PROJETO PEDAGÓGICO DO
CURSO DE LICENCIATURA
EM ARTES VISUAIS
Coordenadora do Curso
Profa. Esp. Glenda Maíra Silva Melo
Ribeirão Preto
2014/2015
1
SUMÁRIO
1. INFORMAÇÕES SOBRE A FACULDADE DE RIBEIRÃO PRETO ............................ 4
1.1. Mantenedora ..................................................................................................................... 4
1.2. Breve Histórico da IES ..................................................................................................... 5
1.3. Missão e Visão Institucionais ........................................................................................... 6
1.4. Princípios e Objetivos da Instituição ................................................................................ 7
1.5. Dirigentes da Faculdade de Ribeirão Preto ....................................................................... 7
2. INFORMAÇÕES SOBRE A REGIÃO DE INFLUÊNCIA DO CURSO DE
LICENCIATURA EM ARTES VISUAIS ............................................................................... 8
2.1. Inserção Regional.............................................................................................................. 8
2.2. Indicadores Socioeconômicos ........................................................................................... 9
2.3. Necessidade de um Licenciado em Artes Visuais em Ribeirão Preto ..... Erro! Indicador
não definido.
3. DIMENSÃO 1: ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICAERRO!
NÃO DEFINIDO.
INDICADOR
3.1. Identificação do Curso ...................................................... Erro! Indicador não definido.
3.2. Considerações Gerais ........................................................ Erro! Indicador não definido.
3.3. Políticas Institucionais no âmbito do curso. ..................... Erro! Indicador não definido.
3.3.1. Políticas de Ensino. .................................................... Erro! Indicador não definido.
3.3.2. Políticas de extensão. ................................................. Erro! Indicador não definido.
3.3.3. Políticas de Pesquisa. ................................................. Erro! Indicador não definido.
3.3.4. Políticas de Gestão. .................................................... Erro! Indicador não definido.
3.4. Objetivos do Curso ........................................................... Erro! Indicador não definido.
3.5. Perfil profissional do egresso ............................................ Erro! Indicador não definido.
3.5.1
Representação gráfica de um perfil de formação ... Erro! Indicador não definido.
3.5.2
Representação gráfica das competências de acordo com o perfil de formação
Erro! Indicador não definido.
3.5.3
Representação gráfica dos objetivos de acordo com o perfil de formação ..... Erro!
Indicador não definido.
3.6. Habilitação e Regulamentação da Profissão ..................... Erro! Indicador não definido.
3.7. Aspectos Legais e Diretrizes Curriculares ........................ Erro! Indicador não definido.
3.8. Campos de atuação profissional........................................ Erro! Indicador não definido.
3.9. Estrutura Curricular .......................................................... Erro! Indicador não definido.
3.9.1. Currículo (componentes curriculares, atividades e carga horária; ementa dos
componentes curriculares, e bibliografia, básica e complementar) ..... Erro! Indicador não
definido.
3.9.2. Componentes curriculares e carga horária ................. Erro! Indicador não definido.
3.10. Conteúdos curriculares.................................................... Erro! Indicador não definido.
3.10.1. Matriz curricular do curso de Artes Visuais ............ Erro! Indicador não definido.
3.10.2. Ementa e Bibliografia Curricular ............................. Erro! Indicador não definido.
3.10.3. Coerência do currículo com os objetivos do curso .. Erro! Indicador não definido.
3.11. Estágio Supervisionado e Trabalho de Conclusão de Curso – políticas, diretrizes e
normas. ..................................................................................... Erro! Indicador não definido.
2
3.12. Atividades Complementares ........................................... Erro! Indicador não definido.
3.14. Projeto de Iniciação Científica ....................................... Erro! Indicador não definido.
3.15. Metodologia .................................................................... Erro! Indicador não definido.
3.15.1. Adequação da metodologia do processo do ensino e da aprendizagem ........... Erro!
Indicador não definido.
3.15.2. Coerência dos procedimentos de avaliação da aprendizagem do aluno com a
concepção do curso. ............................................................. Erro! Indicador não definido.
3.15.3. Visitas técnicas......................................................... Erro! Indicador não definido.
3.16. Apoio ao discente ............................................................ Erro! Indicador não definido.
3.16.1. Apoio pedagógico .................................................... Erro! Indicador não definido.
3.16.2. Monitoria.................................................................. Erro! Indicador não definido.
3.16.3. Atividades de nivelamento ....................................... Erro! Indicador não definido.
3.16.4. Atividades de Extensão ............................................ Erro! Indicador não definido.
3.17. Ações decorrentes dos processos de avaliação do cursoErro! Indicador não definido.
3.18. Tecnologias de informação e comunicação – TICs no processo ensino-aprendizagem
.................................................................................................. Erro! Indicador não definido.
3.19. Número de Vagas ............................................................ Erro! Indicador não definido.
4. DIMENSÃO 2: CORPO DOCENTE ................... ERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO.
4.1. Núcleo docente estruturante - NDE .................................. Erro! Indicador não definido.
4.1.1. Atuação do Núcleo Docente Estruturante – NDE...... Erro! Indicador não definido.
4.2. Coordenação do curso ....................................................... Erro! Indicador não definido.
4.2.1. Atuação do Coordenador do curso ............................. Erro! Indicador não definido.
4.3. Corpo docente do curso .................................................... Erro! Indicador não definido.
4.3.1. Perfil esperado do docente ......................................... Erro! Indicador não definido.
4.3.2. Titulação do Corpo Docente do Curso...................... Erro! Indicador não definido.
4.3.7. Docentes/Disciplinas Ministradas .............................. Erro! Indicador não definido.
4.4. Funcionamento do Colegiado do Curso ............................ Erro! Indicador não definido.
5. DIMENSÃO 3: INFRAESTRUTURA ................... ERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO.
5.1. Infraestrutura para funcionamento do curso ..................... Erro! Indicador não definido.
5.1.1. Gabinetes de trabalho para professores tempo integral – TI...... Erro! Indicador não
definido.
5.1.2. Espaço de trabalho para a coordenação do curso e serviços acadêmicos ........... Erro!
Indicador não definido.
5.1.3. Sala dos professores ................................................... Erro! Indicador não definido.
5.1.4. Salas de Aula.............................................................. Erro! Indicador não definido.
5.1.5. Secretaria.................................................................... Erro! Indicador não definido.
5.2. Biblioteca .......................................................................... Erro! Indicador não definido.
5.2.1. Acervo da biblioteca .................................................. Erro! Indicador não definido.
5.2.2. Formas de atualização e expansão do acervo ............ Erro! Indicador não definido.
5.2.3. Horário de funcionamento ......................................... Erro! Indicador não definido.
5.2.4. Serviços oferecidos .................................................... Erro! Indicador não definido.
5.2.5. Adequação e utilização da bibliografia ...................... Erro! Indicador não definido.
5.2.6. Política institucional para atualização e expansão do acervo .... Erro! Indicador não
definido.
5.2.8. Espaço físico .............................................................. Erro! Indicador não definido.
3
5.3. Laboratórios didáticos especializados ............................. Erro! Indicador não definido.
5.3.2. Recursos áudio visuais e equipamentos ..................... Erro! Indicador não definido.
5.3.3. Plano de atualização tecnológica e manutenção de equipamentos ... Erro! Indicador
não definido.
5.4. Laboratórios didáticos especializados: serviços .............. Erro! Indicador não definido.
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1. INFORMAÇÕES SOBRE A FACULDADE DE RIBEIRÃO PRETO
1.1. Mantenedora
Nome: ASSOCIAÇÃO FACULDADE DE RIBEIRÃO PRETO S/S LTDA
Endereço: RUA PRUDENTE DE MORAES, 147 COM CONFLUÊNCIA COM A RUA SALDANHA
MARINHO, 915 - CENTRO
Telefone: 16 3977-8000
Fax: 16 3977-8000
site: www.uniesp.edu.br/ribeirãopreto
A atual mantenedora, da Faculdade de Ribeirão Preto, integra o grupo de instituições
educacionais com unidades em São Paulo, Capital, e no interior paulista, todas representadas
por seu Diretor Presidente Dr. José Fernando Pinto da Costa.
A UNIESP é um grupo atuando como gestora das unidades mencionadas, sendo
responsável pelo provimento dos recursos financeiros necessários para a consecução dos
objetivos educacionais de suas geridas.
A expansão da holding
vem se consolidando em um curto espaço de tempo com a
implantação de novas unidades e cursos, ou novas incorporações de ensino na macrorregião
que ocupa, o que tem sido um instrumento de fortalecimento do seu papel educativo.
A Educação do Oeste Paulista e das demais regiões do Estado além da Capital, mudou o
perfil com a chegada da UNIESP. Com um pouco mais de dez anos de existência, a instituição
educacional consagrou-se como um polo educacional.
A instituição atua em vários níveis de educação, desde o infantil até a pós-graduação.
O Grupo UNIESP lançou a pedra fundamental da sua primeira instituição de educação,
em 1997, na cidade de Presidente Epitácio. A Faculdade de Presidente Epitácio foi à primeira de
muitas outras Instituições de Educação Superior que vem sendo implantadas ao longo do seu
período de existência. Hoje, a UNIESP está presente em 80 municípios: São Paulo, Presidente
Prudente,
Presidente
Venceslau,
Presidente
Epitácio,
Araçatuba,
Birigui,
Guararapes,
Mirandópolis, Marília, Vargem Grande Paulista, São Roque, Guarujá, Hortolândia, Ribeirão Preto,
Santo André, Bauru, Botucatu, Ibitinga, Paraguaçu Paulista, Taquaritinga, com previsão de
expansão para as cidades de Campinas e Guarulhos.
Em 2004, a UNIESP assumiu a Faculdade Renascença em São Paulo, fundada pela
colônia judaica em 1922 e transferiu as unidades de Bom Retiro e Higienópolis para o Centro de
São Paulo. A partir deste momento, a UNIESP passou a participar do processo de revitalização
do centro de São Paulo, com quatro unidades já instaladas em prédios próprios e 8.000 alunos
ativos matriculados. A proposta de instalar escolas no Centro de São Paulo visou proporcionar
aos trabalhadores da região Central da Capital Paulista, oportunidade de estudarem perto do
local onde trabalham possibilitando uma ascensão pessoal e profissional. Hoje, no período
5
noturno, as ruas centrais são tomadas por estudantes da UNIESP, o que motivou a abertura de
novos estabelecimentos comerciais com funcionamento no horário noturno.
Essa experiência tem permitido que ocorra um processo contínuo de aprendizagem
institucional, na medida em que novas competências são incorporadas. É um modo de crescer e
se expandir com segurança, partindo de ativos tangíveis e consolidados para lograr, passo a
passo, novas competências, não colocando em risco a segurança do processo de qualidade do
ensino, que é a tônica da Instituição.
A UNIESP tem como meta possibilitar a educação para todos, ou seja, fazer com que
qualquer pessoa que não teve a oportunidade de cursar uma Faculdade devido a dificuldades
financeiras, possa realizar este sonho.
Consolidada numa base humanística e social, a UNIESP preza pela educação solidária.
Sendo assim, mantém convênios com empresas, sindicatos, órgãos públicos e entidades
assistenciais, oferecendo concessão de bolsas de estudos aos conveniados. Em contrapartida,
incentiva as instituições a participarem de projetos sociais promovendo a responsabilidade
social, por meio de atividades voluntárias de seus colaboradores.
1.2. Breve Histórico da IES
A Associação Bandeirantes de Ensino, pessoa jurídica de direito privado, com sede e foro
na cidade de Ribeirão Preto, estado de São Paulo, foi fundada em 25 de abril de 1996 e é a
mantenedora da Faculdade Bandeirantes foi credenciada como instituição de ensino superior,
mediante Portaria Ministerial nº 44, publiciada no Diário Oficial da União em 06 de janeiro de
2000 e autorizada em 10 de janeiro deste mesmo ano, quando da implantação dos cursos de
Administração, Pedagogia e Turismo. No segundo semestre de 2009 a IES foi comprada pelo
grupo UNIESP passando de Faculdade Bandeirantes para Faculdade de Ribeirão Preto Portaria
no- 1.027, de 17 de agosto de 2010.
Hoje a IES está com 10 cursos nas áreas de exatas e humanas. A escolha desses cursos
veio suprir uma necessidade regional de possibilitar a formação superior de profissionais que
queiram atuar nestas áreas.
Com 16 anos de funcionamento, a Faculdade de Ribeirão Preto goza de enorme prestígio
em toda a região onde exerce sua influência, fazendo com que novos cursos sejam propostos
para completar a consolidação de sua situação socioeconômica, bem como colocar à disposição
de toda a região um leque maior de opções.
A Faculdade de Ribeirão Preto tem por objetivo formar profissionais capacitados e
preparados para o mercado de trabalho. Para tanto, conta com um quadro de professores
qualificados pelas melhores IES brasileiras. Além da formação profissional e técnica, nossos
6
egressos estarão aptos e conscientes para o exercício da cidadania, conscientes de seus direitos
e deveres, e preparados para assumir as suas responsabilidades técnicas e profissionais.
O contingente educacional da Faculdade de Ribeirão Preto gira em torno de 3000 alunos
na graduação com um corpo docente composto por aproximadamente 108 professores, sendo
Doutores, Mestres e Especialistas.
Atos Legais de Constituição
Dados de Credenciamento:
Documento/Nº.:
Portaria MEC 44
Data Documento:
Data da Publicação DOU:
Nova Denominação
Data Documento:
06 de janeiro de 2000
10 de janeiro de 2000
Portaria nº 1027
17 de agosto de 2010
1.3. Missão e Visão Institucionais
A Faculdade de Ribeirão Preto tem como missão:
“Promover uma educação solidária, comprometida com a formação de profissionais competentes
no exercício de sua profissão, com responsabilidade social, exercendo a cidadania em sua
plenitude, pautando-se pelos princípios éticos”.
Norteado por sua missão institucional, busca:
- Criar e manter o mais elevado nível de Educação e Ensino, procurando desenvolver o estudo
das melhores práticas profissionais;
- Procurar desenvolver nos alunos e na comunidade, a excelência do ideal de servir.
- Desenvolver a consciência de que os títulos, os diplomas, por mais importantes e excelentes
que sejam só adquirem valor moral na medida em que são colocados a serviço do homem e da
comunidade;
- Oferecer aos professores, técnicos, administradores e funcionários que contribuem para o
desenvolvimento e crescimento da instituição, condições de segurança, progresso profissional e
humano, tornando a Faculdade não só um bom lugar de trabalho, mas uma Instituição credora
da dedicação e lealdade de todos;
- Conscientizar a comunidade acadêmica quanto a sua parcela de responsabilidade social,
através do envolvimento e participação na solução dos problemas sociais;
- Gerar condições de liquidez, crescimento e aperfeiçoamento da Instituição;
- Procurar desenvolver nos alunos, professores e na comunidade, o civismo, revelado na
participação de cada um nos problemas de todos, e no respeito às autoridades constituídas;
- Promover hábitos de saúde e de preservação do meio ambiente,
- Oferecer à comunidade acadêmica em geral, o melhor de nossa dedicação, fazendo tudo com
Amor e Ordem para o Bem Estar da Humanidade.
7
1.4. Princípios e Objetivos da Instituição
A partir dos objetivos, define-se este Projeto Pedagógico que tem como objetivo maior,
indicar os parâmetros de ação da Faculdade de Ribeirão Preto para uma expansão em busca da
excelência educacional.
Este documento, portanto, constitui-se em referencial, traduzindo missão, objetivos,
metas e estratégias de ações correspondentes, cuja função é a de amparar a tomada de decisão
e retroalimentar o desenvolvimento idealizado pela Faculdade.
1.5. Dirigentes da Faculdade de Ribeirão Preto
Na sequência são apresentados os atuais gestores que respondem pelas instâncias
executivas superiores da Faculdade de Ribeirão Preto.
- Profa. Dra. Valéria da Fonseca Castrequini (Diretora)
8
2. 2. INFORMAÇÕES SOBRE A REGIÃO DE INFLUÊNCIA DO CURSO DE
LICENCIATURA EM ARTES VISUAIS
2.1. Inserção Regional
Situada no nordeste do Estado de São Paulo, a Região Administrativa (RA) de Ribeirão
Preto possui 25 municípios, que ocupam 3,8% da área do estado de São Paulo. Localização esta
que se destaca por possuir um elevado potencial hídrico, já que cerca de 80% da água utilizada
em atividades produtivas ou para uso público é captada no Aquífero Guarani, que ocupa uma
área de 1,2 milhões de Km2, estendendo-se pelo Brasil (840.000Km2), Argentina (255.000Km2),
Uruguai (55.000Km2) e Paraguai (55.000Km2).
Sua população em 2008, segundo a Fundação SEADE, era de aproximadamente 1,2
milhão de habitantes, ou seja, 2,9% do total estadual. Ribeirão Preto, sua sede e o maior polo,
tem 47,5% dos moradores da região e sua densidade demográfica ultrapassa os 800 hab./km 2.
Somando-se sua população à de Sertãozinho, Jaboticabal, Monte Alto e Serrana chega-se a
66,7% dos habitantes da área. A taxa de crescimento anual da população da RA, no período de
2000-2008, foi de 1,51%, enquanto a taxa de crescimento do estado de São Paulo foi de
1,34%.
Economicamente a região de Ribeirão Preto é considerada um dos mais importantes
polos econômicos do estado de São Paulo e do país, conciliando uma agropecuária de alto nível,
com um moderno setor industrial e um diversificado e desenvolvido setor terciário.
A produção agropecuária regional representa aproximadamente 7% do valor adicionado
setorial do estado, sendo que aproximadamente 80% da produção da região correspondem à
cana-de-açúcar. Consequentemente o setor industrial é influenciado pela produção de açúcar e
álcool destacando-se os segmentos sucroalcooleiros e de alimentos e bebidas. Secundariamente
a modernização dessa agroindústria e os investimentos em pesquisa e desenvolvimento
propiciam a diversificação de suas atividades, como a produção de plásticos e enzimas a partir
da cana e a geração de energia a partir do bagaço da mesma. Outro setor de destaque na
indústria regional é o do segmento da saúde destacando-se os setores de matérias médicohospitalares, equipamentos odontológicos, de radiologia e laboratórios clínicos em geral.
Os serviços se destacam como sendo o líder entre todos os setores com uma participação
de aproximadamente 66% na economia da região e também nos vínculos empregatícios. Entre
as atividades do setor merecem destaque os setores da saúde, transportes e educação com uma
participação de aproximadamente 11%, 7% e 6% respectivamente, no número de empregos
gerados. Em valor adicionado, as posições são alteradas: o maior peso é do setor de educação
(12,3%), seguido de transportes (11,8%) e saúde (10,7%).
Observa-se que na região de Ribeirão Preto a área de educação se sobressai no setor de
serviços, isso se deve especialmente às instituições de ensino superior e centros de pesquisa
9
vinculados a essas instituições, que fazem da região um dos grandes polos educacionais do
estado de São Paulo. Porém, alguns dados relacionados ao ensino médio e fundamental
mostram que alterações podem ser sugeridas com intuito de aprimorar o ensino da região que,
apesar de ser considerado um dos grandes polos educacionais do estado, ocupa a nona
colocação no quesito escolaridade. Neste contexto, pode-se mencionar que em todos os
municípios da região a proporção de jovens entre 15 e 17 anos que concluem o ensino
fundamental é apenas próximo a 55%. Já em relação ao ensino médio a situação é muito menos
satisfatória, sendo Ribeirão Preto a cidade que se sobressai com aproximadamente 45% de
conclusão, ao passo que as piores posições são ocupadas pelos municípios de Serra Azul
(22,5%) e Guariba (22,9%).
2.2. Indicadores Socioeconômicos
O Índice Paulista de Responsabilidade Social (IPRS) acompanha o paradigma que
sustenta o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), proposto pelo Programa das Nações
Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). Porém, o IPRS diferentemente do IDH propõe a
inclusão de outros fatores além da renda per capita como único indicador das condições de vida
de uma população. Dentre eles podemos destacar: a longevidade e a escolaridade, adicionando
as condições de saúde e de educação das populações, gerando assim um indicador mais
abrangente de suas condições de vida.
Quanto ao IPRS a RA de Ribeirão Preto manteve as boas colocações observadas nos anos
anteriores tanto em longevidade que ocupa o segundo lugar quanto em riqueza onde mantém a
quinta posição. Já no quesito escolaridade a RA perdeu duas posições e passou a 13colocação,
encontrando-se entre as três piores do Estado.
O indicador de riqueza da RA aumentou de 50 para 54 pontos no período de 2006-2008,
superando o aumento estadual de 3 pontos que foi de 55 para 58. Com exceção de Pradópolis
que se manteve estável, todos os demais municípios aumentaram seu índice nesse indicador.
Nesse setor, como pontos relevantes observaram-se um aumento de aproximadamente 10% no
consumo de energia elétrica nos setores primário e terciário e um pequeno acréscimo no salário
médio do setor formal da economia de 4%, acompanhando o aumento estadual. Já o valor
adicionado fiscal per capita sofreu uma redução de 4%, enquanto a média estadual teve um
pequeno aumento de 3%.
O indicador de longevidade também aumentou de 74 para 75 pontos no período de
2006-2008, o que foi suficiente para manter a RA na segunda posição juntamente com a Região
de Campinas e apenas um ponto abaixo da Região de São José do Rio Preto. Esse aumento
deveu-se principalmente à diminuição ou estabilidade das taxas de mortalidade analisadas, que
se mostraram inferiores as exibidas na média estadual em todas as faixas etárias analisadas.
10
Já no quesito escolaridade a região evoluiu 4 pontos no período (63 - 67), valor superior
a média estadual que foi de 3 pontos (65 – 68), porém, mesmo assim a RA ocupa apenas a 13
colocação, ficando entre as três piores regiões. Porém, deve-se salientar que no período entre
2006 e 2008 a RA conseguiu o maior índice de aumento registrado entre todas as Regiões
Administrativas do Estado que foi de 4 pontos. Ainda assim, observa-se que este é o indicador
que mais necessita de atenção dos órgãos governamentais e privados, principalmente no que se
refere ao ensino médio e fundamental.
2.6. JUSTIFICATIVA DE IMPLANTAÇÃO DO CURSO DE ARTES VISUAIS NA
CIDADE DE RIBEIRÃO PRETO
Segundo pesquisa realizada pelo INEP/MEC (apud ALVARENGA, 2014), o número de
cursos presencias de licenciatura em Artes Visuais ofertados no país cresceu de 9 para 132
entre os anos de 2004 a 2012 (graf. 05). No entanto, este crescimento parece não ter sido
suficiente para atender a demanda por professores de Arte no sistema de Ensino Básico
brasileiro: a disciplina de Arte, segundo Alvarenga (2014), corresponde a que possui o maior
número de professores sem formação na área de atuação. Segundo a autora, os dados
fornecidos pelo INEP/MEC no ano de 2013 apontam para uma realidade educacional em que
"apenas 7,7% dos professores que lecionam arte no Ensino Fundamental II e 14,9% dos
professores que lecionam a mesma disciplina no Ensino Médio possuem licenciatura na área em
que atuam" (ALVARENGA, 2014, p.126-127).
Gráfico 05 - Número de cursos de licenciatura em Artes Visuais ofertados no Brasil no período
de 2004 a 2012.
Fonte: INEP/MEP, 2013, apud ALVARENGA, 2014, p. 131.
11
A falta de professores agravou-se ainda mais na região de Ribeirão Preto, após o
fechamento, nos últimos 5 anos, de cursos nas cidades vizinhas e no próprio município.
Esta demanda - aliada a oportunidade de oferecer à população ribeirão-pretana um
ensino artístico de qualidade - constituíram os elementos chaves para que a Faculdade de
Ribeirão Preto viesse a implantar o curso de licenciatura em Artes Visuais no município de
Ribeirão Preto.
12
3. DIMENSÃO I: ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA
3.1. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO
Designação: Licenciatura em Artes Visuais
Número de vagas anuais: 100 vagas
Portaria de Autorização do Curso: Portaria nº 278, de 19 de dezembro de 2012
Regime Escolar: Semestral
Sistema de Organização: Seriado
Tempo mínimo para integralização: 06 semestres
Tempo máximo para integralização: 08 semestres
Turnos de funcionamento: ( ) manhã
(
) tarde
( X ) noite
Forma de Ingresso: Processo Seletivo.
3.2. POLÍTICAS INSTITUCIONAIS NO ÂMBITO DO CURSO.
3.2.1. Políticas de Ensino.
É política do ensino de graduação da Faculdade de Ribeirão Preto: (1) promover a formação
básica e especializada, garantindo o acesso ao conhecimento humano contextualizado e a sua
construção, (2) propiciar a articulação entre teoria e prática reflexiva através de situações
problemas, (3) a criatividade e a formação de competências e habilidades, preparando pessoas
reflexivas, capacitadas ao trabalho interdisciplinar e coletivo.
Para atingir seu objetivo, deve:

Proporcionar condições para a reflexão crítica e autônoma sobre os conhecimentos
gerados pela Faculdade;

Aprimorar e aplicar os mecanismos de acompanhamento e de avaliação dos cursos de
graduação;

Renovar e modernizar as estruturas, acervos de materiais didáticos e pedagógicos.

adequar
os
espaços
escolares
às
necessidades
dos
estudantes
portadores
de
necessidades especiais;

Reforçar a cooperação com o mundo do trabalho, desenvolvendo novas habilidades
profissionais, senso de iniciativa e empreendedorismo, aumentando a empregabilidade;

Estar em sintonia com a Diretriz Curricular Nacional, promovendo a adequação e
flexibilização curriculares;

Incentivar a Iniciação Científica, monitorias e trabalhos extracurriculares dos estudantes;

Criar novos ambientes de aprendizagem com a utilização de Educação a Distância;

Constituir uma ação permanente de acompanhamento dos egressos;
13

Focar o ensino centrado no aluno, baseado em quatro aprendizagens fundamentais:
aprender a aprender, aprender a fazer, aprender a trabalhar em equipe e aprender a ser.
3.2.2. Políticas de extensão
É objetivo da Faculdade é criar condições para a formação profissional superior com
cidadania, para que a transferência e a difusão do conhecimento ocorram através do
engajamento qualificado da comunidade interna em ações de extensão, necessária ao
desenvolvimento sustentável da sociedade.
Deve constituir as ações de:

Sensibilizar e qualificar a comunidade interna e externa, quanto ao papel da extensão no
desenvolvimento humano com responsabilidade social;

Ampliar os incentivos à participação da comunidade interna em projetos de extensão;

Desenvolver programas de educação continuada para os egressos do ensino superior;

Articular os projetos e atividades de extensão com a estrutura curricular;

Aprimorar os meios de divulgação das atividades de extensão universitária;

Apoiar o desenvolvimento de programas e projetos sociais;

Fortalecer e estimular a prestação de serviços à comunidade;

Assegurar espaços de sociabilidade para a comunidade interna e externa, promovendo
programas de apoio à convivência universitária;

Estimular a aplicação das metodologias de educação a distância como ferramenta de
interação entre a Instituição e a comunidade;

Desenvolver e preservar o patrimônio científico e cultural da instituição;

Articular projetos de preservação do meio ambiente;

Harmonizar as políticas de extensão às políticas públicas.
3.2.3. Políticas de Pesquisa.
É objetivo de Pesquisa da Faculdade é produzir conhecimento científico, humanístico e de
inovação tecnológica deve:

Promover condições para o desenvolvimento da pesquisa acadêmico-científica nas
diversas áreas do conhecimento;

Realizar programas de iniciação científica, nas áreas de saber da Faculdade;

Atrair, progressivamente, um corpo docente de tempo integral, consolidando a pesquisa
institucional;

Dar visibilidade interna e externa à pesquisa.
14
3.2.4. Políticas de Gestão
O sistema de gestão da Faculdade de Ribeirão Preto, para atingir seus objetivos e metas,
deve desenvolver um modelo adequado de autonomia de gestão, que seja eficiente e eficaz,
para a melhoria da qualidade das atividades de fins e meio, assegurando dentre outros:

A defesa e difusão da paz, da justiça, da liberdade, da igualdade e da solidariedade;

Estimular a participação e o comprometimento do corpo social da Instituição em todo o
processo de planejamento, organização e gestão institucional.
3.2.5. Perfis e Competências
3.2.5.1. Perfil de Formação do Curso de Licenciatura em Artes
O Curso de Licenciatura em Artes visa à formação de um profissional no mercado do
ensino da Arte com a seguinte trajetória formativa:

Perfil ingressante: Aluno egresso do ensino médio, do supletivo, transferidos de outro
curso de graduação (oriundos em sua maioria dos cursos de Letras e Pedagogia da própria
instituição ou de instituições vizinhas); com idade entre 18 e 35 anos; que exerce algum tipo de
atividade remunerada, formal ou informalmente; que trabalha em pelo menos um turno; crítico;
criativo; capaz de se expressar por meio de textos, palavras, imagens, dança, ilustrações,
linguagem corporal e/ou música; capaz de converter uma linguagem em outra; com capacidade
para valorizar o multiculturalismo; com sensibilidade estética.

Perfil do aluno intermediário: Educando comprometido com o desenvolvimento de sua
capacidade perceptiva e reflexiva e de seu potencial criativo; com postura proativa na
construção do conhecimento; capaz de refletir sobre as diversas teorias artístico-pedagógica;
com visão crítica frente à realidade educacional; com domínio dos conhecimentos relativos à
manipulação dos suportes tradicionais e experimentais; com domínio dos conhecimentos
relativos à manipulação de ferramentas produtivas; com compreensão das formas particulares
de expressão e produção nas Artes Visuais, das Artes Audiovisuais, da Música, da Dança e do
Teatro; com domínio dos processos de criação que levam às concepções artísticas; elaborar
planos de ensino; elaborar planos de aula.

Perfil do egresso: Profissional reflexivo, com sensibilidade, habilidades e aptidões
artísticas indispensáveis à atuação profissional em nossa sociedade; apto à utilização de
técnicas para promover o aprendizado nas diversas linguagens artísticas; com domínio dos
conhecimentos relativos à manipulação dos suportes tradicionais e experimentais; com visão
crítica frente à realidade educacional; com compreensão dos agentes que integram o sistema de
valor artístico, simbólico e cultural; com compreensão das formas particulares de expressão e
produção de signos e sentidos estéticos; com capacitação para a produção científica; capaz de
15
refletir sobre as diversas teorias e relacioná-las a prática pedagógica; capaz de reconhecer
estilos, repertórios, obras, criações e autores nas mais diversas linguagens (plástica, cênica,
musical, rítmico-corporal e audiovisual); capaz de ressignificar a prática artístico-pedagógica;
elaborar planos de ensino; elaborar planos de aula; estabelecer objetivos educacionais;
sistematizar o processo de ensino; respeitar o repertório individual do aluno; utilizar os recursos
institucionais de forma coerente e produtiva.
3.2.5.2 Competências de Formação do Curso de Licenciatura em Artes Visuais
Segundo Costa (apud DIAS, 2010), uma abordagem educacional centrada na aquisição
de competências, valoriza a construção pessoal do discente, enaltece o conhecimento enquanto
instrumento de aquisição de competências e supera a dicotomia entre teoria e pratica, pois
valoriza, concomitantemente, o método pedagógico, a aprendizagem e o enraizamento dos
valores educativos escolares do século XXI. O desenvolvimento de competências também
enfatiza a mobilização de recursos, conhecimentos e saberes vivenciados pelo aluno: "A escola
que sustenta a sua acção [sic], numa abordagem baseada nas competências defende a
integração, pelo indivíduo, dos saberes (saberes teóricos e práticos), do saber fazer e das
atitudes necessárias ao acompanhamento das tarefas" (DIAS, 2010, p.76). Partilhando destas
visões, o projeto pedagógico do curso de Licenciatura em Arte Visual pretende formar o
profissional no mercado do ensino da Arte com as seguintes competências e habilidades:

Promover a
conscientização das implicações econômicas,
sociais, antropológicas,
ambientais, estéticas e éticas da atividade artístico-pedagógica;

Promover o conhecimento global da comunicação;

Estimular a capacidade de leitura, análise e compreensão de textos e documentos;

Estimular o domínio de conhecimentos básicos de português, história geral, arte,
tecnologia e atualidades;

Promover o conhecimento do contexto histórico evolutivo das Artes Visuais, das Artes
Audiovisuais, do Teatro, da Dança e da Música;

Orientar os processos criativos;

Dominar o conhecimento de princípios gerais de educação;

Dominar
os
processos
artístico-pedagógicos
referentes
à
aprendizagem
e
ao
desenvolvimento do ser humano;

Empregar o potencial criativo na resolução de problemas;

Dominar os procedimentos investigativos nas quatro linguagens artísticas;

Exercitar a vivência estética;

Dominar os elementos constitutivos das quatro linguagens artísticas;
16

Manipular suportes tradicionais e experimentais;

Dominar conceitos que deram origem as principais manifestações artísticas;

Dominar as formas de produção, expressão e ensino das quatro linguagens artísticas;

Empregar a visão crítica face ao contexto da realidade escolar;

Ressignificar a prática artístico pedagógica segundo a realidade de seus educandos.
3.2.5.3. Representação gráfica das competências de formação do curso de
artes visuais
INGRESSANTE
INTERMEDIÁRIO I
EGRESSO
1º. e 2º. Semestres
3º. e 4º. Semestres
5º. e 6º. Semestres
1. Apresentar iniciativa.
2. Apresentar dedicação no
estudo.
3. Adquirir o conhecimento
global da comunicação.
4. Utilizar a criatividade para
solução dos problemas.
5. Aprimorar a capacidade de
leitura, análise e
compreensão de textos e
documentos
6. Dominar os conhecimentos
básicos de português, história
geral, arte, tecnologia e
atualidades.
7. Desenvolver uma visão
histórica e prospectiva,
centrada nos aspectos
socioeconômicos e culturais.
8. Desenvolver a consciência
das implicações econômicas,
sociais, antropológicas,
ambientais, estéticas e éticas
de sua atividade
9. Desenvolver o
conhecimento da história dos
segmentos da área de arte
10. Conhecimento de
princípios gerais de educação
e dos processos pedagógicos
referentes à aprendizagem e
1. Desenvolver a
responsabilidade social.
1. Utilizar as múltiplas
fontes de pesquisa
2. Desenvolver capacidade
ética na solução de
problemas
2. Atuar de forma criativa
na gestão de projetos
3. Dominar das metodologias
de ensino
4. Desenvolver a consciência
de ambiental
3. Sistematizar a produção
de conhecimento.
4. Desenvolver senso-crítico
e ético-profissional
5. Aprimorar a capacidade
de trabalho em equipe
5. Promover a
responsabilidade social e
ambiental
6. Promover o exercício da
liderança.
6. Desenvolver autonomia e
consciência crítico- social
7. Utilizar o raciocínio lógico
e reflexivo em suas ações.
7. Desenvolver a habilidade
e rapidez de processar
informações.
8. Dominar formas de acesso
às informações.
9. Aprimorar a capacidade
de resolver problemas.
10. Desenvolver uma visão
sistêmica e dialética.
11. Desenvolver a
capacidade de seleção e
aplicação da informação.
12. Desenvolver a
capacidade de expor ideias.
13. Articular teoria e prática.
8. Desenvolver a capacidade
de transformar o
conhecimento.
9. Desenvolver a capacidade
de transformar habilidades e
atitudes em resultados.
10. Apresentar excelência
prática na criação artísticas
11. Desenvolver a
articulação com as diversas
instituições, nos
diferenciados espaços
culturais e, especialmente,
em instituições de ensino
17
ao desenvolvimento do ser
humano como subsídio para o
trabalho educacional
direcionado a arte e suas
diversas manifestações
11. Manifestar potencial
artístico.
12. Desenvolver a capacidade
de autoaprendizado contínuo.
13. Desenvolver
procedimentos de
investigação, análise e crítica
dos diversos elementos e
processos estéticos da arte
14. Desenvolver o domínio de
linguagem própria na
expressão de conceitos e
soluções em seus projetos, de
acordo com as diversas
técnicas de expressão e
reprodução visual e musical
14. Desenvolver a
capacidade de aplicar
normas do trabalho
científico.
específico da área de artes
15. Desenvolver a
capacidade de observação
estética.
13. Coordenar o processo
educacional de
conhecimentos teóricos e
práticos sob as linguagens
teatral, musical, visual,
audiovisual e da dança, no
âmbito formal como em
práticas não formais de
ensino;
16. Identificar linguagens,
formas de produção e
agentes de difusão cultura.
17. Identificar, descrever,
compreender, analisar e
articular os elementos das
linguagens da área de arte
18. Reconhecer e analisar as
estruturas metodológicas.
19. Dominar os preceitos
didáticos relativos ao ensino
das linguagens artísticas,
adaptando-as à realidade de
cada processo de reprodução
15. Desenvolver o
do conhecimento, manifesto
conhecimento das linguagens
nos movimentos ordenados e
artísticas, suas especificidades expressivos
e seus desdobramentos,
20. Aprimorar a capacidade
16. Desenvolver o domínio
criativa para propor soluções
dos conceitos e métodos
inovadoras, utilizando do
fundamentais à reflexão
domínio de técnicas e de
crítica.
processo de criação.
17. Exercer o domínio técnico 21. Promover a articulação
e expressivo das linguagens
entre linguagens artísticas,
verbais e não verbais
formas de produção e
agentes de difusão cultural.
12. Proporcionando a todos a
prática e o exercício de arte
como expressão da vida.
14. Interagir com
especialistas de outras
áreas.
15. Utilizar os conhecimentos
diversos adquiridos durante
sua formação.
16. Atuar em equipes
interdisciplinares na
elaboração e execução de
pesquisas e projetos.
17. Apresentar uma visão
sistêmica de projeto,
manifestando capacidade de
conceituá-lo a partir da
combinação adequada de
diversos componentes
materiais e imateriais,
processos de fabricação,
aspectos econômicos,
psicológicos e sociológicos do
produto.
3.2.5.4. Representação gráfica dos objetivos de formação do curso de arte
INGRESSANTE
1º. e 2º. Semestres
1. Conhecer os princípios
básicos da área de arte
2. Expressar com
clareza/organização
utilizando a linguagem
escrita e falada.
3. Compreender os
princípios éticos do
trabalho.
4. Conhecer o contexto
histórico evolutivo das
INTERMEDIÁRIO I
3º. e 4º. Semestres
1. Reconhecer as necessidades
e possibilidades do ser humano
em suas diferentes áreas de
atuação.
EGRESSO
5º. e 6º. Semestres
1. Operacionalizar o
pensamento, estruturando-o
com encadeamento, sequência
e coerência.
2. Avaliar objetos com a
intenção de distinguir relações,
semelhanças e diferenças.
2. Exercer controle do seu
senso crítico e estético.
3. Relacionar conjuntos ou
sistemas a partir de elementos
dados.
3. Exercer o domínio de suas
aptidões artísticas.
4. Manipular suportes
tradicionais e experimentais.
4. Estabelecer junção das
18
Artes Visuais, do Teatro e
da Dança.
partes, agrupar e separar;
congregar, conglomerar.
5. Elaborar esquemas
simples das concepções de
linguagem desta
linguagem.
5. Aplicar princípios básicos das
linguagens artísticas.
6. Dominar as formas
específicas de expressão do
Teatro e da Dança.
7. Fazer uso dos processos
de criação e invenção em
Artes.
8. Elaborar resumos.
9. Sintetizar, interpretar e
refletir sobre os fenômenos
artísticos.
10. Demonstrar capacidade
crítica-reflexiva.
11. Compreender os
benefícios de uma atuação
profissional e ética.
12. Desenvolver trabalhos
em grupo.
6. Articular atividades nas
diferentes formas de
expressão.
7. Produzir e analisar projetos
de arte.
14. Formular explicações
com argumentos coerentes.
15. Dispor de tempos
sistemáticos para estudo.
16. Desenvolver os
conhecimentos, as
competências, as
habilidades e as atitudes
fundamentais a formação
artística.
17. Dominar os elementos
da linguagem visual.
6. Reconhecer estilos, obras de
arte, artistas consagrados e
formas de produções artísticas.
7. Promover a valorização e
conservação dos bens culturais.
8. Contextualizar o ensino de
artes.
8. Trabalhar em equipe.
9. Capacidade de atuar nas
diversas áreas da arte.
10. Valorização da
multiculturalidade.
11. Capacidade de avaliar as
causas e efeitos dos
movimentos artísticos.
12. Utilização de raciocínio
lógico e reflexivo nas ações.
13. Busca da inovação como
ferramenta.
14. Atualização permanente.
13. Desenvolver seu
potência criativo.
5. Atuar juntos aos agentes
que integram o sistema de
valor artístico.
15. Articulação entre teoria e
prática.
16. Demonstrar habilidade em
criar, sem perder de vista o
enfoque do material a ser
produzido.
17. Desenvolver seu potencial
intelectual e profissional.
9. Ressignificar o ensino de
Arte.
10. Desenvolver metodologias
de ensino coerentes à realidade
de seus futuros alunos
11. Demonstrar compromisso
com a ética profissional.
12. Fazer uso das formas
particulares de expressão.
13. Fazer uso das formas
particulares de produção do
sentido estético.
14. Traçar estratégicas e
provocar mudanças
15. Respeitar o repertório
pessoal de cada aluno.
16. Manipular ferramentas
produtivas e tecnologias
empregadas na produção
artística.
17. Superar desafios no âmbito
profissional
18. Desenvolver os
conhecimentos, as
competências, as habilidades e
as atitudes constitutivas
indispensáveis a formação
artístico-pedagógica.
19
3.3.
CONCEPÇÃO DO CURSO
A Faculdade de Ribeirão Preto tem por objetivo ofertar cursos de excelência em diversas
licenciaturas, pois acredita que a implantação destes cursos na cidade de Ribeirão Preto seja de
grande importância para a ampliação das possibilidades de formação docente na região - a qual
apresenta um número insuficiente de profissionais para atender a clientela estudantil das redes
de ensino pública municipal, estadual e privada. A busca por excelência deu origem a um curso
de Licenciatura em Artes Visuais fundamentado na Proposta Curricular de Arte1 elaborada pela
Secretaria Municipal de Ensino do Estado de São Paulo (SÃO PAULO, 2008). A referida proposta
salienta a importância da articulação entre as linguagens artísticas, os processo de criação, a
materialidade, a forma-conteúdo, a mediação cultural, o patrimônio cultural e os saberes
estéticos e culturais na estrutura curricular para que a Arte seja vivenciada pelo aluno como
fruto de uma produção cultural. A inserção desta abordagem na estrutura curricular do curso de
Licenciatura em Artes Visuais visa capacitar os futuros arte-educadores para enfrentar os
desafios educacionais do novo milênio.
3.4. PERFIL DO CURSO
O curso de Licenciatura de Artes Visuais não privilegia apenas o ensino das Artes Visuais.
O curso, também, oferece o estudo das diferentes faces que integram o sistema simbólico de
produção artística nas mais diferentes culturas:

Estudo das linguagens artísticas - domínio das formas de expressão artísticas das
seguintes linguagens: Artes Visuais, Artes Audiovisuais; Dança, Música e Teatro;

Estudo da materialidade - investigação das especificidades materiais dos suportes
tradicionais e/ou experimentais, dos procedimentos técnicos e das ferramentas que
levam a produção artística nas diversas linguagens;

Estudo dos processos de criação - investigação dos processos de criativos e
inventivos que levam às concepções artísticas;

Estudo da forma-conteúdo - compreensão das formas particulares de expressão e
produção de signos e sentidos estéticos das identidades singulares;

Estudo da mediação cultural - compreensão dos agentes que viabilizam o acesso a
Arte de forma sensível e significativa;

Estudo dos saberes estéticos e culturas - compreensão dos agentes que integram o
sistema de valor artístico, simbólico e cultural;
1
diferentes faces que integram o sistema simbólico de produção artística nas mais diferentes culturas:
20

Patrimônio cultural - investigação da produção simbólica (material ou imaterial) que
atesta
o
pensamento
social
presente
em
diferentes
momentos
da
história
da
humanidade.
O intuito da referida abordagem é a formação um profissional com capacitação artísticopedagógica em consonância com as exigências expressa nos Parâmetros Curriculares Nacionais
de Arte (BRASIL, 1997) e na Proposta Curricular do Estado de São Paulo (SÃO PAULO, 2008):
Segundo a Proposta Curricular do Estado de São Paulo (SÃO PAULO, 2008), faz-se
necessário "um pensamento curricular em arte em ressonância com a própria concepção da
área, mediante os campos que a compõem e que se articulam com a própria natureza da arte
enquanto produto cultural”. (SÃO PAULO, 2008, p. 46); ou seja, é necessário uma proposta
curricular em que haja uma interação entre os fatores que se articulam interna e externamente
ao território da Arte, para que ela possa ser assimilada como fruto de uma produção cultural
(fig. 01).
Figura 01 - As dimensões e articulações que interagem junto ao sistema simbólico de produção
artística:
Fonte: Proposta Curricular do Estado de São Paulo (SÃO PAULO, 2008, p. 44).
3.5. OBJETIVO DO CURSO
O curso de Licenciatura em Artes Visuais da Faculdade de Ribeirão Preto visa à formação
de professores de Artes para atuarem nos níveis de ensino Básico2 e Secundário3, oferecendolhes subsídios formativos em consonância com as diretrizes curriculares nacionais e estaduais de
ensino. O curso busca, também, atender - de modo criativo e crítico - às transformações
introduzidas no sistema nacional de ensino, com o compromisso de oferecer aos alunos
2
O Sistema de Ensino Básico brasileiro é composto pelos seguintes ciclos: 1º Ciclo (1º, 2º 3º e 4º Anos), 2º Ciclo (5º e
6º Anos) e 3º Ciclo (7º, 8º e 9º Anos).
3
O Ensino Secundário é composto pelo 10º, 11° e 12° anos.
21
referências para sua preparação científica, técnica e pedagógica relacionadas ao campo dos
saberes artísticos e do conhecimento.
3.6. PERFIL DO EGRESSO
O profissional formado pelo CURSO DE LICENCIATURA EM ARTES VISUAIS é um
profissional reflexivo. Possui o dom de sensibilidade artística. Revela habilidades e aptidões
indispensáveis à atuação profissional na sociedade, nas dimensões artísticas, culturais, sociais,
científicas e tecnológicas, inerentes à área de Arte.
O egresso da área de Arte deve estar comprometido em ensinar a leitura da produção
artística voltada não só para o profissional que trabalha com a reprodução do conhecimento
como também com a expressão de Linguagens, Códigos e Tecnologias. Atentar sobre a
relevância da área de artes para portadores de necessidades especiais proporcionando a alta
estima visando a integrar o indivíduo na sociedade.
Possui uma sólida formação ética, teórica, artística, técnica e cultural que capacita tanto
a uma atuação profissional qualificada, quanto ao empreendimento da investigação de novas
técnicas, metodologias de trabalho, linguagens e propostas estéticas.
Profissional com atualização profissional e da capacidade de intervir no mercado de
trabalho, criando novas oportunidades de atuação intelectual e artística. Graduado capacitado a
contribuir para o desenvolvimento artístico e cultural do País compreendendo a produção
artística, a pesquisa, a crítica e a estética observando a Histórico, os traços culturais, as
comunidades, bem como as características dos usuários e de seu contexto socioeconômico e
cultural.
Além de serem enriquecidos com uma visão polivalente das Linguagens em questão bem
como enriquecida com a excelente formação pedagógica peculiar do Curso de Pedagogia desta
Instituição, para que possam atuar em Instituições de ensino público e privado, atelier de arte
plástica, oficinas teatrais, grupos de danças, conservatórios musicais, ou como autônomos das
diferentes áreas artísticas, além de trabalhadores do terceiro setor através de projetos
socioculturais comunitários.
A referência básica do curso é a formação de um profissional autônomo, que saiba
articular a teoria-prática no cotidiano educativo e que seja capaz de compreender, refletir e
intervir nos contextos educacionais.
3.7. CONCEPÇÃO DO CURSO
A matriz curricular do curso de Artes Visuais da FACULDADE DE RIBEIRÃO PRETO está
organizada de forma a garantir - no processo de formação do aluno - a autonomia intelectual e
22
profissional por meio de uma fundamentação teórico-prático dos conhecimentos filosóficos,
antropológicos, educacionais e pedagógicos que fundamentam a ação artístico-educativa em
instituições de ensino formais e informais (hospitais, Ongs, museus, etc.). A organização
curricular do curso prevê a formação do profissional capaz de refletir sobre os processos
evolutivos do homem e da humanidade em seus diversos contextos sociais. Para tanto, está
organizado com disciplinas que permitem o conhecimento e o aprofundamento das questões
concernentes aos fundamentos sociais, culturais, históricos, filosóficos e psicológicos do ser
humano. Além das referências teóricas, as disciplinas elencadas no currículo, permitem aos
alunos compreender as concepções, os fundamentos e a aplicabilidade das teorias no cotidiano,
reconhecendo as especificidades de atuação deste profissional. Sendo assim, o curso proposto
possui uma carga horária total mínima de 2869 hora/relógio correspondente a 3000 horas/aula
distribuída em conteúdos básicos e específicos (quadro 01).
3.8. MATRIZ CURRICULAR DO CURSO DE LICENCIATURA EM ARTES VISUAIS
3.8.1. Matriz curricular do curso de Licenciatura em Artes Visuais
Disciplinas
1° PERÍODO
CH
Semanal
CH
Semestral
Práticas
Total
Hora
Relógio
80
66,66
História das Artes Visuais no Ocidente I
4
80
Laboratório de Artes Visuais I - Desenho
4
60
20
80
66,66
Laboratório de Artes Visuais II - Pintura
4
60
20
80
66,66
Semiótica
4
40
40
33,33
Elementos da Linguagem Visual
4
40
40
33,33
Territórios da Criação
4
80
80
66,66
20
360
400
333,3
Subtotal
40
Atividade Complementar I
40
Práticas Curriculares I
40
40
40
360
80
440
413,3
CH
Semanal
CH
Semestral
Práticas
Total
Hora
Relógio
História das Artes Visuais no Ocidente II
4
80
80
66,66
Didática Geral
4
80
80
66,66
História do Teatro
4
80
80
66,66
Laboratório de Teatro
4
60
80
66,66
Estética e Filosofia da Arte
2
40
40
33,33
Prática do Ensino de Artes I - Ensino de
Teatro
2
40
40
33,33
20
380
400
333,3
Total
20
2° PERÍODO
Disciplinas
Subtotal
20
20
23
Atividade Complementar II
40
Práticas Curriculares II
Total
20
380
40
40
40
60
440
413,3
Total
Hora
Relógio
3° PERÍODO
CH
Semanal
CH
Semestral
Fundamentos do Ensino de Artes
4
80
80
66,66
Metodologia da Pesquisa Científica em
Artes I
2
40
40
33,33
História do Dança
4
80
80
66,66
Laboratório de Dança e Expressão
Corporal
4
60
80
66,66
História da Arte-Educação
2
40
40
33,33
Linguagem Brasileira de Sinais – LIBRAS
2
40
40
33,33
Prática de Ensino de Artes II - Ensino de
Dança e Expressão Corporal
2
40
40
33,33
20
380
400
333,3
Disciplinas
Subtotal
Práticas
20
20
Atividade Complementar III
40
Práticas Curriculares III
Total
20
380
4° PERÍODO
CH
CH
Semanal
Semestral
Disciplinas
40
40
40
60
440
413,3
Total
Hora
Relógio
80
66,66
80
66,66
80
66,66
Práticas
Psicologia da Educação
4
80
Laboratório de Música
4
60
História da Música
4
80
Laboratório de Artes Visuais III - Fotografia
4
60
80
66,66
Metodologia da Pesquisa Científica em Artes
II
2
40
40
33,33
Prática do Ensino de Artes III - Expressão
Musical
2
40
40
33,33
20
360
400
333,3
Subtotal
20
20
40
Atividade Complementar IV
40
Estágio Curricular I
100
Práticas Curriculares IV
Total
Disciplinas
20
360
5° PERÍODO
CH
CH
Semanal
Semestral
40
40
40
80
440
513,3
Práticas
Total
Hora
Relógio
Fundamentos da Crítica de Artes
4
80
40
33,33
Trabalho de Conclusão de Curso I
4
80
40
33,33
Laboratório de Artes Visuais V – Gravura e
4
60
80
66,66
20
24
Escultura
Legislação e Organização da Educação
Básica
4
80
80
66,66
Saberes Estéticos e Culturais
2
40
40
33,33
Prática do Ensino de Artes IV - Ensino de
Artes Visuais
2
40
40
33,33
20
380
400
333,3
Subtotal
20
Atividade Complementar V
40
Estágio Curricular II
100
Práticas Curriculares V
Total
20
40
40
60
440
513,3
Práticas
Total
Hora
Relógio
20
80
66,66
380
6° PERÍODO
CH
CH
Semanal
Semestral
Disciplinas
40
Laboratório de Audiovisual - Cinema e Vídeo
4
60
Arte Contemporânea
4
80
80
66,66
Tecnologias contemporâneas de produção e
edição de imagem – Photoshop e
CorelDraw
4
80
80
66,66
Artes e o Meio Ambiente
2
40
40
33,33
Patrimônio Cultural e Conservação
2
40
40
33,33
História da Arte no Brasil
2
40
40
33,33
Trabalho de Conclusão de Curso II
2
40
40
33,33
20
380
400
333,3
Subtotal
20
Estágio Curricular III
200
Práticas Curriculares VI
Total
20
Carga Horária
40
40
40
380
60
440
573,3
2240
400
2640
2839
Hora aula
Hora relógio
2240
1866
CH de estágio supervisionado
400
400
CH de atividades complementares
200
200
Atividades de prática curricular
240
240
Atividades de prática curricular disciplinas
160
133
3240
2839
CH de disciplinas curriculares presenciais
Carga Horária total do curso
25
3.9. EMENTÁRIO DE ACORDO COM A PERIODIZAÇÃO DO CURSO
1º Período
1. DISCIPLINA: HISTÓRIA DAS ARTES VISUAIS NO OCIDENTE I
Carga Horária: 80h
Ementa: Origens da Arte Ocidental. Produções artísticas visuais dos principais artistas do século
V ao século XV. Produções artísticas visuais dos principais artistas do século XVI ao século XVII.
Produções artísticas visuais dos principais artistas do século XVIII e XIX.
BÁSICA:
GOMBRICH, E. H. A história da Arte. Rio de Janeiro: LTC - Livros Técnicos e Científicos, 1999.
PROENÇA, Graça. História da arte. São Paulo: Ática, 1996.
STRICKLAND, Carol. Arte Comentada da Pré História ao Pós Moderno. Rio de Janeiro: Ediouro,
1999.
COMPLEMENTAR:
PROENÇA, Graça. Descobrindo a História da arte. São Paulo: Ática, 2005.
FARTHING, Stephen. Tudo sobre Arte: os movimentos e as obras mais importantes de todos os
tempos. 2ed. Sextante, 2011.
2. DISCIPLINA: LABORATÓRIO DE ARTES VISUAIS I - DESENHO.
Carga Horária: 80h
Ementa: Materiais e suportes do desenho. Técnicas de representação gráfica
tridimensionalidade. Estruturação da forma e organização do espaço. Poéticas do desenho.
da
BÁSICA:
DERDYK, Edith (org). Disegno. Desenho. Desígnio. São Paulo: Senac, 2007.
EDWARDS, Betty. Desenhando com o lado direito do cérebro. 12 ed. São Paulo: Ediouro. 1984.
MOLINA, Juan José Gómez (org). Estrategias del dibujo em el arte contemporáneo. Madrid:
Cátedra, 2006;
COMPLEMENTAR
RUDEL,Jean. A técnica do desenho. Rio de Janeiro: zahar,1980.
SMITH, Ray. Desenhando Figuras. Editora Manole. São Paulo. 1997.
3. DISCIPLINA: LABORATÓRIO DE ARTES VISUAIS II - PINTURA
Carga Horária: 80h
Ementa: Breve contextualização das técnicas pictóricas usando como referencial teórico a
História da Arte. Materiais e suportes. Técnicas de pintura hídrica. Técnicas de pintura mista.
BÁSICA:
GARCIA, Sérgio Prata. Técnicas de pintura para artistas. Sergio Prata Garcia, 2010.
RICETTO, Ligia. Pintura, arte, técnica e história. Ibep Nacional, 2007.
SANMIGUEL, David. Materiais e técnicas: guia completo. 2ed. WMF Martins Fontes, 2013.
COMPLEMENTAR:
HARRISON, Hazel; TATE, Elizabeth. Enciclopedia de tecnicas de pintura. acanto (brasil), 2011.
SMITH, Ray. Manual pratico do artista: equipamento, materiais, procedimentos, técnicas. 2ed.
Ambientes e Costumes, 2012.
4. DISCIPLINA: SEMIÓTICA
Carga Horária: 40h
Ementa: As diferentes linhas da semiótica. Fundamentos da semiótica peirceana. Fundamentos
da semiótica greimasiana. Estudo, análise e interpretação de obras de arte a partir dos
26
pressupostos teóricos apresentados pela semiótica. O uso da linguagem na inclusão da
diversidade étnico-racial no espaço escolar.
BÁSICA:
GREIMAS, Algirdas Julien. Semântica estrutural. São Paulo: Cultrix/EdUSP, 1973.
PEIRCE, Charles Sanders. Semiótica. São Paulo – SP: Perspectiva, 2000.
SANTAELLA, Lucia. Semiótica Aplicada. Thomson, São Paulo, 2002.
COMPLEMENTAR:
BARTHES, Roland. A aventura semiológica. São Paulo: Martins Fontes, 2001.
DONDIS, Donis A. Sintaxe da Linguagem Visual. 2ed. São Paulo: Companhia de Letra, 1999.
5. DISCIPLINA: ELEMENTOS DA LINGUAGEM VISUAL.
Ementa: Elementos básicos da linguagem visual. Relações de composição. Fundamentos da
percepção visual. Relações entre o espaço bidimensional e tridimensional.
BÁSICA:
DONDIS, A Donis. Sintaxe da Linguagem Visual. São Paulo: Martins Fontes, 1991.
GOMES FILHO, João. Gestalt do Objeto. São Paulo, Escrituras Editora, 2000.
OSTROWER, Fayga. Universos da Arte. São Paulo, Ática, 1979.
COMPLEMENTAR:
ARMHEIM, R. Arte e Percepção Visual. São Paulo: Pioneira, 1986.
KANDINSKY, Wassily. Ponto e Linha sobre Plano. São Paulo, Martins Fontes, 1997
6. DISCIPLINA: TERRITÓRIOS DA CRIAÇÃO
Carga Horária: 80h
Ementa: Potencial. Materialidade e imaginação criativa. Caminhos intuitivos e inspiração.
Formas e configuração.
BÁSICA:
DEWEY, John. A arte como experiência. São Paulo: Martins, 2010
MUNARI, Bruno. Das coisas nascem coisas. 2ed. São Paulo: Martins, 2008.
OSTROWER, Fayga. Criatividade e processos de criação. Petrópolis: Vozes, 1987
COMPLEMENTAR:
ALENCAR, Eunice Soriano de. Psicologia da Criatividade. Porto Alegre: Artes Médicas, 1986.
MORAIS, Maria Fátima. Criatividade: conceito, necessidade e intervenção. Braga: Psiquilíbrios,
2008.
2º PERÍODO
7. DISCIPLINA: HISTÓRIA DAS ARTES VISUAIS NO OCIDENTE II
Carga Horária: 80h
Ementa: Estudo histórico das obras visuais dos principais artistas fauvistas, expressionistas e
cubistas. Estudo histórico das obras visuais dos principais artistas abstracionistas e futuristas.
Estudo histórico das obras visuais dos principais artistas dadaístas, surrealistas e minimalistas.
Estudo histórico das obras visuais dos principais artistas da pop art e da pintura figurativa
europeia.
BÁSICA:
GOMBRICH, E. H. A história da Arte. Rio de Janeiro: LTC - Livros Técnicos e Científicos, 1999.
PROENÇA, Graça. História da arte. São Paulo: Ática, 1996.
STRICKLAND, Carol. Arte Comentada da Pré História ao Pós Moderno. Rio de Janeiro: Ediouro,
1999.
COMPLEMENTAR:
PROENÇA, Graça. Descobrindo a História da arte. São Paulo: Ática, 2005.
FARTHING, Stephen. Tudo sobre Arte: os movimentos e as obras mais importantes de todos os
tempos. 2ed. Sextante, 2011.
27
8. DISCIPLINA: DIDÁTICA GERAL
Ementa: Conceito de didática. Planejamento da ação didática. Métodos e técnicas de ensino.
Recursos de ensino. Métodos de avaliação da aprendizagem. Métodos de motivação. Conceito de
currículo. Conceito de interdisciplinaridade. Aplicação do conceito de interdisciplinaridade no
desenvolvimento da responsabilidade ambiental no espaço escolar. Conceito de
transversalidade. Direitos Humanos como tema transversal . Aplicação do conceito de direitos
humanos no desenvolvimento da cidadania no ambiente escolar.
BÁSICA:
HAIDT, Regina Celia Cazaux. Curso de didática geral. 2ed. São Paulo: Ática, 1995.
MALHEIROS, Bruno Taranto. Didática Geral. Gen Ebook, 2014.
NÉRICI, Imídeo G. Didática do ensino superior. São Paulo: Ibrasa, 1993
COMPLEMENTAR:
CANDAU, Vera Maria (Org.). A Didática em Questão. 8. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 1989.
FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo:
Cortez, 1997.
9. DISCIPLINA: HISTÓRIA DO TEATRO
Carga Horária: 80h
Ementa: Estudo histórico das principais manifestações teatrais da Pré-história ao século XV.
Estudo histórico das principais manifestações teatrais do século XVI ao século XVIII. Estudo
histórico das principais manifestações teatrais do século XIX ao século XX. Estudo histórico das
principais manifestações teatrais do século XXI.
BÁSICA:
ASLAN, Odette. O ator no século XX. São Paulo: Perspectiva, 2007.
BERTHOLD, Margot. História mundial do teatro. 2ed. São Paulo: Perspectiva, 2004.
NUÑES, Carlinda Fragale Pate et Alii. O teatro através da história. Vol.2 Rio de Janeiro: Centro
Cultural. Banco do Brasil, 1994.
COMPLEMENTAR:
ARTAUD, Antonin. O teatro e seu duplo. 3ed. Martins, 2006.
KANTOR, Tadeusz. O teatro da morte. São Paulo: Perspectiva, 2014.
10. DISCIPLINA: LABORATÓRIO DE TEATRO
Carga Horária: 80h
Ementa: Métodos de preparação do ator. Métodos de construção da personagem. Prática de
direção teatral. Construção de espetáculos.
BÁSICA:
SPOLIN, Viola. O jogo teatral no livro do diretor. Perspectiva, 2014.
STANISLAVSKI, Constantin. A construção da personagem. 32 ed. Civilização Brasileira, 2014.
STANISLAVSKI, Constantin. A preparação do ator. 11 ed. Civilização Brasileira, 2001.
COMPLEMENTAR:
AZEVEDO, Sônia M. de. O Papel do Corpo no Corpo do Ator. São Paulo: Perspectiva. 2005.
SPOLIN, Viola. Jogos Teatrais: o fichário de Viola Spolin. Perspectiva, 2001
11. DISCIPLINA: ESTÉTICA E FILOSOFIA DA ARTE
Carga Horária: 80h
Ementa: A análise filosófica dos problemas estéticos. O objeto e os limites da estética. A
experiência estética e seu valor. As relações entre intencionalidade e estética. A crítica
artística a violação dos Direitos Humanos
BÁSICA:
PAREYSON, Luigi. Os problemas da estética. São Paulo: Martins Fontes, 1984.
SCHILLER, F. Educação Estética do Homem. São Paulo: Iluminuras, 1996.
SCHELLING, F. Filosofia da Arte. São Paulo: Edusp, 2004
COMPLEMENTAR:
28
HEGEL, G. W. Estética. São Paulo: Edusp, 2002 (2 volumes).
NUNES, Benedito. Introdução à Filosofia da Arte. São Paulo. Ática, 1991.
12. DISCIPLINA: PRÁTICA DO ENSINO DE ARTES I - ENSINO DE TEATRO
Carga Horária: 40h
Ementa: Teatro de boneco. Teatro de sombras. Teatro de máscaras. Jogos teatrais.
BÁSICA:
SPOLIN, Viola. Jogos Teatrais: o fichário de Viola Spolin. Perspectiva, 2001.
JAPIASSU, Ricardo. Metodologia do Ensino de Teatro. Papirus, 2001
MORAS, Ingrid. Fantoches, bonecos articulados e cia. de papel. Paulinas, 1998
COMPLEMENTAR:
SHEPHERD, Nellie. Aula de arte: fantoches. Civilização, 2005
MACHADO, Irley. TELLES, Narciso. Teatro: Ensino, Teoria e Pratica. Uberlândia: Edufu, 2005.
SÃO PAULO (ESTADO). Proposta Curricular do Estado de São Paulo: Arte. Coord. Maria Inês Fini.
São Paulo: SEE, 2008
3º PERÍODO
13. DISCIPLINA: FUNDAMENTOS DO ENSINO DE ARTES.
Carga Horária: 80h
Ementa: Mudanças nos paradigmas da arte-educação. Ana Mae Barbosa e a abordagem
triangular. Arthur D. Efland e a questão estética. Arte e linguagem.
BÁSICA:
BARBOSA, Ana Mae. Tópicos Utópicos. Belo Horizonte: C/ARTE, 1998.
BARBOSA, Ana Mae (org). Arte/Educação: Leitura no subsolo. São Paulo: Cortez, 2005.
BARBOSA, Ana Mae (org). Inquietações e mudanças no ensino de arte. São Paulo: Cortez, 2002.
COMPLEMENTAR:
PAREYSON, Luigi. Os problemas da estética. São Paulo: Martins Fontes, 1984.
BARBOSA, Ana Mae (org). Arte/Educação contemporânea: consonâncias internacionais. São
Paulo: Cortez, 2005a.
14. DISCIPLINA: METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA I
Carga Horária: 40h
Ementa: O que é pesquisa. A importância da pesquisa par o meio científico. Métodos e Técnicas
de Pesquisa. Levantamento e Organização do Material. Etapas da Pesquisa. Pesquisa em Ensino
de Artes Visuais. Pesquisa sobre Ensino de Artes Visuais.
BÁSICA:
BRITES, Blanca; TESSLER, Élida.(org.). O meio como ponto zero: metodologia da pesquisa em
artes visuais. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2002.
FRANÇA, Júnia Lessa. Manual para normalização de publicações técnico-científicas. 7.ed. Belo
Horizonte: Editora UFMG, 2004.
SILVA, Ângela Maria (org.). Guia para normalização de trabalhos técnico-científicos. Uberlândia:
EDUFU, 2006.
COMPLEMENTAR:
SALOMON, Décio Vieira. Como fazer uma monografia. 6. ed. Belo Horizonte: Interlivros, 1978.
ZAMBONI, Silvio. A pesquisa em arte: um paralelo entre ciência e arte. 3ª ed. Campinas:
Autores Associados, 2006 (Coleção Polêmica do Nosso Tempo, 59).
15. DISCIPLINA: HISTÓRIA DA DANÇA
Carga Horária: 80h
Ementa: Estudo histórico das obras coreográficas produzidas no Brasil do período pré-história
ao século XV. Estudo histórico das obras coreográficas produzidas no Brasil do século XVI ao
XIX. Estudo histórico das obras coreográficas produzidas no Brasil do século XIX ao XX. Estudo
histórico das obras coreográficas de arte produzidas no Brasil no século XXI.
29
BÁSICA:
PORTINARI, Maribel. História da Dança. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 1989.
BELTRAN, Margarita Wirz. Dança Contemporânea. Limusa. 1988.
ELLMERICH, Luis. História da Dança. São Paulo: Companhia Nacional. 1988.
COMPLEMENTAR:
FARO, Antônio José. Dicionário de Balé e Dança. Zahar. Rio de Janeiro. 1989.
FARO, Antônio José. Pequena História da Dança. Jorge Zahar. 2001.
16. DISCIPLINA: LABORATÓRIO DE DANÇA E EXPRESSÃO CORPORAL
Carga Horária: 80h
Ementa: Noções básicas de postura de tronco, membros inferiores e superiores da dança.
Prática de execução de movimentos segundo o espaço. Prática de execução de movimentos
segundo o tempo. Prática de execução de movimentos segundo o peso e a fluência.
BÁSICA:
LABAN, Rudolf. Dança educativa moderna. São Paulo: Íconce. 1990
LABAN, Rudolf. O domínio do movimento. Rio de Janeiro: Summus. 1971.
NANNI, Dionísia. Dança: Princípios, métodos e técnicas. Rio de Janeiro: Sprint, 1998.
COMPLEMENTAR:
FELDENKRAIS, Moshe. Consciência pelo movimento. São Paulo: Summus. 1977.
RENGEL, Lenira. Dicionário Laban. Annablume. 2003.
17. DISCIPLINA: HISTÓRIA DA ARTE-EDUCAÇÃO.
Carga Horária: 80h
Ementa: Os processos tradicionais de transmissão de saberes na produção artística indígena
brasileira. O sistema de ensino jesuíta e processo de aculturação indígena. A Missão Francesa e
a instituição do sistema de ensino oficial de Artes. A Academia Imperial de Belas Artes e o
ensino elitista. O Liceu de Artes e Ofícios e aproximação entre arte e a educação popular. O
ensino de arte nos quilombos. Abolição da escravatura e início do processo de respeitabilidade
do trabalho manual. John Dewey e a experimentação psicológica e o ensino do desenho.
Pressões e mudanças causadas pela ditadura militar. A redemocratização do ensino de artes.
Ana Mãe Barbosa e abordagem triangular de ensino.
BÁSICA:
BARBOSA, Ana Mae. Arte-educação no Brasil: das origens ao modernismo. São Paulo:
Perspectiva, 1978.
BARBOSA, Ana Mae (org.) História da arte-educação. São Paulo: Max Limonad, 1986.
BARBOSA, Ana Mae. Ensino de arte: memória e historia. São Paulo: Perspectiva, 2008.
COMPLEMENTAR:
GISA, Picosque; Guerra, Maria Terezinha Telles; MARTINS, Mirian Celeste Ferreira Dias. Didática
do ensino de arte: a linguagem do mundo: poetizar, fruir e conhecer. São Paulo: FTD, 1998.
BARBOSA, Ana Mae. John Dewey e o ensino de arte no Brasil. 3ed. São Paulo: Cortez, 2001.
18. DISCIPLINA: INTRODUÇÃO A LINGUAGEM DE SINAIS BRASILEIRA - LIBRAS
Carga Horária: 40h
Ementa: As implicações da surdez. Soletrar. Conceito gramatical. Prática linguística.
BÁSICA:
GESSER, Audrei. LIBRAS: que língua é essa. Parábola, 2009.
QUADROS, Ronice Muller de; KARNOPP, Lodenir Becker. Língua de Sinais Brasileira: Estudos
linguísticos. Artmed, 2004.
FRIZANCO, Mary Lopes Esteves; HONORA, Marcia. Livro ilustrado de Língua Brasileira de Sinais
I. Ciranda Cultural, 2009.
COMPLEMENTAR:
BRANDÃO, Flávia. Dicionário Ilustrado de LIBRAS. Global, 2011.
30
Capovilla, F. C.; Raphael, W. D.; & Mauricio, A. C. Novo dicionário enciclopédico ilustrado
trilíngue da Língua de Sinais Brasileira (Novo Deit-Libras). São Paulo: Artes Médicas, 2008.
19. DISCIPLINA: PRÁTICA DE ENSINO DE ARTES II - ENSINO DE DANÇA E EXPRESSÃO
CORPORAL
Carga Horária: 40h
Ementa: Práticas pedagógicas do movimento humano. Rodolf Laban e a consciência corporal do
aluno. Labanotação. Expressão corporal em relação ao tempo e ao espaço. Planejamento e
avaliação de atividades do movimento humano.
BÁSICA:
GARAUDY, R. Dançar a vida. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1980.
HASELBACH, B. Dança, improvisação e movimento: Expressão corporal na educação física. Rio
de janeiro: Ao Livro Técnico, 1989.
LABAN, R. Domínio de movimento. 5. ed. São Paulo: Summus, 1978.
COMPLEMENTAR:
MARQUES, I. Dançando na escola. São Paulo: Cortez, 2003.
OSSONA, P. A educação pela dança. São Paulo: Summus, 1988.
SÃO PAULO (ESTADO). Proposta Curricular do Estado de São Paulo: Arte. Coord. Maria Inês Fini.
São Paulo: SEE, 2008
4º PERÍODO
20. DISCIPLINA: PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO
Carga Horária: 80h
Ementa: Visão histórico-conceitual da psicologia como ciência e sua contribuição à área
educacional. Princípios da aprendizagem de base empirista, racionalista e inter-racionalista.
Problemas de aprendizagem. Interação professor/aluno.
BÁSICA:
CAMPOS, Dinah M. de S. Psicologia e Desenvolvimento humano. Petrópolis - RJ: Vozes, 1997.
HERNADEZ, Fernando. Transgressão e mudanças na educação. Porto Alegre: ArtMed, 2002.
VYGOTSKY, L. S. Linguagem e Desenvolvimento e Aprendizagem. São Paulo: Papirus, 2001.
COMPLEMENTAR:
PERRENOUD, Philippe. Ensinar: Agir na urgência, decidir na incerteza. Porto Alegre: ArtMed,
2000.
SACRISTAN, Gimeno. Compreender e transformar o ensino. Porto Alegre: ArtMed, 2000.
21. DISCIPLINA: LABORATÓRIO DE MÚSICA
Carga Horária: 80h
Ementa: Fundamentos da música. Desenvolvimento da percepção auditiva. Expressão Rítmica.
Organologia.
BÁSICA:
CANDÉ, R. A música, linguagem estrutura, instrumentos. Lisboa: Edições 70, 1983.
BENNET, Roy Instrumentos da Orquestra, Rio de Janeiro, Zahar, 1988
Lacerda, O. Teoria Elementar Na Música. São Paulo: Ricordi, 1995.
COMPLEMENTAR:
AKOSCHKY, J.; VIDELA, M. Iniciação a flauta doce. São Paulo: Ricordi, 1985.
BEINEKE, V. ; FREITAS, Sérgio Paulo Ribeiro de. Lenga la Lenga: jogos de mãos e copos.
Lisboa: Crescer com a Música - Educação e Cultura, 2009.
22. DISCIPLINA: HISTÓRIA DA MÚSICA.
Carga Horária: 80h
Ementa: Produção musical da Idade Antiga e Medieval. Produção musical do Renascimento e do
Barroco. Produção musical do Classicismo e Romantismo. Produção musical Pós-romantismo:
séculos XX e XXI.
31
BÁSICA:
GROUT, Donald J. PALISCA, Claude V. História da música ocidental. 2 ed. Lisboa: Gradiva, 2001.
BENNET, Roy, Uma Breve História da Música, Rio de Janeiro, Zahar, 1989
GRIFFITHS, P. A música moderna: uma história concisa e ilustrada de Debussy a Boulez. Rio de
Janeiro: Zahar, 1987.
COMPLEMENTAR:
CANDÉ, Roland de. História universal da música. São Paulo: Martins Fontes, 2001.
BARRAUD, H. Para compreender as músicas de hoje. São Paulo: Perspectiva, 1968.
23. DISCIPLINA: LABORATÓRIO DE ARTES VISUAIS III - FOTOGRAFIA
Carga Horária: 80h
Ementa: Princípio da câmara escura. Tipos de máquinas. Tipos de lentes. Tipos de acessórios.
O ato de fotografar. Tipos de flash. Recursos e técnicas de iluminação.
BÁSICA:
BARTHES, Roland. A Câmera Clara. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1984.
FABRIS, Annateresa (org.). Fotografia: usos e funções no século XIX. São Paulo: Editora da
USP, 1998.
KUBRUSLY, Claudio Araujo. O que e fotografia. São Paulo: Brasiliense, 1991.
COMPLEMENTAR:
KOSSOY, Boris. Realidades e ficções na trama fotográfica. São Paulo: Ateliê editorial, 1999.
SAMAIN, Etienne (org.). O fotógrafo. São Paulo: Hucitec, 1998.
24. DISCIPLINA: METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA II
Carga Horária: 40h
Elaboração de um projeto de pesquisa. O objeto da pesquisa. A justificativa da pesquisa. O
objetivo da pesquisa. O método da pesquisa. Os recursos necessários. Os instrumentos da
coleta de dados. A análise dos dados. A conclusão da pesquisa. A elaboração de referências. A
normatização exigida pela ABNT
BÁSICA:
BRITES, Blanca; TESSLER, Élida.(org.). O meio como ponto zero: metodologia da pesquisa em
artes visuais. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2002.
FRANÇA, Júnia Lessa. Manual para normalização de publicações técnico-científicas. 7.ed. Belo
Horizonte: Editora UFMG, 2004.
SILVA, Ângela Maria (org.). Guia para normalização de trabalhos técnico-científicos. Uberlândia:
EDUFU, 2006.
COMPLEMENTAR:
SALOMON, Décio Vieira. Como fazer uma monografia. 6. ed. Belo Horizonte: Interlivros, 1978.
ZAMBONI, Silvio. A pesquisa em arte: um paralelo entre ciência e arte. 3ª ed. Campinas:
Autores Associados, 2006 (Coleção Polêmica do Nosso Tempo, 59).
25. DISCIPLINA: PRÁTICA DE ENSINO DE ARTES III - ENSINO DE EXPRESSÃO
MUSICAL
Carga Horária: 40h
Ementa: O ensino da música na educação: a linguagem musical. Aspectos metodológicos do
ensino da música na educação infantil. Aspectos metodológicos do ensino da música no ensino
Fundamental. Aspectos metodológicos do ensino da música no ensino Médio.
BÁSICA:
SCHAFER, Murray. O Ouvido Pensante. São Paulo: Ed. da Unesp, 1991.
PENNA, Maura. Reavaliações e buscas em musicalização. São Paulo: Loyola, 1990.
MATEIRO, Teresa; ILARI, Beatriz. Pedagogias em Educação Musical. Curitiba: IBPEX, 2011.
COMPLEMENTAR:
COSTTA, Silvio. Educação Sonora e Musical: Oficina De Sons. Paulinas, 2012.
PAZ, Ermelinda. Pedagogia Musical Brasileira no Século XX: metodologias e tendências. Brasília:
MusiMed, 2000.
32
SÃO PAULO (ESTADO). Proposta Curricular do Estado de São Paulo: Arte. Coord. Maria Inês Fini.
São Paulo: SEE, 2008
5º PERÍODO
26. DISCIPLINA: FUNDAMENTOS DA CRÍTICA DE ARTES
Carga Horária: 40h
Ementa: História da crítica da Arte. O papel da crítica na sociedade pós-moderna. A crítica da
arte à história da arte. A critica da arte à crise da representação na contemporaneidade. A
crítica artística ao contexto da contemporaneidade.
BÁSICA:
COLI, Jorge. O que é arte. 15 ed. São Paulo: Brasiliense, 1995.
ARGAN, Giulio Carlo. Arte e crítica da Arte. Lisboa: Estampa, 1988.
BARTHES, Roland; NOVAES, Léa Porto de Abreu. O óbvio e o obtuso: ensaios críticos III. Rio de
Janeiro: Jorge Zahar, 1996.
COMPLEMENTAR:
GULLAR, Ferreira. Argumentação contra a morte da arte. 8 ed. Rio de Janeiro: Revan, 2003.
ECO, Umberto. Obra aberta: forma e indeterminação nas poéticas contemporâneas. 9 ed. São
Paulo: Perspectiva, 2003.
27. DISCIPLINA: TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I
Carga Horária: 40h
Ementa: Elaboração do projeto de pesquisa a ser elaborado no formato de monografia para a
conclusão de curso.
BÁSICA:
BRITES, Blanca; TESSLER, Élida.(org.). O meio como ponto zero: metodologia da pesquisa em
artes visuais. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2002.
FRANÇA, Júnia Lessa. Manual para normalização de publicações técnico-científicas. 7.ed. Belo
Horizonte: Editora UFMG, 2004.
SILVA, Ângela Maria (org.). Guia para normalização de trabalhos técnico-científicos. Uberlândia:
EDUFU, 2006.
COMPLEMENTAR:
SALOMON, Décio Vieira. Como fazer uma monografia. 6. ed. Belo Horizonte: Interlivros, 1978.
ZAMBONI, Silvio. A pesquisa em arte: um paralelo entre ciência e arte. 3ª ed. Campinas:
Autores Associados, 2006 (Coleção Polêmica do Nosso Tempo, 59).
28. DISCIPLINA: LABORATÓRIO DE ARTES VISUAIS V – GRAVURA E ESCULTURA
Carga Horária: 80h
Ementa: Fundamentos das técnicas de gravura. Suportes tradicionais empregados na produção
de gravuras. Técnicas de gravura: confecção de matriz; cópia e impressão. O emprego de
suportes experimentais na produção contemporânea de gravuras. Fundamentos da técnica de
escultura. Suportes tradicionais empregados na produção de esculturas. Ferramentas de
produção. O emprego de suportes experimentais na produção contemporânea de esculturas.
BÁSICA:
________ A moderna gravura brasileira: catálogo da exposição. Rio de Janeiro: Biblioteca
Nacional,
1974.
Disponível
em:
<<
http://objdigital.bn.br/acrevo_digital/div_iconografia/icon452459.pdf >> Acesso em: 28 set.
2014.
BOSSE, Abraham. Tratado da gravura a água-forte, e a buril, e em maneira negra com o modo
de construir as prensas modernas e de imprimir em talho doce. Lisboa: Na Typographia
chalcographia, typoplastica e litteraria do Arco do Cego, 1801. Disponível em: <<
http://objdigital.bn.br/acervo_digital/div_iconografia/icon395092.pdf >> Acesso em: 28 set.
2014.
CORBETTA, Glória. Manual do escultor: um guia com técnicas escultóricas. 2 ed. Age, 2003
33
COMPLEMENTAR:
CATAFAL, Jordi; OLIVA, Clara. A gravura. Lisboa: Estampa, 2013.
CHIARELLI, Tadeu; MACHADO, Anibal M.; SALZTEIN, Sônia. Matrizes do expressionismo no
Brasil: Abramo, Goeldi e Segall. São Paulo: Museu de Arte Moderna de São Paulo, 2000.
CHIARELLI, Tadeu. Amilcar de castro: corte e dobra. COSAC NAIFY, 2003.
29. DISCIPLINA: LEGISLAÇÃO E ORGANIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO BÁSICA
Carga Horária: 80h
Ementa: Análise contextual da atual legislação básica e complementar da educação. Estudo da
organização política, administrativa e pedagógica do sistema educacional brasileiro. Análise
contextual da Educação na Constituição Federal de 1988. Análise contextual da Lei de Diretrizes
e Bases da Educação Nacional. Estudo do Plano Nacional de Educação. Estudo do Plano Estadual
de Educação do Estado de São Paulo. Estudo do Plano Municipal de Educação de Ribeirão Preto.
Estudo dos Parâmetros Curriculares Nacionais de Arte. Estudo das Diretrizes Curriculares
Nacionais de Graduação em Artes Visuais. Estudo do Plano Nacional de Educação em Direitos
Humanos. Estudo do Estatuto da Criança e do Adolescente. Estudo da política nacional de
educação ambiental. Estudo da política municipal de educação ambiental.
BÁSICA:
BRZESZINSKI, Íria. LDB/1996: Uma década de perspectivas e perplexidades na formação de
profissionais da educação. In: BRZESZINSKI, I. (Org.). LDB Dez anos depois: reinterpretação
sob diversos olhares. São Paulo: Cortez, 2008.
CARNEIRO, Moaci Alves. LDB fácil: leitura crítico-compreensiva, artigo a artigo. 17. ed.
Atualizada. Petrópolis. Rio de Janeiro: Vozes, 2010.
BRASIL. Parâmetros curriculares Nacionais: Arte. Brasília, MEC, 1997
COMPLEMENTAR:
FERREIRA, Luiz Antonio Miguel. O Estatuto da Criança e do adolescente e professor: reflexos na
sua formação e atuação. São Paulo: Cortez, 2008
OLIVEIRA, I. B de & GONDRA, J.G. Centralização, omissões e dubiedades na organização da
educação nacional. In: ALVES, N.; VILLARD, R. (orgs). Múltiplas leituras da nova LDB. Rio de
Janeiro: Dunya, 1997
30. DISCIPLINA: SABERES ESTÉTICOS E CULTURAIS
Carga Horária: 40h
Ementa: Estudo das manifestações expressivas no contexto das diferentes culturas: ocidental e
oriental. Estudo das manifestações expressivas no contexto das etnias que originaram a cultura
brasileira: branca, negra, indígena e asiática. Estudo de leituras históricas da presença indígena
e negra na constituição da cultura brasileira do período colonial e imperial do país. Estudo das
manifestações expressivas e as questões éticas, raciais e de gênero. Estudo dos aspectos
artístico, histórico e social da cultura popular brasileira. Aspectos artístico, histórico e social da
cultura popular regional.
BÁSICA:.
CANCLINI, Néstor Garcia. Culturas Híbridas. São Paulo, 1997.
HERNDADEZ F. Cultura Visual, mudança educativa e projeto de trabalho. Porto Alegre: ARTMED,
2000.
SANTA ROSA, Nereide Schilaro. Arte e Raízes. (coleção). São Paulo, Moderna, 2001.
COMPLEMENTAR:
GASSET, O. J. A Desumanização da Arte. 3 ed. São Paulo: Cortez, 2001.
SANTAELLA, Lúcia. Arte e cultura: equívocos do elitismo. 3ed. São Paulo: Cortez, 1995.
31. DISCIPLINA: PRÁTICA DE ENSINO DE ARTES IV - ENSINO DE ARTES VISUAIS.
Carga Horária: 40h
34
Ementa: Produção poética, nutrição estética e repertório pessoal. Espaço, elementos visuais,
suporte e materiais expressivos. Ensino de desenho, pintura e escultura. Processos de criativos
e formas de avaliação.
BÁSICA:
BARBOSA, Ana Mae; CUNHA, Fernanda Pereira. Abordagem Triangular no Ensino Das Artes e
Culturas Visuais. Cortez, 2010
BARBOSA, Ana Mae. Teoria e prática da educação artística. São Paulo: Cultrix, 1984.
MARTINS, Mirian Celeste, PICOSQUE, Gisa, GUERRA, M. Terezinha T. Didática do ensino de arte:
a língua do mundo: poetizar, fruir e conhecer arte. São Paulo: FTD, 1998.
COMPLEMENTAR:
MARTINS, Miriam Celeste. A aprendiz da Arte: trilhas do sensível olhar pensante. São Paulo:
Espaço pedagógico, 1992.
BUENO, Luciana Estevan Barone. Linguagem das Artes Visuais. IBPEX, 2012.
SÃO PAULO (ESTADO). Proposta Curricular do Estado de São Paulo: Arte. Coord. Maria Inês Fini.
São Paulo: SEE, 2008
6º PERÍODO
32. DISCIPLINA: LABORATÓRIO DE AUDIOVISUAL - CINEMA E VÍDEO
Carga Horária: 80H
Ementa: Introdução à história do cinema e do vídeo. As diferentes escolas e seu
desenvolvimento. A linguagem cinematográfica. O estudo da televisão e do vídeo como processo
de comunicação visual.
BÁSICA:
EISNER, Lotte H; INSTITUTO GOETHE. A tela demoníaca: as influências de Max Reinhardt e do
expressionismo. 2 ed. São Paulo: Paz e Terra; Instituto Goethe, 2002.
CAPELATO, Maria Helena. História e cinema: dimensões históricas do audiovisual. São Paulo:
Alameda, 2007.
SADOUL, Georges. História do cinema mundial. Lisboa: Livros Horizonte, 1983.
COMPLEMENTAR:
CARRIÈRE, Jean-Claude. A linguagem secreta do cinema. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1995.
LAWSON, John Howard. O processo de criação no cinema. Rio de Janeiro: Civilização, s/d.
33. DISCIPLINA: ARTE CONTEMPORÂNEA
Ementa: Principais representantes da arte contemporânea. Processos empregados nas
produções artísticos contemporâneas. Hibridismo e a incorporação tecnológica. A arte
contemporânea e a crítica artística às questões éticas, raciais e de gênero.
BÁSICA:
ARCHER, Michael. Arte contemporânea: uma história concisa. São Paulo: WMF Martins, 2012.
Fontes, 2001.
CAUQUELIN, Anne. Arte contemporânea: uma introdução. São Paulo: Martins Fontes, 2005.
CZARNOBAI, André; KLEIN, Jacky; KLEIN, Suzy. O que é arte contemporânea. Claro Enigma,
2012.
COMPLEMENTAR:
ARGAN, Giulio Carlo. Arte moderna: do iluminismo aos movimentos contemporâneos. São
Paulo: Companhia das Letras, 1992.
BIDENT, Christophe; KIFFER, Ana; REZENDE, Renato. Experiência e arte contemporânea.
Circuito, 2012.
34. DISCIPLINA: TECNOLOGIAS CONTEMPORÂNEAS DE PRODUÇÃO E EDIÇÃO DE
IMAGEM I - PHOTOSHOP E CORELDRAW
Carga Horária: 80h
Ementa: Manipulação das ferramentas de desenho, contorno e preenchimento. Técnicas de
ilustração e pintura digital. Utilização de Filtros. Técnicas de Pintura e sombreamento. Técnicas
35
de desenho e tratamento imagens. Organização de objetos. Técnicas de edição, organização e
tratamento de textos. Efeitos especiais e impressão de desenho.
BÁSICA:
ALTMAN, Rick. Dominando o CorelDraw 9: A Bíblia. São Paulo: Makron Books, 2000.
ANDRADE, Marcos Serafim. Adobe Photoshop. São Paulo: Senac, 2013.
BAUER, Peter. Photoshop CS4 para Leigos. Rio de Janeiro, Alta Books, 2009.
COMPLEMENTAR:
GOMES
FILHO,
João.
Gestalt
do
Objeto.
São
Paulo:
Escrituras,
2009.
TOLLETT, John. Web design para não-designers. Rio de Janeiro, Ciência Moderna, 2001.
35. DISCIPLINA: ARTE E MEIO AMBIENTE
Ementa: O valor e a função da arte na preservação do meio ambiente. A arte indígena
brasileira e o emprego das fibras naturais no processo cestaria. O artesanato mineiro e o
emprego das fibras naturais no processo de tecelagem. A economia marginal e a reciclagem das
fibras de papel na produção de papel artesanal. A prática artística em consonância com a
responsabilidade ambiental. O ensino de arte em consonância com a educação ambiental.
BÁSICA:
TOZONI-REIS, Marília Freitas de Campos. Educação ambiental: natureza, razão e história.
Campinas. São Paulo: Autores Associados, 2004.
RIBEIRO, Beta Gleizer. O artesão tradicional e seu papel da sociedade contemporânea. Brasília:
Instituto Nacional do Folclore, 1983.
DUARTE, Claudia Renata. Tecelagem manual no triangulo mineiro: a história e cultura material.
EDUFU, 2009.
COMPLEMENTAR:
WATSON, David G. Como hacer papel artesanal. CELESTE, 1996.
LEMOS, Celina. Aprenda a fazer cestaria. Rio de Janeiro: Tecnoprint, 1980.
36. DISCIPLINA: PATRIMÔNIO CULTURAL E CONSERVAÇÃO
Carga Horária: 40h
Ementa: Conceitos básicos relacionados à preservação de bens culturais. Causas de
deterioração de obras de arte. Cuidados para a conservação de obras de arte. Embalagem,
acondicionamento e montagens para arquivamento, exposição e transporte de obras de valor
histórico e artístico.
BÁSICA:
BARROS, Alzira Costa; BARROS, Júlio Rodrigues; MARDEN, Sanzio. Restauração do Patrimônio
Histórico. SENAI - SP, 2013.
BRANDI, Cesare. Teoria da restauração. 4 ed. Ateliê, 2013.
VIOLLET-LE-DUC, Eugene Emmanuel. Restauração. 4ed. Ateliê, 2013.
COMPLEMENTAR:
Duarte, Zeny. Conservação e a restauração de documentos na era pos-custodial. EDUFBA.
2014.
FIGUEIREDO, João Cura D'ars junior. Química aplicada a conservação e restauração de bens
culturais: uma introdução. São Jerônimo, 2012
37. DISCIPLINA: HISTÓRIA DA ARTE NO BRASIL
Carga Horária: 40h
Ementa: Estudo histórico das obras de arte produzidas no Brasil do período pré-cabralino ao
período colonial. Estudo histórico das obras de arte produzidas no Brasil do século XVI ao XIX.
Estudo histórico das obras de arte produzidas no Brasil do século XIX ao XX. Estudo histórico
das obras de arte produzidas no Brasil no século XXI.
BÁSICA:
36
AMARAL, Aracy A. Arte para que?: a preocupação social na arte brasileira 1930 - 1970: subsidio
para uma história social da arte no Brasil. 3ed. São Paulo: Nobel, 2003.
BARDI, Pietro Maria. História da Arte Brasileira. São Paulo: Melhoramentos, 1981.
CHIARELLI, Tadeu. Arte Internacional Brasileira. São Paulo: Lemos Editorial, 1999.
COMPLEMENTAR:
ZANINI, Walter. História Geral da Arte no Brasil. São Paulo: Inst. Moreira Sales, 1983.
ZILIO, Carlos. A Querela do Brasil: A Questão da Identidade da Arte Brasileira. Rio de Janeiro:
Rellume, 1997.
38. DISCIPLINA: TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO II
Carga Horária: 40h
Ementa: Desenvolvimento da monografia de conclusão de curso.
BÁSICA:
BRITES, Blanca; TESSLER, Élida.(org.). O meio como ponto zero: metodologia da pesquisa em
artes visuais. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2002.
FRANÇA, Júnia Lessa. Manual para normalização de publicações técnico-científicas. 7.ed. Belo
Horizonte: Editora UFMG, 2004.
SILVA, Ângela Maria (org.). Guia para normalização de trabalhos técnico-científicos. Uberlândia:
EDUFU, 2006.
COMPLEMENTAR:
SALOMON, Décio Vieira. Como fazer uma monografia. 6. ed. Belo Horizonte: Interlivros, 1978.
ZAMBONI, Silvio. A pesquisa em arte: um paralelo entre ciência e arte. 3ª ed. Campinas:
Autores Associados, 2006 (Coleção Polêmica do Nosso Tempo, 59).
3.10. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
Segundo as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Artes Visuais
(BRASIL, 2009) instituídas em 16 de Janeiro de 2009, o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)
corresponde a uma componente curricular de caráter obrigatório para os cursos de licenciatura
nesta modalidade artística. Ainda segundo as Diretrizes o Trabalho de Conclusão de Curso deve
ser constituído pelos seguintes componentes:

Uma monografia sobre um tema das Artes Visuais;

Um projeto de curso a ser ministrado sobre esse tema;

Uma apresentação a uma banca examinadora composta por professores e profissionais
da área.
3.11. ATIVIDADES COMPLEMENTARES
As Atividades Complementares um total de 200h na Matriz Curricular do Curso. Os
componentes curriculares possibilitam o reconhecimento das habilidades, conhecimentos e
competências do aluno, adquiridas fora do ambiente escolar, incluindo a prática de estudos e
atividades independentes, transversais, opcionais, de interdisciplinaridade, especialmente nas
relações com o mundo do trabalho e com as ações de extensão junto à comunidade. As
Atividades Complementares constituem-se em componentes curriculares enriquecedores e
implementadores do próprio perfil profissional, sem que se confundam com estágio curricular.
37
As Atividades Complementares se apresentam como práticas acadêmicas obrigatórias para todo
aluno, não permitem dispensa e podem ser desenvolvidas sob múltiplas formas e são
consideradas complementares porque compõem a carga horária mínima do curso, somam-se ao
currículo, seu cumprimento é considerado requisito indispensável à conclusão do curso e
priorizam o aprimoramento pessoal e profissional necessários para o enriquecimento da
formação integral do aluno. São atividades promovidas pelo curso, pela FACULDADE DE
RIBEIRÃO PRETO ou por qualquer outra instituição desde que devidamente comprovada,
analisada e avaliada pelo curso. As atividades Complementares contam com o registro específico
para o controle e gestão acadêmica, e o acompanhamento é feito pela coordenação de curso
com o apoio da secretaria de coordenação.
3.12. ESTÁGIO CURRICULAR
O estágio curricular é uma componente obrigatória do curso de Licenciatura em Artes e
pode ser compreendido como o eixo articulador entre teoria e prática. É a oportunidade em que
o aluno entra em contato direto com a realidade profissional em que irá atuar, para conhecê-la
e também para desenvolver as competências e habilidades necessárias à aplicação dos
conhecimentos teórico, metodológicos e tecnológicos trabalhados ao longo do curso. O estágio
parte da reflexão sobre a prática docente articulada com sua função interventora. É uma
atividade que deve elevar o nível de compreensão acerca da natureza e as relações que existem
no trabalho pedagógico. A grande riqueza do estágio está na oportunidade do aluno construir
uma consciência crítico-reflexiva sobre a realidade, com possibilidade de transformá-la. Deve
propiciar o conhecimento, a reflexão e a análise do cotidiano da escola em todos os seus
campos de atuação, assim como as ações educativas desenvolvidas na comunidade. O estágio
supervisionado conta com o registro específico para o controle e gestão acadêmica. A gestão e o
acompanhamento dessa atividade estão sob orientação da Diretoria Acadêmica junto ao Setor
de Coordenação de Estágio Supervisionado.
Nenhuma atividade de estágio poderá ser iniciada sem a aprovação da equipe
responsável pela supervisão do estágio.
Quanto à documentação do Estágio Curricular Supervisionado, o aluno deverá ao longo
de todas as suas atividades de estágio, arquivar:
 Relatórios parcial e final de estágio. Este último deve conter conclusão, apontando pontos
positivos e negativos das atividades desenvolvidas. Tais relatórios serão avaliados pelo
professor supervisor do estágio;
 Documentos comprobatórios de suas atividades, sempre que haja necessidade;
 Documentos que comprovem o cumprimento das 400 horas-aula;
38
 Fichas de estágio devidamente assinadas por pessoas determinadas e os relatórios deverão
ser remetidos aos responsáveis, seguindo modelo definido pelo colegiado, em conjunto com o
Núcleo de Estágio Supervisionado;
 Os documentos comprobatórios de horas de estágio deverão conter a assinatura e o carimbo
do presidente ou diretor da instituição que está acolhendo o estagiário, bem como o carimbo da
mesma.
O estágio deverá ser concluído até ao último dia do período letivo do aluno, data em que
deverá ser integralizada a pasta de estágio junto ao Núcleo de Estágio Supervisionado.
3.13. ADEQUAÇÃO DA METODOLOGIA DO PROCESSO DO ENSINO E DA
APRENDIZAGEM
A Metodologia do Processo de Ensino e da Aprendizagem segue o Regimento da
Instituição como é descrito abaixo.
DA AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO ESCOLAR NA GRADUAÇÃO
Art. 68. A avaliação do desempenho escolar é feito por disciplina, incidindo sobre a frequência e
o aproveitamento escolar, nos termos deste Regimento.
Art. 69. A frequência às aulas e demais atividades escolares é obrigatória e permitida apenas
aos alunos matriculados.
§ 1º - Independente dos demais resultados obtidos, é considerado reprovado na disciplina o
aluno que não obtiver frequência de, no mínimo de 75 % das aulas e demais atividades
realizadas, exceto no ensino a distância.
§ 2º - A verificação e o registro de frequência são de responsabilidade do professor e seu
controle, para efeito do parágrafo anterior, da Secretaria Acadêmica.
§ 3º - O aluno poderá requerer junto à Secretaria Acadêmica, nos prazos fixados no Calendário
Escolar, a realização de prova repositiva, a fim de concluir uma das avaliações componentes da
média semestral que não tenha sido avaliado.
§ 4º - O aluno convocado para integrar o Conselho de Sentença em Tribunal do Júri, Prestar
Serviço Militar obrigatório ou Serviço da Justiça Eleitoral, assim como portadores de doenças
infecto - contagiosas e gestantes têm direito a atendimento especial na forma da legislação em
vigor.
Art. 70 - A aferição do rendimento escolar de cada disciplina é feita através de notas inteiras de
zero a dez, permitindo-se a fração de 5 décimos.
39
Art. 71. O aproveitamento escolar é avaliado pelo acompanhamento contínuo do aluno e dos
resultados por ele obtidos nas provas, trabalhos, exercícios escolares e outros e, caso
necessário, no exame final.
§ 1º - Dentre os trabalhos escolares de aplicação, há pelo menos uma avaliação escrita em
cada disciplina no bimestre.
§ 2º - O professor pode submeter os alunos a diversas formas de avaliação, tais como:
projetos, seminários, pesquisas bibliográficas e de campo, relatórios, cujos resultados podem
culminar com atribuição de uma nota representativa de cada avaliação bimestral.
§ 3º - Em qualquer disciplina, os alunos que obtiverem média semestral de aprovação igual ou
superior a sete (7,0) e frequência igual ou superior a setenta e cinco por cento (75%) são
considerados aprovados.
§ 4º - É promovido ao semestre seguinte, o aluno aprovado em todas as disciplinas do período
cursado, admitindo-se ainda a promoção com dependência de até três disciplinas no semestre.
Seção I
Do Exame Final
Art. 72. O exame final será aplicado ao aluno que obtiver média semestral inferior a sete (7,0),
e não inferior a três (3,0).
§ 1º - O resultado final não poderá ser inferior a cinco (5,0), correspondendo ao cálculo
aritmético entre a média semestral e a nota do exame final.
§ 2º - O aluno que obtiver média semestral menor que 3,0 (três) ou média final menor que 5,0
(cinco) será reprovado.
3.13.1. Coerência dos procedimentos de avaliação da aprendizagem do aluno
com a concepção do curso
A avaliação possui caráter formativo e processual, ou seja, integra o processo de
formação, uma vez que possibilita diagnosticar lacunas no processo ensino-aprendizagem,
visando ao desenvolvimento das competências previstas no perfil desejado para o egresso do
curso. Será realizada na perspectiva de tomadas de decisão a respeito da condução do trabalho
pedagógico.
Nesta perspectiva, tanto servirá ao aluno para autorregular a própria aprendizagem,
quanto ao professor para diagnosticar e planejar estratégias para diferentes situações.
Dessa forma, o conhecimento dos critérios utilizados e a análise dos resultados e dos
instrumentos de avaliação e autoavaliação são imprescindíveis, pois favorece a consciência do
40
professor em
formação sobre o seu
processo de aprendizagem, condição para esse
investimento.
Diferentes métodos e instrumentos serão utilizados nos processos de avaliação, tais
como:
a) Autoavaliação (o aluno observa e descreve seu desenvolvimento e dificuldades);
b) Testes e provas de diferentes formatos (desafiadores, cumulativas, com avaliação
aleatória);
c) Mapas Conceituais (organização pictórica dos conceitos, exemplos e conexões
percebidos pelos alunos sobre um determinado assunto) viabilizando a comparação dos
processos de aprendizagem, evolução do conceito físico (relações implicativas na ligação de
conceitos);
d) Vê Epistemológico de Gowin (um método que ajuda a entender a estrutura do
conhecimento e os modos nos quais os humanos o produzem) habilitando a ordenação de
saberes frente à composição de textos científicos tais como monografias e trabalhos de
conclusão de curso;
e) Trabalhos individuais e coletivos;
f) Atividades de culminância (projetos, monografias, seminários, exposições).
Os mapas conceituais são adotados como instrumento didático, no qual é representada a
hierarquia e ligações entre os conceitos de uma área de conhecimento ou a evolução dos
conceitos pelo aluno. No entanto, o mapa não dispensa a explicação do professor e deve ser
explicado por seus autores.
Além disso, os mapas conceituais fazem parte do processo avaliativo quando se foca a
aprendizagem no aluno. Durante este processo avaliativo, torna-se mais evidente a aquisição de
habilidades e competências, deixando de ser apenas uma estratégia verificadora (como nos
casos das provas escritas tradicionais) e passa a fazer parte da construção da aprendizagem
significativa. Através da explicação do mapa pelo aluno, é possível aferir, qualitativamente, a
maneira como o conteúdo lecionado pode estar organizado na estrutura cognitiva do aluno no
momento em que ele o construiu. O próprio aluno, durante a explicação, adquire novos
conhecimentos naquilo que poderíamos chamar currículo oculto, uma vez que, por estar
interagindo com o professor e colegas, pode perceber conceitos relevantes antes ignorados. O
enfoque agora se volta para a evolução conceitual nos mapas construídos ao longo do processo,
evidenciando uma avaliação global e atemporal, na medida em que não se efetiva apenas pela
quantificação, nestas circunstâncias, possibilita-se uma autoavaliação por parte do estudante.
Ao perceber uma dificuldade exacerbada em sua construção, poderá chegar à conclusão que não
teve a aprendizagem que se desejava sobre os conteúdos discutidos. À medida que esta
dificuldade na construção for minimizada, o próprio aluno perceberá sua evolução conceitual
41
sobre os assuntos abordados. Mesmo que o aluno não construa seus próprios mapas, o
professor pode construí-los partindo de dados de provas escritas ou entrevistas. Estes mapas
construídos pelo professor o auxiliarão na visualização da estrutura cognitiva do aluno e, desta
forma, na avaliação da maneira mais apropriada à evolução conceitual e mais adequada aos
objetivos de ensino.
3.14. APOIO AO DISCENTE
O Programa de Apoio ao discente vem sendo desenvolvido pela própria Coordenação,
especialmente quando o aluno apresenta dificuldades quanto ao processo de adaptação ao
cotidiano da vida acadêmica.
- equipe de apoio – FIES,
- apoio psicopedagógico,
- engajamento do professor e aluno,
- responsabilidade coletiva em relação às ações de nivelamento propostas a favor da
plenificação curricular;
- avaliação do rendimento escolar, - atendimento individual.
- encaminhamentos ao mercado de trabalho - ação interlocutora entre os alunos e a direção. O
Programa de Atendimento ao Discente orienta ações de efetivo envolvimento do aluno nos
processos de aprendizagem, além dos esclarecimentos, encaminhamentos e acompanhamentos
sobre os procedimentos de estudo para o alcance das competências de formação, apontadas
especialmente no perfil de formação do ingressante. Surge com isto o “Programa de
Nivelamento” com o objetivo de suprir as dificuldades dos alunos, especialmente no 1o. Ano, em
consequência de falhas do ensino básico e até mesmo devido ao afastamento escolar por longo
período de tempo. Essa deficiência na formação acadêmica interfere no desempenho do aluno
em várias disciplinas, comprometendo muitas vezes o trabalho do curso e muitas vezes
provocando desmotivação no aluno para continuar seus estudos com as disciplinas de
Matemática e Língua Portuguesa.
- todos professores, independente da disciplina, fornecem um embasamento teórico e prático
para as atividades acadêmicas, a comunicação escrita e oral e fazem uma revisão de maneira
contínua dos elementos gramaticais;
- as unidades de ensino propostas no planejamento, em alguns momentos sofrem alterações na
ordenação inicialmente proposta, quando o professor percebe a necessidade dessa adequação;
- as atividades de formação complementares articuladas com o ensino, têm sido uma forma de
exigir maior empenho e participação, o que favorece a atualização do aluno;
- a disponibilidade dos laboratórios de informática tem facilitado o acesso às informações,
especialmente para os alunos que não dispõem desse recurso.
42
3.14.1. Apoio pedagógico

Equipe de apoio – FIES;

Apoio psicopedagógico;

Engajamento do professor e aluno;

Responsabilidade coletiva em relação às ações de nivelamento propostas a favor da
plenificação curricular, - avaliação do rendimento escolar, - atendimento individual;
 Encaminhamentos ao mercado de trabalho - ação interlocutora entre os alunos e a direção. O
Programa de Atendimento ao Discente orienta ações de efetivo envolvimento do aluno nos
processos de aprendizagem, além dos esclarecimentos, encaminhamentos e acompanhamentos
sobre os procedimentos de estudo para o alcance das competências de formação, apontadas
especialmente no perfil de formação do ingressante.
 Todos os professores, independente da disciplina, fornecem um embasamento teórico e
prático para as atividades acadêmicas, a comunicação escrita e oral e fazem uma revisão de
maneira contínua dos elementos gramaticais.
 As unidades de ensino propostas no planejamento, em alguns momentos sofrem.
 Alterações na ordenação inicialmente proposta, quando o professor percebe a necessidade
dessa adequação.
 As atividades de formação complementares articuladas com o ensino têm sido uma forma de
exigir maior empenho e participação, o que favorece a atualização do aluno;
 A disponibilidade dos laboratórios de informática tem facilitado o acesso às informações,
especialmente para os alunos que não dispõem desse recurso.
3.14.2. Monitoria
Os objetivos principais da monitoria são:
 Assessorar o professor nas atividades docentes;
 Possibilitar a interação entre docentes e discentes;
 Proporcionar ao monitor uma visão globalizada da disciplina a partir do aprofundamento,
questionamento e sedimentação de seus conhecimentos;
 Desenvolver habilidades didático-pedagógicas e uma visão crítica sobre a metodologia do
ensino;
 Contemplar e valorizar a formação acadêmica, promovendo um feedback da formação
oferecida pelo curso;
 Possibilitar a ampliação e a participação discente em atividades acadêmicas, além de compor,
de maneira singular, o exercício da gestão da sala de aula e /ou de outros processos
acadêmicos.
43
 Elevar significativamente, em teor de qualidade, a vida curricular do acadêmico imprimindo
um importante diferencial no seu histórico escolar.
O curso de Licenciado em Artes Visuais da AFARP contempla disciplinas que apresentam várias
atividades práticas a serem desenvolvidas ao longo da graduação. Dessa forma, está em curso a
implantação do projeto e a seleção de monitores. No final do período da monitoria, o discente
recebe um Certificado do exercício de monitoria expedido pela própria Faculdade.
3.14.3. Atividades de nivelamento
Estão previstas, no projeto do curso, atividades que visem monitorar o desempenho do
aluno, com vistas à identificação de possíveis dificuldades de aprendizagem e consequente
necessidade de nivelamento. Sabe-se que normalmente essas dificuldades se concentram nas
áreas de Comunicação, Interpretação e Cálculo; o projeto prevê, portanto, aulas de reforço e
atendimento especializado para minimizar tais questões.
O “Programa de Nivelamento” da AFARP tem como objetivo suprir as dificuldades dos
alunos, especialmente no 1o. Ano, em consequência de falhas do ensino básico e até mesmo
devido ao afastamento escolar por longo período de tempo. Essa deficiência na formação
acadêmica interfere no desempenho do aluno em várias disciplinas, comprometendo muitas
vezes o trabalho do curso e muitas vezes provocando desmotivação no aluno para continuar
seus estudos.
3.14.4. Atividades de Extensão
A extensão é compreendida como toda
atividade acadêmica realizada junto à
comunidade, com o objetivo de apresentar-lhe os conhecimentos construídos na articulação
entre o ensino e a pesquisa. Por outro lado, a captação das demandas e necessidades da
sociedade permite orientar a produção e o desenvolvimento de novos conhecimentos, criando
uma relação dinâmica entre a comunidade acadêmica e seu contexto social.
As atividades de extensão promovidas pelo Curso poderão ser classificadas em:
a) cursos: são os cursos ministrados no âmbito da AFARP e que respondem a demandas não
atendidas pela atividade regular do ensino formal de graduação ou de pós-graduação. Os cursos
são predominantemente presenciais;
b) eventos: são atividades de curta duração, como palestras, seminários, exposições,
congressos, entre outras, que contribuem para a disseminação do conhecimento.
c) prestação de serviços: realização de parcerias, atividades assistenciais e outras atividades
não incluídas nas modalidades anteriores, que utilizam recursos humanos e materiais da AFARP.
d) programas especiais: compreendem atividades de duração determinada que inicialmente não
se enquadram nos moldes anteriores e que são criados mediante demanda significativa.
44
3.15. AÇÕES DECORRENTES DOS PROCESSOS DE AVALIAÇÃO DO CURSO
A avaliação é parte integrante do processo educativo da Faculdade, uma vez que
possibilita diagnosticar questões relevantes, aferir os resultados alcançados, considerando os
objetivos e as competências propostas, e identificar mudanças no percurso que sejam
eventualmente necessárias.
No encaminhamento da avaliação será considerado o processo de raciocínio, do
pensamento da análise em oposição à memorização pura e simples. Para isso serão
encaminhadas metodologias de ensino que permitam aos alunos produzir e criar, superando ao
máximo a pura reprodução, já que se quer a formação de um homem que tenha capacidade de
intervir na sociedade de forma criativa, reflexiva e transformadora.
A avaliação, como parte integrante do processo ensino-aprendizagem terá caráter
formativo, devendo ser concebida como diagnóstica, contínua, inclusiva e processual; deverá
ainda priorizar os aspectos qualitativos sobre os quantitativos, considerando a verificação de
competências, habilidades e atitudes.
Será desenvolvida através de métodos e instrumentos diversificados, tais como:
execução de projetos, relatórios, trabalhos individuais e em grupo, resolução de problemas,
fichas de observação, provas escritas, simulação, autoavaliação, seminários e outros em que
possam ser observadas as atitudes e os conhecimentos construídos e adquiridos pelo aluno.
O acompanhamento e a observação do professor e dos resultados dos instrumentos de
avaliação e autoavaliação aplicados explicitarão a aquisição das competências, habilidades e
atitudes, bem como os estudos posteriores necessários para atingi-las. O registro quantitativo
da avaliação será efetivado com base na orientação do Regimento Geral e regulamentação
complementar, definida para cada nível de ensino.
Na seleção de métodos e instrumentos observar-se-á:

Se há correspondência com as competências e os objetivos previstos;

Se a avaliação contempla os conhecimentos, habilidades, atitudes e valores requeridos
para a formação do aluno;

Se a avaliação integra os novos conteúdos aos já conhecidos;

Se avaliação determina o significado e o sentido da aprendizagem;

Se o processo contempla a autoavaliação dos alunos.
3.15. SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROJETO DE CURSO
A avaliação do Curso orientar-se-á a partir de uma visão sistêmica com a finalidade de
proporcionar um diagnóstico do desempenho e do atendimento aos objetivos do curso. A
avaliação exerce o papel de manter uma cultura de gestão estratégica baseada na gestão de
45
informações para melhorias continuas da educação. Essa avaliação deverá ser, portanto, cíclica,
criativa e renovadora de análise, interpretação e síntese das dimensões que definem o curso.
Espera-se que a definição de indicadores no contínuo da avaliação possa assegurar que
as decisões relativas ao curso sejam baseadas em informações sobre o desenvolvimento do
mesmo nas suas múltiplas dimensões. É necessário que os atores educacionais tenham
instrumentos para conhecer e compreender a realidade e para nela intervirem. Precisam
conhecer as suas principais questões e aprender a construir a sua história a partir do
comprometimento com os objetivos, resultados, performance da própria categoria; conhecer e
refletir sobre a teia de relações sociais que o constituem; refletir sobre a dimensão cultural dos
atores envolvidos e a importância dos conhecimentos, símbolos, costumes, expressões, atitudes
e valores pessoais e profissionais que se encontram e se confrontam na materialidade cotidiana
do curso.
3.15.1. Objetivo Geral
O Sistema de Avaliação do Projeto de Curso tem o objetivo geral de avaliar o curso como
um sistema integrado em suas atividades de ensino, processo de aprendizagem e gestão,
respeitando as peculiaridades de seus objetivos e políticas pedagógicas, tendo como propósito
estabelecer o perfil do profissional coerente com a demanda do contexto atual.
3.15.2. Objetivos Específicos
O Sistema de Avaliação do Projeto de Curso também apresenta os seguintes objetivos
específicos:

Permitir o conhecimento sobre o desempenho do curso com relação aos objetivos
definidos em seu Projeto Político-Pedagógico;

Constituir um banco de informações sobre o perfil e o desempenho do ensino de do
Curso;

Instituir representações de todos os segmentos da Faculdade, docentes; discentes;
servidores; e, representante da comunidade, para participar em comissões próprias de
Avaliação;

Fortalecer uma cultura institucional baseada na ética, na estética e na responsabilidade
social;

Incentivar a prática de gestão do curso baseada na pesquisa, prospecção, demandas,
buscando sistematizar informações para analisá-las e interpretá-las com vistas à identificação
de práticas exitosas;

Abrangência da avaliação.
46
A avaliação do Curso no âmbito da Faculdade fará parte da avaliação institucional que será
norteada por princípios, pressupostos e elementos essenciais ao alcance dos objetivos, tais
como:

A avaliação do curso, muito mais que uma exigência legal, é uma atitude de fazer gestão
com base em informações, tendo como meta a melhoria da qualidade educacional do mesmo de
forma que os resultados contribuam para reflexão, ação e implementação de melhorias do
curso, constituindo um processo contínuo de reeducar a comunidade acadêmica;

O processo avaliativo terá dois propósitos: acompanhamento/diagnóstico, ambos
realizados numa perspectiva formativa, mediadora e emancipatória. Tal perspectiva considera
que o processo avaliativo somente se completa quando os dados obtidos servem de referência
para analisar a realidade e nela intervir, buscando a superação dos entraves e enfatizando as
potencialidades.

A ação de avaliar não se esgota na avaliação da aprendizagem; deve, antes, estender-se
a todos os atores envolvidos no desenvolvimento do curso: (a) docentes (b) discentes (c) corpo
técnico-administrativo e (d) comunidade. Sendo que os princípios a serem estabelecidos
deverão ser amplamente discutidos e aceitos por todos envolvidos;

A avaliação deverá usar mecanismos que considere a inclusão social, o público
demandante e as peculiaridades do curso, sendo um indicador para o desenvolvimento de
políticas de atendimentos aos estudantes.

A avaliação contribuirá, dessa forma, para avaliar a qualidade do curso o desempenho da
prática docente e o atendimento às necessidades e expectativas dos alunos e as demandas
sociais.

Avaliação deverá ser visualizada como um meio para melhorar os resultados das pessoas
na organização. Deve permitir conhecer o potencial de cada pessoa em relação a novos
desafios, ajuda a determinar necessidades de formação profissional específica, proporciona
oportunidades de crescimento profissional e de participação na organização.

O feedback deve ser a base para proporcionar a informação e suporte na comunicação. O
curso avaliado precisa saber como está caminhando em seus esforços e se está no rumo dos
resultados acordados. E importante dar ao avaliado a oportunidade de discutir pontos fortes e
fracos, estabelecendo novos objetivos.

A avaliação como referência de análise, discussões, elaboração de relatórios e análise de
informação leva em consideração as pessoas, equipes e a organização do curso como um todo,
proporcionando espaço para planejamento centrado no presente e no futuro, assim como, o
surgimento de inovações em vários de seus processos.
47

O processo de avaliação com ênfase nos resultados permite que o discente avalie o curso
e o desempenho do docente, que o docente avalie os estudantes e que o coordenador avalie se
objetivos do curso foram alcançados.

Os indicadores formados por essa prática avaliativa deverão subsidiar decisões nos que
se referem às dimensões de qualidade, sustentabilidade, manutenção e expansão do curso.
3.15.3. O Planejamento
O planejamento da avaliação do curso será de responsabilidade de uma comissão,
tomando como referência discussões e a participação da comunidade acadêmica. Para tanto, ela
deverá fazer parte do sistema de avaliação institucional elaborado pela CPA, tendo sua
representatividade na totalidade do mesmo. As reformulações, a partir das sistematizações das
avaliações, serão de responsabilidade desta comissão no âmbito operacional e da gestão.
Para conseguir uma nova concepção filosófico-pedagógica a permear toda a ação didática
do corpo docente com estes novos valores, os próprios docentes, em um trabalho conjunto com
a administração da Instituição, criarão a sistemática apropriada capaz de promover uma
atmosfera institucional agradável e democrática. Essa nova concepção fará parte de uma
reflexão socializada, cujos valores sejam traduzidos na práxis docente. Seminários, reuniões
semanais, cursos de curta duração, juntamente a outras atividades complementares, formarão
o conjunto de estratégias que visam à reorientação da prática docente na sala de aula e nas
atividades curriculares e complementares.
3.16. TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO – TICS NO PROCESSO
ENSINO-APRENDIZAGEM
Os discentes e docentes da AFARP tem acesso a um ambiente virtual, no site da
Instituição utilizado para consulta de notas e faltas, atualização de conteúdo programático,
programação de aulas, além disso, no portal do aluno o mesmo dispõe de uma eficiente
ferramenta para acessar a biblioteca virtual, nesse espaço o aluno pode visualizar toda a
bibliografia disponível em biblioteca, adquirir créditos para impressão dos livros textos que
constam na biblioteca e ainda tem a possibilidade de leitura e estudo online de todos os livros
cadastrados na AFARP. A grande vantagem dessa ferramenta é que o aluno terá todos os
exemplares da biblioteca sempre disponíveis para estudo, inclusive quando o exemplar já
estiver locado por outro aluno.
3.17. NÚMERO DE VAGAS
O curso de Licenciatura em Artes Visuais da AFARP oferece 100 vagas anuais.
48
4. DIMENSÃO II - CORPO DOCENTE
4.1. NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE - NDE
A Faculdade de Ribeirão Preto (AFARP) através da Resolução no. 01, de 17 de junho de
2010, criou o Núcleo Docente Estruturante (NDE) entendendo que o NDE tem papel
fundamental na ampliação dos debates e propostas revisoras do Projeto Pedagógico do Curso,
com vistas à continuada melhoria dos processos de gestão acadêmica e administrativa do curso
de Artes Visuais. Além disso, o NDE tem como atribuições principais:
i) contribuir para a consolidação do perfil profissional do egresso do curso;
ii) zelar pela integração curricular interdisciplinar entre as diferentes atividades de ensino
constantes no currículo;
iii) indicar formas de incentivo ao desenvolvimento de linhas de pesquisa e extensão, oriundas
de necessidades da graduação, de exigências do mercado de trabalho e afinadas com as
políticas públicas relativas à área de conhecimento do curso;
iv) zelar pelo cumprimento das Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de Graduação.
4.1.1.
Composição do Núcleo Docente estruturante – NDE do curso de
Licenciatura em Artes Visuais
O corpo docente está constituído por 5 professores, sendo, 1 doutor, 3 mestres e 1
especialista. É importante ressaltar a preocupação da instituição com o nível de excelência
expressado não só no curso de Artes Visuais, como na totalidade do corpo docente. A Tabela 1
mostra a relação dos professores que compõem o NDE do curso de Artes Visuais suas
respectivas titulações e regime de trabalho.
Tabela 01 - Professores que compõem o NDE do curso de Artes Visuais.
NOME
TITULAÇÃO
REGIME DE
TRABALHO
Ana Cristina Rodrigues de Vasconcellos
MESTRE
PARCIAL
Darlyson Moyses Feitosa
DOUTOR
PARCIAL
Glenda Mara Silva Melo
ESPECIALISTA
PARCIAL
Mariana Moretto Moreschi
MESTRE
PARCIAL
Tatiana Terasin de Lima
MESTRE
INTEGRAL
Observa-se pelo gráfico 1 que a porcentagem de doutor, mestres e especialista que compõem o
NDE do curso de Artes Visuais é de 20%, 60% e 20%, respectivamente, totalizando 100% do
NDE. Já no gráfico 2 pode-se observar que em relação ao regime de trabalho os docentes do
49
NDE com regime integral totalizam 20% e regime parcial 80%, totalizando 100% do NDE, o que
sugere a formação de um corpo docente altamente comprometido com a Instituição.
Gráfico 1 – Titulação do Corpo Docente que compõe o NDE:
20%
Doutor
Especialista
60%
20%
Mestre
Gráfico 2 – Regime de Trabalho do Corpo Docente que compõe o NDE
20%
Parcial
80%
Integral
50
4.2. COORDENAÇÃO DO CURSO
4.2.1. Atuação do Coordenador do curso
A Coordenação de Curso é um órgão executivo que administra e coordena todas as
atividades acadêmicas relacionadas ao Curso, sendo exercida pelo Coordenador do Curso.
Atuar como coordenador de curso é ser mais que um simples mediador entre alunos e
professores, é reconhecer as necessidades da área em que atua e tomar decisões que possam
beneficiar toda a comunidade escolar, é atender as exigências legais do Ministério da Educação,
gerir e executar o projeto político-pedagógico do curso, operar novas tecnologias, avaliar o
trabalho dos docentes, estar comprometido com a missão, crença e valores da instituição, estar
atento às mudanças impostas pelo mercado de trabalho a fim de adequar e modernizar o curso
com foco na garantia de qualidade, é gerir equipes e processos, pensando e agindo
estrategicamente, colaborando com o desenvolvimento dos alunos e com o crescimento da
instituição em que trabalha. Assim, ser coordenador de curso pressupõe possuir competências
nos aspectos legal, mercadológico, científico, organizacional e de liderança.
Desse modo, ao cumprir com tarefas cada vez mais complexas e que ultrapassam o
conhecimento específico do curso, o coordenador assume o perfil de gestor - peça chave para
promover as alterações e introduzir propostas inovadoras no ambiente universitário. Compete a
ele transformar, diariamente, conhecimento em competência.
Trata-se não apenas de competência técnica, centrada no saber fazer de modo
operacional, mas no conhecer, no saber ser e no saber viver junto, ou seja, o conhecimento dos
dados isolados é insuficiente; é preciso articulá-los à iniciativa, a motivação para o trabalho, às
relações interpessoais, aliando saberes sócio afetivos e cognitivos.
Especificamente a Coordenação do Curso de Artes Visuais tem as seguintes funções em
relação aos diferentes grupos:
Em relação ao corpo docente do Curso:
i) Coordena as atividades do Colegiado de Curso, composto por todo o corpo docente e
um representante discente. Este colegiado se reúne, ordinariamente, duas vezes por semestre
para deliberar sobre as atividades do semestre, bem como sobre a distribuição de disciplinas,
antes do início do mesmo, e para avaliar os resultados e necessidades de modificação nas
ações, ao término do período.
ii) Convoca, em caráter extraordinário, o Colegiado de Curso para decisões estratégicas
sobre o Curso;
iii) Conduz e articula as orientações por área de atuação do professor, buscando ampliar
o grau de adequação didático-pedagógica, bem como de atualização de conteúdo programático;
iv) Orienta individualmente o professor que apresenta problemas na condução do
conteúdo ou de relacionamento com alunos;
51
1.
Coordena as atividades do Núcleo Docente Estruturante (NDE);
vi) Promove encontros periódicos para discussão de questões didático-pedagógicas;
vii) Coordena a implantação de inovações nas diferentes áreas e âmbito geral do Curso.
Em relação ao corpo discente:
i) Orienta o aluno na organização de seu plano de estudos;
ii) Acompanha, através de reuniões sistemáticas ou de pareceres do Representante de
Turma, o dia a dia de sala de aula.
O acompanhamento dos problemas de cada turma se dá através de três formas: o Coordenador
faz visitas periódicas às salas de aula, em caráter ordinário e extraordinariamente; reúne-se
quando convocado para solução de algum problema específico, como também recebe os
Representantes de Turma ou professores. Os representantes de turma são responsáveis por
levar ao conhecimento da Coordenação a avaliação dos alunos quanto ao desempenho dos
professores bem como as dificuldades que encontram nos trâmites burocráticos da Instituição.
Os professores são responsáveis por levar à coordenação o desempenho dos alunos bem como
as dificuldades que encontram nos trâmites burocráticos da Instituição.
iii) Orienta discentes que enfrentam problemas acadêmicos, de aprendizagem ou de
relacionamento;
iv) Aplica sanções disciplinares para alunos que infrinjam as normas institucionais.
Em relação ao corpo administrativo superior e operacional:
i) O coordenador participa das reuniões de planejamento acadêmico promovidas ao longo
do semestre;
ii) Participa das decisões relativas à promoção, contratação e dispensa de professores,
apresentando relatórios às instâncias administrativas superiores;
iii) Apresenta o planejamento e orçamento de eventos e atividades relativas ao Curso;
iv) Orienta e informa a Secretaria e setores de apoio quanto às especificidades e
necessidades do Curso.
Em relação à comunidade externa:
i) Mantém contatos permanentes em nível local, regional e nacional com os órgãos,
associações e conselhos normativos e representativos da classe;
ii) Mantém contatos permanentes com os egressos, na tentativa de dispor de
informações atualizadas dos ex-alunos, objetivando informá-los sobre eventos, cursos de
graduação, pós-graduação, extensão, atividades, oportunidades oferecidas pela Instituição e
também disponibilizar a eles as oportunidades de emprego, encaminhadas à Instituição por
parte das empresas e agências de recrutamento e seleção de pessoal;
52
iii) Procura ampliar a participação e a interatividade dos profissionais que atuam no
Curso, desde que haja efetiva e real contribuição para o desenvolvimento cognitivo do corpo
discente.
4.2.2. Experiência Profissional do Coordenador (magistério superior e gestão
acadêmica)
A coordenadora de Licenciatura em Artes Visuais da Faculdade de Ribeirão Preto atua
como docente de Ensino Superior desde 2006, nos níveis de ensino presencial e EAD. Sua
participação na gestão acadêmica teve início em 2014 com a coordenação do Curso de
Licenciatura em Artes Visuais desta Instituição.
4.2.3. A descrição docente
Do ponto de vista do corpo docente, é evidente a dedicação da coordenação do curso no
que diz respeito ao processo de qualificação, avanço no desenvolvimento do projeto de, além do
esforço particular para a implantação das políticas de ensino para os cursos de graduação. Por
outro lado, a própria instituição passa por mudanças estruturais que imprimem uma nova face
aos cursos, além da reformulação das políticas institucionais que a todo o momento desafiam a
comunidade acadêmica na busca da sua consolidação. Ainda que seja um grande desafio
entendemos ser este um passo importante para que o curso de Artes Visuais da FACULDADE DE
RIBEIRÃO PRETO possa marcar seu espaço de diferença em relação aos demais cursos da
região, pois ao explicitar suas intencionalidades, marca uma posição firme do perfil profissional
que pretende formar. Contamos com a comunidade acadêmica nesse processo de construção,
pois o Projeto Pedagógico se concretiza na medida em que os resultados sejam produto
elaborado por muitas mãos, ainda que sempre inacabado, mas que aponte caminhos para o
curso que todos pretendemos construir.
53
Tabela 2: Formação do corpo docente
Nº.
1
DOCENTE
Adriana da Fonseca Castrequini
GRADUADO
Faculdade São Luís: Educação
Artística
Alessandra Fávero
Universidade Estadual Paulista
Júlio de Mesquita Filho: Letras
2
3
Ana Cristina R. de Vasconcellos
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
César Kauê de Lima Luz
Darlyson Moysés Alves Feitosa
Fabiana Luca Alves
Glenda Maira Silva Melo
Joel Armínio dos Santos
Universidade Castelo Branco:
Pedagogia
Centro Universitário Metodista:
Psicologia
Centro Universitário Barão de
Mauá: Publicidade e
Propaganda
Faculdade Teológica Batista de
Brasília: Bacharel em Teologia
Faculdade de Filosofia Ciências
e Letras de Ribeirão Preto:
Ciências Biológicas
Universidade Estadual de
Londrina: Estilismo em Moda
Universidade de Franca:
Educação Artística
Centro Universitário Moura
Lacerda: Filosofia
Lúcia Helena de A. Hernandes
Faculdade de Filosofia Ciências
e Letras Barão de Mauá:
História e Estudos Sociais
Márcio Luís Marchetti
Universidade Estadual Paulista:
História
Mariana dos Santos Moretto Moreschi
Mariana Galon
Tatiane Terasin de Lima
ESPECIALISTA
Faculdade de Educação e
Letras: Educação Especial
MESTRE
DOUTOR
Universidade Estadual
Paulista Júlio de Mesquita
Filho: Estudos Literários
Universidade Estadual
Paulista Júlio de
Mesquita Filho: Estudos
Literários
Instituto Ecumênico de
Pós-Graduação em
Teologia: Religião e
Educação
Fundação Getúlio Vargas:
Gestão Empresarial
Real Faculdade de Brasília:
Especialização em Docência do
Ensino Superior
Pontifícia Universidade
Católica de Goiás: Ciências
da Religião
Pontifícia Universidade
Católica de Goiás:
Ciências da Religião
Universidade de São
Paulo: Fisiologia
Universidade de São
Paulo: Fisiologia
Universidade de Franca:
Arte e Criatividade
Universidade Federal de Minas
Gerais: Ensino de Artes Visuais
Centro Universitário Barão de
Mauá: Tecnologias e Educação a
Distância
Uni-Mauá - União das
Faculdades Barão de Mauá:
Didática do Ensino Superior
Universidade Estadual Paulista
"Júlio de Mesquita Filho:
Literatura Teoria e Crítica
Instituto de Ensino Superior
COC: Pedagogia
Universidade de São Paulo:
Educação Artística
Universidade de Brasília: Arte,
Educação e Tecnologias
Contemporânea
Universidade Federal de São
Carlos: Licenciada em
Pedagogia
-
Centro Universitário Moura
Lacerda: Educação
Universidade Estadual
Paulista "Júlio de Mesquita
Filho": História e Cultura
Social
Universidade de São
Paulo: Psicobiologia
Universidade de São
Paulo: Ciências da
Engenharia Ambiental
54
4.3. CORPO DOCENTE DO CURSO
4.3.1. Perfil esperado do docente
O docente é o elemento fundamental e ideal na execução das propostas
pedagógicas nas IES. O perfil que se espera do corpo docente do curso de Artes
Visuais da AFARP é que ele seja capaz de:

Criar situações de aprendizagem e acesso ao conhecimento para o educando;

Ter uma sólida formação pedagógica e técnico-prática na sua área de atuação;

Estar em contínuo aperfeiçoamento e reconhecer a necessidade de buscar
novos conhecimentos;

Planejar as suas ações dentro da sala de aula;

Conduzir o educando ao desenvolvimento de seu potencial e formação humana;

Estimular o raciocínio crítico e reflexivo do educando para as questões do
cotidiano;

Utilizar o conhecimento prévio do educando para o desenvolvimento das suas
aulas;

Reconhecer suas limitações, buscando sempre superá-las;

Ter em mente sempre o perfil do profissional que está sendo formado;

Mostrar no seu exemplo diário uma convivência harmônica com os demais
profissionais;

Evitar a dicotomia entre o ensino e a prática;

Estar ciente da importância da tríade: pesquisa, ensino e extensão para a
formação do educando.
4.3.2. Titulação do Corpo Docente do Curso
O curso, da forma como foi planejado, deverá contar com um corpo docente
altamente qualificado, nos diversos Núcleos de disciplinas que constam na Grade
Curricular. Sendo assim, é evidente a dedicação da Instituição no que diz respeito ao
processo de qualificação, avanço no desenvolvimento no projeto de ensino pesquisa e
extensão, além do esforço particular para a implantação das políticas de ensino para
os cursos de bacharelado e licenciatura.
Na tabela docente consta uma relação dos docentes com suas áreas de
formação e sua titulação máxima que certamente colaborariam com o objetivo da
Instituição que é a formação de um corpo docente altamente qualificado. Entre os 13
docentes citados observa-se a seguinte distribuição de titulações:

03 docentes possuem o título de doutor como titulação máxima;
55

05 docentes possuem o título de mestre como titulação máxima;

05 docentes possuem o título de especialista como titulação máxima.
Sendo assim, observa-se pelo gráfico 3 que a porcentagem de doutores é de 23% e de
mestres 39% do curso de Artes Visuais, totalizando 62% do corpo docente com stricto
sensu.
Gráfico 3. Titulação Máxima do Corpo Docente
23%
38%
Doutor
Mestre
Especialista
39%
4.3.3. Regime de Trabalho do Corpo Docente do Curso
Na tabela 03 consta uma relação de docentes com seu regime de trabalho que
colaboram com o objetivo da Instituição que é a formação de um corpo docente
altamente comprometido com a Instituição.
Entre
os
docentes
anteriormente
citados,
observa-se
que
02
docentes
trabalham de maneira integral, outros 07 possuem regime de trabalho parcial e 04
professores são considerados horistas (graf. 04). Sendo assim, observa-se pelo gráfico
4 que a porcentagem de professores com regime de trabalho de tempo integral é de
15%, parcial 54% e de horista é de 31% no curso de Artes Visuais, totalizando 100%
do corpo docente.
Tabela 3: Regime de Trabalho do corpo docente
Docente
Regime de Trabalho
Adriana da Fonseca Castrequini
PARCIAL
Alessandra Fávero
PARCIAL
Ana Cristina R. de Vasconcellos
PARCIAL
56
César Kauê de Lima Luz
HORISTA
Darlyson Moysés Alves Feitosa
PARCIAL
INTEGRAL
Fabiana Luca Alves
Glenda Maira Silva Melo
PARCIAL
Joel Armínio dos Santos
HORISTA
Lúcia Helena de A. Hernandes
HORISTA
Márcio Luís Marchetti
PARCIAL
Mariana dos Santos Moretto Moreschi
PARCIAL
Mariana Galon
HORISTA
Tatiane Terasin de Lima
INTEGRAL
Gráfico 4 – Regime de Trabalho do Corpo Docente
15%
31%
Integral
Parcial
Horista
54%
4.3.4. Experiência Profissional do Corpo Docente
Como se pode observar, o curso de Licenciatura em Artes Visuais da Faculdade
de Ribeirão Preto possui aproximadamente 31% do corpo docente com experiência
profissional igual ou superior a 3 anos, tal informação poderá ser conferida em visita in
loco dos currículos disponível na Plataforma Lattes.
57
Tabela 4: Experiência Profissional do Corpo Docente
Docente
Experiência
Profissional
Adriana da Fonseca Castrequini
-
Alessandra Fávero
-
Ana Cristina R. de Vasconcellos
05 anos
César Kauê de Lima Luz
15 anos
Darlyson Moysés Alves Feitosa
03 anos
Fabiana Luca Alves
-
Glenda Maira Silva Melo
-
Joel Armínio dos Santos
Mexer no lattes
01 ano
Lúcia Helena de A. Hernandes
Márcio Luís Marchetti
-
Mariana dos Santos Moretto Moreschi
-
Mariana Galon
-
Tatiane Terasin de Lima
-
Gráfico 5: Experiência profissional fora do Magistério
31%
Com exp. Prof.
Sem exp. Prof.
69%
58
4.3.5. Experiência no Exercício da Docência na Educação Básica
Como pode ser observado através do gráfico a seguir (graf. 06), o curso de
Licenciatura em Artes Visuais da Faculdade de Ribeirão Preto possui 46% do corpo
docente com experiência profissional na educação básica igual e/ou superior a 3 anos,
tal informação poderá ser conferida em visita in loco no currículo lattes.
Tabela 5: Experiência Profissional na Educação Básica
Docente
Experiência na
Educação Básica
05 anos
Adriana da Fonseca Castrequini
-
Alessandra Fávero
05 anos
Ana Cristina R. de Vasconcellos
César Kauê de Lima Luz
-
Darlyson Moysés Alves Feitosa
-
Fabiana Luca Alves
02 anos
Glenda Maira Silva Melo
02 anos
Joel Armínio dos Santos
-
Lúcia Helena de A. Hernandes
23 anos
Márcio Luís Marchetti
04 anos
Mariana dos Santos Moretto Moreschi
04 anos
Mariana Galon
05 anos
-
Tatiane Terasin de Lima
Gráfico 6: Experiência na educação básica
46%
54%
Com exp. E.B
Sem exp. E.B
59
4.3.6. Experiência de Magistério Superior
Como se pode observar no gráfico 7, que o curso de Licenciatura em Artes
Visuais da Faculdade de Ribeirão Preto possui 62% do corpo docente com experiência
de magistério superior igual e/ou superior a 3 anos, tal informação poderá ser
conferida em visita in loco no currículo lattes.
Tabela 6. Experiência Profissional no Magistério Superior
Docente
Experiência no Magistério
Superior
Adriana da Fonseca Castrequini
3,5 anos
Alessandra Fávero
11 anos
Ana Cristina R. de Vasconcellos
08 anos
César Kauê de Lima Luz
09 anos
Darlyson Moysés Alves Feitosa
08 anos
Fabiana Luca Alves
04 anos
Glenda Maira Silva Melo
02 anos
Joel Armínio dos Santos
01 ano
Lúcia Helena de A. Hernandes
02 anos
Márcio Luís Marchetti
04 anos
Mariana dos Santos Moretto Moreschi
02 anos
Mariana Galon
01 ano
Tatiane Terasin de Lima
03 anos
Gráfico 7: Experiência profissional no ensino superior
38%
Com exp. E.S
62%
Sem exp. E.S
60
4.3.7. Docentes/Disciplinas Ministradas
Na Tabela 7, observa-se as disciplinas ministradas do curso de Licenciatura em
Artes Visuais e os docentes responsáveis.
DOCENTE
Adriana da Fonseca Castrequini
Alessandra Fávero
Ana Cristina R. de Vasconcellos
César Kauê de Lima Luz
Darlyson Moysés Alves Feitosa
Fabiana Luca Alves
Glenda Maira Silva Melo
Joel Armínio dos Santos
Lúcia Helena de A. Hernandes
Márcio Luís Marchetti
Mariana dos Santos Moretto
Moreschi
Mariana Galon
Tatiane Terasin de Lima
DISCIPLINAS
Laboratório de Artes Visuais I - Desenho
Laboratório de Artes Visuais II – Pintura
Laboratório de Teatro
Laboratório de Artes Visuais V – Gravura e Escultura
Prática do Ensino de Artes IV - Ensino de Artes Visuais
Semiótica
Psicologia da Educação
Elementos da Linguagem Visual
Laboratório de Artes Visuais III - Fotografia
Laboratório de Audiovisual - Cinema e Vídeo
Laboratório de Tecnologias contemporâneas de produção e
edição de imagem I – Photoshop e CorelDraw;
Saberes Estéticos e Culturais
Patrimônio Cultural e Conservação
Metodologia da Pesquisa científica em Artes I e II
Trabalho de conclusão de curso I e II
Artes e o Meio Ambiente
Fundamentos da Crítica de Artes
Prática de Ensino de Artes II - Ensino de Dança e Expressão
Corporal
Fundamentos da Crítica de Artes
Arte Contemporânea
Prática do Ensino de Artes I - Ensino de Teatro
Estética e Filosofia da Arte
Legislação e Organização da Educação Básica
História das Artes Visuais no Ocidente I e II
História do Teatro
História do Dança
História da Arte-Educação
História da Arte no Brasil
Laboratório de Dança e Expressão Corporal
Introdução a Linguagem de Sinais Brasileira - Libras
Territórios da Criação
Fundamentos do Ensino de Artes
Laboratório de Música
História da Música
Prática do Ensino de Artes III - Expressão Musical
Didática Geral
4.3.8. Produção Científica, Cultural, Artística ou Tecnológica do Corpo
Docente
O curso de Licenciatura em Artes Visuais da Faculdade de Ribeirão Preto possui
5 docentes com publicações, totalizando 28 produções científicas, nos últimos 3 anos.
Tal informação poderá ser conferida em visita in loco no currículo lattes.
- Mariana Galon - 14 materiais
- Mariana dos Santos Moretto – 1 material
61
- Darlyson Moyses Alves Feitosa – 4 materiais
- Fabiana Luca Alves – 4 materiais
- Lúcia Helena de Araújo – 5 materiais
4.4. Funcionamento do Colegiado do Curso
Os Colegiados de Cursos são órgãos técnicos de natureza didático-pedagógica,
sendo responsáveis pela supervisão do ensino e de pesquisa da Faculdade.
Cada Colegiado de Curso será constituído:
I - pelo Coordenador de Curso, que o presidirá;
II - pelos docentes do Curso;
III - por 01 (um) representante discente, indicado pelo Diretório Central dos
Estudantes, regularmente matriculado e frequente em qualquer série, exceção feita à
última.
Considerando o regimento geral o documento que apresenta o conjunto de
normas que disciplinam as atividades comuns da estrutura organizacional da
instituição, a composição e funcionamento do colegiado do curso de Química, deverá
ser formalizada a partir do seu momento regular de funcionamento, no entanto segue
abaixo sua normatização regimental:
Art. 28. Compete ao Colegiado de Curso:
I - fixar o perfil do curso e as diretrizes gerais das disciplinas, com suas
ementas e respectivos programas;
II - elaborar o currículo do curso e suas alterações com a indicação das
disciplinas e respectiva carga horária, de acordo com as diretrizes curriculares
emanadas do Poder Público;
III - promover a avaliação do curso;
IV - decidir sobre aproveitamento de estudos e de adaptações, mediante
requerimento dos interessados;
V - colaborar com os demais órgãos acadêmicos no âmbito de sua atuação;
VI - exercer outras atribuições de sua competência ou que lhe forem delegadas
pelos demais órgãos colegiados.
Art. 29. O Colegiado de curso é presidido por um Coordenador de Curso,
designado pelo Diretor Geral, dentre os professores do curso.
Parágrafo único. Em suas faltas ou impedimentos, o Coordenador de Curso será
substituído por professor de disciplinas.
62
5. DIMENSÃO III: INFRAESTRUTURA
5.1. INFRAESTRUTURA PARA FUNCIONAMENTO DO CURSO
5.1.1. Gabinetes de trabalho para professores tempo integral – TI
As instalações da sala dos professores ficam disponibilizadas para o docente
uma vez que o trabalho ocorre em horário não compatível com os de aula. Os docentes
que acumulam horas de atividade fora da docência dispõem de um espaço próprio de
aproximadamente 14m2 para executar as funções que desempenham. Essa sala está
equipada com mesas, cadeiras e computadores ligados à internet, atendendo aos
seguintes requisitos: disponibilidade de equipamentos em função do número de
docentes,
dimensão,
limpeza,
iluminação,
acústica,
ventilação,
acessibilidade,
conservação e comodidade.
5.1.2. Espaço de trabalho para a coordenação do curso e serviços
acadêmicos
A AFARP possui um espaço de aproximadamente 20m2, divididos em duas salas
para o trabalho interno dos coordenadores e também para o atendimento discente de
questões tanto acadêmicas quanto didáticas e administrativas. A sala apresenta um
mobiliário constituído de armários, mesas, cadeiras, computadores com acesso à
internet, impressoras e telefones com o intuito de acomodar e atender a todos.
5.1.3. Sala dos professores
A AFARP dispõe de uma sala de aproximadamente 42,25m 2 destinada aos
professores em geral. Ela é ampla, bem iluminada, confortável e mobiliada com três
mesas, cadeiras e armários de uso exclusivo dos docentes. Além disso, conta com
computadores com acesso à internet e impressora para que os mesmos possam
desenvolver as suas atividades.
5.1.4. Salas de Aula
A instituição conta com salas de aulas distribuídas em vários conjuntos que
agrupam os cursos por áreas afins. Caracterizam-se por espaços adequados a cada
turma e com sistema de iluminação e climatização que obedecem às normas de
conforto térmico e luminotécnico, limpeza, acústica, ventilação e conservação. As
instalações são apropriadas à utilização dos recursos audiovisuais necessários à prática
pedagógica. O mobiliário e os equipamentos estão devidamente adaptados à
quantidade de alunos e às funções de ensino de modo a favorecer a necessária
comodidade.
63
Instalações físicas: 13 salas dos mais variados tamanhos.
As salas comportam aproximadamente 620 alunos.
5.1.5. Secretaria e projeto social
Secretaria
A Secretaria Geral é um órgão de apoio à Coordenação dos Cursos, a qual
coordena e executa as atividades administrativas vinculadas às atribuições do
Coordenador do Curso. Ela ainda detém a guarda dos documentos dos alunos,
processa e gerência todos os dados acadêmicos em geral. O seu horário de
funcionamento é de 2ª a 6ª feira, das 08h às 22h.
A Secretaria Geral da AFARP é constituída por:
a) Secretária acadêmica: Possui uma secretária responsável pela expedição dos
diplomas, processos e ofícios para o registro dos mesmos, conferências das análises,
históricos e declarações dos alunos, conferência dos alunos aptos a colarem grau e
quem fica de DP em alguma disciplina, agendamento de colação de grau, verificação
de datas a serem cumpridas, emissão de contratos de estágio, dentre outras.
b) Assistente de secretaria: Possui uma assistente de secretaria responsável em
cadastrar matrículas (reaberturas, cancelamentos e trancamentos), lançamento de
cargas horárias no sistema e arquivo de diário de classe e listas de presença.
c) Auxiliares administrativos: Possuem três auxiliares administrativos responsáveis
pela expedição de todos os históricos dos alunos e programa de disciplina de cada
curso conforme solicitam; emissão de diários e boletos, arquivamento de documentos
nos prontuários, confecção de declarações e atendimento ao aluno por telefone e
balcão.
Projeto social
O Projeto social é um órgão criado na AFARP para atender e tirar dúvidas dos
alunos referentes à: (1) questões relacionadas ao FIES, bolsa PROUNI e manutenção
de bolsas e (2) processo seletivo de ingresso na Faculdade. Além disso, desenvolve
campanhas para a comunidade de doação de alimentos, parceria com empresas para a
realização de feira de empregos e oportunidades e passeios culturais.
Esse projeto funciona de 2ª a 6ª feira no período das 08h às 22h e dispõe de
cinco funcionários que alternam nos diferentes turnos para melhor receber os alunos e
a comunidade em geral.
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5.2. BIBLIOTECA
5.2.1. Acervo da biblioteca
Mantida pela AFARP, a biblioteca tem por finalidade o atendimento de todos os
alunos matriculados nos cursos ministrados. Seu acervo é composto de livros
(impressos e CD-ROM), periódicos (nacionais e estrangeiros), obras de referência
(impressas e CD-ROM), softwares, slides, fitas cassete, vídeo cassete, discos, teses,
dissertações, monografias, guias e coleção da produção científica do corpo docente.
O acervo de livros encontra-se organizado por assunto de acordo com a Tabela
de Classificação Decimal Universal (CDU) e Tabela PHA para classificação de autor. O
acervo de períodos encontra-se organizado em ordem alfabética de título e ordem
cronológica de publicação. Ele contém todo tipo de material informativo, que sirva de
apoio às atividades de ensino, pesquisa e extensão desenvolvidas.
Os
assuntos
que
compõem
o
acervo
são
adquiridos,
selecionados
e
desenvolvidos conforme a demanda das disciplinas oferecidas à graduação, de acordo
com as seguintes categorias:
- referência: composta por dicionários, enciclopédias, guias, bibliografias, índices e
"abstracts" que são atualizados constantemente;
- básica: obras fundamentais que constituem o núcleo das áreas de interesse,
incluindo os títulos básicos de cada disciplina. A política de aquisição da biblioteca
mantém seu acervo priorizando o referencial indicado na bibliografia básica do
programa de cada disciplina da matriz curricular, a quantidade de exemplares dos
livros, existente no acervo, está em consonância com o número indicado pelo MEC.
- complementar: obras indicadas pelos professores como leitura obrigatória ou
complementar em suas disciplinas. O acervo da biblioteca para o atendimento da
bibliografia complementar do curso é composto por: livros, periódicos nacionais das
diversas áreas e assuntos além de base de dados abrangendo áreas curriculares. É
constante a preocupação da mantenedora juntamente com a coordenação do curso em
manter o acervo atualizado e em quantidade suficiente de livros em relação ao número
de alunos.
- literatura corrente: coleção de livros, periódicos e outros materiais que atualizam a
coleção.
65
5.2.2. Formas de atualização e expansão do acervo
A política de aquisição da Biblioteca é voltada para as necessidades do corpo
discente e docente da AFARP. O acervo da Faculdade é formado através do conteúdo
programático dos cursos oferecidos pela instituição (bibliografia básica e bibliografia
complementar). No início de cada semestre, os professores solicitam à biblioteca,
através de impresso próprio, as bibliografias necessárias para complementarem o
ensino. De posse deste material o bibliotecário, após verificação no acervo e com
aprovação do Coordenador do Curso, encaminha à Direção a solicitação de compra.
5.2.3. Horário de funcionamento
Período letivo: 2ª a 6ª – das 08h às 22h
5.2.4. Serviços oferecidos
- Consulta local;
- Empréstimo domiciliar;
- Reserva de materiais;
- Serviço de Referência;
- Levantamentos Bibliográficos;
- Pesquisa em Bases de Dados e Redes de Informações;
- Orientação sobre Normalização de Trabalhos Técnicos Científicos;
- Empréstimo entre Bibliotecas;
- Comutação Bibliográfica (COMUT);
- Ficha catalográfica de TCC, Dissertação e Teses;
- Internet.
5.2.5. Adequação e utilização da bibliografia
Analisando-se as Referências Bibliográficas indicadas pode-se destacar alguns
fatores que foram considerados fundamentais para a escolha das mesmas:
i) utilização de Bibliografias recentes;
ii) livros textos indicados são de larga utilização entre as grandes faculdades
nacionais;
iii) livros textos com uma linguagem altamente didática, que poderão ser de
grande utilidade na vida profissional do egresso.
Sendo assim conclui-se que as Referências Bibliográficas indicadas estão de
acordo com os objetivos do curso.
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5.2.6. Política institucional para atualização e expansão do acervo
Para atender usuários potenciais da Biblioteca, os mecanismos de seleção e
aquisição do acervo bibliográfico e audiovisual, tomam por base, tanto a bibliografia
arrolada nos programas de ensino dos projetos pedagógicos, de cada um dos cursos
da instituição, como as bibliografias recomendadas. São ainda consideradas para
seleção e aquisição destes materiais, as bibliografias básicas encaminhadas pelos
Coordenadores dos Cursos à Biblioteca, sendo estas listas fruto de reuniões periódicas
com professores e alunos de graduação.
Além destes critérios gerais é levado em conta o perfil da Instituição e de seus
usuários, em termos de demanda da informação.
5.2.7. Espaço físico
A Biblioteca possui ambiente adequado às atividades de prestação de serviços
de informação, sendo que a iluminação, mobiliário, tonalidade de ambiente e
comunicação visual, atendem aos padrões vigentes. O ambiente atual da Biblioteca
possui os espaços necessários que estão dentro dos padrões utilizados para o fluxo de
pessoas e facilidade de manutenção que o espaço requer.
A área total da biblioteca da AFARP é de aproximadamente 200m 2, sendo assim
distribuídos:
1. Sala da bibliotecária: 9m2
2. Sala de estudo individual: 50m2 (térreo + mezanino)
3. Sala de estudo em grupo: 90m2
4. Acervo: 90m2
5.3. LABORATÓRIOS
O curso de Licenciatura em Artes Visuais da AFARP possui os seguintes
laboratórios:
 Um laboratório de informática com acesso a internet e a programas de desenho
(CorelDraw e Adobe Photoshop);
 Um ateliê de Artes constituído de pia, armário, bancadas, assentos, lousa e
ventilador de teto.
 Um laboratório de desenho e pintura constituído bancadas, assentos, lousa de pia,
esqueleto humano e armário.
 Laboratório de Expressão corporal.
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5.3.1 Laboratório de informática
O laboratório de informática possui 20 computadores, à disposição dos alunos
para disciplinas básicas aplicadas e específicas. Esse laboratório também atende aos
alunos para acesso a ambientes virtuais de aprendizagem na internet e interatividade.
Os computadores permitem o desenvolvimento de pesquisas em bases de dados
online. As mais utilizadas são: LILACS - Literatura Latino Americana e do Caribe em
Ciências da Saúde (BIREME) e Medline - National Library of Medicine. Para localização
e obtenção de cópias dos mais importantes periódicos nacionais é acessado o SCIELO Scientific Eletronic Library Online (BIREME-FAPESP). O laboratório de informática é de
uso livre para alunos nos períodos em que não estiver sendo utilizado para aulas.
Os alunos também podem utilizar 8 computadores instalados para a pesquisa
no espaço da biblioteca. A própria sala de aula, também, se torna um laboratório
quando os equipamentos e os recursos são ali utilizados.
5.3.2. Recursos áudio visuais e equipamentos
A instituição possui os seguintes equipamentos: projetores multimídia com CPU;
retroprojetores; projetores de slides; televisão; vídeo; DVD; telas de projeção,
aparelho de som, microfone, caixa de som e CPU com monitor. Estes estão
disponibilizados para os docentes / discentes. A utilização dos equipamentos é feita
mediante agendamento prévio com os técnicos que têm a responsabilidade da guarda,
transporte e instalação dos mesmos.
5.3.3.
Plano
de
atualização
tecnológica
e
manutenção
de
equipamentos
A atualização de softwares e equipamentos ocorre periodicamente com a
adoção de produtos mais atuais e de acordo com as exigências do mercado profissional
e acadêmico, sempre levando em conta as melhores práticas de ensino disponíveis. A
compra de materiais de consumo é feita baseada na solicitação de aulas práticas
encaminhadas aos responsáveis pelos laboratórios e sua manutenção, mantendo
sempre a qualidade e a quantidade necessárias para a realização de ensaios e aulas
práticas.
68
Download

realizar - UNIESP - Faculdade de Ribeirão Preto