Auditoria de Gestão (Interna e Independente)
Professor José Antônio Pereira Gonçalves
CONVÊNIO COM:
CURSO DE PÓS – GRADUAÇÃO LATO – SENSU
Auditoria de Gestão
(Interna e Independente)
José Antônio Pereira Gonçalves
INPG
Joinville – SC
Fevereiro de 2008
© Professor José Antônio Pereira Gonçalves
Auditoria de Gestão (Interna e Independente)
Professor José Antônio Pereira Gonçalves
Calendário
Datas
29/02 e 01/03/2008
07/03 e 08/03/2008
Disciplina
Auditoria de Gestão (Interna e Independente)
“
“
“
Professor
.
José Antônio Pereira Gonçalves
“
“
“
Descritivo da Disciplina
Objetivo
Oferecer uma ampla e moderna visão da função da Auditoria de Gestão e dos Controles Internos em um ambiente
atual de negócios, que vem passando por rápidas, profundas e complexas mudanças, gerando novos e
crescentes desafios para os gestores, em um cenário cada vez mais competitivo.
Incentivar os participantes a terem uma postura pró-ativa e reflexiva em relação às oportunidades de melhoria dos
controles internos dos processos operacionais de suas empresas, e à qualidade das informações usadas nos
processos decisórios, incentivando-os a aplicar os conhecimentos obtidos.
Tópicos
1.
Apresentações do Professor, Alunos, Ementa da Disciplina, Critério de Avaliação, formação de
grupos de
trabalho, sorteio dos casos a serem apresentados;
2. Entrega dos exercícios do Entrance Quiz referente ao tema “Auditoria Interna e Externa: Funções e
Diferenças”, exposição dos slides, se necessário, e resolução das questões;
3. “Como evitar furtos, fraudes e desfalques em sua empresa”, abordando também as áreas do Disponível,
Compras, Recebimentos de Materiais e Estoque, Vendas e Expedição de Materiais, Contas a Pagar /
Pagamentos, Contas a Receber / Recebimentos / Crédito, Pessoal e Folha de Pagamento, com resolução dos
exercícios sobre Controle Interno – CI, A e B;
4. “Técnicas e Procedimentos de Auditoria – Conceitos e Áreas de Aplicação” e exercícios;
5. Apresentações das soluções dos casos pelos grupos e pelo professor com uso de recursos de PowerPoint,
entrega das soluções em papel, para atribuição de avaliação pelo Professor;
6. Divulgação das avaliações dos grupos, alunos e faltas. Encerramento do curso. Havendo tempo,
abordaremos segundo maior interesse dos alunos, os seguintes tópicos adicionais:
7. Resolução de Exercícios Extras de Auditoria;
8. “Controle Interno” e exercícios;
9. “Planejamento de Auditoria” e exercícios;
10. “Normas de Auditoria” e exercícios;
11. “Gerenciamento dos Riscos Empresariais – GRE”;
12. “Lei Sarbanes – Oxley, COSO, COBIT, SAC, CoCo, SAS 55/78 e Governança Corporativa”;
Metodologia
Idealmente recomenda-se que os alunos façam leitura prévia dos slides, anotem eventuais pontos não claros para
obtenção de explicação em sala e busquem resolver os exercícios referentes ao tema, na seqüência apresentada
no item “TÓPICOS”.
As aulas participativas e dialógicas serão baseadas nos slides, que serão explanados e comentados pelo
Professor, oportunidade em que os alunos poderão indagar, a qualquer momento, o que não ficar claro e obter
explicações adicionais decorrentes de suas anotações prévias. Serão também resolvidos exercícios em sala, com
a participação dos alunos. Grupos de trabalho (com cerca de 5 alunos), também participarão na solução de casos,
que lhe tenham sido atribuídos por sorteio na 1ª aula, com base nos conhecimentos passados nos slides,
aulas e consultas às bibliografias indicadas. Os grupos apresentarão a solução dos casos à classe e ao
Professor recursos de PowerPoint, oportunidade em que poderão ser questionados pela classe e Professor,
sendo avaliados pela qualidade técnica da solução apresentada. No dia da apresentação, os grupos deverão
entregar cópia dos slides com capa, contendo o nome completo dos participantes do grupo para atribuição da
avaliação. Após apresentação dos grupos, o Professor também apresentará a solução dada aos casos e os
alunos poderão questionar, conforme interesse. Vide “RECOMENDAÇÕES PARA MELHOR
APROVEITAMENTO DA DISCIPLINA”, abaixo.
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Avaliação
Presença constante (nenhuma falta) e participação atenta em classe:
10%.
Respostas corretas ao Entrance Quiz, entregues ao Professor na 1ª aula:
20%.
Apresentação da solução do caso em sala, aplicando os conhecimentos: 70%.
O arredondamento, se necessário, será feito após soma total dos pontos, para definição da nota final.
Bibliografia
Básica
1.
2.
3.
Apostila do Curso “Como evitar furtos, fraudes e desfalques em sua empresa” de autoria do Professor
José Antonio Pereira Gonçalves, versão 2007, mais slides resumo dos demais Tópicos.
ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti - Auditoria: um curso moderno e completo- 6ª ed. - São Paulo: Atlas,
2003.
CREPALDI, Silvio Aparecido - Auditoria Contábil: teoria e prática- 3ª ed. - São Paulo: Atlas, 2004.
Complementares
4.
5.
6.
7.
8.
9.
10.
11.
12.
13.
14.
15.
16.
17.
18.
19.
20.
21.
22.
Auditoria: Conceitos e Aplicações - William Attie; 3ª ed. São Paulo: Atlas, 1998.
Auditoria Contábil - Américo M. Florentino; 5ª ed. Rio de Janeiro: FGV, 1988.
Auditoria Contábil – Hilário Franco; Ernesto Marra; 4ª ed. São Paulo: Atlas, 2003.
Auditoria Contábil - Enfoque Prático Operacional - Benedito Felipe de Souza; Anísio Candido Pereira:
Atlas.
Auditoria de Demonstrações Contábeis, Normas e Procedimentos - José Hernandez Perez Junior, 2ª
ed. São Paulo: Atlas, 1998.
Auditoria: Filosofia e Técnica - John W. Cook; Gary Winkle. São Paulo: Saraiva, 1979.
Auditoria de Sistemas de Informação - Joshua Onome Imoniana. São Paulo: Atlas, 2005.
Como os Empregados Roubam as Empresas - Luiz Antônio de Oliveira; Qualitymark Editora.
Curso de Auditoria – 10ª ed. - A. Lopes de Sá. São Paulo: Atlas - 2002.
Ética nas Empresas – Boas Intenções à parte - Laura L. Nash.
Ética nos Negócios - Marvin T. Brown.
Fraude, Corrupção e Desonestidade nos Negócios – Como se proteger de pessoas desonestas. Michael
J. Comer; Patrick M. Ardir; David H. Price; Ed. Mc Graw Hill.
Fundamentos de Auditoria de Sistemas - Paulo Schmit, José L. dos Santos, Carlos H. Arima, Ed. Atlas –
2006.
Gerenciamento de Riscos: A gestão de oportunidades, a criação de controles internos e a avaliação de
riscos nas decisões gerenciais. Paulo Baraldi, Elsevier, 2004.
Gestão Ambiental Empresarial - Conceitos, Modelos e Instrumentos. José Carlos Barbieri, Saraiva, 2004.
Gestão de Riscos Corporativos: Riscos alinhados com algumas ferramentas de gestão – Um estudo de
caso no setor de celulose e papel / Dissertação de Mestrado de Antonio Cocurullo na Universidade São
Francisco – USF, 2002.
ISO 14001 - Sistemas de Gestão Ambiental - Implantação Objetiva e Econômica - Mari Elizabete
Bernardini Seiffert, Atlas-2005.
Manual de Contabilidade das Sociedades por Ações. IUDICIBUS, Sérgio. MARTINS, Eliseu. GELBCKE,
Rubens. 5ª ed. Fipecafi. São Paulo: Atlas, 1999.
Princípios de Auditoria - R. S. K. Mautz. São Paulo: Atlas.
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Recomendações para Melhor Aproveitamento da Disciplina:
Visando melhor aproveitamento do conteúdo da disciplina, recomenda-se aos participantes:
1. Ler, antes das aulas, os materiais na seqüência indicada no item “TÓPICOS” acima;
2. Buscar resolver, previamente os exercícios, após leitura dos materiais respectivos;
3. Anotar os pontos não claros dos materiais e exercícios, para esclarecimento em sala com o Professor;
4. Levar material impresso e ordenado a todas as aulas, para anotações complementares julgadas
interessantes, em função dos comentários adicionais do professor e participantes em sala;
5. Participar pontual e ativamente das aulas e exercícios, com ampla liberdade de pedidos de
esclarecimentos e contribuições ao tema, que estiver sendo abordado.
Mini-Currículo
Profº José Antônio Pereira Gonçalves
PROFESSOR DE PÓS-GRADUAÇÃO EM AUDITORIA, MELHORIA E NORMATIZAÇÃO
DE PROCESSOS, EMPREENDEDORISMO, METODOLOGIA DA PESQUISA E GESTÃO
ESTRATÉGICA.
Mestre em Administração pela PUC-SP, Pós-Graduado em nível de Mestrado em Contabilidade /
Controladoria e Administrador de Empresas pela Universidade de São Paulo (USP). Participou de inúmeros
cursos técnicos.
Larga experiência diretiva, gerencial e de coordenação nas áreas de Processos, Normatização,
Organização, Projetos de Informática, Auditoria Interna e Consultoria. Resultados expressivos por
implantações de melhorias e novos Processos, bem como negociações e terceirização de atividades em
muitas empresas de diversos portes e atividades. Importante experiência em treinamento profissional e
ensino, pelo desenvolvimento e implantações de processos, palestras e aulas em cursos próprios e de pósgraduação. Autor da dissertação de mestrado “O Empreendedorismo na Administração” e dos cursos
“Melhoria e Normatização de Processos de Gestão”, “Como Evitar Furtos, Fraudes e Desfalques em sua
Empresa”, “Empreendedorismo: Uma Opção de Profissional” e “Gestão Estratégica”.
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Auditoria de Gestão (Interna e Independente)
Entrance Quiz
Caros,
Bem-vindos ao Entrance Quiz de Auditoria de Gestão (Interna e Independente).
Vocês receberão uma apresentação sobre Auditoria Interna e Externa. Após a leitura, respondam as
questões que seguem após a apresentação.
Em caso de dúvida, podem ser consultados outras fontes como livros, outros artigos ou trabalhos
acadêmicos.
Bom trabalho a todos e até breve!
Prof. José Antônio Pereira Gonçalves
* O Entrance Quiz , deverá ser entregue no primeiro dia de aula.
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AUDITORIA INTERNA E
EXTERNA
Base: Auditoria Contábil - Teoria e Prática de
Sílvio A. Crepaldi – Ed. Atlas.
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AUDITORIA INTERNA E EXTERNA
Existem duas classes fundamentais
auditoria, quanto ao processo indagativo:
de
Auditoria geral ou sintética – é a Auditoria
Financeira, situa-se mais no campo de análise
de balanços.
9Auditoria detalhada ou analítica – abrange o
exame das transações.
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AUDITORIA INTERNA E EXTERNA
Outra classificação da auditoria é relativa à forma
de intervenção, a qual pode ser:
¾ Interna;
¾ Externa.
Operam no mesmo campo e têm interesse na
verificação da existência de:
9 Um sistema efetivo de controle interno para
salvaguardar o patrimônio;
9 Um sistema contábil capaz de refletir a posição
contábil e o resultado das operações.
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AUDITORIA INTERNA
É o conjunto de procedimentos que tem por
objetivo examinar a integridade, adequação e
eficácia
dos
controles
internos
e
das
informações físicas, contábeis, financeiras e
operacionais. É uma avaliação independente,
porém interna.
É executada por profissional (is) da empresa
ligado (s) à direção da empresa, normalmente
contratado (s) pela CLT.
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AUDITORIA INTERNA
AS SUAS RESPONSABILIDADES SÃO:
¾
¾
Informar e assessorar a administração;
Coordenar suas atividades com a de outros,
de modo a atingir com mais facilidade os
objetivos da auditoria em benefício das
atividades da empresa.
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AUDITORIA INTERNA
9
9
Redução de custos;
Normas de auditoria interna visam:
• Assegurar qualidade de auditoria;
• Fixar normas de auditoria operacional;
• Facilitar aplicação das normas;
• Atender
aos requisitos profissionais do
mercado.
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Síntese do Trabalho da Auditoria Interna
ŠRevisão de Sistemas Contábeis e de Controle
Interno;
ŠExame de informações financeiras e operacionais;
ŠRevisão da
operações;
economia,
eficiência,
eficácia
das
ŠRevisão do cumprimento de leis, regulamentos;
ŠAtendimento às exigências externas e internas;
ŠCumprimento
das
Diretrizes,
políticas
procedimentos administrativos (Compliance).
e
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Auditoria de Natureza Operacional
Impacto
Avaliação de
programa
efetividade
Missão/ Finalidade
Objetivos gerais
Auditoria operacional
economicidade
eficiência
eficácia
Objetivos específicos
Funções
Atividades
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Uso do Trabalho da Auditoria Interna
Quando o auditor externo procura o trabalho da
auditoria interna, não significa que o pessoal da
Auditoria Interna ajudará na execução de
procedimentos de Auditoria Externa , mas apenas
nas atividades relevantes para a auditoria de
Demonstrações Contábeis.
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AUDITORIA EXTERNA
É o conjunto de procedimentos técnicos que
tem por objetivo a emissão de parecer sobre a
adequação com que as DCF’s representam a
posição patrimonial e financeira, o resultado
das operações, as mutações do patrimônio
líquido e as origens e aplicações de recursos da
entidade auditada, consoante as normas
brasileiras de contabilidade.
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DIFERENÇAS DAS AUDITORIAS
ELEMENTOS DE
COMPARAÇÃO
Sujeito
Ação e objetivo
Finalidade
EXTERNA
Profissional
independente
Exame das
demonstrações
financeiras
Opinar sobre as
demonstrações
financeiras
INTERNA
Funcionário da
empresa
Exames dos
controles
operacionais
Promover
melhorias nos
controles
operacionais
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DIFERENÇAS DAS AUDITORIAS
ELEMENTOS
EXTERNA
INTERNA
Relatório
principal
Parecer
Grau de
independência
Mais amplo
Interessados no
trabalho
A empresa e o
A empresa
público em geral
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Recomendações
de controle
interno e
eficiência
administrativa
Menos amplo
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DIFERENÇAS DAS AUDITORIAS
Responsabilidade Profissional, civil
e criminal
Trabalhista
Número de áreas
cobertas pelo
exame durante
um período
Intensidade dos
trabalhos em
cada área
Continuidade
Maior
Menor
Menor
Maior
Periódico
Contínuo
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Relacionamento entre Auditoria
Interna e Externa
O papel da Auditoria Interna é determinado pela
administração , e o do Auditor Externo é de expressar
parecer independente sobre as demonstrações
contábeis.
Para obter um entendimento e realizar uma avaliação
preliminar da função da auditoria interna, deve-se
considerar :
ŠStatus Organizacional e Alcance da função;
ŠCompetência Técnica e Zelo Profissional.
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Responsabilidade dos Administradores
Š É
responsabilidade
da
administração
assegurar que a entidade opere de acordo
com as leis
e regulamentos.
Cabe
à
administração a responsabilidade de prevenir
e detectar o descumprimento de leis e
regulamentos.
Š A elaboração das demonstrações contábeis é
de
responsabilidade
exclusiva
dos
administradores.
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REAL
PADRÃO
PROCESSO DE
JULGAMENTO
Fornecedores
PARECER
Alta Administração
Clientes
Governo
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Acionistas
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CÓDIGO DE ÉTICA
PROFISSIONAL DO
CONTABILISTA
RESPONSABILIDADE
ÉTICA
As transgressões são
julgadas primariamente
pelos CRC’s e pelo CFC
PENALIDADES
a) Advertência
b) Censura reservada
c) Censura Pública
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PRINCIPAIS TRANSGRESSÕES DAS
NORMAS ÉTICAS
•Falta de sigilo profissional;
•Falta de independência profissional;
•Desrespeito aos colegas de profissão;
•Aviltamento dos honorários;
•Serviços de baixo padrão;
•Concorrência desleal;
•Assinar trabalho de outro auditor sem revisar.
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Campo Técnico
Técnica - conjunto de procedimentos aplicáveis
na realização de objetivo específico.
TRABALHO
COMO REALIZÁ-LO
(TÉCNICAS DE EXECUÇÃO)
OBJETIVO ESPECÍFICO
(ESPERADO)
OBJETIVO ESPECÍFICO
(ATINGIDO)
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Campo Técnico
Todo o trabalho de auditoria é sustentado por
um conjunto de normas técnicas que recebem o
nome de Normas de Auditoria Geralmente
Aceitas no Brasil ou Normas Usuais de
Auditoria.
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Campo Técnico
NBC-T-11
Refere-se aos procedimentos técnicos que devem ser
seguidos pelo auditor independente, dos quais destacamos:
ŠObjetivo
ŠPapéis de Trabalho
ŠPlanejamento
ŠRiscos de Auditoria
ŠControle de Qualidade
ŠAvaliação do Sistema Contábil e de Controles Internos
ŠAplicação dos Procedimentos de Auditoria
ŠContinuidade Normal dos Negócios da Entidade
ŠCarta de Responsabilidade da Administração
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Campo Técnico
NBC-P-1
Refere-se aos aspectos mais voltados à pessoa do
auditor, tais como :
ŠFixação dos honorários;
ŠEducação continuada;
ŠInformações anuais requeridas;
ŠExame de competência profissional.
A existência dessas normas impõem obrigações que
por sua vez , traduzem-se em responsabilidades
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Campo Legal
Responsabilidade Legal - É a obrigação imposta por
lei , que tem alguém de responder pela conseqüência
de determinada ação ou omissão
PROFISSÃO
AUDITOR
PARECER
RESP LEGAL
CLIENTES
TERCEIROS
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Campo Legal
A CVM , através da instrução 308/99 , fixou os deveres ,
responsabilidades e penalidades dos auditores independentes.
Compete ao CFC e aos CRC’s fiscalizar o exercício da
profissão do contabilista , e ao mesmo tempo, compete à
CVM disciplinar a atividade de Auditoria Independente.
Logo, as normas desses três órgãos têm força de lei e
qualquer transgressão faz surgir uma responsabilidade legal.
Responsabilidade Civil - Dever de indenizar o dano ao
patrimônio de terceiros
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USO DO TRABALHO DE TERCEIROS
Š
Š
Š
Uso do Trabalho de Outro Auditor
Uso do Trabalho da Auditoria Interna
Uso do Trabalho de um Especialista
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Uso do Trabalho de Outro Auditor
Não significa neste caso que são designados dois
ou mais auditores como co-auditores, apenas que
um auditor principal utiliza o trabalho de outro
auditor, sobre as informações contábeis.
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1. Auditor Principal e Outro Auditor
O auditor principal é o auditor com
responsabilidade pela emissão do parecer sobre
as demonstrações contábeis.
Outro auditor é aquele com responsabilidade
pela emissão do parecer de um componente da
empresa incluída nas demonstrações contábeis
auditadas pelo auditor principal.
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2. Cooperação entre Auditores
O outro auditor, conhecendo o contexto em que o
auditor principal vai usar seu trabalho, deve cooperar
com ele.
3. Divisão de Responsabilidades
Em alguns países, permite-se que o auditor principal
baseie a opinião de auditoria tomada como um todo
unicamente no parecer de outro auditor.
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4. Considerações sobre o Parecer
O auditor principal deve expressar um parecer com
ressalva ou com abstenção de opinião quando
considerar que o trabalho do outro auditor não pode
ser usado.
Se o outro auditor emitir, ou pretender emitir, um
parecer modificado, o auditor principal poderá
modificar, se necessário, seu parecer dependendo da
natureza ou significância da modificação.
Fim.
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AUDITORIA INTERNA E EXTERNA: QUESTÕES DE MÚLTIPLA ESCOLHA DO CAP. 2
Fonte: Auditoria Contábil – Teoria e Prática de Sílvio A. Crepaldi, 3ª ed.; Atlas.
1. Um dos principais objetivos do auditor interno é:
(
(
(
(
(
)a. Verificar a necessidade de aprimorar as normas internas vigentes;
)b. Examinar a demonstração do resultado do exercício e emitir seu parecer;
)c. Examinar os controles internos e emitir sua opinião via relatório;
)d. Descobrir todas as irregularidades e emitir relatório sobre o fato;
)e. Verificar fraudes.
2. Um dos sistemas que diferenciam o auditor interno do externo é:
(
(
(
(
(
)a. Forma de avaliar o sistema de controle interno;
)b. Volume de testes nos serviços realizados;
)c. Forma de se portar na empresa e sua responsabilidade;
)d. Forma de preparar os papéis de trabalho;
)e. Elaboração das demonstrações financeiras.
3. A característica principal do auditor externo em relação ao auditor interno decorre de sua supremacia em
relação:
(
(
(
(
(
)a. Ao conhecimento profissional auferido;
)b. À independência profissional;
)c. À experiência profissional obtida;
)d. Ao treinamento específico a que se submete;
)e. À supervisão de sua equipe de trabalho.
4. Quando um auditor independente utiliza relatórios elaborados pelos auditores internos para concluir seus
trabalhos nas áreas de estoques e imobilizado, a responsabilidade do parecer:
(
(
(
(
(
)a. deve ser compartilhada com a administração da empresa;
)b. deve ser compartilhada com o auditor interno;
)c. é do auditor interno, se os estoques forem relevantes;
)d. é única e exclusiva do auditor independente;
)e. é do auditor independente, porém de forma limitada.
5. A responsabilidade do auditor independente sobre as demonstrações contábeis é até:
(
(
(
(
(
)a. a data-base das demonstrações contábeis;
)b. o último dia de serviço da equipe de campo;
)c. a data de assinatura do parecer de auditoria;
)d. a data da carta de responsabilidade da administração;
)e. a data de publicação das demonstrações contábeis.
6. Entre as seguintes opções, não é de competência da auditoria interna examinar os seguintes objetivos:
(
(
(
(
(
)a. integridade, adequação e eficácia dos controles internos;
)b. eficácia das informações físicas, contábeis e financeiras;
)c. adequação dos controles internos e das informações físicas;
)d. integridade das informações operacionais, financeiras e físicas;
)e. eficiência e eficácia do parecer dos auditores independentes.
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7. O auditor independente na avaliação de um trabalho específico da auditoria interna, com pretensão de
sua utilização deve considerar:
( )a. se o alcance do trabalho e seus programas correlatos são adequados, e se a avaliação preliminar
da auditoria interna permanece apropriada;
( )b. se a economia de horas e de pessoal é compensadora, uma vez que a auditoria interna já executou
diversos testes de mesma natureza;
( )c. se o alcance dos trabalhos efetuados pela auditoria interna pode ser satisfatoriamente adequado à
necessidade do auditor independente;
( )d. a qualidade dos trabalhos dos auditores internos, visto que, por conhecerem melhor as atividades
da empresa, seus trabalhos são confiáveis;
( )e. o conhecimento dos auditores internos, principalmente nas áreas de maior risco de auditoria, uma
vez que a responsabilidade é compartilhada.
8. A opção que representa o objetivo da auditoria externa é:
( )a. a elaboração das normas e procedimentos econômicos, financeiros e de auditoria da empresa
auditada;
( )b. expressar um palpite sobre a posição patrimonial e financeira da empresa sem assegurar que elas
representem adequadamente as operações da empresa;
( )c. assegurar que as demonstrações financeiras irrelevantes representem a situação contábil-financeira
da empresa de forma fidedigna;
( )d. o processo pelo qual o auditor se certifica de que as demonstrações financeiras representam
adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da empresa;
( )e. garantir que todos os lançamentos contábeis foram efetuados corretamente nos livros da empresa.
9. Identifique a afirmação que não corresponde a definições da auditoria interna ou externa:
( )a. a principal característica da auditoria interna é a independência, ou seja, não possui vínculo com a
empresa;
(
)b. o auditor externo será culpado se negligenciar fato importante em seus exames ou relatórios;
(
)c. a inspeção física de um bem é um procedimento de auditoria externa para confirmação da
existência do bem contabilizado;
(
)d. a fraude é o ato intencional de omissão de transações e o erro, ato não intencional resultante da
omissão, desatenção, etc.;
( )e. a auditoria das demonstrações contábeis tem como objetivo obter evidências sobre demonstrações
contábeis para emissão de parecer.
10. Assinale a assertiva correta quanto às características da auditoria interna e externa:
( )a. a auditoria interna é independente da empresa e a auditoria externa deve realizar testes nos
controles internos e modificá-los quando necessário;
( )b. a auditoria interna é obrigatória conforme determina a Lei nº. 6.404/76, e a auditoria externa deve
disponibilizar seus papéis de trabalho sempre que solicitados;
( )c. a auditoria interna tem como objetivo atender à gestão da empresa e a auditoria externa, atender
às necessidades da diretoria da empresa;
( )d. a auditoria interna não avalia os controles internos e a auditoria externa os elabora, modifica e
implanta na empresa auditada;
( )e. a auditoria interna tem como objetivo a revisão das atividades da empresa continuadamente e a
auditoria externa é independente em todos os aspectos.
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