dezembro 201 3 Número 3 ANO: XVII Tiragem: 3 00 Exemplares AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DO FUNDÃO Natal à porta, os resultados do primeiro período estão aí. Para uns foram a recompensa da dedicação ao trabalho e ao estudo, para outros que seja uma reflexão sobre os objetivos de vida e um incentivo à melhoria. Nunca é tarde de mais. Este número traznos o espírito natalício; é uma época de pausa, é um momento agradável mas não pode ocultar a realidade que nos espera no início do próximo período. Espero que ela permita recobrar energias para encarar o segundo período de forma serena e com objetivos de sucesso. Até lá boas festas! - O Clube Europeu assinalou a Proclamação da Declaração Universal dos Direitos do Homem p. 7 p.8-1 7 Deolinda Gil - Semana da Ciência e Luta contra a SIDA da Tecnologia p. 3 Alunos e professores de todos os ciclos de ensino - O tribunal veio à Escola desenvolveram atividades de reflexão sobre a prevenção da p.23 - "Pensar a violência de género" p. 20-21 infeção VIH/sida. As duas turmas de Saúde, orientadas pelos professores estagiários de EDF, realizaram uma coreografia que culminou com a formação de um laço humano. p. 23 e 24 Envia os teus artigos até 24 de janeiro BALANÇO DO PRIMEIRO PERÍODO Caros amigos Parece que ainda ontem iniciamos o ano letivo. E Já estamos no Natal. Foi um período de grandes desafios, foi um período de grandes mudanças. Não alheio a elas mas sentindo-as e acompanhando-as, o Agrupamento de Escolas do Fundão, continuou o seu percurso no sentido de melhorar o serviço educativo, apostando na construção de uma escola onde as pessoas se sintam bem. Isto só é possível com a ajuda de todos, professores, assistentes operacionais, assistentes técnicos, pais, instituições e entidades colaboradoras. Com a cooperação de todos, o agrupamento está em fase de concretização de algumas iniciativas e melhoramentos, nomeadamente as obras de reparação do pavilhão oficinal, o aquecimento na cantina, a melhoria do acesso à escola sede do agrupamento e a requalificação da sala 21 . Para além destas obras houve outras iniciativas não tão visíveis mas, não menos importantes: falo dos projetos do desporto escolar, das artes visuais, da introdução do francês no âmbito das AECs, no 1 º ano na escola de Santa Teresinha, falo do empreendedorismo, dos concursos que promovemos e em que participamos. O agrupamento foi também, pela primeira vez, promotor das atividades de enriquecimento curricular em todas as escolas do 1 º ciclo. Com a vossa cooperação e colaboração foi possível criar o Gabinete de Promoção do Sucesso (GPS) e o Gabinete de Comunicação. Lançou-se o concurso para encontrar o logotipo do agrupamento e assinalamos o regresso do jantar de natal à escola. Todos sabemos que o mais importante, não são as coisas, são as pessoas. São elas que fazem as coisas acontecerem. Foi isso que se passou neste agrupamento: aconteceram coisas fundamentais para todos. Foram as pessoas, através das suas iniciativas, que desenvolveram um conjunto de ações que proporcionaram aos nossos alunos novas experiências, que vieram enriquecer o seu processo de aprendizagem, nomeadamente: construção de presépios, decorações de natal, participação no projeto eco escolas, exposições, a comemoração do dia mundial da luta contra a sida, o 1 º prémio num concurso de contos de natal, palestras no âmbito da cidadania, educação para a saúde e bem-estar, visitas de estudo, intercâmbios, monitorização da qualidade da cantina, etc. Claro que este enunciar de atividades não almeja o registo de todas, é mais um momento em que podemos reconhecer o trabalho desenvolvido por todos e por isso, queremos dizer-vos que a melhor mensagem que nos podiam dar foi aquela que recebemos, a vossa cooperação e disponibilidade de caminharem a nosso lado, ao lado do agrupamento. Boas Festas, Que o Natal seja mais um momento em que as pessoas acreditem que são capazes de construir em conjunto um mundo melhor. Desejos de um ano novo cheio de sucessos. Armando Ferreira Anacleto (Diretor) FICHA TÉCNICA DIREÇÃO, REDAÇÃO E CONCEÇÃO GRÁFICA: Agrupamento de Escolas do Fundão, Rua António José Saraiva Ap.34, 6230-000 Fundão EQUIPA COORDENADORA: Professores: Deolinda Gil TIRAGEM: 300 exemplares; IMPRESSÃO: Reprografia Agrupamento de Escolas do Fundão; PAGINAÇÃO: Scribus Opens Source COLABORADORES: Comunidade Educativa 2 ................................................................. OLHO VIVO ................................................................. "SEMANA DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA" COCKTAILS COLORIDOS PARA TODOS! No âmbito das comemorações da "Semana da Ciência e Tecnologia" alunos do 7º ano mostraram aos alunos do 3º ano como se podem realizar atividades muito divertidas, usando a Química. Prepararam diversos cocktails, usando uma mistu- ra de groselha e menta com xantana (espessante de origem natural), obtendo, desta forma, um sumo com camadas coloridas que evidenciavam a diferença das densidades dos líquidos. Este conceito foi abordado inicialmente nas aulas de Ciências Físico-Químicas e, posteriormente, apresentado aos mais pequeninos, que provaram os cocktails com muita curiosidade e muito entusiasmo. Alunos do 7º ano: Catarina Almeida, Eva Pedroso, Miguel Magueijo e Natália Nunes VIAGEM AO INTERIOR DOS ALIMENTOS No dia 22 de novembro, também no âmbito da semana da Ciência e da Tecnologia, a turma do 4º B visitou o laboratório de Biologia para realizar atividades experimentais com o objetivo de fazer “ Uma viagem ao interior dos alimentos”. Esta visita surgiu, por sugestão dos próprios alunos do 4º B, como prémio, por terem desenvolvido um jogo educativo, no ano letivo anterior, no âmbito do Empreendedorismo, em que se seguiu a metodologia GesEntrepreneur. Sendo a alimentação um dos principais fatores que contribuem para a saúde Humana, conhecer o que existe dentro dos alimentos é muito importante. Foi este o desafio que a turma do curso profissional Técnico Auxiliar de Saúdede 3º ano lançou aos “pequenos cientistas”: investigarem, no alimento “ leite”, as “oses gulosas”; “A água que corou de mágoa”; “Uma aventura na procura das gorduras”; “À procura do amigo amido”; “À procura das meninas proteínas” e “Você, é a vitamina C?”. Todos sairam mais enriquecidos, pequenos e graúdos. ................................................................. OLHO VIVO ................................................................. 3 O “TIPO” DO “EXATO” Dizem que o Português bem falado é algo que não importa no diaa-dia, mas quando chego ao ponto de ouvir quarenta vezes a palavra “tipo” pela mesma pessoa, por amor de Deus, ofereçam-lhe um dicionário de bolso pelo Natal! Se eu já me irrito facilmente com as palavras “exato” ou “exatamente” todas as noites em três ou quatro canais de televisão diferentes, quanto mais aturar um bando de animais que mal sabem falar, durante o dia? Quando chego a casa, à hora de jantar, para ver os noticiários, em todos eles, principalmente nas reportagens, só ouço “Exato Clementina, como referi^”; “Pois nada mais exato que isso, Senhor Ministro”; “ (^) exatamente o que eu pensei, Senhor Comentador.”. E, no dia seguinte, no fim de ter tido um descanso dos “exatos exatamentes”, chego à escola e vem alguém contar-me uma história, que nem interessa nem ao vivo nem ao morto, onde, numa frase de dez palavras, utiliza cinco vezes o meu melhor amigo “tipo”: “Então foi do tipo, a Joaquina, tipo, estava a fazer o pino e do tipo caiu, e eu do tipo L.O.L.”. Vou a metade da frase, e já nem percebo a que é que o “tipo” se está a referir. Por favor, senhor Nuno Crato, pelo menos uma vez na vida, faça lá uma medida para os “tipos” dos “exatos” saírem dos meus ouvidos! Daniela Morgadinho, 1 0º CSE SERMÃO COM ARTE De 4 a 1 2 de dezembro, no átrio 2 da Escola Secundária, realizou-se a exposição criativa “Sermão com Arte”, com os trabalhos elaborados pelos alunos das turmas 11 CT1 e 11 CAV, no âmbito da disciplina de Português. Depois da leitura do Sermão de Santo António aos Peixes, de Padre António Vieira, os alunos fizeram a interpretação de cada um dos capítulos e espelharam-na nos seus projetos artísticos. Houve de tudo: pinturas em tela e azulejo, desenhos, mobiles, maquetes ^ enfim, trabalhos feitos com empenho e criatividade e que todos podemos comprovar: “Vos estis sal terrae” (Vós sois o sal da terra) Sílvia Roberto (núcleo de estágio de português) 4 ................................................................. OLHO VIVO ................................................................. SEMPRE ATUAL Para refletir^ neste Natal, melhor dizendo, quando o homem quiser^ Alguns excertos do Sermão de Santo António aos Peixes, de padre António Vieira. Os homens com suas más e perversas cobiças, vêm a ser como os peixes que se comem uns aos outros.” (cap. IV) “Ainda o pobre defunto não o comeu a terra e já o tem comido toda a terra.” (cap. IV) “ Pois tudo aquilo é andarem buscando os homens como hão-de comer e como se hão-de comer.” (cap. IV) “Pegadores se chamam estes (^) sendo pequenos, não só chegam a outros maiores; mas de tal sorte que se lhe pegam aos costados que jamais os desaferram. (^) Este modo de vida, mais astuto que generoso (^) o aprenderam os peixes do alto (^), porque não parte vice-rei ou governador para as Conquistas que não vá rodeado de pegadores, os quais se arrimam a eles ^” (cap. V). “ Com os voadores tenho também uma palavra, e não é pequena a queixa. Dizei-me, voadores, não vos fez Deus para peixes; pois porque vos meteis a ser aves? (^) Aos outros peixes mata-os o anzol ou a fisga; a vós sem fisga nem anzol, mata-vos a vossa presunção e capricho.” (cap. V) “Quem quer mais do que lhe convém, perde o que quer e o que tem.” (cap. V) “ O polvo, com aquele seu capelo na cabeça, parece um monge, com aqueles seus raios estendidas, parece uma estrela, com aquele não ter osso, nem espinha, parece a mesma brandura, a mesma mansidão. (^) O polvo escurecendo-se a si, tira a vista aos outros, a primeira traição e roubo que faz é à luz, para que não se distinga as cores. Vê, peixe aleivoso e vil, qual é a tua maldade, pois Judas em tua comparação já é menos traidor”. (cap. V) Maria de Jesus Lopes CONCURSO NACIONAL DE LEITURA RESULTADOS DA 1 ª FASE E 1 ª ELIMINATÓRIA No dia 1 2 de dezembro de 201 3, realizou-se a 1ª eliminatória do Concurso Nacional de Leitura, a nível de escola. Os alunos, seis vencedores, de cada escalão, passam à 2ª eliminatória que irá decorrer no dia 1 3 de janeiro. Esta atividade surge no âmbito do Plano Nacional de Leitura, servindo para estimular o gosto e a prática da leitura entre os alunos. Participaram 1 8 alunos do 3.º ciclo e 1 7 do secundário, de entre os quais foram apurados seis de cada escalão. No 3.º ciclo: Eduarda David (8.º E), Afonso Lopes (7.º A), Andreia Martins (8.º C), Marco Melchior (7.º A), Maria Catarina Matos (8.º C) e Nelson Bento (7.º B); no secundário: Carolina Barreiros (1 2CT1 ), Leonor Mendes (11 CT3), Jean Marques (1 2LH), Catarina Carvalho (11 CT2), Catarina da Costa Carvalho (11 CAV) e Daniela Morgadinho (1 0CSE). Na 2.ª eliminatória, os alunos do 3.º ciclo terão de ler Águas de Verão, de Alice Vieira. Já os do secundário deliciar-se-ão com a obra Como Água para Chocolate, de Laura Esquível. Agradecemos a todos os alunos participantes, desejando igual empenho e entusiasmo na próxima eliminatória. Gil Carvalheiro (núcleo de estágio de Português) ................................................................. OLHO VIVO ................................................................. 5 PROJETO “ COMPOSTAGEM RECICLAR OS ALIMENTOS” A EB de Enxames inscreveu-se no Projeto “Compostagem – Reciclar os alimentos” promovido pela Agenda 21 Escolar 201 3/201 4. Embora seja destinado ao 1 º ciclo, os meninos do Jardim de Infância também participam. A participação neste projeto é uma maisvalia porque complementa os temas que estamos a desenvolver no nosso próprio projeto “À procura das nossas raízes”. A sensibilização dos alunos para a redução dos resíduos e reciclagem orgânica e a consciencialização para a correta deposição dos resíduos orgânicos na compostagem são os principais objetivos deste projeto. Estão previstas várias ações ao longo do ano. Já decorreu a primeira Ação de Sensibilização dinamizada pela Técnica Susana Nascimento onde os alunos puderam aprender o que é a compostagem e a sua importância, o ciclo da matéria orgânica, materiais a compostar e a evitar, vantagens da compostagem e tipos de compostor. A construção do compostor decorreu com grande entusiasmo por parte dos alunos, demonstrando na prática que os conhecimentos teóricos ficaram bem consolidados. O compostor, oferecido pela Resiestrela, ficou colocado mesmo ao lado da nossa horta e agora vamos esperar pacientemente pela formação do composto. EB dos Enxames 6 ................................................................. OLHO VIVO ................................................................. PROJETO SER SOLIDÁRIO O projeto “Ser Solidário”, em articulação com o apoio da turma APS 1 2 e professora Ana Sardinha, está a dinamizar na comunidade escolar a Campanha de Natal de recolha de alimentos, artigos de higiene e outros artigos novos ou usados, em bom estado (roupas, acessórios, calçado, material escolar ^). Foi colocada uma caixa no átrio princi- pal da ex-secundária e ex-João Franco, para recolha dos contributos de todos os que possam colaborar, por forma a proporcionar um melhor Natal aos alunos carenciados da nossa escola. Está também a realizar-se no átrio principal da ex-secundária, entre os dias 3 e 1 7 de dezembro, uma campanha de divulgação de produtos feitos pelos utentes da APPACDM do Fundão, em articulação com o apoio do 1 0º LH, por forma a ajudar esta instituição. O projeto Ser Solidário agradece a colaboração de todos! A coordenadora do Projeto Ser Solidário do AEF, Ana Brioso CLUBE EUROPEU PROCLAMAÇÃO DA DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS da construção do projeto europeu, na consolidação da noção de direitos humanos, quer pelo seu papel pioneiro, quer pelos exemplos concretos de respeito e reforço dos direitos humanos que foi dando ao mundo. O professor Nuno Jerónimo sublinhou o papel do indivíduo, e do indivíduo em comunidade, na construção e na negociação sistemática dos direitos. A sessão terminou com um período de debate, e perguntas e respostas, entre os oradores e a assistência. CLUBE EUROPEU Decorreu dia 1 0 de Dezembro uma atividade na biblioteca 3 do agrupamento uma sessão destinada a assinalar os 65 anos da proclamação da Declaração Universal dos Direitos Humanos pela ONU em 1 948. A sessão foi destinada aos alunos de sociologia do 1 2º ano, turmas LH e APS11 , e contou com a participação de dois professores da UBI, a professora Liliana Reis, de Ciência Política e Relações Internacionais, e o professor Nuno Jerónimo, de Sociologia. A atividade consta do plano de atividades do Clube Europeu para o presente ano letivo. A sessão decorreu em três partes. De início a professora Liliana Reis fez uma resenha histórica do percurso da DUDH, desde a sua proclamação até aos nossos dias, sublinhando o papel da Europa, e ................................................................. OLHO VIVO ................................................................. 7 PERGUNTAS A UM ADOLESCENTE Quem serás? O que viverás? Como mudarás? Como serás, sendo aquilo que já és^ ^ e que pouco mudarás? O que procurarás? Que amores terás? Que saberes te orientarão? Que amigos ficarão? Que lei resultará para ti da família que tiveres, do trabalho que encontrares? Que leis inventarás? Para onde levarás o teu desespero, a tua dor, o medo? A quem darás a tua alegria, o amor, a vida? Onde, como, quanto viverás? O que encontrarás tu? Respondo-te: Sê, vive, caminha o melhor que sabes, com o que agora tens! Professora Catarina Crocker VEM AÍ O NATAL! Dlim! Dlim! Dlim! Vem aí o Natal Não esqueçamos de tornar Esta data especial! Nos tempos que vivemos Há para aí muita pobreza Mas contradição da contradição Cada vez há mais riqueza! Muitas famílias passam fome Há sempre alguém, solitário Ajuda o teu vizinho do lado É urgente ser solidário! A ganância de alguns Não nos deixa viver e sonhar Assim não há justiça Senhores, vamos partilhar! Bem organizados e governados Neste lindo e pequeno país Poderíamos ser todos “grandes” Que bom se tu e tu fosses feliz! Natal é em dezembro Mas todos os dias deve ser Vamos repartir para multiplicar Pensar no dar e não só em receber! UMA NOITE ESPECIAL Numa noite estrelada, à janela fui espreitar havia muitas luzinhas todas elas a piscar. Texto coletivo do 6ºC e 6º E FELIZ NATAL Estrelas cadentes caíam nesta noite especial meninos alegres, pediam que chegasse o Pai Natal. É Natal ,é Natal vamos todos com alegria festejar esta época e desejar: saúde , paz e amor. Vamos todos celebrar o nascimento de Jesus pois a vida fica com mais luz. Não sei o que tem esta noite! Que a torna tão especial Talvez magia, quem sabe! É a Noite de Natal. Diogo Freire, 5ºD Beatriz Couto Pereira, 5ºD Alunos da prof. Ana Leitão 8 ................................................................. OLHO VIVO ................................................................. O NATAL NO NOSSO AGRUPAMENTO A Direção gostaria de dirigir uma palavra de reconhecimento a todos os alunos e professores que, de uma forma ou de outra, contribuíram para que o Natal tenha sido assinalado de forma tão especial no nosso Agrupamento. O espírito de Natal esteve muito presente nas inúmeras ativida- des desenvolvidas neste final de período: a decoração dos átrios e do espaço da cantina, onde irá decorrer o jantar de natal, os postais de boas festas, a animação nos intervalos, as canções, a exposição de presépios, os projectos solidários, os contos de natal do 1 º ciclo e outras iniciativas que contribuíram para tão bem assinalarmos esta quadra. Aqui ficam algumas fotos que recolhemos, que ilustram apenas uma pequena parte de todo o trabalho desenvolvido. A todos o nosso bem hajam! A Equipa da Direção Presépio no átrio da entrada da sede do Agrupamento A Academia de Música e Dança do Fundão convidou toda a comunidade escolar, a assistir nos dias 1 0;11 ;1 2;1 6 e 1 7 de Dezembro, no intervalo da manhã ( 9:50H - 1 0:05H), no átrio da Escola João Franco, a um momento musical, com os alunos das turmas do ensino articulado 5ºE; 6ºE; 7ºA; 8ºE; 9ºE e 9ºF. ................................................................. OLHO VIVO ................................................................. 9 MERRY CHRISTMAS AND HAPPY NEW YEAR Christmas is ^ -give and receive; snow time -all the family together, have dinner -a magic time; lights in the streets -time to celebrate the birth of Jesus -holidays; presents; Christmas tree -Santa Claus and elves; reindeer -fun because we meet our family; - exchanging presents; -happy time; time for parties -solidarity; generous time; -beautiful and fun -delicious because we eat a lot of candies, sweets, chocolates, cakes Turma 7º B Christmas for me is being with my family. It's time to give and receive, but, mostly, is to be happy and in peace. Joana Correia Teófilo, nº 11 Christmas is fantastic because we receive many presents and I´m with my family. I love to eat turkey, sweets, like chocolate. I love seeing the family together. The time I spend with my family is precious and fun. I love to make the Christmas tree, decorate and enjoy putting the most important thing, the star. When I do the Christmas tree, I love having the fire burning. In my village I like very much when they light a huge bonfire next to the church. square. Nádia Mesquita, nº1 8 Christmas is the only day that I'm with my whole family. Christmas is magical and fantastic. At Christmas we do a Christmas tree and adorn it, and the house. Eduardo, nº7 PÊRO VISEU Começa a azáfama do Natal e as nossas tarefas encaminham-se para a comemoração do nascimento do Menino Jesus. Desenvolvemos várias técnicas de trabalho e as experiências, para a decoração da nossa sala, do átrio e do recreio têm sido bastante giras e brilhantes. Dos mais novos até aos menos novos vamos estar todos na Ceia de Natal, com um rico jantarinho, no salão da Junta de Freguesia. Além de um belo programa de alegria com os dotes dos meninos e meninas, haverá música com o grupo de cantares da escola secundária e iremos saber qual o presépio mais bem reciclado e muitas outras surpresas natalícias que a junta irá distribuir aos mais novos. Também quisemos marcar presença na sede do agrupamento e o nosso postal de Natal, feito de material natural e reciclado, já seguiu. No dia 1 3 de dezembro é dia de festa, é dia de ceia, é dia de partilha. 10 ................................................................. OLHO VIVO ................................................................. "UM CONTO DE NATAL" EB1 PÊRO VISEU GANHA 1 º PRÉMIO Finalmente chegou o grande dia. No passado dia 6 de dezembro fomos a Castelo Branco receber o primeiro prémio do concurso “Um Conto de Natal”, uma iniciativa do Forum de Castelo Branco. O desafio foi lançado às escolas, do 1 º e 2º ciclo, do Distrito de Castelo Branco, no sentido de levar os mais novos a elaborarem os seus próprios contos de natal. Muitos foram aqueles que participaram na iniciativa, sendo escolhidos os 1 0 melhores para serem ilustrados e publicados em livro, com o título “Era uma Vez^”. De entre esses, foram ainda distinguidos dois, um por ciclo, para receberem também um computador para a sua escola. Assim a nossa turma, viu o seu conto intitulado “A força da Amizade”, ganhar o primeiro prémio, do 1 º Ciclo, para grande alegria da comunidade escolar e da freguesia. Recebemos um livro cada um e para a nossa escola, um magnífico computador. Os alunos da Turma PER1 (2º e 4º Ano) da EB1 Pêro Viseu Professora Odília Carrondo Os alunos quiseram partilhar com os leitores do "Olho Vivo" . Assim, nesta quadra que se propicia, deliciem-se com dois contos premiados A FORÇA DA AMIZADE Era uma vez uma pequena aldeia, que se chamava SEMPREASORRIR, situada no sopé de uma pequena montanha, virada para o nascer do sol, o que fazia com que toda a gente acordasse sempre bem disposta e sorridente. As suas casas pareciam casas de bonecas de tão pequeninas que eram. Todas tinham um pequeno quintal onde se podia encontrar um pouco de tudo, hortaliça, árvores de fruto... As suas fachadas de pedra estavam todas recuperadas. Nessa pequena aldeia havia muitas crianças. As crianças tinham muitos espaços verdes para brincar e para se divertirem. Brincavam, riam, conviviam umas com as outras, eram realmente muito felizes. Os avós desta aldeia conviviam com as crianças entrando nas suas brincadeiras, ensinando-lhes muitos jogos aos quais eles também brincavam quando eram pequenos. Na escola gostavam de partilhar brincadeiras e estavam sempre prontos a ajudarem-se uns aos outros. Certo dia, chegou uma nova família à pequena aldeia. Era uma família que há muito, muito tempo tinha partido para a grande cidade. Desde logo os habitantes da aldeia tentaram travar amizade com eles, mas esta família era diferente, não era uma família alegre como aquelas que mora- va ali, era uma família triste, raramente saiam de casa e andavam sempre muito tristes. Esta família tinha dois filhos a Matilde e o Pedro, os pais chamavam-se Luís e Isabel. Quando eles foram para a escola, todos os alunos tentaram ser amigos deles, mas eles pareciam que não queriam fazer amigos. Os alunos da escola começaram a ficar preocupados pois não estavam habituados aquele comportamento. Um dia depois da escola o Bruno perguntou-lhes: - Posso ir com vocês? A minha casa é perto da vossa. A Matilde que era a mais pequena disse: ................................................................. OLHO VIVO ................................................................. 11 A FORÇA DA AMIZADE - Se quiseres podes vir^ O irmão não gostou muito da ideia, mas não teve coragem para dizer nada. Ela queria aprender a sorrir, tal e qual os seus colegas da escola, com quem agora convivia. Mesmo contrariado, Pedro até gostou do atrevimento da sua irmã e lá foram os três. Durante a viagem, o Bruno foi conversando com a Matilde. O Pedro continuava calado, mas com uma vontade enorme em partilhar ideias. Entretanto, começou a chover. Os dois irmãos não estavam muito bem agasalhados para a chuva. Bruno convidouos a entrar em casa até que os pingos gordos parassem, e eles aceitaram. - Será que os vossos pais não vão ficar aborrecidos, se vocês se atrasarem? Perguntou o Bruno. - Não. Eles não estão em casa^ A resposta da Matilde incomodou o Pedro pois eles tinham ordens para que não dessem tal informação na rua, a ninguém! Todos sabiam que os meninos e meninas não podem ficar sozinhos em casa, devido aos muitos perigos. Mas, os pais andavam à procura de trabalho. Era o início do Inverno. E a chuva teimava em continuar. Os dois irmãos queriam ir para casa, mas naquele lar estava tão bom: havia lareira acesa, cheirinho a torradas no ar e até o gato brincava com os novelos de lã que estavam no cesto de trabalho da mãe do Bruno, que estava a fazer umas botinhas de lã para a vizinha da casa em frente. Entretanto, o pai do Bruno chegou. Ao ver aqueles amigos do seu filho, prontificou-se para os ir levar a casa. A mãe do Bruno vestiu-lhes uns casacos quentinhos de lã que já tinha acabado de coser e lá foram os três cada um com um chapéu-de-chuva, também emprestado. A casa da Matilde e do Pedro estava fria, mas rapidamente o pai do Bruno deitou fogo a uma lenha que ele mesmo tinha levado para aquecer aquele espaço. Como os dois irmãos tinham tarefas definidas para realizarem em casa, iniciaram- as no mesmo momento: a Matilde arrumou a casa e o Pedro começou a descascar as batatas para a sopa, pois ele sabia que a mãe iria trazer couves para depois colocar na panela. O pai do Bruno resolveu então esperar a chegada daqueles pais que se esforçavam para dar uma refeição aos seus filhos. Ele tinha uma ideia para lhes propor: trabalho. - Fiquei assustada quando vi tanto fumo a sair da nossa chaminé! -disse a mãe ao entrar em casa e vendo uma lareira enorme e um quentinho tão bom! - Foi o pai do nosso amigo Bruno quem nos ofereceu esta lenha! Está tão quentinha a nossa casinha, mãe! O Luís, ao ver o sorriso da filha ficou comovido e agradeceu ao seu vizinho, convidando-o a sentar-se. - Fiquei contente quando vi os vossos filhos em minha casa. Como estava a chover muito, o meu Bruno convidou-os a abrigarem-se um pouco até passar a chuva. Esta não parava e vim então trazê-los e queria aproveitar para conversar consigo, pois se ainda não tiver encontrado, gostaria de lhe propor trabalho. O Luís, ficou em silêncio, incomodado por os filhos terem partilhado a suas preocupações com pessoas que eles não conheciam bem. Mas olhando para o rosto dos filhos, o seu rosto foise iluminando, não conseguindo esconder o seu alívio, e mesmo sem perguntar o que iria fazer aceitou, feliz por finalmente ter encontrado aquilo de que a sua família tanto precisava. E combinaram que no dia seguinte iriam os três apanhar azeitona. No dia seguinte, os três novos amigos e vizinhos juntaram-se a um grupo de sete pessoas num enorme olival, para apanhar e escolher a azeitona que iria ser levada para o lagar e ser transformada em azeite: o líquido da vida, símbolo da luz e do calor. Os dias foram passando e o Pedro, a Matilde e o Bruno tornaram-se os melhores amigos e a eles juntaram-se outros mais. Depois da escola os irmãos iam para casa do Bruno onde faziam os trabalhos de casa e Matilde ajudava a mãe dele a dobar grandes meadas de lã. Os dois amigos iam brincando e até iam levar lenha a casa deles para que tivessem sempre um lar quentinho. À noite depois do jantar, a mãe da Matilde e do Pedro ia a casa do Bruno para ajudar a fazer camisolas de lã para vender. No dia seguinte lá iam os pais para o olival. A aldeia estava toda empenhada em ajudar esta família que tinha já um sorriso nos lábios. Já todos conviviam. Todos ajudavam como podiam. Aos domingos de manhã, o pai da Matilde e do Pedro trabalhava num pequeno terreno que lhe tinham emprestado e já tinha uma horta com os produtos de inverno nascidos: alhos, nabiças, couves, brócolos e até umas galinhas tinham, para poderem ter uns ovinhos para as suas refeições. A mãe apren- 12 ................................................................. OLHO VIVO ................................................................. A FORÇA DA AMIZADE deu, com a vizinha da rua de baixo, a cozer pão. E a Matilde até já amassava belos bolos para por no forno depois de tirar o pão. As tarefas estavam tão bem distribuídas que todos passaram a necessitar uns dou outros, pois todos queriam ajudar a família do Pedro e da Matilde. E estavam a conseguir. Numa bela noite depois do jantar, os homens juntaram-se e combinaram uma ceia de natal com troca de presentes para as crianças da aldeia. Tudo em surpresa para que nem as crianças soubessem nem os novos amigos. Os homens ficaram encarregues das bebidas e do espaço onde se iria realizar a ceia de natal e as suas esposas encarregar-se-iam do comer. Era fácil pois todos já sabiam o que iriam fazer: filhoses, couves com bacalhau, canja de galinha e uma bela lareira acesa. No último dia de escola a professora pediu a cada um dos meninos que escrevesse uma carta para enviar ao Pai Natal. Cada um pediu aquilo que mais desejava. Durante as férias divertiam-se em brincadeiras ao ar livre quando não era preciso ajudar os pais. Gostavam de se juntar no largo da igreja e combinar novas aventuras para cada dia. A Matilde e o Pedro estavam encantados, pois eles habitualmente passavam as férias trancados em casa a ver televisão e a brincar um com o outro, enquanto os pais iam trabalhar, quando ainda moravam na grande cidade. As crianças da aldeia SEMPREASSORRIR continuavam a ajudar, como sempre fizeram e nem deram conta do que iria acontecer na noite de 24 de dezembro. Uns iam aos ovos, outros apanhavam pinhas e lenha, outros iam às laranjas e outros limpavam e arrumavam as loiças e as toalhas e algodão. No dia 24 de dezembro as mulheres e os homens não foram trabalhar. As crianças estranharam mas os pais disseram-lhes que era véspera de Natal e que iriam ficar em casa para prepararem a ceia de natal. Só não sabiam que iria ser uma ceia em conjunto. Os pais da Matilde e do Pedro também tinham ficado em casa e quando se preparavam para ir fazer o jantar, alguém bateu à porta. Era o pai do Bruno: - Venho buscá-los para irmos jantar. - Para jantar, disseram eles em coro, mas nós não podemos abusar da vossa hospitalidade, vocês já fizeram demais. - Mas hoje é um dia especial, por isso este convite também é especial, vistam os casacos e venham todos, é uma surpresa. Intrigados, lá chamaram os filhos, vestiram casacos quentinhos e lá foram atrás do pai do Bruno. Em vez de entrar em casa, o pai do Bruno continuou até ao salão da Junta de Freguesia que estava todo iluminado e decorado com lindos enfeites de natal, confecionados pelos habitantes da aldeia. Quando a família entrou no salão, todos os habitantes da aldeia se levantaram e bateram palmas aqueles novos amigos, que choraram de emoção, sentindo-se finalmente em família. Pois depois de terem passado por tantas dificuldades, tinham encontrado um sítio para viver cheio de amigos e onde eles podiam de novo organizar a sua vida. As crianças sentaram-se todas numa mesa enorme e puderam convi- ver enquanto jantavam. A Matilde e o Pedro estavam emocionados, pois já há muito tempo que não tinham um jantar de Natal com tantas iguarias, rodeados de tantos amigos. Terminado o jantar, as luzes do salão apagaram-se e tudo ficou às escuras, as crianças ficaram intrigadas, pois não sabiam o que iria acontecer. De repente ouviram um barulho: - Ohohohohoh^ tinha chegado o Pai Natal, as crianças gritaram de alegria, a Matilde e o Pedro choravam, era a primeira vez que viam o Pai Natal. Então o Pai Natal foi chamando os meninos um a um, entregandolhes os presentes que eles tinham pedido na carta que a professora lhes pedira para escrever, no último dia de aulas. Quando chegou a vez da Matilde e do irmão o Pai Natal disselhes: - Fiquei muito emocionado com o vosso pedido, vocês são uns meninos muito bons e tenho a certeza que vão ser muito felizes aqui. A Matilde e o irmão apenas tinham pedido ao Pai Natal que nunca os deixasse partir daquela pequena aldeia, onde estavam rodeados de amigos e onde eram muito felizes, com os pais que tinham arranjado trabalho. Onde nunca lhes faltava comida em casa e mais importante ainda onde passavam muito tempo com os pais, que tinham disponibilidade para estar com eles, pois naquela aldeia nunca ninguém andava mal disposto, todos sorriam e eram felizes^ Conto elaborado pelos alunos da EB1 Pêro Viseu – Turma PER1 , 2º e 4º Ano Prof.ª Odília Carrondo ................................................................. OLHO VIVO ................................................................. 13 "UM CONTO DE NATAL" ALUNOS DO 1 º ANO ENTRE OS 1 0 PRIMEIROS LUGARES No âmbito do Concurso "Um Conto de Natal", proposto pelo Fórum de Castelo Branco, os alunos do 1 º ano ST2 tiveram a alegria de ver o seu conto, intitulado "Quem está à porta?", premiado entre outras 9 produções, tendo sido publicado e ilustrado num livro "Era uma vez...". Foi uma bela recompensa e uma boa motivação para a aprendizagem da leitura e a da escrita. No dia 6 de dezembro, os pequenos escritores deslocaram-se ao Fórum acompanhados pela sua professora Mª José Peixoto, pelo Diretor do Agrupamento de Escolas do Fundão, pela adjunta da direção responsável pelo 1 º Ciclo, pelo Coordenador do 1 º Ciclo e por uma das Assistentes Operacionais da EB Sta. Teresinha. O conto foi lido por alunos do 2º ano, ST3 e ST4, e gravado na RCB, no dia 1 2 de dezembro. Os ouvintes poderão desfrutar desta leitura no dia 20 de dezembro às 21 horas. Prof.ª Maria José Peixoto QUEM ESTÁ À PORTA? O mês de dezembro tinha chegado, com muito frio e muita neve. Naquele primeiro domingo, de manhã, Madalena, uma menina de sete anos e Leopoldo, de cinco, estavam entusiasmados com a decoração da casa. A mãe, Sofia, já tinha ido buscar a caixa, onde se encontravam lindos enfeites: sinos, estrelas, velas, fitas brilhantes, luzinhas, figuras do presépio, bolas douradas e prateadas^ O Natal ainda vinha longe, mas eles gostavam de enfeitar a casa e o jardim, muito cedo. - Olha, é a estrela dourada que fiz na escola! Que linda! Não se estragou. – disse a Madalena, sorrindo. - Essa é para ficar lá no cimo da árvore de Natal, não é? – perguntou o Leopoldo. - Sim, como no ano passado. Ali vem o pai com o pinheiro. Está tão verdinho! - Olá, filhos, aqui está o que tanto queriam! Estava bem protegido no sótão. Poder-se-ia dizer que foi comprado, ontem. - declarou o senhor Filipe, - É verdade! Nem parece artificial, paizinho! – exclamou o Leopoldo. - Então, vamos enfeitá-lo? – propôs a mãe. - Claro! – responderam as crianças, ao mesmo tempo. Nesse instante, a campainha tocou. Madalena, muito despachada, correu para abrir a porta. - O Pai Natal?! Mas^,ainda não é Natal! Muito surpreendidos, ficaram todos boquiabertos. - Desculpem^ Estou a incomodar? Eu explico ^– disse, timidamente, o Pai Natal. - Não, não incomoda. Faça favor de entrar. – pediu o pai. Ele entrou. Estava tão cansado! 14 ................................................................. OLHO VIVO ................................................................. QUEM ESTÁ À PORTA? - Sente-se neste sofá. É muito confortável! – sugeriu o menino. Poisou o saco vermelho, sentou-se e respirou, profundamente. - Já vem trazer as prendinhas? – interrogou a menina. - Não^ não^ , mas é por causa delas que aqui estou! - Como? Não estou a perceber nada. – acrescentou a Madalena. - Calma, filha! Ouve a explicação. - Está bem, mãe. Estou tão curiosa^ Desculpe-me, Pai Natal! - Eu compreendo que queiras saber. É que este ano, estamos com um grande problema. Na minha fábrica, não há materiais para se fazerem os brinquedos. Também não há dinheiro. Sem prendinhas, o coração das crianças ficará triste. Eu, a Mãe Natal e os duendes pensámos muito e decidimos correr o mundo, para pedirmos a todos os meninos e a todas as meninas que nos dêem alguns dos muitos brinquedos que já não usam. Assim, poderemos levar alguma alegria a todos os lares. - É uma excelente ideia. – concordaram todos. - Eu tenho bonecas, jogos, livros e tantas outras coisas^ Oh, mãe! Oh, pai! Posso dá-las? – questionou a Madalena. - Eu também tenho carrinhos, Playmobil, peluches que gostaria de dar. - Fico muito satisfeito por ver que os meus filhos gostam de dar para ajudar. – declarou o senhor Filipe. Vamos todos escolher presentinhos. – disse a mãe. Até podemos oferecer roupa que já não vos serve. - Sim! Sim! Vamos depressa! O Pai Natal tem de ir a muitas casas e não pode perder tempo. – disseram os irmãos. - Vão com o vosso pai. Eu fico aqui para preparar uma bebida quentinha, ao Pai Natal. Iremos ter convosco, logo a seguir. Todos juntos conseguiram reunir coisas lindas e úteis. Tudo foi parar ao saco vermelho. No seu trenó, conduzido pelas belas renas, o Pai Natal partiu, despedindo-se deles com um grande sorriso e um muito obrigado. Ficaram a olhar para ele. Nunca mais esquecerão este momento de partilha, amizade e solidariedade. Que aventura! Que felicidade! Alunos do 1 º ano da Prof.ª Mª José Peixoto (Escola Santa Teresinha) MENSAGENS DE NATAL DO 4º B Carta ao pai Natal POEMA DE NATAL Fundão 9 de Dezembro de 201 3 Querido Pai Natal! Espero que te encontres de boa saúde, porque vais precisar de estar em forma para poderes entregar as prendas aos meninos na noite de Natal. Desculpa que eu não me apresentei, sou o Tomás Brito e ando no 4ºano na escola João Franco. Pai Natal quero que saibas que eu gosto muito do Natal, é uma época muito bonita, porque é no Natal que a minha família se junta. Também gosto das filhós que a minha avó faz, gosto de ver as ruas enfeitadas com luzes de muitas cores e os presépios que representam o nascimento do menino Jesus. É também no Natal que se costumam receber muitas prendas e fazer a Árvore de Natal. É por tudo isto que eu gosto do Natal^ Não te vou ocupar mais tempo, pois imagino quantas cartas de meninos como eu ainda terás para ler. Despeço-me com um grande abraço e que tudo corra bem, eu vou voltar a escrever no próximo Natal. Adeus!!! Tomás Brito,T.4B A neve a chegar E o calor a acabar Uma estrela a cair No chão vai parar. As luzes a acender-se Os meninos a brincar E as outras a olhar Para verem o natal chegar. O céu nublado Os caminhos cheios de neve, Os meninos a brincar Os pais chamar. O Pai Natal a mandar presentes Os meninos apanhá-los Os pais a sorrir E o Pai Natal a ir. Catarina Costa, T. 4º B ................................................................. OLHO VIVO ................................................................. 15 MENSAGENS DE NATAL DO 4º B O Natal O Natal é muito especial com as luzes a brilhar, na árvore de Natal, e com as pessoas a sonhar. Quando tocam os sinos as prendas abrem-se. Quando cantam os meninos as bolas de neve partem-se. O Pai Natal a brilhar com as luzes de Natal, e as bolas a rodopiar com um fio vermelho especial. As renas ficam iluminadas com os seus fios doirados e os presentes ficam espantados, os passeios, amarelados. O Bolo rei fica delicioso e o bolo rainha espantoso! O Pai Natal manhoso, come o bolo gostoso. O (meu) primeiro Natal Estava um dia branco! Tão branco como a neve e fresco de humidade. A frescura enchia todos com satisfação, e a neve com diversão! As 1 2 badaladas estavam prestes a tocar. Perto do Bosque das 9 Melodias estava sentado num banco, um mendigo de roupa simples, suja e rota. Esse Mendigo trazia consigo uma linda viola de madeira de carvalho. Com ela, tocava de dia, uma alegre canção, cheia de ritmo, de noite, uma triste e profunda canção, que, ao tocá-la, vinha uma lágrima aos olhos dele. Todas as noites dormia com o mesmo sonho (bem, digamos que não era um sonho nem pesadelo). Mas nesta noite, nesta linda e fria noite, sonhou um sonho diferente. Sonhou com o Natal, o sonho trazia crianças a brincar, jantares a serem partilhados, decorações luminosas, presentes por desembrulhar^ tanta coisa! Nos últimos segundos do seu profundo sonho, ouviu a palavra “Natal”! O Mendigo acordou, todo perturbado, com o barulho das carruagens a passar e com as vozes não-distinguidas. De repente, lembrou-se do seu sonho. « Natal? » pensou, e olhou para as horas e depois para o dia: “24 de Dezembro”. «É véspera de Natal! » pensou. Dirigiu-se depressa a uma casa de madeira no Bosque das 9 Melodias. Bateu à porta, descobriu que estava aberta, semiaberta. Ouviu a voz da sua mãe, e, finalmente, abriu completamente a porta. Viu a pele macia da sua mãe, abraçou-a, e ao Mendigo, esse abraço pareceu durar anos. Daquela casa nunca mais saiu, comemorou o Natal com a sua mãe, a pessoa do seu coração^ que o abraçava e não mais parou de abraçar!... Eduardo Pizarro, T.4B Maria Neves Pedrosa, Turma: 4º B Os presentes de Natal Era uma vez uma família que adorava o Natal. A família era constituída por três elementos, a Francisca que era a filha, a Violeta que era a mãe e o Tomás que era o pai. Já estávamos quase no Natal mas, ainda não havia prenda nenhuma comprada. A Francisca quando olhou para a Árvore de Natal, não viu prenda nenhuma e ficou muito triste. Chamou logo a mãe, mas a mãe não lhe ligou nenhuma. Teve uma ideia, ser ela a fazer os presentes de Natal. Quando disse ao pai e à mãe eles acharam uma bela ideia e concordaram. Começaram logo a fazer os presentes. E divertiram-se imenso Finalmente chegou a hora de irem jantar. Francisca adorou o jantar, comeu tanto que até ficou mal disposta. Depois de jantar, fez os trabalhos de casa, viu um bocadinho de televisão e foi-se deitar. Quando acordou no dia seguinte faltavam apenas dois dias para o Natal, tomou o pequeno-almoço e olhou para a Árvore de Natal^, a Árvore de Natal estava rodeada de presentes! Percebeu logo que tinham sido os pais a fazer-lhe uma surpresa. Passaram devagar, muito devagar, os dois dias. Finalmente Natal! Francisca estava muito contente. Quando chegou a noite, a família reuniu-se, toda a gente abriu os seus presentes ao mesmo tempo, houve festa, paz e amizade. E foi assim o Natal da Francisca e dos pais! Beatriz Cunha, T.4B 16 ................................................................. OLHO VIVO ................................................................. LES POLYGLOTES DE L’ÉCOLE SOUHAITENT À TOUS UN JOYEUX NOEL ET UNE BONNE ANNÉE 201 4. Os alunos “franceses” de 7º ano foram convidados pelas professoras de Francês, Clotilde Barata e Daniela Martins, a afinar as suas vozes para comemorar a vinda da época festiva do Natal, cantando “Petit Papa Noël” e “Vive le vent”, nos diversos polos da cidade do Agrupamento de Escolas do Fundão. As notas de música pairaram no ar e alegraram os corações. Na escola Santa Teresinha, os aplausos não faltaram e os rostos retrataram a vontade de repetir experiências de articulação entre vários níveis de ensino. A saída da escola primária foi demorada pois os alunos de 7ºano viajaram no tempo da sua infância escolar, desejando permanecer no pátio para “brincar” como nos velhos tempos!!! Muitos aproveitaram também para conversar com professores e assistentes operacionais, não faltando abraços e saudades! Os pequenos poliglotas da Escola Santa Teresinha, alunos do 1 º ano, desejam a toda a comunidade escolar um feliz Natal e um próspero ano novo. Todos expressaram estes votos em momentos de convívio e partilha. No dia 1 2, deslocaram-se à Rádio Cova da Beira onde cantaram em português, Francês e Inglês. No dia 1 3 de dezembro, juntamente com os colegas do 2º ano, as turmas ST1 e ST2 receberam a visita dos alunos de 7º ano de Francês do Agrupamento de Escolas do Fundão. Ambos os grupos cantaram de forma entusiasta e reveladora do apreço pela língua francesa. Os alunos de francês do 1 º e 3º ciclos elaboraram pequenos trabalhos alusivos à quadra natalícia que foram expostos nas Escolas Santa Teresinha, João Franco e Secundária. As professoras agradecem o contributo e dedicação manifestadas que permitiram a realização das diversas atividades. Prof.ª Daniela Martins ................................................................. OLHO VIVO ................................................................. 17 JI E EB DA CAPINH A PRODUÇÃO DE AZEITE Na nossa aldeia, Capinha, todos valorizam o Azeite. Aqui, tal como na maior parte do mundo, o azeite sempre teve muita importância na alimentação e economia local. Na nossa escola existem duas oliveiras, uma delas parece mesmo perdida no tempo! Talvez seja ainda do tempo dos enormes lagartos, a quem chamam dinossauros. Decidimos, então, colher a azeitona que as nossas árvores, cientificamente conhecidas como Olea europaea, nos quiseram oferecer este outono. Convidámos os pais e avós que estivessem disponíveis para nos virem ajudar. Na hora marcada lá apareceram alguns pais e avós munidos do material necessário: toldos, escadas, serrote, ancinhos, motosserra, varas e recipientes. Os baldes pequeninos do JI também foram bastante úteis^ Estendemos os toldos debaixo da oliveira e, lá do alto, começaram a cair ramos cortados com a motosserra! A pontaria das bagas pretas também foi certeira^nas nossas cabeças! Pouco a pouco, lá fomos enchendo os baldes a as mãos mudaram de cor. Este dia de outono, com frio de inverno, não nos fez desistir da nossa missão. A meio da manhã tínhamos à nossa espera um lanche delicioso com direito a chá, leite, café para os adultos e variados petiscos! Colhida a azeitona vamos, qualquer dia, levá-la ao lagar e de lá trazer o precioso líquido: o azeite. Esperamos que o nosso "az-zaite" (sumo de azeitona), seja de excelência. Será, certamente, biológico e livre de qualquer produto químico. novembro de 201 3 18 ................................................................. OLHO VIVO ................................................................. JARDIM DE INFÂNCIA DE PÊRO VISEU E AS ARTES MONOTIPIA Na Oficina de Artes, da escola sede, contactámos com novas técnicas de registo e as experiências de expressão gráficas e artísticas não se fizeram esperar. Houve trabalho, muito empenho e a criatividade não parou. Depois de uma sessão muito esclarecedora sobre as técnicas a aplicar, passámos à sala de trabalho. Com rolo e tinta preenchemos uma superfície interior de pacote de leite. Depois desenhamos sobre a tinta com um pincel fino e também com o rabo do pincel. Colocámos em cima da pintura uma folha de papel branca, fizemos força com a mão e um pano e por fim levantámos a folha branca. Ficámos com um trabalho positivo e outro trabalho negativo. Muito divertido e criativo. Negativo Pintura e impressão Positivo PALESTRA SOBRE DROGAS LÍCITAS E ILÍCITAS No dia 29 de novembro três exalunas da Escola Secundária do Fundão, Carolina Carlos, Daniela David e Helena Teles, atualmente alunas do 3º ano da faculdade de medicina da Universidade de Lisboa, vieram à escola para transmitirem alguns dos conhecimentos que até então adquiriram sobre drogas líci- tas e ilícitas. Na impossibilidade de envolver todos os alunos do ensino secundário, decidiu-se escolher três turmas do ensino regular (1 0º CT1 , 1 0ºCT2 e 1 0º LH) e três turmas do ensino profissional (APS11 , APS1 2 e TAS 11 ). Durante as sessões realizadas, os alunos foram sensibilizados para uma vida sem drogas e alertados para os efeitos nefastos que as drogas têm para a saúde individual. Foram ainda abordadas as consequências familiares e sociais do consumo destas drogas. Às ex-alunas Carolina, Daniela e Helena os nossos agradecimentos. Equipa PES ................................................................. OLHO VIVO ................................................................. 19 “PENSAR A VIOLÊNCIA DE GÉNERO ATRAVÉS DA EXPRESSÃO ARTÍSTICA” No dia 25 de Novembro, a turma APS11 , juntamente com outras turmas de escolas do distrito, participou num encontro no Teatro das Beiras na Covilhã. Dia 25 assinala-se o dia Internacional Para a Eliminação da Violência Contra as Mulheres pelo que a Coolabora juntamente com o Teatro das Beiras desenvolveu uma tarde de sensibilização aos alunos no sentido de os precaver e ajudar a combater esta realidade. A tarde começou por uma introdução para nos situar no tema e de seguida assistimos à reportagem “Migalhas” de Ramon de Los Santos que falava sobre a condição humana na terceira idade, construída a partir de depoimentos de pessoas idosas no concelho da Covilhã. Estas demonstraram o seu sofrimento enquanto vítimas de violência, a qual experienciaram ao longo das suas vidas, desculpando as atitudes passadas dos maridos dizendo que a culpa era do vinho, mas a verdade é que muitas mulheres actualmente, afirmam sofrer em silêncio. De seguida, dois artistas, Maria Lino e Francisco Paiva, convidaram- nos a ver sua exposição de desenhos “ Interações”: obra gráfica que “partiu da proposta de relacionamento criativo entre dois autores de gerações e especialidades distintas, que se debruçaram sobre diversas premissas relativas da Igualdade e da Violência de Género, cri- ando um conjunto de obras que evidenciam conceitos e dinâmicas próprias desta problemática:” Foi lançado o concurso Digitalcool para o ano lectivo 201 3/201 4, que tem por objectivo sensibilizar os alunos e toda a comunidade em geral, para a importância da igualdade de género na construção de uma sociedade onde as pessoas, independentemente do sexo, possam concretizar o seu potencial. Disponibilizaram-nos o site para que pudéssemos divulgar e participar http://www.coolabora.pt/. vários lares de terceira idade do Concelho da Covilhã, sobre a violência de género. Este teatro foi interpretado por Sónia Botelho, vítima, também ela, de violência doméstica, que afirma não ter vergonha de dar a cara e reiterando que deveríamos seguir o seu exemplo de falar e pedir ajuda, caso esta violência se passe connosco ou com alguém do nosso conhecimento. Com esta sensibilização tivemos noção de que as mulheres continuam a ser vitimas de violência, permanecendo na sua maioria caladas e a sofrer durante anos, pensando Por fim assistimos ao teatro “ Não interessam as Rosas”, um espectáculo construído a partir de depoimentos de pessoas idosas de 20 ................................................................. OLHO VIVO ................................................................. “PENSAR A VIOLÊNCIA DE GÉNERO ATRAVÉS DA EXPRESSÃO ARTÍSTICA” por vezes, que a culpa ou é delas ou menosprezando a violência a que são sujeitas. As mulheres devem ter atitude e agir logo após o primeiro ato de violência e por isso pensamos que estas campanhas de sensibilização são muito importantes, pois mesmo que estas atitudes não mudem de um dia para outro, podem ser trabalhadas com estas ações de sensibilização, assim melhorando esta dura realidade. Ana Cardoso e Soraia Cardoso, APS11 EDUCAÇÃO SEXUAL No dia 1 2 de dezembro de 201 3, os alunos do 7ºD assistiram a uma sessão de sensibilização sobre Infeções Sexualmente Transmissíveis, durante as aulas de Ciências Físico-Químicas e Ciências Naturais, no âmbito da Educação Sexual. A atividade foi dinamizada por um grupo de alunos do Curso Profissional de Técnico Auxiliar de Saúde, PTAS 11 , do Agrupamento de Escolas do Fundão. Os alunos: André Madeira Fábio Gomes Guilherme Geraldes ................................................................. OLHO VIVO ................................................................. 21 FATELA HORA DOS CONTADORES DE HISTÓRIAS No âmbito do projeto ʺA Roda das Histórias com Sabor a Chocolateʺ do JI de Fatela, no dia 29 de novembro realizou-se a primeira “Hora dos Contadores de Histórias”. Esta atividade desenvolvida em conjunto com a EB e a decorrer mensalmente, irá contar com a participação de Pais/Encarregados de Educação e comunidade. Pretendemos com esta aproximação, levar os alunos a reconhecer que contar é recriar é construir pontes entre o oral e o escrito. No final da história, as palavras foram “aquecidas” por um chocolate quente, porque as Histórias não são feitas apenas de palavras; têm peso, cor, sabor e estão carregadas de sentidos e detalhes que passam para fora do texto e alimentam a imaginação. JI e EB de Fatela O Jardim de Infância da Fatela deseja boas festas O "Olho Vivo" deseja a todos os colaboradores e leitores umas boas festas cheias de alegria e saúde. 22 ................................................................. OLHO VIVO ................................................................. O TRIBUNAL VEIO À ESCOLA Numa iniciativa da Associação Sindical de Juízes, Tribunais de porta aberta, com o objetivo de aproximar os cidadãos da justiça, o Agrupamento de Escolas do Fundão recebeu alguns profissionais da justiça. No passado dia 3 de dezembro estiveram no anfiteatro do agrupamento um juiz, um delegado do ministério público, uma advogada, um oficial de justiça e um funcionário do tribunal que desempenhou o papel de arguido. Estes profissionais trouxeram o tribunal à escola e “julgaram” três casos reais. Dezoito alunos do 9º ano assistiram a estes “julgamentos” e, no dia 1 0 de dezembro foi a sua vez de mostrar aos colegas de ano o que acontece num julgamento. O anfite- atro estava composto e até a SIC veio documentar o desempenho daqueles alunos. Alguns testemunhos: - Com esta atividade(^) os alunos ficaram, certamente, a perceber um pouco mais sobre as profissões e a função de cada elemento, durante o decorrer de um julgamento. – Inês Bonifácio - Gostei da atividade e penso que se devem incentivar mais os jovens para este tipo de atividades. Eu pensava que os tribunais eram como nos filmes, muito dramático. – Jorge Santos. Eu acho que esta atividade despertou a nossa curiosidade para o que são os tribunais. – André Mesquita. - Acho que foi muito bem-sucedida e com ela aprendemos um pouco mais sobre justiça. – Pedro Mesquita - Aprendemos como estar num tribunal, o quão é difícil ser advogado, juiz, procurador do ministério público e oficial de justiça. – Inês Pereira - Representar o papel de juiz foi muito bom porque era a “personagem” de quem eu tinha manos a noção de como agia e o que dizia num julgamento. Mónica Reis - (^) foi muito interessante participar(^) pois permitiu-nos ter uma visão diferente da que tínhamos antes, de como era um julgamento. Jéssica Almeida Prof.ª Regina Costa COMEMORAÇÃO DO DIA MUNDIAL DE LUTA CONTRA A SIDA Jardim de Infância de Pêro Viseu O Dia Mundial de Luta Contra a Sida é comemorado a nível mundial no dia 1 de Dezembro. Assim, conversámos e refletimos sobre o tema e chegámos a algumas conclusões sobre a necessidade da prevenção e precaução contra o vírus e os cuidados a ter com o nosso corpo que registámos em texto. Com os trabalhos individuais, de expressão plástica, não quisemos deixar de assinalar esta data e participar na exposição a decorrer no átrio principal da escola sede do nosso agrupamento. ................................................................. OLHO VIVO ................................................................. 23 COMEMORAÇÃO DO DIA MUNDIAL DE LUTA CONTRA A SIDA No dia 1 de dezembro assinalou-se o Dia Mundial de Luta contra a Sida. A nossa escola desde há vários anos que se tem preocupado com o desenvolvimento de competências conducentes à prevenção da infeção VIH/sida. Como todos sabemos, a principal via de transmissão do vírus da imunodeficiência humana (VIH) é através das relações sexuais desprotegidas uma vez que o vírus, além de existir na corrente sanguínea, encontra-se noutros fluidos corporais como o esperma e as secreções vaginais. Como ainda não existe cura para a SIDA todos devemos apostar na sua prevenção, utilizando o preservativo durante as relações sexuais, não partilhando agulhas ou seringas e evitando contatos com objetos cortantes ou pontiagudos não esterilizados. Este ano letivo, para assinalar o Dia Mundial de Luta contra a Sida, o Agrupamento de Escolas do Fundão, procurou envolver os alunos de todos os ciclos propondo-lhes o desenvolvimento de atividades que levassem a comunidade escolar a refletir sobre a prevenção da infeção VIH/sida, de modo a que todos tomassem consciência da importância da construção de hábitos de vida saudáveis necessários à promoção da sua saúde. Foi pedido a todos os professores diretores de turma/professores da turma que incentivassem os seus alunos a elaborar um pequeno trabalho alusivo à temática, e que durante a sua execução refletissem sobre ela. Foi também proposto aos diretores de turma/coordenadores de curso das turmas dos cursos profissionais de saúde que fizessem o logótipo da sida, construindo um laço humano. Como resultado foram elaborados pelos alunos de todos os ciclos, um grande número de trabalhos que foram entregues à equipa PES e que estive- ram em exposição no átrio principal da Escola Secundária, desde o dia 27 de novembro até ao dia 4 de dezembro. No dia 29 de novembro no intervalo maior da manhã, os alunos dos cursos profissionais de saúde apoiados pelos seus professores e em particular pelos professores estagiários de educação física, realizaram uma coreografia que culminou com a formação de um laço humano. Esta atividade bastante apreciada foi do agrado de muitos alunos e professores. No final um grupo de alunos do 6º E apresentou um RAP com quadras feitas por eles sobre a problemática da sida. O balanço foi positivo. Os alunos deram o seu melhor, consciencializados de que a SIDA é um flagelo mundial e que necessita de uma cooperação entre todos, para que os seus efeitos possam ser minimizados. A equipa PES agradece a todos e lembra que a proteção é fundamental para uma sexualidade sem riscos. A Equipa PES Grupo de rap do 6º E Todos os níveis de ensino participaram no evento, desde o préscolar até ao ensino secundário (de cima para baixo) 24 ................................................................. OLHO VIVO .................................................................