TÍTULO: UM PANORAMA DOS ARTIGOS DA REVISTA QUÍMICA NOVA NA SEÇÃO DE EDUCAÇÃO LIGADOS AO CURSO DE FARMÁCIA CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: FARMÁCIA INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS AUTOR(ES): DENISE KAORI ETO ORIENTADOR(ES): IARA TERRA DE OLIVEIRA 1. RESUMO Este trabalho investigou artigos publicados na revista Química Nova na Escola na seção de educação entre 2003 e 2013, na qual o curso de farmácia esteja vinculado. A metodologia incluiu a seleção e análise dos artigos, verificando ano de publicação; região geográfica brasileira; número de autores; tipo de instituição de ensino superior (pública ou privada). Foram selecionados 40 artigos para análise e os resultados indicam que há predomínio de autores principais de instituições públicas, nas quais pela sua totalidade, 25 deles são do sexo masculino e 15 são do sexo feminino. A região sudeste lidera o número de publicações. A UFBA e UFRJ são as instituições federais responsáveis pela maior quantidade de publicações, enquanto que das universidades estaduais destaca-se a USP seguida da UNICAMP. Com relação às parcerias entre autores de diferentes instituições, verifica-se que há 11 artigos. Parcerias entre a USP e a UFSCar são aquelas que lideram essas relações. Foi observado também que 6 artigos apresentaram autores de um centro, departamento ou instituto de farmácia. Desta forma, trabalhos como este contribuem para expor os resultados de pesquisa que já existem publicados na literatura, porém, por outro lado, também expõem novas demandas de pesquisa para a área. 2.INTRODUÇÃO Fundada pelo professor Eduardo M. A. Peixoto, a revista Química Nova, começou a ser editada, pela primeira vez, em 1978 e a partir de então foi se aperfeiçoando, mas sempre com o objetivo primordial de divulgar trabalhos de pesquisa em química (FERRAZ; PARDINI, 1992). Com a criação da seção de educação, em 1986, tornou-se presente, no Brasil, a discussão dos problemas da educação química, juntamente com publicações de pesquisa em química nas diversas linhas, tais como: química orgânica, inorgânica, físico-química e analítica (BEJARANO;CARVALHO, 2000). Além disso, observa-se que muitos artigos publicados na seção de educação da revista Química Nova, abordam o ensino de química sendo aplicado a um curso de farmácia, o quepoderia ser justificado pelo extenso número de disciplinas ligadas à química no curso de graduação em farmácia, o que mostra a relevância desta seção não só para a educação química como também para a educação farmacêutica. Essa relevância pode ser verificada, segundo o Projeto Politico-Pedagógico do curso de farmácia-bioquímica da FCF/USP (2014),na qual algumas disciplinas presentes na sua matriz curricular destacam-se como, química geral, química orgânica, química orgânica experimental, química inorgânica, química analítica, química analítica instrumental, bioquímica, química farmacêutica, química de alimentos e dentre outros. É por este motivo que fazer uma caracterização dessas publicações relacionadas ao curso de farmácia e ao ensino de química torna-se uma investigação relevante, pois pode contribuir com implicações no sistema educacional farmacêutico visando possíveis aperfeiçoamentos. Fazer análise de uma determinada produtividade acadêmica é um tipo de pesquisa denominada“estado da arte” ou “estado do conhecimento”, que de acordo com Ferreira (2002, p. 258) são: Definidas como de caráter bibliográfico, elas parecem trazer em comum o desafio de mapear e de discutir uma certa produção acadêmica em diferentes campos do conhecimento, tentando responder que aspectos e dimensões vêm sendo destacados e privilegiados em diferentes épocas e lugares, de que formas e em que condições têm sido produzidas certas dissertações de mestrado, teses de doutorado, publicações em periódicos e comunicações em anais de congressos e de seminários. Alguns exemplos desses trabalhos na área química e estado da arte,podem ser citados como: A pesquisa em ensino de química no Brasil: conquistas e perspectivas (SCHNETZLER, 2002);O estado da arte do ensino de química no Brasil (FERREIRA, 2009); Teses e dissertações sobre o ensino de química no Brasil: análises preliminares (MATIELLO; BRETONES, 2010). Quando se trata da área da saúde também podemos encontrar trabalhos intitulados como estado da artena área farmacêutica, dentre eles, podemos destacar: A farmácia escola no Brasil: estado da arte e perspectivas (SATURNINO; FERNÁNDEZ-LLIMÓS, 2009); Quimioterapia da doença de Chagas: estado da arte e perspectivas no desenvolvimento de novos fármacos (DIAS et al., 2009); Estado da arte sobre síndrome deBurnout no Brasil (FREIRE et al., 2012); State of the art in Cassia grandis L. f. (cañandonga) (PRADA et al, 2014) e outros.Estudos que correlacionam o ensino de química e o curso de farmácia ainda são escassos na literatura. 3. OBJETIVO O objetivo desse trabalho é fazer um panorama das publicações da revista Química Nova na seção de educação entre 2003 e 2013, na qual o curso de farmácia esteja vinculado. 4. METODOLOGIA A natureza desse tipo de estudo apresenta caráter descritivo. A pesquisa descritiva segundo Gil (2002, p.42): [...] têm como objetivo primordial a descrição das características de determinada população ou fenômeno ou, então, o estabelecimento de relações entre variáveis. São inúmeros os estudos que podem ser classificados sob este título e uma de suas características mais significativas está na utilização de técnicas padronizadas de coleta de dados, tais como o questionário e a observação sistemática. A pesquisa foi baseada em consultas à base de dados da revista Química Nova, disponível no site <http://quimicanova.sbq.org.br/>, dos artigos publicados na seção “Educação” entre os anos de 2003 e 2013. Foi utilizado o programa adobe reader para leitura dos arquivos em formato pdf e, dentro do conteúdo de cada arquivo, foi digitado o radical “farmac” na ferramenta “localizar” para encontrar ou não palavras como “farmácia”, “farmacêutico”, “fármaco”, “farmacológico”, “farmacéutico” em espanhol e dentre outras palavras derivadas deste radical ou então foi digitado o radical “pharmac” quando o artigo era de língua estrangeira (inglês).Quando uma dessas palavras era encontrada ao longo do artigo, fazia-se a leitura do mesmo para verificar se existia uma relação eficaz da pesquisa descrita com o curso de farmácia. Na mesma perspectiva de Francisco e Queiroz (2008), os artigos selecionados foram categorizados em função do ano de publicação; região geográfica brasileira; número de autores; tipo de instituição de ensino superior (pública ou privada). 5.DESENVOLVIMENTO Diante das atribuições do profissional farmacêutico, assim como, a relação entre estrutura química e atividade biológica e os processos produtivos que englobam as propriedades físico-químicas, o curso de graduação em farmácia se destaca entre os cursos da área da saúde, como um dos que mais apresenta disciplinas de química em sua matriz curricular que somado com os estágios curriculares proporcionam aos alunos uma reflexão quanto às necessidades de integração das áreas de química e de farmácia (JANISSEK; OLIVEIRA; TAVARES, 2008). 6.RESULTADOS Dos 266 artigos publicados no período analisado, 71 apresentaram o radical “farmac” ou “pharmac”, porém somente 40 deles foram selecionados e categorizados, por estarem de alguma forma relacionados com o curso de farmácia e não somente estarem empregando as palavras derivadas desses radicais em seu contexto mais amplo. A tabela 1 abaixo apresenta a quantidade de artigos selecionados por ano dos trabalhos que foram selecionados para a análise em questão. Tabela 1 - Distribuição dos artigos selecionados por ano de publicação na revista Química Nova, seçao Educação Ano 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 N° de 4 4 1 0 2 3 5 2 6 6 7 artigos Verifica-se pela tabela 1 que a maior quantidade dessas publicações são nos últimos três anos (2011-2013). No ano de 2006 não houve publicação da situação proposta em questão. Já com relação ao número de artigos publicados por região, a figura 1 representa o gráfico referente a essas regiões geográficas brasileiras. Figura 1 – Gráfico que representa o número de artigos publicados por regiõesgeográficas brasileiras entre 2003 e 2013 Observa-se na figura 1, que a região sudeste é a que teve um maior número de artigos publicados (22), seguido da região nordeste (8), da região sul (5), da região centro-oeste (1) e da região norte com nenhum artigo publicado.Este número expressivo da região sudeste quando comparado às outras regiões geográficas brasileiras, pode ser justificado pelo grande número de faculdades, universidades e centros de pesquisas presentes nesta região, assim como, pelo seu maior desenvolvimento econômico e educacional, tendo como destaque a Universidade de São Paulo (USP), a Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) e a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Além disso, os quatro artigos restantes que também foram selecionados são oriundos de outros países, sendo um da Colômbia, um do Chile e dois do México, o que demonstra uma intercambialidade de conhecimento que não fica restrito somente ao Brasil e suas regiões. Segundo FAPESP (2011), a produção científica do estado de São Paulo, quando comparadacom a do Brasil, tem um perfil distinto.Publicações na área agrícola dominaram no nível nacional, porém trabalhos em química e física foram os mais publicados pelos cientistas paulistas. Agricultura é a terceira área no Estado, seguida por engenharia, farmacologia e farmácia. Quando foi comparadoa origem desses artigos, através da universidade ou faculdade a qual pertence o primeiro autor, visto que o primeiro autor é em geral considerado o autor principal da obra e o que deu a maior contribuição para a realização do trabalho, foi observado que a maioria dos artigos são provenientes de instituições públicas, seja ela federal ou estadual, como apresentado na figura 2 abaixo. Figura 2 - Gráfico que representa o vínculo do autor principal com tipo de instituição de ensino Com base na figura 2, foi observado que 18 dos 40 artigos estudados, em relação ao seu primeiro autor, são resultantes de instituições públicas de fomento federal, enquanto que 14 deles são de instituições públicas de caráter estadual e apenas quatro são consideradas de capital privado. Além disso, os quatro artigos estrangeiros, todos eles, são provindos de universidades públicas.Segundo Durham (1998), as universidades públicas são consideradas o principal suporte institucional para a pesquisa e também para a formação de pesquisadores. Somado a isso,mais da metade dos artigos publicados, 25 deles, tem como primeiro autoro sexo masculino, enquanto que os demais 15 artigos são do sexo feminino. Dentre as universidades públicas federais brasileiras, as que apresentam maior número de publicações no período estudado, levando-se em consideração a instituição do primeiro autor, são a Universidade Federal do Rio de Janeiro(UFRJ) e a Universidade Federal da Bahia (UFBA), com três artigos publicados cada uma. Quanto às universidades estaduais,o maior destaque éda Universidade de São Paulo (USP) com oito artigos publicados, seguida da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) com quatro artigos, como apresentado na figura 3 abaixo. Figura 3 – Gráfico que representa a instituição de ensino que o autor principal pertence. De acordo com a edição do SIR World Report divulgado em julho de 2013 pela Scimago Lab, a Universidade de São Paulo (USP), seguida da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) e da Universidade Estadual Paulista (UNESP) lideraram o ranking das universidades brasileiras que mais publicaram artigos científicos no período de 2007 a 2011 (TOLEDO, 2013). Quando fazemos uma análise levando-se em consideração todos os autores que participaram da elaboração de cada publicação, observamos que 11 artigos continham pesquisadores provenientes de mais de uma instituição diferente, seja ela pública ou privada. Essa participação de autores de diferentes instituições na confecção de um único artigo científico, mostra-se interessante, uma vez que, diferentes visões e conhecimentos se interelacionam e contribuem para a publicação de um artigo em uma determinada área da ciência. A parceria de destaque entre autores de diferentes instituiçõesfoi da Universidade de São Paulo com a Universidade Federal de São Carlos com três artigos publicados. Outras parcerias que também se fizeram presentes com um arigo publicado foram: Universidade de São Paulo com a Universidade Estadual de Campinas; Universidade Estadual de Campinas com a Pontifícia Universidade Católica de Campinas; Universidade de São Paulo com a Universidade Federal do ABC; Universidade Federal de Lavras com a Universidade Federal de Alfenas; Universidade Mackenzie com a Universidade Castelo Branco, Universidade Grande ABC e a Universidade São Camilo; Universidade Luterana do Brasil com a Universidade Federal de Pelotas e a Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Universidade Federal da Bahia com a União Metropolitana de Educação e Cultura S/C Ltda e; Cremer com a Escola de Educação Básica Adolpho Konder e a Universidade Regional de Blumenau. Além disso, dos 40 artigos selecionados, apenas 6 deles contêm pelo menos um dos seus autores pertencentes a um centro, departamento ou faculdade de farmácia. Apesar do baixo número de artigos, verifica-se que há também pesquisadores farmacêuticos publicando trabalhos ligados à educação. Essa busca por área distinta da sua formação acadêmica ou até do tipo de pesquisa que já atuam há anos, pode proporcionar resultados positivos, pois acredita-se que pesquisas educacionais podem gerar reflexões, discussões e até melhorias ligadas ao curso de graduação de farmácia. 7. CONSIDERAÇÕES FINAIS A pesquisa na área da educação vem apresentando um crescimento nos últimos anos que pode estar diretamente relacionada ao aumento no número de pós-graduações. Verifica-se que a maior parte das publicações são de autores principais de instituições públicas, em especial, aquelas localizadas na região sudeste do país. Em relação ao autor principal dessas 40 publicações analisadas, verifica-se que 18 são de universidades federais. Ainda com relação a essa produção total, 25 dos autores principais são do sexo masculino e 15 do sexo feminino. Quanto ao maior número de publicações, levando-se em consideração a instituição do primeiro autor, a UFBA e a UFRJ são as universidades públicas federais com maior número de publicações no período estudado, enquanto que a USP e a UNICAMP são as universidades estaduais com maior destaque. Por outro lado, 11 dos 40 artigos estudados, apresentam parcerias entre autores de diferentes instituições. A USP com a UFSCar lideram as relações entre autores nessas publicações analisadas. Além disso, dos 40 artigos selecionados, 6 deles possuem autores vinculados a uma faculdade, centro ou departamento de farmácia. Desta forma, trabalhos como este de “estado da arte” contribuem para expor os resultados de pesquisa que já existem publicados na literatura, porém, por outro lado, também expõem novas demandas de pesquisa para a área. 8. FONTES CONSULTADAS BEJARANO, N. R. R.; CARVALHO, A. M. P. A Educação Química no Brasil: uma visão através das pesquisas e publicações da área. Educación Química, v.11, n.1, p. 160 – 167, 2000. DIAS, L. C.; DESSOY, M. A.; SILVA, J. J. N.; THIEMANN, O. H.; OLIVA, G.; ANDRICOPULO, A. D. Quimioterapia da doença de Chagas: estado da arte e perspectivas no desenvolvimento de novos fármacos. Química Nova, São Paulo, v.32, n. 9, p. 2444-2457, 2009. DURHAM, E. R. As Universidades Públicas e a Pesquisa no Brasil. Núcleo de Pesquisas sobre Ensino Superiore Centro Brasileiro de Análise e Planejamento apresentado na reunião da Academia Brasileira de Ciências e Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência. Universidade de São Paulo, jun. 1998. 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