PS vai
reduzir
impostos
municipais
JORNAL DA CANDIDATURA DE MARCO MARTINS À CÂMARA DE GONDOMAR
julho 2013
DISTRIBUIÇÃO GRATUITA
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Carlota Teixeira
lidera lista para
a Assembleia
Municipal
PÁGS. 03 a 07
Seguro na apresentação
da candidatura socialista
junto ao rio Douro
PÁGS. 2 a 8
Conheça
a equipa de
Marco Martins
para a Câmara de
Gondomar
PÁGS. 12 a 21
Saiba quais são
as principais
ideias dos
candidatos
às juntas
Entrevistas a todos os cabeças de lista.
Rui Nabeiro “apadrinhou”
mandatários Sénior
e da Juventude
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CONCELHO
CONCELHO
Gondomar vai mudar
A EQUIPA DE
MARCO MARTINS
» António José Seguro, secretário-geral do PS, marcou presença na sessão pública de apresentação
dos vários candidatos socialistas às próximas eleições no concelho de Gondomar
Nas próximas páginas fique a conhecer os nomes
já definidos da equipa de Marco Martins para a Câmara Municipal de Gondomar.
Desde o dia da aprovação da candidatura, Marco
Martins sempre afirmou que a lista a apresentar
aos órgãos do Partido Socialista para aprovação teria seis critérios: representatividade geográfica do
território do concelho, representatividade política,
abertura à sociedade civil, competência, capacidade de trabalho e confiança!
conseguiu construir um único parque urbano, uma
zona verde de relevo. Entubou rios, depositou resíduos
perigosos em S. Pedro da Cova, não conseguiu concluir
a rede de saneamento no alto concelho, não teve capacidade de melhorar ligações internas de transportes
públicos, de preservar o património, nem de captar investimento!”
“Gondomar parou no tempo e
não acompanhou o desenvolvimento dos concelhos vizinhos”
Marco Martins manifestou, no final de maio, uma grande confiança na sua candidatura à Presidência da Câmara Municipal de Gondomar, durante a sua apresentação pública. Após uma caminhada de dois anos, em
contacto com as populações e no interior do Partido
Socialista (PS), Marco Martins diz ter recebido “incentivos, estímulos e apoios para avançar, tendo percebido
que os gondomarenses “querem gente da terra à frente
do município”. Daí que, “dando a cara, sem medo, sem
receio”, afirmou: “Gondomar vai mudar, Gondomar vai
mesmo mudar e vai mudar já em outubro!”
de freguesia: Nuno Coelho (Baguim do Monte), Linda
Rosa (Fânzeres e S. Pedro da Cova), Isidro Sousa (Foz
do Sousa e Covelo), Rui Vicente (Lomba), José Andrade
(Medas e Melres), Nuno Fonseca (Rio Tinto) e António
Braz (S. Cosme, Valbom e Jovim).
Na sessão pública, que decorreu ao ar livre em Gramido, Valbom, o PS concretizou a apresentação pública
do candidato socialista à Presidência da Câmara Municipal de Gondomar, Marco Martins, da equipa de candidatos a vereadores, da líder da lista à Assembleia Municipal, Carlota Teixeira, e dos cabeças de lista às juntas
Na sessão – que contou com a presença de largas centenas de pessoas de pessoas, incluindo António José
Seguro, secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, líder
da Federação Distrital do PS/Porto, Luís Filipe Araújo,
presidente da Comissão Política Concelhia do PS/Gondomar, deputados à Assembleia da República e outros
“GONDOMAR VAI MUDAR, GONDOMAR VAI MESMO MUDAR E VAI MUDAR JÁ EM OUTUBRO”
candidatos autárquicos socialistas –, Marco Martins reafirmou, um por um, os cinco pilares dos compromissos que assumiu nesta sua caminhada e materializou
algumas propostas que, futuramente, constarão do seu
programa eleitoral.
O retrato de Gondomar feito pelo candidato socialista não é simpático. “Gondomar parou no tempo e não
acompanhou o desenvolvimento dos concelhos vizinhos. Foram 20 anos de oportunidades perdidas, em
que se investiu apenas no betão, potenciou-se a construção e o caos urbanístico, esquecendo sempre o mais
importante: as pessoas!”
Apelidou o Pavilhão Multiusos de “elefante branco”
– “onde foram gastos mais de 20 milhões de euros” –
e concluiu que a Câmara se comportou “como uma
agência imobiliária” que, apesar dessa condição, “não
Depois de desfilar um rol de factos que contribuíram
para o atraso do concelho, no mínimo para o seu não-desenvolvimento, Marco Martins abriu uma verdadeira carteira de propostas (ver transcrição do discurso
mais à frente).
Fazer crescer a economia,
defende Seguro
A encerrar a apresentação pública, António José Seguro focou a sua intervenção na necessidade de fazer
crescer a economia, apoiando, “em particular, as pequenas e médias empresas”, para criar emprego e gerar
riqueza. “A economia cresce se houver investimento
Os rostos que ficará a conhecer nas páginas seguintes, para além dos enunciados, cumprem outros
três critérios, em clara vantagem da candidatura do
PS relativamente às outras candidaturas:
- todos residem no concelho;
- nenhum está reformado da política;
- todos têm uma atividade profissional, não dependendo da política para seu sustento financeiro.
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CONCELHO
A EQUIPA DE
MARCO MARTINS
CONCELHO
público e se dermos confiança para haver investimento
privado”, resumiu.
À margem da sessão, o secretário-geral do PS disse, ainda, que renegociar o défice orçamental previsto para
2014 em meio ponto percentual, de 4 para 4,5%, como
pretende agora o Governo, “pode não ser suficiente”.
“Há tanto tempo que tenho vindo a defender que é
preciso renegociar e que é preciso mais tempo para
nós cumprirmos com as nossas obrigações”, salientou
o líder socialista. “Na altura, o que é que o primeiro-ministro me respondia sempre? Isso era impossível. Pois
bem, aqui está a prova de que isso é possível”, observou
Seguro.
O líder do PS espera que “possa haver uma boa negociação” desse objetivo, porque “não pode haver renegociação para manter a mesma austeridade”. “Tem de
haver uma renegociação para aliviar os sacrifícios dos
portugueses e não para tapar os erros do Governo”,
afirmou.
Antes destes dois dirigentes socialistas, tinham já usado da palavra Luís Filipe Araújo, presidente da Comissão Política Concelhia do PS/Gondomar, José Luís Carneiro, presidente da Federação Distrital do PS/Porto, e
Cláudia Vieira, mandatária para a Juventude da candidatura de Marco Martins.
LUÍS FILIPE ARAÚJO
Tem 38 anos, casado, dois filhos. Advogado. Reside desde
sempre no município de Gondomar, onde também mantém atividade profissional. Licenciado em Direito e mestre em Ciências Jurídico-Empresariais pela Universidade
Lusófona do Porto (com tese de mestrado sob o tema “O
administrador independente”). Doutorando em Ciências
Jurídico-Empresariais pela Universidade de Coimbra. Pós-graduado em Direito Administrativo pela Universidade
Católica Portuguesa. Inscrito na Ordem dos Advogados
desde 2001, tendo obtido o prémio Dr. Lopes Cardoso atribuído pela Ordem dos Advogados à melhor tese de agregação de cada curso de estágio. É, desde 2004, assistente
do Departamento de Direito na Universidade Lusófona do
Porto, onde leciona atualmente as disciplinas de Direito
Comercial I e II. Assume, no presente mandato, o lugar de
vereador na Câmara Municipal de Gondomar (em regime
de substituição).
A Mudança é essencial
» Intervenção de Marco Martins, na sessão de apresentação
pública da candidatura do PS às eleições autárquicas de 2013
Agradeço imenso a vossa presença aqui hoje, na apresentação da candidatura à Câmara Municipal de Gondomar, mais um passo importante nesta caminhada
que se iniciou há mais de dois anos.
“os Gondomarenses querem
gente da terra à frente do Município, querem a mudança(...) QUEREM + para si e para Gondomar”
A mudança é essencial!
Presidente do Conselho de Executivo de Agrupamento de
Escolas de 2007 a 2009 e Diretora desde 2009. Vereadora
da Câmara Municipal de Gondomar, no mandato de 1986
/1989, com responsabilidade pelo pelouro do Ambiente,
Jardins e Turismo, em regime de meio tempo, e elemento
do júri de concursos de pessoal. Foi Presidente da Junta de
Freguesia de Gondomar (S. Cosme), de 1994 a 2002, e Presidente da Mesa do Congresso da ANAFRE, além de deputada na Assembleia da República, entre 2002 e 2005, onde
integrou a Comissão Parlamentar de Educação, Ciência,
Desporto e Juventude, foi vice-presidente da Sub-Comissão de Educação e Ciência e membro de uma Comissão de
Inquérito sobre o Acidente de Camarate.
Tem 44 anos, licenciado em Relações Internacionais, além
de mestrando em Administração Pública em regime de
trabalhador-estudante. Entre os 18 e os 31 anos, trabalhou
na área do Turismo e é, desde 2000, Técnico Tributário do
Ministério das Finanças. Desempenha funções profissionais no Serviço de Finanças de Gondomar 2 (Rio Tinto).
Foi membro da Assembleia de Freguesia de Baguim do
Monte entre 2001 e 2005 e é, neste momento, eleito local na Assembleia Municipal de Gondomar pelo segundo
mandato consecutivo. Desempenha funções de líder do
Grupo Municipal do PS na Assembleia Municipal. Militante
do Partido Socialista desde 1999, fez parte do Secretariado
da Secção de Baguim do Monte, do Secretariado da Concelhia de Gondomar e integra, atualmente, o Secretariado
Federativo Distrital do PS Porto. É também membro da Comissão Politica Concelhia e da Comissão Politica Distrital.
Percebi que os Gondomarenses querem gente da terra
à frente do Município, querem a mudança, querem o
fim deste ciclo com vinte anos, QUEREM + para si e para
Gondomar!
Realizar esta cerimónia na rua, junto ao rio, ao ar livre,
junto de vocês, praticando a proximidade, dando a
cara, sem medo, sem receio, sem estarmos escondidos,
prova aquilo que todos os dias ouvimos na rua: Gondomar vai mudar, Gondomar vai mesmo mudar e vai
mudar já em Outubro!
Tem 52 anos, casada, dois filhos. Licenciada em Química.
Professora de Ciências Físico-Química, tendo exercido funções nas escolas secundárias de Rio Tinto e de Valbom e na
EB23 das Medas, sendo quadro de escola do Agrupamento
de Escolas de Rio Tinto- AVERT. Efetuou o curso de especialização em Ciências da Educação. Pós-graduada em Educação e Sociedade, na área da Sociologia da Educação, pelo
ISCTE. Pós-graduada em Administração e Organização Escolar pela Universidade Católica.
CARLOS BRÁS
Na sociedade civil, nas populações, na rua, no Partido
Socialista, recebi incentivos, estímulos e apoios para
avançar com esta candidatura.
AURORA VIEIRA
A EQUIPA DE
MARCO MARTINS
Vivemos num concelho com 170.000 habitantes que,
apesar de ser o terceiro maior da área metropolitana,
tem os piores índices no desenvolvimento e na qualidade de vida.
Gondomar parou no tempo e não acompanhou o desenvolvimento dos concelhos vizinhos. Foram 20 anos
de oportunidades perdidas, em que se investiu apenas
JOSÉ FERNANDO MOREIRA
Carlota Teixeira
é cabeça de lista para a Ass. Municipal
Carlota Teixeira, atual vereadora sem pelouro da Câmara Municipal de
Gondomar, é a primeira candidata do Partido Socialista da lista a apresentar à Assembleia Municipal nas próximas autárquicas. No anterior
mandato, a militante socialista foi deputada à Assembleia de Freguesia de Valbom.
Natural de Amarante, é licenciada em Psicologia, sendo pós-graduada em Gestão de Recursos Humanos e mestre em Ciências do
Serviço Social. Carlota Teixeira tem, ainda, um doutoramento em
Psicologia Política e Cidadania.
Carlota Teixeira é técnica superior no Centro Distrital da Segurança
Social do Porto e, também, psicóloga clínica.
Tem 45 anos, casado e um filho. Nasceu e reside na freguesia de S. Pedro da Cova. Estudou em Gondomar e fez formação profissional nas áreas administrativa, Contabilidade e Direito do Trabalho. Iniciou a sua vida profissional em
1982, na empresa “Ricardo & Barbosa. Lda.”, onde exerceu
funções de torneiro mecânico até 1989. Em 1990 iniciou a
sua carreira empresarial no setor da restauração e bebidas,
e em 2004 criou a empresa “A Verdade Do Café”, que é hoje
proprietária da “Insígnia Maison Gourmet”, que conta com
18 trabalhadores distribuídos pelos cinco estabelecimentos da empresa, que teve, em 2011 e em 2012, o Estatuto
PME Líder.
Foi dirigente de um vasto número de associações sociais,
culturais e desportivas, das quais se destacam a Académica de Belói Futebol Clube, de que é fundador, em 1984, e
a Associação Desportiva de S. Pedro da Cova (membro da
Comissão Administrativa, em 2010 e 2011).
Aderiu ao PS em 1995 e foi o primeiro candidato à Assembleia de Freguesia de S. Pedro da Cova em 1997 e 2009.
Tem sido eleito, sucessivamente, para vários cargos dirigentes do PS, desempenhou as funções de secretário coordenador de S. Pedro da Cova e integrado as comissões
políticas concelhia e distrital.
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CONCELHO
CONCELHO
A EQUIPA DE
A EQUIPA DE
MARCO MARTINS
MARCO MARTINS
com as freguesias, em que os eleitos em funções não
comunicam entre si e que agora se quer perpetuar no
poder! Temos uma Câmara que não respeita a oposição
e que não respeita os gondomarenses. Mas de uma coisa não se livra: de uma dívida de 145 milhões de euros!
SANDRA BRANDÃO
Tem 42 anos, casada, dois filhos. Licenciada em Direito
(área jurídico-económica) pela Universidade Lusíada do
Porto, desde 1997, reside em Gondomar (S. Cosme), onde
também exerce a sua atividade profissional, como profissional livre e na assessoria jurídica a várias empresas. É
pós-graduada em Direito Processual do Trabalho.
Colaborou no Projeto Equal-2001/Equal/ ee/84, sendo responsável pelo dossiê de formação referente à legislação
comercial, laboral e comercial. Desde 2002, é formadora
com Certificado de Competência Pedagógica, na área do
Direito, em várias entidades. Deputada à Assembleia de
Freguesia de Valbom eleita nas listas do Partido Socialista
entre 2006 e 2009, preside ao referido órgão desde 2009,
tendo já integrado o secretariado da secção de Valbom
do PS. É fundadora e presidente da Assembleia Geral da
Dancingstar-Associação Valboense de Dança, e presidiu à
Assembleia Geral da Associação Académica de Gondomar
de Patinagem Artística.
no betão, potenciou-se a construção e o caos urbanístico, esquecendo sempre o mais importante: as pessoas!
Construíram-se algumas vias de comunicação, licenciaram-se edifícios a mais, edificaram-se algumas escolas,
uma única biblioteca, habitação social sem regra nem
enquadramento e um pavilhão multiusos, que mais
não é do que um elefante branco, onde foram gastos
– caros amigos – mais de 20 milhões de euros! Esta câmara comportou-se como uma agência imobiliária.
Mas, apesar de muito dinheiro disponível, esta agência
imobiliária não conseguiu construir um único parque
HÉLDER FIGUEIREDO
Tem 33 anos, casado. Reside, desde sempre, em Gondomar,
na freguesia de Jovim. É licenciado em Engenharia Civil
pelo Instituto Superior de Engenharia do Porto e membro
da Ordem dos Engenheiros Técnicos. É também Técnico
Superior de Segurança e Higiene do Trabalho e projetista
de redes de gás pelo CICCOPN- Centro de Formação Profissional da Indústria da Construção Civil e Obras Públicas
do Norte.
A nível profissional iniciou a sua atividade, enquanto
trabalhador-estudante, na empresa Águas de Gaia, onde
exerceu funções de fiscalização de redes prediais de águas
residuais. Desde então teve um percurso profissional sempre ligado à sua área de formação, adquirindo uma vasta
experiência no sector da construção. Atualmente é gerente de uma multinacional alemã, líder de mercado, onde
iniciou a atividade em 2005, sendo o responsável pelo
mercado ibérico e pelo Sul de França.
Exerce funções autárquicas desde 2009, sendo deputado
à Assembleia de Freguesia de Gondomar (S. Cosme). Fez
parte de diversos órgãos concelhios e distritais do PS.
urbano, uma zona verde de relevo. Entubou rios, depositou resíduos perigosos em S. Pedro da Cova, não
conseguiu concluir a rede de saneamento no alto concelho, não teve capacidade de melhorar ligações internas de transportes públicos, de preservar o património,
nem de captar investimento!
A propaganda, assente numa poderosa e despesista
máquina de comunicação, permitiu omitir muita coisa aos Gondomarenses que andaram a ser enganados
com folclore, com políticas isoladas, com festas e com
despesismo, sem qualquer transversalidade nem ligação entre si, com uma Câmara que não se relaciona
O que eles propõem agora é mais do mesmo. É o mesmo ciclo, é cosmética, com ou sem família, com ou sem
filhos ou afilhados, mas com as mesmas práticas, com
as mesmas políticas e com as mesmas pessoas! Basta!
20 anos é muito tempo! Sim, porque Gondomar não é
o partido de alguns! Gondomar somos todos NÓS! (…)
Viemos para a margem do Douro, o maior potencial do
concelho. Como diz o secretário-geral, António José
Seguro, Gondomar é D’Ouro: ouro da filigrana e douro
do rio e ouro dos Gondomarenses!
Neste local também há obra do PS. Toda esta requalificação envolvente foi objeto de intervenção pelo
programa Polis, que o Governo PS lançou e que esta
Câmara não foi capaz de prolongar até Atães, apesar de
haver financiamento. Mais uma oportunidade perdida!
Não foi também capaz de concluir a ligação pedonal ao
Porto, havendo uma interrupção, por falta de entendimento político com a Câmara vizinha, de uns escassos
60 metros, que impedem que todo o percurso da marginal do Porto, da Ribeira até ao Freixo, se prolongue
por Gondomar. (…) É inaceitável que não seja possível
passar a pé na marginal entre Gondomar e o Porto.
Mas há muitos mais a fazer no Douro, Gondomar tem
definitivamente que se virar para o rio e usufruir dos
200.000 turistas que por ano sobem rio acima! Este é
um negócio em expansão e Gondomar tem que, de
uma vez por todas, valorizar este ativo em favor da economia local. (…)
ouro, a filigrana, os artesãos de uma arte ímpar no País.
Sim, porque Gondomar é D’ouro!
Mas… queremos mais! É preciso valorizar os recursos
naturais, criar condições e classificar como praias fluviais, com condições de acesso e segurança, os areais
de Melres e de Zebreiros, para que de uma vez por todos passem a ser a Praia de Melres e a Praia de Zebreiros.
“Gondomar tem definitivamente
que se virar para o rio e usufruir dos 200.000 turistas que
por ano sobem rio acima”
Nas serras de Pias, Castiçais e da Boneca, há que criar
condições para que as atividades desportivas que ali
se praticam sejam efetuadas de forma organizada,
criando-se pistas, circuitos e instalando sinalética, integrando estes circuitos nas rotas nacionais, atraindo
praticantes e valorizando a economia local.
E há que, com o concelho de Valongo, prolongando por
montes fora até á Santa Justa, progressivamente, criar
o parque ambiental metropolitano, há tantos anos projetado, um projeto partilhado com o futuro Presidente
da Câmara de Valongo: o José Ribeiro a quem saúdo!
(…)
Iremos ligar os centros dos dois principais pólos do
concelho, S. Cosme e Rio Tinto, através de uma ciclovia,
devidamente infra-estruturada, corrigindo os pequenos troços que se estão a fazer à pressa, como sempre,
em véspera de eleições!
Estão já em curso contactos para instalar um terminal
de passageiros na margem direita do Douro, em Gondomar. Mas é possível fazer mais.
A Avenida da Conduta, principal eixo de ligação interno do concelho, será alvo de uma verdadeira transformação, criando condições de segurança para peões e
veículos e de conforto, com a plantação de árvores, e a
colocação de mobiliário urbano.
É preciso potenciar o artesanato local, criar a rota da filigrana, com circuitos de autocarros, para que os nossos
ourives mostrem o que de há melhor no concelho: o
Assumimos claramente o compromisso de construir
dois parques urbanos: um em Rio Tinto e outro em S.
Cosme/Valbom!
JOSÉ PINTO DA SILVA
Tem 59 anos, casado, dois filhos. Natural da Lomba, estudou na Escola Comercial Oliveira Martins, no Porto, onde
concluiu o Curso Geral do Comércio, com aptidão profissional. Trabalhou na Associação de Proprietários e Agricultores do Norte de Portugal (1969/1972), no Grémio
Nacional dos Industrial de Confeitaria (1973/1978) e na
EDP-Energias de Portugal (1978/2009), onde desempenhou funções de escriturário, tesoureiro e técnico administrativo. No associativismo, fez parte dos corpos diretivos
da Sociedade Columbófila Dez de Junho e do Rancho Folclórico “As Ceifeiras de Santa Maria de Medas”, secretário
das delegações do Amial e da Tapada do Outeiro do Clube
de Pessoal da EDP. No campo autárquico possui uma longa experiência. Secretário da Junta de Freguesia de Medas,
no mandato de 1990/1993, assumiu a Presidência daquela
autarquia nos mandatos de 1994/1997 e 1998/2001. Entre
2002 e 2009, em dois mandatos sucessivos, foi deputado
municipal de Gondomar, seguindo-se, no atual mandato,
nova experiência como membro da Assembleia de Freguesia de Medas.
LUÍS LOBO
Tem 41 anos, casado, dois filhos. Licenciou-se em Desporto
e Educação Física em 1999 na Faculdade de Desporto da
Universidade do Porto (UP). É pós-graduado em Gestão e
Administração de Empresas Desportivas pela Unidade Independente em 2003 e em Educação Especial pela Universidade Lusíada, em 2006. No mesmo ano, na Faculdade de
Desporto da UP, prestou provas de Mestrado em Ciência
do Desporto – Especialidade de Gestão Desportiva.
Iniciou a sua atividade profissional em 1998, como docente de Educação Física, na Escola Secundária de Gondomar,
terminando em 2003 na Escola Secundária de Abrantes.
Em 2003-2004 e de 2005 a 2007 foi docente e diretor pedagógico na APPACDM em Matosinhos. No ano letivo de
2007-2008 exerceu funções como docente da Educação
Especial no Agrupamento de Escolas de Paranhos e, em
simultâneo, no gabinete de apoio à educação especial na
DREN. De 2008 até à atualidade é inspetor na Inspeção-Geral de Educação e Ciência.
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CONCELHO
DEBATE
A área da mobilidade foi totalmente esquecida por este
executivo camarário!
Nestas preocupações com o emprego e com o futuro,
estão também os jovens! Há mais de 5.500 Gondomarenses com menos de 30 anos inscritos nos centros de
emprego.
Gondomar como o município com maior percentagem
de deslocações pendulares diárias da área metropolitana, tem que recuperar o atraso que sofreu em relação
aos outros!
É necessário um estímulo à economia, reduzir a carga
fiscal das empresas que empreguem os jovens, reduzir
o IMI para casais com menor idade, valorizar o papel
da Juventude permitindo a esta o contacto com a realidade e com os equipamentos do concelho, através
da criação do cartão Ser Jovem em Gondomar, com
descontos nos equipamentos municipais, valorizar o
papel dos jovens na vida pública, recriando o Conselho
Municipal da Juventude. (…)
Como é que Gondomar ficou arredado da 1ª fase do
Metro do Porto? O Presidente de Câmara não era o Presidente da Metro do Porto? Foi preciso duas Juntas de
Freguesia do PS, Baguim e Rio Tinto, fazerem pressão
junto do Governo, para que se conseguisse, em 2008,
avançar com a linha até Fânzeres! Mas temos outra ambição!
A participação democrática deve aumentar transversalmente a todas as gerações! Um Gondomar + transparente precisa-se! Esta matéria neste concelho tem
particular importância. A partir de Outubro a imagem
de Gondomar que mais passa nas televisões não será a
imagem do Tribunal!
Gondomar tem que exigir a ligação do Metro até à sede
do concelho, Campanhã-Freixo-Valbom-S. Cosme. Reconheço que é um investimento grande, mas cuja sustentabilidade da operação está devidamente comprovada pelos diversos estudos económicos.
O que está aqui em causa, e considerando o financiamento do Quadro Comunitário 2014-2020 é um investimento nacional de 25 milhões de euros! E Gondomar
merece também ter direito a investimento. É preciso
exigir que o Governo central não invista apenas em
Gaia, Maia, Porto ou Matosinhos! (…)
Há dificuldades de circulação entre freguesias e, pasmem-se meus amigos, em 2013, ainda há cidadãos de
Gondomar que, para irem à escola ou irem trabalhar,
têm que atravessar o Douro num barco a remos, sem
quaisquer condições e de forma não licenciada!
E isto porquê? Porque a Câmara possui uma lancha
para assegurar a travessia para a Lomba, que está avariada há dois anos! Sinal de incompetência e de total
abandono das populações. (…)
Vai acabar de uma vez por todas a imagem negativa
que Gondomar tem no exterior. Vamos trabalhar para
um concelho positivo. O Gondomar de amanhã será
um Gondomar + ativo, um Gondomar + transparente,
um Gondomar + Vivo, um Gondomar + sustentável, um
Gondomar + perto: Um Gondomar +!
Esta é a nossa aposta na imagem do concelho no futuro. O fator psicológico é fundamental para captar investidores. É preciso promover a nossa imagem. A ideia de
segurança a garantia de tratamento igual para todos é
imprescindível para a economia local. Temos que passar do trabalho em teia para o trabalho em rede com
todos os interlocutores. A desburocratização e a simplificação administrativa são também fatores fundamentais para favorecermos a transparência e o desenvolvimento económico. O tribunal tem que deixar de ser a
imagem de marca de Gondomar. Gondomar é D’OURO
e é pelo Douro e pelo ouro que Gondomar deve ser conhecido. (…)
“Este é um projeto global! Respeitará a democracia, as pessoas e os territórios”
O município tem que, respeitando normas e regulamentos, ser um facilitador de investimento e não um
dificultador. Temos várias empresas que estão a abandonar o concelho por falta de condições e por dificuldades burocráticas. Isto tem que mudar!
A Câmara tem que apostar no turismo, apostar no desenvolvimento económico porque – meus caros – é
mesmo preciso gerar emprego!
Há hoje mais de 17.000 os Gondomarenses desempregados, 19,5% da população ativa. Famílias que hoje
passam fome, casais com dois elementos sem emprego
e sem prestações sociais. Já são mais de 2.500 famílias
que recebem apoio alimentar direto! A Câmara tem naturalmente que continuar a apoiar estas famílias, mas
não pode limitar-se a promover e perpetuar o assistencialismo! É preciso criar condições para, com a atração
de investimento, aumentar o número de postos de trabalho no concelho.
Promoverei a criação de um portal da transparência;
instituirei o provedor do munícipe; aplicarei o orçamento participativo e realizaremos as assembleias municipais em locais onde a população tenha condições
para assistir, para participar e para ter voz em Gondomar! Deslocaremos as reuniões de Câmara, rotativamente, pelas freguesias, estando perto das pessoas e
cumprindo, em concreto, a proximidade.
Mobilidade em Gondomar
» Debate sobre Mobilidade em Gondomar COM O PROFESSOR ÁLVARO COSTA praticamente lotou
o auditório do Hospital-Escola Fernando Pessoa
O auditório do Hospital-Escola Fernando Pessoa, em
Gondomar, ficou praticamente lotado com mais de
duas centenas de pessoas que, recentemente, se mantiveram firmes, até perto da uma hora da madrugada,
para participar no “Debate sobre Mobilidade em Gondomar” promovido pela candidatura de Marco Martins
à Presidência da Câmara Municipal de Gondomar, com
a presença do Professor Álvaro Costa como principal
orador. Esta iniciativa insere-se no quadro dos cinco eixos de intervenção prioritária identificados por Marco
Martins, no contexto das Autárquicas 2013, e, tal como
sucedeu em janeiro com o Professor Paulo Morais, num
debate sobre transparência e qualificação da democracia, foi muito participado.
Em duas intervenções, a abrir e a encerrar o debate,
Marco Martins reiterou compromissos já assumidos: a
melhoria das ligações internas e dos interfaces (inter
Gondomar
perto
E nas freguesias, caros amigos, há que mudar totalmente a relação da Câmara com as Juntas, respeitando-as,
auscultando-as, reforçando em si a delegação de competências com as respetivas transferências financeiras!
Nós não trabalhamos para o prestígio individual da Câmara, mas para o prestígio global do concelho e das
pessoas!
compromissos
- melhoria das ligações
internas e dos interfaces
- generalização do Andante a todo o concelho
Infelizmente, temos freguesias agregadas! Reafirmo
o compromisso dos candidatos do Partido Socialista
às freguesias de que manterão em funcionamento os
atuais edifícios e os respetivos serviços! As populações
não podem ficar prejudicadas por mais um disparate
do Governo!
Este, como já foi dito, é um projeto global! Respeitará
a democracia, as pessoas e os territórios! Tenho que
agradecer a disponibilidade da Carlota Teixeira, nossa
candidata à Assembleia Municipal. Agradecer aos candidatos a vereadores, uma equipa heterogénea, dinâmica, coesa e competente onde nenhum é reformado
da política e todos vivem em Gondomar! (…)
Esta é uma caminhada que conta com todos! É uma caminhada para todos. Porque Gondomar somos todos
nós!
para efetuar um levantamento das barreiras arquitetónicas” espalhadas pelo concelho, por forma a que, depois, possam ser tomadas “decisões políticas” que ajudem a resolver alguns dos muitos “estrangulamentos”
existentes no concelho. A declaração era uma resposta
direta aos utentes da unidade residencial de Valbom
da Associação do Porto de Paralisia Cerebral que par-
- defesa da segunda linha
do Metro
e intra-freguesias) entre os transportes rodoviários e
ferroviários, captando sinergias de ambas as valências,
assim como a generalização do Andante a todo o concelho, associado à revisão do zonamento do mesmo;
e a defesa da segunda linha do Metro, cujo projeto de
execução está concluído, unindo o centro do concelho,
em S. Cosme, a Campanhã, no Porto, através da ligação
via Freixo e Valbom.
O candidato socialista pediu, também, “ano e meio
ticiparam no debate, revelando estar na posse de um
projeto aplicável ao perímetro em que se movimentam
aqueles cidadãos (com cadeiras de rodas, scooters, etc.,
em idas ao banco ou ao supermercado, por exemplo),
no seu dia-a-dia. Um projeto que, asseguraram, permitira “resolver coisas que, afinal, são muito fáceis de
resolver”.
O debate – que contou ainda com as presenças de Luís
Filipe Araújo, presidente da Comissão Política Conce-
lhia do PS/Gondomar, e de Paulo Ferreira, quadro da
Sociedade de Transportes Coletivos do Porto – teve
vários momentos de boa disposição, graças ao modo
descontraído como o Professor Álvaro Costa foi transmitindo as suas ideias sobre a matéria. Considerado
um dos mais conceituados especialistas da Europa nas
questões da mobilidade, Álvaro Costa começou por dizer que “o país está com os problemas que está porque
não sabe gerir o que tem”, partindo, depois, para uma
série de comparações políticas, sociais e culturais entre
Portugal e os países do Norte da Europa. “Nos países
nórdicos se não há tráfego numa autoestrada não faz
sentido pôr lá portagens, ao contrário de nós que destruímos valor”.
“o país está com os
problemas que está
porque não sabe gerir
o que tem”
“Os nórdicos, em geral, gerem os bens públicos tão
bem ou melhor do que os bens privados”, afirmou também o ex-administrador da STCP (entre 1997 e 2002),
que considera existir, em Portugal, uma correspondência errada entre “o que é bem público e o acesso livre”,
antes de concluir que “o que é bem público está a ser
privatizado, e o que não é bem público está nas mãos
do Estado”.
No que respeita, em concreto, aos transportes públicos,
Álvaro Costa entende que o fundamental para um decisor político, um presidente de Câmara, por exemplo,
é saber munir-se de uma “rede de informação”, “quais
são as opções que oferecem os operadores no terreno
e, sobretudo, quais as consequências se se optar pela
hipótese A, B e C”. Depois, concluiu, “o político que saiba decidir bem”.
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DEBATE
DEBATE
Rui Nabeiro “apadrinhou”
apresentação de mandatários
» CLÁUDIA VIEIRA E FERREIRA DA SILVA SÃO OS MANDATÁRIOS DA JUVENTUDE E SÉNIOR DA CANDIDATURA DE MARCO
MARTINS. NOMES FORAM REVELADOS DURANTE DEBATE SOBRE “EMPREENDEDORISMO E RESPONSABILIDADE SOCIAL
Cláudia Vieira e Ferreira da Silva foram apresentados,
recentemente, como mandatários da Juventude e Sénior da candidatura de Marco Martins à Presidência
da Câmara Municipal de Gondomar. Com o auditório
da Junta de Freguesia de S. Pedro da Cova completamente lotado, os mandatários foram conhecidos durante um debate, dedicado ao “Empreendedorismo e
Responsabilidade Social”, em que Rui Nabeiro, da Delta
Cafés, e Samuel Soares, da Samsys-Soluções Informáticas, marcaram presença como principais oradores.
“Credibilizar as instâncias políticas assente no pilar
da transparência e onde as pessoas estão sempre em
primeiro lugar é, sem dúvida, um projeto das pessoas
e para as pessoas, um projeto de confiança e no qual
todos devemos acreditar”, afirmou Cláudia Vieira, que
nasceu e reside em S. Pedro da Cova, é licenciada em
Psicologia e pós graduada em Consulta Psicológica e
Psicoterapias. E integra, desde 2006, os corpos sociais
da Associação Social Recreativa Cultural Bem Fazer Vai
Avante, onde desempenha, atualmente, as funções de
presidente-adjunta.
Pelo seu turno, Ferreira da Silva, natural e residente em
Rio Tinto há 77 anos, vereador da Câmara de Gondomar
durante dois mandatos e mandatário de Mário Soares
nas eleições de 1986 para a Presidência da República,
explicou que é preciso acontecer uma “mudança” no
concelho e que a aposta “mais acertada” é a candidatura socialista.
Nesta iniciativa, a terceira da candidatura enquadrada
nos cinco pilares fundamentais identificados por Marco Martins, participaram, ainda, candidatos do Partido
Socialista à presidência de juntas de freguesia e, ainda,
atuais e ex-autarcas eleitos quer pelo PSD, quer pela
CDU, além de Manuel dos Santos, em representação da
Federação Distrital do Partido Socialista.
Na sua intervenção final, Marco Martins assumiu “quatro compromissos, quatro ideias” para a Câmara Municipal de Gondomar. “A Câmara deverá ser facilitadora
e atrativa do investimento”, defendeu Marco Martins,
que voltou a prometer “a criação de um Gabinete de
Apoio ao Empreendedorismo”, por forma a que os
empresários “não tenham que esperar meses e meses
pela resolução de um simples processo”. O candidato
socialista propõe-se, ainda, fomentar o surgimento
de “embaixadores económicos, dentro e fora do país”,
que criem condições para que o investimento se fixe
em Gondomar e, “de uma vez por todas, que se usem
os mecanismos fiscais que estão legislados, reduzindo
impostos e taxas” que proporcionem essa atração empresarial.
Rui Nabeiro traçou, em linhas gerais, os passos mais
significativos do seu percurso profissional, desde “a
empresa que cresceu num barracão” ao grupo que,
hoje, mantém interesses em áreas muito diversificadas.
O fundador da Delta Cafés sublinhou a importância da
valorização das pessoas enquanto tal e explicou que
muito antes dos gestores se preocuparem com a questão da responsabilidade social já ele, na sua empresa, a
exercia, com a instalação de vários serviços de índole
social, médica e de enfermagem. Destaque, ainda, para
a defesa que o comendador e empresário de Campo
Maior fez da “cultura” que faz com que cada cliente seja
um amigo, e cada amigo um cliente.
Já Samuel Soares, diretor-geral da Samsys-Soluções Informáticas, PME de Excelência com sede em Rio Tinto –
que terá, em breve, de transferir as suas instalações para
um concelho vizinho, por não encontrar condições satisfatórias em Gondomar –, centrou a sua intervenção
no exemplo da sua própria empresa, onde as pessoas
e a cultura interna são as palavras-chave. Reconhecer
as pessoas pelo bom trabalho que fazem, envolver os
elementos da equipa nas decisões, apoiar as equipa
nas situações pessoais, providenciar a estabilidade no
trabalho, colocar trabalhos desafiantes e interessantes,
promover oportunidades de crescimento e evolução
na carreira e trabalhar a lealdade pessoal e com o projeto são algumas das ideias deste empresário, que avançou com uma iniciativa inovadora, a “DAME +”. De acordo com Samuel Soares, esta iniciativa quer dar a três
empresas em dificuldade uma nova esperança, otimizando os seus sistemas e processos; ajudar 50 clientes a
tirarem maior partido dos seus sistemas com formação
especializada; motivar e dar ânimo a 500 empresários
através de tertúlias, workshops e eventos; e educar e
ajudar ativamente na formação e desenvolvimento de
10 formandos.
Destaque, ainda, para Manuel dos Santos, que recordou a sua breve passagem pela Secretaria de Estado
do Comércio para homenagear publicamente três pessoas – Sebastião Alves, Soares Santos e Rui Nabeiro –
que lhe bateram à porta “não para sugerir alterações
legislativas, ou pedir subsídios do PROCOM”, antes “se
disponibilizaram” para o ajudar, “para aconselhar e estimular”.
CLÁUDIA VIEIRA
FERREIRA DA SILVA
Mandatária da Juventude
Mandatário Sénior
Cláudia Vieira nasceu e reside em S. Pedro da Cova. Licenciada em Psicologia, é pós-graduada em Consulta Psicológica e Psicoterapias e trabalha, desde 2005, no âmbito
dos protocolos RSI (Rendimento Social de Inserção) e é responsável pela elaboração de
candidaturas e coordenação de projetos de intervenção comunitária. Foi presidente da
Comissão Social da Freguesia de S. Pedro da Cova no biénio 2009/2011.
Realizou estudos na área musical, tendo concluído em 2002 o Curso de Clarinete no
Conservatório de Música do Porto. Integrou diversas filarmónicas e orquestras.
Membro dos corpos sociais da Federação Nacional das Associações Juvenis, integrou a
respetiva Direção entre maio de 2010 e novembro de 2012.É vice-presidente do Centro
Regional de Formação de Animadores desde 2010. Desde 2006 integra os corpos sociais
da Associação Social Recreativa Cultural Bem Fazer Vai Avante, desempenhado, atualmente, as funções de presidente-adjunta.
Ferreira da Silva, empresário com 77 anos de idade, natural e residente em Rio Tinto, é o
mandatário Sénior da candidatura de Marco Martins à Presidência da Câmara Municipal
de Gondomar.
Durante dois mandatos (oito anos) foi vereador da Câmara de Gondomar, eleito nas
listas do Partido Socialista, e esse facto também terá contribuído para que tenha sido
escolhido como mandatário de Mário Soares, nas eleições de 1986 para a Presidência
da República.
Foi dirigente concelhia e distrital do PS.
Sócio-fundador da Caixa Agrícola de Gondomar e da Cooperativa de Agricultores de
Gondomar, Ferreira da Silva também foi diretor da Agros-União de Cooperativas e da
Caixa Central Agrícola.
É perito-avaliador do Ministério das Finanças.
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CANDIDATOS
CANDIDATOS
BAGUIM DO MONTE
NUNO COELHO
COVELO E FOZ DO SOUSA
ISIDRO SOUSA
ENTREVISTA
A próxima Câmara pode ser mais colaborante, com Marco Martins, mas temos
pela frente quatro anos de dificuldades
FINANCEIRAS PARA TODOS…
Sim, mas há uma coisa que os governantes têm de
perceber: austeridade em cima de austeridade não
funciona. Estamos a perder postos de trabalho todos
os dias, e esta obra vale dois a três milhões de euros,
é uma mais-valia para a população e para os profissionais de saúde, e ainda cria postos de trabalho. Logo,
não há razão para esta teimosia, é um investimento
que pode ter valências que, hoje, não existem. Além
de que o outro edifício pode ser reconduzido , depois,
para um outro fim, ou alienado.
O projeto do PS para este terceiro mandato confina-se ao centro de saúde?
Não, o centro de saúde é apenas a pedra de toque. A
primeira coisa que fizemos foi aproximar a autarquia
dos cidadãos, abrir a autarquia às pessoas, colocar os
autarcas ao serviço das pessoas, algo que, pura e simplesmente, não existia. Não temos a veleidade de querer ter uma universidade sénior, mas temos sete cursos
para seniores na freguesia, e fomos a única no concelho a ter aulas de Mandarim…
E para o futuro?
Queremos apostar em pequenos espaços que sirvam
as necessidades dos cidadãos. Parques infantis, por
exemplo, algo que em Gondomar se vê muito pouco.
Depois, a remodelação total do pólo desportivo do
Crasto, que tem em junho e julho o maior torneio de
futsal apoiado e patrocinado pela Associação de Futebol do Porto; temos um projeto de cobertura do espaço, para que possa ser utilizado no inverno, colocar um
piso melhor, por exemplo, que sirva a patinagem, aumentar os balneários, reformular a zona adjacente com
mesas familiares, com novos assadores e duas novas
casas de banho, cujo telhado poderia servir de palco
para grandes espetáculos ao ar livre. Com a abertura do
centro escolar, em setembro, temos ainda dois projetos: nas duas escolas primárias que vão ser desativadas
gostaria que numa delas fosse criada a Casa da Cultura
e da Juventude, que também albergasse uma secretaria de apoio às coletividades e um auditório para o movimento associativo, e na outra podíamos colocar lá a
Divisão da PSP que está, neste momento, em Rio Tinto,
paredes-meias com a Esquadra da PSP.
Simbolicamente, o que gostaria de assumir
como a primeira medida após as eleições de
29 de setembro?
Dar início à reformulação do pólo desportivo do Crasto.
“
NOTÍCIA
Marco Martins
na apresentação
de Nuno Coelho
“
Dois mandatos não chegaram para o Nuno
Coelho? Mais quatro anos para quê?
Principalmente para começarmos a obra iniciada em
2005, de grande aproximação aos cidadãos. Oito anos
numa freguesia como Baguim do Monte, com um orçamento limitado e uma Câmara que não nos apoia
a 100%, não chegam. O grande compromisso que tenho com os baguinenses é a construção de um centro
de saúde e trabalho nisto desde 2005. Conseguimos
obrigar, entre aspas, a Câmara a comprar um terreno.
Conseguimos, ainda no tempo do Governo de José
Sócrates, que o secretário de Estado Manuel Pizarro
colocasse uma verba em PIDDAC; a própria Câmara
ainda tem no orçamento plurianual uma verba para
esta construção. Portanto, conseguimos fazer a intermediação entre o Governo, a ARS e a Câmara, mas ainda não temos o centro de saúde. A Unidade de Saúde
Lusíada existe, mas está na freguesia vizinha, na Venda Nova, e o compromisso que existia era que, logo
após a construção do edifício, pensado de raiz, todo o
pessoal que lá está hoje seria deslocalizado para aqui.
O único obstáculo que existe, neste momento, é o
atual Governo, que mandou congelar todas as obras.
ENTREVISTA
“
“
O grande compromisso que
tenho com os baguinenses é a
construção do centro de saúde
O principal projeto é manter os edifícios
das juntas do Covelo e da Foz do Sousa, e
respetivo pessoal
Isidro Sousa, candidato a um terceiro
mandato. Um terceiro mandato para
quê?
Penso que na Foz do Sousa há ainda muito para
fazer. Este meu segundo mandato foi um pouco
parado, mais contencioso, não tem a ver com o
que fiz no primeiro, e talvez também por isso
entendi que devia recandidatar-me. Além disso,
sinto por parte das pessoas que deveria seguir
este caminho, porque mostram acreditar em
mim e neste projeto. Quem me conhece sabe
que só não faço se não puder fazer.
ISIDRO SOUSA
Eu, Isidro Sousa, de 59 anos de idade, vim para a Foz
do Sousa, com 25 anos de idade. Aqui me liguei pelo
casamento à família dos “Rola”, aqui me nasceram os filhos e os netos. Tenho no meu coração a alegria de ter
sido em 2005 o primeiro Presidente de Junta eleito na
nossa Freguesia nas listas do Partido Socialista – é uma
gratidão que transporto comigo essa confiança que
depositaram em mim e que nunca vos saberei agradecer como merecem. Serei agora o cabeça de lista à nova
“União de Freguesias”.
Mas, agora, temos uma realidade diferente, Foz do Sousa e Covelo, trata-se de uma União
de Freguesias…
É, de facto, apesar da nossa freguesia ser demasiado grande, agora com Covelo fica enorme. É preciso ter em conta
que nós vamos aprender muito com os covelenses e que aos cidadãos vai acontecer o mesmo com os de Foz do
Sousa. Não há equipas perfeitas, mas tenho a certeza, e as pessoas podem estar disso, que eu e o Silvino Paiva
vamos dar as mãos e fazer o melhor que nos for possível. Na Foz do Sousa há muito para fazer, mas no Covelo também e entendo que o Silvino Paiva é a pessoa ideal para me ajudar a levar esta obra de vencida.
Marco Martins participou na apresentação do candidato do Partido Socialista á Presidência da Junta de
Freguesia de Baguim do Monte e da sua Comissão de
Honra.
Na sessão dedicada a Nuno Coelho, cuja campanha seguirá o lema “Uma força para continuar”, estiveram presentes, além do candidato socialista à Presidência da
Câmara Municipal de Gondomar, Ricardo Bexiga (em
representação da Federação Distrital do PS/Porto), Luís
Filipe Araújo (presidente da Comissão Política Concelhia do PS/Gondomar), Francisco Laranjeiro (em representação da seção de Baguim do Monte do PS/Gondomar) e Manuel Santos (em representação da Mesa da
secção de Baguim do PS/Gondomar), entre muitos outros dirigentes do PS e vários candidatos autárquicos.
Quais são os principais projetos que vocês têm para estas duas freguesias, agora União?
O principal projeto é manter os edifícios das juntas do Covelo e da Foz do Sousa, e respetivo pessoal, não tirar
absolutamente nada às populações, porque não faz sentido obrigar os covelenses virem à Foz do Sousa tratar,
por exemplo, de um atestado, ou os sousenses terem de ir ao Covelo tratar do que quer que seja, não faz sentido
complicar a vida às pessoas. Devemos estar juntos da população. Para além disso, temos a Rua do Sardão, que
começa em Jancido e vai até Covelo, é uma infraestrutura que gostaríamos de fazer de novo ou de melhorar, o
caminho está aberto, mas é necessário alargá-lo um bocado. Também há outras vias que precisam de asfalto,
paralelo, enfim, de algum cuidado. A rede viária é uma das nossas grandes apostas, para o desenvolvimento das
terras e ajudar a fixar a malta jovem.
Simbolicamente, que primeira medida vai tomar logo após as eleições?
Nunca pensei, quando me candidatei pela primeira vez a presidente de Junta, que um dia poderia viver estar nesta
situação de agregação de freguesias, por isso a primeira coisa fazer é dar as mãos com o Silvino Paiva, porque este
desafio é muito grande. Gostava de repor o S. João, o padroeiro da Foz do Sousa, no seu sítio, de onde foi roubado
há dois anos. Sei o quanto fiquei triste na altura, e não fui só eu, mas é um ex-libris da freguesia, não é nada do
outro mundo, mas, se calhar, para algumas juntas, tudo o que passa dos mil euros já é muito dinheiro. Além disso,
teremos de nos virar para o cemitério.
SILVINO PAIVA
Eu, Silvino Paiva, de 61 anos, sou actualmente o Presidente da Junta de Freguesia de Covelo de onde sou
natural, onde casei e onde também me nasceram os
filhos, tendo sucedido por eleição a uma Junta já anteriormente do Partido Socialista. Sou um homem reconhecido pelo trabalho e ação na minha Freguesia e
prometo juntar essas minhas qualidades às do Isidro
Sousa. Ocuparei o segundo lugar na lista à nova “União
de Freguesias”.
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CANDIDATOS
CANDIDATOS
LINDA ROSA
Notas biográficas
LINDA ROSA
Membro da atual Assembleia de Freguesia de S. Pedro da Cova. Secretária do Executivo daquela no anterior mandato, entre
2005 e 2009. Primeira secretária da Assembleia de Freguesia de S. Pedro da Cova entre 2001 e 2005, órgão a que presidiu de
1997 a 2001. De quem se fala? De Linda Rosa, a cabeça da lista do Partido Socialista à União de Freguesias de Fânzeres e S.
Pedro da Cova.
FÂNZERES E S. PEDRO DA COVA
LINDA ROSA
ENTREVISTA
A par com a intensa atividade política, Linda Rosa tem revelado outras competências, tendo integrado a Associação de Pais
da Escola EB1 de Tardariz/Jardim-de-Infância do Belo Horizonte, em S. Pedro da Cova, a Comissão de Pais no Centro
de Culto S. José-Comunidade Paroquial de S. Cosme, Gondomar, e ainda o Grupo Folclórico e Cultural de Tardariz.
É licenciada em Ciências Históricas pela Universidade Portucalense Infante D. Henrique do Porto e profissionalizada para a docência pela Escola Superior de Educação do Porto.
Profissionalmente, é professora do 2.º Ciclo de Português/ História e Geografia de Portugal. Linda Rosa lecionou
em diversas escolas básicas, nomeadamente na Escola Básica de Paredes, Idães (Penafiel), Baguim do Monte, S.
Pedro da Cova, Fânzeres, Valbom (Gondomar), Augusto Gil (Porto) e Canidelo (Vila Nova de Gaia). Foi professora/
explicadora na sala de estudo da Associação Recreativa e Cultural “Vai Avante”, de S. Pedro da Cova.
NOTÍCIA
CARLOS TAVEIRA
Carlos Taveira, atual tesoureiro da
Junta de Freguesia de Fânzeres, é o
número dois na lista candidata
pelo Partido Socialista (PS) à
Junta da União de Freguesias de Fânzeres e S. Pedro
da Cova.
Feira da Bela Vista já tem
projeto de revitalização
O projeto de revitalização da Feira da Belavista, em
Fânzeres, foi recebido pela população, sobretudo os
feirantes e principais utentes, com notória satisfação.
Marco Martins e Linda Rosa, candidatos pelo Partido
Socialista à Presidência da Câmara Municipal de Gondomar e à Junta da União de Freguesias de Fânzeres
e S. Pedro da Cova, respetivamente, apresentaram, recentemente, a sua base de trabalho, correspondendo,
assim, ao compromisso assumido durante a primeira
visita, em fevereiro deste ano.
Marco Martins e Linda Rosa assumiram o compromisso
de redesenhar o espaço da feira tornando-o mais ordenado e com melhores condições. De acordo com o
projeto apresentado, da autoria dos arquitetos Alexandra Castro e Nicola Natali, residentes em Gondomar,
será efetuado, depois das eleições de 29 de setembro,
um repavimento com materiais que garantam conforto e durabilidade e colocadas árvores, além da criação
de instalações sanitárias públicas e de apoio à feira,
do redesenho do acesso junto da urbanização da Bela
Vista e da eliminação das barreiras arquitetónicas e requalificação do pilar das cestas, valorizando-o como
monumento e enquandrando-o numa pequena praça
pública. A versão definitiva do projeto, a apresentar
após o ato eleitoral, acolherá as propostas que os feirantes façam chegar às candidaturas.
A receção positiva às ideias de Marco Martins e Linda
Rosa, para além das vantagens encontradas nas soluções técnicas apontadas, explica-se com o facto dos
feirantes aguardarem pela instalação de sanitários há
16 anos, operação que, curiosamente, apenas ocorreu
durante esta semana, após o anúncio da revelação do
projeto socialista. Por outro, e sobre o projeto de revitalização em si, muitos feirantes manifestaram-se surpreendidos com as múltiplas possibilidades encontradas
para um espaço que preenche, e mal, a sua função original: feira e parque de estacionamento.
Licenciado em Estudos Europeus, consultor e empresário, Carlos Taveira iniciou cedo a sua atividade política,
desde sempre ao lado do PS e na defesa de causas sociais e culturais.
Dirigente associativo, foi deputado e secretário da Assembleia de Freguesia de Fânzeres. É atualmente o tesoureiro da Junta de Freguesia de Fânzeres e o vogal
responsável pela Cultura e Ambiente.
Amante da Cultura, dinamizou o Prémio Nacional de
Poesia da Vila de Fânzeres e criou os Prémios de Poesia Infanto-Juvenil e os Encontros de Autores da Vila de
Fânzeres.
Na sua vida profissional, Carlos Taveira exerce consultadoria de comunicação e é empresário na área educativa.
Que principais dificuldades antecipa pelo
facto de o território em que se candidata
resultar da agregação de duas freguesias
tão distintas?
Vamos ter uma União de Freguesias que resulta da
agregação de dois territórios completamente diferentes, com realidades, necessidades e formas de trabalhar
diferentes. Essa será a principal dificuldade, entender
as diferenças, respeitá-las e, contudo, ser capaz de as
gerir para cumprir com essa união que nos foi imposta
contra a nossa vontade. Além disso, outra dificuldade
significativa será sermos capazes de fazer entender às
pessoas que, apesar dessa união, não iremos fundir as
duas freguesias, vamos continuar a respeitar a identidade de cada uma, e por isso é que vamos manter as
atuais estruturas das respetivas juntas. Neste quadro, ao
nível da administração e da gestão, aí sim, teremos de
ter todo o cuidado, para que nenhuma das atuais freguesias se sinta prejudicada em relação à outra, fruto
da tal união. Por outro lado, é preciso desmistificar o
que algumas forças têm afirmado: que uma das freguesias vai ser mais importante do que a outra. Não é nada
disso. Vamos trabalhar com todos e para todos. Porque
alguém se lembrou de agregar as duas freguesias não
temos de privilegiar esta ou aquela. Não. Vamos respeitar a individualidade de cada uma, mas vamos ter de as
gerir formalmente numa união.
E do ponto de vista eleitoral? Em Fânzeres
o PS é poder, mas em S. Pedro da Cova não.
“
Vamos trabalhar com todos e para todos
Como pensa a sua equipa manter ou reforçar a votação num lado, e recuperar terreno no outro, sendo que, agora, temos mais
uma candidatura?
Em Fânzeres, e pelo contacto que temos tido com a população, é reconhecido ao PS um trabalho fantástico,
principalmente em termos financeiros, o PS conseguiu
transformar uma junta endividada numa autarquia
com as contas controladas. Uma das pessoas responsáveis por esse trabalho é o Carlos Taveira, atual tesoureiro da Junta de Freguesia e número dois da minha
lista, e com ele pretendemos alargar a nossa ação, fazer
tudo aquilo que não foi possível nestes quatro anos
por força do estrangulamento financeiro. A população
reconhece isso e temos tido, na verdade, uma recetividade muito boa, há uma relação de confiança entre
os cidadãos e o PS. Relativamente a S. Pedro da Cova,
este projeto já começou há quatro anos, fui a número
dois em 2009, altura em que ficamos a uma centena de
votos de ganhar a Junta, portanto vamos continuar o
trabalho que tem sido naturalmente desenvolvido.
Quais são as principais linhas do projeto
socialista para esta União de Freguesias?
Em primeiro lugar, ter em conta a individualidade e as
necessidades de cada uma das freguesias. Em S. Pedro,
uma das questões que, por exemplo, me preocupa está
relacionada com os cemitérios, neste momento eles
estão a ficar esgotados, temos uma vintena de sepulturas por preencher e não vejo qualquer movimentação
na Junta de Freguesia para resolver este problema. Em
Fânzeres, uma das preocupações fundamentais está
relacionada com a rede viária, que está realmente em
muito mau estado. Mas também há projetos comuns,
como, por exemplo, no domínio da segurança: a GNR já
está nos dois territórios mas está distante das pessoas e
não tem instalações dignas da força e do pessoal que lá
trabalha, por isso vamos tentar trazê-la para um espaço
mais próximo, por exemplo, da Estrada D. Miguel, num
local mais central e que permita servir as duas freguesias.
“
FÂNZERES E S. PEDRO DA COVA
Qual será a sua primeira, e simbólica, medida após as eleições autárquicas?
Dirigir-me as funcionários das atuais duas juntas, sem
eles não podemos trabalhar, eles são fundamentais,
teremos de perceber se existe necessidade de algum
ajustamento, perceber as suas preocupações, eles estão mais perto dos problemas e, portanto, poderão
ajudar-nos. Numa segunda fase, iremos ter em conta as
sugestões que a população nos vai fazendo, e depois
passaremos à concretização do nosso programa eleitoral, que será divulgado a seu tempo.
Está fechada a equipa de candidatos?
Está praticamente fechada. Falta resolver um ou outro
pormenor, que será resolvido dentro de dias.
DESISTÊNCIA DE ÚLTIMA HORA
Fernanda Vieira, atual presidente da Junta de Freguesia de Fânzeres, eleita pelo PS, e candidata
aprovada pelo Partido, desistiu da candidatura a
seu pedido, 48h antes da apresentação pública,
apesar dos esforços para que tal não se concretizasse, nomeadamente do Presidente da Concelhia e de Marco Martins, candidato à Câmara, com
quem fez várias ações de campanha.
O PS vai garantir a continuidade do projeto socialista em Fânzeres, com Carlos Taveira, atual tesoureiro da Junta de Fânzeres e responsável pelo pelouro da cultura, como número dois de Linda Rosa,
uma autarca com muitos anos de experiência acumulada e uma mulher dinâmica com excecionais
capacidades de trabalho para as pessoas e para a
comunidade.
Luís Filipe Araújo
Presidente da Comissão Política
Concelhia do PS/Gondomar
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CANDIDATOS
CANDIDATOS
LOMBA
RUI VICENTE
MELRES E MEDAS
JOSÉ ANDRADE
ENTREVISTA
ENTREVISTA
“
Estou habituado, nos últimos 49 anos,
a fazer milagres sem dinheiro
“
O que é necessário fazer para o PS readquirir a confiança popular e vencer as eleições de 2013 na Lomba?
Entendemos que devemos continuar junto da população, como temos vindo a fazer ao longo dos ultimos oito anos, atentos às dificuldades dos nossos habitantes, procurando sempre demonstrar que podem contar conosco. Fazer uma campanha próxima das pessoas, uma campanha pela positiva, afastando todo o negativismo instalado na
freguesia e que tem vindo a agravar-se. Mostrar que o PS pode trazer um novo rumo para a Lomba. Conquistar as pessoas com uma política justa, isenta, demonstrando que
estamos abertos a ideias novas, ouvimos todos e não excluimos ninguém.
Explicite o projeto socialista para esta freguesia, no que se refere aos próximos quatro anos.
Queremos, principalmente, unir as pessoas em torno do nosso projeto. Uma das nossas batalhas será chamar as pessoas para a política, mudando mentalidades. Queremos
que as pessoas sejam uma parte integrante de um projeto que pretende modernizar e colocar a nossa terra novamente num rumo de desenvolvimento e crescimento. Oueremos também travar a fuga silenciosa para as freguesias vizinhas. Para isso, pretendemos criar condições não nível da habitação, turismo e serviços.
A equipa já está fechada?
O projeto do PS tem vindo a ser desenvolvido por uma equipa jovem, sólida e dinâmica, ao longo dos últimos oito anos, sempre recetíveis à entrada de novos elementos,
com novas ideias e que estejam dispostos a trabalhar em prol da nossa terra.Felizmente esta equipa tem vindo a crescer, adquirindo experiência, conhecimento, e, por isso,
atualmente, estamos prontos para dar responta às reais necessidades dos habitantes e da freguesia. Esta equipa nunca estará fechada porque o nosso projeto é para todos.
Ganhando as eleições autárquicas, qual vai ser, simbolicamente, a primeira medida do Rui Vicente?
Vamos começar por fazer uma auditoria às contas da Junta e, dando-a a conhecer aos habitantes, implementar um orçamento participativo, onde cada um fará ouvir a sua
voz sobre o destino do dinheiro de todos. E, também, descentralizar as reuniões da Assembleia de Freguesia e do Executivo, passando a realizarem-se por todos os lugares.
Queremos estar próximos dos habitantes, queremos que os habitantes estejam integrados no desenvolvimento da Lomba.
“
“
Continuar junto da população
como temos vindo a fazer ao
longo dos últimos oito anos
A União de Freguesias traz a Melres e a Medas uma nova realidade. O que faz a candidatura de José Andrade face a esse facto?
As pessoas das Medas vêm a freguesia de Melres de
uma forma mais ou menos admirada. Primeiro, pela sua
exposição; segundo por um conjunto de infraestruturas que tem. Por outro lado, as pessoas de Melres vêm
a freguesia de Medas como um complemento do seu
território. E porquê? Porque ela tem algumas infraestruturas que Melres não tem, como um pavilhão coberto
ou as piscinas. Logo, estas infraestruturas vão complementar-se num mesmo território. O que vamos ter de
saber fazer é planear e estruturar a utilização dessas infraestruturas, por forma a que todos sintam que elas são
comuns, tal e qual como Medas já faz hoje com os bombeiros: diz-se que os bombeiros são de Melres e não são
nada, são de Medas, Melres, Covelo, Rio Mau...
Isso significa que em Medas e Melres há uma
unidade geográfica superior à que existe,
por exemplo, em S. Cosme, Valbom e Jovim?
Claramente. Os nossos 18 quilómetros quadrados representam um território imenso, não têm tantos eleitores
assim, mas possuem outras
valências que são fundamentais para Gondomar. A
reestruturação de todas as
infraestruturas do território
é fundamental para que a
comunidade tenha maior
qualidade de vida.
Há quatro anos, o
PS ficou a poucos da
vitória em Medas e
ganhou, também por
curta diferença, em
Melres...
Todos os portugueses sabem que os próximos tempos são difíceis, são tempos em que vamos ter que
nos habituar a viver sem dinheiro, sem subsídios. O
José Andrade está habituado, nos últimos 49 anos, a
fazer milagres sem dinheiro. E como se fazem milagres
sem dinheiro? É com pessoas, pensando em gestão
e pensando em sinergias, permanentemente. Tenho
de Marco Martins o compromisso de que, com a sua
vitória, haverá um aumento de competências e serão
afetos funcionários da Câmara ao território de Medas
e Melres. Esses funcionários, que não custam nem mais
um tostão ao Orçamento da Câmara, ao ficar, digamos,
residentes em Melres, ou em Medas, serão a mesma
coisa que o presidente da Câmara aumentar o nosso
Orçamento. Por isso, o valor dos ordenados que, dessa forma, se desloquem para aqui vão permitir que o
José Andrade consiga criar uma estrutura no terreno
que possa claramente acudir a todos os problemas da
comunidade. Quanto é que se gastou com isso? Nada!.
De que projetos, em concreto, estamos a
falar para esta União de Freguesias?
Se conseguirmos ter perfeitamente estruturada a equipa que vai poder trabalhar junto da comunidade há
alguns projetos em que apenas queremos ser influência, porque eles não são da responsabilidade da Junta.
Por exemplo, o saneamento básico do nosso território,
só temos de ser um elemento de pressão; para termos
ambiente, para termos praia, temos, em primeiro lugar,
de estruturas básicas como o saneamento. A seguir, podemos pensar no Douro, na praia, no passeio junto à
praia, na ligação entre as praias de Melres e de Moreira,
na interligação destas duas praias e desta margem do
Douro à serra, em potenciar o turismo no rio Douro. A
piscina tem de ser uma infraestrutura usada pela comunidade, o pavilhão gimnodesportivo, que está fechado,
tem de se voltar para o meio em que está inserido…
Se ganhar as eleições de 29 de setembro,
qual gostaria que fosse a sua primeira medida?
Claramente, criar uma estrutura de serviço para a comunidade para, de seguida, tratar dos grandes projetos. Não podemos esquecer, por exemplo, que Melres
tem uma lacuna enorme com a Terceira Idade, pensar
num projeto de residência, de estadia ou de centro de
dia para Melres é fundamental.
Última questão: que solução, que olhar
para o desemprego tão pesado que atinge,
no fundo, todo o concelho?
Estamos a viver um problema gravíssimo com os desempregados, os desempregados não têm caminho.
Nós não temos tecido económico para conseguir escoar ou produzir emprego para esta gente. Gostaria
imenso de criar uma ferramenta, um caminho, para
que os nossos jovens, os nossos desempregados, encontrassem as competências necessárias para que desempenhassem profissões.
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CANDIDATOS
CANDIDATOS
RIO TINTO
ENTREVISTA
“
“
Quero os serviços da
Junta com certificado
de qualidade
NUNO FONSECA
NOTÍCIAS
Excelente
recetividade
em Rio Tinto
na zona da
Estação da CP
Se ganhar as eleições de 29 de setembro será o terceiro mandato consecutivo do PS. Para
quê um terceiro mandato?
O terceiro mandato é importante porque o projeto socialista para Rio Tinto não está terminado, há pontos que
nestes últimos oito anos, até por força das circunstâncias, não puderam ser concluídos.
Candidatos
socialistas
prometem
reabilitar a Areosa
Por Rio Tinto
vamos continuar
Marco Martins e Nuno Fonseca, cabeças das listas do Partido Socialista à Câmara Municipal de Gondomar e à Junta
de Freguesia de Rio Tinto, respetivamente, percorreram, recentemente, a zona da Areosa, no perímetro entre o
cruzamento onde confluem três concelhos e o antigo Mercado da Areosa. O tom dos comentários deste contacto
com a população teve um único sentido: as obras efetuadas no mercado e as alterações na circulação automóvel
com a introdução de parquímetros, desde o início do ano, “mataram” o comércio e a animação local.
Acompanhados de vários membros das respetivas listas e, ainda, de dirigentes socialistas, Marco Martins e Nuno
Fonseca inteiraram-se das queixas dos cidadãos e, sobretudo, dos comerciantes com estabelecimentos com frente
para a Rua D. Afonso Henriques, com passeios muito estreitos e trânsito intenso ao longo de todo o dia e noite em
duas únicas faixas de rodagem.
Qual é então o grande projeto para os próximos quatro anos?
Há dois vetores, um interno e outro externo. Internamente, quero que os serviços da Junta sejam certificados ao
nível da qualidade, nomeadamente no que diz respeito à gestão dos cemitérios e ao atendimento ao público.
Externamente, gostaria que a Junta fosse capaz, através do protocolo de competências com a Câmara, de ser
capaz de responder a todas as necessidades dos riotintenses, por forma a que não haja aquela desculpa de que
isto é serviço da Câmara e aquilo já é da Junta. Não, a Junta e a Câmara, através da Junta, deverão ter resposta
pronta para as necessidades dos cidadãos. Refiro-me a jardins, buracos, estradas, ruas, sinalização, obras, enfim,
uma série de coisas que, hoje, aparecem aos olhos das pessoas como sendo duas entidades a trabalhar nelas.
Rio Tinto é uma freguesia diferente das outras, tem uma enorme densidade populacional e, por isso, tem de ser
tratada como merece.
As manifestações de descontentamento foram de tal dimensão que Marco Martins e Nuno Fonseca se viram obrigados a assumir que, dentro das suas limitações e tão em breve quanto possível, apresentarão um projeto de
reabilitação para toda aquela zona.
A arruada ficou marcada por um acidente, logo no seu começo, quando uma mulher foi atropelada por um autocarro, no cruzamento da Areosa, à entrada da Rua D. Afonso Henriques. Nuno Fonseca (que trabalha no INEM) e
Marco Martins (bombeiro nos Voluntários da Areosa) foram dos primeiros a prestar socorro à vítima. Entretanto,
chegaram as equipas do INEM e da Viatura Médica de Emergência e Reanimação e a vítima transportada ao hospital.
A equipa está fechada?
Não. Não está porque queremos associar a este projeto, que merece ser acarinhado, um conjunto de pessoas que,
não tendo nada a ver com o Partido Socialista, têm conhecimento, experiência e atitude cívica que, pensamos,
deverá ser aproveitada. Aliás, já enderecei alguns convites que tiveram resposta positiva, o que muito me satisfaz.
Marco Martins obteve, na eleição para o seu segundo mandato, uma vitória histórica para o Partido Socialista.
Quatro anos depois, é expetável um resultado semelhante, ou não?
É expectável, sim, mas temos de considerar alguns aspetos: as pessoas mudam, os projetos adaptam-se às novas
circunstâncias e passou mais um mandato. Marco Martins obteve há quatro anos um reforço da sua votação, em
relação ao primeiro mandato, e espero que o trabalho desenvolvido por ele e pela sua equipa, da qual faço parte
desde a primeira hora, suscite a confiança plena dos riotintenses.
NUNO FONSECA
RIO TINTO
Praticamente à porta de casa, Marco Martins e Nuno
Fonseca, candidatos socialistas à liderança da Câmara
Municipal de Gondomar e da Junta de Freguesia de Rio
Tinto, respetivamente, sentiram uma excelente recetividade por parte dos cidadãos, no final da semana passada, durante mais uma ação de contacto com a população, na zona da Estação da CP, em Rio Tinto.
E não surpreende. Ambos gozam de grande popularidade naquela zona, pelo que o modo alegre e bem disposto como foram recebidos demonstra, uma vez mais,
o trabalho positivo que Marco Martins e a sua equipa
(que Nuno Fonseca integra desde a primeira hora) desenvolveram nos últimos oito anos.
O primeiro outdoor da candidatura de Nuno Fonseca à
Presidência da Junta de Freguesia de Rio Tinto já está
colocado, na rotunda junto ao antigo Mercado de Rio
Tinto.
O equipamento divulga, também, a candidatura de
Marco Martins à Presidência da Câmara Municipal de
Gondomar. Os dois candidatos lado a lado, um projeto
comum, um objetivo comum, Rio Tinto, porque, como
diz o slogan de campanha, “Por Rio Tinto vamos continuar”.
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CANDIDATOS
CANDIDATOS
S. Cosme, Valbom e Jovim
ANTÓNIO BRAZ
Notas biográficas
ANTÓNIO BRAZ
ENTREVISTA
António Braz é o primeiro nome da lista de candidatos à União de Freguesias de S. Cosme, Valbom e Jovim.
É casado, tem 55 anos e duas filhas. Empregado bancário e licenciado em Gestão Bancária pelo Instituto Superior de Gestão
Bancária, António Braz tem revelado, desde a década de 1980, uma intensa atividade autárquica, e é um profundo conhecedor
da realidade local. Entre 1982 e 1989, integrou a Assembleia Municipal de Trancoso. Em 1989 foi eleito para o Executivo da
Junta de Freguesia de Valbom e exerceu o mandato até 1993. Depois, cumpriu três mandatos (1993/1997 e 2001/2009) como
deputado à Assembleia de Freguesia de Valbom. É desde 2001 membro da assembleia municipal, tendo sido também eleito
em 2009 para a Assembleia Metropolitana do Porto, exercendo neste momento ambos os mandatos.
Integrou vários órgãos deliberativos e executivos do Partido Socialista, de âmbito local, concelhio, distrital e nacional.
Ao nível sindical, António Braz tem participado, desde 1991, em vários órgãos do Sindicato dos Bancários do
Norte e da União Geral dos Trabalhadores, cujo Secretariado Nacional integra desde 2009. É, ainda, membro
da Comissão de Trabalhadores do BST e da Comissão Coordenadora das Comissões de Trabalhadores da Banca
desde 2009.
Do ponto de vista cívico, a atividade de António Braz não é menos relevante. Foi dirigente dos Bombeiros Voluntários de Valbom, entre 2004 e 2008 (dois mandatos), assim como do Centro Social, Cultural e Paroquial de Valbom (CSCPV), de 1994 a 1997. É, desde 2005, membro do Conselho Fiscal do CSCPV, o qual preside desde 2010.
CARLA FERREIRA
Carla Ferreira, residente em Gondomar (S. Cosme), bacharel em Contabilidade e Administração pelo Instituto Superior de Contabilidade e Administração do Porto (ISCAP) e licenciada em Auditoria pela mesma instituição, é a
número dois da lista candidata pelo Partido Socialista (PS) à Junta da União
de Freguesias de S. Cosme, Valbom e Jovim.
Responsável desde 2005 pela contabilidade das empresas do Grupo Freitasmar (ligado ao setor da aquicultura e pescas), assumiu a Direção Financeira do grupo em 2010. Anteriormente, desempenhara, durante cinco anos,
a função de Auditora Financeira na sociedade
“ABQV - Sociedade de Revisores Oficiais de
Contas”.
Integra a Assembleia de Freguesia de Gondomar (S. Cosme) e pertence à Comissão
Política Concelhia do PS, assim como ao Secretariado do PS de S. Cosme. Fez parte do
departamento do Porto das Mulheres
Socialistas.
S. Cosme, Valbom e Jovim
HENRIQUE CARDOSO
Henrique Cardoso, casado, com quatro filhos e residente em Jovim, é o terceiro da lista do Partido Socialista (PS) candidata à Junta da União de Freguesias de S. Cosme, Valbom e Jovim.
Aposentado da Função Pública, Henrique Cardoso exerceu as funções de
canalizador no Serviços Municipalizados de Águas e Saneamento do Porto,
empresa onde desempenhou as funções de dirigente da Casa dos Trabalhadores e, ainda, da canoagem dos SMAS. Sempre nesta empresa, foi ainda
responsável pela cantina ao longo de oito anos.
É membro do secretariado da secção de Jovim do
Partido Socialista e da respetiva Comissão Política
Concelhia.
Foi dirigente da Associação de Canoagem do Porto, tendo Integrado por diversas vezes a
comitiva da Federação Portuguesa de
Canoagem em diversas provas do
Campeonato do Mundo.
Em 2009, o PS ficou a 20 votos da vitória em Valbom. Quatro anos depois, como pensa recuperar essa diferença nesta nova mega-freguesia que inclui S. Cosme, Valbom e Jovim?
É uma realidade diferente. O território é outro e, sobretudo, há mais candidaturas, pelo que é previsível que haja
uma distribuição de votos, pelo menos, à nossa direita. Há quatro anos aconteceu uma concentração de votos
que, desta vez, será redistribuída, pelo menos, por duas forças e isso é um fator que achamos deve ser tomado
em consideração. Também penso que, em alguns locais, será possível reforçar a nossa votação, já que no passado
fizemos uma campanha menos aguerrida e, agora, para estas eleições, estou a tentar imprimir mais algum dinamismo.
NOTÍCIAS
Marco Martins no
primeiro contacto
de António Braz
com a população
Mas a agregação de freguesias não pode distorcer esse raciocínio?
Exatamente por isso é que vamos tentar transmitir a S. Cosme e a Jovim a dinâmica forte que existe em Valbom.
Em Jovim, há quatro anos, ficámos aquém do que pensamos ser possível, e em S. Cosme também é possível fazer
melhor. Logo, apostamos numa candidatura aguerrida e determinada.
Qual é o principal projeto para esta União de Freguesias?
O principal projeto está focado nas pessoas. Vivemos com tantas dificuldades neste momento, os jovens que não
têm emprego, os idosos que acabam sozinhos e, por vezes, sem familiares que os possam ajudar… enfim, um mar
de problemas. Por isso, e num momento em que o Estado subtrai e corta cada vez mais nos apoios sociais, penso
que devemos apostar nas pessoas, na proximidade e no apoio que possamos prestar a esses cidadãos, temos de
estar junto dos mais frágeis. Além disso, naturalmente, iremos lutar pela segunda linha do Metro, questão fundamental em termos de acessibilidades. Tratar, valorizar e cuidar de toda a margem do Douro que está no nosso
território é outra prioridade, já que aquela zona do Pólis está um pouco abandonada, e, por fim, a criação de um
Parque Urbano.
Se o António Braz ganhar as eleições, qual será a sua primeira medida?
Virar-me para as pessoas, criar um gabinete, tirando partido das três estruturas administrativas que existem em
S. Cosme, Valbom e Jovim, a que as pessoas possam recorrer, e melhorar o que possa existir, porque é necessário
ouvir as pessoas, acompanhá-las e apoiá-las. O momento que vivemos, infelizmente, é de enormes dificuldades
sociais, grandes dramas pessoais, e nós temos de ser os primeiros a estar junto das pessoas.
PS assume
compromisso
com bombeiros
Depois dos Bombeiros de Melres e de Gondomar, Marco Martins, candidato pelo Partido Socialista (PS) à Presidência da Câmara Municipal de Gondomar, reuniu
com a direção dos Voluntários de Valbom. Acompanhado por António Braz, candidato pelo PS à Presidência
da Junta da União de Freguesias de Gondomar, Valbom
e Jovim, e por vários membros da lista de candidatos
para a Câmara Municipal, Marco Martins comprometeu-se a promover o voluntariado, através do acesso
gratuito dos seus membros a equipamentos municipais, como, por exemplo, as piscinas.
O candidato socialista manifestou, também, a intenção
de disponibilizar nas AEC’s a disciplina de Proteção Civil, promover ações de formação na área da vigilância
florestal para desempregados e, ainda, reforçar o Sistema Municipal de Proteção Civil (agora inoperante) em
meios humanos e materiais.
Marco Martins, candidato pelo Partido Socialista à Presidência da Câmara Municipal de Gondomar, acompanhou, recentemente, António Braz, no primeiro contacto do candidato socialista a liderança da União de
Freguesias de S. Cosme, Valbom e Jovim com a população de Gondomar (S. Cosme).
Na companhia de vários candidatos a vereadores e de
Carlota Teixeira, cabeça da lista do PS à Assembleia Municipal, Marco Martins e António Braz ouviram diversas
queixas relacionadas com o estacionamento e a falta
de critérios na instalação de parcómetros no centro de
Gondomar (S. Cosme), o que aconteceu no início deste
ano, já que há zonas que os têm, e outras, sem que se
perceba porquê, não foram contempladas, e vice-versa.
Neste contacto foi visível um número crescente de lojas fechadas, nomeadamente em centros comerciais,
e é cada vez mais notória a falta de um programa de
incentivo e apoio ao comércio local.
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CONCELHO
CONCELHO
PS vai reduzir impostos
A Assembleia Municipal de Gondomar deliberou, no
passado dia 28 de junho, por proposta do PS, com os
votos favoráveis do PS, PSD, CDS e do Bloco Esquerda,
adiar a aprovação de propostas da Câmara Municipal
relativas a matérias fiscais (IMI, Derrama e TMDP – Taxa
Municipal dos Direitos de Passagem) para o ano de
2014. O “Movimento Independente” ficou isolado e
veio a terreiro afirmar que o PS impedia a redução dos
impostos… Nada mais falso! O Partido Socialista vai
apresentar, logo após as eleições de 29 de setembro,
um conjunto de propostas que vão, precisamente, reduzir os impostos aos gondomarenses.
O IMI (Imposto Municipal sobre Imóveis), a Contribuição Autárquica de antigamente, é a principal receita
própria da autarquia e uma das principais fontes de
financiamento. Tributa todos os imóveis (casas e terrenos) e a autarquia pode fixar a taxa aplicar entre um
mínimo e um máximo permitido por lei. Para tal, a Câmara deve fazer uma proposta à Assembleia Municipal
e, depois de ser aprovada neste fórum, comunicar a decisão à Autoridade Tributária, até ao dia 30 de novembro de cada ano. Habitualmente, a proposta da Câmara
Municipal é votada pelo seu Executivo em meados de
setembro e a Assembleia vota, normalmente, no fim do
mesmo mês.
Ao longo dos últimos oito anos, o Partido Socialista de
Gondomar tem vindo a defender na Assembleia Municipal a criação e implementação de taxas diferenciadas,
além de uma descida do IMI. Essa mesma ideia-base integra o programa eleitoral autárquico a apresentar, brevemente, aos gondomarenses. Para o PS, os impostos
não são só um meio de arrecadar receita, são também
um instrumento de redistribuição de recursos. Por isso,
a aplicação no IMI de taxas diferenciadas por freguesia
ou a aplicação da taxa máxima a edifícios que pelo seu
mau estado de conservação não cumpram a sua função e que possam constituir um perigo para pessoas
e bens é um instrumento de coesão territorial e social.
A Câmara Municipal de Gondomar tem-se limitado a
aplicar uma taxa única, e normalmente a máxima.
Através de políticas fiscais podem-se conceder incentivos às famílias para que se fixem em áreas territoriais
Marco Martins
desafia adversários
para debate
Candidaturas do PS já têm sede
Foi inaugurada, no final do mês passado, a sede das várias candidaturas do Partido Socialista às autarquias do concelho de Gondomar, num ambiente informal e de grande
descontração.
A sede – situada na Praceta 25 de Abril, nº 16, em Gondomar (S. Cosme) – funcionará como um local de trabalho e de ponto de encontro da equipa de voluntários que tem
vindo a colaborar com as diferentes candidaturas socialistas.
Para Marco Martins, candidato à Presidência da Câmara Municipal de Gondomar, este espaço – numa das mais movimentadas zonas do centro da cidade – possibilitará,
sobretudo, manter o contacto com a população quase em regime de permanência, uma vez que estará de portas abertas aos cidadãos todos os dias.
menos atrativas, combatendo dessa forma alguma tendência de perda de atratividade em algumas freguesias. A taxa de IMI a vigorar para ano de 2014 poderia
ter uma função de discriminação positiva em relação a
algumas freguesias menos dotadas do ponto de vista
de infraestruturas básicas, como sejam a rede de saneamento pública, a rede viária e outras. Por outro lado,
a candidatura do PS defende que esta diminuição de
receita pode ser compensada pela aplicação da taxa
máxima aos prédios devolutos, abandonados e degradados, pois assim se penalizaria os proprietários que
tendo possibilidades económicas deixam ao abandono
os seus prédios.
A Câmara de Gondomar fixa sempre uma taxa única de
IMI para todo o concelho e, exceto no ano de 2013, foi
sempre a máxima. Este ano fez aprovar em reunião de
Câmara uma proposta de IMI anormalmente cedo (em
junho), para fazer campanha e obter dividendos eleitorais. O PS, acompanhado do PSD, BE e CDS, entenderam que esta Câmara não deve tomar decisões que
afetem o Orçamento do próximo ano, porque havendo
eleições em setembro caberá à Câmara eleita decidir
sobre questões orçamentais para 2014.
Para além disso, o candidato do Partido Socialista à Presidência da Câmara Municipal de Gondomar pensa que
devem existir quatro taxas diferenciadas no concelho.
O PS e a sua candidatura vêm o IMI como uma forma
de intervir a propósito dos mais desfavorecidos e condenam a utilização dos impostos como instrumento de
campanha.
Fixem-se, então, os impostos depois das eleições de 29
de setembro, porque a situação crítica dos gondomarenses não deve servir demagogias e populismos. A Assembleia Municipal, que é o órgão mais representativo
dos gondomarenses, votou pela retirada da proposta
dos impostos desta discussão eleitoral. E agiu bem.
A candidatura socialista defende, igualmente, a devolução aos contribuintes de 1% do IRS pago como forma
de criar atratividade fiscal e compensar as penalizações
que este Governo tem introduzido nas famílias que vivem do seu trabalho.
Marco Martins desafiou os restantes candidatos à Presidência da Câmara de Gondomar para um debate público
onde pudessem ser apresentados e confrontados projetos e soluções políticas, na sequência de uma “colagem”
de outros candidatos às ideias socialistas. O BE manifestou disponibilidade semelhante à do candidato do Partido
Socialista, a CDU disse que não, o PSD não respondeu e o candidato independente Fernando Paulo/Valentim Loureiro disse que... “nim”!
Marco Martins
reafirma apoio
a coletividades
Marco Martins, candidato pelo Partido Socialista à
Presidência da Câmara Municipal de Gondomar, tem
assumido, em reuniões com dirigentes associativos,
o compromisso de manter os apoios às coletividades,
otimizando as atuais disponibilidades e apostando na
formação.
Marco Martins tem manifestado disponibilidade para
adequar a atribuição e o pagamento de subsídios em
função de necessidades específicas. O raciocínio aplica-se, no campo desportivo, aos clubes que precisam
de dinheiro em junho, julho, ou seja, a tempo de pagar
as inscrições para a época seguinte.
Nesta reunião, Marco Martins assumiu ainda que irá
estudar a possibilidade de a Câmara Municipal pagar
diretamente as inscrições à Associação de Futebol do
Porto, à semelhança do que sucede noutras autarquias.
O candidato socialista comprometeu-se, também, a
criar o Gabinete de Apoio ao Associativismo, balcão
único de contacto entre a Câmara e as associações, e
que tenha portas abertas uma vez por semana à noite
e ao sábado, por forma a que os dirigentes associativos
não sejam obrigados a incorrer em falta com as suas
obrigações laborais.
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ÚLTIMA HORA
BRISA/AEDL
prejudicam o PS
O consórcio Brisa / Auto
Estradas do Douro Litoral
removeu abusivamente,
e sem qualquer comunicação prévia, no passado
mês de março, um pequeno outdoor de campanha
do PS/Gondomar (com
4m x 1,5), colocado na rotunda de acesso da EN108
“Marginal” ao nó de Medas da Auto Estrada A41,
alegando que o mesmo
colocava em causa a segurança rodoviária. A colocação da estrutura pelo
PS obedeceu à legislação
em vigor.
Na altura o PS protestou
discordando mas, tendo
por base a garantia dada
pela BRISA/AEDL de que
idêntico tratamento seria
dado a outras candidaturas, não formalizou queixa.
Para espanto do PS, foi
colocada na mesma rotunda, no final de junho,
uma estrutura da candidatura de Fernando Paulo
à Câmara de Gondomar,
pelo Movimento Independente Valentim Loureiro – Gondomar no Coração,
com quatro faces de 4m x 2m (32 m3), seis vezes mais
da área da do PS.
Mal o PS se apercebeu da existência da estrutura, expôs a questão à BRISA/AEDL, que deu garantias de que
iria atuar em conformidade. Passados alguns dias, sem
qualquer ação da BRISA/AEDL, foram colocadas as lonas com a respetiva propaganda, tendo a BRISA/AEDL
informado que não iria remover o material da candidatura independente para “não cometer qualquer ilegalidade”.
Ora, a BRISA/AEDL têm dois pesos e duas medidas?
Não se pode cometer uma ilegalidade para com a can-
Editorial
Luís Filipe Araújo
Presidente da Comissão Política
Concelhia do PS/Gondomar
Nos últimos meses, a candidatura do PS à Câmara
Municipal de Gondomar teve a oportunidade de chegar junto das pessoas, confrontando-as com as suas
propostas, os seus projectos e as suas ideias, apresentando o candidato Marco Martins e percebendo que
a mudança é muito aguardada e que não há mais
espaço para o imobilismo e a continuidade apática.
Contactamos centenas de associações que tiveram a
oportunidade de enriquecer, como fizeram, as nossas
propostas para o município, aceitando o desafio de
contribuir para a construção do nosso programa eleitoral, que será, acima de tudo, um compromisso com
Gondomar e com os Gondomarenses. O movimento
associativo merece, de nossa parte, uma mensagem
de serenidade e de confiança, pois sabemos bem da
sua importância em Gondomar, devendo sempre ser
acarinhado e reconhecido como um dos pilares sociais, culturais e desportivos do concelho.
Estivemos perto das empresas, não apenas das que
estão ligadas às actividades tradicionais do município, mas também das que se abeiram de novos desafios. Tentamos compreender as suas dificuldades e
aquilo de que carecem das autarquias locais e onde
é possível fazer melhor.
Visitamos os conjuntos habitacionais do município,
frequentamos os transportes públicos, estivemos nos
mercados e nas praias fluviais, tudo fazendo sempre
para nos abeirarmos das pessoas e dos seus problemas, num tempo difícil de explicar, em que a actividade política é repetidamente apoucada, nem sempre sem razão.
didatura que está no poder na Câmara de Gondomar,
mas pode-se cometer com a candidatura do PS?
O que tem a BRISA/AEDL a esconder?
Porque deve o poder municipal, agora recandidato, ter
um tratamento privilegiado?
O Partido Socialista de Gondomar não compreende a
diferença de tratamento entre candidaturas.
Esgotada a via de diálogo e a tentativa de resolução da
situação, outra medida não restou ao PS senão formalizar queixa junto da Comissão Nacional de Eleições, por
desigualdade de tratamento e falta de imparcialidade
da BRISA/AEDL.
www.marcomartins.pt
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Fomos trilhando um caminho de obrigatória aproximação e contacto com os Gondomarenses, sensibilizando-os para o acto eleitoral que se aproxima, e
para a necessidade de não se alhearem do que é a
coisa pública, de se fazerem ouvir e de participarem
na mudança. A mudança que é séria e que vem a
caminho. Essa mudança que Gondomar aguarda e
que vai chegar em breve e cheia de vigor, porque
sabe que, vindo já atrasada, ainda chegará a tempo
de vingar.
facebook.com/MarcoMartinsGondomar2013
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julho 2013 - partido socialista | gondomar