Bildung Agência Estado Educação Subsídios para cursos universitários e de pós-graduação integram o pacote de ofertas das empresas para os seus funcionários / Die Mitarbeiter erhalten z.B. finanzielle Unterstützung für ein Grund- oder Aufbaustudium Lição de casa Empresas investem em educação para formar mão de obra, reter profissionais e atrair novos talentos para preencher suas vagas Julia Zillig No quadro de desequilíbrio entre oferta e demanda de profissionais no mercado, as próprias empresas colocam a mão na massa para minimizar seus efeitos. Os investimentos em educação têm diversas finalidades: formar mão de obra futura, reter o bom profissional e atrair novos para preencher suas vagas. As ações têm vários focos. Incluem subsídios para cursos técnicos, de graduação, para o aprendizado de línguas, tanto no País quanto fora dele. Além disso, muitas companhias multinacionais levam o funcionário para suas matrizes e promovem treinamentos. 40BRASILALEMANHA Educação na proposta de trabalho Localizada na cidade paulista de Piracicaba, a Elring Klinger, da área de autopeças, passou a enfrentar dificuldade para encontrar pessoas para integrar suas equipes. “Quanto maior a qualificação da mão de obra, mais difícil de encontrar esses profissionais com rapidez”, diz Marcelo Seneme, diretor de operações da empresa. Segundo ele, para preencher a vaga de um ferramenteiro, por exemplo, é preciso pagar um salário maior e buscar o profissional nos grandes centros. “O setor de serviços cresceu significativamente e atraiu muita gente da indústria”, diz o executivo. Hoje a empresa mantém ativo um programa de indicação de futuros colaboradores pelos próprios funcionários. “É uma forma de ter mão de obra qualificada disponível.” De qualquer forma, o apelo educacional é algo forte na empresa. Já na proposta de trabalho existem cláusulas que garantem o fornecimento de educação para o funcionário. “Procuramos amarrar as necessidades individuais de educação de cada colaborador ao contrato com a empresa”, explica Seneme. Para o executivo, um fator complicador é a mudança de mentalidade do jovem. “Falta a criação de raízes, algo que acontecia com os profissionais das outras gerações. Hoje o mercado oferece muitas opções e o jovem encontra mais facilidade para arrumar emprego.” Na Elring Klinger, o turn over de reposição de funcionários está entre 2% e 3%. “Para ocupar uma vaga operacional, demoramos cerca de sete dias. Se a vaga for para um nível gerencial, esse prazo se estende para três meses.” Junho 2012 Ausbildungsprogramme von Unternehmen Unternehmen investieren in Ausbildungsprogramme, um Fachkräfte heranzubilden und an sich zu binden und um neue Mitarbeiter zu finden Júlia Zillig Um die Auswirkungen des Ungleichgewichts zwischen Angebot und Nachfrage auf dem Arbeitsmarkt abzumildern, ergreifen die Unternehmen jetzt selbst die Initiative. Die Investitionen in Bildung erfüllen verschiedene Zwecke: die Ausbildung zukünftiger Arbeitnehmer, die Bindung von Fachkräften an das jeweilige Unternehmen und die Gewinnung neuer Mitarbeiter. Die Projekte haben unterschiedliche Schwerpunkte. So werden beispielsweise Mitarbeiter finanziell unterstützt, wenn sie studieren oder technische Kurse oder Sprachkurse im In- und Ausland belegen. Viele multinationale Unternehmen schicken ihre Mitarbeiter außerdem zu Schulungen ins Stammhaus. Fortbildungsmöglichkeiten als Teil des Arbeitsvertrags Die brasilianische Niederlassung des Automobilzulieferers ElringKlinger in Piracicaba im Bundesstaat São Paulo Junho 2012 stand bei der Suche nach neuen Mitarbeitern vor Problemen. „Je höher die Anforderungen an die Qualifikation der Arbeitskräfte sind, desto schwieriger wird es, diese Fachkräfte schnell zu finden“, erklärt Marcelo Seneme, Leiter des operativen Geschäfts. Um beispielsweise einen Werkzeugmacher zu finden, müssten höhere Löhne angeboten werden, und man müsse die Fachkräfte in den Großstädten suchen. Der Dienstleistungssektor sei stark gewachsen und habe Arbeitskräfte aus der Industrie abgezogen. Heute unterhält das Unternehmen ein Programm, bei dem die Mitarbeiter selbst Bewerber vorschlagen können. „So erreichen wir qualifizierte Arbeitskräfte.“ ElringKlinger misst der Aus- und Weiterbildung große Bedeutung bei. Schon der Arbeitsvertrag enthält Klauseln, die dem Mitarbeiter Fortbildungsmöglichkeiten gewährleisten. „Wir versuchen, den individuellen Weiterbildungsbedarf bei jedem Mitarbeiter im Arbeitsvertrag zu verankern“, erklärt Seneme. BRASILALEMANHA41 Bildung Entre os programas oferecidos pela Elring Klinger está a concessão de subsídios educacionais para que os colaboradores possam fazer cursos técnicos, de graduação e pós-graduação. O valor da bolsa é de 50%. Um comitê de análise avalia a concessão do benefício seguindo alguns critérios. Após o fornecimento da bolsa, é feito um acompanhamento semestral que influencia na decisão de manter ou não o crédito. Cerca de 10% dos funcionários utilizam esse benefício. A maior procura, segundo Marcelo Seneme, é para cursos de graduação. Com três meses de casa, gerentes e diretores da empresa embarcam rumo à sede, na Alemanha, para conhecer a matriz e participar de treinamentos de capacitação. “Isso funciona semelhante a uma integração, para que conheçam a cultura da empresa”, explica o diretor da Erling Klinger. Mas há também vários programas de treinamento realizados em casa abordando temas como segurança, qualidade e produtividade. Cada funcionário passa de 10 a 15 horas por ano em treinamento. Hochtief / Divulgação Educação André Glogowsky, presidente da Hochtief do Brasil : investimentos em educação contribuíram para diminuir a flutuação de pessoal na empresa / André Glogowsky, Präsident von Hochtief do Brasil: Dank der Investitionen in die Ausbildung ist die Mitarbeiterfluktuation zurückgegangen Mas mesmo com todos esses investimentos, Seneme não vê uma mudança do cenário de um possível apagão de mão de obra. “A tendência é que esse quadro fique ainda mais desfavorável, pois hoje existe mais trabalho automatizado do que manual nas fábricas, ou seja, as coisas estão mais prontas.” Engenheiros e canteiro de obras Alguns mercados contam com uma dificuldade ainda maior, como é o caso da construção civil, que no momento Ein Problem sieht er in der veränderten Mentalität der jungen Menschen. „Sie schlagen keine Wurzeln mehr, wie es die Arbeitnehmer früherer Generationen taten. Heute bietet der Markt den jungen Leuten mehr Optionen, und sie finden leichter einen Arbeitsplatz.“ Bei ElringKlinger liegt die Mitarbeiterfluktuation bei 2% bis 3%. „Um eine Stelle im Betrieb zu besetzen, brauchen wir etwa sieben Tage. Im Management dauert es drei Monate.“ Zu den Programmen von ElringKlinger gehört die finanzielle Unterstützung für die Teilnahme an technischen Kursen sowie für Studiengänge im Grund- und Aufbaustudium. Das Unternehmen übernimmt 50% der Kosten. Ein Ausschuss entscheidet über die Kostenübernahme und folgt dabei bestimmten Kriterien. Alle sechs Monate wird diese Entscheidung überprüft. Etwa 10% der Mitarbeiter nutzen dieses Angebot. Besonders gefragt sind nach Angaben von Seneme Studiengänge im Grundstudium. Manager und Geschäftsführer besuchen nach drei Monaten im Unternehmen das Stammhaus in Deutschland und nehmen dort an Fortbildungen teil. „Das ist eine Art Integrationsprogramm. Sie sollen die Unternehmenskultur kennenlernen“, so Seneme. Aber auch in Brasilien werden viele Schulungen durchgeführt, u.a. zu den Themen Sicherheit, Qualität und Produktivität. Jeder Mitarbeiter verbringt im Jahr zehn bis 15 Stunden in einer Fortbildung. Aber trotz all dieser Investitionen glaubt Seneme nicht, dass sich die Gefahr eines gravierenden Fachkräftemangels 42BRASILALEMANHA está bastante aquecida. “A mão de obra é o principal negócio da construção civil. Não fazemos obras somente com equipamentos modernos. Precisamos de pessoas”, diz André Glogowski, presidente da Hochtief do Brasil. Para ele, o grande desafio é investir em educação para garantir o sucesso futuro dos negócios. “O aprendizado educacional não termina na faculdade, mas continua ao longo da vida. As profissões estão cada vez mais especializadas e a busca por esses profissionais é cada abwenden lässt. „Das Problem wird sich verschärfen, weil in den Fabriken immer mehr automatisiert wird.“ Vom Fabrikarbeiter zum Ingenieur In einigen Branchen ist es noch schwieriger, wie z.B. in der Bauwirtschaft, in der gerade Hochkonjunktur herrscht. „Die Arbeitskräfte sind das Wichtigste im Baugewerbe. Mit modernen Geräten allein lässt sich nichts bauen. Wir brauchen Leute“, erklärt André Glogowsky, Präsident von Hochtief do Brasil. Er sieht die große Herausforderung in den Investitionen in die Bildung, um auch in Zukunft ein erfolgreiches Wirtschaften zu ermöglichen. „Die Ausbildung hört nicht mit der Universität auf. Sie geht ein Leben lang weiter. Die Berufe sind immer spezialisierter, und die Suche nach guten Fachkräften wird immer schwieriger. Es gibt heute Ingenieure, sie sich auf Türen, auf Klimaanlagen oder auf Akustik spezialisiert haben. Und die Arbeit erfordert viel mehr als nur die technischen Kenntnisse. So wird z.B. auch Zeitmanagement verlangt und das Sprechen vor Publikum. Wenn nicht in Arbeitskräfte investiert wird, schießen die Kosten in die Höhe, denn der Markt ändert sich ständig.“ Für die Fachkräfte von heute zählt nicht nur eine gute Bezahlung. „Man muss Zeit investieren und den Mitarbeitern Aufmerksamkeit widmen, um zu sehen, wie zufrieden sie an ihrem Arbeitsplatz sind. Wir müssen es schaffen, dass unsere Mitarbeiter bei uns bleiben wollen, auch wenn ihnen andere Arbeitsplätze angeboten werden“, erklärt Glogowsky. Junho 2012 Junho 2012 BRASILALEMANHA43 Bildung Agência Estado Educação vez maior. Hoje existe engenheiro com conhecimento específico em portas, em ar-condicionado e acústica. E muito mais do que dominar a técnica, é preciso saber fazer gestão de tempo, falar em público, entre outros atributos. Se não houver investimento em mão de obra, os custos vão às alturas, pois o mercado muda constantemente.” Os profissionais que hoje estão no mercado não querem mais somente o salário como principal atrativo. “É fundamental investir tempo e dedicação nas pessoas que fazem parte da empresa, ter noção de seu grau de satisfação em trabalhar em prol do nosso negócio. Temos de criar ferramentas que façam com que elas tenham vontade de ficar quando recebem propostas para sair”, explica o executivo. As ações feitas pela Hochtief abrangem funcionários das áreas operacional e de gestão. Segundo a empresa, houve uma redução de 23% na sua “flutuação”. Isso aconteceu graças a iniciativas que envolveram fortes investimentos em treinamento – foram mais de 20 mil horas em 2011 –, em programas de línguas, intercâmbio internacional, escola técnica, desenvolvimento de liderança, entre outros. Na escola técnica, voltada para a capacitação de jovens engenheiros e arquitetos, os cursos têm duração de um ano e meio e oferecem uma visão generalista da empresa. Já para os operários das obras, a empresa tem um programa de alfabetização gratuito, Divulgação / Basf Desenvolvimento de liderança, relacionamento interpessoal, gestão de conflitos são alguns dos temas abordados em treinamentos internos / Die Entwicklung von Führungskräften, zwischenmenschliche Beziehungen und Konfliktmanagement gehören zu den Themen von internen Schulungen que dura de três a seis meses, e forma o colaborador no ensino fundamental I, com certificado reconhecido pelo MEC. “Construção civil é uma fábrica móvel, que aparece e some em qualquer lugar. Por isso, fazemos um trabalho específico para as obras”, analisa Glogowski. A Hochtief também oferece subsídios de 50% do pagamento da mensalidade de cursos de idiomas. Promove programas de estágio, com a designação de tutores para acompanhar os futuros profissionais. Para formar líderes, foca em treinamentos ligados ao desenvolvimento de competências técnicas e comportamentais. Cursos online e MBA’s A Basf, indústria do setor químico, também segue a mesma linha das demais companhias sobre o preenchimento de determinadas vagas de seu quadro de funcionários. “Algumas posições são bastante complexas, devido ao negócio da empresa, o que, certas vezes, demanda conhecimento de negócio e de mercado. Para sermos mais assertivos, investimos no treinamento da nossa equipe de seleção para definirmos a melhor estratégia de busca do profissional”, explica Wagner Brunini, vice-presidente de RH da empresa para a América Latina. Antes de sair para o mercado, a procura acontece internamente. “Um fator que dificulta o preenchimento da vaga é o aquecimento do mercado. Hoje obser- Wagner Brunini, vice-presidente da RH da Basf América Latina – ofertas para desenvolvimento profissional vão desde aprendizado de idiomas até cursos de pós-graduação / Wagner Brunini, der für Lateinamerika zuständige Personalchef von BASF - die Angebote zur beruflichen Weiterbildung reichen von Sprachkursen bis zu Aufbaustudiengängen 44BRASILALEMANHA vamos que há excelentes oportunidades abertas, mas não há profissionais qualificados suficientes para suprir a demanda.” Cargos de nível sênior, de coordenadores, engenheiros e posições gerenciais são os que mais demoram a serem preenchidos – em média, 75 dias. O portfólio de oportunidades de desenvolvimento de profissionais oferecido pela Basf inclui a Academia de Liderança, cursos de idiomas, MBA – feito em parceria com a Fundação Dom Cabral no Brasil –, treinamentos online em universidades como a Harvard Business School, além de cursos técnicos. A maioria é subsidiada pela empresa e depende da necessidade do cargo. Desde sua criação, a Academia de Liderança já formou 963 colaboradores. E para 2012, a previsão é que 80 líderes passem por ela. Quanto aos cursos de línguas, atualmente 175 funcionários estão aprendendo um novo idioma. Uma bolsa mensal com teto máximo ajustado anualmente ajuda o aluno no pagamento do estudo. Nas salas de aula dos cursos de MBA, já passaram 74 colaboradores da empresa. Segundo Brunini, é a liderança quem decide a concessão de subsídio para esse tipo de curso. Também nos treinamentos internos, o investimento da Basf é significativo. Eles variam de acordo com a necessidade de cada área e envolvem temas como comunicação e relacionamento interpessoal, gestão de conf litos, pensamento estratégico, criatividade e inovação, entre muitos outros. Para os trabalhadores das fábricas, isso é feito dentro das suas unidades e ainda aborda assuntos vinculados à segurança do trabalho, operação de máquinas etc. No ano passado, o volume de treinamentos alcançou 31 horas/homem. Junho 2012 Die Projekte von Hochtief richten sich an die Mitarbeiter in der Fabrik und im Management. Nach Unternehmensangaben konnte die Fluktuation damit um 23% reduziert werden. Hochtief investiert viel in Fortbildungsprogramme - mehr als 20.000 Stunden im Jahr 2011 -, in Sprachkurse, in den internationalen Austausch, in eine Technikerschule, in die Entwicklung von Führungskräften etc. Die Kurse in der Technikerschule für junge Ingenieure und Architekten dauern eineinhalb Jahre und bieten einen allgemeinen Überblick über das Unternehmen. Für die Bauarbeiter bietet das Unternehmen ein kostenloses Alphabetisierungsprogramm, das drei bis sechs Monate dauert, und eine Grundschulausbildung. Der Abschluss wird vom Bildungsministerium anerkannt. „Das Baugewerbe funktioniert wie eine mobile Fabrik, die überall aufgebaut werden kann und dann wieder verschwindet. Deshalb haben wir ein eigenes Programm für die Baustellen“, so Glogowsky. Die Kosten für Sprachkurse übernimmt Hochtief zu 50%. Außerdem bietet das Unternehmen Praktikumsplätze an, und die künftigen Fachkräfte werden von Mentoren begleitet. Um Führungskräfte heranzubilden, konzentriert sich Hochtief auf Schulungen zur Entwicklung von technischen und sozialen Kompetenzen. Online-Kurse und MBA-Studiengänge Das Chemieunternehmen BASF verfolgt dieselbe Strategie und besetzt bestimmte Stellen vorzugsweise intern. „Einige Stellen erfordern umfassende Kenntnisse des Marktes und der Geschäfte des Unternehmens. Wir gehen das Problem aktiv an und investieren in die Schulung unserer Mitarbeiter im Personalbereich, um die beste Strategie für die Suche nach Fachkräften zu entwickeln“, erklärt Wagner Brunini, der für Lateinamerika zuständige Personalchef. Zunächst wird versucht, Stellen intern zu besetzen. „Was die Mitar- Junho 2012 beitersuche erschwert, ist die boomende Konjunktur. Es gibt derzeit ausgezeichnete berufliche Möglichkeiten, aber es gibt nicht genug ausreichend qualifizierte Fachkräfte, um die Nachfrage zu decken.“ Führungspositionen, Stellen für Koordinatoren und für Ingenieure sowie Managementpositionen sind am schwersten zu besetzen: Es dauert im Durchschnitt 75 Tage. Zu den beruflichen Entwicklungsmöglichkeiten, die BASF bietet, gehören die Führungsakademie, Sprachkurse, MBA-Kurse (die gemeinsam mit der Dom-Cabral-Stiftung durchgeführt werden), Online-Schulungen an Universitäten wie der Harvard Business School sowie technische Kurse. Meistens werden die Kurse vom Unternehmen finanziell unterstützt, je nachdem, welche Kenntnisse in einer bestimmten Position benötigt werden. Seit ihrer Gründung haben bereits 963 Mitarbeiter die Führungsakademie abgeschlossen. Im laufenden Jahr wird mit 80 Absolventen gerechnet. 175 Mitarbeiter machen derzeit einen Sprachkurs. BASF unterstützt die Schulungen mit monatlichen Beiträgen, deren Höchstwert einmal im Jahr neu festgesetzt wird. 74 Mitarbeiter haben bei BASF ihren MBA gemacht. Wie Brunini erklärt, entscheidet das Management, ob es für MBA-Studiengänge finanzielle Unterstützung gibt. Auch in interne Schulungen investiert BASF stark. Je nach dem Bedarf des jeweiligen Unternehmensbereichs geht es dabei um Kommunikation und zwischenmenschliche Beziehungen, Konfliktmanagement, strategisches Denken, Kreativität und Innovation etc. Für die Fabrikarbeiter finden die Schulungen innerhalb der Produktionsstätten statt, und es werden auch Themen wie beispielsweise Sicherheit am Arbeitsplatz und der Umgang mit Maschinen behandelt. Im vergangenen Jahr summierten sich die Schulungen auf 31 Stunden/Mitarbeiter. BRASILALEMANHA45