Superintendência Regional da Receita Federal do Brasil da 5ª Região Fiscal – SRRF05 CONCORRÊNCIA SRRF05 2012 ATA DA AUDIÊNCIA PÚBLICA PREÂMBULO No vigésimo dia do mês de setembro de 2012, às 09:00 horas, no AUDITÓRIO DO PRÉDIO SEDE DO MINISTÉRIO DA FAZENDA, Avenida Frederico Pontes, s/n, Edifício do MF, 8º andar, auditório, bairro Comércio, a Comissão Especial para elaborar Estudo Sintético de Viabilidade Técnico e Econômico (EVTE) para implantação de Porto Seco, designada pela Portaria SRRF05 nº 200, de 21/07/2012, reuniu-se em Audiência Pública destinada a possibilitar à sociedade o direito de manifestação sobre a documentação objeto da Concorrência para Outorga de Permissão para Prestação dos Serviços Públicos de Movimentação e Armazenagem de Mercadorias em Porto Seco, a ser instalado na Região Metropolitana de Salvador, conforme Aviso de Audiência Pública publicado no DOU nº 171, de 03/09/2012, dentro das condições nele contidas e das normas estabelecidas pela Lei nº 8.666/93 e demais legislações pertinentes. 1. DO OBJETO DA CONCORRÊNCIA Deferir a permissão para prestação dos serviços públicos de movimentação e armazenagem de mercadorias, pelo prazo de vinte e cinco anos, em Porto Seco, para carga geral e frigorificada, a ser instalado em um dos municípios da Região Metropolitana de Salvador. 2. DA PUBLICAÇÃO OFICIAL O chamamento à Audiência pública foi publicado no DOU de 03 de setembro de 2012, seção 3, página 104, e em jornais de grande circulação locais ‘CORREIO’ e ‘A TARDE’, e nacionais ‘Folha de São Paulo’, ‘O Estado de São Paulo’, ‘Valor Econômico’ e ‘O Globo’, no dia 03/09/2012. Foi divulgado também no site da Receita Federal, com anexo do estudo de viabilidade, minuta do edital e planilha de cálculos (http://www.receita.fazenda.gov.br/LicitacaoAudienciaPublica/default.htm). Ver cópias. Superintendência Regional da Receita Federal do Brasil da 5ª Região Fiscal – SRRF05 CONCORRÊNCIA SRRF05 2012 PUBLICAÇÃO NO DOU Superintendência Regional da Receita Federal do Brasil da 5ª Região Fiscal – SRRF05 CONCORRÊNCIA SRRF05 2012 A TARDE - 03/09/2012 FOLHA DE SÃO PAULO - 03/09/2012 Superintendência Regional da Receita Federal do Brasil da 5ª Região Fiscal – SRRF05 CONCORRÊNCIA SRRF05 2012 CORREIO DA BAHIA - 03/09/2012 Superintendência Regional da Receita Federal do Brasil da 5ª Região Fiscal – SRRF05 CONCORRÊNCIA SRRF05 2012 O ESTADO DE SÃO PAULO - 03/09/2012 Superintendência Regional da Receita Federal do Brasil da 5ª Região Fiscal – SRRF05 CONCORRÊNCIA SRRF05 2012 O GLOBO - 03/09/2012 Superintendência Regional da Receita Federal do Brasil da 5ª Região Fiscal – SRRF05 CONCORRÊNCIA SRRF05 2012 VALOR ECONÔMICO - 03/09/2012 Superintendência Regional da Receita Federal do Brasil da 5ª Região Fiscal – SRRF05 CONCORRÊNCIA SRRF05 2012 3. DO COMPARECIMENTO E DO CREDENCIAMENTO No momento aprazado, às 09:00 horas, compareceram os participantes abaixo destacados: NOME EMPRESA Bartolomeu de J. Andrade Martins Medeiros Log. Gabriela Andrade Martins Medeiros Log. João José L. V. Custódio Pronto Express Matheus O. Marcílio Intermarítima Paulo Catharino Gordilho ABEPRA Murillo Mello Oliveira Columbia Luiz Rossi ANPS Danilo Ramos Santos Brasil Iara Cristina Pita Silveira ELOG Jair Sousa ELOG Mônica Sturm José Rubem Leonardo Belitardo Tecon Salvador Marcio Marques Tecon Salvador Felipe Aquino Aquino Consultores Cristina Ramires Winner Projects Luiz Antônio de Matos Rocha Log André Mascarenhas Receita Federal do Brasil Ana Cláudia Barros Porto Seco Empório Hugo Souza Alves Domingos Receita Federal do Brasil (1ªRF) Barnes Silva Marques Receita Federal do Brasil (1ªRF) Janaína Araújo Usifast Logística Industrial Maurício Luiz Simões Pires Banrisul Armazéns Gerais Emir Francisco Benelle Banrisul Armazéns Gerais Francisco Biazus Banrisul Armazéns Gerais Ismael Queiroz LPG Soluções Vinicius Constantino JSL S/A Fabiana Lucas Intermarítima Ricardo Frydman Grupo Libra Raquel Miranda Cone S/A Daniel Fagundes Cone S/A Simone Marcia S Almeida Login Eduardo Maghelly Login Raimundo Paraiso Login Guilherme C. Valença Cone Aratu Superintendência Regional da Receita Federal do Brasil da 5ª Região Fiscal – SRRF05 CONCORRÊNCIA SRRF05 2012 4. APRESENTAÇÕES INICIAIS A Audiência foi aberta pelo Superintendente da Receita Federal na 5ª Região Fiscal, que dando boas vindas a todos, ressaltou a transparência do processo e a importância do mesmo à região, em suas palavras: "Em primeiro lugar, gostaria de agradecer a presença de todos nesta Audiência Pública. A Receita Federal do Brasil tem a Missão de “Exercer a administração tributária e aduaneira com justiça fiscal e respeito ao cidadão, em benefício da sociedade”. Sua visão de futuro é “ser uma instituição de excelência em administração tributária e aduaneira, referência nacional e internacional”. Dentre os resultados que almejamos encontramos o de “ contribuir para o fortalecimento do comércio exterior e para a proteção da sociedade”. Nossos indicadores demonstram a necessidade de mais um porto seco na Região Metropolitana de Salvador — crescimento econômico, gargalos operacionais, custo Brasil etc. Assim, elaboramos um Estudo de Viabilidade Técnico e Econômico desse novo porto seco, e, atendendo aos Princípios Constitucionais da Administração Pública — Legalidade, Impessoalidade, Moralidade, Eficiência e Publicidade, bem como visando mais especificamente a transparência dos atos administrativos, estamos aqui nesta Audiência Pública para apresentar esse estudo e colher subsídios para aprimorar o processo para outorga de permissão para prestação de serviços públicos de movimentação e armazenagem de mercadorias em porto seco a ser instalado na Região Metropolitana de Salvador. Considero aberta a Audiência." Carlos Romeu Silva Queiroz, Superintendente SRRF-5ªRF. Dando prosseguimento, proferiu-se apresentação inicial (power pointer), destacando o formato de funcionamento da audiência pública, a motivação do estudo de viabilidade, os objetivos da audiência, a base normativa do processo licitatório, os principais aspectos do estudo de viabilidade e alguns pontos relevantes do edital, conforme cópia abaixo. Superintendência Regional da Receita Federal do Brasil da 5ª Região Fiscal – SRRF05 CONCORRÊNCIA SRRF05 2012 Representantes da SRRF05 Carlos Romeu Silva Queiroz Superintendente-Regional Ricardo S. Machado Chefe da Divisão de Administração Aduaneira • Comissão Especial para elaborar Estudo de Viabilidade Técnica e Econômica para implantação de Porto Seco, constituída pela Portaria SRRF05 nº 200/2012: Presidente: Membros: Cláudio Domingos Imbassahy da Silva Hélio Sandro Pereira dos Santos Ricardo da Silva Machado José Marzal Canelles Moisés Monteiro da Silva SRRF05/Divisão de Administração Aduaneira Audiência Pública – Porto seco – 20/09/2012 Superintendência Regional da Receita Federal do Brasil da 5ª Região Fiscal – SRRF05 CONCORRÊNCIA SRRF05 2012 Funcionamento da Audiência Pública 9h30 – 10h15 Apresentações da motivação, dos objetivos e do tema da Audiência Pública. 10h15 – 10h30 Pausa para entrega das perguntas e considerações escritas e registro de intenção para manifestação oral dos interessados. 10h30 – 11h00 Intervalo – ANÁLISE DAS PERGUNTAS PELA COMISSÃO 11h00 – 11h30 Plenária: Resposta às manifestações escritas. 11h30 – 12h00 Plenária: Manifestações orais (perguntas e respostas). 12h00 – 12h30 Manifestações orais finais dos participantes. 12h30 – 13h00 Manifestações finais da SRRF05 e encerramento da Audiência Pública. SRRF05/Divisão de Administração Aduaneira Audiência Pública – Porto seco – 20/09/2012 Motivação do Estudo de Viabilidade • Necessidade de ampliar a estrutura de recintos alfandegados de zona secundária • Período de exploração do Porto Seco EADI-Empório (Autorização judicial vigente até nov/2013) SRRF05/Divisão de Administração Aduaneira Audiência Pública – Porto seco – 20/09/2012 Superintendência Regional da Receita Federal do Brasil da 5ª Região Fiscal – SRRF05 CONCORRÊNCIA SRRF05 2012 Objetivos da Audiência Pública • Possibilitar à sociedade o direito de manifestação sobre a documentação objeto da Concorrência: • 1º) Estudo Sinté Sintético de Viabilidade Té Técnica e Econô o de Porto Seco sob Econômica para Implantaçã Implantação Regime de Permissã Permissão 2º) Minuta do Edital da Concorrê Concorrência SRRF05/2012 SRRF05/Divisão de Administração Aduaneira Audiência Pública – Porto seco – 20/09/2012 Arcabouço normativo • Lei nº 9.491/1997 - altera procedimentos relativos ao Programa Nacional de Desestatização; • Lei nº 8.987/1995 - dispõe sobre o regime de concessão e permissão da prestação de serviços públicos; • • • • • • • Lei nº 9.074/1995 - estabelece normas para outorga e prorrogações das concessões e permissões de serviços públicos; Lei nº 8.666/1993 - institui normas para licitações e contratos da Administração Pública; Lei nº 10.833/2003 - dá outras providências relativas à legislação aduaneira; Capítulo IV da Lei nº 12.350/2010 - dispõe sobre locais e recintos alfandegados; Decreto nº 2.594/1998 - dispõe sobre o Programa Nacional de Desestatização; Decreto nº 6.759/2009 - regulamenta a administração das atividades aduaneiras, e a fiscalização, o controle e a tributação das operações do comércio exterior; Decreto nº 6.759/2009 - regulamenta a administração das atividades aduaneiras, e a fiscalização, o controle e a tributação das operações do comércio exterior; Superintendência Regional da Receita Federal do Brasil da 5ª Região Fiscal – SRRF05 CONCORRÊNCIA SRRF05 2012 Arcabouço normativo • • Decreto nº 1.910/1996 - dispõe sobre a concessão e a permissão de serviços desenvolvidos em terminais alfandegados de uso público; Decreto nº 2.763/1998 - dispõe sobre a transferência de concessão ou permissão ou do controle societário da concessionária ou da permissionária prestadora de serviços em terminais alfandegados de uso público; • Instrução Normativa da Secretaria da Receita Federal nº 1.208/2011 - estabelece termos e condições para instalação e funcionamento de portos secos; • Instrução Normativa da Secretaria da Receita Federal nº 109/2000 - estabelece termos e condições para a transferência de concessão ou permissão ou do controle societário da concessionária ou da permissionária prestadora de serviços em terminais alfandegados de uso público; • Portaria RFB nº 3.518/2011 - estabelece requisitos e procedimentos para o alfandegamento de locais e recintos; • Instrução Normativa TCU nº 27/1998 - dispõe sobre a fiscalização pelo Tribunal de Contas da União dos processos de desestatização . Estudo de viabilidade (LINK) PREMISSAS OBSERVADAS NO CÁLCULO DA DEMANDA: 1º) Absorção de carga para o novo porto seco de 20 % do montante de carga unitizada descarregada no Porto de Salvador e Aeroporto Luís Eduardo Magalhães; 2º) O dimensionamento da estrutura operacional mínima a ser exigida em edital do processo licitatório tomou por base a estimativa de captação para o 5º ano (2017); 3º) A movimentação base para aplicação do percentual acima referido foi obtida considerando a projeção de crescimento da carga portuária unitizada nacionalizada no estado com base em seu crescimento percentual médio nos últimos 04 anos (2007 – 2011). DEMANDA ESTIMADA (2017): OPERAÇÃO PESO (Ton) IMPORTAÇÃO 168.727 SRRF05/Divisão de Administração Aduaneira VALOR (R$) 1.658.855.880,00 Audiência Pública – Porto seco – 20/09/2012 Superintendência Regional da Receita Federal do Brasil da 5ª Região Fiscal – SRRF05 CONCORRÊNCIA SRRF05 2012 Estudo de viabilidade (LINK) PREMISSAS OBSERVADAS NO DIMENSIONAMENTO FÍSICO DO PORTO SECO 1º Distribuição das cargas por tipo de acondicionamento: 80% conteinerizada e 20% paletizada; 2º Carga média utilizada por TEU – 12,10 tonelada. SRRF05/Divisão de Administração Aduaneira Audiência Pública – Porto seco – 20/09/2012 Estudo de viabilidade (LINK) RESUMO DO DIMENSIONAMENTO DA INSTALAÇÃO ÁREA (m²) DISCRIMINAÇÃO INICIAL 5º ANO 10º ANO 15º ANO 3.813 4.818 6.080 7.619 Depósito – recinto para guarda de amostras 17 22 28 36 Depósito – recinto de guarda de mercadorias apreendidas 400 400 400 400 21.776 25.287 29.619 34.816 500 500 500 558 Depósito de carga geral (incluindo área para guarda de amostras Pátio (incluindo pátio de vazios, área de estacionamento e de conferência) Área destinada à conferência de mercadorias SRRF05/Divisão de Administração Aduaneira Audiência Pública – Porto seco – 20/09/2012 Superintendência Regional da Receita Federal do Brasil da 5ª Região Fiscal – SRRF05 CONCORRÊNCIA SRRF05 2012 Estudo de viabilidade (LINK) RESUMO DO DIMENSIONAMENTO DA INSTALAÇÃO ÁREA (m²) INICIAL 5º ANO 10º ANO 15º ANO 70 70 70 70 Área exclusiva RFB 150 150 150 150 Área outros órgãos 75 75 75 75 1.024 1.229 1.594 2.045 DISCRIMINAÇÃO Área mínima destinada à conferência de carga refrigerada Área administrativa da permissionária*¹ ÁREA FINAL ÚTIL PARA CONSTRUÇÃO DO PORTO SECO (m²) 46.676 SRRF05/Divisão de Administração Aduaneira Audiência Pública – Porto seco – 20/09/2012 Estudo de viabilidade (LINK) Orçamento do investimento ITEM Equipamentos Obras Mobiliário - RFB Mobiliário - permissionária Informática – RFB ANO 15 (acréscimo) INICIAL ANO 5 (acréscimo) ANO 10 (acréscimo) 3.163.765,00 186.990,00 188.600,00 141.450,00 16.552.507,58 3.343.191,59 4.359.799,07 4.906.552,19 47.351,25 5.175,00 2.242,50 5.175,00 287.838,10 55.430,00 105.560,80 62.058,60 89.700,00 5.175,00 5.175,00 5.175,00 SRRF05/Divisão de Administração Aduaneira Audiência Pública – Porto seco – 20/09/2012 Superintendência Regional da Receita Federal do Brasil da 5ª Região Fiscal – SRRF05 CONCORRÊNCIA SRRF05 2012 Estudo de viabilidade (LINK) Orçamento do investimento ANO 15 (acréscimo) INICIAL ANO 5 (acréscimo) ANO 10 (acréscimo) 246.100,00 39.675,00 79.350,00 46.575,00 850.000,00 0,00 0,00 0,00 Veículos - permissionária 60.000,00 0,00 0,00 0,00 Outros sistemas - permissionária 70.000,00 0,00 0,00 0,00 21.367.261,93 3.635.636,59 4.740.727,37 5.166.985,79 ITEM Informática - permissionária Sistemas informatizados, permissionária TOTAL POR ETAPAS SRRF05/Divisão de Administração Aduaneira Audiência Pública – Porto seco – 20/09/2012 Superintendência Regional da Receita Federal do Brasil da 5ª Região Fiscal – SRRF05 CONCORRÊNCIA SRRF05 2012 Superintendência Regional da Receita Federal do Brasil da 5ª Região Fiscal – SRRF05 CONCORRÊNCIA SRRF05 2012 Estudo de viabilidade (LINK) CUSTOS E DESPESAS ANUAIS DO PORTO SECO (Detalhamento das despesas administrativas) Despesas administrativas 4.196.352 21.800 Treinamentos 225.005 Energia Água 37.683 43.200 Telefone 398.319 IPTU 600.126 Aluguel do terreno Limpeza 442.770 Vigilância 1.990.706 Consultoria Jurídica 29.856 Consultoria Auditoria 10.000 Consultoria Contábil 26.124 Material de Escitório/Informática/Limpeza 19.800 - COC Manutençãopredial 129.563 Manutençãode softwares e redes inform 48.000 atizadas Manutenção/combustível dosveículos lev 8.400 es Seguro predial e contraincêndio 15.000 Comunicação/Publicidade/Festivas 150.000 4.443.877 4.443.877 4.843.001 4.843.001 4.843.001 110.775.841 27.800 27.800 37.200 37.200 37.200 773.300 302.049 302.049 406.541 406.541 406.541 8.395.881 48.055 48.055 64.304 64.304 64.304 1.336.726 48.000 48.000 61.200 61.200 61.200 1.309.200 448.467 448.467 513.864 513.864 513.864 11.569.457 600.126 600.126 600.126 600.126 600.126 15.003.145 514.288 514.288 606.613 606.613 606.613 13.220.327 1.990.706 1.990.706 1.990.706 1.990.706 1.990.706 46.781.594 29.856 29.856 29.856 29.856 29.856 746.400 10.000 10.000 10.000 10.000 10.000 250.000 26.124 26.124 26.124 26.124 26.124 653.100 23.760 23.760 32.040 32.040 32.040 668.700 153.247 153.247 187.027 187.027 187.027 4.025.111 48.000 48.000 54.000 54.000 54.000 1.218.000 8.400 8.400 8.400 8.400 8.400 197.400 15.000 15.000 15.000 15.000 15.000 352.500 150.000 150.000 200.000 200.000 200.000 4.275.000 SRRF05/Divisão de Administração Aduaneira Audiência Pública – Porto seco – 20/09/2012 Estudo de viabilidade (LINK) FLUXO DE CAIXA DO EMPREENDIMENTO (DRE- Demonstração do Resultado do Exercício Anual) ANOS D IS P Ê N D IO A N U A L C U ST O S E D ESP ES A S D E P R E C IA Ç Ã O T AB E L A A U X IL IA R C O M P O S IÇ Ã O D A R E C E IT A D IS P Ê N D IO A N U A L F U N D A F m éd io P IS /C O F IN S IS S Q N L U C R O A N T E S D O IR S U BT O T AL R E C E IT A B R U T A E S P E R A D A (IR P J ) ( 1 5 % a té R $ 20 m il e 2 5 % a c im a d e R $2 0 m il) (C S LL ) S U BT O T AL 1 8 1 6 .13 7 ,2 4 0 ,00 8 1 6 .13 7 ,2 4 O rig e m d o d a d o Ane xo VI Ane xo V T O T AL 2 5 .69 4 .7 96 ,1 7 7 1 5 .54 6 ,6 6 6 .41 0 .3 42 ,8 3 3 1 0 .9 70 .7 4 8 ,0 2 1 .43 1 .0 9 3,3 1 1 2 .4 01 .8 4 1 ,3 3 4 11 .0 3 3 .6 2 4 ,1 9 1 .4 3 1.0 9 3 ,31 12 .4 6 4 .7 1 7 ,5 1 5 1 1 .1 0 0 .9 01 ,7 0 1 .4 3 1 .09 3 ,3 1 1 2 .5 3 1 .9 95 ,0 2 1 8 1 6.1 3 7 ,24 6 3.8 3 3 ,98 6 4.2 6 2 ,40 3 2.1 3 1 ,20 9 4.6 7 5 ,12 2 6.4 1 0 .34 2 ,8 3 5 0 1 .38 3 ,4 4 5 0 4 .74 8 ,4 3 2 5 2 .37 4 ,2 1 7 4 3 .62 4 ,8 7 3 1 2 .40 1 .8 4 1,3 3 97 0 .0 0 7,0 6 97 6 .5 1 7,1 8 48 8 .2 5 8,5 9 1 .43 8 .6 6 2,1 6 4 1 2 .4 6 4.7 1 7 ,51 9 7 4.9 2 4 ,91 9 8 1.4 6 8 ,03 4 9 0.7 3 4 ,02 1 .4 4 5.9 5 6 ,04 5 12 .5 3 1 .99 5 ,0 2 9 8 0 .18 7 ,0 0 9 8 6 .76 5 ,4 4 4 9 3 .38 2 ,7 2 1 .4 5 3 .76 0 ,5 0 1 .0 7 1.0 3 9 ,93 2 3.6 6 8 ,78 8.5 2 0 ,76 8.4 1 2 .47 3 ,7 8 1 8 5 .90 6 ,2 2 6 6 .92 6 ,2 4 1 6 .27 5 .2 8 6,3 2 35 9 .6 6 5,5 4 12 9 .4 7 9,5 9 1 6 .3 5 7.8 0 0 ,50 3 6 1.4 8 9 ,01 1 3 0.1 3 6 ,04 16 .4 4 6 .09 0 ,6 8 3 6 3 .44 0 ,1 2 1 3 0 .83 8 ,4 4 6 2.4 8 5 ,58 4 9 0 .79 2 ,4 1 94 9 .5 1 7,0 2 9 5 4.3 3 0 ,99 9 5 9 .48 1 ,9 3 2 R$ 8.4 1 2 .47 3 ,7 8 5 0 4 .74 8 ,4 3 2 5 2 .37 4 ,2 1 5 0 1 .38 3 ,4 4 7.1 5 3 .96 7 ,7 0 5.6 9 4 .79 6 ,1 7 7 1 5 .54 6 ,6 6 7 4 3 .62 4 ,8 7 1 8 3 .90 6 ,2 2 6 6 .92 6 ,2 4 4 9 2 .79 2 ,4 1 3 R$ 1 6 .27 5 .2 8 6,3 2 97 6 .5 1 7,1 8 48 8 .2 5 8,5 9 97 0 .0 0 7,0 6 1 3 .84 0 .5 0 3,4 9 1 0 .97 0 .7 4 8,0 2 1 .43 1 .0 9 3,3 1 1 .43 8 .6 6 2,1 6 35 7 .6 6 5,5 4 12 9 .4 7 9,5 9 95 1 .5 1 7,0 2 4 R$ 1 6 .3 5 7.8 0 0 ,50 9 8 1.4 6 8 ,03 4 9 0.7 3 4 ,02 9 7 4.9 2 4 ,91 1 3 .9 1 0.6 7 3 ,55 1 1 .0 3 3.6 2 4 ,19 1 .4 3 1.0 9 3 ,31 1 .4 4 5.9 5 6 ,04 3 5 9.4 8 9 ,01 1 3 0.1 3 6 ,04 9 5 6.3 3 0 ,99 5 R$ 16 .4 4 6 .09 0 ,6 8 9 8 6 .76 5 ,4 4 4 9 3 .38 2 ,7 2 9 8 0 .18 7 ,0 0 13 .9 8 5 .75 5 ,5 1 11 .1 0 0 .90 1 ,7 0 1 .4 3 1 .09 3 ,3 1 1 .4 5 3 .76 0 ,5 0 3 6 1 .44 0 ,1 2 1 3 0 .83 8 ,4 4 9 6 1 .48 1 ,9 3 ANOS % 5,9 6 6,0 0 3,0 0 8,8 4 23 ,8 2 5,0 0 9,0 0 76 ,2 R E S U L TA D O L ÍQ U ID O D E M O N S TR AT IV O D O R E S U L T A D O D O E X E R C ÍC IO ANOS % R E C E IT A B R U T A E S P E R A D A (P IS /C O F IN S ) 6,0 0 (IS S Q N ) 3,0 0 (F U N D A F m é d io ) 5,9 6 R E C E IT A O P E R A C IO N A L L ÍQ U ID A (C U S T O S E D E S P E S A S ) (D E P R E C IA Ç Ã O ) R E S U L T A D O A N T E S D O IR e C S L L (IR P J ) ( 1 5 % a té R $ 20 m il e 2 5 % a c im a d e R $2 0 m il) 2 5,0 0 (C S LL ) 9,0 0 R E S U L T A D O D O E X E R C ÍC IO SRRF05/Divisão de Administração Aduaneira 1 R$ 0 ,00 0 ,00 0 ,00 0 ,00 0 ,00 8 1 6.1 3 7 ,24 0 ,00 - 8 1 6.1 3 7 ,24 0 ,00 0 ,00 - 8 1 6.1 3 7 ,24 Audiência Pública – Porto seco – 20/09/2012 Superintendência Regional da Receita Federal do Brasil da 5ª Região Fiscal – SRRF05 CONCORRÊNCIA SRRF05 2012 Estudo de viabilidade (LINK) FLUXO DE CAIXA DO EMPREENDIMENTO (DRE- Demonstração do Resultado do Exercício Anual) A NO S O rigem do dado Anexo VI Anexo V TOT AL DIS PÊN DIO ANUA L C UST OS E D ESP ESA S D EPRE CIAÇÃ O TAB ELA AUXILIAR CO M PO SIÇÃ O DA RE CEITA D IS PÊN DIO ANUA L F UND AF m édio P IS/CO FINS IS SQ N LUC RO ANTES DO IR S UBTO TAL R ECEITA B RUTA E SPE RADA (IRP J) (15% até R$20m il e 25% acim a de R $20m il) (CS LL) S UBTO TAL 6 12.617.287,39 1.631.982,39 14.249.269,78 11 15.328.564,10 1.713.629,41 17.042.193,51 16 17.249.167,93 1.315.069,48 18.564.237,40 21 17.655.532,17 1.285.204,90 18.940.737,06 25 17.655.532,17 457.579,52 18.113.111,69 6 14.249.269,78 1.114.503,24 1.121.983,13 560.991,56 1.652.971,09 11 17.042.193,51 1.332.951,11 1.341.897,09 670.948,54 1.976.961,18 16 18.564.237,40 1.451.997,41 1.461.742,35 730.871,18 2.153.524,23 21 18.940.737,06 1.481.445,24 1.491.387,82 745.693,91 2.197.199,67 25 18.113.111,69 1.416.712,71 1.426.220,85 713.110,43 2.101.191,88 18.699.718,81 413.242,77 148.767,40 22.364.951,43 494.240,30 177.926,51 24.362.372,58 538.381,06 193.817,18 24.856.463,70 549.299,92 197.747,97 23.770.347,56 525.297,97 189.107,27 1.090.960,92 1.304.794,38 1.421.325,99 1.450.151,78 1.386.786,64 6 R$ 18.699.718,81 1.121.983,13 560.991,56 1.114.503,24 15.902.240,87 12.617.287,39 1.631.982,39 1.652.971,09 411.242,77 148.767,40 1.092.960,92 11 R$ 22.364.951,43 1.341.897,09 670.948,54 1.332.951,11 19.019.154,70 15.328.564,10 1.713.629,41 1.976.961,18 492.240,30 177.926,51 1.306.794,38 16 R$ 24.362.372,58 1.461.742,35 730.871,18 1.451.997,41 20.717.761,64 17.249.167,93 1.315.069,48 2.153.524,23 536.381,06 193.817,18 1.423.325,99 21 R$ 24.856.463,70 1.491.387,82 745.693,91 1.481.445,24 21.137.936,73 17.655.532,17 1.285.204,90 2.197.199,67 547.299,92 197.747,97 1.452.151,78 25 R$ 23.770.347,56 1.426.220,85 713.110,43 1.416.712,71 20.214.303,57 17.655.532,17 457.579,52 2.101.191,88 523.297,97 189.107,27 1.388.786,64 % 5,96 6,00 3,00 8,84 23,8 25,00 9,00 76,2 RES ULTA DO LÍQUIDO D EM ONS TR ATIVO DO R ESUL TADO DO EXE RCÍCIO % R ECEITA B RUTA E SPE RADA (PIS /CO FIN S) 6,00 (ISS Q N) 3,00 (F UNDA F m édio) 5,96 R ECEITA O P ERA CIO NAL LÍQUIDA (CU ST OS E DE SPE SAS ) (DE PRE CIAÇÃO ) R ESULT AD O ANTES D O IR e CS LL (IRP J) (15% até R$20m il e 25% acim a de R $20m il) 25,00 (CS LL) 9,00 RE SULTADO DO E XER CÍCIO SRRF05/Divisão de Administração Aduaneira Audiência Pública – Porto seco – 20/09/2012 Estudo de viabilidade (LINK) FLUXO DE CAIXA DO EMPREENDIMENTO (Avaliação – VPL e TIR) FLUXODECAIXA (INVESTIMENTO) RESULTADODOEXERCÍCIO DEPRECIAÇÃO ANOS 1 2 3 4 14.236.216,29 7.118.108,14 -816.137,24 492.792,41 951.517,02 956.330,99 0,00 715.546,66 1.431.093,31 1.431.093,31 FLUXOLÍQUIDODECAIXA (15.052.353,53) (5.909.769,07) 2.382.610,34 2.387.424,30 TAXA DE ATRATIVIDADE (WACC) VPL TIR Modificado SRRF05/Divisão de Administração Aduaneira 5 3.635.636,59 961.481,93 1.431.093,31 (1.243.061,35) 6,47% R$ 0,00* 6,47% Audiência Pública – Porto seco – 20/09/2012 Superintendência Regional da Receita Federal do Brasil da 5ª Região Fiscal – SRRF05 CONCORRÊNCIA SRRF05 2012 Estudo de viabilidade (LINK) FLUXO DE CAIXA DO EMPREENDIMENTO (Avaliação – VPL e TIR) FLUXODECAIXA 10 11 16 25 4.740.727,37 1.092.960,92 1.100.266,42 1.306.794,38 1.423.325,99 1.388.786,64 1.631.982,39 1.385.409,89 1.713.629,41 1.315.069,48 457.579,52 FLUXOLÍQUIDODECAIXA 2.724.943,31 (2.255.051,06) 3.020.423,79 2.738.395,47 1.846.366,16 (INVESTIMENTO) RESULTADODOEXERCÍCIO DEPRECIAÇÃO 6 TAXA DE ATRATIVIDADE (WACC) 6,47% VPL R$ 0,00* TIR Modificado 6,47% SRRF05/Divisão de Administração Aduaneira Audiência Pública – Porto seco – 20/09/2012 Estudo de viabilidade (LINK) PREMISSAS PARA O CÁLCULO DAS TARIFAS: 1º) Percentual da receita principal (movimentação e armazenagem) na receita total: 75%; 2º) Percentuais de participação na receita principal por tipo de operação: 80% armazenagem e 20% movimentação. CÁLCULODASTARIFAS IMPORTAÇÃO/EXPORTAÇÃO % Receita(R$) Peso(ton) m³/ton Valor Imp. (R$) Giro Tarifa ARMAZENAGEM TA %dovalor CIF/FOB10dias oufração MOVIMENTAÇÃO 3 TM R$por m 80% 303.970.560 100% 303.970.560 20% 75.992.640 100% 75.992.640 SRRF05/Divisão de Administração Aduaneira 70.114.289.136 1,79 7.131.524 2,73 0,243 3,91 Audiência Pública – Porto seco – 20/09/2012 Superintendência Regional da Receita Federal do Brasil da 5ª Região Fiscal – SRRF05 CONCORRÊNCIA SRRF05 2012 Estudo de viabilidade (LINK) CONCLUSÃO TABELA DE TARIFAS MÁXIMAS IMPORTAÇÃO/EXPORTAÇÃO Unidade Valor ARMAZENAGEM TA Valor CIF/FOB das Mercadorias % 0,243 MOVIMENTAÇÃO TM por m3 R$/m³ SRRF05/Divisão de Administração Aduaneira 3,91 Audiência Pública – Porto seco – 20/09/2012 Minuta do Edital (LINK) Pontos relevantes: 1º) Localização do empreendimento em um dos municípios da Região Metropolitana de Salvador; 2º) Proibição da participação de consórcios; 3º) Inversão das fases da concorrência, sendo que primeiramente serão avaliadas as propostas e posteriormente a habilitação; 4º) O prazo para a sessão de entrega dos envelopes será de 6 meses após a publicação do edital; SRRF05/Divisão de Administração Aduaneira Audiência Pública – Porto seco – 20/09/2012 Superintendência Regional da Receita Federal do Brasil da 5ª Região Fiscal – SRRF05 CONCORRÊNCIA SRRF05 2012 Minuta do Edital (LINK) 5º) Conteúdo do envelope de proposta: Prazo para início de funcionamento (máximo 18 meses); Tarifas (limitado ao teto do estudo de viabilidade da Receita); Demonstrativo de viabilidade econômica; Tabela de receitas acessórias. 6º) Conteúdo do envelope de habilitação: Licença Prévia ambiental; Declarações de uso do imóvel com exclusividade e pelo prazo total da permissão; Autorização da prefeitura; Projeto; etc... SRRF05/Divisão de Administração Aduaneira Audiência Pública – Porto seco – 20/09/2012 Minuta do Edital (LINK) 7º) O valor do recolhimento para o FUNDAF será fixo: 6% na importação e 2 % na exportação; 8º) A vigência da permissão será de 25 anos prorrogáveis por mais 10 anos; 9º) Após a assinatura do contrato de permissão a permissionária deverá obter o alfandegamento do recinto para poder iniciar o funcionamento do Porto Seco. SRRF05/Divisão de Administração Aduaneira Audiência Pública – Porto seco – 20/09/2012 Superintendência Regional da Receita Federal do Brasil da 5ª Região Fiscal – SRRF05 CONCORRÊNCIA SRRF05 2012 Audiência Pública – Porto Seco Fim SRRF05/Divisão de Administração Aduaneira Audiência Pública – Porto seco – 20/09/2012 Superintendência Regional da Receita Federal do Brasil da 5ª Região Fiscal – SRRF05 CONCORRÊNCIA SRRF05 2012 5. RECEBIMENTO DAS PERGUNTAS ESCRITAS E SUAS RESPECTIVAS RESPOSTAS Superintendência Regional da Receita Federal do Brasil da 5ª Região Fiscal – SRRF05 CONCORRÊNCIA SRRF05 2012 R. Considerando pertinente a solicitação de modificação do EVTE - Estudo de Viabilidade Técnico e Econômico apresentada pela Companhia Empório de Armazéns Gerais Alfandegados, mediante documento entregue na Superintendência Regional da Receita Federal do Brasil na 5a. Região Fiscal em 19/09/2012, a Comissão decidiu por acatá-la e modificar o texto constante do EVTE, no qual constarão as seguintes expressões: Item 1. Preâmbulo (2º parágrafo) Diante do acentuado crescimento no montante de carga unitizada movimentada no estado (ver ANEXO II, itens 2 e 12.1), depara-se com o possível esgotamento do prazo de exploração de um de seus portos secos (Empório, autorização judicial vigente até 11/2013, ver ANEXO I), e brevidade de esgotamento no segundo (Salvador, 01/2018). Superintendência Regional da Receita Federal do Brasil da 5ª Região Fiscal – SRRF05 CONCORRÊNCIA SRRF05 2012 Item 2. Avaliação Preliminar – Pesquisa Direta (1º parágrafo) Não foi realizada pesquisa direta junto a potenciais empresas interessadas, considerando se tratar de estudo para reposição de porto seco em funcionamento até a decisão final de ação judicial em curso e perspectiva concreta de aumento do fluxo de cargas de comércio exterior apurada neste EVTE - Estudo de Viabilidade Técnico e Econômico. Anexo I. Iniciativa de Ofício (1º parágrafo) Tendo em vista a perspectiva concreta de aumento do fluxo de cargas de comércio exterior apurada neste EVTE - Estudo de Viabilidade Técnico e Econômico e a possibilidade de encerramento de atividades da EADI Empório, por decurso de prazo judicial concedido à exploração do serviço público de armazenamento e movimentação de mercadorias sob controle aduaneiro em porto seco, conforme Sentença Judicial constante nos autos da Ação Ordinária nº 2004.33.00.017313-1 e Liminar concedida nos autos da Ação Cautelar Inominada nº 2004.33.00.014477-1 (vide ADE de Alfandegamento vigente até o julgamento final da ação principal), e considerando a necessidade de repor e, principalmente, ampliar a estrutura de recintos alfandegados de zona secundária, inclusive com aumento de competitividade, o Superintendente da Receita Federal na 5ª Região Fiscal, por iniciativa de ofício assim fundada, designou, através da Portaria SRRF05 nº200, de 21 de junho de 2012, comissão especial para realização de estudo de viabilidade técnica e econômica para instalação de novo porto seco na Região Metropolitana de Salvador. 2 ) Danilo Ramos – Santos Brasil A) Para fins de EVTE, foi considerada a entrada em operação de um novo terminal de contêineres? R. No EVTE foi considerada a ampliação em curso do atual terminal de containeres do porto de Salvador, não sendo do conhecimento da Comissão de estudo a entrada em operação de um novo terminal de containeres. Entretanto, tal investimento na infra-estrutura portuária mostra-se necessário para suportar o crescimento do fluxo de carga portuária estimado no estudo (7% ao ano). “Pode-se perceber, assim, que, em decorrência da recente ampliação do terminal de containeres de Salvador, a estrutura operacional portuária indica atender a expectativa de crescimento de carga deste estudo para a próxima década (7% a.a., ver itens 12.2 e 12.7 deste anexo), sem estrangulamento no fluxo de carga, assegurando o crescimento na absorção de carga do novo porto seco até seu limite de ampliação.”, item 12.4 do Anexo II do EVTE. Superintendência Regional da Receita Federal do Brasil da 5ª Região Fiscal – SRRF05 CONCORRÊNCIA SRRF05 2012 “Interessante observar que indiferente à captação de carga pela zona secundária seria eventual ampliação de área no Tecon Salvador. Por suas limitações, eventual ampliação estará muito mais voltada à movimentação de carga que armazenamento. Além do mais, em termos de competitividade de mercado, a zona primária estará sempre em desvantagem de custos em relação aos portos secos. Além dos altos valores pagos no arrendamento de instalação portuária, passam por enormes dificuldades na contratação da mão de obra avulsa, gerida pelo OGMO*¹ e com captação exclusiva das entidades estivadoras, numa complicada relação patronal-sindical, com conseqüente elevação de custos.”, item 12.7 do Anexo II do EVTE. B) O Valor do imóvel foi considerado para elaboração do EVTE? R – Não como investimento. Apenas para efeito do cálculo do IPTU e aluguel ao valor médio de R$ 150,00/m². A utilização da área foi concebida por aluguel, ao valor médio mensal equivalente a 0,5% do valor do terreno, no caso, R$ 9,00/m² ao ano. “Usualmente, ao invés da aquisição do terreno para instalação da empresa pela pessoa jurídica titular do negócio, adota-se seu aluguel, mesmo que de seus sócios, salvo nos casos de intuito definitivo de ocupação da área. A motivação está no planejamento fiscal. Com a aquisição, não se abate parcela algum do investimento na apuração do lucro tributável, pela inexistência da depreciação sobre o terreno. No aluguel, a totalidade desta parcela reduz a base tributária do IR, como custo dos serviços.”, item 2.13 do Anexo VI do EVTE. 3) Francisco Biazus – Banrisul, Armazens Gerais S/A A estimativa de 80% de armazenagem containerizada é uma característica do usuário da região? R – Foi estimada com base no levantamento de utilização dos 2 portos secos em funcionamento no estado, considerando a relação de áreas entre pátio e armazém e suas respectivas capacidades de armazenamento. 4) Mônica Sturm – José Rubem LTDA Esta licitação prevê limitação de área para alfandegamento para o novo porto seco. Como ficam os demais portos secos da 5ª RF que, possuindo área contígua, têm solicitado ampliações de suas áreas de alfandegamento? A RF vai limitá-los também? R – O novo porto terá limite de ampliação por previsão contratual. Os demais portos secos do estado, por falta deste dispositivo contratual, estarão sem limite de ampliação. Porém, um deles tem limitação legal e física para expansão e o outro, cujo ampliação em curso consta no EVTE, estará vigente até janeiro de Superintendência Regional da Receita Federal do Brasil da 5ª Região Fiscal – SRRF05 CONCORRÊNCIA SRRF05 2012 2018, o que, em conjunto com o aumento da competitividade, minimiza bastante seus potenciais de ampliação. 5) Ricardo Frydman – Grupo Libra A) Para declaração de uso de imóvel pelo prazo total, seria aceito um contrato de opção de compra do terreno atrelado ao vencimento do processo licitatório do porto seco? R – Sim. B) Ainda neste ponto, em caso de locação, qual o prazo considerado como “prazo total da permissão”, 25 ou 35 anos? R – O prazo da permissão será de 25 anos. Em caso de prorrogação, será necessário novo contrato de locação pelo prazo adicional. C) A boa prática indica a necessidade constante de investimentos ao longo dos anos de operação de qualquer empreendimento. Como cálculo dos investimentos necessários ao porto seco, não deveria ser também utilizado um “RUNNING CAPEX”? R – Consideramos irrelevante para o estudo em questão, tendo sido considerandos aportes de investimentos em quatro etapas: ano 0, 5º, 10º e 15º, de forma a facilitar e simplificar a compreensão do estudo pelo público interessado. Os custos de reforma e manutenção de equipamentos estão previstos anualmente nos cálculos das despesas operacionais e administrativas, o que não invalida a abordagem de custos eventualmente não considerados no EVTE no estudo dos interessados. D) A metodologia de cálculo do fluxo de caixa para a empresa utilizada no EVTE do porto seco presume a necessidade de se levar em consideração os investimentos em capital de giro. Por qual motivo isso não foi utilizado? R – No modelo utilizado para o estudo, WACC, não é considerado o custo do investimento em capital de giro, o que não impede que o interessado o faça em seus projetos. 6) Murillo Mello – Columbia do Nordeste SA. A) No item 7.4.1 do Edital, é limitada a área operacional (pátio e armazém) em 65 mil m². Essa metragem máxima já contempla os 150% máximo para expansão no decorrer dos 35 anos de contrato de permissão? R – Primeiramente, devemos retificar o limite de ampliação da área operacional prevista no edital para 42.435 m² (pátio e armazém), conforme destacado no item Superintendência Regional da Receita Federal do Brasil da 5ª Região Fiscal – SRRF05 CONCORRÊNCIA SRRF05 2012 12.3 do Anexo II do EVTE. Esta é a área máxima permitida para ampliação do somatório da área de pátio e armazém da instalação. B) Contempla também as áreas de apoio operacional? R – Não, apenas a área do pátio de armazenamento e armazém de mercadoria. Porém, as áreas de apoio operacional deverão atender ao mínimo estipulado em edital. 7) Luiz Antônio de Matos – Rocha Logística A) No cálculo do investimento e resultado econômico está considerado o valor da área? R – Não como investimento. Apenas para efeito do cálculo do IPTU e aluguel ao valor médio de R$ 150,00/m². A utilização da área foi concebida por aluguel, ao valor médio mensal equivalente a 0,5% do valor do terreno, no caso, R$ 9,00/m² ao ano. “Usualmente, ao invés da aquisição do terreno para instalação da empresa pela pessoa jurídica titular do negócio, adota-se seu aluguel, mesmo que de seus sócios, salvo nos casos de intuito definitivo de ocupação da área. A motivação está no planejamento fiscal. Com a aquisição, não se abate parcela algum do investimento na apuração do lucro tributável, pela inexistência da depreciação sobre o terreno. No aluguel, a totalidade desta parcela reduz a base tributária do IR, como custo dos serviços.”, item 2.13 do Anexo VI do EVTE. B) Os atuais operadores dos EADIs existentes em Salvador poderão participar deste certame? R – Sim, não há previsão legal para tal vedação. 8) Matheus Oliva – Intermarítima A premissa de ISS de 3% é válida para apenas alguns municípios. Além disso, é uma prerrogativa da prefeitura estabelecer o % deste imposto. Como se dará condições de equidade/isonomia para proponentes com tarifas de ISS diferentes? R - Tais variáveis deverão ser previstas no EVTE do interessado, com impacto direto no custo do empreendimento e, conseqüentemente, na avaliação de sua viabilidade e tarifas ofertadas. Superintendência Regional da Receita Federal do Brasil da 5ª Região Fiscal – SRRF05 CONCORRÊNCIA SRRF05 2012 9) João Custódio – Pronto Express Logística LTDA e Bartolomeu Andrade – Martins Medeiros Logística LTDA A) Quais são as empresas que podem participar da concorrência, considerando que o objetivo da licitação é também aumentar a concorrência? R – Qualquer empresa interessada que tenha como objeto comercial o armazenamento e/ou movimentação de mercadoria e atenda as disposições de capacidade econômica e financeira previstas no edital. Não poderão participar consórcios. B) Empresas já estabelecidas como EADIs, instalações portuárias de uso público e Repetro poderão concorrer? R – Sim, não previsão legal para tal vedação. C) E os sócios dessas empresas poderão formar novas empresas e concorrer? R - Sim, não previsão legal para tal vedação. PERGUNTAS ORAIS: Danilo Ramos – Santos Brasil - Parabenizou a iniciativa e solicitou que seja considerado no EVTE a possível demanda da Secretaria dos Portos para que a CODEBA amplie o seu Terminal de Containeres com base no crescimento já observado da demanda. R – Tal fato foi tratado na resposta à pergunta nº 2 anterior e no item 12.4 do Anexo II do EVTE. A ampliação da zona primária do porto é necessária ao crescimento do fluxo de movimentação de carga no porto, não implicando necessariamente no armazenamento destas cargas em zona primária. Luis Rossi – Associação Nacional das Empresas Permissionárias de Portos Secos – Elogiou o processo e colocou-se à disposição da Receita Federal para ajudar no que for possível. Finalizando a audiência, a Comissão concedeu o prazo de cinco dias corridos (até 25/09/2012, às 17h) para encaminhamento de novas considerações ou questionamentos pelo e-mail institucional da Divisão de Administração Aduaneira – DIANA ([email protected]). Superintendência Regional da Receita Federal do Brasil da 5ª Região Fiscal – SRRF05 CONCORRÊNCIA SRRF05 2012 PERGUNTAS ENCAMINHADAS 25/09/2012 (17 h): PELO E-MAIL INSTITUCIONAL ATÉ Sem mais nada para constar e tendo sido cumpridos os rigores da legislação pertinente e salvaguardados os interesses da Fazenda Pública, eu, Cláudio Domingos Imbassahy da Silva, Presidente desta Comissão, lavrei a presente ata em uma única via, que após lida e achada conforme, foi assinada por mim e membros da Comissão. Cláudio Domingos Imbassahy da Silva Auditor Fiscal da Receita Federal do Brasil, matrícula 76.251, Presidente da Comissão Hélio Sandro Pereira dos Santos Auditor Fiscal da Receita Federal do Brasil, matrícula 87475, Membro da Comissão Ricardo da Silva Machado Auditor Fiscal da Receita Federal, matrícula 64.912, Membro da Comissão José Marzal Canelles Auditor Fiscal da Receita Federal, matrícula 65.084, Membro da Comissão Moisés Monteiro da Silva Auditor Fiscal da Receita Federal, matrícula 01218657, Membro da Comissão