CNPJ - CNPG 12.609.011/0001-52 RAZÃO SOCIAL – ASSOCIAÇÃO DE ENSINO & TECNOLOGIA – AE&T NOME DE FANTASIA – LiceuTec ESFERA ADMINISTRATIVA – Particular ENDEREÇO – Avenida Gonçalves, 02200 CIDADE – Barretos – SP - CEP 14.781-335 TELEFONE – 017-3323-3333 SITE – www.liceutec.com.br EIXO TECNOLÓGICO – CONTROLE E PROCESSOS INDUSTRIAIS HABILITAÇÃO PROFISSIONAL: TÉCNICO EM ELETRÔNICA Carga Horária (sem estágio): 1200 Horas Com direito a registro profissional no CREA Código do CIE da Escola - 358472 Nome da Escola – LICEUTEC Endereço completo – AVENIDA GONÇALVES, 02200 – BAIRRO FLOSI – CEP 14.781-335 – FONE / FAX – 17 3323 3333 Mantenedora – ASSOCIAÇÃO DE ENSINO & TECNOLOGIA – AE&T CNPJ – 12.609.011/0001-52 Orgão de Jurisdição: BARRETOS DIRETORIA DE ENSINO – REGIÃO DE Ato legal de criação / Autorização da Escola: Portaria do Dirigente Regional de Ensino de 20 de Dezembro de 2007, DOE de 21 de Dezembro 2007. Nome completo e número do RG do Diretor da Escola: ROBERTO PACHECO DE OLIVEIRA – RG – 9.843.595 Nome do Parecerista – Prof. Célio Escobar – Centro Paula Souza Nome completo e número do RG do Supervisor de Ensino: - DIMAS NARCISO – RG – 4.906.860 Cadastro Nacional de Cursos Técnicos: [email protected] 01 - JUSTIFICATIVAS E OBJETIVOS DO CURSO: O profissional habilitado em Eletrônica, pertencente ao eixo de Controle e Processos Industriais, é inovador com conhecimentos científicos, tecnológicos e de gestão, adaptável às crescentes mudanças sociais e evoluções tecnológicas. A formação técnico-profissional, em nosso entendimento, deve atender tanto aos interesses do trabalhador, realizando a sua preparação profissional e a sua formação humana, quanto às necessidades crescentes e mutáveis do mundo do trabalho e da sociedade. Trata-se de uma formação voltada ao desenvolvimento integral da personalidade humana do trabalhador e sua participação na construção da obra do bem comum, orientando-o ao auto desenvolvimento, ao exercício consciente de sua profissão e de sua cidadania. É uma formação que tem como meio o desenvolvimento social e econômico e como meta o ser humano, cidadão e trabalhador. A proposta do curso técnico voltado para a Eletrônica busca formar profissionais que consigam aliar o domínio específico das tecnologias do mundo eletro eletrônico a uma visão dos processos tecnológicos presentes no atual contexto de reestruturação produtiva. Concebendo-se a tecnologia como atividade humana que busca a conversão do conhecimento científico em meio de produção e a indústria como organização baseada nestes conhecimentos técnicos científicos, que se ocupa da produção de bens e serviços para suprir as necessidades sociais, a proposta de Curso do LiceuTec é baseada na experiência acumulada com a oferta dos Cursos Técnicos de Eletrônica, nas demandas sociais e no mundo do trabalho. Portanto, o Curso Técnico de Eletrônica, visa preparar profissionais que detenham simultaneamente uma formação científica sólida, produtiva, uma capacidade gerencial, sem, no entanto, perder a dimensão social e a visão humana do processo educativo. Novas tecnologias e tendências baseadas na Eletrônica e Informática, buscam sistematicamente a utilização de menos energia, menos matéria prima e menos mão de obra para a produção de bens e materiais, possibilitando um aumento de produtividade e, também, o declínio do emprego direto. Por estas razões, a proposta de curso técnico na modalidade Eletrônica, não está somente vinculada ao segmento industrial, ou seja, à formação de mão de obra para ser empregada nas unidades produtivas, mas vincula-se também ao desenvolvimento científico e a prestação de serviços. Desta forma, diante da realidade industrial com demanda diversificada de profissionais com domínio das tecnologias com base na informática e eletrônica; do crescente aumento de implantação de sistemas eletrônicos microprocessados e, em especial, com a incorporação das novas tecnologias no processo de reestruturação produtiva de bens e serviços, justifica-se a implantação do Curso Técnico de Eletrônica. O posicionamento geográfico de Barretos, rodeado por dezenas de usinas de açúcar e álcool já implantadas e outras dezenas em fase de implantação, das grandes indústrias frigoríficas asseguram a colocação dos egressos com tão concorrida especialização. Considerando-se que a energia elétrica e as diversas formas de sua utilização constituem-se na base do atual desenvolvimento econômico, tanto para alimentar máquinas e motores quanto sistemas eletrônicos diversificados de comunicação e processamento de informações, habilitando profissional Técnico em Eletrônica com perfil flexível e sintonizado com as demandas do contexto sócio econômico, contribuindo para a formação técnica e pessoal do discente visando à geração de soluções que colaborem para a evolução da sociedade. OBJETIVOS DO CURSO Considerando o panorama acima e as novas competências demandadas pelo mercado de trabalho de Barretos e região, entre as quais se inclui a de uma atualização contínua, o Liceu Tecnológico propõe o Curso Técnico de Eletrônica, tendo como objetivos: - formar profissionais com: senso-crítico, criatividade, ética profissional, conhecimentos plenos dos seus direitos e deveres profissionais e sociais, educação geral, humanística e tecnologias sólidas, visão de qualidade total, disposição para trabalho em equipe; - formar profissionais na área industrial com amplos conhecimentos científicos e tecnológicos, capazes de intervir de forma construtiva e criativa no processo produtivo, assegurando-lhe uma postura crítico reflexiva do contexto no qual está inserido, numa perspectiva transformadora; - formar profissionais técnicos para atuar na produção de bens de serviços de bases tecnológicas que envolvam a eletro eletrônica, demandadas pela área industrial, científica e prestação de serviços; - preparar profissionais capazes de atuar em pesquisas e desenvolvimento de circuitos eletrônicos, com habilidade para aplicar softwares dedicados capazes de desenvolver, testar, calibrar e dar manutenção em placas de circuitos impressos, soldagens de componentes, conectores, trilhas e acessórios; - formar técnicos aptos a atuarem no assessoramento gerencial e nos processos das atividades do mundo eletrônico, na articulação das operações, controle e avaliação dos ciclos de gestão; - oferecer aos alunos conhecimento para interpretar esquemas, diagramas de blocos, folhas da dados de componentes e circuitos eletro eletrônicos analógicos e digitais para implantação operacional de projetos; - desenvolver a educação profissional integrada ao trabalho, à ciência e a tecnologia; - a preparação e a orientação básica para sua integração ao mundo do trabalho, com as competências que garantam seu aprimoramento profissional e permitam acompanhar as mudanças que caracterizam a produção do nosso tempo; - o desenvolvimento das competências para continuar aprendendo, de forma autônoma e crítica, em níveis mais complexos de estudos; - constituição de identidades, afirmativas, persistentes e capazes de protagonizar ações autônomas e solidárias em relação a conhecimentos e valores indispensáveis à vida cidadã; - promover a transição entre escola e o mundo do trabalho, capacitando jovens e adultos com conhecimentos e habilidades gerais e específicas para o exercício de atividades produtivas; - proporcionar a formação de profissionais, aptos a exercerem atividades específicas no trabalho, com escolaridade correspondente ao nível médio; - especializar, aperfeiçoar e atualizar o trabalhador em seus conhecimentos tecnológicos; - qualificar, reprofissionalizar e atualizar jovens e adultos trabalhadores, visando a sua inserção e melhor desempenho no exercício do trabalho; - habilitar profissionais para exercerem as competências e as habilidades específicas na atuação e na ocupação de Técnico; - conceder a preparação básica para o trabalho e a cidadania do aluno para continuar aprendendo de modo a ser capaz de adaptar com flexibilidade a novas condições de ocupação e aperfeiçoamento posteriores; - propiciar o aperfeiçoamento do aluno como pessoa humana, incluindo a formação ética e o desenvolvimento da autonomia intelectual e do pensamento crítico; - permitir melhor compreensão dos fundamentos científico-tecnológicos dos processos produtivos, relacionados à teoria e a prática, no ensino de cada disciplina; - preparar jovens e adultos para o desempenho de ocupação qualificada com propósito de acelerar o atendimento às necessidades do aluno e sua integração no mercado de trabalho. 02 – REQUISITOS DE ACESSO O acesso de alunos no curso dar-se-á a partir do cumprimento das seguintes condições: - o aluno deve estar cursando, no mínimo, a segunda série do Ensino Médio ou já tê-lo concluído; - por transferência, para os candidatos oriundos de outras escolas, do país ou do exterior, desde que preservada a identidade do currículo; - por aproveitamento de Competências e Habilidades - mediante a aprovação feita pela escola para alunos que solicitarem aproveitamento de estudos e/ou possuírem experiência adquirida no mundo de trabalho, de acordo com as exigências específicas do curso, que serão verificadas através de: - entrevista com o coordenador do curso; - competências avaliadas por equipe de três professores; – aplicação de prova específica de cada disciplina pleiteada. 03- PERFIL DO PROFISSIONAL DE CONCLUSÃO O Técnico em Eletrônica será preparado para agir em negócios relacionados com tecnologias do mundo eletroeletrônico, concebendo projetos, executando instalações, calibrações e manutenções, proporcionando assessoria técnica, atuando na área industrial e de serviços correlacionados, sendo apto a aplicar com desenvoltura fundamentos e normas de tecnologia, os recursos informatizados disponibilizados no mundo, a comunicação oral e escrita, bem como levantar e analisar as principais questões e desafios do mundo de trabalho, manifestando em suas ações profissionais, a valorização dos princípios de cidadania: exercício do poder de decisão, priorização do ser humano, valorização do seu povo, da sua terra e da sua cultura. É o profissional capaz de planejar, projetar, orçar, desenhar, executar, supervisionar e dar manutenção a qualquer tipo de equipamento e ou instalação do ramo eletrônico com criatividade, senso crítico, ética profissional, e pleno conhecimento de seus direitos e deveres sociais e profissionais. O Técnico em Eletrônica estará habilitado a desenvolver e interpretar projetos eletrônicos, esquemas discretos, diagramas em blocos, folhas de dados de componentes e circuitos analógicos e digitais, para aplicações diversas. Adquire conhecimento para efetuar metodologia de testes, simulações funcionais, desenvolvimento e confecção de lay outs, montagens, ajustes, calibrações e processo de certificação de circuitos eletroeletrônicos por intermédio de equipamentos informatizados com softwares dedicados, amplamente utilizados nos laboratórios dos centros de pesquisas e indústrias. Adquire habilidade para atuar em áreas de assistência técnica relacionadas com métodos de soldagens de componentes, conectores, trilhas e acessórios em placas de circuitos impressos, praticando um conjunto de testes e diagnóstico operacionais, observando as normas e metodologias programadas para manutenção e controle de Qualidade de Circuitos, componentes e serviços técnicos. No caso específico do Técnico em Eletrônica – Eixo do Controle e Processos Industriais, a formação deve apontar para o perfil técnico com capacidade de planejamento, rapidez de ação, capacidade de relacionamento interpessoal, capacidade de análise e compreensão, responsabilidade, ética, senso crítico, capacidade do trabalho em equipe e espírito empreendedor, capacidade de articular a teoria e a prática, gestor suficientemente amplo, integrando competências e habilidades, tendo como principal, a formação de uma cultura voltada e adequada às mudanças tecnológicas. PERFIS DE QUALIFICAÇÃO Competências: - aplica normas técnicas de saúde e segurança no trabalho e de controle no processo industrial; - aplica normas técnicas e especificações de catálogos, manuais e tabelas em projetos, em processos de desenvolvimento, criação, montagem, execução, instalação, calibragem, ajuste, operação e manutenção de circuitos eletrônicos nas diversas aplicações; - coordena e desenvolve equipes de trabalho que atuam na instalação, na produção e na manutenção, aplicando métodos e técnicas de gestão administrativa e de pessoas; - aplica métodos, processos e logística na produção, instalação e manutenção; - elabora projetos, layouts, diagramas, esquemas, observando normas ditadas pela ABNT, órgãos ambientais e da segurança do trabalho, aliados aos princípios científicos e tecnológicos; - interpreta esquemas eletrônicos discretos, diagramas de blocos, especificar os componentes eletrônicos aplicados em circuitos analógicos e digitais, dimensionar circuitos eletrônicos para implantação operacional de projetos; - efetua metodologia de testes, simulações funcionais, desenvolvimento e confecção de lay outs, montagens de circuitos impressos, ajustes e operação de projetos eletrônicos; - atua em área de assistência técnica relacionadas com métodos de soldagens de componentes, conectores, trilhas e acessórios em placas de circuito impresso, com habilidade para diagnosticar falhas ou defeitos de operação e proporcionar sua correção; - projeta melhorias nos sistemas convencionais de produção, instalação e manutenção, propondo incorporação de novas tecnologias; - aplica os conhecimentos de sistemas microprocessados, desenvolvendo programas dedicados para otimização de processos industriais; - projeta, instala e operacionaliza projetos de automação residencial e comercial, promovendo conforto e segurança aos usuários; - coordena atividades de utilização e conservação de energia, propondo a racionalização de uso e de fontes alternativas. Habilidades: - conhece e especifica componentes eletrônicos tais como resistores, diodos, capacitores, transistores, circuitos integrados, amplificadores operacionais, displays, acessórios; - desenvolve placas de circuitos impressos, com auxílio de softwares específicos, bem como executa sua montagem, soldagem, teste, instalação e operação; - desenvolve simulações de circuitos eletrônicos através de programas específicos, extraindo dados técnicos relevantes; - desenvolve softwares em diversas linguagens utilizados na implantação de projetos com microcontroladores e microprocessadores; - realiza a leitura e interpretação de circuitos eletrônicos discretos, de diagramas de blocos e de tabelas de componentes, tendo a habilidade de realizar a substituição de componentes, quando necessária; - realiza plano de manutenção preventiva e corretiva em sistemas e componentes eletrônicos; - aplica técnicas de medição das grandezas eletrônicas como frequência, tensão, corrente, potência, resistência, utilizando-se de equipamentos analógicos e digitais; - monta e gerencia equipe de trabalho; - aplica legislação pertinente à qualidade, saúde e segurança no trabalho e no meio ambiente; - desenvolve conceitos de cidadania; - valoriza da ética profissional; - desenvolve e interpreta, através de cálculos, as grandezas elétricas pela lei de Ohm, teorema da Superposição, teorema de Cramer e teorema de Thevenin; - conhece a estrutura interna do capacitor, indutor e resistor, ressaltando os aspectos físicos que permitam seu dimensionamento e aplicabilidade; - conhece as causas e efeitos das propriedades de defasagem entre corrente e tensão em circuitos reativos; - análise do fator de potência em circuitos reativos, seus efeitos e os métodos de correção; entende as correntes harmônicas e seus efeitos nos circuitos eletro-eletrônicos. 04 - ORGANIZAÇÃO CURRICULAR 4.1 – Curso Técnico em Eletrônica O curso Técnico de Eletrônica acha-se estruturado em módulos independentes, com terminalidades correspondentes às qualificações profissionais que foram identificadas no mercado de trabalho. Os cursos técnicos são sempre pós médio de acordo com a legislação. No entanto, serão aceitos alunos que queiram cursar de forma concomitante, desde que estejam cursando a 2ª ou 3ª série do Ensino Médio em horário distinto. O curso será oferecido para duas turmas, em quatro módulos semestrais, sendo uma turma de segunda a sexta-feira no período noturno e outra aos finais de semana com aulas às sexta-feira e sábado, obedecendo aos seguintes horários: • Período noturno - 15 aulas semanais de 60 minutos de duração. De segunda feira à sexta feira - Início 19h15m - término 22h30m. Intervalo das 21h15m às 21h30m - perfazendo 15 minutos. TURMA NOTURNO Horário Segunda Terça Quarta Quinta Sexta 19:15 às 21:15 horas 02 02 02 02 02 21:30 às 22:30 horas 01 01 01 01 01 TOTAL 03 03 03 03 03 Sábado Aulas com duração de 60 minutos; 15 aulas por semana • Aos finais de semana - 12 aulas semanais de 1 hora de duração. Sexta feira - Início as 19h15m - término 22h30m Intervalo das 21h15m às 21h30m - perfazendo 15 minutos Sábado - Manhã - Início às 07h15m até as 12h30m Intervalo das 10h15m às 10h30m - perfazendo 15 minutos Sábado - Tarde - Início às 13h30m - término 17h45m Intervalo das 15h30m às 15h45m - perfazendo 15 minutos TURMA AOS FINAIS DE SEMANA Horário Segunda Terça Quarta Quinta Sexta Sábado 07:15 às 10:15 horas 03 10:30 às 12:30 horas 02 13:30 às 15:30 horas 02 15:45 às 17:45 horas 02 19:15 às 21:15 horas 02 21:15 às 22:30 horas 01 TOTAL 03 09 Aulas com duração de 60 minutos; 12 aulas por semana Intervalos para lanche e recreação: manhã - 10:30 às 10:45 h; tarde - 15:30 às 15:45 h; noite - 21:15 às 21:30 h GRADE CURRICULAR DO PERÍODO NOTURNO No período noturno, o Curso Técnico em Eletrônica será ministrado em 20 semanas, com 15 horas aulas por semana, totalizando 300 horas por módulo. PRIMEIRO MÓDULO Disciplinas Horas Semanais Horas Laboratório Carga Horária Eletricidade 06 00 120 Eletrônica Analógica 06 03 120 Informática 03 03 60 15 05 300 Horas Semanais Horas Laboratório Carga Horária Eletrônica Digital 06 03 120 Manutenção Eletrônica I 06 06 120 Informática 03 03 60 15 12 300 Horas Semanais Horas Laboratório Carga Horária Análise de Circuitos 06 00 120 Telecomunicações 06 03 120 Projeto Integrador 03 02 60 TOTAL SEGUNDO MÓDULO Disciplinas TOTAL TERCEIRO MÓDULO Disciplinas TOTAL 15 05 300 Horas Semanais Horas Laboratório Carga Horária Manutenção Eletrônica II 06 06 120 Microcontroladores 06 03 120 Projeto Integrador 03 02 60 TOTAL 15 11 300 QUARTO MÓDULO Disciplinas MATRIZ CURRICULAR – CURSO TÉCNICO DE AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL - NOTURNO Disciplinas Eletricidade Eletrônica Analógica Informática Eletrônica Digital Manutenção Eletrônica I Informática Análise de Circuitos Telecomunicações Projeto Integrador Manutenção Eletrônica II Microcontroladores Projeto Integrador Carga Horária – horas Carga Horária Total – horas 1º Módulo 2º Módulo 3º Módulo 4º Módulo 6 6 3 6 6 3 6 6 3 300 300 6 6 3 300 300 1200 GRADE CURRICULAR AOS FINAIS DE SEMANA No curso aos Finais de Semana, o Curso Técnico em Eletrônica será ministrado em 25 semanas, com 12 horas aulas por semana, totalizando 300 horas por módulo. PRIMEIRO MÓDULO Disciplinas Horas Semanais Horas Laboratório Carga Horária Eletricidade 05 00 125 Eletrônica Analógica 05 02 125 Informática 02 02 50 TOTAL 12 04 300 Horas Semanais Horas Laboratório Carga Horária Eletrônica Digital 05 02 125 Manutenção Eletrônica I 05 05 122 Informática 02 02 50 12 09 300 Horas Semanais Horas Laboratório Carga Horária Análise de Circuitos 05 00 125 Telecomunicações 05 02 125 Projeto Integrador 03 02 75 TOTAL 12 04 300 Horas Semanais Horas Laboratório Carga Horária Manutenção Eletrônica 05 05 125 Microcontroladores II 05 02 125 Projeto Integrador 03 02 75 TOTAL 12 06 300 SEGUNDO MÓDULO Disciplinas TOTAL TERCEIRO MÓDULO Disciplinas QUARTO MÓDULO Disciplinas MATRIZ CURRICULAR – CURSO TÉCNICO DE AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL – FINAIS DE SEMANA Disciplinas Eletricidade Eletrônica Analógica Informática 1º Módulo 5 5 2 2º Módulo 3º Módulo 4º Módulo Eletrônica Digital Manutenção Eletrônica I Informática Análise de Circuitos Telecomunicações Projeto Integrador Manutenção Eletrônica II Microcontroladores Projeto Integrador Carga Horária – horas Carga Horária Total – horas 5 5 2 5 5 2 300 300 300 5 5 3 300 1200 ESTÁGIO SUPERVISIONADO Não obrigatório para os alunos que cursam Eletrônica. No entanto, o LiceuTec incentiva todos os alunos a fazerem um período de estágio, indicando em seus murais as oportunidades disponibilizadas pelas empresas conveniadas ou através da expedição de atestados recomendando os alunos às empresas em que tenham interesse. 05 – CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO DE CONHECIMENTOS E EXPERIÊNCIAS ANTERIORES Em cumprimento ao artigo 36 da Resolução CNE/CEB 6/2012, para prosseguimento de estudos, o LiceuTec promoverá o aproveitamento de conhecimentos e experiências anteriores do estudante, desde que diretamente relacionados com o perfil profissional de conclusão da respectiva qualificação ou habilitação profissional, que tenham sido desenvolvidos: I - em qualificações profissionais e etapas ou módulos de nível técnico regularmente concluído em outros cursos de Educação Profissional Técnica de Nível Médio; II - em cursos destinados à formação inicial e continuada ou qualificação profissional de, no mínimo, 160 horas de duração, mediante avaliação do estudante; III - em outros cursos de Educação Profissional e Tecnológica, inclusive no trabalho, por outros meios informais ou até mesmo em cursos superiores de graduação, mediante avaliação do estudante; IV - por reconhecimento, em processos formais de certificação profissional, realizado em instituição devidamente credenciada pelo órgão normativo do respectivo sistema de ensino ou no âmbito de sistemas nacionais de certificação profissional. Para avaliar formada comissão, e ou escritas das teóricos e práticos, o aproveitamento de conhecimentos e experiências anteriores será composta de três professores da área, que deverá aplicar provas orais disciplinas em que o aluno requisitar, avaliando os conhecimentos além da entrevista. De acordo com o rendimento do pretendente, a comissão, determinará o módulo que o mesmo deverá cursar e ou disciplinas dispensadas em cada módulo. O aluno deverá estar cursando a 2ª ou 3ª série do Ensino Médio ou ter concluído. 06 – CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DO ENSINO E DA APRENDIZAGEM APLICADOS AOS ALUNOS I – AVALIAÇÃO A avaliação da aprendizagem será realizada de forma contínua, cumulativa e sistemática, objetivando diagnosticar a situação do aluno em relação à programação prevista e desenvolvida em cada módulo semestral. Na avaliação bimestral deverão ser utilizados dois ou mais instrumentos, elaborados pelo professor, sob a coordenação do Coordenador Pedagógico. A avaliação será qualitativa, com prevalência dos resultados ao longo do período letivo sobre as provas finais e o aproveitamento do aluno expresso em notas, usada à escala numérica de zero a dez, graduadas em cinco décimos, sendo que, havendo fracionamento, o professor deverá arredondar a nota para maior. O professor testes, pesquisas, tarefas a serem preponderando os meio de notas. fará a avaliação do rendimento escolar por meio de exercícios, provas, projetos, seminários, visitas técnicas, relatórios, trabalhos em grupo, executadas em casa e demais atividades de cunho pedagógico, aspectos qualitativos sobre os quantitativos e deve ser expressa por O resultado da avaliação dos alunos deverá ser analisado, registrado e sintetizado em uma nota bimestral, por componente curricular, sendo encaminhada à secretaria da escola, no prazo estipulado pela direção da escola. A média parcial do módulo semestral será igual à média aritmética das notas bimestrais. II – PROMOÇÃO E RETENÇÃO Será aprovado, sem Prova Substitutiva, o aluno que obtiver média parcial igual ou superior a 6,0 (seis) e frequência igual ou superior a 75% (setenta e cinco) em cada componente curricular. Será submetido à Prova Substitutiva o aluno que obtiver média parcial inferior a 6,0 (seis), mas igual ou superior a 3,0 (três). A média final será igual à média aritmética entre a maior nota bimestral e a nota da Prova Substitutiva. Será aprovado, após a Prova Substitutiva o aluno que obtiver média final igual ou superior a 5,0 (cinco) e frequência igual ou superior a 75% do componente curricular. O aluno que não atender às exigências do parágrafo anterior será, ainda, submetido ao Conselho de Classe final, que decidirá sobre sua aprovação ou não. O aluno que, após a Prova Substitutiva, não alcançar a média 5,0 (cinco), em até dois componentes curriculares, poderá cursar o módulo semestral seguinte, em regime de progressão parcial. Para atender ao parágrafo anterior o aluno deverá cursar as disciplinas em horário diverso ou em pré ou pós aula, cumprindo a exigência de 75% de frequência, conforme a disponibilidade dos cursos oferecidos pela escola. Será retido o aluno que não obtiver a média acima explicada em mais de duas disciplinas por módulo ou não ter alcançado o mínimo de frequência exigida. 07 – INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS O Curso Técnico de Automação Industrial será dotado de instalações e equipamentos onde o professor poderá usufruir as tecnologias atuais dispostas em amplos Laboratórios sendo um laboratório para as práticas de Hidráulica, Pneumática e Eletropneumática e outro para as áreas de Instrumentação, Automação e Redes Industriais, ambos equipados com bancadas, lousa, armários, painéis, medidores, componentes e acessórios. Conta ainda com um moderno Centro de Processamentos de Dados – CPD, divididos em duas salas, numa área de 75 m² com 40 computadores de última geração instalados. Disporá também dos softwares livres na internet, fornecido pelos principais fornecedores de equipamentos eletro/eletrônicos. O professor utilizará o quadro negro, apostilas e sistema multimídias conectados a internet para ministrar suas aulas, com o apoio dos equipamentos dos laboratórios abaixo: Salas de Aula – Num total de oito salas com dimensões internas de 9,50 m x 5,50 m com área de 52,25 m². Cobertura com telha de barro tipo romana revestidas com manta termo acústica e forro em PVC. Janelas, em número de duas, para ventilação e entrada de luz natural de 1,80 m x 1,00 m. A ventilação forçada será feita através de dois ventiladores. Lousa em fórmica verde quadriculada com 4,30 m x 1,20 m. As salas dispõem de ampla acomodação, com carteiras tipo universitárias, em obediência a legislação que prevê o número de um aluno por 1,20 metro quadrado, estando, portanto, adequadas para aulas expositivas e provas teóricas. Uma diversificada biblioteca de 74 m² com os principais títulos atuais além da conexão via internet dos assuntos de interesse dão o suporte necessário aos alunos em busca de pesquisas e informações. O estabelecimento possui Auditório, com piso em três níveis, nas dimensões internas de 8,0 m x 12,0 m perfazendo uma área de 96,0 m², adequada para abrigar 100 alunos sentados em carteiras tipo universitárias. A ventilação e iluminação natural são feitas através de seis janelas de 1,50 m x 1,00 m. A ventilação forçada será realizada através de 04 ventiladores; a iluminação artificial feita através de 06 lâmpadas HO -110 Watts. A lousa será em fórmica verde quadriculada de 9.00 m x 1,20 m. Um sistema multimídia acoplado a um home teather promove imagens e sonorização de qualidade superior. Essas características apropriam o ambiente para palestras, congressos e mini cursos. 08 – PESSOAL DOCENTE E TÉCNICO ENVOLVIDO NO CURSO O princípio de formar para o mundo de trabalho não necessariamente para o mercado de trabalho reflete diretamente sobre o perfil do professor a ser contratado, o corpo docente deve ter competência técnica e humana com o objetivo de relacionar aplicações práticas às teorias objetivando propiciar a autorrealização de seus alunos. Portanto a escolarização técnica deverá incorporar o trabalho humano como dimensão educativa a ser levada em conta na formação do educando. Compete, portanto, aos educadores capacitar seus alunos para o domínio dos princípios científicos e tecnológicos que presidem a produção moderna, preparando-os para o exercício de profissões técnicas não esquecendo a sua formação global. Serão admitidos para docência na educação profissional de nível técnico os profissionais com formação em engenharia ou programa especial de formação na área profissional objeto do curso e no correspondente curricular. Poderão ainda ser admitido na educação profissional, docentes de nível técnico, devidamente autorizado pelo respectivo órgão supervisor, CREA, de acordo com a seguinte ordem preferencial: Na falta de profissionais da área de engenharia, os graduados na correspondente área profissional ou de estudos; Na falta de profissionais graduados em nível superior nas áreas específicas, profissionais graduados, em outras áreas, e que tenham comprovada a experiência profissional na área de curso; Na falta de profissionais graduados, técnicos de nível médio na área do curso, com comprovada experiência profissional na área; Na falta de profissionais de nível técnico com comprovada experiência, outros profissionais reconhecidos por sua experiência profissional na área. Diretor – Prof. Roberto Pacheco de Oliveira Pedagogo; Especialista em Engenharia Elétrica Coordenador do Curso – Prof. Arnaldo Cesar Cozin Especialista em Engenharia Elétrica Docente na área de Eletrônica Analógica, Microntroladores e Telecomunicação Prof. Roberto Pacheco de Oliveira Docente das disciplinas de Eletricidade, Eletromagnetismo e Análise de Circuitos Prof. Carlos M. Murakami Engenheiro Eletricista Docente da disciplina de Manutenção Eletrônica I e II e Projeto Integrador Prof. Tiago Pacheco de Oliveira Cursando Engenharia de Produção Disciplina de Informática básica, Eletricidade, Análise de Circuitos e Auto CAD Prof. Eder José A. da Silva Graduado em Processamentos de Dados Disciplinas de Microcontroladores e Projeto Integrador Prof. Paulo Henrique Cabral Graduado em Engenharia Elétrica Docente das disciplinas de Instrumentação, Eletrônica Digital, CLP e Informática 09 – CERTIFICADOS E DIPLOMAS Os alunos concluintes receberão: Diploma - Curso Técnico em Eletrônica. EIXO TECNOLÓGICO CONTROLE E PROCESSOS INDUSTRIAIS – TÉCNICO EM ELETRÔNICA - Para os que concluíram todos os módulos, e também comprovem a conclusão do Ensino Médio. Modelo de diploma: ELETRICIDADE Programação 1. Eletrostática 1.01 – Átomo 1.02 – Constituição da matéria 1.03 – Carga Elétrica 1.04 – Força Elétrica 1.05 – Campo Elétrico 1.06 – Potencial Elétrico 1.07 – DDP – Diferença de Potencial 1.08 – Condutores e Isolantes 1.09 – Aplicações e Exercícios 2. Eletrodinâmica 2.01 2.02 2.03 2.04 2.05 2.06 2.07 2.08 2.09 2.10 2.11 – – – – – – – – – – – Corrente Elétrica Corrente Contínua e Corrente Alternada Potência Elétrica Energia Elétrica em Joule e KWh Resistência e Resistividade Elétrica Variação da Resistividade com a temperatura Lei de Ohm Efeito Joule Curto Circuito Calor sensível e calor latente Aplicações e Exercícios 3. Análise de Circuitos em Corrente Contínua 3. – Resistência Elétrica 3.1 – Associação de Resistores 3.1.2 – Associação Série de Resistores 3.1.3 – Associação Paralela de Resistores 3.1.4 – Associação mista de Resistores 4. - Cálculo da Corrente Elétrica 4.1 – 4.1.1 4.1.2 4.1.3 4.1.4 4.1.5 Cálculo da Corrente Elétrica utilizando a Lei de Ohm – Identificação do sentido da corrente em cada resistor - Cálculo da Corrente em circuitos resistivos – Cálculo da Queda de Tensão em cada resistores – Leis de Kirchhoff - Exercícios 4.2 – 4.2.1 4.2.2 4.2.3 4.2.4 4.2.5 Teorema da Superposição – Interpretação do Teorema da Superposição – Análise de circuitos com duas fontes de tensão – Análise de circuitos com fonte de corrente – Análise de circuitos com fontes de tensão e corrente – Exercícios 4.3 – 4.3.1 4.3.2 4.3.3 4.3.4 4.3.5 Teorema de Crammer – Determinante quadrado – Determinante coluna – Cálculo de circuitos com duas malhas fechadas – Cálculo de circuitos com três malhas fechadas – Exercícios 4.4 – 4.4.1 4.4.2 4.4.3 4.4.4 Teorema de Thevenin – Interpretação do Teorema de Thevenin – Determinação de Rth e Vth – Montagem do circuito de Thevenin - Exercícios ELETRÔNICA ANALÓGICA Programação 1. Diodos Semicondutores 1.01 1.02 1.03 1.04 1.05 1.06 1.07 1.08 1.09 1.10 1.11 1.12 – – – – – – – – – – – – Introdução Materiais semicondutores tipos n e p Diodo ideal Construção básica e características Efeitos da temperatura Notação de diodos semicondutores Pastilhas de diodo – circuitos integrados Circuitos ceifadores e grampeadores Retificador de meia onda Retificador de onda completa Exercícios propostos Projeto de uma fonte com retificador de onda completa. 2. Outros Tipos de Diodos 2.01 – Diodos Zener 2.02 2.03 2.04 2.05 2.06 2.07 2.08 2.09 2.10 2.11 2.12 2.13 – Diodos de Barreira Schottky – Diodos Varicap – Diodos de potência – Diodos Túnel – Foto diodo – Células fotocondutivas – LED – Diodos emissores de luz – Displays a cristal líquido – Células solares - Termistores – Exercícios Propostos – Circuitos aplicativos 3. Transistor de Junção Bipolar 3.01 3.02 3.03 3.04 3.05 3.06 3.07 3.08 3.09 3.10 – – – – – – – – – – Introdução Construção do transistor Operação do transistor Ação amplificadora do transistor Configurações Capacidade máxima do transistor Catálogo de transistores - fabricante Encapsulamento do transistor e identificação de seus terminais Exercícios propostos Projeto de uma fonte com retificador de onda completa. 4. Polarização CC em Transistor de Junção Bipolar 4.01 4.02 4.03 4.04 4.05 4.06 4.07 4.08 4.09 4.10 – – – – – – – – – – Considerações Gerais Ponto de Operação Circuito de polarização base comum Circuito de polarização emissor comum Circuito de polarização coletor comum Análise gráfica da polarização Estabilização da polarização Projeto de circuito de polarização Exercícios Propostos Circuitos aplicativos INFORMÁTICA Programação 1. Conhecendo o Equipamento – – – – – Introdução Partes que compõem o equipamento Estabilizador Processador Monitor - Teclado - Mouse - Fone de ouvido – Terminologia e simbologia – Como ligar e desligar o sistema 2. Introdução ao Windows XP 2.01 2.02 2.03 2.04 2.05 2.06 2.07 2.08 2.09 2.10 2.11 2.12 – – – – – – – – – – – – O ambiente de trabalho A barra de taregas O menu iniciar Os ícones Utilizando menus Pop-up As janelas Visualizando os conteúdos das janelas Ajuda e Suporte Utilizando do mouse Formas de cursor Abrindo programas Exercícios propostos 3. Características do Windows XP 3.01 3.02 3.03 3.04 3.05 3.06 3.07 – – – – – – – O layout das janelas Barra de títulos Barra de menú Barra de status Barra de rolagem Barra de ferramentas Exercícios Propostos 4. Trabalhando com arquivos e pastas 4.1 – Arquivos e Pastas 4.2 – Usando o Windows Explorer 4.3 – Seleção de pastas e arquivos 4.4 4.5 4.6 4.7 4.8 – – – – – Gerenciando pastas e arquivos Exibição de pastas e arquivos Localizando pastas e arquivos Exibindo propriedades Exercícios Propostos 5. Trabalhando com Disco 5.01 5.02 5.03 5.04 5.05 5.06 5.07 5.08 5.09 – – – – – – – – – Formatando CD Copiando CD Fazendo a manutenção em CD Detectando e reparando erros em CD Desfragmentando o disco Utilizando o Back-up Restaurando dados Limpeza de disco Exercícios propostos 6. Trabalhando com Programas 6.01 6.02 6.03 6.04 6.05 6.06 6.07 6.08 6.09 – – – – – – – – – Adicionando e removendo programa Alterando e removendo programa Iniciando e encerrando programas Comando executar Vinculando informações Executando programas antigos O assistente de compatibilidade de programas Definindo propriedades de compatibilidade Exercícios propostos 7. Características do Windows XP 7.01 7.02 7.03 7.04 7.05 7.06 7.07 7.08 7.09 7.10 7.11 7.12 7.13 7.14 7.15 7.16 – – – – – – – – – – – – – – – – Personalizando a área de trabalho Ferramenta data e hora Ferramenta vídeo Ferramenta teclado Ferramenta mouse Operações regionais e de idiomas Sons e dispositivos de audio Painel de controle Opções de acessibilidade Adicionar hardware Controladores de jogos Fontes Opções de energia Opções de pasta Scanners e Câmeras Exercícios propostos ELETRÔNICA DIGITAL Programação 1. Sistemas de Numeração 1.01 1.02 1.03 1.04 1.05 1.06 1.07 – – – – – – – Sistema binário de numeração Sistema octal de numeração Sistema hexadecimal de numeração Conversão entre sistemas de numeração Adição, subtração, multiplicação de sistema binário Notação dos números binários positivos e negativos Exercícios propostos 2. Funções e Portas Lógicas 2.01 2.02 2.03 2.04 – – – – Funções lógicas E, OU, NÂO, NE e NOU Tabela da verdade das funções Expressões lógicas das funções Circuitos obtidos através das expressões booleanas 2.05 2.06 2.07 2.08 – Tabela da verdade obtida de expressões booleanas – Bloco OU EXCLUSIVO e COINCIDÊNCIA - Inversor – Exercícios Propostos 3. Álgebra de Boole e Simplificações de Circuitos Lógicos 3.01 3.02 3.03 3.04 3.05 3.06 3.07 3.08 3.09 3.10 3.11 – – – – – – – – – – – Variáveis e expressões na álgebra de Boole Postulado da Complementação Postulado da adição Postulado da Multiplicação Propriedades: Comutativa, Associativa e Distributiva Teoremas de Morgan Identidades auxiliares Diagrama de Veitch-Karnaugh de 2 a 4 variáveis Casos que não admitem simplificações Agrupamentos de Zeros Exercícios Propostos 4. Flip-Flop e Registradores de Deslocamento 4.01 4.02 4.03 4.04 4.05 4.06 4.07 4.05 – – – – – – – – Flip-Flop RS básico e com clock Flip-Flop JK e com preset e clear Flip-Flop JK Mestre-escravo Flip-Flop tipo D Flip-Flop tipo T Conversor série-pararelo Conversor paralelo-série Exercícios propostos ANÁLISE DE CIRCUITOS Programação 1. Números Complexos 1.01 1.02 1.03 1.04 – – – – Conceito de partes real e imaginária Adição e subtração de números complexos Multiplicação e Divisão de números complexos Exercícios aplicativos 2. Coordenadas Cartesianas e Polares 2.01 2.02 2.03 2.04 – – – – Conceito de eixos cartesianos Colocação de números complexos em eixos cartesianos Conceito de eixos polares Colocação de números complexos em eixos polares 2.05 2.06 2.07 2.08 – – – – Conversão de coordenada cartesiana em polar Conversão de coordenada polar em cartesiana Exercícios aplicativos Utilização da calculadora para conversão de eixos 3. Estudo da Função Seno 3.01 3.02 3.03 3.04 3.05 3.06 3.07 – – – – – – – Interpretação da constante PI na circunferência de raio 1 Valores em graus da circunferência Valores em radianos da circunferência Interpretação do seno e arco seno na circunferência Senóide extraída da circunferência Grandezas elétricas extraídas da senóide Exercícios aplicativos 4. Aplicação da C.A. em circuitos puramente resistivo 4.01 4.02 4.03 4.04 4.05 – – – – – Fonte C.A. ligada em circuito resistivo Cálculo de corrente e tensão Gráfico de tensão e corrente Interpretação da defasagem zero em circuitos resistivos Exercícios aplicativos 5. Aplicação de C.A. em circuitos puramente capacitivo 5.01 5.02 5.03 5.04 5.05 5.06 – – – – – – O Capacitor – conceitos e grandezas Fonte C.A. ligada em circuito capacitivo Cálculo de corrente e tensão Gráfico de tensão e corrente Interpretação da defasagem de 90° em circuitos capacitivos Exercícios aplicativos 6. Circuitos RC 6.01 6.02 6.03 6.04 6.05 6.06 - Fonte C.A. ligada em circuito resistivo e capacitivo – Cálculo de corrente e tensão – Gráfico de tensão e corrente – Interpretação da defasagem entre 0° e 90° em circuitos RC – Interpretação do adiantamento da corrente em relação a tensão – Exercícios aplicativos 7. Aplicação de C.A. Em circuitos puramente indutivos 7.01 7.02 7.03 7.04 7.05 7.06 – – – – – – O Indutor – conceitos e grandezas Fonte C.A. ligada em circuito puramente indutivo Cálculo de corrente e tensão Gráfico de tensão e corrente Interpretação da defasagem de 90° em circuitos indutivos Exercícios aplicativos 8. Circuitos RL 6.01 6.02 6.03 6.04 6.05 6.06 - Fonte C.A. ligada em circuito resistivo e indutivo – Cálculo de corrente e tensão – Gráfico de tensão e corrente – Interpretação da defasagem entre 0° e 90° em circuitos RL – Interpretação do adiantamento da tensão em relação a corrente – Exercícios aplicativos 9. Circuitos RLC 6.01 6.02 6.03 6.04 6.05 6.06 6.07 6.07 6.08 6.09 6.10 - Fonte C.A. ligada em circuito resistivo, indutivo e capacitivo – Cálculo de corrente e tensão – Gráfico de tensão e corrente – Interpretação da defasagem entre 0° e 90° em circuitos RLC – Interpretação das intensidades das reatâncias na defasagem angular – Interpretação do valor da impedância na determinação do FDP – Cálculo do FDP e a respectiva correção – Instalação de Banco de Capacitores trifásicos em Delta e Estrela – Conceitos de ressonância magnética – Aplicativos de circuitos ressonantes – Exercícios Aplicativos MANUTENÇÃO ELETRÔNICA Conteúdo Programático 1. Conceitos Básicos sobre Componentes Eletroeletrônicos 1.2 – Componentes Eletroeletrônicos Passivos 1.2.1 – Resistores Fixos e Variáveis – Principais Tipos, Aspectos Construtivos e Aplicações 1.2.2 – Capacitores Fixos e Variáveis - Principais Tipos, Aspectos Construtivos e Aplicações 1.2.3 – Indutores - Principais Tipos, Aspectos Construtivos e Aplicações 1.2.4 – Interpretações das Folhas de Dados destes Componentes Eletroeletrônicos 1.3 – Componentes Eletroeletrônicos Ativos 1.3.1 – Diodos Semicondutores – Principais Tipos, Aspectos Construtivos e Aplicações 1.3.2 – Transistores - Principais Tipos, Aspectos Construtivos e Aplicações 1.3.3 – Semicondutores de Potência – Principais Tipos, Aspectos Construtivos e Aplicações 1.3.4 – Interpretações das Folhas de Dados destes Componentes Eletroeletrônicos 1.4 - Circuitos Integrados 1.4.1 – Aspectos Construtivos e Principais Encapsulamentos 1.4.2 – Famílias Operacionais de Circuitos Integrados 1.4.3 – Interpretações das Folhas de Dados destes Componentes Eletroeletrônicos 2. Ferramental, Instrumentação Componentes Eletroeletrônicos Específica e Metodologias para Testes de 2.1 – Principais Tipos de Ferramentas para Trabalhos com Circuitos Eletroeletrônicos 2.2 - Principais Instrumentos de Medida e de Teste para Circuitos e Componentes Eletrônicos 2.3 - Técnicas Básicas para Testes de Circuitos e Componentes Eletroeletrônicos 3. Métodos Básicos para Confecção e Correção de Projetos Eletroeletrônicos em Placas de Circuito Impresso 3.1 - Softwares para Desenvolvimento, Design e Simulações de Eletroeletrônicos 3.1.1 – Principais Recursos, Características Operacionais e Principais Aplicações 3.2 – Protoboards 3.2.1 – Características Físicas, Operacionais e Principais Aplicações 3.3 - Placas de Circuito Impresso 3.3.1 - Principais Tipos de Materiais utilizados na Fabricação das P. C. I.s 3.3.2 – Técnicas de Projeto e para Produção de P. C. I.s Artesanais e Industriais 3.3.3 – Técnicas para Conferência e Correção de Projetos Eletrônicos em P. C. I.s MICROCONTROLADORES Programação 1. A família 8051 1.01 – Principais características do 8051 1.02 – Descrição funcional dos pinos do 8051 1.03 – Funções especiais dos pinos da porta 3 1.04 – Organização da memória no 8051 1.05 – Bancos de registradores 1.06 – Registradores especiais e seus bits endereçáveis 2. Interrupções do 8051 2.01 - Estudo das interrupções 2.02 – Registradores de controle das interrupções 2.03 – Endereços de desvio para cada interrupção 3. Portas de I/O 3.01 – Princípios de funcionamento e utilização 3.02 – Capacidade de corrente nos pinos de I/O 3.03 – Seleção de programa Externo ou Interno 4. Temporizadores e Contadores 4.01 4.02 4.03 4.04 – – – – T/C no 8051 Descrição dos Registradores TMOD e TCON Descrição dos modos de operação dos T/C Exemplos de utilização com contadores 5. Canal serial no 8051 5.01 5.02 5.02 5.03 – – – – Introdução à comunicação serial Modo Síncrono de comunicação Modo Assíncrono de comunicação A interface Serial no 8051 6. O Software básico do 8051 e sua Família – O Assembler Circuitos 6.01 6.02 6.03 6.03 – – – – Modos de endereçamento Considerações sobre Notação Estudo das instruções O Set de instruções do 8051 7. Interfaces práticas 7.01 7.02 7.03 7.04 – – – – Configurações de teclado Configurações de Hardware básico pela porta 1 O uso do display LCD inteligente Inicialização do display 8. Exemplos de Software em Assembler 8.01 – O formato HEXA Intel 8.02 – Assemblar e carregar o Software no Kit didático 8.03 – Desenvolvimentos de aplicativos com o Kit didático Relógio digital Medidor de período Medidor de freqüência Conversor AD Conversor DA TELECOMUNICAÇÕES Conteúdo Programático 1. Conceitos Básicos de Telecomunicações 1.1 1.2 1.3 1.4 – – – – Informações, Dados e Sinais Eletroeletrônicos – Tipos e Aplicações Formação, Obtenção e Caracterização dos Sinais Eletroeletrônicos Conceitos Técnicos Básicos sobre Sistemas Simplex, Half e Full Duplex Meios e Mídias para Transcepção de Dados e Sinais Eletroeletrônicos 2. Técnicas Operacionais para Sistemas de Telecomunicações 2.1 – 2.1.1 2.1.2 2.1.3 2.1.4 2.1.5 2.1.6 2.1.7 2.2 – 2.2.1 2.2.2 2.2.3 2.2.4 Técnicas de Modulação e Demodulação em Amplitude: - Sistemas de Modulação e Demodulação AM-DSB – Sistemas de Modulação e Demodulação AM-DSB/SC – Sistemas de Modulação e Demodulação AM-SSB – Sistemas de Modulação e Demodulação AM-VSB – Sistemas de Modulação e Demodulação AM-CSSB – Sistemas de Modulação e Demodulação AM-DSB/RC – Principais Aplicações Funcionais Técnicas de Modulação e Demodulação Angular, em Fase e Freqüência: - Sistemas FM NarrowBand / Broadband Mono - Stereo – Sistemas PAM – Sistemas PWM – Sistemas PPM 2.2.5 2.2.6 2.3 – 2.3.1 2.3.2 2.3.3 – Sistemas PCM – Principais Aplicações Funcionais Técnicas para Tratamento Operacional de Grandezas, Sinais e Dados – Principais Métodos de Codificação Operacional para Transmissão de Sinais e Dados – Principais Aplicações Funcionais – Conceitos Técnicos Básicos sobre Multiplexação, Demultiplexação, Compactação, Encriptação e Interpretação de Sinais e Dados 2.3.4 – Principais Aplicações Funcionais 3. Tecnologias para Transcepção de Sinais e Dados 3.1 3.2 3.3 3.4 – Conceitos sobre Sistemas Comerciais de Rádio e TV - Conceitos sobre Redes Convencionais de Telefonia e Dados – Conceitos sobre Redes Convergentes de Telefonia e Dados – Conceitos sobre Redes Móveis e Portabilidades Funcionais PROJETO INTEGRADOR A Interdisciplinaridade é o exercício da correlação entre as diversas áreas e sub áreas do conhecimento. A compreensão e a prática dessa habilidade são de fundamental importância para a eficiência, mas em especial, para a eficácia e otimização da atuação profissional. O projeto integrador visa promover ao aluno do curso Técnico em Automação Industrial, a percepção e compreensão da correlação entre as diversas subáreas dos sistemas: elétrico, pneumático, hidráulico, eletrônico e dos Controladores Lógicos Programáveis - CLP, a partir da idealização, elaboração, execução e defesa de projetos de cunho prático e aplicados diretamente ao processo industrial na área específica. Esta atividade de integração curricular configura-se como uma disciplina de atividade obrigatória, cujo desempenho receberá avaliação do professor responsável pela disciplina e posteriormente apresentada como Projeto de Final de Curso para todos os alunos e para a banca de professores em aula previamente agendada pela secretaria da escola. CRITÉRIOS PARA PARTICIPAÇÃO DISCENTE NO PROJETO INTEGRADOR Para a efetiva participação no Projeto Integrador, atividade caracterizada como disciplina curricular e Projeto de Final de Curso, deverão ser observados pelos alunos os seguintes critérios: a) O discente deverá estar regularmente matriculado no 3° ou 4° Módulos do curso Técnico de Automação Industrial; b) O Projeto poderá ser desenvolvido individualmente ou em grupo de acordo com a complexidade, tempo para execução e custo. O critério de número máximo de alunos por grupo será determinado pelo professor da disciplina o qual tem a responsabilidade ainda de acompanhar e orientar todos os projetos propostos; c) Ao final do curso, o aluno ou o grupo de alunos deverá apresentar seu trabalho como um Projeto de Final de Curso para uma platéia composta pelos alunos da instituição e pelo corpo docente. Os três melhores projetos receberão prêmio e serão apresentados no site da escola onde permanecerão armazenados.