COLÉGIO ESTADUAL DR. ANTONIO PEREIRA LIMA
ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO
PROJETO CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS DO NORTE DO PARANÁ:
memória e ensino-aprendizagem de História
(UEL/FAFICOP/NRE Cornélio Procópio)
“RELATOS DOS MORADORES DA EXTINTA ILHA SANTA HELENA:
IMPACTO AMBIENTAL ÀS MARGENS DO PARANAPANEMA, NOS
ANOS DE 1970 E 2005”.
EUZENI ALMEIDA DE BARROS
MARIA ANGÉLICA GANDOLFO MOZELLI
Orientadoras:
Maria de Fátima da Cunha
Rita de Cássia Galdin Rocha
Santa Mariana – PR
2005
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SUMÁRIO
1. INTRODUÇÃO .............................................................................................3
2. JUSTIFICATIVA..........................................................................................5
3. OBJETIVOS...................................................................................................8
4. METODOLOGIA ..........................................................................................8
5. CRONOGRAMA ...........................................................................................9
6. BIBLIOGRAFIA CONSULTADA .............................................................11
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1. INTRODUÇÃO
O Distrito Panema é banhado pelo rio Paranapanema, que surge de várias
nascentes, na serra do Paranapiacaba, na região de Capão Bonito - SP, fazendo divisa entre
os Estados do Paraná e São Paulo. O Rio Paranapanema dá espaço a fatos importantes na
história. Desde o século XIV apresenta sinais arqueológicos deixados pelos nômades e
seminômades, índios como Caingangues, Tupinambás e Guaranis; transporte de riquezas,
escravos, culturas, etnias, construção de rodovias e ferrovias.
A Ilha Santa Helena localizada próxima ao Distrito Panema no Município
de Santa Mariana entre as usinas de Capivara e Canoas I. A Usina Capivara está localizada
na região de Taciba - SP (margem direita) e Porecatu - PR (margem esquerda). As obras
foram iniciadas em 1970 e foram concluídas em 1978. Esta usina se tornou a maior da
Bacia do Paranapanema, gerando uma média anual de energia de 2.800 GWh.
A Usina Canoas I está localizada entre as Usinas Canoas II e Capivara nos
Municípios de Cândido Mota - SP e Itambaracá - PR, as obras tiveram início em 1990 e
foram concluídas em 1999, composta por três turbinas e com potência de 83 MW,
perfazendo uma área de reservatório de 30,85 km2, abastecendo 3% o Estado de São Paulo.
O Panema é um Distrito de Santa Mariana – PR.
De acordo com o Plano de Uso e Ocupação do Solo Urbano realizado no
ano de 1970, o Município de Santa Mariana possuía 22.793 habitantes; já no ano de 2000
apresentou 13.455, sendo que 2.146 pertencem ao Panema. (FAMEPAR, 1993).
Os tipos de solos encontrados na região são: latossolo roxo, associado com
terra roxa estruturada, ambos eutróficos.
Os principais problemas observados referem-se à preservação do meioambiente decorrente da mata ciliar deficiente, falta de conscientização por parte dos
produtores e falta de áreas com reservas legais de reflorestamento permanente.
Quanto à floresta nativa, as margens dos ribeirões e do Rio
Paranapanema, estão praticamente desprotegidas de matas ciliares, causando o
assoreamento dos rios num nível crescente e preocupante, pois o cultivo de várzeas vai até
o limite próximo às margens dos rios.(EMATER-PR)
Com relação à agricultura, o sistema de lavoura predomina-se as culturas
de soja / milho e sucessão com trigo / milho e também há outras fontes de renda como:
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arroz
café,
cana-de-açúcar,
banana,
figo
e
pastagem
para
rebanhos
bovinos
(comercialização da produção de carne e leite para consumo familiar). Segundo a
EMATER, o destaque econômico está voltado para um número expressivo de
produtividade média de:

Soja – 2.605 Kg. / ha

Trigo – 2.483 Kg. / ha

Milho – 5.703 kg / ha

Milho Safrinha – 4.959 kg / ha

Cana-de-açúcar – 71.770 Kg. / ha

Arroz irrigado – 4.800 Kg. / ha
O quadro social apresenta um nível cultural médio, sendo que a maioria
concluiu o 1º grau, a minoria o 2º grau, raramente com curso superior. E, ainda há um
significativo índice de analfabetismo, tanto é que há programas voltados para esta clientela
(Programa Paraná Alfabetizado, EJA de 1ª a 4ª séries e o PAC).
Com relação à cultura local, esta se destaca por características próprias de
pequenos produtores fazerem a secagem de suas produções (arroz, café, feijão, milho) nas
vias públicas da comunidade.
Diante das riquezas naturais da região, com abundância de fauna, flora e
solo, esse trabalho busca entender o impacto social e ambiental sofrido pela inundação
parcial da Ilha Santa Helena, a partir de 1970, pelas construções das barragens das Usinas
Capivara e Canoas I.
O trabalho destaca o ano de 1970 por ser o início do período das
construções das barragens das usinas, interferindo através da inundação no ambiente da ilha
e na qualidade de vida dos moradores que a habitavam.
Recorremos ao ano de 2005 para perceber através das memórias dos
moradores nos dias atuais, o impacto ambiental ocorrido devido às construções das
referidas barragens.
O projeto Contação de História do Norte do Paraná incentivou esta equipe
a valorizar a história regional e desviar o olhar dos discursos de progresso das grandes
empresas, para buscar nos relatos dos moradores subsídios para entender o quanto à vida
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cotidiana dos moradores da Ilha Santa Helena foi atingida pela extinção do local onde por
muitos anos se tornou o lar de dezenas de famílias.
Diante de tantas expectativas de progresso foram inúmeros os sonhos da
maioria dos moradores à espera de melhoria das condições financeiras advindas dos
recursos pagos pela Companhia de Energia do Estado de São Paulo – CESP, empresa
brasileira que intermediou as negociações entre os moradores e a empresa internacional,
Duke Energy International, que instalou as barragens na Bacia Capivara.
A construção da barragem momentaneamente trouxe uma utopia de
progresso para os moradores da Ilha Santa Helena, já que com isso, depararam com a
necessidade de desapropriação da mesma, com uma área de aproximadamente 26 alqueires,
onde 15 famílias tiveram que vender suas benfeitorias e plantações e deixar a ilha, que seria
inundada.
2. JUSTIFICATIVA
A importância dos registros e do estudo de casos dos moradores dessa
região acerca dos impactos benéficos e prejudiciais da construção da barragem da usina
hidrelétrica esta diretamente relacionada à vivência atual bem como ao resgate das
informações que outrora produziram diferenças na vida das pessoas. Assim, as avaliações
dos aspectos de qualidade de vida antes e após a construção da referida usina, através dos
relatos dos moradores, a partir dos valores familiares, sociais, econômicos e culturais,
estabelecer os ganhos e/ou perdas decorrentes da construção.
A presente pesquisa buscará apresentar um registro da singularidade das
lembranças dos moradores da extinta ilha sobre a sua qualidade de vida na época da
construção da barragem na década de 1970, observando aspectos sócio-culturais,
econômicos e ambientais expressos nos causos e contos por ele relatados. Depois, verificará
ocorrências da implantação da barragem na região e posteriormente, apresentação do
impacto ambiental repercutido no ano de 2005.
Tais aspectos são delimitados diante da destruição da flora e da fauna de uma
região; quanto à citada: a vegetação constituída retratava um importante determinante de
qualidade ambiental composta por madeira nativa (cedro, coração de negro, peroba, guarita
e outras), portanto, uma área como esta desmatada e alagada apresenta prejuízos
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irreversíveis a sustentabilidade local e planetária. A fauna regional composta por animais
silvestres e domésticos e pássaros (capivara, paca, veado; cães, gato, porco; biguá, canário
da terra, garça, paturi, periquito e outros) e peixes (curimba, curimbatá, dourado, pintado, e
outros). As perdas de habitat para esses animais seriam prejudiciais à natureza, mesmo que
fossem transferidos para outra área, ocorreria o aumento de população, interferindo no
equilíbrio ambiental do local, especialmente em relação à cadeia alimentar. Outras questões
a serem abordadas referem-se aos seres humanos e são determinadas pelas propriedades
ocupadas, desapropriação de suas terras e moradias. Impactados pelas perdas de espaço, de
lazer e de produção; ruído da construção e da água: poluição do ar, doenças, mutilações das
pessoas tanto físicas como psíquicas (qualidade de vida, sonhos, objetivos, perspectiva de
futuro); desempregos, fome, miséria, pobreza e outros.
Para Chauí:
O estudo da consciência em suas várias modalidades: percepção,
imaginação, memória, linguagem, inteligência, experiência, reflexão,
comportamento, vontade, desejo e paixões, procurando descrever as
formas e os conteúdos dessas modalidades de relação entre o ser humano
e o mundo, do ser humano consigo mesmo e com os outros (2002, p. 14).
A ocorrência deste fato só é possível, quando o mesmo tomar consciência
dos impactos ambientais que o próprio ser está provocando e sofrendo diante de uma busca
desenfreada de jogo de interesses, ganância e sem contar com o nosso próprio sistema
capitalista, que acaba por não gerenciar devidamente a qualidade ambiental interferindo na
condição de sinequanon, isto é, condição necessária ao equilíbrio entre todos os fatores que
atuam sobre o ambiente.
Qualquer desequilíbrio ambiental provoca impactos ambientais e requer
estudos sobre a busca da saúde do planeta. Reigota define meio ambiente como:
lugar determinado ou percebido, onde os elementos naturais e sociais
estão em relações dinâmicas e em interação. Essas relações implicam
processos de criação cultural e tecnológica e processos históricos e
sociais de transformação do meio natural e construído (1995, p. 14).
Esse estudo pretende analisar os pontos negativos e positivos desse
processo, a partir do registro dos relatos das pessoas e de suas percepções acerca da
qualidade de vida antes e depois da barragem, a partir de entrevistas, conversas ou
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observações do homem através do tempo, marcado pela historicidade; pois segundo
CHAUÍ:
“a memória é uma evocação do passado, é a capacidade humana de reter
e guardar o tempo que se foi salvando-o da perda total” (1995).
Neste sentido, sua análise pretende destacar:

o impacto populacional e social, isto é, a diferença de população (aumento ou
diminuição) nos anos de 1970 e 2005 e suas implicações segundo o ponto de vista
dos entrevistados;

o impacto ambiental ocorrido a partir da construção da barragem, diante das
medidas determinadas para a proteção ao meio ambiente, assim como, a ocorrência
de disponibilidade da geração de energia elétrica para toda região, segundo a
percepção dos entrevistados;

a relação com o progresso, registrando o retorno financeiro e ambiental realizado
ao longo da Bacia, em especial nos limites do Município de Santa Mariana, e a
ocorrência de aumento ou diminuição da renda per capita vindo para o Distrito
Panema oriundo da construção da barragem, identificando a perspectiva dos
entrevistados sobre o tema.
Este projeto de pesquisa enfoca a história local representada pela
experiência de vida dos moradores da ilha, onde o passado está sendo revisitado, como
fonte de linguagem oral e escrita para que a história, os contos e causos tenham seu espaço
reservado, tenham o devido valor / respeito e que não sejam esquecidos com o passar dos
tempos.
Tornar conhecida a história local motiva o ambiente escolar, pois desta
forma, desperta no aluno o desejo pelo conhecimento e por sua história e demonstra a ele a
importância da iniciação à pesquisa, que se reflete no ontem e hoje na sua vivência
cotidiana.
Hoje, em busca das histórias de mundo, de vida e dos homens este registro
é de suma importância, haja vista que todo homem que não registra a sua história, com o
decorrer dos anos, será apagado / esquecido da memória de um povo.
De acordo com YUNES:
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“Quem abre os olhos, lê o mundo. Quem lê, gosta de contar. Lendo,
conhecemos um pouco mais do que vemos. Quem enxerga mais longe,
pode escolher melhor... vamos lendo e contando para que outros
descubram os mundos que dormem nas palavras... e a reflexão ganharam
caminho nas vozes dos contadores de histórias. Foi assim que não
perdemos a memória e até hoje o que entra pelo coração não se perde
mais”.(UEL, 1992).
Sendo assim, o projeto se torna de extrema importância para a manutenção
de uma história local disposta a entender as singularidades da própria região, além de
incentivar alunos da educação básica a realmente fazer pesquisa e se descobrir através das
fontes, inserido dentro do contexto histórico.
3. OBJETIVOS
- Objetivo Geral
- Identificar, segundo a visão dos moradores da região, os aspectos positivos e
negativos acerca do impacto ambiental gerados no Distrito Panema com as
instalações das barragens das Usinas Hidrelétricas Capivara e Canoas I.
- Objetivos específicos:
- Verificar nos relatos dos antigos moradores da Ilha Santa Helena sua qualidade
antes da construção da barragem;
- Identificar, pela fala dos moradores, a influência do avanço da construção física da
barragem na vida dos ribeirinhos.
- Registrar através de relatos orais o impacto ambiental na vida cotidiana dos
moradores.
4. METODOLOGIA
Este estudo pretende relatar as características gerais do meio ambiente da
Ilha, dando enfoque à qualidade de vida, nos aspectos sócio-econômicos e culturais
determinado pelo impacto social e ambiental antes, durante e depois das implantações das
barragens das Usinas Hidrelétricas.
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O desenvolvimento do projeto exige pesquisa bibliográfica, entrevistas
com roteiros elaborados pelos professores, agendadas e encaminhadas pelos alunos aos
moradores da Ilha, coleta e registros de entrevistas mediante uso de carta de cessão de
direitos de uso da informação concedido pelo entrevistado.
Esse trabalho será registrado por câmera filmadora para a reprodução da
linguagem oral.
A Pesquisa de Campo será realizada a partir de outubro do corrente ano.
As entrevistas serão agendadas com antecedência, escolhidos por afinidades e facilidades
de acesso e realizadas por um grupo de alunos do Colégio Estadual Dr. Antonio Pereira
Lima – Ensino Fundamental e Médio, Distrito Panema, município de Santa Mariana-PR.
O público alvo será constituído dos ex-moradores da Ilha Santa Helena:
pescadores, agricultores e motorista trabalhador na construção da barragem da Usina
Hidrelétrica Canoas I. Serão utilizadas outras fontes de pesquisa para enriquecimento do
trabalho: sites voltados para a Bacia Capivara, onde se encontram informações sobre as
usinas da região e textos que enfocam a linguagem oral e escrita, assim como, contação de
histórias.
Fonseca afirma que: “ensinar a história requer um diálogo permanente
com diferentes saberes, produzidos em diferentes níveis e espaços, contrapondo esses
níveis e espaços, ou seja, as fontes (saberes das disciplinas, os currículos, os profissionais
e os saberes da experiência), chegando ao objeto desejado que, citando Thompson Selva
responde: o objeto da história é reconstruir; explicar e compreender seu objeto: a história
real (THOMPSON, 1991, p. 57), o real em movimento. (2005, p. 320).
Segundo Cunha “(...) Nesse sentido, o que permite a utilização da
memória como fonte é a possibilidade de podermos articulá-la especialmente à memória
subjetiva, ou seja, às lembranças de nossos sentimentos e experiências pessoais e também
de memórias sociais”. (2005, p. 1) Isso nos leva a ver a ilha como um laboratório de
lembranças gravadas na memória dos moradores, o que permite ser utilizado como fonte de
pesquisa para a história da região.
5. CRONOGRAMA
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 Preparação do projeto de pesquisa - junho a outubro de 2005;
 Encontro da equipe com as orientadoras
 Apresentação do projeto: seminário 03 e 04 de outubro de 2005.
 Pesquisa bibliográfica: em andamento até o final da coleta de informações.
 Treinamento dos alunos para realização entrevista e teste do roteiro de entrevista
 Realização entrevistas: novembro/2005
 Análise do material coletado: janeiro a maio/2006
 Redação de relatório de pesquisa e apresentação dos resultados para a
comunidade: junho a agosto/2006
 Redação
de
artigo
setembro/outubro/2006.
para
publicação
com
resultados
pesquisa:
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6. BIBLIOGRAFIA CONSULTADA
ARIAS NETO, Miguel. Dez anos de pesquisas em ensino de História.In: MORELLI,
Ailton José. História ambiental e ensino. Londrina: Atritoart, 2005. p. 401-408.
____________________. Dez anos de pesquisas em ensino de História. In: RODRIGUES,
Isabel Cristina; CRUZ, Osafá Pereira da. & CONCHON, Jander Marcelo. História oral e
memórias de bairros: um trabalho no jardim alvorada. Londrina: Atritoart, 2005. p. 317321.
DELGADO, L.A.N. História oral e narrativa: tempo, memória e identidades. 2003. p. 9.
EMATER – PR. SOUSA, Jaci Fernandes de. Diagnóstico da Zona Rural para Criação do
Município do Panema. Unidade Municipal de Santa Mariana, 2005.
CHAUÍ, Marilena. Convite à Filosofia. São Paulo: Ática, 1995.
______________. Filosofia. Volume único. Série Novo Ensino Médio. ed. 1ª, Impressão
5ª, São Paulo: Ática, 2002.
CUNHA, Maria de Fátima. Sugestões para o trabalho com história e memória. Londrina:
UEL. 2005, p. 1).
FAMEPAR. Plano de Uso e Ocupação do Solo Urbano. Santa Mariana – PR.1993.
Fundação Estadual de Engenharia do Meio Ambiente - FEEMA. Resolução do CONAMA.
Vocabulário básico do meio ambiente, 1992.
STECA, Lucinéia C. e FLORES, Mariléia D.. História do Paraná: O Norte Pioneiro.
Londrina: Eduel, 1999. cap. 8.
REIGOTA, M. Meio Ambiente e representação social. São Paulo: Cortez, 1995.
Material
online
disponível
para
consulta
energy.com.br/paranapanema/história. Acesso em 25. Set.05.
em
www.duke-
Material online disponível para consulta em
www.dukee-nergy.com.br/PT/usinas/informacoestecnicas/content_capivara.asp. Acesso em
25.set.05.
Material online disponível para consulta em www.ilhadosol.com.br/notícias.php.Acesso em
25.set.05.
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