MANUAL
DataGeosis Versão2.3
Paulo Augusto Ferreira Borges
Engenheiro Agrimensor
Treinamento e Suporte Técnico
Av. Paulo VI, 1950 – CEP 01262-010 – São Paulo, SP
Fone (11) 3864 - 0822 – FAX (11) 3673 - 0702
E-mail: [email protected]
ÍNDICE
CAPÍTULO 1 - INTRODUÇÃO ............................................................................................ 6
1.1 – Apresentação .......................................................................................................... 6
1.2 – Por Quê o DataGeosis? .......................................................................................... 6
1.3 – Conhecimentos Necessários................................................................................... 7
1.4 – Simbologia...............................................................................................................7
CAPÍTULO 2 - CONHECIMENTOS BÁSICOS DE AMBIENTE Windows ........................... 8
2.1 – O Mouse..................................................................................................................8
2.2 – Menu Principal......................................................................................................... 8
2.3 – Teclas de Atalho...................................................................................................... 8
2.4 – Ícones de Atalho...................................................................................................... 9
CAPÍTULO 3 - INSTALAÇÃO DO SOFTWARE ................................................................ 10
3.1 – Requisitos Básicos de Hardware e Software......................................................... 10
3.2 – Instalação .............................................................................................................. 10
CAPÍTULO 4 - TIPOS DE DADOS .................................................................................... 12
4.1 – Classificação de um ponto em relação ao tipo de leitura ...................................... 12
4.2 – Classificação de um ponto em relação ao método de levantamento .................... 14
CAPÍTULO 5 - INICIANDO UM PROJETO........................................................................ 18
5.1 – Configurações Iniciais ........................................................................................... 18
5.2 – Dados Gerais do Projeto ....................................................................................... 21
5.3 – Criando uma Nova Planilha................................................................................... 23
5.3.1 – Configurações Iniciais ..................................................................................... 25
5.3.2 – Dados da Poligonal ......................................................................................... 26
CAPÍTULO 6 - ENTRADA DE DADOS DE CAMPO.......................................................... 35
6.1 – Entrada de Dados Manual..................................................................................... 35
6.2 – Importação de Dados de Arquivo Texto (ASCII) ................................................... 37
6.3 – Importação de Dados de Equipamentos Externos ................................................ 42
CAPÍTULO 7 - EDIÇÃO DE PLANILHAS .......................................................................... 45
7.1 – Edição de Planilha: Menu Arquivo......................................................................... 45
7.1.1. Arquivo Salvar Como .................................................................................... 46
7.1.2. Arquivo Abrir ................................................................................................. 47
7.1.3. Arquivo Reabrir ............................................................................................. 47
7.2 – Edição de Planilha: Menu Editar ........................................................................... 48
7.2.1. Editar Copiar Linhas ..................................................................................... 48
7.2.2. Editar Recortar Linhas .................................................................................. 48
7.2.3 Editar Colar Linhas ........................................................................................ 49
7.2.4 Editar Apagar Linhas ..................................................................................... 49
7.2.5 Editar Selecionar Tudo .................................................................................. 49
7.2.6 Editar Localizar .............................................................................................. 49
7.3 Edição de Planilha: Menu Rápido ............................................................................ 50
O Software da Topografia e Geodésia
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7.3.1 Função Editar Coluna ........................................................................................ 50
7.3.2 Função Renumerar ............................................................................................ 51
7.3.3 Função Usar Como Padrão ............................................................................... 51
7.3.4 Função Calcular (Somente Irrad/Seções) .......................................................... 51
7.3.5 Função Calcular Coordenadas Geodésicas (Selec.) ......................................... 51
7.3.6 Função Transformar Geod. Para Topográficas (Selec.) .................................... 51
7.3.7 Função Transformar Topo. Para Geodésicas (Selec.)....................................... 52
7.4 Edição de Planilha: Menu Planilhas ......................................................................... 52
7.4.1 Função Coluna................................................................................................... 52
7.4.2 Função Apagar Linhas .......................................................................................53
7.4.3 Função Trocar Desnível
Cotas ...................................................................... 53
7.4.4 Planilhas Atributos: Códigos para Descrição ................................................. 54
7.4.5 Planilhas Importar Cotas................................................................................ 55
7.4.6 Planilhas Importar Desníveis ......................................................................... 56
CAPÍTULO 8 - CÁLCULO DE PLANILHAS ....................................................................... 57
8.1 – PLANILHA PLANIALTIMETRICA .......................................................................... 57
8.2 – PLANILHA DE NIVELAMENTO ............................................................................ 63
8.3 – IMPORTAR DADOS DA PLANILHA DE NIVELAMENTO ..................................... 66
8.3.1 importar Cotas.................................................................................................... 66
8.3.2 importar desníveis.............................................................................................. 67
CAPÍTULO 9 - EDIÇÃO DO DESENHO............................................................................ 68
9.1 – CRIANDO CAMADAS ........................................................................................... 68
9.2. TROCAR CAMADAS .............................................................................................. 74
9.2.1. Planilha ............................................................................................................. 74
9.2.2. Menu Alterar ..................................................................................................... 75
9.2.3. Função Auto Croqui .......................................................................................... 76
9.3. LIGANDO PONTOS ................................................................................................ 78
9.3.1. Teclado (Barra de Comandos) .......................................................................... 78
9.3.2. Mouse ............................................................................................................... 83
9.3.3. Função Auto Croqui .......................................................................................... 83
9.3.4. Funções Engate ................................................................................................ 84
9.4 MENU CONSTRUIR ................................................................................................ 88
9.4.1 Construir Inserir Ponto ................................................................................... 88
9.4.2 Construir Estaquear ....................................................................................... 90
9.4.3 Construir Linha............................................................................................... 92
9.4.4 Construir Poli-linha......................................................................................... 92
9.4.5 Construir Círculo ............................................................................................ 93
9.4.6 Construir Arco ................................................................................................ 94
9.4.7 Construir Retângulo ....................................................................................... 95
9.4.8 Construir Texto .............................................................................................. 96
9.4.9 Construir Construção 3 Pontos ...................................................................... 97
9.4.10 Construir Talude .......................................................................................... 98
9.4.11 Construir Malha............................................................................................ 99
9.4.12 Construir Grade ......................................................................................... 100
9.4.13 Construir Cotar Distância+Ângulo.......................................................... 101
9.4.14 Construir Símbolos .................................................................................... 102
9.4.15 Construir Inserir Bloco ............................................................................... 105
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9.4.16 Construir Inserir Tabela ............................................................................. 107
9.4.17 Construir Criar Bloco.................................................................................. 109
9.4.17 Ângulo Entre Retas ........................................................................................ 111
9.5. MENU ALTERAR .................................................................................................. 111
9.5.1 Alterar Propriedades .................................................................................... 112
9.5.2 Alterar Mover ............................................................................................... 116
9.5.3 Alterar Mover Vértices ou Inserção.............................................................. 117
9.5.4 Alterar Copiar............................................................................................... 117
9.5.5 Alterar Paralelo (Offset) ............................................................................... 117
9.5.6 Alterar Cortar ............................................................................................... 117
9.5.7 Alterar Estender ........................................................................................... 117
9.5.8 Alterar Quebrar ............................................................................................. 118
9.5.9 Alterar Concordar......................................................................................... 118
9.5.10 Alterar Chanfrar ......................................................................................... 118
9.5.11 Alterar Converter Caminho/Poli-linha......................................................... 118
9.5.12 Alterar Posição Atributos/Ponto ................................................................. 118
9.5.13 Função Apagar............................................................................................... 119
9.5.14 Função Rotacionar......................................................................................... 119
9.5.15 Função Aplicar Escala ................................................................................... 119
9.5.16 Função Desmontar......................................................................................... 119
9.5.17 Função Espelhar ............................................................................................ 119
9.5.18 – Função Inserir Última Tabela ...................................................................... 120
CAPÍTULO 10 - MODELO NUMÉRICO DO TERRENO.................................................. 121
10.1 CÁLCULO DA SUPERFICIE DO TERRENO ....................................................... 121
10.2 CALCULO DA SUPERFICIE DE PROJETO ........................................................ 127
CAPÍTULO 11 - CURVAS DE NÍVEL .............................................................................. 128
11.1 CÁLCULO DAS CURVAS DE NÍVEL................................................................... 128
11.2 COTAR CURVAS DE NÍVEL................................................................................ 130
CAPÍTULO 12 - VISUALIZAÇÃO TRIDIMENSIONAL ..................................................... 132
12.1. CÁLCULO DO MODELO TRIDIMENSIONAL ..................................................... 132
12.2. CONFIGURAÇÕES DO MODELO TRIDIMENSIONAL ...................................... 133
12.3 MENU ARQUIVO ................................................................................................. 137
12.3.1. Arquivo Abrir ............................................................................................. 137
12.3.2. Arquivo Salvar Como ................................................................................ 137
12.3.3. Arquivo Configurar Impressora ................................................................. 138
12.3.4. Arquivo Imprimir........................................................................................ 138
12.3.5. Arquivo Sair .............................................................................................. 139
12.4 MENU BITMAP .................................................................................................... 139
12.4.1. Bitmap Copiar p/ Área de Transferência................................................... 139
12.4.1. Bitmap Salvar em Arquivo ........................................................................ 140
CAPÍTULO 13 - MAPA DE DECLIVIDADES ................................................................... 141
13.1 CÁLCULO DO MAPA DE DECLIVIDADES.......................................................... 141
13.2 GERAÇÃO DA LEGENDA ................................................................................... 144
O Software da Topografia e Geodésia
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CAPÍTULO 14 - ÁREA DE INUNDAÇÃO ........................................................................ 145
CAPÍTULO 15 - CÁLCULO DE DISTÂNCIAS E ÁREAS................................................. 148
15.1 CÁLCULO DE DISTÂNCIAS ................................................................................ 148
15.1.1 Cálculo da Distância Plana e 3D.................................................................... 148
15.1.2 – Cálculo da Distância de Superfície ............................................................. 150
15.2 CÁLCULO DE ÁREAS ......................................................................................... 151
15.2.1 Cálculo de Área Plana ................................................................................... 151
15.2.2 – Cálculo de Área Superfície: ........................................................................ 158
15.3 DIVISÃO DE ÁREAS............................................................................................ 159
CAPÍTULO 16 - PROJETO DE PERFIS.......................................................................... 162
16.1 BARRA DE FERRAMENTAS VISUALIZAR ......................................................... 164
16.2 BARRA DE FERRAMENTAS ZOOM/REDRAW .................................................. 165
16.3 BARRA DE FERRAMENTAS CONFIGURAÇÕES .............................................. 165
16.4 BARRA DE FERRAMENTAS CRIAR/EDITAR..................................................... 177
CAPÍTULO 17 - CÁLCULO DE VOLUMES ..................................................................... 184
17.1 VOLUME POR SEÇÕES TRANSVERSAIS ......................................................... 184
17.2 - VOLUME POR INTEGRAÇÃO........................................................................... 186
CAPÍTULO 18 - CÁLCULO COM COORDENADAS GEODÉSICAS............................... 189
18.1 Transformação de Coordenadas Ponto a Ponto: ................................................. 189
18.2 Transformação de uma lista de coordenadas geodésicas em topográficas locais:
..................................................................................................................................... 190
18.2.1 – Passo 1: Editar as coordenadas de origem: ............................................... 190
18.2.2 – Passo 2: Proceder a transformação:........................................................... 191
18.3 Obtenção das coordenadas geodésicas de pontos coletados por meio de um
levantamento a partir de estações totais, teodolitos ou níveis: .................................... 192
18.4 Monografia de Marcos.......................................................................................... 194
CAPÍTULO 19 - NORTE VERDADEIRO ......................................................................... 197
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5
Capítulo
1
INTRODUÇÃO
1.1 – Apresentação
Quem é Alezi Teodolini?
A história de nossa empresa confunde-se com o início da locação de equipamentos topográficos em
nosso país. Há mais de 25 anos temos exercido esta atividade e contribuído para o desenvolvimento do
Brasil, colocando sempre equipamentos de ótima qualidade à disposição das principais obras nacionais.
Com a constante evolução da tecnologia estamos em constante busca de parceiros que possuam tradição
aliada à modernidade.
Achamos que o momento atual é de muito trabalho e metas a serem alcançadas. “O melhor
tem que melhorar, para permanecer o melhor!”
Em paralelo às atividades de locação e venda desenvolvemos o primeiro software topográfico
brasileiro em ambiente Windows, o DataGeosis, sendo que sua origem data de 1996. Esta foi outra grande
vitória de nossa empresa, pois buscávamos uma solução simples e dinâmica para a topografia, para que
pudesse atender desde um universitário até o profissional de grande experiência.
1.2 – Por Quê o DataGeosis?
O DataGeosis é um software topográfico completo, ou seja, ele tem capacidade de executar
cálculos topográficos e geodésicos (transformação de coordenadas), cálculo e divisão de áreas, edição de
desenhos, curvas de nível, projeto geométrico de estradas, perfis transversais e/ou longitudinais, volumes
através de superfícies ou pelo método tradicional de seções (Método das semi-distâncias), mapa de
declividades, área de inundação, etc.
Por ser um software desenvolvido para ambiente WINDOWS através de programação orientada a
objetos, o DataGeosis torna-se uma ferramenta funcional, precisa e ágil, favorecendo atualizações e
manutenções do sistema.
Algumas vantagens:
• Processa levantamentos planialtimétricos realizados em equipamentos eletrônicos ou óticos mecânicos;
• Programa inteiramente independente;
• Gera e imprime relatórios e memoriais assim como faz impressão de desenho;
• Memorial Descritivo conforme a atual lei de Registro de Terras 10.267.
• Confecção de monografia de vértices GPS.
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6
• A entrada de dados pode ser feita através da importação de arquivos ASCII definido pelo usuário,
arquivos DXF (AutoCad) entre outros, via teclado ou ainda via interface com aparelhos eletrônicos;
• Comunicação com as principais Estações Totais e Coletores de Dados existentes no mercado, além de
toda a linha GPS da Magellan.
• Flexibilidade quanto aos métodos de levantamentos, podendo utilizar mais de um método na mesma
poligonal;
• Cálculo de ângulos e distâncias a partir de coordenadas;
• Exportação de arquivos ASCII definidos pelo usuário, DXF (AutoCAD) e outros formatos, geração de um
arquivo de dados para locação permitindo interface com as principais estações do mercado.
1.3 – Conhecimentos Necessários
Para uma melhor utilização do Software Topográfico DataGeosis é necessário que o usuário possua
conhecimentos básicos nas áreas de Topografia, Computação e Sistemas CAD.
1.4 – Simbologia
Dica
Observação
Atenção
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7
Capítulo
2
CONHECIMENTOS BÁSICOS DE AMBIENTE Windows
2.1 – O Mouse
Periférico que possui dois ou três botões. No DataGeosis serão utilizados o botão da esquerda para
selecionar entidades gráficas e funções, e o botão da direita para a abertura de algumas caixas de diálogo.
2.2 – Menu Principal
Para acessar as ferramentas do DataGeosis pode-se utilizar a Barra de Menus (Menu Principal). O
menu principal está localizado na parte superior da tela do DataGeosis, logo abaixo da Barra de Títulos, o
qual é composto por um grupo de comandos principais do software.
Barra de Títulos
Barra de Menus
Normalmente a escolha de um comando da Barra de Menus é feita utilizando-se o mouse, clicandose com o botão esquerdo sobre a opção desejada, mas há ainda outras formas de seleção que facilitam e
agilizam o processo:
Acesso via teclado: Pressione a tecla [Alt] e ao mesmo tempo a tecla correspondente à letra
sublinhada nos textos que identificam a função do Menu desejado.
2.3 – Teclas de Atalho
Consiste em uma combinação de teclas que ativam uma opção requerida. Por convenção, estes
atalhos são mostrados (quando existem) à direita do nome de um comando no menu.
A seguir, uma lista de teclas de atalhos válidas no DataGeosis 2.3:
HOME
Posiciona o cursor no início de uma linha na planilha.
END
Posiciona o cursor no fim de uma linha na planilha
CTRL + HOME
Posiciona o cursor no início da planilha.
CTRL + END
Posiciona o cursor no fim da planilha.
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8
CTRL + S
Salva o projeto atual.
CTRL + P
Ativa a função para impressão do desenho.
CTRL + Z
Ativa a função Voltar que desfaz a última edição do desenho.
CTRL + X
Ativa a função Recortar Linhas.
CTRL + V
Ativa a função Colar Linhas.
CTRL + Del
Ativa a função Apagar Linhas
CTRL + L
Ativa a função Localizar, usada para identificar um ponto visado específico da
planilha.
CTRL + R
Ativa a função Construir Retângulo
CTRL + T
Ativa a função Construir Texto.
CTRL + M
Ativa a função Alterar Mover, utilizada para mover a (s) entidade (s) selecionada (s).
F1
Ativa os Tópicos de Ajuda do DataGeosis.
CTRL + SHIFT + HOME
Seleciona entidades a partir de uma célula qualquer até o início da primeira
linha da planilha.
2.4 – Ícones de Atalho
As ferramentas utilizadas com maior freqüência são graficamente mostradas por botões (ícones de
atalho) específicos e são facilmente acessados clicando-se sobre eles com o botão esquerdo do mouse.
Anexo a este manual, segue uma lista completa de todos os botões do DataGeosis 2.3, podendo o usuário
consultar sua utilização bem como a função de cada um. A seguir um exemplo mostrando a barra de
ferramentas “Arquivos”.
O Software da Topografia e Geodésia
9
Capítulo
3
INSTALAÇÃO DO SOFTWARE
3.1 – Requisitos Básicos de Hardware e Software
Processador compatível com IBM 486 ou superior (recomendado Pentium II 266 MHz);
Sistema operacional Microsoft Windows 95/98, Windows NT ou Windows XP;
Monitor de vídeo SVGA com resolução de 640 x 480 (recomendado 800x600);
Microsoft Word 6.0 ou mais recente;
Mouse ou outro dispositivo de digitalização;
20 megabytes de espaço livre em disco (mínimo);
16 megabytes de memória RAM (recomendado 64 Mb);
Unidade de CD-ROM (apenas para instalação inicial);
3.2 – Instalação
O DataGeosis e o programa de instalação foram desenvolvidos em ambiente Windows, portanto, o
usuário deverá tê-lo funcionando em seu microcomputador para que possa instalar e utilizar o DataGeosis.
O programa de instalação é auto-explicativo, bastando apenas seguir as instruções que aparecem
na tela de seu microcomputador. Durante sua execução, diretórios serão criados automaticamente no disco
rígido do microcomputador e todos os arquivos necessários à execução do DataGeosis serão copiados para
os devidos diretórios.
Passos para instalação do DataGeosis 2.3
1 – Insira o CD do DataGeosis 2.3 na unidade de CD-ROM do seu microcomputador;
2 – Aguarde a execução do programa que lhe ajudará no processo de instalação do DataGeosis.
Caso não seja executado o programa de instalação, clique em
e selecione a opção
. A seguinte Tela será mostrada:
O Software da Topografia e Geodésia
10
Em Abrir, digite D:\install.exe e selecione o botão OK, para que o instalador seja iniciado;
3 – Após a iniciação do programa de instalação do DataGeosis 2.3, siga as instruções que forem se
apresentando nas telas de instalação.
5 – Terminado o processo de instalação do programa, conecte a chave de proteção (HASP,
HARDLOCK OU PROTEQ) à porta paralela LPT1 (porta da impressora) do microcomputador;
Após a instalação, será criada dentro do diretório C:\Arquivos de Programa, a pasta Alezi Teodolini.
Nesta será criada a pasta DataGeosis 2.3 (Standard, Standard Plus, Profissional ou Vias Standard, de
acordo com a sua aquisição) e o ícone do DataGeosis 2.3 correspondente será acrescentado na área de
trabalho do Windows.
O software não será aberto sem que a chave de proteção esteja conectada
devidamente, a não ser que você tenha instalado a versão Demonstrativa ou Júnior.
Lembre-se de verificar corretamente qual é a chave de proteção que você possui,
para que no momento da instalação se faça a seleção correta da chave correspondente.
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Capítulo
4
TIPOS DE DADOS
4.1 – Classificação de um ponto em relação ao tipo de leitura
Antes de se proceder a entrada de dados no DataGeosis, deve-se conhecer os tipos de dados
utilizados pelo software. O tipo de leitura é um fator indispensável para o processamento correto das
planilhas e das poligonais contidas nas mesmas. Deve-se prestar muita atenção no tipo de leitura dos
pontos e configurar corretamente a planilha com os dados do levantamento. Este é um passo importante,
pois se um ponto de VANTE, por exemplo, for configurado como IRRADIAÇÂO, o programa não encontrará
essa VANTE e o fechamento da poligonal não será efetuado. A seguir são mostrados os tipos de pontos
utilizados pelo DataGeosis para uma planilha Planialtimétrica. Caso a planilha seja de Nivelamento veja no
Capítulo 5, item 5.3.2.2 – Planilha de Nivelamento os tipos de pontos para este caso.
4.1.1 - Ponto Fixo
É um ponto referencial que não possui elementos para cálculo, portanto, não será utilizado nos
cálculos da planilha por ser definido somente através de suas coordenadas. Este ponto pode ser inserido
diretamente na planilha ou no desenho. Se for inserido na planilha, ele é automaticamente ativado no
desenho, e vice-versa. As colunas de Ré e Estação não precisam ser preenchidas e as coordenadas
constantes na linha da planilha pertencem ao ponto inscrito na coluna Ponto Visado.
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4.1.2 - Ponto Auxiliar
É uma estação auxiliar localizada fora do levantamento da poligonal principal, podendo ser utilizada
para a captura de pontos de detalhes (irradiações) ou conexões com outros pontos auxiliares ou ainda para
serem utilizados como pontos de conexão para outras poligonais secundárias.
4.1.3 – Irradiadas
São pontos utilizados para levantamentos de detalhes (canto de casa, postes, árvores, etc...)
definidos a partir de uma estação ou de um ponto auxiliar.
4.1.4 - Visada a Ré
São pontos de visada à ré direta, ou seja, através de uma estação da poligonal, são efetuadas as
leituras de distâncias e ângulos a este ponto, com o aparelho na posição direta. Os pontos de ré servem
como referência para as estações da poligonal.
4.1.5 - Visada a Vante
Determina a próxima estação do caminhamento da poligonal através da leitura angular entre a ré e
o ponto visado a vante e da distância entre a estação e o ponto visado a vante. Toda vez que se definir uma
estaca de poligonal, a mesma deverá ser identificada como vante.
4.1.6 - Ré Inversa
É a realização da leitura da estação de ré com a luneta do aparelho em posição inversa (180°) para
que se possa realizar reiterações, séries conjugadas de leitura, etc.
4.1.7 - Vante Inversa
É a realização da leitura da estação de vante com a luneta do aparelho em posição inversa (180°)
para que se possam realizar reiterações, séries conjugadas de leitura, etc.
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4.1.8 - Interseção a Vante
É a determinação de um ponto, que normalmente não está acessível, através de duas leituras
angulares a partir de dois pontos conhecidos. O programa executa o cálculo trigonométrico para
determinação das coordenadas do terceiro ponto.
4.1.8 - Ponto Resultante
Este ponto aparece sempre abaixo de uma linha de vante após o cálculo da planilha. Estes pontos
contém as coordenadas compensadas dos pontos da poligonal fechada ou apoiada em 2 pontos, enquanto
que na linha identificada como vante
ficam armazenados os dados brutos. Estes pontos são também
utilizados para inserção das estacas de poligonal na tela gráfica (CAD) do DataGeosis.
A identificação de um ponto é sempre feita pela coluna “Ponto Visado”.
4.2 – Classificação de um ponto em relação ao método de
levantamento
O DataGeosis além de permitir a configuração linha a linha do tipo de ponto visado, permite também
configurar o método de levantamento para cada ponto da planilha. Assim, pode-se ter vários métodos de
levantamento em uma mesma planilha, por exemplo, levantamentos de ângulos horizontais horários ou antihorários, levantamentos por azimutes ou rumos, distâncias horizontais ou inclinadas ou ainda
levantamentos estadimétricos (fios do retículo), entre outros. Antes de iniciar a digitação da planilha, devese configurar, portanto, o método que foi utilizado para obtenção dos ângulos horizontal e vertical, assim
como as distâncias. Isso pode ser realizado através da barra de configurações de método de levantamento
mostrada abaixo:
Nesta barra, são mostradas quatro caixas. Na primeira, deve-se selecionar o tipo de ângulo
horizontal medido no levantamento, na segunda, o quadrante do ângulo medido, caso o ângulo horizontal
seja rumo. Na terceira caixa, deve-se definir o tipo de distância medida, na quarta caixa, o tipo de método
utilizado para definir a altimetria dos pontos, por exemplo, ângulo vertical, distância vertical, desnível, etc.
O Software da Topografia e Geodésia
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A seguir, segue-se um detalhamento dos métodos de levantamento que podem ser utilizados no
DataGeosis.
4.2.1 Ângulo Horizontal ou Coordenadas
Para selecionar o tipo de ângulo horizontal medido, clique na
primeira caixa. Será aberta uma lista com as opções disponíveis no
DataGeosis. Selecione a opção desejada entre as opções mostradas na
figura ao lado. Se o usuário quiser inserir uma planilha de coordenadas
topográficas, deve selecionar a opção x, y, z. Neste caso, como não há
leituras de ângulos e distâncias, as caixas correspondentes a estas
medidas estarão inativas.
Para selecionar o quadrante do alinhamento visado, caso o ângulo
horizontal seja o rumo, clique na segunda caixa. Uma lista será aberta com
todos os quadrantes, como mostra a figura ao lado.
A discriminação horária e anti-horária não se refere ao sentido de caminhamento da
poligonal e sim ao sentido da leitura do ângulo horizontal.
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4.2.2 Distâncias
Para selecionar o tipo de distância medida no levantamento, clique
na terceira caixa. Uma lista será aberta e o usuário poderá selecionar as
opções de distância inclinada, horizontal, ou ainda fios estadimétricos
sendo que nesta última as distâncias serão calculadas pelo software.
4.2.3 Angulos Verticais
Para selecionar método utilizado para definir a altimetria dos
pontos, clique na quarta caixa. Será apresentada uma lista
contendo os métodos disponíveis, como mostra a figura ao lado. A
seguir, uma descrição destes métodos:
Desnível
Diferença de cota entre dois pontos (Estação e Ponto
Visado).
Distância Vertical (DV)
Diferença entre a altura do instrumento
e a altura do prisma.
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Ângulo Zenital
Cota
Limbo Vertical “zerado” no Zênite.
Quando se conhece a cota dos pontos do levantamento.
Ângulo Vertical
Limbo vertical “zerado” no “Horizonte” e
valores crescentes no sentido anti-horário até 360°.
Inclinação (%)
Em lugar do ângulo vertical tem-se a inclinação
em termos de porcentagem de rampa, entre a estação e o ponto
visado.
Ângulo de Elevação
Limbo vertical “zerado” no “Horizonte”
com valores positivos acima do horizonte e negativos abaixo da
linha do horizonte.
Ângulo Nadiral
Limbo Vertical “zerado” no “Nadir”.
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Capítulo
5
INICIANDO UM PROJETO
5.1 – Configurações Iniciais
Sempre que é iniciado o Software DataGeosis, automaticamente é aberto um novo projeto.
Ao iniciar um projeto no DataGeosis é aconselhável que o usuário configure-o, evitando por
exemplo, a utilização de unidades de medidas incompatíveis e agilizando o seu serviço.
Para configurar o projeto, selecione o comando Arquivo
Configurações ou o ícone
da
barra de ferramentas “Edição”.
Figura 5.1 – Abrindo a caixa
Configurações.
É aberta a caixa ”Configurações”.
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18
Figura 5.2 – Configurações Iniciais do Projeto.
Utilize a caixa ”Configurações” para definir:
Linear
Define o número de casas decimais e a unidade de medida linear que se deseja trabalhar:
Para definir o número de casas decimais, clique na caixa correspondente e digite o número desejado, ou
clique na barra de rolagem até a seleção do número desejado. No DataGeosis estão disponíveis as
seguintes opções de unidades lineares:
Metros;
Pés;
Polegadas;
Clique sobre a unidade de medida desejada para selecioná-la. Deve-se lembrar que quando se
trabalha com equipamento eletrônico em campo, a precisão é definida pelo mesmo. A quantidade de casas
decimais definidas no software serve somente para apresentação dos dados e resultados. Portanto, os
dados de campo deverão ser digitados com todas as casas decimais lidas, principalmente quando se utilizar
taqueometria.
Angular
Define o número de casas decimais e a unidade de medida angular que se deseja
trabalhar: Para definir o número de casas decimais, clique na caixa correspondente e digite o número
desejado, ou clique na barra de rolagem até selecionar o número desejado. No DataGeosis estão
disponíveis as seguintes opções de unidades angulares:
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19
Decimais;
Graus, minutos, segundos;
Gradiano (Grados);
Radiano;
MIL (Unidade angular utilizada na Europa).
Clique sobre a unidade de medida desejada para selecioná-la.
Salvamento
O usuário poderá optar por até duas formas de salvamento de arquivos: Criar
Backup e Auto Save.
Auto Save: Se o usuário optar pelo auto-salvamento, deverá marcar a opção e definir o
intervalo de tempo que deseja o salvamento automático do projeto.
Criar Backup: Se o usuário optar pela criação de cópia de backup, deverá marcar a opção;
assim, quando o usuário salvar pela primeira vez o projeto, a cópia de backup será ativada,
porém não acontecerá, pois o arquivo do projeto está sendo criado pela primeira vez.
Depois disto o programa gera e atualiza a cópia de backup sempre pelo penúltimo
salvamento, apresentando-se da seguinte maneira: Backup _ (Nome do arquivo).stp.
Visualizar Pontos
Define a forma padrão em que os pontos topográficos são apresentados na
tela gráfica (no desenho) após o cálculo. Pode-se optar entre:
Ponto;
Círculo;
Cruz;
Triângulo;
Quadrado.
Outros
Utilizado para definir a Cor de fundo e o Alqueire (m2) da região onde se trabalha.
Cor de fundo: Define a cor de fundo da tela gráfica, sendo que a tela de planilha,
independente da escolha, sempre ficará branca.
Alqueire (m2): Define a área em m2, correspondente a 1(um) alqueire na região de
trabalho, que pode variar entre diferentes regiões.
O tamanho, a cor e os traços para união dos pontos são propriedades definidas na criação
de camadas gráficas.
Tornar a configuração atual padrão
Nesta opção, o usuário pode definir como padrão para
todos os projetos, uma configuração diferente da configuração padrão do DataGeosis, atendendo a suas
necessidades, de maneira que, toda vez que for gerado um novo projeto, serão mantidas estas mesmas
configurações. Estas configurações podem ser alteradas sempre que for necessário.
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20
5.2 – Dados Gerais do Projeto
Esta função permite ao usuário, armazenar informações relativas à sua empresa e ao projeto, as
quais serão inseridas automaticamente no momento da impressão de uma planilha, ao gerar um memorial
descritivo ou um relatório.
Para inserir os dados gerais do projeto, selecione no menu Projeto o comando Dados do Projeto.
Figura 5.3 – Abrindo a caixa
Dados do Projeto.
A caixa “Dados Gerais do Projeto” é aberta. Nesta caixa, deve-se inserir as informações relativas
a empresa e ao projeto. Para inserir informações relativas ao projeto, selecione o menu Projeto. Será
aberta a seguinte caixa:
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21
Figura 5.4 – Configuração dos Dados do Projeto.
Na opção “Dados”, o usuário poderá inserir informações relativas ao projeto (nome do projeto), à
propriedade e ao proprietário. Pode-se ainda inserir a data de início do levantamento dos dados de campo,
e ainda um código para o projeto.
Na opção “Localização”, o usuário poderá inserir informações relativas ao endereço da
propriedade levantada.
Na opção “Responsabilidade Técnica”, há espaço para a inserção dos dados do profissional
responsável pelo projeto (nome, CREA e ART).
Abaixo desta última opção há uma caixa que identifica a data de criação do projeto, a data da última
abertura, o tempo de utilização desde a última abertura e o tempo total gasto para o processamento e
finalização do trabalho. Assim, o usuário terá um controle total do tempo gasto para realização dos
trabalhos de escritório.
Esta ficha de Dados Gerais é individual para cada projeto e a função de gravação de data e
contagem de tempo trabalhado irá ser ativada independente da ficha estar ou não preenchida, e as datas e
horários são as mesmas utilizadas pelo computador.
Por fim, o usuário poderá ativar a opção “Tornar os valores atuais padrão para novos projetos”
caso este queira que os valores preenchidos sejam sempre utilizados em novos projetos.
Para inserir informações relativas à empresa, selecione o menu Empresa. Será aberta a seguinte
caixa:
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22
Figura 5.5 – Configuração dos Dados da Empresa.
Nesta opção o usuário poderá inserir todas as informações relativas à sua empresa, desde Razão
Social e Nome, aos dados de Localização. Pode-se ainda inserir uma logomarca da empresa, desde que
esta esteja em formato *.bmp, a qual será utilizada na impressão dos relatórios (planilhas, memorial
descritivo, etc...).
A opção Tornar os valores atuais padrão para novos projetos permite ao usuário criar um
modelo de dados padrão para sua empresa, de modo que qualquer projeto criado tenha as mesmas
configurações, como o nome e endereço da mesma, agilizando o trabalho.
Estes dados poderão ser preenchidos em qualquer fase do trabalho, pois o preenchimento dos
Dados do Projeto serve apenas para sua organização.
Preenchidos os dados acima, uma nova planilha deverá ser criada para iniciar a inserção dos dados
do levantamento. Para tal, deve-se seguir os passos da etapa seguinte.
5.3 – Criando uma Nova Planilha
Os dados provenientes do campo, como ângulos, distâncias e coordenadas, por exemplo, devem
ser inseridos na planilha para em seguida serem calculados. Os dados podem ser provenientes de estações
totais, teodolitos, níveis ou de receptores GPS. Após a inserção dos dados, o programa possibilita o cálculo
de diferentes tipos de coordenadas (topográfica local, geodésica (lat., long.), planas UTM). Para criar uma
O Software da Topografia e Geodésia
23
nova planilha clique no menu Planilhas e selecione a opção Nova Planilha, ou clique no ícone de atalho
da barra de ferramentas Planilhas.
Figura 5.6 – Abrindo a caixa
Configurações da Planilha.
Será aberta a caixa Configurações da Planilha como mostra a Figura 5.7. Observe que a guia
“Config. Iniciais” está ativa, como mostra a seta de indicação. Posteriormente será mostrada a função
“Dados da Poligonal”, que apresentará caixas diferentes para planilha planialtimétrica e para planilha de
nivelamento.
Figura 5.7 – Configurações Iniciais da Planilha.
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24
5.3.1 – Configurações Iniciais
Nesta caixa pode-se definir o tipo de levantamento realizado, o nome da poligonal levantada, as
colunas que se deseja visualizar na planilha e a opção de ativar ou não a Geodésia, que permite trabalhar
com cálculos de transformações geodésicas.
Tipo: Define o tipo de planilha a ser utilizada conforme o tipo de levantamento realizado no
trabalho, podendo ser uma planilha Planialtimétrica ou de Nivelamento (ver detalhes no item
5.3.2);
Nome: Define um nome para identificação da poligonal;
Colunas: Define os campos (colunas) de dados a serem visualizados na planilha. Na opção “Não
Usadas”, são mostradas todas as opções disponíveis que não estão sendo utilizadas (visualizadas)
como colunas da planilha. Na opção “Usadas”, são mostradas somente as opções que compõe as
colunas da planilha atual.
Selecionando-se a (s) opção (s) desejada (s), pode-se, através dos botões
e
,
apresentá-la (s) ou não na planilha.
Ativar Geodésia: Esta opção serve para ativar os cálculos geodésicos. Portanto, só deve ser
ativada, se o usuário tiver necessidade de trabalhar com coordenadas geodésicas. Se o usuário não
for utilizar coordenadas geodésicas em seu projeto, deve deixar a opção inativa e proceder aos
cálculos topográficos normalmente. Caso contrário, para maiores informações a respeito do
processo de cálculos e transformações geodésicas, ler o Capítulo 18.
Ao ativar a opção Ativar Geodésica, são ativados os campos Elipsóide, Copiar Cotas (N=0) e
Copiar Altitudes(N=0).
Elipsóide: Define o elipsóide utilizado nas coordenadas geodésicas. Pode-se escolher entre o
sistema WGS 84, SAD 69 ou HAYFORD, que são os três elipsóides defaut do DataGeosis.
Posteriormente veremos que há a possibilidade do usuário definir um elipsóide específico.
Copiar Cotas ( N=0): Utilizado em casos de levantamentos feitos com estações, teodolitos ou
níveis em que se pode calcular a cota Z-Total dos pontos do levantamento. Caso esta opção esteja
ativa, no momento da transformação de coordenadas topográficas para geodésicas, os valores de
cotas serão copiados para a coluna Altitude.
Copiar Altitudes(N=0): Utilizado em casos de levantamentos feitos com receptores GPS em que se
obtém as altitudes elipsoidais dos pontos do levantamento. Caso esta opção esteja ativa, no
O Software da Topografia e Geodésia
25
momento da transformação de coordenadas geodésicas para topográficas, os valores de Altitude
serão copiados para a coluna Z-Total.
Em qualquer fase do projeto a opção Ativar Geodésia pode ser ativada, sem
prejudicar o trabalho.
5.3.2 – Dados da Poligonal
Realizadas as configurações iniciais da planilha, deve-se inserir os dados da poligonal, relativos aos
pontos de partida e de referência, tais como, coordenadas iniciais, azimute, etc. Neste caso, para cada tipo
de Poligonal (Planialtimétrica e Nivelamento) será apresentada uma caixa distinta.
5.3.2.1 – Planilha Planialtimétrica
Ainda na guia “Configurações Iniciais”, selecione a opção Planialtimétrica para o tipo de
poligonal levantada e assim que efetuadas as demais configurações iniciais, clique na guia “Dados da
Poligonal”. Será mostrada a seguinte caixa:
Figura 5.8– Configurações dos Dados da Poligonal
(Planialtimétrica).
Nesta caixa, pode-se definir o sistema da poligonal levantada e os dados da estação de partida e de
referência para os sistemas “Poligonal Aberta, Poligonal Fechada e Poligonal Fechada (Com Ponto de
Apoio)”. Para o Sistema Poligonal Apoiada (2 Pontos) tem-se a seguinte caixa:
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26
Figura 5.9– Configurações dos Dados da Poligonal
(Planialtimétrica).
Nesta caixa pode-se definir os dados da estação de partida e de referência para o Ponto de
Partida e a estação de chegada e o ponto visado para o Ponto de Chegada.
Sistema da Poligonal: Define o tipo de poligonal utilizada no levantamento, podendo ser Aberta,
Fechada, Apoiada (2 Pontos) ou Fechada (Com Ponto de Apoio).
Poligonal Aberta – É utilizada quando são conhecidas as coordenadas do ponto de
partida, independente destas serem arbitrárias ou verdadeiras, e não são conhecidas as
coordenadas do ponto de chegada. Sendo assim, não se tem controle da poligonal,
portanto, não há como compensar os erros cometidos.
Figura 5.10 – Exemplo de Poligonal Aberta
sem Controle.
Poligonal Fechada – É utilizada quando o ponto de partida, cujas coordenadas
podem ser conhecidas ou arbitrárias, e o ponto de chegada são coincidentes, ou seja, o
ponto de partida é o mesmo do ponto de chegada. Esta opção sempre será utilizada
O Software da Topografia e Geodésia
27
quando a referência (ponto de RÉ) é também um ponto da poligonal, conforme mostra a
Figura 5.11. Por ser uma poligonal fechada, pode-se calcular e compensar (distribuir) os
erros da poligonal.
Figura 5.11 – Exemplo de Poligonal Fechada.
Poligonal Apoiada (2 pontos) – Neste tipo de poligonal, as coordenadas do ponto
de partida e de chegada são conhecidas. Por ser uma poligonal apoiada em dois pontos
conhecidos, pode-se calcular e compensar (distribuir) os erros da poligonal.
Figura 5.12 – Exemplo de Poligonal Apoiada
em 2 Pontos.
Poligonal Fechada(Com Ponto de Apoio) – É também utilizada quando o ponto
de partida, cujas coordenadas podem ser conhecidas ou arbitrárias, e o ponto de chegada
são coincidentes, ou seja, o ponto de partida é o mesmo do ponto de chegada. Entretanto,
o ponto de referência (ponto de RÉ) não é um ponto da poligonal, conforme mostra a
Figura 5.13. Por ser também uma poligonal fechada, pode-se calcular e compensar
(distribuir) os erros cometidos.
Figura 5.13 – Exemplo de Poligonal Fechada
(Com Ponto de Apoio)
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28
Ponto de Partida: Define o ponto de partida da poligonal, assim como o ponto e o azimute de
referência.
EST – Independente do sistema de poligonal, é o nome do primeiro ponto da poligonal,
onde foi instalado o aparelho para iniciar o trabalho. Em x, y, z, entra-se com as
coordenadas topográficas locais do ponto inicial, que podem ser arbitrárias, evitando
sempre se colocar valores negativos, seja nos campos X, Y e principalmente no Z.
Por exemplo, podem ser utilizados os valores:
X: 1000,000
Y: 2000,000
Z: 300,000
RE – É o ponto que servirá de referência para a poligonal, portanto, tenha sempre
muita atenção ao sistema de poligonal que estiver usando:
Poligonal Aberta – A Referência usada deverá ser o nome da ré de partida, por
exemplo, o Norte Magnético ou um ponto materializado no terreno.
Poligonal Fechada – A Referência deverá ser o nome da ré de fechamento, por
exemplo, em uma poligonal de 5 vértices, o ponto de partida será a Estaca 1 e a referência
a Estaca 5, pois foi a última estaca utilizada para o fechamento da poligonal.
Poligonal Apoiada – No ponto de Partida, a Referência deverá ser o nome da ré
de saída, ou seja, o ponto que se utilizou como ré para iniciar o trabalho e no Ponto de
Chegada a referência deverá ser o nome do Ponto Visado à Vante para o fechamento
angular da mesma.
Poligonal Fechada (Com Ponto de Apoio) – A Referência deverá ser o nome do
ponto de ré visado que será um ponto fora da Poligonal Levantada.
AZIMUTE – O azimute também dependerá do sistema de poligonal adotado:
Poligonal Aberta – Neste sistema se coloca o valor do azimute do ponto de partida
para o ponto de referência. Caso o trabalho tenha como “Ré” o Norte Magnético, por
exemplo, o azimute inicial será 00°00’00“. Se a RÉ for um ponto materializado no terreno,
deve-se inserir o azimute do ponto de partida para o ponto de referência, ou pode-se
também inserir as coordenadas dos pontos de partida e de referência caso estas sejam
conhecidas. Dessa forma o programa calcula automaticamente o azimute para o ponto de
referência. A finalidade do azimute é somente posicionar o desenho de forma correta.
Poligonal Fechada - Neste sistema se coloca o valor do contra azimute, ou seja, se
coloca o valor do azimute de fechamento, do ponto ocupado para a referência, sendo que
este azimute poderá ser lido em campo, caso o trabalho tenha início no Norte Magnético ou
Verdadeiro, ou então calculado no escritório, caso se conheça as coordenadas dos pontos
de partida e de referência.
O Software da Topografia e Geodésia
29
Poligonal Apoiada – Neste sistema se tem o valor de azimute do ponto de partida
e do ponto de chegada. No ponto de partida se coloca o valor do azimute do ponto de
partida para o ponto de referência, e no ponto de chegada se coloca o valor do azimute da
estação de chegada para o ponto visado.
Poligonal Fechada (Com Ponto de Apoio) – Neste sistema de poligonal deve-se
colocar o valor do azimute da estação de partida para a estação de referência, que será um
ponto fora da Poligonal Levantada.
O ícone de atalho
será utilizado quando se trabalha com mais de uma planilha. Nestes casos,
pode-se haver necessidade de utilização de pontos cujas coordenadas topográficas locais já foram
calculadas em outras planilhas e deseja-se utilizá-lo para amarrar uma poligonal a outra. Dessa forma,
evita-se erros de digitação além de facilitar a inserção das coordenadas de um determinado ponto.
Quanto ao ícone
sua utilização será apresentada no capítulo . Este ícone será utilizado
quando são conhecidas as coordenadas geodésicas dos pontos de partida e / ou de referência e deseja-se
georreferenciar todos os pontos do levantamento.
Após a confirmação destas configurações, será criada automaticamente a primeira linha da planilha,
que será identificada como um ponto de irradiação. Qualquer alteração nos dados iniciais da planilha ativa
pode ser feita através do menu Planilhas, comando Dados Iniciais, ou pelo ícone
da barra de
ferramentas Planilhas.
5.3.2.2 – Planilha de Nivelamento
Para criar uma planilha de nivelamento, clique no menu Planilhas e selecione a opção Nova
Planilha, ou clique no ícone de atalho
da barra de ferramentas Planilhas. Visualizando-se a guia
“Configurações Iniciais”, selecione a opção Nivelamento para o tipo de poligonal levantada e assim que
efetuadas as demais configurações iniciais, clique na guia “Dados da Poligonal”. Será mostrada a
seguinte caixa:
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Figura 5.14– Configurações dos Dados da Poligonal
(Nivelamento).
Nesta caixa pode-se definir o Tipo de Circuito do nivelamento, o Tipo de Planilha, se de nivelamento
ou contra-nivelamento, caso o circuito seja Aberto, além dos dados do ponto de partida e de chegada caso
o circuito seja Apoiado em 2 Pontos.
Tipo de Circuito: Define o tipo de circuito utilizado no nivelamento, podendo ser Aberto, Fechado,
ou Apoiado em 2 Pontos.
Circuito Aberto – É utilizado para nivelamentos com poligonais abertas. Neste caso para
se conseguir compensação do nivelamento para o circuito aberto deve-se fazer o nivelamento e o
contra nivelamento. Assim será possível calcular a planilha de nivelamento e compensar (distribuir)
os valores das altitudes. No DataGeosis à medida que se preenche a planilha de nivelamento as
cotas são calculadas automaticamente, entretanto, caso seja feito somente o nivelamento, estas
cotas não poderão ser compensadas.
Circuito Fechado – É utilizado para nivelamentos com poligonais fechadas. Neste caso
necessita-se apenas do nivelamento para que se faça o cálculo e a compensação das altitudes, pois
o circuito inicia-se e fecha-se no mesmo ponto.
Apoiado em 2 Pontos – É utilizado para nivelamentos com poligonais apoiadas em pontos
conhecidos, ou seja, são conhecidas as cotas do ponto de partida e do ponto de chegada. Neste
caso necessita-se também apenas do nivelamento para que se faça o cálculo e a compensação das
altitudes.
O Software da Topografia e Geodésia
31
Tipo Planilha: Define o tipo de planilha criada, se de nivelamento ou de contra-nivelamento. Esta
opção sempre será ativada quando o tipo de circuito utilizado seja Aberto.
Nivelamento – Caso o Tipo de Circuito seja Aberto, o usuário deverá selecionar
primeiramente a opção Nivelamento. Dessa forma o usuário poderá criar e preencher a planilha de
nivelamento. Assim as cotas serão calculadas automaticamente, porém não será possível calcular a
planilha para que se faça a compensação dos resultados, devido a inexistência de uma planilha de
contra-nivelamento.
Contra-Nivelamento – Esta opção somente poderá ser ativada se uma planilha de
nivelamento com tipo de circuito Aberto tiver sido criada. Esta planilha será utilizada para que se
faça a compensação dos resultados do nivelamento.
Planilha de Nivelamento – Ao optar por criar uma planilha de contra-nivelamento esta
opção será ativada para que o usuário possa selecionar qual a planilha de nivelamento
correspondente.
Ponto de Partida: Permite inserir o nome do ponto de partida, o nome e a cota da referência de
nível e o ponto visado com suas respectivas coordenadas.
RN – Deve-se inserir o nome do ponto de ré que será utilizado como a referência de nível
inicial.
Cota – É o valor da cota do ponto de referência de nível, podendo esta ser arbitrária ou
verdadeira (altitude ortométrica).
Estação – É o nome do primeiro ponto de Estação, onde se colocou o aparelho para dar
início ao nivelamento.
P. Visado – É o nome do primeiro ponto visado, pertencente ao eixo que se deseja nivelar.
X e Y – São as coordenadas iniciais do primeiro ponto visado que pertence ao eixo a ser
nivelado, sendo que estas coordenadas podem ser arbitrárias ou não.
Ponto de Chegada: Permite inserir o nome e a cota do ponto de chegada. Esta informação
somente poderá ser preenchida caso o tipo de circuito estabelecido seja o “Apoiado em 2 Pontos”.
Dessa forma, a planilha de nivelamento poderá ser calculada e compensada, pois o nivelamento
partirá de um ponto com cota conhecida e fechará em um ponto também de cota conhecida.
Após a confirmação destas configurações, serão criadas automaticamente duas linhas na planilha: a
primeira será identificada com o tipo de ponto Ré e a segunda com o tipo de ponto Vante, conforme mostra
a Figura 5.15 a seguir.
O Software da Topografia e Geodésia
32
Figura 5.15 – Primeiras linhas da Planilha de Nivelamento do DataGeosis.
Qualquer alteração nos dados iniciais da planilha ativa pode ser feita através do menu Planilhas,
comando Dados Iniciais, ou pelo ícone
da barra de ferramentas Planilhas.
Tipos de Pontos em uma Planilha de Nivelamento: Quando trabalhamos com uma planilha de
nivelamento há apenas quatro tipos de pontos possíveis de se configurar, conforme mostra a Figura 5.16
abaixo.
Figura 5.16 – Tipos de Pontos da Planilha
de Nivelamento.
O Software da Topografia e Geodésia
33
São pontos de visada à ré direta, que neste caso será a referência de nível.
Através de uma estação da poligonal utilizada no nivelamento, é efetuada a leitura na mira colocada
neste ponto para determinação da altura do instrumento, que será utilizada para calcular a cota dos
demais pontos do nivelamento.
Determina o ponto visado pertencente ao eixo que se deseja nivelar. Neste caso
deve-se fornecer o ponto onde o aparelho está estacionado, o ponto visado (do eixo do
nivelamento), a leitura na mira colocada no ponto visado, a distância entre o ponto atualmente
visado e o próximo a ser visado e o azimute para o ponto visado.
São as visadas aos pontos utilizados para determinar as seções transversais do
lado esquerdo do eixo, no sentido do caminhamento realizado.
São as visadas aos pontos utilizados para determinar as seções transversais do
lado direito do eixo, no sentido do caminhamento realizado.
Para os dois últimos tipos de pontos deve-se estabelecer qual é a estação ocupada, que neste caso
será um ponto (estaca) do eixo levantado; o nome do ponto visado, correspondente à seção levantada; a
distância do eixo ao ponto levantado e o ângulo vertical lido, se a distância for determinada de maneira
indireta.
O Software da Topografia e Geodésia
34
Capítulo
6
ENTRADA DE DADOS DE CAMPO
Os dados do levantamento de campo podem ser introduzidos na planilha do DataGeosis de
diversas maneiras: manualmente (digitando a caderneta de campo), abrindo um arquivo do tipo ASCII,
abrindo arquivos de outros programas de topografia e importando dados de coletores externos, estações
totais e receptores GPS.
6.1 – Entrada de Dados Manual
Através da entrada de dados manual o usuário poderá criar e digitar uma planilha de dados de
acordo com a planilha de campo. Para isso, deve-se inicialmente criar uma nova planilha e configurá-la de
modo que seus dados sejam definidos corretamente como mostrado no Capítulo 5 Item 5.3 – Criando Uma
Nova Planilha.
Após a sua criação, deve-se proceder à digitação da planilha. Antes de dar inicio à digitação devese configurar o método utilizado para obtenção dos ângulos horizontal e vertical, assim como as distâncias.
Para isso, utilize a barra de configurações de método de levantamento conforme mostrado no Capítulo 4
Item 4.2 – Classificação de um Ponto em Ralação ao Método de Levantamento e escolha a opção
utilizada no levantamento de campo.
No DataGeosis, a configuração do método de levantamento pode ser feita linha a linha. Inserindo-se
novas linhas, estas terão a configuração da última linha da planilha, podendo ser alteradas posteriormente.
Em seguida, deve-se configurar o tipo de leitura de cada ponto levantado, como mostrado no
Capítulo 4 Item 4.1 – Classificação de um Ponto em Ralação ao Tipo de Leitura. O tipo de leitura é um
fator indispensável para o processamento correto das planilhas e das poligonais contidas nas mesmas.
Vale lembrar que todo tipo de leitura é definido pelo ponto visado e que na planilha do DataGeosis,
as informações poderão ser digitadas na mesma ordem em que foram coletadas em campo, não precisando
separar uma planilha para poligonal e outra para irradiadas, bastando para isto a identificação correta do
tipo de leitura.
Para uma maior facilidade na inserção de dados em uma planilha, o usuário poderá utilizar alguns
comandos que facilitarão sua manipulação: use as teclas TAB, ENTER e as setas direcionais do teclado
para facilitar o deslocamento pelas células da planilha.
Caso você deseje inserir uma nova linha ao final da planilha, basta acionar a seta direcional para
baixo. A nova linha inserida terá a mesma identificação da última linha da planilha. Assim, o usuário deverá
inserir as informações de campo e, se for o caso, alterar o tipo de ponto.
O Software da Topografia e Geodésia
35
Há ainda algumas funções para inserção e remoção de linhas em uma planilha:
Inserir Linha:
Este ícone é utilizado para inserir uma nova linha na planilha. Esta função também pode ser
acessada clicando-se com o botão direito do mouse sobre a planilha e selecionando-se a opção Inserir
Linha ou ainda através do Menu Editar
Inserir Linha (s). Esta linha será inserida logo acima da linha
que estiver selecionada na planilha.
Remover Linha(s):
Este ícone é utilizado para remover uma linha na planilha. Esta função também pode ser acessada
clicando-se com o botão direito do mouse e selecionando-se a opção Remover Linha (s) ou ainda através
do Editar
Apagar Linha (s). Pode-se utilizar também o ícone
da barra de ferramentas Arquivos
ou ainda o teclado pressionando-se as teclas Ctrl+Del. As linhas que estiverem selecionadas serão
excluídas da planilha.
A planilha de campo pode ser salva em alguns formatos para posteriormente ser usada em outros
projetos. Através do menu Arquivo
Salvar Como, ativa-se a tela na qual têm-se algumas opções para se
salvar a planilha:
Figura 6.1 – Tela Salvar Como. Utilizada para saída de dados em outros
formatos e no formato DataGeosis (*.stp)
Além da possibilidade de se salvar a planilha no formato Planilhas (*.pln), pode-se salvá-la no
formato de arquivo texto, planilha de campo e planilha de cálculos.
O Software da Topografia e Geodésia
36
6.2 – Importação de Dados de Arquivo Texto (ASCII)
O DataGeosis possibilita a importação de dados a partir de um arquivo texto ASCII definido pelo
usuário. Todos os dados referentes ao levantamento podem ser editados (utilizando-se editores de textos:
EDIT, BLOCO DE NOTAS, WORDPAD, WORD, etc...) formando assim um arquivo que pode ser importado
pelo programa. Durante a edição deste arquivo é imprescindível que se obedeça à seqüência dos dados
para que o programa possa abri-los corretamente. Na edição é importante fixar também o caractere
separador das informações.
A Figura 6.2 a seguir mostra um exemplo de arquivo de texto, contendo informações de pontos
obtidos por meio de um levantamento realizado com estação total.
Figura 6.2 – Exemplo de Arquivo Texto que pode ser importado pelo DataGeosis 2.3.
Para importar um arquivo de texto, selecione o comando Arquivo
O Software da Topografia e Geodésia
Abrir.
37
Figura 6.3 – Abrindo Arquivos.
A caixa de diálogo Abrir será apresentada.
Figura 6.4 – Tela utilizada para abertura de arquivos texto, dxf, arquivos
do DataGeosis e outros formatos.
Nesta caixa defina:
Examinar: Define a pasta onde se encontra o arquivo de texto a ser aberto;
Nome do Arquivo: Define o nome do arquivo a ser aberto;
Arquivos do tipo: Define o tipo de arquivo a ser aberto. Escolha o tipo Texto – Def. Usuario (*.txt,
*.asc, *.dat), conforme mostra a Figura 6.4.
O Software da Topografia e Geodésia
38
Após a seleção do arquivo, deve-se clicar em Abrir. A caixa Formatar Dados Ascii será aberta:
Figura 6.5 – Formatação dos dados a serem abertos (seleção das variáveis).
Nesta caixa, deve-se definir qual a disposição dos dados do arquivo de texto na planilha, ou seja,
quais serão os campos e qual a seqüência correta na planilha. Os campos devem ser definidos na mesma
seqüência dos campos do arquivo de texto, e com o mesmo caractere separador. Se a ordem dos campos
do arquivo de texto e da planilha não for exatamente a mesma, as informações do arquivo de texto serão
importadas para campos errados.
A definição da seqüência e dos tipos de dados a serem importados deve ser feita através das
seguintes opções:
Variáveis: Mostra todas os tipos de campos (colunas) que a planilha pode conter. Nesta guia devese selecionar a seqüência a ser visualizada na planilha, exatamente a mesma seqüência quando da criação
do arquivo. A seguir são mostrados todos os tipos disponíveis no DataGeosis:
Ré
Ângulo Horizontal
Fio Inferior
Estação
Ângulo Vertical
Desnível
P. Visado
Fio Superior
Distancia vertical
Atributos
Fio Médio
Distancia Horizontal
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Distância Inclinada
Y-Total
Altitude
Altura do Aparelho
Z-Total
Conv. Meridiana
Altura do Prisma
Norte
Xc-Total
Azimute
Latitude
Yc-Total
Rumo
Longitude
Zc-Total
X-Total
Este
Formato: Mostram em ordem, os campos pertencentes à planilha a ser criada. Qualquer alteração
realizada na seqüência de dados da planilha será visualizada automaticamente neste campo. Para
adicionar ou remover um ou mais campos da planilha, utilize os botões mostrados a seguir:
Utilizado para adicionar um campo na planilha. Para isso, selecione na caixa Variáveis o
campo a ser adicionado na planilha, e em seguida clique neste botão. O (s) campo (s) selecionado (s) será
adicionado automaticamente na caixa Formato, ou seja, na planilha.
Utilizado para adicionar todos os campos da caixa Variáveis na planilha. Para isso, basta
clicar neste botão, que automaticamente, todos os campos da caixa variáveis serão transferidos para a
caixa Formato, não havendo necessidade de selecionar os campos.
Utilizado para remover um campo na planilha. Para isso, selecione na caixa Formato o
campo a ser removido da planilha, e em seguida clique neste botão. O campo será removido
automaticamente da caixa Formato, ou seja, da planilha.
Utilizado para remover todos os campos da caixa Formato. Para isso, basta clicar neste
botão, que automaticamente, todos os campos da caixa Formato serão removidos, não havendo
necessidade de selecionar os campos.
Amostra dos dados: Neste campo, tem-se uma pré-visualização da planilha a ser criada, na qual é
possível verificar se a seqüência dos dados está disponibilizada de maneira correta.
Usar Separador: Ativa a opção usar separador.
Caractere Separador: Define o caractere separador utilizado no arquivo de texto.
Máscara de Ângulos: Define o formato da saída e entrada dos ângulos.
Máscaras: Através deste comando, o usuário poderá definir um modelo padrão para a importação
dos arquivos de texto. Dessa forma, todas as vezes que o usuário desejar importar um arquivo texto com
uma determinada seqüência não será necessário uma nova seleção dos campos da planilha, bastando
O Software da Topografia e Geodésia
40
apenas selecionar a máscara relativa àquela seqüência desejada. O DataGeosis permite a criação ilimitada
de máscaras de importação de arquivos textos.
Códigos Alternativos: Esta opção é utilizada para que o DataGeosis configure automaticamente o
tipo de ponto de cada linha da planilha. Para isso, será necessário que o arquivo texto a ser aberto possua
uma coluna que identifique com caracteres numéricos (0 a 9) o tipo de ponto de cada linha, conforme
mostra a tabela abaixo:
Caractere Numérico
Tipo de Ponto
0
RÉ
1
VANTE
2
AUXILIAR
3
IRRADIAÇÃO
4
RÉ INVERSA
5
VANTE INVERSA
6
INTERSECÇÃO
7
PONTO FIXO
8
POLIG.
9
R INTER
Assim, basta selecionar a opção [TIPO] na guia Variáveis e disponibilizá-la na guia Formato. Em
seguida, deve-se digitar os números correspondentes na tabela de Códigos Alternativos de forma que o
programa identifique e interprete cada linha da planilha.
Após selecionar todos os campos, e confirmando-se a consistência das informações, o usuário
deverá clicar na opção OK. Em seguida, será aberta a seguinte caixa:
Figura 6.6 – Seleção da planilha de destino dos
dados (nova planilha ou planilha existente).
O Software da Topografia e Geodésia
41
Nesta caixa, o usuário deverá definir as seguintes opções:
Adicionar a uma planilha existente: Adiciona a planilha a ser aberta, a uma planilha existente no
projeto atual. Neste caso, os dados serão inseridos a partir da última linha da planilha existente;
Criar uma nova planilha: Cria uma nova planilha no projeto atual, onde serão inseridas as
informações da planilha a ser aberta.
Planilhas existentes: Lista todas as planilhas existentes no projeto. Caso o usuário deseje
adicionar a planilha a ser aberta em uma planilha existente, deve-se selecioná-la nesta lista.
Selecione as opções desejadas e clique em OK.
Caso a opção de Códigos Alternativos não seja utilizada, os pontos de qualquer
arquivo texto importado para o DataGeosis serão apresentados como sendo irradiados. Dessa
forma, o usuário deverá modificar o tipo de ponto que for diferente de do tipo Irradiações, através da
barra de configurações de método de levantamento, mostrada no item 4.1.
6.3 – Importação de Dados de Equipamentos Externos
O DataGeosis permite a comunicação e a abertura de arquivos das principais Estações Totais e
Coletores de Dados existentes no mercado, além de toda a linha GPS da Magellan.
Para iniciar o uso desta ferramenta, selecione o menu Arquivo B Importar.
Figura 6.7 – Importando Arquivos
de Estações Totais, Coletores e
Receptores GPS.
O Software da Topografia e Geodésia
42
Será aberta uma caixa para escolha da origem dos dados e para configuração da porta de
comunicação (Figura 6.8).
Figura 6.8 – Escolha da origem dos dados e configuração da porta de
comunicação.
Nesta caixa, defina:
Escolha a origem dos dados a importar:
Estação / Coletor / GPS: Apresenta uma lista com a maioria das estações e coletores
existentes no mercado além da linha de receptores autônomos da Magellan. Para importar arquivos
diretamente de um equipamento externo, selecione o equipamento que contém os dados a serem
importados, e caso necessário o Modelo / Série correspondente.
O DataGeosis permite a importação dos seguintes equipamentos externos:
ESTACAO GEODIMETER
ESTACAO SOKKIA
ESTACAO NIKON
ESTACAO ZEISS
ESTACAO TOPCOM
ESTACAO LEICA
ESTACAO YOM3
COLETOR HP48
COLETOR PSION
GPS MAGELLAN
O Software da Topografia e Geodésia
43
Modelo / Serie: Apresenta os modelos disponíveis de cada equipamento externo,
mostrados na opção anterior. Assim, basta selecionar o modelo correspondente ao equipamento
selecionado.
Dados importados através de arquivo: Este comando é utilizado para importar dados
brutos de equipamentos externos que estejam salvos em formato de Arquivos de Estações,
Coletores ou receptores GPS. Para arquivos brutos, ative esta opção e em seguida clique no botão
Abrir, mostrado a seguir.
Este ícone é utilizado para abrir um arquivo de dados de um equipamento externo
salvo no computador. Clicando neste botão, será aberta a caixa Importar Arquivo Texto. Selecione o
arquivo desejado e clique em
clicar em
. O arquivo bruto será apresentado e em seguida basta
.
Configuração da Comunicação:
Define as configurações de comunicação com o equipamento externo selecionado. Dentre estas
configurações, deve-se definir:
Porta: Selecione a porta de comunicação na qual está conectado o aparelho.
Paridade: Defina o tipo de paridade, se Nenhum, Ímpar, Par, Marca ou Espaço.
Bauds (velocidade): Selecione a taxa (velocidade) de transferência dos dados.
Bits de dados: Selecione o formato dos dados, se 5, 6, 7 ou 8 bits.
Bit de parada: Selecione a opção de bit de parada, se 1, 1.5 ou 2.
Controle de fluxo: Selecione a opção de controle de fluxo, se XON/XOFF ou Nenhum.
Padrão: Este comando permite ao usuário definir como padrão, a configuração de um equipamento
específico, de modo que esta opção sempre estará disponível quando o usuário optar por importar dados de
estações, coletores ou receptores GPS.
O Software da Topografia e Geodésia
44
Capítulo
7
EDIÇÃO DE PLANILHAS
Terminado o processo de importação, caso os arquivos importados possuam pontos que não sejam
irradiações, é necessário editar a planilha antes de iniciar o processo de cálculo, configurando os métodos
de levantamento e tipos de pontos para cada linha. Pode-se ainda modificar uma planilha durante ou após o
seu preenchimento, pois o DataGeosis possui algumas ferramentas de edição de planilhas presentes nos
menus suspensos e/ou nas ferramentas de atalho, as quais serão apresentadas a seguir.
7.1 – Edição de Planilha: Menu Arquivo
As opções de edição de planilha pertencentes ao menu arquivo serão mostradas a seguir. Para
acessá-las, selecione o menu suspenso Arquivo, e o comando desejado, como mostrado a seguir:
Figura 7.1 – Edição de Planilha:
Menu Arquivo
Nesta figura, são mostrados todos os comandos do menu arquivo. A seguir serão apresentados os
comandos deste Menu relativos à planilha.
O Software da Topografia e Geodésia
45
7.1.1. Arquivo
Salvar Como
Através do menu Arquivo
Salvar Como, pode-se salvar um arquivo referente à planilha.
Selecionando-se a opção citada ativa-se a seguinte tela:
Figura 7.2 – Salvando uma planilha.
Neste momento o usuário deverá definir as seguintes opções:
Salvar em: Define a pasta onde será salvo o arquivo;
Nome do arquivo: Define um nome ao arquivo a ser salvo;
Salvar com o tipo: Define o tipo de arquivo a ser salvo. Salvando-o como tipo Planilha (*.pln), ele
poderá ser aberto em novos projetos ou anexado a projetos existentes. Vale salientar que somente a
planilha será salva, sem nenhuma informação relativa ao desenho.
Além da possibilidade de se salvar a planilha no formato Planilhas (*.pln), pode-se salvá-la nos
seguintes formatos:
Arquivo Texto – Definido pelo usuário
Arquivo Texto – Formato DataGeosis
Planilha de Campo – Arquivo texto
Planilha de Cálculos – Arquivo Texto
O Software da Topografia e Geodésia
46
7.1.2. Arquivo
Abrir
Através deste comando, pode-se abrir um arquivo de planilha salvo no computador. Para abrir a
planilha, selecione o menu Arquivo
Abrir, ou clique no ícone
da barra de ferramentas Arquivos.
Será apresentada a seguinte caixa de diálogo:
Figura 7.3 – abrindo uma planilha.
Nesta caixa, defina:
Examinar: Define a pasta onde se encontra a planilha a ser aberta;
Nome do Arquivo: Apresenta o nome do arquivo da planilha a ser aberta. Para isso, após a
definição da pasta onde o arquivo se encontra, selecione o arquivo desejado;
Arquivo do tipo: Define o tipo do arquivo a ser aberto. Selecione a opção Planilha (*.pln).
Definidos todos esses campos, clique em Abrir, para que automaticamente a planilha seja aberta
no projeto atual.
7.1.3. Arquivo
Reabrir
Neste menu, estarão listados os últimos projetos abertos ou criados. Dessa forma, através deste
comando, pode-se abrir um projeto do DataGeosis (arquivo no formato *.stp). Se o arquivo desejado estiver
na lista apresentada, basta selecioná-lo, e automaticamente o arquivo será aberto.
O Software da Topografia e Geodésia
47
7.2 – Edição de Planilha: Menu Editar
As opções de edição de planilhas pertencentes ao menu Editar serão mostradas a seguir. Para
acessá-las, selecione o menu suspenso Editar, e o comando desejado, como mostrado a seguir:
Figura 7.4 – Edição de Planilha:
Menu Arquivo
Nesta figura, são mostrados todos os comandos do menu Editar. A seguir serão apresentados os
comandos deste menu relativos à planilha.
7.2.1. Editar
Copiar Linhas
Através deste comando, pode-se copiar linhas da planilha, para posteriormente serem coladas.
Selecione as linhas a serem copiadas e escolha a opção Editar
Copiar. Pode-se utilizar também o ícone
da barra de ferramentas Arquivos; através do Menu Rápido (clicando-se com o botão direito do
mouse sobre a planilha e selecionando a opção Linhas
Copiar) ou ainda pressionando-se as teclas
Ctrl+C simultaneamente.
7.2.2. Editar
Recortar Linhas
Através deste comando, pode-se recortar linhas da planilha para posteriormente serem coladas.
Selecione as linhas a serem recortadas e escolha a opção Editar
ícone
Recortar. Pode-se utilizar também o
da barra de ferramentas Arquivos, através do Menu Rápido (clicando com o botão direito do
mouse sobre a planilha e selecionando a opção Linhas
Recortar) ou ainda pressionando-se as teclas
Ctrl+X simultaneamente.
O Software da Topografia e Geodésia
48
7.2.3 Editar
Colar Linhas
Através deste comando, pode-se colar linhas copiadas ou recortadas na planilha. Selecione uma
linha da planilha, abaixo da qual se deseja colar e escolha a opção Editar
também o ícone
Colar. Pode-se utilizar
, através do Menu Rápido (clicando-se com o botão direito do mouse sobre a planilha
e selecionando a opção Linhas
Colar) ou ainda pressionando-se as teclas Ctrl+V simultaneamente.
Observe que as linhas serão coladas logo abaixo da linha que estava selecionada.
7.2.4 Editar
Apagar Linhas
Através deste comando, pode-se apagar linhas selecionadas da planilha. Selecione as linhas a
serem apagadas e escolha a opção Editar
Apagar Linha (s). Pode-se utilizar também o ícone
barra de ferramentas Arquivos; o ícone
da
(Remover Linhas) da barra de ferramentas; através do Menu
Rápido (clicando-se com o botão direito do mouse sobre a planilha e selecionando a opção Remover Linha
(s)) ou ainda pressionando-se as teclas Ctrl+Del simultaneamente.
7.2.5 Editar
Selecionar Tudo
Através deste comando, pode-se selecionar todas as linhas da planilha. Para isso, escolha a opção
Editar
Selecionar Tudo. Pode-se utilizar também o Menu Rápido (clicando-se com o botão direito do
mouse sobre a planilha e selecionando a opção Selecionar Tudo) ou ainda pressionando-se as teclas
Ctrl+A simultaneamente. Ao executar esta função, apenas a coluna de Ré ficará sombreada, no entanto
toda a planilha será selecionada.
7.2.6 Editar
Localizar
Através deste comando, pode-se localizar um ponto específico na planilha. Para isso, escolha a
opção Editar
Localizar. Pode-se utilizar também o Menu Rápido (clicando-se com o botão direito do
mouse sobre a planilha e selecionando a opção Localizar) ou ainda pressionando-se as teclas Ctrl+L
simultaneamente. Será aberto o seguinte quadro:
Figura 7.5 – Função Localizar
O Software da Topografia e Geodésia
49
Neste quadro, insira o nome do ponto (referente à coluna Ponto Visado) a ser localizado, que
deverá ser escrito da mesma forma em que se encontra na planilha. Feito isto o programa irá selecionar a
linha referente ao ponto desejado.
7.3 Edição de Planilha: Menu Rápido
Além das opções citadas anteriormente de edição de planilha através do menu rápido, há ainda
outras ferramentas de edição presentes no Menu Rápido. Para acessar estas ferramentas, basta clicar com
o botão direito do mouse sobre a planilha. Feito isto, será aberta a seguinte caixa:
Figura 7.6 – Edição de Planilha: Menu Rápido
Nesta caixa, estão disponíveis todos os comandos do menu rápido.
7.3.1 Função Editar Coluna
Utilizado para realizar alterações nos valores das colunas de várias linhas desde que as
informações a serem inseridas sejam as mesmas para todas elas. Selecione as células a serem editadas
(pode-se utilizar a tecla shift+seta, para baixo ou para cima), clique com o botão direito do mouse sobre a
planilha e selecione a opção Editar Coluna. Será apresentada uma tela na qual deve ser informado o novo
texto. Insira o texo desejado e clique em OK. Todas as linhas da coluna selecionada irão conter o novo
valor inserido.
O Software da Topografia e Geodésia
50
7.3.2 Função Renumerar
Utilizado para renumerar as linhas da planilha. Para isso, selecione as células a serem editadas
(pode-se utilizar a tecla shift+seta, para baixo ou para cima), clique com o botão direito do mouse sobre a
planilha e selecione a opção Renumerar. Será apresentada uma tela na qual o usuário deverá indicar o
valor inicial para iniciar a nova numeração das células selecionadas.
7.3.3 Função Usar Como Padrão
Através deste comando, pode-se utilizar as configurações de uma célula como padrão para as
outras células da planilha. Para isso, selecione a célula cujas configurações serão utilizadas como padrão.
Clique com o botão direito do mouse sobre a planilha e selecione a opção Usar Como Padrão. Assim, será
gravado o método de levantamento a ser usado como padrão para as próximas planilhas a serem criadas.
7.3.4 Função Calcular (Somente Irrad/Seções)
Utilizada para calcular linhas de irradiações inseridas após o calculo da poligonal. Dessa forma não
será necessário calcular novamente toda a planilha. Para isso, selecione as linhas correspondentes às
irradiações a serem calculadas, clique com o botão direito do mouse sobre a planilha e selecione este
comando.
As próximas ferramentas do menu rápido somente serão visualizadas se a opção Ativar
Geodésia, localizada na caixa Planilhas
Dados Iniciais estiver ativa.
7.3.5 Função Calcular Coordenadas Geodésicas (Selec.)
Este comando serve para calcular as coordenadas geodésicas de linhas selecionadas em uma
planilha. Para isso, inicialmente, faça a edição das coordenadas de origem (ver CAPÍTULO 18 – CÁLCULO
COM COORDENADAS GEODÉSICAS). Depois da edição, selecione as linhas a serem calculadas e clique
neste comando. O programa fará o cálculo (no sistema em que o usuário definiu) de todas as coordenadas
geodésicas das linhas selecionadas.
7.3.6 Função Transformar Geod. Para Topográficas (Selec.)
Este comando serve para transformar linhas selecionadas da planilha de coordenadas geodésicas
para topográficas. Para isso, inicialmente, faça a edição das coordenadas de origem (ver CAPÍTULO 18 –
CÁLCULO COM COORDENADAS GEODÉSICAS). Depois da edição, selecione as linhas a serem
transformadas e clique neste comando de transformação.
O Software da Topografia e Geodésia
51
7.3.7 Função Transformar Topo. Para Geodésicas (Selec.)
Este comando serve para transformar linhas selecionadas da planilha de coordenadas topográficas
para geodésicas. Para isso, inicialmente, faca a edição das coordenadas de origem (ver CAPÍTULO 18 –
CÁLCULO COM COORDENADAS GEODÉSICAS). Depois da edição, selecione as linhas a serem
transformadas e clique neste comando de transformação.
7.4 Edição de Planilha: Menu Planilhas
As opções de edição de planilha pertencentes ao menu Planilhas serão mostradas a seguir. Para
acessá-las, selecione o menu suspenso Planilhas, e o comando desejado, como mostrado a seguir:
Figura 7.7 – Edição de Planilha:
Menu Planilhas
Nesta figura, são mostrados todos os comandos do menu Planilhas. A seguir serão apresentados os
comandos para edição de planilhas presentes neste menu.
7.4.1 Função Coluna
Através deste comando, pode-se Recortar, Copiar, Colar ou Limpar os dados de uma coluna
selecionada. Para isso, selecione a coluna e o número de linhas a ser editada. Através do comando
Coluna, escolha uma das quatro opções citadas. Se o usuário optar por Recortar ou Copiar os dados
selecionados, no momento de colá-los em outra coluna, é necessário selecionar o mesmo número de linhas
na coluna onde se deseja colar os dados.
O Software da Topografia e Geodésia
52
Figura 7.8 – Menu Planilhas
Coluna
7.4.2 Função Apagar Linhas
Através deste comando, pode-se apagar automaticamente, linhas específicas identificadas através
do tipo de ponto visado. Para isto, selecione este comando e o tipo de ponto desejado, dentre a lista dos
tipos de linhas que podem ser apagados listados abaixo:
Figura 7.9 – Menu Planilhas
7.4.3 Função Trocar Desnível
Apagar Linhas
Cotas
Através deste comando, pode-se substituir a coluna que identifica as cotas de cada ponto pelo
desnível entre os pontos. Para isso, selecione este comando, que automaticamente as cotas dos pontos
serão substituídas pelo desnível entre os pontos das colunas Estação e Ponto Visado.
O Software da Topografia e Geodésia
53
Figura 7.10 – Menu Planilhas
Trocar Desnível -> Cotas.
7.4.4 Planilhas
Atributos: Códigos para Descrição
Esta ferramenta é utilizada para substituir os números correspondentes ao atributo de cada ponto
por um texto de identificação (casa, mato, rio, córrego, piquete, ponto de cota, etc...). Em algumas estações
totais cada ponto é identificado através de um número e, portanto, a coluna Atributos será identificada por
números. Para substituí-los por um texto o usuário deverá criar um arquivo de correspondência, utilizando
um editor de texto (Bloco de Notas). A seguir, um exemplo de arquivo de código criado através do Bloco de
Notas:
Figura 7.11 – Arquivo de Atributos criado no Editor Bloco de Notas.
Criado o arquivo de correspondência o usuário deverá salvá-lo como um arquivo texto (*.txt) ou
pode ainda substituir a extensão (*.txt) por (*.cod). Para substituir os números da coluna Atributos,
selecione todas as linhas a serem convertidas e ative a opção Planilhas
Atributos: Códigos para
Descrição.
O Software da Topografia e Geodésia
54
Figura 7.12 – Menu Planilhas
Atributos: Código para Descrição.
Será aberto o quadro Abrir, padrão do Windows, para a seleção do arquivo de códigos criado.
Selecione o arquivo e clique em abrir. Dessa forma, todos os números serão substituídos pelo atributo
correspondente.
7.4.5 Planilhas
Importar Cotas
Caso haja uma planilha de nivelamento correspondente aos pontos do levantamento e, portanto,
uma melhor precisão altimétrica, esta função pode ser utilizada para importar as cotas da planilha de
nivelamento para a coluna de cotas (Z-Total) da planilha planialtimétrica.
Figura 7.13 – Menu Planilhas
Importar Cotas.
Para maiores detalhes consulte o item 8.3.1.
O Software da Topografia e Geodésia
55
7.4.6 Planilhas
Importar Desníveis
Importa os desníveis da planilha de nivelamento para a coluna Desnível da planilha planialtimétrica.
Figura 7.14 – Menu Planilhas
Importar Desníveis.
Para maiores detalhes consulte o item 8.3.2.
O Software da Topografia e Geodésia
56
Capítulo
8
CÁLCULO DE PLANILHAS
Terminado o processo de criação e edição da planilha, deve-se proceder ao cálculo da mesma. O
DataGeosis permite o cálculo simultâneo dos pontos da poligonal e das irradiações.
8.1 – PLANILHA PLANIALTIMETRICA
Para calcular a poligonal levantada e suas irradiações, selecione o comando Planilhas
ou clique no ícone de atalho
Calcular,
.
Figura 8.1 – Calculando uma planilha.
Acionado o comando Calcular, o seguinte quadro é aberto:
O Software da Topografia e Geodésia
57
Figura 8.2 – Processamento dos cálculos da planilha.
Neste quadro defina:
Método de Compensação: nesta opção, é definido o método de compensação utilizado na
distribuição dos erros, que podem ser: Mínimos Quadrados, Proporcional às Distâncias ou Proporcional às
Projeções.
Mínimo Quadrado - É executado o ajustamento da poligonal utilizando o método dos Mínimos
Quadrados pelas equações de condição.
Proporcional à distancia - É executado a compensação da poligonal utilizando as distancia como
ponderação para a distribuição dos erros.
Proporcional às projeções - É executado a compensação da poligonal utilizando as projeções
como ponderação para a distribuição dos erros.
NBR 13133 - É executado o processamento da poligonal de acordo com a Norma Brasileira de
Levantamentos Topográficos - NBR 13.133. Para este processamento, o DataGeosis solicitará a
classificação do levantamento, da poligonal e do nivelamento, de acordo com a referida norma. Sugerimos a
consulta à norma para detalhes da classificação dos levantamentos.
Opções: nesta opção, são definidos os tipos de dados a serem calculados. Pode-se calcular os
seguintes tipos de dados:
Poligonal;
Calcular Auxiliares e irradiações;
Calcular intersecções;
Calcular coordenadas Geodésicas;
O Software da Topografia e Geodésia
58
Valores Admissíveis para os erros: nesta opção, caso não se utilize a NBR e sim um dos outros
métodos de compensação, pode-se definir as tolerâncias máximas para os seguintes tipos de erros:
Angular: é o erro angular de fechamento da poligonal;
Altimétrico: é o erro altimétrico de fechamento da poligonal;
Linear: é o erro linear de fechamento da poligonal nos eixos X e Y;
Fechamento: é o erro linear total de fechamento da poligonal;
Estadimétrico: é o erro de leitura dos fios estadimétricos.
O usuário pode definir os limites de cada tipo de erro, de acordo com a finalidade de seu trabalho.
Camada p/ Poligonal: Nesta opção, é definida a camada gráfica para qual os pontos calculados
serão alocados. Nesta caixa, são listadas as camadas existentes no desenho.
. Após escolher todas as opções, dê um clique no botão Próxima. Caso os erros
estejam fora da tolerância, será apresentada uma tela indicando que os erros estão fora do limite. Se o
usuário optar em continuar o cálculo, o programa não fará a compensação e apresentará os resultados
obtidos.
Se os erros estiverem dentro dos valores admissíveis, o seguinte quadro será apresentado:
Figura 8.3 – Resultado do cálculo da planilha antes da
compensação.
Neste quadro, têm-se as seguintes opções:
Processando Poligonal: É apresentado o estado de evolução dos cálculos da planilha.
Erros: Neste quadro, é apresentado o resultado do processamento da poligonal, mostrando-se os
seguintes erros:
Angular: é o erro angular de fechamento da poligonal;
O Software da Topografia e Geodésia
59
Linear: é o erro linear de fechamento da poligonal;
Altimétrico: é o erro altimétrico de fechamento da poligonal;
Precisão Relativa: e a precisão linear relativa, ou seja, determina a relação entre o erro obtido no
fechamento da poligonal, e o perímetro da poligonal.
Como Compensar os erros: Através deste comando, o usuário pode escolher a forma de
compensação dos erros, que pode ser:
Angular antes da Linear: O programa compensa o erro angular antes do erro linear;
Angular e linear Juntos: O programa compensa os erros linear e angular ao mesmo tempo;
Não compensar erros: O programa não compensa os erros.
Visualizar Probabilidade de Erros Angulares: Através deste comando, pode-se visualizar as
probabilidades de ocorrência de erros angulares.
. Definidos todos os campos, clique em próxima.
Se a opção Visualizar Probabilidade de Erros Angulares estiver ativada, será apresentado um
novo quadro referente probabilidade de erros angulares após a compensação angular para cada estação.
Figura 8.4 – Visualização da probabilidade de erros angulares
para cada ponto.
Esta tela mostra as probabilidades de ocorrência de erros angulares em cada ângulo medido da
poligonal.
Verificada a probabilidade dos erros angulares dê um clique no comando Próxima.
Será apresentado um novo quadro referente aos erros após a compensação angular. Observe que
após a compensação, o erro angular é nulo.
O Software da Topografia e Geodésia
60
Figura 8.5 – Visualização de erros pós-compensação angular.
Neste quadro, pode-se ativar a seguinte opção:
Visualizar Probabilidade de Erros Lineares: Através deste comando, é ativada a opção visualizar
as probabilidades de ocorrência de erros lineares.
Ao clicar em próxima, se a opção Visualizar Probabilidade de Erros Lineares estiver
ativada, será aberta seguinte caixa:
Figura 8.6 – Visualização da probabilidade de erros lineares para
cada ponto.
Esta caixa mostra as probabilidades de ocorrência de erros lineares ocorridos em cada estação da
poligonal.
O Software da Topografia e Geodésia
61
Clicando em Próxima, será aberta a seguinte caixa:
Figura 8.7 – Apresentação dos resultados após a finalização do
processamento.
Esta caixa possui o resultado final do cálculo da planilha, com os erros angulares e lineares
compensados.
Salva o relatório apresentado na tela acima. Para isso, clique nesta opção e escolha a
pasta onde será salvo o arquivo texto (*.txt).
. Após salvar, clique em finalizar.
Terminado o cálculo, serão criados os pontos resultantes do cálculo da poligonal após cada linha
identificada como Vante, os quais serão apresentados na planilha através do ícone
. Cada ponto
resultante possui as coordenadas calculadas e compensadas (caso os erros estejam dentro da tolerância)
das estacas da poligonal.
Após serem efetuados os cálculos, dê um clique no ícone
para ativar a tela de CAD
(desenho), possibilitando assim a visualização dos pontos.
.
Em caso da não visualização dos pontos na tela de CAD, dê um clique no ícone Zoom Geral
O Software da Topografia e Geodésia
62
8.2 – PLANILHA DE NIVELAMENTO
Depois de efetuado o preenchimento da planilha de nivelamento (Ver Item 5.3.2.2 – Planilha de
Nivelamento), esta deverá ser calculada e compensada de acordo com o método escolhido.
Para calcular a planilha de nivelamento, selecione o comando Calcular
ícone de atalho
Planilhas, ou através do
.
Figura 8.8 – Calculando uma planilha.
O seguinte quadro é aberto:
Figura 8.9 – Processamento dos cálculos da planilha de Nivelamento.
Neste quadro selecione as seguintes opções:
Método de Compensação: Define o método a ser utilizado na compensação dos pontos do
nivelamento. O DataGeosis disponibiliza três tipos de compensação:
O Software da Topografia e Geodésia
63
Proporcional às Distâncias: Neste método, a distribuição de erros é realizada proporcionalmente à
distância entre as estações, ou seja, quanto maior a distância, maior o valor da compensação.
Em Partes Iguais ao Número de Estações: Neste método, a distribuição dos erros é proporcional
ao numero de estações, ou seja, a distribuição do erro total e feita, de maneira que a correção é igual para
todas as estações.
NBR 13.133: Neste método, e aplicado os parâmetros da NBR, onde os erros são distribuídos de
acordo com a classificação do nivelamento.
Classe: Define a classe do nivelamento de acordo com as normas da NBR. Esta opção só será
ativada se o método de compensação utilizado for a NBR 13.133. As classes podem ser IN e IIN.
Camada Para Poligonal: Define a camada para a qual os dados dos pontos do nivelamento serão
transferidos após os cálculos.
Precisão do Nível Utilizado: Define a precisão nominal do nível utilizado no levantamento de
campo.
Erro Máximo Admissível: Define o erro Máximo admitido para a poligonal de nivelamento.
Após a definição de todos os parâmetros, clique no botão próxima.
É aberta a seguinte caixa:
Figura 8.10 – Apresentação dos resultados antes da compensação
Nesta caixa, são apresentadas as seguintes informações:
Processando Pontos: Apresenta a evolução dos cálculos do nivelamento;
Numero de estações: Apresenta o número de estações (posições do nível)
Numero de estações: Apresenta o numero total de pontos calculados do eixo nivelado;
Extensão do circuito: Apresenta a extensão do circuito calculado;
O Software da Topografia e Geodésia
64
Erro Altimétrico: Apresenta o erro altimétrico calculado do nivelamento;
Erro máximo admissível: Apresenta o erro máximo admissível no levantamento, definido pelo
usuário na caixa anterior;
Deseja Compensar os erros: Neste comando, o usuário define se deseja ou não, compensar os
erros.
Após a definição de todos os parâmetros, clique no botão próxima.
Será apresentada a caixa de diálogo de finalização:
Figura 8.11 – Apresentação dos resultados após a finalização do
processamento.
Nesta caixa, é apresentado um relatório contendo as informações relativas ao calculo do
nivelamento, tais como:
Tipo de Planilha;
Número de Pontos;
Tipo de Poligonal;
Precisão do Nível Utilizado;
Data do Calculo;
Erro Altimétrico;
Método de compensação;
Erro Máximo Admissível;
Classe do Nivelamento;
Extensão do Circuito.
Número de Estações;
Através deste comando, o usuário poderá optar em arquivar ou não o relatório de calculo
de nivelamento que o programa gera automaticamente. Clicando no botão Arquivar, será aberta caixa de
diálogo para o salvamento Salvar Como, padrão do Windows. Dentro da caixa, defina um nome para o
arquivo a ser salvo, escolha o diretório onde o arquivo deverá ser salvo e clique em Salvar. O arquivo será
salvo com extensão (*.txt), podendo ser aberto, posteriormente, em qualquer editor de texto.
O Software da Topografia e Geodésia
65
Depois de salvo o relatório, o usuário poderá clicar em fechar para finalizar os
cálculos de nivelamento.
8.3 – IMPORTAR DADOS DA PLANILHA DE NIVELAMENTO
Para que os dados de altimetria de uma planilha de nivelamento sejam utilizados em uma planilha
planialtimétrica, é necessário que os dados desta planilha sejam importados.
Para isso, é necessário somente que o usuário tenha no mesmo arquivo, uma planilha de poligonal
e a correspondente planilha de nivelamento. A planilha de poligonal deve conter os mesmos dados da
planilha de nivelamento.
8.3.1 importar Cotas
Para importar as cotas de uma planilha de nivelamento para uma planilha de poligonal, inicialmente,
crie a planilha de poligonal, a qual serão inseridos os dados do nivelamento geométrico.
Após criar a planilha de poligonal, selecione o comando Planilhas
Importar Cotas.
Figura 8.12 – Importando Cotas
Será aberta a seguinte caixa:
Figura 8.13 – Seleção da Planilha de
Nivelamento.
O Software da Topografia e Geodésia
66
Nesta caixa defina:
Planilha de Nivelamento: Através deste comando, o usuário define o nome da planilha que contém
as cotas a serem importadas. Selecione a planilha desejada e clique em OK.
8.3.2 importar desníveis
Para importar os desníveis de uma planilha de nivelamento para uma planilha de poligonal,
inicialmente, crie a planilha de poligonal, a qual serão inseridos os dados do nivelamento geométrico.
Após criar a planilha de poligonal, selecione o comando Planilhas
Importar Desníveis.
Figura 8.14 – Importando Desníveis.
Será aberta a seguinte caixa:
Figura 8.15 – Seleção da Planilha de
Nivelamento.
Nesta caixa defina:
Planilha de Nivelamento: Através deste comando, o usuário define o nome da planilha que contém
os desníveis a serem importados. Selecione a planilha desejada e clique em OK.
O Software da Topografia e Geodésia
67
Capítulo
9
EDIÇÃO DO DESENHO
O DataGeosis mantém uma integração constante entre a Planilha e o CAD. Dessa maneira,
qualquer alteração na planilha será convertida automaticamente no desenho, e vice-versa.
A estrutura básica do desenho no DataGeosis se baseia nas camadas gráficas. Após a abertura de
um novo projeto, automaticamente é criada a camada PRINCIPAL, para onde todos os pontos resultantes
do cálculo da planilha serão transferidos. Nesse momento, o usuário deve proceder à confecção do
desenho.
Neste capítulo e nos próximos, será descrita a estrutura utilizada na confecção de desenhos no
DataGeosis, assim como todas as ferramentas disponíveis.
Para ativar a tela de desenho, clique no ícone
da barra de ferramentas principal.
9.1 – CRIANDO CAMADAS
As camadas utilizadas no DataGeosis servem para organizar ou agrupar entidades gráficas ou
níveis de informação que possuem propriedades em comum (cor, traço, preenchimento, atributos, etc...),
facilitando a edição do desenho. Por exemplo, seria conveniente que todos os pontos com atributo casa
pertencessem a uma camada chamada casa, enquanto que todos os pontos com atributo rua se
localizassem numa camada chamada rua. Dessa maneira, se for necessário mudar alguma característica
em comum de todas as casas, como, por exemplo, a espessura da linha, basta modificar esta característica
na camada correspondente.
Após o cálculo das coordenadas das planilhas, automaticamente é criada a camada PRINCIPAL, a
qual as coordenadas calculadas irão pertencer. Porém, estas coordenadas geralmente são de pontos com
diferentes atributos. Portanto, há necessidade da criação de novas camadas gráficas, para separar os
pontos de acordo com suas características em comum.
Para Criar e editar novas Camadas, selecione o comando Projeto
ícone de atalho
Editar Camadas, ou utilize o
.
O Software da Topografia e Geodésia
68
Figura 9.1 – Editando Camadas.
Após a seleção do comando ativa-se o quadro de edição de camadas, mostrado a seguir.
Figura 9.2 – Tela de edição e configuração das camadas.
Neste quadro, estão disponíveis as seguintes opções:
O Software da Topografia e Geodésia
69
Cria novas camadas gráficas. Para isso, basta clicar neste botão, que será aberta a
seguinte caixa de diálogo:
Figura 9.3 – Definindo um nome para a
Camada.
Nesta caixa, defina um nome para a nova camada a ser criada e clique em OK. Automaticamente a
nova camada aparecerá na lista de camadas do projeto.
Define um novo nome para uma camada existente. Para isso, selecione a camada a ser
renomeada, na lista de camadas do projeto e clique neste botão. Será aberta a seguinte caixa de diálogo:
Figura 9.4 – Renomeando uma Camada.
Na caixa aberta, será selecionado o nome da camada a ser renomeada. Dê um novo nome para a
camada e clique em OK.
Apaga uma camada existente. Para isso, selecione a camada a ser apagada na lista de
camadas do projeto e clique neste botão. Será aberta uma caixa de diálogo perguntando se você tem
certeza de que deseja apagar a camada. Clique em Sim. A camada será automaticamente apagada da lista
de camadas.
Camada Atual: mostra a camada atualmente ativa no desenho. Para mudar a camada atual, clique
nesta caixa e selecione outra camada na lista de opções.
As camadas podem ser utilizadas de três formas: Ativas, Passivas ou Escondidas.
Se uma camada estiver ativa, suas entidades serão visualizadas no desenho e o
usuário poderá criar novas entidades, apagar entidades existentes ou ainda alterá-las. Para tornar uma
camada ativa, selecione a camada na lista de camadas e clique neste botão. Para tornar ativa mais de uma
O Software da Topografia e Geodésia
70
camada ao mesmo tempo, utilize na seqüência a tecla Shift e a seta direcional ↓ ou ↑ (teclado do
computador) para fazer a seleção.
Se a camada estiver passiva, suas entidades serão visualizadas no desenho e o
usuário poderá criar novas entidades, no entanto não poderá apagar ou alterar uma entidade existente.
Para tornar uma camada passiva, selecione a camada na lista de camadas e clique neste botão. Para tornar
passiva mais de uma camada ao mesmo tempo, utilize na seqüência a tecla Shift e a seta direcional ↓ ou ↑
(teclado do computador).
Se a camada estiver escondida, suas entidades não serão visualizadas no desenho,
mas ainda assim o usuário poderá criar novas entidades. Como as entidades não estão visíveis, não se
pode alterá-las ou apagá-las. Para que uma camada fique escondida, selecione a camada na lista de
camadas e clique neste botão. Para tornar escondida mais de uma camada ao mesmo tempo, utilize na
seqüência a tecla Shift e a seta direcional ↓ ou ↑ (teclado do computador) para fazer a seleção.
Pode-se escolher um tipo de linha para cada camada, dentre as opções mostradas na figura
seguinte: Para isso, selecione a camada na lista de camadas do projeto e clique no tipo de linha desejado
para a camada selecionada.
Figura 9.5 – Editando as
linhas de uma Camada.
Configuração de pontos: Nesta opção, o usuário poderá selecionar quais itens deverão ser
visualizados no desenho, ao lado dos pontos referentes a esta camada. Esta configuração poderá ser
diferente para cada camada. Nos pontos pertencentes a uma camada, podem ser visualizados os itens
mostrados na figura a seguir. Para definir os itens visualizados nos pontos de uma camada, selecione a
camada desejada e clique nas opções mostradas na figura.
O Software da Topografia e Geodésia
71
Figura 9.6 – Configurando os
atributos dos pontos.
Pode-se ainda definir o preenchimento dos polígonos pertencente a uma camada, através das
opções da figura seguinte:
Figura 9.7 – Definindo o tipo e a cor do
preenchimento.
Preenchimento: define o tipo de preenchimento dos polígonos pertencentes à camada
selecionada. Este comando serve como hachuras e serão válidos para desenhos de polígonos fechados
(poli-linha), quadrados e círculos. Para definir o tipo de preenchimento, basta clicar nesta caixa e selecionar
a opção desejada. Para desenhar um polígono, um quadrado ou um círculo, com um tipo de preenchimento,
não se pode esquecer de ativar a camada que foi configurada para esta função. O DataGeosis possui uma
lista de tipos de preenchimentos disponíveis para seleção.
Cor de Preenchimento: define a cor do preenchimento da camada, definido no item anterior. Para
isso, clique nesta caixa e selecione a opção desejada.
Através das opções mostradas na figura a seguir, pode-se definir o tamanho e o tipo de ponto de
uma camada no desenho.
Figura 9.8 – Definindo o tipo e o tamanho
dos pontos.
Tamanho do Ponto: define o tamanho do ponto a ser visualizado e impresso no desenho. Se o
valor possuir sinal negativo (-), a fonte ficará com o tamanho fixo (em metros) em relação ao desenho, não
alterando o tamanho da visualização quando se aplica a função Zoom para observação ou no momento da
impressão. Se o Sinal for positivo (+), a fonte ficará com o tamanho fixo (em metros) não se alterando o
O Software da Topografia e Geodésia
72
tamanho no momento da impressão. Entretanto, quando se aplica a função Zoom sobre o desenho, a
visualização será aumentada conforme o zoom aplicado.
Tipo do Ponto: através deste comando, pode-se definir o tipo de ponto que será visualizado no
desenho. O usuário pode optar em carregar e utilizar a biblioteca de símbolos existente no DataGeosis ou
adicionar outros símbolos desejados (ver item 9.4.14 – Construir
Símbolos). Caso seja carregada a
biblioteca de símbolos para ser utilizada, a lista de símbolos carregada aparecerá disponível nesta caixa.
Dessa forma o usuário poderá substituir o ponto padrão (definido no menu Projeto
Configurações) por
um símbolo da biblioteca como, por exemplo: marco geodésico, árvore, poste, etc.
Ainda nesta caixa de configuração de camadas, há mais três opções de configurações, mostradas
na figura seguinte.
Figura 9.9 – Definindo a fonte e a cor das
camadas.
A primeira caixa (Fonte (AaBb)) define as configurações dos textos pertencentes à camada
selecionada. Clicando nesta caixa, abrirá um quadro, onde o usuário poderá definir o tipo e estilo da fonte, a
cor, tamanho e efeito dos textos. A segunda caixa serve somente para a visualização do preenchimento da
camada, definidos através das opções Preenchimento e Cor Preenchimento, mostrados anteriormente.
As mudanças efetuadas no preenchimento da camada são visualizadas automaticamente na caixa de
visualização. A terceira caixa define a Cor das entidades no desenho, pertencente à camada selecionada.
O usuário pode escolher uma fonte qualquer entre todas as fontes disponíveis do Windows. .As cores
disponíveis estão contidas na palheta de cores e ainda pode-se definir uma cor personalizada.
É bom ressaltar que é necessário selecionar as camadas a serem modificadas antes de se realizar
as mudanças, e que pode-se mudar as configurações das camadas a qualquer momento, através do
comando Projeto
Editar Camadas. Qualquer modificação feita em uma camada gráfica será convertida
para todas as entidades gráficas pertencentes a esta camada.
O Software da Topografia e Geodésia
73
9.2. TROCAR CAMADAS
Após a criação das camadas, o usuário deverá alocar os pontos da planilha para suas respectivas
camadas, uma vez que todos os pontos estão na camada PRINCIPAL. Há três formas para trocar as
camadas dos pontos:
-
Utilizando a Planilha.
-
Utilizando o Menu Alterar.
-
Utilizando a Função Auto Croqui.
9.2.1. Planilha
Pode-se alterar as camadas gráficas dos pontos diretamente na planilha. Para isso, inicialmente,
ative a planilha , clicando no ícone
.
Na tela da planilha, siga as etapas seguintes:
1 - Selecione o ponto que se deseja alterar a camada, clicando com o botão esquerdo do mouse
sobre o mesmo. Caso se queira mudar a camada de mais de um ponto simultaneamente, utilize na
seqüência a tecla Shift e a seta direcional ↓ ou ↑ (teclado do computador) para fazer a seleção.
Figura 9.10 – Selecionando os pontos para troca de
camada.
2 – Na caixa
, localizada no canto superior direito da barra de
ferramentas, selecione a camada para a qual os pontos selecionados serão transferidos.
Nesta caixa inicialmente é apresentado o nome da camada do ponto selecionado na planilha.
Se forem selecionados pontos de camadas diferentes, esta caixa mostra o nome da camada do
último ponto da seleção.
O Software da Topografia e Geodésia
74
9.2.2. Menu Alterar
Pode-se alterar a camada dos pontos diretamente do desenho.
Para isso, inicialmente, ative a tela do desenho através do ícone
Dentro da tela de desenho, clique no comando Alterar
da barra de ferramentas.
Camada de Pontos.
Figura 9.11 – Alterando a Camada de
Pontos.
Observe que haverá uma alteração no cursor. Neste momento, selecione os pontos a serem
alterados de camada. Para isso, dê um clique próximo ao (s) ponto (s) e abra a janela de seleção sobre ele
(s). Com um segundo clique, será ativada a seguinte caixa:
Figura 9.12 – Selecionando a Camada de
destino dos pontos.
Esta caixa permite a definição da camada de destino dos pontos. Para isso, clique sobre a caixa de
opções e selecione a camada desejada. Após a seleção clique em OK. Automaticamente, os pontos
selecionados no desenho serão transferidos para a camada selecionada.
O Software da Topografia e Geodésia
75
9.2.3. Função Auto Croqui
Uma terceira forma de se alterar a camada dos pontos seria através da função Auto Croqui. Este
recurso é também utilizado quando se deseja ligar pontos de mesmo atributo.
Para isso, selecione o comando Projeto
Auto Croqui.
Figura 9.13 – Função Auto Croqui.
Será aberta a caixa Auto Croqui.
Figura 9.14 – Tela para utilização da função Auto-Croqui.
O Software da Topografia e Geodésia
76
Nesta caixa, defina:
Poligonais usadas: Nesta caixa, são definidas quais poligonais (planilhas) serão usadas para
busca, ou seja, as planilhas onde os pontos serão pesquisados. Para isso, selecione a poligonal desejada
nesta caixa.
Camadas usadas: Define as camadas onde os pontos serão pesquisados. Para isso, selecione a
camada desejada nesta caixa.
Camada para saída: Nesta caixa, é definida a camada para saída dos pontos, ou seja, a camada a
qual todos os pontos localizados serão transferidos. Para isso, clique nesta caixa e selecione a camada
desejada.
Atributos a localizar: Nesta caixa, deve ser digitado o nome do atributo dos pontos a serem
localizados. O nome do atributo deverá ser digitado exatamente igual ao da planilha, ou seja, letra
maiúscula, minúscula, acento, etc.
Localiza os pontos definidos anteriormente. Para isso, basta clicar neste
botão.
Pontos Localizados: Lista todos os pontos localizados com o atributo especificado anteriormente.
Essa caixa é preenchida automaticamente logo após se clicar no botão Localizar.
Pontos a serem Ligados: Lista todos os pontos a serem ligados. Após os pontos serem
localizados, deve-se transferi-los para esta caixa. Isto pode ser feito através dos seguintes botões:
Transfere um ou mais pontos selecionados na caixa Pontos Localizados para a caixa Ptos a
serem ligados. Para isso, selecione o ponto na primeira caixa e clique neste ícone. Automaticamente o
ponto selecionado será transferido para a segunda caixa.
Transfere todos os pontos pertencentes à caixa Pontos Localizados para a caixa Ptos a
serem ligados, sem a necessidade de selecioná-los anteriormente. Para isso, basta clicar neste ícone.
Transfere um ou mais pontos selecionados na caixa Ptos a serem ligados para a caixa
Pontos Localizados. Para isso, selecione o ponto na primeira caixa e clique neste ícone. Automaticamente
o ponto selecionado será transferido para a segunda caixa.
Transfere todos os pontos pertencentes à caixa Ptos a serem ligados para a caixa Pontos
Localizados, sem a necessidade de selecioná-los anteriormente. Para isso, basta clicar neste ícone.
Entidade: Define a entidade a ser utilizada na ligação dos pontos. Para isso, basta clicar na
entidade desejada: linha ou poli-linha.
O Software da Topografia e Geodésia
77
Trocar Camada: Através deste comando, é ativada a opção trocar camadas. Se a opção for
mantida inativa, os pontos localizados serão ligados, porém, permanecerão em suas camadas originais. Se
a opção for ativada, os pontos localizados não serão ligados, sendo somente transferidos para a camada
definida na opção Camada para saída. Dê um clique neste comando para ativá-lo.
Depois de realizadas todas estas configurações, clique neste botão. Dessa forma
todos os pontos serão ligados ou trocados de camada.
A seqüência dos pontos a serem ligados deve ser obedecida para que não haja erros na
construção do desenho.
9.3. LIGANDO PONTOS
Após o transporte de todos os pontos para suas respectivas camadas gráficas, há necessidade da
ligação dos pontos.
A ligação dos pontos pode ser feita de três modos:
•
Teclado;
•
Mouse;
•
Auto Croqui.
9.3.1. Teclado (Barra de Comandos)
O teclado será utilizado quando se pretende ligar os pontos através da barra de comandos do
DataGeosis. Inicialmente o usuário deverá determinar a maneira como os pontos a serem ligados serão
inseridos. Essa ligação pode ser feita das seguintes maneiras:
•
Número ou nome dos pontos
•
Coordenadas Absolutas
•
Coordenadas Relativas
•
Coordenadas Polares
9.3.1.1. Digitando o número ou nome dos pontos
O DataGeosis permite que o usuário realize a ligação de pontos através da digitação do número ou
nome dos pontos na barra de comandos inferior, bastando para isso, que o usuário certifique-se de que o
nome ou número digitado do ponto esteja idêntico ao que foi escrito na planilha, na coluna de Ponto
Visado.
O Software da Topografia e Geodésia
78
Para ligar pontos através do número ou nome dos pontos, inicialmente, selecione o comando
Construir
Linha, onde será aberto o menu mostrado na figura a seguir:
Figura 9.15 – Construindo uma Linha.
No menu aberto ao lado do comando Linhas, estão disponíveis várias opções de linhas convencionais
utilizadas em desenhos topográficos. Dentre o conjunto de linhas disponíveis, escolha e selecione a que
seja mais adequada para o seu projeto.
Outra forma de selecionar o comando linha, é mantendo pressionado o ícone
, até aparecer a
seguinte tela:
Figura 9.16 – Tipos de Linhas
Topográficas.
Esta tela fornece as mesmas opções de linhas disponíveis no menu Construir
Linha mostrado
anteriormente.
O Software da Topografia e Geodésia
79
Se a linha desejada para fazer a ligação dos pontos estiver sendo visualizada no ícone Linhas
, basta dar um clique sobre este, para ativar o comando linha, não havendo necessidade de manter o
ícone pressionado.
Ao selecionar o comando linha, será ativada a caixa de comandos da barra de ferramentas inferior.
Na barra de comandos, digite o número ou nome do primeiro ponto a ser ligado e tecle ENTER no
teclado.
Na mesma caixa, digite um a um, o número ou o nome dos outros pontos na seqüência em que
devem ser ligados. Para sair do comando linha, ou seja, terminar a ligação dos pontos, tecle ESC no
teclado ou aperte o botão direito do Mouse e depois tecle em CANCELAR.
Os pontos a serem unidos deverão ser digitados individualmente, ou seja, digita-se o nome ou
número de um ponto e tecla-se ENTER no teclado, e assim sucessivamente até finalizar a união de todos
os pontos que se deseja unir.
9.3.1.2. Digitando as coordenadas absolutas dos pontos
Coordenadas Absolutas são coordenadas de um ponto, representadas por (X, Y e Z), com
referência à origem do sistema cartesiano (0, 0, 0). Assim, as componentes X, Y e Z de um ponto,
representam a distância, em cada uma das direções, do ponto até a origem das coordenadas. A posição de
um ponto é determinada e representada por suas coordenadas absolutas (x, y, z) separados por
“vírgulas”.
O usuário pode fazer a ligação de pontos através da digitação de suas coordenadas absolutas na
barra de comandos inferior.
Para ligar pontos através do número ou nome dos pontos, inicialmente, selecione o comando
Construir
Linha, conforme mostrado no item 9.3.1.1 e escolha o tipo de linha que seja mais adequada
para o seu projeto.
Ao selecionar o comando linha, será ativada a caixa de comandos da barra de ferramentas inferior.
Na caixa de comandos da barra de ferramentas inferior, digite as coordenadas absolutas do
primeiro ponto, X, Y e Z, separados por vírgula, e tecle ENTER no teclado.
O Software da Topografia e Geodésia
80
Na mesma caixa, digite sucessivamente as coordenadas absolutas X, Y, Z dos outros pontos, na
ordem em que devem ser ligados. Para sair do comando linha, tecle ESC no teclado ou aperte o botão
direito do Mouse e depois tecle em CANCELAR.
O usuário deve ficar atento na ordem dos valores das coordenadas (X, Y, Z), e da separação entre
elas (vírgula).
Em caso de coordenadas com valores não inteiros, utilize “ponto” para separar a parte inteira da
parte decimal.
9.3.1.3. Digitando as Coordenadas Relativas dos pontos
Coordenadas Relativas são coordenadas de um ponto, representadas por suas componentes no
sistema cartesiano (X, Y, Z), em relação às coordenadas de um outro ponto, de coordenadas absolutas
conhecidas. Assim, as componentes X, Y e Z relativas de um ponto representam a distância, em cada uma
das direções, deste ponto até o ponto de referência. Dessa forma, para que se faça o desenho, há
necessidade do conhecimento das coordenadas absolutas do primeiro ponto, para a orientação em relação
à origem cartesiana, e as distâncias em cada eixo cartesiano, dos outros pontos a seus anteriores. Dessa
forma, as coordenadas relativas são um caso particular das coordenadas absolutas, sendo que neste caso,
o ponto de referência é a origem do sistema cartesiano.
No DataGeosis, para inserir coordenadas relativas, antes de digitar as componentes X, Y e Z
separados por “vírgulas”, deve-se digitar um dos caracteres seguintes: @,
&, % ou *.
Para ligar pontos através do número ou nome dos pontos, inicialmente, selecione o comando
Construir
Linha, conforme mostrado no item 9.3.1.1 e escolha o tipo de linha que seja mais adequada
ao seu projeto.
Ao selecionar o comando linha, será ativada a caixa de comandos da barra de ferramentas inferior.
Na caixa de comandos da barra de ferramentas inferior, digite as coordenadas absolutas do
primeiro ponto a ser ligado e tecle ENTER no teclado.
Na mesma caixa, digite as coordenadas relativas do segundo ponto e tecle ENTER no teclado. Para
inserir coordenadas relativas, utilize um dos símbolos seguintes antes do valor das coordenadas separadas
por vírgula: @,
&, % ou *. Por exemplo, (@100, 100, 50).
Digite uma a uma, as coordenadas relativas dos outros pontos a serem ligados, sempre teclando
ENTER após digitar cada coordenada.
Para sair do comando linha, tecle ESC no teclado ou aperte o botão direito do Mouse e depois tecle
em CANCELAR.
O Software da Topografia e Geodésia
81
Observe que a coordenada do primeiro ponto deve ser absoluta (arbitrada ou verdadeira), enquanto
as coordenadas dos outros pontos são relativas, ou seja, as coordenadas de um ponto em relação ao
anterior.
Através das coordenadas do primeiro ponto, o programa orienta a posição deste no desenho, em
relação a um sistema de coordenadas. O segundo ponto é orientado em relação ao primeiro, e assim
sucessivamente.
O usuário deve ficar atento na utilização do símbolo, na ordem dos valores das coordenadas e da
separação entre elas: (@x, y, z).
Em caso de coordenadas com valores não inteiros, utilize “ponto” para separar a parte inteira da
parte decimal.
9.3.1.4. - Digitando as coordenadas polares dos pontos
Coordenadas Polares são coordenadas de um ponto, representadas pelo Azimute e distância (Az,
d), em relação às coordenadas absolutas conhecidas de um outro ponto. Assim, as componentes (Az e d)
de um ponto, representam a distância e a direção que este ponto se encontra de um outro ponto de
referência. Dessa forma, para se proceder ao desenho, há necessidade do conhecimento das coordenadas
absolutas do primeiro ponto, para a orientação em relação à origem cartesiana, e as distâncias e azimutes
dos outros pontos em relação aos anteriores, na seqüência que deverão ser ligados. Assim, a posição de
um ponto é determinada e representada por suas coordenadas polares (Az, d) separados por “vírgulas”.
No DataGeosis, para inserir coordenadas polares, antes de digitar as componentes (Az e d)
separadas por “vírgulas”, deve-se digitar um dos caracteres seguintes: < ou >.
Para ligar pontos através do número ou nome dos pontos, inicialmente, selecione o comando
Construir
Linha, conforme mostrado no item 9.3.1.1 e escolha o tipo de linha que seja mais adequada
ao seu projeto.
Ao selecionar o comando linha, será ativada a caixa de comandos da barra de ferramentas inferior.
Na caixa de comandos da barra de ferramentas inferior, digite as coordenadas absolutas do
primeiro ponto a ser ligado e tecle ENTER no teclado.
Na mesma caixa, digite as coordenadas polares do segundo ponto e tecle ENTER no teclado. Para
inserir coordenadas polares, utilize um dos símbolos seguintes antes do valor das coordenadas polares
separadas por vírgula:
< ou >. Por exemplo, <60°30’20”, d. Para inserir o valor do ângulo basta digitar
60.3020.
Digite uma a uma, as coordenadas polares dos outros pontos a serem ligados, sempre teclando
ENTER após digitar cada coordenada.
O Software da Topografia e Geodésia
82
Para sair do comando linha, tecle ESC no teclado ou aperte o botão direito do Mouse e depois tecle
em CANCELAR.
Observe que a coordenada do primeiro ponto deve ser absoluta (arbitrada ou verdadeira) enquanto
as coordenadas dos outros pontos são polares, ou seja, determinadas através da distância e azimute a um
ponto de referência (o anterior). Através das coordenadas do primeiro ponto, o programa orienta a posição
deste no desenho, em relação a um sistema de coordenadas. O segundo ponto é orientado em relação ao
primeiro, e assim sucessivamente.
O usuário deve ficar atento na utilização do símbolo, na ordem dos valores das coordenadas e da
separação entre elas, a vírgula (<Az, d).
Em caso de valores de distâncias com valores não inteiros, utilize “ponto” para separar a parte
inteira da parte decimal. No caso de Azimutes, se for utilizado ângulos no formato decimal, utilize “ponto”
para separar a parte inteira da parte decimal, enquanto, se for utilizar ângulos no formato GG° min’ seg”,
utilize o “ponto” para separar o grau dos minutos e segundos.
9.3.2. Mouse
O Mouse será utilizado quando se pretende fazer a ligação de pontos visualizados na tela gráfica
(desenho).
Para ligar pontos através do mouse, inicialmente, selecione o comando Construir
Linha,
conforme mostrado no item 9.3.1.1 e escolha o tipo de linha que seja mais adequada ao seu projeto.
Após ativar o comando linha, selecione o primeiro ponto a ser ligado. Para isso, inicialmente, ative a
opção engatar em pontos através do ícone
. Este ícone permite selecionar os pontos com precisão.
Depois disso, clique próximo ao primeiro ponto a ser ligado (com a função engatar em pontos selecionada,
o programa sempre selecionará o ponto mais próximo do local onde se clicar com o botão esquerdo do
mouse).
Para ligar os outros pontos, basta clicar próximo a estes, com a ferramenta de engate em pontos
ainda ativada.
Ao término da ligação dos pontos, finalize o comando linha através da tecla ESC do teclado ou
clicando com o botão direito do mouse e selecionando o comando CANCELAR.
9.3.3. Função Auto Croqui
A função Auto Croqui é uma maneira rápida e fácil de se ligar pontos de mesmo atributo, além de
permitir que se altere a camada dos pontos. A ferramenta Auto Croqui foi descrita no item 9.2.3.
O Software da Topografia e Geodésia
83
9.3.4. Funções Engate
A estrutura básica da confecção do desenho é o ponto (X, Y, Z). Dessa forma, para a construção de
qualquer figura geométrica no desenho, como por exemplo, polígonos e círculos, será realizada a operação
de ligação de pontos. No desenvolvimento das figuras geométricas, um ou mais pontos podem ter uma
localização geométrica especial no desenho, como o final de uma linha, a intersecção de duas retas, o
centro de um círculo, etc. As funções de engate permitem selecionar estes pontos de localização especial
com precisão, funcionando como funções auxiliares no desenvolvimento das figuras. A diferença entre os
diversos tipos de engate se encontra justamente na localização dos pontos que cada tipo de engate permite
selecionar.
Para utilizar qualquer uma das ferramentas de engate na seleção de pontos para confecção de um
objeto, siga as seguintes etapas:
1. Selecione a entidade gráfica a ser construída, como linha, poli-linha, círculo, etc;
2. Selecione a função de engate desejada, de acordo com a localização do ponto a ser selecionado
para a construção da entidade gráfica;
3. Clique na tela gráfica, sobre o local de inserção do ponto desejado.
As funções de engate do DataGeosis podem ser acessadas através da barra de ferramentas de
engates, mostradas na figura seguinte.
Figura 9.17 – Ferramentas de Engates
Se esta barra não estiver visualizada na tela de desenho, selecione o menu Ferramentas
Engates.
Figura 9.18 – Ativando a
Barra de Ferramentas.
O Software da Topografia e Geodésia
84
Pode-se ainda acessar as funções de engate, clicando-se no desenho com o botão direito do
mouse, onde será aberta a seguinte caixa:
Figura 9.19 – Ferramentas de
Engate: menu rápido.
Estas ferramentas de engate, quando acessadas, estarão ativas somente para o próximo clique do
mouse. Para os demais cliques, ficará ativa a ferramenta de engate que estiver marcada na barra de
ferramentas de engates, conforme Figura 9.17.
A seguir são definidos cada tipo de engate disponível no DataGeosis, mostrados nas figuras
anteriores.
9.3.4.1 Nenhum Engate
Desativa as Funções de Engate. Deve ser selecionado após o uso de alguma das funções de engate,
caso contrário tal função se manterá ativa e não permitirá o uso de outras funções como linha, polilinhas,
círculo, etc.
9.3.4.2 Engatar em Extremo
Permite a seleção de um ponto localizado no extremo de uma linha, para a construção de um objeto
gráfico. Por exemplo, pode-se construir um círculo com centro em um ponto localizado no extremo de uma
linha. Para desativar o engate clique no ícone
.
9.3.4.3 Engatar em Centro
Permite a seleção de um ponto localizado no centro de um círculo, para a construção de um objeto
gráfico. Por exemplo, pode-se construir uma linha com um dos extremos localizado no centro de um círculo.
Para isso deve-se clicar sobre a linha do círculo para que possibilite o engate no centro do círculo. Para
desativar o engate clique no ícone
.
O Software da Topografia e Geodésia
85
9.3.4.4 Engatar em Intersecção
: Permite a seleção de um ponto localizado na intersecção de duas linhas, para a construção de um
objeto gráfico. Por exemplo, pode-se construir um círculo com centro em um ponto localizado na
intersecção de duas linhas. Para desativar o engate clique no ícone
.
9.3.4.5 Engatar em Ponto Médio
Permite a seleção de um ponto localizado no ponto médio de uma linha, para a construção de um
objeto gráfico. Por exemplo, pode-se construir um círculo com centro em um ponto localizado no ponto
médio de uma linha. Para desativar o engate clique no ícone
.
9.3.4.6 Engatar na aresta mais próxima
Permite a seleção de um ponto localizado na aresta mais próxima do ponto onde a linha foi
selecionada, para a construção de um objeto gráfico. Por exemplo, pode-se construir uma linha com uma
extremidade em um ponto qualquer, e a outra extremidade na aresta mais próxima do ponto onde a linha foi
selecionada. Para desativar o engate clique no ícone
.
9.3.4.7 Engate em pontos
Permite a seleção de um ponto qualquer localizado no desenho, para a construção de um objeto
gráfico. Por exemplo, pode-se construir uma linha através de dois pontos quaisquer do desenho.. Para
desativar o engate clique no ícone
.
9.3.4.8 Engatar Perpendicular
Permite a seleção de um ponto localizado em uma linha, que seja perpendicular à linha que liga este
ponto e o ponto ativo. Por exemplo, pode-se construir uma linha com uma extremidade em um ponto
O Software da Topografia e Geodésia
86
qualquer, e a outra extremidade em uma outra linha perpendicular à linha que une os dois ponto. Para
desativar o engate clique no ícone
.
9.3.4.9 Engatar em Quadrante
Permite a seleção de um ponto localizado em um quadrante para a construção de um objeto gráfico.
Por exemplo, pode-se construir uma linha com uma extremidade em um ponto qualquer, e a outra
extremidade localizada em um quadrante qualquer de um círculo. Para desativar o engate clique no ícone
.
9.3.4.10 Engatar em Tangente
Permite a seleção de um ponto localizado em um ponto tangente a um círculo, para a construção de
um objeto gráfico. Por exemplo, pode-se construir uma linha com uma extremidade em um ponto qualquer,
e a outra extremidade na tangente de um círculo. Para desativar o engate clique no ícone
O Software da Topografia e Geodésia
.
87
9.4 MENU CONSTRUIR
Neste tópico apresentam-se todas as funções do menu Construir, com o objetivo de orientar o
usuário na utilização dessas ferramentas. Para a utilização destas funções, escolha a opção desejada no
menu CONSTRUIR. Na figura seguinte são mostradas todas as opções deste menu.
Figura 9.20 – Menu Construir.
A seguir são apresentados todos estes comandos.
9.4.1 Construir
Inserir Ponto
Através desta função, pode-se inserir pontos no desenho, os quais automaticamente serão inseridos
na planilha. Para inserir um ponto no desenho, selecione o comando Construir
Inserir Ponto
Figura 9.21 – Inserindo Pontos.
O Software da Topografia e Geodésia
88
Pode-se ativar esta função também através do ícone de atalho
da barra de ferramentas de
desenho.
Dessa forma, é ativada a barra de comandos inferior onde o usuário deve definir as coordenadas do
ponto a inserir.
A definição do ponto a ser inserido pode ser feita de duas maneiras.
Na primeira maneira, digitam-se as coordenadas na barra de comandos inferior, mostrada
anteriormente. Neste caso, deve-se digitar as coordenadas na ordem X, Y, e Z, e clicar em ENTER.
Na segunda maneira, deve-se clicar diretamente no desenho, sobre o local a ser inserido o ponto.
Neste caso, o usuário pode definir um ponto com precisão através das ferramentas de engate. Inserindo um
ponto no desenho, este será automaticamente inserido na última linha da planilha.
Depois de definidas as coordenadas do ponto por um dos modos vistos anteriormente, será ativada
a seguinte caixa:
Figura 9.22 – Definindo as informações
do Ponto.
Nesta caixa, são mostradas as informações do ponto inserido. Nela, o usuário pode conferir e
alterar as coordenadas do novo ponto, se for necessário. As seguintes informações são visualizadas:
Ponto: Informa o número do ponto inserido. Quando o ponto é inserido, o DataGeosis
automaticamente numera-o segundo a numeração do último ponto da planilha. O usuário pode alterar este
número de acordo com sua necessidade;
Atributo: Informa o atributo do ponto inserido. Quando o ponto é inserido, o DataGeosis
automaticamente transfere o atributo do último ponto da planilha para este ponto. O usuário pode alterar
este atributo de modo que atenda suas necessidades;
O Software da Topografia e Geodésia
89
X: informa a coordenada X do ponto inserido. O usuário pode alterar este valor para um outro, se for
de seu interesse.
Y: informa a coordenada Y do ponto inserido. O usuário pode alterar este valor para um outro, se for
de seu interesse.
Cota: informa a cota do ponto inserido. O usuário pode alterar este valor para um outro, de seu
interesse. Se não houver um modelo numérico calculado, a cota será nula (zero).
Clicando em OK, será confirmada a inserção do ponto.
O usuário pode alterar as propriedades de um ponto a qualquer momento, diretamente na planilha
ou através do menu alterar (item 9.5.1). Essas alterações são automaticamente transferidas para o
desenho.
9.4.2 Construir
Estaquear
Através desta função, pode-se estaquear um determinado alinhamento. Para isso, selecione o
comando Construir
Estaquear ou ainda o ícone de atalho
da barra de ferramentas de Edição de
Desenhos.
Figura 9.23 – Estaqueando Pontos.
Após selecionar este comando, selecione a entidade a ser estaqueada como linha, poli-linha, arco,
círculo, ou uma seqüência lógica destas entidades.
Será aberta a seguinte caixa:
O Software da Topografia e Geodésia
90
Figura 9.24 – Definindo as opções de
Estaqueamento.
Nesta caixa, defina:
Opções: Define a maneira como o alinhamento será dividido: Pela distância ou por quantidade.
Dividir Pela Distância: Estaqueia o alinhamento em dois ou mais novos alinhamentos,
através da definição da distância que cada alinhamento resultante terá após a divisão.
Dividir Por Quantidade: Estaqueia um alinhamento em dois ou mais novos alinhamentos,
através da definição do número de divisões resultantes do alinhamento.
Cotas: Define o método a ser utilizado para cotar as novas estacas. Estão disponíveis duas
maneiras:
Cotar Pelo Modelo Numérico: Neste método, as estacas são cotadas através das cotas
derivadas do modelo numérico. Se o modelo numérico não estiver calculado, as cotas das novas
estacas serão nulas (zero).
Cotar Pelo Objeto: Neste método o programa fará uma interpolação linear entre os vértices
da (s) entidade (s) para encontrar a cota dos pontos do estaqueamento. Se as cotas dos vértices da
(s) entidade (s) possuírem o mesmo valor, todos os pontos do estaqueamento terão uma mesma
cota.
Distância: Esta opção estará ativa somente se a divisão do alinhamento tiver sido definida como
Dividir pela Distância, como mostrado anteriormente. Se este for o caso, digite nesta caixa, a
distância que cada alinhamento terá após a divisão.
O Software da Topografia e Geodésia
91
Quantidade: Esta opção estará ativa somente se a divisão do alinhamento tiver sido definida como
Dividir por Quantidade, como mostrado anteriormente. Se este for o caso, digite nesta caixa, o
número de divisões que cada alinhamento terá após o estaqueamento.
Cotar os PIs de cada vértice: Esta opção permite que os pontos de inflexão dos vértices dos
alinhamentos estaqueados sejam cotados, independente da distância entre o vértice e a última estaca.
Após clicar em OK, será gerado o estaqueamento automaticamente no desenho.
Os pontos do estaqueamento serão acrescentados como pontos fixos (PF) à planilha e à camada
que estiver ativa. As estacas serão apresentadas na coluna Atributos e a coluna de Ponto Visado terá o
mesmo valor para todas elas. Para alterar a coluna de Ponto Visado utilize a função Renumerar (item
7.3.2), que pode ser acionada clicando-se com o botão direito do mouse sobre a planilha.
A função estaquear somente poderá ser utilizada se houver uma planilha criada.
9.4.3 Construir
Linha
Esta Função permite construir uma linha no desenho. Ver detalhes desta função no item 9.3 –
Ligando Pontos.
9.4.4 Construir
Poli-linha
Para inserir uma poli-linha no desenho, selecione o comando Construir
Poli-linha.
Figura 9.25 – Construindo Poli-linhas.
Este comando também pode ser acessado através do ícone de atalho
.
Ao selecionar o comando poli-linha, será ativada a caixa de comandos da barra de ferramentas
inferior.
Nesta barra de comandos digite o número ou nome do primeiro ponto a ser ligado e tecle ENTER no
teclado.
O Software da Topografia e Geodésia
92
Na mesma caixa, digite um a um, o número ou o nome dos outros pontos na seqüência em que
devem ser ligados. Para sair do comando poli-linha, ou seja, terminar a ligação dos pontos, tecle ESC no
teclado ou aperte o botão direito do Mouse e depois tecle em CANCELAR.
Os pontos a serem unidos deverão ser digitados individualmente, ou seja, digita-se o nome ou
número de um ponto e tecla-se ENTER no teclado, e assim sucessivamente até finalizar a união de todos
os pontos que se deseja unir.
A entidade poli-linha também pode ser inserida através do mouse. Para isso, após selecionar o
comando poli-linha através do comando Construir
PoliLinha, clique sobre o desenho, no local onde
deve-se iniciar a construção da entidade. Neste caso, para selecionar pontos com precisão, utilize as
ferramentas de engate.
. Se for necessário
O estilo de poli-linha a ser construída é o tipo de linha ativo no ícone linha
construir uma poli-linha diferente da ativa, clique neste ícone e mantenha pressionado até aparecer a opção
desejada.
9.4.5 Construir
Círculo
Para inserir um círculo no desenho, selecione o comando Construir
Círculo.
Figura 9.26 – Construindo Círculos.
Outra forma de se inserir um círculo é através do ícone de atalho
da barra de ferramentas
Desenho.
Como mostrado na figura anterior, o DataGeosis possui três maneiras de se construir um círculo:
Centro e raio, 2 pontos e 3 pontos.
Ao selecionar uma das três opções do comando círculo, será ativada a caixa de comandos da barra
de ferramentas inferior.
O Software da Topografia e Geodésia
93
Na caixa de comandos da barra de ferramentas inferior, defina os pontos que formarão o círculo, de
acordo com o método de inserção e depois tecle ENTER no teclado:
Centro e raio: Digite, na caixa mostrada anteriormente, primeiro a coordenada do centro do círculo,
em seguida digite o valor do raio do círculo;
2 pontos: Digite, na caixa de ferramentas inferior, os dois pontos na seqüência de formação do
círculo;
3 pontos: Digite, na caixa de ferramentas inferior, os três pontos na seqüência de formação do
círculo.
Os pontos de definição do círculo também podem ser inseridos através do mouse. Para isso, após
selecionar o comando círculo através do comando Construir
Círculo, clique sobre o desenho, no local
onde o ponto deve ser inserido, de acordo com a forma de inserção dos pontos. Para selecionar pontos com
precisão, utilize as ferramentas de engate.
9.4.6 Construir
Arco
Para inserir um arco no desenho, selecione o comando Construir
Arco.
Figura 9.27 – Construindo Arcos.
Como mostrado na figura anterior, o DataGeosis possui três maneiras de se construir um arco: 3
pontos, Pc Pi Pt e Centro Pc Pt.
Outra forma de se inserir um arco é através do ícone de atalho
da barra de ferramentas
Desenho, porém, neste caso, a inserção do arco é somente pela opção 3 pontos.
A seguir são mostradas as três formas de se construir um arco no DataGeosis.
3 Pontos: Clique em três pontos por onde deseja-se que o arco passe, utilizando ou não as funções
de engate. Caso deseje o arco construído com a concavidade voltada para cima faça-o no sentido anti-
O Software da Topografia e Geodésia
94
horário, sendo começado da direita para a esquerda; caso deseje no sentido contrário, com a concavidade
voltada para baixo, faça-o no sentido horário começando da esquerda para a direita.
Pc Pi Pt: Entre com os pontos de Pc (Ponto de início de curva), Pi (Ponto de interseção) e Pt (Ponto
de término de curva) para a construção do arco.
Centro Pc Pt: Entre com o ponto central do arco, o Pc (Ponto de início de curva) e o Pt (Ponto de
término de curva) para a construção do arco.
Para desativar o comando, clique com o botão direito do mouse na tela gráfica e selecione
CANCELA ou tecle ESC no teclado.
9.4.7 Construir
Retângulo
Para inserir um retângulo no desenho, selecione o comando Construir
Retângulo.
Figura 9.28 – Construindo Retângulos.
Outra forma de se inserir um retângulo é através do ícone de atalho
da barra de ferramentas
Desenho.
Ao selecionar o comando linha, será ativada a caixa de comandos da barra de ferramentas inferior.
Nesta barra de comandos, digite em seqüência, o número ou nome dos pontos que formarão o
retângulo e tecle ENTER no teclado. Para sair do comando, ou seja, terminar a formação do retângulo, tecle
ESC no teclado ou aperte o botão direito do Mouse e depois tecle em CANCELAR.
Os pontos que definem o retângulo também podem ser inseridos através do mouse. Para isso, após
selecionar o comando retângulo através do comando Construir
Retângulo, clique sobre o desenho, no
local onde o ponto deve ser inserido. Neste caso, para selecionar pontos com precisão, utilize as
ferramentas de engate.
O Software da Topografia e Geodésia
95
9.4.8 Construir
Texto
Para inserir um texto no desenho, selecione o comando Construir
Texto.
Figura 9.29 – Inserindo Textos.
Outra forma de se inserir texto é através do ícone de atalho
da barra de ferramentas
Desenho.
Após selecionar o comando de inserção de texto, clique no desenho, no local onde este deve ser
inserido. Será aberta a seguinte caixa:
Figura 9.30 – Inserindo Textos
Nesta caixa, são apresentados os seguintes parâmetros:
X, Y: Define as coordenadas do ponto de inserção do texto;
Altura: Define a altura do texto no desenho;
O Software da Topografia e Geodésia
96
Rotação: Define um ângulo de rotação para o texto;
Texto: Define o texto que será apresentado no desenho.
Alinhamento: Define a maneira que o texto será disposto no desenho em relação ao ponto de
inserção. Escolha entre texto centralizado, à direita ou à esquerda (abaixo ou acima) do ponto de inserção.
Outra forma de inserir um texto no desenho é através do ícone
. Nesta opção, o usuário
poderá inserir o texto alinhado em uma determinada direção. Para isso, clique neste ícone e selecione o
alinhamento ao qual o texto deve ser alinhado. Será aberta a caixa mostrada na Figura 9.30. Defina os
parâmetros desejados e clique em Aplicar.
9.4.9 Construir
Construção 3 Pontos
Esta função pode ser utilizada para inserir uma representação gráfica de uma construção (casa,
galpão, etc.) a partir da definição de três pontos no desenho.
Selecione o menu Construir
Construção 3 Pontos:
Figura 9.31 – Definindo
Construção por três Pontos
uma
Com o auxílio do engate (caso necessite de precisão) defina os três pontos base. Definindo-se o
terceiro ponto, será gerada automaticamente uma representação gráfica de uma construção conforme
Figura abaixo:
O Software da Topografia e Geodésia
97
9.4.10 Construir
Talude
Para construir um talude no desenho, selecione o comando Construir
Talude.
Figura 9.31 – Construindo Taludes.
Com o botão esquerdo do mouse, clique na tela gráfica e desenhe o talude como desejar ou digite
na caixa Talude da barra de comandos, as coordenadas x e y dos pontos onde o mesmo será
representado:
A seqüência para criação do Talude é sempre: 1o ponto crista, 2o ponto pé, 3o ponto crista, 4o ponto
pé e assim sucessivamente.
Se os pontos do talude forem inseridos via teclado, digite inicialmente quatro pontos com as
coordenadas x, y (na ordem: crista, pé, crista, pé), e em seguida, digite de dois em dois pontos, sendo
sempre crista, pé, até terminar o desenho do talude.
O talude é criado em forma de bloco, portanto, se o usuário errar algum ponto no final do talude e
tentar apagar, o talude será totalmente apagado.
Como o a representação gráfica de taludes é criada em forma de bloco, o usuário não precisa se
preocupar com o espaçamento que define a convenção do mesmo, pois independente da escala em que o
desenho seja plotado ou impresso, o traçado sempre sairá com distâncias constantes e equivalentes, ou
seja, se adequará à escala imposta.
Para se construir talude de corte ou talude de aterro basta clicar nos pontos de crista e pé
invertidos, conforme mostra a Figura 9.32 a seguir.
O Software da Topografia e Geodésia
98
Figura 9.32 – Exemplo de Taludes para Corte e Aterro.
Para desativar o comando, clique com o botão direito do mouse na tela gráfica e selecione
CANCELA ou aperte a tecla ESC no teclado.
9.4.11 Construir
Malha
Este comando possibilita a criação de uma malha de coordenadas no desenho, assumindo o
sistema de coordenadas do desenho.
Para construir uma malha no desenho, inicialmente, crie e torne atual (ver item 9.1 – Criando
Camadas) uma camada gráfica para a malha a ser criada.
Selecione o comando Construir
Malha.
Figura 9.33 – Construindo uma Malha.
Em seguida, defina o primeiro ponto que determinará o ponto base de inserção da malha na tela
gráfica, depois defina o segundo ponto que, juntamente com o primeiro, determinará a linha base da malha
e depois abra uma janela abrangendo todo o desenho. Aberta a janela de forma a abranger todo o desenho,
clique no terceiro ponto, de modo que a malha apareça no desenho. Será inserida uma malha padrão,
contendo o sistema de coordenadas do desenho. Para alterar os valores desta malha padrão, selecione o
menu Alterar
Propriedades (ver item 9.5.1) e em seguida clique sobre uma linha da malha criada.
O Software da Topografia e Geodésia
99
9.4.12 Construir
Grade
Este comando insere uma grade gráfica no desenho. Para construir uma grade no desenho,
inicialmente, crie e torne atual (ver item 9.1 – Criando Camadas) uma camada gráfica para a grade a ser
criada.
Selecione o comando Construir
Grade.
Figura 9.34 – Construindo uma Grade.
Clique num ponto da tela gráfica que será o ponto de inserção da grade. A grade será criada, com
base no ponto de inserção, da esquerda para a direita e de baixo para cima;
Será aberta a caixa Criar Grade para configuração da mesma;
Figura 9.35 – Definição e Configuração da Grade.
O Software da Topografia e Geodésia
100
Nesta caixa, defina:
Tipo de malha - Escolha entre os tipos disponíveis: Cruz, Quadros ou Pontos.
Figura 9.36 – Exemplos de Grade (Cruz, Quadros e Pontos,
respectivamente).
Quando a opção de grade for pontos, estes serão acrescentados na planilha.
Dimensão da cruz – Define o tamanho da cruz, quando o símbolo utilizado for do tipo cruz;
Esp. em X - Espaçamento entre os pontos, cruzes ou quadros da grade no sentido horizontal;
Esp. em Y - Espaçamento entre os pontos, cruzes ou quadros da grade no sentido vertical;
Qtde X - Quantidade de pontos, cruzes ou quadros a serem criados no sentido horizontal;
Qtde Y - Quantidade de pontos, cruzes ou quadros a serem criados no sentido vertical;
Ângulo em Y - Rotação da grade em relação ao eixo Y.
Após a configuração da grade, clique em OK.
Esta grade é meramente gráfica, não assumindo um sistema de coordenadas. Não deverá ser
utilizada para substituir a malha. Como exemplo prático de utilização desta ferramenta pode-se citar a
sistematização de terrenos em que é necessário locar os pontos da grade no local onde será feita a
terraplenagem. Assim, basta criar a grade utilizando-se a opção Pontos e posteriormente enviar as
coordenadas destes Pontos para uma estação para posterior locação.
9.4.13 Construir
Cotar
Distância+Ângulo
Para inserir a distância e o ângulo (rumo ou azimute) de determinado (s) alinhamento (s) do
desenho, primeiro selecione os alinhamentos a serem cotados e em seguida selecione o menu Construir
Cotar
Distância + Ângulo.
O Software da Topografia e Geodésia
101
Figura 9.37 – Cotando Distâncias e Ângulos.
A seguinte tela será apresentada:
Figura 9.38 – Configurando e Editando as
opções de Cotagem.
Nesta tela o usuário terá a opção de cotar a distância e/ou o ângulo, definir o sentido (ou sentidos)
da cotagem, o tipo de ângulo (rumo ou azimute) e a altura do texto. As informações serão inseridas na
forma de uma entidade texto para cada opção. Ao término das configurações, clique em OK.
9.4.14 Construir
Símbolos
O DataGeosis possibilita que o usuário trabalhe com blocos e símbolos individualmente. Portanto,
através deste comando você poderá criar sua biblioteca de símbolos ou blocos, ou utilizar as bibliotecas
existentes dentro do DataGeosis. Para criar novos símbolos deve-se, inicialmente, criar os blocos
correspondentes para que posteriormente os transforme em símbolos.
O Software da Topografia e Geodésia
102
Para isso, selecione o comando Construir
Símbolos.
Figura 9.39 – Carregando blocos e
símbolos.
Será aberta a caixa Conversão de Blocos/Símbolos;
Figura 9.40 – Função Conversão de Blocos em Símbolos e
vice-versa.
O Software da Topografia e Geodésia
103
Selecione o ícone
localizado abaixo da Lista de Símbolos. Será aberta a caixa Abrir:
Figura 9.41 – Abrindo uma Lista de Símbolos.
Encontre a pasta que contenha o arquivo de símbolos (extensão (*.smb)) e abra a biblioteca de
símbolos, selecionando o arquivo e clicando em ABRIR para que estes sejam utilizados no desenho. Os
símbolos ficarão ativos na Lista de Símbolos da caixa Conversão de Blocos/Símbolos;
Figura 9.42 – Lista de Símbolos do DataGeosis.
Para que o usuário possa inserir um bloco no DataGeosis, é necessário carregar a lista de blocos.
Para isso clique no ícone
localizado abaixo da Lista de Blocos. Será apresentada a caixa Abrir da
Figura 9.41. Encontre a pasta que contenha o arquivo de blocos (extensão (*.blc)) e abra a biblioteca de
blocos, selecionando o arquivo e clicando em ABRIR.
O Software da Topografia e Geodésia
104
Dessa forma, os blocos ficarão ativos e disponíveis para inserção no desenho.
Figura 9.43 – Lista de Símbolos e Blocos do DataGeosis.
,
Para transformar um bloco em símbolo basta selecionar o bloco desejado e clicar no ícone
disponibilizando-o na lista de símbolos. Para transformar um símbolo em bloco basta selecionar o símbolo
desejado e clicar no ícone
, disponibilizando-o na lista de blocos. Caso o usuário crie novos blocos no
DataGeosis, estes estarão disponíveis na lista de blocos e poderão ser utilizados para o projeto em que
foram criados. Se o usuário desejar disponibilizar estes novos blocos para outros projetos basta clicar no
e salvá-los em uma pasta de seu computador. Posteriormente basta carregá-los conforme visto
ícone
nesta seção.
Para apagar blocos ou símbolos das listas basta selecionar os blocos ou símbolos a serem
.
apagados e clicar no ícone
Depois de carregada a lista de blocos e símbolos, clique em Fechar.
9.4.15 Construir
Inserir Bloco
Após a abertura da lista de blocos, visto no item 9.4.14, o usuário poderá inserir um bloco desta
lista no desenho. Para isso, selecione o comando Construir
Inserir Bloco ou o ícone de atalho
da
barra de ferramentas Edição.
O Software da Topografia e Geodésia
105
Figura 9.44 – Inserindo blocos.
Dê um clique com o mouse na tela gráfica, para definição do ponto base de inserção do bloco. Será
aberta a caixa Inserir Blocos:
Figura 9.45 – Definindo o bloco a ser inserido.
Escolha o bloco a ser inserido e dê um clique sobre ele. Digite a escala desejada e clique em OK. O
bloco será inserido no desenho na camada que estiver ativa.
O Software da Topografia e Geodésia
106
9.4.16 Construir
Inserir Tabela
Este comando possibilita a criação de tabelas, onde pode-se utilizar a lista de símbolos e blocos
carregados no item 9.4.14. Assim, esta ferramenta além de possibilitar a criação de uma tabela qualquer,
pode ser utilizada para criação de um quadro de convenções. Para construir uma tabela no desenho,
selecione o comando Construir
Inserir Tabela.
Figura 9.46 – Inserindo Tabela.
Dê um clique com o mouse na tela gráfica, para definição do ponto base de inserção do tabela. Será
aberta a seguinte caixa:
Figura 9.47 – Configuração e Definição dos dados da
tabela.
O Software da Topografia e Geodésia
107
Nesta tela o usuário poderá digitar o título, escolher o número de linhas e colunas da tabela, e a
altura da linha, que define o tamanho da tabela. Defina a estrutura da tabela (visualização da linhas da
tabela), selecionando entre os itens bordas, linhas horizontais e linhas verticais. Clicando-se com o
botão direito do mouse sobre as células da tabela, pode-se utilizar as seguintes funções:
Cor - Será aberta a caixa de cores para escolha de uma cor de preenchimento da célula desejada;
Figura 9.48 – Definindo cores para
uma célula.
Símbolo - Será aberta a caixa Inserir Símbolos para que você escolha o símbolo a ser inserido na
tabela;
Figura 9.49 – Definindo um símbolo para uma célula.
O Software da Topografia e Geodésia
108
Bloco - Será aberta a caixa Inserir Blocos para que você escolha o bloco a ser mostrado na tabela;
Figura 9.50 – Definindo um bloco para uma célula.
Após a definição das configurações, clique em Aplicar para que a tabela seja inserida na tela
gráfica:
Figura 9.51 – Exemplo de quadro de convenção,
criado com a função Inserir Tabela.
Para alterar as propriedades da tabela, selecione o menu Alterar
Propriedades (ver item 9.5.1)
e em seguida clique sobre uma linha da tabela criada.
9.4.17 Construir
Criar Bloco
O DataGeosis possibilita que o usuário crie uma biblioteca de blocos, apesar de já conter uma,
personalizando o desenvolvimento de seus projetos.
O bloco deve ser desenhado na escala 1:1 utilizando as funções: linha, poli-linha, arco, círculo,
retângulo, etc, em uma tela em branco;
Selecione as entidades que fazem parte do bloco, em seguida selecione o comando Construir
Criar Bloco.
O Software da Topografia e Geodésia
109
Figura 9.52 – Criando Blocos.
Clique na tela gráfica, sobre o ponto de inserção do bloco. Este ponto será usado para referência
futura quando o bloco for inserido em um desenho.
Será aberta a caixa Blocar:
Figura 9.53 – Definindo um nome ao Bloco.
Digite o Nome do Bloco e clique em OK. Será aberta a caixa Confirmação. Nesta caixa pode-se
fazer a opção de remover ou não o bloco criado do desenho:
Figura 9.54 – Tela de confirmação
O Software da Topografia e Geodésia
110
Caso o usuário opte por removê-lo da tela gráfica, o bloco será retirado do desenho, mas já está
como parte integrante da lista de blocos, podendo ser inserido posteriormente através da função Inserir
Blocos do menu Construir.
Para desativar o comando, clique com o botão direito do mouse na tela gráfica e selecione
CANCELA ou aperte a tecla ESC no teclado.
9.4.17 Ângulo Entre Retas
Este comando permite medir o ângulo entre dois alinhamentos. Para isso clique sobre este
ícone e em seguida clique sobre os dois alinhamentos que formam um ângulo entre si. Será mostrado na
tela gráfica o desenho de um arco e na barra de comandos será apresentado o valor do ângulo. Clique
novamente sobre a tela gráfica. Será aberta a seguinte caixa:
Figura 9.55 – Inserção do arco e do valor
do ângulo entre retas no desenho.
Faça as configurações necessárias e clique em Fechar.
9.5. MENU ALTERAR
Apresenta-se neste tópico as ferramentas do menu alterar, bem como seus atalhos através da barra
de ferramentas de edição de desenho. Nesta barra de ferramentas há ainda alguns comandos que não se
encontram no menu Alterar e, portanto, serão apresentados neste tópico. A opção Alterar
Pontos já foi apresentada (item 9.2.2 – Menu Alterar) e a opção Alterar
Camada de
Áreas será apresentada
posteriormente.
O Software da Topografia e Geodésia
111
9.5.1 Alterar
Propriedades
Esta ferramenta é utilizada para alterar as propriedades de uma entidade do desenho. Pode-se
alterar as propriedades de textos, linhas, polilinhas, círculos, retângulos, arcos, tabelas, malha, etc.
Selecione o menu Alterar
Propriedades, ou o ícone de atalho
, e clique sobre a entidade a ser
alterada. Será apresentada uma caixa contendo as informações da entidade selecionada, sendo que cada
entidade apresentará uma caixa diferente, conforme será apresentado a seguir.
9.5.1.1 Alterar propriedades de Linhas
Para alterar as propriedades de uma linha selecione o menu Alterar
Propriedades, e
clique sobre a linha desejada. Será apresentada a seguinte tela:
Figura 9.55 – Alterando Linhas.
Nesta tela o usuário poderá alterar as coordenadas dos vértices P1 e P2 de uma linha, ou
alterar o comprimento da linha partindo-se de um de seus vértices. Pode-se também, alterar o tipo de
padrão topográfico da linha selecionada. Realizadas as novas configurações clique em Aplicar e em
seguida, para fechar esta tela, clique no ícone
localizado no canto superior esquerdo da caixa.
9.5.1.2 Alterar propriedades de Poli-linhas
Para alterar as propriedades de uma poli-linha selecione o menu Alterar
Propriedades,
e clique sobre a poli-linha desejada. Será apresentada a seguinte tela:
O Software da Topografia e Geodésia
112
Figura 9.56 – Alterando Poli-linhas.
Nesta tela o usuário poderá alterar as coordenadas dos vértices da poli-linha. Caso seja
necessário, o usuário tem ainda a opção de adicionar novos vértices a esta poli-linha através do
. Pode-se também fechar uma poli-linha aberta, bastando apenas
ícone
selecionar a opção Polígono Fechado. Caso o usuário deseje suavizar os vértices de uma polilinha, selecione a opção Spline. Pode-se ainda alterar o tipo de padrão topográfico da poli-linha
selecionada. Realizadas as novas configurações clique em Aplicar e em seguida, para fechar esta
tela, clique no ícone
localizado no canto superior esquerdo da caixa.
9.5.1.3 Alterar propriedades de Retângulos
Para alterar as propriedades de um retângulo, selecione o menu Alterar
Propriedades, e
clique sobre uma linha do retângulo. Será apresentada a seguinte tela:
Figura 9.57 – Alterando Retângulos.
O Software da Topografia e Geodésia
113
Nesta tela o usuário poderá alterar as coordenadas do ponto utilizado como base para
inserção do retângulo, podendo também alterar sua largura e comprimento. Caso seja necessário,
pode-se alterar a rotação do retângulo, bastando apenas inserir o ângulo de rotação. Realizadas as
novas configurações clique em Aplicar e em seguida, para fechar esta tela, clique no ícone
localizado no canto superior esquerdo da caixa.
9.5.1.4 Alterar propriedades de Círculos
Para alterar as propriedades de um círculo, selecione o menu Alterar
Propriedades, e
clique sobre a linha do círculo. Será apresentada a seguinte tela:
Figura 9.58 – Alterando Círculos.
Nesta tela o usuário poderá alterar as coordenadas do ponto utilizado como base para
inserção do círculo (centro), podendo também alterar o raio do círculo. Realizadas as novas
configurações clique em Aplicar e em seguida, para fechar esta tela, clique no ícone
localizado
no canto superior esquerdo da caixa.
9.5.1.5 Alterar propriedades de Arcos
Para alterar as propriedades de um arco, selecione o menu Alterar
Propriedades, e
clique sobre uma linha do arco. Será apresentada a seguinte tela:
O Software da Topografia e Geodésia
114
Figura 9.59 – Alterando Arcos.
Nesta tela o usuário poderá alterar as coordenadas do centro do arco, podendo também
alterar o raio do arco. Há ainda a possibilidade de alterar o comprimento do arco, bastando apenas
informar o Ângulo i (ângulo a partir do qual será iniciada a construção do círculo) e o Ângulo t
(ângulo até onde se deseja construir o círculo). Realizadas as novas configurações clique em
Aplicar e em seguida, para fechar esta tela, clique no ícone
localizado no canto superior
esquerdo da caixa.
9.5.1.6 Alterar propriedades de Tabelas
Para alterar as propriedades de uma tabela, selecione o menu Alterar
Propriedades, e
clique sobre uma linha da tabela. Será apresentada a mesma tela da Figura 9.47 (item 9.4.16). Faça
as alterações necessárias, conforme visto no item citado, clique em Aplicar e em seguida, para
fechar esta tela, clique no ícone
localizado no canto superior esquerdo da caixa.
9.5.1.7 Alterar propriedades da Malha de Coordenadas
Para alterar as propriedades de uma malha, selecione o menu Alterar
Propriedades, e
clique sobre uma linha da malha. Será apresentada a seguinte tela:
O Software da Topografia e Geodésia
115
Figura 9.60 – Alterando uma Malha.
Nesta tela o usuário poderá alterar as coordenadas do ponto utilizado como base para
inserção do malha. Para que a malha de coordenadas não fique “quebrada” deve-se alterar as
coordenadas X e Y apresentadas para um valor inteiro mais próximo, e que seja múltiplo do valor do
espaçamento da grade (Grade X e Grade Y) que também pode ser alterado. Deve-se também
assumir um valor de largura e altura inteiro e também múltiplo do espaçamento definido para a
grade. Caso a linha base de definição da grade no momento de sua criação (ver item 9.4.11) tiver
sido criada na direção horizontal, o ângulo de rotação deve ser 0°00’00’’, para que a malha não fique
rotacionada. Se a linha base tiver sido criada na direção vertical, o ângulo de rotação deve ser
90°00’00’’. Pode-se alterar também a altura dos textos (valores das coordenadas) da malha e ainda
optar por apresentá-los dentro ou fora da malha. Realizadas as novas configurações clique em
Aplicar e em seguida, para fechar esta tela, clique no ícone
localizado no canto superior
esquerdo da caixa.
9.5.1.8 Alterar propriedades de Textos
Para alterar as propriedades de um texto, selecione o menu Alterar
Propriedades, e
clique sobre o texto desejado. Será apresentada a mesma tela da Figura 9.30 (item 9.4.8). Faça as
alterações necessárias, conforme visto no item citado, clique em Aplicar e em seguida, para fechar
esta tela, clique no ícone
9.5.2 Alterar
localizado no canto superior esquerdo da caixa.
Mover
Para alterar a posição de uma entidade qualquer do desenho, selecione a entidade desejada e ative
o menu Alterar
Mover, ou o ícone
da barra de ferramentas de edição. Em seguida clique em um
local da entidade para definir o ponto base. Ao arrastar o cursor sobre o desenho será mostrado um
alinhamento indicando para qual local a entidade será levada. Dê um novo clique no local desejado para
mover a entidade selecionada.
O Software da Topografia e Geodésia
116
9.5.3 Alterar
Mover Vértices ou Inserção
Para alterar a posição de um vértice, selecione o menu Alterar
Mover Vértices ou Inserção. Dê
um clique próximo ao vértice a mover e abra a janela de seleção sobre ele. Com um segundo clique o
vértice será selecionado. Em seguida, clique sobre o vértice e indique o local onde ele será levado.
9.5.4 Alterar
Copiar
Para copiar uma determinada entidade do desenho, selecione a entidade a ser copiada e ative o
menu Alterar
Copiar, ou o ícone
da barra de ferramentas de edição. Em seguida clique em um
local da entidade para definir o ponto base da cópia e arraste o mouse para a posição onde esta será
colada. Observe que será mostrado um alinhamento indicando em qual local deverá ser colada a nova
entidade. Para colar, clique no local desejado.
9.5.5 Alterar
Paralelo (Offset)
Esta função permite criar uma paralela a uma entidade desejada (linha, poli-linha, retângulo, círculo,
etc.) com uma distância definida pelo usuário. Selecione o menu Alterar
Paralelo (Offset), ou o ícone
da barra de ferramentas. Será aberta uma tela para inserção da distância da paralela. Insira a
distância desejada e em seguida clique sobre a entidade em que se deseja traçar a paralela e dê um
segundo clique para indicar o lado em que esta será construída.
9.5.6 Alterar
Cortar
Selecione o menu Alterar
Cortar, ou o ícone
da barra de ferramentas. Clique, primeiro
sobre a linha até onde se deseja cortar e em seguida sobre o trecho da linha a ser cortado.
9.5.7 Alterar
Estender
Selecione o menu Alterar
Estender, ou o ícone
da barra de ferramentas. Clique, primeiro
sobre a linha até onde se deseja estender e em seguida sobre a extremidade da linha a ser estendida.
Para estender duas linhas de forma que seus extremos se encontrem, utilize a função
Concordar (item 9.5.9) definindo o raio de concordância como sendo 0 (zero).
O Software da Topografia e Geodésia
117
9.5.8 Alterar
Quebrar
Selecione o menu Alterar
Quebrar, ou o ícone
da barra de ferramentas. Clique sobre a
linha a ser quebrada e em seguida, com o auxílio dos engates, sobre o ponto onde se deseja quebrar.
9.5.9 Alterar
Concordar
Esta função é utilizada para concordar duas linhas que se interceptam formando um ponto de
intersecção entre duas tangentes. Selecione o menu Alterar
Concordar, ou o ícone
da barra de
ferramentas. Será apresentada uma tela para inserção do raio de concordância. Insira o raio desejado e em
seguida clique nas linhas a serem concordadas.
9.5.10 Alterar
Chanfrar
Esta função é utilizada para chanfrar duas linhas que se interceptam formando um ponto de
intersecção entre duas tangentes. Selecione o menu Alterar
Chanfrar, ou o ícone
da barra de
ferramentas. Será apresentada uma tela para inserção do comprimento do lado um e do lado dois. Insira o
valor desejado para os lados um e dois e em seguida clique nas linhas a serem chanfradas.
9.5.11 Alterar
Converter Caminho/Poli-linha
Para converter um conjunto de linhas, poli-linhas, arcos, ou uma mistura destas entidades em polyelementos (entidade única) clique no menu Alterar
Converter Caminho/Poli-Linha, e em seguida clique
em uma das extremidades das entidades a serem convertidas. Será aberta a tela Criar Caminho. Dê um
nome para este caminho e clique em OK. Dessa forma as entidades que estiverem conectadas umas às
outras serão transformadas em uma entidade única, porém não assumirá as mesmas características de
uma poli-linha.
9.5.12 Alterar
Posição Atributos/Ponto
Esta ferramenta permite alterar a posição da configuração dos pontos (Número, Atributo, Cota,
Coordenadas e C. Geodésicas) em relação ao ponto. Vá ao menu Alterar
Posição Atributos/Ponto e
selecione a direção em que os atributos serão colocados. Pode-se utilizar também o ícone de atalho
da barra de ferramentas. Em seguida clique próximo ao (s) ponto (s) cuja configuração será
alterada e abra a janela de seleção sobre ele (s). Clique novamente para realizar a alteração.
O Software da Topografia e Geodésia
118
9.5.13 Função Apagar
Para apagar uma entidade qualquer do desenho, selecione a (s) entidade (s) a ser (em) apagada (s)
e em seguida clique no ícone
da barra de ferramentas de edição, ou através do teclado, pressione a
tecla DELETE.
9.5.14 Função Rotacionar
Selecione a entidade a ser rotacionada e clique no ícone
da barra de ferramentas de edição.
Em seguida defina três pontos sobre o desenho para abrir uma caixa para inserção do ângulo de rotação.
Forneça o ângulo desejado e clique em OK.
9.5.15 Função Aplicar Escala
Selecione a entidade a ser aplicado o fator de escala e clique no ícone
da barra de
ferramentas de edição. Em seguida defina três pontos sobre o desenho para abrir uma caixa para inserção
do fator de escala. Forneça o valor desejado e clique em OK.
9.5.16 Função Desmontar
Para separar entidades ligadas que compõem um único elemento (poli-linhas, retângulos, blocos)
pode-se utilizar a função Desmontar (explodir). Para isso, clique no ícone
e em seguida clique na
entidade a ser desmontada. Dessa forma todos os elementos pertencentes àquela entidade única serão
transformados em elementos distintos.
A malha de coordenadas não pode ser desmontada.
9.5.17 Função Espelhar
Pode-se usar esta função para copiar uma determinada entidade espelhando-a em relação a
original. Selecione a entidade a ser espelhada e clique no ícone
. Para uma melhor precisão na
definição do eixo pode-se utilizar as ferramentas de engate. Em seguida, clique no primeiro ponto que
definirá o eixo. Será mostrado um alinhamento para que o usuário defina sua direção. Dê um segundo
clique no local desejado para completar o comando.
O Software da Topografia e Geodésia
119
9.5.18 – Função Inserir Última Tabela
Ao executar o comando mapa de declividades (ver item 13.1) será criada uma tabela
correspondente às áreas e percentagens de declividade definidas. Para inserir esta tabela no desenho.
clique no ícone
da barra de ferramentas de edição. Haverá uma alteração no cursor. Em seguida,
deve-se dar um clique no local onde se deseja inserir a última tabela criada.
O Software da Topografia e Geodésia
120
Capítulo
10
MODELO NUMÉRICO DO TERRENO
O DataGeosis utiliza a Modelagem Numérica do Terreno para representar a superfície do terreno
levantado, de forma a obter um conjunto de informações necessárias aos cálculos de áreas superficiais,
curvas de nível, mapas de declividades, perfis, áreas de inundação e visualização em 3D, ou seja, é o ponto
base para todos os trabalhos de altimetria e volumetria, como veremos nos próximos tópicos.
A representação do terreno se fará em função de equações z=f(x,y) de modo que após o cálculo do
MNT, será possível obter a cota em qualquer posição da área levantada.
A Modelagem Numérica do Terreno (MNT) também é chamada de Superfícies. O DataGeosis está
preparado para o cálculo e armazenamento de várias superfícies, podendo assim, estabelecer uma relação
entre elas.
Para se obter uma boa modelagem da superfície, necessita-se de um levantamento de campo de
boa qualidade com dados que representem com fidelidade, os elementos especiais do relevo, como:
talvegues, morros, divisores de água, além de pontos de cota.
10.1 CÁLCULO DA SUPERFICIE DO TERRENO
Para iniciar o cálculo do Modelo Numérico do Terreno, selecione o comando Projeto
Superfícies ou o ícone
da barra de ferramentas Projeto/Medições.
Figura 10.1 – Calculando Superfícies.
Será aberto um quadro para criação da nova superfície a ser calculada.
O Software da Topografia e Geodésia
121
Figura 10.2 – Criando Editando novas Superfícies.
Neste quadro defina:
Superfície Atual: Informa a superfície ativa do projeto. Inicialmente esta caixa está vazia, pois não
há nenhuma superfície criada. Após a criação de uma nova superfície, esta se tornará atual
automaticamente, sendo apresentada nesta caixa. Se houver mais de uma superfície calculada, a superfície
atual será a última calculada, sendo que, o usuário poderá alterar a superfície atual a qualquer momento. O
nome da superfície atual selecionada nesta caixa será apresentado na barra de status localizada logo
abaixo da barra de comandos, e o programa fará os cálculos de volume, perfis, etc., utilizando esta
superfície.
Superfícies: Esta caixa contém os nomes de todas as superfícies criadas no projeto. Após a
criação de uma nova superfície, esta será apresentada na lista.
Abre uma superfície já calculada e armazenada em disco rígido, possibilitando a comparação
com uma superfície de outro projeto. Para isso, Clique no ícone, Indique em qual pasta se encontra a
superfície a ser aberta, selecione-a e clique em ABRIR.
Cria uma nova superfície. Após clicar neste botão, será apresentada uma caixa
para que o usuário insira o nome da superfície a ser criada.
Figura 10.3 – Definindo um nome para a Superfície
O Software da Topografia e Geodésia
122
Defina um nome para a nova superfície e clique em OK. Automaticamente o nome da nova
superfície será apresentado na caixa Superfície Atual, e na lista da caixa Superfícies.
Atribui um novo nome a uma superfície existente. Para isso, selecione a superfície
a renomear, na caixa Superfícies, e clique no botão Renomear. Será aberta a caixa da Figura 10.3 para
edição do novo nome da superfície. Defina o novo nome da superfície e clique em OK.
Apaga uma superfície existente. Para isso, selecione a superfície a apagar, na
caixa Superfícies, e clique no botão Apagar.
Calcula uma superfície criada. Para isso, selecione a superfície criada, na caixa
Superfícies, e clique no botão Calcular.
O seguinte quadro será mostrado:
Figura 10.4 – Escolha Dos dados a serem usados no cálculo do MDT
Neste quadro, defina:
Planilhas: define a (s) planilha (s) a ser utilizada no cálculo da superfície.
Camadas para Pontos: define as camadas que contém os pontos a serem utilizados no cálculo da
superfície. Esse comando é muito importante, pois, pode haver pontos da planilha que por algum motivo
não devam participar do cálculo da superfície. Por exemplo, digamos que temos um levantamento
planialtimétrico cadastral e nele foram levantados ruas, viadutos, etc., e queremos gerar as curvas de nível
no terreno natural. Neste caso, não serão utilizados os pontos referentes às construções como viadutos,
etc. Para solucionar este problema, transfira estes pontos para uma camada gráfica, e não a selecione
neste quadro.
O Software da Topografia e Geodésia
123
Camadas para Linhas: somente será usada quando o projeto possuir linhas com cotas, como
exemplo, curvas de nível digitalizadas de uma carta e que serão utilizadas para o cálculo do modelo
numérico.
Após definir todos os campos, clique em próxima.
Será apresentada uma tela para filtragem dos pontos a serem utilizados no modelo.
Figura 10.5 – Filtragem dos Pontos com Cotas incoerentes.
Esta é uma ferramenta importante, pois permite a verificação de pontos que estejam com cotas
incoerentes e que, portanto, causariam problemas na geração do modelo numérico.
Nesta tela, o programa informa ao usuário os seguintes dados:
Cota mínima encontrada: informa ao usuário, qual foi a menor cota encontrada na planilha.
Cota máxima encontrada: informa ao usuário, qual foi a maior cota encontrada na planilha.
Média das cotas: informa ao usuário, qual foi à média das cotas de todos os pontos utilizados no
cálculo da superfície.
Número de pontos selecionados: informa ao usuário, o número de pontos utilizados para o
cálculo do modelo numérico do terreno, pertencentes às camadas definidas no quadro anterior.
Ainda neste quadro, o usuário deve definir:
Cota mínima permitida: permite ao usuário estipular a cota mínima permitida no projeto, de forma
que, pontos com cota menor que a mínima permitida não seriam usados no cálculo do modelo numérico do
terreno.
Cota máxima permitida: permite ao usuário estipular a cota máxima permitida no projeto, de forma
que, pontos com cota maior que a máxima permitida não seriam usados no cálculo do modelo numérico do
terreno.
O Software da Topografia e Geodésia
124
As duas funções anteriormente citadas são bastante úteis quando se encontram pontos na planilha
com cotas muito discrepantes em relação às cotas típicas, o que prejudicaria o cálculo da superfície.
Caso o programa encontre o valor Zero para a cota mínima encontrada, deve-se voltar à planilha e
remover o (s) ponto (s) com cota zero. Se estes pontos por algum motivo não podem ser removidos, crie
uma camada distinta para eles. Assim, ao início do cálculo do modelo numérico do terreno, não selecione a
camada que contiver estes pontos (caixa camadas para pontos), de modo que estes não serão usados no
cálculo do MNT.
Após definir todos os campos, clique no botão Próxima.
Será aberta a seguinte caixa:
Figura 10.6 – Definição da malha triangular e das camadas para linhas obrigatórias.
Nesta caixa, defina:
Malha Triangular: aqui é selecionado o número de triângulos a serem gerados na área em que
será calculada a superfície. O número de triângulos define com qual precisão será gerado o modelo
numérico do terreno, e conseqüentemente, afetará diretamente no fator de suavização das Curvas de Nível.
Quanto maior o número de triângulos melhor a precisão do cálculo, mas, em contra-partida, maior será o
tempo de processamento.
Malha Regular: deverá ser utilizada quando se criar o modelo numérico a partir de camadas para
linhas, caso comum quando se tem um desenho que foi digitalizado, devido a grande quantidade de pontos.
Calcular Gradiente: esta opção estima a curvatura entre um ponto e seus pontos vizinhos.
Recomenda-se sua utilização somente em terrenos pouco acidentados.
Camadas para Linhas Obrigatórias: As linhas obrigatórias são usadas para forçar a modelagem
numérica a representar com mais fidelidade elementos especiais do relevo, como talvegues, divisores de
O Software da Topografia e Geodésia
125
água, taludes, córregos, etc. Através deste processo as linhas que formam estas entidades servem como
parâmetros de altimetria que contribuirão para os cálculos do modelo.
Quando as linhas obrigatórias não forem necessárias, o modelo a ser gerado utilizará as cotas dos
pontos fornecidos.
Para a criação das linhas obrigatórias, siga os passos a seguir: Crie previamente as camadas
gráficas para as linhas obrigatórias; transfira os pontos das linhas obrigatórias para esta camada gráfica e
ligue os pontos da camada gráfica.
Após definir todos os campos, clique em Próxima.
Clicando em próxima, será mostrado um quadro informando os passos da execução do cálculo.
Figura 10.7 – Calculando o modelo.
O tempo de processamento de uma Superfície dependerá de alguns fatores como: quantidade de
pontos do levantamento topográfico, configuração do computador e seleção da malha triangular.
Após o término do cálculo clique em Sair.
Será apresentada novamente a primeira caixa de diálogo do MNT, mostrada na Figura 10.2. Nesta
caixa, a superfície calculada se encontra selecionada e o ícone Salvar Superfície está ativado,
possibilitando o salvamento da superfície.
Salva uma superfície calculada, armazenando-a em disco rígido, para que possa ser utilizada
em comparações com outras superfícies.
O Software da Topografia e Geodésia
126
. Após o término das operações de superfícies, clique em fechar, para sair da caixa
de cálculo do modelo numérico do terreno.
As superfícies criadas pelo DataGeosis podem ser Salvas, renomeadas ou apagadas a qualquer
momento, e ainda, pode-se criar outras superfícies através do comando Projeto
Superfícies ou do ícone
da barra de ferramentas Projeto/Medições.
Note que depois do cálculo, na barra de status inferior aparece o nome SP= (Nome da superfície), e
ainda, serão mostrados os valores de X, Y e Z com o movimento do cursor sobre o desenho.
O usuário deve tomar cuidado no caso de haver mais de uma superfície criada no projeto. Isso se
deve ao fato de que os cálculos efetuados no que se refere à altimetria, como por exemplo, curvas de nível,
são efetuados utilizando a superfície ativa.
Para ativar uma superfície, selecione o comando Projeto
Superfícies. Na caixa, Superfície -
Modelo Numérico, selecione na janela Superfície Atual, o nome da superfície que deverá permanecer
ativa, para a execução de determinado cálculo e depois clique em Fechar.
Observe que na Barra de Status do DataGeosis é indicado o nome da Superfície que está ativa no
momento.
10.2 CALCULO DA SUPERFICIE DE PROJETO
O DataGeosis permite o cálculo de superfícies de projeto, cujos pontos foram inseridos diretamente
na tela gráfica ou na planilha. Essas superfícies podem ser comparadas com a superfície de terreno real,
para diversos fins, tais como, processamento de sobreposições de perfis, cálculos de volume ou qualquer
outro subproduto do MNT.
Para o cálculo da superfície do terreno de projeto, o usuário deve inicialmente definir a superfície do projeto
a calcular, como mostrado nas etapas a seguir:
1 – Definição da Superfície de Projeto: Inicialmente, insira no desenho (tela gráfica), os pontos
que definem a superfície a ser calculada. Isso é realizado através do comando INSERIR PONTO (ver item
9.4.1) do menu CONSTRUIR em conjunto com as funções de engate, ou aleatoriamente;
2 – Criação de Camada Gráfica: Crie uma camada gráfica de desenho, a qual os pontos criados
no item anterior serão transferidos. Isso é realizado através do comando EDITAR CAMADAS do menu
PROJETO.
3 – Transferência de Pontos: Transfira os pontos da superfície para a camada gráfica criada;
4 – Cálculo da Superfície do terreno: Para iniciar o cálculo do Modelo Numérico do Terreno,
selecione o comando Projeto
Superfícies ou o ícone
da barra de ferramentas Projeto/Medições.
Siga as opções de ferramentas de cálculo de superfície explicadas com detalhes no item 10.1 deste
capítulo.
O Software da Topografia e Geodésia
127
Capítulo
11
CURVAS DE NÍVEL
O DataGeosis permite o cálculo das curvas de nível através do modelo numérico do terreno.
Portanto, as curvas de nível somente poderão ser geradas após o cálculo do MNT (ver capítulo 10 item
10.1). Antes de gerar as curvas, ative a superfície que será usada como base para a geração de curvas de
nível.
11.1 CÁLCULO DAS CURVAS DE NÍVEL
Para iniciar a construção e configuração das curvas de nível selecione o menu Projeto
de Nível ou clique no ícone
Curvas
da barra de ferramentas Projeto/Medições.
Figura 11.1 – Construindo as Curvas
de Nível.
Será apresentado o seguinte quadro:
O Software da Topografia e Geodésia
128
Figura 11.2 – Tela para configuração das Curvas de Nível.
Nesta tela, o usuário poderá configurar as curvas de nível, através dos seguintes comandos:
Camadas para linhas de inclusão/exclusão: este comando define em quais áreas (camadas) as
curvas de nível deverão ou não ser visualizadas na tela gráfica (desenho). A primeira camada selecionada
será referente à camada de inclusão (limite) das curvas de nível, como por exemplo, a divisa de uma
propriedade rural. A segunda e demais camadas selecionadas serão referentes às camadas de exclusão,
ou seja, onde não se deseja as curvas de nível, como por exemplo, lagos, construções, estradas, casas,
etc. Para isso, selecione a primeira camada (inclusão) com o botão esquerdo do mouse, em seguida
selecione a segunda e demais camadas (exclusão) mantendo a tecla Ctrl pressionada. Se não houver
camada de exclusão, só selecione a primeira camada (de inclusão).
O DataGeosis permite a construção de até quatro tipos de curvas de nível em um mesmo desenho,
dispondo cada uma em uma camada gráfica diferente, de modo a possibilitar a configuração de cada uma
separadamente. Assim, para cada curva, pode-se definir, por exemplo, eqüidistância, tipo e cor de traçado.
Estas camadas são configuradas nas guias mostradas na figura abaixo.
A primeira delas (1) será referente à curva mestra e deverá possuir uma maior eqüidistância. As
demais serão as curvas intermediárias. Para configurar as curvas, selecione uma das guias nas caixas
mostradas anteriormente, e defina as seguintes configurações:
Eqüidistância: determina a eqüidistância (distância vertical entre as curvas) das curvas
pertencentes a cada camada. Para determinar a eqüidistância de uma curva, selecione a curva a se definir
e digite o valor da eqüidistância na caixa correspondente.
Traçado: determina o tipo e espessura da linha de cada curva de nível. Para isso, selecione a curva
a se definir (camada) e depois selecione na caixa Traçado, o tipo e espessura de linha desejada.
O Software da Topografia e Geodésia
129
Figura 11.3 – Definição
do Traçado das curvas
Cotar curvas: Permite ao usuário definir se uma curva pertencente a uma camada deverá ser
cotada ou não. Se esta opção não estiver ativa para alguma camada (entre as quatro), as curvas
pertencentes a esta não poderão ser cotadas posteriormente. Para ativar esta opção, selecione a camada
que possui as curvas que serão cotadas e marque a opção.
Cor do Traçado: Permite a determinação da cor da linha da curva de nível. Para isso, selecione a
curva a se definir, e em seguida, selecione a cor desejada para a curva.
Após serem definidas as configurações das quatro curvas, o DataGeosis criará automaticamente
quatro camadas para as curvas.
Se alguma curva tiver eqüidistância nula, a camada será criada, porém, a curva não será
visualizada. Portanto, se o usuário desejar calcular somente duas curvas, por exemplo, deverá configurar as
demais com eqüidistância nula (zero).
11.2 COTAR CURVAS DE NÍVEL
As curvas de nível geradas pelo DataGeosis não são automaticamente cotadas no desenho. Isso
possibilita ao usuário definir quais curvas de nível devem ser cotadas. É bom lembrar que o DataGeosis
possibilita a criação de quatro diferentes curvas de nível, e só serão cotadas as curvas de nível
pertencentes às camadas em que, no momento do cálculo das curvas de nível, a opção Cotar Curvas
estava ativada.
Para cotar as curvas de nível, inicialmente, trace linhas ao longo do desenho interceptando as
curvas a se cotar, definindo o local e a direção onde se deseja colocar a cota da curva. Em seguida,
selecione a (s) linha (s) criada (s) através do ícone
da barra de ferramentas de desenho.
Após selecionar as linhas no desenho, selecione o comando Projeto
clique no ícone
Cotar Curvas de Nível, ou
da barra de ferramentas de Edição.
O Software da Topografia e Geodésia
130
Figura 11.4 – Cotando as Curvas de
Nível.
Será apresentado o seguinte quadro para definição da altura do texto:
Figura 11.4 – Definindo a altura dos textos
das Cotas.
Insira o valor desejado para a altura do texto e clique em OK. Uma nova tela será apresentada,
onde o usuário definirá se deseja ou não usar casas decimais.
Figura 11.5 – Configuração
das Cotas
Clique em uma das opções apresentadas (Sim ou Não). Após isso, o programa cotará as curvas
que interceptaram a linha selecionada.
Cotadas as curvas, selecione a (s) linha (s) utilizada (s) e clique no ícone
O Software da Topografia e Geodésia
para apagá-la (s).
131
Capítulo
12
VISUALIZAÇÃO TRIDIMENSIONAL
O DataGeosis permite o calculo e visualização do modelo tridimensional do desenho, a partir do
modelo numérico calculado. Portanto, a visualização tridimensional somente poderá ser gerada após o
cálculo do MNT. Antes de gerar a Visualização 3D , ative a superfície que será usada como base para a
geração do modelo tridimensional.
12.1. CÁLCULO DO MODELO TRIDIMENSIONAL
Para gerar o modelo tridimensional do terreno selecione o comando Projeto
Visualizar
Superfície 3D, e escolha uma das opções: Rápida ou Detalhada.
Figura 12.1 – Carregando a Superfície Tridimensional.
Também é possível gerar a visualização tridimensional através do ícone
da barra de
ferramentas Planilhas. Porém, neste caso, só é possível gerar a visualização rápida (Interpolação).
Rápida (Interpolação): Para esta opção o programa fará uma interpolação linear entre os pontos
do levantamento, demandando um menor tempo computacional.
Detalhada (Modelo Numérico): Selecionando-se esta opção o programa utilizará o modelo
numérico para geração do modelo tridimensional, demandando um maior tempo computacional.
Para qualquer uma das opções será carregado o seguinte quadro:
O Software da Topografia e Geodésia
132
Figura 12.2 – Visualização da Superfície Tridimensional.
12.2. CONFIGURAÇÕES DO MODELO TRIDIMENSIONAL
Na Figura 12.2 mostrada anteriormente, pode-se manipular as configurações da visualização do
modelo tridimensional, através dos seguintes comandos:
Cor de Visualização: Define a cor de visualização do objeto. O DataGeosis possibilita a definição
da cor de visualização através da combinação das três cores básicas, vermelha, verde e azul. A figura
abaixo mostra a caixa de configuração da Cor de Visualização:
Figura 12.3 – Definindo a cor de
visualização
Nesta caixa defina:
(R): define a quantidade de cor vermelha na composição de cores resultante.
(G): define a quantidade de cor verde na composição de cores resultante
(B): define a quantidade de cor azul na composição de cores resultante.
O Software da Topografia e Geodésia
133
Apresenta a visualização instantânea da composição de cores definida anteriormente, ou
seja, nesta caixa é visualizada a variação da cor resultante com a variação das composições das cores
básicas.
Aplica no desenho da visualização tridimensional, a cor resultante da composição
das cores básicas, definidas anteriormente. Defina a cor desejada e clique no botão Aplicar Cor.
Rotaciona o modelo 3D no espaço, possibilitando a mudança do ângulo de
visualização. Para isso, inicialmente clique no botão rotacionar. Em seguida, clique sobre o modelo, e
mantendo o botão esquerdo do mouse pressionado, gire o modelo no espaço para mudar o ângulo de
visualização.
Move o modelo 3D no espaço. Para mover o modelo, inicialmente clique no botão
Mover. Em seguida, clique sobre o modelo, e mantendo o botão esquerdo do mouse pressionado,
movimente o modelo no sentido desejado.
Permite pintar partes do modelo 3D, possibilitando uma melhor
visualizarão do mesmo. Para pintar partes do modelo, clique no botão pintar, escolha uma cor, e clique
sobre as partes do modelo que você deseja pintar.
Visualização: define a forma de visualização do desenho. Pode-se definir entre Pontos, Arame e
Sólido. Para isso, selecione a opção desejada que automaticamente será gerada a visualização.
Figura 12.4 – Definindo
superfície de visualização
a
Pontos: representa o terreno com os pontos existentes, sejam eles do levantamento ou inseridos
posteriormente.
Na figura abaixo é mostrado um exemplo de visualização em pontos.
O Software da Topografia e Geodésia
134
Figura 12.5 – Visualização da Superfície por Pontos.
Arame: representa o terreno através da malha triangular calculada no MNT. Na figura abaixo é
mostrado um exemplo de visualização em forma de arame.
Figura 12.6 – Visualização da Superfície por Arame.
Sólido: representa o terreno de forma mais compacta, definindo um sólido. Na figura abaixo é
mostrado um exemplo de visualização em forma de sólido.
O Software da Topografia e Geodésia
135
Figura 12.6 – Visualização da Superfície por Sólido.
Posição da Luz: Altera a posição da luz, através da mudança em suas coordenadas, com a
finalidade de demonstrar a variação da visualização com a variação da posição de iluminação. Para isso,
clique sobre o botão de rolagem e arraste até a posição desejada. É possível observar a variação da
luminosidade no desenho com a variação da posição da luz (x, y, z).
Figura 12.7 – Definindo a posição
da Luz.
Exagero Vertical: define uma relação entre as escalas horizontal e vertical, que será a deformação
aplicada no modelo, somente para efeito de visualização. Normalmente utiliza-se a relação 5 Vezes HxV =
1:5. Para definir o exagero vertical, selecione a opção desejada nesta caixa, que automaticamente será
gerada a visualização no modelo.
O Software da Topografia e Geodésia
136
Figura 12.8 –
Exagero Vertical.
Definindo
o
Para aplicar Zoom ao desenho pressione o botão direito do mouse e arraste para cima (Zoom
menos⌫) ou para baixo (Zoom mais⌦).
12.3 MENU ARQUIVO
12.3.1. Arquivo
Abrir
Para abrir um arquivo de visualização 3D. Selecione o comando Arquivo
Abrir na barra superior
da tela de Visualização 3D.
Figura 12.9 – Abrindo arquivos de
Visualização.
Será apresentado um quadro para seleção do arquivo a ser aberto. Neste quadro, selecione o
arquivo a ser aberto e clique em Abrir.
12.3.2. Arquivo
Salvar Como
Para salvar o modelo 3D, selecione o comando Arquivo
Salvar Como na barra superior da tela
de Visualização 3D.
Figura 12.10 – Salvando arquivos
de Visualização.
Será apresentado um quadro para definição do nome do arquivo a ser salvo. Neste quadro, dê um
nome para o arquivo e selecione uma pasta para salvá-lo e clique em Salvar. O arquivo terá a extensão
(*.3dd).
O Software da Topografia e Geodésia
137
12.3.3. Arquivo
Configurar Impressora
Este comando serve para configurar a impressora, antes de imprimir o modelo. Para isso, selecione
o comando Arquivo
Configurar Impressora na barra superior da tela de Visualização 3D.
Figura 12.11 – Configurando a
impressora.
Será aberto o seguinte quadro de configuração de impressão.
Figura 12.12 – Definição das configurações da impressão.
Defina as características de sua impressora e clique em OK.
12.3.4. Arquivo
Imprimir
Este comando é utilizado para imprimir o modelo de visualização 3D. Para isso, selecione o
comando Arquivo
Imprimir na barra superior da tela de Visualização 3D.
O Software da Topografia e Geodésia
138
Figura 12.13 – Imprimindo a
Visualização.
Será iniciada a impressão do modelo tridimensional.
12.3.5. Arquivo
Sair
Este comando serve para fechar a tela de visualização tridimensional e retornar para a tela de
desenho. Para isso, selecione o comando Arquivo
Sair na barra superior da tela de Visualização 3D.
Figura 12.14 – Imprimindo a
Visualização.
Pode-se fechar a tela de visualização tridimensional também clicando sobre o botão
localizado
no canto superior direito desta tela.
12.4 MENU BITMAP
12.4.1. Bitmap
Copiar p/ Área de Transferência
Este comando permite copiar o modelo 3D para a área de transferência do Windows, para ser
inserido em outros documentos. Para isso, selecione o comando Bitmap
Copiar p/ Área de
Transferência na barra superior da tela de Visualização 3D.
Figura 12.15 – Copiando para área de
transferência.
O Software da Topografia e Geodésia
139
12.4.1. Bitmap
Salvar em Arquivo
Este comando cria uma imagem no formato de bitmap (.bmp). Para isso, selecione o comando
Bitmap
Salvar em Arquivo na barra superior da tela de Visualização 3D.
Figura 12.16 – Salvando a visualização no
formato (*.bmp).
Será apresentado um quadro para definição do nome do arquivo a ser salvo. Neste quadro, dê um
nome para o arquivo e selecione uma pasta para salvá-lo e clique em Salvar. O arquivo terá a extensão
(*.bmp).
O Software da Topografia e Geodésia
140
Capítulo
13
MAPA DE DECLIVIDADES
O Mapa de Declividades é uma prática ferramenta do DataGeosis muito utilizada na elaboração de
vários tipos de projetos, tais como: Análise da declividade de um Terreno para fins de Loteamento, detecção
de áreas críticas para desmoronamento em encostas, planejamento de lavouras agrícolas, entre outros.
O mapa de declividades somente poderá ser gerado após o cálculo do MNT.
13.1 CÁLCULO DO MAPA DE DECLIVIDADES
Para gerar o mapa de declividades, selecione o menu Projeto
Mapa de Declividades ou o ícone
da barra de ferramentas Projeto/Medições.
Figura 13.1 – Construindo um
Mapa de Declividades.
Será apresentado o seguinte quadro:
O Software da Topografia e Geodésia
141
Figura 13.2 – Configuração dos dados a serem usados para o
cálculo.
Neste quadro, estão disponíveis as guias Config e Cores.
No momento em que o quadro anterior é aberto, a guia Config é automaticamente selecionada.
Nesta guia, defina:
Superfície: define a superfície que será utilizada para o cálculo do mapa de declividade. Para isso,
selecione a superfície diretamente nesta caixa.
Camadas para Inclusão/Exclusão: define as áreas onde se deseja o estudo através do mapa de
declividades. A primeira camada selecionada será referente à camada de inclusão do mapa, como por
exemplo, a divisa de uma propriedade rural. A segunda e demais camadas selecionadas serão referentes
às camadas de exclusão, ou seja, onde não se deseja o mapa de declividades, como por exemplo, rios e
lagos. Para isso, selecione a primeira camada (inclusão) com o botão esquerdo do mouse, em seguida
selecione a segunda e demais camadas (exclusão) mantendo a tecla Ctrl selecionada. Se não houver
camada de exclusão, selecione somente a primeira camada (de inclusão).
Número de cores: define o número de classes ou intervalos de declividades que o desenho irá
conter. Cada classe possuirá uma cor diferente. Para isso, selecione o numero de cores nesta caixa.
Inserir Legenda. Permite ao usuário, inserir um quadro no desenho, contendo os dados
correspondentes às classes de declividades com suas respectivas áreas. Se esta opção não for ativada,
não será possível a geração da legenda no desenho, após o cálculo do mapa. Ative esta opção.
O Software da Topografia e Geodésia
142
Unidades de Áreas: define a unidade de área apresentada na legenda gerada no desenho. O
DataGeosis calcula a área correspondente a cada classe de declividades criada e fornece-as na legenda.
Selecionando a guia Cores, será aberto o seguinte quadro:
Figura 13.3 – Definição das percentagens de cada classe de
declividade.
Neste quadro defina:
Porcentagem da declividade: define o intervalo de declividade em cada classe de declividades
(definidas na guia Config).
Cores: define a cor de cada classe de declividades, para melhor visualização de cada classe no
desenho.
Inserindo os valores desejados e clicando em OK, será iniciado o cálculo do mapa de declividades.
Ao final do cálculo este mapa será apresentado no desenho (Figura 13.4) e o programa criará
automaticamente a camada $DECLIVIDADES, que conterá o mapa.
O Software da Topografia e Geodésia
143
Figura 13.3 – Exemplo de Mapa de Declividades.
Para alteração das cores de cada declividade é preciso que se calcule o Mapa de Declividades
novamente, pois não há a possibilidade de alteração através do comando Alterar
Propriedades.
13.2 GERAÇÃO DA LEGENDA
Para a geração da legenda do mapa de declividades, é necessário que no momento da geração do
mapa, a opção inserir legenda esteja ativada.
Para inserir a legenda, clique no ícone
da barra de ferramentas de desenho e depois clique
sobre o ponto de inserção da legenda na tela gráfica. A última tabela criada será inserida na tela gráfica. Na
tabela de declividades, serão visualizados a cor, o intervalo de declividades e a área de cada classe
calculada.
Para cancelar o comando clique com o botão direito do mouse na tela gráfica e selecione
CANCELA ou aperte a tecla ESC no teclado;
Para editar a tabela selecione o comando Alterar
Propriedades ou o ícone
(ver item
9.5.1.6) e clique sobre ela;
O Software da Topografia e Geodésia
144
Capítulo
14
ÁREA DE INUNDAÇÃO
Esta ferramenta é muito utilizada em projetos de barragens, pois permite calcular e criar um mapa
das áreas que serão inundadas, a partir de uma cota de projeto. Dessa forma, o programa calcula o volume
de água necessário para inundar uma área abaixo de uma determinada cota de projeto.
Para iniciar os cálculos da área a ser inundada, selecione o comando Projeto
Inundação ou o ícone
Área de
da barra de ferramentas Projeto/Medições.
Figura 14.1 – Delimitando Áreas
de Inundação.
Neste momento, clique sobre uma das linhas do polígono que define o limite da área a ser
inundada.
A seguinte tela será apresentada:
O Software da Topografia e Geodésia
145
Figura 14.2 – Definindo a Cota de Projeto e o intervalo de
integração.
Nesta tela defina:
cota do nível d’água: define a cota do projeto. Para isso, digite a cota do projeto na caixa
correspondente.
intervalo de integração: define o intervalo de integração para o cálculo do volume de água. Para
isso, digite o intervalo na caixa correspondente. Observe que quanto menor o intervalo de integração, maior
será a precisão do cálculo, porém, maior será o tempo de processamento.
. Preenchidos os dados clique em calcular.
Após o cálculo serão apresentados na mesma caixa, os valores da área da superfície inundada e o
seu respectivo volume, conforme apresentado na Figura abaixo:
Figura 14.3 – Resultados da Área e Volume de inundação.
O Software da Topografia e Geodésia
146
. Clicando em sair, será criado um mapa representativo da área a ser inundada
(Figura 14.4), conforme mostra a Figura abaixo, e o programa criará automaticamente a camada
$INUNDAÇÃO. O usuário poderá
Figura 14.4 – Exemplo de Mapa de Área de Inundação.
O Software da Topografia e Geodésia
147
Capítulo
15
CÁLCULO DE DISTÂNCIAS E ÁREAS
15.1 CÁLCULO DE DISTÂNCIAS
O DataGeosis possibilita o cálculo da distância plana e inclinada entre dois pontos considerando
apenas as coordenadas inicial e final do alinhamento, assim como considerando o caminho percorrido,
utilizando para isso, o modelo numérico do terreno.
15.1.1 Cálculo da Distância Plana e 3D
Esta ferramenta permite o cálculo de distâncias plana e inclinada (3D) entre dois pontos. Na
distância plana, o programa calcula a distância entre dois pontos, projetada no plano TOPOGRÁFICO. Na
distância 3D, o programa calcula a distância inclinada entre os dois pontos.
Para calcular as distâncias, selecione o comando Medidas
Distância Plana, ou o ícone
da
barra de ferramentas Projeto/Medições.
Figura
15.1
–
Calculando
Distância entre pontos.
Ao selecionar o comando Distância Plana, o usuário deverá definir o alinhamento a ser medido. Isso
pode ser realizado de duas formas: através do teclado, digitando o número ou nome dos pontos, ou através
do mouse.
e
Para definir os pontos usando o mouse, basta selecionar ícone engatar em pontos
selecionar os dois pontos na seqüência em que devem ser calculados.
A inserção dos pontos através da digitação do nome ou do número dos pontos é realizada na caixa
de comandos da barra de ferramentas inferior, ativada após a seleção do comando Distância Plana.
O Software da Topografia e Geodésia
148
Na caixa de comandos da barra de ferramentas inferior, digite o número ou nome (coluna Ponto
Visado da planilha) do primeiro ponto a ser ligado e tecle ENTER no teclado. Na mesma caixa, digite o
nome ou número do segundo ponto da linha a ser medida e tecle ENTER no teclado.
Seja qual for a maneira de definição dos pontos, será aberto o seguinte quadro:
Figura 15.2 – Resultados da medida de
distância.
Neste quadro, é mostrado o resultado do cálculo das distância plana e 3D, assim como o desnível
entre os pontos e o azimute do alinhamento.
Distância 3D: é a distância inclinada entre dois pontos. Esta distância é calculada em função das
coordenadas dos pontos inicial e final, não considerando o caminho percorrido. Em outras palavras, esta
distância é o comprimento da linha que liga os dois pontos.
Distância Plana: é a distância inclinada (3D) entre dois pontos, projetada no plano horizontal.
Desnível: é a diferença de cotas entre dois pontos. O desnível calculado é o resultado da subtração
das cotas do segundo ponto selecionado pelo primeiro. Dessa forma, se a cota do segundo ponto for menor
que a do primeiro, o desnível será negativo.
Azimute: é o azimute do alinhamento definido para cálculo das distâncias. O azimute calculado é o
do alinhamento com a direção do primeiro para o segundo ponto selecionados.
Como pode-se notar, a ordem de definição dos pontos é muito importante, pois define o sentido do
alinhamento para cálculo do desnível e do azimute. Isso se deve ao fato de que os cálculos efetuados são
relativos ao alinhamento que liga o primeiro ponto ao segundo, definidos pelo usuário.
É bom ressaltar que esta função calcula a distância entre dois pontos em função somente dos
pontos inicial e final, não considerando o caminho percorrido. Portanto, o programa só calcula desnível
entre pontos pertencentes à planilha, pois, pontos não pertencentes à planilha não possuem cota. Para
calcular desníveis entre pontos fora da planilha, selecionando-os diretamente na tela gráfica, deve-se
calcular o modelo numérico do terreno antes.
O Software da Topografia e Geodésia
149
15.1.2 – Cálculo da Distância de Superfície
Esta ferramenta permite calcular a distância de percurso entre dois pontos, ou seja, considera a
superfície do terreno para medir a distância. Portanto, esta distância somente será calculada de forma
correta se o modelo numérico do terreno estiver calculado.
Para calcular a distância de superfície, selecione o comando Medidas
Distância Superfície.
Figura
15.3
–
Calculando
Distância de Superfície.
Ao selecionar o comando Distância Superfície, o usuário deverá definir o alinhamento a ser
medido. Isso pode ser realizado de duas formas: através do teclado, digitando o número ou nome dos
pontos, ou através do mouse.
e
Para definir os pontos usando o mouse, basta selecionar ícone engatar em pontos
selecionar os dois pontos na seqüência em que devem ser calculados.
A inserção dos pontos através da digitação do nome ou do número dos pontos é realizada na caixa
de comandos da barra de ferramentas inferior, ativada após a seleção do comando Distância Superfície.
Na caixa de comandos da barra de ferramentas inferior, digite o número ou nome (coluna Ponto
Visado da planilha) do primeiro ponto a ser ligado e tecle ENTER no teclado. Na mesma caixa, digite o
nome ou número do segundo ponto do alinhamento a ser medido e tecle ENTER no teclado.
Após a inserção dos dois pontos será calculada a distância de superfície e será aberta a seguinte
caixa, mostrando o resultado dos cálculos.
O Software da Topografia e Geodésia
150
Figura 15.4 – Resultado do cálculo da
distância de superfície.
15.2 CÁLCULO DE ÁREAS
15.2.1 Cálculo de Área Plana
O DataGeosis permite o cálculo da área plana de um determinado polígono, (pode ser um polígono
formado por linhas ou poli-linha), bastando que o mesmo seja fechado.
Para calcular a área plana, selecione o comando Medidas
da
Criar Área Plana, ou o ícone
barra de ferramentas Projeto/Medições.
Figura 15.5 – Calculando Área
Plana.
Será apresentada a seguinte tela:
Figura 15.6 – Definição do Polígono a ser medido.
O Software da Topografia e Geodésia
151
Clique em OK e em seguida clique sobre uma das linhas do polígono a ser medido. O vértice mais
próximo da linha escolhida será o ponto de partida para a medição e para a geração do memorial descritivo.
Uma nova tela para inserção do nome da área a ser criada será apresentada:
Figura 15.7 – Definindo um nome para a área
medida.
Este procedimento será necessário, pois o DataGeosis irá criar uma lista de áreas medidas que
estarão disponíveis para geração do memorial descritivo ou conferência de área evitando a necessidade de
nova medição. Insira o nome desejado e clique em OK.
A seguinte tela é aberta:
Figura 15.8 – Configuração e Edição de Áreas e Memoriais
O Software da Topografia e Geodésia
152
Esta é a tela principal de medição de área e nela pode-se configurar o Memorial Descritivo. A
seguir são apresentadas todas as funções disponíveis para a edição da área criada.
Inicialmente serão apresentadas as seguintes opções:
A primeira caixa apresenta uma lista com todas as áreas calculadas no projeto atual.
É utilizado para apagar uma área selecionada na primeira caixa.
É utilizada para renomear a área selecionada na primeira caixa.
ÁREA: Apresenta o valor da área calculada;
PERIM.: Apresenta o valor do perímetro da área calculada;
VERTICES: Mostra o total de vértices da área calculada;
Possibilita salvar na área de transferência os valores da área ou do perímetro.
Distância: Permite configurar a distância a ser apresentada em topográfica local ou plana UTM, que
serão apresentadas no memorial descritivo;
Ângulo: Mostra uma lista com os tipos de ângulos que podem ser apresentados no memorial
descritivo;
Coordenadas: Mostra uma lista com os tipos de coordenadas que podem ser apresentadas no
memorial descritivo;
Unidade de Área: Mostra uma lista com os tipos de unidade de área que podem ser apresentadas
no memorial descritivo.
O Software da Topografia e Geodésia
153
A figura acima permite visualizar os pontos que formam cada alinhamento que define o limite da
gleba medida, a distância de cada alinhamento, o ângulo de orientação e as coordenadas
definidoras dos vértices do polígono medido. Estas informações serão utilizadas para gerar o
memorial descritivo. Na última coluna da tabela, pode-se inserir os confrontantes da propriedade.
Opções: Permite configurar as seguintes opções::
Criar Tabela área atual: Possibilita a definição de uma tabela no desenho, contendo a área
medida.
Redesenhar Área: Permite que o usuário redesenhe a área. Isso pode ser necessário se, por
exemplo, as linhas que definem a ária tiverem sido apagadas por algum motivo.
Inserir Divisas e Confrontantes: Permite ao usuário, a possibilidade da inserção de divisas e
confrontantes no memorial.
Altura da Linha: Define a altura da linha da tabela.
Comprimento: Define o comprimento da linha a ser inserida para marcar a divisa com os
confrontantes.
Camada: Define a camada gráfica a qual a área será transferida;
Altura dos textos: Define a altura do texto na tabela a ser inserida;
Matrícula: Define o número de matrícula do imóvel para apresentação no memorial descritivo.
Se em algum momento o usuário necessitar retornar a esta tela de configuração e edição de áreas,
selecione o menu ATERAR
ÁREAS.
O Software da Topografia e Geodésia
154
Através deste comando, é gerado o memorial descritivo da área medida. Após clicar neste ícone,
será aberta a seguinte tela de pré-visualização do memorial descritivo:
Figura 15.9 – Visualização do Memorial Descritivo.
Nesta tela, estão disponíveis os seguintes comandos:
Salva o relatório do memorial descritivo criado. Ao clicar neste ícone, será aberto o quadro
Salvar Como do Windows. Defina o local de salvamento e o tipo de arquivo a salvar, depois clique em
Salvar.
Imprime o relatório do memorial descritivo criado.
Configura o relatório do memorial descritivo criado. Clicando neste ícone, será aberta a caixa
Configuração da página de impressão do memorial descritivo:
O Software da Topografia e Geodésia
155
Figura 15.10 – Tela para configuração da página de impressão.
Configuração do relatório: Nesta opção, o usuário pode definir a configuração do relatório do
memorial descritivo. Defina as seguintes opções:
Cabeçalho: Define o texto que aparecerá no cabeçalho do relatório do memorial descritivo. Ele
aparece logo acima do texto do memorial. No Cabeçalho, pode-se definir o título e o sub-título;
Título: Define o título do cabeçalho do memorial descritivo;
Sub-Título: Define o sub-título do cabeçalho do memorial descritivo;
Rodapé: define o texto que aparecerá no rodapé do relatório. Ele aparece logo abaixo do texto do
memorial. No rodapé, pode-se definir o título e o sub-título;
Título: define o título do rodapé do memorial descritivo.
Sub-título: define o sub-título do rodapé do memorial descritivo
Logomarca: define a logomarca da empresa no relatório, que aparecerá no cabeçalho ao lado do
título e subtítulo do relatório.
Através deste ícone, pode-se definir a posição da logomarca no cabeçalho em relação ao
título e ao subtítulo. A logomarca visualizada no relatório é a ativa, que foi definida anteriormente no menu
Projeto
Dados do Projeto (ver item 5.2). Pode-se alterá-la a qualquer momento através deste último
comando.
O Software da Topografia e Geodésia
156
Desativar: Desativa a logomarca, ou seja, não haverá logomarca no cabeçalho do memorial
descritivo.
Configuração de página: Nesta opção, o usuário pode definir a configuração da página do relatório
do memorial descritivo. Defina as seguintes opções:
Margens: define as margens da página do memorial descritivo.
Cabeçalhos e Rodapés: define a altura em milímetros (mm), do cabeçalho e do rodapé.
Têm-se ainda, da Figura 15.9 as seguintes opções:
Permite alterar a visualização das páginas.
Zoom Mais: Aumenta o zoom de visualização do relatório.
Zoom Menos: Diminui o zoom de visualização do relatório.
Ajusta o relatório à largura da página.
Ajusta a página do relatório à altura da tela de visualização.
Permite definir uma percentagem de Zoom à página do relatório.
Sai da tela de visualização do memorial.
Caso o usuário deseje, poderá imprimir o memorial ou ainda salvá-lo no formato (*.rtf),
possibilitando sua abertura em um editor de texto. Dentro do editor de textos, o usuário pode alterar o
conteúdo do memorial, editando-o de acordo com suas necessidades. Para salvar o memorial selecione o
menu Arquivo
Salvar Como.
Os dados relativos ao projeto como Propriedade, Proprietário, Município, Comarca e Estado serão
inseridos no relatório de acordo com os dados editados no menu Projeto
Dados do Projeto (ver item
5.2).
O Software da Topografia e Geodésia
157
15.2.2 – Cálculo de Área Superfície:
Esta ferramenta permite calcular a área de superfície, ou seja, considera a superfície do terreno
para obtenção da área.
Para calcular uma área de superfície, selecione o comando Medidas
Área Superfície e depois
clique sobre uma das linhas do polígono a ser medido. Será apresentada a seguinte tela:
Figura 15.11 – Definição do intervalo de
integração utilizado no cálculo da área superfície.
Nesta tela, o usuário define o intervalo de integração para o cálculo da área. Quanto menor o
intervalo de integração, maior será a precisão do cálculo. Insira o intervalo desejado e clique em OK. Será
aberto um novo quadro com o resultado do cálculo da área.
Figura 15.12 – Tela de cálculo e apresentação do
resultado.
O Software da Topografia e Geodésia
158
15.3 DIVISÃO DE ÁREAS
Com o DataGeosis Versão 2.3 é possível dividir áreas por três diferentes métodos: Ponto, Paralelo
ou Azimute.
Para iniciar o processo de divisão é necessário primeiramente calcular a área a ser dividida
conforme visto no item 15.2.1 – Cálculo de Área Plana, para conhecimento da área total e planejamento da
divisão.
Para iniciar o processo de divisão de área, selecione o comando Projeto
Dividir Área.
Figura 15.13 – Dividindo Áreas.
Ao selecionar este comando, o usuário deverá definir a entidade gráfica (área) a ser dividida. Para
isso, clique em uma das linhas que definem o polígono a ser dividido.
Será aberta a seguinte caixa:
O Software da Topografia e Geodésia
159
Figura 15.14 – Tela principal do processo de divisão de áreas.
Nesta caixa, são apresentados os valores das áreas divididas e a área total, assim como o tipo de
divisão utilizada. A seguir são apresentados todos os comandos desta caixa:
AREA TOTAL: Apresenta o valor total da área a ser dividida;
ÁREA 1: Apresenta o valor da primeira área dividida (a área hachurada);
ÁREA 2: Apresenta o valor da segunda área dividida;
Permite confirmar os valores do processo de divisão efetuado.
Tipo: Define o tipo de divisão utilizada, podendo ser utilizadas as seguintes opções:
Paralelo: Neste método de divisão, um polígono (área) é dividido em dois outros através de uma
linha divisória paralela a um dos lados deste polígono. Para isso, selecione esta opção, em seguida clique
sobre a linha a qual a linha de divisa será paralela. Neste momento, movimente o cursor sobre o desenho e
clique próximo ao ponto onde se deseja que a divisa se localize, definindo uma linha paralela à anterior.
Serão ativadas as caixas para definição dos valores de áreas para cada polígono da divisão. Entre com o
valor desejado e clique em
para confirmar.
O Software da Topografia e Geodésia
160
Azimute: Neste método de divisão, um polígono (área) é dividido em dois outros através do azimute
da linha divisória. A definição do azimute pode ser feita de duas maneiras. Na primeira maneira, clique duas
vezes sobre o desenho para definir o primeiro e o segundo ponto do alinhamento que será utilizado como
linha de divisa, observe que o azimute é calculado automaticamente. Na segunda maneira, digite o azimute
do alinhamento diretamente na caixa Azimute. Será mostrada uma hachura sobre a área a ser dividida.
Clique próximo ao ponto onde se deseja que a divisa se localize, definindo assim, a linha de divisa. Serão
ativadas as caixas para definição dos valores de áreas para cada polígono da divisão. Entre com o valor
desejado e clique em
para confirmar.
Vértice e Sentido: Neste método de divisão, um polígono (área) é dividido em dois outros, através
da definição de dois pontos. O primeiro ponto (vértice do polígono) define o ponto inicial da linha de divisão,
enquanto que o segundo define o sentido da linha de divisão. Selecione a opção Vértice e Sentido e em
seguida, clique sobre um vértice do polígono para a definição do primeiro ponto. Neste momento,
movimente o cursor sobre o desenho e selecione o segundo ponto para que seja definida a direção da linha
de divisão. Serão ativadas as caixas para definição dos valores de áreas para cada polígono da divisão.
Entre com o valor desejado e clique em
para confirmar.
Seja qual for o método de divisão utilizada, a medida que o usuário move o cursor do mouse sobre
o objeto, o programa gera uma hachura sobre uma das áreas (ÁREA 1), para melhor visualização das
áreas divididas, assim como, mostra as alterações nos valores das áreas devido à movimentação do
mouse. Ao definir a linha divisória, o programa calcula as duas áreas e preenche os campos com as áreas
calculadas.
Se o usuário preferir, pode dividir a mesma área determinando a porcentagem que cada uma terá
após a divisão. Para isso, basta definir a linha divisória como feito anteriormente, e definir a percentagem
para a ÁREA 1, que o programa gera uma nova linha divisória, a partir do ponto inicial.
Azimute: Nesta caixa, o usuário define o azimute da linha divisória, caso o método selecionado seja
por Azimute.
Opções: Define os seguintes comandos:
Quebrar Linhas: este comando serve para quebrar as linhas que interceptam a linha de divisão.
Inserir Pontos: este comando insere, na planilha, os pontos referentes aos extremos da linha
divisória. Os pontos são inseridos no final da planilha com o tipo Ponto Fixo, e com atributo DIVISA.
Camadas P/ Linhas: Define, dentre a lista de camadas do projeto atual, a camada a qual a linha de
divisa irá pertencer.
Ao final da Divisão Clique em OK.
O Software da Topografia e Geodésia
161
Capítulo
16
PROJETO DE PERFIS
Esta ferramenta possibilita a geração de perfis longitudinais e transversais a partir da definição de
um alinhamento. Ao criar um perfil longitudinal utilizando-se a versão Professional ou Vias, pode-se gerar
greides e seções tipo, possibilitando o cálculo de volumes entre um greide e a superfície do terreno
representada pelo Modelo Numérico do Terreno. Utilizando-se a versão Vias pode-se realizar trabalhos em
Projetos Geométricos de Estradas, permitindo o cálculo de Curvas Horizontais e Verticais além de Seções
Tipos Intercaladas, Super Elevação e Super Largura.
Para iniciar um projeto de perfil é necessário criar um alinhamento do qual se deseja obter o perfil.
Para isso, utilize a função Construir
Inserir Linha ou o ícone de atalho
da barra de ferramentas
de Desenho e construa um alinhamento dentro dos limites da área levantada. Em seguida selecione o menu
Projeto
Perfil Projeto ou o ícone de atalho
da barra de ferramentas Projeto/Medições.
Figura 16.1 – Construindo Perfis.
Após selecionar o comando Perfil Projeto, clique no alinhamento criado, próximo a um dos seus
vértices. Os perfis longitudinal e transversal serão criados a partir do vértice inicial mais próximo ao ponto
clicado. Dessa forma, a seguinte tela será ativada:
O Software da Topografia e Geodésia
162
Figura 16.2 – Definindo um nome para o
perfil.
Nesta caixa, o usuário deverá definir um nome para o novo perfil gerado. Digite o nome desejado
clique em OK.
Clicando em OK, o programa automaticamente apresentará o alinhamento horizontal (Versão Vias
Standard) ou o Perfil Longitudinal (Versões Standard Plus ou Professional). Serão criados automaticamente,
o perfil longitudinal e as seções transversais do alinhamento selecionado. No caso Versão Vias Standard,
será apresentada a seguinte tela:
Figura 16.3 – Tela de visualização do alinhamento horizontal criado.
Nesta tela, são apresentados os resultados dos cálculos dos perfis. Nela, o usuário pode visualizar
e editar os perfis longitudinal e transversal, assim como o alinhamento horizontal, criados a partir do
alinhamento definido anteriormente.
O Software da Topografia e Geodésia
163
O DataGeosis gera os perfis de acordo com uma configuração padrão para todos os seus projetos,
sendo que o usuário pode efetuar modificações nestas configurações. A seguir será feita uma apresentação
de todas as ferramentas disponíveis para estes fins.
16.1 BARRA DE FERRAMENTAS VISUALIZAR
Na figura seguinte, é mostrada a barra de ferramentas Visualizar:
Nesta barra, estão disponíveis as seguintes ferramentas:
Seleciona o perfil a ser visualizado na tela, dentre o conjunto de
perfis criados. Para isso, clique nesta caixa e selecione o perfil desejado.
Apagar. Apaga o perfil visualizado, selecionado na caixa anterior. Para isso, selecione o
perfil a ser apagado, na caixa mostrada anteriormente, e clique sobre o botão apagar. Clique no
botão Sim da caixa de diálogo aberta, confirmando a exclusão.
Renomear. Dá um novo nome ao perfil selecionado. Para isso, selecione o perfil na caixa
de seleção mostrada anteriormente e clique no botão renomear. Será aberta uma caixa para a
edição do novo nome do perfil. Digite o novo nome do perfil e clique em OK.
Visualizar Perfil Longitudinal. Permite a visualização do Perfil Longitudinal do perfil
selecionado. Para isso, selecione o perfil na caixa de seleção mostrada anteriormente, e clique
sobre este botão.
Visualizar Perfil Transversal. Permite a visualização do Perfil Transversal do perfil
selecionado. Para isso, selecione o perfil na caixa de seleção mostrada anteriormente, e clique
sobre este botão.
Visualizar Alinhamento Horizontal. Permite a visualização do Alinhamento Horizontal do
perfil selecionado. Para isso, selecione o perfil na caixa de seleção mostrada anteriormente, e clique
sobre este botão.
O Software da Topografia e Geodésia
164
16.2 BARRA DE FERRAMENTAS ZOOM/REDRAW
Na figura seguinte, é mostrada a barra de ferramentas Zoom/Redraw:
Nesta barra, estão disponíveis as seguintes ferramentas:
Zoom janela: Abre uma janela ao redor da área onde se deseja ampliar a visualização;
Mover Janela (Pan): Move a janela de visualização para todos os lados. Pode-se utilizar as
setas direcionais do teclado para movimentar a janela de visualização;
Zoom Geral: Enquadra o desenho no espaço de tela disponível;
Zoom X: Amplia determinada parte do desenho, baseado em fator de escala, sendo que
este fator de escala serve somente para visualização;
Distanciar: Distancia o desenho que está sendo visualizado;
Redesenhar: Redesenha o desenho, limpando a tela de visualização;
16.3 BARRA DE FERRAMENTAS CONFIGURAÇÕES
Na figura seguinte, é mostrada a barra de ferramentas Configurações.
Nesta barra, estão disponíveis as seguintes ferramentas:
Desenho. Este comando possibilita retornar à tela gráfica do ambiente de desenho. Para
isso, basta clicar no ícone.
Configurações gerais. Este comando permite a alteração das configurações gerais de
todos os perfis do projeto, ou seja, dos alinhamentos horizontais, dos perfis longitudinais e dos
perfis transversais. As alterações feitas nesta caixa serão efetuadas em todos os perfis do projeto.
Ao clicar neste botão, será aberta a seguinte caixa:
O Software da Topografia e Geodésia
165
Figura 16.4 – Configurações Gerais dos Perfis.
Nesta caixa, defina:
Superfícies: Esta ferramenta define as superfícies disponíveis ao usuário para visualização dos
perfis e cálculo do volume de corte e aterro. Caso haja mais de uma superfície no projeto, será
possível calcular o volume de corte e/ou aterro entre elas, bem como visualizar na mesma tela os
perfis referentes às duas superfícies. Na primeira caixa, são listadas todas as superfícies existentes
no projeto. Na segunda, são mostradas as superfícies que serão utilizadas no projeto. Através dos
botões
e
, pode-se selecionar as superfícies a serem utilizadas nos cálculos.
Integração: É a distância em metros, da integração matemática utilizada para o cálculo dos
volumes de corte e aterro. Quanto menor este valor, mais preciso serão os cálculos.
Estaqueamento: Define a distância entre as estacas, ou seja, a distância entre as seções
transversais do alinhamento. Esta distância é medida ao longo do alinhamento que define o perfil
longitudinal.
Ativar Corte/Aterro: Esta função ativa as operações de cálculo de volumes de corte e aterro. É
utilizada no cálculo do volume de corte e aterro entre duas superfícies ou entre uma superfície e um
greide. Esta opção só será habilitada após a definição das duas superfícies utilizadas no cálculo
(definido através da caixa Superfícies, mostrada anteriormente) ou após a criação de um greide.
Superfície/Greide: Define a superfície de projeto que será utilizada nos cálculos de volume de corte
e aterro. Essa opção só será habilitada se a opção Ativar Corte/Aterro for ativada.
O Software da Topografia e Geodésia
166
Superfície: Define a superfície do terreno natural que será utilizada nos cálculos de volume de corte
e aterro.
Caixão: Define os elementos que serão visualizados no caixão dos perfis. A primeira caixa mostra
todos os elementos que não estão ativos no caixão, portanto, podem ser ativados. A segunda caixa
mostra os elementos que estão ativos. Para alterar os elementos ativos, são utilizados os botões
e
. A seguir são listados os elementos disponíveis no DataGeosis.
Estaqueamento;
Curvas Verticais;
Cotas/Greide;
Distâncias;
Curvas Horizontais;
PIVs;
Cotas Terreno;
Pis;
Interseções
Coordenadas;
Corte/Aterro;
Configurar Perfil Longitudinal. Este comando permite a alteração das configurações dos
perfis longitudinais gerados pelo programa. Para isso, antes de selecionar este comando, ative a
visualização do perfil longitudinal, através do ícone Visualizar Perfil Longitudinal mostrado no item
16.1. Será aberta a seguinte caixa:
Figura 16.5 – Configurações do Perfil Longitudinal.
O Software da Topografia e Geodésia
167
Nesta caixa, defina:
Título: Define o título do perfil longitudinal. O título é importante para facilitar a identificação do
perfil, quando houver mais de um perfil no projeto;
Espaçamento: É a distância entre a borda (início e fim) do perfil e a borda da grade (folga). Esta
distância aparecerá nos dois lados do perfil;
Intervalo Grade: é o valor do espaçamento entre as linhas da grade horizontal;
Altura do Caixão: é a altura da linha (célula) do caixão do perfil;
Escala Horizontal: É a escala de apresentação do desenho na horizontal;
Escala Vertical: É a escala de apresentação do desenho na vertical;
Tipos de Linhas/Cores/Alturas de Textos(mm): Define o tipo de linha, cor e altura dos textos das
superfícies, da Grade, da Grade Intermediária, das legendas e tabelas de corte e aterro.
Fonte título: Define a fonte do texto do título do perfil, dentre uma lista disponível no DataGeosis;
Fonte Cotas: Define a fonte dos textos que aparecerão nos perfis, dentre uma lista disponível no
DataGeosis;
Altura Título (mm): Define a altura do texto do título do perfil;
Opções: permite configurar as seguintes opções:
Grade principal: Habilita uma grade principal no desenho do perfil.
Grade Intermediária: Habilita uma grade intermediária no desenho do perfil.
Inserir Tabelas: Possibilita a inserção de tabelas de dados do perfil calculado, ao lado do
desenho, após o cálculo do perfil.
Inserir Diagrama de Massas: Permite a inserção do diagrama de massas do perfil;
Ordenada Inicial: Define o valor da ordenada do ponto inicial do alinhamento;
Configurar Perfil Transversal. Este comando permite a alteração das configurações dos
perfis transversais gerados pelo programa. Para isso, antes de selecionar este comando, ative a
visualização do perfil Transversal, através do ícone Visualizar Perfil Transversal, mostrado no item
16.1. Será aberta a seguinte caixa:
O Software da Topografia e Geodésia
168
Figura 16.6 – Configurações do Perfil Transversal.
Nesta caixa defina:
Largura da Seção: Define a largura da Seção Transversal, ou seja, a largura de cada lado da
seção, direita e esquerda, em metros.
Espaçamento: É a distância entre a borda do perfil e a borda da grade (folga). Esta distância
aparecerá nos dois lados do perfil;
Intervalo Grade: é o valor do espaçamento entre as linhas da grade horizontal;
Altura do Caixão: é a altura da linha (célula) do caixão do perfil;
Escala Horizontal: É a escala de apresentação do desenho na horizontal;
Escala Vertical: É a escala de apresentação do desenho na vertical;
Tipos de Linhas/Cores/Alturas de Textos(mm): Define o tipo de linha, cor e altura dos textos das
superfícies, da Grade, da Grade Intermediária, das legendas e tabelas de corte e aterro.
Fonte título: Define a fonte do texto do título do perfil transversal, dentre uma lista disponível no
DataGeosis;
Fonte Cotas: Define a fonte dos textos que aparecerão nos perfis, dentre uma lista disponível no
DataGeosis;
Altura Título (mm): Define a altura do texto do título do perfil;
Opções: permite configurar as seguintes opções:
Grade principal: Habilita uma grade principal no desenho do perfil.
Grade Intermediária: Habilita uma grade intermediária no desenho do perfil.
Inserir Tabelas: Possibilita a inserção de tabelas de dados do perfil calculado, ao lado do
desenho, após o cálculo do perfil.
O Software da Topografia e Geodésia
169
Configurar Alinhamento Horizontal: Este comando permite a alteração das configurações
dos alinhamentos Horizontais gerados pelo programa. Para isso, antes de selecionar este comando,
ative a visualização do Alinhamento Horizontal, através do ícone Visualizar Alinhamento
Horizontal, mostrado no item 16.1. Será aberta a seguinte caixa:
Figura 16.7 – Configurações do Alinhamento Horizontal.
Nesta tela deve-se definir os parâmetros a serem utilizados para o cálculo do raio mínimo das
curvas horizontais (atrito longitudinal e velocidade diretriz) e o valor máximo para a super elevação:
Atrito Longitudinal: Define o coeficiente de atrito longitudinal utilizado no projeto;
Velocidade: Define a velocidade diretriz de projeto, em Km/h;
Superelevação Máxima: Define a superelevação máxima para o projeto;
Visualizar: Nos comandos deste item, o usuário deve definir os elementos a serem visualizados no
desenho do alinhamento horizontal, tais como, Bordas da pista, Faixa de Exploração e
estaqueamento:
Bordas da Pista: Ativa a visualização das bordas da pista nos alinhamentos horizontais;
Faixas de Exploração: Ativa a visualização das faixas de exploração nos alinhamentos
horizontais;
O Software da Topografia e Geodésia
170
Estaquear Alinhamento: Permite a visualização do estaqueamento nos alinhamentos
horizontais. Pode-se configurar os seguintes parâmetros de visualização do estaqueamento:
Intervalo: Define o intervalo entre as estacas a serem cotadas.
Cotar: Define a forma de cotagem das estacas no desenho do alinhamento
horizontal, ou seja, como as estacas serão identificadas no desenho, podendo ser
pelo número da estaca ou pela distância à origem do alinhamento.
Acostamentos: Ativa a visualização dos acostamentos nos alinhamentos horizontais;
Taludes: Ativa a visualização dos taludes nos alinhamentos horizontais;
Tipos de Linhas/Cores/Alturas de Textos(mm): Esta opção é utilizada para definir o tipo de linha,
cor e altura dos textos dos Eixos, Bordas Internas, Faixa de Exploração, Taludes, e Legenda.
Itens das Tabelas: Define os elementos que serão visualizados na tabela. A primeira caixa mostra
todos os elementos que não estão ativos na tabela, enquanto a segunda caixa mostra os elementos
que estão ativos. Para alterar os elementos são utilizados os botões
e
. A seguir são
listados os elementos disponíveis no DataGeosis:
Curvas
Âgulo Central
Grau da curva
Tipo de Curva
Raio
Deflexão
Est. P1
Desenvolvimento
Tangente(s)
Def. Tangentes
Afastamento
Transição
Adicionar/ Remover Estacas: Este comando permite a adição ou remoção de estacas do
projeto. Para isso, clique neste botão, onde será aberta a seguinte caixa:
Figura 16.8 – Tela Adicionar/Remover
Estacas.
O Software da Topografia e Geodésia
171
Nesta caixa, defina:
Adicionar Estacas: Através desta ferramenta, pode-se inserir uma nova estaca no alinhamento.
Isso pode ser feito através das seguintes formas:
Estaca: Define uma estaca a ser inserida através de seu número, com referência ao ponto
de partida do alinhamento (estaca zero);
Distância: Define uma estaca a ser inserida, através da distância desta ao ponto de partida
do alinhamento:
Adiciona uma estaca ao perfil ativo. Para isso, defina os dados da estaca a ser inserida no
alinhamento, através das caixas distância ou estaca, mostradas anteriormente, em seguida clique
neste botão. A estaca definida será automaticamente transferida para a caixa da direita, que define
as estacas inseridas.
Remove uma ou mais estacas que foram inseridas após o cálculo dos perfis, através desta
caixa, ou seja, não removem estacas geradas no cálculo dos perfis. Para isso, selecione a estaca
desejada na caixa da direita, em seguida clique neste botão. Automaticamente a estaca selecionada
será removida do alinhamento.
Remove Estacas: Desabilita uma ou mais estacas pertencentes ao perfil ativo, que foram geradas
pelo programa, no momento do cálculo dos perfis. Para isso, utilize botões
e
. Clicando
em OK, a estaca será automaticamente desabilitada ou habilitada no projeto.
Configura Seções Tipo: Este comando permite a configuração de seções tipo. Para isso,
antes de selecionar este comando, ative a visualização do perfil longitudinal, através do ícone Visualizar
Perfil Longitudinal mostrado no item 16.1. Em seguida clique neste ícone. Será aberta a seguinte caixa:
Figura 16.9 – Tela utilizada para ativar as seções tipo para cada
trecho do projeto.
O Software da Topografia e Geodésia
172
Nesta caixa, defina:
Ativar Seção Tipo: Este comando habilita a opção de utilização de seções tipo;
INTERVALOS: Define o intervalo de seções transversais ao qual será aplicada a seção tipo;
Seção Tipo: Define a seção tipo que será utilizada nos perfis transversais.
Estaca Inicial: Apresenta a primeira estaca do intervalo ao qual será aplicada a seção tipo;
Estaca Final: Apresenta a última estaca do intervalo ao qual será aplicada a seção tipo;
Visualizar distâncias e cotas dos OffSets: Permite a visualização das distâncias e as cotas dos
Offsets nos desenhos dos perfis.
Editar Curvas Verticais: Este comando permite a criação e edição de curvas verticais no
projeto. Para isso, inicialmente, ative a visualização do perfil Longitudinal, através do ícone Visualizar Perfil
Longitudinal, mostrado no item 16.1. Após a criação do Greide (item 16.4) contendo as retas que irão
definir a curva vertical, clique no botão Editar curvas verticais, será aberta a seguinte caixa:
Figura 16.10 – Configurações das Curvas Verticais.
O Software da Topografia e Geodésia
173
Nesta caixa, defina:
Tipo de Linha: Define o traço da linha apresentada no desenho da curva vertical;
Cor: Define a cor da linha no desenho da curva vertical.
Altura: Define a altura dos textos apresentados na curva.
Estacas (PIV): Possibilita selecionar o número da estaca do PIV, calculado pelo programa; para
configuração da curva correspondente.
Cota (PIV): Apresenta a cota do PIV, calculado pelo programa.
Declividade (i1%): Define a declividade da primeira rampa.
Declividade (i2%): Define a declividade da segunda rampa.
Criar Curva: Habilita a criação da curva vertical.
Inserir Legendas: Permite a inserção de legenda ao lado do perfil longitudinal.
Tipo de concordância: Define que tipo de concordância que será utilizado para gerar a curva
vertical. Pode-se definir entre dois tipos: Parábola Simples ou Parábola Composta.
Dados Iniciais: Se o tipo de concordância escolhido for Parábola Simples, nesta caixa, serão
apresentados os seguintes elementos da curva:
Distância de Parada
Comprimento
Comp. Mínimo
Raio
Se o tipo de concordância escolhido for Parábola Composta, na caixa Dados Iniciais, serão
apresentados os seguintes elementos:
Distância de Parada
Comprimento (L2)
Comp. Mínimo
Raio (L1)
Comprimento (L1)
Raio (L2).
Ainda, são apresentados os seguintes elementos de projeto calculados pelo programa:
Flexa Máxima
Estaca (PIV)
Estaca (PCV)
Cota (PCV)
Estaca (PTV)
Cota (PTV)
Editar Curvas Horizontais: Este comando permite a criação e edição de curvas horizontais
no projeto. Para isso, inicialmente, ative a visualização do Alinhamento horizontal, através do ícone
Visualizar Alinhamento Horizontal, mostrado no item 16.1. Clicando no botão Editar Curvas Horizontais,
será aberta a seguinte caixa:
O Software da Topografia e Geodésia
174
Figura 16.11 – Configurações das Curvas Horizontais.
Nesta caixa, defina:
Curva Horizontal: Apresenta o nome da curva horizontal criada;
Tipo de Curva: Define o tipo de curva que será calculada, podendo ser: Curva Simples, Transição
Simétrica ou Transição Assimétrica.
Dados Iniciais da Curva Simples Circular: Este item será ativado se o tipo de curva escolhida
para o projeto for a Curva Simples. Neste item, são apresentados os elementos da curva calculada,
mostrados a seguir:
Raio
Deflexão
Estaca PC
Corda
Afastamento
Estaca PT
Grau da Curvas
Tangente
Desenvolvimento
Ângulo Central
Dados Iniciais da Curva de Transição: Este item será ativado se o tipo de curva escolhida para o
projeto for a Transição Simétrica ou Transição Assimétrica. Neste item, são apresentados os elementos da
curva calculada, mostrados a seguir:
O Software da Topografia e Geodésia
175
Raio
Desenvolvimento
Estaca TS
Transição (Máx)
Ângulo Central (TC)
Estaca ST
Comp. Transição (L1)
Afastamento
Estaca SC
Transição Mín.
Tângente L1
Estaca CS
Comp. Transição (L2)
Tangente L2
Raio Mìnimo: Apresenta o raio mínimo do projeto;
Def. Tangentes: Apresenta o valor da Def. Tangentes.
Ativar Curvas: Este comando habilita o cálculo da curva horizontal. Após a ativação da curva, esta
será visualizada no desenho do alinhamento horizontal;
Inserir Legendas: Possibilita a inserção de uma legenda ao lado do desenho da curva horizontal
calculada;
Inserir Tabela: Possibilita a inserção de uma tabela ao lado do desenho da curva horizontal
calculada;
Aplicar SuperElevação/Superlargura: Ativa a aplicação da superlargura e superelevação no
projeto.
Ao
selecionar
esta
opção,
são
ativados
os
campos
Dados
Iniciais
(Superelevação/Superlargura). A seguir serão apresentados os elementos pertencentes a cada
campo:
Dados Iniciais (Superelevação/SuperLargura: Nesta opção, são apresentados os seguintes
elementos de projeto:
Transição L1
Transição (Mín)
Tyransição L2
Trecho Circular
Tangente
Transição (Max)
Superlargura: Nesta opção, são apresentados os seguintes elementos de projeto:
Distância entre eixos
Balanço Dianteiro
Largura do veículo
SuperLargura
SuperElevação Nesta opção, são apresentados os seguintes elementos de projeto:
Tangente Lt
SuperElevação %
16.4 BARRA DE FERRAMENTAS CRIAR/EDITAR
Na figura seguinte, é mostrada a barra de ferramentas Criar/Editar:
Nesta barra, estão disponíveis as seguintes ferramentas:
Adicionar/Editar Modelos de Seções Tipo: Este comando permite a criação de um novo
modelo de seção tipo, ou a edição de um modelo existente. Para isso, antes de selecionar este
comando, ative a visualização do perfil longitudinal, através do ícone Visualizar Perfil Longitudinal
mostrado no item 16.1. Será aberta a seguinte caixa:
Figura 16.12 – Configurações das Seções Tipo.
Nesta caixa, defina:
MODELOS: Com esta ferramenta, pode-se criar, apagar e renomear um modelo, através dos
ícones mostrado a seguir:
Apresenta o modelo de seção tipo ativo, dentre uma lista de
modelos de seções criados no projeto;
O Software da Topografia e Geodésia
177
Renomear: Dá um novo nome ao modelo de seção tipo ativo.
Criar um Novo Modelo: Cria um novo modelo de seção tipo no projeto;
Apaga Modelo Atual: Apaga o modelo de seção tipo ativo;
Fontes: Define a fonte dos textos que serão visualizados no desenho da seção tipo, através das
seguintes opções:
Nome: Define o nome da fonte, dentre umas lista disponível no DataGeosis;
Altura (mm): Define a altura da fonte, em milímetros;
Tipos de Linhas/Cores: Esta opção serva para definir o tipo de linha e a cor do canteiro central,
Vias, Acostamentos, Passeios, Canaletas, Taludes e Legendas.
Canteiro Central: Através desta ferramenta, pode-se definir um canteiro central no projeto de vias.
Isso pode ser feito através das seguintes opções:
Ativar: Ativa o canteiro central;
Largura: Define a largura do canteiro central;
Altura: Define a altura do canteiro central;
A seguir serão apresentadas as possibilidades de configurações das seções tipos em cada lado da
seção transversal, tanto à direita como à esquerda.
No Faixas: Através desta opção, é definido o número de faixas de cada lado da pista.
Comprimento: Define o comprimento de cada lado da faixa da pista;
Inclinação(%): Define a inclinação de cada lado da faixa da pista;
Acostamento: Através deste comando, pode-se inserir o acostamento do projeto, de acordo com
as necessidades do projetista;
Ativar: Ativa a opção de inserção de acostamento;
Comprimento: Define o comprimento do acostamento;
Inclinação(%): Define a inclinação do acostamento;
Passeio: Através deste comando, pode-se inserir o passeio do projeto, de acordo com as
necessidades do projetista;
Ativar: Ativa a opção de inserção de passeio;
Largura: Define a largura do passeio;
Altura: Define a altura do passeio;
Largura Adicional: Através deste comando, pode-se inserir uma largura adicional à seção
transversal do projeto, de acordo com as necessidades do projetista;
Ativar: Ativa a opção de inserção de uma largura adicional;
Comprimento: Define o comprimento da largura adicional;
Inclinação(%): Define a inclinação da largura adicional;
O Software da Topografia e Geodésia
178
Canaleta: Através deste comando, pode-se inserir uma canaleta ao projeto, de acordo com as
necessidades do projetista;
Ativar: Ativa a opção de inserção de uma canaleta;
Escolha o modelo: Define o tipo de canaleta que será utilizada, Triangular ou Trapezoidal.
Se a opção escolhida for Triangular, defina os campos de Base e Altura do triângulo que
define a canaleta. Se a opção escolhida for Trapezoidal, defina os campos de base maior,
base menor e altura que definem o trapézio;
Taludes (corte/Aterro): Através deste comando, é definido o talude do projeto;
B/H: Define a inclinação do talude, através da relação Base/Altura;
Valor Máx: Define a máxima altura admitida no talude;
Berma de Corte: Através deste comando, pode-se definir a berma de corte do projeto;
Ativar: Ativa a opção de inserção de berma de corte;
Largura: Define a largura da berma de corte;
Inclinação (%): Define a inclinação da berma de corte;
Berma de Aterro: Através deste comando, pode-se definir a berma de aterro do projeto;
Ativar: Ativa a opção de inserção de berma de Aterro;
Largura: Define a largura da berma de Aterro;
Inclinação (%): Define a inclinação da berma de Aterro;
Criar Greide: Este comando permite a criação de um greide diretamente na tela do
computador, sobre o traçado do perfil longitudinal do terreno natural. Para isso, dentro da tela de
perfil longitudinal, clique neste ícone, e depois insira as informações relativas à linha que define o
greide. Isso pode ser feito de duas formas: através do teclado, ou através do mouse.
Para inserir os pontos da linha do greide através do teclado, deve-se utilizar a barra de ferramentas
inferior, que é ativada logo após a seleção do comando de criação de greide.
Nesta barra de ferramentas, digite as informações relativas ao primeiro ponto da linha que define o
greide. Para isso, digite a distância do ponto à origem do alinhamento, seguido pela cota do ponto,
separados por vírgula, da seguinte forma: d, Z. Repita esta operação para os outros pontos do
greide. Ao término da inserção dos pontos que definem o greide, clique com o botão direito do
mouse sobre o desenho e clique em CANCELAR, ou tecle ESC no teclado.
Para inserir os pontos da linha do greide através do mouse, basta clicar diretamente sobre os
pontos na tela de perfil longitudinal, que o greide será inserido automaticamente. Ao término da
definição dos pontos que definem o greide, clique com o botão direito do mouse sobre o desenho e
clique em CANCELAR, ou tecle ESC no teclado.
O Software da Topografia e Geodésia
179
Editar/Criar Greide: Este comando permite a criação de um novo greide no projeto, ou a
edição de um greide existente. Para isso, antes de selecionar este comando, ative a visualização do
perfil longitudinal, através do ícone Visualizar Perfil Longitudinal mostrado no item 16.1. Será aberta
a seguinte caixa:
Figura 16.13 – Criando e/ou Editando Greides.
Nesta caixa, inicialmente é apresentada a seguinte tabela:
Nesta tabela, são apresentados os dados dos greides criados no projeto, através dos seguintes
campos:
DE: Apresenta o número da primeira estaca do greide;
ATÈ: Apresenta o número da última estaca do greide;
COMPRIMENTO: Apresenta o comprimento do greide na direção horizontal (eixo X);
DECLIVIDADE: Apresenta a declividade da linha do greide;
Nesta planilha, pode-se alterar as informações do greide criado, ou seja, criar um novo greide
através de um existente. Quando o greide for definido por mais de uma reta, cada reta será
apresentada em uma linha da planilha;
O Software da Topografia e Geodésia
180
A seguir são apresentados outros campos que complementam as informações contidas na tabela:
Estaca Inicial: Apresenta o número da estaca inicial da reta que define o greide, assim como a sua
distância à origem (na horizontal) e a cota.
Estaca Final: Apresenta o número da última estaca da reta que define o greide, assim como sua
distância à origem (na horizontal) e a cota;
Comprimento: Apresenta o comprimento do greide, na horizontal;
Declividade: Apresenta a declividade da linha que define o greide, negativa ou positiva;
Este comando é utilizado quando o greide é definido por mais de uma reta, com
declividades diferentes. Neste caso, ao clicar neste ícone, ele selecionará a última reta do greide;
Este comando é utilizado quando o greide é definido por mais de uma reta, com
declividades diferentes. Neste caso, ao clicar neste ícone, ele apagará a última reta do greide;
Tipo de Linha: Define o tipo de linha do greide;
Cor: Define a cor da linha do greide;
Nome da Fonte: Define a fonte dos textos das cotas do greide, que aparecerão no desenho;
Altura: Define a altura dos textos das cotas do greide;
Alterar Greide Automaticamente: Possibilita a alteração do greide automaticamente em caso de
intercessão com outros greides (intercessão de perfis).
Apagar Greide: Este comando permite a exclusão automática de um greide criado no
projeto. Para isso, antes de selecionar este comando, ative a visualização do perfil longitudinal,
através do ícone Visualizar Perfil Longitudinal mostrado no item 16.1. Ao clicar neste comando, será
aberta uma caixa de confirmação da exclusão do greide. Clique em sim e confirme a exclusão.
Atualizar perfil: Este comando permite a atualização automática do caixão do perfil,
permitindo a efetuação das mudanças nos perfis. Essa atualização é feita em todos os perfis do
projeto.
Copiar Configurações: Este comando permite copiar as configurações de um perfil
qualquer, tornar padrão, e aplicar aos demais perfis do projeto.
Exportar para o CAD ou Criar bloco: Este comando permite que o perfil atual seja
exportado para o CAD, ou convertido em bloco, para posteriormente ser editado em outro programa.
Pode-se criar blocos somente do perfil que está sendo visualizado ou de todos os perfis.
Selecione o menu Vias
Exportar ou o ícone
da barra de ferramentas Criar/Editar. A
seguinte tela será aberta:
O Software da Topografia e Geodésia
181
Figura 16.14 – Tela para exportação dos perfis, alinhamento
horizontal e pontos do projeto.
Selecione todas as opções disponíveis para exportar. Para o Perfil Transversal (Estacas) selecionar
a opção Todas (Em Blocos separados) e para os pontos selecionar a opção Seção Tipo +
Superfície. Em seguida clique em
. Ao salvar os pontos, o programa irá solicitar a
decisão de salva-los em uma nova planilha ou adiciona-los a uma planilha existente. Opte por criar
uma nova planilha (será salva com o nome dado ao perfil), onde os pontos do projeto serão salvos
na camada PRINCIPAL. Os blocos dos perfis transversal e longitudinal estarão disponíveis na lista
de blocos. Para inseri-los no desenho selecione o menu Construir
Inserir Bloco, ou o ícone
da barra de ferramentas de Edição de desenho.
Gerar Relatório: Terminado o projeto de perfil é possível gerar um relatório de cálculo (nota
de serviço) de todo o projeto desenvolvido. Para isso, selecione o menu Vias
ícone
Relatórios ou o
da barra de ferramentas Criar/Editar. Será aberta uma tela de confirmação, em que o
usuário poderá optar por abrir ou não o relatório criado.
O Software da Topografia e Geodésia
182
Figura 16.15 – Tela de confirmação de
sucesso ao gerar o relatório.
Tem-se, portanto o seguinte relatório:
Figura 16.16– Relatório de Cálculos (Nota de Serviço).
Este relatório será arquivado na pasta em que foi salvo o projeto e poderá ser aberto por qualquer
editor de texto.
O Software da Topografia e Geodésia
183
Capítulo
17
CÁLCULO DE VOLUMES
O DataGeosis possibilita ao usuário, o cálculo do volume entre duas superfícies, através das seções
transversais, e também por formas mais precisas, como a comparação entre duas superfícies, onde o
cálculo é executado por integração matemática.
17.1 VOLUME POR SEÇÕES TRANSVERSAIS
Uma das formas mais comuns utilizadas nos projetos de engenharia é o cálculo de volumes através
da área entre duas seções transversais, geralmente entre o terreno natural e o de projeto, utilizando o
método das semi-distâncias.
Para isso, siga os seguintes passos:
1 - Crie as superfícies que serão usadas no cálculo, utilizando os procedimentos descritos no
Capítulo 10;
2 – No desenho, crie a linha que será usada como eixo longitudinal dos perfis transversais;
3 – Selecione o comando Projeto
para perfil e / ou vias
Perfil Projeto ou clique no ícone Criar um novo alinhamento
. Neste momento, clique sobre a linha criada para a construção dos perfis.
Será aberta a tela de apresentação dos perfis (ver Capítulo 16).
Siga os passos mostrados no Capítulo 16 para criação do greide, edição das seções tipos, etc..
Elaborada as configurações necessárias para o cálculo do volume entre duas superfícies, utilizando as
seções transversais, selecione o ícone Configurações gerais
O Software da Topografia e Geodésia
. É aberta a seguinte caixa:
184
Figura 17.1 – Ativando o Corte e Aterro.
Na caixa superfícies, defina as superfícies do terreno natural e do projeto, que serão utilizadas no
cálculo do volume. Isso deve ser realizado através dos ícones
e
. Na caixa Estaqueamento,
defina a distância entre as seções transversais utilizadas nos cálculos. Selecione a opção Ativar
Corte/Aterro. Na caixa Superfície/Greide, selecione a superfície de projeto calculada anteriormente. Na
caixa Superfície, selecione a superfície natural do terreno. Em Seguida clique em OK.
Os volumes de corte e aterro são calculados automaticamente no momento da visualização dos
perfis longitudinal e transversal. Para isso, basta que a opção Corte/Aterro esteja ativada.
Para ver os volumes totais de corte e aterro, clique no ícone de visualização do perfil longitudinal
. O resultado se encontra em cima do desenho do perfil longitudinal
Para ver o resultado dos volumes de corte e aterro de cada seção transversal, clique no ícone de
visualização de perfil transversal
. O resultado de cada seção transversal é mostrado em cima do
desenho de cada seção
Nesta tela ainda pode-se editar as configurações dos perfis longitudinal e transversal, de modo a
atender às necessidades do usuário. Para maiores detalhes dessas configurações, ver item 16.3.
O Software da Topografia e Geodésia
185
17.2 - VOLUME POR INTEGRAÇÃO
O DataGeosis possibilita ao usuário, o cálculo do volume entre duas superfícies, através de
integração matemática, para isso, utiliza o Modelo Numérico do Terreno.
O cálculo de volume é feito utilizando polígonos fechados. Para o cálculo do volume, siga as
seguintes etapas:
1 - Crie as superfícies que serão usadas no cálculo, utilizando os procedimentos descritos no
Capítulo 10;
2 - Na tela gráfica crie um polígono fechado que será usado como perímetro da área a ser avaliada,
caso ele ainda não exista;
3 - Selecione o comando Projeto
Volume ou clique no ícone
Figura 17.2 – Calculando Volumes.
4 - Selecione a poligonal desejada com o mouse, ou forneça os caminhos para definir um polígono
fechado. Será aberta a seguinte caixa:
O Software da Topografia e Geodésia
186
Figura 17.3 – Tela para configuração e cálculo de volumes.
Nesta caixa defina:
Modelo Primitivo: Esta caixa define a superfície do terreno natural. Selecione a superfície do
terreno natural calculada.
Modelo Comparado: Esta Caixa define a superfície do terreno de projeto. Pode-se utilizar três tipos
de superfície de projeto: Superfície, Plano e Rampa.
Superfície: Esta opção permite o cálculo do volume entre as superfícies de projeto calculada, e a
superfície calculada do terreno natural;
Plano: Esta opção permite o cálculo do volume entre as superfícies de um plano, e a superfície do
terreno natural;
Rampa: Esta opção permite o cálculo do volume entre as superfícies de uma rampa, e a superfície
do terreno natural;
Modelo Numérico: Define o modelo numérico do terreno de projeto, que será utilizado para o
cálculo do volume, caso o tipo de comparação escolhido tenha sido o de Superfícies;
Cota do Plano: Define uma cota que define o plano que será utilizado para o cálculo do volume,
caso o tipo de comparação escolhido tenha sido o de Plano;
Referência (X,Y,Z): Define as coordenadas do ponto de referência da rampa, que será utilizado
para o cálculo do volume, caso o tipo de comparação escolhido tenha sido o de Rampa;
Azimute (0,360): Define o Azimute da rampa, que será utilizado para o cálculo do volume, caso o
tipo de comparação escolhido tenha sido o de Rampa;
Rampa % (-80,+80): Define a inclinação da rampa, que será utilizado para o cálculo do volume,
caso o tipo de comparação escolhido tenha sido o de Rampa;
O Software da Topografia e Geodésia
187
Intervalo de Integração: Define o intervalo de integração matemática utilizado no cálculo do
volume. Quanto menor for este valor, maior será a precisão dos cálculos, porém, maior o tempo de
processamento.
Este ícone armazena os valores de corte/aterro, para posterior inserção na tela de edição de
desenhos;
Após a definição de todos os campos, clique em CALCULAR. Será mostrada a evolução dos
cálculos, e no final, serão apresentados os valores de corte e aterro.
Para sair desta caixa, clique em SAIR:
Ao sair da caixa Cálculo de Volume o programa irá apresentar, na tela gráfica, as áreas de corte
e/ou aterro pintadas e criará automaticamente as camadas $VOLUCORTE e $VOLUATERRO.
O Software da Topografia e Geodésia
188
Capítulo
18
CÁLCULO COM COORDENADAS GEODÉSICAS
A ferramenta de Transformações Geodésicas do DataGeosis permite ao usuário a transformação
das coordenadas ponto a ponto ou ainda transformar, automaticamente, uma lista de coordenadas entre
sistemas distintos, por exemplo, SAD69, WGS84, HAYFORD ou um outro sistema definido pelo usuário,
permitindo a visualização das coordenadas GEODÉSICAS, PLANAS ou CARTESIANAS. Possibilita
também a transformação de uma lista de coordenadas geodésicas para TOPOGRÁFICAS LOCAIS ou viceversa, sendo necessário apenas a definição das coordenadas geodésicas do ponto de origem a serem
utilizadas no cálculo. A seguir, os passos necessários para cada tipo de transformação:
18.1 Transformação de Coordenadas Ponto a Ponto:
Para se transformar as coordenadas de um único ponto entre sistemas distintos basta que o usuário
selecione qual o sistema (elipsóide) de referência e qual o elipsóide de saída, inserindo as coordenadas no
sistema de entrada. As coordenadas de entrada e de saída podem ser CARTESIANAS, PLANAS UTM ou
ainda GEODÉSICAS. Automaticamente o software irá transformar as coordenadas daquele ponto para o
novo sistema definido pelo usuário.
Figura 18.1 – Transformação de coordenadas ponto a ponto.
O Software da Topografia e Geodésia
189
18.2 Transformação de uma lista de coordenadas geodésicas
em topográficas locais:
Suponha que foi realizado um levantamento utilizando-se de um receptor GPS. As coordenadas
obtidas com o levantamento a partir de receptores GPS são as coordenadas geodésicas, no sistema
Geocêntrico WGS-84. Alguns receptores possibilitam a visualização destas coordenadas em um Sistema
Geodésico específico (SAD69, HAYFORD, etc.) seja em coordenadas UTM, GEODÉSICAS (Lat.,Long.) ou
CARTESIANAS. Entretanto, sabe-se que as coordenadas geodésicas levam em consideração a curvatura
da terra, representada pela figura matemática chamada elipsóide de revolução. Suponha agora que estejase trabalhando com o sistema de coordenadas UTM. Sabemos também, que o sistema de projeção UTM
implica em algumas distorções nas medidas de áreas e distâncias, podendo ocasionar medidas
superestimadas ou subestimadas, dependendo da localização dos pontos no fuso UTM. Portanto, como as
medidas de áreas e distâncias devem ser realizadas no plano topográfico, que é um sistema de projeção
ortogonal a um plano tangente ao ponto médio da área levantada, necessita-se realizar uma transformação
das coordenadas geodésicas obtidas pelo receptor GPS para coordenadas topográficas locais. A seguir
mostraremos os passos necessários para proceder este tipo de transformação:
18.2.1 – Passo 1: Editar as coordenadas de origem:
Inicialmente, é preciso que se faça a edição das coordenadas de origem, isto é, necessita-se
estabelecer uma relação entre as coordenadas geodésicas de um ponto qualquer com as suas respectivas
coordenadas topográficas locais. Desse modo estaremos introduzindo no software a informação de que um
determinado ponto com coordenadas UTM (por exemplo) N1 e E1 conhecidas possui as respectivas
coordenadas topográficas X1 e Y1. No exemplo mostrado a seguir, está sendo inserida a informação que o
ponto P0 de coordenadas planas UTM N1 = 7.394.440,848 e E1 = 323.238,348 possui coordenadas
topográficas locais X1 = 150.000,0000 e Y1.= 250.000,0000 (ver Figura 18.2).
O Software da Topografia e Geodésia
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18.2 – Tela de edição das coordenadas do ponto de origem.
18.2.2 – Passo 2: Proceder a transformação:
A partir deste ponto, o programa irá calcular a coordenada topográfica local de todos os demais
pontos presentes na planilha. Para isto basta clicarmos sobre o ícone
do menu Geodésia
, ou ainda através
Transformar Geodésicas para Topográficas (Todas), que automaticamente as
demais coordenadas topográficas serão calculadas.
Para realização do processo inverso, isto é, transformar uma lista de coordenadas topográficas locais em
coordenadas geodésicas, basta repetir os passos anteriores e clicarmos no ícone
ainda através do menu Geodésia
, ou
Transformar Topográficas para Geodésicas (Todas).
O Software da Topografia e Geodésia
191
18.3 Obtenção das coordenadas geodésicas de pontos
coletados por meio de um levantamento a partir de estações
totais, teodolitos ou níveis:
Neste exemplo, apresentam-se os passos necessários para se chegar às coordenadas geodésicas
de pontos obtidos por meio de um levantamento, seja com estação total, teodolito ou nível. Suponha que
para o georreferenciamento de uma propriedade, foram lançados dois pontos (P1 e P2) por meio de um
receptor GPS (Figura 5.3), os quais foram utilizados como pontos de uma poligonal e também como pontos
de partida (P2) e de referência (P1).
C
A
B
D
P1
P2
E
Figura 18.3 – Exemplo de Poligonal fechada apoiada em dois pontos
obtidos por meio de um receptor GPS.
Após a configuração da planilha linha a linha, conforme os tipos de elementos medidos no campo, é
necessário editar as coordenadas de origem e os dados iniciais desta planilha. As coordenadas de origem
serão configuradas conforme visto no item 18.2.1. Os dados iniciais serão configurados através do menu
Planilhas, opção Dados Iniciais. Será apresentada uma tela na qual o usuário deverá editar as
configurações iniciais da planilha, ou seja, quais as colunas serão usadas, e irá ativar também a opção
Ativar Geodésia. Assim, o usuário poderá selecionar qual o elipsóide de referência será utilizado, ativando
também as opções Copiar Cotas (N=0) e Copiar Altitudes (N=0). Ver item 5.3.1.
O Software da Topografia e Geodésia
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Figura 18.4 – Configuração dos dados iniciais da planilha.
Realizadas estas configurações, o usuário deverá selecionar a opção Dados da Poligonal na tela
acima. Feito isto, a seguinte tela será mostrada:
Figura 18.5 – Configuração dos dados da poligonal.
O Software da Topografia e Geodésia
193
Ao mostrar a tela acima, o usuário deverá clicar sobre o ícone
para a inserção das
coordenadas geodésicas dos pontos de partida (P2) e de referência (P1), conforme a Figura 18.6 a seguir.
Figura 18.6 – Tela de inserção das coordenadas
geodésicas dos pontos de partida e de referência.
Inserindo-se as coordenadas geodésicas do ponto de partida e de referência, automaticamente o
software fará o cálculo de suas coordenadas topográficas locais em função das coordenadas topográficas
do ponto de origem, inseridas inicialmente através do menu Geodésia
Editar Coordenadas de Origem.
Realizadas estas configurações o usuário deverá calcular a planilha. Dessa forma, todos os pontos do
levantamento terão suas coordenadas topográficas locais calculadas. Para obter as coordenadas
geodésicas, basta clicarmos no ícone
, ou ainda através do menu Geodésia
Transformar Topográficas para Geodésicas (Todas) que todas as coordenadas geodésicas do
levantamento serão calculadas no sistema definido inicialmente pelo usuário. Após estes cálculos, o usuário
ainda terá a opção de visualizar as coordenadas geodésicas calculadas em qualquer elipsóide de
referência.
18.4 Monografia de Marcos
Com a função geodésia o usuário poderá também criar uma Monografia de Marco Geodésico,
automaticamente. Para isso, o ponto correspondente ao marco deve estar na planilha. Selecione a linha
correspondente a este ponto e através do menu Geodésia selecione a opção Monografia do Marco ou
clique no ícone
. Será aberta uma tela para inserção dos dados relativos ao ponto.
O Software da Topografia e Geodésia
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Figura 18.7 – Tela para configuração da Monografia do Marco.
Nesta tela o usuário deverá inserir os dados relativos ao ponto, escolher em quais sistemas
(elipsóides) serão apresentadas as coordenadas do ponto (máximo de três sistemas) e fazer uma descrição
do marco e do itinerário para localização do ponto. Pode-se ainda inserir uma fotografia do marco e um
croquis do itinerário. Realizadas as configurações clique em
. Uma tela de pré-visualização
será apresentada e o usuário terá a opção de imprimir a monografia criada.
O Software da Topografia e Geodésia
195
Figura 18.8 – Exemplo de Monografia do Marco.
Nesta tela, estão disponíveis os seguintes comandos:
Salva a monografia criada. Ao clicar neste ícone, será aberto o quadro ABRIR do Windows.
Defina o local de salvamento e o tipo de arquivo a salvar, depois clique em Salvar;
Imprime a monografia criada;
Configura o relatório criado. Clicando neste ícone, será aberta a caixa Configuração da
Página de impressão da monografia do marco (Ver detalhes das configurações no item 15.2.1 na
elaboração do memorial descritivo).
O Software da Topografia e Geodésia
196
Capítulo
19
NORTE VERDADEIRO
Esta ferramenta permite calcular o azimute verdadeiro de um determinado alinhamento através de
visadas ao sol pelo método da distância zenital absoluta. Após a coleta dos dados de campo, selecione o
comando Projeto
Norte Verdadeiro ou o ícone
da barra de ferramentas Planilhas. A seguinte
caixa será apresentada:
Figura 19.1 – Tela para inserção dos dados iniciais.
Nesta caixa, defina inicialmente as informações do ponto, tais como:
Nome: Define o nome do ponto ao qual foram feitas as observações;
Ponto Visado: Define o ponto visado, ou seja, de modo a definir o alinhamento ao qual será
calculado o azimute;
Teodolito: Define o aparelho utilizado nas observações;
Data: Define a data de observação;
Local: Define o local de observação, para maior identificação;
Fuso: Define o fuso horário do ponto observado;
Latitude: Define a latitude do ponto observado;
Temp.: Define a temperatura no momento da observação;
Pressão: Define a pressão no momento da observação;
Deve-se definir também, alguns dados tirados do anuário astronômico, tais como:
Declinação do Sol: Define a declinação do sol no dia da observação;
O Software da Topografia e Geodésia
197
Var.Horária: Define a variação horária durante o dia da observação;
Após a inserção dos dados iniciais, clique em PRÓXIMA. Será aberta a seguinte
caixa:
Figura 19.2 – Tela para inserção das leituras angulares na mira e no sol.
Nesta caixa, deve-se inserir os valores das leituras angulares à mira e ao sol.
Leituras Angulares na Mira: Define os ângulos horizontais à mira.
Horizontal (PD): Define o ângulo horizontal à mira na posição direta do aparelho;
Horizontal (PI): Define o ângulo horizontal à mira na posição inversa do aparelho;
Leituras Angulares no Sol: Define as leituras angulares ao Sol.
Horizontal (PD): Define o ângulo horizontal ao sol na posição direta do aparelho;
Horizontal (PI): Define o ângulo horizontal ao sol na posição inversa do aparelho;
Zenital (PD): Define o ângulo zenital ao sol na posição direta;
Zenital (PI): Define o ângulo zenital ao sol na posição inversa;
Hora Legal (PD): Define a hora legal do momento da observação em PD;
Hora Legal (PI): Define a hora legal do momento da observação em PI;
Após a inserção dos dados, caso o usuário tenha realizado mais de uma série de
medidas tecle REPETIR para inserir as demais séries. Este procedimento é utilizado para melhoria da
precisão do cálculo do azimute.
O Software da Topografia e Geodésia
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. Após a inserção de todos os dados, clique em CALCULAR.
Após o cálculo, uma tela será apresentada com os resultados obtidos.
Figura 19.3 – Apresentação dos resultados.
Nesta tela, é possível salvar o relatório dos resultados obtidos, o qual poderá ser aberto em
qualquer editor de textos. Caso o usuário queira efetuar os cálculos para um novo ponto clique
em
. Para sair clique em
.
Finalizamos aqui este manual. Com o desejo de poder atender
cada dia melhor os usuários do DataGeosis disponibilizamos a
todos este trabalho, que visa propiciar uma melhor compreensão
e melhor aproveitamento do software.
Saudações a todos os usuários e clientes!
Obrigado!
Eng. Paulo Augusto Ferreira Borges
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