um processo que me “destruía” como ser humano. Decidi procurar algum trabalho e comecei tentando angariar sócios para o então famoso “Alfa Clube”(ver cópia carteirinha, fl.211, anexo). Não era de se estranhar que a desestruturada exesposa, não consigo explicar como, em 03 dias já tinha me denunciado ao “delegado” citado, e o mesmo não teria outras alternativas a não ser pressionarme a trabalhar ou abrir um “processo administrativo”. Procurei meu psiquiatra, que sabe perfeitamente do acontecido e consegui “licença médica”, o motivo seria entrar numa “forte depressão”. Não me conformando liguei para o gabinete do Sr. Delegado e exigi que me atendesse urgentemente. Quando cheguei para a tal encontro, existia na sala onde eu seria atendido, 04(quatro) “corregedores” que tomariam meu depoimento a termo, pois foram chamados para que eu fizesse as “denúncias” que ameacei fazer, como se fosse difícil denunciar um “órgão podre”. Sinto, que por um momento perdi a “hombridade” e tive a coragem de “trabalhar”! Como Vs. Excias. devem ter começado a observar, sou um homem “destemido”, isto pelos valores já citados, então não aceito “hipocrisia”! É fácil de se imaginar que devo ter sido o único fiscal, que teve a ousadia de colocar os “pobres corregedores” 42 para saírem da sala às pressas, meu discurso foi decisivo, e comecei a perguntar ao delegado, Sr. M. que me explicasse àquela palhaçada, ele explicou que a secretária que me atendeu ao telefone tinha entendido assim. Solicitei a presença da mesma, para que fosse esclarecido e o mesmo disse que gostaria de poupá-la. Saí deste ambiente ainda mais deprimido por ter exercido uma função tão fora dos “padrões éticos e morais” e o pior, passei a ser odiado pelos “CORREGEDORES” e por outros que não suportam ver pessoas que julgam “bandidos”, encará-los de frente, sem demonstrar; “Constrangimento”, “Medo” ou “receio”! Somente neste episódio, mostrei “total ausência” de “cumplicidade” , com a Secretaria de Fazenda. Quem espera isto de um fiscal? Obrigaram-me a mostrar total “desprezo” por “uma profissão” que, até “juizes e promotores”, “punem” envolvidos por uma “força estranha”, provavelmente uma mistura de “efeito da mídia” com “despeito”! 3° Episódio da Secretaria de Fazenda: Seria bom ressaltar que, com a “certeza absoluta da absolvição” em primeira instância (hoje tenho ainda mais!), “tentei” voltar ao trabalho. Mesmo tendo permanecido no local de trabalho, apenas uns 15 dias, o “Delegado” citado não se “opôs” promover-me a E.S.I. (Encarregado de Serviço Interno). Este fato significou para mim um relevante aumento de salário! Trata-se de uma promoção “estranha”. Será que eu a mereceria? Como? Por quê? (ver doc.fls.212, anexo). 4º Episódio da Secretaria de Fazenda: Veja todo o acontecido descrito, no depoimento que dei na corregedoria, anexo (fl. 213), inclusive o depoimento do proprietário do estabelecimento me inocentando (fl.217 a 224). Não podemos deixar de citar que os mesmos Advogados que me cobraram U$ 80.000,00 se recusaram em me atender e o Dr. D.T. de A, por sua vez ainda teve a ousadia de dizer que no proc. 308/97 eu seria inocentado e que não valia a pena fazer um “boletim de ocorrência”, pois isto poderia me atrapalhar a voltar ao trabalho normal, e que não havia nenhuma possibilidade de abrirem um processo administrativo contra mim, então mesmo estando com todas as possibilidades de provar a perseguição clara existente, meu advogado me engana e me expõe. Aconteceram os dois, fui condenado a 02 anos de “cadeia” e foi aberto o proc.SF. Nº 002-0050525/2000. Com todos os 43 argumentos favoráveis, provas, astúcia e coragem. Conforme Vs. Excia. Já concluíram eu jamais teria chances de passar por esta “artilharia”, e mostrarei melhor nas páginas seguintes, tentei criar situações com muita cautela, frieza e inteligência, além de assessorado por amigos que além de inteligentes, não estavam desgastados pelo problema. Enfim, virei bandido novamente! Informo que o desejo dos membros da Corregedoria em envolver-me era enorme. Tratava-se de uma defesa, já em desespero, porém eles como se sentem verdadeiros Deuses, tiveram a impressão que os fiz de palhaços. E fiz mesmo. Na verdade eles estavam dominados pela SAAA, e torna-se facílimo derrotar pessoas que lutam somente com “emoção”, quando você esta usando sua “razão”. Tentaram obrigar o contribuinte a armar um flagrante para mim (ver anexo fl 217). Deveriam ficar felizes com este resultado, pois passariam mais vergonha! Por sorte apresentei todas as testemunhas citadas que foram necessárias. O que fazer com estes profissionais? Quem paguei para me defender foi o Ex- Ministro da Justiça Dr. M.R.J., que até considero. Mas no final fiquei exposto a “inescrupulosos” como o citado acima. 5º Episódio da Secretaria de Fazenda: Não resta dúvidas Srs. Autoridades, que meu crescimento com todo o acontecido foi enorme, e acredito que tenho uma “missão” a cumprir perante meu “Pai”, não foi por um “acaso” que nasci com tamanho “caráter”, “coragem”, “determinação”, “saúde” e “inteligência” e principalmente do que diriam “sorte” e eu certamente direi: “proteção divina” para enfrentar verdadeiras “quadrilhas”! Sem nenhuma “condenação concluída”. Possuo autonomia para comunicar-lhes: “Vocês nunca me prejudicarão”. Observem que quanto mais tentaram, mais “cresci”. Se continuarem, entrarei na história para “sempre”. Isto, se já não estiver! Não seria melhor pararem de me “promover”, se são meus inimigos?! Conforme citado no item 06 (Incoerências do Sr. Mascarenhas), citamos como o mesmo consegue com facilidade abrir processos contra minha pessoa, porém, nesta oportunidade eles não foram felizes, e minhas testemunhas obviamente terão mais créditos que as dele e segundo o fiscal A que foi chamado a depor, o Sr. Corregedor Fiscal, aprendiz e já possuidor da SAAA, Sr. MAS tentou obrigá-lo a dizer que realmente eu disse que ia matar aquele Senhor, e por um milagre (presença de Deus), temos como desmentir um membro da Comissão Processante, João E. Luongo, comandado por um “verme” chamado: Sr. Ricardo Gomes Correa e prestou um depoimento falso. Informo a Vs. Excias. Que este “verme” um “Procurador do Estado”, que teve o papel de presidir o processo em que fui criminosamente envolvido, e por ser o mesmo famoso por 44 suas vitórias em demitir fiscais, é considerado um “expert”, caindo em suas mãos o Fiscal será liquidado. O mesmo já demonstrava não “ser confiável”, por não conseguir encarar uma pessoa. Um “crápula” jamais consegue encarar um “homem de verdade!”. Trata-se do homem que mais tomou conhecimento de minha inocência, pois ele bisbilhotou tudo o que pode. Ficou muito decepcionado quando denunciei meus ex-advogados por me usarem para tentar tirar o “indefensável Sr. A.”, naquela oportunidade deixei claro minha inocência, quando fiquei louco atrás da fita de minha prisão, tendo ele me ajudado com a “Rede Globo”, os advogados sumiram com a fita que me inocentava, porque a mesma denunciava o outro fiscal, então o “verme” me ajudou a consegui-la. Nesta oportunidade, tenho em minhas mãos documentos criados e forjados por ele e executado por João E. Luongo, por sua ordem (ver anexo fl. 225) para exonerar o Fiscal S.T.M. e minhas testemunhas “idôneas”, que provam que foi aberto um processo, contra mim, de mesmo “teor”, e “coincidentemente” pelos mesmos, inclusive na Delegacia de Polícia. Neste caso a SAAA, é tão “acentuada”, que o portador “cria” a situação que “incrimina” alguém “inocente” e ainda usa órgãos públicos para trabalharem “criminosamente” por sua conta e ordem. Não fosse um “doente” eu recomendaria “pena de morte”! Gostaria de informar como este homem me acusou no processo que sabe que sou inocente e me demitiu do Estado, afirma coisas que não tem o menor conhecimento como: Wilson Camilo fiscalizou uma empresa e o Sr. A outra, mas como elas eram “interligadas”, os dois são culpados! Ele não sabe o que fala? Poderia um homem falando uma “besteira” destas, sem nenhum conhecimento de causa, ter o poder de prejudicar tanto um “ser humano”? Na possibilidade de eu ser inocentado no T.J., meu processo adiantou, assim ele continua um “vitorioso”! Pelo contrário, reconheço meu afastamento da Secretaria da Fazenda como uma “Dádiva de Deus”. - Desta vez, como já estava claro para mim o nível de pessoas que estava envolvido, já comecei a rechaçá-los no primeiro depoimento, além de não responder a nenhuma pergunta, completamente aterrorizado, já cito que iria denunciá-los ao Ministério Público. Não compareci aos inúmeros chamados, mas quando os verdadeiros bandidos eram intimados eu estava lá, cedo! Comecei um difícil trabalho de “investigação”, a lógica era, se estes canalhas fazem isto comigo, com certeza já fizeram antes. Assim localizei o S. Mas, observando todos os processos julgados pelo “verme”, logicamente, encontraremos vários na mesma situação! No meu ponto de vista todos os fiscais demitidos por eles, são premiados: renascem para uma vida nova, 45 porém, do ponto de vista ético estas autoridades deveriam ser fuziladas em praça pública! - O processo Nº S.F. nº 21-9022107/2000, tornou-se “vergonhoso”, pois embora eles não soubessem que “carta” eu tinha, sabem o “caráter” que tem. O sujo e porco Sr. Mascarenhas que também foi induzido pelo “crápula” Ricardo depôs umas mentiras que ajuda em minha defesa no T.J., na primeira sindicância, depois “desapareceu” e o Sr. João Luongo foi chamado várias vezes, causando grande dificuldade aos seus “amigos”. Neste processo estamos ansiosos com a intimação no Fórum para apresentar-mos nossas provas e testemunhas. Provas estas “testemunhais” e “documentais”! 6º Episódio da secretaria de Fazenda Vamos imaginar que numa classe completamente discriminada, onde fiscais são exonerados como ladrões, e não sabemos por que razão, o contribuinte que “sonega” e denuncia o mesmo, é condecorado. Imaginamos que tivéssemos a oportunidade de flagrar um corregedor falsificando documentos para demitir, será que a classe não se reuniria em torno do fato para, se possível, reunir o maior número de provas possível? No episódio acima, fiquei muito feliz e procurei a AFRESP (Associação dos Agentes Fiscais de Rendas do Estado de São Paulo). Informei ao seu Presidente, um fiscal tipo “C”, Sr. T., o que estava acontecendo. Dois dias depois, uma menina ligou-me e informou que ele não poderia colaborar em nada. Deu alguma desculpa! Até a presente data, estou chocado, uma vez que meu problema já estava resolvido. Eu peguei o Sr. Corregedor e crápula Ricardo Gomes Correa, falsificando denuncia contra mim e falsificando documento para demitir outro fiscal! A classe fiscal precisava de minha ajuda naquele momento, como precisa agora! Será que o Sr. T chega a ser tão “estúpido” assim? Não existe algo por traz desta imbecilidade, mesmo ele sendo um “C”? O mesmo pode ter acontecido em relação ao Presidente do SINAFRESP, outro “fiscalzinho” tipo “C”, que não me lembro o nome, quando escolheu os mesmos advogados, para defender causas completamente distintas, de pessoas absolutamente diferentes, sabendo que o resultado deste erro, seria fatal, para mim que sabia ser inocente? Naquela época eu não tinha conhecimento disto, mas isto ocorria com freqüência na fiscalização! Gostaria de exemplificar aos representantes do Ministério Público, o que citei na definição de “fiscalização” página: 20, trata-se do único órgão do mundo, em que poderemos conseguir as pistas, para uma investigação séria, a partir do sindicato 46 e/ou associação, representantes da classe! Com os exemplos acima todos percebemos não serem confiáveis. Trata-se apenas de figuras “folclóricas”. 7º Episódio da Secretaria de Fazenda: Com todo este sofrimento que fui envolvido, não deram um basta. Até a data de minha demissão várias situações constrangedoras que tornariam esta denuncia ainda mais “cansativa”, aconteceram, porém não poderia deixar de anexar (fl.216), requerimento em que solicito o levantamento de todos os pagamentos efetuados após a data de minha prisão. Aproximadamente “40% de meus holerites” vieram com cálculos “desesperadamente a menor” e às vezes só corrigem “03 meses” após. Eu pagando juros a todos os credores e quando recebo, é a mesma quantia, sem juros e/ou correção monetária. Estou em uma situação financeira totalmente descontrolada. Como não conheço nenhum funcionário que tenha ocorrido algo parecido, solicito a Vs. Excia. Uma investigação também neste setor. 8° Episódio da secretaria de Fazenda: Após entregar uma cópia do rascunho desta denúncia, que já constava o item anterior, um dia após minha demissão, inclusive fui insistente no pedido de resposta do requerimento citado. Informei que a guerra apenas tinha começado, e que eles, estavam diante de apenas um rascunho do que seria uma “denúncia oficial”. Constavam apenas 17 páginas. Talvez somado a minha tranqüilidade, após uma demissão, traumática para eles, porém uma “benção” para mim! Da certeza absoluta que tinham de minha inocência, sem contar que todos os artifícios usados contra mim, melhoravam minha situação. Até quando me deixaram pela última vez sem salário, me vesti de “mendigo”, numa criatividade motivada pelo desespero! Isto provocou na classe um choque, naturalmente, bem maior que meus atrasos de pagamentos. Já com os inimigos pressentindo a derrota e, por outro lado, os golpes da “demissão criminosa”. Viajei para New York, tendo trabalhado como vendedor de “cosméticos” e até mesmo de “servente” em uma padaria, numa tentativa de sobreviver. Voltando dois meses depois, já iniciando num outro negócio, descobri que mesmo demitido estava recebendo normalmente o “pagamento”. Informo que nos dois meses seguintes, à demissão, recebi, inclusive “produtividade”. Os restantes foram menores. “Aguardo ansioso este levantamento”. Não sabemos em qual “destas pistas”, chegaremos à explicação final! Agradeço aos mesmos pela preocupação, porém o que esta em jogo é minha “dignidade”. Pagar alguém que foi demitido como ladrão, é “crime” de verdade! 47 Passo a informar aos interessados, que a partir deste momento, será novamente usada a única arma que usam para me atingir, “a covardia”, e certamente, será “tirado” meu “resto de salário”. Tentando alcançar neste documento, um nível de qualidade “internacional”, sem dinheiro, e afirmando não ser, “escritor” ou “intelectual”, estou a anos, gastando fortunas com advogados, e praticamente dedicando, “tempo integral” para esta causa, que apenas se tornou “minha razão de viver”! Mostrarei então, mais uma vez, onde me “fortaleço”: “Ver Isaías: 54, 17”. S A L M O: 22 O Senhor é meu pastor, “nada me faltará”. Em verdes prados ele me faz repousar. Conduz-me junto às águas refrescantes, Restaura as “forças” de “minha alma”. Pelos caminhos retos ele me leva, Por amor do seu nome. Ainda que eu atravesse o vale escuro, Nada “temerei”, pois estais comigo. Vosso bordão e vosso báculo São o meu amparo. Preparais para mim a mesa. A vista de “meus inimigos”. Derramais o perfume sobre minha cabeça, Transborda a minha taça. A vossa “bondade” e “misericórdia” hão de seguir-me Por todos os dias de minha vida. E habitarei na casa do Senhor Por longos dias. 9° Episódio da Secretaria de Fazenda: Este episódio, por ser necessário apurá-lo “em conjunto”, certamente citarei um ou mais envolvidos, talvez, todos: Secretaria de Fazenda e Corregedoria Fiscal do Estado de São Paulo e todos que participaram de minha prisão. Maria Solta e seu ancião e “prostituto” Lauro Sotto, R.M.F. e todos que participaram da “negociata” que me “tiraram os filhos”. Biscoitos Tostines S.A. (Nestlé), F.B.C., C.A.B. e todos que participaram do “estelionato” da distribuidora “Seara”. 48 A partir do momento que meus “inimigos” conseguiram me “destruir financeiramente” passei a receber, por “email”, “propostas milionárias” da Nigéria. Pessoas que não conheço, mas afirmam me conhecerem, inclusive dando meu perfil de “ético”, “extremamente honesto” e empreendedor”. Darão totais garantia e segurança caso eu aceite “trabalhar”. O que me propõem também é “honesto”! Caso eu aceite, consigo em pouco tempo U$ 6.000.000,00 (seis milhões de dólares), ou mais, somente em um negócio! Pretendo também protocolar esta denúncia na “Polícia Federal” por se tratar de “PROPOSTAS INTERNACIONAIS”. Seguem abaixo: FAX: 234-1-7591400 TEL:234-803-303-3572 LAGOS-NIGERIA DEAR Camilo I GUESS THIS LETTER MAY COME TO YOU AS A SURPRISE SINCE I HAD NO PREVIOUS CORRESPONDENCE WITH YOU. I AM THE CHAIRMAN TENDER BOARD OF INDEPENDENT NATIONAL ELECTORAL COMMISSION (INEC) I GOT YOUR CONTACT IN THE COURSE OF MY SEARCH FOR A RELIABLE PERSON WITH WHOM TO HANDLE A VERY CONFIDENTIAL TRANSACTION INVOLVING THEs TRANSFER OF FUND VALUED THIRTY MILLION TWO HUNDRED THOUSAND UNITED STATES DOLLARS ($30.2M) TO A SAFE FOREIGN ACCOUNT. THE ABOVE FUND IN QUESTION IS NOT CONNECTED WITH ARMS DRUGS OR MONEY LAUNDERING. IT IS THE PRODUCT OF OVER INVOICE ON CONTRACT AWARDED IN 1999 BY INEC, TO A >FOREIGN COMPANY FOR THE SUPPLY OF ELECTORAL MATERIALS >THAT WAS USED FOR CONDUCTING 1999 ELECTIONS >THE CONTRACT HAS LONG BEEN EXECUTED AND PAYMENT OF THE >ACTUAL CONTRACT AMOUNT MADE TO THE FOREIGN CONTRACTOR LEAVING THE BALANCE OF $30.2M U.S DOLLARS IN A DORMANT ACCOUNT WHICH MY COLLEAGUES AND I NOW WANT TO TRANSFER OUT OF NIGERIA INTO A RELIABLE FOREIGN ACCOUNT FOR OUR PERSONAL USE. AS CIVIL SERVANTS, WE DO NOT HAVE THE NECESSARY FOREIGN ACCOUNT MACHINERY TO SUCCESSFULLY HANDLE THIS TRANSACTION. THERFORE IT BECOMES NECESSARYTO SOURCE FOR A FOREIGN COMPANY WITH THE CAPABILITY TO ACT AS THE ORIGINAL BENEFICIARY OF THE CONTRACT.MY DEAR, IT IS A GOOD THING THAT THE PRESIDENT HAS>ENDORSED THE RESOLUTION PASSED BY THE SENATE THAT ALL FOREIGN CONTRACTORS OWED BY THE FEDERAL GOVERNMENT OF NIGERIA SHOULD BE PAID, WE WILL SEIZE THIS GOOD OPPORTUNITY TO PURPORT YOU AS ONE OF THE BENEFICIARIESTO BE PAID. IF YOU ARE INTERESTED IN THIS PROPOSAL KINDLY EMAIL TOME YOUR LETTER OF ACCEPTANCE ALONG WITH YOUR DIRECTTELEPHONE AND FAX NUMBERS, BUT IF YOU CANNOT FOR ANY REASON HANDLE THIS TRANSACTION I SHOULD BE GRATEFUL IF 49 YOU CAN INTRODUCE IT TO A RELIABLE AND TRUST WORTHY PERSON IN WHICH IN ANY CASE YOUR INTEREST WILL BE PROPERLY TAKEN CARE OF. MEANWHILE, MY COLLEAGUES AND I HAVE DECIDED TO SHARE THE MONEY IN THE FOLLOWING RATIO: 60% FOR MY COLLLEAGUES AND I, THEN 30% FOR YOU THE ACCOUNT OWNER AND 10% FOR ALL LOCAL AND INTERNATIONAL EXPENSES THAT MAY ARISE IN THE COURSE OF THIS TRANSACTION. 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JERRY SHADAM FINANCIAL DIRECTOR (NNPC). 10° Episódio da Secretaria de Fazenda: Considerando, que todo e qualquer cidadão, até o momento, já possuem informações que meus princípios representam “um incomodo” para a “Secretaria de Fazenda”. Não deixando de serem os mesmos um “incomodo” bem maior para o que “penso” serem, meus “saudáveis princípios”. Não seria difícil acreditar, que todos os contribuintes fiscalizados por mim, nos últimos meses, anteriores ao meu “frustrado abate” foram visitados. Esta seria a forma mais “covarde”, porém “fácil e prática”, uma vez que todos os fiscais são 51 “ladrões”! Incluímos aí, as “ameaças” e/ou “oferecimentos de vantagens”, para que alguns “me denunciassem”. Não obtiveram nenhum êxito? O que houve? Respondo: Uma vez que, por tudo que já apresentei “ou ainda não”, é notório que sou inimigo dos “amigos fiscais”, certo? Chegamos a conclusão que, para me manter neste “ninho de cobras”, desisti de um lado (impossível), porém, teria que pelo menos ter o “domínio” do outro, e sempre tratei os contribuintes com total “respeito” e “dignidade”, mostrando sempre em primeiro lugar, minha “ética” e “caráter”. Como minha prisão foi um “choque brutal” para o país, imaginem como revoltou os que me conheceram? (Ver fita n° 01, anexo) Provavelmente, não deixavam de conhecer ou ter informações de, fiscais tipos: “B” e “C”. Tento imaginar, contribuintes, colocando Corregedores e/ou Fiscais “C”, para fora de suas dependências. E revoltados! 2º Episódio Geral: Preparando-me para me separar, um falso amigo, vizinho, desesperadamente pedia para que eu entrasse como sócio em sua empresa, devido minha lealdade, provavelmente já observada, confio nas pessoas, principalmente, quando fingem serem amigos e até mudam para o seu prédio, fingindo ainda mais, uma vez que até sabia meu movimento na “bolsa de valores”. As exesposas, eram amicíssimas e passavam pelo mesmo problema, o da separação que não desejavam (a minha com a maior naturalidade, quebraria a empresa, ficando na miséria, só para me levar junto). Tinha idéia de que era um bom negócio, havia fiscalizado uma outra empresa, apenas do pai, mas uma distribuidora de biscoitos tostines, há alguns anos, (ver anexo: fl. 227). Este documento exigido do contador da empresa será imediatamente anexado ao processo para sua reabertura, o que poderia ter providenciado a partir de novembro de 1999, medida não tomada, devido a total insegurança com a “justiça”, provocado pela “decepção” ao ler as “lamentáveis” conclusões da 2ª promotora de justiça de Santos. Nesta altura dos acontecimentos, sabia que se eu ganhasse, perdia, pois teria que me reunir com uma verdadeira quadrilha de “bandidos”, experientes e extremamente unidos. Também não sabia a dívida total da empresa. Confiei e coloquei no negócio todo o dinheiro que consegui na vida, graças ao meu conhecimento no “Mercado de Capitais” (tenho pós-graduação em Engenharia Econômica), somado ao salário de 02 fiscais na família (ver declarações de I.R., anexo fls. 197 a 202). Cerca de CR$ 239.000,00 em março de 1997, eu nem mesmo possuía um imóvel, acreditava no mercado, devido ser grande quantidade de papéis, não poderei anexar, estando à disposição de qualquer autoridade, minha movimentação nas bolsas de valores do R.J. e S. Paulo, na época. 52 Tendo a promotora deixado claro sua posição, mesmo com os “estelionatários”, sabendo de minha prisão, 02 meses antes, e tendo vendido a empresa sem minha “assinatura”, para o mesmo “canalha”, pertencente à mesma “quadrilha” que me daria o “golpe” e que tentava comprar a empresa, porém não aceitava sócio. Como acreditavam que meu dinheiro fosse “roubado”, por ser “fiscal”, e eu não poderia dar parte, e por coincidência a promotora Sra. T. M., também raciocinava perfeitamente igual. Venderam-me a mesma com mentiras “criminosas”, levantando uma boa quantia, depois tornaram a vendê-la. Quando vi o acontecido fiz a denúncia na Delegacia de Polícia, e por infelicidade contratei o mesmo “traste” Dr. David Teixeira de Azevedo. O descaso por parte de meu advogado foi total, enquanto que a surpresa e o susto levado pelos estelionatários, não deixou que se afastassem do processo. O homem que “conscientemente” comprou a empresa, Sr. F.B.C, ver denúncia feita por mim no Posto Fiscal de Santos (doc. fl. 228 a 230), onde lhe enviei uma cópia. Deixei bem claro, saber que se tratava de um “bandido”. Sua multa relativa à denúncia, pelas últimas informações, ultrapassava R$ 9.000.000,00(nove milhões de reais), não finalizando por aí, devido à obrigação de fiscalizar as outras empresas do mesmo. Somente os termos que uso naquela “denúncia”, provam a certeza que tenho de “quem se trata”, e demonstra seu “caráter” e sua “má intenção”! Trata-se de uma pessoa sem “nenhuns escrúpulos”. Abaixo, “todas” as afirmações da autoridade que julgou os fatos que foram “mentirosas” e/ou “distorcidas”! Mais uma vez; provo meu equilíbrio, minha total desconfiança com a justiça, que tenho a proteção “divina” e que ser fiscal, era sinônimo de “viver num inferno”! “Agradeço” a discriminação feita pela 2ª Promotora de justiça de Santos: Tânia Maria A. C. S, contra esta classe, que se tornou uma “imoralidade”. Isto foi o que faltava para que eu abandonasse aquele “inferno”. Hoje estando reduzido a “zero”, não corro o risco de um enfarte ao ler um documento tão “desmoralizador”. Vejamos a “frieza” com que uma profissional decide por uma quantia, tão elevada, que sua perda poderia levar até a “suicídio” um homem “materialista”. Vejam como me deparei com uma pessoa “discriminadora”, “má”, “incompetente” e “suspeita”. Onde estariam nesta história os estelionatários, a “denunciada” que desejava e deseja me ver no caixão, o velho Lauro Sotto, já desejando ser o “padrasto” de meus filhos e a superpoderosa Secretaria de Fazenda, que caso desejasse, faria com que eu recebesse o dinheiro roubado, com um simples telefonema para a “Nestlé”, ou mesmo para a tostines. Seção 2.02 240) IP. Nº 806/98 2ª Vara Criminal de Santos (Ver cópia integral anexo: fl. 227 a 53 Promoção de Arquivamento: 1--Ao adquirir a sociedade, a vítima tomou ciência de um grande saldo devedor perante a fornecedora Tostines e realizou um acordo para a quitação deste, saldando parcelas do débito com o dinheiro que usaria para pagar a suas cotas. Nesta oportunidade, a julgadora colabora, pois tomei ciência do saldo devedor, junto a tostines, que logicamente não havia como esconder. Para ser representante de Biscoitos tostines, eu teria que ser conhecido pela cúpula, me reunir, para que observassem minhas intenções (favor observar a contradição deste item:1, com o afirmado no item:5), então seria autorizado ou não minha entrada. Não precisarei explicar muito, mas existem centenas de pessoas não gratas, como por exemplo: Um espião da concorrente. Nesta oportunidade “discutimos” sobre esta dívida. Pergunta: Será que alguém, “maus intencionados” no desespero para vender uma empresa endividada, contaria ao comprador que estava trocando duplicatas “frias” no banco? Que havia 14(quatorze) funcionários irregulares na empresa? E as dívidas com “agiotas”, eles me contariam? 2- Algum tempo depois tomou conhecimento que outra empresa estava fornecendo produtos da Tostines na baixada, o que acreditava ser proibido, visto ser sua empresa representante exclusivo para a Região. Notou então que o patrimônio da empresa tinha sido delapidado restando somente uma enorme dívida com fornecedores ,impostos e direitos trabalhistas. O que levaria, a julgadora a afirmar que eu acreditava ser proibido outra empresa distribuir os produtos, e não tinha certeza? Como ela afirma, a todo momento, que eu sabia tudo o que realmente eu não sabia, mas faz questão de me chamar de “estúpido” aqui? É notório que ninguém investiria tanto dinheiro assim, não é um “jogo”, existem “regras”. Antes, devemos pelo menos conhece-las. Torna-se suspeito optarmos pelos “bandidos” com tamanha facilidade. Será que não foram lidas as declarações de testemunhas que também afirmam o óbvio, Sra. Promotora? A empresa foi novamente “vendida”, “estelionato”. informo: para a tostines habilitar outra firma, o Sr. F.B.C. desembolsou R$ 1.300.000,00(hum milhão e quatrocentos mil reais). Sra. Promotora, como a senhora me explicaria: Para mim o valor de 50% da praça, seria de R$ 800.000,00(oitocentos mil reais), e para o “estelionatário” acima, seria “grátis”? Só assim outro distribuidor penetraria no mercado, “comprando a praça”, que vale 80% do valor da negociação. Gostaria que a Sra. T., para que 54 não cometa mais tamanha imprudência, soubesse que um simples ponto de táxi, tem seu valor. Todo ponto comercial que foi trabalhado, tem seu valor acrescido. Gostaria também, de informar, que os estelionatários “sabiam” que eu seria preso! Isto pelos fatos: 1. Alguém venderia sua empresa, sem sua permissão, no mês de fevereiro, afirmando que você a abandonou por ter tido problemas com a polícia, e você ser violentamente preso em junho? 2. A forma de me prenderem, as provas que não existem, a condenação, a conduta dos fiscais, a conduta do delegado tributário, as autoridades, o colega de trabalho também preso (inexperiente e aidético), o contribuinte suspeito, a rede globo, a data da prisão, a conduta da acusada e de seu amante, enfim, será que uma paixão doentia, com todas as provas que serão apresentadas, somada a R$ 1.300.000,00, acrescentando bastante inveja e despeito, e a informação que eu estava em forte depressão não ultrapassam as coincidências? . 3- A sócia N. ouvida as fls.42 declarou, que Camilo ao entrar na sociedade tinha pleno conhecimento das dívidas que a empresa possuía, tendo inclusive participado do acordo realizado junto a Tostines. Durante o período que atuou na empresa foi representado pela sua irmã, que acompanhava as dificuldades da Seara. Em virtude de problemas que Camilo teve com a justiça e a polícia, este abandonou a firma, não cumprindo a sua parte no acordo. Gostaria de informar as autoridades, que um estelionatário, não deveria ter tanto crédito, uma vez que procurei a polícia, quem sabe teria sido lesado? No item:1, que jamais me apresentariam dívidas que não fossem obrigados. Não sei o que leva uma autoridade a acreditar, que eles só deviam a tostines, que eu só entrei para dar dinheiro para eles. Que só me falavam a verdade, que minha irmã uma escrivã de polícia, deixaria uma delegacia de polícia em um dia e no outro entenderia de balanços patrimoniais, troca de duplicatas frias em bancos, legislação trabalhista e sonegação de impostos. Sendo esta a minha área, explico: Acredito que minha irmã em 02(dois) anos de trabalho, alcançasse a responsabilidade de 50% do que a Sra. Promotora lhe conferiu. Finalmente o mais “vergonhoso”, e “imoral”. A empresa foi vendida ao Sr. F.B.C., em 01 de fevereiro de 1997 e eu fui preso em 24 de junho de 1997. Não “abandonei” a firma. Compareci na mesma, talvez uma vez antes de comprá-la, quando percebi que minha irmã não tinha “capacidade” de me trazer informações, passei menos de um dia na empresa para descobrir que havia comprado “gato” por “lebre”. Minhas prestações estavam adiantadas, em média, por 02 (dois) meses (ver anexo: fls. 237 a 240), e discriminação abaixo, em 55 14.03.97, em que deveriam estar pagos R$ 100.000,00, eu já havia pagado R$ 134.000,00, momento em que me desliguei. Tendo o adiantamento das parcelas iniciados em: 17.01.97, com R$ 35.000,00 e o último recibo de R$ 6.000,00, provavelmente foi cheque pré-datado que eu havia dado, porém a empresa já havia sido vendida e eu parado de pagar. Será que a Dra. T. não teve a menor curiosidade em conferir estes documentos, suas afirmações além de destruir uma vida, colabora imensamente com “ladrões” que se sentem incentivados a permanecer no “crime”. O que me levou a desaparecer, foi que me vi diante de uma “quadrilha”, e acreditava que cometeriam mais alguns erros, pois o maior eles já haviam feito: Acreditaram que eu fosse também “desonesto”. Sendo o fiscal que eles pensaram, conseguiria rapidamente dinheiro para levantar a empresa, embora anos antes consegui uma “falsa amizade”, com a família “B.”(com exceção dos pais). A partir do momento que fiscalizei a empresa do pai, de mesmo nome, porém 60%(sessenta) menor, e ao invés de pedir-lhes “propinas”, ajudei-os em alguns procedimentos, eles passaram a me admirar ou me acharam um verdadeiro “idiota”? Maus “caráter” como são (com exceção dos pais, que admiro muito), acreditaram que eu jamais daria parte, pois meu dinheiro era roubado. E se roubado? seria deles? Será mesmo que foi isto que entendi? Tiveram a grande sorte de deparar com autoridades que os apoiaram em tudo, aguardei o momento que pedi a “Deus”. Com “Ele” o bem vence o mal, sempre. Ver boletim de ocorrência de minha prisão em 24.06.97, onde os suspeitos de tê-la preparado, começam a falar sobre, com pelo menos 02 meses de antecedência ( anexo: fls. 129 a 131). Tratando-se de uma distribuidora de biscoitos, com vários concorrentes no mercado, não será difícil certificar que esta distribuição não poderia ser interrompida um dia sequer, e bem antes de vencer minha próxima duplicata, em 10. 04. 97, o Sr. FB fazia distribuição através de suas outras 06 (seis) empresas do mesmo ramo. Sua empresa foi aberta em Santos, em 17.06.97, não querendo insinuar que a “praça” ficou sem fornecedor desde a compra da “Seara”(ver anexo: fl. 231). Antes mesmo de tomarmos uma decisão tão destruidora e dramática contra um ser humano, seremos coerentes: Para se abrir uma empresa deste porte, gastaríamos, no mínimo, 02 meses para os “tramites legais”, conforme explanação abaixo, até 10.04.97, estava pago e sem contar que o Sr. C.A.B., prometeu-me uma retirada de R$ 25.000.000,00 (vinte e cinco mil reais) mensais, e eu acreditei! Sra. Juíza, para se ter uma idéia de um atraso na prestação eles teriam que aguardar pelo menos 30 dias, a procura e as negociações com um novo comprador, seria em torno de 30 dias, conforme citado: 02 meses para abertura da nova empresa. Somado os prazos, a empresa seria reaberta, se tudo corresse muito bem, em: 10.08.97 em contradição com 56 17.06.97. Será que está claro que os estelionatários sabiam o que faziam, desde que me introduziram neste negócio? Após observar o acontecido, descobri que os funcionários da Tostines, tornaram-se responsáveis em ajudar o Sr. C.A.B., devido ao fato de terem vendido uma grande quantidade “fiado”, para ajudá-lo financeiramente, isto muito acima do liberado pela empresa, caso o mesmo não pagasse eles seriam até demitidos, aliás, como foram. A saída seria conseguir um “otário”, “de fora”, que normalmente as praças são vendidas entre os próprios representantes. Já estava acertado entre eles, quem seria o proprietário (ver anexo fl. 232 e 233). Mais uma vez pergunto, o que levaria a Dra. T.M.A.C. a não levar em consideração as declarações do Sr. B.M.R.C., uma vez que avalia minha denuncia? No caso de acreditar que a autoridade agisse desta forma, eu poderia e ainda posso apresentar novas testemunhas. Resumo dos pagamentos efetuados(02 meses adiantados): -Conforme item: 01, folha: 01, do contrato (anexo: fl. 234 a 236) R$ 100.000,00 de sinal, em 10.01.97. -Recibos, anexo: fls. : Recibo: 01, valor: R$ 60.000,00 em 15.01.97 Recibo: 02, valor: R$ 40.000,00 em 17.01.97 Total: R$ 100.000,00 -Conforme item: 02, folha: 02, do contrato (anexo: fl. 234 a 236) R$ 100.000,00 para o dia 10.03.97. -Recibos, (anexo: fls. 237 a 240) Seção 2.03 Recibo: 03, valor: R$ 35.000,00 em 17.01.97 Recibo: 04, valor: R$ 15.000,00 em 20.01.97 Seção 2.04 Recibo: 05, valor: R$ 10.000,00 em 21.01.97 Seção 2.05 Recibo: 06, valor: R$ 1.542,00 em 24.01.97 S. Total: R$ 61.542,00 Recibo: 07, valor: R$ 8.000,00 em 07.02.97 Seção 2.06 Recibo: 08, valor: R$ 5.000,00 em 17.02.97 Seção 2.07 Recibo: 09, valor: R$ 50.000,00 em 02.03.97 Recibo: 10, valor: R$ 10.000,00 em 14.03.97 S. Total: R$ 134.542,00 Recibo: 11, valor: R$ 6.000,00 em 25.04.97 Total: R$ 140.542,00 4 - O sócio C. ouvido as fls.44 declara que conheceu Camilo quando este realizava fiscalização em sua empresa Seara. Desta relação uma amizade foi nascendo, assim o interesse deste de participar da sociedade. Foi realizado um contrato particular de cessão de cotas, visto haver vedação legal em relação a 57 Camilo. Levou-o a São Paulo onde na presença de representante da Tostines assinaram o contrato e efetuam um parcelamento do débito existente com a fornecedora. Durante o período que este permaneceu na empresa este mantinha uma irmã para fiscalizar o desempenho da firma. Em virtude do problema pessoal Camilo não cumpriu o combinado, motivo pelo qual passaram a ter problemas em honrar os compromissos, e a Tostines habilitou uma outra firma para distribuir seus produtos. Conforme especificado acima, fiscalizei uma outra empresa. Informo a Dra. T., que um agente fiscal, poderá concluir seus trabalhos fiscais em uma empresa, às 18:00hs., deixando a mesma saudável, e às 08:00hs. do dia seguinte, ela poderá estar completamente “falida”. Isto depende somente das operações que seus sócios realizaram durante a noite. Foi realizado um contrato que o contador achou necessário, nenhuma “vedação” legal. Embora, após estes acontecimentos, há quase 06 anos, deixei de trabalhar naquele “chiqueiro”, onde todos pensavam que eu era “ladrão”, e este processo acabou por ajudar-me, a discriminação criminosa usada contra mim, tornou-se uma “gloria de Deus”. Lembro-me de impedimento legal, mas para exercer funções, e/ou ser sócio majoritário, Nada me impedia ter 50% (cinqüenta) por cento das cotas de uma distribuidora. A respeito de minha irmã, foi justificado no item:03, sobre os compromissos, eu pagava as prestações, com três meses de antecedência, (citado também no item:03)! Mais uma vez, informo: para a Tostines habilitar outra firma, o Sr. F.B.C. desembolsou R$ 1.300.000,00(hum milhão e quatrocentos mil reais). Sra. Promotora, a senhora me explicaria: Como que para mim o valor de 50% da praça, seria de R$ 800.000,00(oitocentos mil reais), e para o “estelionatário” acima, seria “grátis”? 5 - Os representantes da empresa Tostines envolvidos no presente inquérito ouvidos às fls.50 e 99 declaram não terem tomado parte nas negociações realizadas entre ambos, apenas que tomaram conhecimento da entrada de um novo membro na sociedade para injetar capital e deste modo saldar a divida já existente. Em virtude de atraso nos pagamentos devidos, foram obrigados a suspender o fornecimento a prazo, somente vendendo seus produtos contra o pagamento imediato. Por esse motivo, a distribuição na Baixada ficou prejudicada, levando – os a convidar outra empresa para realiza-lo. Ver fácil contradição no item: 03, a sócia N. declarou que Camilo, ... tendo inclusive participado do acordo realizado junto a tostines. Não podia imaginar que “seres” parecidos com “homens”, viram “ratos” 58 de minuto para outro. Nos reunimos algumas vezes, em São Paulo, me avaliaram, aceitaram que eu fosse o novo sócio (se qualquer promotor quiser, será mais lógico meu depoimento, que os dos “ratos”). Mais uma vez, cito que pagava em torno de 02 meses adiantados (ver anexo: fls. 237 a 240) e tabela abaixo. 6 -– Desta maneira, alega Camilo ter sido prejudicado pois ao adquirir a empresa Seara tinha em mente ser esta distribuidora exclusiva dos produtos Tostines o que o levou a pagar R$ 800.000,00(oitocentos mil reais)pelos 50% da sociedade. Refere ainda ter injetado cerca de R$ 270.000,00(duzentos e setenta mil reais)e ver seu investimento ter-se evaporado com a representação sendo repassada a outra empresa . Talvez a Sra. Promotora, não tenha se certificado do quanto desembolsado, isto é, atualizando seria R$ 1.200.000,00(hum milhão e duzentos mil reais). A Senhora acredita mesmo que um homem, mesmo não sendo comerciante, mas, Administrador de Empresas e pós-graduado em Engenharia Econômica “tinha em mente” e rasga esta quantia, sem se certificar do que ele tenha em mente seja verdade? Mais uma vez esclarecerei: para a tostines habilitar outra firma, o Sr. F.B.C. desembolsou R$ 1.300.000,00(hum milhão e quatrocentos mil reais). Sra. Promotora, como a senhora me explicaria? Para mim o valor de 50% da praça, seria de R$ 800.000,00(oitocentos mil reais), e para o “estelionatário” acima, seria “grátis”? Só assim outro distribuidor penetraria no mercado, “comprando a praça”, que vale 80% do valor da negociação. O que levaria uma autoridade a optar sempre para os que ficaram com o produto do roubo, sem questionar o que pode colaborar com o que foi roubado? O funcionário(uma espécie de executivo) da empresa, Sr. B.M.R.C., cita todo o acontecido em seu depoimento, e o que aconteceu? Veja anexo fl. 232 e 233 ). Pior ainda. Os estelionatários “sabiam” que eu seria preso! 7 - Em exame do quadro do exposto nos autos não se vislumbra a ocorrência do delito de estelionato, como suscitado pelo subscritor de fls.2/7, pela inexistência do emprego de fraude para atraí-lo para a sociedade, já que a vítima é a pessoa de profundos conhecimentos na área, inclusive sendo fiscal de rendas e tendo fiscalizado a empresa à qual se associou. Por certo não ingressou na sociedade induzido a erro. Ademais fato algum poderia se dar a sua revelia, pois tinha a sua irmã como preposto na empresa. Respeitando porém o concluído pela 2ª promotora de justiça de Santos, não poderia deixar de informar que, conforme já 59 exemplificado no item: 4, farei questão de repetir: Fiscalizei uma outra empresa, há alguns anos antes, 60% menor. Informo à Dra. Tânia., que um agente fiscal, poderá concluir seus trabalhos fiscais em uma empresa, às 18:00hs., deixando a mesma saudável, e às 08:00hs. do dia seguinte, ela poderá estar completamente “falida”. Isto depende somente das operações que seus sócios realizaram durante a noite. Aproveitando a oportunidade da exploração deste item, aproveitarei para reabrir este processo com uma declaração da “Contabilidade Apolo”, responsável pelas escriturações fiscais das empresas “Seara”, a qual mostrará assim as contradições. Torna-se lamentável a afirmação de que não houve fraude na apropriação de R$ 1.300.000,00. Conforme cito a respeito de minha irmã, no item:3, foi atribuído um potencial e um currículo inexistente e ladrões profissionais não deixam rastro. Eles não a facilitariam. Segue anexo meu currículo, para que possam avaliar meus profundos conhecimentos: na Igreja Católica Apostólica Romana, nos diversos esportes em que sou ou fui um campeão, na APASE(associação de pais separados do Estado de São Paulo). Como fiscal, e me dedicando muito ao esporte, talvez não consegui aprender a roubar direito, e fui surpreendido. Pessoas sensatas e leais, acreditam também na lealdade dos outros. 8 - Requeiro, de outro lado, a extração de cópias de interior teor do presente inquérito policial, que deverão ser remetidas a promotoria de Justiça Cível para a apuração de eventual infrigência da lei n.8429/92por parte de Wilson Camilo da Silva. Torna-se ainda mais lamentável, o solicitado acima. Não me fará bem, fazer algum comentário a respeito, porém indicaria à Dra. “Promotora e totalmente suspeita” Tânia Maria A. C. S., que retorne este documento a pagina: 26 e leia sobre a SAAA (Síndrome de Alienação Adquirida pelas Autoridades), e estou à inteira disposição de toda e qualquer autoridade para um levantamento detalhado em qualquer área de minha vida. 3º Episódio Geral: Há 05 anos(cinco anos), “impedido de ver meus filhos”, venho com uma “dor insuportável”, expor o que segue: Não podendo mais suportar os “escândalos”, “ciúmes exagerados” e o “desequilíbrio” da rata e ex-esposa, me preparei para uma separação. Tinha consciência do que fazia, pois aguardei pacientemente, até que minha filha 60 “caçula” fizesse 07 anos, idade em que a criança absorve menos problemas emocionais danosos. Minha separação foi “desastrosa”, entreguei tudo que possuía a ela, (segue cópias anexas fls.241 a 244). Tentarei explicar: 1-Acreditava ainda que uma saída minha por um período de um ano, pudesse “assustá-la” e quando eu voltasse, ela procuraria um “tratamento psiquiátrico”. 2-Tinha certeza, que bastava ela pensar que a prejudiquei, na mínima situação, ela “tenderia tirar meus filhos”. Informo no processo, 104/99, 8ª vara civil da comarca de Santos-S.P., quem é ela e sua família (Ver doc. fls. 245 a 249e CD’s 01,03,04 e 06). 3-Ela me assinou “um termo”, juntamente com “nosso” advogado, hoje seu “atual amante e roedor”, Dr. Lauro Safado e Souto, o mesmo que me tirou os filhos, (ver denuncia O.A.B., anexo: fl. 250 a 252) que teríamos os mesmos “direitos” sobre as crianças. Para mim, razão de muita alegria, pois, tinha e tenho muito “medo” desta “mulher”.(Ver doc. fl. 253). 4-Ela e seu calhorda, “atual amante” fizeram tudo premeditado, eu estava em meu escritório por volta de 12:00hs. Telefonaram-me para que eu comparecesse no Fórum às 14:00hs. Fui sem um advogado, acreditando no “crápula”. As coisas não foram me colocadas claras, como minha maior preocupação eram os filhos, assinei tudo. Para se ter uma idéia, enquanto ela ficava com um automóvel: Vectra, ano 1996 e um Escort, ano 1994, eu fiquei com um monza, ano 1991. Aparece meu telefone celular e o de meu escritório e troquei-os por todos os bens que guarnecem o domicílio até minhas fotos de adolescente, garrafas de cachaça, etc... permaneceram com ela, (segue doc. fl. 244-A). O Telefone Celular e o do escritório dela não aparecem. Fui tratado como uma criança, brincaram mesmo comigo! Isto é muito revoltante, mas pelo menos continuaria vendo meus filhos. Conforme cópias (docs. fls. 294) o holerite de 02 meses após a separação, sobrava para mim liquido, após todas as despesas (-)Cr$ 632,00(seiscentos e trinta e dois cruzeiros NEGATIVOS) enquanto que para a criminosa (+) Cr$2.000,00(dois mil reais), POSITIVOS. Saí de casa e morava em um prédio próximo a minha residência anterior, mas já estava desesperado com a dificuldade para ver os filhos, porém antes de tomar alguma providência fui preso, e quando saí de prisão 08 dias depois, a “suspeita” havia entregado meu apartamento e todos os móveis estavam de volta em sua casa. Muito abalado, voltei para casa, mas só consegui ficar um ano, pois se tornou “humilhante”, com todo o poder que dei na separação ela se tornou mais “insuportável” ainda (considero isto um grande erro da justiça). A partir do momento que saí, minha filha mais velha, se tornou insuportável 61 também, comprando a briga da mãe. Desafiando-me, humilhando, batendo telefone em minha cara. Isto só percebo hoje, que era “manipulada” pela mãe. Acabei então dando uns tapas nela. Fizeram uma festa, foram à delegacia e fizeram um Boletim de Ocorrência, tentando todo o possível me desmoralizar. Informo que nesta ocasião eu já me encontrava IMPEDIDO PELA MÃE DE VER OS FILHOS. Segue abaixo como descobri que o Exmo. Sr. Juiz de Direito foi subornado pela “denunciada” e seu “advogado” e “amante” velho “rato de esgoto” Dr. Lauro Sotto, e tiraram meus filhos: 1- Infelizmente existe na cidade de Santos um Juiz de Direito por nome Ramon Mateo Junior, este homem não possui nenhum conhecimento a respeito de ética, senso de humanidade, caráter, dignidade, o mesmo não possui nenhum “escrúpulo”, este homem alcançou um nível tão baixo, que se você chegar com um problema cívil, em qualquer Delegacia de Polícia, em Santos, e se relacionar com algum investigador, escrivão ou policial. eles te mandarão procurar o J.R., e ainda dizem: É só dar uma “grana” para ele. Se houver dificuldade das autoridades que investigarão, comprovarem o fato. Farei imensa questão em acompanhá-los. Para isto perdi 05(cinco) anos de minha vida. Jurei pela minha vida, apanhar este “verme”. Passo a citar como este mau caráter criminosamente tirou meus filhos. Não fiz esta denuncia antes, pois queria vê-lo na “cadeia”, porém consigo saber de seus crimes, mas quando chamo as pessoas para testemunhar, eles negam, e na maioria das vezes são advogados. Dizem, não posso te fazer este favor porque dependo deles para viver e isto não dá em nada e ele continuará juiz da mesma forma. Se verificarem terão registrado antecedentes deste Juiz. É o que me afirmaram alguns advogados da região. OBS: 1. Embora conforme veremos abaixo as autoridades envolvidas no caso, demonstram a todo o momento estarem em “conluio” com o bandido. Não consegui comentários que os desabone, na verdade até elogios. 2. Não posso deixar de citar um fato envolvendo as mesmas autoridades, principalmente o Juiz D. e o mau caráter, onde um senhor também lesado de seus direitos contratou uma “banda de música” que tocava em frente ao Fórum, enquanto ele distribuía uma cartilha a respeito do acontecido. Conforme explico, torna-se impossível levantar estes dados corretamente, uma vez que todos sabem que mais cedo ou mais tarde eu faria esta denuncia. Todos percebem que minha “revolta” e “indignação”, supera em muito o “medo”, que na realidade sequer “existe”. 62 2- Já estando há mais de mês sem ver meus filhos, mesmo com o documento que me garantia 50% de direitos sobre eles (doc. item: 03 acima), tive que pagar uma advogada que conseguiu um Mandado de Intimação, que intimava a mulher a deixar os filhos passarem o dia 1º de janeiro de 1999, com o pai.(Ver doc. fl.225,anexo). Quando minha advogada, Dra. S.C.S.- OAB/SP. 141.690, com muita dificuldade conseguiu apanhar a citada mãe em casa e pessoalmente foi notificá-la, obtive informação de que a mesma se apresentava “totalmente descontrolada, tremia muito, pálida, e com outra liminar na mão” dizendo que eu não podia ver os filhos.(ver doc. fl. 256). OBS. 1-Podemos já observar que seu “descontrole”, foi o medo de alguma coisa ter dado errado, inclusive o desespero de perder o montante pago ao Juiz R.S.j., (Veja CD No 2, com tentativa de extorsão, anexo) Ela jamais tremeria se não houvesse dado dinheiro para o dito juiz e sim chamaria a doutora. Para tomar um suco, sorrindo muito, pois conforme verão nas páginas seguintes, trata-se de uma “dissimulada”. 2-Se observarmos o quanto esta mulher é dissimulada, inclusive já solicitei e solicito teste de personalidade na mesma, com certeza absoluta haverá distorções em relação a uma pessoa normal. Basta observar os documentos em que uma das melhores psicólogas do país, afirma 02 vezes que a mesma não me tirava os filhos, após várias consultas, e com minha informação de que ela era uma mentirosa em potencial, mas parece que não sabe que mente, tamanha é a perfeição que cria fatos. A mesma foi obrigada a desmentir à profissional, mas na delegacia. Somente a pegaram, pois havia declarações de pessoas idôneas, que ela conhecia(ver doc. fls. 257 a 270). I M P O R T A N T E: 2-_Seria inteligente afirmar que a mesma simplesmente convence estes profissionais ou os convence e/ou suborna? Após a separação e meu afastamento, incluindo salários sempre atrasados, jamais teria condição de competir com a mesma. Ela possui uma renda privilegiada e segundo informações está o tempo toda desequilibrada financeiramente! Quem a tem ajudado financeiramente é meu “ex advogado” e seu “atual amante e crápula”, Lauro Sotto, chegando a “presenteá-la” até com automóveis (Ver doc. Fls. 261, anexo) 3- Seria “prudente” analisarmos o caso do seu advogado, em separado, pois este mostrará claramente o poder de persuasão deste tipo de enferma. Dr. FOF, este digno de pena, embora ela afirma na Delegacia de Polícia, em sua presença, a mais pura verdade. Conseguiu convencê-lo que tinha mentido naquele para o delegado, que eu era mau caráter e os documentos que a 63 incriminava eram falsos, o mesmo me ataca indiscriminadamente, havia feito isto outras vezes, dei-lhe corda e repetiu em dose exagerada. Foi-lhe feito um B.O., sem a menor chance de defesa. (ver docs. fls. 262). Devido o pobre, ter abandonado a defesa da mentirosa, e também meu poder econômico, não pude fazê-lo pagar pelo que disse induzido pela doente. 4- Envio uma carta “manuscrita”, cheia de “dor” e “sofrimento”, mostrando amar a Deus e declarando muito amor pelos filhos. O advogado citado acima cai na mesma armadilha, e além da completa falta de respeito e consideração, traduziu a mesma assim; Tremendamente “ameaçadoras” e “rancorosas”, além de seu conteúdo ser “leviano” e “mentiroso”, trazendo a ré e a seus filhos muita “intranqüilidade” e “medo”. E com os filhos, como ela age? Se este profissional, lê a carta e interpreta como ela quer. Srs. autoridades dêem uma lida nesta e a interprete. Vejam se caberia repreensão ao autor, como solicitado? (Ver docs. fls. 262). 3-Quando li este documento, entrei em estado de choque, pois como dito anteriormente eu me encontrava, e me encontro até a presente data fazendo tratamento para depressão, e acreditei que eles iriam me assassinar. Tenho certeza que era a proposta, pelo menos da mulher. Pedi para que a advogada sem experiência, pois me obedeceu, que não mexesse mais por enquanto. Quando contratei um Advogado melhor tínhamos perdido o prazo para recurso, mas este, entrou com uma petição, esclarecendo toda a verdade e protocolou para o Juiz Dr. D.G.J., Tudo foi citado, mas o Juiz sequer leu o processo, marcando uma audiência de conciliação para novembro de 1999. Como meu desespero era grande, meu advogado me levou até a presença do Dr. D., que acabou concedendo para que eu vêsse meus filhos, porém para me afrontar a ponto de ultrapassar meus limites, os horários e dias eram os mesmos determinados pela doente. Não seria inexperiência deste profissional? E eu sofria a cada dia que as crianças apareciam, me sentia afrontado. Pois eu sabia a procedência da liminar e o Juiz D, como todos os profissionais ligados a justiça, sabiam do suborno, acredito que este juiz e o promotor S., certamente sabiam. E se não soubessem eu os avisei. 4- Já começa ficar clara a má fé, quando minha advogada com o Mandado de Intimação citado no item:01, fornecido pelo MM. Juiz de Direito Dr. S.L.A.F., me permitindo ver os filhos. Alguém acreditaria que um juiz desrespeitaria a opinião de seu companheiro sem qualquer questionamento? Tanto eles como eu somos pessoas pós-graduadas, titulares de cargo efetivo e de confiança no Governo do Estado, com Fé de Ofício, etc...Será que estas autoridades, todos com anos de experiência 64 profissional ainda não aprenderam que mães tiram filhos de pais criminosamente? Exemplos: 1-Como Presidente da APASE-SP (Associação de pais separados do Estado de São Paulo, com apenas 02 meses de trabalho, já tinha total informação que mães punem os pais com os filhos. 2-Com minha pequena experiência nesta área posso afirmar que tanto o Juiz D, como o J. R., como o Promotor S., já conhecem vários casos de mães que vão à Delegacia de Polícia e denunciam o marido que tentou estuprar uma criança de 03 anos. Quando apurado o marido equilibrado e a mesma DOENTE. Como podemos aceitar que um juiz não queira ouvir um réu citado só por uma mulher e tirá-lo os filhos? Isto já o compromete e já demonstra falta de valores. Quando ele desobedece ao outro juiz acaba de se comprometer. I M P O R T A N T E: 5-Um fato muito curioso é o Dr. e “pilantra” Lauro Sotto, tido como um velho “águia” ter procurado justamente o juiz corrupto, conhecidíssimo nesta comarca, no dia 24 de dezembro de 1998 (PLANTÃO), se possuo documento(fls. 255), mostrando que eu já estava proibido de ver os filhos e tentava meus recursos com advogados a mais de mês. Por que ir a um plantão? Eu sei! 6-Aqui está mais uma AUTÊNTICA prova do crime, conforme podemos observar ( ver docs. fls. 263 a 266), mesmo com a mulher completamente dominada pelo ódio ( filme: Atração Fatal), ela se mostra mais uma vez precavida e não teve a coragem de pedir para que me tirassem os filhos. Quem tomou esta decisão foi ele, após abocanhar o dinheiro. Srs. Corregedores, onde um juiz contraria uma mãe, numa liminar tão séria? Ele estaria tirando os filhos de um cachorro? Será que isto não basta para dizer porque a corrupta estava tentando me extorquir dinheiro, após tirar meus filhos (conf. CD No 02, anexo)? 7-Aproveito esta oportunidade para mostrar como age um animal selvagem, embora esta mulher em nenhum minuto nos processos pediu para que eu não visse meus filhos. Três anos e meio depois, fui eu quem conseguiu sua confissão dizendo que não me deixa ver os filhos devido a uma liminar que COMPROU DE UM JUIZ, que “mesmo não tendo feito o pedido, já cumpria e a cumpre rigorosamente há 04(quatro) anos que a mesma perdeu a validade! (ver docs. fls.259)”. 5-Foi marcada uma audiência de conciliação, onde eu com a dor que sofria jamais compareceria. Só pelo nome, dava para perceber que a citada mulher não seria punida 65 e eu nesta altura acreditava na Lei, e “tinha certeza na compra do juiz” e pensava que no momento em que ela fosse chamar suas testemunhas para uma crueldade destas, não conseguiria, e eu encheria o Fórum se fosse preciso. Anteriormente quando fui ver meus filhos pela primeira vez, foi uma grande alegria e alguns amigos se reuniram em frente ao prédio das crianças para recebê-los, pois há 09 meses não os via. Quando as crianças apareceram soltaram até fogos, tinha coca cola, bolo, etc...O advogado que eu julgava mais experiente também faltou à audiência e quando a Advogada recém formada apareceu, estava com um termo de audiência cheio de afirmações mentirosas e ainda me proibindo de buscar meus filhos na casa deles, mas permitindo a mãe de levá-los em minha casa. Isto, não resisti muito tempo. Cometi um grande erro, pois as crianças não tinham culpa, mas cada vez que eu os recebia nos horários ridículos propostos pela mãe e ainda com aquela proibição eu sofria ainda mais. Denunciei a advogada e o outro, Dr. P. L. na OAB, como já tinha também denunciado o autor da corrupção, Lauro “Cachorro” Souto (ver doc. fl. 267 a 269) por tê-lo pago R$ 2.000,00 (dois mil reais) para que ele me tirasse todos os bens e depois os filhos. Após ter caído na cilada deste profissional e sua cliente e nas mãos dos estelionatários citados acima. Gastando fortunas com advogados que não conseguiam meus filhos de volta, eu com o pior estado emocional possível, me sentia humilhado perante a riqueza de meus filhos. Eles já começaram a não sentir muito bem em minha casa, pois eu morava em uma vaga na casa de uma senhora, enquanto eles em um apartamento que a mãe me roubou a metade, compramos(R$ 180.000,00) e quando fui ver estava apenas em nome dela. Hoje moro em apartamento alugado por R$ 300,00(trezentos reais) enquanto que só o condomínio do apartamento deles chega a R$1.000,00 (mil reais) e a audiência para revisão de pensão está marcada para o dia 15 de maio de 2002, data em que poderei recuperar um pouco de minha identidade. I M P O R T A N T E: 8-Será que novamente devemos acreditar que a advogada S.C.S., em seus primeiros trabalhos com a justiça, resistiria mais que uma das melhores psicólogas do Brasil com cerca de 60(sessenta) anos de idade Dra. F. S., um possível convencimento e/ou suborno desta doente? 9-A partir deste incidente, conhecendo muito bem com quem lidava, comecei a contratar advogados de outros lugares e de extrema confiança, mas o Dr. N.M., de V. Redonda - RJ, ficou impossibilitado de vir e o Dr. V.G.G., não compareceu a uma importantíssima audiência, por estar com câncer. Audiência esta em que após muito tempo de insistência fui “coagido” a fazer terapia com a Psicóloga F.S., Esta psicóloga havia sido escolhida pela corrupta! 66 CONFIRMAÇÃO DA CORRUPÇÃO: 10- Na audiência acima, não mais resisti e deixei claro com o juiz D.G., e o Promotor Dr. S.E.R., que sabia como aquela mulher conseguiu a liminar. Além de falar que a liminar foi comprada, fazia sinais com as mãos. Estava revoltado, deprimido e disposto até a morte pelos meus filhos... Estava com uma fita gravada, que conversava com meus filhos, agradavelmente, enquanto que ela dizia que as crianças não queriam me ver (ver CD nº , anexo). Saber que estão sendo cuidados por uma doente, e não conseguir fazer nada, eu sentia e sinto, que cometia também um crime. Com esta atitude tive certeza absoluta que estava certo, pois não foi aberto por aquelas autoridades um processo de injúria, calúnia ou difamação? E nem tão pouco uma sindicância para apurar os fatos?! Nesta oportunidade fui assistido pela DRA.V.B.D., OAB/SP. 178.307, esta Advogada, recém -formada, ficou muito apavorada, quase entrou em pânico com o que viu. Outro fato interessante foi quando eu disse para a mulher que abriria um processo penal contra ela, ela arregalou os olhos, ficou mais ou menos como se possuída pelo “demônio”, e berrou: se você abrir, você vai ver quem eu sou! Eu me senti envergonhado e supus que aquelas autoridades tomassem algum partido a meu favor. Foi mais uma decepção. 10.A - Não seria mais necessário provas para saber que este “crápula” se propõe a um crime desta natureza para satisfazer uma doente, e só pelo pedido da mesma já temos esta informação. Em seguida a estes fatos compareci a 5ª D.P., mais uma vez para mais um B.O. de preservação de direitos, e como já estava ficando conhecido naquele local, um investigador, aproximou-se e me disse: “Sr. WILSON, PORQUE O Sr. NÃO DÁ UMA GRANA PRO R., É UM JUIZ GENTE FINA. RESOLVE TUDO” (ESTE INVESTIGADOR NÃO MAIS PERDI DE VISTA, SEI SEU ENDEREÇO, LOCAL DE TRABALHO, TELEFONES, etc...) Pretendo preservá-lo, pois conforme já citado, isto é muito fácil de comprovar, e perigosíssimo citar nomes. Se por um motivo qualquer, não conseguirem, será questão de honra para mim, informar este e possivelmente outros. 10.B-Confesso que jamais consegui me sentir bem em Delegacia de Polícia e Fórum, não tendo nenhuma disposição para lidar com cartórios ou afins, porém a dificuldade imposta neste processo (104/99), superou os limites, exemplo: O advogado protocolou no Fórum em 21 de agosto de 2001, o documento, o qual originou o B. O. nº 1132/02 (doc. fls. 262, anexo). Embora eu tenha olhado este processo inúmeras vezes, neste período, só li este documento em 12 de março de 2002, este só foi incluído, quando retiraram cópia de todo o processo, e só por acaso descobri. Como estes documentos eram muito importantes para mim, pois 67 tenho plena convicção que eles jamais serão respondidos pela autora, “SÃO FRUTOS DA MAIS PURA VERDADE” e às vezes tinha esperança que o Juiz e/ou promotor desconfiassem (ver docs. Fls. 269 a 274,anexo) e fizessem algo a meu favor. Utopia, mas sempre tive a certeza que voltarei ao convívio com meus filhos, e naquela insistência, pois o documento já estava lá, sem as respostas às afirmações que fiz, é claro, será que o juiz não deveria tomar uma posição?Bom, só sei que com este desgaste todo, falei alto e claro que eu estava sem ver os filhos pelo fato do suborno, etc. O Fórum totalmente em greve, e voltei para procurar o que já estava lá e não me mostravam e quando estava nas escadarias, entre o quarto e quinto andares fui abordado por aproximadamente cinco policiais militares, se mostravam nervosos, pedindo documentos, eu mostrava e não lhes agradava, etc. Resolvi também ficar nervoso e disse: Olha aqui! Vocês já ficaram três anos sem verem seus filhos? Sua mulher já deu para um Juiz R$ 20.000,00(vinte mil reais) para que ele tirasse o filho de vocês? Vocês não deveriam me prender, e sim prendam este safado deste “R”... Bem, um policial olhava para o outro e foram saindo de fininho. Por outro lado, eu tremia; impotência, insignificância, revolta, medo, dor, etc. “ESTOU AGUARDANDO O B.O., OU A SINDICÂNCIA ATÉ A PRESENTE DATA”, isto foi aproximadamente no final de novembro, conheço pelo menos dois policiais. 10.C- Uma observação também importante é: Que tanto o promotor, quanto o juiz deste caso, embora já demonstraram claramente saberem da “negociata” para me tirarem os filhos, continuam afirmando que: A QUESTÃO É, PORTANTO, MAIS SOCIAL QUE JURÍDICA, COMO JÁ ADUZIDO EM OUTRAS OPORTUNIDADES.(Ver doc. fl. 275 A 276, 3º parag.). 11- O último advogado contratado DR.T.P.P., indica um psicólogo, o qual fui primeiro e lhe expliquei o perfil da outra paciente. Ela sabendo disso e com grande ajuda dos “comparsas” não aceitou. A atitude do Dr. D. e/ou Promotor S., foi tentar obrigar-me a continuar a terapia na base da mentira já citado várias vezes, E PROVADO DEPOIS DE MAIS DOIS ANOS SEM CONVIVER COM MEUS FILHOS! Entre todos enganados por ela e já provados, entendo que a psicóloga F., foi a que mais se deixou levar, embora seja a profissional da área que eu mais precisava!Tentei em umas quatro consultas dizer quem era a mulher, o que tinha feito comigo, que a mesma era uma pessoa má e não tinha limites, etc., porém não sendo possível, a senti totalmente do lado da paciente. Como ela descobriu esta mulher, o que mentiu a ela quando a contratou? SERÁ QUE SE REPETIU O CASO DO JUIZ Ramon? 68 Como hombridade e valores éticos e morais, bem acima da média, faria terapia e faço, mas não é justo uma pessoa com meu nível de consciência e cultura deixar se impor por juizes e promotores. Sei que a psicóloga esta com mentiras, que a mulher comprou a liminar, que os dois que seguem o processo, mostram com suas atitudes saber o acontecido. Continuo a palhaçada que não terá nenhum resultado favorável a mim? 12- Ver o homônimo WILSON CAMILO DA SILVA, como surgiu? Por parte da vítima já é crime, pois, na época da prisão do mesmo eu era casado com a mesma. Fui preso por um fato alarmante, resisti a prisão, passei no Jornal Nacional e Globo Repórter. Logicamente foi levantadas toda minha ficha e nada encontraram. Quando bati em minha filha, tudo já armado, mesmo “tipificado” como sendo uma inflação de menor poder ofensivo e, portanto, sujeito aos princípios da lei 9.099/99. Conforme indicado nos autos (proc. 114/99, pág.32, anexo). 13- T.M.S., empregada doméstica da vítima, é testemunha em alguns B. Os.. E, quando minha filha caçula ligou-me chorando que eu havia dito para a empregada que ia matar a sua mãe, fui à delegacia e intimei que a chamasse, mesmo correndo o risco que a mesma confirmasse. O poder de “Deus” foi maior. A mesma desmentiu tudo, inclusive que os outros B. Os. Eram “criminosos”. (Ver docs. fls. 277). 14- Gostaria de informar que a mentirosa, além de tudo isto, é viciada em Cartomantes, Búzios, Tarôs e Terreiros de macumbas. Numa ocasião, a mesma pagou a uma destas profissionais em torno de R$ 1.500,00 (hum mil e quinhentos reais), pois, segundo esta, eu havia comprado um revólver para matar um amigo dela. Fiquei tão revoltado que procurei esta macumbeira desesperadamente. Chamaria a “polícia” e pegaria o dinheiro de volta. Torna-se impossível conseguir o endereço da “ladrona”, uma vez que a cliente acredita que a mesma tem poderes para me prejudicar. Como uma macumbeira me prejudicaria mais que esta mulher? Tenho testemunhas do fato citado e este comportamento entra em contradição com minha participação “ativa” na “Igreja Católica Apostólica Romana” (ver docs. fls. 189 A 195). Conforme CD (ver CD Nº 06, anexo), a mesma fazia consultas, numa tentativa de obter informações sobre a minha pessoa. Isto mostra por um lado à paixão “doentia” citada, e por outro, não tenho dúvidas se suas “denúncias criminosas”, que deram origem ao processo: 104/99 e B.Os.(ver docs. fls. 278 a 286, anexo), não se baseam também em “informações” destas profissionais! Comprovado pelo fato de nunca existir provas no que diz a meu respeito. Baseio me, em centenas de mentiras para esta afirmação. Vejamos apenas três, “entre centenas”. E este é também um de meus 69 objetivos. Está citada vária vez no processo, mas e a oitiva de testemunhas? Porque as autoridades do caso, não convocam? a- No Carnaval de 1998, me encontrava na casa de minha mãe em V. RedondaR.J. Reunido com vários primos, tomando cerveja, e ouvia minha mãe ao telefone dizer, “insistentemente” que não ia, e já nervosa. Então quando a mesma saiu do telefone perguntei-lhe o que houve? Ela respondeu: É sua “exmulher”, quer que eu vá com ela até Caçapava para ver você em um hotel com sua amante! b- Como na separação fui violentamente golpeado e fiquei a zero, precisava de algo meu, que estava trancado na casa. Pedi ao amigo, S., para que ligasse a ela e pedisse algumas coisas, que não me foram entregues até a presente data, embora de nada, ela necessita! A mesma se negou a entregar e afirmou que já não agüentava mais, pois eu já havia lhe telefonado mais de 20 vezes naquele dia. Era por volta de 20:00hs. e ouvi o meu amigo responder, olha dona C., estou treinando com o Camilo desde as 06:00hs. E não o vi telefonar sequer uma vez. Temos uma competição domingo. Isto não a encabulou. Mesmo assim, continuou a afirmar para outras pessoas, pois a partir do momento que ela “mente”. Acredita que a mentira seja verdade e engana qualquer Psiquiatra e/ou Psicólogo! c- Encontrava-me em Porto seguro, Bahia, na “organização” de uma competição “Iron Man”, isto alguns meses após sair de casa. Numa determinada noite, minha irmã me ligou no celular, apavorada! Pedia para que eu deixasse “aquele local” imediatamente, pois a “dita” chamaria a polícia! Assustei-me por um momento, e refletindo um pouco perguntei: Onde você pensa que estou? Você está fazendo escândalos embaixo do prédio da sua exmulher, aí em Santos! OBS.: Serão apresentadas quantas “testemunhas” forem necessárias nos fatos acima. Caso necessitem citarei outros, também com testemunhas. D E N Ú N C I A - P A R T E II Quem imaginaria que o “ancião” e “Crápula” Lauro Rato Sotto, o advogado que destruiu a saúde mental dos filhos da própria amante e clientes, destruindo “financeiramente” um homem que não o havia prejudicado em nada, se tornaria “amante” de “uma umbandista” chamada, “Maria A. Ferreira & Solta”, numa atitude “ética”, para um porco “velho e sujo” sem precisar citar todos adjetivos que enquadram neste “rato de esgoto”. Vejo nela uma mulher totalmente comprometida “psiquiatricamente”, já comprovado com todo o exposto. 70 Provavelmente quando sentiu que seria pega em suas mentiras, até por me conhecer muito bem, precisava do apoio do “safado”, que mesmo casado e vivendo, no lar, com Dona Terezinha e seu filho Leandro. e possuir “neto” com sua filha Adriana, consegue dar grande assistência à “doente”, pois esta, possui dinheiro que ele mesmo lhe conseguiu. Com seus presentes onerosos conforme citado anteriormente (Ver doc.fl. 261, anexo). Não fosse o desespero de suas clientes, quando conspiram contra os “ex-maridos”, não conseguiria jamais “velhas” abaixo de 60 (sessenta) anos, por ser um “velho” e também possuir os “predicados” expostos neste documento. Porém neste caso, “independe da idade da vítima”, e sim da “desestrutura emocional” da roedora! o que “impediria” o crescimento de todo e qualquer país do mundo? Resposta: O tráfico de influências “desordenado”, sem nenhum “escrúpulo” e o “suborno”. ALGUMAS AUTORIDADES SUSPEITAS DE SEREM MANIPULADAS PELO Adv. e “cachorro” Lauro Sotto: 1. Em 10 de junho de 1999, protocolei junto a OAB-SP, sob o número P-8715/99, uma denúncia contra o Dr. e “porco” Lauro Sotto (ver doc.fls. 250 a 252). A OAB, se manifestou e após marcar uma audiência, onde me solicitou um rol de até 06(seis) testemunhas. Contratei o advogado, Dr. V.G.G., que manifestou sobre o processo disciplinar nº 03045/99/OAB/SP (ver doc.fls. 250 a 252). Exmo. Srs. Corregedores do Ministério Público do Estado de São Paulo, não havendo “cidadania” nem tampouco “respeito”, o processo desapareceu. 2. Protocolei contra o “Cachaço: Lauro Solto na pouca vergonha”, junto ao Ministério da Fazenda, na cidade de Santos, uma denúncia, comprovando que o mesmo não fornecia recibos aos clientes (ver docs.fls. 290, anexo). Sendo eu um Fiscal de Rendas, e sabendo-se que o mesmo não sairia impune, quando procurei aquele órgão para saber o resultado, fui informado que, embora ele tenha sido fiscalizado, sua multa seria irrisória e estavam aguardando um melhor momento para pegá-lo. Exmo. Srs. Corregedores do Ministério Público do Estado de São Paulo, trata-se de outro desrespeito, não só pelo cargo que eu ocupava, mas por ser um cidadão. 3. Entre dezenas de T.C’s e B.O’s, feitos contra a minha pessoa, sempre sem nenhuma prova ou testemunhas, cito o auto n° 890/2002, 1ª Vara Criminal e júri da comarca de São Vicente, onde existia uma audiência marcada com a MM. Juíza de Direito Dra. D.F.P. (ver doc. fls. 283 e 284). Informo que as vítimas, sempre o casal de “velhos” e safados AFR. Maria Solta na sacanagem & Sr. Lauro Prostituído e Também 71 Solto., nunca compareceriam em uma audiência, até pelo respeito a minha pessoa, pois somente eles tinham a certeza das mentiras. No citado dia, ao chegar no local, fui imediatamente abordado por um advogado, não gravei seu nome, mas aparentava no máximo 25 anos de idade, magro, de cor branca e cabelos lisos, 1:76m de altura. Este rapaz já se apresentou como meu advogado, eu não havia dito que iria sem um profissional, ele ao mesmo tempo foi me dizendo que a juíza tinha dito, que bastava eu pagar uma pequena quantia e então não teria problemas para mim. Isto seria o melhor que eu faria. Dei um fora no rapaz e aguardei ansioso a vítima, que com certeza, não compareceria. Foi uma tentativa da Dra. D. de enquadrar-me como culpado, com o pagamento de uma multa, mesmo sem que a vítima comparecesse? E isto a pedido de quem? 4. Existe legitima “suspeita” envolvendo os Delegados de Polícia Dr. A.P.M. e Dr. C., assessorados por uma escrivã de polícia que assina pelo nome: “L”. No intuito de flagrar o “Velho Safado” Lauro Sotto, meu ex-advogado, com sua cliente e “amásia”, já sem dinheiro, consegui uma sala, que estava sendo leiloada então várias pessoas, ligadas à exportação trabalhavam neste local, sem pagar aluguel. Um amigo conseguiu uma sala e simulei que estava em uma empresa de exportação. Como este prédio ficava justamente a 50 metros do individuo citado e no primeiro dia de investigação procurei seu escritório, me fazendo de “retardado” e pedindo a ele para que me ajudasse ver meus filhos, pois sabia que ele era muito amigo de minha ex-mulher, e sabia que a mesma o obedeceria. Isto foi às 17:00h. Do dia 05 de julho de 2002. Numa delegacia em que para se fazer uma notificação criminosa demora-se às vezes 03 (três meses), fui notificado no dia 05 de julho às 10:00h, para me apresentar às 16:00h. Existia o B. O. Nº 2112/02 (ver fl. 291, anexo). Além da não existência da ameaça de morte que me acusavam, o Dr. A.M., que segundo consta havia trocado de plantão com o titular, Dr. C., acredito que somente para atuar neste caso, me explicou que eu teria que assinar um termo que jamais voltaria a ameaçar o dito “manipulador de autoridades”. Fui enérgico e ainda disse que se tratava de um “safado”, tendo ele saído meio decepcionado, deixou a cargo da Sra. L. que me deu um documento para assinar que constava o que o Delegado disse. Quando me neguei a assinar, a mulher se desesperou, passou a me agredir violentamente, insistia tentando me intimidar. Perguntei se eles queriam me prender, pois não teria problemas, porém não assinaria. Acabei indo embora do local, sem uma cópia de minha “declaração” e da “notificação”, uma vez que a Sra. L. me tomou, na “raça”, pois é estupidamente autoritária. Informo que se torna facílimo esta apuração, pois tentei a todo custo localizar estes documentos, informando que os denunciaria na Corregedoria da Policia civil. Iniciativa que não tomarei, por falta de “estomago”. Acredito que realmente estes desapareceram. 5. Na 4ª Vara criminal de Santos, moveu-se um processo: TC Nº 176/01, de desobediência, contra a denunciada, por ela não me deixar ver os filhos. Apresentei testemunhas e 72 declarações (ver doc. fls. 259 a 260-A) e apresentaria o que necessário fosse, provando que os filhos desejavam me ver, e eram impedidos pela mãe. “Suspeita”: O processo foi julgado, a mulher absolvida. Continuei sem ver meus filhos e eles também sem poder me ver. Procurando o processo no fórum, desejando saber o nome do novo “suspeito”. Informado que o processo estava arquivado e eu não teria acesso, pois não era a vítima. Às vezes tenho a impressão, que todos dentro daquele órgão me conhecem, e por minha sorte, acreditam se tratar de um “debilóide”. 6. A respeito de uma revisão de pensão, que por uma manobra suja do “rato”, concedi a sua “concubina e umbandista” 106% (ver doc. fls. 292 a 295) de meu salário e tento desesperadamente há 06 anos reverter, tenho as seguintes informações: a- A respeito da estratégia usada pelos “bandidos” para tirar todo meu rendimento, descrevo à página 61, item 4. b- Já desesperado, sem conseguir ver meus filhos, mesmo ficando com saldo negativo, já no dia de pagamento, seis meses após a separação, me encontrava na “cadeia”. Observando toda esta denúncia, teremos a certeza de que meu “tal” flagrante foi armado pelo casal citado. No 3º parágrafo da página 61, explico como voltei para a companhia da doente e o motivo da seguinte separação. c- Em 1998, procurei um advogado, o experiente DR.P.L., pedindo que me ajudasse na pensão, que eu iria a zero daquela forma. Fui informado por ele que os 40% que descontavam direto no meu holerite, se tornava dificílimo reduzir. Todo aquele absurdo, seria fácil reduzir, porém eu nem precisava pagá-los. No final de 2000, procurei a advogada DRA.S.M.Z., que me solicitava vários documentos, pois meu filho E, residente em Piranga, M.G., havia destruído toda a herança deixada pelo avô, estando casado, já com um filho e tendo voltado a me telefonar pedindo dinheiro a todo o momento. Enquanto estas providências eram tomadas, o fórum entrou numa prolongada greve. A situação tornou-se tão “grave”, que a Dra. S entrou com uma petição, em 07 de fevereiro de 2002 (ver doc. fls. 298 a 299). Tanto meus adversários, quanto às autoridades e/ou as leis possuem “excelência” em “crueldade” e “tortura”, pois marcaram uma audiência somente para 15 de maio de 2002. d- Estando sem um centavo no bolso e dependo dos favores de minha mãe que possui uma aposentadoria de R$ 700,00(setecentos reais) mensais, soube que a tal audiência havia sido transferida para a cidade de Santos. Isto uma tentativa de assassinato, e fácil de identificar, uma vez que fui demitido do cargo que ocupava, também cruelmente, em 09 de abril de 2002. Será onde esta mulher e seu “crápula” desejam chegar? Para assassinar alguém, precisamos ser tão cruéis? e- Não tive nenhuma dificuldade para reconhecer a participação do “crápula”, quando recebi uma notificação, em 30 de setembro de 2002, isto uma falta de escrúpulos, pois 73 marcava a audiência para 18 de março de 2003 (ver doc. fls. 296). Provavelmente poucas pessoas no universo tiveram a sorte de receber um prazo tão longo para um compromisso, e podemos afirmar que se trata de uma “urgência” máxima. f- Mesmo tendo a certeza que as autoridades do Ministério Público não “acreditarão”, citarei: Quando me desloquei para a cidade de Santos para a tal audiência, descobri que a mesma, a modo Dr. e “porco” Lauro Sotto, tornou ser adiado, desta vez o “suspeito” juiz Dr. M.L.R., alegou não estar em condições de julgar o caso (ver doc. fl. 297, anexo). Este fato facilitará também a caracterização do crime cometido pelo “Sujo”juiz R. e a conivência entre as autoridades, inclusive podem chegar a conclusão que se trata de “crimes organizados”. Provavelmente, “formação de quadrilhas”. g- Hoje me vejo sendo humilhado por “pobres” seres humanos, desqualificados, mas facilitados por uma “inconseqüente” justiça, que podem também os sufocar a qualquer momento, porém me vejo sendo carregado no “colo” por “Deus”, ele odeia “injustiças”. Ver Isaias: 24, 17, pág. 10. Hoje meu “filho” já possui 03(três) filhos e eu três lindos “netos”, e estando em sua “paupérrima” residência, há um mês, pude assistir a “I”, minha “nora”, oferecendo café, na mamadeira, para uma criança de 08(oito) meses. Perguntei-lhe: O que você pretende com isto? E ela respondeu-me: Quando não temos “leite” eu os dou de mama, “café”. Eles adoram! OBS: 1- Farei todo o possível para divulgar este “trabalho”, ao maior número de “órgãos” “nacionais” e “internacionais”, “públicos” e “privados”. Com absoluta certeza, o “Criador” fará com que alguém leia, e me procure. Quem sabe poderemos nos aprofundar ainda muito mais nos assuntos tratados? Segue abaixo alguns dos nomes que desejo contatar, via “internet” e/ou “sedex”: a. Secretarias de “Justiça” e de “Fazenda” de todos os estados brasileiros e de todas as cidades com mais de 200.000 habitantes. b. Ministérios da Justiça e da Fazenda. c. Tribunal de Justiça de todos os estados. d. Todas as associações de pais separados contatados. e. Todas as redes de T. V., possíveis. f. Secretaria Nacional de Direitos Humanos. g. Bancos: Real, Unibanco, Pan Americano, Nossa Caixa, Continental, Inter American Express S/A. h. Serasa S.P. e Serasa R.J. i. S.P.C (Serviço se proteção ao crédito) j. Economus (Instituto de Seguridade Social). 74 k. Organismos Internacionais: ONU, UNESCO, FMI, e outros possíveis. OBS. 2- Para uma melhor visualização deste trabalho, consulte o Site: Volta Redonda, 24 de abril de 2003. Wilson Camilo Silva RG. 7.304.604-RJ.