SUGESTÕES DE BIBLIOGRAFIA
1
SUMÁRIO
Módulo Introdutório - Integração de Mídias na Educação................................p. 3
Módulo: Gestão Integrada de Mídias....................................................................p. 6
Informática...............................................................................................................p. 9
Rádio.........................................................................................................................p. 13
TV e Vídeo................................................................................................................p. 20
Material Impresso...................................................................................................p. 27
2
Módulo Introdutório - Integração de Mídias na Educação
Sugestão de Bibliografia:
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MÓDULO: GESTÃO INTEGRADA DE MÍDIAS
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INFORMÁTICA
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Instituto Moreira Salles
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Ministério das Comunicações
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Revista Viração
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Som na Caixa
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Tributo a Landell de Moura
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TV E VÍDEO
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ROCHA, Ruth; ROTH, Otávio. A história do livro. São Paulo, 2005.
SERPA, Dagmar; ALENCAR, Marcelo. As boas lições que aparecem nos gibis. São
Paulo, Revista Nova Escola, Abril, Abril 1998. p. 10-19.
SOARES, Magda. Letrar é mais que alfabetizar Jornal do Brasil. 26/11/2000.
Disponível em: <http://intervox.nce.ufrj.br/~edpaes/magda.htm> Acesso em
12/02/05.
STANTON, Michael. As bibliotecas no tempo da Internet. Disponível em:
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Acesso em: 02.07.01.
XAVIER, Antonio C. Leitura, texto e hipertexto. In: MARCUSCHI, Luiz A; ______.
Hipertexto e gêneros digitais. Rio de Janeiro: Lucena. 2004.
YUNES, E; PONDE, G.. Leitura e leituras da literatura infantil. São Paulo: FTD,
1989.
ZATZ, L. Aventura da Escrita: história do desenho que virou letra. São Paulo:
Moderna, 1995.
ANTUNES, Benedito (orgs.). A memória, literatura e tecnologia. São
Paulo: Cultura Acadêmica, 2005. Discute o impacto da tecnologia da
informação na produção do conhecimento, na constituição de acervos literários,
na intertextualidade e no próprio conceito de literatura na era da informática.
Descreve a implementação e manutenção de centros de documentação no
Brasil e os problemas enfrentados nesse processo. Discute a documentação
iconográfica em face dos novos recursos tecnológicos.
BATTLES, Matthew. A conturbada história das bibliotecas. São Paulo:
Planeta, 2003. A história das bibliotecas tem pouca semelhança com a
placidez de um salão de leitura. Envolve desfechos violentos e interrupções
abruptas, espelho de momentos cruciais vivenciados pela humanidade. O leitor
é convidado pelo autor, bibliotecário, a visitar diversas bibliotecas (da Babilônia,
da Alexandria, a de Jonathan Swift, a do Congresso americano, a do gueto de
Vilna) num relato fascinante que une informações técnicas e precisão histórica.
BELO, André. História & Livro e Leitura. Belo Horizonte: Autêntica,
2002.
O livro é uma das fontes mais ricas de que o historiador dispõe. Nele
encontramos idéias do seu autor, as marcas do lugar social de onde escreveu,
os indícios da produção e da venda da obra, do trabalho de ilustração, de
grafismo, a materialidade e espiritualidade do livro.
BURKE, Peter. Uma história social do conhecimento: de Gutenberg a
29
Diderot. Rio de Janeiro: Zahar, 2003. Adotando uma abordagem
sóciocultural e baseando-se em textos escritos entre os séculos XVI e XVIII,
Burke examina o caminho percorrido pelo conhecimento humano desde a
invenção da prensa tipográfica por Gutenberg até a publicação da Enciclopédia
francesa de Diderot e d'Alembert, e as transformações na organização do saber
na Europa no início da era moderna.
CHARTIER, Roger (org.) A aventura do livro: do leitor ao navegador.
São Paulo: Imprensa Oficial/Fundação Editora Unesp, 1998. A Internet
fez renascer o sonho de universalidade no qual toda a humanidade participa do
intercâmbio de idéias. Mas suscita também a angústia de ver desaparecer a
cultura do livro. Qual é o futuro do livro? O que nos ensina seu passado? O
autor lembra que muitas revoluções, como a de Gutenberg, vividas como
ameaças, criaram, pelo contrário, oportunidades e esperanças. Refletir sobre a
aventura do livro é, em definitivo, examinar a tensão fundamental que
atravessa o mundo contemporâneo, dilacerado entre a afirmação das
particularidades e o desejo do universal.
CHARTIER, Roger. Os desafios da escrita. São Paulo: Unesp, 2002. O
autor mostra como o mundo digital está alterando a relação do leitor com o
texto impresso, e discorre sobre a transformação do próprio conceito de livro.
CHARTIER, Roger. Formas e sentido - cultura escrita: entre distinção e
apropriação. Campinas:ALB/Mercado de Letras, 2003.
Ensaio em que se discutem as diversas ‘revoluções da leitura’ que
transformaram as relações entre as pessoas, as estratégias intelectuais e,
sobretudo, as formas de ler. Acompanhando momentos decisivos, como o que
marca a passagem da leitura oral para a silenciosa ou o início da utilização de
tipos móveis para composição de livros, chega-se à mais recente das
‘revoluções’, associada à disseminação dos computadores e da Internet.
CHARTIER, Roger; CAVALLO, Gugliemo (orgs.) História da leitura no
mundo ocidental. São Paulo: Ática, 1998.
Muito mais que uma história da leitura no Ocidente. Ao analisar os aspectos
históricos do tema, a obra acaba investigando não apenas a leitura, mas
também o texto, a escrita e os leitores, mostrando ainda como os espaços
reservados aos livros e aos leitores foram se modificando.
COSCARELLI, Carla V. (org). Novas tecnologias, novos textos, novas
formas de pensar. Belo Horizonte: Autentica, 2002. Aborda a relação
entre Informática, Linguagem, Educação e Cognição e os textos oferecem
visões diferentes sobre vários aspectos da informática aplicada à educação.
Apresenta uma introdução às discussões relacionadas ao uso de novas
tecnologias, acompanhada de uma reflexão teórica sobre a informática na
educação e algumas experiências educacionais que empregam a informática
como recurso pedagógico.
30
COSCARELLI, Carla Viana; RIBEIRO, Ana Elisa (orgs). Letramento
digital: aspectos sociais e possibilidades pedagógicas. Belo Horizonte:
CEALE/Autêntica, 2005. Trata dos novos tipos de letramento no mundo
digital, novos usos da língua, novas formas de ensino após a Internet. Analisa a
alfabetização digital, envolvendo o uso das várias ferramentas disponíveis na
Internet para trabalhar o letramento.
EISENSTEIN, Elizabeth L. A revolução da cultura impressa: os
primórdios da Europa Moderna. São Paulo: Ática, 1998. Panorama das
grandes mudanças nas comunicações no século XV, no qual a autora explora a
passagem do texto manuscrito para o impresso no contexto dos três principais
movimentos que marcaram a Europa Moderna: o Renascimento, a Reforma e o
surgimento da ciência moderna, revelando os múltiplos efeitos da cultura
impressa na vida intelectual do Ocidente.
FIORENTINI, Leda M.; MORAES, Raquel (org.) Linguagens e
interatividade na educação a distância. Rio de Janeiro: DP&A, 2003.
Traz informações à compreensão de como a interatividade contribuiu para
definir as concepções dos textos didáticos escritos, do hipertexto, e dos
programas de televisão e vídeo, de modo a empregá-los nas práticas
educacionais cotidianas.
FREITAS, Maria T.; COSTA, Sérgio Roberto (orgs.) Leitura e escrita de
Adolescentes na internet e na escola. Belo Horizonte: Autêntica, 2005.
Analisa os desafios colocados à leitura e escrita, provocados pelas
transformações nos modos de produção do conhecimento, e desencadeados
pelos usos das novas tecnologias da informação no mundo contemporâneo.
Compreende experiências de leitura e escrita de jovens, mediadas pela
Internet.
GALVÃO, Ana M. Cordel, leitores e ouvintes. Belo Horizonte: Autêntica,
2001. Analisa leitores de literatura e cordel no período entre 1930 e
1950. A obra permite relacionar práticas que se desenvolveram no Brasil em
meados do século XX com aquelas, muito mais antigas, que caracterizaram o
primeiro grande movimento de alfabetização e de catequização promovido
pelos religiosos. Permite também aos leitores compreender por que os objetos
de cordel podem ser um suporte essencial das práticas culturais e da circulação
das informações escritas nos grupos sociais não letrados, dando uma
contribuição fundamental a uma história da leitura das camadas populares do
Brasil, além de mostrar como se pode reconstruir leituras do passado, modos
de ler, formas de acesso ao escrito e de atribuição de sentido a textos. O livro
traz, ao final, ilustrações de várias capas e recortes de livros que também
contam a história da literatura de cordel no país.
LEÃO, Lúcia (org). O chip e o caleidoscópio: reflexões sobre as novas
mídias. São Paulo: Senac, 2005. Trata das novas mídias sob enfoque de
professores, artistas e pesquisadores da cibercultura, traçando um relevante
panorama sobre a época atual. Os temas são enfocados pelo aspecto
31
tecnológico, representado pelo chip e pelas dinâmicas imprecisas, lúdicas,
subjetivas, artísticas, presentes na imagem do caleidoscópio.
MARCUSHI, Luiz A.; XAVIER, Antonio C. (Orgs.) Hipertexto e gêneros
digitais. Rio de Janeiro: Lucerna, 2004. Aborda e discute as principais
modificações promovidas nas atividades lingüístico-cognitivas dos usuários, a
partir das inovações tecnológicas e de como essas mudanças afetam o processo
ensino/aprendizagem da língua na escola e fora dela. Trabalha conceitos de
hipertexto, gêneros eletrônicos, discurso, leitura e ensino a distância mediados
pelo computador.
MENEZES, Vera (org.) Interação e aprendizagem em ambiente virtual.
Belo Horizonte: FALE-UFMG, 2001. Apresenta uma proposta interdisciplinar
envolvendo a Análise do Discurso e a Lingüística aplicada ao Ensino de Línguas
Estrangeiras e coloca em discussão a interação mediada por computador, sua
constituição enquanto uma nova modalidade discursiva e suas aplicações,
repercussões e conseqüências sobre a aprendizagem de línguas estrangeiras.
Apresenta discussões teóricas sobre interação e aprendizagem em ambientes
virtuais, revisões sobre novas modalidades de comunicação decorrentes do
advento da internet, observações empíricas das características próprias do chat
enquanto prática discursiva, análises descritivas sobre reparo e correção nas
interações por e-mail, analises sobre coesão e coerência no texto eletrônico e
sobre as interfaces entre letramento e oralidade neste tipo de interação.
Discute o impacto da aprendizagem online.
PORTELA, Eduardo (org). Reflexões sobre os caminhos do livro. São
Paulo: Unesco/Moderna, 2003. Apresenta a discussão sobre o futuro do
livro na Sociedade pós-moderna. Traz diferentes perspectivas sobre o lugar do
livro no mundo, o papel do livro nas diferentes culturas. Discute o destino do
livro diante da Internet.
RAMAL, Andréa C. Educação na cibercultura: hipertextualidade,
leitura, escrita e aprendizagem. Porto Alegre: Artmed, 2002. Analisa
mudanças, nos modos de pensar, de aprender e de relacionar-se com o
conhecimento hoje. Apresenta subsídios para os educadores utilizarem com
facilidade e proveito a Internet na sala de aula, incitando-os a assumir um novo
perfil e transformando os conceitos e as práticas atuais na educação. Capítulos:
Monologismo; Polifonia; Redes; Invenções; Limites.
SILVA, Ezequiel T. (coord). A leitura nos oceanos da Iinternet. São
Paulo: Cortez, 2003. Aborda a formação pela escola do leitor do texto
eletrônico, as características inerentes aos suportes que produzem e fazem
circular esse texto (Internet e computador) e as formas de estruturação ou
configuração dos textos digitais nas suas relações com os comportamentos do
leitor.
VILLAÇA, Nízia. Impresso ou eletrônico?: um trajeto de leitura. Rio de
Janeiro: Mauad, 2002. Reflete sobre alguns aspectos da passagem da
32
cultura impressa à eletrônica e algumas de suas implicações filosóficas,
políticas, sociológicas, sublinhando a importância do lugar da arte literária na
antecipação do imaginário da Internet e a importância das negociações que
estas passagens exigem do corpo ante os novos desafios aos processos de
subjetivação.
ZILBERMAN, Regina. Fim do Livro, fim dos leitores? São Paulo: Senac,
2000. A autora tece considerações acerca da leitura e do livro. Relembrando a
relação do leitor com a escrita, desde o pergaminho até o e-book, discute o
destino do livro.
Bibliografia
BAKHTIN, Mikail. Esthétique de la création verbale. Paris: Gallimard, 1984.
BENVENISTE, Émile. Problèmes de Linguistique Générale I. Paris: Gallimard,
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UNICAMP, 1998.
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portuguesa. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.
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BAKHTIN, Mikhail. Esthétique de la création verbale. Paris: Gallimard, 1984, p.285.
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Paulo: Contexto, 2004, p.249-251.
FOUCAMBERT, J. A leitura em questão. Tradução MAGNE B. C. Porto Alegre:
Editora Artes Médicas, 1994.
MAINGUENEAU, D. Análise de textos de comunicação.Tradução Souza-e-Silva, C.
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35
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