CNPJ - CNPG 12.609.011/0001-52
RAZÃO SOCIAL – ASSOCIAÇÃO DE ENSINO & TECNOLOGIA –
AE&T
NOME DE FANTASIA – LiceuTec
ESFERA ADMINISTRATIVA – Particular
ENDEREÇO – Avenida Gonçalves, 02200
CIDADE – Barretos – SP - CEP 14.781-335
TELEFONE – 017-3323-3333
SITE – www.liceutec.com.br
EIXO TECNOLÓGICO – CONTROLE E PROCESSOS INDUSTRIAIS
HABILITAÇÃO PROFISSIONAL: TÉCNICO EM ELETRÔNICA
Carga Horária (sem estágio): 1200 Horas
Com direito a registro profissional no CREA
Código do CIE da Escola - 358472
Nome da Escola – LICEUTEC
Endereço completo – AVENIDA GONÇALVES, 02200 – BAIRRO
FLOSI – CEP 14.781-335 – FONE / FAX – 17 3323 3333
Mantenedora – ASSOCIAÇÃO DE ENSINO & TECNOLOGIA – AE&T
CNPJ – 12.609.011/0001-52
Orgão de Jurisdição:
BARRETOS
DIRETORIA
DE ENSINO
– REGIÃO
DE
Ato legal de criação / Autorização da Escola: Portaria do Dirigente
Regional de Ensino de 20 de Dezembro de 2007, DOE de 21 de
Dezembro 2007.
Nome completo e número do RG do Diretor da Escola:
ROBERTO PACHECO DE OLIVEIRA – RG – 9.843.595
Nome do Parecerista – Prof. Célio Escobar – Centro Paula Souza
Nome completo e número do RG do Supervisor de Ensino:
- DIMAS NARCISO – RG – 4.906.860
Cadastro Nacional de Cursos Técnicos: [email protected]
01 - JUSTIFICATIVAS E OBJETIVOS DO CURSO:
O profissional habilitado em Eletrônica, pertencente ao eixo de Controle e
Processos Industriais, é inovador com conhecimentos científicos, tecnológicos e de gestão,
adaptável às crescentes mudanças sociais e evoluções tecnológicas.
A formação técnico-profissional, em nosso entendimento, deve atender tanto aos
interesses do trabalhador, realizando a sua preparação profissional e a sua formação
humana, quanto às necessidades crescentes e mutáveis do mundo do trabalho e da
sociedade. Trata-se de uma formação voltada ao desenvolvimento integral da
personalidade humana do trabalhador e sua participação na construção da obra do bem
comum, orientando-o ao auto desenvolvimento, ao exercício consciente de sua profissão e
de sua cidadania. É uma formação que tem como meio o desenvolvimento social e
econômico e como meta o ser humano, cidadão e trabalhador.
A proposta do curso técnico voltado para a Eletrônica busca formar profissionais
que consigam aliar o domínio específico das tecnologias do mundo eletro eletrônico a uma
visão dos processos tecnológicos presentes no atual contexto de reestruturação produtiva.
Concebendo-se a tecnologia como atividade humana que busca a conversão do
conhecimento científico em meio de produção e a indústria como organização baseada
nestes conhecimentos técnicos científicos, que se ocupa da produção de bens e serviços
para suprir as necessidades sociais, a proposta de Curso do LiceuTec é baseada na
experiência acumulada com a oferta dos Cursos Técnicos de Eletrônica, nas demandas
sociais e no mundo do trabalho.
Portanto, o Curso Técnico de Eletrônica, visa preparar profissionais que detenham
simultaneamente uma formação científica sólida, produtiva, uma capacidade gerencial,
sem, no entanto, perder a dimensão social e a visão humana do processo educativo.
Novas tecnologias e tendências baseadas na Eletrônica e Informática, buscam
sistematicamente a utilização de menos energia, menos matéria prima e menos mão de
obra para a produção de bens e materiais, possibilitando um aumento de produtividade e,
também, o declínio do emprego direto.
Por estas razões, a proposta de curso técnico na modalidade Eletrônica, não está
somente vinculada ao segmento industrial, ou seja, à formação de mão de obra para ser
empregada nas unidades produtivas, mas vincula-se também ao desenvolvimento
científico e a prestação de serviços.
Desta forma, diante da realidade industrial com demanda diversificada de
profissionais com domínio das tecnologias com base na informática e eletrônica; do
crescente aumento de implantação de sistemas eletrônicos microprocessados e, em
especial, com a incorporação das novas tecnologias no processo de reestruturação
produtiva de bens e serviços, justifica-se a implantação do Curso Técnico de Eletrônica.
O posicionamento geográfico de Barretos, rodeado por dezenas de usinas de açúcar
e álcool já implantadas e outras dezenas em fase de implantação, das grandes indústrias
frigoríficas asseguram a colocação dos egressos com tão concorrida especialização.
Considerando-se que a energia elétrica e as diversas formas de sua utilização
constituem-se na base do atual desenvolvimento econômico, tanto para alimentar
máquinas e motores quanto sistemas eletrônicos diversificados de comunicação e
processamento de informações, habilitando profissional Técnico em Eletrônica com perfil
flexível e sintonizado com as demandas do contexto sócio econômico, contribuindo para a
formação técnica e pessoal do discente visando à geração de soluções que colaborem para
a evolução da sociedade.
OBJETIVOS DO CURSO
Considerando o panorama acima e as novas competências demandadas pelo
mercado de trabalho de Barretos e região, entre as quais se inclui a de uma atualização
contínua, o Liceu Tecnológico propõe o Curso Técnico de Eletrônica, tendo como objetivos:
- formar profissionais com: senso-crítico, criatividade, ética profissional, conhecimentos
plenos dos seus direitos e deveres profissionais e sociais, educação geral, humanística e
tecnologias sólidas, visão de qualidade total, disposição para trabalho em equipe;
- formar profissionais na área industrial com amplos conhecimentos científicos e
tecnológicos, capazes de intervir de forma construtiva e criativa no processo produtivo,
assegurando-lhe uma postura crítico reflexiva do contexto no qual está inserido, numa
perspectiva transformadora;
- formar profissionais técnicos para atuar na produção de bens de serviços de bases
tecnológicas que envolvam a eletro eletrônica, demandadas pela área industrial, científica
e prestação de serviços;
- preparar profissionais capazes de atuar em pesquisas e desenvolvimento de circuitos
eletrônicos, com habilidade para aplicar softwares dedicados capazes de desenvolver,
testar, calibrar e dar manutenção em placas de circuitos impressos, soldagens de
componentes, conectores, trilhas e acessórios;
- formar técnicos aptos a atuarem no assessoramento gerencial e nos processos das
atividades do mundo eletrônico, na articulação das operações, controle e avaliação dos
ciclos de gestão;
- oferecer aos alunos conhecimento para interpretar esquemas, diagramas de blocos,
folhas da dados de componentes e circuitos eletro eletrônicos analógicos e digitais para
implantação operacional de projetos;
- desenvolver a educação profissional integrada ao trabalho, à ciência e a tecnologia;
- a preparação e a orientação básica para sua integração ao mundo do trabalho, com as
competências que garantam seu aprimoramento profissional e permitam acompanhar as
mudanças que caracterizam a produção do nosso tempo;
- o desenvolvimento das competências para continuar aprendendo, de forma autônoma e
crítica, em níveis mais complexos de estudos;
- constituição de identidades, afirmativas, persistentes e capazes de protagonizar ações
autônomas e solidárias em relação a conhecimentos e valores indispensáveis à vida
cidadã;
- promover a transição entre escola e o mundo do trabalho, capacitando jovens e adultos
com conhecimentos e habilidades gerais e específicas para o exercício de atividades
produtivas;
- proporcionar a formação de profissionais, aptos a exercerem atividades específicas no
trabalho, com escolaridade correspondente ao nível médio;
- especializar, aperfeiçoar e atualizar o trabalhador em seus conhecimentos tecnológicos;
- qualificar, reprofissionalizar e atualizar jovens e adultos trabalhadores, visando a sua
inserção e melhor desempenho no exercício do trabalho;
- habilitar profissionais para exercerem as competências e as habilidades específicas na
atuação e na ocupação de Técnico;
- conceder a preparação básica para o trabalho e a cidadania do aluno para continuar
aprendendo de modo a ser capaz de adaptar com flexibilidade a novas condições de
ocupação e aperfeiçoamento posteriores;
- propiciar o aperfeiçoamento do aluno como pessoa humana, incluindo a formação ética e
o desenvolvimento da autonomia intelectual e do pensamento crítico;
- permitir melhor compreensão dos fundamentos científico-tecnológicos dos processos
produtivos, relacionados à teoria e a prática, no ensino de cada disciplina;
- preparar jovens e adultos para o desempenho de ocupação qualificada com propósito de
acelerar o atendimento às necessidades do aluno e sua integração no mercado de
trabalho.
02 – REQUISITOS DE ACESSO
O acesso de alunos no curso dar-se-á a partir do cumprimento das seguintes
condições:
- o aluno deve estar cursando, no mínimo, a segunda série do Ensino Médio ou já tê-lo
concluído;
- por transferência, para os candidatos oriundos de outras escolas, do país ou do exterior,
desde que preservada a identidade do currículo;
- por aproveitamento de Competências e Habilidades - mediante a aprovação feita pela
escola para alunos que solicitarem aproveitamento de estudos e/ou possuírem experiência
adquirida no mundo de trabalho, de acordo com as exigências específicas do curso, que
serão verificadas através de: - entrevista com o coordenador do curso; - competências
avaliadas por equipe de três professores;
– aplicação de prova específica de cada disciplina pleiteada.
03- PERFIL DO PROFISSIONAL DE CONCLUSÃO
O Técnico em Eletrônica será preparado para agir em negócios relacionados com
tecnologias do mundo eletroeletrônico, concebendo projetos, executando instalações,
calibrações e manutenções, proporcionando assessoria técnica, atuando na área industrial
e de serviços correlacionados, sendo apto a aplicar com desenvoltura fundamentos e
normas de tecnologia, os recursos informatizados disponibilizados no mundo, a
comunicação oral e escrita, bem como levantar e analisar as principais questões e desafios
do mundo de trabalho, manifestando em suas ações profissionais, a valorização dos
princípios de cidadania: exercício do poder de decisão, priorização do ser humano,
valorização do seu povo, da sua terra e da sua cultura. É o profissional capaz de planejar,
projetar, orçar, desenhar, executar, supervisionar e dar manutenção a qualquer tipo de
equipamento e ou instalação do ramo eletrônico com criatividade, senso crítico, ética
profissional, e pleno conhecimento de seus direitos e deveres sociais e profissionais.
O Técnico em Eletrônica estará habilitado a desenvolver e interpretar projetos
eletrônicos, esquemas discretos, diagramas em blocos, folhas de dados de componentes e
circuitos analógicos e digitais, para aplicações diversas. Adquire conhecimento para
efetuar metodologia de testes, simulações funcionais, desenvolvimento e confecção de lay
outs, montagens, ajustes, calibrações e processo de certificação de circuitos
eletroeletrônicos por intermédio de equipamentos informatizados com softwares
dedicados, amplamente utilizados nos laboratórios dos centros de pesquisas e indústrias.
Adquire habilidade para atuar em áreas de assistência técnica relacionadas com métodos
de soldagens de componentes, conectores, trilhas e acessórios em placas de circuitos
impressos, praticando um conjunto de testes e diagnóstico operacionais, observando as
normas e metodologias programadas para manutenção e controle de Qualidade de
Circuitos, componentes e serviços técnicos.
No caso específico do Técnico em Eletrônica – Eixo do Controle e Processos
Industriais, a formação deve apontar para o perfil técnico com capacidade de
planejamento, rapidez de ação, capacidade de relacionamento interpessoal, capacidade de
análise e compreensão, responsabilidade, ética, senso crítico, capacidade do trabalho em
equipe e espírito empreendedor, capacidade de articular a teoria e a prática, gestor
suficientemente amplo, integrando competências e habilidades, tendo como principal, a
formação de uma cultura voltada e adequada às mudanças tecnológicas.
PERFIS DE QUALIFICAÇÃO
Competências:
- aplica normas técnicas de saúde e segurança no trabalho e de controle no processo
industrial;
- aplica normas técnicas e especificações de catálogos, manuais e tabelas em projetos, em
processos de desenvolvimento, criação, montagem, execução, instalação, calibragem,
ajuste, operação e manutenção de circuitos eletrônicos nas diversas aplicações;
- coordena e desenvolve equipes de trabalho que atuam na instalação, na produção e na
manutenção, aplicando métodos e técnicas de gestão administrativa e de pessoas;
- aplica métodos, processos e logística na produção, instalação e manutenção;
- elabora projetos, layouts, diagramas, esquemas, observando normas ditadas pela ABNT,
órgãos ambientais e da segurança do trabalho, aliados aos princípios científicos e
tecnológicos;
- interpreta esquemas eletrônicos discretos, diagramas de blocos, especificar os
componentes eletrônicos aplicados em circuitos analógicos e digitais, dimensionar circuitos
eletrônicos para implantação operacional de projetos;
- efetua metodologia de testes, simulações funcionais, desenvolvimento e confecção de
lay outs, montagens de circuitos impressos, ajustes e operação de projetos eletrônicos;
- atua em área de assistência técnica relacionadas com métodos de soldagens de
componentes, conectores, trilhas e acessórios em placas de circuito impresso, com
habilidade para diagnosticar falhas ou defeitos de operação e proporcionar sua correção;
- projeta melhorias nos sistemas convencionais de produção, instalação e manutenção,
propondo incorporação de novas tecnologias;
- aplica os conhecimentos de sistemas microprocessados, desenvolvendo programas
dedicados para otimização de processos industriais;
- projeta, instala e operacionaliza projetos de automação residencial e comercial,
promovendo conforto e segurança aos usuários;
- coordena atividades de utilização e conservação de energia, propondo a racionalização
de uso e de fontes alternativas.
Habilidades:
- conhece e especifica componentes eletrônicos tais como resistores, diodos, capacitores,
transistores, circuitos integrados, amplificadores operacionais, displays, acessórios;
- desenvolve placas de circuitos impressos, com auxílio de softwares específicos, bem
como executa sua montagem, soldagem, teste, instalação e operação;
- desenvolve simulações de circuitos eletrônicos através de programas específicos,
extraindo dados técnicos relevantes;
- desenvolve softwares em diversas linguagens utilizados na implantação de projetos com
microcontroladores e microprocessadores;
- realiza a leitura e interpretação de circuitos eletrônicos discretos, de diagramas de blocos
e de tabelas de componentes, tendo a habilidade de realizar a substituição de
componentes, quando necessária;
- realiza plano de manutenção preventiva e corretiva em sistemas e componentes
eletrônicos;
- aplica técnicas de medição das grandezas eletrônicas como frequência, tensão, corrente,
potência, resistência, utilizando-se de equipamentos analógicos e digitais;
- monta e gerencia equipe de trabalho;
- aplica legislação pertinente à qualidade, saúde e segurança no trabalho e no meio
ambiente;
- desenvolve conceitos de cidadania;
- valoriza da ética profissional;
- desenvolve e interpreta, através de cálculos, as grandezas elétricas pela lei de Ohm,
teorema da Superposição, teorema de Cramer e teorema de Thevenin;
- conhece a estrutura interna do capacitor, indutor e resistor, ressaltando os aspectos
físicos que permitam seu dimensionamento e aplicabilidade;
- conhece as causas e efeitos das propriedades de defasagem entre corrente e tensão em
circuitos reativos;
- análise do fator de potência em circuitos reativos, seus efeitos e os métodos de
correção; entende as correntes harmônicas e seus efeitos nos circuitos eletro-eletrônicos.
04 - ORGANIZAÇÃO CURRICULAR
4.1 – Curso Técnico em Eletrônica
O curso Técnico de Eletrônica acha-se estruturado em módulos independentes, com
terminalidades correspondentes às qualificações profissionais que foram identificadas no
mercado de trabalho.
Os cursos técnicos são sempre pós médio de acordo com a legislação. No entanto,
serão aceitos alunos que queiram cursar de forma concomitante, desde que estejam
cursando a 2ª ou 3ª série do Ensino Médio em horário distinto.
O curso será oferecido para duas turmas, em quatro módulos semestrais, sendo
uma turma de segunda a sexta-feira no período noturno e outra aos finais de semana com
aulas às sexta-feira e sábado, obedecendo aos seguintes horários:
•
Período noturno - 15 aulas semanais de 60 minutos de duração.
De segunda feira à sexta feira - Início 19h15m - término 22h30m.
Intervalo das 21h15m às 21h30m - perfazendo 15 minutos.
TURMA NOTURNO
Horário
Segunda
Terça
Quarta
Quinta
Sexta
19:15 às 21:15 horas
02
02
02
02
02
21:30 às 22:30 horas
01
01
01
01
01
TOTAL
03
03
03
03
03
Sábado
Aulas com duração de 60 minutos; 15 aulas por semana
•
Aos finais de semana - 12 aulas semanais de 1 hora de duração.
Sexta feira - Início as 19h15m - término 22h30m
Intervalo das 21h15m às 21h30m - perfazendo 15 minutos
Sábado - Manhã - Início às 07h15m até as 12h30m
Intervalo das 10h15m às 10h30m - perfazendo 15 minutos
Sábado - Tarde - Início às 13h30m - término 17h45m
Intervalo das 15h30m às 15h45m - perfazendo 15 minutos
TURMA AOS FINAIS DE SEMANA
Horário
Segunda
Terça
Quarta
Quinta
Sexta
Sábado
07:15 às 10:15 horas
03
10:30 às 12:30 horas
02
13:30 às 15:30 horas
02
15:45 às 17:45 horas
02
19:15 às 21:15 horas
02
21:15 às 22:30 horas
01
TOTAL
03
09
Aulas com duração de 60 minutos; 12 aulas por semana
Intervalos para lanche e recreação: manhã - 10:30 às 10:45 h; tarde - 15:30 às 15:45 h;
noite - 21:15 às 21:30 h
GRADE CURRICULAR DO PERÍODO NOTURNO
No período noturno, o Curso Técnico em Eletrônica será ministrado em 20 semanas, com
15 horas aulas por semana, totalizando 300 horas por módulo.
PRIMEIRO MÓDULO
Disciplinas
Horas
Semanais
Horas
Laboratório
Carga Horária
Eletricidade
06
00
120
Eletrônica Analógica
06
03
120
Informática
03
03
60
15
05
300
Horas
Semanais
Horas
Laboratório
Carga Horária
Eletrônica Digital
06
03
120
Manutenção Eletrônica I
06
06
120
Informática
03
03
60
15
12
300
Horas
Semanais
Horas
Laboratório
Carga Horária
Análise de Circuitos
06
00
120
Telecomunicações
06
03
120
Projeto Integrador
03
02
60
TOTAL

SEGUNDO MÓDULO
Disciplinas
TOTAL

TERCEIRO MÓDULO
Disciplinas
TOTAL

15
05
300
Horas
Semanais
Horas
Laboratório
Carga Horária
Manutenção Eletrônica II
06
06
120
Microcontroladores
06
03
120
Projeto Integrador
03
02
60
TOTAL
15
11
300
QUARTO MÓDULO
Disciplinas

MATRIZ CURRICULAR – CURSO TÉCNICO DE AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL - NOTURNO
Disciplinas
Eletricidade
Eletrônica Analógica
Informática
Eletrônica Digital
Manutenção Eletrônica I
Informática
Análise de Circuitos
Telecomunicações
Projeto Integrador
Manutenção Eletrônica II
Microcontroladores
Projeto Integrador
Carga Horária – horas
Carga Horária Total – horas
1º Módulo
2º Módulo
3º Módulo
4º Módulo
6
6
3
6
6
3
6
6
3
300
300
6
6
3
300
300
1200
GRADE CURRICULAR AOS FINAIS DE SEMANA
No curso aos Finais de Semana, o Curso Técnico em Eletrônica será ministrado em 25
semanas, com 12 horas aulas por semana, totalizando 300 horas por módulo.
PRIMEIRO MÓDULO
Disciplinas
Horas
Semanais
Horas
Laboratório
Carga Horária
Eletricidade
05
00
125
Eletrônica Analógica
05
02
125
Informática
02
02
50
TOTAL

12
04
300
Horas
Semanais
Horas
Laboratório
Carga Horária
Eletrônica Digital
05
02
125
Manutenção Eletrônica I
05
05
122
Informática
02
02
50
12
09
300
Horas
Semanais
Horas
Laboratório
Carga Horária
Análise de Circuitos
05
00
125
Telecomunicações
05
02
125
Projeto Integrador
03
02
75
TOTAL
12
04
300
Horas
Semanais
Horas
Laboratório
Carga Horária
Manutenção Eletrônica
05
05
125
Microcontroladores II
05
02
125
Projeto Integrador
03
02
75
TOTAL
12
06
300
SEGUNDO MÓDULO
Disciplinas
TOTAL

TERCEIRO MÓDULO
Disciplinas

QUARTO MÓDULO
Disciplinas

MATRIZ CURRICULAR – CURSO TÉCNICO DE AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL – FINAIS DE
SEMANA
Disciplinas
Eletricidade
Eletrônica Analógica
Informática
1º Módulo
5
5
2
2º Módulo
3º Módulo
4º Módulo
Eletrônica Digital
Manutenção Eletrônica I
Informática
Análise de Circuitos
Telecomunicações
Projeto Integrador
Manutenção Eletrônica II
Microcontroladores
Projeto Integrador
Carga Horária – horas
Carga Horária Total – horas
5
5
2
5
5
2
300
300
300
5
5
3
300
1200
ESTÁGIO SUPERVISIONADO
Não obrigatório para os alunos que cursam Eletrônica. No entanto, o LiceuTec
incentiva todos os alunos a fazerem um período de estágio, indicando em seus murais as
oportunidades disponibilizadas pelas empresas conveniadas ou através da expedição de
atestados recomendando os alunos às empresas em que tenham interesse.
05 – CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO DE CONHECIMENTOS E EXPERIÊNCIAS
ANTERIORES
Em cumprimento ao artigo 36 da Resolução CNE/CEB 6/2012, para prosseguimento
de estudos, o LiceuTec promoverá o aproveitamento de conhecimentos e experiências anteriores do estudante, desde que diretamente relacionados com o perfil profissional de
conclusão da respectiva qualificação ou habilitação profissional, que tenham sido desenvolvidos:
I - em qualificações profissionais e etapas ou módulos de nível técnico regularmente concluído em outros cursos de Educação Profissional Técnica de Nível Médio;
II - em cursos destinados à formação inicial e continuada ou qualificação profissional de, no mínimo, 160 horas de duração, mediante avaliação do estudante;
III - em outros cursos de Educação Profissional e Tecnológica, inclusive no trabalho, por outros meios informais ou até mesmo em cursos superiores de graduação, mediante avaliação do estudante;
IV - por reconhecimento, em processos formais de certificação profissional, realizado em instituição devidamente credenciada pelo órgão normativo do respectivo sistema de
ensino ou no âmbito de sistemas nacionais de certificação profissional.
Para avaliar
formada comissão,
e ou escritas das
teóricos e práticos,
o aproveitamento de conhecimentos e experiências anteriores será
composta de três professores da área, que deverá aplicar provas orais
disciplinas em que o aluno requisitar, avaliando os conhecimentos
além da entrevista.
De acordo com o rendimento do pretendente, a comissão, determinará o módulo
que o mesmo deverá cursar e ou disciplinas dispensadas em cada módulo. O aluno deverá
estar cursando a 2ª ou 3ª série do Ensino Médio ou ter concluído.
06 – CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DO ENSINO E DA APRENDIZAGEM APLICADOS
AOS ALUNOS
I – AVALIAÇÃO
A avaliação da aprendizagem será realizada de forma contínua, cumulativa e
sistemática, objetivando diagnosticar a situação do aluno em relação à programação
prevista e desenvolvida em cada módulo semestral. Na avaliação bimestral deverão ser
utilizados dois ou mais instrumentos, elaborados pelo professor, sob a coordenação do
Coordenador Pedagógico.
A avaliação será qualitativa, com prevalência dos resultados ao longo do período
letivo sobre as provas finais e o aproveitamento do aluno expresso em notas, usada à
escala numérica de zero a dez, graduadas em cinco décimos, sendo que, havendo
fracionamento, o professor deverá arredondar a nota para maior.
O professor
testes, pesquisas,
tarefas a serem
preponderando os
meio de notas.
fará a avaliação do rendimento escolar por meio de exercícios, provas,
projetos, seminários, visitas técnicas, relatórios, trabalhos em grupo,
executadas em casa e demais atividades de cunho pedagógico,
aspectos qualitativos sobre os quantitativos e deve ser expressa por
O resultado da avaliação dos alunos deverá ser analisado, registrado e sintetizado
em uma nota bimestral, por componente curricular, sendo encaminhada à secretaria da
escola, no prazo estipulado pela direção da escola.
A média parcial do módulo semestral será igual à média aritmética das notas
bimestrais.
II – PROMOÇÃO E RETENÇÃO
Será aprovado, sem Prova Substitutiva, o aluno que obtiver média parcial igual ou
superior a 6,0 (seis) e frequência igual ou superior a 75% (setenta e cinco) em cada
componente curricular.
Será submetido à Prova Substitutiva o aluno que obtiver média parcial inferior a 6,0
(seis), mas igual ou superior a 3,0 (três).
A média final será igual à média aritmética entre a maior nota bimestral e a nota da
Prova Substitutiva.
Será aprovado, após a Prova Substitutiva o aluno que obtiver média final igual ou
superior a 5,0 (cinco) e frequência igual ou superior a 75% do componente curricular.
O aluno que não atender às exigências do parágrafo anterior será, ainda,
submetido ao Conselho de Classe final, que decidirá sobre sua aprovação ou não.
O aluno que, após a Prova Substitutiva, não alcançar a média 5,0 (cinco), em até
dois componentes curriculares, poderá cursar o módulo semestral seguinte, em regime de
progressão parcial.
Para atender ao parágrafo anterior o aluno deverá cursar as disciplinas em horário
diverso ou em pré ou pós aula, cumprindo a exigência de 75% de frequência, conforme a
disponibilidade dos cursos oferecidos pela escola.
Será retido o aluno que não obtiver a média acima explicada em mais de duas
disciplinas por módulo ou não ter alcançado o mínimo de frequência exigida.
07 – INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS
O Curso Técnico de Automação Industrial será dotado de instalações e
equipamentos onde o professor poderá usufruir as tecnologias atuais dispostas em amplos
Laboratórios sendo um laboratório para as práticas de Hidráulica, Pneumática e
Eletropneumática e outro para as áreas de Instrumentação, Automação e Redes
Industriais, ambos equipados com bancadas, lousa, armários, painéis, medidores,
componentes e acessórios. Conta ainda com um moderno Centro de Processamentos de
Dados – CPD, divididos em duas salas, numa área de 75 m² com 40 computadores de
última geração instalados.
Disporá também dos softwares livres na internet, fornecido pelos principais
fornecedores de equipamentos eletro/eletrônicos.
O professor utilizará o quadro negro, apostilas e sistema multimídias conectados a
internet para ministrar suas aulas, com o apoio dos equipamentos dos laboratórios abaixo:
Salas de Aula – Num total de oito salas com dimensões internas de 9,50 m x 5,50
m com área de 52,25 m². Cobertura com telha de barro tipo romana revestidas com
manta termo acústica e forro em PVC. Janelas, em número de duas, para ventilação e
entrada de luz natural de 1,80 m x 1,00 m. A ventilação forçada será feita através de dois
ventiladores. Lousa em fórmica verde quadriculada com 4,30 m x 1,20 m.
As salas dispõem de ampla acomodação, com carteiras tipo universitárias, em
obediência a legislação que prevê o número de um aluno por 1,20 metro quadrado,
estando, portanto, adequadas para aulas expositivas e provas teóricas.
Uma diversificada biblioteca de 74 m² com os principais títulos atuais além da
conexão via internet dos assuntos de interesse dão o suporte necessário aos alunos em
busca de pesquisas e informações.
O estabelecimento possui Auditório, com piso em três níveis, nas dimensões
internas de 8,0 m x 12,0 m perfazendo uma área de 96,0 m², adequada para abrigar 100
alunos sentados em carteiras tipo universitárias. A ventilação e iluminação natural são
feitas através de seis janelas de 1,50 m x 1,00 m. A ventilação forçada será realizada
através de 04 ventiladores; a iluminação artificial feita através de 06 lâmpadas HO -110
Watts. A lousa será em fórmica verde quadriculada de 9.00 m x 1,20 m. Um sistema
multimídia acoplado a um home teather promove imagens e sonorização de qualidade
superior. Essas características apropriam o ambiente para palestras, congressos e mini
cursos.
08 – PESSOAL DOCENTE E TÉCNICO ENVOLVIDO NO CURSO
O princípio de formar para o mundo de trabalho não necessariamente para o
mercado de trabalho reflete diretamente sobre o perfil do professor a ser contratado, o
corpo docente deve ter competência técnica e humana com o objetivo de relacionar
aplicações práticas às teorias objetivando propiciar a autorrealização de seus alunos.
Portanto a escolarização técnica deverá incorporar o trabalho humano como
dimensão educativa a ser levada em conta na formação do educando. Compete, portanto,
aos educadores capacitar seus alunos para o domínio dos princípios científicos e
tecnológicos que presidem a produção moderna, preparando-os para o exercício de
profissões técnicas não esquecendo a sua formação global.
Serão admitidos para docência na educação profissional de nível técnico os
profissionais com formação em engenharia ou programa especial de formação na área
profissional objeto do curso e no correspondente curricular. Poderão ainda ser admitido na
educação profissional, docentes de nível técnico, devidamente autorizado pelo respectivo
órgão supervisor, CREA, de acordo com a seguinte ordem preferencial:
Na falta de profissionais da área de engenharia, os graduados na correspondente
área profissional ou de estudos;
Na falta de profissionais graduados em nível superior nas áreas específicas,
profissionais graduados, em outras áreas, e que tenham comprovada a experiência
profissional na área de curso;
Na falta de profissionais graduados, técnicos de nível médio na área do curso, com
comprovada experiência profissional na área;
Na falta de profissionais de nível técnico com comprovada experiência, outros
profissionais reconhecidos por sua experiência profissional na área.
Diretor – Prof. Roberto Pacheco de Oliveira
Pedagogo; Especialista em Engenharia Elétrica
Coordenador do Curso – Prof. Arnaldo Cesar Cozin
Especialista em Engenharia Elétrica
Docente na área de Eletrônica Analógica, Microntroladores e Telecomunicação
Prof. Roberto Pacheco de Oliveira
Docente das disciplinas de Eletricidade, Eletromagnetismo e Análise de Circuitos
Prof. Carlos M. Murakami
Engenheiro Eletricista
Docente da disciplina de Manutenção Eletrônica I e II e Projeto Integrador
Prof. Tiago Pacheco de Oliveira
Cursando Engenharia de Produção
Disciplina de Informática básica, Eletricidade, Análise de Circuitos e Auto CAD
Prof. Eder José A. da Silva
Graduado em Processamentos de Dados
Disciplinas de Microcontroladores e Projeto Integrador
Prof. Paulo Henrique Cabral
Graduado em Engenharia Elétrica
Docente das disciplinas de Instrumentação, Eletrônica Digital, CLP e Informática
09 – CERTIFICADOS E DIPLOMAS
Os alunos concluintes receberão:
Diploma - Curso Técnico em Eletrônica.
EIXO TECNOLÓGICO CONTROLE E PROCESSOS INDUSTRIAIS – TÉCNICO EM ELETRÔNICA - Para os que concluíram todos os módulos, e também comprovem a conclusão do
Ensino Médio.
Modelo de diploma:
ELETRICIDADE
Programação
1. Eletrostática
1.01 – Átomo
1.02 – Constituição da matéria
1.03 – Carga Elétrica
1.04 – Força Elétrica
1.05 – Campo Elétrico
1.06 – Potencial Elétrico
1.07 – DDP – Diferença de Potencial
1.08 – Condutores e Isolantes
1.09 – Aplicações e Exercícios
2. Eletrodinâmica
2.01
2.02
2.03
2.04
2.05
2.06
2.07
2.08
2.09
2.10
2.11
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
Corrente Elétrica
Corrente Contínua e Corrente Alternada
Potência Elétrica
Energia Elétrica em Joule e KWh
Resistência e Resistividade Elétrica
Variação da Resistividade com a temperatura
Lei de Ohm
Efeito Joule
Curto Circuito
Calor sensível e calor latente
Aplicações e Exercícios
3. Análise de Circuitos em Corrente Contínua
3. – Resistência Elétrica
3.1 – Associação de Resistores
3.1.2 – Associação Série de Resistores
3.1.3 – Associação Paralela de Resistores
3.1.4 – Associação mista de Resistores
4. - Cálculo da Corrente Elétrica
4.1 –
4.1.1
4.1.2
4.1.3
4.1.4
4.1.5
Cálculo da Corrente Elétrica utilizando a Lei de Ohm
– Identificação do sentido da corrente em cada resistor
- Cálculo da Corrente em circuitos resistivos
– Cálculo da Queda de Tensão em cada resistores
– Leis de Kirchhoff
- Exercícios
4.2 –
4.2.1
4.2.2
4.2.3
4.2.4
4.2.5
Teorema da Superposição
– Interpretação do Teorema da Superposição
– Análise de circuitos com duas fontes de tensão
– Análise de circuitos com fonte de corrente
– Análise de circuitos com fontes de tensão e corrente
– Exercícios
4.3 –
4.3.1
4.3.2
4.3.3
4.3.4
4.3.5
Teorema de Crammer
– Determinante quadrado
– Determinante coluna
– Cálculo de circuitos com duas malhas fechadas
– Cálculo de circuitos com três malhas fechadas
– Exercícios
4.4 –
4.4.1
4.4.2
4.4.3
4.4.4
Teorema de Thevenin
– Interpretação do Teorema de Thevenin
– Determinação de Rth e Vth
– Montagem do circuito de Thevenin
- Exercícios
ELETRÔNICA ANALÓGICA
Programação
1. Diodos Semicondutores
1.01
1.02
1.03
1.04
1.05
1.06
1.07
1.08
1.09
1.10
1.11
1.12
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
Introdução
Materiais semicondutores tipos n e p
Diodo ideal
Construção básica e características
Efeitos da temperatura
Notação de diodos semicondutores
Pastilhas de diodo – circuitos integrados
Circuitos ceifadores e grampeadores
Retificador de meia onda
Retificador de onda completa
Exercícios propostos
Projeto de uma fonte com retificador de onda completa.
2. Outros Tipos de Diodos
2.01 – Diodos Zener
2.02
2.03
2.04
2.05
2.06
2.07
2.08
2.09
2.10
2.11
2.12
2.13
– Diodos de Barreira Schottky
– Diodos Varicap
– Diodos de potência
– Diodos Túnel
– Foto diodo
– Células fotocondutivas
– LED – Diodos emissores de luz
– Displays a cristal líquido
– Células solares
- Termistores
– Exercícios Propostos
– Circuitos aplicativos
3. Transistor de Junção Bipolar
3.01
3.02
3.03
3.04
3.05
3.06
3.07
3.08
3.09
3.10
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
Introdução
Construção do transistor
Operação do transistor
Ação amplificadora do transistor
Configurações
Capacidade máxima do transistor
Catálogo de transistores - fabricante
Encapsulamento do transistor e identificação de seus terminais
Exercícios propostos
Projeto de uma fonte com retificador de onda completa.
4. Polarização CC em Transistor de Junção Bipolar
4.01
4.02
4.03
4.04
4.05
4.06
4.07
4.08
4.09
4.10
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
Considerações Gerais
Ponto de Operação
Circuito de polarização base comum
Circuito de polarização emissor comum
Circuito de polarização coletor comum
Análise gráfica da polarização
Estabilização da polarização
Projeto de circuito de polarização
Exercícios Propostos
Circuitos aplicativos
INFORMÁTICA
Programação
1. Conhecendo o Equipamento
–
–
–
–
–
Introdução
Partes que compõem o equipamento
Estabilizador
Processador
Monitor
- Teclado
- Mouse
- Fone de ouvido
– Terminologia e simbologia
– Como ligar e desligar o sistema
2. Introdução ao Windows XP
2.01
2.02
2.03
2.04
2.05
2.06
2.07
2.08
2.09
2.10
2.11
2.12
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
O ambiente de trabalho
A barra de taregas
O menu iniciar
Os ícones
Utilizando menus Pop-up
As janelas
Visualizando os conteúdos das janelas
Ajuda e Suporte
Utilizando do mouse
Formas de cursor
Abrindo programas
Exercícios propostos
3. Características do Windows XP
3.01
3.02
3.03
3.04
3.05
3.06
3.07
–
–
–
–
–
–
–
O layout das janelas
Barra de títulos
Barra de menú
Barra de status
Barra de rolagem
Barra de ferramentas
Exercícios Propostos
4. Trabalhando com arquivos e pastas
4.1 – Arquivos e Pastas
4.2 – Usando o Windows Explorer
4.3 – Seleção de pastas e arquivos
4.4
4.5
4.6
4.7
4.8
–
–
–
–
–
Gerenciando pastas e arquivos
Exibição de pastas e arquivos
Localizando pastas e arquivos
Exibindo propriedades
Exercícios Propostos
5. Trabalhando com Disco
5.01
5.02
5.03
5.04
5.05
5.06
5.07
5.08
5.09
–
–
–
–
–
–
–
–
–
Formatando CD
Copiando CD
Fazendo a manutenção em CD
Detectando e reparando erros em CD
Desfragmentando o disco
Utilizando o Back-up
Restaurando dados
Limpeza de disco
Exercícios propostos
6. Trabalhando com Programas
6.01
6.02
6.03
6.04
6.05
6.06
6.07
6.08
6.09
–
–
–
–
–
–
–
–
–
Adicionando e removendo programa
Alterando e removendo programa
Iniciando e encerrando programas
Comando executar
Vinculando informações
Executando programas antigos
O assistente de compatibilidade de programas
Definindo propriedades de compatibilidade
Exercícios propostos
7. Características do Windows XP
7.01
7.02
7.03
7.04
7.05
7.06
7.07
7.08
7.09
7.10
7.11
7.12
7.13
7.14
7.15
7.16
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
Personalizando a área de trabalho
Ferramenta data e hora
Ferramenta vídeo
Ferramenta teclado
Ferramenta mouse
Operações regionais e de idiomas
Sons e dispositivos de audio
Painel de controle
Opções de acessibilidade
Adicionar hardware
Controladores de jogos
Fontes
Opções de energia
Opções de pasta
Scanners e Câmeras
Exercícios propostos
ELETRÔNICA DIGITAL
Programação
1. Sistemas de Numeração
1.01
1.02
1.03
1.04
1.05
1.06
1.07
–
–
–
–
–
–
–
Sistema binário de numeração
Sistema octal de numeração
Sistema hexadecimal de numeração
Conversão entre sistemas de numeração
Adição, subtração, multiplicação de sistema binário
Notação dos números binários positivos e negativos
Exercícios propostos
2. Funções e Portas Lógicas
2.01
2.02
2.03
2.04
–
–
–
–
Funções lógicas E, OU, NÂO, NE e NOU
Tabela da verdade das funções
Expressões lógicas das funções
Circuitos obtidos através das expressões booleanas
2.05
2.06
2.07
2.08
– Tabela da verdade obtida de expressões booleanas
– Bloco OU EXCLUSIVO e COINCIDÊNCIA
- Inversor
– Exercícios Propostos
3. Álgebra de Boole e Simplificações de Circuitos Lógicos
3.01
3.02
3.03
3.04
3.05
3.06
3.07
3.08
3.09
3.10
3.11
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
Variáveis e expressões na álgebra de Boole
Postulado da Complementação
Postulado da adição
Postulado da Multiplicação
Propriedades: Comutativa, Associativa e Distributiva
Teoremas de Morgan
Identidades auxiliares
Diagrama de Veitch-Karnaugh de 2 a 4 variáveis
Casos que não admitem simplificações
Agrupamentos de Zeros
Exercícios Propostos
4. Flip-Flop e Registradores de Deslocamento
4.01
4.02
4.03
4.04
4.05
4.06
4.07
4.05
–
–
–
–
–
–
–
–
Flip-Flop RS básico e com clock
Flip-Flop JK e com preset e clear
Flip-Flop JK Mestre-escravo
Flip-Flop tipo D
Flip-Flop tipo T
Conversor série-pararelo
Conversor paralelo-série
Exercícios propostos
ANÁLISE DE CIRCUITOS
Programação
1. Números Complexos
1.01
1.02
1.03
1.04
–
–
–
–
Conceito de partes real e imaginária
Adição e subtração de números complexos
Multiplicação e Divisão de números complexos
Exercícios aplicativos
2. Coordenadas Cartesianas e Polares
2.01
2.02
2.03
2.04
–
–
–
–
Conceito de eixos cartesianos
Colocação de números complexos em eixos cartesianos
Conceito de eixos polares
Colocação de números complexos em eixos polares
2.05
2.06
2.07
2.08
–
–
–
–
Conversão de coordenada cartesiana em polar
Conversão de coordenada polar em cartesiana
Exercícios aplicativos
Utilização da calculadora para conversão de eixos
3. Estudo da Função Seno
3.01
3.02
3.03
3.04
3.05
3.06
3.07
–
–
–
–
–
–
–
Interpretação da constante PI na circunferência de raio 1
Valores em graus da circunferência
Valores em radianos da circunferência
Interpretação do seno e arco seno na circunferência
Senóide extraída da circunferência
Grandezas elétricas extraídas da senóide
Exercícios aplicativos
4. Aplicação da C.A. em circuitos puramente resistivo
4.01
4.02
4.03
4.04
4.05
–
–
–
–
–
Fonte C.A. ligada em circuito resistivo
Cálculo de corrente e tensão
Gráfico de tensão e corrente
Interpretação da defasagem zero em circuitos resistivos
Exercícios aplicativos
5. Aplicação de C.A. em circuitos puramente capacitivo
5.01
5.02
5.03
5.04
5.05
5.06
–
–
–
–
–
–
O Capacitor – conceitos e grandezas
Fonte C.A. ligada em circuito capacitivo
Cálculo de corrente e tensão
Gráfico de tensão e corrente
Interpretação da defasagem de 90° em circuitos capacitivos
Exercícios aplicativos
6. Circuitos RC
6.01
6.02
6.03
6.04
6.05
6.06
- Fonte C.A. ligada em circuito resistivo e capacitivo
– Cálculo de corrente e tensão
– Gráfico de tensão e corrente
– Interpretação da defasagem entre 0° e 90° em circuitos RC
– Interpretação do adiantamento da corrente em relação a tensão
– Exercícios aplicativos
7. Aplicação de C.A. Em circuitos puramente indutivos
7.01
7.02
7.03
7.04
7.05
7.06
–
–
–
–
–
–
O Indutor – conceitos e grandezas
Fonte C.A. ligada em circuito puramente indutivo
Cálculo de corrente e tensão
Gráfico de tensão e corrente
Interpretação da defasagem de 90° em circuitos indutivos
Exercícios aplicativos
8. Circuitos RL
6.01
6.02
6.03
6.04
6.05
6.06
- Fonte C.A. ligada em circuito resistivo e indutivo
– Cálculo de corrente e tensão
– Gráfico de tensão e corrente
– Interpretação da defasagem entre 0° e 90° em circuitos RL
– Interpretação do adiantamento da tensão em relação a corrente
– Exercícios aplicativos
9. Circuitos RLC
6.01
6.02
6.03
6.04
6.05
6.06
6.07
6.07
6.08
6.09
6.10
- Fonte C.A. ligada em circuito resistivo, indutivo e capacitivo
– Cálculo de corrente e tensão
– Gráfico de tensão e corrente
– Interpretação da defasagem entre 0° e 90° em circuitos RLC
– Interpretação das intensidades das reatâncias na defasagem angular
– Interpretação do valor da impedância na determinação do FDP
– Cálculo do FDP e a respectiva correção
– Instalação de Banco de Capacitores trifásicos em Delta e Estrela
– Conceitos de ressonância magnética
– Aplicativos de circuitos ressonantes
– Exercícios Aplicativos
MANUTENÇÃO ELETRÔNICA
Conteúdo Programático
1. Conceitos Básicos sobre Componentes Eletroeletrônicos
1.2 – Componentes Eletroeletrônicos Passivos
1.2.1 – Resistores Fixos e Variáveis – Principais Tipos, Aspectos Construtivos e Aplicações
1.2.2 – Capacitores Fixos e Variáveis - Principais Tipos, Aspectos Construtivos e Aplicações
1.2.3 – Indutores - Principais Tipos, Aspectos Construtivos e Aplicações
1.2.4 – Interpretações das Folhas de Dados destes Componentes Eletroeletrônicos
1.3 – Componentes Eletroeletrônicos Ativos
1.3.1 – Diodos Semicondutores – Principais Tipos, Aspectos Construtivos e Aplicações
1.3.2 – Transistores - Principais Tipos, Aspectos Construtivos e Aplicações
1.3.3 – Semicondutores de Potência – Principais Tipos, Aspectos Construtivos e Aplicações
1.3.4 – Interpretações das Folhas de Dados destes Componentes Eletroeletrônicos
1.4 - Circuitos Integrados
1.4.1 – Aspectos Construtivos e Principais Encapsulamentos
1.4.2 – Famílias Operacionais de Circuitos Integrados
1.4.3 – Interpretações das Folhas de Dados destes Componentes Eletroeletrônicos
2. Ferramental, Instrumentação
Componentes Eletroeletrônicos
Específica
e
Metodologias
para
Testes
de
2.1 – Principais Tipos de Ferramentas para Trabalhos com Circuitos Eletroeletrônicos
2.2 - Principais Instrumentos de Medida e de Teste para Circuitos e Componentes Eletrônicos
2.3 - Técnicas Básicas para Testes de Circuitos e Componentes Eletroeletrônicos
3. Métodos Básicos para Confecção e Correção de Projetos Eletroeletrônicos em
Placas de Circuito Impresso
3.1 - Softwares para Desenvolvimento, Design e Simulações de
Eletroeletrônicos
3.1.1 – Principais Recursos, Características Operacionais e Principais Aplicações
3.2 – Protoboards
3.2.1 – Características Físicas, Operacionais e Principais Aplicações
3.3 - Placas de Circuito Impresso
3.3.1 - Principais Tipos de Materiais utilizados na Fabricação das P. C. I.s
3.3.2 – Técnicas de Projeto e para Produção de P. C. I.s Artesanais e Industriais
3.3.3 – Técnicas para Conferência e Correção de Projetos Eletrônicos em P. C. I.s
MICROCONTROLADORES
Programação
1. A família 8051
1.01 – Principais características do 8051
1.02 – Descrição funcional dos pinos do 8051
1.03 – Funções especiais dos pinos da porta 3
1.04 – Organização da memória no 8051
1.05 – Bancos de registradores
1.06 – Registradores especiais e seus bits endereçáveis
2. Interrupções do 8051
2.01 - Estudo das interrupções
2.02 – Registradores de controle das interrupções
2.03 – Endereços de desvio para cada interrupção
3. Portas de I/O
3.01 – Princípios de funcionamento e utilização
3.02 – Capacidade de corrente nos pinos de I/O
3.03 – Seleção de programa Externo ou Interno
4. Temporizadores e Contadores
4.01
4.02
4.03
4.04
–
–
–
–
T/C no 8051
Descrição dos Registradores TMOD e TCON
Descrição dos modos de operação dos T/C
Exemplos de utilização com contadores
5. Canal serial no 8051
5.01
5.02
5.02
5.03
–
–
–
–
Introdução à comunicação serial
Modo Síncrono de comunicação
Modo Assíncrono de comunicação
A interface Serial no 8051
6. O Software básico do 8051 e sua Família – O Assembler
Circuitos
6.01
6.02
6.03
6.03
–
–
–
–
Modos de endereçamento
Considerações sobre Notação
Estudo das instruções
O Set de instruções do 8051
7. Interfaces práticas
7.01
7.02
7.03
7.04
–
–
–
–
Configurações de teclado
Configurações de Hardware básico pela porta 1
O uso do display LCD inteligente
Inicialização do display
8. Exemplos de Software em Assembler
8.01 – O formato HEXA Intel
8.02 – Assemblar e carregar o Software no Kit didático
8.03 – Desenvolvimentos de aplicativos com o Kit didático
Relógio digital
Medidor de período
Medidor de freqüência
Conversor AD
Conversor DA
TELECOMUNICAÇÕES
Conteúdo Programático
1. Conceitos Básicos de Telecomunicações
1.1
1.2
1.3
1.4
–
–
–
–
Informações, Dados e Sinais Eletroeletrônicos – Tipos e Aplicações
Formação, Obtenção e Caracterização dos Sinais Eletroeletrônicos
Conceitos Técnicos Básicos sobre Sistemas Simplex, Half e Full Duplex
Meios e Mídias para Transcepção de Dados e Sinais Eletroeletrônicos
2. Técnicas Operacionais para Sistemas de Telecomunicações
2.1 –
2.1.1
2.1.2
2.1.3
2.1.4
2.1.5
2.1.6
2.1.7
2.2 –
2.2.1
2.2.2
2.2.3
2.2.4
Técnicas de Modulação e Demodulação em Amplitude:
- Sistemas de Modulação e Demodulação AM-DSB
– Sistemas de Modulação e Demodulação AM-DSB/SC
– Sistemas de Modulação e Demodulação AM-SSB
– Sistemas de Modulação e Demodulação AM-VSB
– Sistemas de Modulação e Demodulação AM-CSSB
– Sistemas de Modulação e Demodulação AM-DSB/RC
– Principais Aplicações Funcionais
Técnicas de Modulação e Demodulação Angular, em Fase e Freqüência:
- Sistemas FM NarrowBand / Broadband Mono - Stereo
– Sistemas PAM
– Sistemas PWM
– Sistemas PPM
2.2.5
2.2.6
2.3 –
2.3.1
2.3.2
2.3.3
– Sistemas PCM
– Principais Aplicações Funcionais
Técnicas para Tratamento Operacional de Grandezas, Sinais e Dados
– Principais Métodos de Codificação Operacional para Transmissão de Sinais e Dados
– Principais Aplicações Funcionais
– Conceitos Técnicos Básicos sobre Multiplexação, Demultiplexação, Compactação,
Encriptação e Interpretação de Sinais e Dados
2.3.4 – Principais Aplicações Funcionais
3. Tecnologias para Transcepção de Sinais e Dados
3.1
3.2
3.3
3.4
– Conceitos sobre Sistemas Comerciais de Rádio e TV
- Conceitos sobre Redes Convencionais de Telefonia e Dados
– Conceitos sobre Redes Convergentes de Telefonia e Dados
– Conceitos sobre Redes Móveis e Portabilidades Funcionais
PROJETO INTEGRADOR
A Interdisciplinaridade é o exercício da correlação entre as diversas áreas e sub
áreas do conhecimento.
A compreensão e a prática dessa habilidade são de fundamental importância para a
eficiência, mas em especial, para a eficácia e otimização da atuação profissional.
O projeto integrador visa promover ao aluno do curso Técnico em Automação
Industrial, a percepção e compreensão da correlação entre as diversas subáreas dos
sistemas: elétrico, pneumático, hidráulico, eletrônico e dos Controladores Lógicos
Programáveis - CLP, a partir da idealização, elaboração, execução e defesa de projetos de
cunho prático e aplicados diretamente ao processo industrial na área específica.
Esta atividade de integração curricular configura-se como uma disciplina de
atividade obrigatória, cujo desempenho receberá avaliação do professor responsável pela
disciplina e posteriormente apresentada como Projeto de Final de Curso para todos os
alunos e para a banca de professores em aula previamente agendada pela secretaria da
escola.
CRITÉRIOS PARA PARTICIPAÇÃO DISCENTE NO PROJETO INTEGRADOR
Para a efetiva participação no Projeto Integrador, atividade caracterizada como
disciplina curricular e Projeto de Final de Curso, deverão ser observados pelos alunos os
seguintes critérios:
a) O discente deverá estar regularmente matriculado no 3° ou 4° Módulos do curso
Técnico de Automação Industrial;
b) O Projeto poderá ser desenvolvido individualmente ou em grupo de acordo com a
complexidade, tempo para execução e custo. O critério de número máximo de alunos por grupo será determinado pelo professor da disciplina o qual tem a responsabilidade ainda de acompanhar e orientar todos os projetos propostos;
c) Ao final do curso, o aluno ou o grupo de alunos deverá apresentar seu trabalho
como um Projeto de Final de Curso para uma platéia composta pelos alunos da instituição e pelo corpo docente. Os três melhores projetos receberão prêmio e serão
apresentados no site da escola onde permanecerão armazenados.
Download

Plano de curso - Faculdade de Tecnologia de Barretos.