AMOSTRA DA OBRA
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O sumário aqui apresentado é reprodução
fiel do livro Auditoria 2ª edição.
Carlos Alexandre
Auditoria
teoria e mais de 590 questões comentadas
2ª edição
Sumário
Agradecimentos Nota à segunda edição Apresentação Nota sobre o autor
Membro associado do Instituto dos Auditores Internos do Brasil
– IIA Brasil, atua no magistério para concursos e também como
professor universitário e de cursos de pós-graduação. É articulista
com diversos artigos de Contabilidade e Auditoria publicados
por diversas revistas acadêmicas.
Graduado em Ciências Navais pela Escola Naval, atua como
auditor interno na Marinha na área de contabilidade pública e
execução do orçamento.
XXIII
XXV
Capítulo 1 – Estrutura conceitual para trabalhos de asseguração 1
1 Conceitos 2 Princípios éticos e normas de controle de qualidade 3 Definição e objetivo do trabalho de asseguração 3.1 Trabalhos de asseguração razoável 3.2 Trabalhos de asseguração limitada 4 Trabalhos de asseguração baseados em afirmações e trabalhos de
relatório direto 4.1 Trabalhos baseados em afirmações 4.2 Trabalhos baseados em relatórios diretos 5 Elementos do trabalho de asseguração 5.1 Aceitação de trabalho de asseguração 5.2 Relacionamento entre três partes 5.3 Objeto apropriado 5.4 Critérios 5.5 Evidências 5.5.1 Ceticismo profissional 5.5.2 Materialidade 5.5.3 Risco do trabalho de asseguração 5.6 Relatório de asseguração 5.6.1 Trabalhos baseados em afirmações 5.6.2 Trabalhos de relatórios diretos Questões comentadas Referências bibliográficas 1
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Amostra da obra
Carlos Alexandre Nascimento Wanderley é mestre em Ciências
Contábeis pela FACC/UFRJ, possui pós-graduação em Auditoria
e Contabilidade pela UFF e pós-graduação em Auditoria e Perícia
Contábil pela UniNiltonlins – AM.
XXI
3
Carlos Alexandre
Auditoria
27
1 A origem da auditoria independente 2 Definições sobre auditoria independente 3 Normas de auditoria independente 3.1 Normas de auditoria x Procedimentos de auditoria 4 Órgãos relacionados com a auditoria independente 5 A auditoria independente como instrumento de governança corporativa 6 Exigência legal 7 Objetivos gerais do auditor independente 7.1 Asseguração razoável 7.2 Requisitos 7.2.1 Requisitos éticos relacionados à auditoria de demonstrações
contábeis 7.2.2 Ceticismo profissional 7.2.3 Julgamento profissional 7.2.4 Evidência de auditoria apropriada e suficiente e risco de
auditoria 7.2.5 Formação de opinião 7.2.6 Condução da auditoria em conformidade com as NBC TAs 7.2.7 Considerações específicas para auditoria de entidades do setor
público 7.2.8 Responsabilidades da Administração e dos Responsáveis pela
Governança 8 Concordância com os termos do trabalho de auditoria 8.1 Acordo sobre termos do trabalho de auditoria 8.2 Auditoria recorrente 8.3 Aceitação de mudança nos termos do trabalho de auditoria 8.4 Considerações adicionais na aceitação do trabalho Questões comentadas Referências bibliográficas 27
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Capítulo 3 – Demonstrações contábeis 83
Conceitos iniciais Dispositivos da Lei 6.404/76 Dispositivos constantes em Pronunciamentos Técnicos do CPC Demonstrações contábeis sujeitas à auditoria 4.1 Balanço patrimonial 50
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Capítulo 4 – Normas profissionais 111
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Conceitos iniciais Normas profissionais de auditor independente Competência técnico-profissional Independência 4.1 Conceitos iniciais 4.2 Independência de pensamento e aparência de independência 4.3 Aplicação dos conceitos sobre independência 4.4 Ameaças à independência 4.5 Entidades de interesse do público 4.6 Entidades relacionadas 4.7 Responsáveis pela governança 4.8 Documentação 4.9 Período de contratação 4.10 Fusões e aquisições 4.11 Salvaguardas para eliminar ou reduzir as ameaças à
independência 4.12 Circunstâncias que indicam ameaça à independência 4.12.1 Interesses financeiros 4.12.2 Empréstimos e garantias 4.12.3 Relacionamentos comerciais 4.12.4 Relacionamentos familiares e pessoais 4.12.5 Emprego em cliente de auditoria 4.12.6 Designações temporárias de pessoal 4.12.7 Serviço recente em cliente de auditoria 4.12.8 Função de conselheiro ou diretor em cliente de auditoria 4.12.9 Associação de pessoal sênior com cliente de auditoria 4.12.10 Conflito de interesses 111
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4.2 Demonstração do Resultado do Exercício (DRE) 4.3 Demonstração dos Fluxos de Caixa (DFC) 4.4 Demonstração dos Lucros e Prejuízos Acumulados (DLPA) 4.5 Demonstração do Valor Adicionado (DVA) 4.6 Notas explicativas Questões comentadas Referências bibliográficas Amostra da obra
Capítulo 2 – Aspectos gerais da auditoria independente Carlos Alexandre
Auditoria
Capítulo 5 – O controle de qualidade no processo de auditoria 177
1 Conceito 2 Revisão externa de qualidade pelos pares 2.1 Objetivo e alcance 2.2 Partes envolvidas, periodicidade e responsabilidades 2.3 Administração da revisão pelos pares 2.4 Relatório de revisão 2.4.1 Conteúdo e prazo 2.4.2 Tipos de relatório 2.5 Características do programa 2.5.1 Confidencialidade 2.5.2 Independência 2.5.3 Conflito de interesses 2.5.4 Competência 2.6 Impedimentos para atuação como auditor-revisor 2.7 Procedimentos para a revisão pelos pares 2.8 Revisão e seus prazos 2.9 Recurso 2.10 Penalidades 3 Controle de qualidade para firmas de auditoria independente 177
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Conceitos iniciais Elementos do sistema de controle de qualidade Responsabilidade da liderança pela qualidade na firma Exigências éticas relevantes 3.4.1 Princípios de ética profissional 3.4.2 Independência 3.5 Aceitação e continuidade do relacionamento com clientes 3.6 Recursos humanos 3.6.1 Designação de equipe de trabalho 3.7 Execução do trabalho 3.7.1 Consulta 3.7.2 Revisão de controle de qualidade do trabalho 3.7.3 Critérios para a elegibilidade do revisor de controle de
qualidade do trabalho 3.7.4 Documentação da revisão de controle de qualidade do
trabalho 3.8 Monitoramento das políticas e procedimentos de controle de
qualidade da firma 3.9 Documentação do sistema de controle de qualidade 4 Controle de qualidade da auditoria das demonstrações contábeis 4.1 Conceitos iniciais e objetivos 4.2 Exigência ética relevante 4.2.1 Independência 4.3 Aceitação e continuidade de relacionamento com clientes e
trabalhos de auditoria 4.4 Designação de equipe de trabalho 4.5 Execução do trabalho 4.6 Monitoramento 4.7 Documentação 5 Instrução CVM 308/99 5.1 Aspectos importantes 5.2 O controle de qualidade interno 5.3 O controle de qualidade externo 5.4 Programa de educação continuada Questões comentadas Referências bibliográficas 3.1
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Amostra da obra
4.12.11 Prestação de outros serviços 4.12.12 Presentes e brindes 5 Responsabilidade do auditor na execução dos trabalhos 6 Honorários 7 Guarda da documentação 8 Sigilo e confidencialidade 9 Responsabilidade pela utilização do trabalho do auditor
interno 10 Responsabilidade pela utilização do trabalho de especialistas 11 Informações anuais aos Conselhos Regionais de Contabilidade 12 Exame de competência profissional 13 Educação profissional continuada 14 Manutenção dos líderes da equipe de auditoria Questões comentadas Referências bibliográficas Carlos Alexandre
Auditoria
8
1 Conceitos iniciais 2 Planejamento da auditoria 2.1 A natureza e a extensão do planejamento 2.2 Discussão com a administração 2.3 Envolvimento de membros-chave da equipe de trabalho 2.4 Atividades preliminares do trabalho de auditoria 2.5 Atividades de planejamento 2.5.1 Definição da estratégia global da auditoria 2.5.2 Definição do plano de auditoria 2.6 Documentação 2.7 Programa de auditoria para áreas específicas 2.8 Considerações adicionais em auditoria inicial 3 Identificação e avaliação dos riscos de distorções 3.1 Conceitos iniciais 3.2 Entendimento da entidade e do seu ambiente 3.3 Entendimento do controle interno da entidade 3.4 Natureza e extensão do entendimento dos controles relevantes 3.5 Componentes do controle interno 3.6 Identificação e avaliação dos riscos de distorção relevante 3.7 Condições e eventos que podem indicar risco de distorção
relevante 3.8 Procedimentos de avaliação de risco 3.9 Documentação 4 Respostas do auditor aos riscos avaliados 4.1 Conceitos iniciais 4.2 Respostas gerais 4.3 Procedimentos adicionais de auditoria 4.3.1 Testes de controle 4.3.2 Procedimentos substantivos 4.4 Adequação da apresentação e divulgação 4.5 Avaliação da suficiência e adequação da evidência de auditoria 4.6 Documentação 5 Materialidade no planejamento da auditoria 5.1 Conceitos iniciais 5.2 Materialidade no contexto de auditoria 243
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5.3 Materialidade global e específica 5.4 Determinação da materialidade no planejamento 5.5 Revisão no decorrer da auditoria 5.6 Documentação Questões comentadas Referências bibliográficas 280
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Capítulo 7 – Sistemas de controle interno 299
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Conceitos iniciais Responsabilidades e objetivos do controle interno Controle gerencial Controle interno contábil e administrativo Estudo e avaliação dos sistemas de controles internos 5.1 Testes de controle 6 Limitações do controle interno 7 Controles internos para entidade de pequeno porte 8 Os cinco componentes do controle interno 8.1 Ambiente de controle 8.2 Processo de avaliação de risco 8.3 Atividades ou procedimentos de controle 8.3.1 Entendimento dos riscos e controles de TI 8.3.2 Classificação das atividades ou procedimentos de controle 8.4 Sistemas de informação e comunicação 8.5 Monitoramento dos controles 9 Deficiências de controle interno Questões comentadas Referências bibliográficas 299
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Capítulo 8 – A estrutura de controle interno do COSO 341
1 Conceitos iniciais 2 O processo evolutivo da estrutura de controle interno do COSO 3 O gerenciamento de riscos 3.1 Resposta aos riscos 4 O cubo do COSO 5 O modelo COSO I 5.1 Componentes da estrutura de controle interno do COSO I 6 Perspectivas para a estrutura de controle interno do COSO 341
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Amostra da obra
Capítulo 6 – Planejamento da auditoria Carlos Alexandre
Auditoria
Capítulo 9 – Amostragem 379
1 Conceitos iniciais 2 Como é utilizada a técnica da amostragem 3 Riscos envolvidos 3.1 Risco de amostragem 3.2 Risco não resultante da amostragem 4 Tipos de amostragem 4.1 Amostragem estatística 4.2 Amostragem não estatística ou por julgamento 4.3 Consideração de assuntos importantes 5 Definição da amostra 5.1 Métodos para selecionar amostras para teste 6 Seleção de amostra para testes de detalhes 6.1 Amostragem por unidade monetária 6.2 Seleção de fatores de confiança 6.3 Seleção da amostra 6.4 Anomalias 7 Seleção de amostra para testes de controle 7.1 Amostragem por atributos 7.2 Utilização de amostragem estatística 7.3 Definição de níveis de segurança 7.4 Seleção da amostra 7.5 Confiança em controles internos indiretos 8 Natureza e causa de desvios e distorções 9 Projeção de distorções 10 Avaliação do resultado da amostragem de auditoria 11 Estratificação e seleção com base em valor Questões comentadas Referências bibliográficas 379
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Capítulo 10 – Evidências de auditoria 421
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Conceitos iniciais Fontes e natureza das evidências Evidência de auditoria adequada e suficiente Evidência de auditoria relevante e confiável Procedimentos de auditoria para obtenção de evidências 5.1 Testes de controle 5.2 Procedimentos substantivos 5.2.1 Teste de detalhes 5.2.2 Procedimentos analíticos substantivos 6 Evidências de auditoria para itens específicos 7 Confirmações externas 7.1 Confirmação positiva 7.2 Confirmação negativa 7.3 Procedimentos de confirmação externa Questões comentadas Referências bibliográficas 421
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Capítulo 11 – Representações formais 463
1 Conceitos iniciais 2 Solicitação de representação formal 3 Outras representações formais 4 Data e período abrangido pelas representações formais 5 Forma das representações formais 6 Confiabilidade das representações formais 7 Representações solicitadas e não fornecidas Questões comentadas Referências bibliográficas 463
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Capítulo 12 – Responsabilidade do auditor quanto à fraude 483
1 Conceitos iniciais 2 Ocorrência de erros e fraudes 2.1 Informações contábeis fraudulentas 2.2 Apropriação indevida de ativos 3 Responsabilidade pela prevenção e detecção da fraude 4 Objetivos e responsabilidades do auditor 483
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Amostra da obra
7 O modelo COSO II 7.1 Componentes da estrutura de controle interno do COSO II 8 Governança em Tecnologia da Informação (COBIT) Questões comentadas Referências bibliográficas Carlos Alexandre
Capítulo 13 – Trabalho de auditoria inicial 505
1 Considerações iniciais 2 Procedimentos de auditoria inicial para saldos iniciais 3 Uniformidade de políticas contábeis 4 Conclusões e relatórios de auditoria inicial para saldos iniciais Questões comentadas Referências bibliográficas 505
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Capítulo 14 – Utilização de trabalho de auditoria interna e de especialista 511
Relação entre a função de auditoria interna e o auditor independente Objetivo da função de auditoria interna Como utilizar o trabalho de auditoria interna Utilização de trabalho específico dos auditores internos Utilização do trabalho de especialistas 5.1 Responsabilidade do auditor pela opinião de auditoria 5.2 Determinação da necessidade de especialista do auditor 5.3 Competência, habilidade e objetividade do especialista do auditor 5.4 Obtenção de entendimento sobre a área de especialização do
especialista 5.5 Acordo com o especialista do auditor 5.6 Referência ao especialista no relatório do auditor independente Questões comentadas Referências bibliográficas 511
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Auditoria
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Capítulo 15 – Relatório do auditor independente 521
1 Conceitos iniciais 2 A opinião do auditor 3 Estruturas de relatório financeiro aplicável 3.1 Normas nacionais 4 Formas de opinião 4.1 Opinião não modificada 4.2 Opinião modificada 4.3 Bases para avaliações 5 Características do relatório 5.1 Seção responsabilidade da administração 5.2 Seção responsabilidade do auditor 5.3 Seção opinião 5.4 Data do relatório do auditor independente 5.5 Destinatários 5.6 Outros requisitos em relação ao relatório 6 Tipos de opinião modificada 6.1 Opinião com ressalva 6.2 Opinião adversa 6.3 Abstenção de opinião 7 Comunicações adicionais incluídas no relatório 7.1 Parágrafo de ênfase 7.2 Parágrafo de outros assuntos Questões comentadas Referências bibliográficas 521
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Capítulo 16 – Eventos subsequentes 567
Conceitos iniciais Objetivos do auditor Eventos subsequentes Fatos que chegaram ao conhecimento do auditor independente
após a data do seu relatório, mas antes da data de divulgação das
demonstrações contábeis 5 Dupla data 6 Fatos que chegaram ao conhecimento do auditor independente após a
divulgação das demonstrações contábeis 567
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Amostra da obra
5 Requisitos do auditor 5.1 Ceticismo profissional 5.2 Discussão entre a equipe de trabalho 5.3 Procedimentos de identificação e avaliação de risco 5.4 Respostas aos riscos avaliados de distorção relevante decorrente de
fraude 5.5 Avaliação da evidência de auditoria 5.6 Representações da administração 5.7 Comunicações à administração e aos responsáveis pela governança 5.8 Comunicações às autoridades reguladoras e de controle 5.9 Documentação Questões comentadas Referências bibliográficas Carlos Alexandre
Auditoria
14
Capítulo 17 – Documentação de auditoria 583
1 Conceitos iniciais 2 Natureza e finalidade da documentação de auditoria 3 Requisitos 3.1 Preparação 3.2 Forma, conteúdo e extensão 3.3 Técnicas de elaboração da documentação de auditoria 3.4 Codificação 3.5 Revisão 3.6 Classificação quanto à sua natureza 3.7 Não atendimento de exigência relevante 3.8 Ceticismo profissional 3.9 Documentação de assuntos e julgamentos profissionais
significativos 3.10 Documentação das discussões de assuntos significativos 3.11 Documentação do tratamento de inconsistências 3.12 Considerações para auditoria de entidades de pequeno porte 3.13 Assuntos surgidos após a data do relatório do auditor 4 Sigilo e confidencialidade 5 Montagem do arquivo final 5.1 Fechamento do arquivo 5.2 Modificações no arquivo final 6 Documentos eletrônicos 6.1 Software legado 6.2 Vantagens da automação 6.3 Uso de ferramentas eletrônicas em papéis de trabalho 7 Exigências específicas reunidas em outras normas de auditoria Questões comentadas Referências bibliográficas 583
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Capítulo 18 – Aspectos gerais da auditoria interna 635
1 Evolução da auditoria interna 2 Normas profissionais do auditor interno 2.1 Competência técnico-profissional 2.2 Responsabilidade do auditor interno na execução dos trabalhos 2.3 Sigilo e confidencialidade 2.4 Cooperação com a auditoria independente 3 Conceitos e área de atuação 4 Diferenças entre auditoria interna e auditoria externa 5 Papéis de trabalho 6 Fraude e erro 7 Planejamento da auditoria interna 8 Riscos da auditoria interna 9 Procedimentos de auditoria interna 10 Amostragem 11 Processamento Eletrônico de Dados – PED 12 Normas relativas ao relatório da auditoria interna 13 Relacionamento com auditores independentes 14 Auditoria interna e governança corporativa Questões comentadas Referências bibliográficas 635
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Capítulo 19 – Aspectos gerais da auditoria operacional 665
1 Conceitos iniciais 2 Objetivos da auditoria operacional 3 Metodologia para os trabalhos 3.1 Levantamentos preliminares 3.2 Avaliação de riscos e de sistemas de controles internos 3.3 Planejamento dos trabalhos e elaboração das questões 3.4 Esboço do estudo 3.5 Programa de auditoria e coleta de dados 3.6 As análises 3.7 Acompanhamento e realimentação do sistema 4 Auditoria operacional no Setor Governamental (ANOp) 4.1 Conceitos iniciais 4.2 Dimensões a serem verificadas 665
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Amostra da obra
7 Eventos subsequentes ao período contábil a que se referem as
demonstrações contábeis que originam ajustes 8 Eventos subsequentes ao período contábil a que se referem as
demonstrações contábeis que não originam ajustes, mas que
normalmente resultam em divulgação Questões comentadas Referências bibliográficas Carlos Alexandre
Auditoria
16
Capítulo 20 – Controle na Administração Pública 693
1 Conceitos iniciais 2 Tipos de controle 2.1 Controle externo 2.2 Controle interno 2.3 Controle exercido pelo Ministério Público 2.4 Controle pela Sociedade Civil – Controle Social 2.4.1 Portal da Transparência 2.4.2 Páginas de Transparência Pública 3 Sistema de Controle Interno do Poder Executivo Federal (SCIPEF) 3.1 Atividades do SCIPEF 3.2 Organização e estrutura do SCIPEF 3.3 Técnicas de controle 3.3.1 Finalidades da auditoria governamental 3.3.2 Objetivos operacionais da auditoria governamental 3.3.2.1 Abrangência de atuação da auditoria governamental 3.3.2.2 Formas de auditoria governamental 3.3.2.3 Tipos de auditoria governamental 3.3.2.4 Procedimentos e técnicas de auditoria
governamental 3.3.3 Fiscalização 3.3.3.1 Procedimentos e técnicas de fiscalização 3.3.4 Papéis de trabalho 3.3.5 Solicitação de auditoria 3.3.6 Nota 3.3.7 Relatórios 3.3.8 Registro das constatações 3.3.9 Certificado 3.3.10 Parecer do dirigente do órgão de controle interno 693
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699
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703
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706
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744
744
745
745
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Amostragem Materialidade, relevância e criticidade Normas fundamentais Normas relativas aos servidores do Sistema de Controle
Interno 3.3.15 Normas relativas à execução do trabalho no SCIPEF 3.3.16 Normas relativas à opinião 3.3.17 Normas relativas à audiência do auditado 3.3.18 Normas relativas à forma de comunicação 3.3.19 Normas relativas às auditorias de recursos externos 3.3.20 Normas relativas aos controles internos administrativos 3.3.21 Controle de qualidade das atividades do SCIPEF 3.3.21.1 Controle de qualidade 3.3.21.2 Monitoramento e análise dos trabalhos de
auditoria e fiscalização 3.3.22 Unidades de auditoria interna das entidades da
administração indireta 3.3.22.1 Definição e funcionamento 3.3.22.2 Normas relativas à avaliação das unidades de
auditoria interna 4 Controle interno no setor público Questões comentadas Referências bibliográficas 774
775
779
790
Capítulo 21 – Governança Corporativa 791
1 Conceitos iniciais 2 Os principais interessados nas informações 3 Gestão baseada em valor 4 Grandes escândalos corporativos 5 As principais práticas e iniciativas associadas à Governança 6 Teoria da agência 7 Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC) 8 Princípios de Governança Corporativa 9 Melhores práticas de Governança Corporativa 10 Atribuições na estrutura de Governança 11 Lei Sarbanes-Oxley 11.1 Principais seções da Lei Sarbanes-Oxley 791
793
793
794
794
798
800
801
804
819
821
823
3.3.11
3.3.12
3.3.13
3.3.14
746
749
750
752
754
759
762
763
765
768
771
771
772
773
773
17
679
679
680
681
682
692
Amostra da obra
4.3 Etapas da auditoria operacional 4.3.1 Levantamento e execução 4.3.2 Matriz de planejamento 4.3.3 Relatório Questões comentadas Referências bibliográficas Carlos Alexandre
Questões comentadas Referências bibliográficas 826
833
Capítulo 22 – Questões diversas 835
Gabarito 872
Estrutura conceitual para
trabalhos de asseguração
Este capítulo possui como escopo descrever os elementos e os objetivos dos trabalhos de asseguração, tendo como referência a Resolução CFC 1.202/09, que aprova a
NBC TA Estrutura Conceitual (Estrutura Conceitual para Trabalhos de Asseguração).
Consideramos este capítulo muito importante, uma vez que o mesmo
proporciona uma visão geral sobre todo o conjunto de normas necessárias para
a condução dos trabalhos de asseguração. Um bom entendimento deste capítulo
facilitará muito a assimilação de temas correlatos apresentados ao longo deste livro.
Em um trabalho de asseguração, um profissional, que pode ser um auditor independente, um auditor interno ou indivíduo que não esteja na prática de
auditoria, expressa uma conclusão ou uma opinião com a finalidade de aumentar
a confiança do público externo sobre determinado objeto ou processo. Observe
a ilustração a seguir:
Ilustração: Trabalhos de Asseguração
Amostra da obra
Conceitos
Auditor
interno
Outro
profissional
Desenvolve um
trabalho
Expressa uma
opinião ou
conclusão





Auditoria
Auditor
independente
Finalidade da Conclusão: Aumentar a confiança do público ou usuário externo sobre
determinado objeto ou processo.
19
18
Fonte: Elaborado pelo autor.
Aspectos gerais da
auditoria independente
Carlos Alexandre
Existem três tipos de trabalhos de asseguração: os trabalhos de asseguração
razoável, os trabalhos de asseguração limitada e os denominados outros trabalhos
de asseguração. Quando se tratar de trabalho de asseguração de informações
contábeis históricas – aqueles relacionados com as demonstrações contábeis –, o
trabalho de asseguração razoável é denominado “auditoria” e o de asseguração
limitada, “revisão”. A execução desses dois tipos de trabalho é permitida ao auditor independente.
Um ponto bastante interessante reside no fato de que nem todos os trabalhos frequentemente executados por auditores independentes são trabalhos de
asseguração. Podemos citar como exemplos os seguintes:
• Procedimentos previamente acordados;
• Compilações de informações financeiras ou de outras informações;
• Elaboração de declarações sobre impostos em que não há uma conclusão que expresse qualquer forma de asseguração; e
Normas de auditoria x Procedimentos de auditoria
As normas de auditoria se distinguem dos procedimentos da seguinte forma: os procedimentos se relacionam com os atos e tarefas a serem praticados e
cumpridos pelo auditor na realização dos trabalhos de auditoria; as normas são
medidas de qualidade a serem observadas na execução de atos e tarefas e no alcance dos objetivos por meio dos procedimentos de auditoria.
As normas da auditoria possuem a finalidade de prover uma maior consistência metodológica e sistematização no desenvolvimento da técnica de auditoria,
de forma a garantir a qualidade dos trabalhos e a sua perpetuação.
Por meio dos trabalhos de asseguração são promovidos vários serviços
como, por exemplo:
As Normas Brasileiras de Contabilidade aplicadas à auditoria independente
estão organizadas conforme a ilustração a seguir:
• Auditoria financeira das demonstrações contábeis;
• Autenticidade de uma pesquisa de opinião;
Ilustração: Normas Brasileiras de Contabilidade aplicadas à auditoria
independente
• Revisão de segurança de controles internos;
O Código de Ética do pro-
• Fornecimento de informações sobre segurança de sistemas, processos e
produtos de uma organização;
• Fornecimento de informações sobre a governança corporativa da entidade;
• Fornecimento de informações sobre práticas de recursos humanos; e
NBC PA 01 – Controle de Qualidade para Firmas (Pessoas
Jurídicas e Físicas) de Auditores Independentes
Estrutura conceitual para trabalhos de asseguração
Para aplicação das NBC TAs em situações es-
Auditoria de
informações contábeis
históricas
1 Os trabalhos de consultoria utilizam profissionais com conhecimento técnico e acadêmico de contabilidade, especialização, experiência e conhecimentos adquiridos no processo de consultoria. É um
processo analítico que envolve tipicamente algumas combinações de atividades relacionadas com a determinação de objetivos, descoberta de fatos, definição de problemas ou de oportunidades, avaliação
de alternativas, desenvolvimento de recomendações (incluindo ações), comunicação de resultados e, às
vezes, implantação e acompanhamento posterior. Geralmente, o trabalho de consultoria executado é
apenas para uso e benefício do cliente.
NBC TAs
Seção
200
Seções 300
e 400
Seção
500
os auditores independentes devem
 pecíficas,
observar as normas relativas à independência
 (NBC PA 290), à revisão externa de qualidade
pares (NBC PA 11), à educação profissio pelos
nal continuada (NBC PA 12), além da norma de
 controle de qualidade para firmas de auditores
 independentes (NBC PA 01).
Seção
600
Seção
700
Seção
800
Fonte: Elaborado pelo autor.
21
20
Auditoria
• Fornecimento de informações sobre sistema de tecnologia da informação.
Código de Ética
contabilista e a
 fissional
norma referente ao controle
 de qualidade para firmas
 de auditores independentes
como a estrutura
 mostram
conceitual deve ser aplicada
 em situações específicas.
Amostra da obra
• Trabalhos de consultoria1 ou de assessoria, tais como consultoria gerencial e de impostos.
Normas profissionais
Carlos Alexandre
A Seção 200 trata dos princípios gerais e responsabilidades por ocasião
do desenvolvimento dos trabalhos. Aborda aspectos referentes à concordância
com os termos de trabalho, controle de qualidade, documentação de auditoria
(papéis de trabalho), responsabilidades em relação à fraude, leis e regulamentos e
­comunicação com os responsáveis pela governança. Ressalta-se que a NBC TA 200
é a “mãe das demais normas NBC TAs ”, que devem ser sempre lidas em conjunto.
As Seções 300 e 400 tratam do planejamento dos trabalhos, identificação e
avaliação dos riscos, materialidade no planejamento, respostas aos riscos avaliados
e avaliação de distorções identificadas durante a auditoria.
A Seção 500 trata da obtenção de evidência de auditoria, confirmações externas (circularização), trabalhos iniciais, procedimentos analíticos, amostragem
em auditoria, auditoria de estimativas contábeis, partes relacionadas, eventos
subsequentes, continuidade operacional e representações formais.
A Seção 700 trata da conclusão da auditoria e emissão do relatório do auditor
independente (formação da opinião). Trata também das modificações na opinião
do auditor independente, da inclusão dos parágrafos de ênfase e parágrafos de
outros assuntos no relatório, das informações comparativas e da responsabilidade
do auditor em relação a outras informações incluídas em documentos que contenham demonstrações contábeis auditadas.
Auditoria
A Seção 800 trata das auditorias de demonstrações contábeis desenvolvidas de acordo com estruturas de contabilidade para propósitos especiais e áreas
específicas.
É oportuno dizer neste momento que, para aplicação das NBC TAs em situações específicas, os auditores independentes devem observar as normas relativas à
independência (NBC PA 290), à revisão externa de qualidade pelos pares (NBC PA
11), à educação profissional continuada (NBC PA 12), além da norma de controle
de qualidade para firmas de auditores independentes (NBC PA 01).
As normas profissionais de contabilidade estabelecem preceitos de conduta
para o exercício profissional e classificam-se da seguinte forma:
• NBC PA – Norma Brasileira de Contabilidade Profissional do Auditor
Independente;
• NBC PI – Norma Brasileira de Contabilidade Profissional do Auditor
Interno; e
• NBC PP – Norma Brasileira de Contabilidade Profissional do Perito.
Especificamente neste capítulo, serão apresentados os pontos principais das
normas profissionais referentes à auditoria independente, as NBC PAs.
Foi cobrado assim em prova de concurso público:
01. (Analista em Planejamento, Orçamento e Finanças Públicas/SEFAZ-SP/FCC/2010)
As normas brasileiras que estabelecem os preceitos de conduta para o exercício
profissional, especificamente para aqueles que atuam como auditores independentes, são estruturadas como
a)
b)
c)
d)
e)
Amostra da obra
A Seção 600 trata da utilização de auditorias de demonstrações contábeis
de grupos, englobando o trabalho dos auditores dos componentes, e da utilização
do trabalho de outros profissionais, o trabalho realizado pela auditoria interna e
o trabalho de outros especialistas.
Conceitos iniciais
NBC TI.
NBC PI.
NBC TA.
NBC PA.
NBC TP.
As regras de conduta profissional, estabelecidas especificamente para profissionais que
atuam como auditores independentes, estão concentradas nas normas NBC PAs.
Gabarito: D
23
22
Em virtude do processo de convergência das normas brasileiras às normas
internacionais de auditoria (ISAs), editadas pela Federação Internacional de Contadores (IFAC), o CFC começou a editar a partir de 2009 as NBC PAs.
Porém, é importante ressaltar que ainda encontram-se em vigor algumas
NBC Ps, que também tratam de assuntos relacionados com a conduta profissional
do auditor independente, conforme a seguir:
• Sigilo profissional (NBC P1-IT 02 e NBC P 1.6);
• Regulamentação do tema honorários profissionais (NBC P1-IT 03); e
Carlos Alexandre
• Preceitos de conduta profissional propriamente dito (NBC P 1).
Serão apresentados, também neste capítulo, os pontos principais dessas
normas NBC Ps.
De uma forma simplificada, o objetivo do trabalho de auditoria independente é aumentar o grau de confiança nas demonstrações contábeis por parte dos
usuários. Isso é alcançado mediante a expressão de uma opinião pelo auditor, por
meio de um relatório de auditoria, sobre se as demonstrações contábeis foram elaboradas, em todos os aspectos relevantes, em conformidade com uma estrutura
de relatório financeiro aplicável.
Por outro lado, o objetivo do auditor é implementar procedimentos de
controle de qualidade inerentes ao trabalho de auditoria, que forneçam a ele segurança razoável de que os trabalhos estão sendo conduzidos de acordo com as
normas profissionais e técnicas e legislações aplicáveis.
As NBC PAs abordam os temas relacionados com o controle de qualidade
para firmas de auditoria independente (NBC PA 01), revisão externa de qualidade
pelos pares (NBC PA 11), educação profissional continuada (NBC PA 12), independência (NBC PA 290) e exame de qualificação técnica (NBC PA 13). As NBC
Ps tratam dos preceitos de conduta profissional propriamente ditos (NBC P1).
Os conteúdos da NBC PA 01 e NBC PA 11 serão tratados no capítulo 5 deste
livro, que aborda o controle de qualidade no processo de auditoria.
Em geral, no desempenho de suas tarefas, é exigido do auditor alguns preceitos
de conduta, cujas principais características serão apresentadas no quadro-resumo
abaixo e especificadas posteriormente, com base na Resolução CFC 821/97, que trata
da NBC P 1 (Normas Profissionais de Auditor Independente):
Quadro: Preceitos de conduta profissional
• Competência técnico-profissional
• Guarda da Documentação
• Informações anuais aos
Conselhos Regionais de
Contabilidade
• Independência
• Honorários
• Exame de Competência
Profissional
• Rotação dos responsáveis
técnicos da equipe de auditoria
• Sigilo e Confidencialidade
• Educação Profissional
Continuada
• Conflito de interesses
• Responsabilidade pela
utilização do trabalho do
Auditor Interno
• Manutenção dos Líderes da
Equipe de Auditoria
• Responsabilidade do
Auditor na Execução dos
Trabalhos
• Responsabilidade pela
utilização do trabalho de
Especialistas
Fonte – Elaborado pelo autor.
Independência de pensamento e aparência de independência
É importante mencionar que a independência compreende a independência
de pensamento e a aparência de independência.
A independência de pensamento é a postura mental que permite a formação
e a apresentação de opinião sem os efeitos de influências que comprometam o
julgamento profissional dos membros das equipes e firmas de auditoria, permitindo que os mesmos atuem com integridade, objetividade e ceticismo profissional.
A aparência de independência consiste em o auditor evitar fatos e circunstâncias que poderiam levar um terceiro, com experiência, conhecimento e bom
senso, a concluir que a integridade, a objetividade ou o ceticismo profissional da
firma, ou do membro da equipe de auditoria estão comprometidos.
25
24
Auditoria
Portanto, condensando as ideias acima apresentadas, podemos perceber
que as regras de conduta profissional, reunidas nas normas profissionais, são de
grande importância para o bom andamento e qualidade dos trabalhos de auditoria.
Os trabalhos de auditoria independente são realizados em equipe, devendo
o espírito de disciplina, sistematização e cooperação prevalecer sobre posicionamentos meramente pessoais dos membros da equipe. Isso tudo com o objetivo
de garantir a qualidade do trabalho a ser realizado.
Amostra da obra
Dentre alguns aspectos importantes no desenvolvimento do trabalho de
auditoria, cabe ressaltar que o sócio encarregado do trabalho é o responsável pela
direção, supervisão e execução da auditoria, de acordo com normas profissionais
e técnicas.
Normas profissionais de auditor independente
Ilustração: Componentes da independência nos trabalhos de auditoria
Carlos Alexandre
Ausência de influências que
comprometem o julgamento
profissional





Aparência
de
Independência
Postura mental





Independência
de
Pensamento
Evitar que terceiros concluam que
Evitar fatos e circunstâncias a objetividade e ceticismo profissional estão comprometidos.
Fonte: Elaborado pelo autor.
Vamos fixar o conteúdo por meio de duas questões bastante interessantes:
06. (Auditor-Fiscal de Tributos Municipais/Prefeitura de Anápolis-GO/­FUNCAB/
2012) A alternativa que melhor abrange o conceito de independência do auditor,
conforme as normas de auditoria do CFC é:
Auditoria
É o estado no qual as obrigações ou os interesses da entidade de auditoria ou do auditor
são, suficientemente, isentos dos interesses das entidades auditadas, para permitir que os
serviços sejam prestados com objetividade.
Compreende a independência de pensamento e a aparência de independência.
A independência de pensamento é a postura mental, a ausência de influências que possam
comprometer o julgamento profissional do auditor.
A aparência de independência consiste em o auditor evitar fatos e circunstâncias de forma
que terceiros concluam que a objetividade e o ceticismo estão comprometidos.
Análise das alternativas:
• Não possuir vínculos com pessoas da entidade auditada e nem interesse econômico ou
financeiro na entidade – Trata-se apenas de uma salvaguarda. A independência não é
somente a aplicação de salvaguardas. É um conceito bem mais amplo, como já foi visto.
Passa também pelo processo de identificação e avaliação (julgamento profissional) de
ameaças.
• Evitar circunstâncias significativas a ponto de um terceiro possa concluir que a integridade, a objetividade ou o ceticismo profissional estejam comprometidos – A alternativa
faz alusão somente à aparência de independência.
• Ter uma postura que permita expressar opinião sem ser afetado por influências que comprometam o julgamento profissional, permitindo à pessoa agir com integridade e exercer
objetividade e ceticismo profissional – A alternativa faz alusão somente à independência
de pensamento.
• Utilizar-se de salvaguardas apropriadas para eliminar as ameaças ou reduzi-las a um
nível aceitável para realizar o trabalho de asseguração – A independência não é somente
a aplicação de salvaguardas.
• Evitar fatos e circunstâncias que afetem a aparência de independência e manter uma
postura que permita a independência de pensamento – De forma direta, a alternativa faz
alusão à independência de pensamento e à aparência de independência. É o gabarito.
Gabarito: E
27
26
A independência é a capacidade que o auditor tem de julgar e atuar com integridade e
objetividade, permitindo a emissão de relatórios de auditoria imparciais em relação à
entidade auditada, aos acionistas, aos sócios, aos quotistas, aos cooperados e a todas as
demais partes que possam estar relacionadas com o seu trabalho.
Amostra da obra
a) Não possuir vínculos com pessoas da entidade auditada e nem interesse econômico ou financeiro na entidade.
b) Evitar circunstâncias significativas a ponto de um terceiro possa concluir
que a integridade, a objetividade ou o ceticismo profissional estejam comprometidos.
c) Ter uma postura que permita expressar opinião sem ser afetado por influências
que comprometam o julgamento profissional, permitindo à pessoa agir com
integridade e exercer objetividade e ceticismo profissional.
d) Utilizar-se de salvaguardas apropriadas para eliminar as ameaças ou ­reduzi-las
a um nível aceitável para realizar o trabalho de asseguração.
e) Evitar fatos e circunstâncias que afetem a aparência de independência e
manter uma postura que permita a independência de pensamento.
A questão exige do candidato a identificação da alternativa que melhor abrange o conceito
de independência. Vamos aos conceitos necessários para matar esta questão:
A estrutura de controle
interno do COSO
Carlos Alexandre
07. (Inédita) Assinale a afirmativa incorreta
a) A independência compreende a independência de pensamento e a aparência
de independência.
b) A aparência de independência é a postura mental que permite a formação e
a apresentação de opinião sem os efeitos de influências que comprometam o
julgamento profissional dos membros das equipes e firmas de auditoria.
c) Durante os trabalhos de auditoria, o auditor deve possuir domínio do julgamento profissional, pautando-se no planejamento dos exames de acordo
com o estabelecido, na seleção e aplicação dos procedimentos técnicos e testes necessários e na elaboração de seu relatório.
d) O auditor deve ser absolutamente independente e imparcial na interpretação
de tudo que lhe for apresentado por ocasião da auditoria, atestando, a cada
informação, um pronunciamento conclusivo.
e) a rotação de sócios e líderes de auditoria, a restrição quanto à prestação pelo
auditor de outros serviços que não os de auditoria, e a formulação de políticas e procedimentos de controle de qualidade são exigências que contribuem
para a manutenção da independência do auditor.
Gabarito: B
Doutrinariamente, os modelos de referência à gestão são estruturas padronizadas e genéricas, que desempenham um papel de referência para os administradores e tomadores de decisão, a respeito das práticas a serem empregadas nas
operações e processos organizacionais. Podem ser elaborados a partir do que se
considera como as melhores práticas disponíveis do mercado, ou seja, busca-se
referenciar as melhores práticas para a condução dos negócios.
Em relação à apresentação de exemplos de modelos de referência à gestão,
nos anos 80, na área de governança e controle corporativo, dentre alguns modelos
de referência utilizado, obteve destaque a estrutura de controle interno do COSO
(The Committee of Sponsoring Organizations of the Treadway Commission – Comitê das Organizações Patrocinadoras), disponibilizado às organizações para a
busca de melhores níveis de competitividade.
Os principais eventos do COSO possuem como destaque a publicação dos
seguintes trabalhos:
Amostra da obra
A postura mental que permite a formação e a apresentação de opinião sem os efeitos de
influências que comprometam o julgamento profissional dos membros das equipes e firmas
de auditoria corresponde à independência de pensamento.
Conceitos iniciais
Auditoria
• Internal Control – Integrated Framework, publicado em 1992, denominado modelo COSO I ou COSO Report;
• Enterprise Risk Management (ERM) – Integrated Framework, publicado
em 2004, denominado modelo COSO II; e
• Internal Control over Financial Reporting (ICOFR), guia para pequenas
empresas, publicado em 2006, denominado modelo COSO III.
A sua estrutura de controle interno representou um marco na evolução
dos sistemas de controle interno, pois as administrações, ao utilizá-la, teriam
29
28
Além da concepção de estrutura de controle interno utilizada para apoio e
referência à gestão, a avaliação de desempenho da gestão também foi uma temática que ganhou bastante destaque no trabalho do COSO, desenvolvido em 1992.
uma vantagem proveniente da oportunidade de melhorar os sistemas de controle interno de suas organizações, seus relatórios financeiros e seus sistemas de
governança corporativa.
Ilustração: Categorias básicas eleitas pelo COSO
Carlos Alexandre
Tal estrutura reforçou a importância de uma participação mais efetiva dos
administradores na compreensão e no estabelecimento de sistemas de controle
interno mais adequados e eficazes, importantes para a manutenção das atividades
a longo prazo e alcance dos objetivos organizacionais.
As entidades que receberam o maior benefício dos trabalhos do COSO foram, obviamente, aquelas que não possuíam, naquele momento, um bom sistema
de controle interno, ou aquelas que eram incapazes de avaliar a adequação e eficácia
dos seus sistemas de controle. No entanto, cabe ressaltar que todas as entidades se
beneficiaram de alguma forma da estrutura integrada deste Comitê.
O trabalho do COSO provocou uma reação bastante positiva em diversos
segmentos nos Estados Unidos, como, por exemplo, representantes da profissão
contábil, comunidade empresarial e comunidade reguladora, em virtude de ter
sido percebido como uma voz forte no estabelecimento dos sistemas de controle
interno e também devido aos seguintes motivos:
• Pelo fato de ter estabelecido uma base sólida, sobre a qual se construirão
novos conhecimentos na área de controle interno; e
• Por ter marcado o início de um novo e importante foco sobre o controle
interno, tanto conceitual como prático.
O processo evolutivo da estrutura de controle interno do COSO
O COSO é uma organização privada, sem fins lucrativos, dedicada à melhoria
dos relatórios financeiros e prevenção de fraudes nas demonstrações contábeis por
meio da ética, efetividade dos controles internos e governança corporativa.
No trabalho publicado em 1992 (Internal Control – Integrated Framework,
COSO I ou COSO Report) ficou definido que o controle interno é um processo desenvolvido e executado pela diretoria para melhorar o desempenho operacional,
aumentar a confiança nas demonstrações contábeis e garantir a conformidade com
as regras estabelecidas (cumprimento de leis e regulamentos).
Informações
Retratar o universo real
das ações desenvolvidas
sustentadas por documentos inquestionáveis
Conformidade
Medir o nível do cumprimento da entidade com
regras estabelecidas e
legislação aplicável
Fonte: Elaborado pelo autor.
Observe como o tema foi abordado em prova de concurso:
01. (Auditor/Petrobras/Cesgranrio/2008) Os objetivos de um sistema de controle
interno são, exceto:
a)
b)
c)
d)
e)
Obtenção de informação adequada.
Estimulação do respeito e da obediência às políticas da administração.
Proteção dos ativos.
Promoção da eficiência e eficácia operacional.
busca de possíveis erros e fraudes na organização objeto dos trabalhos;
Amostra da obra
• Por ter fornecido uma estrutura integrada de avaliação e informação
sobre a adequação e eficácia dos controles internos;
Auditoria
Categorias básicas
eleitas pelo COSO
Desempenho
Medição da eficiência e
efetividade na busca dos
resultados fixados na
estratégia
O enunciado da questão não faz alusão direta à estrutura de controle interno do COSO.
Todavia, é possível utilizar as categorias básicas eleitas pelo mesmo para resolvê-la. A
proteção de ativos não é citada expressamente como uma categoria básica eleita por ele,
porém, é um objetivo clássico de qualquer sistema de controle interno (contábil). A busca
de possíveis erros e fraudes na organização, objetos dos trabalhos, realmente não é um
objetivo de um sistema de controle interno. Tais sistemas não são concebidos com essa
finalidade. O objetivo é auxiliar e contribuir para a boa gestão.
Gabarito: E
31
30
Portanto, desempenho, informações e a conformidade foram as categorias
eleitas como básicas pelo COSO, conforme a ilustração a seguir:
Amostragem
De outra forma, cabe ressaltar que o exame de todos os itens de determinada população, por ocasião do desenvolvimento de um trabalho de auditoria,
causa alguns inconvenientes.
Carlos Alexandre
Por exemplo, caso o auditor examinasse todos os lançamentos contábeis,
além do alto custo do serviço de auditoria executado, a sua opinião não teria utilidade, devido ao fato de que provavelmente seria emitida com muito atraso. A tempestividade da informação produzida pelo trabalho de auditoria seria prejudicada.
Conceitos iniciais
Como resposta aos riscos avaliados de distorção relevantes, o auditor planeja, desenvolve e implementa respostas apropriadas para reduzir o risco de auditoria
a um nível aceitavelmente baixo. Com esse objetivo, ele executa seu trabalho e
colhe evidências por meio da aplicação de testes da maneira mais eficiente possível.
A evidência de auditoria suficiente, adequada, relevante e confiável pode
ser obtida por meio de seleção e exame de todos os itens (exame de 100%), exame
de itens específicos e exame de amostra representativa de itens de uma população.
Segundo o IFAC (2010), o exame de amostra representativa de itens da
população (amostragem) é apropriado para chegar a uma conclusão sobre todo
um conjunto de dados (população). A decisão do auditor sobre qual abordagem
usar dependerá das circunstâncias.
A amostra selecionada por ele deve ser representativa da população, caso o
mesmo busque minimizar o risco de emitir uma opinião errada ou inadequada. Para
isso, a amostra deve ter tamanho suficiente e ser selecionada na população acertada.
Auditoria
Contudo, o exame de todos os itens de determinada população é adequado
quando ocorrem as seguintes situações:
• A população constitui uma pequena quantidade de itens de valor alto;
• Quando existe um risco significativo e outros meios não fornecem evidência de auditoria suficiente, adequada, relevante e confiável; e
• Todos os itens acima de um valor especificado;
• Quaisquer itens ou divulgações de demonstrações contábeis não usuais
ou sensíveis;
• Quaisquer itens altamente suscetíveis à distorção;
• Itens que fornecerão informações sobre assuntos, tais como a natureza
da entidade, a natureza das transações e o controle interno; e
• Itens para testar a operação de certas atividades de controle.
A aplicação de qualquer um dos meios anteriormente mencionados (exame
de todos os itens, exame de itens específicos ou a utilização de amostra representativa) ou de uma combinação deles pode ser apropriada em circunstâncias
específicas.
Todavia, escolher a amostragem como o método mais eficiente para obter a segurança necessária para a emissão de opinião possui diversas vantagens,
conforme apresentado a seguir:
• Podem ser extraídas conclusões válidas. O objetivo do auditor é obter
segurança razoável e não certeza absoluta;
• Os resultados obtidos podem ser combinados com resultados de outros
testes. A evidência obtida de uma fonte pode ser corroborada por evidência obtida de outra fonte para fornecer segurança maior;
• Um exame de todos os dados não forneceria certeza absoluta, pois transações não registradas nunca serão detectadas; e
• Economias de custo. O custo de examinar todos os lançamentos nos
registros contábeis e toda a evidência de suporte seria economicamente
inviável.
33
32
• Quando podem ser usadas técnicas de auditoria assistidas por computador em uma população maior, para testar eletronicamente um cálculo
repetitivo ou outro processo.
• Itens-chave ou de valor alto que, individualmente, poderiam resultar
em distorção relevante;
Amostra da obra
Nesse contexto, observa-se que uma das tarefas mais árduas para este profissional é determinar a extensão necessária dos exames a serem realizados, de
forma que possam responder aos riscos avaliados de distorção relevante.
O exame de itens específicos é adequado para:
Portanto, a amostragem em auditoria é a aplicação de procedimentos pelo
auditor em menos de 100% dos itens que compõem o saldo de uma conta ou classe de transações, para permitir que o mesmo obtenha e avalie a evidência sobre
algumas características dos itens selecionados, para formar, ou ajudar a formar,
uma conclusão sobre a população.
Carlos Alexandre
Veja como a definição de amostragem foi cobrada em prova:
01. (Auditoria/4º Exame de Qualificação Técnica Geral/CFC/2006) A amostragem
é a utilização de um processo para obtenção de dados aplicáveis a um conjunto,
denominado universo ou população, por meio do exame de uma parte deste
conjunto denominado amostra. Analise as informações abaixo e indique qual é
a alternativa incorreta:
A amostragem corresponde à aplicação de procedimentos de auditoria em menos de 100%
dos itens de uma população. A opção D é a incorreta, pois se refere ao exame de todos os
itens.
A amostragem é a utilização e o exame de uma parte do todo (população),
denominada amostra, a qual expressa a mesma realidade se fosse examinado
todo o universo (população). O objetivo do auditor, ao usar a amostragem em
auditoria, é o de proporcionar uma base razoável para que possa concluir quanto
à população da qual a amostra é selecionada.
População
Amostra
Menos de 100% dos itens de população relevante para fins de auditoria.
Unidade de amostragem é cada um
dos itens individuais que constituem
uma população.
Fonte: Elaborado pelo autor.
Cabe ressaltar que duas fases são extremamente importantes. A primeira
está relacionada com a definição do tamanho da amostra necessária, a ser testada
num trabalho de auditoria, e, a segunda, relacionada com o critério de extração da
amostra. Ao determinar o tamanho de uma amostra de auditoria ou método de
extração de itens a serem testados, o auditor pode empregar técnicas de amostragem.
A NBC TA 530 se aplica quando o auditor independente decide usar amostragem na execução de procedimentos de auditoria. Cabe ressaltar que a a­ mostragem
não deve ser obrigatoriamente utilizada como um procedimento em si.
Por fim, a NBC TA 530 trata do uso de amostragem estatística e não estatística na definição e seleção da amostra de auditoria, na execução de testes
de controles e de detalhes e na avaliação dos resultados da amostra. Observe a
ilustração a seguir:
35
34
Auditoria
Gabarito: D
Conjunto completo de dados
sobre o qual a amostra é selecionada e sobre o qual o auditor
deseja concluir. O auditor deseja concluir sobre a população!
Amostra da obra
a) No planejamento da amostra de auditoria, o auditor deve considerar os objetivos específicos a serem atingidos e os procedimentos de auditoria que têm
maior probabilidade de atingir esses objetivos.
b) A amostragem não-estatística (por julgamento) é aquela em que a amostra
é determinada pelo auditor, utilizando sua experiência, critério e conhecimento da entidade.
c) Seleção aleatória ou randômica é a que assegura que todos os itens da população ou extrato fixado tenham idêntica possibilidade de serem escolhidos.
d) O exame da totalidade das operações de uma entidade denomina-se amostragem de auditoria.
Ilustração: População e amostra em auditoria
Aspectos gerais da
auditoria operacional
Ilustração: Amostragem em auditoria
É um dos meios
disponíveis para o
auditor selecionar
itens.
Seleção de amostra de
auditoria
Testes de controle
Carlos Alexandre
Amostragem
Estatística
Não estatística
Seleção de itens
para testes
Testes de detalhes
Avaliação dos
resultados da amostra
Fonte: Elaborado pelo autor.
Observe como esse tema foi cobrado:
Auditoria
a) A amostragem é uma técnica apropriada apenas para os testes substantivos.
b) O Auditor Independente deverá trabalhar com método estatístico na execução de seus trabalhos.
c) Ao adotar um método estatístico ou não-estatístico, o Auditor Independente
deve projetar e selecionar uma amostra de auditoria, aplicar a essa amostra
procedimentos de auditoria e avaliar os resultados.
d) Numa primeira auditoria, é preferível o uso de amostragem não-estatística,
considerando a experiência do Auditor Independente, pois os resultados serão mais confiáveis.
O auditor, quando decide utilizar a amostragem, seleciona a amostra de auditoria, aplica
testes nos itens dessa amostra e avalia os resultados da mesma.
Gabarito: C
A auditoria operacional possui como objetivo assessorar a administração no
desempenho efetivo de suas funções e responsabilidades e avaliar se a organização,
departamento, processos, atividades, sistemas, funções, operações e programas
auditados estão atingindo os objetivos organizacionais de forma eficiente, eficaz e
econômica, por meio da utilização dos recursos financeiros, materiais, humanos e
tecnológicos e da observância às leis e regulamentos aplicáveis.
Segundo Araújo (2008), a auditoria operacional surgiu da necessidade de
implementação de melhorias nos relatórios apresentados pelos auditores, no que
se refere aos resultados da gestão privada e pública, em virtude da limitação das
informações financeiras e gerenciais provenientes das auditorias tradicionais.
Assim, essa necessidade informacional foi suprida com a aplicação de procedimentos de auditoria que pudessem avaliar o desempenho de uma organização
em relação à economicidade, economia, eficiência, eficácia e revisão dos processos
e sistemas de controles internos, e, da mesma forma, apresentar sugestões para
melhoria da gestão de recursos, ao identificar aspectos de ineficiência, desperdícios, desvios, ações antieconômicas e práticas abusivas.
Amostra da obra
02. (Auditoria/3º Exame de Qualificação Técnica Geral/CFC/2005) A amostragem de
auditoria é a aplicação de procedimentos de auditoria com base em testes. Ainda
com relação à amostragem de auditoria, podemos dizer que:
Conceitos iniciais
Dessa forma, a auditoria operacional consiste em avaliar as ações gerenciais e os procedimentos relacionados ao processo operacional, com a finalidade
de emitir uma opinião sobre a gestão quanto aos aspectos da eficiência, eficácia,
economicidade, efetividade e qualidade, procurando auxiliar a administração
na gerência e nos resultados, por meio de recomendações que visem a aprimorar
os procedimentos, melhorar os sistemas de controles internos e aumentar a responsabilidade gerencial.
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Prosseguindo, a auditoria operacional busca avaliar os sistemas de informação da organização, os seus métodos de trabalho, o cumprimento de políticas administrativas e a propriedade, adequação e oportunidade das decisões
e­ stratégicas. Em linhas gerais, trata de uma forma de avaliação dos chamados
“Es”: Economicidade, Eficiência, Eficácia e Efetividade.
Carlos Alexandre
Executa revisões dos programas, atividades e segmentos operacionais dos
setores público e privado, com a finalidade de avaliar se os recursos estão sendo
usados eficientemente e se estão sendo alcançados os objetivos operacionais. A
ilustração a seguir aborda o disposto em cada dimensão avaliada nos trabalhos
de auditoria operacional:
Ilustração: Os quatro “Es”
Economia
Consiste na minimização dos custos dos recursos utilizados na consecução
de uma atividade, sem comprometimento dos padrões de qualidade.
Eficácia
Mede o grau com que os objetivos organizacionais são alcançados em
relação aos resultados pretendidos e reais de determinada atividade.
Eficiência
É a relação entre os produtos, os bens e serviços gerados por uma atividade
e os custos dos recursos empregados em um determinado período de tempo.
Efetividade
Consiste no impacto transformador causado pelos serviços prestados
por uma organização sobre uma realidade que se pretende modificar. É
representada pelos benefícios, efeitos diretos ou indiretos refletidos na
satisfação de necessidades e desejos de clientela específica por meio desses
serviços prestados. É uma relação entre os resultados (impactos observados)
e os objetivos (impactos esperados).
Fonte: Elaborado pelo autor.
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Auditoria
Segundo Freitas (2005), dentre as variadas denominações disponíveis para
este tipo de auditoria é possível elencar algumas, como: auditoria de natureza
operacional, auditoria de desempenho (performance audit), auditoria administrativa, auditoria de gestão, auditoria de rendimento, auditoria de processos e
auditoria de resultados.
AMOSTRA DA OBRA
www.editoraferreira.com.br
Auditoria 2ª edição, aborda, de uma forma clara, direta e
atual, o tema ­auditoria, procurando trazer os fundamentos
teóricos constantes das novas regulamentações (NBC PA e
NBC TAs), aprovadas pelo Conselho ­Federal de Contabilidade (CFC), alinhadas ao processo de convergência de
contabilidade brasileira aos padrões internacionais.
É uma obra amplamente ilustrada com esquemas, figuras e
tabelas, com mais de 590 questões comentadas, das quais
mais de 250 são apresentadas logo após a teoria, o que
facilita o entendimento e a fixação.
Entre os diversos temas, destacam-se os capítulos sobre auditoria operacional, Sistema do Controle Interno do Poder Executivo Federal (­SCIPEF), Governança Corporativa e Gerenciamento de Riscos Corporativos e Controles Internos – modelo
COSO, assuntos amplamente explorados pelos principais
concursos do país que exigem essa disciplina.
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Auditoria - Editora Ferreira