dezembro 201 3
Número 3
ANO: XVII
Tiragem:
3 00 Exemplares
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DO FUNDÃO
Natal à porta, os resultados do primeiro
período estão aí. Para
uns foram a recompensa da dedicação ao trabalho e ao estudo, para
outros que seja uma
reflexão sobre os objetivos de vida e um incentivo à melhoria.
Nunca é tarde de mais.
Este número traznos o espírito natalício;
é uma época de pausa,
é um momento agradável mas não pode ocultar a realidade que nos
espera no início do próximo período. Espero
que ela permita recobrar energias para encarar
o
segundo
período de forma serena e com objetivos de
sucesso.
Até lá boas festas!
- O Clube Europeu
assinalou a Proclamação
da Declaração Universal
dos Direitos do Homem p. 7
p.8-1 7
Deolinda Gil
- Semana da Ciência e
Luta contra a SIDA
da Tecnologia p. 3
Alunos e professores de todos os ciclos de ensino
- O tribunal veio à Escola desenvolveram
atividades de reflexão sobre a prevenção da
p.23
- "Pensar a violência de
género" p. 20-21
infeção VIH/sida. As duas turmas de Saúde, orientadas pelos
professores estagiários de EDF, realizaram uma coreografia que
culminou com a formação de um laço humano. p. 23 e 24
Envia os teus artigos até 24 de janeiro
BALANÇO DO PRIMEIRO PERÍODO
Caros amigos
Parece que ainda ontem iniciamos o ano letivo. E Já estamos no
Natal.
Foi um período de grandes desafios, foi um período de grandes
mudanças. Não alheio a elas mas
sentindo-as e acompanhando-as, o
Agrupamento de Escolas do Fundão, continuou o seu percurso no
sentido de melhorar o serviço educativo, apostando na construção de
uma escola onde as pessoas se sintam bem. Isto só é possível com a
ajuda de todos, professores, assistentes operacionais, assistentes técnicos, pais, instituições e entidades
colaboradoras.
Com a cooperação de todos, o
agrupamento está em fase de concretização de algumas iniciativas e
melhoramentos, nomeadamente as
obras de reparação do pavilhão oficinal, o aquecimento na cantina, a
melhoria do acesso à escola sede
do agrupamento e a requalificação
da sala 21 .
Para além destas obras houve
outras iniciativas não tão visíveis
mas, não menos importantes: falo
dos projetos do desporto escolar,
das artes visuais, da introdução do
francês no âmbito das AECs, no 1 º
ano na escola de Santa Teresinha,
falo do empreendedorismo, dos concursos que promovemos e em que
participamos. O agrupamento foi
também, pela primeira vez, promotor
das atividades de enriquecimento
curricular em todas as escolas do 1 º
ciclo. Com a vossa cooperação e
colaboração foi possível criar o Gabinete de Promoção do Sucesso
(GPS) e o Gabinete de Comunicação. Lançou-se o concurso para encontrar o logotipo do agrupamento e
assinalamos o regresso do jantar de
natal à escola.
Todos sabemos que o mais importante, não são as coisas, são as
pessoas. São elas que fazem as coisas acontecerem. Foi isso que se
passou neste agrupamento: aconteceram coisas fundamentais para todos. Foram as pessoas, através das
suas iniciativas, que desenvolveram
um conjunto de ações que proporcionaram aos nossos alunos novas
experiências, que vieram enriquecer
o seu processo de aprendizagem,
nomeadamente: construção de presépios, decorações de natal, participação no projeto eco escolas,
exposições, a comemoração do dia
mundial da luta contra a sida, o 1 º
prémio num concurso de contos de
natal, palestras no âmbito da cidadania, educação para a saúde e
bem-estar, visitas de estudo, intercâmbios, monitorização da qualidade da cantina, etc. Claro que este
enunciar de atividades não almeja o
registo de todas, é mais um momento em que podemos reconhecer
o trabalho desenvolvido por todos e
por isso, queremos dizer-vos que a
melhor mensagem que nos podiam
dar foi aquela que recebemos, a
vossa cooperação e disponibilidade
de caminharem a nosso lado, ao lado do agrupamento.
Boas Festas,
Que o Natal seja mais um momento em que as pessoas acreditem que são capazes de construir
em conjunto um mundo melhor.
Desejos de um ano novo cheio
de sucessos.
Armando Ferreira Anacleto
(Diretor)
FICHA TÉCNICA
DIREÇÃO, REDAÇÃO E CONCEÇÃO GRÁFICA:
Agrupamento de Escolas do Fundão,
Rua António José Saraiva Ap.34, 6230-000 Fundão
EQUIPA COORDENADORA:
Professores: Deolinda Gil
TIRAGEM: 300 exemplares;
IMPRESSÃO:
Reprografia Agrupamento de Escolas do Fundão;
PAGINAÇÃO: Scribus Opens Source
COLABORADORES: Comunidade Educativa
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"SEMANA DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA"
COCKTAILS COLORIDOS PARA TODOS!
No âmbito das comemorações
da "Semana da Ciência e Tecnologia" alunos do 7º ano mostraram aos
alunos do 3º ano como se podem
realizar atividades muito divertidas,
usando a Química. Prepararam diversos cocktails, usando uma mistu-
ra de groselha e menta com xantana
(espessante de origem natural), obtendo, desta forma, um sumo com
camadas coloridas que evidenciavam a diferença das densidades dos
líquidos. Este conceito foi abordado
inicialmente nas aulas de Ciências
Físico-Químicas e, posteriormente,
apresentado aos mais pequeninos,
que provaram os cocktails com muita curiosidade e muito entusiasmo.
Alunos do 7º ano: Catarina Almeida, Eva
Pedroso, Miguel Magueijo e Natália Nunes
VIAGEM AO INTERIOR DOS ALIMENTOS
No dia 22 de novembro, também
no âmbito da semana da Ciência e da
Tecnologia, a turma do 4º B visitou o
laboratório de Biologia para realizar atividades experimentais com o objetivo
de fazer “ Uma viagem ao interior dos
alimentos”.
Esta visita surgiu, por sugestão dos
próprios alunos do 4º B, como prémio,
por terem desenvolvido um jogo educativo, no ano letivo anterior, no âmbito
do Empreendedorismo, em que se seguiu a metodologia GesEntrepreneur.
Sendo a alimentação um dos principais fatores que contribuem para a
saúde Humana, conhecer o que existe
dentro dos alimentos é muito importante. Foi este o desafio que a turma do
curso profissional Técnico Auxiliar de Saúdede
3º ano lançou
aos “pequenos
cientistas”: investigarem, no
alimento “ leite”,
as “oses gulosas”; “A água
que corou de
mágoa”; “Uma
aventura na procura das gorduras”; “À procura do amigo amido”; “À
procura das meninas proteínas” e “Você, é a vitamina C?”.
Todos sairam mais enriquecidos,
pequenos e graúdos.
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O “TIPO” DO “EXATO”
Dizem que o Português bem falado é algo que não importa no diaa-dia, mas quando chego ao ponto
de ouvir quarenta vezes a palavra
“tipo” pela mesma pessoa, por amor
de Deus, ofereçam-lhe um dicionário
de bolso pelo Natal!
Se eu já me irrito facilmente com
as palavras “exato” ou “exatamente”
todas as noites em três ou quatro
canais de televisão diferentes, quanto mais aturar um bando de animais
que mal sabem falar, durante o dia?
Quando chego a casa, à hora de
jantar, para ver os noticiários, em todos eles, principalmente nas reportagens, só ouço “Exato Clementina,
como referi^”; “Pois nada mais
exato que isso, Senhor Ministro”; “
(^) exatamente o que eu pensei,
Senhor Comentador.”.
E, no dia seguinte, no fim de ter
tido um descanso dos “exatos exatamentes”, chego à escola e vem alguém contar-me uma história, que
nem interessa nem ao vivo nem ao
morto, onde, numa frase de dez palavras, utiliza cinco vezes o meu
melhor amigo “tipo”: “Então foi do tipo, a Joaquina, tipo, estava a fazer
o pino e do tipo caiu, e eu do tipo
L.O.L.”. Vou a metade da frase, e já
nem percebo a que é que o “tipo” se
está a referir.
Por favor, senhor Nuno Crato,
pelo menos uma vez na vida, faça lá
uma medida para os “tipos” dos
“exatos” saírem dos meus ouvidos!
Daniela Morgadinho, 1 0º CSE
SERMÃO COM ARTE
De 4 a 1 2 de dezembro, no átrio 2 da
Escola
Secundária,
realizou-se a exposição criativa “Sermão
com Arte”, com os trabalhos elaborados pelos alunos das turmas
11 CT1 e 11 CAV, no
âmbito da disciplina de
Português.
Depois da leitura
do Sermão de Santo
António aos Peixes,
de Padre António Vieira, os alunos fizeram a
interpretação de cada
um dos capítulos e
espelharam-na
nos
seus projetos artísticos. Houve de tudo:
pinturas em tela e
azulejo,
desenhos,
mobiles, maquetes ^
enfim, trabalhos feitos
com empenho e criatividade e que todos
podemos comprovar:
“Vos estis sal terrae” (Vós sois o sal da terra)
Sílvia Roberto (núcleo de estágio de português)
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SEMPRE ATUAL
Para refletir^ neste Natal, melhor dizendo, quando o homem quiser^
Alguns excertos do Sermão de Santo António aos Peixes, de padre António Vieira.
Os homens com suas más e perversas cobiças, vêm a ser como os peixes que se comem uns aos outros.” (cap. IV)
“Ainda o pobre defunto não o comeu a terra e já o tem comido toda a terra.” (cap. IV)
“ Pois tudo aquilo é andarem buscando os homens como hão-de comer e como se hão-de comer.” (cap. IV)
“Pegadores se chamam estes (^) sendo pequenos, não só chegam a outros maiores; mas de tal sorte que se lhe pegam aos costados que jamais os desaferram. (^) Este modo de vida, mais astuto que generoso (^) o aprenderam
os peixes do alto (^), porque não parte vice-rei ou governador para as Conquistas que não vá rodeado de pegadores, os quais se arrimam a eles ^” (cap. V).
“ Com os voadores tenho também uma palavra, e não é pequena a queixa. Dizei-me, voadores, não vos fez Deus para peixes; pois porque vos meteis a ser aves? (^) Aos outros peixes mata-os o anzol ou a fisga; a vós sem fisga nem
anzol, mata-vos a vossa presunção e capricho.” (cap. V)
“Quem quer mais do que lhe convém, perde o que quer e o que tem.” (cap. V)
“ O polvo, com aquele seu capelo na cabeça, parece um monge, com aqueles seus raios estendidas, parece uma
estrela, com aquele não ter osso, nem espinha, parece a mesma brandura, a mesma mansidão. (^) O polvo escurecendo-se a si, tira a vista aos outros, a primeira traição e roubo que faz é à luz, para que não se distinga as cores. Vê,
peixe aleivoso e vil, qual é a tua maldade, pois Judas em tua comparação já é menos traidor”. (cap. V)
Maria de Jesus Lopes
CONCURSO NACIONAL DE LEITURA
RESULTADOS DA 1 ª FASE E 1 ª ELIMINATÓRIA
No dia 1 2 de dezembro de 201 3, realizou-se
a
1ª
eliminatória do Concurso Nacional de
Leitura, a nível de
escola. Os alunos, seis vencedores,
de cada escalão, passam à 2ª eliminatória que irá decorrer no dia 1 3 de
janeiro.
Esta atividade surge no âmbito
do Plano Nacional de Leitura, servindo para estimular o gosto e a prática
da leitura entre os alunos.
Participaram 1 8 alunos do 3.º ciclo e 1 7 do secundário, de entre os
quais foram apurados seis de cada
escalão. No 3.º ciclo: Eduarda David
(8.º E), Afonso Lopes (7.º A), Andreia
Martins (8.º C), Marco Melchior (7.º
A), Maria Catarina Matos (8.º C) e
Nelson Bento (7.º B); no secundário:
Carolina Barreiros (1 2CT1 ), Leonor
Mendes (11 CT3), Jean Marques
(1 2LH), Catarina Carvalho (11 CT2),
Catarina da Costa Carvalho (11 CAV)
e Daniela Morgadinho (1 0CSE).
Na 2.ª eliminatória, os alunos do
3.º ciclo terão de ler Águas de Verão,
de Alice Vieira. Já os do secundário
deliciar-se-ão com a obra Como
Água para Chocolate, de Laura
Esquível.
Agradecemos a todos os alunos
participantes, desejando igual empenho e entusiasmo na próxima eliminatória.
Gil Carvalheiro
(núcleo de estágio de Português)
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PROJETO “ COMPOSTAGEM
RECICLAR OS ALIMENTOS”
A EB de Enxames inscreveu-se no
Projeto “Compostagem – Reciclar os
alimentos” promovido pela Agenda 21
Escolar 201 3/201 4. Embora seja destinado
ao 1 º ciclo, os meninos do Jardim de Infância
também participam.
A participação neste projeto é uma maisvalia porque complementa os temas que
estamos a desenvolver no nosso próprio
projeto “À procura das nossas raízes”.
A sensibilização dos alunos para a
redução dos resíduos e reciclagem orgânica
e a consciencialização para a correta
deposição dos resíduos orgânicos na
compostagem são os principais objetivos deste
projeto.
Estão previstas várias ações ao longo do
ano. Já decorreu a primeira Ação de
Sensibilização dinamizada pela Técnica
Susana Nascimento onde os alunos puderam
aprender o que é a compostagem e a sua
importância, o ciclo da matéria orgânica,
materiais a compostar e a evitar, vantagens da
compostagem e tipos de compostor.
A construção do compostor decorreu com grande entusiasmo
por parte dos alunos, demonstrando na prática que os
conhecimentos teóricos ficaram bem consolidados.
O compostor, oferecido pela Resiestrela, ficou colocado
mesmo ao lado da nossa horta e agora vamos esperar
pacientemente pela formação do composto.
EB dos Enxames
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PROJETO SER SOLIDÁRIO
O projeto “Ser Solidário”, em articulação com o apoio da turma APS
1 2 e professora Ana Sardinha, está
a dinamizar na comunidade escolar
a Campanha de Natal de recolha de
alimentos, artigos de higiene e outros artigos novos ou usados, em
bom estado (roupas, acessórios,
calçado, material escolar ^). Foi
colocada uma caixa no átrio princi-
pal da ex-secundária e ex-João
Franco, para recolha dos contributos de todos os que possam colaborar, por forma a proporcionar um
melhor Natal aos alunos carenciados da nossa escola.
Está também a realizar-se no
átrio principal da ex-secundária, entre os dias 3 e 1 7 de dezembro,
uma campanha de divulgação de
produtos feitos pelos utentes da
APPACDM do Fundão, em articulação com o apoio do 1 0º LH, por forma a ajudar esta instituição.
O projeto Ser Solidário agradece
a colaboração de todos!
A coordenadora do Projeto Ser Solidário do
AEF, Ana Brioso
CLUBE EUROPEU
PROCLAMAÇÃO DA DECLARAÇÃO UNIVERSAL
DOS DIREITOS HUMANOS
da construção do projeto europeu,
na consolidação da noção de direitos humanos, quer pelo seu papel
pioneiro, quer pelos exemplos concretos de respeito e reforço dos direitos humanos que foi dando ao
mundo. O professor Nuno Jerónimo
sublinhou o papel do indivíduo, e do
indivíduo em comunidade, na construção e na negociação sistemática
dos direitos. A sessão terminou com
um período de debate, e perguntas
e respostas, entre os oradores e a
assistência.
CLUBE EUROPEU
Decorreu dia 1 0 de Dezembro
uma atividade na biblioteca 3 do
agrupamento uma sessão destinada
a assinalar os 65 anos da proclamação da Declaração Universal dos Direitos Humanos pela ONU em 1 948.
A sessão foi destinada aos alunos
de sociologia do 1 2º ano, turmas LH
e APS11 , e contou com a participação de dois professores da UBI, a
professora Liliana Reis, de Ciência
Política e Relações Internacionais, e
o professor Nuno Jerónimo, de Sociologia. A atividade consta do plano
de atividades do Clube Europeu para o presente ano letivo.
A sessão decorreu em três partes. De início a professora Liliana
Reis fez uma resenha histórica do
percurso da DUDH, desde a sua
proclamação até aos nossos dias,
sublinhando o papel da Europa, e
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PERGUNTAS A UM ADOLESCENTE
Quem serás?
O que viverás?
Como mudarás?
Como serás, sendo aquilo que já és^
^ e que pouco mudarás?
O que procurarás?
Que amores terás?
Que saberes te orientarão?
Que amigos ficarão?
Que lei resultará para ti da família que tiveres,
do trabalho que encontrares?
Que leis inventarás?
Para onde levarás o teu desespero, a tua dor, o medo?
A quem darás a tua alegria, o amor, a vida?
Onde, como, quanto viverás?
O que encontrarás tu?
Respondo-te:
Sê,
vive,
caminha o melhor que sabes,
com o que agora tens!
Professora Catarina Crocker
VEM AÍ O NATAL!
Dlim! Dlim! Dlim!
Vem aí o Natal
Não esqueçamos de tornar
Esta data especial!
Nos tempos que vivemos
Há para aí muita pobreza
Mas contradição da contradição
Cada vez há mais riqueza!
Muitas famílias passam fome
Há sempre alguém, solitário
Ajuda o teu vizinho do lado
É urgente ser solidário!
A ganância de alguns
Não nos deixa viver e sonhar
Assim não há justiça
Senhores, vamos partilhar!
Bem organizados e governados
Neste lindo e pequeno país
Poderíamos ser todos “grandes”
Que bom se tu e tu fosses feliz!
Natal é em dezembro
Mas todos os dias deve ser
Vamos repartir para multiplicar
Pensar no dar e não só em receber!
UMA NOITE ESPECIAL
Numa noite estrelada,
à janela fui espreitar
havia muitas luzinhas
todas elas a piscar.
Texto coletivo do 6ºC e 6º E
FELIZ NATAL
Estrelas cadentes caíam
nesta noite especial
meninos alegres, pediam
que chegasse o Pai Natal.
É Natal ,é Natal
vamos todos com alegria
festejar esta época e desejar:
saúde , paz e amor.
Vamos todos celebrar
o nascimento de Jesus
pois a vida fica com mais luz.
Não sei o que tem esta noite!
Que a torna tão especial
Talvez magia, quem sabe!
É a Noite de Natal.
Diogo Freire, 5ºD
Beatriz Couto Pereira, 5ºD
Alunos da prof. Ana Leitão
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O NATAL NO NOSSO AGRUPAMENTO
A Direção gostaria de dirigir
uma palavra de reconhecimento a
todos os alunos e professores que,
de uma forma ou de outra, contribuíram para que o Natal tenha sido
assinalado de forma tão especial
no nosso Agrupamento.
O espírito de Natal esteve muito presente nas inúmeras ativida-
des desenvolvidas neste final de
período: a decoração dos átrios e
do espaço da cantina, onde irá decorrer o jantar de natal, os postais
de boas festas, a animação nos intervalos, as canções, a exposição
de presépios, os projectos solidários, os contos de natal do 1 º ciclo e
outras iniciativas que contribuíram
para tão bem assinalarmos esta
quadra. Aqui ficam algumas fotos
que recolhemos, que ilustram apenas uma pequena parte de todo o
trabalho desenvolvido.
A todos o nosso bem hajam!
A Equipa da Direção
Presépio no átrio da entrada da sede do Agrupamento
A Academia de Música e Dança do Fundão convidou toda a
comunidade escolar, a assistir nos dias 1 0;11 ;1 2;1 6 e 1 7 de
Dezembro, no intervalo da manhã ( 9:50H - 1 0:05H), no átrio da
Escola João Franco, a um momento musical, com os alunos das
turmas do ensino articulado 5ºE; 6ºE; 7ºA; 8ºE; 9ºE e 9ºF.
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MERRY CHRISTMAS AND HAPPY NEW YEAR
Christmas is ^
-give and receive; snow time
-all the family together, have dinner
-a magic time; lights in the streets
-time to celebrate the birth of Jesus
-holidays; presents; Christmas tree
-Santa Claus and elves; reindeer
-fun because we meet our family;
- exchanging presents;
-happy time; time for parties
-solidarity; generous time;
-beautiful and fun
-delicious because we eat a lot of candies,
sweets, chocolates, cakes
Turma 7º B
Christmas for me is being with my family. It's time to give and
receive, but, mostly, is to be happy and in peace.
Joana Correia Teófilo, nº 11
Christmas is fantastic because we receive many presents and I´m
with my family. I love to eat turkey, sweets, like chocolate. I love seeing
the family together.
The time I spend with my family is precious and fun. I love to make
the Christmas tree, decorate and enjoy putting the most important thing,
the star. When I do the Christmas tree, I love having the fire burning.
In my village I like very much when they light a huge bonfire next to
the church. square.
Nádia Mesquita, nº1 8
Christmas is the only day that I'm with my whole family. Christmas is
magical and fantastic. At Christmas we do a Christmas tree and adorn
it, and the house.
Eduardo, nº7
PÊRO VISEU
Começa a azáfama do Natal e as nossas tarefas
encaminham-se para a comemoração do nascimento
do Menino Jesus. Desenvolvemos várias técnicas de
trabalho e as experiências, para a decoração da nossa sala, do átrio e do recreio têm sido bastante giras
e brilhantes.
Dos mais novos até aos menos novos vamos
estar todos na Ceia de Natal, com um rico jantarinho,
no salão da Junta de Freguesia. Além de um belo
programa de alegria com os dotes dos meninos e
meninas, haverá
música com o grupo de cantares da
escola secundária
e iremos saber
qual o presépio
mais bem reciclado e muitas outras
surpresas natalícias que a junta irá
distribuir aos mais
novos.
Também quisemos marcar
presença na sede do
agrupamento e o nosso postal de
Natal, feito de material natural e
reciclado, já seguiu.
No dia 1 3 de dezembro é dia de festa, é dia de ceia, é dia de partilha.
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"UM CONTO DE NATAL"
EB1 PÊRO VISEU GANHA 1 º PRÉMIO
Finalmente chegou o grande dia. No passado dia 6
de dezembro fomos a Castelo Branco receber o
primeiro prémio do concurso “Um Conto de Natal”, uma
iniciativa do Forum de Castelo Branco.
O desafio foi lançado às escolas, do 1 º e 2º ciclo,
do Distrito de Castelo Branco, no sentido de levar os
mais novos a elaborarem os seus próprios contos de
natal.
Muitos foram aqueles que participaram na iniciativa,
sendo escolhidos os 1 0 melhores para serem ilustrados
e publicados em livro, com o título “Era uma Vez^”. De
entre esses, foram ainda distinguidos dois, um por
ciclo, para receberem também um computador para a
sua escola.
Assim a nossa turma, viu o seu conto intitulado “A
força da Amizade”, ganhar o primeiro prémio, do 1 º
Ciclo, para grande alegria da comunidade escolar e da
freguesia. Recebemos um livro cada um e para a nossa
escola, um magnífico computador.
Os alunos da Turma PER1 (2º e 4º Ano) da EB1 Pêro Viseu
Professora Odília Carrondo
Os alunos quiseram partilhar com os leitores do "Olho
Vivo" . Assim, nesta quadra que se propicia, deliciem-se
com dois contos premiados
A FORÇA DA AMIZADE
Era uma vez uma pequena aldeia,
que se chamava SEMPREASORRIR,
situada no sopé de uma pequena montanha, virada para o nascer do sol, o
que fazia com que toda a gente acordasse sempre bem disposta e sorridente.
As suas casas pareciam casas de
bonecas de tão pequeninas que eram.
Todas tinham um pequeno quintal onde
se podia encontrar um pouco de tudo,
hortaliça, árvores de fruto... As suas fachadas de pedra estavam todas recuperadas.
Nessa pequena aldeia havia muitas
crianças. As crianças tinham muitos
espaços verdes para brincar e para se
divertirem. Brincavam, riam, conviviam
umas com as outras, eram realmente
muito felizes.
Os avós desta aldeia conviviam
com as crianças entrando nas suas
brincadeiras, ensinando-lhes muitos jogos aos quais eles também brincavam
quando eram pequenos.
Na escola gostavam de partilhar
brincadeiras e estavam sempre prontos
a ajudarem-se uns aos outros.
Certo dia, chegou uma nova família
à pequena aldeia. Era uma família que
há muito, muito tempo tinha partido para a grande cidade.
Desde logo os habitantes da aldeia
tentaram travar amizade com eles, mas
esta família era diferente, não era uma
família alegre como aquelas que mora-
va ali, era uma família triste, raramente
saiam de casa e andavam sempre
muito tristes.
Esta família tinha dois filhos a Matilde e o Pedro, os pais chamavam-se
Luís e Isabel. Quando eles foram para
a escola, todos os alunos tentaram ser
amigos deles, mas eles pareciam que
não queriam fazer amigos. Os alunos
da escola começaram a ficar preocupados pois não estavam habituados
aquele comportamento.
Um dia depois da escola o Bruno
perguntou-lhes:
- Posso ir com vocês? A minha casa é perto da vossa.
A Matilde que era a mais pequena
disse:
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A FORÇA DA AMIZADE
- Se
quiseres
podes
vir^ O irmão não
gostou
muito da
ideia, mas
não teve
coragem
para dizer
nada. Ela queria aprender a sorrir, tal e
qual os seus colegas da escola, com
quem agora convivia.
Mesmo contrariado, Pedro até gostou do atrevimento da sua irmã e lá foram os três. Durante a viagem, o Bruno
foi conversando com a Matilde. O Pedro continuava calado, mas com uma
vontade enorme em partilhar ideias.
Entretanto, começou a chover. Os dois
irmãos não estavam muito bem agasalhados para a chuva. Bruno convidouos a entrar em casa até que os pingos
gordos parassem, e eles aceitaram.
- Será que os vossos pais não vão
ficar aborrecidos, se vocês se atrasarem? Perguntou o Bruno.
- Não. Eles não estão em casa^
A resposta da Matilde incomodou o
Pedro pois eles tinham ordens para
que não dessem tal informação na rua,
a ninguém! Todos sabiam que os meninos e meninas não podem ficar sozinhos em casa, devido aos muitos
perigos. Mas, os pais andavam à procura de trabalho.
Era o início do Inverno. E a chuva
teimava em continuar. Os dois irmãos
queriam ir para casa, mas naquele lar
estava tão bom: havia lareira acesa,
cheirinho a torradas no ar e até o gato
brincava com os novelos de lã que estavam no cesto de trabalho da mãe do
Bruno, que estava a fazer umas botinhas de lã para a vizinha da casa em
frente.
Entretanto, o pai do Bruno chegou.
Ao ver aqueles amigos do seu filho,
prontificou-se para os ir levar a casa. A
mãe do Bruno vestiu-lhes uns casacos
quentinhos de lã que já tinha acabado
de coser e lá foram os três cada um
com um chapéu-de-chuva, também
emprestado.
A casa da Matilde e do Pedro estava fria, mas rapidamente o pai do Bruno deitou fogo a uma lenha que ele
mesmo tinha levado para aquecer
aquele espaço. Como os dois irmãos
tinham tarefas definidas para realizarem em casa, iniciaram- as no mesmo
momento: a Matilde arrumou a casa e
o Pedro começou a descascar as batatas para a sopa, pois ele sabia que a
mãe iria trazer couves para depois colocar na panela.
O pai do Bruno resolveu então esperar a chegada daqueles pais que se
esforçavam para dar uma refeição aos
seus filhos. Ele tinha uma ideia para
lhes propor: trabalho.
- Fiquei assustada quando vi tanto
fumo a sair da nossa chaminé! -disse a
mãe ao entrar em casa e vendo uma
lareira enorme e um quentinho tão
bom!
- Foi o pai do nosso amigo Bruno
quem nos ofereceu esta lenha! Está
tão quentinha a nossa casinha, mãe!
O Luís, ao ver o sorriso da filha ficou comovido e agradeceu ao seu vizinho, convidando-o a sentar-se.
- Fiquei contente quando vi os vossos filhos em minha casa. Como estava a chover muito, o meu Bruno
convidou-os a abrigarem-se um pouco
até passar a chuva. Esta não parava e
vim então trazê-los e queria aproveitar
para conversar consigo, pois se ainda
não tiver encontrado, gostaria de lhe
propor trabalho.
O Luís, ficou em silêncio, incomodado por os filhos terem partilhado a
suas preocupações com pessoas que
eles não conheciam bem. Mas olhando
para o rosto dos filhos, o seu rosto foise iluminando, não conseguindo esconder o seu alívio, e mesmo sem perguntar o que iria fazer aceitou, feliz por
finalmente ter encontrado aquilo de
que a sua família tanto precisava. E
combinaram que no dia seguinte iriam
os três apanhar azeitona.
No dia seguinte, os três novos amigos e vizinhos juntaram-se a um grupo
de sete pessoas num enorme olival,
para apanhar e escolher a azeitona
que iria ser levada para o lagar e ser
transformada em azeite: o líquido da
vida, símbolo da luz e do calor.
Os dias foram passando e o Pedro,
a Matilde e o Bruno tornaram-se os
melhores amigos e a eles juntaram-se
outros mais. Depois da escola os irmãos iam para casa do Bruno onde faziam os trabalhos de casa e Matilde
ajudava a mãe dele a dobar grandes
meadas de lã. Os dois amigos iam
brincando e até iam levar lenha a casa
deles para que tivessem sempre um lar
quentinho. À noite depois do jantar, a
mãe da Matilde e do Pedro ia a casa
do Bruno para ajudar a fazer camisolas
de lã para vender. No dia seguinte lá
iam os pais para o olival.
A aldeia estava toda empenhada
em ajudar esta família que tinha já um
sorriso nos lábios. Já todos conviviam.
Todos ajudavam como podiam. Aos
domingos de manhã, o pai da Matilde e
do Pedro trabalhava num pequeno terreno que lhe tinham emprestado e já tinha uma horta com os produtos de
inverno nascidos: alhos, nabiças, couves, brócolos e até umas galinhas tinham, para poderem ter uns ovinhos
para as suas refeições. A mãe apren-
12 ................................................................. OLHO VIVO .................................................................
A FORÇA DA AMIZADE
deu, com a vizinha da rua de baixo, a
cozer pão. E a Matilde até já amassava belos bolos para por no forno depois de tirar o pão.
As tarefas estavam tão bem distribuídas que todos passaram a necessitar uns dou outros, pois todos
queriam ajudar a família do Pedro e
da Matilde. E estavam a conseguir.
Numa bela noite depois do jantar,
os homens juntaram-se e combinaram uma ceia de natal com troca de
presentes para as crianças da aldeia.
Tudo em surpresa para que nem as
crianças soubessem nem os novos
amigos. Os homens ficaram encarregues das bebidas e do espaço onde
se iria realizar a ceia de natal e as suas esposas encarregar-se-iam do comer. Era fácil pois todos já sabiam o
que iriam fazer: filhoses, couves com
bacalhau, canja de galinha e uma bela lareira acesa.
No último dia de escola a professora pediu a cada um dos meninos
que escrevesse uma carta para enviar ao Pai Natal. Cada um pediu aquilo
que mais desejava. Durante as férias
divertiam-se em brincadeiras ao ar livre quando não era preciso ajudar os
pais. Gostavam de se juntar no largo
da igreja e combinar novas aventuras
para cada dia. A Matilde e o Pedro
estavam encantados, pois eles habitualmente passavam as férias trancados em casa a ver televisão e a
brincar um com o outro, enquanto os
pais iam trabalhar, quando ainda moravam na grande cidade.
As crianças da aldeia SEMPREASSORRIR continuavam a ajudar,
como sempre fizeram e nem deram
conta do que iria acontecer na noite
de 24 de dezembro. Uns iam aos
ovos, outros apanhavam pinhas e lenha, outros iam às laranjas e outros
limpavam e arrumavam as loiças e as
toalhas e algodão.
No dia 24 de dezembro as mulheres e os homens não foram trabalhar.
As crianças estranharam mas os pais
disseram-lhes que era véspera de
Natal e que iriam ficar em casa para
prepararem a ceia de natal. Só não
sabiam que iria ser uma ceia em conjunto.
Os pais da Matilde e do Pedro
também tinham ficado em casa e
quando se preparavam para ir fazer o
jantar, alguém bateu à porta. Era o pai
do Bruno:
- Venho buscá-los para irmos jantar.
- Para jantar, disseram eles em
coro, mas nós não podemos abusar
da vossa hospitalidade, vocês já fizeram demais.
- Mas hoje é um dia especial, por
isso este convite também é especial,
vistam os casacos e venham todos, é
uma surpresa.
Intrigados, lá chamaram os filhos,
vestiram casacos quentinhos e lá foram atrás do pai do Bruno. Em vez de
entrar em casa, o pai do Bruno continuou até ao salão da Junta de Freguesia que estava todo iluminado e
decorado com lindos enfeites de natal, confecionados pelos habitantes da
aldeia.
Quando a família entrou no salão,
todos os habitantes da aldeia se levantaram e bateram palmas aqueles
novos amigos, que choraram de emoção, sentindo-se finalmente em família. Pois depois de terem passado por
tantas dificuldades, tinham encontrado um sítio para viver cheio de amigos e onde eles podiam de novo
organizar a sua vida.
As crianças sentaram-se todas
numa mesa enorme e puderam convi-
ver enquanto jantavam. A Matilde e o
Pedro estavam emocionados, pois já
há muito tempo que não tinham um
jantar de Natal com tantas iguarias,
rodeados de tantos amigos.
Terminado o jantar, as luzes do
salão apagaram-se e tudo ficou às
escuras, as crianças ficaram intrigadas, pois não sabiam o que iria acontecer. De repente ouviram um
barulho:
- Ohohohohoh^ tinha chegado o
Pai Natal, as crianças gritaram de
alegria, a Matilde e o Pedro choravam, era a primeira vez que viam o
Pai Natal.
Então o Pai Natal foi chamando
os meninos um a um, entregandolhes os presentes que eles tinham
pedido na carta que a professora lhes
pedira para escrever, no último dia de
aulas. Quando chegou a vez da Matilde e do irmão o Pai Natal disselhes:
- Fiquei muito emocionado com o
vosso pedido, vocês são uns meninos
muito bons e tenho a certeza que vão
ser muito felizes aqui.
A Matilde e o irmão apenas tinham pedido ao Pai Natal que nunca
os deixasse partir daquela pequena
aldeia, onde estavam rodeados de
amigos e onde eram muito felizes,
com os pais que tinham arranjado
trabalho. Onde nunca lhes faltava comida em casa e mais importante ainda onde passavam muito tempo com
os pais, que tinham disponibilidade
para estar com eles, pois naquela aldeia nunca ninguém andava mal disposto, todos sorriam e eram felizes^
Conto elaborado pelos alunos da
EB1 Pêro Viseu – Turma PER1 , 2º e 4º Ano
Prof.ª Odília Carrondo
................................................................. OLHO VIVO ................................................................. 13
"UM CONTO DE NATAL"
ALUNOS DO 1 º ANO ENTRE OS 1 0 PRIMEIROS LUGARES
No âmbito do Concurso "Um Conto de
Natal", proposto pelo Fórum de Castelo Branco,
os alunos do 1 º ano ST2 tiveram a alegria de ver
o seu conto, intitulado "Quem está à porta?",
premiado entre outras 9 produções, tendo sido
publicado e ilustrado num livro "Era uma vez...".
Foi uma bela recompensa e uma boa motivação
para a aprendizagem da leitura e a da escrita.
No dia 6 de dezembro, os pequenos
escritores
deslocaram-se
ao
Fórum
acompanhados pela sua professora Mª José
Peixoto, pelo Diretor do Agrupamento de
Escolas do Fundão, pela adjunta da direção
responsável pelo 1 º Ciclo, pelo Coordenador do
1 º Ciclo e por uma das Assistentes Operacionais
da EB Sta. Teresinha.
O conto foi lido por alunos do 2º ano, ST3 e
ST4, e gravado na RCB, no dia 1 2 de dezembro.
Os ouvintes poderão desfrutar desta leitura no
dia 20 de dezembro às 21 horas.
Prof.ª Maria José Peixoto
QUEM ESTÁ À PORTA?
O mês de dezembro tinha chegado,
com muito frio e muita neve.
Naquele primeiro domingo, de
manhã, Madalena, uma menina de sete
anos e Leopoldo, de cinco, estavam
entusiasmados com a decoração da
casa. A mãe, Sofia, já tinha ido buscar a
caixa, onde se encontravam lindos
enfeites: sinos, estrelas, velas, fitas
brilhantes, luzinhas, figuras do presépio,
bolas douradas e prateadas^ O Natal
ainda vinha longe, mas eles gostavam
de enfeitar a casa e o jardim, muito
cedo.
- Olha, é a estrela dourada que fiz na
escola! Que linda! Não se estragou. –
disse a Madalena, sorrindo.
- Essa é para ficar lá no cimo da
árvore de Natal, não é? – perguntou o
Leopoldo.
- Sim, como no ano passado. Ali vem
o pai com o pinheiro. Está tão verdinho!
- Olá, filhos, aqui está o que tanto
queriam! Estava bem protegido no sótão.
Poder-se-ia dizer que foi comprado,
ontem. - declarou o senhor Filipe,
- É verdade! Nem parece artificial,
paizinho! – exclamou o Leopoldo.
- Então, vamos enfeitá-lo? – propôs
a mãe.
- Claro! – responderam as crianças,
ao mesmo tempo.
Nesse instante, a campainha tocou.
Madalena, muito despachada, correu
para abrir a porta.
- O Pai Natal?! Mas^,ainda não é
Natal!
Muito surpreendidos, ficaram todos
boquiabertos.
- Desculpem^ Estou a incomodar?
Eu explico ^– disse, timidamente, o Pai
Natal.
- Não, não incomoda. Faça favor de
entrar. – pediu o pai.
Ele entrou. Estava tão cansado!
14 ................................................................. OLHO VIVO .................................................................
QUEM ESTÁ À PORTA?
- Sente-se neste sofá. É muito
confortável! – sugeriu o menino.
Poisou o saco vermelho, sentou-se
e respirou, profundamente.
- Já vem trazer as prendinhas? –
interrogou a menina.
- Não^ não^ , mas é por causa
delas que aqui estou!
- Como? Não estou a perceber
nada. – acrescentou a Madalena.
- Calma, filha! Ouve a explicação.
- Está bem, mãe. Estou tão
curiosa^ Desculpe-me, Pai Natal!
- Eu compreendo que queiras saber.
É que este ano, estamos com um
grande problema. Na minha fábrica, não
há materiais para se fazerem os
brinquedos. Também não há dinheiro.
Sem prendinhas,
o coração das
crianças ficará triste. Eu, a Mãe Natal e
os duendes
pensámos muito e
decidimos correr o mundo, para
pedirmos a todos os meninos e a todas
as meninas que nos dêem alguns dos
muitos brinquedos que já não usam.
Assim, poderemos levar alguma alegria
a todos os lares.
- É uma excelente ideia. –
concordaram todos.
- Eu tenho bonecas, jogos, livros e
tantas outras coisas^ Oh, mãe! Oh,
pai! Posso dá-las? – questionou a
Madalena.
- Eu também tenho carrinhos,
Playmobil, peluches que gostaria de dar.
- Fico muito satisfeito por ver que os
meus filhos gostam de dar para ajudar. –
declarou o senhor Filipe.
Vamos
todos
escolher
presentinhos. – disse a mãe. Até
podemos oferecer roupa que já não vos
serve.
- Sim! Sim! Vamos depressa! O Pai
Natal tem de ir a muitas casas e não
pode perder tempo. – disseram os
irmãos.
- Vão com o vosso pai. Eu fico aqui
para preparar uma bebida quentinha, ao
Pai Natal. Iremos ter convosco, logo a
seguir.
Todos juntos conseguiram reunir
coisas lindas e úteis. Tudo foi parar ao
saco vermelho.
No seu trenó, conduzido pelas belas
renas, o Pai Natal partiu, despedindo-se
deles com um grande sorriso e um muito
obrigado. Ficaram a olhar para ele.
Nunca mais esquecerão este momento
de partilha, amizade e solidariedade.
Que aventura! Que felicidade!
Alunos do 1 º ano da Prof.ª Mª José Peixoto
(Escola Santa Teresinha)
MENSAGENS DE NATAL DO 4º B
Carta ao pai Natal
POEMA DE NATAL
Fundão 9 de Dezembro de 201 3
Querido Pai Natal!
Espero que te encontres de boa saúde, porque vais precisar de estar em forma
para poderes entregar as prendas aos meninos na noite de Natal.
Desculpa que eu não me apresentei, sou o Tomás Brito e ando no 4ºano na
escola João Franco.
Pai Natal quero que saibas que eu gosto muito do Natal, é uma época muito
bonita, porque é no Natal que a minha família se junta.
Também gosto das filhós que a minha avó faz, gosto de ver as ruas enfeitadas
com luzes de muitas cores e os presépios que representam o nascimento do menino
Jesus.
É também no Natal que se costumam receber muitas prendas e fazer a Árvore de
Natal. É por tudo isto que eu gosto do Natal^
Não te vou ocupar mais tempo, pois imagino quantas cartas de meninos como eu
ainda terás para ler.
Despeço-me com um grande abraço e que tudo corra bem, eu vou voltar a
escrever no próximo Natal.
Adeus!!!
Tomás Brito,T.4B
A neve a chegar
E o calor a acabar
Uma estrela a cair
No chão vai parar.
As luzes a acender-se
Os meninos a brincar
E as outras a olhar
Para verem o natal chegar.
O céu nublado
Os caminhos cheios de neve,
Os meninos a brincar
Os pais chamar.
O Pai Natal a mandar presentes
Os meninos apanhá-los
Os pais a sorrir
E o Pai Natal a ir.
Catarina Costa, T. 4º B
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MENSAGENS DE NATAL DO 4º B
O Natal
O Natal é muito especial
com as luzes a brilhar,
na árvore de Natal,
e com as pessoas a sonhar.
Quando tocam os sinos
as prendas abrem-se.
Quando cantam os meninos
as bolas de neve partem-se.
O Pai Natal a brilhar
com as luzes de Natal,
e as bolas a rodopiar
com um fio vermelho especial.
As renas ficam iluminadas
com os seus fios doirados
e os presentes ficam espantados,
os passeios, amarelados.
O Bolo rei fica delicioso
e o bolo rainha espantoso!
O Pai Natal manhoso,
come o bolo gostoso.
O (meu) primeiro Natal
Estava um dia branco! Tão branco como a neve e fresco de humidade. A frescura enchia todos com satisfação, e a neve com diversão!
As 1 2 badaladas estavam prestes a tocar.
Perto do Bosque das 9 Melodias estava sentado num banco, um mendigo de roupa
simples, suja e rota. Esse Mendigo trazia consigo uma linda viola de madeira de carvalho.
Com ela, tocava de dia, uma alegre canção, cheia de ritmo, de noite, uma triste e profunda
canção, que, ao tocá-la, vinha uma lágrima aos olhos dele.
Todas as noites dormia com o mesmo sonho (bem, digamos que não era um sonho
nem pesadelo).
Mas nesta noite, nesta linda e fria noite, sonhou um sonho diferente. Sonhou com o
Natal, o sonho trazia crianças a brincar, jantares a serem partilhados, decorações luminosas, presentes por desembrulhar^ tanta coisa! Nos últimos segundos do seu profundo sonho, ouviu a palavra “Natal”!
O Mendigo acordou, todo perturbado, com o barulho das carruagens a passar e com
as vozes não-distinguidas.
De repente, lembrou-se do seu sonho. « Natal? » pensou, e olhou para as horas e
depois para o dia: “24 de Dezembro”. «É véspera de Natal! » pensou.
Dirigiu-se depressa a uma casa de madeira no Bosque das 9 Melodias. Bateu à porta, descobriu que estava aberta, semiaberta. Ouviu a voz da sua mãe, e, finalmente, abriu
completamente a porta. Viu a pele macia da sua mãe, abraçou-a, e ao Mendigo, esse
abraço pareceu durar anos.
Daquela casa nunca mais saiu, comemorou o Natal com a sua mãe, a pessoa do seu
coração^ que o abraçava e não mais parou de abraçar!...
Eduardo Pizarro, T.4B
Maria Neves Pedrosa, Turma: 4º B
Os presentes de Natal
Era uma vez uma família que adorava o Natal.
A família era constituída por três elementos, a Francisca que era a filha, a
Violeta que era a mãe e o Tomás que
era o pai.
Já estávamos quase no Natal mas,
ainda não havia prenda nenhuma comprada.
A Francisca quando olhou para a
Árvore de Natal, não viu prenda nenhuma e ficou muito triste.
Chamou logo a mãe, mas a mãe
não lhe ligou nenhuma.
Teve uma ideia, ser ela a fazer os
presentes de Natal.
Quando disse ao pai e à mãe eles
acharam uma bela ideia e concordaram.
Começaram logo a fazer os presentes. E
divertiram-se imenso
Finalmente chegou a hora de irem
jantar.
Francisca adorou o jantar, comeu
tanto que até ficou mal disposta.
Depois de jantar, fez os trabalhos de
casa, viu um bocadinho de televisão e
foi-se deitar.
Quando acordou no dia seguinte faltavam apenas dois dias para o Natal, tomou o pequeno-almoço e olhou para a
Árvore de Natal^, a Árvore de Natal estava rodeada de presentes!
Percebeu logo que tinham sido os
pais a fazer-lhe uma surpresa.
Passaram devagar, muito devagar,
os dois dias. Finalmente Natal! Francisca estava muito contente.
Quando chegou a noite, a família
reuniu-se, toda a gente abriu os seus
presentes ao mesmo tempo, houve festa, paz e amizade.
E foi assim o Natal da Francisca e
dos pais!
Beatriz Cunha, T.4B
16 ................................................................. OLHO VIVO .................................................................
LES POLYGLOTES DE L’ÉCOLE SOUHAITENT À TOUS
UN JOYEUX NOEL ET UNE BONNE ANNÉE 201 4.
Os alunos “franceses” de 7º ano foram
convidados pelas professoras de Francês,
Clotilde Barata e Daniela Martins, a afinar
as suas vozes para comemorar a vinda da
época festiva do Natal, cantando “Petit Papa
Noël” e “Vive le vent”, nos diversos polos da
cidade do Agrupamento de Escolas do
Fundão. As notas de música pairaram no ar
e alegraram os corações. Na escola Santa
Teresinha, os aplausos não faltaram e os
rostos retrataram a vontade de repetir
experiências de articulação entre vários
níveis de ensino. A saída da escola primária
foi demorada pois os alunos de 7ºano
viajaram no tempo da sua infância escolar,
desejando permanecer no pátio para
“brincar” como nos velhos tempos!!! Muitos
aproveitaram também para conversar com
professores e assistentes operacionais, não
faltando abraços e saudades!
Os pequenos poliglotas da Escola Santa
Teresinha, alunos do 1 º ano, desejam a toda
a comunidade escolar um feliz Natal e um
próspero ano novo. Todos expressaram
estes votos em momentos de convívio e
partilha. No dia 1 2, deslocaram-se à Rádio
Cova da Beira onde cantaram em português,
Francês e Inglês. No dia 1 3 de dezembro,
juntamente com os colegas do 2º ano, as
turmas ST1 e ST2 receberam a visita dos
alunos de 7º ano de Francês do
Agrupamento de Escolas do Fundão. Ambos
os grupos cantaram de forma entusiasta e
reveladora do apreço pela língua francesa.
Os alunos de francês do 1 º e 3º ciclos
elaboraram pequenos trabalhos alusivos à
quadra natalícia que foram expostos nas
Escolas Santa Teresinha, João Franco e
Secundária. As professoras agradecem o
contributo e dedicação manifestadas que
permitiram a realização das diversas
atividades.
Prof.ª Daniela Martins
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JI E EB DA CAPINH A
PRODUÇÃO DE AZEITE
Na nossa aldeia, Capinha, todos valorizam o Azeite.
Aqui, tal como na maior parte do mundo, o azeite sempre teve muita importância na alimentação e economia local.
Na nossa escola existem duas oliveiras, uma delas parece mesmo perdida no tempo! Talvez seja ainda do tempo dos
enormes lagartos, a quem chamam dinossauros.
Decidimos, então, colher a azeitona que as nossas árvores, cientificamente conhecidas como Olea europaea, nos
quiseram oferecer este outono.
Convidámos os pais e avós que estivessem disponíveis
para nos virem ajudar. Na hora marcada lá apareceram alguns pais e avós munidos do material necessário: toldos, escadas, serrote, ancinhos, motosserra, varas e recipientes. Os
baldes pequeninos do JI também foram bastante úteis^
Estendemos os toldos debaixo da oliveira e, lá do alto,
começaram a cair ramos cortados com a motosserra! A pontaria das bagas pretas também foi certeira^nas nossas cabeças!
Pouco a pouco, lá fomos enchendo os baldes a as mãos
mudaram de cor.
Este dia de outono, com frio de inverno, não nos fez desistir da nossa missão. A meio da manhã tínhamos à nossa
espera um lanche delicioso com direito a chá, leite, café para
os adultos e variados petiscos!
Colhida a azeitona vamos, qualquer dia, levá-la ao lagar
e de lá trazer o precioso líquido: o azeite.
Esperamos que o nosso "az-zaite" (sumo de azeitona),
seja de excelência. Será, certamente, biológico e livre de
qualquer produto químico.
novembro de 201 3
18 ................................................................. OLHO VIVO .................................................................
JARDIM DE INFÂNCIA DE PÊRO VISEU E AS ARTES
MONOTIPIA
Na Oficina de Artes, da escola sede, contactámos com novas técnicas de registo e as experiências de expressão gráficas e artísticas não se
fizeram esperar. Houve trabalho, muito empenho e
a criatividade não parou.
Depois de uma sessão muito esclarecedora
sobre as técnicas a aplicar, passámos à sala de
trabalho. Com rolo e tinta preenchemos uma superfície interior de pacote de leite. Depois desenhamos sobre a tinta com um pincel fino e também
com o rabo do pincel. Colocámos em cima da pintura uma folha de papel branca, fizemos força com
a mão e um pano e por fim levantámos a folha
branca. Ficámos com um trabalho positivo e outro
trabalho negativo. Muito divertido e criativo.
Negativo
Pintura e impressão
Positivo
PALESTRA SOBRE DROGAS LÍCITAS E ILÍCITAS
No dia 29 de novembro três exalunas da Escola Secundária do
Fundão, Carolina Carlos, Daniela
David e Helena Teles, atualmente
alunas do 3º ano da faculdade de
medicina da Universidade de Lisboa,
vieram à escola para transmitirem
alguns dos conhecimentos que até
então adquiriram sobre drogas líci-
tas e ilícitas. Na impossibilidade de
envolver todos os alunos do ensino
secundário, decidiu-se escolher três
turmas do ensino regular (1 0º CT1 ,
1 0ºCT2 e 1 0º LH) e três turmas do
ensino profissional (APS11 , APS1 2 e
TAS 11 ). Durante as sessões realizadas, os alunos foram sensibilizados para uma vida sem drogas e
alertados para os efeitos nefastos
que as drogas têm para a saúde individual. Foram ainda abordadas as
consequências familiares e sociais
do consumo destas drogas.
Às ex-alunas Carolina, Daniela
e Helena os nossos agradecimentos.
Equipa PES
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“PENSAR A VIOLÊNCIA DE GÉNERO
ATRAVÉS DA EXPRESSÃO ARTÍSTICA”
No dia 25 de Novembro, a turma
APS11 , juntamente com outras turmas de escolas do distrito, participou num encontro no Teatro das
Beiras na Covilhã.
Dia 25 assinala-se o dia Internacional Para a Eliminação da Violência Contra as Mulheres pelo que a
Coolabora juntamente com o Teatro
das Beiras desenvolveu uma tarde
de sensibilização aos alunos no
sentido de os precaver e ajudar a
combater esta realidade.
A tarde começou por uma introdução para nos situar no tema e de
seguida assistimos à reportagem
“Migalhas” de Ramon de Los Santos
que falava sobre a condição humana na terceira idade, construída a
partir de depoimentos de pessoas
idosas no concelho da Covilhã. Estas demonstraram o seu sofrimento
enquanto vítimas de violência, a
qual experienciaram ao longo das
suas vidas, desculpando as atitudes
passadas dos maridos dizendo que
a culpa era do vinho, mas a verdade
é que muitas mulheres actualmente,
afirmam sofrer em silêncio.
De seguida, dois artistas, Maria
Lino e Francisco Paiva, convidaram-
nos a ver sua exposição de desenhos “ Interações”: obra gráfica
que “partiu
da proposta de relacionamento criativo entre
dois autores de gerações e especialidades
distintas, que se debruçaram sobre diversas premissas relativas
da Igualdade e da Violência de Género, cri-
ando um
conjunto
de obras
que evidenciam
conceitos e dinâmicas
próprias
desta
problemática:”
Foi lançado o concurso Digitalcool para o ano lectivo 201 3/201 4,
que tem por objectivo sensibilizar os
alunos e toda a comunidade em geral, para a importância da igualdade
de género na construção de uma sociedade onde as pessoas, independentemente do sexo, possam
concretizar o seu potencial.
Disponibilizaram-nos o site para
que pudéssemos divulgar e participar http://www.coolabora.pt/.
vários lares de terceira idade do
Concelho da Covilhã, sobre a violência de género. Este teatro foi interpretado por Sónia Botelho, vítima,
também ela, de violência doméstica,
que afirma não ter vergonha de dar
a cara e reiterando que deveríamos
seguir o seu exemplo de falar e pedir ajuda, caso esta violência se
passe connosco ou com alguém do
nosso conhecimento.
Com esta sensibilização tivemos
noção de que as mulheres continuam a ser vitimas de violência, permanecendo na sua maioria caladas
e a sofrer durante anos, pensando
Por fim assistimos ao teatro “
Não interessam as Rosas”, um espectáculo construído a partir de depoimentos de pessoas idosas de
20 ................................................................. OLHO VIVO .................................................................
“PENSAR A VIOLÊNCIA DE GÉNERO
ATRAVÉS DA EXPRESSÃO ARTÍSTICA”
por vezes, que a culpa ou é delas
ou menosprezando a violência a
que são sujeitas.
As mulheres devem ter atitude e
agir logo após o primeiro ato de violência e por isso pensamos que estas campanhas de sensibilização
são muito importantes, pois mesmo
que estas atitudes não mudem de
um dia para outro, podem ser trabalhadas com estas ações de sensibilização, assim melhorando esta dura
realidade.
Ana Cardoso e Soraia Cardoso, APS11
EDUCAÇÃO SEXUAL
No dia 1 2 de dezembro de 201 3, os alunos do 7ºD
assistiram a uma sessão de sensibilização sobre
Infeções Sexualmente Transmissíveis, durante as aulas
de Ciências Físico-Químicas e Ciências Naturais, no
âmbito da Educação Sexual. A atividade foi dinamizada
por um grupo de alunos do Curso Profissional de
Técnico Auxiliar de Saúde, PTAS 11 , do Agrupamento de
Escolas do Fundão.
Os alunos: André Madeira
Fábio Gomes
Guilherme Geraldes
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FATELA
HORA DOS CONTADORES DE HISTÓRIAS
No âmbito do projeto ʺA Roda
das Histórias com Sabor a
Chocolateʺ do JI de Fatela, no dia
29 de novembro realizou-se a
primeira “Hora dos Contadores de
Histórias”.
Esta
atividade
desenvolvida em conjunto com a
EB e a decorrer mensalmente, irá
contar com a participação de
Pais/Encarregados de Educação e
comunidade.
Pretendemos
com
esta
aproximação, levar os alunos a
reconhecer que contar é recriar é
construir pontes entre o oral e o
escrito.
No final da história, as palavras foram “aquecidas” por um
chocolate quente, porque as Histórias não são feitas apenas
de palavras; têm peso, cor, sabor e estão carregadas de
sentidos e detalhes que passam para fora do texto e
alimentam a imaginação.
JI e EB de Fatela
O Jardim de Infância da Fatela deseja boas festas
O "Olho Vivo" deseja a todos os
colaboradores e leitores umas boas
festas cheias de alegria e saúde.
22 ................................................................. OLHO VIVO .................................................................
O TRIBUNAL VEIO À ESCOLA
Numa iniciativa da Associação Sindical de Juízes, Tribunais de porta aberta,
com o objetivo de aproximar os cidadãos
da justiça, o Agrupamento de Escolas do
Fundão recebeu alguns profissionais da
justiça.
No passado dia 3 de dezembro estiveram no anfiteatro do agrupamento um
juiz, um delegado do ministério público,
uma advogada, um oficial de justiça e
um funcionário do tribunal que desempenhou o papel de arguido. Estes profissionais trouxeram o tribunal à escola e
“julgaram” três casos reais. Dezoito alunos do 9º ano assistiram a estes “julgamentos” e, no dia 1 0 de dezembro foi a
sua vez de mostrar aos colegas de ano o
que acontece num julgamento. O anfite-
atro estava composto e até a SIC veio
documentar o desempenho daqueles
alunos.
Alguns testemunhos:
- Com esta atividade(^) os alunos ficaram, certamente, a perceber um pouco
mais sobre as profissões e a função de
cada elemento, durante o decorrer de
um julgamento. – Inês Bonifácio
- Gostei da atividade e penso que se
devem incentivar mais os jovens para
este tipo de atividades. Eu pensava que
os tribunais eram como nos filmes, muito
dramático. – Jorge Santos.
Eu acho que esta atividade despertou a nossa curiosidade para o que são
os tribunais. – André Mesquita.
- Acho que foi muito bem-sucedida e
com ela aprendemos um pouco mais sobre justiça. – Pedro Mesquita
- Aprendemos como estar num tribunal, o quão é difícil ser advogado, juiz,
procurador do ministério público e oficial
de justiça. – Inês Pereira
- Representar o papel de juiz foi muito bom porque era a “personagem” de
quem eu tinha manos a noção de como
agia e o que dizia num julgamento. Mónica Reis
- (^) foi muito interessante participar(^)
pois permitiu-nos ter uma visão diferente
da que tínhamos antes, de como era um
julgamento. Jéssica Almeida
Prof.ª Regina Costa
COMEMORAÇÃO DO DIA MUNDIAL DE LUTA CONTRA A SIDA
Jardim de Infância de Pêro Viseu
O Dia Mundial de Luta Contra a Sida é comemorado a nível
mundial no dia 1 de Dezembro. Assim, conversámos e
refletimos sobre o tema e chegámos a algumas conclusões
sobre a necessidade da prevenção e precaução contra o vírus e
os cuidados a ter com o nosso corpo que registámos em texto.
Com os trabalhos individuais, de expressão plástica, não
quisemos deixar de assinalar esta data e participar na
exposição a decorrer no átrio principal da escola sede do nosso
agrupamento.
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COMEMORAÇÃO DO DIA MUNDIAL DE LUTA CONTRA A SIDA
No dia 1 de dezembro assinalou-se
o Dia Mundial de Luta contra a Sida. A
nossa escola desde há vários anos que
se tem preocupado com o desenvolvimento de competências conducentes à
prevenção da infeção VIH/sida.
Como todos sabemos, a principal via
de transmissão do vírus da imunodeficiência humana (VIH) é através das relações sexuais desprotegidas uma vez
que o vírus, além de existir na corrente
sanguínea, encontra-se noutros fluidos
corporais como o esperma e as secreções vaginais. Como ainda não existe
cura para a SIDA todos devemos apostar na sua prevenção, utilizando o preservativo durante as relações sexuais,
não partilhando agulhas ou seringas e
evitando contatos com objetos cortantes
ou pontiagudos não esterilizados.
Este ano letivo, para assinalar o Dia
Mundial de Luta contra a Sida, o Agrupamento de Escolas do Fundão, procurou
envolver os alunos de todos os ciclos
propondo-lhes o desenvolvimento de atividades que levassem a comunidade escolar a refletir sobre a prevenção da
infeção VIH/sida, de modo a que todos
tomassem consciência da importância
da construção de hábitos de vida saudáveis necessários à promoção da sua
saúde. Foi pedido a todos os professores diretores de turma/professores da
turma que incentivassem os seus alunos
a elaborar um pequeno trabalho alusivo
à temática, e que durante a sua execução refletissem sobre ela. Foi também
proposto aos diretores de turma/coordenadores de curso das turmas dos cursos
profissionais de saúde que fizessem o
logótipo da sida, construindo um laço
humano.
Como resultado foram elaborados
pelos alunos de todos os ciclos, um
grande número de trabalhos que foram
entregues à equipa PES e que estive-
ram em exposição no átrio principal da
Escola Secundária, desde o dia 27 de
novembro até ao dia 4 de dezembro.
No dia 29 de novembro no intervalo
maior da manhã, os alunos dos cursos
profissionais de saúde apoiados pelos
seus professores e em particular pelos
professores estagiários de educação física, realizaram uma coreografia que culminou com a formação de um laço
humano.
Esta atividade bastante apreciada
foi do agrado de muitos alunos e professores.
No final um grupo de alunos do 6º E
apresentou um RAP com quadras feitas
por eles sobre a problemática da sida.
O balanço foi positivo. Os alunos deram o seu melhor, consciencializados de
que a SIDA é um flagelo mundial e que
necessita de uma cooperação entre todos, para que os seus efeitos possam
ser minimizados.
A equipa PES agradece a todos e
lembra que a proteção é fundamental
para uma sexualidade sem riscos.
A Equipa PES
Grupo de rap do 6º E
Todos os níveis de ensino
participaram no evento, desde o
préscolar até ao ensino secundário (de
cima para baixo)
24 ................................................................. OLHO VIVO .................................................................
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Dezembro 2014