GOVERNO DO ESTADO DO PARANÁ
COLÉGIO ESTADUAL DO PARANÁ
COLÉGIO ESTADUAL DO PARANÁ NO SÉCULO XXll: EDUCAÇÃO E
SUSTENTABILIDADE COM VISTAS À EMANCIPAÇÃO HUMANA
CURITIBA 2012
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APRESENTAÇÃO
O Colégio Estadual do Paraná – CEP - tem sua história marcada por se
diferenciar dos demais estabelecimentos de ensino do Estado. Sua criação como
Liceu, em 1846, antecede a própria emancipação política do Estado do Paraná. Sua
majestosa sede, inaugurada em 1950, torna-o o maior Colégio Estadual. Diariamente,
transitam por suas dependências mais de 7 mil pessoas. O CEP vem sendo construído
com as mãos e mentes de muitos de seus ex-alunos. A qualidade do ensino ofertado
preparou governadores, prefeitos, magistrados, empresários e tantos outros cidadãos
que fizeram e fazem a diferença positiva na nossa sociedade.
O reconhecimento de sua importância cultural veio com seu tombamento em
10/03/1994, conforme Inscrição Tombo 118 – II, Processo Número 03/93, data da
inscrição: 10 de março de 1994, Livro Tombo Histórico.
Além do ensino nos níveis fundamental, médio e educação profissional, possui o
Observatório Astronômico e Planetário, o Canteiro de Obras em Santa Felicidade, o
Centro de Línguas Estrangeiras Modernas (CELEM) e as atividades complementares
de diversidade, Oficinas da Escolinha de Artes e o Treinamento Esportivo.
O prédio principal é formado de quatro pavimentos, ocupando área de
aproximadamente 43.140m2, consoante o projeto original, desenvolvido sobre planta
em forma de U, dispondo, além de salas de aula, de laboratórios destinados ao ensino
de disciplinas específicas, tais como Biologia, Física, Informática, Matemática e
Química, e os laboratórios dos cursos do Ensino Profissional, Escolinha de Arte,
salas/ambiente,
salas
destinadas
às
atividades
administrativas,
cinema/teatro,
Auditório, Salão Nobre, biblioteca, almoxarifado, além de espaços outros relacionados
a atividades docentes e discentes.
De acordo com o Decreto n° 5.296, de 2 de dezembro de 2004, que regulamenta
a Lei n° 10.098, de 19 de dezembro de 2000 - e estabelece normas gerais e critérios
básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de necessidades
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especiais ou com mobilidade reduzida - o Colégio adequou sua infraestrutura com
rampas e 04 banheiros, além de já contar com 2 elevadores antigos para facilitar o
acesso. Apesar disso, a acessibilidade ainda é precária em alguns espaços da escola.
Especificando-se, as instalações do CEP
compreendem: a) Salas de aula:
O Colégio Estadual do Paraná – Ensino Fundamental, Médio e Profissional –
dispõe de 44 (quarenta e quatro) salas de aula, com 54 metros quadrados cada,
atendendo às especificações da Resolução n° 0318/2002 – SESA, sendo utilizadas em
três turnos.
b) Complexo higiênico-sanitário:
O Colégio Estadual do Paraná dispõe, no prédio central, de:
− 07 (sete) complexos higiênico-sanitários femininos, com pia, 05 (cinco)
torneiras e 05 (cinco) vasos sanitários em cada um;
− 07 (sete) complexos higiênico-sanitários masculinos, com pia, 04 (quatro)
torneiras, 05 (cinco) vasos sanitários e 01 (um) mictório com capacidade para 04
(quatro) pessoas, em cada um;
No complexo poliesportivo, o Colégio dispõe de 02 (dois) complexos higiênicosanitários masculinos e 03 (três) femininos com as mesmas especificações citadas
acima.
c) Salas-ambiente:
O Colégio Estadual do Paraná dispõe de:
− 08 (oito) salas destinadas à guarda de materiais específicos das disciplinas,
sendo: uma sala com 18,90m2 para Física, equipada com cadeiras, mesas, poltronas,
armários, quadro; uma sala com 20,15m2 para Química, equipada com cadeiras, mesas,
armários, quadro de recados, telefone e microcomputador; almoxarifado de Química, com
21,04m2, equipado com duas estantes, duas pias, cadeiras e banco; uma sala com
23,48m2 para Língua Portuguesa e LEM – Inglês, equipada com cadeiras, mesas,
armários, quadro de recados, arquivo, mural e microcomputador; uma sala com 17,83m2
para Sociologia e Filosofia, Cursos Técnicos e Ensino Fundamental, equipada com armário
embutido, cadeiras, mesas, armários, murais, quadro de recados, microcomputadores e
impressora; uma sala com 20,15m2 para Geografia, equipada com cadeiras, mesas,
armários, quadro branco, escaninho, e microcomputador; uma sala
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com 18,90m2 para Biologia, equipada com cadeiras, mesas, poltronas, armários, quadro
de recados, prateleiras, mural, pia de balcão, e microcomputadores.
− 02 (duas) salas com capacidade para cem pessoas cada, equipadas com data
show, amplificador de som, duas caixas de som, DVD player e microcomputador.
− Salão Nobre, com 309,60m2, equipado com conjunto de mesa de honra com
sete cadeiras, 150 cadeiras para plateia, duas mesas pequenas, sistema de som com
caixas, bandeiras históricas do Brasil, do Paraná, do Colégio Estadual do Paraná,
dezoito obras de arte (quadros) e um piano de cauda Essenfelder.
− Biblioteca, com 390,72m2, equipada com doze armários, 14 cadeiras, seis
fichários, quatro mesas com seis cadeiras, onze poltronas, um banco para quatro pessoas,
dez mesas com dez lugares, oito mesas individuais, 119 estantes e um balcão.
− Auditório, com 847,54m2 e 850 lugares, dois complexos higiênico-sanitários,
masculino e feminino, dois púlpitos, um piano de cauda Essenfelder, mesa de iluminação,
iluminação cênica com vinte canhões de luz, sistema de som com mesa de dez canais,
caixas de som, cd player, quatro microfones, tela de projeção, quatro bandeiras (Brasil,
Paraná, Curitiba e do Colégio), dois camarins e depósito de materiais.
− Sala de convivência, com 17,27m2, com nove cadeiras, duas mesas e um
quadro de giz.
− 02 (duas) salas de aula, com vinte conjuntos de cadeiras e carteiras, e 02 (duas)
salas de aula, com quarenta conjuntos de cadeiras e carteiras destinadas às aulas do
CELEM, que oferta, em 2012, cursos de Inglês, Espanhol, Alemão, Francês, Japonês,
Mandarim e Polonês, num total de 48 turmas, distribuídas nos 03 turnos e nos sábados.
− Rádio intervalo.
− Escolinha de Artes, com materiais e equipamentos para desenvolver o
trabalho pedagógico nas quatro áreas: Artes Visuais, Teatro, Música e Dança.
− Complexo poliesportivo, com ginásio de esportes, pista de atletismo oficial,
piscina olímpica com plataforma de saltos e piscina de aprendizagem, campo de
futebol, quadras de voleibol, basquetebol, futsal, handebol, salas de musculação, de
ginástica rítmica e xadrez.
− Almoxarifado geral, contendo materiais de expediente, limpeza e manutenção
do Colégio, devidamente organizados e acondicionados.
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− Refeitório, onde é servida a merenda escolar. O Colégio Estadual do Paraná,
além da merenda nos períodos da manhã, tarde e noite, oferece almoço e jantar, na
condição de reforço de merenda, para os estudantes que participam de atividades
escolares em turnos diferentes dos quais estão matriculados. Atualmente, a merenda
escolar serve um total de 1.200 refeições por dia. Temos estudantes atletas, que
participam das atividades desportivas e que também utilizam esse tipo de serviço.
− Cantina comercial, administrada pela APMF do Colégio.
− Centro de Memória, contendo o acervo histórico do Colégio, responsável pela
catalogação e organização de documentos, mobiliário, fotos e as mais diversas formas
de registro da história da instituição que, em 2012, completou 166 anos.
d) Laboratórios:
O Colégio Estadual do Paraná possui quatro Laboratórios de Informática, um
Laboratório de Biologia, um de Física, um de Química, um de Matemática, um de
Prótese Dentária e um de Saúde Bucal;
e) Instalações e ambientes destinados às pessoas com necessidades especiais:
O Colégio Estadual do Paraná dispõe de complexo higiênico-sanitário em todos os
andares, rampas de acesso, elevadores e guias no calçamento.
f) Canteiro de Obras, localizado no Bairro de Santa Felicidade, à Rua Angela
Dall Ostro, 201, com 7.928m2, sendo 300m2 construídos. É utilizado nas aulas práticas
do curso de Edificações.
g) Observatório Astronômico, no Município de Campo Magro, área de 5.000
metros quadrados.
h) Casa de máquinas, que abriga os motores de filtro das piscinas.
i) Prédio que abriga os equipamentos de Educação Física, com 190,40m2, e
onde existe garagem para os carros oficiais.
j) Casa destinada ao Centro de Memória (em reforma), com 354m2.
O Colégio Estadual do Paraná possui um patrimônio cultural adquirido e acumulado
ao longo de toda a sua trajetória, destacando-se uma importante pinacoteca.
Essa coleção é um patrimônio público de grande valor histórico e qualidade estética.
Atualmente, é composta de vinte e oito obras de dezoito artistas, sendo muitos
paranaenses, como os premiados Theodoro De Bona (1904-1983), Guido Viaro (18971971), Miguel Bakun (1905-1963), Poty Lazzarotto (1924-1998), entre outros. Grande
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parte desse acervo é composto por trabalhos de ex-estudantes, ex-professores, e até
de artistas que viveram as duas situações neste Colégio, como Luis Carlos Andrade
Lima (1933-1998) e Jarbas Schünemann (1951-1992). A distribuição dessa pinacoteca
se concentra em três ambientes específicos no Colégio Estadual do Paraná: no Salão
Nobre, na Direção Geral e na Escolinha de Arte. Embora não se tenha o registro exato
do início dessa coleção, a obra mais antiga data de 1887, “Nossa Senhora e o Menino
Jesus”, do artista Joseph Weiss (1861-1952) e, por se tratar de uma coleção aberta,
ainda recebe novas obras, como os recentes óleos sobre tela (2005), da artista
Dulcirene Montanha Moletta (1941), doados em 2008.
Atualmente, temos mais de 5000 (cinco mil) estudantes matriculados e
frequentando regularmente, aproximadamente 63% deles residem em Curitiba e 37% e
na área metropolitana, num total geral de 121 turmas. Além dos ensinos fundamental e
médio, o CEP oferta, no Ensino Médio Integrado, os cursos de Técnico em Edificações,
Técnico em Comunicações e Artes, Técnico em Prótese Dentária, Técnico em Arte
Dramática e Artes Cênicas. No Ensino Subsequente, os cursos Técnico em Produção
de Áudio e Vídeo, Técnico em Administração, Técnico em Arte Dramática e Artes
Cênicas, Técnico em Informática, Técnico em Edificações, Técnico em Saúde Bucal,
Técnico em Secretariado.
Como são desenvolvidas várias atividades extracurriculares, há um grande
número de pessoas circulando diariamente nas dependências do CEP, nos períodos
matutino, vespertino e noturno, conforme gráficos e tabelas, elaboradas pela Secretaria
da Escola, em 2011. Pode-se inferir, portanto, que o número de pessoas que circulam
no CEP é bem maior que a população de muitos municípios do interior do Estado,
conforme mostram os gráficos abaixo (Gráficos 1, 2 e 3).
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Gráfico 1
CIRCULAÇÃO DIÁRIA DE PESSOAS - CEP
MANHÃ
3000
2645
QUANTIDADEDEPESSOAS
2500
2096
2000
2010
1500
2011
1000
500
194
43 36
0
34 30
9
AGENTE I
ALUNOS
15
98
4
PEDAGOGAS
AGENTE II
4
ESTAGIÁRIOS
PROFESSORES
SEGMENTOS
Gráfico 2
CIRCULAÇÃO DIÁRIA DE PESSOAS TARDE
QUANTIDADEDEPESSOAS
3000
2410
2500
2181
2000
2010
2011
1500
1000
500
57 54
43 44
11
35
213
107
6
5
0
AGENTE I
ALUNOS
PEDAGOGAS
AGENTE II
ESTAGIÁRIOS
PROFESSORES
SEGMENTOS
Gráfico 3
CIRCULAÇÃO DIÁRIA DE PESSOAS - CEP
NOITE
QUANTIDADEDEPESSOAS
2500
1969
2000
1687
1500
2010
2011
1000
500
156
20 18
0
14 14
AGENTE I
ALUNOS
9
20
PEDAGOGAS
AGENTE II
SEGMENTOS
86
0
1
ESTAGIÁRIOS
PROFESSORES
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A partir da necessidade de adequar o CEP às demandas atuais e futuras é que
este
projeto
propõe
soluções
alternativas,
transformando-o
no
primeiro
estabelecimento público estadual de ensino totalmente voltado para conceitos
sustentáveis em suas dimensões: cultural, histórica, memorial, energética, ambiental,
estrutural (garantindo condições de acessibilidade), preparando-o para o século XXll.
O momento histórico atual coloca ao Colégio Estadual do Paraná e sua
comunidade escolar um novo desafio: a restauração do seu patrimônio cultural, bem
como sua conservação, com conceitos totalmente sustentáveis na perspectiva de um
planejamento ambiental, cultural e pedagógico. .
Conscientes desse grande desafio é que o Colégio Estadual do Paraná e o
Governo do Paraná se unem a fim de transformar o CEP no primeiro Colégio
Paranaense, reestruturado física e pedagogicamente com conceitos totalmente
sustentáveis.. O projeto prevê ações (na planta do colégio) nas áreas de energia,
saneamento, resíduos sólidos, patrimônio cultural, restauração dos edifícios,
recuperação do espaço olímpico (piscina, cancha de atletismo, ginásio de esportes,
quadras poliesportivas), merenda orgânica, entre outros. A
questão pedagógica
merecerá ação especial, a fim de adequar cursos e currículos a esse conceito de
sustentabilidade.
A implementação deste projeto, por sua ampla dimensão, exigirá estudos
adequados no projeto original, bem como destino significativo de recursos. Assim, além
de grande esforço do Colégio e da Secretaria do Estado da Educação do Paraná, há a
necessidade de busca e envolvimento de parceiros e apoio de outras instâncias do
próprio Governo do Estado, bem como da iniciativa privada, além de ex-alunos e toda a
comunidade escolar.
Em linhas gerais este projeto está pautado em trés grandes eixos, a saber, 1resgate e conservação da memória do CEP_e patrimônio cultural (memória) , 2 definição de uma concepção de sustentabilidade ou de conceito sustentável de CEP
que fundamente as práticas e, em especial, a organização curricular (currículo), 3 – a
reestruturação completa do prédio escolar e sua adequação a princípios e práticas
sustentáveis.(estrutura física).
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Estes trés grandes eixos guardam consigo um fundamento comum: o de conceber o
contexto histórico, social, político, econômico e cultural como referencial para analisar
os condicionantes sobre a realidade presente, tomando esta como uma construção
histórica para vislumbrar e projetar o CEP para o século XXII.
Assim sendo, e em função dos seus eixos, o projeto apresenta duas bases: (1)
Educação e (2) Sustentabilidade. Na primeira, para além da necessidade de
preservação do acervo documental e da estrutura física do Colégio, há necessidade de
se implementar uma proposta político pedagógica que atenda às demandas futuras,
com vistas à emancipação humana, a fim de garantir educação de qualidade à altura
da história e da importância desta instituição. A segunda será a sustentabilidade, na
qual buscar-se-á soluções para a produção de energias alternativas, captação e
tratamento de água e esgoto, bem como gerenciamento de resíduos, proteção e
preservação do patrimônio constituído atual e futuro.
. A inauguração da sede atual, em 1950, torna necessária uma manutenção e
atualização
frequentes,
que
implicam
constantes
aplicações
significativas
de
investimentos. Dentro deste contexto, o Colégio Estadual do Paraná, referência em
Educação no estado desde 1846, propõe um projeto de sustentabilidade que possibilite
conceber, em sua concretude, a realidade social, econômica, cultural política, portanto,
global, de forma a encontrar alternativas frente ao uso indevido dos recursos naturais.
O projeto apresentará diversas vertentes a partir de seus eixos de sustentação,
tais como a reorganização curricular de forma que permita pensar numa escola que
forme dirigentes, instrumentalizando nossos alunos para analisar, compreender, exigir,
enfrentar, cobrar ações políticas, e então desenvolver, no âmbito da escola, uma outra
postura a contenção frente aos recursos naturais e ao patrimônioo cultural.
Assim sendo, o projeto pressupõe o resgate de toda a memória do CEP a partir
de documentos históricos que permitam conceber e preservar o patrimônio cultural
como premissa para um CEP sustentável. Prevê, neste sentido, a reestruturação
completa do prédio escolar a partir da implantação de sistemas para a produção de
energia alternativa, captação de águas pluviais, instalação de uma ETE - Estação de
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tratamento de Efluentes, implementação de um PGRS - Programa de Gerenciamento
de Resíduos Sólidos, , criação de um programa de redução de desperdícios.
Nesta perspectiva, um projeto desta monta não pode se furtar em - ao mesmp tempo
em que propõe mudar a postura, conscientizando seus jovens alunos frente ao
esgotamento dos recursos naturais - desenvolver uma análise da totalidade,
especialmente
no
que
concerne
às
políticas
públicas
voltadas
para
este
enfrentamento..
É necessário, no contexto da democracia representativa, entender os caminhos
e os mecanismos de participação da sociedade civil organizada, de modo a permitir
que as instituições públicas possibilitem uma maior participação pública, bem como
transparência participativa como: fóruns, reuniões, seminários temáticos, sessões de
discussão, oficinas, Agenda 21, palestras, leis de iniciativa popular, auditorias
ambientais, planos diretores, sessões parlamentares de discussão da legislação,
planejamento urbano em geral, auditorias públicas, entre outras.
Em síntese, mais que um projeto, o que se está propondo é um conceito
socioambiental. Está se propondo um novo caminhar; um jeito de ensinar digno da
história e tradição do CEP; um jeito capaz de ensinar e preparar novas lideranças para
enfrentar os desafios do século XXI, no sentido em oferecer oportunidades únicas de
sociabilidade.
2. OBJETO
Implantação de um projeto de educação e desenvolvimento de ações de
sustentabilidade para o século XXII no Colégio Estadual do Paraná, que possibilite a
recuperação e preservação da memória, bem como do patrimônio cultural do CEP, a
reestruturação do prédio escolar, bem como a reorganização curricular totalmente
voltado e fundamentado em conceitos sustentáveis.
3.
OBJETIVOS/ ESTRATÉGIAS
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Elevar
o
padrão de
qualidade
do
ensino
na
instituição,
com
vistas à emancipação humana.
Adequar os cursos profissionalizantes (integrado e pós-médio), já ofertados
pelo CEP, à concepção de sustentabilidade. (aqui parece que o projeto está apenas
voltado para o profissionalizante.
Podemos rever redação sistematizando em forma de objetivos os eixos do projeto, que
ao meu ver estão agora bem definidos
Ofertar cursos profissionalizantes nas áreas ambientais, memória e
patrimônio, segurança do trabalho, química, bem como formação continuada aos
professores, pedagogos e funcionários do CEP.
Implantar sistemas de produção de energia alternativa: eólica, pisos
geradores de energia, células fotovoltaicas, bicicletas geradoras de energia;
Instalar uma ETE: Estação de Tratamento de Efluentes, um PGRS:
Programa de Gerenciamento de Resíduos Sólidos, um sistema de captação de águas
pluviais;
Incluir a Educação Ambiental e Patrimonial com vistas à manutenção de
todos os outros projetos;
Reduzir o desperdício com programas específicos que façam análises
constantes da demanda e do uso dos recursos;
Criar na grade curricular do curso de edificações áreas que estudem
projetos de desenvolvimento sustentável;
Criar um laboratório de projetos nas áreas de sustentabilidade com apoio
e projetos de empresas;
•
Criar
fóruns, reuniões, seminários temáticos, sessões de discussão,
oficinas, Agenda
21, palestras, leis de iniciativa popular, auditorias
ambientais, planos diretores, sessões parlamentares de discussão da
legislação, planejamento urbano em geral, auditorias públicas, entre outras.
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Reestruturar o currículo escolar vislumbrando a educação ambiental e a
tomada de consciência dos alunos sobre a dimensão e o alcance do
projeto.
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4.
META
A meta do projeto é chegar ao século XXII com um Colégio totalmente preservado e
com conceito de sustentabilidade, cuja qualidade da educação esteja voltada para a
emancipação humana, com consciência patrimonial e ambiental, tanto no que concerne a
preservação do patrimônio cultural, como no acesso ao conhecimento sobre os impactos
ambientais provocados pelos condicionantes sociais, culturais e econômicos sobre o
ambiente e sobre as formas de uso racional dos recursos naturais.
5 – FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
Pressupor o conceito de sustentabilidade necessariamente implica em conceber
o contexto que engendra historicamente a tão propalada ideia de desenvolvimento
sustentável e seu desdobramento na chamada educação sustentável. Este projeto tem
a intenção de, ao passo em que apresenta os seus principais pilares ou eixos na
concepção de um conceito sustentável para o CEP, também apresenta fundamentos
que permeiam a prática a ser implantada. É preciso destacar que esta prática está
fundamentada numa visão de mundo, de homem, de sociedade, para os quais se
pretende uma educação de fato libertadora, emancipadora e, para tal, conscientizadora
sobre a realidade.
O contexto da globalização, ou seja, da reorganização do capitalismo trouxe o
conceito de sustentabilidade. Isto significa dizer que este conceito guarda um
importante paradoxo, o de ter suas bases na reorganização do capitalismo
contemporâneo, ao mesmo tempo em que busca dar conta de dirimir o seu impacto.
É neste contexto que surge, no âmbito epistemológico e curricular a ideia de
mudança de paradigma. Ou seja, as contradições do capitalismo contemporâneo, na
configuração da economia global, ao passo em que fomentam a produção industrial,
elevando os riscos e o impacto global, criam conceitos, paradigmas e alternativas que
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responsabilizam a sociedade como um todo para reparar os males sociais e
ambientais, criando o próprio conceito de sustentabilidade.
O modelo de sociedade atual fornece uma visão antropocêntrica e dicotômica
entre o homem e a natureza. E esta forma de perceber o mundo - da qual nossa
ciência é a herdeira - apresenta o que se chama e reflete uma profunda crise da
sociedade moderna, devido à dificuldade de o homem e as ciências solucionarem
problemas práticos e teóricos, principalmente os relativos às questões ambientais.
Contudo, os desafios são inúmeros quanto as projeções de impacto ambiental
nas atividades humanas. Na atual perspectiva, é necessário observar de que, se nada
mudar, a degradação ambiental se tornará insustentável, quanto a ação humana sobre
o meio ambiente.
Sustentabilidade, em sua definição se caracteriza por um modelo de
desenvolvimento basedo numa sociedade auto regulada. O que se pode conceber, na
dinâmica da contraditória sociedade capitalista, é que uma sociedade que se pretenda
sustentável, em suas dimensões básicas, ou seja institucionais, sociais, econômicas,
culturais e ambientais, precisa rever as projeções de desenvolvimento para o futuro.
O centro do debate é a necessidade de compreender a gênese da ideologia do
progresso e do domínio da natureza, como também o comportamento das políticas
locais sobre as estratégias das políticas públicas como um todo para proteção do meio
ambiante.
A crise ambiental reflete o modo de civilização da modernidade, ou seja, o
mundo está mudando e, nas estratégias geopolíticas dominantes, blocos econômicos
são formados e pertencem a mercados que buscam a acumulação e concentração de
capital, o que agrava as desigualdades sociais. Isso reflete o modelo da sociedade
urbano-industrial que prioriza valores individualistas e consumistas, causadores de
dominação e exclusão sociais nas relações sociedade-natureza. Em virtude disso, o
ser humano se sente como não pertencente à natureza, e percebe o meio de forma
utilitarista, o que contribui para a desnaturalização da humanidade (GUIMARÃES,
2000). Além disso, o desenvolvimento técnico-industrial desta sociedade eliminou
grande parte das diversidades humanas, étnicas e culturais, acarretando em mais
problemas e crises de civilização (MORIN, 2007).
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A história da relação entre sociedade e natureza, conforme observou Milton
Santos (2002), aconteceu por meio de uma substituição do ambiente natural para um
ambiente cada vez mais artificial. Situações criadas como insustentáveis em relação à
degradação humana resultaram em problemas naturais. Diante desses fatores, a
história do desenvolvimento global levou por diversas vezes a humanidade a sofrer
retrocessos quanto as condições de vida da população, colocando em risco os fatores
sociais.
O sociólogo alemão Urlich Beck (2010), apresenta em suas teorias novos
aspectos quanto à insustentabilidade e risco sociais formada pela própria sociedade.
Conforme Beck, vivemos num periodo de risco global, que gera um cenário de
incertezas principalmente quanto trata-se de ações de modernização, em qual não
altera se altera a dinâmica das organizações sociais. No entanto, a sociedade passa
por um processo de globalização muito rápido e desregulamentado nas suas
proporções desencadeando a degradação ambiental.
. A utilização dos recursos naturais de modo inconsequente, a degradação do meio
ambiente, a pobreza persistente em grande parte da humanidade, a necessidade de
desenvolvimento faz com que se pensem formas de tornar a ação do homem mais
consciente criando espaços de participação, controle social, enfrentamentos e
proposições sociais, políticas e econômicas em outros termos, que não a legitimação
de uma modo de produção com conseqüências tão desastrosas.
É crescente o número de pessoas, em todo o mundo, que passa a exigir uma
postura mais ativa por parte das autoridades de seus países em relação às políticas
relativas ao meio ambiente, à exploração de seus recursos naturais e à ocupação mais
racional das áreas urbanas. Assim como cientistas, estudiosos e pessoas ligadas ao meio
ambiente reúnem-se em fóruns, debates e conferências onde se procuram demarcar
claramente técnicas, formas e diretrizes para que se assegure a descoberta e a
implementação de políticas voltadas para a ecologia e a sustentabilidade, cada nação deve
também definir - de acordo com o seu grau de desenvolvimento tecnológico, características
populacionais e a forma como exploram seus recursos naturais - caminhos para um futuro
sustentável e pleno para todos os habitantes de nosso planeta.
. Algumas autoridades governamentais, vários organismos internacionais como a ONU,
ONG’s e entidades particulares estão bastante empenhados em estabelecer e
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definir metas e caminhos viáveis para que qualquer sociedade possa implementar as
políticas que melhor se adaptem a cada país e a suas particularidades, aprofundando a
troca de experiências e estabelecendo sempre um debate em todos os níveis do
conhecimento humano.
. É importante entender que a busca de caminhos para a sustentabilidade global,
passa, antes de qualquer coisa, pela busca da sustentabilidade individual, da
sustentabilidade das relações humanas, pois, cada um, como indivíduo, pode se aliar
às forças que lutam com o objetivo de proporcionar uma melhor qualidade de vida para
o futuro da humanidade. Cidades que tratam seus efluentes e resíduos, empresas que
evitam o desperdício de energia e de recursos, pessoas que vivem atentas ao modo
como interferem na natureza e no meio ambiente que as cercam, são exemplos de
como encontrar os caminhos da sustentabilidade e de como manter nosso planeta com
capacidade de sustentar a vida por muitas e muitas gerações.
Neste sentido, há de se analisar: que ações governamentais de fato estão sendo
feitas? Que política existe para contenção dos efeitos globais sobre o impacto
ambiental? Que ações nas empresas estão sendo desenvolvidas para este fim? De
que forma o estado está ou não regulamentando estratégias de contenção de emissão
de gases ou outras alternativas de produção energética? Qual o papel do estado e do
privado? O que se pensa no âmbito das instituições de ensino, do CEP, do currículo,
da sua memória histórica e estrutura física? Que ações podem ser movidas nas
contradições da política representativa e no âmbito do estado contemporâneo?
Esta análise pressupõe uma visão das contradições, da totalidade, do espetro
dos condicionantes macros. Portanto a concepção que se impõe é de que, um projeto
sustentável do ponto de vista pedagógico, vislumbra uma educação que se proponha
a analisar o real a partir de suas contradições - público – privado, estado - mercado desigualdades sociais – concentração de renda, relações de poder - subsunção ao
capitalismo.
A via da reorganização curricular é fundamental para
uma outra visão de
mundo, mas que não pode pressupor uma visão idealista pela qual concebe que é a
consciência que determina a vida. A mudança de consciência implica em fazer uma
análise de complexidade sobre os condicionantes sociais e econômicos, para tal,
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prover ações que possam, além de reestruturar o CEP, cobrar políticas efetivas no
âmbito da democracia representativa.
. O fôlego para tal se consubstancia na indignação em ver que o planeta para ser
sustentável não prescinde de uma outra visão global. Como diz Milton Santos
- por uma
outra globalização - a da justiça social.
Portanto, um projeto sustentável vislumbra sim que o currículo permita analisar
por que é necessário, nas contradições do capitalismo contemporâneo, não prescindir
da contrapartida de parcerias público – privado, a qual pressupõe a insuficiência de
recursos públicos para prover políticas da envergadura de um projeto de contenção de
esgotamento de recursos naturais, bem como de reestruturação do prédio escolar para
estes fins e os da recuperação de sua memória histórica.
Bem longe do que apregoaram os PCNs a educação sustentável não pode
conceber a responsabilização por si da comunidade pelos problemas sociais,
econômicos, históricos, culturais e políticos. Isto seria dirimir, suavizar ou negar o fato
de que as quinhentas pessoas mais ricas do mundo concentram a renda de
quatrocentos e oitenta milhões de cidadãos.
Não podemos correr atrás de erros históricos tentando concertá-los, ou seja,
dirimir os impactos do desenvolvimento econômico sem conceber também que, viver
no contexto dos novos paradigmas, é estar na égide do mercado que - não somente
cria as necessidades e a mercadoria, mas sobretudo o grupo que as consome. O
humanismo
no contexto do novo paradigma cede lugar ao consumismo. Portanto, a
concepção de um projeto desta monta, pressupõe uma concepção de mundo - analise
fundamental, sem a qual corremos o risco de perceber o real a partir do ideal.
É aí que entram os estabelecimentos de ensino, pois, possuem uma
responsabilidade de preparar as novas gerações para um futuro de boas práticas.
Nesse sentido, os trabalhos desenvolvidos dentro das instituições de ensino têm efeito
multiplicador, pois, cada estudante deve ser provocado para se envolver quanto ao
pertencimento institucional. Nesse sentido, o jovem c que deve dispor do serviço
público poderá exercer de forma plena suas atividades cidadãs, por meio de uma
atmosfera escolar diante de uma dinâmica multidisciplinar.
Nesta perspectiva,, acredita-se que o conceito de sustentabilidade pode levar a
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uma diminuição da depredação ao patrimônio público.
Pela
complexidade
da
comunidade do Colégio Estadual do Paraná, com aproximadamente 5 mil alunos
matriculados no ensino regular, 1 mil alunos na Escolinha de Artes, 1,5 mil no Centro
de Línguas, 1 mil alunos no treinamento desportivo, 364 professores, 96 funcionários,
possui uma considerável responsabilidade neste contexto, pois, além de ser uma
instituição de ensino, é um ambiente onde cerca de 7 mil pessoas circulam diariamente
com possibilidades de compreender a dimensão conceitual e estrutural de um projeto
desta monta que não se esgota em ações internas, mas na participação pública e
controle social.
Alicerçando
diante das teorias pré constituídas e previamente analisadas,
esse é um projeto de constante preservação e recuperação do patrimônio de quase
dois séculos, construído por diversas gerações de profissionais e estudantes. Para
manutenção desta grande dimensão escolar, foi necessário repensar uma nova diretriz
administrativa para a planta do Colégio Estadual do Paraná em relação às estratégicas
a serem adotadas diante dos conceitos sobre o desenvolvimento sustentável. Neste
momento, é de vital importância a sobrevivência desta instituição para continuar
contribuindo para população do Estado do Paraná.
ESTRATÉGIAS
Tendo em vista suas finalidades, foram adotadas algumas premissas fundamentais,
relativas à implementação do Projeto:
§
Envolvimento de toda a comunidade escolar na definição e na
implementação deste novo paradigma educacional;
§
Adequação e definição das matrizes curriculares com vistas à
emancipação humana;
§
Capacitação permanente de professores, pedagogos e
funcionários;
§
Manutenção predial constante;
§
Cobertura das piscinas;
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•
Reforma do Ginásio para instalação de piso gerador de energia;
•
Instalação de células fotovoltaicas no ginásio, na cobertura da
piscina e demais localidades possíveis;
•
Instalação imediata do PGRS;
•
Construção de sistema de captação da água pluvial e viabilidade
da sua utilização;
•
Implantação de projeto de reutilização da água usada no CEP;
•
Implantação de projeto de acessibilidade;
•
Instalação de bicicletas geradoras de energia no pátio--- a
manutenção desse processo não compensa, desperdício de
dinheiro público;
•
Construção de uma nova torre para a oferta de novos cursos;
•
Construção da ETE;
•
Implantação de projetos educacionais de Memória e Preservação
Patrimonial e de Educação Ambiental.
•
Uso da energia eólica – não cabe em nosso colégio devido aos
fracos vento. Não tem sentido, a tecnologia não permite a custo
baixo energia eólica para pequenas plantas.
•
Captação de energia solar por meio do conceito de telhados de
Vidro
OBS: lei que institui no Paraná a Política Estadual de Geração
Distribuída com Energias Renováveis (GDER) já foi sancionada pelo
governador Beto Richa . A partir de agora épossível comercializar com a
Copel a energia elétrica produzida com geradores de pequeno porte por
meio de fontes como a hidráulica, eólica e solar. “A GDER quebra o
paradigma da produção de energia apenas através de megaprojetos.
Além disso, gera renda para a escola. E necessário pensar com o
governo o GDER, no qual a escola poderá credenciar junto aos órgãos
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públicos estaduais. Nesse sentido para constituir isso é obrigatória a
apresentação da autorização ou do licenciamento ambiental para a
produção energética. A venda da energia deverá ser feita por meio de
nota ou documento equivalente.
A lei também prevê incentivos aos organismos de pesquisa e extensão
rural, públicos e privados, e às concessionárias de distribuição de energia
para prestarem serviços ao desenvolvimento e à inovação na produção e
uso da GDER, além de capacitação e assistência técnica.
7. PARCERIAS
Uma parceria com órgãos estaduais como COPEL(Economia mista),
SANEPAR, IAP, SEAP, SEAB, SEEC, EMATER, ITAIPU, SEMA,
TECPAR dentre outros, poderá propiciar formação aos professores,
pedagogas e funcionários do Colégio Estadual do Paraná e demais
colégios, a fim de capacitar para a manutenção e implementação de
todos os projetos de Sustentabilidade e de proteção ao patrimônio
escolar.
Empresas de economia mista como a PETROBRAS e outras poderão
contribuir também com parcerias em seus projetos de sustentabilidade,
como o projeto AGROFLORESTAR, no Vale da Ribeira e no Litoral
Paranaense, onde alunos do Colégio Estadual do Paraná já tiveram a
oportunidade de obter formação em Educação Ambiental.
8. DEMANDA ESPERADA
Considerando seu porte, o Colégio Estadual do Paraná poderá oferecer
estágio para xx cursos, com a possibilidade de auxiliar xx alunos na sua
formação com benefício direto aos seus alunos e comunidade.
9. OFERTA EDUCACIONAL
O presente trabalho apresenta como sugestão de implantação de cursos
técnicos, com adequada infraestrutura: Técnico em processos ambientais
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(indústria), Técnico em Memória e Patrimônio, Técnico em Meio
Ambiente (gestão); Técnico em Segurança do Trabalho, Técnico em
química.
10. IMPLEMENTAÇÃO
O projeto prevê a implementação em todos os espaços do Colégio
Estadual do Paraná, a saber: Sede Central que contempla o Colégio, a
Escolinha de Arte, o Centro Esportivo; Observatório em Campo Magro e
o Canteiro de obras em Santa Felicidade.
1. Custos do Projeto
Os custos de implantação do projeto estão estimados em R$ XXX
milhões.
2. Fonte de recursos
Para a implementação do Programa serão utilizadas XXX fontes de
recursos: do Governo Federal, ....
3. Definição dos terrenos e área mínima
Requer estudo técnico... área de construção da ETE, sistemas de energia
e água, novo prédio, etc...
4. Etapas de implementação
D. Cronograma 
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