PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE LICENCIATURA EM ARTES VISUAIS Coordenadora do Curso Profa. Esp. Glenda Maíra Silva Melo Ribeirão Preto 2014/2015 1 SUMÁRIO 1. INFORMAÇÕES SOBRE A FACULDADE DE RIBEIRÃO PRETO ............................ 4 1.1. Mantenedora ..................................................................................................................... 4 1.2. Breve Histórico da IES ..................................................................................................... 5 1.3. Missão e Visão Institucionais ........................................................................................... 6 1.4. Princípios e Objetivos da Instituição ................................................................................ 7 1.5. Dirigentes da Faculdade de Ribeirão Preto ....................................................................... 7 2. INFORMAÇÕES SOBRE A REGIÃO DE INFLUÊNCIA DO CURSO DE LICENCIATURA EM ARTES VISUAIS ............................................................................... 8 2.1. Inserção Regional.............................................................................................................. 8 2.2. Indicadores Socioeconômicos ........................................................................................... 9 2.3. Necessidade de um Licenciado em Artes Visuais em Ribeirão Preto ..... Erro! Indicador não definido. 3. DIMENSÃO 1: ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICAERRO! NÃO DEFINIDO. INDICADOR 3.1. Identificação do Curso ...................................................... Erro! Indicador não definido. 3.2. Considerações Gerais ........................................................ Erro! Indicador não definido. 3.3. Políticas Institucionais no âmbito do curso. ..................... Erro! Indicador não definido. 3.3.1. Políticas de Ensino. .................................................... Erro! Indicador não definido. 3.3.2. Políticas de extensão. ................................................. Erro! Indicador não definido. 3.3.3. Políticas de Pesquisa. ................................................. Erro! Indicador não definido. 3.3.4. Políticas de Gestão. .................................................... Erro! Indicador não definido. 3.4. Objetivos do Curso ........................................................... Erro! Indicador não definido. 3.5. Perfil profissional do egresso ............................................ Erro! Indicador não definido. 3.5.1 Representação gráfica de um perfil de formação ... Erro! Indicador não definido. 3.5.2 Representação gráfica das competências de acordo com o perfil de formação Erro! Indicador não definido. 3.5.3 Representação gráfica dos objetivos de acordo com o perfil de formação ..... Erro! Indicador não definido. 3.6. Habilitação e Regulamentação da Profissão ..................... Erro! Indicador não definido. 3.7. Aspectos Legais e Diretrizes Curriculares ........................ Erro! Indicador não definido. 3.8. Campos de atuação profissional........................................ Erro! Indicador não definido. 3.9. Estrutura Curricular .......................................................... Erro! Indicador não definido. 3.9.1. Currículo (componentes curriculares, atividades e carga horária; ementa dos componentes curriculares, e bibliografia, básica e complementar) ..... Erro! Indicador não definido. 3.9.2. Componentes curriculares e carga horária ................. Erro! Indicador não definido. 3.10. Conteúdos curriculares.................................................... Erro! Indicador não definido. 3.10.1. Matriz curricular do curso de Artes Visuais ............ Erro! Indicador não definido. 3.10.2. Ementa e Bibliografia Curricular ............................. Erro! Indicador não definido. 3.10.3. Coerência do currículo com os objetivos do curso .. Erro! Indicador não definido. 3.11. Estágio Supervisionado e Trabalho de Conclusão de Curso – políticas, diretrizes e normas. ..................................................................................... Erro! Indicador não definido. 2 3.12. Atividades Complementares ........................................... Erro! Indicador não definido. 3.14. Projeto de Iniciação Científica ....................................... Erro! Indicador não definido. 3.15. Metodologia .................................................................... Erro! Indicador não definido. 3.15.1. Adequação da metodologia do processo do ensino e da aprendizagem ........... Erro! Indicador não definido. 3.15.2. Coerência dos procedimentos de avaliação da aprendizagem do aluno com a concepção do curso. ............................................................. Erro! Indicador não definido. 3.15.3. Visitas técnicas......................................................... Erro! Indicador não definido. 3.16. Apoio ao discente ............................................................ Erro! Indicador não definido. 3.16.1. Apoio pedagógico .................................................... Erro! Indicador não definido. 3.16.2. Monitoria.................................................................. Erro! Indicador não definido. 3.16.3. Atividades de nivelamento ....................................... Erro! Indicador não definido. 3.16.4. Atividades de Extensão ............................................ Erro! Indicador não definido. 3.17. Ações decorrentes dos processos de avaliação do cursoErro! Indicador não definido. 3.18. Tecnologias de informação e comunicação – TICs no processo ensino-aprendizagem .................................................................................................. Erro! Indicador não definido. 3.19. Número de Vagas ............................................................ Erro! Indicador não definido. 4. DIMENSÃO 2: CORPO DOCENTE ................... ERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO. 4.1. Núcleo docente estruturante - NDE .................................. Erro! Indicador não definido. 4.1.1. Atuação do Núcleo Docente Estruturante – NDE...... Erro! Indicador não definido. 4.2. Coordenação do curso ....................................................... Erro! Indicador não definido. 4.2.1. Atuação do Coordenador do curso ............................. Erro! Indicador não definido. 4.3. Corpo docente do curso .................................................... Erro! Indicador não definido. 4.3.1. Perfil esperado do docente ......................................... Erro! Indicador não definido. 4.3.2. Titulação do Corpo Docente do Curso...................... Erro! Indicador não definido. 4.3.7. Docentes/Disciplinas Ministradas .............................. Erro! Indicador não definido. 4.4. Funcionamento do Colegiado do Curso ............................ Erro! Indicador não definido. 5. DIMENSÃO 3: INFRAESTRUTURA ................... ERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO. 5.1. Infraestrutura para funcionamento do curso ..................... Erro! Indicador não definido. 5.1.1. Gabinetes de trabalho para professores tempo integral – TI...... Erro! Indicador não definido. 5.1.2. Espaço de trabalho para a coordenação do curso e serviços acadêmicos ........... Erro! Indicador não definido. 5.1.3. Sala dos professores ................................................... Erro! Indicador não definido. 5.1.4. Salas de Aula.............................................................. Erro! Indicador não definido. 5.1.5. Secretaria.................................................................... Erro! Indicador não definido. 5.2. Biblioteca .......................................................................... Erro! Indicador não definido. 5.2.1. Acervo da biblioteca .................................................. Erro! Indicador não definido. 5.2.2. Formas de atualização e expansão do acervo ............ Erro! Indicador não definido. 5.2.3. Horário de funcionamento ......................................... Erro! Indicador não definido. 5.2.4. Serviços oferecidos .................................................... Erro! Indicador não definido. 5.2.5. Adequação e utilização da bibliografia ...................... Erro! Indicador não definido. 5.2.6. Política institucional para atualização e expansão do acervo .... Erro! Indicador não definido. 5.2.8. Espaço físico .............................................................. Erro! Indicador não definido. 3 5.3. Laboratórios didáticos especializados ............................. Erro! Indicador não definido. 5.3.2. Recursos áudio visuais e equipamentos ..................... Erro! Indicador não definido. 5.3.3. Plano de atualização tecnológica e manutenção de equipamentos ... Erro! Indicador não definido. 5.4. Laboratórios didáticos especializados: serviços .............. Erro! Indicador não definido. 4 1. INFORMAÇÕES SOBRE A FACULDADE DE RIBEIRÃO PRETO 1.1. Mantenedora Nome: ASSOCIAÇÃO FACULDADE DE RIBEIRÃO PRETO S/S LTDA Endereço: RUA PRUDENTE DE MORAES, 147 COM CONFLUÊNCIA COM A RUA SALDANHA MARINHO, 915 - CENTRO Telefone: 16 3977-8000 Fax: 16 3977-8000 site: www.uniesp.edu.br/ribeirãopreto A atual mantenedora, da Faculdade de Ribeirão Preto, integra o grupo de instituições educacionais com unidades em São Paulo, Capital, e no interior paulista, todas representadas por seu Diretor Presidente Dr. José Fernando Pinto da Costa. A UNIESP é um grupo atuando como gestora das unidades mencionadas, sendo responsável pelo provimento dos recursos financeiros necessários para a consecução dos objetivos educacionais de suas geridas. A expansão da holding vem se consolidando em um curto espaço de tempo com a implantação de novas unidades e cursos, ou novas incorporações de ensino na macrorregião que ocupa, o que tem sido um instrumento de fortalecimento do seu papel educativo. A Educação do Oeste Paulista e das demais regiões do Estado além da Capital, mudou o perfil com a chegada da UNIESP. Com um pouco mais de dez anos de existência, a instituição educacional consagrou-se como um polo educacional. A instituição atua em vários níveis de educação, desde o infantil até a pós-graduação. O Grupo UNIESP lançou a pedra fundamental da sua primeira instituição de educação, em 1997, na cidade de Presidente Epitácio. A Faculdade de Presidente Epitácio foi à primeira de muitas outras Instituições de Educação Superior que vem sendo implantadas ao longo do seu período de existência. Hoje, a UNIESP está presente em 80 municípios: São Paulo, Presidente Prudente, Presidente Venceslau, Presidente Epitácio, Araçatuba, Birigui, Guararapes, Mirandópolis, Marília, Vargem Grande Paulista, São Roque, Guarujá, Hortolândia, Ribeirão Preto, Santo André, Bauru, Botucatu, Ibitinga, Paraguaçu Paulista, Taquaritinga, com previsão de expansão para as cidades de Campinas e Guarulhos. Em 2004, a UNIESP assumiu a Faculdade Renascença em São Paulo, fundada pela colônia judaica em 1922 e transferiu as unidades de Bom Retiro e Higienópolis para o Centro de São Paulo. A partir deste momento, a UNIESP passou a participar do processo de revitalização do centro de São Paulo, com quatro unidades já instaladas em prédios próprios e 8.000 alunos ativos matriculados. A proposta de instalar escolas no Centro de São Paulo visou proporcionar aos trabalhadores da região Central da Capital Paulista, oportunidade de estudarem perto do local onde trabalham possibilitando uma ascensão pessoal e profissional. Hoje, no período 5 noturno, as ruas centrais são tomadas por estudantes da UNIESP, o que motivou a abertura de novos estabelecimentos comerciais com funcionamento no horário noturno. Essa experiência tem permitido que ocorra um processo contínuo de aprendizagem institucional, na medida em que novas competências são incorporadas. É um modo de crescer e se expandir com segurança, partindo de ativos tangíveis e consolidados para lograr, passo a passo, novas competências, não colocando em risco a segurança do processo de qualidade do ensino, que é a tônica da Instituição. A UNIESP tem como meta possibilitar a educação para todos, ou seja, fazer com que qualquer pessoa que não teve a oportunidade de cursar uma Faculdade devido a dificuldades financeiras, possa realizar este sonho. Consolidada numa base humanística e social, a UNIESP preza pela educação solidária. Sendo assim, mantém convênios com empresas, sindicatos, órgãos públicos e entidades assistenciais, oferecendo concessão de bolsas de estudos aos conveniados. Em contrapartida, incentiva as instituições a participarem de projetos sociais promovendo a responsabilidade social, por meio de atividades voluntárias de seus colaboradores. 1.2. Breve Histórico da IES A Associação Bandeirantes de Ensino, pessoa jurídica de direito privado, com sede e foro na cidade de Ribeirão Preto, estado de São Paulo, foi fundada em 25 de abril de 1996 e é a mantenedora da Faculdade Bandeirantes foi credenciada como instituição de ensino superior, mediante Portaria Ministerial nº 44, publiciada no Diário Oficial da União em 06 de janeiro de 2000 e autorizada em 10 de janeiro deste mesmo ano, quando da implantação dos cursos de Administração, Pedagogia e Turismo. No segundo semestre de 2009 a IES foi comprada pelo grupo UNIESP passando de Faculdade Bandeirantes para Faculdade de Ribeirão Preto Portaria no- 1.027, de 17 de agosto de 2010. Hoje a IES está com 10 cursos nas áreas de exatas e humanas. A escolha desses cursos veio suprir uma necessidade regional de possibilitar a formação superior de profissionais que queiram atuar nestas áreas. Com 16 anos de funcionamento, a Faculdade de Ribeirão Preto goza de enorme prestígio em toda a região onde exerce sua influência, fazendo com que novos cursos sejam propostos para completar a consolidação de sua situação socioeconômica, bem como colocar à disposição de toda a região um leque maior de opções. A Faculdade de Ribeirão Preto tem por objetivo formar profissionais capacitados e preparados para o mercado de trabalho. Para tanto, conta com um quadro de professores qualificados pelas melhores IES brasileiras. Além da formação profissional e técnica, nossos 6 egressos estarão aptos e conscientes para o exercício da cidadania, conscientes de seus direitos e deveres, e preparados para assumir as suas responsabilidades técnicas e profissionais. O contingente educacional da Faculdade de Ribeirão Preto gira em torno de 3000 alunos na graduação com um corpo docente composto por aproximadamente 108 professores, sendo Doutores, Mestres e Especialistas. Atos Legais de Constituição Dados de Credenciamento: Documento/Nº.: Portaria MEC 44 Data Documento: Data da Publicação DOU: Nova Denominação Data Documento: 06 de janeiro de 2000 10 de janeiro de 2000 Portaria nº 1027 17 de agosto de 2010 1.3. Missão e Visão Institucionais A Faculdade de Ribeirão Preto tem como missão: “Promover uma educação solidária, comprometida com a formação de profissionais competentes no exercício de sua profissão, com responsabilidade social, exercendo a cidadania em sua plenitude, pautando-se pelos princípios éticos”. Norteado por sua missão institucional, busca: - Criar e manter o mais elevado nível de Educação e Ensino, procurando desenvolver o estudo das melhores práticas profissionais; - Procurar desenvolver nos alunos e na comunidade, a excelência do ideal de servir. - Desenvolver a consciência de que os títulos, os diplomas, por mais importantes e excelentes que sejam só adquirem valor moral na medida em que são colocados a serviço do homem e da comunidade; - Oferecer aos professores, técnicos, administradores e funcionários que contribuem para o desenvolvimento e crescimento da instituição, condições de segurança, progresso profissional e humano, tornando a Faculdade não só um bom lugar de trabalho, mas uma Instituição credora da dedicação e lealdade de todos; - Conscientizar a comunidade acadêmica quanto a sua parcela de responsabilidade social, através do envolvimento e participação na solução dos problemas sociais; - Gerar condições de liquidez, crescimento e aperfeiçoamento da Instituição; - Procurar desenvolver nos alunos, professores e na comunidade, o civismo, revelado na participação de cada um nos problemas de todos, e no respeito às autoridades constituídas; - Promover hábitos de saúde e de preservação do meio ambiente, - Oferecer à comunidade acadêmica em geral, o melhor de nossa dedicação, fazendo tudo com Amor e Ordem para o Bem Estar da Humanidade. 7 1.4. Princípios e Objetivos da Instituição A partir dos objetivos, define-se este Projeto Pedagógico que tem como objetivo maior, indicar os parâmetros de ação da Faculdade de Ribeirão Preto para uma expansão em busca da excelência educacional. Este documento, portanto, constitui-se em referencial, traduzindo missão, objetivos, metas e estratégias de ações correspondentes, cuja função é a de amparar a tomada de decisão e retroalimentar o desenvolvimento idealizado pela Faculdade. 1.5. Dirigentes da Faculdade de Ribeirão Preto Na sequência são apresentados os atuais gestores que respondem pelas instâncias executivas superiores da Faculdade de Ribeirão Preto. - Profa. Dra. Valéria da Fonseca Castrequini (Diretora) 8 2. 2. INFORMAÇÕES SOBRE A REGIÃO DE INFLUÊNCIA DO CURSO DE LICENCIATURA EM ARTES VISUAIS 2.1. Inserção Regional Situada no nordeste do Estado de São Paulo, a Região Administrativa (RA) de Ribeirão Preto possui 25 municípios, que ocupam 3,8% da área do estado de São Paulo. Localização esta que se destaca por possuir um elevado potencial hídrico, já que cerca de 80% da água utilizada em atividades produtivas ou para uso público é captada no Aquífero Guarani, que ocupa uma área de 1,2 milhões de Km2, estendendo-se pelo Brasil (840.000Km2), Argentina (255.000Km2), Uruguai (55.000Km2) e Paraguai (55.000Km2). Sua população em 2008, segundo a Fundação SEADE, era de aproximadamente 1,2 milhão de habitantes, ou seja, 2,9% do total estadual. Ribeirão Preto, sua sede e o maior polo, tem 47,5% dos moradores da região e sua densidade demográfica ultrapassa os 800 hab./km 2. Somando-se sua população à de Sertãozinho, Jaboticabal, Monte Alto e Serrana chega-se a 66,7% dos habitantes da área. A taxa de crescimento anual da população da RA, no período de 2000-2008, foi de 1,51%, enquanto a taxa de crescimento do estado de São Paulo foi de 1,34%. Economicamente a região de Ribeirão Preto é considerada um dos mais importantes polos econômicos do estado de São Paulo e do país, conciliando uma agropecuária de alto nível, com um moderno setor industrial e um diversificado e desenvolvido setor terciário. A produção agropecuária regional representa aproximadamente 7% do valor adicionado setorial do estado, sendo que aproximadamente 80% da produção da região correspondem à cana-de-açúcar. Consequentemente o setor industrial é influenciado pela produção de açúcar e álcool destacando-se os segmentos sucroalcooleiros e de alimentos e bebidas. Secundariamente a modernização dessa agroindústria e os investimentos em pesquisa e desenvolvimento propiciam a diversificação de suas atividades, como a produção de plásticos e enzimas a partir da cana e a geração de energia a partir do bagaço da mesma. Outro setor de destaque na indústria regional é o do segmento da saúde destacando-se os setores de matérias médicohospitalares, equipamentos odontológicos, de radiologia e laboratórios clínicos em geral. Os serviços se destacam como sendo o líder entre todos os setores com uma participação de aproximadamente 66% na economia da região e também nos vínculos empregatícios. Entre as atividades do setor merecem destaque os setores da saúde, transportes e educação com uma participação de aproximadamente 11%, 7% e 6% respectivamente, no número de empregos gerados. Em valor adicionado, as posições são alteradas: o maior peso é do setor de educação (12,3%), seguido de transportes (11,8%) e saúde (10,7%). Observa-se que na região de Ribeirão Preto a área de educação se sobressai no setor de serviços, isso se deve especialmente às instituições de ensino superior e centros de pesquisa 9 vinculados a essas instituições, que fazem da região um dos grandes polos educacionais do estado de São Paulo. Porém, alguns dados relacionados ao ensino médio e fundamental mostram que alterações podem ser sugeridas com intuito de aprimorar o ensino da região que, apesar de ser considerado um dos grandes polos educacionais do estado, ocupa a nona colocação no quesito escolaridade. Neste contexto, pode-se mencionar que em todos os municípios da região a proporção de jovens entre 15 e 17 anos que concluem o ensino fundamental é apenas próximo a 55%. Já em relação ao ensino médio a situação é muito menos satisfatória, sendo Ribeirão Preto a cidade que se sobressai com aproximadamente 45% de conclusão, ao passo que as piores posições são ocupadas pelos municípios de Serra Azul (22,5%) e Guariba (22,9%). 2.2. Indicadores Socioeconômicos O Índice Paulista de Responsabilidade Social (IPRS) acompanha o paradigma que sustenta o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), proposto pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). Porém, o IPRS diferentemente do IDH propõe a inclusão de outros fatores além da renda per capita como único indicador das condições de vida de uma população. Dentre eles podemos destacar: a longevidade e a escolaridade, adicionando as condições de saúde e de educação das populações, gerando assim um indicador mais abrangente de suas condições de vida. Quanto ao IPRS a RA de Ribeirão Preto manteve as boas colocações observadas nos anos anteriores tanto em longevidade que ocupa o segundo lugar quanto em riqueza onde mantém a quinta posição. Já no quesito escolaridade a RA perdeu duas posições e passou a 13colocação, encontrando-se entre as três piores do Estado. O indicador de riqueza da RA aumentou de 50 para 54 pontos no período de 2006-2008, superando o aumento estadual de 3 pontos que foi de 55 para 58. Com exceção de Pradópolis que se manteve estável, todos os demais municípios aumentaram seu índice nesse indicador. Nesse setor, como pontos relevantes observaram-se um aumento de aproximadamente 10% no consumo de energia elétrica nos setores primário e terciário e um pequeno acréscimo no salário médio do setor formal da economia de 4%, acompanhando o aumento estadual. Já o valor adicionado fiscal per capita sofreu uma redução de 4%, enquanto a média estadual teve um pequeno aumento de 3%. O indicador de longevidade também aumentou de 74 para 75 pontos no período de 2006-2008, o que foi suficiente para manter a RA na segunda posição juntamente com a Região de Campinas e apenas um ponto abaixo da Região de São José do Rio Preto. Esse aumento deveu-se principalmente à diminuição ou estabilidade das taxas de mortalidade analisadas, que se mostraram inferiores as exibidas na média estadual em todas as faixas etárias analisadas. 10 Já no quesito escolaridade a região evoluiu 4 pontos no período (63 - 67), valor superior a média estadual que foi de 3 pontos (65 – 68), porém, mesmo assim a RA ocupa apenas a 13 colocação, ficando entre as três piores regiões. Porém, deve-se salientar que no período entre 2006 e 2008 a RA conseguiu o maior índice de aumento registrado entre todas as Regiões Administrativas do Estado que foi de 4 pontos. Ainda assim, observa-se que este é o indicador que mais necessita de atenção dos órgãos governamentais e privados, principalmente no que se refere ao ensino médio e fundamental. 2.6. JUSTIFICATIVA DE IMPLANTAÇÃO DO CURSO DE ARTES VISUAIS NA CIDADE DE RIBEIRÃO PRETO Segundo pesquisa realizada pelo INEP/MEC (apud ALVARENGA, 2014), o número de cursos presencias de licenciatura em Artes Visuais ofertados no país cresceu de 9 para 132 entre os anos de 2004 a 2012 (graf. 05). No entanto, este crescimento parece não ter sido suficiente para atender a demanda por professores de Arte no sistema de Ensino Básico brasileiro: a disciplina de Arte, segundo Alvarenga (2014), corresponde a que possui o maior número de professores sem formação na área de atuação. Segundo a autora, os dados fornecidos pelo INEP/MEC no ano de 2013 apontam para uma realidade educacional em que "apenas 7,7% dos professores que lecionam arte no Ensino Fundamental II e 14,9% dos professores que lecionam a mesma disciplina no Ensino Médio possuem licenciatura na área em que atuam" (ALVARENGA, 2014, p.126-127). Gráfico 05 - Número de cursos de licenciatura em Artes Visuais ofertados no Brasil no período de 2004 a 2012. Fonte: INEP/MEP, 2013, apud ALVARENGA, 2014, p. 131. 11 A falta de professores agravou-se ainda mais na região de Ribeirão Preto, após o fechamento, nos últimos 5 anos, de cursos nas cidades vizinhas e no próprio município. Esta demanda - aliada a oportunidade de oferecer à população ribeirão-pretana um ensino artístico de qualidade - constituíram os elementos chaves para que a Faculdade de Ribeirão Preto viesse a implantar o curso de licenciatura em Artes Visuais no município de Ribeirão Preto. 12 3. DIMENSÃO I: ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA 3.1. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO Designação: Licenciatura em Artes Visuais Número de vagas anuais: 100 vagas Portaria de Autorização do Curso: Portaria nº 278, de 19 de dezembro de 2012 Regime Escolar: Semestral Sistema de Organização: Seriado Tempo mínimo para integralização: 06 semestres Tempo máximo para integralização: 08 semestres Turnos de funcionamento: ( ) manhã ( ) tarde ( X ) noite Forma de Ingresso: Processo Seletivo. 3.2. POLÍTICAS INSTITUCIONAIS NO ÂMBITO DO CURSO. 3.2.1. Políticas de Ensino. É política do ensino de graduação da Faculdade de Ribeirão Preto: (1) promover a formação básica e especializada, garantindo o acesso ao conhecimento humano contextualizado e a sua construção, (2) propiciar a articulação entre teoria e prática reflexiva através de situações problemas, (3) a criatividade e a formação de competências e habilidades, preparando pessoas reflexivas, capacitadas ao trabalho interdisciplinar e coletivo. Para atingir seu objetivo, deve: Proporcionar condições para a reflexão crítica e autônoma sobre os conhecimentos gerados pela Faculdade; Aprimorar e aplicar os mecanismos de acompanhamento e de avaliação dos cursos de graduação; Renovar e modernizar as estruturas, acervos de materiais didáticos e pedagógicos. adequar os espaços escolares às necessidades dos estudantes portadores de necessidades especiais; Reforçar a cooperação com o mundo do trabalho, desenvolvendo novas habilidades profissionais, senso de iniciativa e empreendedorismo, aumentando a empregabilidade; Estar em sintonia com a Diretriz Curricular Nacional, promovendo a adequação e flexibilização curriculares; Incentivar a Iniciação Científica, monitorias e trabalhos extracurriculares dos estudantes; Criar novos ambientes de aprendizagem com a utilização de Educação a Distância; Constituir uma ação permanente de acompanhamento dos egressos; 13 Focar o ensino centrado no aluno, baseado em quatro aprendizagens fundamentais: aprender a aprender, aprender a fazer, aprender a trabalhar em equipe e aprender a ser. 3.2.2. Políticas de extensão É objetivo da Faculdade é criar condições para a formação profissional superior com cidadania, para que a transferência e a difusão do conhecimento ocorram através do engajamento qualificado da comunidade interna em ações de extensão, necessária ao desenvolvimento sustentável da sociedade. Deve constituir as ações de: Sensibilizar e qualificar a comunidade interna e externa, quanto ao papel da extensão no desenvolvimento humano com responsabilidade social; Ampliar os incentivos à participação da comunidade interna em projetos de extensão; Desenvolver programas de educação continuada para os egressos do ensino superior; Articular os projetos e atividades de extensão com a estrutura curricular; Aprimorar os meios de divulgação das atividades de extensão universitária; Apoiar o desenvolvimento de programas e projetos sociais; Fortalecer e estimular a prestação de serviços à comunidade; Assegurar espaços de sociabilidade para a comunidade interna e externa, promovendo programas de apoio à convivência universitária; Estimular a aplicação das metodologias de educação a distância como ferramenta de interação entre a Instituição e a comunidade; Desenvolver e preservar o patrimônio científico e cultural da instituição; Articular projetos de preservação do meio ambiente; Harmonizar as políticas de extensão às políticas públicas. 3.2.3. Políticas de Pesquisa. É objetivo de Pesquisa da Faculdade é produzir conhecimento científico, humanístico e de inovação tecnológica deve: Promover condições para o desenvolvimento da pesquisa acadêmico-científica nas diversas áreas do conhecimento; Realizar programas de iniciação científica, nas áreas de saber da Faculdade; Atrair, progressivamente, um corpo docente de tempo integral, consolidando a pesquisa institucional; Dar visibilidade interna e externa à pesquisa. 14 3.2.4. Políticas de Gestão O sistema de gestão da Faculdade de Ribeirão Preto, para atingir seus objetivos e metas, deve desenvolver um modelo adequado de autonomia de gestão, que seja eficiente e eficaz, para a melhoria da qualidade das atividades de fins e meio, assegurando dentre outros: A defesa e difusão da paz, da justiça, da liberdade, da igualdade e da solidariedade; Estimular a participação e o comprometimento do corpo social da Instituição em todo o processo de planejamento, organização e gestão institucional. 3.2.5. Perfis e Competências 3.2.5.1. Perfil de Formação do Curso de Licenciatura em Artes O Curso de Licenciatura em Artes visa à formação de um profissional no mercado do ensino da Arte com a seguinte trajetória formativa: Perfil ingressante: Aluno egresso do ensino médio, do supletivo, transferidos de outro curso de graduação (oriundos em sua maioria dos cursos de Letras e Pedagogia da própria instituição ou de instituições vizinhas); com idade entre 18 e 35 anos; que exerce algum tipo de atividade remunerada, formal ou informalmente; que trabalha em pelo menos um turno; crítico; criativo; capaz de se expressar por meio de textos, palavras, imagens, dança, ilustrações, linguagem corporal e/ou música; capaz de converter uma linguagem em outra; com capacidade para valorizar o multiculturalismo; com sensibilidade estética. Perfil do aluno intermediário: Educando comprometido com o desenvolvimento de sua capacidade perceptiva e reflexiva e de seu potencial criativo; com postura proativa na construção do conhecimento; capaz de refletir sobre as diversas teorias artístico-pedagógica; com visão crítica frente à realidade educacional; com domínio dos conhecimentos relativos à manipulação dos suportes tradicionais e experimentais; com domínio dos conhecimentos relativos à manipulação de ferramentas produtivas; com compreensão das formas particulares de expressão e produção nas Artes Visuais, das Artes Audiovisuais, da Música, da Dança e do Teatro; com domínio dos processos de criação que levam às concepções artísticas; elaborar planos de ensino; elaborar planos de aula. Perfil do egresso: Profissional reflexivo, com sensibilidade, habilidades e aptidões artísticas indispensáveis à atuação profissional em nossa sociedade; apto à utilização de técnicas para promover o aprendizado nas diversas linguagens artísticas; com domínio dos conhecimentos relativos à manipulação dos suportes tradicionais e experimentais; com visão crítica frente à realidade educacional; com compreensão dos agentes que integram o sistema de valor artístico, simbólico e cultural; com compreensão das formas particulares de expressão e produção de signos e sentidos estéticos; com capacitação para a produção científica; capaz de 15 refletir sobre as diversas teorias e relacioná-las a prática pedagógica; capaz de reconhecer estilos, repertórios, obras, criações e autores nas mais diversas linguagens (plástica, cênica, musical, rítmico-corporal e audiovisual); capaz de ressignificar a prática artístico-pedagógica; elaborar planos de ensino; elaborar planos de aula; estabelecer objetivos educacionais; sistematizar o processo de ensino; respeitar o repertório individual do aluno; utilizar os recursos institucionais de forma coerente e produtiva. 3.2.5.2 Competências de Formação do Curso de Licenciatura em Artes Visuais Segundo Costa (apud DIAS, 2010), uma abordagem educacional centrada na aquisição de competências, valoriza a construção pessoal do discente, enaltece o conhecimento enquanto instrumento de aquisição de competências e supera a dicotomia entre teoria e pratica, pois valoriza, concomitantemente, o método pedagógico, a aprendizagem e o enraizamento dos valores educativos escolares do século XXI. O desenvolvimento de competências também enfatiza a mobilização de recursos, conhecimentos e saberes vivenciados pelo aluno: "A escola que sustenta a sua acção [sic], numa abordagem baseada nas competências defende a integração, pelo indivíduo, dos saberes (saberes teóricos e práticos), do saber fazer e das atitudes necessárias ao acompanhamento das tarefas" (DIAS, 2010, p.76). Partilhando destas visões, o projeto pedagógico do curso de Licenciatura em Arte Visual pretende formar o profissional no mercado do ensino da Arte com as seguintes competências e habilidades: Promover a conscientização das implicações econômicas, sociais, antropológicas, ambientais, estéticas e éticas da atividade artístico-pedagógica; Promover o conhecimento global da comunicação; Estimular a capacidade de leitura, análise e compreensão de textos e documentos; Estimular o domínio de conhecimentos básicos de português, história geral, arte, tecnologia e atualidades; Promover o conhecimento do contexto histórico evolutivo das Artes Visuais, das Artes Audiovisuais, do Teatro, da Dança e da Música; Orientar os processos criativos; Dominar o conhecimento de princípios gerais de educação; Dominar os processos artístico-pedagógicos referentes à aprendizagem e ao desenvolvimento do ser humano; Empregar o potencial criativo na resolução de problemas; Dominar os procedimentos investigativos nas quatro linguagens artísticas; Exercitar a vivência estética; Dominar os elementos constitutivos das quatro linguagens artísticas; 16 Manipular suportes tradicionais e experimentais; Dominar conceitos que deram origem as principais manifestações artísticas; Dominar as formas de produção, expressão e ensino das quatro linguagens artísticas; Empregar a visão crítica face ao contexto da realidade escolar; Ressignificar a prática artístico pedagógica segundo a realidade de seus educandos. 3.2.5.3. Representação gráfica das competências de formação do curso de artes visuais INGRESSANTE INTERMEDIÁRIO I EGRESSO 1º. e 2º. Semestres 3º. e 4º. Semestres 5º. e 6º. Semestres 1. Apresentar iniciativa. 2. Apresentar dedicação no estudo. 3. Adquirir o conhecimento global da comunicação. 4. Utilizar a criatividade para solução dos problemas. 5. Aprimorar a capacidade de leitura, análise e compreensão de textos e documentos 6. Dominar os conhecimentos básicos de português, história geral, arte, tecnologia e atualidades. 7. Desenvolver uma visão histórica e prospectiva, centrada nos aspectos socioeconômicos e culturais. 8. Desenvolver a consciência das implicações econômicas, sociais, antropológicas, ambientais, estéticas e éticas de sua atividade 9. Desenvolver o conhecimento da história dos segmentos da área de arte 10. Conhecimento de princípios gerais de educação e dos processos pedagógicos referentes à aprendizagem e 1. Desenvolver a responsabilidade social. 1. Utilizar as múltiplas fontes de pesquisa 2. Desenvolver capacidade ética na solução de problemas 2. Atuar de forma criativa na gestão de projetos 3. Dominar das metodologias de ensino 4. Desenvolver a consciência de ambiental 3. Sistematizar a produção de conhecimento. 4. Desenvolver senso-crítico e ético-profissional 5. Aprimorar a capacidade de trabalho em equipe 5. Promover a responsabilidade social e ambiental 6. Promover o exercício da liderança. 6. Desenvolver autonomia e consciência crítico- social 7. Utilizar o raciocínio lógico e reflexivo em suas ações. 7. Desenvolver a habilidade e rapidez de processar informações. 8. Dominar formas de acesso às informações. 9. Aprimorar a capacidade de resolver problemas. 10. Desenvolver uma visão sistêmica e dialética. 11. Desenvolver a capacidade de seleção e aplicação da informação. 12. Desenvolver a capacidade de expor ideias. 13. Articular teoria e prática. 8. Desenvolver a capacidade de transformar o conhecimento. 9. Desenvolver a capacidade de transformar habilidades e atitudes em resultados. 10. Apresentar excelência prática na criação artísticas 11. Desenvolver a articulação com as diversas instituições, nos diferenciados espaços culturais e, especialmente, em instituições de ensino 17 ao desenvolvimento do ser humano como subsídio para o trabalho educacional direcionado a arte e suas diversas manifestações 11. Manifestar potencial artístico. 12. Desenvolver a capacidade de autoaprendizado contínuo. 13. Desenvolver procedimentos de investigação, análise e crítica dos diversos elementos e processos estéticos da arte 14. Desenvolver o domínio de linguagem própria na expressão de conceitos e soluções em seus projetos, de acordo com as diversas técnicas de expressão e reprodução visual e musical 14. Desenvolver a capacidade de aplicar normas do trabalho científico. específico da área de artes 15. Desenvolver a capacidade de observação estética. 13. Coordenar o processo educacional de conhecimentos teóricos e práticos sob as linguagens teatral, musical, visual, audiovisual e da dança, no âmbito formal como em práticas não formais de ensino; 16. Identificar linguagens, formas de produção e agentes de difusão cultura. 17. Identificar, descrever, compreender, analisar e articular os elementos das linguagens da área de arte 18. Reconhecer e analisar as estruturas metodológicas. 19. Dominar os preceitos didáticos relativos ao ensino das linguagens artísticas, adaptando-as à realidade de cada processo de reprodução 15. Desenvolver o do conhecimento, manifesto conhecimento das linguagens nos movimentos ordenados e artísticas, suas especificidades expressivos e seus desdobramentos, 20. Aprimorar a capacidade 16. Desenvolver o domínio criativa para propor soluções dos conceitos e métodos inovadoras, utilizando do fundamentais à reflexão domínio de técnicas e de crítica. processo de criação. 17. Exercer o domínio técnico 21. Promover a articulação e expressivo das linguagens entre linguagens artísticas, verbais e não verbais formas de produção e agentes de difusão cultural. 12. Proporcionando a todos a prática e o exercício de arte como expressão da vida. 14. Interagir com especialistas de outras áreas. 15. Utilizar os conhecimentos diversos adquiridos durante sua formação. 16. Atuar em equipes interdisciplinares na elaboração e execução de pesquisas e projetos. 17. Apresentar uma visão sistêmica de projeto, manifestando capacidade de conceituá-lo a partir da combinação adequada de diversos componentes materiais e imateriais, processos de fabricação, aspectos econômicos, psicológicos e sociológicos do produto. 3.2.5.4. Representação gráfica dos objetivos de formação do curso de arte INGRESSANTE 1º. e 2º. Semestres 1. Conhecer os princípios básicos da área de arte 2. Expressar com clareza/organização utilizando a linguagem escrita e falada. 3. Compreender os princípios éticos do trabalho. 4. Conhecer o contexto histórico evolutivo das INTERMEDIÁRIO I 3º. e 4º. Semestres 1. Reconhecer as necessidades e possibilidades do ser humano em suas diferentes áreas de atuação. EGRESSO 5º. e 6º. Semestres 1. Operacionalizar o pensamento, estruturando-o com encadeamento, sequência e coerência. 2. Avaliar objetos com a intenção de distinguir relações, semelhanças e diferenças. 2. Exercer controle do seu senso crítico e estético. 3. Relacionar conjuntos ou sistemas a partir de elementos dados. 3. Exercer o domínio de suas aptidões artísticas. 4. Manipular suportes tradicionais e experimentais. 4. Estabelecer junção das 18 Artes Visuais, do Teatro e da Dança. partes, agrupar e separar; congregar, conglomerar. 5. Elaborar esquemas simples das concepções de linguagem desta linguagem. 5. Aplicar princípios básicos das linguagens artísticas. 6. Dominar as formas específicas de expressão do Teatro e da Dança. 7. Fazer uso dos processos de criação e invenção em Artes. 8. Elaborar resumos. 9. Sintetizar, interpretar e refletir sobre os fenômenos artísticos. 10. Demonstrar capacidade crítica-reflexiva. 11. Compreender os benefícios de uma atuação profissional e ética. 12. Desenvolver trabalhos em grupo. 6. Articular atividades nas diferentes formas de expressão. 7. Produzir e analisar projetos de arte. 14. Formular explicações com argumentos coerentes. 15. Dispor de tempos sistemáticos para estudo. 16. Desenvolver os conhecimentos, as competências, as habilidades e as atitudes fundamentais a formação artística. 17. Dominar os elementos da linguagem visual. 6. Reconhecer estilos, obras de arte, artistas consagrados e formas de produções artísticas. 7. Promover a valorização e conservação dos bens culturais. 8. Contextualizar o ensino de artes. 8. Trabalhar em equipe. 9. Capacidade de atuar nas diversas áreas da arte. 10. Valorização da multiculturalidade. 11. Capacidade de avaliar as causas e efeitos dos movimentos artísticos. 12. Utilização de raciocínio lógico e reflexivo nas ações. 13. Busca da inovação como ferramenta. 14. Atualização permanente. 13. Desenvolver seu potência criativo. 5. Atuar juntos aos agentes que integram o sistema de valor artístico. 15. Articulação entre teoria e prática. 16. Demonstrar habilidade em criar, sem perder de vista o enfoque do material a ser produzido. 17. Desenvolver seu potencial intelectual e profissional. 9. Ressignificar o ensino de Arte. 10. Desenvolver metodologias de ensino coerentes à realidade de seus futuros alunos 11. Demonstrar compromisso com a ética profissional. 12. Fazer uso das formas particulares de expressão. 13. Fazer uso das formas particulares de produção do sentido estético. 14. Traçar estratégicas e provocar mudanças 15. Respeitar o repertório pessoal de cada aluno. 16. Manipular ferramentas produtivas e tecnologias empregadas na produção artística. 17. Superar desafios no âmbito profissional 18. Desenvolver os conhecimentos, as competências, as habilidades e as atitudes constitutivas indispensáveis a formação artístico-pedagógica. 19 3.3. CONCEPÇÃO DO CURSO A Faculdade de Ribeirão Preto tem por objetivo ofertar cursos de excelência em diversas licenciaturas, pois acredita que a implantação destes cursos na cidade de Ribeirão Preto seja de grande importância para a ampliação das possibilidades de formação docente na região - a qual apresenta um número insuficiente de profissionais para atender a clientela estudantil das redes de ensino pública municipal, estadual e privada. A busca por excelência deu origem a um curso de Licenciatura em Artes Visuais fundamentado na Proposta Curricular de Arte1 elaborada pela Secretaria Municipal de Ensino do Estado de São Paulo (SÃO PAULO, 2008). A referida proposta salienta a importância da articulação entre as linguagens artísticas, os processo de criação, a materialidade, a forma-conteúdo, a mediação cultural, o patrimônio cultural e os saberes estéticos e culturais na estrutura curricular para que a Arte seja vivenciada pelo aluno como fruto de uma produção cultural. A inserção desta abordagem na estrutura curricular do curso de Licenciatura em Artes Visuais visa capacitar os futuros arte-educadores para enfrentar os desafios educacionais do novo milênio. 3.4. PERFIL DO CURSO O curso de Licenciatura de Artes Visuais não privilegia apenas o ensino das Artes Visuais. O curso, também, oferece o estudo das diferentes faces que integram o sistema simbólico de produção artística nas mais diferentes culturas: Estudo das linguagens artísticas - domínio das formas de expressão artísticas das seguintes linguagens: Artes Visuais, Artes Audiovisuais; Dança, Música e Teatro; Estudo da materialidade - investigação das especificidades materiais dos suportes tradicionais e/ou experimentais, dos procedimentos técnicos e das ferramentas que levam a produção artística nas diversas linguagens; Estudo dos processos de criação - investigação dos processos de criativos e inventivos que levam às concepções artísticas; Estudo da forma-conteúdo - compreensão das formas particulares de expressão e produção de signos e sentidos estéticos das identidades singulares; Estudo da mediação cultural - compreensão dos agentes que viabilizam o acesso a Arte de forma sensível e significativa; Estudo dos saberes estéticos e culturas - compreensão dos agentes que integram o sistema de valor artístico, simbólico e cultural; 1 diferentes faces que integram o sistema simbólico de produção artística nas mais diferentes culturas: 20 Patrimônio cultural - investigação da produção simbólica (material ou imaterial) que atesta o pensamento social presente em diferentes momentos da história da humanidade. O intuito da referida abordagem é a formação um profissional com capacitação artísticopedagógica em consonância com as exigências expressa nos Parâmetros Curriculares Nacionais de Arte (BRASIL, 1997) e na Proposta Curricular do Estado de São Paulo (SÃO PAULO, 2008): Segundo a Proposta Curricular do Estado de São Paulo (SÃO PAULO, 2008), faz-se necessário "um pensamento curricular em arte em ressonância com a própria concepção da área, mediante os campos que a compõem e que se articulam com a própria natureza da arte enquanto produto cultural”. (SÃO PAULO, 2008, p. 46); ou seja, é necessário uma proposta curricular em que haja uma interação entre os fatores que se articulam interna e externamente ao território da Arte, para que ela possa ser assimilada como fruto de uma produção cultural (fig. 01). Figura 01 - As dimensões e articulações que interagem junto ao sistema simbólico de produção artística: Fonte: Proposta Curricular do Estado de São Paulo (SÃO PAULO, 2008, p. 44). 3.5. OBJETIVO DO CURSO O curso de Licenciatura em Artes Visuais da Faculdade de Ribeirão Preto visa à formação de professores de Artes para atuarem nos níveis de ensino Básico2 e Secundário3, oferecendolhes subsídios formativos em consonância com as diretrizes curriculares nacionais e estaduais de ensino. O curso busca, também, atender - de modo criativo e crítico - às transformações introduzidas no sistema nacional de ensino, com o compromisso de oferecer aos alunos 2 O Sistema de Ensino Básico brasileiro é composto pelos seguintes ciclos: 1º Ciclo (1º, 2º 3º e 4º Anos), 2º Ciclo (5º e 6º Anos) e 3º Ciclo (7º, 8º e 9º Anos). 3 O Ensino Secundário é composto pelo 10º, 11° e 12° anos. 21 referências para sua preparação científica, técnica e pedagógica relacionadas ao campo dos saberes artísticos e do conhecimento. 3.6. PERFIL DO EGRESSO O profissional formado pelo CURSO DE LICENCIATURA EM ARTES VISUAIS é um profissional reflexivo. Possui o dom de sensibilidade artística. Revela habilidades e aptidões indispensáveis à atuação profissional na sociedade, nas dimensões artísticas, culturais, sociais, científicas e tecnológicas, inerentes à área de Arte. O egresso da área de Arte deve estar comprometido em ensinar a leitura da produção artística voltada não só para o profissional que trabalha com a reprodução do conhecimento como também com a expressão de Linguagens, Códigos e Tecnologias. Atentar sobre a relevância da área de artes para portadores de necessidades especiais proporcionando a alta estima visando a integrar o indivíduo na sociedade. Possui uma sólida formação ética, teórica, artística, técnica e cultural que capacita tanto a uma atuação profissional qualificada, quanto ao empreendimento da investigação de novas técnicas, metodologias de trabalho, linguagens e propostas estéticas. Profissional com atualização profissional e da capacidade de intervir no mercado de trabalho, criando novas oportunidades de atuação intelectual e artística. Graduado capacitado a contribuir para o desenvolvimento artístico e cultural do País compreendendo a produção artística, a pesquisa, a crítica e a estética observando a Histórico, os traços culturais, as comunidades, bem como as características dos usuários e de seu contexto socioeconômico e cultural. Além de serem enriquecidos com uma visão polivalente das Linguagens em questão bem como enriquecida com a excelente formação pedagógica peculiar do Curso de Pedagogia desta Instituição, para que possam atuar em Instituições de ensino público e privado, atelier de arte plástica, oficinas teatrais, grupos de danças, conservatórios musicais, ou como autônomos das diferentes áreas artísticas, além de trabalhadores do terceiro setor através de projetos socioculturais comunitários. A referência básica do curso é a formação de um profissional autônomo, que saiba articular a teoria-prática no cotidiano educativo e que seja capaz de compreender, refletir e intervir nos contextos educacionais. 3.7. CONCEPÇÃO DO CURSO A matriz curricular do curso de Artes Visuais da FACULDADE DE RIBEIRÃO PRETO está organizada de forma a garantir - no processo de formação do aluno - a autonomia intelectual e 22 profissional por meio de uma fundamentação teórico-prático dos conhecimentos filosóficos, antropológicos, educacionais e pedagógicos que fundamentam a ação artístico-educativa em instituições de ensino formais e informais (hospitais, Ongs, museus, etc.). A organização curricular do curso prevê a formação do profissional capaz de refletir sobre os processos evolutivos do homem e da humanidade em seus diversos contextos sociais. Para tanto, está organizado com disciplinas que permitem o conhecimento e o aprofundamento das questões concernentes aos fundamentos sociais, culturais, históricos, filosóficos e psicológicos do ser humano. Além das referências teóricas, as disciplinas elencadas no currículo, permitem aos alunos compreender as concepções, os fundamentos e a aplicabilidade das teorias no cotidiano, reconhecendo as especificidades de atuação deste profissional. Sendo assim, o curso proposto possui uma carga horária total mínima de 2869 hora/relógio correspondente a 3000 horas/aula distribuída em conteúdos básicos e específicos (quadro 01). 3.8. MATRIZ CURRICULAR DO CURSO DE LICENCIATURA EM ARTES VISUAIS 3.8.1. Matriz curricular do curso de Licenciatura em Artes Visuais Disciplinas 1° PERÍODO CH Semanal CH Semestral Práticas Total Hora Relógio 80 66,66 História das Artes Visuais no Ocidente I 4 80 Laboratório de Artes Visuais I - Desenho 4 60 20 80 66,66 Laboratório de Artes Visuais II - Pintura 4 60 20 80 66,66 Semiótica 4 40 40 33,33 Elementos da Linguagem Visual 4 40 40 33,33 Territórios da Criação 4 80 80 66,66 20 360 400 333,3 Subtotal 40 Atividade Complementar I 40 Práticas Curriculares I 40 40 40 360 80 440 413,3 CH Semanal CH Semestral Práticas Total Hora Relógio História das Artes Visuais no Ocidente II 4 80 80 66,66 Didática Geral 4 80 80 66,66 História do Teatro 4 80 80 66,66 Laboratório de Teatro 4 60 80 66,66 Estética e Filosofia da Arte 2 40 40 33,33 Prática do Ensino de Artes I - Ensino de Teatro 2 40 40 33,33 20 380 400 333,3 Total 20 2° PERÍODO Disciplinas Subtotal 20 20 23 Atividade Complementar II 40 Práticas Curriculares II Total 20 380 40 40 40 60 440 413,3 Total Hora Relógio 3° PERÍODO CH Semanal CH Semestral Fundamentos do Ensino de Artes 4 80 80 66,66 Metodologia da Pesquisa Científica em Artes I 2 40 40 33,33 História do Dança 4 80 80 66,66 Laboratório de Dança e Expressão Corporal 4 60 80 66,66 História da Arte-Educação 2 40 40 33,33 Linguagem Brasileira de Sinais – LIBRAS 2 40 40 33,33 Prática de Ensino de Artes II - Ensino de Dança e Expressão Corporal 2 40 40 33,33 20 380 400 333,3 Disciplinas Subtotal Práticas 20 20 Atividade Complementar III 40 Práticas Curriculares III Total 20 380 4° PERÍODO CH CH Semanal Semestral Disciplinas 40 40 40 60 440 413,3 Total Hora Relógio 80 66,66 80 66,66 80 66,66 Práticas Psicologia da Educação 4 80 Laboratório de Música 4 60 História da Música 4 80 Laboratório de Artes Visuais III - Fotografia 4 60 80 66,66 Metodologia da Pesquisa Científica em Artes II 2 40 40 33,33 Prática do Ensino de Artes III - Expressão Musical 2 40 40 33,33 20 360 400 333,3 Subtotal 20 20 40 Atividade Complementar IV 40 Estágio Curricular I 100 Práticas Curriculares IV Total Disciplinas 20 360 5° PERÍODO CH CH Semanal Semestral 40 40 40 80 440 513,3 Práticas Total Hora Relógio Fundamentos da Crítica de Artes 4 80 40 33,33 Trabalho de Conclusão de Curso I 4 80 40 33,33 Laboratório de Artes Visuais V – Gravura e 4 60 80 66,66 20 24 Escultura Legislação e Organização da Educação Básica 4 80 80 66,66 Saberes Estéticos e Culturais 2 40 40 33,33 Prática do Ensino de Artes IV - Ensino de Artes Visuais 2 40 40 33,33 20 380 400 333,3 Subtotal 20 Atividade Complementar V 40 Estágio Curricular II 100 Práticas Curriculares V Total 20 40 40 60 440 513,3 Práticas Total Hora Relógio 20 80 66,66 380 6° PERÍODO CH CH Semanal Semestral Disciplinas 40 Laboratório de Audiovisual - Cinema e Vídeo 4 60 Arte Contemporânea 4 80 80 66,66 Tecnologias contemporâneas de produção e edição de imagem – Photoshop e CorelDraw 4 80 80 66,66 Artes e o Meio Ambiente 2 40 40 33,33 Patrimônio Cultural e Conservação 2 40 40 33,33 História da Arte no Brasil 2 40 40 33,33 Trabalho de Conclusão de Curso II 2 40 40 33,33 20 380 400 333,3 Subtotal 20 Estágio Curricular III 200 Práticas Curriculares VI Total 20 Carga Horária 40 40 40 380 60 440 573,3 2240 400 2640 2839 Hora aula Hora relógio 2240 1866 CH de estágio supervisionado 400 400 CH de atividades complementares 200 200 Atividades de prática curricular 240 240 Atividades de prática curricular disciplinas 160 133 3240 2839 CH de disciplinas curriculares presenciais Carga Horária total do curso 25 3.9. EMENTÁRIO DE ACORDO COM A PERIODIZAÇÃO DO CURSO 1º Período 1. DISCIPLINA: HISTÓRIA DAS ARTES VISUAIS NO OCIDENTE I Carga Horária: 80h Ementa: Origens da Arte Ocidental. Produções artísticas visuais dos principais artistas do século V ao século XV. Produções artísticas visuais dos principais artistas do século XVI ao século XVII. Produções artísticas visuais dos principais artistas do século XVIII e XIX. BÁSICA: GOMBRICH, E. H. A história da Arte. Rio de Janeiro: LTC - Livros Técnicos e Científicos, 1999. PROENÇA, Graça. História da arte. São Paulo: Ática, 1996. STRICKLAND, Carol. Arte Comentada da Pré História ao Pós Moderno. Rio de Janeiro: Ediouro, 1999. COMPLEMENTAR: PROENÇA, Graça. Descobrindo a História da arte. São Paulo: Ática, 2005. FARTHING, Stephen. Tudo sobre Arte: os movimentos e as obras mais importantes de todos os tempos. 2ed. Sextante, 2011. 2. DISCIPLINA: LABORATÓRIO DE ARTES VISUAIS I - DESENHO. Carga Horária: 80h Ementa: Materiais e suportes do desenho. Técnicas de representação gráfica tridimensionalidade. Estruturação da forma e organização do espaço. Poéticas do desenho. da BÁSICA: DERDYK, Edith (org). Disegno. Desenho. Desígnio. São Paulo: Senac, 2007. EDWARDS, Betty. Desenhando com o lado direito do cérebro. 12 ed. São Paulo: Ediouro. 1984. MOLINA, Juan José Gómez (org). Estrategias del dibujo em el arte contemporáneo. Madrid: Cátedra, 2006; COMPLEMENTAR RUDEL,Jean. A técnica do desenho. Rio de Janeiro: zahar,1980. SMITH, Ray. Desenhando Figuras. Editora Manole. São Paulo. 1997. 3. DISCIPLINA: LABORATÓRIO DE ARTES VISUAIS II - PINTURA Carga Horária: 80h Ementa: Breve contextualização das técnicas pictóricas usando como referencial teórico a História da Arte. Materiais e suportes. Técnicas de pintura hídrica. Técnicas de pintura mista. BÁSICA: GARCIA, Sérgio Prata. Técnicas de pintura para artistas. Sergio Prata Garcia, 2010. RICETTO, Ligia. Pintura, arte, técnica e história. Ibep Nacional, 2007. SANMIGUEL, David. Materiais e técnicas: guia completo. 2ed. WMF Martins Fontes, 2013. COMPLEMENTAR: HARRISON, Hazel; TATE, Elizabeth. Enciclopedia de tecnicas de pintura. acanto (brasil), 2011. SMITH, Ray. Manual pratico do artista: equipamento, materiais, procedimentos, técnicas. 2ed. Ambientes e Costumes, 2012. 4. DISCIPLINA: SEMIÓTICA Carga Horária: 40h Ementa: As diferentes linhas da semiótica. Fundamentos da semiótica peirceana. Fundamentos da semiótica greimasiana. Estudo, análise e interpretação de obras de arte a partir dos 26 pressupostos teóricos apresentados pela semiótica. O uso da linguagem na inclusão da diversidade étnico-racial no espaço escolar. BÁSICA: GREIMAS, Algirdas Julien. Semântica estrutural. São Paulo: Cultrix/EdUSP, 1973. PEIRCE, Charles Sanders. Semiótica. São Paulo – SP: Perspectiva, 2000. SANTAELLA, Lucia. Semiótica Aplicada. Thomson, São Paulo, 2002. COMPLEMENTAR: BARTHES, Roland. A aventura semiológica. São Paulo: Martins Fontes, 2001. DONDIS, Donis A. Sintaxe da Linguagem Visual. 2ed. São Paulo: Companhia de Letra, 1999. 5. DISCIPLINA: ELEMENTOS DA LINGUAGEM VISUAL. Ementa: Elementos básicos da linguagem visual. Relações de composição. Fundamentos da percepção visual. Relações entre o espaço bidimensional e tridimensional. BÁSICA: DONDIS, A Donis. Sintaxe da Linguagem Visual. São Paulo: Martins Fontes, 1991. GOMES FILHO, João. Gestalt do Objeto. São Paulo, Escrituras Editora, 2000. OSTROWER, Fayga. Universos da Arte. São Paulo, Ática, 1979. COMPLEMENTAR: ARMHEIM, R. Arte e Percepção Visual. São Paulo: Pioneira, 1986. KANDINSKY, Wassily. Ponto e Linha sobre Plano. São Paulo, Martins Fontes, 1997 6. DISCIPLINA: TERRITÓRIOS DA CRIAÇÃO Carga Horária: 80h Ementa: Potencial. Materialidade e imaginação criativa. Caminhos intuitivos e inspiração. Formas e configuração. BÁSICA: DEWEY, John. A arte como experiência. São Paulo: Martins, 2010 MUNARI, Bruno. Das coisas nascem coisas. 2ed. São Paulo: Martins, 2008. OSTROWER, Fayga. Criatividade e processos de criação. Petrópolis: Vozes, 1987 COMPLEMENTAR: ALENCAR, Eunice Soriano de. Psicologia da Criatividade. Porto Alegre: Artes Médicas, 1986. MORAIS, Maria Fátima. Criatividade: conceito, necessidade e intervenção. Braga: Psiquilíbrios, 2008. 2º PERÍODO 7. DISCIPLINA: HISTÓRIA DAS ARTES VISUAIS NO OCIDENTE II Carga Horária: 80h Ementa: Estudo histórico das obras visuais dos principais artistas fauvistas, expressionistas e cubistas. Estudo histórico das obras visuais dos principais artistas abstracionistas e futuristas. Estudo histórico das obras visuais dos principais artistas dadaístas, surrealistas e minimalistas. Estudo histórico das obras visuais dos principais artistas da pop art e da pintura figurativa europeia. BÁSICA: GOMBRICH, E. H. A história da Arte. Rio de Janeiro: LTC - Livros Técnicos e Científicos, 1999. PROENÇA, Graça. História da arte. São Paulo: Ática, 1996. STRICKLAND, Carol. Arte Comentada da Pré História ao Pós Moderno. Rio de Janeiro: Ediouro, 1999. COMPLEMENTAR: PROENÇA, Graça. Descobrindo a História da arte. São Paulo: Ática, 2005. FARTHING, Stephen. Tudo sobre Arte: os movimentos e as obras mais importantes de todos os tempos. 2ed. Sextante, 2011. 27 8. DISCIPLINA: DIDÁTICA GERAL Ementa: Conceito de didática. Planejamento da ação didática. Métodos e técnicas de ensino. Recursos de ensino. Métodos de avaliação da aprendizagem. Métodos de motivação. Conceito de currículo. Conceito de interdisciplinaridade. Aplicação do conceito de interdisciplinaridade no desenvolvimento da responsabilidade ambiental no espaço escolar. Conceito de transversalidade. Direitos Humanos como tema transversal . Aplicação do conceito de direitos humanos no desenvolvimento da cidadania no ambiente escolar. BÁSICA: HAIDT, Regina Celia Cazaux. Curso de didática geral. 2ed. São Paulo: Ática, 1995. MALHEIROS, Bruno Taranto. Didática Geral. Gen Ebook, 2014. NÉRICI, Imídeo G. Didática do ensino superior. São Paulo: Ibrasa, 1993 COMPLEMENTAR: CANDAU, Vera Maria (Org.). A Didática em Questão. 8. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 1989. FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Cortez, 1997. 9. DISCIPLINA: HISTÓRIA DO TEATRO Carga Horária: 80h Ementa: Estudo histórico das principais manifestações teatrais da Pré-história ao século XV. Estudo histórico das principais manifestações teatrais do século XVI ao século XVIII. Estudo histórico das principais manifestações teatrais do século XIX ao século XX. Estudo histórico das principais manifestações teatrais do século XXI. BÁSICA: ASLAN, Odette. O ator no século XX. São Paulo: Perspectiva, 2007. BERTHOLD, Margot. História mundial do teatro. 2ed. São Paulo: Perspectiva, 2004. NUÑES, Carlinda Fragale Pate et Alii. O teatro através da história. Vol.2 Rio de Janeiro: Centro Cultural. Banco do Brasil, 1994. COMPLEMENTAR: ARTAUD, Antonin. O teatro e seu duplo. 3ed. Martins, 2006. KANTOR, Tadeusz. O teatro da morte. São Paulo: Perspectiva, 2014. 10. DISCIPLINA: LABORATÓRIO DE TEATRO Carga Horária: 80h Ementa: Métodos de preparação do ator. Métodos de construção da personagem. Prática de direção teatral. Construção de espetáculos. BÁSICA: SPOLIN, Viola. O jogo teatral no livro do diretor. Perspectiva, 2014. STANISLAVSKI, Constantin. A construção da personagem. 32 ed. Civilização Brasileira, 2014. STANISLAVSKI, Constantin. A preparação do ator. 11 ed. Civilização Brasileira, 2001. COMPLEMENTAR: AZEVEDO, Sônia M. de. O Papel do Corpo no Corpo do Ator. São Paulo: Perspectiva. 2005. SPOLIN, Viola. Jogos Teatrais: o fichário de Viola Spolin. Perspectiva, 2001 11. DISCIPLINA: ESTÉTICA E FILOSOFIA DA ARTE Carga Horária: 80h Ementa: A análise filosófica dos problemas estéticos. O objeto e os limites da estética. A experiência estética e seu valor. As relações entre intencionalidade e estética. A crítica artística a violação dos Direitos Humanos BÁSICA: PAREYSON, Luigi. Os problemas da estética. São Paulo: Martins Fontes, 1984. SCHILLER, F. Educação Estética do Homem. São Paulo: Iluminuras, 1996. SCHELLING, F. Filosofia da Arte. São Paulo: Edusp, 2004 COMPLEMENTAR: 28 HEGEL, G. W. Estética. São Paulo: Edusp, 2002 (2 volumes). NUNES, Benedito. Introdução à Filosofia da Arte. São Paulo. Ática, 1991. 12. DISCIPLINA: PRÁTICA DO ENSINO DE ARTES I - ENSINO DE TEATRO Carga Horária: 40h Ementa: Teatro de boneco. Teatro de sombras. Teatro de máscaras. Jogos teatrais. BÁSICA: SPOLIN, Viola. Jogos Teatrais: o fichário de Viola Spolin. Perspectiva, 2001. JAPIASSU, Ricardo. Metodologia do Ensino de Teatro. Papirus, 2001 MORAS, Ingrid. Fantoches, bonecos articulados e cia. de papel. Paulinas, 1998 COMPLEMENTAR: SHEPHERD, Nellie. Aula de arte: fantoches. Civilização, 2005 MACHADO, Irley. TELLES, Narciso. Teatro: Ensino, Teoria e Pratica. Uberlândia: Edufu, 2005. SÃO PAULO (ESTADO). Proposta Curricular do Estado de São Paulo: Arte. Coord. Maria Inês Fini. São Paulo: SEE, 2008 3º PERÍODO 13. DISCIPLINA: FUNDAMENTOS DO ENSINO DE ARTES. Carga Horária: 80h Ementa: Mudanças nos paradigmas da arte-educação. Ana Mae Barbosa e a abordagem triangular. Arthur D. Efland e a questão estética. Arte e linguagem. BÁSICA: BARBOSA, Ana Mae. Tópicos Utópicos. Belo Horizonte: C/ARTE, 1998. BARBOSA, Ana Mae (org). Arte/Educação: Leitura no subsolo. São Paulo: Cortez, 2005. BARBOSA, Ana Mae (org). Inquietações e mudanças no ensino de arte. São Paulo: Cortez, 2002. COMPLEMENTAR: PAREYSON, Luigi. Os problemas da estética. São Paulo: Martins Fontes, 1984. BARBOSA, Ana Mae (org). Arte/Educação contemporânea: consonâncias internacionais. São Paulo: Cortez, 2005a. 14. DISCIPLINA: METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA I Carga Horária: 40h Ementa: O que é pesquisa. A importância da pesquisa par o meio científico. Métodos e Técnicas de Pesquisa. Levantamento e Organização do Material. Etapas da Pesquisa. Pesquisa em Ensino de Artes Visuais. Pesquisa sobre Ensino de Artes Visuais. BÁSICA: BRITES, Blanca; TESSLER, Élida.(org.). O meio como ponto zero: metodologia da pesquisa em artes visuais. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2002. FRANÇA, Júnia Lessa. Manual para normalização de publicações técnico-científicas. 7.ed. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2004. SILVA, Ângela Maria (org.). Guia para normalização de trabalhos técnico-científicos. Uberlândia: EDUFU, 2006. COMPLEMENTAR: SALOMON, Décio Vieira. Como fazer uma monografia. 6. ed. Belo Horizonte: Interlivros, 1978. ZAMBONI, Silvio. A pesquisa em arte: um paralelo entre ciência e arte. 3ª ed. Campinas: Autores Associados, 2006 (Coleção Polêmica do Nosso Tempo, 59). 15. DISCIPLINA: HISTÓRIA DA DANÇA Carga Horária: 80h Ementa: Estudo histórico das obras coreográficas produzidas no Brasil do período pré-história ao século XV. Estudo histórico das obras coreográficas produzidas no Brasil do século XVI ao XIX. Estudo histórico das obras coreográficas produzidas no Brasil do século XIX ao XX. Estudo histórico das obras coreográficas de arte produzidas no Brasil no século XXI. 29 BÁSICA: PORTINARI, Maribel. História da Dança. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 1989. BELTRAN, Margarita Wirz. Dança Contemporânea. Limusa. 1988. ELLMERICH, Luis. História da Dança. São Paulo: Companhia Nacional. 1988. COMPLEMENTAR: FARO, Antônio José. Dicionário de Balé e Dança. Zahar. Rio de Janeiro. 1989. FARO, Antônio José. Pequena História da Dança. Jorge Zahar. 2001. 16. DISCIPLINA: LABORATÓRIO DE DANÇA E EXPRESSÃO CORPORAL Carga Horária: 80h Ementa: Noções básicas de postura de tronco, membros inferiores e superiores da dança. Prática de execução de movimentos segundo o espaço. Prática de execução de movimentos segundo o tempo. Prática de execução de movimentos segundo o peso e a fluência. BÁSICA: LABAN, Rudolf. Dança educativa moderna. São Paulo: Íconce. 1990 LABAN, Rudolf. O domínio do movimento. Rio de Janeiro: Summus. 1971. NANNI, Dionísia. Dança: Princípios, métodos e técnicas. Rio de Janeiro: Sprint, 1998. COMPLEMENTAR: FELDENKRAIS, Moshe. Consciência pelo movimento. São Paulo: Summus. 1977. RENGEL, Lenira. Dicionário Laban. Annablume. 2003. 17. DISCIPLINA: HISTÓRIA DA ARTE-EDUCAÇÃO. Carga Horária: 80h Ementa: Os processos tradicionais de transmissão de saberes na produção artística indígena brasileira. O sistema de ensino jesuíta e processo de aculturação indígena. A Missão Francesa e a instituição do sistema de ensino oficial de Artes. A Academia Imperial de Belas Artes e o ensino elitista. O Liceu de Artes e Ofícios e aproximação entre arte e a educação popular. O ensino de arte nos quilombos. Abolição da escravatura e início do processo de respeitabilidade do trabalho manual. John Dewey e a experimentação psicológica e o ensino do desenho. Pressões e mudanças causadas pela ditadura militar. A redemocratização do ensino de artes. Ana Mãe Barbosa e abordagem triangular de ensino. BÁSICA: BARBOSA, Ana Mae. Arte-educação no Brasil: das origens ao modernismo. São Paulo: Perspectiva, 1978. BARBOSA, Ana Mae (org.) História da arte-educação. São Paulo: Max Limonad, 1986. BARBOSA, Ana Mae. Ensino de arte: memória e historia. São Paulo: Perspectiva, 2008. COMPLEMENTAR: GISA, Picosque; Guerra, Maria Terezinha Telles; MARTINS, Mirian Celeste Ferreira Dias. Didática do ensino de arte: a linguagem do mundo: poetizar, fruir e conhecer. São Paulo: FTD, 1998. BARBOSA, Ana Mae. John Dewey e o ensino de arte no Brasil. 3ed. São Paulo: Cortez, 2001. 18. DISCIPLINA: INTRODUÇÃO A LINGUAGEM DE SINAIS BRASILEIRA - LIBRAS Carga Horária: 40h Ementa: As implicações da surdez. Soletrar. Conceito gramatical. Prática linguística. BÁSICA: GESSER, Audrei. LIBRAS: que língua é essa. Parábola, 2009. QUADROS, Ronice Muller de; KARNOPP, Lodenir Becker. Língua de Sinais Brasileira: Estudos linguísticos. Artmed, 2004. FRIZANCO, Mary Lopes Esteves; HONORA, Marcia. Livro ilustrado de Língua Brasileira de Sinais I. Ciranda Cultural, 2009. COMPLEMENTAR: BRANDÃO, Flávia. Dicionário Ilustrado de LIBRAS. Global, 2011. 30 Capovilla, F. C.; Raphael, W. D.; & Mauricio, A. C. Novo dicionário enciclopédico ilustrado trilíngue da Língua de Sinais Brasileira (Novo Deit-Libras). São Paulo: Artes Médicas, 2008. 19. DISCIPLINA: PRÁTICA DE ENSINO DE ARTES II - ENSINO DE DANÇA E EXPRESSÃO CORPORAL Carga Horária: 40h Ementa: Práticas pedagógicas do movimento humano. Rodolf Laban e a consciência corporal do aluno. Labanotação. Expressão corporal em relação ao tempo e ao espaço. Planejamento e avaliação de atividades do movimento humano. BÁSICA: GARAUDY, R. Dançar a vida. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1980. HASELBACH, B. Dança, improvisação e movimento: Expressão corporal na educação física. Rio de janeiro: Ao Livro Técnico, 1989. LABAN, R. Domínio de movimento. 5. ed. São Paulo: Summus, 1978. COMPLEMENTAR: MARQUES, I. Dançando na escola. São Paulo: Cortez, 2003. OSSONA, P. A educação pela dança. São Paulo: Summus, 1988. SÃO PAULO (ESTADO). Proposta Curricular do Estado de São Paulo: Arte. Coord. Maria Inês Fini. São Paulo: SEE, 2008 4º PERÍODO 20. DISCIPLINA: PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO Carga Horária: 80h Ementa: Visão histórico-conceitual da psicologia como ciência e sua contribuição à área educacional. Princípios da aprendizagem de base empirista, racionalista e inter-racionalista. Problemas de aprendizagem. Interação professor/aluno. BÁSICA: CAMPOS, Dinah M. de S. Psicologia e Desenvolvimento humano. Petrópolis - RJ: Vozes, 1997. HERNADEZ, Fernando. Transgressão e mudanças na educação. Porto Alegre: ArtMed, 2002. VYGOTSKY, L. S. Linguagem e Desenvolvimento e Aprendizagem. São Paulo: Papirus, 2001. COMPLEMENTAR: PERRENOUD, Philippe. Ensinar: Agir na urgência, decidir na incerteza. Porto Alegre: ArtMed, 2000. SACRISTAN, Gimeno. Compreender e transformar o ensino. Porto Alegre: ArtMed, 2000. 21. DISCIPLINA: LABORATÓRIO DE MÚSICA Carga Horária: 80h Ementa: Fundamentos da música. Desenvolvimento da percepção auditiva. Expressão Rítmica. Organologia. BÁSICA: CANDÉ, R. A música, linguagem estrutura, instrumentos. Lisboa: Edições 70, 1983. BENNET, Roy Instrumentos da Orquestra, Rio de Janeiro, Zahar, 1988 Lacerda, O. Teoria Elementar Na Música. São Paulo: Ricordi, 1995. COMPLEMENTAR: AKOSCHKY, J.; VIDELA, M. Iniciação a flauta doce. São Paulo: Ricordi, 1985. BEINEKE, V. ; FREITAS, Sérgio Paulo Ribeiro de. Lenga la Lenga: jogos de mãos e copos. Lisboa: Crescer com a Música - Educação e Cultura, 2009. 22. DISCIPLINA: HISTÓRIA DA MÚSICA. Carga Horária: 80h Ementa: Produção musical da Idade Antiga e Medieval. Produção musical do Renascimento e do Barroco. Produção musical do Classicismo e Romantismo. Produção musical Pós-romantismo: séculos XX e XXI. 31 BÁSICA: GROUT, Donald J. PALISCA, Claude V. História da música ocidental. 2 ed. Lisboa: Gradiva, 2001. BENNET, Roy, Uma Breve História da Música, Rio de Janeiro, Zahar, 1989 GRIFFITHS, P. A música moderna: uma história concisa e ilustrada de Debussy a Boulez. Rio de Janeiro: Zahar, 1987. COMPLEMENTAR: CANDÉ, Roland de. História universal da música. São Paulo: Martins Fontes, 2001. BARRAUD, H. Para compreender as músicas de hoje. São Paulo: Perspectiva, 1968. 23. DISCIPLINA: LABORATÓRIO DE ARTES VISUAIS III - FOTOGRAFIA Carga Horária: 80h Ementa: Princípio da câmara escura. Tipos de máquinas. Tipos de lentes. Tipos de acessórios. O ato de fotografar. Tipos de flash. Recursos e técnicas de iluminação. BÁSICA: BARTHES, Roland. A Câmera Clara. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1984. FABRIS, Annateresa (org.). Fotografia: usos e funções no século XIX. São Paulo: Editora da USP, 1998. KUBRUSLY, Claudio Araujo. O que e fotografia. São Paulo: Brasiliense, 1991. COMPLEMENTAR: KOSSOY, Boris. Realidades e ficções na trama fotográfica. São Paulo: Ateliê editorial, 1999. SAMAIN, Etienne (org.). O fotógrafo. São Paulo: Hucitec, 1998. 24. DISCIPLINA: METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA II Carga Horária: 40h Elaboração de um projeto de pesquisa. O objeto da pesquisa. A justificativa da pesquisa. O objetivo da pesquisa. O método da pesquisa. Os recursos necessários. Os instrumentos da coleta de dados. A análise dos dados. A conclusão da pesquisa. A elaboração de referências. A normatização exigida pela ABNT BÁSICA: BRITES, Blanca; TESSLER, Élida.(org.). O meio como ponto zero: metodologia da pesquisa em artes visuais. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2002. FRANÇA, Júnia Lessa. Manual para normalização de publicações técnico-científicas. 7.ed. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2004. SILVA, Ângela Maria (org.). Guia para normalização de trabalhos técnico-científicos. Uberlândia: EDUFU, 2006. COMPLEMENTAR: SALOMON, Décio Vieira. Como fazer uma monografia. 6. ed. Belo Horizonte: Interlivros, 1978. ZAMBONI, Silvio. A pesquisa em arte: um paralelo entre ciência e arte. 3ª ed. Campinas: Autores Associados, 2006 (Coleção Polêmica do Nosso Tempo, 59). 25. DISCIPLINA: PRÁTICA DE ENSINO DE ARTES III - ENSINO DE EXPRESSÃO MUSICAL Carga Horária: 40h Ementa: O ensino da música na educação: a linguagem musical. Aspectos metodológicos do ensino da música na educação infantil. Aspectos metodológicos do ensino da música no ensino Fundamental. Aspectos metodológicos do ensino da música no ensino Médio. BÁSICA: SCHAFER, Murray. O Ouvido Pensante. São Paulo: Ed. da Unesp, 1991. PENNA, Maura. Reavaliações e buscas em musicalização. São Paulo: Loyola, 1990. MATEIRO, Teresa; ILARI, Beatriz. Pedagogias em Educação Musical. Curitiba: IBPEX, 2011. COMPLEMENTAR: COSTTA, Silvio. Educação Sonora e Musical: Oficina De Sons. Paulinas, 2012. PAZ, Ermelinda. Pedagogia Musical Brasileira no Século XX: metodologias e tendências. Brasília: MusiMed, 2000. 32 SÃO PAULO (ESTADO). Proposta Curricular do Estado de São Paulo: Arte. Coord. Maria Inês Fini. São Paulo: SEE, 2008 5º PERÍODO 26. DISCIPLINA: FUNDAMENTOS DA CRÍTICA DE ARTES Carga Horária: 40h Ementa: História da crítica da Arte. O papel da crítica na sociedade pós-moderna. A crítica da arte à história da arte. A critica da arte à crise da representação na contemporaneidade. A crítica artística ao contexto da contemporaneidade. BÁSICA: COLI, Jorge. O que é arte. 15 ed. São Paulo: Brasiliense, 1995. ARGAN, Giulio Carlo. Arte e crítica da Arte. Lisboa: Estampa, 1988. BARTHES, Roland; NOVAES, Léa Porto de Abreu. O óbvio e o obtuso: ensaios críticos III. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1996. COMPLEMENTAR: GULLAR, Ferreira. Argumentação contra a morte da arte. 8 ed. Rio de Janeiro: Revan, 2003. ECO, Umberto. Obra aberta: forma e indeterminação nas poéticas contemporâneas. 9 ed. São Paulo: Perspectiva, 2003. 27. DISCIPLINA: TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I Carga Horária: 40h Ementa: Elaboração do projeto de pesquisa a ser elaborado no formato de monografia para a conclusão de curso. BÁSICA: BRITES, Blanca; TESSLER, Élida.(org.). O meio como ponto zero: metodologia da pesquisa em artes visuais. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2002. FRANÇA, Júnia Lessa. Manual para normalização de publicações técnico-científicas. 7.ed. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2004. SILVA, Ângela Maria (org.). Guia para normalização de trabalhos técnico-científicos. Uberlândia: EDUFU, 2006. COMPLEMENTAR: SALOMON, Décio Vieira. Como fazer uma monografia. 6. ed. Belo Horizonte: Interlivros, 1978. ZAMBONI, Silvio. A pesquisa em arte: um paralelo entre ciência e arte. 3ª ed. Campinas: Autores Associados, 2006 (Coleção Polêmica do Nosso Tempo, 59). 28. DISCIPLINA: LABORATÓRIO DE ARTES VISUAIS V – GRAVURA E ESCULTURA Carga Horária: 80h Ementa: Fundamentos das técnicas de gravura. Suportes tradicionais empregados na produção de gravuras. Técnicas de gravura: confecção de matriz; cópia e impressão. O emprego de suportes experimentais na produção contemporânea de gravuras. Fundamentos da técnica de escultura. Suportes tradicionais empregados na produção de esculturas. Ferramentas de produção. O emprego de suportes experimentais na produção contemporânea de esculturas. BÁSICA: ________ A moderna gravura brasileira: catálogo da exposição. Rio de Janeiro: Biblioteca Nacional, 1974. Disponível em: << http://objdigital.bn.br/acrevo_digital/div_iconografia/icon452459.pdf >> Acesso em: 28 set. 2014. BOSSE, Abraham. Tratado da gravura a água-forte, e a buril, e em maneira negra com o modo de construir as prensas modernas e de imprimir em talho doce. Lisboa: Na Typographia chalcographia, typoplastica e litteraria do Arco do Cego, 1801. Disponível em: << http://objdigital.bn.br/acervo_digital/div_iconografia/icon395092.pdf >> Acesso em: 28 set. 2014. CORBETTA, Glória. Manual do escultor: um guia com técnicas escultóricas. 2 ed. Age, 2003 33 COMPLEMENTAR: CATAFAL, Jordi; OLIVA, Clara. A gravura. Lisboa: Estampa, 2013. CHIARELLI, Tadeu; MACHADO, Anibal M.; SALZTEIN, Sônia. Matrizes do expressionismo no Brasil: Abramo, Goeldi e Segall. São Paulo: Museu de Arte Moderna de São Paulo, 2000. CHIARELLI, Tadeu. Amilcar de castro: corte e dobra. COSAC NAIFY, 2003. 29. DISCIPLINA: LEGISLAÇÃO E ORGANIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO BÁSICA Carga Horária: 80h Ementa: Análise contextual da atual legislação básica e complementar da educação. Estudo da organização política, administrativa e pedagógica do sistema educacional brasileiro. Análise contextual da Educação na Constituição Federal de 1988. Análise contextual da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Estudo do Plano Nacional de Educação. Estudo do Plano Estadual de Educação do Estado de São Paulo. Estudo do Plano Municipal de Educação de Ribeirão Preto. Estudo dos Parâmetros Curriculares Nacionais de Arte. Estudo das Diretrizes Curriculares Nacionais de Graduação em Artes Visuais. Estudo do Plano Nacional de Educação em Direitos Humanos. Estudo do Estatuto da Criança e do Adolescente. Estudo da política nacional de educação ambiental. Estudo da política municipal de educação ambiental. BÁSICA: BRZESZINSKI, Íria. LDB/1996: Uma década de perspectivas e perplexidades na formação de profissionais da educação. In: BRZESZINSKI, I. (Org.). LDB Dez anos depois: reinterpretação sob diversos olhares. São Paulo: Cortez, 2008. CARNEIRO, Moaci Alves. LDB fácil: leitura crítico-compreensiva, artigo a artigo. 17. ed. Atualizada. Petrópolis. Rio de Janeiro: Vozes, 2010. BRASIL. Parâmetros curriculares Nacionais: Arte. Brasília, MEC, 1997 COMPLEMENTAR: FERREIRA, Luiz Antonio Miguel. O Estatuto da Criança e do adolescente e professor: reflexos na sua formação e atuação. São Paulo: Cortez, 2008 OLIVEIRA, I. B de & GONDRA, J.G. Centralização, omissões e dubiedades na organização da educação nacional. In: ALVES, N.; VILLARD, R. (orgs). Múltiplas leituras da nova LDB. Rio de Janeiro: Dunya, 1997 30. DISCIPLINA: SABERES ESTÉTICOS E CULTURAIS Carga Horária: 40h Ementa: Estudo das manifestações expressivas no contexto das diferentes culturas: ocidental e oriental. Estudo das manifestações expressivas no contexto das etnias que originaram a cultura brasileira: branca, negra, indígena e asiática. Estudo de leituras históricas da presença indígena e negra na constituição da cultura brasileira do período colonial e imperial do país. Estudo das manifestações expressivas e as questões éticas, raciais e de gênero. Estudo dos aspectos artístico, histórico e social da cultura popular brasileira. Aspectos artístico, histórico e social da cultura popular regional. BÁSICA:. CANCLINI, Néstor Garcia. Culturas Híbridas. São Paulo, 1997. HERNDADEZ F. Cultura Visual, mudança educativa e projeto de trabalho. Porto Alegre: ARTMED, 2000. SANTA ROSA, Nereide Schilaro. Arte e Raízes. (coleção). São Paulo, Moderna, 2001. COMPLEMENTAR: GASSET, O. J. A Desumanização da Arte. 3 ed. São Paulo: Cortez, 2001. SANTAELLA, Lúcia. Arte e cultura: equívocos do elitismo. 3ed. São Paulo: Cortez, 1995. 31. DISCIPLINA: PRÁTICA DE ENSINO DE ARTES IV - ENSINO DE ARTES VISUAIS. Carga Horária: 40h 34 Ementa: Produção poética, nutrição estética e repertório pessoal. Espaço, elementos visuais, suporte e materiais expressivos. Ensino de desenho, pintura e escultura. Processos de criativos e formas de avaliação. BÁSICA: BARBOSA, Ana Mae; CUNHA, Fernanda Pereira. Abordagem Triangular no Ensino Das Artes e Culturas Visuais. Cortez, 2010 BARBOSA, Ana Mae. Teoria e prática da educação artística. São Paulo: Cultrix, 1984. MARTINS, Mirian Celeste, PICOSQUE, Gisa, GUERRA, M. Terezinha T. Didática do ensino de arte: a língua do mundo: poetizar, fruir e conhecer arte. São Paulo: FTD, 1998. COMPLEMENTAR: MARTINS, Miriam Celeste. A aprendiz da Arte: trilhas do sensível olhar pensante. São Paulo: Espaço pedagógico, 1992. BUENO, Luciana Estevan Barone. Linguagem das Artes Visuais. IBPEX, 2012. SÃO PAULO (ESTADO). Proposta Curricular do Estado de São Paulo: Arte. Coord. Maria Inês Fini. São Paulo: SEE, 2008 6º PERÍODO 32. DISCIPLINA: LABORATÓRIO DE AUDIOVISUAL - CINEMA E VÍDEO Carga Horária: 80H Ementa: Introdução à história do cinema e do vídeo. As diferentes escolas e seu desenvolvimento. A linguagem cinematográfica. O estudo da televisão e do vídeo como processo de comunicação visual. BÁSICA: EISNER, Lotte H; INSTITUTO GOETHE. A tela demoníaca: as influências de Max Reinhardt e do expressionismo. 2 ed. São Paulo: Paz e Terra; Instituto Goethe, 2002. CAPELATO, Maria Helena. História e cinema: dimensões históricas do audiovisual. São Paulo: Alameda, 2007. SADOUL, Georges. História do cinema mundial. Lisboa: Livros Horizonte, 1983. COMPLEMENTAR: CARRIÈRE, Jean-Claude. A linguagem secreta do cinema. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1995. LAWSON, John Howard. O processo de criação no cinema. Rio de Janeiro: Civilização, s/d. 33. DISCIPLINA: ARTE CONTEMPORÂNEA Ementa: Principais representantes da arte contemporânea. Processos empregados nas produções artísticos contemporâneas. Hibridismo e a incorporação tecnológica. A arte contemporânea e a crítica artística às questões éticas, raciais e de gênero. BÁSICA: ARCHER, Michael. Arte contemporânea: uma história concisa. São Paulo: WMF Martins, 2012. Fontes, 2001. CAUQUELIN, Anne. Arte contemporânea: uma introdução. São Paulo: Martins Fontes, 2005. CZARNOBAI, André; KLEIN, Jacky; KLEIN, Suzy. O que é arte contemporânea. Claro Enigma, 2012. COMPLEMENTAR: ARGAN, Giulio Carlo. Arte moderna: do iluminismo aos movimentos contemporâneos. São Paulo: Companhia das Letras, 1992. BIDENT, Christophe; KIFFER, Ana; REZENDE, Renato. Experiência e arte contemporânea. Circuito, 2012. 34. DISCIPLINA: TECNOLOGIAS CONTEMPORÂNEAS DE PRODUÇÃO E EDIÇÃO DE IMAGEM I - PHOTOSHOP E CORELDRAW Carga Horária: 80h Ementa: Manipulação das ferramentas de desenho, contorno e preenchimento. Técnicas de ilustração e pintura digital. Utilização de Filtros. Técnicas de Pintura e sombreamento. Técnicas 35 de desenho e tratamento imagens. Organização de objetos. Técnicas de edição, organização e tratamento de textos. Efeitos especiais e impressão de desenho. BÁSICA: ALTMAN, Rick. Dominando o CorelDraw 9: A Bíblia. São Paulo: Makron Books, 2000. ANDRADE, Marcos Serafim. Adobe Photoshop. São Paulo: Senac, 2013. BAUER, Peter. Photoshop CS4 para Leigos. Rio de Janeiro, Alta Books, 2009. COMPLEMENTAR: GOMES FILHO, João. Gestalt do Objeto. São Paulo: Escrituras, 2009. TOLLETT, John. Web design para não-designers. Rio de Janeiro, Ciência Moderna, 2001. 35. DISCIPLINA: ARTE E MEIO AMBIENTE Ementa: O valor e a função da arte na preservação do meio ambiente. A arte indígena brasileira e o emprego das fibras naturais no processo cestaria. O artesanato mineiro e o emprego das fibras naturais no processo de tecelagem. A economia marginal e a reciclagem das fibras de papel na produção de papel artesanal. A prática artística em consonância com a responsabilidade ambiental. O ensino de arte em consonância com a educação ambiental. BÁSICA: TOZONI-REIS, Marília Freitas de Campos. Educação ambiental: natureza, razão e história. Campinas. São Paulo: Autores Associados, 2004. RIBEIRO, Beta Gleizer. O artesão tradicional e seu papel da sociedade contemporânea. Brasília: Instituto Nacional do Folclore, 1983. DUARTE, Claudia Renata. Tecelagem manual no triangulo mineiro: a história e cultura material. EDUFU, 2009. COMPLEMENTAR: WATSON, David G. Como hacer papel artesanal. CELESTE, 1996. LEMOS, Celina. Aprenda a fazer cestaria. Rio de Janeiro: Tecnoprint, 1980. 36. DISCIPLINA: PATRIMÔNIO CULTURAL E CONSERVAÇÃO Carga Horária: 40h Ementa: Conceitos básicos relacionados à preservação de bens culturais. Causas de deterioração de obras de arte. Cuidados para a conservação de obras de arte. Embalagem, acondicionamento e montagens para arquivamento, exposição e transporte de obras de valor histórico e artístico. BÁSICA: BARROS, Alzira Costa; BARROS, Júlio Rodrigues; MARDEN, Sanzio. Restauração do Patrimônio Histórico. SENAI - SP, 2013. BRANDI, Cesare. Teoria da restauração. 4 ed. Ateliê, 2013. VIOLLET-LE-DUC, Eugene Emmanuel. Restauração. 4ed. Ateliê, 2013. COMPLEMENTAR: Duarte, Zeny. Conservação e a restauração de documentos na era pos-custodial. EDUFBA. 2014. FIGUEIREDO, João Cura D'ars junior. Química aplicada a conservação e restauração de bens culturais: uma introdução. São Jerônimo, 2012 37. DISCIPLINA: HISTÓRIA DA ARTE NO BRASIL Carga Horária: 40h Ementa: Estudo histórico das obras de arte produzidas no Brasil do período pré-cabralino ao período colonial. Estudo histórico das obras de arte produzidas no Brasil do século XVI ao XIX. Estudo histórico das obras de arte produzidas no Brasil do século XIX ao XX. Estudo histórico das obras de arte produzidas no Brasil no século XXI. BÁSICA: 36 AMARAL, Aracy A. Arte para que?: a preocupação social na arte brasileira 1930 - 1970: subsidio para uma história social da arte no Brasil. 3ed. São Paulo: Nobel, 2003. BARDI, Pietro Maria. História da Arte Brasileira. São Paulo: Melhoramentos, 1981. CHIARELLI, Tadeu. Arte Internacional Brasileira. São Paulo: Lemos Editorial, 1999. COMPLEMENTAR: ZANINI, Walter. História Geral da Arte no Brasil. São Paulo: Inst. Moreira Sales, 1983. ZILIO, Carlos. A Querela do Brasil: A Questão da Identidade da Arte Brasileira. Rio de Janeiro: Rellume, 1997. 38. DISCIPLINA: TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO II Carga Horária: 40h Ementa: Desenvolvimento da monografia de conclusão de curso. BÁSICA: BRITES, Blanca; TESSLER, Élida.(org.). O meio como ponto zero: metodologia da pesquisa em artes visuais. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2002. FRANÇA, Júnia Lessa. Manual para normalização de publicações técnico-científicas. 7.ed. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2004. SILVA, Ângela Maria (org.). Guia para normalização de trabalhos técnico-científicos. Uberlândia: EDUFU, 2006. COMPLEMENTAR: SALOMON, Décio Vieira. Como fazer uma monografia. 6. ed. Belo Horizonte: Interlivros, 1978. ZAMBONI, Silvio. A pesquisa em arte: um paralelo entre ciência e arte. 3ª ed. Campinas: Autores Associados, 2006 (Coleção Polêmica do Nosso Tempo, 59). 3.10. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO Segundo as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Artes Visuais (BRASIL, 2009) instituídas em 16 de Janeiro de 2009, o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) corresponde a uma componente curricular de caráter obrigatório para os cursos de licenciatura nesta modalidade artística. Ainda segundo as Diretrizes o Trabalho de Conclusão de Curso deve ser constituído pelos seguintes componentes: Uma monografia sobre um tema das Artes Visuais; Um projeto de curso a ser ministrado sobre esse tema; Uma apresentação a uma banca examinadora composta por professores e profissionais da área. 3.11. ATIVIDADES COMPLEMENTARES As Atividades Complementares um total de 200h na Matriz Curricular do Curso. Os componentes curriculares possibilitam o reconhecimento das habilidades, conhecimentos e competências do aluno, adquiridas fora do ambiente escolar, incluindo a prática de estudos e atividades independentes, transversais, opcionais, de interdisciplinaridade, especialmente nas relações com o mundo do trabalho e com as ações de extensão junto à comunidade. As Atividades Complementares constituem-se em componentes curriculares enriquecedores e implementadores do próprio perfil profissional, sem que se confundam com estágio curricular. 37 As Atividades Complementares se apresentam como práticas acadêmicas obrigatórias para todo aluno, não permitem dispensa e podem ser desenvolvidas sob múltiplas formas e são consideradas complementares porque compõem a carga horária mínima do curso, somam-se ao currículo, seu cumprimento é considerado requisito indispensável à conclusão do curso e priorizam o aprimoramento pessoal e profissional necessários para o enriquecimento da formação integral do aluno. São atividades promovidas pelo curso, pela FACULDADE DE RIBEIRÃO PRETO ou por qualquer outra instituição desde que devidamente comprovada, analisada e avaliada pelo curso. As atividades Complementares contam com o registro específico para o controle e gestão acadêmica, e o acompanhamento é feito pela coordenação de curso com o apoio da secretaria de coordenação. 3.12. ESTÁGIO CURRICULAR O estágio curricular é uma componente obrigatória do curso de Licenciatura em Artes e pode ser compreendido como o eixo articulador entre teoria e prática. É a oportunidade em que o aluno entra em contato direto com a realidade profissional em que irá atuar, para conhecê-la e também para desenvolver as competências e habilidades necessárias à aplicação dos conhecimentos teórico, metodológicos e tecnológicos trabalhados ao longo do curso. O estágio parte da reflexão sobre a prática docente articulada com sua função interventora. É uma atividade que deve elevar o nível de compreensão acerca da natureza e as relações que existem no trabalho pedagógico. A grande riqueza do estágio está na oportunidade do aluno construir uma consciência crítico-reflexiva sobre a realidade, com possibilidade de transformá-la. Deve propiciar o conhecimento, a reflexão e a análise do cotidiano da escola em todos os seus campos de atuação, assim como as ações educativas desenvolvidas na comunidade. O estágio supervisionado conta com o registro específico para o controle e gestão acadêmica. A gestão e o acompanhamento dessa atividade estão sob orientação da Diretoria Acadêmica junto ao Setor de Coordenação de Estágio Supervisionado. Nenhuma atividade de estágio poderá ser iniciada sem a aprovação da equipe responsável pela supervisão do estágio. Quanto à documentação do Estágio Curricular Supervisionado, o aluno deverá ao longo de todas as suas atividades de estágio, arquivar: Relatórios parcial e final de estágio. Este último deve conter conclusão, apontando pontos positivos e negativos das atividades desenvolvidas. Tais relatórios serão avaliados pelo professor supervisor do estágio; Documentos comprobatórios de suas atividades, sempre que haja necessidade; Documentos que comprovem o cumprimento das 400 horas-aula; 38 Fichas de estágio devidamente assinadas por pessoas determinadas e os relatórios deverão ser remetidos aos responsáveis, seguindo modelo definido pelo colegiado, em conjunto com o Núcleo de Estágio Supervisionado; Os documentos comprobatórios de horas de estágio deverão conter a assinatura e o carimbo do presidente ou diretor da instituição que está acolhendo o estagiário, bem como o carimbo da mesma. O estágio deverá ser concluído até ao último dia do período letivo do aluno, data em que deverá ser integralizada a pasta de estágio junto ao Núcleo de Estágio Supervisionado. 3.13. ADEQUAÇÃO DA METODOLOGIA DO PROCESSO DO ENSINO E DA APRENDIZAGEM A Metodologia do Processo de Ensino e da Aprendizagem segue o Regimento da Instituição como é descrito abaixo. DA AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO ESCOLAR NA GRADUAÇÃO Art. 68. A avaliação do desempenho escolar é feito por disciplina, incidindo sobre a frequência e o aproveitamento escolar, nos termos deste Regimento. Art. 69. A frequência às aulas e demais atividades escolares é obrigatória e permitida apenas aos alunos matriculados. § 1º - Independente dos demais resultados obtidos, é considerado reprovado na disciplina o aluno que não obtiver frequência de, no mínimo de 75 % das aulas e demais atividades realizadas, exceto no ensino a distância. § 2º - A verificação e o registro de frequência são de responsabilidade do professor e seu controle, para efeito do parágrafo anterior, da Secretaria Acadêmica. § 3º - O aluno poderá requerer junto à Secretaria Acadêmica, nos prazos fixados no Calendário Escolar, a realização de prova repositiva, a fim de concluir uma das avaliações componentes da média semestral que não tenha sido avaliado. § 4º - O aluno convocado para integrar o Conselho de Sentença em Tribunal do Júri, Prestar Serviço Militar obrigatório ou Serviço da Justiça Eleitoral, assim como portadores de doenças infecto - contagiosas e gestantes têm direito a atendimento especial na forma da legislação em vigor. Art. 70 - A aferição do rendimento escolar de cada disciplina é feita através de notas inteiras de zero a dez, permitindo-se a fração de 5 décimos. 39 Art. 71. O aproveitamento escolar é avaliado pelo acompanhamento contínuo do aluno e dos resultados por ele obtidos nas provas, trabalhos, exercícios escolares e outros e, caso necessário, no exame final. § 1º - Dentre os trabalhos escolares de aplicação, há pelo menos uma avaliação escrita em cada disciplina no bimestre. § 2º - O professor pode submeter os alunos a diversas formas de avaliação, tais como: projetos, seminários, pesquisas bibliográficas e de campo, relatórios, cujos resultados podem culminar com atribuição de uma nota representativa de cada avaliação bimestral. § 3º - Em qualquer disciplina, os alunos que obtiverem média semestral de aprovação igual ou superior a sete (7,0) e frequência igual ou superior a setenta e cinco por cento (75%) são considerados aprovados. § 4º - É promovido ao semestre seguinte, o aluno aprovado em todas as disciplinas do período cursado, admitindo-se ainda a promoção com dependência de até três disciplinas no semestre. Seção I Do Exame Final Art. 72. O exame final será aplicado ao aluno que obtiver média semestral inferior a sete (7,0), e não inferior a três (3,0). § 1º - O resultado final não poderá ser inferior a cinco (5,0), correspondendo ao cálculo aritmético entre a média semestral e a nota do exame final. § 2º - O aluno que obtiver média semestral menor que 3,0 (três) ou média final menor que 5,0 (cinco) será reprovado. 3.13.1. Coerência dos procedimentos de avaliação da aprendizagem do aluno com a concepção do curso A avaliação possui caráter formativo e processual, ou seja, integra o processo de formação, uma vez que possibilita diagnosticar lacunas no processo ensino-aprendizagem, visando ao desenvolvimento das competências previstas no perfil desejado para o egresso do curso. Será realizada na perspectiva de tomadas de decisão a respeito da condução do trabalho pedagógico. Nesta perspectiva, tanto servirá ao aluno para autorregular a própria aprendizagem, quanto ao professor para diagnosticar e planejar estratégias para diferentes situações. Dessa forma, o conhecimento dos critérios utilizados e a análise dos resultados e dos instrumentos de avaliação e autoavaliação são imprescindíveis, pois favorece a consciência do 40 professor em formação sobre o seu processo de aprendizagem, condição para esse investimento. Diferentes métodos e instrumentos serão utilizados nos processos de avaliação, tais como: a) Autoavaliação (o aluno observa e descreve seu desenvolvimento e dificuldades); b) Testes e provas de diferentes formatos (desafiadores, cumulativas, com avaliação aleatória); c) Mapas Conceituais (organização pictórica dos conceitos, exemplos e conexões percebidos pelos alunos sobre um determinado assunto) viabilizando a comparação dos processos de aprendizagem, evolução do conceito físico (relações implicativas na ligação de conceitos); d) Vê Epistemológico de Gowin (um método que ajuda a entender a estrutura do conhecimento e os modos nos quais os humanos o produzem) habilitando a ordenação de saberes frente à composição de textos científicos tais como monografias e trabalhos de conclusão de curso; e) Trabalhos individuais e coletivos; f) Atividades de culminância (projetos, monografias, seminários, exposições). Os mapas conceituais são adotados como instrumento didático, no qual é representada a hierarquia e ligações entre os conceitos de uma área de conhecimento ou a evolução dos conceitos pelo aluno. No entanto, o mapa não dispensa a explicação do professor e deve ser explicado por seus autores. Além disso, os mapas conceituais fazem parte do processo avaliativo quando se foca a aprendizagem no aluno. Durante este processo avaliativo, torna-se mais evidente a aquisição de habilidades e competências, deixando de ser apenas uma estratégia verificadora (como nos casos das provas escritas tradicionais) e passa a fazer parte da construção da aprendizagem significativa. Através da explicação do mapa pelo aluno, é possível aferir, qualitativamente, a maneira como o conteúdo lecionado pode estar organizado na estrutura cognitiva do aluno no momento em que ele o construiu. O próprio aluno, durante a explicação, adquire novos conhecimentos naquilo que poderíamos chamar currículo oculto, uma vez que, por estar interagindo com o professor e colegas, pode perceber conceitos relevantes antes ignorados. O enfoque agora se volta para a evolução conceitual nos mapas construídos ao longo do processo, evidenciando uma avaliação global e atemporal, na medida em que não se efetiva apenas pela quantificação, nestas circunstâncias, possibilita-se uma autoavaliação por parte do estudante. Ao perceber uma dificuldade exacerbada em sua construção, poderá chegar à conclusão que não teve a aprendizagem que se desejava sobre os conteúdos discutidos. À medida que esta dificuldade na construção for minimizada, o próprio aluno perceberá sua evolução conceitual 41 sobre os assuntos abordados. Mesmo que o aluno não construa seus próprios mapas, o professor pode construí-los partindo de dados de provas escritas ou entrevistas. Estes mapas construídos pelo professor o auxiliarão na visualização da estrutura cognitiva do aluno e, desta forma, na avaliação da maneira mais apropriada à evolução conceitual e mais adequada aos objetivos de ensino. 3.14. APOIO AO DISCENTE O Programa de Apoio ao discente vem sendo desenvolvido pela própria Coordenação, especialmente quando o aluno apresenta dificuldades quanto ao processo de adaptação ao cotidiano da vida acadêmica. - equipe de apoio – FIES, - apoio psicopedagógico, - engajamento do professor e aluno, - responsabilidade coletiva em relação às ações de nivelamento propostas a favor da plenificação curricular; - avaliação do rendimento escolar, - atendimento individual. - encaminhamentos ao mercado de trabalho - ação interlocutora entre os alunos e a direção. O Programa de Atendimento ao Discente orienta ações de efetivo envolvimento do aluno nos processos de aprendizagem, além dos esclarecimentos, encaminhamentos e acompanhamentos sobre os procedimentos de estudo para o alcance das competências de formação, apontadas especialmente no perfil de formação do ingressante. Surge com isto o “Programa de Nivelamento” com o objetivo de suprir as dificuldades dos alunos, especialmente no 1o. Ano, em consequência de falhas do ensino básico e até mesmo devido ao afastamento escolar por longo período de tempo. Essa deficiência na formação acadêmica interfere no desempenho do aluno em várias disciplinas, comprometendo muitas vezes o trabalho do curso e muitas vezes provocando desmotivação no aluno para continuar seus estudos com as disciplinas de Matemática e Língua Portuguesa. - todos professores, independente da disciplina, fornecem um embasamento teórico e prático para as atividades acadêmicas, a comunicação escrita e oral e fazem uma revisão de maneira contínua dos elementos gramaticais; - as unidades de ensino propostas no planejamento, em alguns momentos sofrem alterações na ordenação inicialmente proposta, quando o professor percebe a necessidade dessa adequação; - as atividades de formação complementares articuladas com o ensino, têm sido uma forma de exigir maior empenho e participação, o que favorece a atualização do aluno; - a disponibilidade dos laboratórios de informática tem facilitado o acesso às informações, especialmente para os alunos que não dispõem desse recurso. 42 3.14.1. Apoio pedagógico Equipe de apoio – FIES; Apoio psicopedagógico; Engajamento do professor e aluno; Responsabilidade coletiva em relação às ações de nivelamento propostas a favor da plenificação curricular, - avaliação do rendimento escolar, - atendimento individual; Encaminhamentos ao mercado de trabalho - ação interlocutora entre os alunos e a direção. O Programa de Atendimento ao Discente orienta ações de efetivo envolvimento do aluno nos processos de aprendizagem, além dos esclarecimentos, encaminhamentos e acompanhamentos sobre os procedimentos de estudo para o alcance das competências de formação, apontadas especialmente no perfil de formação do ingressante. Todos os professores, independente da disciplina, fornecem um embasamento teórico e prático para as atividades acadêmicas, a comunicação escrita e oral e fazem uma revisão de maneira contínua dos elementos gramaticais. As unidades de ensino propostas no planejamento, em alguns momentos sofrem. Alterações na ordenação inicialmente proposta, quando o professor percebe a necessidade dessa adequação. As atividades de formação complementares articuladas com o ensino têm sido uma forma de exigir maior empenho e participação, o que favorece a atualização do aluno; A disponibilidade dos laboratórios de informática tem facilitado o acesso às informações, especialmente para os alunos que não dispõem desse recurso. 3.14.2. Monitoria Os objetivos principais da monitoria são: Assessorar o professor nas atividades docentes; Possibilitar a interação entre docentes e discentes; Proporcionar ao monitor uma visão globalizada da disciplina a partir do aprofundamento, questionamento e sedimentação de seus conhecimentos; Desenvolver habilidades didático-pedagógicas e uma visão crítica sobre a metodologia do ensino; Contemplar e valorizar a formação acadêmica, promovendo um feedback da formação oferecida pelo curso; Possibilitar a ampliação e a participação discente em atividades acadêmicas, além de compor, de maneira singular, o exercício da gestão da sala de aula e /ou de outros processos acadêmicos. 43 Elevar significativamente, em teor de qualidade, a vida curricular do acadêmico imprimindo um importante diferencial no seu histórico escolar. O curso de Licenciado em Artes Visuais da AFARP contempla disciplinas que apresentam várias atividades práticas a serem desenvolvidas ao longo da graduação. Dessa forma, está em curso a implantação do projeto e a seleção de monitores. No final do período da monitoria, o discente recebe um Certificado do exercício de monitoria expedido pela própria Faculdade. 3.14.3. Atividades de nivelamento Estão previstas, no projeto do curso, atividades que visem monitorar o desempenho do aluno, com vistas à identificação de possíveis dificuldades de aprendizagem e consequente necessidade de nivelamento. Sabe-se que normalmente essas dificuldades se concentram nas áreas de Comunicação, Interpretação e Cálculo; o projeto prevê, portanto, aulas de reforço e atendimento especializado para minimizar tais questões. O “Programa de Nivelamento” da AFARP tem como objetivo suprir as dificuldades dos alunos, especialmente no 1o. Ano, em consequência de falhas do ensino básico e até mesmo devido ao afastamento escolar por longo período de tempo. Essa deficiência na formação acadêmica interfere no desempenho do aluno em várias disciplinas, comprometendo muitas vezes o trabalho do curso e muitas vezes provocando desmotivação no aluno para continuar seus estudos. 3.14.4. Atividades de Extensão A extensão é compreendida como toda atividade acadêmica realizada junto à comunidade, com o objetivo de apresentar-lhe os conhecimentos construídos na articulação entre o ensino e a pesquisa. Por outro lado, a captação das demandas e necessidades da sociedade permite orientar a produção e o desenvolvimento de novos conhecimentos, criando uma relação dinâmica entre a comunidade acadêmica e seu contexto social. As atividades de extensão promovidas pelo Curso poderão ser classificadas em: a) cursos: são os cursos ministrados no âmbito da AFARP e que respondem a demandas não atendidas pela atividade regular do ensino formal de graduação ou de pós-graduação. Os cursos são predominantemente presenciais; b) eventos: são atividades de curta duração, como palestras, seminários, exposições, congressos, entre outras, que contribuem para a disseminação do conhecimento. c) prestação de serviços: realização de parcerias, atividades assistenciais e outras atividades não incluídas nas modalidades anteriores, que utilizam recursos humanos e materiais da AFARP. d) programas especiais: compreendem atividades de duração determinada que inicialmente não se enquadram nos moldes anteriores e que são criados mediante demanda significativa. 44 3.15. AÇÕES DECORRENTES DOS PROCESSOS DE AVALIAÇÃO DO CURSO A avaliação é parte integrante do processo educativo da Faculdade, uma vez que possibilita diagnosticar questões relevantes, aferir os resultados alcançados, considerando os objetivos e as competências propostas, e identificar mudanças no percurso que sejam eventualmente necessárias. No encaminhamento da avaliação será considerado o processo de raciocínio, do pensamento da análise em oposição à memorização pura e simples. Para isso serão encaminhadas metodologias de ensino que permitam aos alunos produzir e criar, superando ao máximo a pura reprodução, já que se quer a formação de um homem que tenha capacidade de intervir na sociedade de forma criativa, reflexiva e transformadora. A avaliação, como parte integrante do processo ensino-aprendizagem terá caráter formativo, devendo ser concebida como diagnóstica, contínua, inclusiva e processual; deverá ainda priorizar os aspectos qualitativos sobre os quantitativos, considerando a verificação de competências, habilidades e atitudes. Será desenvolvida através de métodos e instrumentos diversificados, tais como: execução de projetos, relatórios, trabalhos individuais e em grupo, resolução de problemas, fichas de observação, provas escritas, simulação, autoavaliação, seminários e outros em que possam ser observadas as atitudes e os conhecimentos construídos e adquiridos pelo aluno. O acompanhamento e a observação do professor e dos resultados dos instrumentos de avaliação e autoavaliação aplicados explicitarão a aquisição das competências, habilidades e atitudes, bem como os estudos posteriores necessários para atingi-las. O registro quantitativo da avaliação será efetivado com base na orientação do Regimento Geral e regulamentação complementar, definida para cada nível de ensino. Na seleção de métodos e instrumentos observar-se-á: Se há correspondência com as competências e os objetivos previstos; Se a avaliação contempla os conhecimentos, habilidades, atitudes e valores requeridos para a formação do aluno; Se a avaliação integra os novos conteúdos aos já conhecidos; Se avaliação determina o significado e o sentido da aprendizagem; Se o processo contempla a autoavaliação dos alunos. 3.15. SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROJETO DE CURSO A avaliação do Curso orientar-se-á a partir de uma visão sistêmica com a finalidade de proporcionar um diagnóstico do desempenho e do atendimento aos objetivos do curso. A avaliação exerce o papel de manter uma cultura de gestão estratégica baseada na gestão de 45 informações para melhorias continuas da educação. Essa avaliação deverá ser, portanto, cíclica, criativa e renovadora de análise, interpretação e síntese das dimensões que definem o curso. Espera-se que a definição de indicadores no contínuo da avaliação possa assegurar que as decisões relativas ao curso sejam baseadas em informações sobre o desenvolvimento do mesmo nas suas múltiplas dimensões. É necessário que os atores educacionais tenham instrumentos para conhecer e compreender a realidade e para nela intervirem. Precisam conhecer as suas principais questões e aprender a construir a sua história a partir do comprometimento com os objetivos, resultados, performance da própria categoria; conhecer e refletir sobre a teia de relações sociais que o constituem; refletir sobre a dimensão cultural dos atores envolvidos e a importância dos conhecimentos, símbolos, costumes, expressões, atitudes e valores pessoais e profissionais que se encontram e se confrontam na materialidade cotidiana do curso. 3.15.1. Objetivo Geral O Sistema de Avaliação do Projeto de Curso tem o objetivo geral de avaliar o curso como um sistema integrado em suas atividades de ensino, processo de aprendizagem e gestão, respeitando as peculiaridades de seus objetivos e políticas pedagógicas, tendo como propósito estabelecer o perfil do profissional coerente com a demanda do contexto atual. 3.15.2. Objetivos Específicos O Sistema de Avaliação do Projeto de Curso também apresenta os seguintes objetivos específicos: Permitir o conhecimento sobre o desempenho do curso com relação aos objetivos definidos em seu Projeto Político-Pedagógico; Constituir um banco de informações sobre o perfil e o desempenho do ensino de do Curso; Instituir representações de todos os segmentos da Faculdade, docentes; discentes; servidores; e, representante da comunidade, para participar em comissões próprias de Avaliação; Fortalecer uma cultura institucional baseada na ética, na estética e na responsabilidade social; Incentivar a prática de gestão do curso baseada na pesquisa, prospecção, demandas, buscando sistematizar informações para analisá-las e interpretá-las com vistas à identificação de práticas exitosas; Abrangência da avaliação. 46 A avaliação do Curso no âmbito da Faculdade fará parte da avaliação institucional que será norteada por princípios, pressupostos e elementos essenciais ao alcance dos objetivos, tais como: A avaliação do curso, muito mais que uma exigência legal, é uma atitude de fazer gestão com base em informações, tendo como meta a melhoria da qualidade educacional do mesmo de forma que os resultados contribuam para reflexão, ação e implementação de melhorias do curso, constituindo um processo contínuo de reeducar a comunidade acadêmica; O processo avaliativo terá dois propósitos: acompanhamento/diagnóstico, ambos realizados numa perspectiva formativa, mediadora e emancipatória. Tal perspectiva considera que o processo avaliativo somente se completa quando os dados obtidos servem de referência para analisar a realidade e nela intervir, buscando a superação dos entraves e enfatizando as potencialidades. A ação de avaliar não se esgota na avaliação da aprendizagem; deve, antes, estender-se a todos os atores envolvidos no desenvolvimento do curso: (a) docentes (b) discentes (c) corpo técnico-administrativo e (d) comunidade. Sendo que os princípios a serem estabelecidos deverão ser amplamente discutidos e aceitos por todos envolvidos; A avaliação deverá usar mecanismos que considere a inclusão social, o público demandante e as peculiaridades do curso, sendo um indicador para o desenvolvimento de políticas de atendimentos aos estudantes. A avaliação contribuirá, dessa forma, para avaliar a qualidade do curso o desempenho da prática docente e o atendimento às necessidades e expectativas dos alunos e as demandas sociais. Avaliação deverá ser visualizada como um meio para melhorar os resultados das pessoas na organização. Deve permitir conhecer o potencial de cada pessoa em relação a novos desafios, ajuda a determinar necessidades de formação profissional específica, proporciona oportunidades de crescimento profissional e de participação na organização. O feedback deve ser a base para proporcionar a informação e suporte na comunicação. O curso avaliado precisa saber como está caminhando em seus esforços e se está no rumo dos resultados acordados. E importante dar ao avaliado a oportunidade de discutir pontos fortes e fracos, estabelecendo novos objetivos. A avaliação como referência de análise, discussões, elaboração de relatórios e análise de informação leva em consideração as pessoas, equipes e a organização do curso como um todo, proporcionando espaço para planejamento centrado no presente e no futuro, assim como, o surgimento de inovações em vários de seus processos. 47 O processo de avaliação com ênfase nos resultados permite que o discente avalie o curso e o desempenho do docente, que o docente avalie os estudantes e que o coordenador avalie se objetivos do curso foram alcançados. Os indicadores formados por essa prática avaliativa deverão subsidiar decisões nos que se referem às dimensões de qualidade, sustentabilidade, manutenção e expansão do curso. 3.15.3. O Planejamento O planejamento da avaliação do curso será de responsabilidade de uma comissão, tomando como referência discussões e a participação da comunidade acadêmica. Para tanto, ela deverá fazer parte do sistema de avaliação institucional elaborado pela CPA, tendo sua representatividade na totalidade do mesmo. As reformulações, a partir das sistematizações das avaliações, serão de responsabilidade desta comissão no âmbito operacional e da gestão. Para conseguir uma nova concepção filosófico-pedagógica a permear toda a ação didática do corpo docente com estes novos valores, os próprios docentes, em um trabalho conjunto com a administração da Instituição, criarão a sistemática apropriada capaz de promover uma atmosfera institucional agradável e democrática. Essa nova concepção fará parte de uma reflexão socializada, cujos valores sejam traduzidos na práxis docente. Seminários, reuniões semanais, cursos de curta duração, juntamente a outras atividades complementares, formarão o conjunto de estratégias que visam à reorientação da prática docente na sala de aula e nas atividades curriculares e complementares. 3.16. TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO – TICS NO PROCESSO ENSINO-APRENDIZAGEM Os discentes e docentes da AFARP tem acesso a um ambiente virtual, no site da Instituição utilizado para consulta de notas e faltas, atualização de conteúdo programático, programação de aulas, além disso, no portal do aluno o mesmo dispõe de uma eficiente ferramenta para acessar a biblioteca virtual, nesse espaço o aluno pode visualizar toda a bibliografia disponível em biblioteca, adquirir créditos para impressão dos livros textos que constam na biblioteca e ainda tem a possibilidade de leitura e estudo online de todos os livros cadastrados na AFARP. A grande vantagem dessa ferramenta é que o aluno terá todos os exemplares da biblioteca sempre disponíveis para estudo, inclusive quando o exemplar já estiver locado por outro aluno. 3.17. NÚMERO DE VAGAS O curso de Licenciatura em Artes Visuais da AFARP oferece 100 vagas anuais. 48 4. DIMENSÃO II - CORPO DOCENTE 4.1. NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE - NDE A Faculdade de Ribeirão Preto (AFARP) através da Resolução no. 01, de 17 de junho de 2010, criou o Núcleo Docente Estruturante (NDE) entendendo que o NDE tem papel fundamental na ampliação dos debates e propostas revisoras do Projeto Pedagógico do Curso, com vistas à continuada melhoria dos processos de gestão acadêmica e administrativa do curso de Artes Visuais. Além disso, o NDE tem como atribuições principais: i) contribuir para a consolidação do perfil profissional do egresso do curso; ii) zelar pela integração curricular interdisciplinar entre as diferentes atividades de ensino constantes no currículo; iii) indicar formas de incentivo ao desenvolvimento de linhas de pesquisa e extensão, oriundas de necessidades da graduação, de exigências do mercado de trabalho e afinadas com as políticas públicas relativas à área de conhecimento do curso; iv) zelar pelo cumprimento das Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de Graduação. 4.1.1. Composição do Núcleo Docente estruturante – NDE do curso de Licenciatura em Artes Visuais O corpo docente está constituído por 5 professores, sendo, 1 doutor, 3 mestres e 1 especialista. É importante ressaltar a preocupação da instituição com o nível de excelência expressado não só no curso de Artes Visuais, como na totalidade do corpo docente. A Tabela 1 mostra a relação dos professores que compõem o NDE do curso de Artes Visuais suas respectivas titulações e regime de trabalho. Tabela 01 - Professores que compõem o NDE do curso de Artes Visuais. NOME TITULAÇÃO REGIME DE TRABALHO Ana Cristina Rodrigues de Vasconcellos MESTRE PARCIAL Darlyson Moyses Feitosa DOUTOR PARCIAL Glenda Mara Silva Melo ESPECIALISTA PARCIAL Mariana Moretto Moreschi MESTRE PARCIAL Tatiana Terasin de Lima MESTRE INTEGRAL Observa-se pelo gráfico 1 que a porcentagem de doutor, mestres e especialista que compõem o NDE do curso de Artes Visuais é de 20%, 60% e 20%, respectivamente, totalizando 100% do NDE. Já no gráfico 2 pode-se observar que em relação ao regime de trabalho os docentes do 49 NDE com regime integral totalizam 20% e regime parcial 80%, totalizando 100% do NDE, o que sugere a formação de um corpo docente altamente comprometido com a Instituição. Gráfico 1 – Titulação do Corpo Docente que compõe o NDE: 20% Doutor Especialista 60% 20% Mestre Gráfico 2 – Regime de Trabalho do Corpo Docente que compõe o NDE 20% Parcial 80% Integral 50 4.2. COORDENAÇÃO DO CURSO 4.2.1. Atuação do Coordenador do curso A Coordenação de Curso é um órgão executivo que administra e coordena todas as atividades acadêmicas relacionadas ao Curso, sendo exercida pelo Coordenador do Curso. Atuar como coordenador de curso é ser mais que um simples mediador entre alunos e professores, é reconhecer as necessidades da área em que atua e tomar decisões que possam beneficiar toda a comunidade escolar, é atender as exigências legais do Ministério da Educação, gerir e executar o projeto político-pedagógico do curso, operar novas tecnologias, avaliar o trabalho dos docentes, estar comprometido com a missão, crença e valores da instituição, estar atento às mudanças impostas pelo mercado de trabalho a fim de adequar e modernizar o curso com foco na garantia de qualidade, é gerir equipes e processos, pensando e agindo estrategicamente, colaborando com o desenvolvimento dos alunos e com o crescimento da instituição em que trabalha. Assim, ser coordenador de curso pressupõe possuir competências nos aspectos legal, mercadológico, científico, organizacional e de liderança. Desse modo, ao cumprir com tarefas cada vez mais complexas e que ultrapassam o conhecimento específico do curso, o coordenador assume o perfil de gestor - peça chave para promover as alterações e introduzir propostas inovadoras no ambiente universitário. Compete a ele transformar, diariamente, conhecimento em competência. Trata-se não apenas de competência técnica, centrada no saber fazer de modo operacional, mas no conhecer, no saber ser e no saber viver junto, ou seja, o conhecimento dos dados isolados é insuficiente; é preciso articulá-los à iniciativa, a motivação para o trabalho, às relações interpessoais, aliando saberes sócio afetivos e cognitivos. Especificamente a Coordenação do Curso de Artes Visuais tem as seguintes funções em relação aos diferentes grupos: Em relação ao corpo docente do Curso: i) Coordena as atividades do Colegiado de Curso, composto por todo o corpo docente e um representante discente. Este colegiado se reúne, ordinariamente, duas vezes por semestre para deliberar sobre as atividades do semestre, bem como sobre a distribuição de disciplinas, antes do início do mesmo, e para avaliar os resultados e necessidades de modificação nas ações, ao término do período. ii) Convoca, em caráter extraordinário, o Colegiado de Curso para decisões estratégicas sobre o Curso; iii) Conduz e articula as orientações por área de atuação do professor, buscando ampliar o grau de adequação didático-pedagógica, bem como de atualização de conteúdo programático; iv) Orienta individualmente o professor que apresenta problemas na condução do conteúdo ou de relacionamento com alunos; 51 1. Coordena as atividades do Núcleo Docente Estruturante (NDE); vi) Promove encontros periódicos para discussão de questões didático-pedagógicas; vii) Coordena a implantação de inovações nas diferentes áreas e âmbito geral do Curso. Em relação ao corpo discente: i) Orienta o aluno na organização de seu plano de estudos; ii) Acompanha, através de reuniões sistemáticas ou de pareceres do Representante de Turma, o dia a dia de sala de aula. O acompanhamento dos problemas de cada turma se dá através de três formas: o Coordenador faz visitas periódicas às salas de aula, em caráter ordinário e extraordinariamente; reúne-se quando convocado para solução de algum problema específico, como também recebe os Representantes de Turma ou professores. Os representantes de turma são responsáveis por levar ao conhecimento da Coordenação a avaliação dos alunos quanto ao desempenho dos professores bem como as dificuldades que encontram nos trâmites burocráticos da Instituição. Os professores são responsáveis por levar à coordenação o desempenho dos alunos bem como as dificuldades que encontram nos trâmites burocráticos da Instituição. iii) Orienta discentes que enfrentam problemas acadêmicos, de aprendizagem ou de relacionamento; iv) Aplica sanções disciplinares para alunos que infrinjam as normas institucionais. Em relação ao corpo administrativo superior e operacional: i) O coordenador participa das reuniões de planejamento acadêmico promovidas ao longo do semestre; ii) Participa das decisões relativas à promoção, contratação e dispensa de professores, apresentando relatórios às instâncias administrativas superiores; iii) Apresenta o planejamento e orçamento de eventos e atividades relativas ao Curso; iv) Orienta e informa a Secretaria e setores de apoio quanto às especificidades e necessidades do Curso. Em relação à comunidade externa: i) Mantém contatos permanentes em nível local, regional e nacional com os órgãos, associações e conselhos normativos e representativos da classe; ii) Mantém contatos permanentes com os egressos, na tentativa de dispor de informações atualizadas dos ex-alunos, objetivando informá-los sobre eventos, cursos de graduação, pós-graduação, extensão, atividades, oportunidades oferecidas pela Instituição e também disponibilizar a eles as oportunidades de emprego, encaminhadas à Instituição por parte das empresas e agências de recrutamento e seleção de pessoal; 52 iii) Procura ampliar a participação e a interatividade dos profissionais que atuam no Curso, desde que haja efetiva e real contribuição para o desenvolvimento cognitivo do corpo discente. 4.2.2. Experiência Profissional do Coordenador (magistério superior e gestão acadêmica) A coordenadora de Licenciatura em Artes Visuais da Faculdade de Ribeirão Preto atua como docente de Ensino Superior desde 2006, nos níveis de ensino presencial e EAD. Sua participação na gestão acadêmica teve início em 2014 com a coordenação do Curso de Licenciatura em Artes Visuais desta Instituição. 4.2.3. A descrição docente Do ponto de vista do corpo docente, é evidente a dedicação da coordenação do curso no que diz respeito ao processo de qualificação, avanço no desenvolvimento do projeto de, além do esforço particular para a implantação das políticas de ensino para os cursos de graduação. Por outro lado, a própria instituição passa por mudanças estruturais que imprimem uma nova face aos cursos, além da reformulação das políticas institucionais que a todo o momento desafiam a comunidade acadêmica na busca da sua consolidação. Ainda que seja um grande desafio entendemos ser este um passo importante para que o curso de Artes Visuais da FACULDADE DE RIBEIRÃO PRETO possa marcar seu espaço de diferença em relação aos demais cursos da região, pois ao explicitar suas intencionalidades, marca uma posição firme do perfil profissional que pretende formar. Contamos com a comunidade acadêmica nesse processo de construção, pois o Projeto Pedagógico se concretiza na medida em que os resultados sejam produto elaborado por muitas mãos, ainda que sempre inacabado, mas que aponte caminhos para o curso que todos pretendemos construir. 53 Tabela 2: Formação do corpo docente Nº. 1 DOCENTE Adriana da Fonseca Castrequini GRADUADO Faculdade São Luís: Educação Artística Alessandra Fávero Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho: Letras 2 3 Ana Cristina R. de Vasconcellos 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 César Kauê de Lima Luz Darlyson Moysés Alves Feitosa Fabiana Luca Alves Glenda Maira Silva Melo Joel Armínio dos Santos Universidade Castelo Branco: Pedagogia Centro Universitário Metodista: Psicologia Centro Universitário Barão de Mauá: Publicidade e Propaganda Faculdade Teológica Batista de Brasília: Bacharel em Teologia Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de Ribeirão Preto: Ciências Biológicas Universidade Estadual de Londrina: Estilismo em Moda Universidade de Franca: Educação Artística Centro Universitário Moura Lacerda: Filosofia Lúcia Helena de A. Hernandes Faculdade de Filosofia Ciências e Letras Barão de Mauá: História e Estudos Sociais Márcio Luís Marchetti Universidade Estadual Paulista: História Mariana dos Santos Moretto Moreschi Mariana Galon Tatiane Terasin de Lima ESPECIALISTA Faculdade de Educação e Letras: Educação Especial MESTRE DOUTOR Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho: Estudos Literários Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho: Estudos Literários Instituto Ecumênico de Pós-Graduação em Teologia: Religião e Educação Fundação Getúlio Vargas: Gestão Empresarial Real Faculdade de Brasília: Especialização em Docência do Ensino Superior Pontifícia Universidade Católica de Goiás: Ciências da Religião Pontifícia Universidade Católica de Goiás: Ciências da Religião Universidade de São Paulo: Fisiologia Universidade de São Paulo: Fisiologia Universidade de Franca: Arte e Criatividade Universidade Federal de Minas Gerais: Ensino de Artes Visuais Centro Universitário Barão de Mauá: Tecnologias e Educação a Distância Uni-Mauá - União das Faculdades Barão de Mauá: Didática do Ensino Superior Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho: Literatura Teoria e Crítica Instituto de Ensino Superior COC: Pedagogia Universidade de São Paulo: Educação Artística Universidade de Brasília: Arte, Educação e Tecnologias Contemporânea Universidade Federal de São Carlos: Licenciada em Pedagogia - Centro Universitário Moura Lacerda: Educação Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho": História e Cultura Social Universidade de São Paulo: Psicobiologia Universidade de São Paulo: Ciências da Engenharia Ambiental 54 4.3. CORPO DOCENTE DO CURSO 4.3.1. Perfil esperado do docente O docente é o elemento fundamental e ideal na execução das propostas pedagógicas nas IES. O perfil que se espera do corpo docente do curso de Artes Visuais da AFARP é que ele seja capaz de: Criar situações de aprendizagem e acesso ao conhecimento para o educando; Ter uma sólida formação pedagógica e técnico-prática na sua área de atuação; Estar em contínuo aperfeiçoamento e reconhecer a necessidade de buscar novos conhecimentos; Planejar as suas ações dentro da sala de aula; Conduzir o educando ao desenvolvimento de seu potencial e formação humana; Estimular o raciocínio crítico e reflexivo do educando para as questões do cotidiano; Utilizar o conhecimento prévio do educando para o desenvolvimento das suas aulas; Reconhecer suas limitações, buscando sempre superá-las; Ter em mente sempre o perfil do profissional que está sendo formado; Mostrar no seu exemplo diário uma convivência harmônica com os demais profissionais; Evitar a dicotomia entre o ensino e a prática; Estar ciente da importância da tríade: pesquisa, ensino e extensão para a formação do educando. 4.3.2. Titulação do Corpo Docente do Curso O curso, da forma como foi planejado, deverá contar com um corpo docente altamente qualificado, nos diversos Núcleos de disciplinas que constam na Grade Curricular. Sendo assim, é evidente a dedicação da Instituição no que diz respeito ao processo de qualificação, avanço no desenvolvimento no projeto de ensino pesquisa e extensão, além do esforço particular para a implantação das políticas de ensino para os cursos de bacharelado e licenciatura. Na tabela docente consta uma relação dos docentes com suas áreas de formação e sua titulação máxima que certamente colaborariam com o objetivo da Instituição que é a formação de um corpo docente altamente qualificado. Entre os 13 docentes citados observa-se a seguinte distribuição de titulações: 03 docentes possuem o título de doutor como titulação máxima; 55 05 docentes possuem o título de mestre como titulação máxima; 05 docentes possuem o título de especialista como titulação máxima. Sendo assim, observa-se pelo gráfico 3 que a porcentagem de doutores é de 23% e de mestres 39% do curso de Artes Visuais, totalizando 62% do corpo docente com stricto sensu. Gráfico 3. Titulação Máxima do Corpo Docente 23% 38% Doutor Mestre Especialista 39% 4.3.3. Regime de Trabalho do Corpo Docente do Curso Na tabela 03 consta uma relação de docentes com seu regime de trabalho que colaboram com o objetivo da Instituição que é a formação de um corpo docente altamente comprometido com a Instituição. Entre os docentes anteriormente citados, observa-se que 02 docentes trabalham de maneira integral, outros 07 possuem regime de trabalho parcial e 04 professores são considerados horistas (graf. 04). Sendo assim, observa-se pelo gráfico 4 que a porcentagem de professores com regime de trabalho de tempo integral é de 15%, parcial 54% e de horista é de 31% no curso de Artes Visuais, totalizando 100% do corpo docente. Tabela 3: Regime de Trabalho do corpo docente Docente Regime de Trabalho Adriana da Fonseca Castrequini PARCIAL Alessandra Fávero PARCIAL Ana Cristina R. de Vasconcellos PARCIAL 56 César Kauê de Lima Luz HORISTA Darlyson Moysés Alves Feitosa PARCIAL INTEGRAL Fabiana Luca Alves Glenda Maira Silva Melo PARCIAL Joel Armínio dos Santos HORISTA Lúcia Helena de A. Hernandes HORISTA Márcio Luís Marchetti PARCIAL Mariana dos Santos Moretto Moreschi PARCIAL Mariana Galon HORISTA Tatiane Terasin de Lima INTEGRAL Gráfico 4 – Regime de Trabalho do Corpo Docente 15% 31% Integral Parcial Horista 54% 4.3.4. Experiência Profissional do Corpo Docente Como se pode observar, o curso de Licenciatura em Artes Visuais da Faculdade de Ribeirão Preto possui aproximadamente 31% do corpo docente com experiência profissional igual ou superior a 3 anos, tal informação poderá ser conferida em visita in loco dos currículos disponível na Plataforma Lattes. 57 Tabela 4: Experiência Profissional do Corpo Docente Docente Experiência Profissional Adriana da Fonseca Castrequini - Alessandra Fávero - Ana Cristina R. de Vasconcellos 05 anos César Kauê de Lima Luz 15 anos Darlyson Moysés Alves Feitosa 03 anos Fabiana Luca Alves - Glenda Maira Silva Melo - Joel Armínio dos Santos Mexer no lattes 01 ano Lúcia Helena de A. Hernandes Márcio Luís Marchetti - Mariana dos Santos Moretto Moreschi - Mariana Galon - Tatiane Terasin de Lima - Gráfico 5: Experiência profissional fora do Magistério 31% Com exp. Prof. Sem exp. Prof. 69% 58 4.3.5. Experiência no Exercício da Docência na Educação Básica Como pode ser observado através do gráfico a seguir (graf. 06), o curso de Licenciatura em Artes Visuais da Faculdade de Ribeirão Preto possui 46% do corpo docente com experiência profissional na educação básica igual e/ou superior a 3 anos, tal informação poderá ser conferida em visita in loco no currículo lattes. Tabela 5: Experiência Profissional na Educação Básica Docente Experiência na Educação Básica 05 anos Adriana da Fonseca Castrequini - Alessandra Fávero 05 anos Ana Cristina R. de Vasconcellos César Kauê de Lima Luz - Darlyson Moysés Alves Feitosa - Fabiana Luca Alves 02 anos Glenda Maira Silva Melo 02 anos Joel Armínio dos Santos - Lúcia Helena de A. Hernandes 23 anos Márcio Luís Marchetti 04 anos Mariana dos Santos Moretto Moreschi 04 anos Mariana Galon 05 anos - Tatiane Terasin de Lima Gráfico 6: Experiência na educação básica 46% 54% Com exp. E.B Sem exp. E.B 59 4.3.6. Experiência de Magistério Superior Como se pode observar no gráfico 7, que o curso de Licenciatura em Artes Visuais da Faculdade de Ribeirão Preto possui 62% do corpo docente com experiência de magistério superior igual e/ou superior a 3 anos, tal informação poderá ser conferida em visita in loco no currículo lattes. Tabela 6. Experiência Profissional no Magistério Superior Docente Experiência no Magistério Superior Adriana da Fonseca Castrequini 3,5 anos Alessandra Fávero 11 anos Ana Cristina R. de Vasconcellos 08 anos César Kauê de Lima Luz 09 anos Darlyson Moysés Alves Feitosa 08 anos Fabiana Luca Alves 04 anos Glenda Maira Silva Melo 02 anos Joel Armínio dos Santos 01 ano Lúcia Helena de A. Hernandes 02 anos Márcio Luís Marchetti 04 anos Mariana dos Santos Moretto Moreschi 02 anos Mariana Galon 01 ano Tatiane Terasin de Lima 03 anos Gráfico 7: Experiência profissional no ensino superior 38% Com exp. E.S 62% Sem exp. E.S 60 4.3.7. Docentes/Disciplinas Ministradas Na Tabela 7, observa-se as disciplinas ministradas do curso de Licenciatura em Artes Visuais e os docentes responsáveis. DOCENTE Adriana da Fonseca Castrequini Alessandra Fávero Ana Cristina R. de Vasconcellos César Kauê de Lima Luz Darlyson Moysés Alves Feitosa Fabiana Luca Alves Glenda Maira Silva Melo Joel Armínio dos Santos Lúcia Helena de A. Hernandes Márcio Luís Marchetti Mariana dos Santos Moretto Moreschi Mariana Galon Tatiane Terasin de Lima DISCIPLINAS Laboratório de Artes Visuais I - Desenho Laboratório de Artes Visuais II – Pintura Laboratório de Teatro Laboratório de Artes Visuais V – Gravura e Escultura Prática do Ensino de Artes IV - Ensino de Artes Visuais Semiótica Psicologia da Educação Elementos da Linguagem Visual Laboratório de Artes Visuais III - Fotografia Laboratório de Audiovisual - Cinema e Vídeo Laboratório de Tecnologias contemporâneas de produção e edição de imagem I – Photoshop e CorelDraw; Saberes Estéticos e Culturais Patrimônio Cultural e Conservação Metodologia da Pesquisa científica em Artes I e II Trabalho de conclusão de curso I e II Artes e o Meio Ambiente Fundamentos da Crítica de Artes Prática de Ensino de Artes II - Ensino de Dança e Expressão Corporal Fundamentos da Crítica de Artes Arte Contemporânea Prática do Ensino de Artes I - Ensino de Teatro Estética e Filosofia da Arte Legislação e Organização da Educação Básica História das Artes Visuais no Ocidente I e II História do Teatro História do Dança História da Arte-Educação História da Arte no Brasil Laboratório de Dança e Expressão Corporal Introdução a Linguagem de Sinais Brasileira - Libras Territórios da Criação Fundamentos do Ensino de Artes Laboratório de Música História da Música Prática do Ensino de Artes III - Expressão Musical Didática Geral 4.3.8. Produção Científica, Cultural, Artística ou Tecnológica do Corpo Docente O curso de Licenciatura em Artes Visuais da Faculdade de Ribeirão Preto possui 5 docentes com publicações, totalizando 28 produções científicas, nos últimos 3 anos. Tal informação poderá ser conferida em visita in loco no currículo lattes. - Mariana Galon - 14 materiais - Mariana dos Santos Moretto – 1 material 61 - Darlyson Moyses Alves Feitosa – 4 materiais - Fabiana Luca Alves – 4 materiais - Lúcia Helena de Araújo – 5 materiais 4.4. Funcionamento do Colegiado do Curso Os Colegiados de Cursos são órgãos técnicos de natureza didático-pedagógica, sendo responsáveis pela supervisão do ensino e de pesquisa da Faculdade. Cada Colegiado de Curso será constituído: I - pelo Coordenador de Curso, que o presidirá; II - pelos docentes do Curso; III - por 01 (um) representante discente, indicado pelo Diretório Central dos Estudantes, regularmente matriculado e frequente em qualquer série, exceção feita à última. Considerando o regimento geral o documento que apresenta o conjunto de normas que disciplinam as atividades comuns da estrutura organizacional da instituição, a composição e funcionamento do colegiado do curso de Química, deverá ser formalizada a partir do seu momento regular de funcionamento, no entanto segue abaixo sua normatização regimental: Art. 28. Compete ao Colegiado de Curso: I - fixar o perfil do curso e as diretrizes gerais das disciplinas, com suas ementas e respectivos programas; II - elaborar o currículo do curso e suas alterações com a indicação das disciplinas e respectiva carga horária, de acordo com as diretrizes curriculares emanadas do Poder Público; III - promover a avaliação do curso; IV - decidir sobre aproveitamento de estudos e de adaptações, mediante requerimento dos interessados; V - colaborar com os demais órgãos acadêmicos no âmbito de sua atuação; VI - exercer outras atribuições de sua competência ou que lhe forem delegadas pelos demais órgãos colegiados. Art. 29. O Colegiado de curso é presidido por um Coordenador de Curso, designado pelo Diretor Geral, dentre os professores do curso. Parágrafo único. Em suas faltas ou impedimentos, o Coordenador de Curso será substituído por professor de disciplinas. 62 5. DIMENSÃO III: INFRAESTRUTURA 5.1. INFRAESTRUTURA PARA FUNCIONAMENTO DO CURSO 5.1.1. Gabinetes de trabalho para professores tempo integral – TI As instalações da sala dos professores ficam disponibilizadas para o docente uma vez que o trabalho ocorre em horário não compatível com os de aula. Os docentes que acumulam horas de atividade fora da docência dispõem de um espaço próprio de aproximadamente 14m2 para executar as funções que desempenham. Essa sala está equipada com mesas, cadeiras e computadores ligados à internet, atendendo aos seguintes requisitos: disponibilidade de equipamentos em função do número de docentes, dimensão, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, acessibilidade, conservação e comodidade. 5.1.2. Espaço de trabalho para a coordenação do curso e serviços acadêmicos A AFARP possui um espaço de aproximadamente 20m2, divididos em duas salas para o trabalho interno dos coordenadores e também para o atendimento discente de questões tanto acadêmicas quanto didáticas e administrativas. A sala apresenta um mobiliário constituído de armários, mesas, cadeiras, computadores com acesso à internet, impressoras e telefones com o intuito de acomodar e atender a todos. 5.1.3. Sala dos professores A AFARP dispõe de uma sala de aproximadamente 42,25m 2 destinada aos professores em geral. Ela é ampla, bem iluminada, confortável e mobiliada com três mesas, cadeiras e armários de uso exclusivo dos docentes. Além disso, conta com computadores com acesso à internet e impressora para que os mesmos possam desenvolver as suas atividades. 5.1.4. Salas de Aula A instituição conta com salas de aulas distribuídas em vários conjuntos que agrupam os cursos por áreas afins. Caracterizam-se por espaços adequados a cada turma e com sistema de iluminação e climatização que obedecem às normas de conforto térmico e luminotécnico, limpeza, acústica, ventilação e conservação. As instalações são apropriadas à utilização dos recursos audiovisuais necessários à prática pedagógica. O mobiliário e os equipamentos estão devidamente adaptados à quantidade de alunos e às funções de ensino de modo a favorecer a necessária comodidade. 63 Instalações físicas: 13 salas dos mais variados tamanhos. As salas comportam aproximadamente 620 alunos. 5.1.5. Secretaria e projeto social Secretaria A Secretaria Geral é um órgão de apoio à Coordenação dos Cursos, a qual coordena e executa as atividades administrativas vinculadas às atribuições do Coordenador do Curso. Ela ainda detém a guarda dos documentos dos alunos, processa e gerência todos os dados acadêmicos em geral. O seu horário de funcionamento é de 2ª a 6ª feira, das 08h às 22h. A Secretaria Geral da AFARP é constituída por: a) Secretária acadêmica: Possui uma secretária responsável pela expedição dos diplomas, processos e ofícios para o registro dos mesmos, conferências das análises, históricos e declarações dos alunos, conferência dos alunos aptos a colarem grau e quem fica de DP em alguma disciplina, agendamento de colação de grau, verificação de datas a serem cumpridas, emissão de contratos de estágio, dentre outras. b) Assistente de secretaria: Possui uma assistente de secretaria responsável em cadastrar matrículas (reaberturas, cancelamentos e trancamentos), lançamento de cargas horárias no sistema e arquivo de diário de classe e listas de presença. c) Auxiliares administrativos: Possuem três auxiliares administrativos responsáveis pela expedição de todos os históricos dos alunos e programa de disciplina de cada curso conforme solicitam; emissão de diários e boletos, arquivamento de documentos nos prontuários, confecção de declarações e atendimento ao aluno por telefone e balcão. Projeto social O Projeto social é um órgão criado na AFARP para atender e tirar dúvidas dos alunos referentes à: (1) questões relacionadas ao FIES, bolsa PROUNI e manutenção de bolsas e (2) processo seletivo de ingresso na Faculdade. Além disso, desenvolve campanhas para a comunidade de doação de alimentos, parceria com empresas para a realização de feira de empregos e oportunidades e passeios culturais. Esse projeto funciona de 2ª a 6ª feira no período das 08h às 22h e dispõe de cinco funcionários que alternam nos diferentes turnos para melhor receber os alunos e a comunidade em geral. 64 5.2. BIBLIOTECA 5.2.1. Acervo da biblioteca Mantida pela AFARP, a biblioteca tem por finalidade o atendimento de todos os alunos matriculados nos cursos ministrados. Seu acervo é composto de livros (impressos e CD-ROM), periódicos (nacionais e estrangeiros), obras de referência (impressas e CD-ROM), softwares, slides, fitas cassete, vídeo cassete, discos, teses, dissertações, monografias, guias e coleção da produção científica do corpo docente. O acervo de livros encontra-se organizado por assunto de acordo com a Tabela de Classificação Decimal Universal (CDU) e Tabela PHA para classificação de autor. O acervo de períodos encontra-se organizado em ordem alfabética de título e ordem cronológica de publicação. Ele contém todo tipo de material informativo, que sirva de apoio às atividades de ensino, pesquisa e extensão desenvolvidas. Os assuntos que compõem o acervo são adquiridos, selecionados e desenvolvidos conforme a demanda das disciplinas oferecidas à graduação, de acordo com as seguintes categorias: - referência: composta por dicionários, enciclopédias, guias, bibliografias, índices e "abstracts" que são atualizados constantemente; - básica: obras fundamentais que constituem o núcleo das áreas de interesse, incluindo os títulos básicos de cada disciplina. A política de aquisição da biblioteca mantém seu acervo priorizando o referencial indicado na bibliografia básica do programa de cada disciplina da matriz curricular, a quantidade de exemplares dos livros, existente no acervo, está em consonância com o número indicado pelo MEC. - complementar: obras indicadas pelos professores como leitura obrigatória ou complementar em suas disciplinas. O acervo da biblioteca para o atendimento da bibliografia complementar do curso é composto por: livros, periódicos nacionais das diversas áreas e assuntos além de base de dados abrangendo áreas curriculares. É constante a preocupação da mantenedora juntamente com a coordenação do curso em manter o acervo atualizado e em quantidade suficiente de livros em relação ao número de alunos. - literatura corrente: coleção de livros, periódicos e outros materiais que atualizam a coleção. 65 5.2.2. Formas de atualização e expansão do acervo A política de aquisição da Biblioteca é voltada para as necessidades do corpo discente e docente da AFARP. O acervo da Faculdade é formado através do conteúdo programático dos cursos oferecidos pela instituição (bibliografia básica e bibliografia complementar). No início de cada semestre, os professores solicitam à biblioteca, através de impresso próprio, as bibliografias necessárias para complementarem o ensino. De posse deste material o bibliotecário, após verificação no acervo e com aprovação do Coordenador do Curso, encaminha à Direção a solicitação de compra. 5.2.3. Horário de funcionamento Período letivo: 2ª a 6ª – das 08h às 22h 5.2.4. Serviços oferecidos - Consulta local; - Empréstimo domiciliar; - Reserva de materiais; - Serviço de Referência; - Levantamentos Bibliográficos; - Pesquisa em Bases de Dados e Redes de Informações; - Orientação sobre Normalização de Trabalhos Técnicos Científicos; - Empréstimo entre Bibliotecas; - Comutação Bibliográfica (COMUT); - Ficha catalográfica de TCC, Dissertação e Teses; - Internet. 5.2.5. Adequação e utilização da bibliografia Analisando-se as Referências Bibliográficas indicadas pode-se destacar alguns fatores que foram considerados fundamentais para a escolha das mesmas: i) utilização de Bibliografias recentes; ii) livros textos indicados são de larga utilização entre as grandes faculdades nacionais; iii) livros textos com uma linguagem altamente didática, que poderão ser de grande utilidade na vida profissional do egresso. Sendo assim conclui-se que as Referências Bibliográficas indicadas estão de acordo com os objetivos do curso. 66 5.2.6. Política institucional para atualização e expansão do acervo Para atender usuários potenciais da Biblioteca, os mecanismos de seleção e aquisição do acervo bibliográfico e audiovisual, tomam por base, tanto a bibliografia arrolada nos programas de ensino dos projetos pedagógicos, de cada um dos cursos da instituição, como as bibliografias recomendadas. São ainda consideradas para seleção e aquisição destes materiais, as bibliografias básicas encaminhadas pelos Coordenadores dos Cursos à Biblioteca, sendo estas listas fruto de reuniões periódicas com professores e alunos de graduação. Além destes critérios gerais é levado em conta o perfil da Instituição e de seus usuários, em termos de demanda da informação. 5.2.7. Espaço físico A Biblioteca possui ambiente adequado às atividades de prestação de serviços de informação, sendo que a iluminação, mobiliário, tonalidade de ambiente e comunicação visual, atendem aos padrões vigentes. O ambiente atual da Biblioteca possui os espaços necessários que estão dentro dos padrões utilizados para o fluxo de pessoas e facilidade de manutenção que o espaço requer. A área total da biblioteca da AFARP é de aproximadamente 200m 2, sendo assim distribuídos: 1. Sala da bibliotecária: 9m2 2. Sala de estudo individual: 50m2 (térreo + mezanino) 3. Sala de estudo em grupo: 90m2 4. Acervo: 90m2 5.3. LABORATÓRIOS O curso de Licenciatura em Artes Visuais da AFARP possui os seguintes laboratórios: Um laboratório de informática com acesso a internet e a programas de desenho (CorelDraw e Adobe Photoshop); Um ateliê de Artes constituído de pia, armário, bancadas, assentos, lousa e ventilador de teto. Um laboratório de desenho e pintura constituído bancadas, assentos, lousa de pia, esqueleto humano e armário. Laboratório de Expressão corporal. 67 5.3.1 Laboratório de informática O laboratório de informática possui 20 computadores, à disposição dos alunos para disciplinas básicas aplicadas e específicas. Esse laboratório também atende aos alunos para acesso a ambientes virtuais de aprendizagem na internet e interatividade. Os computadores permitem o desenvolvimento de pesquisas em bases de dados online. As mais utilizadas são: LILACS - Literatura Latino Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (BIREME) e Medline - National Library of Medicine. Para localização e obtenção de cópias dos mais importantes periódicos nacionais é acessado o SCIELO Scientific Eletronic Library Online (BIREME-FAPESP). O laboratório de informática é de uso livre para alunos nos períodos em que não estiver sendo utilizado para aulas. Os alunos também podem utilizar 8 computadores instalados para a pesquisa no espaço da biblioteca. A própria sala de aula, também, se torna um laboratório quando os equipamentos e os recursos são ali utilizados. 5.3.2. Recursos áudio visuais e equipamentos A instituição possui os seguintes equipamentos: projetores multimídia com CPU; retroprojetores; projetores de slides; televisão; vídeo; DVD; telas de projeção, aparelho de som, microfone, caixa de som e CPU com monitor. Estes estão disponibilizados para os docentes / discentes. A utilização dos equipamentos é feita mediante agendamento prévio com os técnicos que têm a responsabilidade da guarda, transporte e instalação dos mesmos. 5.3.3. Plano de atualização tecnológica e manutenção de equipamentos A atualização de softwares e equipamentos ocorre periodicamente com a adoção de produtos mais atuais e de acordo com as exigências do mercado profissional e acadêmico, sempre levando em conta as melhores práticas de ensino disponíveis. A compra de materiais de consumo é feita baseada na solicitação de aulas práticas encaminhadas aos responsáveis pelos laboratórios e sua manutenção, mantendo sempre a qualidade e a quantidade necessárias para a realização de ensaios e aulas práticas. 68