ATA DA ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA DE 26 DE NOVEMBRO DE 2014
DO CONDOMÍNIO VISION BROOKLIN
Ao vigésimo sexto dia do mês de Novembro do ano de dois mil e quatorze, às vinte horas, em segunda chamada e
última convocação, nas dependências do próprio edifício, reuniram-se em Assembleia Geral Extraordinária, os
senhores condôminos do Condomínio Vision Brooklin, em atenção ao edital de convocação, regularmente expedido
em 14.11.2014, a fim de deliberarem sobre a seguinte ordem do dia: 1. Laudo conclusivo da garagem; 2.
Aprovação para aparelhos novos na academia; 3. Ampliação da academia; 4. Aprovação Elemidia. Presentes
os senhores condôminos que assinaram a lista de presença, parte integrante da presente ata. Por aclamação, assumiu
a presidência o morador Sr. Gilberto Iacuzio (apto 64 Smart) e o Sr. Julio César Bispo, da administradora J2M
Assessoria e Administração Imobiliaria, para secretariá-lo. Assim composta a mesa, determinou o Sr. Presidente o
início dos trabalhos, iniciando com o item 1. Laudo conclusivo da garagem. Com a palavra o Dr. Diego informou
a todos os presentes, que após o termino do parecer técnico conclusivo sobre as vagas de garagem, estará
apresentando as soluções jurídicas. Passando a palavra ao engenheiro Ricardo S. F. Gonçalves, o mesmo pediu
desculpas a todos, já que fazem aproximadamente 6 meses para a conclusão do laudo. Iniciando sua apresentação do
laudo de vistoria técnica das vagas de garagem (especifico das vagas de garagem), abordou diretamente a conclusão
do trabalho, dizendo que a documentação técnica da incorporação imobiliária é compatível entre si no caso das
vagas de garagem. (Matrícula x projeto aprovado x Quadros NBR 12721).
Somente 2% das vagas que constam do projeto aprovado apresentam, em uma de suas dimensões, redução superior
a 5%. (vagas de motos e demarcação pós-ocupação).
Na questão técnica e legal, perante o código de obras (COE), foram atendidos todos os requisitos pelo construtor,
exceto algumas dimensões nas áreas de manobra, mas que resultaram inferiores a 5%. Houve descaracterização do
projeto aprovado com as demarcações pós-ocupação.
O engenheiro foi questionado que devido à remarcação na garagem do 1º subsolo uma vaga sumiu e se nenhum
morador ou proprietário deu falta dessa vaga, o mesmo confirmou que uma vaga (tamanho M) foi descaracterizada
durante a remarcação realizada pela Construtora Gafisa, mas não seria a pessoa indicada para dizer se há
proprietário essa vaga descaracteriza. A Sra. Juliana Moreira, explicada que desde o inicio da administração do
condomínio pela sua empresa (J2M Assessoria Imobiliária) o edifício jamais esteve 100% ocupado e cita que no
inicio de sua gestão administrativa, alguns moradores na época tinha o costume de utilizar outras vagas, com maior
acessibilidade. O Sr. Rodrigo Lobo (Sindico), acha que seria coincidência, que a vaga que sumiu, seja de algum
proprietário que não tenha realizado a mudança ao edifício. O Sr. Andrés Kramer (apto 94 Dream), pediu a palavra
e perguntou se há divergência com o projeto da Prefeitura, com a remarcação real do 1º subsolo, e se foi feito algum
levantamento para ver, se voltando atrás e adequando o local ao projeto aprovado na Prefeitura, funcionaria a área
de manobra e vagas. O Sr. Rodrigo Lobo (sindico) explica que a mudança realiza pela Construtora Gafisa, ocorreu
quando o edifício tinha alguns moradores, com vagas que se encontrava dentro das dimensões descritas na lei, mas
não sendo possível alguma de saída as portas dos veículos. Explicou que a Construtora Gafisa realizou uma reunião
no edifício, e teve intenção de filmar, na intenção de documentar ou até mesmo possuir um documento legal, o que
foi proibido pela construtora. A construtora Gafisa se prontificou a encaminhar um engenheiro, que modificou as
vagas dos moradores, das quais estavam em locais sem acesso ao veiculo, utilizando como exemplo a vaga do
apartamento S-273, que foi realocada próximo ao hidrante, sendo a solução paliativa proposta pela construtora. O
Sr. Roberto Louzano (apto 83 Dream) perguntou se não existe a possibilidade dos proprietários que obtiveram suas
vagas alteradas, após realizarem reclamação junto a Construtora Gafisa, assinassem algum termo ou declaração, à
modo de. A Sra. Juliana explica que existe uma pasta fornecida pela própria construtora, que possui um documento
demonstrando as demarcações de cada vaga, assim não sendo necessário fazer ninguém assinar documento. O Sr.
Roberto explica que tanto ele, como Sr. Rodrigo, foram os primeiros a mudarem para o edifício e não era possível
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acessar a garagem, já que a mesma não se encontrava pronta, assim não era existia a possibilidade de saber
realmente qual seria sua vaga, e que após novos proprietários foram mudando-se para o edifício, não entendeu como
foi realizado a divisão das vagas, já que ele possui um apto pequeno, com 1 vaga tamanho G e outro apto grande,
com 1 vaga tamanho (P) e gostaria de saber como foi distribuído as vagas. A Sra. Juliana diz que o Sr. Rodrigo
havia informado que na época da venda dos apartamentos, havia um custo diferenciado na comprar no imóvel,
devido ao tamanho das vagas. Alguns proprietários se manifestaram o assunto, como o Sr. Gilberto Iacuzio (apto 64
Smart) comentou, que tanto ele, como tantos outros, não puderam escolher a vaga. O Sr. Rodrigo, diz que as
mudanças ocorreram, e que eram necessárias e foram realizadas pela Construtora Gafisa, e sugeriu as 2 alternativas,
retornar o projeto inicial (aprovado na Prefeitura) e os proprietários das vagas que foram modificadas, voltarão a ser
prejudicados e deverão buscar seus direitos individualmente, já que o condomínio não pode ser responsabilizado
pela construção e demarcação das vagas, ou o condomínio continuidade na solução do problema. Informa que o
documento assinado sobre a localização da vaga, não tem valor legal, sendo instrumento legal a informação que
consta na matricula do imóvel, a qual consta apenas o subsolo que o proprietário tem direito a 1 ou 2 vagas. O Dr.
Diego explica aos presentes, que após a conclusão do laudo técnico, fica comprovado que não existe um substrato
para que o condomínio entre com uma ação contra a Construtora Gafisa. O Sr. Rodrigo explica que diante disso,
será necessária a cooperação de todos, já que será preciso que os devidos veículos se enquadrem as respectivas
vagas. O Sr. Altino (apto 231 Smart) expõe a sua opinião, dizendo que se um único proprietário entra com uma
ação, existe a possibilidade de a garagem ser interditada, por ser caracterizado que o condomínio esteja irregular, já
que o projeto aprovado não confere com a obra, a mesma encontra-se irregular. A Sra. Juliana explica que o
condomínio perante a lei, encontra-se dentro da legislação e explica que se um proprietário possui uma vaga do
tamanho P e seu carro se enquadra no tamanho, mas não consegue abrir a porta de ser veiculo, é um dano pessoal,
não do condomínio, dessa maneira não podendo ocorrer uma interdição. O Sr. Rodrigo informa que estará se
reunindo com o conselho, a fim de discutir sobre possíveis soluções. O Dr. Diego explica que a pauta dessa
assembleia era elucidar o laudo, para possíveis soluções será necessário um estudo jurídico e técnico, lembrando
que o condomínio esta em período de presunção de garantia, sendo assim, não é possível realizar alterações sem a
devida autorização da Construtora Gafisa, para evitar futura ação de anomalias e patologias construtivas antes dos 5
anos. O Presidente passando para o próximo item, solicitou a inversão das pautas discutindo o item 2. Aprovação
para aparelhos novos na academia. Com a palavra o Sr. Rodrigo Lobo (sindico), explica que a academia vem
sendo o maior motivo de questionamento por parte dos condomínios, o investimento realizado no local, sugerindo a
compra de novos equipamentos e ampliação do local. O Sr. Rodrigo explica que não é possível fazer grande
investimento no local, já que não existe espaço físico suficiente para instalação de novos equipamentos, sugere que
pode trocar por novos equipamentos e se desfazer dos aparelhos antigos e tentar viabilizar a instalação de um novo
equipamento. Sr. Kramer (94 Dream) informar ao sindico que existe duas opções para adquirir equipamento para
academia, sendo a primeira, buscar efetuar a compra direto com fornecedores, ou a segunda opção, comprar
equipamentos remanufaturado das grandes academias, as quais fornecem garantias dos produtos. O Sr. Rodrigo
explica que um condomínio entrou em contato com ele, informando ser proprietário de três academias, que se
propôs o condomínio efetuar a comprar de novos equipamentos pela sua academia, afim de conseguir valores
reduzidos, na aquisição dos equipamentos. O Sr. Rodrigo informa que para troca de todos os equipamentos o custo
ficará elevado, já que uma esteira que suporte o grande fluxo de usuários e de qualidade custe em torno de R$
20.000,00. Ele sugere que a troca dos equipamentos seja feita gradativamente. O Sr. Paulo (apto 223 dream) se
apresentou como sendo o proprietário de academias que encontrou em contato com o Sr. Rodrigo, e o mesmo
informa que o valor descrito para uma esteira, trata-se de um equipamento importado, sendo que uma nacional tem
um valor quatro vezes menor e tem a mesma durabilidade, explica que a ultima esteira adquirida para uma das suas
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academias teve um custo de R$ 6.000,00, de marca nacional com ótima qualidade. O Sr. Rodrigo pergunta ao
mesmo, qual seria a verba indica para aquisição de novos equipamentos, sendo informado que por volta de R$
30.000,00 para aquisição de 1 esteira, 1 smith e 1 multifuncional. O Sr. Gilberto (64 smart) sugere que o Sr. Paulo
(apto 223 dream) realize uma consultoria ao condomínio para verificar os equipamentos adequados e o orçamento.
O Sr. Kramer (apto 94 Dream) diz com as informações passadas, uma verba no valor de R$ 50.000,00, possa trocar
os equipamentos da academia. O Sr. Fabricio (apto 262 Life) fala que aparentemente o problema é a qualidade dos
equipamentos instalados no local, com novos equipamentos não haverá tantos problemas de manutenção e desgastes
dos equipamentos. O Sr. Rodrigo sugere que seja votado o orçamento para comprar de novos equipamentos, mas
aconselhado pelos participantes, estará buscando 3 opções de orçamento e será levado para votação na próxima
assembléia. Iniciando o item 3. Ampliação da academia; O Sr. Rodrigo Lobo (sindico) informa que diversos
condomínios pedem a ampliação do espaço da academia, citando uma possível desocupação do Espaço ZEN, local
pouco utilizado no condomínio. Sr. Rodrigo explica que além do custo elevado, é seria necessário aprovação de
100% dos condomínios, para que seja realização de mudanças nas áreas de lazer do condomínio. O síndico
apresentou uma proposta para o fechamento da área destinada à academia em vidro, sem a realização de mudança
da estrutura do local, citando como exemplo o serviço realizado no espaço destinado a churrasqueira. O Sr. Fabio
(apto 183 Dream) perguntou ao sindico como é realizada a demanda de contato para que assuntos como esse entrem
em pauta, sendo respondido que alguns condôminos entram em contato via e-mail, telefone ou até mesmo
pessoalmente, levando todo os assuntos ao conselho, sendo de extrema importância e bem-vinda a reinvindicação
dos condôminos. Sra. Ida (apto 142 Dream)quis entender independente das razões, porque as prioridades pontuais,
como a instalação de ar-condicionado no salão de festas, não foi realizado. O Sr. Rodrigo explica, que em
assembleia anterior foi discutido apenas a instalação do ar condicionado na academia, devido o vidro permanecer
aberto, entrando o vapor da piscina aquecida e insetos, mas foi citado que posteriormente seria colocado em pauta
em futuras assembleias. O Sr. Rodrigo sugere que todos os inquilinos que tiverem sugestões, devem procurar a Sra.
Marizilda, a Gerente Predial. A Sra. Juliana lembra a todos que a J2M disponibiliza desde o inicio da administração,
um e-mail ([email protected]), para ser utilizado como um canal de comunicação. Retornando ao assunto
de ampliação, após diversas sugestões o Sr. Rodrigo informa que juntamente com Dr. Diego, estarão verificando a
viabilidade da ampliação da academia e apresentaram projetos e orçamentos numa futura assembléia. Passando para
o ultimo Item 4. Aprovação Elemidia. O Sr. Rodrigo explica que a Elemidia entrou em contato oferecendo o
serviço nos elevadores, onde será oferecido um canal informativo, com um custo de R$ 130,00 mensais por ponto
instalado. Iniciado a votação, todos os presentes foram contra a contratação do serviço.
Nada mais a havendo a ser tratado, determinou o Sr. Presidente o encerramento dos trabalhos e a lavratura da
presente ata, que segue assinada por ele, Presidente, e por mim, Secretário.
São Paulo, 04 de Dezembro de 2014.
Gilberto Iacuzio
Presidente
Julio César Bispo
Secretário
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