Ministério dos Transportes DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRAESTRUTURA DE TRANSPORTES Diretoria Geral – Assessoria de Gestão Estratégica - AGE Atualizado em dezembro de 2013 2013 - 2015 DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRAESTRUTURA DE TRANSPORTES Diretoria Geral – Assessoria de Gestão Estratégica - AGE DIRETOR GERAL Jorge Ernesto Pinto Fraxe DIRETORES Tarcísio Gomes Freitas Roger da Silva Pêgas José Florentino Caixeta Mário Dirani EQUIPE TÉCNICA GERENTE DE PROJETO – AGE/DG Alexandre Laval Silva ANALISTAS – AGE/DG João Gomes Menezes Flavio Alberti Docha Erica Mayumi Yamada Tajima Camila Duarte e Silva José Roberto de Almeida Júnior Noel Lopes Bezerra Junior INFORMAÇÕES Tel.: (61) 3315-8268 Assessoria de Gestão Estratégica – AGE / DG Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes - DNIT SAN Q.03 Bl. A - Ed.Núcleo dos Transportes - Brasília – DF CEP: 70.040-902 Home Page: http://www.dnit.gov.br 2 DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRAESTRUTURA DE TRANSPORTES Diretoria Geral – Assessoria de Gestão Estratégica - AGE SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO..................................................................................................................... 4 2. CENÁRIO DE INFRAESTRUTURA NO BRASIL ............................................................... 5 3. BASE LEGAL E MISSÃO NO DNIT ................................................................................... 6 4. O DNIT E O PPA .................................................................................................................. 7 5. CONTEXTUALIZAÇÃO DO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO NO DNIT................... 10 6. O MÉTODO DO BALANCED SCORECARD (BSC) ......................................................... 11 7. O PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO NO DNIT .............................................................. 13 7.1 MAPA ESTRATÉGICO, MISSÃO E VISÃO.................................................................... 13 7.2 OBJETIVOS ESTRATÉGICOS ........................................................................................ 16 7.3 INICIATIVAS ESTRATÉGICAS...................................................................................... 19 7.4 INDICADORES ESTRATÉGICOS ................................................................................... 24 8. CONSIDERAÇÕES FINAIS ............................................................................................... 26 ANEXO A COMPARAÇÃO DO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DO DNIT COM O CRITÉRIO 2 DO GESPÚBLICA ................................................................................................ 27 ANEXO B MAPA ESTRATÉGICO DO MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES ......................... 35 ANEXO C GLOSSÁRIO ........................................................................................................... 36 3 DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRAESTRUTURA DE TRANSPORTES Diretoria Geral – Assessoria de Gestão Estratégica - AGE 1. INTRODUÇÃO Os elementos essenciais do planejamento estratégico do DNIT foram elaboradas em parceria com o Ministério dos Transportes e vinculadas por meio do Acordo de Cooperação entre aquele Ministério e o Movimento Brasil Competitivo – MBC para a implantação do Programa Modernizando a Gestão Pública – PMGP, Acordo de Cooperação Técnica nº 001/2012/MT e com o apoio da Empresa de Consultoria Symnetics, alocada no Ministério dos Transportes. O objetivo foi dotar o Ministério dos Transportes e suas vinculadas de metodologias e ferramentas de planejamento e gestão estratégica. A implantação da Gestão Estratégica no DNIT foi iniciada tendo como base os achados identificados na auditoria operacional objeto do Acórdão TCU nº 3448/2012 – Plenário. As recomendações daquele Tribunal foram consideradas na elaboração do mapa estratégico e respectivas iniciativas estratégicas, seja por meio de projetos, seja por meio da revisão de processos internos. No momento em que este documento era publicado já estavam ocorrendo as primeiras reuniões de acompanhamento da estratégia no âmbito do Ministério dos Transportes (R.A.E. – Reunião de Acompanhamento Estratégico), conforme as diretrizes estabelecidas pela portaria nº 159, publicada no DOU de 26/09/2013. Nesse contexto, a expectativa é de que pequenos ajustes no modelo, indicadores, metas e iniciativas poderão ocorrer por conta do processo de validação e determinações emanadas daquele fórum de acompanhamento. 4 DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRAESTRUTURA DE TRANSPORTES Diretoria Geral – Assessoria de Gestão Estratégica - AGE 2. CENÁRIO DE INFRAESTRUTURA NO BRASIL A mensagem presidencial do PPA 2012-2015 nos deu um grande panorama da infraestrutura no Brasil ao identificar as oportunidades e os desafios que o país terá que superar para melhorar o cenário de infraestrutura, tornando-o mais competitivo. Assim, de acordo com o referido PPA, a conjuntura com que o DNIT pode contribuir está resumida neste capítulo. Há tempos é reconhecida a importância de uma infraestrutura adequada para a geração de um ambiente propício ao desenvolvimento. A oferta eficiente de serviços públicos e de infraestrutura condiciona significativamente a produtividade e a competitividade do sistema econômico, ao mesmo tempo em que melhora o bem-estar social. Portanto, uma adequada distribuição da infraestrutura e de serviços correlatos é condição indispensável para que o país possa desenvolver vantagens competitivas, alcançando maior grau de especialização produtiva. Os investimentos em infraestrutura elevam a competitividade sistêmica da economia, o que melhora as condições de transportes, de comunicação e de fornecimento de energia. A expansão da produção agrícola e mineral, em especial nas regiões CentroOeste e Norte do país, associada à crescente demanda internacional por bens primários, tem aumentado as pressões sobre a infraestrutura de transportes relacionada ao comércio exterior: rodovias, ferrovias e portos. A própria retomada dos investimentos públicos em infraestrutura de transportes, com foco em modais mais eficientes (ferrovias de bitola larga e hidrovias), amplia a demanda por transporte de carga, ao reduzir os custos totais de produção, incluindo os de transportes, e promove a expansão da produção. Nesta questão, alguns elos do sistema de transporte podem ficar ainda mais sobrecarregados, por não receberem os investimentos necessários para expandir a capacidade de forma compatível ao do restante da malha. A situação dos portos e terminais hidroviários é a mais preocupante, sendo necessário investir em infraestrutura e superestrutura portuárias, e adequar os acessos terrestres e aquaviários, além de construir novos terminais. O crescimento econômico e a melhoria na distribuição de renda ocorridos na última década também contribuíram para um aumento da demanda por transporte regional de passageiros. Isto pressionou as infraestruturas de transportes associadas, em especial dos aeroportos. A redução do custo de passagens aéreas e rodoviárias e a maior facilidade de aquisição de automóveis também contribuíram para este aumento de demanda. Isto aumenta a necessidade de investimentos na melhoria e na expansão de capacidade das infraestruturas aéreas (aeroportuária e aeronáutica) e rodoviária. Há também a possibilidade do transporte ferroviário de passageiros, como trens de alta velocidade. A própria ampliação dos modais ferroviário e aquaviário para carga permite melhorar a oferta do transporte rodoviário para passageiros, aprimorando a integração regional e internacional do país. Ainda assim, há a necessidade de investimentos nos grandes eixos rodoviários, com a duplicação das principais rodovias federais e a implantação de contornos, anéis e travessias urbanas de cidades cortadas por rodovias. No plano sul-americano, é importante construir e interligar as rodovias fronteiriças e pontes internacionais. 5 DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRAESTRUTURA DE TRANSPORTES Diretoria Geral – Assessoria de Gestão Estratégica - AGE Com a missão de implementar as Políticas de Infraestrutura de Transportes, mais especificamente para os modais Rodoviário, Ferroviário e Hidroviário, conforme estabelecido pelo Plano Nacional de Logística e Transportes (PNLT), que representa uma busca pela retomada do planejamento nacional de transportes no país, apresenta uma visão de médio e longo prazo, com seu horizonte focado até 2023. Nesse contexto, o desafio é grande. O desenvolvimento da infraestrutura de transportes rodoviário, ferroviário e aquaviário, de forma integrada, demanda não apenas investimentos financeiros expressivos, mas também, o aperfeiçoamento de nossas práticas de gestão e de negociação internas. 3. BASE LEGAL E MISSÃO NO DNIT O DNIT é uma autarquia vinculada ao Ministério dos Transportes, criada pela Lei 10.233 de 5 de Junho de 2001 e regulamentada pelo Decreto 4.749 de 17 de junho de 2003. Segunda a referida lei, constitui objetivo do DNIT implementar, em sua esfera de atuação, a política formulada para a administração da infraestrutura do Sistema Federal de Viação, compreendendo sua operação, manutenção, restauração ou reposição, adequação de capacidade, e ampliação mediante construção de novas vias e terminais, segundo os princípios e diretrizes estabelecidos nesta Lei. A esfera de atuação do DNIT corresponde à infraestrutura do Sistema Federal de Viação, sob a jurisdição do Ministério dos Transportes, constituída de: I - vias navegáveis; II - ferrovias e rodovias federais; III - instalações e vias de transbordo e de interface intermodal; IV - instalações portuárias. São atribuições do DNIT, em sua esfera de atuação: Estabelecer padrões, normas e especificações técnicas para os programas de segurança operacional, sinalização, manutenção ou conservação, restauração ou reposição de vias, terminais e instalações, além da elaboração de projetos e execução de obras viárias; Fornecer ao Ministério dos Transportes informações e dados para subsidiar a formulação dos planos gerais de outorga e de delegação dos segmentos da infraestrutura viária; Administrar, diretamente ou por meio de convênios de delegação ou cooperação, os programas de operação, manutenção, conservação, restauração e reposição de rodovias, ferrovias, vias navegáveis, terminais e instalações portuárias; Gerenciar, diretamente ou por meio de convênios de delegação ou cooperação, projetos e obras de construção e ampliação de rodovias, ferrovias, vias navegáveis, terminais e instalações portuárias, decorrentes de investimentos programados pelo Ministério dos Transportes e autorizados pelo Orçamento Geral da União; Realizar programas de pesquisa e de desenvolvimento tecnológico, promovendo a cooperação técnica com entidades públicas e privadas. 6 DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRAESTRUTURA DE TRANSPORTES Diretoria Geral – Assessoria de Gestão Estratégica - AGE 4. O DNIT E O PPA Para atingir seu objetivo e suas atribuições, o DNIT, como todos os órgãos da administração pública brasileira, está vinculado às leis orçamentárias previstas no artigo 165 da Constituição Federal. O Plano Plurianual (PPA) é lei de periodicidade quadrienal, de hierarquia especial e sujeita a prazos e ritos peculiares de tramitação, instituída pela Constituição Federal de 1988, como instrumento normatizador do planejamento de médio prazo e de definição das macro orientações do Governo Federal para a ação nacional em cada período de quatro anos. O Plano Plurianual 2012-2015 está estruturado de forma diferente quando comparado com sua versão vigente até 2011. As categorias a partir das quais o Plano se organiza foram redesenhadas, buscando comunicar à sociedade os principais objetivos de governo e suas respectivas metas de maneira mais simples e direta. As unidades que agregam as políticas possuem delimitações mais abrangentes e uniformes entre si, dialogando, portanto, com formulações reconhecidas pelo governo e pela sociedade. Nesse sentido, o Plano está estruturado nas dimensões Estratégica, Tática e Operacional, cujos objetivos são concretizados por meio de Programas. Estes, por sua vez, são transversais a diversos órgãos e classificados como: Programas Temáticos: aqueles que expressam a agenda de governo por meio de políticas públicas, orientando a ação governamental para a entrega de bens e serviços à sociedade; Programas de Gestão, Manutenção e Serviços ao Estado: aqueles que reúnem um conjunto de ações destinadas ao apoio, à gestão e à manutenção da atuação governamental. Os Programas Temáticos são compostos por Indicadores, Objetivos, Metas e Iniciativas. Indicador é um instrumento que permite identificar e aferir, periodicamente, aspectos relacionados a um Programa, auxilia o monitoramento de uma determinada realidade. Objetivo expressa o que deve ser feito, refletindo as situações a serem alteradas pela implementação de um conjunto de Iniciativas. Meta é uma medida do alcance do Objetivo, podendo ser de natureza quantitativa ou qualitativa; Iniciativa declara as entregas de bens e serviços à sociedade, resultantes da coordenação de ações orçamentárias e de outras medidas de caráter não orçamentário. 7 DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRAESTRUTURA DE TRANSPORTES Diretoria Geral – Assessoria de Gestão Estratégica - AGE O PPA 2012-2015 desdobrou a estratégia em onze macrodesafios associando uma visão de futuro que define como o Brasil quer ser reconhecido. O DNIT está inserido, principalmente no item de macrodesafios VII que contém: Macrodesafio VII. Infraestrutura: produtiva, urbana e social de qualidade, garantindo a integração do território nacional e do País com a América do Sul. O DNIT busca aumentar a competitividade do Brasil atuando nos chamados gargalos da infraestrutura multimodais o que significa, principalmente, duas frentes de trabalho: a primeira corresponde à Adequação e Construção de Vias e a segunda à Manutenção e Recuperação das Vias existentes. Essas frentes compreendem os modais Rodoviário, Ferroviário e Aquaviário. Os macrodesafios foram desdobrados em 65 Programas Temáticos e o DNIT contribui para o atingimento dos objetivos de vários deles tais como: A) PROGRAMA: 2075 - Transporte Rodoviário Objetivos 0129 - Assegurar condições permanentes de trafegabilidade, segurança e conforto aos usuários das rodovias federais, por meio da manutenção das vias e da adequação e recuperação da capacidade estrutural das pontes. 0130 - Ampliar a oferta da prestação de serviços aos usuários das rodovias federais, propiciando mais segurança e qualidade no deslocamento, por meio de contratos de concessão, desconcentrando a gestão da malha. 0131 - Adequar a capacidade dos eixos rodoviários federais, garantindo condições estáveis de fluxo e segurança, com a finalidade de atender às demandas de cargas e ao volume de tráfego. 0132 - Ampliar a capacidade dos acessos terrestres aos portos, por vias federais. 0136 - Ordenar o tráfego rodoviário de passagem nos trechos de perímetro urbano que possuam nível de serviço inadequado ou alto índice de acidentes, por meio de intervenções nas rodovias federais. 0137 - Promover a expansão da malha rodoviária federal buscando a integração regional e interestadual e o atendimento aos fluxos de transporte de grande relevância econômica. 0138 - Aumentar a interligação rodoviária com os países da América do Sul, fortalecendo os eixos de integração e desenvolvimento, criando correntes logísticas na região. 0139 - Ampliar a malha rodoviária federal, de forma a promover a ligação entre todos os estados brasileiros, rompendo com o isolamento regional. 0140 - Adequar as interseções das rodovias federais pavimentadas que apresentem travessias fluviais ou cruzamento de vias, de forma a garantir a continuidade do tráfego. 0280 - Propiciar maior segurança ao usuário e a conservação da infraestrutura rodoviária, por meio da fiscalização e da utilização de sistemas e equipamentos de controle dos limites de velocidade e de pesagem contínua. 0281 - Estruturar o planejamento e a gestão da infraestrutura rodoviária federal de transportes 8 DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRAESTRUTURA DE TRANSPORTES Diretoria Geral – Assessoria de Gestão Estratégica - AGE B) PROGRAMA TEMÁTICO 2072 - Transporte Ferroviário Objetivos 0141 - Ampliar o sistema ferroviário nacional em bitola de maior capacidade, de forma integrada com os demais modos de transportes. 0142 - Viabilizar trechos inoperantes ou subutilizados por meio de conexões ferroviárias e acessos até regiões demandantes de cargas, tornando-os mais competitivos. 0143 - Promover a adequação e construção de variantes e acessos ferroviários aos portos. 0144 - Aumentar a interligação ferroviária com os países da América do Sul, fortalecendo os eixos de integração e desenvolvimento. 0145 - Fomentar o transporte ferroviário de passageiros. 0146 - Conectar as Zonas de Processamento e Transformação Mineral (ZPTM) e as Áreas de Relevante Interesse Mineral (ARIM) aos polos industriais e comerciais. 0147 - Ordenar o tráfego ferroviário nos perímetros urbanos das cidades, de forma a reduzir os riscos de acidentes, melhorar a operação ferroviária e reduzir os impactos socioambientais. 0148 - Fomentar a adequação dos trechos ferroviários existentes, os quais limitam a integração da malha e o crescimento da capacidade, por meio de alteração de bitola, mudança de geometria ou duplicação de linhas. 0149 - Aumentar a competitividade no transporte ferroviário, induzindo a entrada de novos operadores de transporte multimodal, proporcionando uma redução no custo do frete. 0484 - Assegurar condições permanentes de trafegabilidade, segurança e eficiência aos operadores da malha ferroviária nacional, por meio da manutenção contínua da infraestrutura, da superestrutura e dos sistemas das vias férreas. 0492 - Estruturar o planejamento e a gestão da infraestrutura do Sistema Ferroviário Federal. C) PROGRAMA TEMÁTICO 2073 - Transporte Hidroviário Objetivos 0234 - Fortalecer os corredores hidroviários garantindo condições de navegabilidade. 0236 - Aumentar a integração hidroviária com países da América do Sul fortalecendo os eixos de integração e desenvolvimento. 0278 - Desenvolver o transporte aquaviário de passageiros e misto (passageiros e cargas) na Região Norte. 0798 - Desenvolver rede de instalações portuárias de navegação interior para transporte de carga considerando a integração multimodal. 0283 - Estruturar o planejamento, a gestão, a operação e o controle do transporte hidroviário, dando continuidade à regulação do setor e garantindo a movimentação de pessoas e bens, em cumprimento a padrões de eficiência, segurança, conforto, regularidade, pontualidade e modicidade nos fretes e tarifas. 9 DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRAESTRUTURA DE TRANSPORTES Diretoria Geral – Assessoria de Gestão Estratégica - AGE 5. CONTEXTUALIZAÇÃO DO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO NO DNIT O DNIT, na busca por resultados mais efetivos para a sociedade, implantou recentemente a formulação do seu planejamento estratégico. A primeira versão do Plano Estratégico do DNIT foi apresentada em 2003 com um trabalho desenvolvido pela Fundação de Desenvolvimento Gerencial (FDG), realizando o levantamento e redesenho de alguns processos (nem todos finalísticos), análise de ambiente (análise SWOT) e orientação de um plano estratégico. O segundo estudo, chamado de ‘Prosseguimento do Desenvolvimento e Implantação de um Sistema de Gestão Estratégica/Operacional em Apoio à Direção-Geral do DNIT’, foi realizado pelo Centro de Excelência em Engenharia de Transportes (Centran), em 2006. Este trabalho teve como propósito desenvolver e apoiar a implantação, para a Direção Geral do Departamento, de metodologia gerencial para um sistema de gestão orientado em ciclos de melhoria contínua, que tenha como base planejamento estratégico de objetivos controlados, atuando em ambiente de busca permanente da qualidade, apoiado por sistema de informações gerenciais homogêneo e integrado, na Sede, nas superintendências e suas unidades. Em 2007, a Fundação Getúlio Vargas (FGV) realizou um estudo semelhante. Apresentou Relatório de Avaliação de Gestão e Proposta de Ajustamento Organizacional do DNIT. Ambos os documentos objetivavam tornar o DNIT um órgão eficiente e eficaz, com capacidade para responder com a prontidão requerida às demandas originadas pelos programas prioritários de Governo. Em suma, o trabalho apresentava análise e proposição de transformações necessárias ao DNIT para que pudesse cumprir sua missão institucional. Em 2011, foi criado o Comitê de Planejamento Estratégico – PE/MT, por meio da Portaria Ministerial nº 94/2011, e em novembro de 2011 foi definido um conjunto de iniciativas com o objetivo de reforçar a governança do Ministério dos Transportes, entre elas, a adoção de providências para implantar metodologias e ferramentas de planejamento e gestão estratégica, com aplicação de metodologia consagrada de gestão Balanced Scorecard em conjunto com mapas estratégicos para comunicar, monitorar e avaliar a execução da estratégia do Ministério dos Transportes e suas vinculadas (DNIT, VALEC, EPL, ANTAQ e ANTT). Assim, no bojo do Programa e na condição de órgão vinculado ao Ministério dos Transportes, a implementação do referido programa no âmbito do DNIT foi viabilizada em 2012, utilizando-se a metodologia do Balanced Scorecard (BSC). Com o intuito de alavancar a elaboração e a implantação do Planejamento Estratégico com uso do Balanced Scorecard, foi constituída uma assessoria específica junto a Direção Geral para acompanhar o Programa e cuidar de outros assuntos da agenda estratégica do órgão (Assessoria de Gestão Estratégica – AGE). A Assessoria faz a articulação entre o Ministério dos Transportes/Movimento Brasil Competitivo e a Direção Geral do DNIT, e gerencia a implantação das ações do Mapa Estratégico do DNIT. 10 DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRAESTRUTURA DE TRANSPORTES Diretoria Geral – Assessoria de Gestão Estratégica - AGE Dessa forma, pode-se consolidar a evolução da construção do Planejamento Estratégico do DNIT segundo a figura abaixo. 6. O MÉTODO DO BALANCED SCORECARD (BSC) Antes de apresentar o Planejamento Estratégico mais recente do DNIT, convém rever alguns aspectos do BSC. O Balanced Scorecard - BSC foi desenvolvido na década de 1990 por dois professores da Harvard Business School, David Norton e Robert Kaplan. Desde então, o modelo do BSC tem sido aperfeiçoado e se tornou um referencial para a mensuração do desempenho e da gestão da estratégia. O BSC é um instrumento gerencial de suporte à gestão estratégica, cujo objetivo só é alcançado por meio do apoio contínuo da liderança da organização e de visão integradora. Compreende os objetivos estratégicos da empresa em 4 perspectivas: financeira, mercadológica (cliente), processos internos e aprendizado e crescimento. A visão de futuro e a estratégia da organização são elementos fundamentais. A partir daí, essa estratégia deverá ser pensada nas quatro diferentes perspectivas, de modo a assegurar uma concepção balanceada (ou seja, equilibrada) da organização. Kaplan e Norton ressaltam que o sucesso da empresa depende do apoio e da infraestrutura adequada (pessoas, sistemas e procedimentos organizacionais) aos objetivos 11 DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRAESTRUTURA DE TRANSPORTES Diretoria Geral – Assessoria de Gestão Estratégica - AGE financeiros, do cliente e dos processos internos. Para o BSC, essa adequação deve ser realizada a partir da capacitação dos funcionários, da melhora da tecnologia de informações e da adequação dos procedimentos e das rotinas da empresa (que integram a perspectiva do aprendizado e crescimento). Dessa forma, pode-se analisar a aplicação das perspectivas do BSC de forma encadeada, na busca da visão e missão da instituição da seguinte forma: O aprendizado e o crescimento podem assegurar as condições para que, de forma contínua, sejam melhorados os processos internos; A melhoria dos processos internos, em diversas dimensões de desempenho, pode propiciar o crescimento da organização em termos de qualidade percebida pelos clientes, o que cria condições para um melhor posicionamento de mercado; As melhores vantagens competitivas, percebidas pelos clientes, deverão se traduzir em lucratividade, rentabilidade, maior participação no mercado - enfim, devem gerar melhores resultados financeiros. Considerando a utilização do modelo como um sistema de gestão estratégica, pode-se ressaltar cinco linhas de ação que devem permitir a uma organização tornar-se “orientada à estratégia”: a) A estratégia deve ser traduzida em termos operacionais, de forma que toda a organização possa compreendê-la. b) A organização deve estar alinhada à estratégia, por meio do comprometimento de todos. c) A estratégia deve ser tratada como dever de todos, de forma que as contribuições pessoais permitam a implantação da estratégia. d) A estratégia deve ser tratada como um processo contínuo, sobretudo por meio do aprendizado permanente e das correspondentes revisões sistemáticas dos planos, objetivos e cursos de ação. e) A adoção do modelo, que implica mudança de gestão, deve envolver a mobilização da organização, por meio da orientação da liderança executiva. 12 DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRAESTRUTURA DE TRANSPORTES Diretoria Geral – Assessoria de Gestão Estratégica - AGE O BSC e o Planejamento estratégico podem atuar como ferramentas complementares, mas são diferentes entre si. Dessa forma, o Planejamento estratégico está associado à definição da missão, da visão, dos valores, dos objetivos e mesmo das estratégias gerais de uma organização. Por sua vez, o BSC parte da visão e das estratégias, de forma a tirá-las do papel e transformá-las em ação dentro das organizações, propiciando meios para que sejam projetados e controlados os avanços em perspectivas equilibradas. Para isso, claro, devem ser empregados indicadores em todas as perspectivas, afinal, é preciso medir para gerenciar. Embora não se possa dizer que haja um único modelo consensual de adaptação, a maior parte dos autores concorda que é viável empregar o BSC nas organizações públicas, como de fato vem ocorrendo em vários casos, em todos os níveis de governo. Também de forma geral, concorda-se que são necessárias alterações no modelo original do instrumento de Kaplan e Norton, especialmente no que diz respeito à sua perspectiva financeira. Isso se justifica, pois na gestão pública busca-se o interesse público, razão pela qual essa deve ser a perspectiva primordial. Entretanto, o interesse público não pode ser confundido com o conceito exato de cliente, próprio da iniciativa privada, pois todos os cidadãos deverão ter seus interesses levados em consideração, mesmo que não sejam os beneficiários diretos. Além disso, a perspectiva financeira tem um caráter de restrição, pois apesar de o objetivo não ser gerar lucro, é preciso dispor de recursos financeiros para a execução dos serviços públicos. 7. O PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO NO DNIT A seguir apresentaremos o planejamento estratégico do DNIT, que utilizou o Balance Scorecard-BSC como ferramenta de desenvolvimento e desdobramento da estratégia. 7.1 MAPA ESTRATÉGICO, MISSÃO E VISÃO O principal referencial estratégico construído pelo DNIT foi o seu mapa estratégico, no qual foram definidos os níveis de atuação da estratégia como sendo “Organização Interna”, “Foco de Atuação” e os “Resultados” a serem alcançados. No nível da organização interna, foram definidos objetivos de governança, gestão de pessoas e ambiente interno. No nível de foco de atuação foram definidos objetivos relativos ao Planejamento, Contratação, Execução e Fiscalização de Empreendimentos de Infraestrutura de Transportes sob a responsabilidade do DNIT. No nível dos Resultados a serem alcançados pelo DNIT, foram definidas a Missão e a Visão da Autarquia, quais sejam: MISSÃO: IMPLEMENTAR A POLÍTICA DE INFRAESTRUTURA DE TRANSPORTES CONTRIBUINDO PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DO PAÍS. 13 DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRAESTRUTURA DE TRANSPORTES Diretoria Geral – Assessoria de Gestão Estratégica - AGE VISÃO: SER RECONHECIDO PELA QUALIDADE NA GESTÃO E OFERTA DE UMA INFRAESTRUTURA DE TRANSPORTES COM PADRÕES INTERNACIONAIS DE EXCELÊNCIA. Para construção do Mapa Estratégico do DNIT foram realizadas entrevistas com atores externos ao DNIT, tais como representantes do Ministério dos Transportes, do Ministério do Planejamento e Orçamento, da Casa Civil e de Segmentos do Mercado de Construção Civil. Além dessas entrevistas, realizou-se análise documental dos marcos legais de criação do DNIT, do PNLT e de relatórios e acórdãos dos órgãos de controle, destacandose os acórdãos nº 3.448/2012 e nº 2.397/2013 do TCU, uma vez que tais documentos apresentavam diagnósticos consistentes da situação gerencial da autarquia. Convém destacar também que o Mapa Estratégico do DNIT está alinhado com o Mapa Estratégico do Ministério dos Transportes, que foi formalizado pós intermédio da portaria de nº 159, de 26 de setembro de 2013. 14 DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRAESTRUTURA DE TRANSPORTES Diretoria Geral – Assessoria de Gestão Estratégica - AGE O Mapa Estratégico do DNIT ficou assim definido: Após o mapa estratégico, o DNIT desdobrou os objetivos estratégicos em iniciativas e indicadores em 2013. 15 DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRAESTRUTURA DE TRANSPORTES Diretoria Geral – Assessoria de Gestão Estratégica - AGE 7.2 OBJETIVOS ESTRATÉGICOS Neste tópico, detalharemos os objetivos estratégicos inseridos por temas no Mapa Estratégico do DNIT. Os Objetivos Estratégicos relacionados à “Ampliação e Qualificação da Malha e dos Serviços” são: Ampliar a malha viária federal: Ampliar a malha rodoviária federal visando a expansão das áreas de fronteira agrícola, industrial e mineral, o escoamento da produção, a integração com países da América do Sul e a redução das desigualdades regionais. Elevar o nível de serviço das vias: Oferecer nível de serviço adequado por meio da adequação ou duplicação da malha rodoviária ou da implantação/adequação de contornos e travessias urbanas, visando a redução do tempo de viagem e do custo logístico, com conforto, fluidez e confiabilidade dos serviços de transporte. Assegurar a manutenção da malha viária: Assegurar a manutenção da malha viária por meio de programas de manutenção estruturados que garantam a funcionalidade e qualidade a longo prazo nas rodovias federais para proporcionar a redução do tempo de viagem e do custo logístico, aumentando a segurança, conforto, a fluidez e confiabilidade dos serviços. Contribuir para a segurança dos usuários: Reduzir os pontos de acidentes recorrentes e, com efeito, o número de acidentes nas estradas federais, e induzir um comportamento do usuário de acordo com a legislação vigente em relação à velocidade e aos limites de peso. Os Objetivos Estratégicos de “Planejamento” são: Implantar o planejamento integrado: Implantar o processo de planejamento reduzindo o tempo de entrega dos produtos, efetuando a integração de todas as fases do empreendimento (estudos, projetos, desapropriações, licenças, construção, manutenção etc.) evitando a duplicidade e morosidade de atividades, eliminando custos desnecessários e dando celeridade aos empreendimentos. 16 DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRAESTRUTURA DE TRANSPORTES Diretoria Geral – Assessoria de Gestão Estratégica - AGE Aprimorar a gestão socioambiental: Aperfeiçoar a gestão socioambiental a partir do entendimento dos desafios socioambientais, incorporando seus custos e impactos no planejamento e orçamento dos empreendimentos, bem como contribuir para a obtenção de um melhor marco regulatório do setor. Promover a inovação: Promover a inovação tecnológica por meio de pesquisas e utilização de novas técnicas aplicadas ao setor de transportes por meio da estruturação de um centro de excelência visando a identificação de melhores práticas/tecnologias aplicadas ao setor. Os Objetivos Estratégicos concernentes ao tema “Contratação” são: Melhorar a qualidade dos estudos e projetos de Engenharia: Melhorar a análise e aprovação dos estudos e projetos sem prejuízo da celeridade, permitindo ao DNIT melhorar a qualidade das obras e mitigar o risco de obras deficitárias e a necessidade de aditivos para correção de projetos deficientes. Assegurar a celeridade e qualidade das contratações: Aperfeiçoar e dar celeridade ao processo licitatório/contratação visando reduzir o ciclo e melhorar a qualidade e normatização dos Termos de Referência e Editais. Aprimorar o conhecimento sobre o mercado: Adquirir novos conhecimentos especializados nos diversos segmentos do mercado de engenharia necessários para fortalecer a qualidade das licitações, melhorar a avaliação das propostas de engenharia, e possibilitar maior segurança na seleção de projetos com a avaliação do porte da empresa vis a vis a capacidade operacional de execução dos serviços demandados. Os Objetivos Estratégicos relativos ao tema “Execução e Fiscalização” são: Garantir a qualidades das obras e serviços: O DNIT pretende efetuar o redesenho do processo de análise de projetos, por meio da padronização de ferramentas e normas técnicas, bem como o estabelecimento e o constante aperfeiçoamento de indicadores para aferição da qualidade das obras. Fortalecer a fiscalização das obras e serviços: Aperfeiçoar a fiscalização das obras e serviços investindo nas superintendências para refletir todo o escopo de atuação do DNIT (ampliação, manutenção e operação) e assegurar melhor aferição dos resultados contratuais. Aprimorar a gestão física e financeira das obras e serviços: 17 DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRAESTRUTURA DE TRANSPORTES Diretoria Geral – Assessoria de Gestão Estratégica - AGE Normatizar e padronizar os fundamentos de gestão físico-financeira da obra e implantar sistema integrado de acompanhamento do avanço dos empreendimentos, tanto do ponto de vista físico, quanto financeiro. Os Objetivos Estratégicos de “Governança” são: Alinhar a estrutura organizacional à estratégia: Adequar à estrutura organizacional às responsabilidades, atividades, procedimentos e fluxo de informações no sentido de assegurar que a instituição esteja capacitada para executar as estratégias. Integrar os sistemas de informações: Implantar sistemas e ferramentas que agilizem e possibilitem uma gestão célere e eficaz, na Sede e nas superintendências, tendo sempre como base as prioridades estratégicas da autarquia, o acesso adequado às informações pelas áreas interessadas, e a intercomunicabilidade dos sistemas de informação. Implantar a gestão por resultados: Implantar a gestão por resultados adotando modelo que defina os resultados a serem alcançados, promova o alinhamento organizacional em torno de objetivos e metas institucionais, possibilite os redirecionamentos e consolide, em tempo hábil, o aprendizado contínuo, focando no alinhamento da estratégia com a operação a partir da gestão de iniciativas e processos. Assegurar a transparência da gestão: Assegurar a transparência ao divulgar desempenho da gestão no alcance das metas estratégicas e dos fatos relevantes, estabelecendo canal de comunicação direta entre servidores e diretorias, bem garantir o cumprimento do preconizado pela Lei de acesso à informação (Lei nº 12.527, de 18 de novembro de 2011). Os Objetivos Estratégicos relacionados ao tema “Pessoas” são: Implantar a gestão por competências: Desenvolver competências estratégicas da força de trabalho considerando o conjunto de conhecimentos, habilidades e atitudes necessárias para que ocorra, no menor tempo possível, um salto de desempenho para o alcance dos objetivos estratégicos. 18 DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRAESTRUTURA DE TRANSPORTES Diretoria Geral – Assessoria de Gestão Estratégica - AGE Desenvolver o capital humano: Conceber, implantar e avaliar planos de formação visando o desenvolvimento de habilidades e competências e desenvolvimento sistemático de novos conhecimentos. O Objetivo Estratégico de Ambiente é: Aprimorar o ambiente organizacional: Adequar o ambiente organizacional às mudanças necessárias para o alcance dos objetivos estratégicos, identificando os fatores que afetam a motivação, o comprometimento dos servidores, a transversalidade das ações entre as unidades e o aprimoramento da comunicação interna. 7.3 INICIATIVAS ESTRATÉGICAS As Iniciativas Estratégicas desdobram os objetivos estratégicos. O trabalho iniciou-se estabelecendo uma carteira de iniciativas para cada objetivo elencando os fatores chave de sucesso para atingir a missão do DNIT. Após esse trabalho, foi feita a categorização e a análise da suficiência da iniciativas levantadas com intuito de pontuá-las em conjunto com a diretoria da autarquia. Levou-se em conta três critérios para pontuar as iniciativas: Critério 1: Relevância Estratégica Esse critério visa pontuar o impacto que a iniciativa tem no atingimento do objetivo estratégico a qual está ligada. Quanto maior é a pontuação, maior é a aderência estratégica da iniciativa com a missão do DNIT. Critério 2: Celeridade dos Resultados Esse critério visa pontuar o prazo para que a iniciativa passe a produzir seus efeitos. Quanto maior a pontuação, menor é o prazo. Critério 3: Demandas Externas de Órgão de Controle Esse critério visa aumentar o grau de prioridade das iniciativas que possuem relevância estratégia, celeridades de resultados e ainda estão sendo demandadas pelos órgãos de controle. Fruto do resultado da reunião com a diretoria colegiada do DNIT sobre as iniciativas, realizada em janeiro de 2013, priorizou-se vinte e quatro iniciativas que possuem as maiores pontuações quanto aos três critérios adotados. 19 DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRAESTRUTURA DE TRANSPORTES Diretoria Geral – Assessoria de Gestão Estratégica - AGE As iniciativas priorizadas são: Objetivo Estratégico Iniciativa Estratégica 1 Implantação do Pesagem em Movimento Contribuir para a segurança do usuário 2 Implantação do BR-LEGAL 3 Modernização da Autorização Especial de Trânsito (A.E.T) 4 Revisão e Atualização das Especificações e Normas Técnicas de 5 Otimização do processo de planejamento integrado Implantar o planejamento integrado 6 Normatização do processo de gestão de reassentamentos 7 Normatização do processo de gestão ambiental Promover a inovação 8 Relocação e remodelagem do IPR 9 Melhoria do processo de Elaboração e Análise de projetos Melhorar a qualidade dos estudos e projetos 10 Desenvolvimento de Anteprojetos de engenharia 11 Otimização do processo de gestão dos contratos de projetos Assegurar a celeridade e a qualidade das 12 Atualização do SICRO contratações 13 Melhoria do processo de contratação por modalidade Aprimorar a gestão física e financeira das 14 Implantação do BEM obras e dos serviços 15 Implantação do Escritório de Obras Fortalecer a fiscalização das obras e dos 16 Implantação da Unidade Local (UL) Piloto serviços 17 Melhoria do processo de fiscalização Alinhar a estrutura organizacional à estratégia Integrar os sistemas de informações Assegura a transparência da gestão Implantar a gestão por competências 18 Elaboração de Proposta de Reestruturação do DNIT com Regimento Novo 19 20 21 22 23 24 Consolidação da Assessoria de Gestão Estratégica Elaboração e implantação do PETI / PDTI Elaboração e Implantação do Plano de Comunicação Externa Mapeamento, avaliação e implantação das Competências Estratégicas Implantação do Plano de Capacitação Fortalecimento de Carreiras Área CGPERT CGPERT CGPERT DIREX / IPR DPP DESAP. CGMAB DIREX / IPR CGDESP CGDESP CGDESP CGCIT CGCL AGE DIR DIR / SR DIR / SR DIREX AGE CGMI ASCOM CGRH CGRH CGRH 20 DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRAESTRUTURA DE TRANSPORTES Diretoria Geral – Assessoria de Gestão Estratégica - AGE Nesse contexto, apresentamos uma descrição de cada iniciativa que foi priorizada nesse primeiro momento. 1 - Implantação do Pesagem em Movimento Aplicar o modelo (Weight-In-Motion - WIM) na fiscalização do excesso de peso nas rodovias federais sob jurisdição do DNIT, visando o aumento de segurança dos usuários com contribuição na manutenção na malha. 2 - Implantação do BR-LEGAL Estudos para Proposição de Melhorias das Condições da Segurança Viária da Malha Viária Federal sob Jurisdição do DNIT com foco especial em sinalização rodoviária. 3 - Modernização da Autorização Especial de Trânsito (A.E.T) Modernização do SIAET (Sistema de Gerenciamento de Autorização Especial de Trânsito) através da implementação do conceito do Free Pass visando a redução do custo logístico operacional do transporte. A iniciativa inclui a padronização do processo de concessão de AET. 4 - Revisão e Atualização das Especificações e Normas Técnicas de Engenharia Adequar as normas e especificações técnicas - em alinhamento com a atualização do SICRO (Sistema de Custos Referenciais de Obras) - afim de melhorar a qualidade dos projetos, contratação e controle das obras. 5 - Otimização do processo de planejamento integrado Mapear o processo atual de planejamento da pré-obra do DNIT desde a concepção até a contratação da obra, identificando gargalos para implantar um processo otimizado. Esta iniciativa contempla todas as coordenações gerais e setoriais da DPP. 6 - Normatização do processo de gestão de reassentamentos Mapear e otimizar o processo (e documentação relevante) de reassentamentos e elaborar diretrizes básicas para reassentamento de populações afetadas por obras de infraestrutura viária. 7 - Normatização do processo de gestão ambiental Normatizar o modelo de gestão ambiental executado pelas gestoras contratadas, visando uniformizar os procedimentos e relatórios elaborados, possibilitando, como por exemplo, comparar empreendimentos diferentes no que diz respeito ao alinhamento às condicionantes ambientais. 8 - Relocação e remodelagem do IPR Recriar um IPR (instituto de pesquisas rodoviárias) renovado em Brasília que atuará como centro de pesquisa e universidade corporativa do DNIT e dos profissionais do setor no mercado. O IPR disseminará o conhecimento decorrente das pesquisas e estudos das suas parcerias. 21 DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRAESTRUTURA DE TRANSPORTES Diretoria Geral – Assessoria de Gestão Estratégica - AGE 9 - Melhoria do processo de Elaboração e Análise de projetos Melhoria do processo de elaboração e análise de projetos desde estabelecimento do Termo de Referência até a aprovação do projeto. 10 - Desenvolvimento de Anteprojetos Definir novo modelo de projetos por tipo de empreendimento rodoviário no âmbito do RDC (Regime Diferenciado de Contratação) 11 - Otimização do processo de gestão dos contratos de projetos Melhoria do processo de gestão dos contratos de projetos nas pontas, com intuito de melhorar a competência da equipe da CGDESP/SR em consequência a qualidade dos projetos de engenharia do DNIT. 12 - Atualização do SICRO Desenvolver ações que permitam ao DNIT implantar o novo Sistema de Custos Referenciais de Obras (SICRO), com revisão e criação de composições de custos unitários envolvendo serviços rodoviários, ferroviários e aquaviários. 13 - Melhoria do processo de contratação por modalidade Aprimorar e agilizar substantivamente seu processo de contratação desde a elaboração do Termo de Referência (TR) até assinatura do contrato para todos os tipos e modalidades de licitação. 14 - Implantação do BEM (Boletim Eletrônico de Medição) Otimizar e proporcionar total transparência ao processo de medição e pagamento dos serviços de engenharia executados pelas empresas contratadas pela autarquia. 15 - Implantação do Escritório de Obras Implantar metodologias e ferramentas de planejamento, controle e monitoramento de obras no DNIT, visando contribuir para a melhoria do desempenho físicofinanceiro e do aprimoramento do processo a tomada de decisão. 16 - Implantação da Unidade Local (UL) Piloto Aprimorar a fiscalização por um redesenho do processo, documentação, procedimentos e responsabilidades a partir da implantação do contrato até avaliação da empreiteira. 17 - Melhoria do processo de fiscalização Analisar modelo atual (gestão de recursos e distribuição da infraestrutura das UL´s) e propor uma alternativa mais eficiente e racional. 22 DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRAESTRUTURA DE TRANSPORTES Diretoria Geral – Assessoria de Gestão Estratégica - AGE 18 - Elaboração de Proposta de Reestruturação do DNIT com Regimento Novo Realizar estudos, desenvolver alternativas e elaborar os normativos necessários a implantação de nova estrutura organizacional do DNIT. 19 - Consolidação da Assessoria de Gestão Estratégica Dotar o DNIT de um escritório de gestão da estratégia que seja responsável pela integração e coordenação dos processos de governança estratégica no âmbito da organização. 20 - Elaboração e implantação do PETI / PDTI Levantar as necessidades em TIC das áreas, identificando soluções mais adequadas e priorizando sua implantação de acordo com as prioridades estratégicas inerentes no mapa estratégico do órgão. A CGMI está atuando fortemente alinhada com a estratégia para a sistematização das informações do DNIT. Essa questão de TI é tão importante para o DNIT que foram elencadas algumas recomendações de TI na auditoria operacional do TCU realizada em 2012 culminando no acórdão 3.448/2012 TCU Plenário, entre elas a integração dos diversos sistemas de protocolo utilizados nessa autarquia. 21 - Elaboração e Implantação do Plano de Comunicação Externa Criar um plano de comunicação externa do DNIT, visando um alinhamento das informações e ações deste órgão com a sociedade. 22 - Mapeamento, avaliação e implantação das Competências Estratégicas Desenvolver e implantar um modelo de gestão de pessoas orientado por competências, adequando a estrutura do órgão para assegura a capacidade da instituição para executar as suas estratégias. 23 - Implantação do Plano de Capacitação Desenvolver e implantar políticas e diretrizes de desenvolvimento do capital humano. 24 - Fortalecimento de Carreiras Desenvolver ações para melhorar as condições salariais e de benefícios das carreiras do DNIT Está em fase de implantação um plano de iniciativas juntamente com o plano de macroprocessos estratégicos de forma a acompanhar de forma sistematizada o andamento dos trabalhos bem como endereçamento dos pontos crítico com a alta diretoria da autarquia. 23 DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRAESTRUTURA DE TRANSPORTES Diretoria Geral – Assessoria de Gestão Estratégica - AGE 7.4 INDICADORES ESTRATÉGICOS O balanço de expectativas foi efetuado por meio de entrevistas com as diretorias, áreas setoriais e superintendências, em que foram sugeridas e selecionadas diversas iniciativas estratégicas, das quais foram priorizadas vinte e quatro na reunião colegiada do DNIT, ponderados conforme sua relevância para atender a visão e a missão da autarquia. 24 DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRAESTRUTURA DE TRANSPORTES Diretoria Geral – Assessoria de Gestão Estratégica - AGE Os vinte indicadores Priorizados foram: OBJETIVO ESTRATÉGICO ÁREA DIR DPP - DIR DPP - DIR 1 2 3 DPP - DIR 4 DPP-DIR 5 CPERT/DIR 6 CGPERT/DIR 7 CGPERT/ DIR 8 DIREX/SR DIREX/SR DIREX/SR DIR 9 10 11 12 DG 13 DG / DIREX 14 NOME DO INDICADOR Acréscimo anual da Malha Rodoviária Extensão de rodovias pavimentadas Acréscimo da Malha Duplicada e Sinalizada Malha Rodoviária Federal em Programas de manutenção Estruturada Malha Rodoviária Classificada como boa Equipamentos de Controle de Pesagem de Operação Equipamentos de Controle de Velocidade em Operação Cobertura do BR-legal sobre a malha rodoviária federal sob jurisdição do DNIT Execução do Orçamento - L.O.A RAP Executado (Planejamento) Medições em Atraso DNIT Volume de Contratação por modalidade no DNIT Execução do projeto de melhoria do processo de contratações de obras no DNIT Número de R.A.E.s Realizadas Implantar o planejamento integrado DPP/ CGPLAN 15 Aprimorar Gestão Socioambiental Melhorar a qualidade dos estudos e projetos de engenharia Fortalecer a fiscalização das obras e dos serviços CGMAB/ DIR Ampliar a malha viária federal Elevar o nível de serviço das vias Assegurar a manutenção da malha viária Contribuir para a segurança do usuário FREQ. Sem. Sem. Sem. UNIDADE PRAZO Km 2º Sem 2013 Km 2º Sem 2013 Km 2º Sem 2013 Sem. Unidade 2º Sem 2013 Anual % 2º Sem 2013 Anual Unidade 2º Sem 2013 Tri. Unidade 2º Sem 2013 Mensal % 2º Sem 2013 Tri. Mensal Tri. Sem. % / R$ % / R$ % % 2º Sem 2013 2º Sem 2013 1º Sem 2014 1º Sem 2014 Tri. % 1º Sem 2014 Mensal % 1º Sem 2014 Extensão dos estudos de viabilidade Sem. % 2º Sem 2014 16 Quantidade de Infrações Ambientais Anual CGDESP 17 Erros de projetos em fase de Obra Sem. % 2º Sem 2014 DIREX/SR 18 Valor Contratual Por Fiscal Sem. Valor 2º Sem 2014 Implantar a Gestão por competências DAF 19 Cumprimento do Plano de Aprimoramento de Recursos Humanos Trim. % 2º Sem 2014 Aprimorar o Ambiente Organizacional ASCOM/ DG 20 Cumprimento do Plano de Comunicação Interna Trim. % 2º Sem 2014 Aprimorar a Gestão física e financeira das obras e dos serviços Assegurar a celeridade e a qualidade das contratações Implantar a Gestão por resultados Unidade 2º Sem 2014 25 DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRAESTRUTURA DE TRANSPORTES Diretoria Geral – Assessoria de Gestão Estratégica - AGE 8. CONSIDERAÇÕES FINAIS O presente Planejamento Estratégico é uma ação proativa desta Autarquia para delinear ações estruturadas que possam viabilizar uma mudança organizacional com foco em resultados Convém observar que existe um alinhamento entre os objetivos estratégicos desafiadores inseridos no mapa estratégico do DNIT e os problemas-chave que apresentaram maior frequência de achados da Auditoria Operacional realizada pelo Tribunal de Contas da União – TCU (Acórdão TC.032.446/2011). A priorização das iniciativas estratégicas também considerou as recomendações do TCU constantes do Acórdão 3.448/ 2012-Plenário. Portanto, pode-se afirmar que a construção do presente Planejamento Estratégico considerou em seu diagnóstico organizacional as recomendações de auditorias operacionais realizadas pelo TCU. Neste contexto, o primeiro passo foi dado: o Planejamento Estratégico da instituição foi construído identificando os principais desafios a serem superados para concretizar missão e visão de futuro desta Autarquia. Atualmente estamos envidando esforços no sentido de consolidar a estrutura necessária para o processo de acompanhamento e gestão da estratégia, coordenando o desdobramento da estratégia para as Diretorias Setoriais e superintendências desta autarquia. Sendo assim, baseado no fato de que o plano foi elaborado com o envolvimento de parte significativa do seu quadro de servidores, a expectativa da Diretoria Colegiada da autarquia é de contar com a participação de todos no sentido de construir o futuro desejado da organização alinhado com os legítimos anseios da sociedade brasileira. Brasília, 19 de dezembro de 2013. JORGE ERNESTO PINTO FRAXE Diretor-Geral 26 DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRAESTRUTURA DE TRANSPORTES Diretoria Geral – Assessoria de Gestão Estratégica - AGE ANEXO A COMPARAÇÃO DO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DO DNIT COM O CRITÉRIO 2 DO GESPÚBLICA Estratégias e Planos e, em seguida, faremos uma análise qualitativa da situação atual das atividades de gestão estratégica em curso no DNIT. Formatado: Fonte: (Padrão) Times New Roman, 12 pt, Não Negrito NROS DO PPA ATÉ DESDOBRAR NO DNIT 9. GESPÚBLICA O Programa Nacional de Gestão Pública e Desburocratização – GESPÚBLICA é um programa nNacional, vinculado ao Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, que tem a finalidade de contribuir para a melhoria da qualidade dos serviços públicos prestados aos cidadãos e para o aumento da competitividade do País. O GESPÚBLICA é o resultado da evolução histórica de uma série de iniciativas do Governo Federal para promover a gestão pública de excelência. Criado em 2005 por meio do Ddecreto 5.378 de 23 de fevereiro de 2005, o Programa tem como principais características ser essencialmente público, ser contemporâneo, estar voltado para a disposição de resultados para a sociedade e ser federativo. Visto como uma política pública fundamentada em um modelo de gestão específico, o Programa tem como principais características o fato de ser essencialmente público – orientado ao cidadão e respeitando os princípios constitucionais da impessoalidade, da legalidade, da moralidade, da publicidade e da eficiência –, de ser contemporâneo – alinhado ao estado-da-arte da gestão –, de estar voltado para a disposição de resultados para a sociedade – com impactos na melhoria da qualidade de vida e na geração do bem comum – e de ser federativo – com aplicação a toda a administração pública, em todos os poderes e esferas do governo.Neste anexo, veremos os critérios do GESPÚBLICA relacionados a Estratégias e Planos e, em seguida, faremos uma análise qualitativa da situação atual das atividades de gestão estratégica em curso no DNIT. CRITÉRIOS DO GESPÚBLICA Formatado: Fonte: (Padrão) Times New Roman, 12 pt Formatado: Fonte: (Padrão) Times New Roman, 12 pt, Cor da fonte: Automática Formatado: Recuo: À esquerda: 0 cm, Primeira linha: 2,5 cm Formatado: Fonte: (Padrão) Times New Roman, 12 pt, Cor da fonte: Automática Formatado: Fonte: (Padrão) Times New Roman, 12 pt, Cor da fonte: Automática Formatado: Fonte: (Padrão) Times New Roman, 12 pt, Cor da fonte: Automática O Programa Nacional de Gestão Pública e Desburocratização – GESPÚBLICA é um programa nacional vinculado ao Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, que tem a finalidade de contribuir para a melhoria da qualidade dos serviços públicos prestados aos cidadãos e para o aumento da competitividade do País. O GESPÚBLICA é o resultado da evolução histórica de uma série de iniciativas do Governo Federal para promover a gestão pública de excelência. Criado em 2005 por meio do Decreto 5.378 de 23 de fevereiro de 2005, o Programa tem como principais características ser essencialmente público, ser contemporâneo, estar voltado para a disposição de resultados para a sociedade e ser federativo. Por sua vez, oO Modelo de Excelência em Gestão Pública (MEGP) representa a principal referência a ser seguida pelas instituições públicas que desejam aprimorar constantemente seus níveis de gestão. Como todo modelo de gestão, o MEGP contém diretrizes expressas em seus critérios de excelência gerenciall. 27 Formatado: Fonte: (Padrão) Times New Roman, 12 pt, Cor da fonte: Automática Formatado: Fonte: (Padrão) Times New Roman, 12 pt, Cor da fonte: Automática Formatado: Fonte: (Padrão) Times New Roman, 12 pt, Cor da fonte: Automática Formatado: Fonte: (Padrão) Times New Roman, 12 pt Formatado: Fonte: (Padrão) Times New Roman, 12 pt, Cor da fonte: Automática DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRAESTRUTURA DE TRANSPORTES Diretoria Geral – Assessoria de Gestão Estratégica - AGE Critério 1 - Liderança Critério 2 - Eestratégias e planos Critério 3 - Ccidadãos e, Critério 4 - sSociedade Critério 5 - Iinformação e conhecimento Critério 6 - Ppessoas Critério 7 - Pprocessos Critério 8 - Rresultados Formatado: Fonte: (Padrão) Times New Roman, 12 pt, Negrito, Cor da fonte: Automática Formatado: Fonte: (Padrão) Times New Roman, 12 pt, Cor da fonte: Automática Formatado: Fonte: (Padrão) Times New Roman, 12 pt, Cor da fonte: Automática Formatado: Fonte: (Padrão) Times New Roman, 12 pt, Cor da fonte: Automática Para que tanto o Modelo de Excelência em Gestão Pública quanto o próprio Programa GesPública acompanhem a dinâmica da sociedade brasileira e estejam em conformidade com as necessidades dos cidadãos, são fundamentais ações contínuas de inovação do modelo, de sua comunicação e de garantia de sua sustentabilidade. Em 1998, criou-se o Prêmio Nacional da Gestão Pública (PQGF), tendo por base o Modelo de Excelência em Gestão Pública, alinhado com o "estado da arte" da gestão contemporânea. O Prêmio Nacional da Gestão Pública é uma das ações estratégicas do Programa Nacional da Gestão Pública e Desburocratização que tem como finalidade destacar, reconhecer e premiar as organizações públicas que comprovem alto desempenho institucional com qualidade em gestão. Formatado: Fonte: (Padrão) Times New Roman, 12 pt, Cor da fonte: Automática Formatado: Fonte: (Padrão) Times New Roman, 12 pt, Cor da fonte: Automática Formatado: Fonte: (Padrão) Times New Roman, 12 pt, Cor da fonte: Automática Formatado: Fonte: (Padrão) Times New Roman, 12 pt, Cor da fonte: Automática Formatado: Fonte: (Padrão) Times New Roman, 12 pt, Cor da fonte: Automática Formatado: Recuo: À esquerda: 0 cm, Primeira linha: 2,5 cm O GESPÚBLICA reúne uma pontuação específica para cada critério e a somatória desses pontos define o estágio no qual a organização se encontra em relação ao atendimento dos requisitos da excelência. ANÁLISE DO CRITÉRIO 2 – ESTRATÉGIAS E PLANOS De acordo com esse critério, a organização deve, a partir de sua visão de futuro, da análise dos ambientes interno e externo e da sua missão institucional formular suas estratégias, desdobrá-las em planos de ação de curto e longo prazos e acompanhar sua implementação, visando o atendimento de sua missão e a satisfação das partes interessadas. Neste contexto, realizaremos a seguir uma avaliação da situação atual desta Autarquia em relação aos requisitos do critério 2, considerando a Formulação das Estratégias e a sua Implementação. 28 Formatado: Recuo: À esquerda: 0 cm, Primeira linha: 2,5 cm DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRAESTRUTURA DE TRANSPORTES Diretoria Geral – Assessoria de Gestão Estratégica - AGE Formatado: Fonte: (Padrão) Times New Roman, 12 pt, Cor da fonte: Automática A pontuação por critério pode ser entendida de acordo com a tabela abaixo: Critério P % 1 1 ontuação 1) Liderança 10 Governança Pública e Governabilidade Formatado: Fonte: (Padrão) Times New Roman, 12 pt Formatado: Fonte: (Padrão) Times New Roman, 12 pt Tabela formatada Formatado: Fonte: (Padrão) Times New Roman, 12 pt 1% 4 Formatado: Fonte: (Padrão) Times New Roman, 12 pt 4 Formatado: Fonte: (Padrão) Times New Roman, 12 pt 3 Formatado: Fonte: (Padrão) Times New Roman, 12 pt 0 Sistema de Liderança 0 Análise do desempenho da organização 0 2) Estratégias e Planos 6 0 Formulação das estratégias 6 Formatado: Fonte: (Padrão) Times New Roman, 12 pt % 3 Formatado: Fonte: (Padrão) Times New Roman, 12 pt 3 Formatado: Fonte: (Padrão) Times New Roman, 12 pt 0 Implementação das Estratégias 0 3) Cidadãos 6 0 Imagem e Conhecimento Mútuo 6 Formatado: Fonte: (Padrão) Times New Roman, 12 pt % 3 Formatado: Fonte: (Padrão) Times New Roman, 12 pt 3 Formatado: Fonte: (Padrão) Times New Roman, 12 pt 0 Relacionamento com os cidadãos usuários 0 4) Sociedade 6 0 Atuação socioambiental 6 Formatado: Fonte: (Padrão) Times New Roman, 12 pt % 2 Formatado: Fonte: (Padrão) Times New Roman, 12 pt 2 Formatado: Fonte: (Padrão) Times New Roman, 12 pt 2 Formatado: Fonte: (Padrão) Times New Roman, 12 pt 0 Ética e controle social 0 Políticas públicas 0 5) Informações e conhecimento 6 0 Informações da organização 6 Formatado: Fonte: (Padrão) Times New Roman, 12 pt % 2 Formatado: Fonte: (Padrão) Times New Roman, 12 pt 2 Formatado: Fonte: (Padrão) Times New Roman, 12 pt 2 Formatado: Fonte: (Padrão) Times New Roman, 12 pt 0 Informações comparativas 0 Gestão do conhecimento 0 6) Pessoas 9 0 9 Formatado: Fonte: (Padrão) Times New Roman, 12 pt 3 Sistemas de trabalho Formatado: Fonte: (Padrão) Times New Roman, 12 pt % 0 29 DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRAESTRUTURA DE TRANSPORTES Diretoria Geral – Assessoria de Gestão Estratégica - AGE Capacitação e desenvolvimento 3 Formatado: Fonte: (Padrão) Times New Roman, 12 pt 3 Formatado: Fonte: (Padrão) Times New Roman, 12 pt 0 Qualidade de vida 0 7) Processos 1 10 Processos finalísticos e processos de apoio 1 Formatado: Fonte: (Padrão) Times New Roman, 12 pt 1% 5 Formatado: Fonte: (Padrão) Times New Roman, 12 pt 3 Formatado: Fonte: (Padrão) Times New Roman, 12 pt 3 Formatado: Fonte: (Padrão) Times New Roman, 12 pt 0 Processos de suprimento 0 Processos orçamentários e financeiros 0 8) Resultados 4 50 Resultados relativos aos cidadãos usuários 4 Formatado: Fonte: (Padrão) Times New Roman, 12 pt 5% 1 Formatado: Fonte: (Padrão) Times New Roman, 12 pt 1 Formatado: Fonte: (Padrão) Times New Roman, 12 pt 6 Formatado: Fonte: (Padrão) Times New Roman, 12 pt 6 Formatado: Fonte: (Padrão) Times New Roman, 12 pt 3 Formatado: Fonte: (Padrão) Times New Roman, 12 pt 1 Formatado: Fonte: (Padrão) Times New Roman, 12 pt 00 Resultados relativos à sociedade 00 Resultados orçamentários e financeiros 0 Resultados relativos às pessoas 0 Resultados relativos aos processos de suprimento 0 Resultados dos processos finalísticos e dos processos de apoio 00 Formatado: Fonte: Times New Roman, 12 pt Formatado: Recuo: Primeira linha: 2,5 cm Formatado: Recuo: À esquerda: 0 cm, Primeira linha: 2,5 cm 10. Formatado: Recuo: Primeira linha: 2,5 cm, Sem marcadores ou numeração O Planejamento Estratégico NO DNIT e O GESPÚBLICA Formatado: Título 1, Recuo: À esquerda: 0 cm, Primeira linha: 2,5 cm Tabela formatada FORMULAÇÃO DAS ESTRATÉGIAS REQUISITOS DO GESPÚBLICA A - Como é o processo de formulação das políticas públicas, quando pertinente? Destacar a forma de identificar o universo institucional e os atores envolvidos nas políticas públicas das quais participa no papel de formuladora e/ou executora, quando pertinente. Situação Atual do DNIT O responsável pela formulação de políticas públicas no segmento de transportes é o Ministério dos Transportes. Nesse sentido, a própria missão desta Autarquia estabelece que cabe ao DNIT a implementação da política de infraestrutura. Formatado: Fonte: (Padrão) Times New Roman, 12 pt, Cor da fonte: Plano de Fundo 1 Formatado: Fonte: (Padrão) Times New Roman, 12 pt Formatado: Fonte: (Padrão) Times New Roman, 12 pt Formatado: Fonte: (Padrão) Times New Roman, 12 pt Tabela formatada Formatado: Fonte: (Padrão) Times New Roman, 12 pt, Negrito Formatado: Fonte: (Padrão) Times New Roman, 12 pt 30 DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRAESTRUTURA DE TRANSPORTES Diretoria Geral – Assessoria de Gestão Estratégica - AGE Todavia, convém registrar que o DNIT participou diretamente da elaboração do Planejamento Estratégico do Ministério dos Transportes, que foi formalizado na Portaria nº 159, de 26/09/2013. Nesse contexto, observa-se que existe um alinhamento direto do Mapa Estratégico do DNIT com o do Ministério dos Transportes (Anexo B), que define os objetivos estratégicos com base no Plano Nacional de Logística e Transportes e o Plano Plurianual. A missão e a visão do DNIT foram B - Como é o processo de formulação traduzidas no mapa estratégico sendo das estratégias da organização? Apresentar as principais etapas e as áreas desdobradas em diversos objetivos e envolvidas no processo iniciativas estratégicas. O trabalho foi fruto de entrevistas pelas diversas áreas da Autarquia além do patrocínio da alta direção e apoio de consultoria contratada pelo Ministério dos Transportes com o apoio do Movimento Brasil Competitivo. Formatado: Fonte: (Padrão) Times New Roman, 12 pt Formatado: Fonte: (Padrão) Times New Roman, 12 pt, Negrito Formatado: Fonte: (Padrão) Times New Roman, 12 pt A referida consultoria realizou entrevistas semiestruturadas com as partes interessadas do setor de infraestrutura de transportes, dentre as quais destacam-se: a Casa Civil, o Ministério do Planejamento, o Ministério dos Transportes e suas Secretarias, segmentos do mercado de construção pesada. Foi realizada também uma análise documental dos Planejamentos Estratégicos anteriores do DNIT, conforme citado no item 5 deste Planejamento Estratégico. Foi realizada também uma extensa análise dos achados da Auditoria Operacional realizada pelo Tribunal de Contas da União – TCU (TC 032.446/2011 e Acórdão 3448/2012 – Plenário), agrupando os principais problemas-chave e considerando-os na definição dos objetivos estratégicos e na priorização das iniciativas. C - Como os aspectos relativos ao Na análise do ambiente externo, são ambiente externo são considerados no identificadas as oportunidades e ameaças à processo de formulação das estratégias? consecução dos objetivos estratégicos. O 1. Destacar os aspectos considerados. DNIT procura aproveitar as oportunidades 31 Formatado: Fonte: (Padrão) Times New Roman, 12 pt Formatado: Fonte: (Padrão) Times New Roman, 12 pt Formatado: Fonte: (Padrão) Times New Roman, 12 pt, Negrito Formatado: Fonte: (Padrão) Times New Roman, 12 pt DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRAESTRUTURA DE TRANSPORTES Diretoria Geral – Assessoria de Gestão Estratégica - AGE 2. Destacar a maneira de relacionamento com outros órgãos e entidades para estabelecer parcerias com o intuito de melhor cumprir sua missão institucional. D - Como é realizada a análise do ambiente interno? Destacar de que forma é considerado, nessa análise, o conhecimento da organização. E - Como são avaliadas e selecionadas as estratégias? F - Como as áreas da organização e as partes interessadas, quando pertinente, são envolvidas nos processos de formulação de estratégias? G - Como as estratégias são comunicadas às partes interessadas pertinentes para o estabelecimento de compromissos mútuos? e amortecer ou absorver as ameaças, ou, adaptar-se a elas. Conta com a contribuição dos órgãos de controle, como o TCU e CGU. Na análise do ambiente interno, são identificados os pontos fortes e fracos da instituição. É realizada pelo constante contato entre as diversas áreas do DNIT, além das importantes contribuições dos órgãos de controle, especialmente as auditorias operacionais. A análise do ambiente interno é feita pelo constante contato entre as diversas áreas do DNIT, além das importantes contribuições dos órgãos de controle, especialmente as auditorias operacionais. As estratégias são discutidas e validadas com a Diretoria Colegiada do DNIT. Os ajustes necessários são realizados periodicamente de forma a buscar o atingimento dos objetivos da Autarquia. Tendo como norte a orientação do Ministério dos Transportes, são realizadas reuniões periódicas para discussão das propostas e análise das estratégias pelas Diretorias e partes interessadas. As estratégias são comunicadas por meio de reuniões com as diversas áreas da instituição e está sendo elaborado um plano de comunicação das estratégias. Formatado: Fonte: (Padrão) Times New Roman, 12 pt Formatado: Fonte: (Padrão) Times New Roman, 12 pt, Negrito Formatado: Fonte: (Padrão) Times New Roman, 12 pt Formatado: Fonte: (Padrão) Times New Roman, 12 pt Formatado: Fonte: (Padrão) Times New Roman, 12 pt Formatado: Fonte: (Padrão) Times New Roman, 12 pt Formatado: Fonte: (Padrão) Times New Roman, 12 pt Formatado: Fonte: (Padrão) Times New Roman, 12 pt Formatado: Fonte: (Padrão) Times New Roman, 12 pt Formatado: Tabulações: 5,66 cm, À esquerda Formatado: Fonte: (Padrão) Times New Roman, 12 pt Formatado: Fonte: (Padrão) Times New Roman, 12 pt Tabela formatada IMPLEMENTAÇÃO DAS ESTRATÉGIAS REQUISITOS DO GESPÚBLICA A - Como são definidos os indicadores para a avaliação da operacionalização das estratégias, estabelecidas as metas de curto e longo prazos e definidos os respectivos planos de ação? Situação Atual do DNIT A formulação dos indicadores é coordenada pela Assessoria de Gestão Estratégica-AGE, por intermédio de consulta com os setores da organização, enquanto o acompanhamento do desempenho destes indicadores é realizado por cada área específica periodicamente. Esses instrumentos permitem valorar o cumprimento dos objetivos e metas de curto e longo prazo, sempre possibilitando a discussão acerca das informações em análise. B - Como as metas estabelecidas e os planos As metas e os planos de ação são de ação são desdobradoss para as áreas da desdobrados pelas áreas de acordo com organização, assegurando a coerência entre o planejamento estratégico e atualizados 32 Formatado: Fonte: (Padrão) Times New Roman, 12 pt Formatado: Fonte: (Padrão) Times New Roman, 12 pt Formatado: Fonte: (Padrão) Times New Roman, 12 pt Formatado: Centralizado Formatado: Fonte: (Padrão) Times New Roman, 12 pt Formatado: Fonte: (Padrão) Times New Roman, 12 pt Tabela formatada Formatado: Fonte: (Padrão) Times New Roman, 12 pt Formatado: Fonte: (Padrão) Times New Roman, 12 pt Formatado: Fonte: (Padrão) Times New Roman, 12 pt Formatado: Fonte: (Padrão) Times New Roman, 12 pt DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRAESTRUTURA DE TRANSPORTES Diretoria Geral – Assessoria de Gestão Estratégica - AGE os indicadores utilizados na avaliação da implementação das estratégias e aqueles utilizados na avaliação do desempenho dos processos? CD – Como os diferentes recursos são alocados para assegurar a implementação dos planos de ação? DE - Como são comunicadas as metas, os indicadores e os planos de ação para a força de trabalho e, quando pertinente, para as demais partes interessadas? EF - Como é realizado o monitoramento da implementação dos planos de ação? sistematicamente visando ao alinhamento constante com a estratégia. A alocação de recursos é instrumentalizada pelo PPA e pela LOA. Outro aspecto relevante é que o PAC contribuiu para a alocação de recursos orçamentários. A comunicação é um fator preponderante na estratégia institucional, dada a sua importância no fluxo da informação. Entretanto, essa comunicação, atualmente, não é feita de forma sistemática, existindo apenas ações isoladas. Para solucionar esta lacuna, está sendo elaborado um plano de comunicação. O monitoramento da implementação dos planos de ação é realizado por meio do acompanhamento das ações pela AGE, pelas reuniões da Diretoria Colegiada e pelas Reuniões de Alinhamento Estratégico – R.A.E.s do Ministério dos Transportes. Formatado: Fonte: (Padrão) Times New Roman, 12 pt Formatado: Fonte: (Padrão) Times New Roman, 12 pt, Negrito Formatado: Fonte: (Padrão) Times New Roman, 12 pt Formatado: Fonte: (Padrão) Times New Roman, 12 pt Formatado: Fonte: (Padrão) Times New Roman, 12 pt Formatado: Fonte: (Padrão) Times New Roman, 12 pt Formatado: Fonte: (Padrão) Times New Roman, 12 pt Formatado: Fonte: (Padrão) Times New Roman, 12 pt Em suma, ao compararmos a situação atual do Planejamento Estratégico do DNIT com o critério 2 – Estratégias e Planos do GESPÚBLICA, constatamos que a Formulação das Estratégias foi adequada, mas necessita de aprimoramento, principalmente no que se refere à comunicação. Formatado: Recuo: Primeira linha: 0,61 cm Por outro lado, observamos que a Implementação da Estratégia encontra-se em estágio embrionário, sendo necessário intensificar a realização de R.A.E.s no âmbito do DNIT, buscando sistematizar a implantação dos indicadores e o monitoramento das iniciativas estratégicas. Neste contexto, entendemos que o DNIT se encontra no passo 6 da figura abaixo, no qual a CGMI está nos ajudando a sistematizar os indicadores de forma a conseguirmos medi-los institucionalmente garantindo assim a confiabilidade e a segurança da informação gerada. 33 Formatado: Fonte: (Padrão) Times New Roman, 12 pt Formatado: Fonte: (Padrão) Times New Roman, 12 pt DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRAESTRUTURA DE TRANSPORTES Diretoria Geral – Assessoria de Gestão Estratégica - AGE Formatado: Fonte: (Padrão) Times New Roman, 12 pt Formatado: Fonte: (Padrão) Times New Roman, 12 pt Por fim, consideramos que o importante é entender que o GESPÚBLICA busca fomentar no órgão a melhoria contínua da gestão e que o primeiro passo foi dado no momento em que a autarquia se decidiu pela busca contínua da excelência de gestão. 34 Formatado: Fonte: (Padrão) Times New Roman, 12 pt DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRAESTRUTURA DE TRANSPORTES Diretoria Geral – Assessoria de Gestão Estratégica - AGE ANEXO B MAPA ESTRATÉGICO DO MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES 35 DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRAESTRUTURA DE TRANSPORTES Diretoria Geral – Assessoria de Gestão Estratégica - AGE ANEXO C GLOSSÁRIO AET: Autorização Especial de Trânsito AGE: Assessoria de Gestão Estratégica ASCOM: Assessoria de Comunicação BEM: Boletim Eletrônico de Medição BSC: Balanced Scorecard CGCIT: Coordenação-Geral de Custos em Infraestrutura CGCL: Coordenação-Geral de Cadastro e Licitação CGDESP: Coordenação-Geral de Desenvolvimento e Projetos CGMAB: Coordenação-Geral de Meio Ambiente CGMI: Coordenação-Geral de Modernização e Informática CGPERT: Coordenação-Geral de Operações Rodoviárias CGPLAN: Coordenação-Geral de Planejamento e Programas de Investimento CGRH: Coordenação-Geral de Recursos Humanos DAF: Diretoria de Administração e Finanças DER: Departamento de Estradas e Rodagem DESAP: Desapropriação DG: Diretoria Geral DIR: Diretoria de Infraestrutura Rodoviária DIREX: Diretoria Executiva DPP: Diretoria de Planejamento e Pesquisa EVTEA: Estudos de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental IPR: Instituto de Pesquisas Rodoviárias KPI: Key Performance Indicators (Indicadores-chave de desempenho) MEGP: Modelo de Excelência em Gestão Pública PDTI: Plano Diretor de Tecnologia de Informação PETI: Plano Estratégico de Tecnologia de Informação PNLT: Plano Nacional de Logística e Transportes R.A.E.: Reunião de Acompanhamento Estratégico SIAET: Sistema de Gerenciamento de Autorização Especial de Trânsito SICRO: Sistema de Custos Rodoviários UL: Unidade Local WIM: Weight in Motion (Pesagem em Movimento) 36