PS vai reduzir impostos municipais JORNAL DA CANDIDATURA DE MARCO MARTINS À CÂMARA DE GONDOMAR julho 2013 DISTRIBUIÇÃO GRATUITA PÁG. 22 PÁG. 04 Carlota Teixeira lidera lista para a Assembleia Municipal PÁGS. 03 a 07 Seguro na apresentação da candidatura socialista junto ao rio Douro PÁGS. 2 a 8 Conheça a equipa de Marco Martins para a Câmara de Gondomar PÁGS. 12 a 21 Saiba quais são as principais ideias dos candidatos às juntas Entrevistas a todos os cabeças de lista. Rui Nabeiro “apadrinhou” mandatários Sénior e da Juventude PÁG. 10 02 julho 2013 julho 2013 03 CONCELHO CONCELHO Gondomar vai mudar A EQUIPA DE MARCO MARTINS » António José Seguro, secretário-geral do PS, marcou presença na sessão pública de apresentação dos vários candidatos socialistas às próximas eleições no concelho de Gondomar Nas próximas páginas fique a conhecer os nomes já definidos da equipa de Marco Martins para a Câmara Municipal de Gondomar. Desde o dia da aprovação da candidatura, Marco Martins sempre afirmou que a lista a apresentar aos órgãos do Partido Socialista para aprovação teria seis critérios: representatividade geográfica do território do concelho, representatividade política, abertura à sociedade civil, competência, capacidade de trabalho e confiança! conseguiu construir um único parque urbano, uma zona verde de relevo. Entubou rios, depositou resíduos perigosos em S. Pedro da Cova, não conseguiu concluir a rede de saneamento no alto concelho, não teve capacidade de melhorar ligações internas de transportes públicos, de preservar o património, nem de captar investimento!” “Gondomar parou no tempo e não acompanhou o desenvolvimento dos concelhos vizinhos” Marco Martins manifestou, no final de maio, uma grande confiança na sua candidatura à Presidência da Câmara Municipal de Gondomar, durante a sua apresentação pública. Após uma caminhada de dois anos, em contacto com as populações e no interior do Partido Socialista (PS), Marco Martins diz ter recebido “incentivos, estímulos e apoios para avançar, tendo percebido que os gondomarenses “querem gente da terra à frente do município”. Daí que, “dando a cara, sem medo, sem receio”, afirmou: “Gondomar vai mudar, Gondomar vai mesmo mudar e vai mudar já em outubro!” de freguesia: Nuno Coelho (Baguim do Monte), Linda Rosa (Fânzeres e S. Pedro da Cova), Isidro Sousa (Foz do Sousa e Covelo), Rui Vicente (Lomba), José Andrade (Medas e Melres), Nuno Fonseca (Rio Tinto) e António Braz (S. Cosme, Valbom e Jovim). Na sessão pública, que decorreu ao ar livre em Gramido, Valbom, o PS concretizou a apresentação pública do candidato socialista à Presidência da Câmara Municipal de Gondomar, Marco Martins, da equipa de candidatos a vereadores, da líder da lista à Assembleia Municipal, Carlota Teixeira, e dos cabeças de lista às juntas Na sessão – que contou com a presença de largas centenas de pessoas de pessoas, incluindo António José Seguro, secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, líder da Federação Distrital do PS/Porto, Luís Filipe Araújo, presidente da Comissão Política Concelhia do PS/Gondomar, deputados à Assembleia da República e outros “GONDOMAR VAI MUDAR, GONDOMAR VAI MESMO MUDAR E VAI MUDAR JÁ EM OUTUBRO” candidatos autárquicos socialistas –, Marco Martins reafirmou, um por um, os cinco pilares dos compromissos que assumiu nesta sua caminhada e materializou algumas propostas que, futuramente, constarão do seu programa eleitoral. O retrato de Gondomar feito pelo candidato socialista não é simpático. “Gondomar parou no tempo e não acompanhou o desenvolvimento dos concelhos vizinhos. Foram 20 anos de oportunidades perdidas, em que se investiu apenas no betão, potenciou-se a construção e o caos urbanístico, esquecendo sempre o mais importante: as pessoas!” Apelidou o Pavilhão Multiusos de “elefante branco” – “onde foram gastos mais de 20 milhões de euros” – e concluiu que a Câmara se comportou “como uma agência imobiliária” que, apesar dessa condição, “não Depois de desfilar um rol de factos que contribuíram para o atraso do concelho, no mínimo para o seu não-desenvolvimento, Marco Martins abriu uma verdadeira carteira de propostas (ver transcrição do discurso mais à frente). Fazer crescer a economia, defende Seguro A encerrar a apresentação pública, António José Seguro focou a sua intervenção na necessidade de fazer crescer a economia, apoiando, “em particular, as pequenas e médias empresas”, para criar emprego e gerar riqueza. “A economia cresce se houver investimento Os rostos que ficará a conhecer nas páginas seguintes, para além dos enunciados, cumprem outros três critérios, em clara vantagem da candidatura do PS relativamente às outras candidaturas: - todos residem no concelho; - nenhum está reformado da política; - todos têm uma atividade profissional, não dependendo da política para seu sustento financeiro. 04 julho 2013 julho 2013 05 CONCELHO A EQUIPA DE MARCO MARTINS CONCELHO público e se dermos confiança para haver investimento privado”, resumiu. À margem da sessão, o secretário-geral do PS disse, ainda, que renegociar o défice orçamental previsto para 2014 em meio ponto percentual, de 4 para 4,5%, como pretende agora o Governo, “pode não ser suficiente”. “Há tanto tempo que tenho vindo a defender que é preciso renegociar e que é preciso mais tempo para nós cumprirmos com as nossas obrigações”, salientou o líder socialista. “Na altura, o que é que o primeiro-ministro me respondia sempre? Isso era impossível. Pois bem, aqui está a prova de que isso é possível”, observou Seguro. O líder do PS espera que “possa haver uma boa negociação” desse objetivo, porque “não pode haver renegociação para manter a mesma austeridade”. “Tem de haver uma renegociação para aliviar os sacrifícios dos portugueses e não para tapar os erros do Governo”, afirmou. Antes destes dois dirigentes socialistas, tinham já usado da palavra Luís Filipe Araújo, presidente da Comissão Política Concelhia do PS/Gondomar, José Luís Carneiro, presidente da Federação Distrital do PS/Porto, e Cláudia Vieira, mandatária para a Juventude da candidatura de Marco Martins. LUÍS FILIPE ARAÚJO Tem 38 anos, casado, dois filhos. Advogado. Reside desde sempre no município de Gondomar, onde também mantém atividade profissional. Licenciado em Direito e mestre em Ciências Jurídico-Empresariais pela Universidade Lusófona do Porto (com tese de mestrado sob o tema “O administrador independente”). Doutorando em Ciências Jurídico-Empresariais pela Universidade de Coimbra. Pós-graduado em Direito Administrativo pela Universidade Católica Portuguesa. Inscrito na Ordem dos Advogados desde 2001, tendo obtido o prémio Dr. Lopes Cardoso atribuído pela Ordem dos Advogados à melhor tese de agregação de cada curso de estágio. É, desde 2004, assistente do Departamento de Direito na Universidade Lusófona do Porto, onde leciona atualmente as disciplinas de Direito Comercial I e II. Assume, no presente mandato, o lugar de vereador na Câmara Municipal de Gondomar (em regime de substituição). A Mudança é essencial » Intervenção de Marco Martins, na sessão de apresentação pública da candidatura do PS às eleições autárquicas de 2013 Agradeço imenso a vossa presença aqui hoje, na apresentação da candidatura à Câmara Municipal de Gondomar, mais um passo importante nesta caminhada que se iniciou há mais de dois anos. “os Gondomarenses querem gente da terra à frente do Município, querem a mudança(...) QUEREM + para si e para Gondomar” A mudança é essencial! Presidente do Conselho de Executivo de Agrupamento de Escolas de 2007 a 2009 e Diretora desde 2009. Vereadora da Câmara Municipal de Gondomar, no mandato de 1986 /1989, com responsabilidade pelo pelouro do Ambiente, Jardins e Turismo, em regime de meio tempo, e elemento do júri de concursos de pessoal. Foi Presidente da Junta de Freguesia de Gondomar (S. Cosme), de 1994 a 2002, e Presidente da Mesa do Congresso da ANAFRE, além de deputada na Assembleia da República, entre 2002 e 2005, onde integrou a Comissão Parlamentar de Educação, Ciência, Desporto e Juventude, foi vice-presidente da Sub-Comissão de Educação e Ciência e membro de uma Comissão de Inquérito sobre o Acidente de Camarate. Tem 44 anos, licenciado em Relações Internacionais, além de mestrando em Administração Pública em regime de trabalhador-estudante. Entre os 18 e os 31 anos, trabalhou na área do Turismo e é, desde 2000, Técnico Tributário do Ministério das Finanças. Desempenha funções profissionais no Serviço de Finanças de Gondomar 2 (Rio Tinto). Foi membro da Assembleia de Freguesia de Baguim do Monte entre 2001 e 2005 e é, neste momento, eleito local na Assembleia Municipal de Gondomar pelo segundo mandato consecutivo. Desempenha funções de líder do Grupo Municipal do PS na Assembleia Municipal. Militante do Partido Socialista desde 1999, fez parte do Secretariado da Secção de Baguim do Monte, do Secretariado da Concelhia de Gondomar e integra, atualmente, o Secretariado Federativo Distrital do PS Porto. É também membro da Comissão Politica Concelhia e da Comissão Politica Distrital. Percebi que os Gondomarenses querem gente da terra à frente do Município, querem a mudança, querem o fim deste ciclo com vinte anos, QUEREM + para si e para Gondomar! Realizar esta cerimónia na rua, junto ao rio, ao ar livre, junto de vocês, praticando a proximidade, dando a cara, sem medo, sem receio, sem estarmos escondidos, prova aquilo que todos os dias ouvimos na rua: Gondomar vai mudar, Gondomar vai mesmo mudar e vai mudar já em Outubro! Tem 52 anos, casada, dois filhos. Licenciada em Química. Professora de Ciências Físico-Química, tendo exercido funções nas escolas secundárias de Rio Tinto e de Valbom e na EB23 das Medas, sendo quadro de escola do Agrupamento de Escolas de Rio Tinto- AVERT. Efetuou o curso de especialização em Ciências da Educação. Pós-graduada em Educação e Sociedade, na área da Sociologia da Educação, pelo ISCTE. Pós-graduada em Administração e Organização Escolar pela Universidade Católica. CARLOS BRÁS Na sociedade civil, nas populações, na rua, no Partido Socialista, recebi incentivos, estímulos e apoios para avançar com esta candidatura. AURORA VIEIRA A EQUIPA DE MARCO MARTINS Vivemos num concelho com 170.000 habitantes que, apesar de ser o terceiro maior da área metropolitana, tem os piores índices no desenvolvimento e na qualidade de vida. Gondomar parou no tempo e não acompanhou o desenvolvimento dos concelhos vizinhos. Foram 20 anos de oportunidades perdidas, em que se investiu apenas JOSÉ FERNANDO MOREIRA Carlota Teixeira é cabeça de lista para a Ass. Municipal Carlota Teixeira, atual vereadora sem pelouro da Câmara Municipal de Gondomar, é a primeira candidata do Partido Socialista da lista a apresentar à Assembleia Municipal nas próximas autárquicas. No anterior mandato, a militante socialista foi deputada à Assembleia de Freguesia de Valbom. Natural de Amarante, é licenciada em Psicologia, sendo pós-graduada em Gestão de Recursos Humanos e mestre em Ciências do Serviço Social. Carlota Teixeira tem, ainda, um doutoramento em Psicologia Política e Cidadania. Carlota Teixeira é técnica superior no Centro Distrital da Segurança Social do Porto e, também, psicóloga clínica. Tem 45 anos, casado e um filho. Nasceu e reside na freguesia de S. Pedro da Cova. Estudou em Gondomar e fez formação profissional nas áreas administrativa, Contabilidade e Direito do Trabalho. Iniciou a sua vida profissional em 1982, na empresa “Ricardo & Barbosa. Lda.”, onde exerceu funções de torneiro mecânico até 1989. Em 1990 iniciou a sua carreira empresarial no setor da restauração e bebidas, e em 2004 criou a empresa “A Verdade Do Café”, que é hoje proprietária da “Insígnia Maison Gourmet”, que conta com 18 trabalhadores distribuídos pelos cinco estabelecimentos da empresa, que teve, em 2011 e em 2012, o Estatuto PME Líder. Foi dirigente de um vasto número de associações sociais, culturais e desportivas, das quais se destacam a Académica de Belói Futebol Clube, de que é fundador, em 1984, e a Associação Desportiva de S. Pedro da Cova (membro da Comissão Administrativa, em 2010 e 2011). Aderiu ao PS em 1995 e foi o primeiro candidato à Assembleia de Freguesia de S. Pedro da Cova em 1997 e 2009. Tem sido eleito, sucessivamente, para vários cargos dirigentes do PS, desempenhou as funções de secretário coordenador de S. Pedro da Cova e integrado as comissões políticas concelhia e distrital. 06 julho 2013 julho 2013 07 CONCELHO CONCELHO A EQUIPA DE A EQUIPA DE MARCO MARTINS MARCO MARTINS com as freguesias, em que os eleitos em funções não comunicam entre si e que agora se quer perpetuar no poder! Temos uma Câmara que não respeita a oposição e que não respeita os gondomarenses. Mas de uma coisa não se livra: de uma dívida de 145 milhões de euros! SANDRA BRANDÃO Tem 42 anos, casada, dois filhos. Licenciada em Direito (área jurídico-económica) pela Universidade Lusíada do Porto, desde 1997, reside em Gondomar (S. Cosme), onde também exerce a sua atividade profissional, como profissional livre e na assessoria jurídica a várias empresas. É pós-graduada em Direito Processual do Trabalho. Colaborou no Projeto Equal-2001/Equal/ ee/84, sendo responsável pelo dossiê de formação referente à legislação comercial, laboral e comercial. Desde 2002, é formadora com Certificado de Competência Pedagógica, na área do Direito, em várias entidades. Deputada à Assembleia de Freguesia de Valbom eleita nas listas do Partido Socialista entre 2006 e 2009, preside ao referido órgão desde 2009, tendo já integrado o secretariado da secção de Valbom do PS. É fundadora e presidente da Assembleia Geral da Dancingstar-Associação Valboense de Dança, e presidiu à Assembleia Geral da Associação Académica de Gondomar de Patinagem Artística. no betão, potenciou-se a construção e o caos urbanístico, esquecendo sempre o mais importante: as pessoas! Construíram-se algumas vias de comunicação, licenciaram-se edifícios a mais, edificaram-se algumas escolas, uma única biblioteca, habitação social sem regra nem enquadramento e um pavilhão multiusos, que mais não é do que um elefante branco, onde foram gastos – caros amigos – mais de 20 milhões de euros! Esta câmara comportou-se como uma agência imobiliária. Mas, apesar de muito dinheiro disponível, esta agência imobiliária não conseguiu construir um único parque HÉLDER FIGUEIREDO Tem 33 anos, casado. Reside, desde sempre, em Gondomar, na freguesia de Jovim. É licenciado em Engenharia Civil pelo Instituto Superior de Engenharia do Porto e membro da Ordem dos Engenheiros Técnicos. É também Técnico Superior de Segurança e Higiene do Trabalho e projetista de redes de gás pelo CICCOPN- Centro de Formação Profissional da Indústria da Construção Civil e Obras Públicas do Norte. A nível profissional iniciou a sua atividade, enquanto trabalhador-estudante, na empresa Águas de Gaia, onde exerceu funções de fiscalização de redes prediais de águas residuais. Desde então teve um percurso profissional sempre ligado à sua área de formação, adquirindo uma vasta experiência no sector da construção. Atualmente é gerente de uma multinacional alemã, líder de mercado, onde iniciou a atividade em 2005, sendo o responsável pelo mercado ibérico e pelo Sul de França. Exerce funções autárquicas desde 2009, sendo deputado à Assembleia de Freguesia de Gondomar (S. Cosme). Fez parte de diversos órgãos concelhios e distritais do PS. urbano, uma zona verde de relevo. Entubou rios, depositou resíduos perigosos em S. Pedro da Cova, não conseguiu concluir a rede de saneamento no alto concelho, não teve capacidade de melhorar ligações internas de transportes públicos, de preservar o património, nem de captar investimento! A propaganda, assente numa poderosa e despesista máquina de comunicação, permitiu omitir muita coisa aos Gondomarenses que andaram a ser enganados com folclore, com políticas isoladas, com festas e com despesismo, sem qualquer transversalidade nem ligação entre si, com uma Câmara que não se relaciona O que eles propõem agora é mais do mesmo. É o mesmo ciclo, é cosmética, com ou sem família, com ou sem filhos ou afilhados, mas com as mesmas práticas, com as mesmas políticas e com as mesmas pessoas! Basta! 20 anos é muito tempo! Sim, porque Gondomar não é o partido de alguns! Gondomar somos todos NÓS! (…) Viemos para a margem do Douro, o maior potencial do concelho. Como diz o secretário-geral, António José Seguro, Gondomar é D’Ouro: ouro da filigrana e douro do rio e ouro dos Gondomarenses! Neste local também há obra do PS. Toda esta requalificação envolvente foi objeto de intervenção pelo programa Polis, que o Governo PS lançou e que esta Câmara não foi capaz de prolongar até Atães, apesar de haver financiamento. Mais uma oportunidade perdida! Não foi também capaz de concluir a ligação pedonal ao Porto, havendo uma interrupção, por falta de entendimento político com a Câmara vizinha, de uns escassos 60 metros, que impedem que todo o percurso da marginal do Porto, da Ribeira até ao Freixo, se prolongue por Gondomar. (…) É inaceitável que não seja possível passar a pé na marginal entre Gondomar e o Porto. Mas há muitos mais a fazer no Douro, Gondomar tem definitivamente que se virar para o rio e usufruir dos 200.000 turistas que por ano sobem rio acima! Este é um negócio em expansão e Gondomar tem que, de uma vez por todas, valorizar este ativo em favor da economia local. (…) ouro, a filigrana, os artesãos de uma arte ímpar no País. Sim, porque Gondomar é D’ouro! Mas… queremos mais! É preciso valorizar os recursos naturais, criar condições e classificar como praias fluviais, com condições de acesso e segurança, os areais de Melres e de Zebreiros, para que de uma vez por todos passem a ser a Praia de Melres e a Praia de Zebreiros. “Gondomar tem definitivamente que se virar para o rio e usufruir dos 200.000 turistas que por ano sobem rio acima” Nas serras de Pias, Castiçais e da Boneca, há que criar condições para que as atividades desportivas que ali se praticam sejam efetuadas de forma organizada, criando-se pistas, circuitos e instalando sinalética, integrando estes circuitos nas rotas nacionais, atraindo praticantes e valorizando a economia local. E há que, com o concelho de Valongo, prolongando por montes fora até á Santa Justa, progressivamente, criar o parque ambiental metropolitano, há tantos anos projetado, um projeto partilhado com o futuro Presidente da Câmara de Valongo: o José Ribeiro a quem saúdo! (…) Iremos ligar os centros dos dois principais pólos do concelho, S. Cosme e Rio Tinto, através de uma ciclovia, devidamente infra-estruturada, corrigindo os pequenos troços que se estão a fazer à pressa, como sempre, em véspera de eleições! Estão já em curso contactos para instalar um terminal de passageiros na margem direita do Douro, em Gondomar. Mas é possível fazer mais. A Avenida da Conduta, principal eixo de ligação interno do concelho, será alvo de uma verdadeira transformação, criando condições de segurança para peões e veículos e de conforto, com a plantação de árvores, e a colocação de mobiliário urbano. É preciso potenciar o artesanato local, criar a rota da filigrana, com circuitos de autocarros, para que os nossos ourives mostrem o que de há melhor no concelho: o Assumimos claramente o compromisso de construir dois parques urbanos: um em Rio Tinto e outro em S. Cosme/Valbom! JOSÉ PINTO DA SILVA Tem 59 anos, casado, dois filhos. Natural da Lomba, estudou na Escola Comercial Oliveira Martins, no Porto, onde concluiu o Curso Geral do Comércio, com aptidão profissional. Trabalhou na Associação de Proprietários e Agricultores do Norte de Portugal (1969/1972), no Grémio Nacional dos Industrial de Confeitaria (1973/1978) e na EDP-Energias de Portugal (1978/2009), onde desempenhou funções de escriturário, tesoureiro e técnico administrativo. No associativismo, fez parte dos corpos diretivos da Sociedade Columbófila Dez de Junho e do Rancho Folclórico “As Ceifeiras de Santa Maria de Medas”, secretário das delegações do Amial e da Tapada do Outeiro do Clube de Pessoal da EDP. No campo autárquico possui uma longa experiência. Secretário da Junta de Freguesia de Medas, no mandato de 1990/1993, assumiu a Presidência daquela autarquia nos mandatos de 1994/1997 e 1998/2001. Entre 2002 e 2009, em dois mandatos sucessivos, foi deputado municipal de Gondomar, seguindo-se, no atual mandato, nova experiência como membro da Assembleia de Freguesia de Medas. LUÍS LOBO Tem 41 anos, casado, dois filhos. Licenciou-se em Desporto e Educação Física em 1999 na Faculdade de Desporto da Universidade do Porto (UP). É pós-graduado em Gestão e Administração de Empresas Desportivas pela Unidade Independente em 2003 e em Educação Especial pela Universidade Lusíada, em 2006. No mesmo ano, na Faculdade de Desporto da UP, prestou provas de Mestrado em Ciência do Desporto – Especialidade de Gestão Desportiva. Iniciou a sua atividade profissional em 1998, como docente de Educação Física, na Escola Secundária de Gondomar, terminando em 2003 na Escola Secundária de Abrantes. Em 2003-2004 e de 2005 a 2007 foi docente e diretor pedagógico na APPACDM em Matosinhos. No ano letivo de 2007-2008 exerceu funções como docente da Educação Especial no Agrupamento de Escolas de Paranhos e, em simultâneo, no gabinete de apoio à educação especial na DREN. De 2008 até à atualidade é inspetor na Inspeção-Geral de Educação e Ciência. 08 julho 2013 09 julho 2013 CONCELHO DEBATE A área da mobilidade foi totalmente esquecida por este executivo camarário! Nestas preocupações com o emprego e com o futuro, estão também os jovens! Há mais de 5.500 Gondomarenses com menos de 30 anos inscritos nos centros de emprego. Gondomar como o município com maior percentagem de deslocações pendulares diárias da área metropolitana, tem que recuperar o atraso que sofreu em relação aos outros! É necessário um estímulo à economia, reduzir a carga fiscal das empresas que empreguem os jovens, reduzir o IMI para casais com menor idade, valorizar o papel da Juventude permitindo a esta o contacto com a realidade e com os equipamentos do concelho, através da criação do cartão Ser Jovem em Gondomar, com descontos nos equipamentos municipais, valorizar o papel dos jovens na vida pública, recriando o Conselho Municipal da Juventude. (…) Como é que Gondomar ficou arredado da 1ª fase do Metro do Porto? O Presidente de Câmara não era o Presidente da Metro do Porto? Foi preciso duas Juntas de Freguesia do PS, Baguim e Rio Tinto, fazerem pressão junto do Governo, para que se conseguisse, em 2008, avançar com a linha até Fânzeres! Mas temos outra ambição! A participação democrática deve aumentar transversalmente a todas as gerações! Um Gondomar + transparente precisa-se! Esta matéria neste concelho tem particular importância. A partir de Outubro a imagem de Gondomar que mais passa nas televisões não será a imagem do Tribunal! Gondomar tem que exigir a ligação do Metro até à sede do concelho, Campanhã-Freixo-Valbom-S. Cosme. Reconheço que é um investimento grande, mas cuja sustentabilidade da operação está devidamente comprovada pelos diversos estudos económicos. O que está aqui em causa, e considerando o financiamento do Quadro Comunitário 2014-2020 é um investimento nacional de 25 milhões de euros! E Gondomar merece também ter direito a investimento. É preciso exigir que o Governo central não invista apenas em Gaia, Maia, Porto ou Matosinhos! (…) Há dificuldades de circulação entre freguesias e, pasmem-se meus amigos, em 2013, ainda há cidadãos de Gondomar que, para irem à escola ou irem trabalhar, têm que atravessar o Douro num barco a remos, sem quaisquer condições e de forma não licenciada! E isto porquê? Porque a Câmara possui uma lancha para assegurar a travessia para a Lomba, que está avariada há dois anos! Sinal de incompetência e de total abandono das populações. (…) Vai acabar de uma vez por todas a imagem negativa que Gondomar tem no exterior. Vamos trabalhar para um concelho positivo. O Gondomar de amanhã será um Gondomar + ativo, um Gondomar + transparente, um Gondomar + Vivo, um Gondomar + sustentável, um Gondomar + perto: Um Gondomar +! Esta é a nossa aposta na imagem do concelho no futuro. O fator psicológico é fundamental para captar investidores. É preciso promover a nossa imagem. A ideia de segurança a garantia de tratamento igual para todos é imprescindível para a economia local. Temos que passar do trabalho em teia para o trabalho em rede com todos os interlocutores. A desburocratização e a simplificação administrativa são também fatores fundamentais para favorecermos a transparência e o desenvolvimento económico. O tribunal tem que deixar de ser a imagem de marca de Gondomar. Gondomar é D’OURO e é pelo Douro e pelo ouro que Gondomar deve ser conhecido. (…) “Este é um projeto global! Respeitará a democracia, as pessoas e os territórios” O município tem que, respeitando normas e regulamentos, ser um facilitador de investimento e não um dificultador. Temos várias empresas que estão a abandonar o concelho por falta de condições e por dificuldades burocráticas. Isto tem que mudar! A Câmara tem que apostar no turismo, apostar no desenvolvimento económico porque – meus caros – é mesmo preciso gerar emprego! Há hoje mais de 17.000 os Gondomarenses desempregados, 19,5% da população ativa. Famílias que hoje passam fome, casais com dois elementos sem emprego e sem prestações sociais. Já são mais de 2.500 famílias que recebem apoio alimentar direto! A Câmara tem naturalmente que continuar a apoiar estas famílias, mas não pode limitar-se a promover e perpetuar o assistencialismo! É preciso criar condições para, com a atração de investimento, aumentar o número de postos de trabalho no concelho. Promoverei a criação de um portal da transparência; instituirei o provedor do munícipe; aplicarei o orçamento participativo e realizaremos as assembleias municipais em locais onde a população tenha condições para assistir, para participar e para ter voz em Gondomar! Deslocaremos as reuniões de Câmara, rotativamente, pelas freguesias, estando perto das pessoas e cumprindo, em concreto, a proximidade. Mobilidade em Gondomar » Debate sobre Mobilidade em Gondomar COM O PROFESSOR ÁLVARO COSTA praticamente lotou o auditório do Hospital-Escola Fernando Pessoa O auditório do Hospital-Escola Fernando Pessoa, em Gondomar, ficou praticamente lotado com mais de duas centenas de pessoas que, recentemente, se mantiveram firmes, até perto da uma hora da madrugada, para participar no “Debate sobre Mobilidade em Gondomar” promovido pela candidatura de Marco Martins à Presidência da Câmara Municipal de Gondomar, com a presença do Professor Álvaro Costa como principal orador. Esta iniciativa insere-se no quadro dos cinco eixos de intervenção prioritária identificados por Marco Martins, no contexto das Autárquicas 2013, e, tal como sucedeu em janeiro com o Professor Paulo Morais, num debate sobre transparência e qualificação da democracia, foi muito participado. Em duas intervenções, a abrir e a encerrar o debate, Marco Martins reiterou compromissos já assumidos: a melhoria das ligações internas e dos interfaces (inter Gondomar perto E nas freguesias, caros amigos, há que mudar totalmente a relação da Câmara com as Juntas, respeitando-as, auscultando-as, reforçando em si a delegação de competências com as respetivas transferências financeiras! Nós não trabalhamos para o prestígio individual da Câmara, mas para o prestígio global do concelho e das pessoas! compromissos - melhoria das ligações internas e dos interfaces - generalização do Andante a todo o concelho Infelizmente, temos freguesias agregadas! Reafirmo o compromisso dos candidatos do Partido Socialista às freguesias de que manterão em funcionamento os atuais edifícios e os respetivos serviços! As populações não podem ficar prejudicadas por mais um disparate do Governo! Este, como já foi dito, é um projeto global! Respeitará a democracia, as pessoas e os territórios! Tenho que agradecer a disponibilidade da Carlota Teixeira, nossa candidata à Assembleia Municipal. Agradecer aos candidatos a vereadores, uma equipa heterogénea, dinâmica, coesa e competente onde nenhum é reformado da política e todos vivem em Gondomar! (…) Esta é uma caminhada que conta com todos! É uma caminhada para todos. Porque Gondomar somos todos nós! para efetuar um levantamento das barreiras arquitetónicas” espalhadas pelo concelho, por forma a que, depois, possam ser tomadas “decisões políticas” que ajudem a resolver alguns dos muitos “estrangulamentos” existentes no concelho. A declaração era uma resposta direta aos utentes da unidade residencial de Valbom da Associação do Porto de Paralisia Cerebral que par- - defesa da segunda linha do Metro e intra-freguesias) entre os transportes rodoviários e ferroviários, captando sinergias de ambas as valências, assim como a generalização do Andante a todo o concelho, associado à revisão do zonamento do mesmo; e a defesa da segunda linha do Metro, cujo projeto de execução está concluído, unindo o centro do concelho, em S. Cosme, a Campanhã, no Porto, através da ligação via Freixo e Valbom. O candidato socialista pediu, também, “ano e meio ticiparam no debate, revelando estar na posse de um projeto aplicável ao perímetro em que se movimentam aqueles cidadãos (com cadeiras de rodas, scooters, etc., em idas ao banco ou ao supermercado, por exemplo), no seu dia-a-dia. Um projeto que, asseguraram, permitira “resolver coisas que, afinal, são muito fáceis de resolver”. O debate – que contou ainda com as presenças de Luís Filipe Araújo, presidente da Comissão Política Conce- lhia do PS/Gondomar, e de Paulo Ferreira, quadro da Sociedade de Transportes Coletivos do Porto – teve vários momentos de boa disposição, graças ao modo descontraído como o Professor Álvaro Costa foi transmitindo as suas ideias sobre a matéria. Considerado um dos mais conceituados especialistas da Europa nas questões da mobilidade, Álvaro Costa começou por dizer que “o país está com os problemas que está porque não sabe gerir o que tem”, partindo, depois, para uma série de comparações políticas, sociais e culturais entre Portugal e os países do Norte da Europa. “Nos países nórdicos se não há tráfego numa autoestrada não faz sentido pôr lá portagens, ao contrário de nós que destruímos valor”. “o país está com os problemas que está porque não sabe gerir o que tem” “Os nórdicos, em geral, gerem os bens públicos tão bem ou melhor do que os bens privados”, afirmou também o ex-administrador da STCP (entre 1997 e 2002), que considera existir, em Portugal, uma correspondência errada entre “o que é bem público e o acesso livre”, antes de concluir que “o que é bem público está a ser privatizado, e o que não é bem público está nas mãos do Estado”. No que respeita, em concreto, aos transportes públicos, Álvaro Costa entende que o fundamental para um decisor político, um presidente de Câmara, por exemplo, é saber munir-se de uma “rede de informação”, “quais são as opções que oferecem os operadores no terreno e, sobretudo, quais as consequências se se optar pela hipótese A, B e C”. Depois, concluiu, “o político que saiba decidir bem”. 10 julho 2013 julho 2013 11 DEBATE DEBATE Rui Nabeiro “apadrinhou” apresentação de mandatários » CLÁUDIA VIEIRA E FERREIRA DA SILVA SÃO OS MANDATÁRIOS DA JUVENTUDE E SÉNIOR DA CANDIDATURA DE MARCO MARTINS. NOMES FORAM REVELADOS DURANTE DEBATE SOBRE “EMPREENDEDORISMO E RESPONSABILIDADE SOCIAL Cláudia Vieira e Ferreira da Silva foram apresentados, recentemente, como mandatários da Juventude e Sénior da candidatura de Marco Martins à Presidência da Câmara Municipal de Gondomar. Com o auditório da Junta de Freguesia de S. Pedro da Cova completamente lotado, os mandatários foram conhecidos durante um debate, dedicado ao “Empreendedorismo e Responsabilidade Social”, em que Rui Nabeiro, da Delta Cafés, e Samuel Soares, da Samsys-Soluções Informáticas, marcaram presença como principais oradores. “Credibilizar as instâncias políticas assente no pilar da transparência e onde as pessoas estão sempre em primeiro lugar é, sem dúvida, um projeto das pessoas e para as pessoas, um projeto de confiança e no qual todos devemos acreditar”, afirmou Cláudia Vieira, que nasceu e reside em S. Pedro da Cova, é licenciada em Psicologia e pós graduada em Consulta Psicológica e Psicoterapias. E integra, desde 2006, os corpos sociais da Associação Social Recreativa Cultural Bem Fazer Vai Avante, onde desempenha, atualmente, as funções de presidente-adjunta. Pelo seu turno, Ferreira da Silva, natural e residente em Rio Tinto há 77 anos, vereador da Câmara de Gondomar durante dois mandatos e mandatário de Mário Soares nas eleições de 1986 para a Presidência da República, explicou que é preciso acontecer uma “mudança” no concelho e que a aposta “mais acertada” é a candidatura socialista. Nesta iniciativa, a terceira da candidatura enquadrada nos cinco pilares fundamentais identificados por Marco Martins, participaram, ainda, candidatos do Partido Socialista à presidência de juntas de freguesia e, ainda, atuais e ex-autarcas eleitos quer pelo PSD, quer pela CDU, além de Manuel dos Santos, em representação da Federação Distrital do Partido Socialista. Na sua intervenção final, Marco Martins assumiu “quatro compromissos, quatro ideias” para a Câmara Municipal de Gondomar. “A Câmara deverá ser facilitadora e atrativa do investimento”, defendeu Marco Martins, que voltou a prometer “a criação de um Gabinete de Apoio ao Empreendedorismo”, por forma a que os empresários “não tenham que esperar meses e meses pela resolução de um simples processo”. O candidato socialista propõe-se, ainda, fomentar o surgimento de “embaixadores económicos, dentro e fora do país”, que criem condições para que o investimento se fixe em Gondomar e, “de uma vez por todas, que se usem os mecanismos fiscais que estão legislados, reduzindo impostos e taxas” que proporcionem essa atração empresarial. Rui Nabeiro traçou, em linhas gerais, os passos mais significativos do seu percurso profissional, desde “a empresa que cresceu num barracão” ao grupo que, hoje, mantém interesses em áreas muito diversificadas. O fundador da Delta Cafés sublinhou a importância da valorização das pessoas enquanto tal e explicou que muito antes dos gestores se preocuparem com a questão da responsabilidade social já ele, na sua empresa, a exercia, com a instalação de vários serviços de índole social, médica e de enfermagem. Destaque, ainda, para a defesa que o comendador e empresário de Campo Maior fez da “cultura” que faz com que cada cliente seja um amigo, e cada amigo um cliente. Já Samuel Soares, diretor-geral da Samsys-Soluções Informáticas, PME de Excelência com sede em Rio Tinto – que terá, em breve, de transferir as suas instalações para um concelho vizinho, por não encontrar condições satisfatórias em Gondomar –, centrou a sua intervenção no exemplo da sua própria empresa, onde as pessoas e a cultura interna são as palavras-chave. Reconhecer as pessoas pelo bom trabalho que fazem, envolver os elementos da equipa nas decisões, apoiar as equipa nas situações pessoais, providenciar a estabilidade no trabalho, colocar trabalhos desafiantes e interessantes, promover oportunidades de crescimento e evolução na carreira e trabalhar a lealdade pessoal e com o projeto são algumas das ideias deste empresário, que avançou com uma iniciativa inovadora, a “DAME +”. De acordo com Samuel Soares, esta iniciativa quer dar a três empresas em dificuldade uma nova esperança, otimizando os seus sistemas e processos; ajudar 50 clientes a tirarem maior partido dos seus sistemas com formação especializada; motivar e dar ânimo a 500 empresários através de tertúlias, workshops e eventos; e educar e ajudar ativamente na formação e desenvolvimento de 10 formandos. Destaque, ainda, para Manuel dos Santos, que recordou a sua breve passagem pela Secretaria de Estado do Comércio para homenagear publicamente três pessoas – Sebastião Alves, Soares Santos e Rui Nabeiro – que lhe bateram à porta “não para sugerir alterações legislativas, ou pedir subsídios do PROCOM”, antes “se disponibilizaram” para o ajudar, “para aconselhar e estimular”. CLÁUDIA VIEIRA FERREIRA DA SILVA Mandatária da Juventude Mandatário Sénior Cláudia Vieira nasceu e reside em S. Pedro da Cova. Licenciada em Psicologia, é pós-graduada em Consulta Psicológica e Psicoterapias e trabalha, desde 2005, no âmbito dos protocolos RSI (Rendimento Social de Inserção) e é responsável pela elaboração de candidaturas e coordenação de projetos de intervenção comunitária. Foi presidente da Comissão Social da Freguesia de S. Pedro da Cova no biénio 2009/2011. Realizou estudos na área musical, tendo concluído em 2002 o Curso de Clarinete no Conservatório de Música do Porto. Integrou diversas filarmónicas e orquestras. Membro dos corpos sociais da Federação Nacional das Associações Juvenis, integrou a respetiva Direção entre maio de 2010 e novembro de 2012.É vice-presidente do Centro Regional de Formação de Animadores desde 2010. Desde 2006 integra os corpos sociais da Associação Social Recreativa Cultural Bem Fazer Vai Avante, desempenhado, atualmente, as funções de presidente-adjunta. Ferreira da Silva, empresário com 77 anos de idade, natural e residente em Rio Tinto, é o mandatário Sénior da candidatura de Marco Martins à Presidência da Câmara Municipal de Gondomar. Durante dois mandatos (oito anos) foi vereador da Câmara de Gondomar, eleito nas listas do Partido Socialista, e esse facto também terá contribuído para que tenha sido escolhido como mandatário de Mário Soares, nas eleições de 1986 para a Presidência da República. Foi dirigente concelhia e distrital do PS. Sócio-fundador da Caixa Agrícola de Gondomar e da Cooperativa de Agricultores de Gondomar, Ferreira da Silva também foi diretor da Agros-União de Cooperativas e da Caixa Central Agrícola. É perito-avaliador do Ministério das Finanças. julho 2013 12 julho 2013 13 CANDIDATOS CANDIDATOS BAGUIM DO MONTE NUNO COELHO COVELO E FOZ DO SOUSA ISIDRO SOUSA ENTREVISTA A próxima Câmara pode ser mais colaborante, com Marco Martins, mas temos pela frente quatro anos de dificuldades FINANCEIRAS PARA TODOS… Sim, mas há uma coisa que os governantes têm de perceber: austeridade em cima de austeridade não funciona. Estamos a perder postos de trabalho todos os dias, e esta obra vale dois a três milhões de euros, é uma mais-valia para a população e para os profissionais de saúde, e ainda cria postos de trabalho. Logo, não há razão para esta teimosia, é um investimento que pode ter valências que, hoje, não existem. Além de que o outro edifício pode ser reconduzido , depois, para um outro fim, ou alienado. O projeto do PS para este terceiro mandato confina-se ao centro de saúde? Não, o centro de saúde é apenas a pedra de toque. A primeira coisa que fizemos foi aproximar a autarquia dos cidadãos, abrir a autarquia às pessoas, colocar os autarcas ao serviço das pessoas, algo que, pura e simplesmente, não existia. Não temos a veleidade de querer ter uma universidade sénior, mas temos sete cursos para seniores na freguesia, e fomos a única no concelho a ter aulas de Mandarim… E para o futuro? Queremos apostar em pequenos espaços que sirvam as necessidades dos cidadãos. Parques infantis, por exemplo, algo que em Gondomar se vê muito pouco. Depois, a remodelação total do pólo desportivo do Crasto, que tem em junho e julho o maior torneio de futsal apoiado e patrocinado pela Associação de Futebol do Porto; temos um projeto de cobertura do espaço, para que possa ser utilizado no inverno, colocar um piso melhor, por exemplo, que sirva a patinagem, aumentar os balneários, reformular a zona adjacente com mesas familiares, com novos assadores e duas novas casas de banho, cujo telhado poderia servir de palco para grandes espetáculos ao ar livre. Com a abertura do centro escolar, em setembro, temos ainda dois projetos: nas duas escolas primárias que vão ser desativadas gostaria que numa delas fosse criada a Casa da Cultura e da Juventude, que também albergasse uma secretaria de apoio às coletividades e um auditório para o movimento associativo, e na outra podíamos colocar lá a Divisão da PSP que está, neste momento, em Rio Tinto, paredes-meias com a Esquadra da PSP. Simbolicamente, o que gostaria de assumir como a primeira medida após as eleições de 29 de setembro? Dar início à reformulação do pólo desportivo do Crasto. “ NOTÍCIA Marco Martins na apresentação de Nuno Coelho “ Dois mandatos não chegaram para o Nuno Coelho? Mais quatro anos para quê? Principalmente para começarmos a obra iniciada em 2005, de grande aproximação aos cidadãos. Oito anos numa freguesia como Baguim do Monte, com um orçamento limitado e uma Câmara que não nos apoia a 100%, não chegam. O grande compromisso que tenho com os baguinenses é a construção de um centro de saúde e trabalho nisto desde 2005. Conseguimos obrigar, entre aspas, a Câmara a comprar um terreno. Conseguimos, ainda no tempo do Governo de José Sócrates, que o secretário de Estado Manuel Pizarro colocasse uma verba em PIDDAC; a própria Câmara ainda tem no orçamento plurianual uma verba para esta construção. Portanto, conseguimos fazer a intermediação entre o Governo, a ARS e a Câmara, mas ainda não temos o centro de saúde. A Unidade de Saúde Lusíada existe, mas está na freguesia vizinha, na Venda Nova, e o compromisso que existia era que, logo após a construção do edifício, pensado de raiz, todo o pessoal que lá está hoje seria deslocalizado para aqui. O único obstáculo que existe, neste momento, é o atual Governo, que mandou congelar todas as obras. ENTREVISTA “ “ O grande compromisso que tenho com os baguinenses é a construção do centro de saúde O principal projeto é manter os edifícios das juntas do Covelo e da Foz do Sousa, e respetivo pessoal Isidro Sousa, candidato a um terceiro mandato. Um terceiro mandato para quê? Penso que na Foz do Sousa há ainda muito para fazer. Este meu segundo mandato foi um pouco parado, mais contencioso, não tem a ver com o que fiz no primeiro, e talvez também por isso entendi que devia recandidatar-me. Além disso, sinto por parte das pessoas que deveria seguir este caminho, porque mostram acreditar em mim e neste projeto. Quem me conhece sabe que só não faço se não puder fazer. ISIDRO SOUSA Eu, Isidro Sousa, de 59 anos de idade, vim para a Foz do Sousa, com 25 anos de idade. Aqui me liguei pelo casamento à família dos “Rola”, aqui me nasceram os filhos e os netos. Tenho no meu coração a alegria de ter sido em 2005 o primeiro Presidente de Junta eleito na nossa Freguesia nas listas do Partido Socialista – é uma gratidão que transporto comigo essa confiança que depositaram em mim e que nunca vos saberei agradecer como merecem. Serei agora o cabeça de lista à nova “União de Freguesias”. Mas, agora, temos uma realidade diferente, Foz do Sousa e Covelo, trata-se de uma União de Freguesias… É, de facto, apesar da nossa freguesia ser demasiado grande, agora com Covelo fica enorme. É preciso ter em conta que nós vamos aprender muito com os covelenses e que aos cidadãos vai acontecer o mesmo com os de Foz do Sousa. Não há equipas perfeitas, mas tenho a certeza, e as pessoas podem estar disso, que eu e o Silvino Paiva vamos dar as mãos e fazer o melhor que nos for possível. Na Foz do Sousa há muito para fazer, mas no Covelo também e entendo que o Silvino Paiva é a pessoa ideal para me ajudar a levar esta obra de vencida. Marco Martins participou na apresentação do candidato do Partido Socialista á Presidência da Junta de Freguesia de Baguim do Monte e da sua Comissão de Honra. Na sessão dedicada a Nuno Coelho, cuja campanha seguirá o lema “Uma força para continuar”, estiveram presentes, além do candidato socialista à Presidência da Câmara Municipal de Gondomar, Ricardo Bexiga (em representação da Federação Distrital do PS/Porto), Luís Filipe Araújo (presidente da Comissão Política Concelhia do PS/Gondomar), Francisco Laranjeiro (em representação da seção de Baguim do Monte do PS/Gondomar) e Manuel Santos (em representação da Mesa da secção de Baguim do PS/Gondomar), entre muitos outros dirigentes do PS e vários candidatos autárquicos. Quais são os principais projetos que vocês têm para estas duas freguesias, agora União? O principal projeto é manter os edifícios das juntas do Covelo e da Foz do Sousa, e respetivo pessoal, não tirar absolutamente nada às populações, porque não faz sentido obrigar os covelenses virem à Foz do Sousa tratar, por exemplo, de um atestado, ou os sousenses terem de ir ao Covelo tratar do que quer que seja, não faz sentido complicar a vida às pessoas. Devemos estar juntos da população. Para além disso, temos a Rua do Sardão, que começa em Jancido e vai até Covelo, é uma infraestrutura que gostaríamos de fazer de novo ou de melhorar, o caminho está aberto, mas é necessário alargá-lo um bocado. Também há outras vias que precisam de asfalto, paralelo, enfim, de algum cuidado. A rede viária é uma das nossas grandes apostas, para o desenvolvimento das terras e ajudar a fixar a malta jovem. Simbolicamente, que primeira medida vai tomar logo após as eleições? Nunca pensei, quando me candidatei pela primeira vez a presidente de Junta, que um dia poderia viver estar nesta situação de agregação de freguesias, por isso a primeira coisa fazer é dar as mãos com o Silvino Paiva, porque este desafio é muito grande. Gostava de repor o S. João, o padroeiro da Foz do Sousa, no seu sítio, de onde foi roubado há dois anos. Sei o quanto fiquei triste na altura, e não fui só eu, mas é um ex-libris da freguesia, não é nada do outro mundo, mas, se calhar, para algumas juntas, tudo o que passa dos mil euros já é muito dinheiro. Além disso, teremos de nos virar para o cemitério. SILVINO PAIVA Eu, Silvino Paiva, de 61 anos, sou actualmente o Presidente da Junta de Freguesia de Covelo de onde sou natural, onde casei e onde também me nasceram os filhos, tendo sucedido por eleição a uma Junta já anteriormente do Partido Socialista. Sou um homem reconhecido pelo trabalho e ação na minha Freguesia e prometo juntar essas minhas qualidades às do Isidro Sousa. Ocuparei o segundo lugar na lista à nova “União de Freguesias”. 14 julho 2013 julho 2013 15 CANDIDATOS CANDIDATOS LINDA ROSA Notas biográficas LINDA ROSA Membro da atual Assembleia de Freguesia de S. Pedro da Cova. Secretária do Executivo daquela no anterior mandato, entre 2005 e 2009. Primeira secretária da Assembleia de Freguesia de S. Pedro da Cova entre 2001 e 2005, órgão a que presidiu de 1997 a 2001. De quem se fala? De Linda Rosa, a cabeça da lista do Partido Socialista à União de Freguesias de Fânzeres e S. Pedro da Cova. FÂNZERES E S. PEDRO DA COVA LINDA ROSA ENTREVISTA A par com a intensa atividade política, Linda Rosa tem revelado outras competências, tendo integrado a Associação de Pais da Escola EB1 de Tardariz/Jardim-de-Infância do Belo Horizonte, em S. Pedro da Cova, a Comissão de Pais no Centro de Culto S. José-Comunidade Paroquial de S. Cosme, Gondomar, e ainda o Grupo Folclórico e Cultural de Tardariz. É licenciada em Ciências Históricas pela Universidade Portucalense Infante D. Henrique do Porto e profissionalizada para a docência pela Escola Superior de Educação do Porto. Profissionalmente, é professora do 2.º Ciclo de Português/ História e Geografia de Portugal. Linda Rosa lecionou em diversas escolas básicas, nomeadamente na Escola Básica de Paredes, Idães (Penafiel), Baguim do Monte, S. Pedro da Cova, Fânzeres, Valbom (Gondomar), Augusto Gil (Porto) e Canidelo (Vila Nova de Gaia). Foi professora/ explicadora na sala de estudo da Associação Recreativa e Cultural “Vai Avante”, de S. Pedro da Cova. NOTÍCIA CARLOS TAVEIRA Carlos Taveira, atual tesoureiro da Junta de Freguesia de Fânzeres, é o número dois na lista candidata pelo Partido Socialista (PS) à Junta da União de Freguesias de Fânzeres e S. Pedro da Cova. Feira da Bela Vista já tem projeto de revitalização O projeto de revitalização da Feira da Belavista, em Fânzeres, foi recebido pela população, sobretudo os feirantes e principais utentes, com notória satisfação. Marco Martins e Linda Rosa, candidatos pelo Partido Socialista à Presidência da Câmara Municipal de Gondomar e à Junta da União de Freguesias de Fânzeres e S. Pedro da Cova, respetivamente, apresentaram, recentemente, a sua base de trabalho, correspondendo, assim, ao compromisso assumido durante a primeira visita, em fevereiro deste ano. Marco Martins e Linda Rosa assumiram o compromisso de redesenhar o espaço da feira tornando-o mais ordenado e com melhores condições. De acordo com o projeto apresentado, da autoria dos arquitetos Alexandra Castro e Nicola Natali, residentes em Gondomar, será efetuado, depois das eleições de 29 de setembro, um repavimento com materiais que garantam conforto e durabilidade e colocadas árvores, além da criação de instalações sanitárias públicas e de apoio à feira, do redesenho do acesso junto da urbanização da Bela Vista e da eliminação das barreiras arquitetónicas e requalificação do pilar das cestas, valorizando-o como monumento e enquandrando-o numa pequena praça pública. A versão definitiva do projeto, a apresentar após o ato eleitoral, acolherá as propostas que os feirantes façam chegar às candidaturas. A receção positiva às ideias de Marco Martins e Linda Rosa, para além das vantagens encontradas nas soluções técnicas apontadas, explica-se com o facto dos feirantes aguardarem pela instalação de sanitários há 16 anos, operação que, curiosamente, apenas ocorreu durante esta semana, após o anúncio da revelação do projeto socialista. Por outro, e sobre o projeto de revitalização em si, muitos feirantes manifestaram-se surpreendidos com as múltiplas possibilidades encontradas para um espaço que preenche, e mal, a sua função original: feira e parque de estacionamento. Licenciado em Estudos Europeus, consultor e empresário, Carlos Taveira iniciou cedo a sua atividade política, desde sempre ao lado do PS e na defesa de causas sociais e culturais. Dirigente associativo, foi deputado e secretário da Assembleia de Freguesia de Fânzeres. É atualmente o tesoureiro da Junta de Freguesia de Fânzeres e o vogal responsável pela Cultura e Ambiente. Amante da Cultura, dinamizou o Prémio Nacional de Poesia da Vila de Fânzeres e criou os Prémios de Poesia Infanto-Juvenil e os Encontros de Autores da Vila de Fânzeres. Na sua vida profissional, Carlos Taveira exerce consultadoria de comunicação e é empresário na área educativa. Que principais dificuldades antecipa pelo facto de o território em que se candidata resultar da agregação de duas freguesias tão distintas? Vamos ter uma União de Freguesias que resulta da agregação de dois territórios completamente diferentes, com realidades, necessidades e formas de trabalhar diferentes. Essa será a principal dificuldade, entender as diferenças, respeitá-las e, contudo, ser capaz de as gerir para cumprir com essa união que nos foi imposta contra a nossa vontade. Além disso, outra dificuldade significativa será sermos capazes de fazer entender às pessoas que, apesar dessa união, não iremos fundir as duas freguesias, vamos continuar a respeitar a identidade de cada uma, e por isso é que vamos manter as atuais estruturas das respetivas juntas. Neste quadro, ao nível da administração e da gestão, aí sim, teremos de ter todo o cuidado, para que nenhuma das atuais freguesias se sinta prejudicada em relação à outra, fruto da tal união. Por outro lado, é preciso desmistificar o que algumas forças têm afirmado: que uma das freguesias vai ser mais importante do que a outra. Não é nada disso. Vamos trabalhar com todos e para todos. Porque alguém se lembrou de agregar as duas freguesias não temos de privilegiar esta ou aquela. Não. Vamos respeitar a individualidade de cada uma, mas vamos ter de as gerir formalmente numa união. E do ponto de vista eleitoral? Em Fânzeres o PS é poder, mas em S. Pedro da Cova não. “ Vamos trabalhar com todos e para todos Como pensa a sua equipa manter ou reforçar a votação num lado, e recuperar terreno no outro, sendo que, agora, temos mais uma candidatura? Em Fânzeres, e pelo contacto que temos tido com a população, é reconhecido ao PS um trabalho fantástico, principalmente em termos financeiros, o PS conseguiu transformar uma junta endividada numa autarquia com as contas controladas. Uma das pessoas responsáveis por esse trabalho é o Carlos Taveira, atual tesoureiro da Junta de Freguesia e número dois da minha lista, e com ele pretendemos alargar a nossa ação, fazer tudo aquilo que não foi possível nestes quatro anos por força do estrangulamento financeiro. A população reconhece isso e temos tido, na verdade, uma recetividade muito boa, há uma relação de confiança entre os cidadãos e o PS. Relativamente a S. Pedro da Cova, este projeto já começou há quatro anos, fui a número dois em 2009, altura em que ficamos a uma centena de votos de ganhar a Junta, portanto vamos continuar o trabalho que tem sido naturalmente desenvolvido. Quais são as principais linhas do projeto socialista para esta União de Freguesias? Em primeiro lugar, ter em conta a individualidade e as necessidades de cada uma das freguesias. Em S. Pedro, uma das questões que, por exemplo, me preocupa está relacionada com os cemitérios, neste momento eles estão a ficar esgotados, temos uma vintena de sepulturas por preencher e não vejo qualquer movimentação na Junta de Freguesia para resolver este problema. Em Fânzeres, uma das preocupações fundamentais está relacionada com a rede viária, que está realmente em muito mau estado. Mas também há projetos comuns, como, por exemplo, no domínio da segurança: a GNR já está nos dois territórios mas está distante das pessoas e não tem instalações dignas da força e do pessoal que lá trabalha, por isso vamos tentar trazê-la para um espaço mais próximo, por exemplo, da Estrada D. Miguel, num local mais central e que permita servir as duas freguesias. “ FÂNZERES E S. PEDRO DA COVA Qual será a sua primeira, e simbólica, medida após as eleições autárquicas? Dirigir-me as funcionários das atuais duas juntas, sem eles não podemos trabalhar, eles são fundamentais, teremos de perceber se existe necessidade de algum ajustamento, perceber as suas preocupações, eles estão mais perto dos problemas e, portanto, poderão ajudar-nos. Numa segunda fase, iremos ter em conta as sugestões que a população nos vai fazendo, e depois passaremos à concretização do nosso programa eleitoral, que será divulgado a seu tempo. Está fechada a equipa de candidatos? Está praticamente fechada. Falta resolver um ou outro pormenor, que será resolvido dentro de dias. DESISTÊNCIA DE ÚLTIMA HORA Fernanda Vieira, atual presidente da Junta de Freguesia de Fânzeres, eleita pelo PS, e candidata aprovada pelo Partido, desistiu da candidatura a seu pedido, 48h antes da apresentação pública, apesar dos esforços para que tal não se concretizasse, nomeadamente do Presidente da Concelhia e de Marco Martins, candidato à Câmara, com quem fez várias ações de campanha. O PS vai garantir a continuidade do projeto socialista em Fânzeres, com Carlos Taveira, atual tesoureiro da Junta de Fânzeres e responsável pelo pelouro da cultura, como número dois de Linda Rosa, uma autarca com muitos anos de experiência acumulada e uma mulher dinâmica com excecionais capacidades de trabalho para as pessoas e para a comunidade. Luís Filipe Araújo Presidente da Comissão Política Concelhia do PS/Gondomar julho 2013 16 julho 2013 17 CANDIDATOS CANDIDATOS LOMBA RUI VICENTE MELRES E MEDAS JOSÉ ANDRADE ENTREVISTA ENTREVISTA “ Estou habituado, nos últimos 49 anos, a fazer milagres sem dinheiro “ O que é necessário fazer para o PS readquirir a confiança popular e vencer as eleições de 2013 na Lomba? Entendemos que devemos continuar junto da população, como temos vindo a fazer ao longo dos ultimos oito anos, atentos às dificuldades dos nossos habitantes, procurando sempre demonstrar que podem contar conosco. Fazer uma campanha próxima das pessoas, uma campanha pela positiva, afastando todo o negativismo instalado na freguesia e que tem vindo a agravar-se. Mostrar que o PS pode trazer um novo rumo para a Lomba. Conquistar as pessoas com uma política justa, isenta, demonstrando que estamos abertos a ideias novas, ouvimos todos e não excluimos ninguém. Explicite o projeto socialista para esta freguesia, no que se refere aos próximos quatro anos. Queremos, principalmente, unir as pessoas em torno do nosso projeto. Uma das nossas batalhas será chamar as pessoas para a política, mudando mentalidades. Queremos que as pessoas sejam uma parte integrante de um projeto que pretende modernizar e colocar a nossa terra novamente num rumo de desenvolvimento e crescimento. Oueremos também travar a fuga silenciosa para as freguesias vizinhas. Para isso, pretendemos criar condições não nível da habitação, turismo e serviços. A equipa já está fechada? O projeto do PS tem vindo a ser desenvolvido por uma equipa jovem, sólida e dinâmica, ao longo dos últimos oito anos, sempre recetíveis à entrada de novos elementos, com novas ideias e que estejam dispostos a trabalhar em prol da nossa terra.Felizmente esta equipa tem vindo a crescer, adquirindo experiência, conhecimento, e, por isso, atualmente, estamos prontos para dar responta às reais necessidades dos habitantes e da freguesia. Esta equipa nunca estará fechada porque o nosso projeto é para todos. Ganhando as eleições autárquicas, qual vai ser, simbolicamente, a primeira medida do Rui Vicente? Vamos começar por fazer uma auditoria às contas da Junta e, dando-a a conhecer aos habitantes, implementar um orçamento participativo, onde cada um fará ouvir a sua voz sobre o destino do dinheiro de todos. E, também, descentralizar as reuniões da Assembleia de Freguesia e do Executivo, passando a realizarem-se por todos os lugares. Queremos estar próximos dos habitantes, queremos que os habitantes estejam integrados no desenvolvimento da Lomba. “ “ Continuar junto da população como temos vindo a fazer ao longo dos últimos oito anos A União de Freguesias traz a Melres e a Medas uma nova realidade. O que faz a candidatura de José Andrade face a esse facto? As pessoas das Medas vêm a freguesia de Melres de uma forma mais ou menos admirada. Primeiro, pela sua exposição; segundo por um conjunto de infraestruturas que tem. Por outro lado, as pessoas de Melres vêm a freguesia de Medas como um complemento do seu território. E porquê? Porque ela tem algumas infraestruturas que Melres não tem, como um pavilhão coberto ou as piscinas. Logo, estas infraestruturas vão complementar-se num mesmo território. O que vamos ter de saber fazer é planear e estruturar a utilização dessas infraestruturas, por forma a que todos sintam que elas são comuns, tal e qual como Medas já faz hoje com os bombeiros: diz-se que os bombeiros são de Melres e não são nada, são de Medas, Melres, Covelo, Rio Mau... Isso significa que em Medas e Melres há uma unidade geográfica superior à que existe, por exemplo, em S. Cosme, Valbom e Jovim? Claramente. Os nossos 18 quilómetros quadrados representam um território imenso, não têm tantos eleitores assim, mas possuem outras valências que são fundamentais para Gondomar. A reestruturação de todas as infraestruturas do território é fundamental para que a comunidade tenha maior qualidade de vida. Há quatro anos, o PS ficou a poucos da vitória em Medas e ganhou, também por curta diferença, em Melres... Todos os portugueses sabem que os próximos tempos são difíceis, são tempos em que vamos ter que nos habituar a viver sem dinheiro, sem subsídios. O José Andrade está habituado, nos últimos 49 anos, a fazer milagres sem dinheiro. E como se fazem milagres sem dinheiro? É com pessoas, pensando em gestão e pensando em sinergias, permanentemente. Tenho de Marco Martins o compromisso de que, com a sua vitória, haverá um aumento de competências e serão afetos funcionários da Câmara ao território de Medas e Melres. Esses funcionários, que não custam nem mais um tostão ao Orçamento da Câmara, ao ficar, digamos, residentes em Melres, ou em Medas, serão a mesma coisa que o presidente da Câmara aumentar o nosso Orçamento. Por isso, o valor dos ordenados que, dessa forma, se desloquem para aqui vão permitir que o José Andrade consiga criar uma estrutura no terreno que possa claramente acudir a todos os problemas da comunidade. Quanto é que se gastou com isso? Nada!. De que projetos, em concreto, estamos a falar para esta União de Freguesias? Se conseguirmos ter perfeitamente estruturada a equipa que vai poder trabalhar junto da comunidade há alguns projetos em que apenas queremos ser influência, porque eles não são da responsabilidade da Junta. Por exemplo, o saneamento básico do nosso território, só temos de ser um elemento de pressão; para termos ambiente, para termos praia, temos, em primeiro lugar, de estruturas básicas como o saneamento. A seguir, podemos pensar no Douro, na praia, no passeio junto à praia, na ligação entre as praias de Melres e de Moreira, na interligação destas duas praias e desta margem do Douro à serra, em potenciar o turismo no rio Douro. A piscina tem de ser uma infraestrutura usada pela comunidade, o pavilhão gimnodesportivo, que está fechado, tem de se voltar para o meio em que está inserido… Se ganhar as eleições de 29 de setembro, qual gostaria que fosse a sua primeira medida? Claramente, criar uma estrutura de serviço para a comunidade para, de seguida, tratar dos grandes projetos. Não podemos esquecer, por exemplo, que Melres tem uma lacuna enorme com a Terceira Idade, pensar num projeto de residência, de estadia ou de centro de dia para Melres é fundamental. Última questão: que solução, que olhar para o desemprego tão pesado que atinge, no fundo, todo o concelho? Estamos a viver um problema gravíssimo com os desempregados, os desempregados não têm caminho. Nós não temos tecido económico para conseguir escoar ou produzir emprego para esta gente. Gostaria imenso de criar uma ferramenta, um caminho, para que os nossos jovens, os nossos desempregados, encontrassem as competências necessárias para que desempenhassem profissões. julho 2013 18 julho 2013 19 CANDIDATOS CANDIDATOS RIO TINTO ENTREVISTA “ “ Quero os serviços da Junta com certificado de qualidade NUNO FONSECA NOTÍCIAS Excelente recetividade em Rio Tinto na zona da Estação da CP Se ganhar as eleições de 29 de setembro será o terceiro mandato consecutivo do PS. Para quê um terceiro mandato? O terceiro mandato é importante porque o projeto socialista para Rio Tinto não está terminado, há pontos que nestes últimos oito anos, até por força das circunstâncias, não puderam ser concluídos. Candidatos socialistas prometem reabilitar a Areosa Por Rio Tinto vamos continuar Marco Martins e Nuno Fonseca, cabeças das listas do Partido Socialista à Câmara Municipal de Gondomar e à Junta de Freguesia de Rio Tinto, respetivamente, percorreram, recentemente, a zona da Areosa, no perímetro entre o cruzamento onde confluem três concelhos e o antigo Mercado da Areosa. O tom dos comentários deste contacto com a população teve um único sentido: as obras efetuadas no mercado e as alterações na circulação automóvel com a introdução de parquímetros, desde o início do ano, “mataram” o comércio e a animação local. Acompanhados de vários membros das respetivas listas e, ainda, de dirigentes socialistas, Marco Martins e Nuno Fonseca inteiraram-se das queixas dos cidadãos e, sobretudo, dos comerciantes com estabelecimentos com frente para a Rua D. Afonso Henriques, com passeios muito estreitos e trânsito intenso ao longo de todo o dia e noite em duas únicas faixas de rodagem. Qual é então o grande projeto para os próximos quatro anos? Há dois vetores, um interno e outro externo. Internamente, quero que os serviços da Junta sejam certificados ao nível da qualidade, nomeadamente no que diz respeito à gestão dos cemitérios e ao atendimento ao público. Externamente, gostaria que a Junta fosse capaz, através do protocolo de competências com a Câmara, de ser capaz de responder a todas as necessidades dos riotintenses, por forma a que não haja aquela desculpa de que isto é serviço da Câmara e aquilo já é da Junta. Não, a Junta e a Câmara, através da Junta, deverão ter resposta pronta para as necessidades dos cidadãos. Refiro-me a jardins, buracos, estradas, ruas, sinalização, obras, enfim, uma série de coisas que, hoje, aparecem aos olhos das pessoas como sendo duas entidades a trabalhar nelas. Rio Tinto é uma freguesia diferente das outras, tem uma enorme densidade populacional e, por isso, tem de ser tratada como merece. As manifestações de descontentamento foram de tal dimensão que Marco Martins e Nuno Fonseca se viram obrigados a assumir que, dentro das suas limitações e tão em breve quanto possível, apresentarão um projeto de reabilitação para toda aquela zona. A arruada ficou marcada por um acidente, logo no seu começo, quando uma mulher foi atropelada por um autocarro, no cruzamento da Areosa, à entrada da Rua D. Afonso Henriques. Nuno Fonseca (que trabalha no INEM) e Marco Martins (bombeiro nos Voluntários da Areosa) foram dos primeiros a prestar socorro à vítima. Entretanto, chegaram as equipas do INEM e da Viatura Médica de Emergência e Reanimação e a vítima transportada ao hospital. A equipa está fechada? Não. Não está porque queremos associar a este projeto, que merece ser acarinhado, um conjunto de pessoas que, não tendo nada a ver com o Partido Socialista, têm conhecimento, experiência e atitude cívica que, pensamos, deverá ser aproveitada. Aliás, já enderecei alguns convites que tiveram resposta positiva, o que muito me satisfaz. Marco Martins obteve, na eleição para o seu segundo mandato, uma vitória histórica para o Partido Socialista. Quatro anos depois, é expetável um resultado semelhante, ou não? É expectável, sim, mas temos de considerar alguns aspetos: as pessoas mudam, os projetos adaptam-se às novas circunstâncias e passou mais um mandato. Marco Martins obteve há quatro anos um reforço da sua votação, em relação ao primeiro mandato, e espero que o trabalho desenvolvido por ele e pela sua equipa, da qual faço parte desde a primeira hora, suscite a confiança plena dos riotintenses. NUNO FONSECA RIO TINTO Praticamente à porta de casa, Marco Martins e Nuno Fonseca, candidatos socialistas à liderança da Câmara Municipal de Gondomar e da Junta de Freguesia de Rio Tinto, respetivamente, sentiram uma excelente recetividade por parte dos cidadãos, no final da semana passada, durante mais uma ação de contacto com a população, na zona da Estação da CP, em Rio Tinto. E não surpreende. Ambos gozam de grande popularidade naquela zona, pelo que o modo alegre e bem disposto como foram recebidos demonstra, uma vez mais, o trabalho positivo que Marco Martins e a sua equipa (que Nuno Fonseca integra desde a primeira hora) desenvolveram nos últimos oito anos. O primeiro outdoor da candidatura de Nuno Fonseca à Presidência da Junta de Freguesia de Rio Tinto já está colocado, na rotunda junto ao antigo Mercado de Rio Tinto. O equipamento divulga, também, a candidatura de Marco Martins à Presidência da Câmara Municipal de Gondomar. Os dois candidatos lado a lado, um projeto comum, um objetivo comum, Rio Tinto, porque, como diz o slogan de campanha, “Por Rio Tinto vamos continuar”. 20 julho 2013 julho 2013 21 CANDIDATOS CANDIDATOS S. Cosme, Valbom e Jovim ANTÓNIO BRAZ Notas biográficas ANTÓNIO BRAZ ENTREVISTA António Braz é o primeiro nome da lista de candidatos à União de Freguesias de S. Cosme, Valbom e Jovim. É casado, tem 55 anos e duas filhas. Empregado bancário e licenciado em Gestão Bancária pelo Instituto Superior de Gestão Bancária, António Braz tem revelado, desde a década de 1980, uma intensa atividade autárquica, e é um profundo conhecedor da realidade local. Entre 1982 e 1989, integrou a Assembleia Municipal de Trancoso. Em 1989 foi eleito para o Executivo da Junta de Freguesia de Valbom e exerceu o mandato até 1993. Depois, cumpriu três mandatos (1993/1997 e 2001/2009) como deputado à Assembleia de Freguesia de Valbom. É desde 2001 membro da assembleia municipal, tendo sido também eleito em 2009 para a Assembleia Metropolitana do Porto, exercendo neste momento ambos os mandatos. Integrou vários órgãos deliberativos e executivos do Partido Socialista, de âmbito local, concelhio, distrital e nacional. Ao nível sindical, António Braz tem participado, desde 1991, em vários órgãos do Sindicato dos Bancários do Norte e da União Geral dos Trabalhadores, cujo Secretariado Nacional integra desde 2009. É, ainda, membro da Comissão de Trabalhadores do BST e da Comissão Coordenadora das Comissões de Trabalhadores da Banca desde 2009. Do ponto de vista cívico, a atividade de António Braz não é menos relevante. Foi dirigente dos Bombeiros Voluntários de Valbom, entre 2004 e 2008 (dois mandatos), assim como do Centro Social, Cultural e Paroquial de Valbom (CSCPV), de 1994 a 1997. É, desde 2005, membro do Conselho Fiscal do CSCPV, o qual preside desde 2010. CARLA FERREIRA Carla Ferreira, residente em Gondomar (S. Cosme), bacharel em Contabilidade e Administração pelo Instituto Superior de Contabilidade e Administração do Porto (ISCAP) e licenciada em Auditoria pela mesma instituição, é a número dois da lista candidata pelo Partido Socialista (PS) à Junta da União de Freguesias de S. Cosme, Valbom e Jovim. Responsável desde 2005 pela contabilidade das empresas do Grupo Freitasmar (ligado ao setor da aquicultura e pescas), assumiu a Direção Financeira do grupo em 2010. Anteriormente, desempenhara, durante cinco anos, a função de Auditora Financeira na sociedade “ABQV - Sociedade de Revisores Oficiais de Contas”. Integra a Assembleia de Freguesia de Gondomar (S. Cosme) e pertence à Comissão Política Concelhia do PS, assim como ao Secretariado do PS de S. Cosme. Fez parte do departamento do Porto das Mulheres Socialistas. S. Cosme, Valbom e Jovim HENRIQUE CARDOSO Henrique Cardoso, casado, com quatro filhos e residente em Jovim, é o terceiro da lista do Partido Socialista (PS) candidata à Junta da União de Freguesias de S. Cosme, Valbom e Jovim. Aposentado da Função Pública, Henrique Cardoso exerceu as funções de canalizador no Serviços Municipalizados de Águas e Saneamento do Porto, empresa onde desempenhou as funções de dirigente da Casa dos Trabalhadores e, ainda, da canoagem dos SMAS. Sempre nesta empresa, foi ainda responsável pela cantina ao longo de oito anos. É membro do secretariado da secção de Jovim do Partido Socialista e da respetiva Comissão Política Concelhia. Foi dirigente da Associação de Canoagem do Porto, tendo Integrado por diversas vezes a comitiva da Federação Portuguesa de Canoagem em diversas provas do Campeonato do Mundo. Em 2009, o PS ficou a 20 votos da vitória em Valbom. Quatro anos depois, como pensa recuperar essa diferença nesta nova mega-freguesia que inclui S. Cosme, Valbom e Jovim? É uma realidade diferente. O território é outro e, sobretudo, há mais candidaturas, pelo que é previsível que haja uma distribuição de votos, pelo menos, à nossa direita. Há quatro anos aconteceu uma concentração de votos que, desta vez, será redistribuída, pelo menos, por duas forças e isso é um fator que achamos deve ser tomado em consideração. Também penso que, em alguns locais, será possível reforçar a nossa votação, já que no passado fizemos uma campanha menos aguerrida e, agora, para estas eleições, estou a tentar imprimir mais algum dinamismo. NOTÍCIAS Marco Martins no primeiro contacto de António Braz com a população Mas a agregação de freguesias não pode distorcer esse raciocínio? Exatamente por isso é que vamos tentar transmitir a S. Cosme e a Jovim a dinâmica forte que existe em Valbom. Em Jovim, há quatro anos, ficámos aquém do que pensamos ser possível, e em S. Cosme também é possível fazer melhor. Logo, apostamos numa candidatura aguerrida e determinada. Qual é o principal projeto para esta União de Freguesias? O principal projeto está focado nas pessoas. Vivemos com tantas dificuldades neste momento, os jovens que não têm emprego, os idosos que acabam sozinhos e, por vezes, sem familiares que os possam ajudar… enfim, um mar de problemas. Por isso, e num momento em que o Estado subtrai e corta cada vez mais nos apoios sociais, penso que devemos apostar nas pessoas, na proximidade e no apoio que possamos prestar a esses cidadãos, temos de estar junto dos mais frágeis. Além disso, naturalmente, iremos lutar pela segunda linha do Metro, questão fundamental em termos de acessibilidades. Tratar, valorizar e cuidar de toda a margem do Douro que está no nosso território é outra prioridade, já que aquela zona do Pólis está um pouco abandonada, e, por fim, a criação de um Parque Urbano. Se o António Braz ganhar as eleições, qual será a sua primeira medida? Virar-me para as pessoas, criar um gabinete, tirando partido das três estruturas administrativas que existem em S. Cosme, Valbom e Jovim, a que as pessoas possam recorrer, e melhorar o que possa existir, porque é necessário ouvir as pessoas, acompanhá-las e apoiá-las. O momento que vivemos, infelizmente, é de enormes dificuldades sociais, grandes dramas pessoais, e nós temos de ser os primeiros a estar junto das pessoas. PS assume compromisso com bombeiros Depois dos Bombeiros de Melres e de Gondomar, Marco Martins, candidato pelo Partido Socialista (PS) à Presidência da Câmara Municipal de Gondomar, reuniu com a direção dos Voluntários de Valbom. Acompanhado por António Braz, candidato pelo PS à Presidência da Junta da União de Freguesias de Gondomar, Valbom e Jovim, e por vários membros da lista de candidatos para a Câmara Municipal, Marco Martins comprometeu-se a promover o voluntariado, através do acesso gratuito dos seus membros a equipamentos municipais, como, por exemplo, as piscinas. O candidato socialista manifestou, também, a intenção de disponibilizar nas AEC’s a disciplina de Proteção Civil, promover ações de formação na área da vigilância florestal para desempregados e, ainda, reforçar o Sistema Municipal de Proteção Civil (agora inoperante) em meios humanos e materiais. Marco Martins, candidato pelo Partido Socialista à Presidência da Câmara Municipal de Gondomar, acompanhou, recentemente, António Braz, no primeiro contacto do candidato socialista a liderança da União de Freguesias de S. Cosme, Valbom e Jovim com a população de Gondomar (S. Cosme). Na companhia de vários candidatos a vereadores e de Carlota Teixeira, cabeça da lista do PS à Assembleia Municipal, Marco Martins e António Braz ouviram diversas queixas relacionadas com o estacionamento e a falta de critérios na instalação de parcómetros no centro de Gondomar (S. Cosme), o que aconteceu no início deste ano, já que há zonas que os têm, e outras, sem que se perceba porquê, não foram contempladas, e vice-versa. Neste contacto foi visível um número crescente de lojas fechadas, nomeadamente em centros comerciais, e é cada vez mais notória a falta de um programa de incentivo e apoio ao comércio local. julho 2013 22 julho 2013 23 CONCELHO CONCELHO PS vai reduzir impostos A Assembleia Municipal de Gondomar deliberou, no passado dia 28 de junho, por proposta do PS, com os votos favoráveis do PS, PSD, CDS e do Bloco Esquerda, adiar a aprovação de propostas da Câmara Municipal relativas a matérias fiscais (IMI, Derrama e TMDP – Taxa Municipal dos Direitos de Passagem) para o ano de 2014. O “Movimento Independente” ficou isolado e veio a terreiro afirmar que o PS impedia a redução dos impostos… Nada mais falso! O Partido Socialista vai apresentar, logo após as eleições de 29 de setembro, um conjunto de propostas que vão, precisamente, reduzir os impostos aos gondomarenses. O IMI (Imposto Municipal sobre Imóveis), a Contribuição Autárquica de antigamente, é a principal receita própria da autarquia e uma das principais fontes de financiamento. Tributa todos os imóveis (casas e terrenos) e a autarquia pode fixar a taxa aplicar entre um mínimo e um máximo permitido por lei. Para tal, a Câmara deve fazer uma proposta à Assembleia Municipal e, depois de ser aprovada neste fórum, comunicar a decisão à Autoridade Tributária, até ao dia 30 de novembro de cada ano. Habitualmente, a proposta da Câmara Municipal é votada pelo seu Executivo em meados de setembro e a Assembleia vota, normalmente, no fim do mesmo mês. Ao longo dos últimos oito anos, o Partido Socialista de Gondomar tem vindo a defender na Assembleia Municipal a criação e implementação de taxas diferenciadas, além de uma descida do IMI. Essa mesma ideia-base integra o programa eleitoral autárquico a apresentar, brevemente, aos gondomarenses. Para o PS, os impostos não são só um meio de arrecadar receita, são também um instrumento de redistribuição de recursos. Por isso, a aplicação no IMI de taxas diferenciadas por freguesia ou a aplicação da taxa máxima a edifícios que pelo seu mau estado de conservação não cumpram a sua função e que possam constituir um perigo para pessoas e bens é um instrumento de coesão territorial e social. A Câmara Municipal de Gondomar tem-se limitado a aplicar uma taxa única, e normalmente a máxima. Através de políticas fiscais podem-se conceder incentivos às famílias para que se fixem em áreas territoriais Marco Martins desafia adversários para debate Candidaturas do PS já têm sede Foi inaugurada, no final do mês passado, a sede das várias candidaturas do Partido Socialista às autarquias do concelho de Gondomar, num ambiente informal e de grande descontração. A sede – situada na Praceta 25 de Abril, nº 16, em Gondomar (S. Cosme) – funcionará como um local de trabalho e de ponto de encontro da equipa de voluntários que tem vindo a colaborar com as diferentes candidaturas socialistas. Para Marco Martins, candidato à Presidência da Câmara Municipal de Gondomar, este espaço – numa das mais movimentadas zonas do centro da cidade – possibilitará, sobretudo, manter o contacto com a população quase em regime de permanência, uma vez que estará de portas abertas aos cidadãos todos os dias. menos atrativas, combatendo dessa forma alguma tendência de perda de atratividade em algumas freguesias. A taxa de IMI a vigorar para ano de 2014 poderia ter uma função de discriminação positiva em relação a algumas freguesias menos dotadas do ponto de vista de infraestruturas básicas, como sejam a rede de saneamento pública, a rede viária e outras. Por outro lado, a candidatura do PS defende que esta diminuição de receita pode ser compensada pela aplicação da taxa máxima aos prédios devolutos, abandonados e degradados, pois assim se penalizaria os proprietários que tendo possibilidades económicas deixam ao abandono os seus prédios. A Câmara de Gondomar fixa sempre uma taxa única de IMI para todo o concelho e, exceto no ano de 2013, foi sempre a máxima. Este ano fez aprovar em reunião de Câmara uma proposta de IMI anormalmente cedo (em junho), para fazer campanha e obter dividendos eleitorais. O PS, acompanhado do PSD, BE e CDS, entenderam que esta Câmara não deve tomar decisões que afetem o Orçamento do próximo ano, porque havendo eleições em setembro caberá à Câmara eleita decidir sobre questões orçamentais para 2014. Para além disso, o candidato do Partido Socialista à Presidência da Câmara Municipal de Gondomar pensa que devem existir quatro taxas diferenciadas no concelho. O PS e a sua candidatura vêm o IMI como uma forma de intervir a propósito dos mais desfavorecidos e condenam a utilização dos impostos como instrumento de campanha. Fixem-se, então, os impostos depois das eleições de 29 de setembro, porque a situação crítica dos gondomarenses não deve servir demagogias e populismos. A Assembleia Municipal, que é o órgão mais representativo dos gondomarenses, votou pela retirada da proposta dos impostos desta discussão eleitoral. E agiu bem. A candidatura socialista defende, igualmente, a devolução aos contribuintes de 1% do IRS pago como forma de criar atratividade fiscal e compensar as penalizações que este Governo tem introduzido nas famílias que vivem do seu trabalho. Marco Martins desafiou os restantes candidatos à Presidência da Câmara de Gondomar para um debate público onde pudessem ser apresentados e confrontados projetos e soluções políticas, na sequência de uma “colagem” de outros candidatos às ideias socialistas. O BE manifestou disponibilidade semelhante à do candidato do Partido Socialista, a CDU disse que não, o PSD não respondeu e o candidato independente Fernando Paulo/Valentim Loureiro disse que... “nim”! Marco Martins reafirma apoio a coletividades Marco Martins, candidato pelo Partido Socialista à Presidência da Câmara Municipal de Gondomar, tem assumido, em reuniões com dirigentes associativos, o compromisso de manter os apoios às coletividades, otimizando as atuais disponibilidades e apostando na formação. Marco Martins tem manifestado disponibilidade para adequar a atribuição e o pagamento de subsídios em função de necessidades específicas. O raciocínio aplica-se, no campo desportivo, aos clubes que precisam de dinheiro em junho, julho, ou seja, a tempo de pagar as inscrições para a época seguinte. Nesta reunião, Marco Martins assumiu ainda que irá estudar a possibilidade de a Câmara Municipal pagar diretamente as inscrições à Associação de Futebol do Porto, à semelhança do que sucede noutras autarquias. O candidato socialista comprometeu-se, também, a criar o Gabinete de Apoio ao Associativismo, balcão único de contacto entre a Câmara e as associações, e que tenha portas abertas uma vez por semana à noite e ao sábado, por forma a que os dirigentes associativos não sejam obrigados a incorrer em falta com as suas obrigações laborais. julho 2013 24 ÚLTIMA HORA BRISA/AEDL prejudicam o PS O consórcio Brisa / Auto Estradas do Douro Litoral removeu abusivamente, e sem qualquer comunicação prévia, no passado mês de março, um pequeno outdoor de campanha do PS/Gondomar (com 4m x 1,5), colocado na rotunda de acesso da EN108 “Marginal” ao nó de Medas da Auto Estrada A41, alegando que o mesmo colocava em causa a segurança rodoviária. A colocação da estrutura pelo PS obedeceu à legislação em vigor. Na altura o PS protestou discordando mas, tendo por base a garantia dada pela BRISA/AEDL de que idêntico tratamento seria dado a outras candidaturas, não formalizou queixa. Para espanto do PS, foi colocada na mesma rotunda, no final de junho, uma estrutura da candidatura de Fernando Paulo à Câmara de Gondomar, pelo Movimento Independente Valentim Loureiro – Gondomar no Coração, com quatro faces de 4m x 2m (32 m3), seis vezes mais da área da do PS. Mal o PS se apercebeu da existência da estrutura, expôs a questão à BRISA/AEDL, que deu garantias de que iria atuar em conformidade. Passados alguns dias, sem qualquer ação da BRISA/AEDL, foram colocadas as lonas com a respetiva propaganda, tendo a BRISA/AEDL informado que não iria remover o material da candidatura independente para “não cometer qualquer ilegalidade”. Ora, a BRISA/AEDL têm dois pesos e duas medidas? Não se pode cometer uma ilegalidade para com a can- Editorial Luís Filipe Araújo Presidente da Comissão Política Concelhia do PS/Gondomar Nos últimos meses, a candidatura do PS à Câmara Municipal de Gondomar teve a oportunidade de chegar junto das pessoas, confrontando-as com as suas propostas, os seus projectos e as suas ideias, apresentando o candidato Marco Martins e percebendo que a mudança é muito aguardada e que não há mais espaço para o imobilismo e a continuidade apática. Contactamos centenas de associações que tiveram a oportunidade de enriquecer, como fizeram, as nossas propostas para o município, aceitando o desafio de contribuir para a construção do nosso programa eleitoral, que será, acima de tudo, um compromisso com Gondomar e com os Gondomarenses. O movimento associativo merece, de nossa parte, uma mensagem de serenidade e de confiança, pois sabemos bem da sua importância em Gondomar, devendo sempre ser acarinhado e reconhecido como um dos pilares sociais, culturais e desportivos do concelho. Estivemos perto das empresas, não apenas das que estão ligadas às actividades tradicionais do município, mas também das que se abeiram de novos desafios. Tentamos compreender as suas dificuldades e aquilo de que carecem das autarquias locais e onde é possível fazer melhor. Visitamos os conjuntos habitacionais do município, frequentamos os transportes públicos, estivemos nos mercados e nas praias fluviais, tudo fazendo sempre para nos abeirarmos das pessoas e dos seus problemas, num tempo difícil de explicar, em que a actividade política é repetidamente apoucada, nem sempre sem razão. didatura que está no poder na Câmara de Gondomar, mas pode-se cometer com a candidatura do PS? O que tem a BRISA/AEDL a esconder? Porque deve o poder municipal, agora recandidato, ter um tratamento privilegiado? O Partido Socialista de Gondomar não compreende a diferença de tratamento entre candidaturas. Esgotada a via de diálogo e a tentativa de resolução da situação, outra medida não restou ao PS senão formalizar queixa junto da Comissão Nacional de Eleições, por desigualdade de tratamento e falta de imparcialidade da BRISA/AEDL. www.marcomartins.pt | Fomos trilhando um caminho de obrigatória aproximação e contacto com os Gondomarenses, sensibilizando-os para o acto eleitoral que se aproxima, e para a necessidade de não se alhearem do que é a coisa pública, de se fazerem ouvir e de participarem na mudança. A mudança que é séria e que vem a caminho. Essa mudança que Gondomar aguarda e que vai chegar em breve e cheia de vigor, porque sabe que, vindo já atrasada, ainda chegará a tempo de vingar. facebook.com/MarcoMartinsGondomar2013