UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL CAMPUS TORRES PROJETO PEDAGÓGICO CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO TORRES 1 SUMÁRIO Nenhuma entrada de sumário foi encontrada. APRESENTAÇÃO .............................................................................................................8 1. CONTEXTUALIZAÇÃO DA MANTENEDORA ......................................................8 1.1. Nome ...................................................................................................................8 1.2. Endereço..............................................................................................................8 1.3. Atos legais ...........................................................................................................8 1.4. Breve histórico......................................................................................................8 1.5. Administração e Dirigentes ...................................................................................9 2. CONTEXTUALIZAÇÃO DA MANTIDA .................................................................9 2.1. Nome ...................................................................................................................9 2.2. Endereço do Campus ...........................................................................................9 2.3. Atos legais/data publicação no DOU ..................................................................10 2.4. Missão e visão da IES ........................................................................................10 2.4.1. Missão................................................................................................................10 2.4.2. Visão ..................................................................................................................10 2.5. Breve histórico da Instituição e do Campus ........................................................10 2.6. Dados socioeconômicos da região .....................................................................11 3. CONTEXTUALIZAÇÃO DO CURSO ..................................................................11 3.1. Denominação .....................................................................................................11 3.2. Endereço de funcionamento ...............................................................................11 3.3. Atos legais de Autorização e Reconhecimento ...................................................12 3.4. Número de vagas anuais pretendidas ou autorizadas .........................................12 3.5. Forma de acesso ao curso .................................................................................12 3.6. Turno de funcionamento .....................................................................................12 3.7. Carga horária total..............................................................................................13 3.8. Tempo mínimo e máximo para integralização .....................................................13 3.9. Titulação conferida .............................................................................................13 3.10. Modalidade.........................................................................................................13 3.11. Coordenação......................................................................................................13 3.12. NDE ...................................................................................................................13 3.13. Tempo médio de permanência do corpo docente no curso .................................13 3.14. Breve histórico e justificativa do curso ................................................................14 2 3.15. Missão do Curso ................................................................................................14 4. ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA ......................................................15 4.1. Políticas Institucionais no âmbito do curso (PDI).................................................15 4.2. Perfil profissiográfico ..........................................................................................16 4.2.1. Caracterização .......................................................................................................16 4.2.2. Preparação para o Mercado de Trabalho ...............................................................16 4.3. Objetivos ............................................................................................................17 4.3.1. Objetivo Geral do Curso .....................................................................................17 4.3.2. Objetivos Específicos do Curso ..........................................................................17 4.4. Estrutura Curricular ............................................................................................18 4.4.1. Formas de realização da interdisciplinaridade e flexibilidade ..............................19 4.4.2. Modos de integração entre teoria e prática .........................................................20 4.4.3. Familiaridade com a modalidade à distância – Se existe ou não familiaridade com a modalidade à distância e justificativa .............................................................................20 4.5. Matriz Curricular .................................................................................................21 4.6. Ementário e Bibliografia .....................................................................................24 4.7. Processos Metodológicos ...................................................................................72 4.8. Processos Avaliativos .........................................................................................73 4.8.1. Especificidades do processo avaliativo em Arquitetura e Urbanismo ..................73 4.9. Estágio Curricular ...............................................................................................76 4.9.1. Estágio supervisionado em arquitetura e urbanismo ...........................................77 4.10. Atividades Complementares ...............................................................................77 4.11. Trabalho de Curso..............................................................................................77 4.12. Atendimento ao discente ....................................................................................78 4.12.1. Serviço de Encaminhamento Profissional e Apoio Pedagógico...........................78 4.12.2. Acesso às Informações do Registro Acadêmico .................................................80 4.12.3. Acesso às Informações do Registro Acadêmico .................................................80 4.12.4. Serviço de Integração Escola x Empresa ...........................................................80 4.12.5. Bolsas de Estudo ...............................................................................................80 4.12.6. Bolsas de Trabalho ............................................................................................81 4.12.7. Matrícula ............................................................................................................81 4.12.8. Representação Estudantil...................................................................................81 4.13. Temática da História e Cultura Afro-brasileira e indígena nas atividades curriculares do curso ........................................................................................................81 4.14. Políticas de educação ambiental ........................................................................82 3 4.15. Educação em Direitos Humanos ........................................................................83 4.16. Ações implementadas em função dos processos de autoavaliação e de avaliação externa 84 4.17. Apresentação/Descrição das atividades envolvendo Pós-Graduação, Extensão e Pesquisa e indicação dos modos de integração com a Graduação ..................................85 4.17.1. Apoio à Participação em Atividades de Iniciação Científica.................................85 4.17.2. Apoio à Participação em Atividades de Extensão ...............................................87 4.18. Escritório Modelo ................................................................................................... 87 4.19. Concepções basilares ........................................................................................88 5. ACOMPANHAMENTO DO EGRESSO ...............................................................89 6. CORPO DOCENTE............................................................................................89 6.1. Coordenação de Curso ......................................................................................89 6.1.1. Titulação e Experiência do coordenador .............................................................89 6.1.2. Atribuições do coordenador de curso..................................................................90 6.2. Núcleo docente estruturante (NDE) ....................................................................91 6.3. Corpo docente ....................................................................................................93 6.3.1. Titulação e regime de trabalho............................................................................93 6.3.2. Formação acadêmica e experiência profissional.................................................94 6.4. Capacitação no âmbito do curso e institucional ..................................................99 7. PROJETO COACHING ......................................................................................99 7.1. Objetivo ..............................................................................................................99 7.2. Responsabilidade sobre o Projeto ......................................................................99 7.3. Implementação do Projeto ..................................................................................... 99 7.4. Atividades Previstas ......................................................................................... 100 7.5. Definição e Divulgação das Atividades ............................................................. 100 7.6. Regulamentação do Projeto ............................................................................. 100 7.7. Participação Discente no Desenvolvimento do Projeto ..................................... 100 7.8. O Coaching no curso de Arquitetura e Urbanismo ............................................ 100 7.8.1. Pesquisa de mercado ....................................................................................... 101 7.8.2. Palestras .......................................................................................................... 101 7.8.3. Cursos.............................................................................................................. 102 7.8.4. Viagens de estudos .......................................................................................... 103 7.8.5. Escritório Modelo ................................................................................................. 103 7.8.6. Mentoring ......................................................................................................... 103 4 7.8.7. Atividades práticas ........................................................................................... 103 7.8.8. Intercâmbio entre campi ................................................................................... 103 8. INSTALAÇÕES FÍSICAS.................................................................................. 107 8.1. Instalações gerais ............................................................................................ 107 8.1.1. Sala dos Professores ....................................................................................... 109 8.1.2. Salas de Reunião ............................................................................................. 109 8.1.3. Gabinete da Coordenação................................................................................... 109 8.1.4. Gabinetes aos Docentes do Curso ................................................................... 109 8.1.5. Salas de Aulas ................................................................................................. 109 8.1.6. Laboratório de Informática (LABIN) .................................................................. 109 8.1.7. Auditórios ......................................................................................................... 110 8.1.8. Centro de Convenções ..................................................................................... 110 8.1.9. Instalações Sanitárias ...................................................................................... 110 8.1.10. Condições de Acesso para Portadores de Necessidades Especiais ................. 111 8.1.11. Infraestrutura de Segurança ............................................................................. 111 8.2. Equipamentos .................................................................................................. 111 8.2.1. Acesso a Equipamento de Informática pelos Docentes..................................... 111 8.2.2. Recursos Audiovisuais e Multimídia ................................................................. 111 8.2.3. Rede de Comunicação ..................................................................................... 111 8.3. Ambientes e laboratórios específicos do curso ................................................. 112 8.3.1. Laboratório de tecnologia da construção e instalações ..................................... 112 8.3.2. Laboratório de topografia.................................................................................. 113 8.3.3. MAQUETARIA ................................................................................................. 113 8.3.4. Laboratório de conforto ambiental e eficiência energética ................................. 113 8.3.5. Laboratório de expressão gráfica...................................................................... 114 8.3.6. Salas de desenho............................................................................................. 114 8.3.7. Escritório modelo.............................................................................................. 114 8.4. Laboratório de Informática ................................................................................ 115 8.5. Biblioteca ......................................................................................................... 116 8.5.1. Espaço Físico................................................................................................... 117 8.5.2. Acervo .............................................................................................................. 118 8.5.3. Horário de Funcionamento ............................................................................... 118 8.5.4. Serviço de Acesso ao Acervo.............................................................................. 119 8.5.5. Política de Aquisição, Expansão e Atualização .................................................. 119 5 8.5.6. Adequação da biblioteca Martinho Lutero – Torres às necessidades do curso de arquitetura...................................................................................................................... 120 8.6. Acessibilidade .................................................................................................. 120 BIBLIOGRAFIA .............................................................................................................. 123 ANEXO 1 ESTÁGIO SUPERVISIONADO ...................................................................................... 124 ANEXO 2 ATIVIDADES COMPLEMENTARES .............................................................................. 128 ANEXO 3 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO ................................................................... 133 ANEXO 4 ESCRITÓRIO MODELO ................................................................................................ 142 6 DADOS INSTITUCIONAIS Mantenedora ASSOCIAÇÃO EDUCACIONAL LUTERANA DO BRASIL - AELBRA Presidente Paulo Augusto Seifert Vice-presidente Leonir Mittmann Diretor Executivo Romeu Forneck Mantida UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL Reitor Marcos Fernando Ziemer Vice-reitor Ricardo Willy Rieth Pró-Reitor de Planejamento e Administração José Paulinho Brand Pró-reitor Acadêmico Pedro Antonio González Hernández Capelão Geral Pastor Lucas André Albrecht Diretor(a) Geral do Campus Débora Borges Thomas Coordenador(a) de Ensino Edinara Silveira Zambrano Coordenadora de Arquitetura e Urbanismo Thaís Menna Barreto Martins Coordenadora de Atividades Karla Nunes de Barros Coelho 7 APRESENTAÇÃO O presente Projeto Pedagógico define a proposta curricular do curso de Arquitetura e Urbanismo, a qual capacita o futuro egresso para o pleno exercício das referidas atribuições legais do título, segundo o que está expresso na Lei nº 12.378, DE 31 DE DEZEMBRO DE 2010, que regulamenta o exercício da Arquitetura e Urbanismo e cria o Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil - CAU/BR e os Conselhos de Arquitetura e Urbanismo dos Estados e do Distrito Federal, atingindo assim, o Objetivo Geral do Curso. Os Objetivos Específicos são atingidos não só pelos conteúdos ministrados, mas também por todo um comportamento ético, consciente e igualmente atento à questão ecológica, à sustentabilidade, à acessibilidade, à valorização e à preservação do patrimônio cultural edificado, que permeia o curso e é desenvolvido, sobretudo, nos componentes curriculares de Prática de Projetos. 1. CONTEXTUALIZAÇÃO DA MANTENEDORA 1.1. Nome: Comunidade Evangélica Luterana São Paulo – CELSP 1.2. Endereço: Rua Fioravante Milanez, 206, Centro, Canoas/RS CEP 92.010-240 Telefone: 51 3472.5613 Fax: 51 3477.1313 1.3. Atos legais Declarada de Utilidade Pública: Municipal, pelo Decreto nº 2, de 19 de janeiro de 1970, Estadual pelo Decreto 20.662, de 09 de novembro de 1970 e Federal, pelo Decreto 85.896, de 13 de abril de 1981. Estatuto - Registro de Pessoas Jurídicas do Cartório de Registro Especiais da Comarca de Canoas/RS, sob o número de ordem 878, do Livro A-6, fls. 83, em 07 de julho de 1998. 1.4. Breve histórico: A Universidade Luterana do Brasil atua em consonância com a filosofia educacional da sua Mantenedora, a Comunidade Luterana São Paulo – CELSP, expressa em seu estatuto, fundamentada na fé cristã proclamada nas Escrituras Sagradas do Antigo e Novo Testamentos e confessada nos credos ecumênicos e documentos confessionais da Igreja, reunidos no livro de Concórdia de 1580. A CELSP tem como princípio norteador divulgar a mensagem cristã, da verdade sobre Deus e Sua relação com a Humanidade. Como parte integrante desta 8 missão, está o cultivo da mente, como expressa o lema da Universidade “Veritas vos liberabit” (A Verdade vos libertará), inspirado no texto bíblico de João 8:32: “...conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará”. Por esta razão, a CELSP mantém esta Universidade, cuja tarefa principal é descobrir e transmitir a verdade e ser modelo, um exemplo de instituição confessional cristã cuja meta é proporcionar uma formação integral do profissional, educando-o para a vida. Tendo em vista que uma ordem social justa e participativa não é obra do acaso, mas fruto do penoso trabalho histórico, a Igreja recorre à educação como meio para chamar o homem à comunhão com Deus e habituá-lo à luta comum por uma sociedade melhor. Engaja-se, portanto, na educação para ser fiel aos seus objetivos específicos, a saber, buscar a formação do ser humano e o desenvolvimento da sociedade na perspectiva cristã e tudo o que isso implica na teoria e na prática. Está preocupada em oportunizar uma educação cristã a todos, visto que todos os seres humanos foram chamados à mesma glória do reino de Deus. Não admite preconceitos que promovam a discriminação da pessoa humana e afrontem a cidadania. Encara a educação não como simples transmissão de conhecimentos, mas como via de acesso, mediante a pesquisa, a novos conhecimentos, que resultem na melhoria das condições de vida no mundo. 1.5. Administração e Dirigentes: Presidente: Adilson Ratund Vice-presidente: Jair de Souza Junior Secretário: Ricardo Germano Zimmer Vice-secretário: Joanides Pontes Júnior Tesoureiro: Djenane Hans Albrecht Vice-tesoureiro: Silvio Eugenio Ilg 2. CONTEXTUALIZAÇÃO DA MANTIDA 2.1. Nome Universidade Luterana do Brasil – ULBRA 2.2. Endereço do Campus Avenida Farroupilha, 8001 Bairro São José. Canoas CEP 92425-900 10 2.3. Atos legais/data publicação no DOU Autorização: Decreto nº 95.623, de 12 de janeiro de 1988 Reconhecimento: Portaria Ministerial nº 681/89, de 07 de dezembro de 1989 2.4. Missão e visão da IES 2.4.1. Missão A ULBRA assume como Missão Institucional desenvolver, difundir e preservar o conhecimento e a cultura pelo ensino, pesquisa e extensão buscando permanentemente a excelência no atendimento das necessidades de formação de profissionais qualificados e empreendedores nas áreas da educação, saúde e tecnologia. 2.4.2. Visão A ULBRA buscará ser uma Instituição de referência no Ensino Superior em cada localidade em que atua e estar entre as dez melhores do país. 2.5. Breve histórico da Instituição e do Campus A Universidade Luterana do Brasil–ULBRA, instituição de ensino superior multicampi, confessional e comunitária, dedicada à produção, preservação e divulgação do conhecimento, reconhecida pelo Ministério de Educação mediante a Portaria nº 681/89 tem sede e foro em Canoas, Estado do Rio Grande do Sul. A ULBRA é mantida pela Comunidade Evangélica Luterana São Paulo–CELSP, pessoa jurídica de direito privado, sem fins lucrativos, com sede e foro em Canoas (RS), que congrega escolas de educação básica e estabelecimentos de ensino superior. Com o desenvolvimento do município de Canoas, que hoje é o polo de uma das mais importantes áreas econômicas e industriais do Rio Grande do Sul, cresceu a necessidade de expansão da rede de ensino em todos os níveis. Em 1968, foi criado o Colégio Cristo Redentor, escola profissionalizante de Ensino Fundamental e Médio oferecendo então os Cursos Ginasial e Técnico em Secretariado. Com a demanda crescente por educação superior, em 1972 passou a funcionar, nas dependências desse colégio o Curso de Administração de Empresas. Novos cursos resultaram na criação das Faculdades Canoenses (1977) que com o crescimento, transferiu-se, em 1981, para campus próprio, que hoje é o Campus da ULBRA, em Canoas, a qual atingiu em 1988 o status de Universidade. A ULBRA possui Campi em nove municípios do Estado: Canoas, Cachoeira do Sul, Carazinho, Gravataí, Guaíba, Porto Alegre, São Jerônimo, Santa Maria e Torres atendendo mais de 34 mil alunos nos seus diversos cursos de graduação na modalidade presencial e mais de 14 mil alunos na modalidade de Educação a Distância. Acrescente-se, os alunos matriculados em cursos de pós-graduação lato sensu, nas modalidades presencial e a distância, e os cursos de stricto sensu (sete mestrados e três doutorados). Atualmente, milhares de alunos distribuídos em cursos de graduação, extensão e especialização a distância e nas disciplinas dos cursos presenciais que são ofertadas através desta modalidade comprovam o compromisso de qualidade da Instituição perante as demandas da 11 sociedade. Os campi da Universidade localizam-se em regiões estratégicas do Estado e representam vetores de modificação e de difusão de conhecimento nestas regiões. 2.6. Dados socioeconômicos da região O Município de Torres, um dos mais antigos do Estado, é integrante da microrregião setentrional do Rio Grande do Sul. Está localizado a 197km de Porto Alegre e 280km de Florianópolis. Os seus limites são ao Sul, municípios de Dom Pedro de Alcântara e Arroio do Sal; ao Norte, Estado de Santa Catarina; ao Leste, Oceano Atlântico e a Oeste, Rio Mampituba. Possuía, em 2004, de acordo com os dados do FEE/RS, 33.933 habitantes, em um território de 162,1km², o que resulta em 209,3 hab./km², tendo como principais vias de acesso a BR 101 e a Estrada do Mar (RS 389). O PIB per capita em 2003 era de R$ 5.888,00 e a taxa de analfabetismo de 6,29%. Torres apresenta uma das mais valiosas forças econômicas da área nordestina do Estado do Rio Grande do Sul, sendo próspera no comércio, na indústria, na construção civil, no artesanato e no turismo. Sua agricultura é rica e farta, produzindo arroz, feijão, milho, banana, fumo, cana-de-açúcar e mandioca. Tem crescido muito a produção de tomate, pimentão, repolho e cenoura. Na produção de animais de corte, destaca-se o bovino. A região, pelas suas belezas naturais, seu clima ameno, a vastidão de suas brancas praias, atrai milhares de pessoas de todas as partes do Brasil e também dos países vizinhos. O setor secundário não possui uma atuação completa por causa da quase ausência de indústrias no município. A indústria é constituída de engenhos de cana-de-açúcar, destilarias de aguardente, serrarias, olarias, descascadores de arroz, estufas de fumo, fábricas de esquadrias, de móveis e de pequenas indústrias caseiras. As atividades comerciais são bem desenvolvidas principalmente nos meses de veraneio. 3. CONTEXTUALIZAÇÃO DO CURSO 3.1. Denominação Curso de Arquitetura e Urbanismo 3.2. Endereço de funcionamento ULBRA Campus Torres Rua Universitária, 1900 Bairro Parque do Balonismo, Torres, RS CEP 95560-000 Telefone/Fax: (51)36362000 12 3.3. Atos legais de Autorização e Reconhecimento O Curso de Arquitetura e Urbanismo da ULBRA – campus de Torres, foi instituído a partir da Resolução 179-A/96 do Conselho Universitário e foi implantado no segundo semestre de 1998. Inicialmente, o Curso de Torres se estruturou como extensão do mesmo Curso na ULBRA Canoas, implantado em 1974 e reconhecido pelo MEC em 1978, com renovação do reconhecimento em 2004. Atualmente, o Curso é reconhecido de forma independente pelo MEC, tendo passado por avaliação em 2011, inscrito sob o número 20973, na qual obteve conceito 4 no ENADE e 3 no CPC. 3.4. Número de vagas anuais pretendidas ou autorizadas O curso oferece 100 vagas anuais. 3.5. Forma de acesso ao curso O ingresso aos Cursos Superiores de Graduação tem como pré-requisito a posse de certificado de conclusão do ensino médio ou equivalente e somente é possível mediante classificação em processo seletivo, exceto nos casos previstos na legislação vigente. O processo seletivo é regulamentado pelo CONSUN com base em proposta apresentada pela Comissão Permanente do Vestibular, constituída por representantes de diferentes segmentos da Universidade. O processo seletivo é aberto por edital, publicado na forma da lei, do qual constam os cursos e vagas oferecidos, prazos, documentação, critérios de classificação e desempate e demais informações úteis. São oferecidas 100 vagas anualmente. No vestibular, a ULBRA reserva até 10% (dez por cento) das vagas dos cursos, exceto para o curso de Medicina, para candidatos que desejam utilizar sua avaliação do Exame Nacional do Ensino Médio. Para a inscrição, o candidato se dirige ao campus no qual deseja estudar dentro dos prazos de inscrição, entrega o documento que comprove sua avaliação no ENEM e efetua o pagamento da taxa de inscrição, ou então, pode fazer o mesmo processo pela internet no site www.ulbra.br/vestibular no link “inscrição com ENEM”. A Universidade está credenciada para participar do FIES e do PROUNI. Anualmente, antes de cada período letivo, a ULBRA torna público o seu catálogo institucional, que contém, no mínimo, os programas e cursos oferecidos, com seu conteúdo, duração e situação legal, os critérios de avaliação da aprendizagem, a qualificação de seu corpo docente, a descrição dos recursos materiais à disposição dos alunos, e o valor dos encargos educacionais e as normas de reajuste aplicáveis. A ULBRA também concede acesso extra-vestibular para diplomados, além de transferência interna e externa, desde que haja vaga no curso pretendido e em época prevista no Calendário Acadêmico. 3.6. Turno de funcionamento Predominantemente noturno. 13 3.7. Carga horária total A carga horária total do curso de arquitetura e urbanismo é de 3.876 horas, correspondentes a 226 créditos. 3.8. Tempo mínimo e máximo para integralização O currículo do curso de arquitetura e urbanismo distribui-se, conforme a legislação vigente, em 10 semestres letivos. Sendo de 15 semestres o seu tempo máximo de integralização. 3.9. Titulação conferida Arquiteto e urbanista. 3.10. Modalidade Presencial 3.11. Coordenação Coordenadora: Thaís Menna Barreto Martins Coordenadora ajunta: Bianca Breyer Cardoso 3.12. NDE Thaís Menna Barreto Martins Bianca Breyer Cardoso Breno Clezar Júnior Karla Nunes de Barros Coelho Efreu Brignol Quintana 3.13. Tempo médio de permanência do corpo docente no curso A média de permanência do corpo docente no Curso de Arquitetura e Urbanismo é de cinco anos. 14 3.14. Breve histórico e justificativa do curso O Curso de Arquitetura e Urbanismo da ULBRA – campus de Torres, foi instituído a partir da Resolução 179-A/96 do Conselho Universitário e foi implantado no segundo semestre de 1998. Inicialmente, o Curso de Torres se estruturou como extensão do mesmo Curso na ULBRA Canoas, implantado em 1974 e reconhecido pelo MEC em 1978, com renovação do reconhecimento em 2004. Atualmente, o Curso é reconhecido de forma independente pelo MEC, tendo passado por avaliação em 2011, inscrito sob o número 20973, na qual obteve conceito 4 no ENADE e 3 no CPC. Com 100 vagas anuais, o Curso possui 363 alunos matriculados e 18 docentes, e forma, em média, 20 Arquitetos e Urbanistas por ano. O curso é oferecido predominantemente no período noturno, com 3.876 horas (226 créditos), distribuídas em 10 semestres. Instalado no Campus de Torres, no Litoral Norte do Estado, o curso tem como área de influência uma região com mais de 400 mil habitantes (incluindo-se o Sul de Santa Catarina), sem curso concorrente. A Região de abrangência do curso apresenta uma situação bastante peculiar pois, por um lado, vivencia um período de grande aquecimento no ramo da construção civil, o que valoriza a profissão e atrai muitos estudantes, alguns, inclusive, com atuação prévia como construtores e/ou vínculo familiar com a área. Por outro lado, a Região apresenta renda média de quatro salários mínimos, o que implica em dificuldades de custeio, que culminam, por vezes, em evasão, e demonstram a necessidade de auxílio e financiamento. A Universidade é compreendida como a tessitura de processos sociais e públicos que se fundamentam em uma dimensão pedagógica, mas também em estender suas redes de relações internas e externas. Neste contexto, a universidade é um conjunto de processos e relações que se produzem em seu cotidiano, com vistas a uma construção social e histórica com ênfase nas necessidades da comunidade local e regional onde lhe é atribuída funções educativas formais e sistemáticas, múltiplas e convergentes, próxima da práxis e das demandas objetivas da sociedade. Diante desta realidade multifacética e em permanente transformação e a partir da compreensão de que, na região do litoral norte gaúcho e extremo sul de Santa Catarina, existe uma importante demanda por profissionais capacitados na área da Arquitetura e do Urbanismo, o Curso objetiva capacitar profissionais habilitados para atuarem neste mercado. Portanto, diante da complexidade da sociedade pós-moderna e da educação multidisciplinar, o Curso de Arquitetura e Urbanismo está estruturado para uma capacitação profissional consoante com as necessidades locais e regionais e uma formação dinâmica que possibilite o ingresso imediato no mercado de trabalho. 3.15. Missão do Curso O Curso de Arquitetura e Urbanismo realiza sua função na dimensão científica desenvolvendo atividades qualitativas de ensino, pesquisa e extensão, estendendo seus serviços à sociedade. A missão do Curso de Arquitetura e Urbanismo é formar profissionais capacitados para atuar no micro e macro sistema com ética, domínio tecnológico, habilidade criativa, e capacidade crítica, cientifica e empreendedora, habilitando o futuro profissional arquiteto e urbanista a pensar e desenhar a cidade, a paisagem e edifícios visando à melhoria da qualidade de vida em sociedade. 15 4. ORGANIZAÇÃO 4.1. DIDÁTICO-PEDAGÓGICA Políticas Institucionais no âmbito do curso (PDI) O curso tem como suas as mesmas políticas institucionais da instituição, de acordo com o contexto regional em que se insere e com o perfil pretendido do seu egresso. Visando promover a educação e a formação integral humana numa perspectiva ética e de responsabilidade, calcada em princípios cristãos para o desenvolvimento do pensamento reflexivo e crítico, do conhecimento científico e do aperfeiçoamento cultural e profissional; que impulsione a transformação sócio-político-econômica da sociedade fundamentando-se na integração do ensino com a pesquisa e extensão. Desse modo contribuindo para a formação de profissionais arquitetos e urbanistas com uma formação técnico-científica e cristã, possibilitando ao acadêmico a sua integração na realidade histórica e social, no comprometimento com a realidade contextual, atuando de forma crítica e responsável, tendo condições de participar produzir e intervir no mundo em constantes mudanças e no desenvolvimento da comunidade regional e da sociedade brasileira. Assim, tem como política a integração regional com a inclusão da realidade social, econômica e espacial da região como objeto de estudo e de projeto nas disciplinas regulares do curso e na temática da pesquisa e da extensão de modo a: Propiciar condições para que teoria e prática sejam ações constantes, tendo como perspectiva a qualificação do aluno para o mercado de trabalho, para que este possa ser agente da transformação social. Promover a extensão, aberta à participação da comunidade, visando à difusão das conquistas e benefícios resultantes do ensino, da criação do conhecimento resultante da pesquisa científica e tecnológica desenvolvida na Universidade e a formação integral do aluno; Prestar serviços especializados à comunidade, estabelecendo com esta uma relação de reciprocidade. Tendo ainda como diretrizes: Trabalhar constantemente na busca da adesão dos professores e alunos aos objetivos da Instituição como sendo o melhor investimento em qualidade e desenvolvimento; Desenvolver estruturas de opções que facilitem o trabalho docente e discente possibilitando que invistam mais tempo no processo ensino aprendizagem; Reduzir as perdas de alunos por evasão, trancamento e/ou cancelamento de matrícula; através das ações pertinentes; Pesquisar, por amostragem, o nível de satisfação dos alunos e tomar as medidas que os resultados sugerirem, bem como acompanhar os egressos para fomentar as adequações da política institucional focadas na realidade da atuação profissional na região e aprofundar o conhecimento do público alvo do curso; Implantar novas estruturas para as áreas da educação continuada e da educação executiva. 16 4.2. Perfil profissiográfico 4.2.1. Caracterização A ULBRA tem como preocupação constante manter a Instituição suficientemente qualificada para não frustrar os seus alunos, oferecendo um ensino que não venha em direção contrária àquilo que se pretendeu quando foram definidas as diretrizes do seu processo seletivo e que atenda ao perfil que pretende construir com seus alunos, durante o período em que estiverem ligados à Instituição. Tal perfil pode ser assim delineado: Que seja capaz de exprimir-se com clareza; Que seja capaz de organizar suas ideias; Que seja capaz de estabelecer relações; Que demonstre capacidade para interpretar dados e fatos; Que seja capaz de elaborar hipóteses; Que seja capaz de atuar em organizações flexíveis, dinâmicas e estruturadas com base no paradigma informacional; Que tenha competência para a análise e compreensão das bases tecnocientíficas, sociais e econômicas da ciência como um todo; Que tenha competência para a compreensão do contexto social e econômico onde estiver inserido e capacidade de tomada de decisões visando adequação a um mundo diversificado e interdependente; Que tenha capacidade e flexibilidade para atuar em ambientes caracterizados pela mudança contínua e pela interdisciplinaridade. Nesse contexto, articulando o desenvolvimento das competências e das habilidades expostas na Resolução n. 6 do MEC, juntamente com os conhecimentos necessários e atitudes vinculadas, ao final do Curso de Arquitetura e Urbanismo divisa-se um egresso com: Formação generalista. Aptidão de compreender e traduzir as necessidades dos indivíduos, grupos sociais e comunidade, com relação à concepção, organização e construção do espaço interior e exterior, abrangendo o urbanismo, a edificação e a paisagem; Preocupação com a conservação e valorização do patrimônio construído; Atenção à proteção do equilíbrio do ambiente natural e utilização racional dos recursos disponíveis. A qualidade das ações docentes e discentes, pelas práticas pedagógicas assumidas, busca qualificá-lo como alguém perspicaz, atento e crítico, criativo e empreendedor, capaz de se posicionar, interpretar, analisar e propor soluções concretas para os problemas inerentes ao contexto no qual está imerso. 4.2.2. Preparação para o Mercado de Trabalho Do ponto de vista legal, compete ao arquiteto e urbanista o exercício de todas as atividades referentes a edificações, conjuntos arquitetônicos e monumentos, arquitetura paisagística e de interiores, urbanismo, planejamento físico, urbano e regional, e 17 atividades como supervisão, orientação técnica, coordenação, planejamento, projetos, especificações, direção ou execução de obras, ensino, assessoria, consultoria, vistoria, perícia, avaliação, bem como outras. Por constituírem-se em atribuições bastante amplas, exigem da formação profissional, simultaneamente, abrangência e aprofundamento nas matérias relativas, fato indispensável para que possa assumir as responsabilidades atribuídas. Ciente disso, as diretrizes curriculares do curso qualificam o estudante para o pleno exercício profissional ao proporcionar, ao futuro arquiteto e urbanista, o domínio essencial das matérias necessárias à sua atuação, garantindo habilitação generalista ao mesmo tempo em que forte em conhecimentos especializados, sem perder a noção de conjunto dos problemas da arquitetura e urbanismo e de suas relações com a sociedade. Dessa maneira, o egresso alcança suficientes habilidades e competências tanto para a ação como profissional liberal, em toda a demanda variada de edifícios, paisagem, objetos e cidades, como para a atuação ampla em organismos públicos, privados e de cunho filantrópico, onde seja chamado a colaborar na coordenação e própria execução técnico-artística dos serviços. 4.3. Objetivos 4.3.1. Objetivo Geral do Curso Proporcionar formação profissional e pessoal voltada a uma dimensão técnicaartística de cunho humanista, cristão e cidadão, que permita ao aluno conciliar teoria e prática na solução dos temas vinculados à arquitetura e urbanismo na sociedade contemporânea com correção e sensibilidade, adequação e coerência ao homem e ao meio, na construção literal de uma sociedade ambientalmente qualificada e bela, e socialmente justa e feliz. 4.3.2. Objetivos Específicos do Curso a. Conscientizar sobre parâmetros éticos e humanitários da ação social e do desempenho profissional do arquiteto urbanista cidadão, discutindo e preparando acerca das possibilidades e limites de atuação no tecido e na ordem social atual; b. Capacitar para o desenvolvimento do raciocínio lógico, crítico e analítico, por meio da reflexão sobre o meio e a própria disciplina, instigando capacidade argumentativa e persuasiva na solução dos temas e problemas em Arquitetura e Urbanismo c. Habilitar a conceber e especificar a melhor solução formal, funcional e técnica na produção do espaço organizado, inclusive de modo a garantir a qualidade material do ambiente construído e sua durabilidade; d. Qualificar ao competente uso da técnica e da tecnologia, em acordo às necessidades sociais, culturais, estéticas e econômicas da sociedade em seu tempo e espaço; e. Sensibilizar a atenção para promover ação arquitetônica equilibrada e sustentável sobre o ambiente natural e construído; 18 f. 4.4. Formar espírito sensível e atuante na valorização e preservação da arquitetura, do urbanismo e da paisagem como patrimônio e responsabilidade coletiva. Estrutura Curricular Do Documento MEC/SESU/CEAU, intitulado Perfis da Área&Padrões de Qualidade, comprova-se o quanto toda legislação de regulamentação profissional tem caráter nacional, isto é, cumpridas as diretrizes e exigências curriculares gerais e as leis de regulamentação profissional, os arquitetos podem exercer sua profissão em qualquer parte do país, independentemente do lugar onde fizeram o seu curso. Por tal razão, é imprescindível o cumprimento das exigências curriculares, sob pena de prejuízos e impedimentos ao exercício profissional dos futuros arquitetos e urbanistas ou à própria sociedade brasileira. A formação em Arquitetura e Urbanismo deve ser controlada porque tem como objetivo reproduzir o privilégio disciplinar do exercício privativo, ou seja, o privilégio de fazer Arquitetura e Urbanismo é privativo do Arquiteto e Urbanista, salvo sombreamentos legais de atividades que são, igualmente, atribuição de outras profissões da área tecnológica. É exatamente sobre a visão expressa no Documento Perfis da Área&Padrões de Qualidade, do MEC/SESU/CEAU, acrescida das Diretrizes Curriculares do curso de Arquitetura e Urbanismo, (RESOLUÇÃO Nº 2, DE 17 DE JUNHO DE 2010 do MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO/CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR), e das últimas resoluções institucionais, que está planejada a filosofia curricular do Curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Luterana do Brasil Campus Torres, contemplando a capacitação do futuro profissional em todo o leque de atribuições legais do título. Do exposto, se percebe a coerência do currículo com as Diretrizes Curriculares nacionais para Arquitetura e Urbanismo, como detalhadamente descrito a seguir: a. Núcleo de Conhecimentos de Fundamentação, cuja composição deve fornecer o embasamento teórico necessário para que o futuro profissional possa desenvolver seu aprendizado, constituído de Estética e História das Artes, a que corresponde o componente curricular de “História da Arte e Estética”; de Estudos Sociais e Econômicos, vistos em “Introdução à Arquitetura e Urbanismo”, em “Sociedade e Contemporaneidade”, em “Gestão Tecnológica” e em “Legislação, Ética e Segurança do Trabalho”; de Estudos Ambientais, também introduzidos em “Projeto Urbano II” e “Tópicos de Arquitetura II - Arquitetura e Meio Ambiente”; de Desenho e Meios de Representação e Expressão, desenvolvidos em “Desenho Técnico e Geometria Descritiva”, “Desenho Arquitetônico”, “Meios de Expressão”, “Espaço e Composição” e “Estudos da Forma”. b. Núcleo de Conhecimentos Profissionais, cuja composição é dada pelos campos de saber destinados à caracterização da identidade profissional, quais sejam, Teoria e História da Arquitetura, do Urbanismo e do Paisagismo, ministradas em “Teoria e História da Arquitetura” e em “Teoria e História do Urbanismo e do Paisagismo”; Projeto de Arquitetura, de 19 Urbanismo e de Paisagismo, desenvolvidos em “Prática de Projetos I, II, III, IV e V”, em “Projeto de Paisagismo”, em “Infraestrutura Urbana I e II” e em “Projeto Urbano I, II e III”; de Planejamento Urbano e Regional, em “Planejamento Urbano e Regional”; de Tecnologia da Construção, vista em “Materiais de Construção Civil”, em “Tecnologia da Construção I e II”, em “Instalações Hidráulicas”, em “Instalações Elétricas”, e em “Prática Profissional de Obras”; de Sistemas Estruturais, em “Fundamentos Profissionais”, em “Matemática Aplicada”, em “Física Aplicada”, em “Isostática e Resistência dos Materiais”, “Morfologia Estrutural” e em “Sistemas Estruturais I, e II”; de Conforto Ambiental, em “Conforto Ambiental”; de Técnicas Retrospectivas, em “Técnicas Retrospectivas”; de Informática Aplicada à Arquitetura e Urbanismo, em “Computação Gráfica”, “Representação Gráfica”, “Geoprocessamento” e nas disciplinas de Atelier; e, de Topografia, em “Topografia I”. c. Trabalho de Conclusão de Curso: é componente curricular obrigatório desenvolvido em determinada área teórico-prática ou de formação profissional do curso, como atividade de síntese e integração do conhecimento, de modo que envolva todos os procedimentos de uma investigação técnico-científica, a serem desenvolvidos pelo acadêmico ao longo da realização do último ano do curso, trabalhado simultaneamente em “Atelier I e II”, ”Trabalho de Conclusão I e II”. 4.4.1. Formas de realização da interdisciplinaridade e flexibilidade A interdisciplinaridade refletida na relação entre conteúdos teóricos e atividades práticas é o fundamento proposto no currículo do curso. Tal procedimento permite uma formação articulada, onde todas as disciplinas estão coesas em um inter-relacionamento que permite a formação global do aluno para propor soluções na área de arquitetura e urbanismo. É dada a oportunidade aos alunos de observarem, analisarem, refletirem e promoverem questionamentos a respeito da atual situação da arquitetura e urbanismo em nível mundial, baseados nos conhecimentos adquiridos no curso. O currículo do Curso Arquitetura e Urbanismo visa formar um profissional que atenda as demandas do mercado e os conteúdos são ministrados em disciplinas que buscam a formação continuada e integrada que tem objetivo a prática da Arquitetura e do Urbanismo. Assim, as disciplinas de Meios de Expressão, Espaço e Composição, Desenho Arquitetônico, Estudos da Forma, Expressão Gráfica e Introdução ao Projeto inter-relacionam-se com as de Prática de Projetos, Projeto de Paisagismo e de Projeto Urbano, e essas com as de as de Teorias e História da Arquitetura e Urbanismo. As disciplinas de formação geral e básica e as de formação profissional básica convergem para as disciplinas profissionais específicas. As disciplinas de Práticas de Projetos relacionam-se entre si, com a Projetos de Paisagismo e as disciplinas de Urbanismo, pois todas utilizam a cidade de Torres/RS como base física experimental, utilizando a mesma região da cidade a cada semestre, integradamente. Além disso, são realizados Projetos interdisciplinares através de eventos culturais, de seminários extras curriculares e no Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). Ao desenvolver as atividades de pesquisa os alunos estarão demonstrando e aplicando suas 20 competências de forma transversal, ou seja, ponderam sobre quais competências e como utilizá-las em situações do cotidiano, situações-problema, agregando o conhecimento de todas as disciplinas desenvolvidas. No caso específico do Trabalho de Conclusão de Curso a interdisciplinaridade se dá na medida em que ao aluno será facultado a estabelecer a convergência das áreas de projeto, das áreas tecnológicas e das áreas culturais em geral. A transversalidade do curso acontece em duas áreas do conhecimento de arquitetura, que permeiam o curso em vários níveis do currículo, estando presente em todas as disciplinas práticas. São elas: sustentabilidade e acessibilidade. Em todas as Práticas de Projetos são exigidas soluções que possuem itens de sustentabilidade, bem como a aplicação da norma NBR9050 de acessibilidade. Outras disciplinas também abordam esses dois assuntos, tais como Arquitetura e Meio Ambiente, Estudos da Forma, Introdução ao Projeto, Projetos Urbanos, Projeto de Paisagismo e o Trabalho de Conclusão de Curso. 4.4.2. Modos de integração entre teoria e prática A metodologia de ensino também está adequada ao Curso. O processo de ensino-aprendizagem do mesmo caracteriza-se pela interdisciplinaridade e por uma estruturação em componentes curriculares teóricos e práticos, com acentuada incidência dos últimos. Se for considerado que, mesmo nos componentes ditos teóricos, ainda que ministrados de forma um pouco mais convencional, são utilizados recursos audiovisuais, de computação, maquetes, técnicas como seminários e mostras, aos quais se somam aulas de campo, visitas a empresas e indústrias, atividades em laboratórios, etc., comprova-se a preocupação didática com a aplicação prática fundamentada dos conteúdos desenvolvidos no Curso, voltados a uma simulação da atividade profissional futura. As atividades projetuais em Atelier – das quais se excluem outros componentes curriculares práticos (Topografia, Geoprocessamento, Computação Gráfica, Conforto Ambiental e Prática Profissional de Obras, cujas atividades são desenvolvidas em laboratórios específicos, em aulas de campo e em canteiros de obras) - trabalham a cada período letivo com uma temática diferente. É nestas atividades de Atelier que se caracteriza mais claramente a metodologia de ensino prático, próprio de Arquitetura e Urbanismo, em que cada acadêmico apresenta uma solução própria ao problema comum. Os assessoramentos são a partir da explanação oral e gráfica de cada aluno, quando esse recebe as críticas e contribuições do professor e dos colegas. Também é disponiblizado ao aluno assessoramentos técnicos, visando soluções e todas as áreas de interferência da arquitetura. Esses assessoramentos são feitos por professores das áreas específicas, tais como Tecnologia da Construção, Sistemas Estruturais, Conforto Ambiental, Computação Gráfica e Topografia, que a instituição disponibiliza, sem ônus para o aluno. 4.4.3. Familiaridade com a modalidade à distância – Se existe ou não familiaridade com a modalidade à distância e justificativa. 21 Devido ao caráter fortemente prático da formação do arquiteto e urbanista, portanto do curso de arquitetura e urbanista, a maioria das disciplinas exige o encontro presencial e o trabalho em atelier. Assim, o ensino à distância somente é ofertado nas disciplinas básicas e de caráter teórico do núcleo de conhecimentos de fundamentação. 4.5. Matriz Curricular O currículo do Curso de Arquitetura e Urbanismo foi elaborado baseado na formação técnico-científica do profissional, em conjunto com fatores e ações filosóficocristãs próprias da Universidade. Esta conjunção permite a formação de um profissional comprometido com o desenvolvimento tecnológico, à qualidade de vida e o respeito ao meio-ambiente, respondendo aos apelos da sociedade, solucionando problemas dentro da conjuntura metodológica da Arquitetura e Urbanismo. O Curso está organizado segundo matriz curricular detalhada na tabela abaixo. SEM CÓD 0 501926 501500 501563 501551 501550 993001 990101 501921 501552 993021 503522 505527 990103 503527 501553 501919 501920 501525 204659 501554 503528 993020 501932 501520 503523 501556 507532 503554 501933 501526 501530 501559 501910 1 2 3 4 5 6 DISCIPLINA ATIVIDADES COMPLEMENTARES HISTORIA DA ARTE E ESTETICA MEIOS DE EXPRESSAO ESTUDOS DA FORMA INTRODUCAO A ARQUITETURA E URBANISMO FUNDAMENTOS PROFISSIONAIS COMUNICACAO E EXPRESSAO ESPACO E COMPOSICAO TEORIA E HISTORIA DA ARQUITETURA MATEMATICA APLICADA MATERIAIS DE CONSTRUCAO CIVIL DESENHO TECNICO E GEOMETRIA DESCRITIVA INSTRUMENTALIZACAO CIENTIFICA TECNOLOGIA DA CONSTRUCAO I DESENHO ARQUITETONICO REPRESENTACAO GRAFICA INTRODUCAO AO PROJETO INFRA ESTRUTURA URBANA COMPUTACAO GRAFICA I PRATICA DE PROJETO I TECNOLOGIA DA CONSTRUCAO II FISICA APLICADA OPTATIVA I PLANEJAMENTO URBANO E REGIONAL TOPOGRAFIA I PRATICA DE PROJETOS II ISOSTATICA E RESISTENCIA DOS MATERIAIS INSTALACOES HIDRAULICAS OPTATIVA II CONFORTO AMBIENTAL PRATICA PROFISSIONAL DE OBRAS PRATICA DE PROJETOS III TEORIA E HISTORIA DO PAISAGISMO E URBANISMO CH CRÉD 34 68 68 68 34 68 68 68 68 68 68 68 68 68 68 68 68 68 68 102 68 68 34 68 68 102 68 68 34 68 68 102 68 0 4 4 4 2 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 6 4 4 2 4 4 6 4 4 2 4 4 6 4 22 7 8 9 10 501943 501925 501934 501909 990102 501562 501555 501922 501935 501936 990100 501566 501517 501924 507543 501929 501571 501927 505572 503541 506508 993018 501572 501928 ESTAGIO SUPERVISIONADO EM ARQUITETURA E URBANISMO PROJETO URBANO I OPTATIVA III TECNICAS RETROSPECTIVAS SOCIEDADE E CONTEMPORANEIDADE PRATICA DE PROJETOS IV SISTEMAS ESTRUTURAIS I PROJETO URBANO II OPTATIVA IV OPTATIVA V CULTURA RELIGIOSA PRATICA DE PROJETOS V PROJETO DE PAISAGISMO PROJETO URBANO III LEGISLAÇÃO, ETICA E SEGURANCA DO TRABALHO SISTEMAS ESTRUTURAIS II ATELIER I TRABALHO DE CONCLUSAO I INSTALACOES ELETRICAS E EQUIPAMENTOS ORCAMENTO, CONTROLE E INCORPORACAO GEOPROCESSAMENTO GESTAO TECNOLOGICA I ATELIER II TRABALHO DE CONCLUSAO II CARGA HORÁRIA TOTAL: 204 68 34 68 68 102 68 68 34 68 68 102 68 68 34 68 68 34 68 68 68 68 68 34 12 4 2 4 4 6 4 4 2 4 4 6 4 4 2 4 4 2 4 4 4 4 4 2 3876 h/a 226 créditos A tabela abaixo relaciona os professores responsáveis por cada disciplina SEM CÓD DISCIPLINA PROFESSOR 0 501926 ATIVIDADES COMPLEMENTARES 1 501500 HISTORIA DA ARTE E ESTETICA MIGUEL AUGUSTO PINTO SOARES 501563 MEIOS DE EXPRESSAO KARLA NUNES DE BARROS COELHO 501551 ESTUDOS DA FORMA GUILHERME ESSVEIN DE ALMEIDA 501550 INTRODUCAO A ARQUITETURA E URBANISMO GUILHERME ESSVEIN DE ALMEIDA 993001 FUNDAMENTOS PROFISSIONAIS REGINALDO ROCHA CAETANO 990101 COMUNICACAO E EXPRESSAO CLEA SILVIA BIASI KRÁS 501921 ESPACO E COMPOSICAO MARCOS FLAVIO TEITELROIT BUENO 501552 TEORIA E HISTORIA DA ARQUITETURA MARCOS FLAVIO TEITELROIT BUENO 993021 MATEMATICA APLICADA SEBASTIÃO DE ASSIS PEREIRA 503522 MATERIAIS DE CONSTRUCAO CIVIL BRENO CLEZAR JUNIOR 505527 DESENHO TECNICO E GEOMETRIA DESCRITIVA CAROLINA ELOISA JOCHIMS 990103 INSTRUMENTALIZACAO CIENTIFICA INÊS TEREZINHA OLIVEIRA JACQUES 503527 TECNOLOGIA DA CONSTRUCAO I BRENO CLEZAR JUNIOR 501553 DESENHO ARQUITETONICO GRAZIELLA FERRER RADAVELLI 2 3 23 4 5 6 7 8 501919 REPRESENTACAO GRAFICA EFREU BRIGNOL QUINTANA 501920 INTRODUCAO AO PROJETO BIANCA BREYER CARDOSO 501525 INFRA ESTRUTURA URBANA BRENO CLEZAR JUNIOR 204659 COMPUTACAO GRAFICA I KARLA NUNES DE BARROS COELHO 501554 PRATICA DE PROJETO I JOÃO FRANCISCO GALLO DE ALMEIDA 503528 TECNOLOGIA DA CONSTRUCAO II BRENO CLEZAR JUNIOR 993020 FISICA APLICADA MOISES MACIEL VITORETI 501932 OPTATIVA I JOÃO FRANCISCO GALLO DE ALMEIDA MARCOS FLAVIO TEITELROIT BUENO 501520 PLANEJAMENTO URBANO E REGIONAL EFREU BRIGNOL QUINTANA 503523 TOPOGRAFIA I BRENO CLEZAR JUNIOR 501556 PRATICA DE PROJETOS II GUILHERME ESSVEIN DE ALMEIDA MARCOS FLAVIO TEITELROIT BUENO 507532 ISOSTATICA E RESISTENCIA DOS MATERIAIS MOISES MACIEL VITORETI 503554 INSTALACOES HIDRAULICAS BRENO CLEZAR JUNIOR 501933 OPTATIVA II CAROLINA ELOISA JOCHIMS 501526 CONFORTO AMBIENTAL CAROLINA ELOISA JOCHIMS 501530 PRATICA PROFISSIONAL DE OBRAS BRENO CLEZAR JUNIOR 501559 PRATICA DE PROJETOS III EFREU BRIGNOL QUINTANA 501910 TEORIA E HISTORIA DO PAISAGISMO E URBANISMO THAÍS MENNA BARRETO MARTINS 501943 ESTAGIO SUPERVISIONADO EM ARQUITETURA E URBANISMO BIANCA BREYER CARDOSO EFREU BRIGNOL QUINTANA GRAZIELLA FERRER RADAVELLI KARLA NUNES DE BARROS COELHO MOISES MACIEL VITORETI 501925 PROJETO URBANO I ENALDO NUNES MARQUES 501934 OPTATIVA III MOISES MACIEL VITORETI 501909 TECNICAS RETROSPECTIVAS JOÃO FRANCISCO GALLO DE ALMEIDA 990102 SOCIEDADE E CONTEMPORANEIDADE LUIZ CARLOS GARLIPP 501562 PRATICA DE PROJETOS IV BIANCA BREYER CARDOSO 501555 SISTEMAS ESTRUTURAIS I MOISES MACIEL VITORETI 501922 PROJETO URBANO II ENALDO NUNES MARQUES 501935 OPTATIVA IV EFREU BRIGNOL QUINTANA 501936 OPTATIVA V MARJORIE GUBERT 990100 CULTURA RELIGIOSA ILVO BENDER 501566 PRATICA DE PROJETOS V ENALDO NUNES MARQUES 501517 PROJETO DE PAISAGISMO KARLA NUNES DE BARROS COELHO 501924 PROJETO URBANO III ENALDO NUNES MARQUES 507543 LEGISLAÇÃO, ETICA E SEGURANCA DO TRABALHO BIANCA BREYER CARDOSO 24 9 10 4.6. 501929 SISTEMAS ESTRUTURAIS II MOISES MACIEL VITORETI 501571 ATELIER I BIANCA BREYER CARDOSO 501927 TRABALHO DE CONCLUSAO I KARLA NUNES DE BARROS COELHO 505572 INSTALACOES ELETRICAS E EQUIPAMENTOS MOISES MACIEL VITORETI 503541 ORCAMENTO, CONTROLE E INCORPORACAO BRENO CLEZAR JUNIOR 506508 GEOPROCESSAMENTO GEISA ZANINI RORATO 993018 GESTAO TECNOLOGICA I ADRIANA PECCIN 501572 ATELIER II THAÍS MENNA BARRETO MARTINS 501928 TRABALHO DE CONCLUSAO II BIANCA BREYER CARDOSO EFREU BRIGNOL QUINTANA JOÃO FRANCISCO GALLO DE ALMEIDA MARCOS FLAVIO TEITELROIT BUENO Ementário e Bibliografia 501560 – ATIVIDADES COMPLEMENTARES Ementa: Construção ampla e generalista do conhecimento arquitetônico e urbanístico em prática discente livre, no que se incluem aprendizados comprovados através de pesquisa, extensão e ensino nas múltiplas áreas relacionadas à Arquitetura e Urbanismo. Semestre 1 501500 – HISTÓRIA DA ARTE E ESTÉTICA Ementa: História das artes visuais, da pré-história até a atualidade, proporcionando ao aluno a compreensão das manifestações estético-visuais produzidas pela civilização ocidental. Bibliografia: Básica: 25 BAUMGART, Fritz. Breve História da Arte. São Paulo: Martins Fontes, 1999. GOMBRICH, E. H. História da Arte. Rio de Janeiro: LYC Editora, 1994. JANSON H. W. História geral da Arte. 3 Vol. São Paulo: Martins Fontes, 2001. Complementar: ARGAN, Giulio Carlo. História da Arte Italiana. 3 Vol. São Paulo: Cosac & Naif, 2003. , Imagem e Persuasão: Ensaio sobre o Barroco. São Paulo: Companhia das Letras, 2004. GONÇALVES, Danúbio. Ser ou não ser Arte. Porto Alegre: Editora do Autor, 2003. HAUSER, Arnold. História Social da Literatura e da Arte. São Paulo: Martins Fontes, 1998. TREVISAN, Armindo. Como apreciar a Arte. Porto Alegre: AGE, 2002. VÁRIOS AUTORES. Coleção Folha: Grandes Mestres da Pintura. 20 Vol. São Paulo: Editorial Sol 90, 2007. , Coleção: Grandes Civilizações do Passado. 15 Vol. Barcelona: Ediciones Folio – Edição Brasil, 2006. Semestre 1 501563 – MEIOS DE EXPRESSÃO Ementa: Desenho livre de observação, com referencial baseado em proporcionalidade e representatividade de cores e texturas, incluindo representação em perspectiva cônica e paralela. Aplicação de sombra nas projeções ortogonais e perspectivadas de objetos tridimensionais, juntamente com técnicas de composição. Bibliografia: Básica: CARVALHO, Benjamin de. A Perspectiva. Rio de Janeiro: Editora Ao Livro Técnico, s.d. MONTENEGRO, Gildo. A Perspectiva dos Profissionais. São Paulo: Edgard Blucher, 1983. WHITE, Gwen. Perspectiva: para artistas, arquitectos e desenhadores. 4. ed. Lisboa: Presença, 2000. Complementar: ASLA, M. L. Architectural Rendering – Techniques a Color Preference. New York: Van Nostrand Reinhold,1994. 26 DOYLE, Michael E. Color Drawing. Melbourne: Van Nostrand Reinhold Company, 1988. DRPIC, I. D. Architectural delineation. Melbourne: Van Nostrand Reinhold Company, 1988. PORTER, Tom; GOODMAN, Sue. Diseño: técnicas gráficas para arquitectos, diseñadores y artistas. Barcelona: GG, 1992. SCHARWACHTER. Georg, Perspectiva para Arquitectos. México: Ediciones Gustavo Gili S. A., 1996. Artigos e Periódicos Especializados – Jornal Zero-Hora Dominical – Encarte Imobiliário Semestre 1 501551 – ESTUDOS DA FORMA Ementa: Conceitos de um repertório básico para leitura do objeto e do espaço arquitetônico e sua inserção no contexto urbano, a partir de aspectos que afetam a percepção, cognição, atitudes e comportamento dos diferentes usuários em relação às formas e aos espaços vivenciados. Bibliografia: Básica: BAKER, G.H. Analisis de la Forma. México: GG, 1998. CHING, F. D. K. Arquitetura: forma, espaço e ordem. São Paulo: Martins Fontes, 1998. WONG, Wucius. Princípios de forma e desenho. São Paulo: Martins Fontes, 2001. Complementar: ARNHEIM, Rudolf. A dinâmica da forma arquitetônica. Lisboa: Presença, 1988. BAKER, Geoffrey H. Le Corbusier: uma análise da froma. São Paulo: Martins Fontes, 2002. CLARK, Roger; PAUSE, Michael. Arquitectura: temas de composición. México: GG, 1997. GONSALEZ, Lorenzo. Maquetes: representação do espaço no projeto arquitetônico. Barcelona: Gustavo Gili, 2001. HECHINGER, Martin; KNOLL, Wolfgang. Maquetes Arquitetônicas. São Paulo: Martins Fontes, 2003. MILLS, Cris B. Projetando com maquetes. Porto Alegre: Artmed, 2007. NIEMEYER, Oscar. A forma na arquitetura. Rio de Janeiro: Revan, 2005. 27 Periódicos – Revista Projeto, Arco Editorial. Revista AU, Pini. Semestre 1 501550 – INTRODUÇÃO À ARQUITETURA E URBANISMO Ementa: Arquitetura como ofício, linguagem e processo – fundamentos teóricos e ordenações práticas envolvidas na produção do edifício e da cidade em termos profissionais, de significado e expressão. Bibliografia: Básica: BAKER, Geoffrey. Le Corbusier: uma análise da forma. São Paulo: Martins Fontes, 1998. REIS, Antonio Tarcisio. Repertório, análise e síntese: introdução ao projeto arquitetônico. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2002. ROTH, L. M. Entender la arquitectura: sus elementos, historia y significado. Barcelona: GG, 2003. Complementar: BAKER, Geoffrey H. Le Corbusier: uma análise da froma. São Paulo: Martins Fontes, 2002. CHING, F. D. K. Arquitetura: forma, espaço e ordem. São Paulo: Martins Fontes, 2002. , F. D. K. Dicionário visual de arquitetura. São Paulo: Martins Fontes, 2000. CLARK, Roger; PAUSE, Michael. Arquitectura: temas de composición. México: GG, 1997. EVERS, Bernd. Teoria da arquitetura. Do renascimento aos nossos dias. São Paulo: Taschen do Brasil, 2006. Semestre 1 993001 – FUNDAMENTOS PROFISSIONAIS Ementa: Aprofundamento dos conhecimentos de Matemática, com desenvolvimento e aperfeiçoamento do raciocínio lógico-matemático. Promoção do estudo de metodologias para a solução de problemas usando o raciocínio lógico e matemático, despertando a curiosidade do acadêmico. 28 Bibliografia: Básica: BAYER, A. et al. Matemática, Tópicos Básicos. Canoas: ULBRA, 1988. FACCHINI, Walter. Matemática: volume único. São Paulo: Ed. Saraiva, 1997. IEZZI, G. et al. Fundamentos de Matemática Elementar. São Paulo: Atual, 1988. Complementar: ANTON, H. Cálculo, Um Novo Horizonte. Porto Alegre: Bookman, 2004. BEZERRA, Manoel Jairo. Matemática para o ensino médio. São Paulo: Scipione, 2004. LEYTHOLD, L. Cálculo com Geometria Analítica. São Paulo: Ed. Harbra, 1998. PAIVA, M. Matemática I. São Paulo: Ed. Moderna, 1996. SWOKOWSKI, E. W. Cálculo com Geometria Analítica. São Paulo: McGraw-Hill, 1994. Semestre 1 990101 – COMUNICAÇÃO E EXPRESSÃO Ementa: Variações Lingüísticas ou Níveis de Linguagem. Coesão e Coerência do Texto Escrito. Paráfrase. Parágrafo Padrão. Do Texto Falado ao Texto Escrito. Gramática do Texto Escrito. Bibliografia: Básica: FÁVERO, L. L. Oralidade e escrita: perspectivas para o ensino de língua materna. São Paulo: Cortez, 2002. KOCH, I. V. O texto e a construção dos sentidos. São Paulo: Contexto, 1997. MARCUSCHI, L. A. Da fala para a escrita: atividades de retextualização. São Paulo: Cortez, 2001. Complementar: CUNHA, Sergio et al. Tecendo Textos. Canoas: Ed. ULBRA, 1997. FÁVERO, Leonor Lopes. Coesão e coerência textuais. São Paulo: Ática, 1991. GARCIA, Othon. Comunicação em prosa moderna. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 1990. GNERRE, Maurizzio. Linguagem, escrita e poder. São Paulo: Martins Fontes, 1998. GUIMARÃES, Eduardo. Texto e argumentação. Campinas: Pontes, 1987. 29 GUIMARÃES, Elisa. A articulação do texto. São Paulo: Ática, 1990. KOCH, Ingedore Villaça. Argumentação e linguagem. São Paulo: Cortez, 1984. MARTINS, Dileta Silveira; ZILBERKNOP, Lúbia Scliar. Português instrumental. Porto Alegre: Sagra Luzzatto, 2002. PÉCORA, Alcir. Problemas de redação. São Paulo: Martins Fontes, 1999. VAL, Maria da Graça Costa. Redação e textualidade. São Paulo: Martins Fontes, 1990 Semestre 2 501921 – ESPAÇO E COMPOSIÇÃO Ementa: Conceitos de um repertório básico para leitura e proposição do objeto e do espaço arquitetônico e sua inserção no contexto, a partir de aspectos que afetam a percepção, cognição, atitudes e comportamento dos diferentes usuários em relação às formas e aos espaços vivenciados. Bibliografia: Básica: CHING, Francis D. K. Arquitetura: forma, espaço e ordem. São Paulo: Martins Fontes, 1998. CHING, Francis D. K. Dicionário visual de arquitetura. São Paulo: Martins Fontes, 2006. CLARK, R.; PAUSE, M. Arquitectura: temas de composición. México: GG, 1997. Complementar: ARNHEIM, Rudolf. A dinâmica da forma arquitectónica. Lisboa: Presença, 1988. BAKER, Geoffrey H. Analisis de la Forma. México: GG, 1998. BAKER, Geoffrey H. Le Corbusier: uma análise da forma. São Paulo: Martins Fontes, 2002. COLE, Emily. A gramática da arquitetura. Lisboa: Livros e livros, 2003. GONSALEZ, Lorenzo. Maquetes: representação do espaço no projeto arquitetônico. Barcelona: GG, 2001. MILLS, Criss B. Projetando com maquetes. Porto Alegre: Artmed, 2007. REIS, Antônio T. Repertório, análise e síntese: introdução ao projeto arquitetônico. Porto Alegre: Ed. Da UFRGS, 2002. WONG, Wucius. Princípios de forma e desenho. São Paulo: Martins Fontes, 2001. Semestre 2 30 501552 – TEORIA E HISTÓRIA DA ARQUITETURA Ementa: História da Arquitetura Moderna e contemporânea no mundo, através do estudo de obras e de profissionais mais representativos de cada momento. Bibliografia: Básica: BENEVOLO, Leonardo. História da Arquitetura Moderna. São Paulo: Perspectiva, 2001. BIERMANN, Veronica [et al.]. Teoria da Arquitetura: do Renascimento a nossos dias. Colônia: Taschen, 2003. GIEDION, S. Espaço, tempo e arquitetura: o desenvolvimento de uma nova tradição. São Paulo: Martins Fontes, 2004. Complementar: LE CORBUSIER. Por Uma Arquitetura. São Paulo: Perspectiva, 2002. MONTANER, Josep Maria. As Formas do Século XX. Barcelona: GG, 2002. TIETZ, Jürgen. História da Arquitetura do Século XX. Colônia: Könemann, 1998. VITRÚVIO, Marco Polião. Tratado de Arquitetura. Lisboa: FET, sd. WESTON, Richard. Plantas, Cortes e Elevações: edifícios-chave do século XX. Barcelona: GG, 2005. ZEIN, Ruth Verde. O Lugar da Crítica: ensaios oportunos de Arquitetura. Porto Alegre: Ritter dos Reis, 2001. ZEVI, Bruno. A Linguagem Moderna da Arquitetura: guia ao código anticlássico. Lisboa: Edições 70, 1997. Semestre 2 993021 – MATEMÁTICA APLICADA Ementa: Fundamentos de Geometria Plana e Espacial. Tópicos de Limites de Funções, Derivadas, Integral indefinida e definida. Aplicações de derivadas e integrais. Bibliografia: Básica: ANTON, Howard. Cálculo um Novo Horizonte. Vol. 2. Porto Alegre: Bookmann, 2000. 31 DANTE, Luiz Roberto. Matemática Contexto e Aplicações. Vol. Único. São Paulo:Editora Ática, 2005. GIOVANNI, José Ruy; BONJORNO, José Roberto; GIOVANNI JR., José Ruy. Matemática Fundamental. Vol. Único. São Paulo: FTD S.A., 1994. SWOKOWSKY, Earl W. Cálculo com Geometria Analítica. Vol. 1 e 2. São Paulo: Makron Books, 1994. Complementar: ÁVILA, Geraldo. Cálculo: Funções de uma variável. Vol. 1 e Vol. 2. Rio de Janeiro: Editora LTC – Livros Técnicos e Científicos, 2002. LEITHOLD, L. Cálculo com Geometria Analítica. Vol. 2. São Paulo: Harbra, 1983. MUNEM, A. Mustafá; FOULIS, David J. Cálculo, Vol. 1. Rio de Janeiro: Guanabara S.A., 1982. SOUZA, Julio César de Mello e (Malba Tahan). Matemática divertida e curiosa. Rio de Janeiro: Record, 2003. Semestre 2 503522 – MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO CIVIL Ementa: Conhecimento básico de materiais, componentes, equipamentos, processos construtivos, qualidades plásticas, e suas relações com o projeto arquitetônico. Bibliografia: Básica: AZEREDO, H.B. O edifício e seu Acabamento. São Paulo: Edgard Blücher, 2004. BAUER, L.A. F. Materiais de Construção. V. II. Rio de Janeiro: LTC, 2004. PETRUCCI, E. Materiais de Construção. Porto Alegre: Globo, 1988. Complementar: BOTELHO, C. Manual de Sobrevivência do engenheiro e do arquiteto recém formado. São Paulo: PINI, 2004. DIAS, Luis Andrade de Matos. Edificações de Aço no Brasil. São Paulo: Zigurate, 2002. HELENE, P. Manual de dosagem e controle do concreto. São Paulo: PINI, 2004. THOMAS, Ercio. Tecnologia, gerenciamento e qualidade da construção. São Paulo: Ed. PINI, 2001. 32 Periódicos – Revista Projeto, Arco Editorial. Revista Finestra, Arco Editorial. Revista AU, Pini. Revista Téchne, Pini. Revista Arquitetura e Construção, Abril. Sites de Internet – www.tecto.com.br, acesso em 03/03/08 www.arcoweb.com.br, acesso em 03/03/08 www.piniweb.com.br, acesso em 03/03/08 Semestre 2 505527 – DESENHO TÉCNICO E GEOMETRIA DESCRITIVA Ementa: Estudo e pesquisa sobre os fundamentos e processos da Geometria Descritiva e aplicação prática no Desenho Técnico e suas normas. Bibliografia: Básica: GIESECKE, Frederick E. Comunicação Gráfica Moderna. Porto Alegre: Bookman, 2002. PRÍNCIPE JR., A. R. Noções de Geometria Descritiva. V. 1. São Paulo: Livraria Nobel, 1983. Complementar: BORGES, G. C. M. Noções de Geometria Descritiva. Porto Alegre: D. C. Luzzatto, 2002. CARVALHO, B. A. Desenho Geométrico. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 2003. CHING, F. D. K. Representação Gráfica em Arquitetura. Porto Alegre: Bookman, 2002. LACOURT, H. Noções Fundamentais de Geometria Descritiva. São Paulo: Atual, 1993. MONTENEGRO, G. A. Geometria Descritiva. São Paulo: Edgard Blücher, 2002. Normas Técnicas: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT). Emprego de escalas em desenho técnico. NBR 8196. Rio de Janeiro, 1999. . Execução de caracteres para escrita em desenho técnico. NBR 8402. Rio de Janeiro, 1994. 33 . Aplicação de linhas em desenhos-Tipo de linhas-Largura das linhas. NBR 8403. Rio de Janeiro, 1984. . Princípios gerais de representação em desenho técnico – Vistas e Cortes. NBR 10067. Rio de Janeiro, 1995. . Folha de desenho–Leiaute e dimensões. NBR 10068. Rio de Janeiro, 1987. . Cotagem em desenho técnico. NBR 10126. Rio de Janeiro, 1987. . Dobramento de cópias de desenho técnico. NBR 13142. Rio de Janeiro, 1999. Semestre 2 990103 – INSTRUMENTALIZAÇÃO CIENTÍFICA Ementa: Ato de Estudar. Compreensão do Conhecimento. Produção do Conhecimento Científico. Elaboração de Trabalhos Científicos. Projetos de Pesquisa. Credibilidade da Informação Virtual. Lógica. Aspectos Legais e Éticos na Utilização da Informação Virtual. Artigo Científico. Bibliografia: Básica: ALVES, Rubem. Filosofia da ciência: introdução ao jogo e sua regras. São Paulo: Loyola, 2000. JOHANN, J. R. (coord.) Introdução ao Método Científico. 2ª ed. Canoas: ULBRA, 2001. RUDIO, Frantz Victor. Introdução ao projeto de pesquisa científica. Petrópolis: Vozes, 2004. Complementar: ARANHA, Maria Lúcia de Arruda; MARTINS, Maria Helena Pires. Filosofando: introdução à Filosofia. São Paulo: Moderna, 2002. DEMO, Pedro. Metodologia científica em ciências sociais. São Paulo: Atlas, 1995. , Pedro. Metodologia do conhecimento científico. São Paulo: Atlas, 2000. FURASTÉ, Pedro Augusto. Normas técnicas para o trabalho científico. 12ª ed. Porto Alegre: s/ed, 2003. GIL, A. C. Métodos e técnicas de pesquisa social. 5ª ed. São Paulo: Atlas, 1999. HÜHNE, Leda Miranda (org.). Metodologia Científica: caderno de textos e técnicas. Rio de Janeiro: Agir, 2002. 34 LAKATOS, E. M; MARCONI, M, A. Fundamentos de Metodologia Científica. 4ª ed. São Paulo: Atlas, 2003. LEÃO, Rosaura Albuquerque; SCHUCH, Vitor Francisco. Compêndio de Normatização de Trabalhos Acadêmicos: conceitos, exemplos e normas de estrutura e de apresentação de trabalhos acadêmicos, projeto de pesquisa, trabalho interdisciplinar e trabalho de conclusão de curso. 33 Ed. Santa Maria, 007. Manuscrito. MEDEIROS, João Bosco. Redação científica: a prática do fichamento, resumos, resenhas. São Paulo: Atlas, 2004. SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Cortez, 2004. Semestre 3 503527 – TECNOLOGIA DA CONSTRUÇÃO I Ementa: Construção Civil: serviços e atividades preliminares; Infra-estrutura; Superestrutura. Bibliografia: Básica: BORGES, A. C. Prática das Pequenas Construções. V. 1. São Paulo: Edgard Blücher. 2002. HACHICH, W. et al. Fundações: teoria e prática. São Paulo: PINI, 2004. THOMAZ, E. Tecnologia Gerenciamento e Qualidade na Construção. São Paulo: PINI, 2001. Complementar: BORGES, A. C. Prática das Pequenas Construções. V. 2. São Paulo: Edgard Blücher. 2002. CHING, F; ADANS, C. Técnicas de Construção Ilustradas. 2ª ed. Porto Alegre: Bookman, 2001. RIPPER, Ernesto. Manual prático de materiais de construção: recebimento. São Paulo. PINI, 1995. SOUZA, R; MEKBEKIAN, G. Qualidade na aquisição de materiais e execução de obras. São Paulo: PINI, 2004. CURRIÓ, Juan Monjo el. all. Tratado de Construcción – Sistemas. Editora Munilla-Lería. 1ª. Edición. September 2001. SOUZA, Vicente Custódio de. Patologia, recuperação e reforço de estruturas de concreto. São Paulo: Pini, 1998. Semestre 3 501553 – DESENHO ARQUITETÔNICO Ementa: 35 Ensino e desenvolvimento do desenho técnico arquitetônico como forma de representação gráfica, plástica formal e criativa. Bibliografia: Básica: CHING, F. Representação gráfica em arquitetura. 3ª ed. Porto Alegre: Bookman, 2002. MONTENEGRO, G. Ventilação e coberturas. São Paulo: Edgard Blucher, 1984. , G. Desenho Arquitetônico. São Paulo: Edgard Blücher, 1978. Complementar: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Desenho Técnico – emprego de escalas. NBR 8196: Rio de Janeiro. LEGGITT, J. Desenho de arquitetura: técnicas e atalhos que usam tecnologia. Porto Alegre: Bookman, 2004. PROVENZA, F. Desenho de arquitetura. São Paulo: PRO-TEC, 2000. WILLIAMS, Robin. Design para quem não é design: noções básicas de planejamento visual. São Paulo: Callis, 2005. WONG, W. Princípios de forma e desenho. São Paulo: Martins Fontes, 2001. Semestre 3 501919 – REPRESENTAÇÃO GRÁFICA Ementa: Desenvolvimento do pensamento gráfico como processo de comunicação do Arquiteto e Urbanista nas diferentes escalas de atuação profissional. A imagem enquanto instrumento de registro sob as mais diversas formas. Ênfase na produção de croquis livres, acabamento com ferramentas de computação e nos desenhos relacionados ao projeto. Instrumentos, técnicas de desenho e representação para apresentação final dos desenhos. Bibliografia: Básica: CHING, Francis. Representação Gráfica em Arquitetura. Porto Alegre: Bookman, 2000. CHING, Francis. Técnicas de construção ilustradas [impresso e on-line]. 2. ed. Porto Alegre: Bookman, 2002. 1 v. Complementar: 36 AMBROSE, Gavin; HARRIS, Paul. Layout. Porto Alegre: Bookman, 2009. CHING, Francis. Manual de Dibujo Arquitetônico. Barcelona: Gustavo Gilli, 1985. FABRIS, Germani. Gramatica della progettazione grafica: fundamentos del proyecto grafico. Barcelona: Don Bosco, 1973. FRENCH, Tomás; VIERCK, Charles J. Desenho Técnico e Tecnologia Gráfica. 5 ed.. São Paulo: Editora Globo, 1995. GOMES, Luiz Vidal Negreiros (Org). Federal de Santa Maria, 1997. Debuxo. Santa Maria: Universidade GOMES, Luiz Vidal Negreiros. Desenhismo. Santa Maria: Universidade Federal de Santa Maria, 1996. MASSIRONI, Manfredo. Ver pelo Desenho: Aspectos Técnicos, Cognitivos, Comunicativo. São Paulo: Martins Fontes, 1982. MULLER-BROCKMANN, Josef. Sistema de reticulas: um diseñadores gráficos. 2. ed. México: GG, 1992. manual para RIBEIRO, Milton. Planejamento visual gráfico. 9. ed. Brasília: LGE, 2006. SWANN, Alan. Como diseñar reticulas. 2. ed. Barcelona: Gustavo Gilli, 1993. BAINES, Phil; HASLAN, Andrew. Tipografía: Función, forma y diseño. Barcelona: Gustavo Gilli, 2005. WILLIAMS, Robin. Design para quem não é designer. São Paulo: Callis, 1995. WONG, Wucius. Princípios de Forma e Desenho. São Paulo: Martins Fontes, 1998. TSCHICHOLD, Ivan. Tipografia Elementar. São Paulo: Altamira, 2007. Semestre 3 501920 – INTRODUÇÃO AO PROJETO Ementa: Conceituar e classificar as várias etapas do projeto de arquitetura e urbanismo reconhecendo suas funções, usos, graus de abrangência e desenvolvimento e características gráficas. Conceitos fundamentais de arquitetura e urbanismo. Fatores condicionantes na determinação do objeto arquitetônico. Metodologias projetuais. Bibliografia: Básica: BENÉVOLO, Leonardo. História da Arquitetura Moderna. CHING, Francis. Dibujo Arquitectónico. Barcelona: Gustavo Gilli, CHING, Francis. Representação Gráfica em Arquitetura. Porto Alegre: Bookman, 2000. CHING, Francis. Arquitectura, forma, espacio y orden. México: Martins Fontes, 1989. 37 CHING, Francis. Dicionário Visual de Arquitetura. São Paulo: Martins Fontes, 1999. COLIN, Sílvio. Uma Introdução à Arquitetura. Rio de Janeiro: UAPÊ, 2000. CULLEN, Gordon. Paisagem urbana. Editora Edições 70. JACOBS, Jane. Morte e vida de grandes cidades: São Paulo: Martins Fontes, 2000. LYNCH, Kevin. A imagem da cidade. São Paulo: Martins Fontes. NEUFERT, Ernst; NEUFERT, Peter; FRANCO, Benelisa. Arte de projetar em arquitetura: princípios, normas, regulamentos sobre projeto, construção, forma, necessidades e relações espaciais, dimensões de edifícios, ambientes, mobiliário, objetos. Barcelona: Gustavo Gilli REIS, Antônio T. Repertório, análise e Síntese: uma introdução ao projeto arquitetônico. Porto Alegre: Ed. UFRGS, 2002. UNWIN, Simon. Análisis de la arquitectura. Barcelona: Gustavo Gilli Complementar: ABNT, Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 06492: Norma Brasileira de Representação de Projetos de Arquitetura. 1994. ARGAN, Giulio Carlo; CABRA, Pier Luigi. História da arte como história da cidade. Editora Martins Fontes AYMONINO, Carlo. El significado de las ciudades. Editora H. Blume. BAILLY, Antoine S. La percepcion del espacio urbano: conceptos, metodos de estudio y su utilizacion en la investigacion urbanistica – Editora Instituto de Estudios de Administracion Local. BENÉVOLO, Leonardo. História da cidade. Editora Perspectiva. BRASIL. Lei nº 12.378: Regulamentação da profissão de Arquitetura e Urbanismo. 2010. DEL RIO, Vicente. Introdução ao desenho urbano no processo de planejamento. Editora Pini. LYNCH, Kevin. La buena forma de la ciudad. Editora G. Gilli. PANERAI, Philippe. Elementos de analisis urbano. Editora Instituto de Estudios de Administracion Local. PREFEITURA MUNICIPAL DE TORRES. Plano Diretor de Torres. Torres, 1995. SANTOS, Carlos Nelson Ferreira dos. A cidade como um jogo de cartas. Editora Projeto. SILVA, Elvan. Uma introdução ao projeto arquitetônico. Editora UFRGS. Semestre 3 501525 – INFRAESTRUTURA URBANA Ementa: Aspectos conceituais, tecnológicos e projetuais relativos aos sistemas de infraestrutura urbana. 38 Bibliografia: Básica: MACINTYRE, A.J., Instalações Hidráulicas Prediais e Industriais. Rio de Janeiro: LTC- Livros Técnicos Científicos, 1996. MASCARÓ, Juan Luis. Manual de Loteamentos e Urbanizações. Porto Alegre: Ed. Sagra Luzzato, 1997. MASCARÓ, Juan Luis. Loteamentos Urbanos. Porto Alegre: Ed. L Mascaró, 2003. BOTELHO, H.C.B., RIBEIRO JR, G.A. Instalações Hidráulicas Prediais Feitas Para Durar. São Paulo. Pro Editores, 1998. GONÇALVES, Augusto. Alvenaria e Pavimentação. Porto Alegre: Sagra, 1982. Complementar: NINA, Eduardo Della. Construção de redes urbanas de esgotos. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1966. Mc CLUSKEY, Jim. El diseño de vias urbanas. Barcelona. Gustavo Gilli, 1985. NBR 7229 – Projeto, construção e operação de sistemas de Tanques Sépticos. – ABNT. Semestre 3 204659 – COMPUTAÇÃO GRÁFICA I Ementa: Introdução ao Projeto Assistido por Computador. Utilização de software VectorWorks 2012: Desenho bidimensional; Modelagem tridimensional com sólidos e superfícies; Documentação do projeto (definição de escala e layout de impressão). Bibliografia: Básica: AZEREDO, Helio Alves de. O edifício até sua cobertura. São Paulo : Edgar Blücher, 1977. CHING, Francis. Técnicas de construção ilustradas. 2. ed. Porto Alegre: Bookman, 2002. 1 v. Complementar: AZEREDO, Helio Alves de. O edifício e seu acabamento. São Paulo : Blucher, 1987. WESTON, Richard. Plantas, cortes e elevações: edifícios-chave do século XX. Barcelona : Editorial Gustavo Gili, 2005. Legislação: 39 Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 06492 /1994 - Representação de projetos de arquitetura. Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 10067/1995 - Princípios gerais de representação em desenho técnico. Semestre 4 501554 – PRÁTICA DE PROJETO I Ementa: Atividade projetual de caráter residencial unifamiliar. Aproxima do problema arquitetônico do habitar articulando funcionalidade, dimensionamento, materialidade, plasticidade e relação com o entorno e a cidade. Introduz conhecimento do regime urbanístico e legislação construtiva vigente, assim como apresenta e ensaia, em primeira experiência, metodologia de análise e síntese de projeto em arquitetura e urbanismo. Bibliografia: Básica: BRANDÃO, L. A casa subjetiva: matéria, afetos e espaços domésticos. São Paulo: Perspectiva, 2002. CHING, F.D.K. Representação gráfica em arquitetura. 3ª ed. Porto Alegre: Bookman, 2002. NEUFERT, P. Casa, Vivienda, Jardín: el proyecto y las medidas en la construcción. Barcelona: GG, 2003. Complementar: ADAMS, C.; CHING, F.D.K. Técnicas de construção ilustradas. Porto Alegre: Bookman, 2001. FORSETH, K. Projetos de Arquitetura. São Paulo: Hemus, [s.d.]. MOORE, C. La Casa: forma y diseño. Barcelona: GG, 2002. NEUFERT, E. Arte de projetar em arquitetura. Barcelona: GG, 2004. REIS, A.T. Repertório, análise e síntese: Uma introdução ao Projeto Arquitetônico. Porto Alegre: UFRGS, 2002. RIKWERT, J. A casa de Adão no Paraíso: a idéia da cabana primitiva na história da arquitetura. São Paulo: Perspectiva, 2003. VERÍSSIMO, F. S. 500 anos da casa no Brasil: as transformações da arquitetura e da utilização do espaço da moradia. Rio de Janeiro: Ediouro, 1999. Periódicos: 40 Revista Arquitetura e Construção. São Paulo: Ed. Abril S.A. Revista Arquitetura e Urbanismo. São Paulo: Ed. PINI. Revista Projeto Design. São Paulo: Arco Editorial Ltda. Semestre 4 503528 – TECNOLOGIA DA CONSTRUÇÃO II Ementa: Estudo dos diferentes tipos de paredes, esquadrias e coberturas utilizados na construção civil, bem como os tipos de revestimentos e as formas de execução. Bibliografia: Básica: CHING, F. D. K. Técnicas de Construção Ilustradas. São Paulo: Bookman, 2001. LUCINE, H. C. Manual Técnico de Modulação de Vãos de Esquadrias. São Paulo: PINI, 2001. THOMAZ, E. Tecnologia Gerenciamento e Qualidade na construção. São Paulo: PINI, 2001. Complementar: BORGES, A. C. Prática das Pequenas Construções. São Paulo: Edgard Blücher, 1996. MELO, C. E. Manual Munte de projetos em pré-fabricados de concreto. São Paulo: PINI, 2004. SOUZA, R; MEKBEKIAN, G. Qualidade na aquisição de materiais e execução de Obras. São Paulo: PINI, 2004. Artigos e Periódicos Especializados – Revista Construções – Editora Pini Sites de Internet – www.portalconstrução.com.br, acesso em 15/02/2007 www.pcc.usp.br, acesso em 15/02/2007 www.itambe.com.br, acesso em 15/02/2007 www.cbjc.org.br, acesso em 15/02/2007 www.comunidadedaconstrução.com.br, acesso em 15/02/2007 www.ecivilnet.com, acesso em 15/02/2007 www.rogermat.com.br, acesso em 15/02/2007 41 Semestre 4 993020 –FÍSICA APLICADA Ementa: Física aplicada as Estruturas. Sistemas Estruturais. Equações de Equilíbrio. Vínculos. Estaticidade de uma Estrutura. Cargas em uma Estrutura. Cálculo das Reações Vinculares. Solicitações (Esforço Cortante, Momento Fletor, Momento Torçor, Esforço Normal ) e Diagramas. Geometria de Superfícies (Seção Transversal de Peças Estruturais). *Equações de Solicitações de uma Estrutura. Lei de Hooke para molas e associação de molas; Força de atrito; Torque; Densidade das substâncias; Bibliografia: Básica: AMARAL, Otávio Campos do. Estruturas Isostáticas – Vol.1 Ed. UFMG GORFIN, Bernardo; OLIVEIRA, Myriam Marques de. Estruturas Isostáticas – Ed. Livros Técnicos e Científicos GOMES, Sérgio C. Exercícios de Isostática. São Leopoldo: Ed. UNISINOS HALLIDAY; RESNIK; WALKER. Fundamentos de Física, Vol. 1, Ed. Livros Técnicos e Científicos, Rio de Janeiro, 6ª edição, 2002. NASH, William A. Resistência dos Materiais – Ed. MC Graw-Hill MASUERO, J. R.; CREUS, G.J. Introdução à mecânica estrutural. Porto Alegre: Ed. Universidade/UFRGS, 1997. SÜSSEKIND, José Carlos. Curso de Análise Estrutural – ESTRUTURAS ISOSTÁTICAS – Vol.1 Ed. Globo VITORETI, Moisés Maciel. Notas de Aula – Torres Semestre 4 [ 501932 – OPTATIVA I] 501903 – ARQUITETURA BRASILEIRA Ementa: Panorama descritivo-analítico da arquitetura brasileira desde o descobrimento, no século XVI, até o final do século XX, incluindo a arquitetura indígena, o colonial português, o maneirismo, o barroco, o rococó, o ecletismo, os historicismos, as primeiras tendências modernas, o Modernismo e os desenvolvimentos contemporâneos, com abordagem da forma, estrutura, materiais e técnicas construtivas. Bibliografia: 42 Básica: ANDREOLI, Elisabetta e FORTY, Adrian (org.). Arquitetura Moderna Brasileira. New York: Phaydon, 2004. BRUAND, Yves. A Arquitetura Contemporânea no Brasil. São Paulo: Perspectiva, 2002. REIS F., Nestor Goulart. Quadro da Arquitetura no Brasil. São Paulo: Perspectiva, 2002. Complementar: BREGATTO, Paulo R. (org.). Documentos de Arquitetura: traços & pontos de vista. Canoas: ULBRA, 2005. CURTIS, Júlio Nicolau Barros de. Vivências com a Arquitetura Tradicional do Brasil. Porto Alegre: Uniritter, 2003. FICHER, Sylvia. Os Arquitetos da Poli. São Paulo: Edusp, 2005. NIEMEYER, Oscar. Minha Arquitetura: 1937-2004. Rio de Janeiro: Revan, 2004. SEGAWA, Hugo. Arquiteturas no Brasil. São Paulo: Edusp, 2002. WARCHAVCHIK, Gregório. Arquitetura do Século XX e Outros Escritos. São Paulo: Cosac & Naify, 2006. WEIMER, Günter (org.) Arquitetura no Rio Grande do Sul. Porto Alegre: Mercado Aberto, 1987. Semestre 4 501520 – PLANEJAMENTO URBANO E REGIONAL Ementa: Conhecimento conceitual e aplicação prática de Planejamento Urbano e Regional no processo de ordenação do espaço construído, com aplicação da metodologia de apreensão do espaço urbano para proposição de Planos Diretores. Bibliografia: Básica: Legislação Estatuto da cidade ( lei 10237/01) e Instrumentos urbanísticos e ambientais e leis correlatas ao conteúdo. Experiências de Planos Diretores Integrados de acordo com a Lei do Estatuto da Cidade. PD do município em estudo. ROLNIK, Raquel (Org.); ARANTES, Otília (Org.). Plano Diretor Participativo: guia para a elaboração pelos municípios e cidadãos. CONFEA, Ministério das Cidades. Brasília, 2004. [pdf online http://www.cidades.gov.br/secretarias-nacionais/programas- 43 urbanos/biblioteca/plano-diretor/publicacoesinstitucionais/Livro%20Plano%20Diretor.pdf/view] CYMBALISTA, Renato (Coordenação Geral). INSTITUTO PÓLIS; CAIXA ECONÔMICA FEDERAL. Planejamento Territorial e Plano Diretor Participativo: Implementando o Estatuto das Cidades. [disponível em http://www.cidades.gov.br/secretarias-nacionais/programasurbanos/biblioteca/plano-diretor/materiais-de-capacitacao/planejamentoterritorial-e-plano-diretor-participativo/] CYMBALISTA, Renato (org.); SANTORO, Paula Freire (Org.). Planos diretores: processos e aprendizados. São Paulo: Instituto Pólis, 2009. [pdf online - http://www.polis.org.br/obras/arquivo_319.pdf] Complementar: NYGAARD, Paul Dieter. Planos Diretores de Cidades. Discutindo sua base doutrinária . EdUFRGS –POA, 2005. SOUZA, Marcelo Lopes de. Mudar a Cidade: Uma introdução Crítica ao Planejamento e à Gestão Urbanos. Ed Bertrand Brasil, Rio de Janeiro, 2001. PDDUA Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano e Ambiental de Porto Alegre –RS. Semestre 4 503523 – TOPOGRAFIA I Ementa: Estudo dos materiais topográficos e dos fundamentos teóricos da Topografia: Planimetria e Altimetria, traçado de curvas de nível, rampas e movimento de terra. Bibliografia: Básica: BORGES, A. C. Topografia. V.1. São Paulo: Edgard Blücher, 2002. . Topografia. V. 2. São Paulo: Edgard Blücher, 2002. ERBA, D. A. Topografia para estudantes de arquitetura, engenharia e geologia. São Leopoldo: Unisinos, 2003. COMASTRI, José Aníbal; JUNIOR, Joel Gripp. Topografia Aplicada – Medição, Divisão e Demarcação. Viçosa: Editora UFV, 1998. Complementar: BORGES, A. C. Exercícios de Topografia. São Paulo: Edgar Blücher, 1975. COMASTRI, José Aníbal. Topografia Planimetria. Viçosa: UFV, 1986. 44 COMASTRI, José Aníbal; TULES, José Cláudio. Topografia Altimetria. Viçosa: UFV,1987. ESPARTEL, L. Curso de Topografia. Porto Alegre: Globo, 1985. SANTIAGO, A. da Costa. Guia Agropecuário – Desenho topográfico. Campinas: Ed. Instituto Campineiro de Ensino Agrícola, 1982. Semestre 5 501556 – PRÁTICA DE PROJETOS II Ementa: Atividade projetual teórico-prática de tema de média complexidade, em nível de anteprojeto. Engloba o conhecimento da legislação vigente, assim como inicia a aplicação de conhecimentos em projetos complementares e técnicas construtivas. Bibliografia: Básica: CHING, Francis. E. K. Técnicas de construção ilustrada. 2ª ed. Porto Alegre: Bookman, 2001. CLARK, Roger H. Arquitetura: Temas de Composición. 3ª Ed. México: G.Gili, 1997. NEUFERT, Ernst. Arte de projetar em arquitetura: princípios, normas, regulamentos sobre projetos, construção, forma, necessidades e relações espaciais, dimensões de edifícios, ambientes, mobiliário, objetos. São Paulo: GG, 2005. Complementar: BURDEN, Ernst. Dicionário ilustrado de arquitetura. Porto Alegre: Bookman, 2006. CHING, F. Representação gráfica em Arquitetura. Porto Alegre: Bookman, 2002. CONSALEZ, Lorenzo. Maquetes: a representação do espaço no projeto arquitetônico. Barcelona: Editorial Gilberto Gili, 2001. CORBELLA, Oscar. Em Busca de uma arquitetura sustentável para os trópicos: conforto ambiental. Rio de Janeiro: Revan, 2003. CORONA-MARTÍNEZ, Alfonso. Ensaios sobre o projeto. Brasília: UNB, 2000. FLEIG, Karl. Alvar Aalto. 2ª Ed. São Paulo: Martins Fontes, 2001. FURUYAMA, Masao. Tadao Ando. 3ª Ed. Barcelona: G. Gili, 2000. GÖSSEL, Peter; LEUTHÄUSER, Gabriel. Arquitetura no século XX. London: Taschen, 2001. 45 HASMANN, Christine Ruth. Las escaleras em La arquitetura: construccion y detalles. Barcelona : G. Gili, 1994. LENGEN, Johan van. Manual do Arquiteto descalço. Porto Alegre: Livraria do Arquiteto; Rio de Janeiro: TIBA, 2004. McHARG, Ian L. Proyectar com La natureza. Barcelona: G. Gili, 2000. MONTANER, J. Ma. Museus para o Século XXI. Barcelona: G.G., 2003 MULLER, Werner. Atlas de arquitetura. Madrid: Alianza, 1999. Volume 4. , Werner. Atlas de arquitetura. Madrid: Alianza, 1999. Volume 6. OLGYAY, Victor. Arquitetura y clima: manual de diseño bioclimático para arquitectos y urbanistas. 2ª ed. Barcelona: G. Gili, 2002. Rehabilitar para viver. Instituto Monsa de Ediciones, S. A., Barcelona, 2005. REIS, Antonio Tarcisio. Repertório, análise e síntese: uma introdução ao projeto arquitetônico. Porto Alegre: Ed. UFRGS, 2002. ROAF, Susan; FUENTES, Stephanie Thomas. Ecohouse: a casa ambientalmente sustentável. 2ª Ed. Porto Alegre: Bookman, 2006. 408p. il. ROMERO, Marta Adriano Bustos. Arquitetura bioclimática do espaço público. Brasília: Ed.UNB, 2001. SALVADORI, Mario. Por que os edifícios ficam de pé. 1ª Ed. São Paulo: Martins Fontes, 2006. WESTON, Richard. Plantas, cortes e elevações – edifícios-chaves do século XX. Barcelona: Editorial Gilberto Gili, 2005. ZANETTINI, S. Arquitetura, razão, sensibilidade. São Paulo: Ed. USP, 2002. Legislação – Santa Maria, Prefeitura Municipal. Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano Ambiental. Lei Complementar n°034/2005. Santa Maria, 2005. Santa Maria, Prefeitura Municipal. Lei de Uso e Ocupação do Solo, Parcelamento do Solo e Sistema Viário. Lei Complementar n° 033/2005. Santa Maria, 2005. Santa Maria, Prefeitura Municipal. Código de Obras e Edificações. Lei Complementar n°032/2005. Santa Maria, 2005. Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 9077 – Saídas de emergência em edifícios. Rio de Janeiro: ABNT, 2001. 35p. Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 9050 – Acessibilidade a edificações, mobiliários, espaço e equipamentos urbanos. Rio de Janeiro: ABNT, 2004. 97p. Lei Federal n°4.771/65 – Código Florestal. Artigos e Periódicos Especializados: Revista Projeto, Arco Editorial Revista AU, Pini 46 Sites de Internet: www.camara-sm.rs.gov.br, acesso em 27/02/2008 www.vitruvius.com.br, acesso em 27/02/2008 www.piniweb.com.br, acesso em 27/02/2008 www.arcoweb.com.br, acesso em 27/02/2008 Semestre 5 507532 – ISOSTÁTICA E RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS Ementa: Princípios da Resistência dos Materiais. Tensões e deformações devidas ao esforço normal, ao cisalhamento, à flexão e à torção. Análise de solicitações em: vigas contínuas, treliças planas e pórticos planos através de recursos computacionais. Bibliografia: Básica: GOMES, Sérgio Concli. Resistência dos Materiais. Prodil JOHNSTON, Beer. Resistência dos Materiais. Mc.Graw - Hill SILVA JÚNIOR, Jayme Ferreira. Método de Cross. Enciclopédia Técnica Universal - Vols. III - Edit. Globo NASH, William. Resistência dos Materiais. McGraw-Hill. SÜSSEKIND, José Carlos. Curso de Análise Estrutural - Vol. III - Edit. Globo e USP. MASUERO & CREUS. Apostila Mecânica Estrutural I. CEMACOM – UFRGS Semestre 5 503554 – INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS Ementa: Conceitos básicos de instalações hidrossanitárias prediais, com desenvolvimento prático de um projeto residencial de instalações prediais de água fria, água quente, esgoto sanitário e águas pluviais. Apresenta conceitos referentes ao uso da energia solar e dos sistemas de combate a incêndio. Bibliografia: Básica: 47 CREDER, H. Instalações hidráulicas e sanitárias. 5ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2003. MACINTYRE, A.J. Manual de instalações hidráulicas e sanitárias. Rio de Janeiro: LTC, 1990. . Instalações hidráulicas Prediais e industriais. 3ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2005. Complementar: MELO, V.O., AZEVEDO NETO, J.M. Instalações prediais hidráulicosanitárias. São Paulo: Edgard Blücher, 2004. Normas Técnicas – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT). Instalações prediais de água fria. NBR 5626: Rio de Janeiro, 1998. . Projeto e execução de instalações prediais de água quente. NBR 7198: Rio de Janeiro, 1993. . Sistemas prediais de esgoto sanitário: projeto e execução. NBR 8160: Rio de Janeiro, 1999. . Instalações prediais de águas pluviais. NBR 10844: Rio de Janeiro, 1989. Semestre 5 [501933 – OPTATIVA II ] 501905– ARQUITETURA E MEIO AMBIENTE Ementa: Abordagem teórico-prática para uma arquitetura e urbanismo sustentáveis, discutindo princípios, métodos e técnicas projetuais para a produção de edifícios e cidades racionalmente adaptados à ambiência, em termos de articulação funcional, materialidade e conforto. Bibliografia: Básica: FRANCO, M. A. R. Desenho Ambiental: uma introdução à arquitetura da paisagem com o paradigma ecológico. São Paulo: AnnaBlume, 2000. HOLDEN, R. Nueva arquitectura de la paisaje. Barcelona: GG, 2003. ROMERO, M. B. Arquitetura bioclimática para o espaço público. Brasília: UnB, 2002. Complementar: 48 CAMOUS, R. El habitat bioclimático: de la concepción a la construcción. Barcelona: GG, 1986. CORBELLA, O. Em busca de uma arquitetura sustentável para os trópicos: conforto ambiental. Rio de Janeiro: Revan, 2003. Mc HARG, I. L. Proyectar con la naturaleza. Barcelona: GG, 2000. OLGYAY, V. Arquitectura y clima: manual de diseño bioclimático para arquitectos y urbanistas. 2. ed. Barcelona: GG, 2002. PALORMO, P. J. S. La planificación verde en las ciudades. Barcelona: GG, 2003. SERRA, J. Ma. Elementos Urbanos: mobiliário y microarquitectura. Barcelona: GG, 2002. WATSON, D. El habitat bioclimático. Barcelona: GG, 2000. Semestre 5 501526 – CONFORTO AMBIENTAL Ementa: Subsídios teóricos e práticos de avaliação do desempenho de conforto ambiental em edificações, a partir das decisões projetuais, visando interação coerente entre clima e arquitetura. Bibliografia: Básica: LAMBERTS, Roberto; DUTRA, Luciano; PEREIRA, Fernando O.R. Eficiência Energética na Arquitetura. 2.ed. São Paulo: ProLivros, 2004. BROWN, G.Z.; DEKAY, Mark. Sol, Vento e Luz. Estratégias para o Projeto de Arquitetura. Trad. Alexandre Ferreira da Silva Salvaterra. 2.ed. Porto Alegre: Bookmann 2004. MASCARÓ, L.R. Energia na Edificação: Estratégias para Minimizar seu Consumo. Porto Alegre: Projeto, 1985. Complementar: RIVERO, R. Arquitetura e Clima: Acondicionamento Térmico Natural. Porto Alegre: D.C. Luzatto Editores, 1986. VIANNA, N. S. Iluminação e Arquitetura. São Paulo: Uni ABC-Virtus S/C, 2001. DE MARCO, C. S. Elementos de Acústica Arquitetônica. São Paulo: Nobel, 1982. Semestre 5 501530 – PRÁTICA PROFISSIONAL DE OBRAS Ementa: Estudar, na prática, os diferentes estágios de uma obra, a partir da sua implantação, locação, diferentes tipos de fundações, estruturas e 49 elevações, cobertura e revestimentos, bem como os diferentes sistemas construtivos. Bibliografia: Básica: AZEREDO, H. A. O edifício até seu acabamento. São Paulo: Edgard Blücher, 2005. BORGES, Alberto C. Prática das pequenas construções. Vol. II. São Paulo: Edgard Blücher, 2002. MONTENEGRO, Gildo. Ventilação e coberturas. São Paulo: Edgard Blücher, 2005. Complementar: CHING, Francis D. K. Técnicas de Construção Ilustradas. Porto Alegre: Bookman, 2001. CREDER, Helio. Instalações hidráulicas e sanitárias. São Paulo: LTC, 1991. LUCINI, H. C. Manual técnico de modulação de vãos de esquadrias. São Paulo: Pini, 2001. COTRIM, Ademaro A. M. Instalações Elétricas. São Paulo: Prentice Hall, 2003. SOUZA, Vicente Custodio de. Patologia, recuperação e reforço de estruturas de concreto. São Paulo: Pini, 1998. THOMAZ, Ercio. Tecnologia Gerenciamento e Qualidade na Construção. São Paulo: Pini, 2001. YAZIGI, Walid. A técnica de edificar. São Paulo: Pini, 2006. Artigos e Periódicos Especializados: Revista Construções e Téchne – Editora Pini Sites de Internet: www.portalconstrução.com.br, acesso em 15/02/2008 www.pcc.usp.br, acesso em 15/02/2008 www.itambe.com.br, acesso em 15/02/2008 www.cbjc.org.br, acesso em 15/02/2008 www.comunidadedaconstrução.com.br, acesso em 15/02/2008 www.ecivilnet.com, acesso em 15/02/2008 www.rogermat.com.br, acesso em 15/02/2008 Semestre 6 501559 – PRÁTICA DE PROJETOS III Ementa: 50 Exercício projetual de edifício vertical que articule funções múltiplas, entre residência, comércio e serviços, organizando função, volume e plasticidade em relação ao entorno e em resposta às técnicas construtivas, materiais e tecnologias pertinentes. Bibliografia: Básica: NEUFERT, Ernst. Arte de projetar em arquitetura: princípios, normas, regulamentos sobre projeto, construção, forma, necessidades e relações espaciais, dimensões de edidícios, ambientes, mobiliário, objetos. 17a ed. São Paulo. PANERO, Julius e ZELNIK, Martin. Dimensionamento Humano para Espaços Interiores. G. Gili, 2002. 320 p. SILVA, Daiçon Maciel da e SOUTO, André Kraemer. Estruturas - Uma Abordagem Arquitetônica. 3 ed. Porto Alegre: Ritter dos Reis, 2002. Complementar: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT). NBR 10844: Instalações prediais de água pluvial. Rio de Janeiro: ABNT, 1989, 13p. . Símbolos Gráficos para instalações elétricas prediais. NBR 5444: Rio de Janeiro, 1989. . Projeto de Estruturas de concreto: procedimento. NBR 6118: Rio de Janeiro, 2004. . Sistemas prediais de esgoto sanitário – projeto e execução. NBR 8160: Rio de Janeiro, 1999. . Saídas de emergência em edifícios. NBR 9077: Rio de Janeiro, 2001. AZEREDO, Hélio Alves de. O edifício até sua cobertura. 2ª ed. São Paulo: Editora Blücher, 2005. CHING, Frank. Representação gráfica em arquitetura. 3. ed. Porto Alegre: Bookman, 2002. CLARK, Roger H. Arquitetura: temas de composición. 3. ed. México: G. Gili, 1997. 274 p. FORSETH, Kevin. Projetos em Arquitetura. São Paulo: Hemus Editora Ltda., 2005. YAZIGI, Walid. A técnica de edificar. 6ª ed. São Paulo: SINDUSCON/SP, 2004. ZEVI, Bruno. Saber ver a arquitetura. 5. ed. São Paulo: Ed. Martins Fontes. 2000. Semestre 6 51 501910 – TEORIA E HISTÓRIA DO PAISAGISMO E DO URBANISMO Ementa: Desenvolver suporte teórico às disciplinas práticas que fazem uso e se valem das teorias urbanísticas abordadas, focando o desenvolvimento dos conteúdos desde o período pré-civilizatório, da antiguidade até os dias atuais. Bibliografia: Básica: BENEVOLO, L. História da cidade. São Paulo: Perspectiva, 2001. CALVINO, I. As cidades invisíveis. São Paulo: Companhia das Letras, 1990. SANTOS, C. N. F. dos. A cidade como um jogo de cartas. Niterói: EDUFF, 1988. CHOAY, F. O urbanismo: utopias e realidades, uma antologia. 3. ed. São Paulo: Perspectiva, 1992. HALL, P. Cidades do amanhã. São Paulo: Perspectiva, 1995. JACOBS, J. Morte e vida de grandes cidades. 2. ed. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2009. LYNCH, K. A Imagem da Cidade. São Paulo: Ed Martins Fontes, 1999. MUMFORD, L; SILVA, N.R. A cidade na história. 5. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2008. SOUZA, C.F.; MÜLLER, D.M. Porto Alegre e sua evolução urbana. Porto Alegre: Ed. da UFRGS, 1997. SOUZA, Marcelo Lopes de. ABC do desenvolvimento urbano. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2003. Complementar ABRAMO, P. Mercado e ordem urbana. São Paulo: Bertrand, 2001. ABRAMO, P. (Org.). Cidades em transformação: entre o plano e o mercado : experiências internacionais em gestão do uso do solo urbano. Rio de Janeiro: Ed. do Autor, 2001. ARGAN, G.C. História da arte como história da cidade. 5. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2005. CORSINI, J.M.O. Diseño urbano y pensamientocontemporáneo. Barcelona: Monsa, 2004. HOWARD, E.; LAGONEGRO, A. Cidades-jardins de amanhã. São Paulo: Hucitec, 1996. KOOLHAAS, R. Delirious New York. New York: The Monacelli, 1994. LAMAS, J.M.R. Morfologia Urbana e Desenho da Cidade. EdGulbekian, Lisboa, 1992. LEME, M.C. (Org.). Urbanismo no Brasil: 1895-1965. São Paulo: Studio Nobel, 1999. 52 LYNCH, K. A boa forma da cidade. Lisboa: Edições 70, 1981. MORE, T. Utopia. São Paulo: Martins Fontes, 1999. SANTOS, M. Ensaios sobre a urbanização latino-americana. São Paulo: Hucitec, 1982. SANTOS, M. Manual de geografia urbana. São Paulo: Edusp, 2008. SECCHI, B. A cidade do século vinte. São Paulo: Perspectiva, 2009. SECCHI, B. Primeira lição de urbanismo. São Paulo: Perspectiva, 2006. SITTE, C. Construção de Cidades segundo Princípios Artísticos. SP. Ed. Atica. 1992) SOUZA, C.F. Contrastes regionais e formações urbanas. Porto Alegre: Ed. da UFRGS, 2000. WEIMER, G. O urbanismo no RS. Porto Alegre, Ed. Da Universidade, 1992. Semestre 6 501943 – ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM ARQUITETURA E URBANISMO Ementa: Desenvolvimento de um trabalho que alie conhecimento científico e conhecimento prático na área de Arquitetura e Urbanismo, visando a consolidação e articulação das habilidades, atitudes e competências adquiridas ao longo do curso através de vivência de situações práticas e contextos profissionais. Bibliografia: Básica: ABNT. NBR 5410/04: Instalações Elétricas de Baixa Tensão. AZEVEDO, Hélio Alves de. O Edifício Até Sua Cobertura. Ed. Edgard Blucher. BRASIL. Resolução CNE/CES nº2/2010. Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do curso de graduação em Arquitetura e Urbanismo, alterando dispositivos da Resolução CNE/CES nº6/2006. Brasília: Ministério da Educação, 2010. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=12991. Acesso em: 06 de abril de 2011. COTRIM, Ademaro. Instalações Elétricas. Makron, 1993. PINI. Manual Pirelli de Instalações Elétricas. São Paulo: Pini. MONTENEGRO, Gildo. Desenho Arquitetônico. São Paulo: Edgard Blücher, 1978. HANSMANN, Christine-Ruth. Las Escaleras en la Arquitectura: Construcción y detalles. Barcelona: Ed. Gustavo Gilli. 1994. Complementar: ARAVENA MORI, Alejandro. Material e arquitectura. Santiago: Arq Ediciones, 2003. ENGEL, H. Sistemas estruturais. Barcelona: Gustavo Gilli, 1997. 53 REBELLO, Y. C. P. A concepção estrutural e a arquitetura. São Paulo: Zigurate, 2003. SALVADORI, M.; HELLER, R. Estructuras para arquitectos. Buenos Aires: CP 67, 1987. Semestre 6 501925 – PROJETO URBANO I Ementa: Análises, estudos e proposições relativas às diversas formas de crescimento e expansão urbanas: origens, teorias, evolução conceitual, modelos de cidades e procedimentos contemporâneos. Exercícios de projeto urbano em parcelamento do solo: loteamentos e condomínios residenciais – até 2,5 ha. Bibliografia: Básica: CASTELLO, Iara R. Bairros, Loteamentos e Condomínios: Elementos para o Projeto de Novos Territórios Habitacionais. Porto Alegre: Ed. UFRGS, 2008. MASCARÓ, JC. Loteamentos Urbanos. Porto Alegre: Ed +4, 2005. Legislação Urbana e Ambiental: Parcelamento do Solo, Código Florestal, Plano Diretor Municipal. Complementar: ACIOLY, Cláudio. Densidade Urbana: um instrumento de planejamento e gestão urbana. Rio Janeiro, Mauad, 1998. BAZANT, Jan S. Manual de Diseño Urbano. Ciudad de Mexico, Ed. Trillas, 2000. BEKER, Carlos Corral. Lineamientos de Diseño Urbano. Ciudad de Mexico, Ed. Trillas, 1999. BENEVOLO, Leonardo. História da cidade. São Paulo. Brasil. Editora Perspectiva S.A. 1983. DEL RIO, Vicente. Introdução ao Desenho Urbano no Processo de Planejamento. São Paulo, PINI, 1990 LAMAS, J.M. Morfologia Urbana e Desenho da Cidade. Lisboa, Fundação Galouste Gulbenkian, 1993. PRINZ, Dieter. Urbanismo I -Projeto Urbano, Urbanismo II – Configuração Urbana. Lisboa, Presença, 1980. ROGERS, Richard. Ciudades para un pequeño planeta. Gili, Barcelona, 2000. 54 ROMERO, Marta Adriana Bustos. Arquitetura Bioclimática do Espaço Urbano. Brasília, UnB, 2001. RUANO, Miguel. Eco-Urbanismo: entornos urbanos sutentáveis. Barcelona, Gustavo Gili, 1999. KATZ, Peter. The new urbanism. New York, MCGrow Hill, 1994. Semestre 6 [501934 – OPTATIVA III] 501907 – MORFOLOGIA ESTRUTURAL Ementa: Estruturas resistentes sob o ponto de vista da forma. Panorama da diversidade de formas estruturais na arquitetura e suas possibilidades de aplicação prática. Bibliografia: Básica: ENGEL, Heino. Sistemas de Estruturas. Hemus Editora Limitada. São Paulo. 1993. REBELLO, Y. C. P. A Concepção Estrutural e a Arquitetura. Editora Zigurate. São Paulo. 2000. SILVA, Daiçon Maciel da. Estruturas: Uma Abordagem Arquitetônica. Editora UniRitter. Porto Alegre. 2007. VASCONCELOS, Augusto Carlos de. Estruturas da Natureza. Studio Nobel. São Paulo. 2000. Semestre 6 501909 – TÉCNICAS RETROSPECTIVAS Ementa: Elaboração de projeto arquitetônico de intervenção em patrimônio edificado, concernindo tanto suas implicações teórico-conceituais quanto técnico-construtivas. Ao final da disciplina, o aluno deverá ser capaz de projetar a reabilitação de um determinado edifício para uso público, adicionando à edificação original uma área extra, destinada ao desenvolvimento de todas as atividades propostas pelo programa de necessidades. Bibliografia: Básica: 55 CHOAY, Françoise. A alegoria do patrimônio. São Paulo: Estação Liberdade UNESP, 2006. GRACIA, Francisco de. Construir en lo Construído: la arquitetura como modificacíon. Madrid: Nerea, 1992. IPHAN. Cartas Patrimoniais. 2ª edição. Rio de Janeiro: IPHAN, 2000. Complementar: BRANDI, Cesare. Teoria da Restauração. São Paulo: Ateliê Editorial, 2004. LEMOS, Carlos A .C. O que é Patrimônio Histórico. 5 ed. São Paulo: Ed. Brasiliense S.A., 2004 FONSECA, Maria Cecília Londres. Patrimônio em processo. Rio de Janeiro: UFRJ, 1997. IPHAE. Patrimônio edificado: orientações para sua preservação. Porto Alegre: CORAG, 2004. ZANCHETI, Sílvio. Coord. Estratégias de intervenção em áreas históricas. Recife: UFPE, 1995. Artigos e periódicos especializados: www.revista.iphan.gov.br www.cultura.rs.gov.br Semestre 6 990102 – SOCIEDADE E CONTEMPORANEIDADE Ementa: Abordagem dos fundamentos teóricos, filosóficos e conceituais das Ciências Sociais (Antropologia, Ciência Política e Sociologia), bem como sua aplicabilidade como recurso analítico ao contexto nacional e internacional para a compreensão dos fenômenos sociais, políticos e culturais das sociedades contemporâneas, em especial da sociedade brasileira. Bibliografia: Básica: BAUMAN, Z. O Mal-estar da Pós-Modernidade. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1998. 56 CARVALHO, J. M. Cidadania no Brasil. O Longo Caminho. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003. Complementar: GIDDENS, A. Em Defesa da Sociologia. São Paulo: UNESP, 2000. . A terceira Via. Rio de Janeiro: Record, 2000. PUTNAM, R. Comunidade e Democracia. A experiência da Itália Moderna. Rio de Janeiro: FGV, 2000. SCHWARTZMAN, S. Pobreza, Exclusão Social e Modernidade: uma introdução ao mundo contemporâneo. São Paulo: Augurium, 2004. SORJ, B. A Nova Sociedade Brasileira. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2000. Semestre 7 501562 – PRÁTICA DE PROJETOS IV Ementa: Elaboração de proposta arquitetônica para equipamento urbano de média complexidade, considerando sua relação funcional, espacial e volumétrica com o entorno e experimentando métodos inovativos, normativos, miméticos e/ou tipológicos na definição de uma linguagem coerente e contemporânea para o edificado. Abordagem de sistemas construtivos, tecnologias, materiais e elementos arquitetônicos com vistas ao conforto ambiental, a racionalidade construtiva, a segurança e à acessibilidade universal. Bibliografia: Básica: CHING, F. D. K. Arquitetura: forma, espaço e ordem. São Paulo: Martins Fontes, 2002. HERTZBERGER, H. Lições de Arquitetura. São Paulo: Martins Fontes, 1999. REIS, Antonio T. Repertório, análise e síntese: uma introdução ao projeto arquitetônico. Porto Alegre: Ed. da UFRGS, 2002. Complementar: CHING, F. Representação gráfica em Arquitetura. Porto Alegre: Bookman, 2002. . Técnicas de Construção ilustradas. Porto Alegre: Bookman, 2001. CORBELLA, Oscar. Em busca de uma arquitetura sustentavel para os trópicos. Rio de Janeiro: Revam, 2003. 57 MONTANER, Josep. Ma. Depois do Movimento moderno: arquitetura da segunda metade do século XX. Barcelona: GG, 2001. NEUFERT, Ernst. Arte de Projetar em Arquitetura: princípios, normas, regulamentos sobre projetos, construção, forma, necessidades e relação espaciais, dimensões de edifícios, ambientes, mobiliário, objetos. São Paulo: GG, 2004. Semestre 7 501555 – SISTEMAS ESTRUTURAIS I Ementa: Estudo das propriedades do concreto e do aço, dimensionamento de Lajes maciças e Vigas de concreto armado, bem como o desenvolvimento de habilidades para o lançamento de estruturas de concreto armado. Bibliografia: Básica: ARAÚJO, J.M. Curso de Concreto Armado. 2ª Edição. V. 1 e V. 2. Rio Grande: Dunas, 2003. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Projeto de estruturas de concreto – procedimento. NBR 6118. Rio de Janeiro, 2003. MARGARIDO, A.F. Fundamentos de Estruturas: um programa para arquitetos e engenheiros que se iniciam no estudo das estruturas. 2ª Ed. São Paulo: Zigurate, 2001. Complementar: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Cargas para o cálculo de estruturas de edificações – procedimento. NBR 6120. Rio de Janeiro, 1980. . Ações e segurança nas estruturas – procedimento. NBR 8681. Rio de Janeiro, 1980. FUSCO. P. B. Técnicas de armar as estruturas de concreto. São Paulo: PINI, 2003. . P. B. Estruturas de Concreto: Solicitações normais, estados limites últimos, teoria e aplicações. Rio de Janeiro: LTC, 1981. Semestre 7 501922 – PROJETO URBANO II Ementa: 58 Reconhecimento dos conteúdos relativos a Impactos Ambientais e Impactos de Vizinhança nas intervenções urbanas. Sistemas urbanos e meio ambiente. Legislação urbana e ambiental aplicada. Impactos e licenciamento ambiental. Estatuto da cidade e instrumentos urbanísticos. Uso do solo e fragilidade ambiental. Estudos ambientais em áreas urbanas: EIA/RIMA, EIV. Projetos e programas integrados de recuperação de áreas urbanas degradadas. Bibliografia: Básica: BARDET, Gastón. O urbanismo. 2. ed. Campinas : Papirus, 2001. 141 p., il. CASSILHA, Gilda A. Planejamento urbano e meio ambiente. Curitiba : IESDE/Curitiba, 2008. 176 p., il. CASTELLO, Iára Regina. Bairros, loteamentos e condomínios: elementos para o Projeto de Novos Territórios Habitacionais. Porto Alegre : Ed. da Universidade/UFRGS, 2008. 206 p., il. + 1 CD-ROM (Série pesquisa em sala de aula). PROJETO ORLA / Torres Ministério Meio Ambiente – Projeto Orla - Fundamentos Complementar: SOUZA, Celina Maria de. Metropolização brasileira: uma análise dos anos setenta. Rio de Janeiro: Ed. FGV, 1985. CHOAY, Françoise. O urbanismo: utopias e realidades. 5. ed. São Paulo : Perspectiva, 2002. COELHO, Teixeira. A Construção do sentido na arquitetura. 3. ed. São Paulo : Perspectiva, 1997. CURTIS, Júlio Nicolau Barros de. Vivências com a arquitetura tradicional do Brasil. Porto Alegre : Ed. Ritter dos Reis, 2003. DEL RIO, Vicente. Introdução ao desenho urbano no processo de planejamento. São Paulo : PINI, 1999. DINIZ, João. Steel life: arquiteturas em aço. São Paulo : J. J. Carol, 2010. DOYLE, Michael E. Color drawing: design drawing skills and techniques for architects, landscape architects, and interior designers. 2. ed. New York : J. Wiley, 1999. FAWCETT, A. Peter. Arquitectura: curso básico de proyectos. [Tradução para o espanhol de] Carlos Sáenz Valicourt. Barcelona : G. Gili, 1999. FRANCO, Maria de Assunção Ribeiro. Desenho ambiental: uma introdução à arquitetura da paisagem com o paradigma ecológico. São Paulo : Annablume, 2000. GEHL, Jan. Novos espaços urbanos. Barcelona : G. Gili, 2002. Semestre 7 [501935 – OPTATIVA IV ] 59 501904 – ARQUITETURA E URBANISMO CONTEMPORÂNEOS Ementa: Estudo da arquitetura e da cidade no contexto internacional, concernindo desde a crise do modernismo até as experiências contemporâneas em toda a sua variedade, com o estudo dos seus arquitetos mais representativos. Bibliografia: Básica: CEJKA, Jan . Tendencias de la arquitectura contemporanea. Barcelona: GG, 1996. GHIRARDO, D. Arquitetura contemporânea: uma história concisa. São Paulo: Martins Fontes, 2002. MONTANER, J. Ma. Depois do Movimento Moderno: arquitetura da segunda metade do século XX. Barcelona: GG, 2001. Complementar: HERTZBERGER, Herman. Lições de Arquitetura. São Paulo: Martins Fontes, 1996. JODIDIO, P. Architecture now! v. 1. São Paulo: Taschen do Brasil, 2002. , P. Architecture now! v. 2. São Paulo: Taschen do Brasil, 2003. , P. Architecture now! v. 3. São Paulo: Taschen do Brasil, 2005. , P. Architecture in Japan. São Paulo: Taschen do Brasil, 2006. , P. Architecture in Mexico. São Paulo: Taschen do Brasil, 2006. , P. Architecture in Netherlands. São Paulo: Taschen do Brasil, 2006. , P. Architecture in Switzerland. São Paulo: Taschen do Brasil, 2002. , P. Architecture in United States. São Paulo: Taschen do Brasil, 2002. MONTANER, J. Ma. As formas do século XX. Barcelona: GG, 2002. , J. Ma. Museus para o século XXI. Barcelona: GG, 2003. , J. Ma. A modernidade superada: arquitetura, arte e pensamento do século XX. Barcelona: GG, 2001. NESBITT, Kate (org.). Uma nova agenda para a Arquitetura. São Paulo: Cosac & Naify, 2006. ROSSI. Arquitetura da cidade. São Paulo: Martins Fontes, 2001. ROTH, L. Entender la arquitectura: sus elementos, historia y significado. Barcelona: GG, 2003. TASCHEN, Angelika. Living in Mexico. São Paulo: Taschen do Brasil, 2006. 60 VENTURI, Robert. Complexidade e contradição em arquitetura. São Paulo: Martins Fontes, 2004. VENTURI, Robert; BROWN, Denise Scott; IZENOUR, Steven. Aprendendo com Las Vegas. São Paulo: Cosac & Naify, 2003. Semestre 7 [501936 – OPTATIVA V] 501930 – ARQUITETURA DE INTERIORES Ementa: Introduzir o aluno no processo de projeto de arquitetura de interiores, abordando desde seus aspectos conceituais, estéticos, funcionais, seu detalhamento e representação gráfica. Apresentar os parâmetros de ergonomia e detalhamento dos sistemas compositivos do espaço interno: elementos construtivos, instalações, revestimentos e mobiliário. Experimentar técnicas de estudo da cor e conhecer elementos do design contemporâneo. Interligar teoria, tecnologia e projeto. Bibliografia: Básica: CHING, Francis D. K. Arquitetura de interiores ilustrada. Porto Alegre: Bookman, 2006. CHING, Francis D. K. Representação gráfica em arquitetura. Porto Alegre: Bookman, 2002. DOYLE, Michael E. Desenho a cores: técnicas de desenho de projeto para arquitetos, paisagistas e designers de interiores. Porto Alegre: Bookman, 1999. Complementar: ARHEIM, R. Arte e Percepção Visual: Uma Psicologia da Visão Criadora. São Paulo: Livraria Pioneira/Ed. USP, 1980. CONSALEZ, Lorenzo. Maquetes: a representação do espaço no projeto arquitetônico. Barcelona: Gustavo Gili, 2001. CHING, Francis D. K. Técnicas de construção ilustradas. Porto Alegre: Bookman, 2001. PANERO, Julius; ZELNIK, Martin. Dimensionamento Humano para Espaços Interiores. Um livro de consulta e referência para projetos. Barcelona: Gustavo Gili, 2002. SILVA, Mauri Luiz da. Iluminação: Simplificando o Projeto. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2009 (adquirir). 61 Associação Brasileira de Normas Técnicas NBR 5461: Iluminação. NBR 9050: Acessibilidade equipamentos urbanos a edificações, mobiliário, espaços e Semestre 7 990100 – CULTURA RELIGIOSA Ementa: Visão global da importância do fenômeno religioso e suas implicações na formação do ser humano e da sociedade, através do conhecimento, análise e pesquisa das principais religiões e pela reflexão crítica dos valores humanos e sociais legados pelo cristianismo à civilização ocidental. Bibliografia: Básica: GAARDER, J; NOTAKER, V. O livro das religiões. São Paulo: Cia. das Letras, 2002. KUCHENBECKER, Valter (Org.). O homem e o sagrado. Canoas: ULBRA, 2004. WILGES, Irineu. Cultura religiosa: as religiões do mundo. Petrópolis: Vozes, 2000. Complementar: FORELL, G. W. Ética da decisão: introdução à ética cristã. São Leopoldo: Sinodal, 2002. REGINA, V. O maior encontro do mundo. Ponta Grossa: Plátano, 1996. WARTH, C. M. A ética de cada dia. Canoas: ULBRA, 2003. WARTH, N. História da Bíblia. Canoas: ULBRA, 2003. . Bíblia Sagrada – NTLH. Barueri/SP: SBB, 2000. Semestre 8 501566 – PRÁTICA DE PROJETOS V Ementa: 62 Atividade projetual teórico/ prática de um Complexo Hoteleiro com Centro de Eventos e Comercial em nível de Anteprojeto, desenvolvido em concepção e desenvolvimento gráfico desde os Estudos Preliminares ao nível de Projeto Básico de Arquitetura. Engloba o conhecimento da legislação vigente, assim como inicia a aplicação de conhecimentos em projetos complementares e técnicas construtivas, para detalhamentos construtivos. Bibliografia: Básica: NEUFERT, Ernst. Arte de projetar em arquitetura: princípios, normas, regulamentos sobre projeto, construção, forma, necessidades e relações espaciais, dimensões de edidícios, ambientes, mobiliário, objetos. 17a ed. São Paulo. SILVA, Daiçon Maciel da e SOUTO, André Kraemer. Estruturas - Uma Abordagem Arquitetônica. 3 ed. Porto Alegre: Ritter dos Reis, 2002. ZEIDLER, Eberhard H. Arquitectura Plurifuncional En El Contexto Urbano. Barcelona: G. Gili, 1985. 157 p. Complementar: BURDEN, Ernest. Dicionário ilustrado de arquitetura. 2. ed. Porto Alegre: Bookman, 2006. 367 p. CERVER, Asensio Francisco. Atlas de Arquitectura actual. Colônia: Könemann, 2005. 999 p. CHING, Frank. Representação gráfica em arquitetura. 3. ed. Porto Alegre: Bookman, 2002. 192 p. CLARK, Roger H. Arquitetura: temas de composición. 3. ed. México: G. Gili, 1997. 274 p. COSTA, Ennio Cruz da. Arquitetura Ecológica: condicionamento térmico natural. São Paulo: E. Blücher, 2000, 264 p. CORBELLA, Oscar e YANNAS, Simos. Em busca de uma arquitetura sustentável para os trópicos: conforto ambiental. Rio de Janeiro: E. Revan, 2003. 288 p. PANERO, Julius e ZELNIK, Martin. Dimensionamento Humano para Espaços Interiores. G. Gili, 2002. 320 p. ZEVI, Bruno. Saber ver a arquitetura. 5. ed. São Paulo: Ed. Martins Fontes. 2000. 286 p. Normas Técnicas – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT). Saídas de emergência em edifícios. NBR 9077. Rio de Janeiro, 2001. 63 . Acessibilidade a edificações, mobiliário, equipamentos urbanos. NBR 9050. Rio de Janeiro, 2004. espaços e Periódicos especializados – Revista Projeto Design Revista AU – Arquitetura e Urbanismo Semestre 8 501517 – PROJETO DE PAISAGISMO Ementa: Composição paisagística de espaços externos, com o uso de elementos arquitetônicos e o conhecimento de espécies vegetais ornamentais, nativas e exóticas, de modo a exercitar, na prática, os elementos naturais e as variáveis intervenientes na atividade de projetar e/ou intervir na paisagem natural ou construída. Bibliografia: Básica: LORENZI, H. M. Plantas Ornamentais no Brasil. Arbustivas, herbáceas e trepadeiras. 3ª ed. Nova Odessa: Plantarum, 2004. MACEDO, S. S. Parques Urbanos no Brasil. 2ª Ed. São Paulo: EdUSP, 2003. ROBBA, F. Praças Brasileiras. 2ª Ed. São Paulo: EdUSP, 2003. Complementar: BACKES, P.; IRGANG, B. Árvores cultivadas no sul do Brasil. Guia de identificação e interesse paisagístico das principais espécies exóticas. 1ª ed. Porto Alegre: Paisagem do Sul, 2004. FRANCO, M.A.R. Desenho ambiental: uma introdução à arquitetura com o paradigma ecológico. São Paulo: Ed. Annablume, 2000 GOUVEIA, A. Arquitetura book: Arquitetos & Paisagistas. 3ª ed. São Paulo: Editora G&A, 2000. LORENZI, H. M. Árvores Brasileiras. Manual de identificação e cultivo de plantas arbóreas nativas do Brasil. Nova Odessa: Plantarum, 2002. . Palmeiras no Brasil. Nativas e exóticas. Nova Odessa: Plantarum, 2004. MARX, R.B. – Arte & paisagem: conferencias escolhidas. São Paulo: Studio Nobel, 2004. 64 SANTOS, N.R.Z.; TEIXEIRA, I.F. Arborização de vias pública, ambiente x vegetação. Santa Cruz do Sul: Instituto Souza Cruz, 2001. SERRA, J. Ma. Elementos Urbanos mobiliário y microarquitectura = Urban Elements: furniture and microarchitecture. Barcelona: G.G, 1996. Periódicos: Revistas e Publicações: Enciclopédia: 1001 Plantas e Flores, edição especial revista NATUREZA, ed. Europa. Semestre 8 501924 – PROJETO URBANO III Ementa: Revitalização ambiental e qualificação funcional e morfológica em setores urbanos deteriorados, enfatizando os espaços públicos, tipologias, atividades múltiplas que favoreçam a animação urbana, através do processo do Planejamento Estratégico e do Desenho Urbano. Bibliografia: Básica: CALTHORPE, Peter. The Next American Metropolis: Ecology, community and the American Dream” .New York, Princepton Architectural Press, 1993. CORSINI, José Maria O. Diseño Urbano y Pensamiento Contemporáneo. Barcelona, Monsa, 2004. HALL, Peter. Cidades do Amanhã. São Paulo, Perspectiva, 1995. GÜELL, José Miguel. Planificación Estratégica de Ciudades. Barcelona, Cili, 1997. KATZ, Peter. The New Urbanism. New York, MCGrow Hill, 1994. Complementar: BENEVOLO, Leonardo. A Arquitetura no novo Milênio. São Paulo, Estação Liberdade, 2007. NESBITT, Kate. Uma nova Agenda para a Arquitetura. São Paulo, Cosac& Naify, 2006 POWEL, Kenneth. La transformación de la Ciudad. Barcelona, Blume, 2000. RUANO, Miguel. Ecourbanismo. Barcelona: Gustavo Gili, 1999 SEGRE, Roberto. Casas Brasileiras. Rio de Janeiro, Viana & Mosley, 2006 STUNGO, Naomi. Frank Gehry. São Paulo, Cosac & Naify, 2006. 65 Semestre 8 507543 – LEGISLAÇÃO, ÉTICA E SEGURANÇA DO TRABALHO Ementa: Legislação, regulações e procedimentos pertinentes ao exercício profissional de Arquitetura e Urbanismo no Brasil, no que se inclui a Ética em seu corpo conceitual e a Segurança do Trabalho, em suas matérias teóricas e práticas. Bibliografia: Básica: BRASIL. Lei Federal n. 5.194 – 24 de dezembro de 1966. Porto Alegre: CREA-RS, gestão 94/96. GRINOVER, A. P. Código Brasileiro de Defesa do Consumidor comentado. Rio de Janeiro: Forense, 2001. TUGENDHAT, Ernst. Lições sobre Ética. Petrópolis: Vozes, 2003. Complementar: DUARTE, Junior; João Franscisco. O que é realidade. São Paulo: Brasiliense, 2004. HABERMAS, Jürgen. Consciência Moral e agir comunicativo. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 2003. MORIN, Edgar. A inteligência da complexidade. São Paulo: Petrópolis, 2000. SKINNEA, B.F. Walden II: Uma sociedade do futuro. São Paulo: EPU, 1978. SOUZA, Roberto de et al. Qualidade na aquisição de materiais e execução de obras. São Paulo: PINI, 1996. Normas TécnicasASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT). Avaliação de Custos unitários e preparo de orçamento de construção para incorporação de edifício em condomínio – procedimento. NBR 12721. Rio de Janeiro, 1999. Sites de Internet – www.vitruvius.com.br, acesso em 26/02/2008 www.arquitetofna.org.br, acesso em 26/02/2008 www.abea-arq.org.br, acesso em 26/02/2008 www.crea-rs.org.br, acesso em 21/02/2008 66 Semestre 8 501929 – SISTEMAS ESTRUTURAIS II Ementa: Estudo das situações de projeto e do dimensionamento das estruturas de Concreto Armado, Aço e Madeira. Bibliografia: Básica: ARAÚJO, J.M. Curso de Concreto Armado. 2ª Edição. V. 3 e V. 4. Rio Grande: Dunas, 2003. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Projeto de estruturas de concreto – procedimento. NBR 6118. Rio de Janeiro, 2003. MARGARIDO, A. F. Fundamentos de Estruturas: um programa para arquitetos e engenheiros que se iniciam no estudo. 2ª Ed. São Paulo: Zigurate, 2003. Complementar: ARAÚJO, J.M. Projeto Estrutural de Edifícios de Concreto Armado. Rio Grande: Dunas, 2004. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Cargas para o cálculo de estruturas de edificações – Procedimento. NBR 6120. Rio de Janeiro, 1980. . Ações e segurança nas estruturas – Procedimento. NBR 8681. Rio de Janeiro, 2003. FUSCO. P. B. Técnicas de armar as estruturas de concreto. São Paulo: PINI, 2003. . Estruturas de Concreto: Solicitações normais, estados limites últimos, teorias e aplicações. Rio de Janeiro: LTC, 1981. Semestre 9 501571 – ATELIER I 501927 – TRABALHO DE CONCLUSÃO I Ementa: Pesquisa preliminar ao projeto como parte integrante deste. Exercício de composição arquitetônica para temas complexos. Entendimento e 67 aplicação da interação entre forma, função no dimensionamento dos espaços. Relacionamento entre os aspectos simbólicos, sociais e culturais na proposta arquitetônica. Exercícios de preparação para o Trabalho de Conclusão de Curso. Bibliografia: Faz parte do trabalho de pesquisa a seleção da bibliografia adequada para cada trabalho. Logo, cada aluno deverá indicar sua própria bibliografia. Sugestões: Acervo da biblioteca Ulbra Torres Periódicos: DOMUS, SUMMA, Arquitetura & Urbanismo, Projeto Normas Técnicas pertinentes, Planos Diretores Municipais Sites: arcoweb.com.br ; vitruvius; Semestre 9 505572 – INSTALAÇÕES ELÉTRICAS E EQUIPAMENTOS Ementa: Fundamentos teóricos que servirão de base para toda a área profissional que utiliza instalações elétricas e equipamentos correlatos. Conceitos básicos de eletricidade; máquinas elétricas; geração e distribuição de energia elétrica; projeto elétrico para prédios de pequeno porte e configurações usuais para grandes edificações; conceitos, grandezas e cálculos para instalações de ar condicionado; conceitos, grandezas, equipamentos e projetos de luminotécnica; conceitos e configurações usuais no transporte vertical. Bibliografia: Básica: CREDER, H. Instalações elétricas. Rio de Janeiro: LTC, 2004. NISKIER J.; MACINTYRE A.J. Instalações elétricas. Rio de Janeiro: LTC, 2000. Regulamento de Instalações Consumidoras – RIC – BT. Versão 1.3 – www.aessul.com.br – AES Sul – 2006. Complementar: CREDER, H. Instalações de Ar Condicionado. Rio de Janeiro: LTC, 2004 COTRIN, A. Instalações elétricas. Rio de Janeiro: LTC, 1984. COSTA, Ennio Cruz da. Conforto térmico. São Paulo: Edgar Blücher, 1980. Iluminação: conceitos e projetos. www.osram.com.br, 2007. LIMA FILHO, Domingos Leite. Projetos de Instalações Elétricas Prediais. São Paulo: Érica, 2005. 68 Normas TécnicasASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT). Instalações elétricas de baixa tensão. NBR 5410: Rio de Janeiro, 2004. . Símbolos gráficos para instalações elétricas prediais. NBR 5444: Rio de Janeiro, 1989. . Iluminação. NBR 5461: Rio de Janeiro, 1991. . Iluminância de interiores. NBR 5413: Rio de Janeiro, 1992. Semestre 9 503541 – ORÇAMENTO, CONTROLE E INCORPORAÇÃO Ementa: Exercício teórico/prático de leitura de projeto de modo a quantificá-lo, de acordo com a legislação vigente, nos aspectos de incorporação em condomínio, quantificação de material, custos unitários e orçamento da obra. Cronogramas físico e financeiro para gerenciamento de obras. Bibliografia: Básica: BORGES, A. C. Prática das pequenas construções: orçamentos, contratos, plantas executivas, plantas de prefeitura. São Paulo: Edgard Blücher, 2000. GUEDES, M. Cadernos de encargos. São Paulo: Pini, 2004. TCPO 2003: Tabelas de composições de preços para orçamentos. 12º ed. São Paulo: Pini, 2003. Complementar: AZEREDO, Hélio Alves de. O edifício e seu acabamento. São Paulo: Editora Blücher, 2004. BORGES, Alberto de Campos. Prática de pequenas construções: orçamentos, contratos, plantas executivas, plantas de prefeitura. 5ª ed. São Paulo: Editora Blücher, 2000. FONTANA, Paulo Fernando do Amaral. A arte de construir e caderno de notas. Caxias do Sul: EdUCS, 2005. LIMMER, Carl V. Planejamento, orçamentação e controle de projetos e obras. Rio de Janeiro: LTC, 1997. THOMAZ, Ercio. Tecnologia, gerenciamento e qualidade na construção. São Paulo: Editora PINI, 2001. Normas Técnicas- 69 ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT). Avaliação dos custos unitários e preparo de orçamento de construção para incorporação de edifício em condomínio - procedimento. NBR 12721. Rio de Janeiro: 1999. . NBR 17722: Rio de Janeiro: ABNT. Semestre 9 506508 – GEOPROCESSAMENTO Ementa: Fundamentos básicos de Geoprocessamento, noções de Sistemas e Redes de Referência, Coordenadas Geográficas e UTM, Cartografia Básica aplicada à Arquitetura e uso de programas aplicativos. Bibliografia: Básica: MENESES, P. R. Sensoriamento Remoto: reflectância de alvos naturais. Brasília: Editora da UnB; Embrapa, 2001. ROCHA, C. H.B. Geoprocessamento: tecnologia transdisciplinar. Juiz de Fora: Do Doutor, 2000. SANO, E. E. & ASSAD, E. D. Sistemas de Informações Geográficas – aplicações na agricultura. Brasília: Embrapa, 1998. Complementar: BARBOSA, C. C. F. Álgebra de mapas e suas aplicações em Sensoriamento Remoto e Geoprocessamento. 1999. Dissertação de Mestrado – INPE, São José dos Campos, 1999. BERALDO, P. & SOARES, S. M. GPS – Introdução e Aplicações práticas. Criciúma: Livraria Luana, 1995. MIRANDA, José Iguelmar. Fundamentos de Sistemas de Informações Geográficas. Brasília, DF: Embrapa, 2005. SEGANTINE, Paulo César. Posicionamento Geodésico por Satélites (GPS). São Paulo: EdUSP; Dep. de Engenharia de Transportes, 1998. SILVEIRA, L. C. Cálculos Geodésicos no Sistema UTM aplicados à Topografia. 2. ed. Criciúma: Livraria Luana, 1993. Sites de Internet – www.inpe.gov.br, acesso em 03/03/2008 70 www.fepam.gov.br, acesso em 03/03/2008 www.incra.gov.br, acesso em 03/03/2008 Semestre 9 993018 – GESTÃO TECNOLÓGICA I Ementa: Conceitos de ciência, tecnologia e sociedade. Filosofia da Ciência. Ciências da Natureza e Ciências Humanas. Arqueologia da Ciência e Tecnologia: contexto histórico e social. O papel do profissional da área tecnológica na sociedade. Dinâmica da Ciência, tecnologia, Inovação e Produção. Novas tecnologias. Introdução à Economia. Introdução à Administração. Gestão da Produção: teoria da produção e dos custos de produção. Gestão de Ciência e Tecnologia. Gestão Estratégica de Marketing. Gestão Estratégica Ambiental. Planejamento estratégico. Empreendedorismo. Matemática Financeira. Bibliografia: Básica: CHAUI, M. Convite à Filosofia. São Paulo: Ática, 2000. BATEMAN, T; SNELL, S. A. Administração: construindo vantagem competitiva. São Paulo: Atlas, 1987. CASAROTTO FILHO, N; KOPITTKE, B. Análise de Investimentos. São Paulo: Atlas, 1994. Complementar: GALESNE, A.; FENTERSEIFER, J. E. Decisões de investimento na empresa. São Paulo: Atlas, 1997 MEDEIROS, J. A. O que é tecnologia. São Paulo: Brasiliense, 1993 PASSOS, C. R. M.; NOGAMI, O. Princípios de Economia. São Paulo: Pioneira, 2003. PORTES, M. E. Estratégia Competitiva: técnicas para análise de indústrias e de concorrência. Rio de Janeiro: Campus, 2003. SALVATORE, D. Macroeconomia. São Paulo: Makron, 1997. Semestre 10 501572 – ATELIER II 501928 – TRABALHO DE CONCLUSÃO II Ementa: Trabalho individual a ser desenvolvido em nível de projeto executivo e detalhamento, compatibilizado com todos os projetos complementares necessários para sua perfeita viabilização e que permita a avaliação completa das etapas pertinentes ao exercício profissional. Tema do 71 projeto de livre escolha do aluno abordando assuntos relevantes das áreas de atuação profissional do arquiteto e urbanista partindo da formulação de um problema arquitetônico e urbanístico tendo como ênfase no projeto a abordagem de aspectos de adequação física, cultural, histórica e social, bem como, demonstrar domínio e controle entre das relações existentes entre programa e tecnologia utilizada. Bibliografia – Faz parte do trabalho de pesquisa a seleção da bibliografia adequada para cada trabalho. Logo, cada aluno deverá indicar sua própria bibliografia. Sugestões: Acervo da biblioteca Ulbra Torres Periódicos: DOMUS, SUMMA, Arquitetura & Urbanismo, Projeto Normas Técnicas pertinentes, Planos Diretores Municipais Sites: arcoweb.com.br ; vitruvius; 72 4.7. Processos Metodológicos Na concepção do Curso de Arquitetura e Urbanismo do campus de Torres destacam-se duas principais referências teórico-metodológicas: as competências e habilidades a serem desenvolvidas e/ou potencializadas, expostas na Resolução n. 6 do MEC, que trata das Diretrizes Curriculares para os Cursos de Arquitetura e Urbanismo no Brasil, e os métodos e meios pedagógicos, de processo ensino-aprendizagem, para serem implementadas e alcançadas. Em relação a primeira instância de concepção, relacionam-se como embrionárias as intenções de instituir o conhecimento dos aspectos antropológicos, sociológicos e econômicos relevantes e de todo o espectro de necessidades, aspirações e expectativas individuais e coletivas quanto ao ambiente construído; instigar a compreensão das questões que informam as ações de preservação da paisagem e de avaliação dos impactos no meio ambiente, com vistas ao equilíbrio ecológico e ao desenvolvimento sustentável; promover as habilidades necessárias para conceber projetos de arquitetura, urbanismo e paisagismo e para realizar construções, considerando os fatores de custo, de durabilidade, de manutenção e de especificações, bem como os regulamentos legais, e de modo a satisfazer as exigências culturais, econômicas, estéticas, técnicas, ambientais e de acessibilidade dos usuários; e treinar habilidades de desenho e facultar o domínio da geometria, de suas aplicações e de outros meios de expressão e representação, tais como perspectiva, modelagem, maquetes, modelos e imagens virtuais. Para tanto, o curso está concebido sobre uma proposta pedagógica fundamentada, em um primeiro momento, na teoria Cognitivista de David Ausubel (1982). Para esse autor, o aluno só irá aprender o que faz sentido para ele, ocorrendo, assim, uma aprendizagem significativa. Quando apresentado ao aluno conhecimento que não faz relação com o seu cotidiano e com suas aprendizagens anteriores, acontece o que Ausubel (1982) intitula de “aprendizagem mecânica”. Um exemplo dessa aprendizagem é quando o aluno memoriza fórmulas, leis e normas, mas não consegue lembrar no outro dia sobre o que estudou. Em um segundo momento, procurando romper com a visão cartesiana de educação, ainda dominante no contexto educacional brasileiro, optou-se, também, pela definição do conceito de aprendizagem a partir da contribuição teórico-prática de Howard Gardner (1985), quando define a inteligência não como sendo algo passível de ser medido e mensurado, mas sim, como um “potencial biopsicológico para processar informações que pode ser ativado num cenário cultural para solucionar problemas ou criar produtos que sejam valorizados numa cultura”. Assim, a aprendizagem não é vista como sendo somente para alguns, mas para todos, pois todos têm condições de aprender segundo suas próprias inteligências. Na prática, aos professores - conhecedores da essência desses pensamentos pedagógicos - indica-se como de suma importância a consideração tanto da 'aprendizagem significativa' quanto das ‘múltiplas inteligências’ que os alunos possuem, para que se promova, em sala de aula, situações criativas e diversificadas de aprendizagem, amparadas na interação pessoal e troca de experiências. O Curso de Arquitetura e Urbanismo da ULBRA Torres, ao esforçar-se em instaurar a reflexão e operar no sentido de fortalecer a capacidade de criação e inovação dos seus professores e alunos, oportuniza um diferencial peculiar e uma contribuição mais efetiva no processo ensino-aprendizagem em Arquitetura e Urbanismo, o que o justifica, caracteriza e gabarita. 73 4.8. Processos Avaliativos Os processos avaliativos consistem na previsão das diversas formas pelas quais o(s) professor(es) perceberá(ão) se os objetivos propostos estão sendo alcançados. É uma apreciação qualitativa e quantitativa sobre dados significativos colhidos no decorrer do processo de ensino e aprendizagem que auxilia o(s) professor(es) a tomar(rem) decisões sobre sua prática docente. Essa apreciação refere-se à análise de provas, à realização de tarefas, às respostas dos alunos e outras manifestações que permitam uma tomada de decisão do professor em relação à continuidade de processo de ensino e aprendizagem. A avaliação da aprendizagem na ULBRA é concebida como um processo contínuo, sistemático e cumulativo. Nas disciplinas regulares constantes no currículo, a aprendizagem será avaliada ao longo do semestre letivo e será expressa numa escala de zero (0) a dez (10), em dois graus: grau um (G1) relativo às competências construídas no primeiro bimestre letivo e grau dois (G2) relativo à totalidade das competências construídas ou reconstruídas no transcorrer de todo o semestre. O grau final resulta da média ponderada entre os G1, com peso um, e G2, com peso dois. A avaliação da aprendizagem nas Práticas de Ensino, Estágios, Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC), bem como em disciplinas de características similares, será expressa em grau único, ao final do semestre letivo. É considerado aprovado o aluno que alcançar, na média ponderada entre os dois graus, G1 e G2, nota igual ou superior a seis (6,0). Nos cursos de Graduação, o aluno que obteve aproveitamento inferior a seis (6,0), num dos dois cortes avaliativos (G1 ou G2) tem direito a realizar, por uma única vez, prova presencial de substituição de um dos Graus de disciplinas teóricas, teórico-práticas e laboratoriais, excetuando-se os Estágios e Trabalhos de Conclusão ou disciplinas de caráter similar. Só poderá realizar G1 ou G2 substitutiva se a média final no período regular, obtida com estes graus, for superior a zero. O aluno de curso na modalidade presencial deverá ter 75% de presença na disciplina para realizar substituição. 4.8.1. Especificidades do processo avaliativo em Arquitetura e Urbanismo Tendo em vista que o Curso oferece tanto componentes curriculares práticos, quanto teórico-práticos e que, dentre os práticos, também figuram os componentes curriculares de trabalhos de conclusão de curso, estágio supervisionado, práticas de atividades complementares, o sistema de avaliação busca ser compatível com a metodologia de desenvolvimento das referidas disciplinas. Por exemplo, os critérios e as formas de avaliação de uma disciplina de estágio são diferentes dos critérios de uma disciplina de trabalho de conclusão de curso, que são diferentes de uma disciplina teórica e que são diferentes da disciplina de atividades complementares. Assim, as metodologias de avaliação primam pela adequação às atividades para as quais foram desenvolvidas, contemplando as atividades práticas, as teóricas e as teórico-práticas, considerando os aspectos interdisciplinares. Em conformidade com a concepção do curso, com os objetivos, com o perfil de egresso e com a metodologia adotada, as atividades de avaliação procuram avaliar os avanços do aprendiz no desenvolvimento das competências e habilidades de interesse. A avaliação implica, portanto, confrontar “dados de fato” com o “desejado”, que é composto por critérios, objetivos, normas, os quais permitem atribuir um valor ou uma significação aos dados concretos. Nesse sentido, a avaliação, em qualquer procedimento e instrumento que seja, prevê: 74 Clareza e explicitação de objetivos; Clareza e explicitação de critérios; Critérios compatíveis com os objetivos; Clareza e explicitação de parâmetros; Instrumentos compatíveis com os objetivos, critérios e parâmetros. Nesse sentido, a avaliação deve servir, em primeiro lugar, para reorientar o aprendiz no desenvolvimento das aprendizagens e o professor, no replanejamento das atividades. Não pode ser, pois, meramente classificatória, mas uma ferramenta construtiva, que promove melhorias e inovações, com vistas ao aperfeiçoamento da aprendizagem. Aos alunos, após discussão sobre o processo, os instrumentos e os resultados da avaliação, devem ser propiciados meios que lhes permitam sanar dificuldades evidenciadas e realizar as aprendizagens em níveis crescentes de desenvolvimento. 4.8.1.1. Disciplinas Regulares – Teóricas A avaliação constitui processo contínuo, sistemático e cumulativo. A aprendizagem do aluno, nas disciplinas regulares constantes no currículo, será avaliada ao longo do semestre letivo e será expressa, para fins de registro acadêmico, em dois graus, a saber: Grau Um (G1) relativo aos saberes elaborados no primeiro bimestre letivo, que o habilitem a aplicar, construir ou reconstruir conhecimentos, metodologias e processos; Grau Dois (G2) relativo à totalidade dos saberes elaborados ao longo do semestre e ao desenvolvimento de competências que o habilitem a utilizar, criativamente, as aprendizagens propostas pela disciplina. O grau final do semestre, nas disciplinas regulares, resulta da média ponderada entre G1, com peso um, e G2, com peso dois. A avaliação da aprendizagem nas práticas de ensino, estágios, trabalhos de conclusão de curso, bem como em disciplinas de características similares, a exemplo das disciplinas de projeto, devidamente identificadas na forma regimental, será expressa em parecer de acompanhamento durante o período letivo e em parecer conclusivo, traduzido em grau único, ao final do semestre letivo. A descrição dos procedimentos e instrumentos de avaliação da aprendizagem, tais como testes, provas e outros trabalhos, constam do Plano de Ensino dos Componentes Curriculares referendados pelo Conselho do Curso, que estarão à disposição dos alunos, ao iniciar-se o semestre letivo. 4.8.1.2. Disciplinas Regulares - Teórico-Práticas Projetivas A avaliação, em certas disciplinas de caráter prático e projetivo, possui características próprias devido à relação professor-aluno estabelecida em sala de aula, onde predomina o assessoramento individual e a apresentação de trabalhos. Nessas disciplinas, os trabalhos práticos, por serem essenciais para a formação do aluno, podem compor uma grande parcela da nota de um ou de ambos os graus, conforme detalhado junto ao plano de ensino. Nesse caso, o valor a ser recuperado pode, quando devidamente especificado junto ao plano de ensino, resumir-se à parcela relativa à prova escrita. O valor obtido junto à parte prática realizada durante o semestre letivo fica sem possibilidade de recuperação, uma vez que as competências envolvidas dificilmente podem ser avaliadas na forma de prova escrita. O valor do grau passa a ser calculado 75 pela soma do valor obtido junto à prova escrita, acrescido ao valor obtido junto aos trabalhos práticos, mantidos os mesmos pesos utilizados na formação do grau. Para os componentes curriculares básicos, é desejável forte valorização dos trabalhos práticos. Na sua elaboração, os alunos mostram a real capacidade no aproveitamento dos conceitos apresentados nas aulas teóricas para a solução dos problemas práticos. O aproveitamento dos conteúdos teóricos deve, também, ser verificado em provas convencionais. Nas provas com consulta livre à bibliografia, o raciocínio dos alunos é mais valorizado que na simples memorização de conceitos. Entretanto, a forma de avaliação é um assunto de competência do professor, que saberá usar de sua sensibilidade e capacidade técnica para tornar as verificações mais uma oportunidade de aprendizado dos alunos. No que toca à Arquitetura, Urbanismo e/ou Paisagismo, o trabalho prático, nominado projeto, enquadra-se perfeitamente nesses termos; constitui-se, do início ao fim, um processo que envolve ampla análise e funda capacidade de criação, tanto quanto larga etapa de produção para materialização de uma intenção (conceituação) numa antevisão palpável (projeto). Não se opera um projeto, na área da Arquitetura e Urbanismo, numa virada de noite, por mais ‘heróico’ e ‘glorioso’ que isto possa parecer. Dessa maneira, entendem-se os desenvolvimentos práticos em arquitetura e Urbanismo, tanto ao nível do objeto, quanto do edifício, da paisagem e da cidade, enquanto processo gradual, cumulativo e interdependente, articulador de dados teóricos, ambientais, considerações funcionais, formais e materiais, em textos, desenhos e maquetes, o que requer esforço continuado e tempo disponível para elaboração, seja para a veiculação das ideias, quanto para o fortalecimento das convicções e o satisfatório desenvolvimento gráfico. Portanto, para a obtenção um satisfatório rendimento, é fundamental que o acadêmico demonstre autonomia, esforço próprio e capacidade de administrar o tempo de forma conveniente, organização e disponibilidade plena e contínua para o desenvolvimento das atividades necessárias ao bom termo do trabalho. Assim sendo – e partindo dessas peculiaridades – o Colegiado do Curso, em comunhão com seus professores e o representante dos alunos, acordou regime especial para avaliação das disciplinas que se baseiam em desenvolvimentos práticos, instituindo instrumentos, critérios e mecanismos de avaliação que anseiam ser mais justos, efetivamente, graduando o desempenho tanto através de aspectos quantitativos como qualitativos, tanto em resultado final – objetivo –, como desenvolvimento processual – muitas vezes subjetivo –, avaliando o crescimento, potencialização de capacidades e conquista de habilidades. 4.8.1.3. Instrumentos Os instrumentos de avaliação de um trabalho projetual em Arquitetura, Urbanismo ou Paisagismo devem ser a qualidade propositiva, a produção gráfica e as apresentações dos projetos as Pesquisas Temáticas e Estudos Preliminares por ventura elaborados, passando pelo Partido Arquitetônico até o nível de um Anteprojeto, quando estará sendo ajuizada a capacidade propositiva e o grau de elaboração gráfica das propostas e sua adequação aos requerimentos da etapa, bem como a evolução feita nesse processo. Recomenda-se que todas as elaborações até o nível do Partido sejam equivalentes à avaliação de Grau I (peso 1), e os aprimoramentos posteriores, até o nível de Anteprojeto, contem como avaliação de Grau 2 (peso 2), no entanto, ficando a critério de cada professor responsável o mais justo balanceamento avaliativo do desempenho projetual dos discentes. 76 Sugestiona-se, também, que as avaliações parciais, como acordadas com o grupo de alunos pelo Plano de Ensino-Aprendizagem do semestre, sejam feitas de forma suficientemente clara e transparente, desde o ato de apresentação, até à consulta posterior ao que fora desenvolvido, refletindo em um Parecer Avaliativo escrito os aspectos a serem retificados, desenvolvidos ou acrescentados, enquanto parâmetros à continuidade dos trabalhos. A avaliação final, no entanto, em nível de Anteprojeto, mesmo sendo elaborada com total soberania pelo Professor responsável pelo eixo estruturante, no que tange à definição da nota final, será feita como amparo de uma Banca Examinadora constituída por, pelo menos, três membros arquitetos urbanistas pertencentes ao quadro docente do curso. A Banca Examinadora de Avaliação tem, após a análise prévia individual dos trabalhos, o papel fundamental de livremente questionar, argumentar e fazer apontamentos sobre os projetos defendidos perante si. Além disso, cada um dos membros constituintes tem a tarefa relevante de registrar impressões e fazer apontamentos pertinentes em Parecer Avaliativo, subsidiando a tomada de decisão pelo professor responsável. Critérios de Avaliação O acadêmico deverá demonstrar proficiência em nível conceitual, teórico e propositivo nas áreas relativas à profissão, com profundidade de abordagem de tema, programa, sítio e construção, tanto em pesquisa como em projeto, esclarecendo sobre sua capacidade de exercício profissional relativo ao tema e seus quesitos relativos interagentes. 4.9. Estágio Curricular O Estágio integra um conjunto de atividades teórico-práticas em que o aluno desenvolve experiência em situações reais de vida e de trabalho, propiciando a aproximação do futuro profissional com a realidade em que irá atuar, permitindo-lhe aplicar, ampliar e fazer sínteses significativas dos conhecimentos adquiridos durante a vida acadêmica. O Estágio segue as orientações da Lei nº 11.788/2008, segundo a qual “o estágio poderá ser obrigatório ou não obrigatório, conforme determinação das diretrizes curriculares da etapa, modalidade e área de ensino e do projeto pedagógico do curso”. O estágio obrigatório é aquele cuja carga horária constitui requisito para aprovação e obtenção do diploma. Já o estágio não obrigatório é desenvolvido como atividade opcional do estudante, acrescida à carga horária regular e obrigatória. A Universidade, atendendo às orientações da Lei nº 11.788/2008, atualiza a normatização referente à realização dos estágios na Resolução CONSUN nº 48/2012, estabelecendo que o estágio não cria vínculo empregatício e devem ser observados os requisitos de: Matrícula e frequência regular do educando no curso de graduação; Celebração do Termo de Compromisso de Estágio (TCE) – contrato entre o educando, a parte concedente do estágio e a Instituição de Ensino; Compatibilidade entre as atividades desenvolvidas no estágio e aquelas previstas no termo de compromisso; 77 Existência de um professor orientador do estágio (Instituição de Ensino) e um profissional supervisor de estágio (Parte concedente do local de estágio). 4.9.1. Estágio supervisionado em arquitetura e urbanismo O Estágio Supervisionado compreende duração mínima de 250 horas, sendo 216 em Empresa ou Escritório Modelo e 34 na preparação de documentos e apresentação. O aluno deverá apresentar como trabalho final uma proposta de melhoria nas rotinas de trabalho ou gestão do local onde foi realizado o Estágio Supervisionado. O trabalho final será submetido a uma Banca Examinadora interna. O Regulamento do Estágio Supervisionado encontra-se no ANEXO 1. 4.10. Atividades Complementares As atividades complementares têm a finalidade de enriquecer o processo de ensino-aprendizagem, privilegiando a complementação da formação social e profissional. O que caracteriza este conjunto de atividades é a flexibilidade de carga horária semanal, com controle do tempo total de dedicação do estudante durante o semestre ou ano letivo, de acordo com o Parecer do CNE/CES nº 492/2001. Em consonância com a Resolução CONSUN Nº 0164/2000 e as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Graduação o Curso de Arquitetura e Urbanismo estabelece 204 horas de atividades complementares, desenvolvidas nas três áreas: ensino, pesquisa e extensão. São compostas por atividades que contribuem na formação do aluno, tais como cursos e eventos e atividades culturais, de extensão e de pesquisa vinculados à área da Arquitetura e do Urbanismo, realizados no âmbito da ULBRA ou externamente. O Regimento das Atividades Complementares encontra-se no ANEXO 2. 4.11. Trabalho de Curso O TCC desenvolve-se nos últimos dois semestres. O TCC tem predominantemente a características de desenvolvimento de projeto arquitetônico ou urbanístico. No TCC1 o aluno tem o conhecimento do problema arquitetônico ou urbanístico proposto. Nessa etapa o aluno faz uma monografia, com liberdade de diagramação, sempre com formato de livro. Nesse livreto consta a pesquisa de programas de necessidades similares, fluxogramas, pré-dimensionamentos, tecnologias, sítio geográfico e social, etc. Ainda nessa etapa, o aluno propõe hipóteses de solução do problema arquitetônico ou urbanístico, através de painéis gráficos impressos, contendo as fases de desenvolvimento do projeto até o nível de partido geral. Durante o semestre o aluno apresenta seu trabalho a duas bancas, compostas por convidados internos e externos. Essa banca tem a finalidade de ajudar o aluno a conduzir melhor o seu TC, não possuindo poder de reprovação. A avaliação final é feita pelo professor da disciplina. 78 Na etapa do TCC2 o aluno complementa o seu projeto arquitetônico ou urbano. O trabalho é composto por até 16 pranchas impressas em tamanho A1 (840x594mm). O TCC2 também possui bancas intermediárias, compostas pelos orientadores individuais e o coordenador do TCC. A defesa do trabalho é feita pelo aluno para uma Banca Examinadora, com convidados internos e externos, exceto professores orientadores. A nota final da Banca Examinadora não tem direito a recurso por parte do aluno. O Regulamento do Trabalho de Conclusão de Curso encontra-se no ANEXO 3. 4.12. Atendimento ao discente A Universidade disponibiliza uma Central de Atendimento ao Aluno com processos virtuais através de e-mail [email protected] e, especificamente para os alunos da modalidade EAD, [email protected] e telefone 0800.0514131. Além disso, há um site de Autoatendimento onde o aluno pode obter e acompanhar as informações sobre a Universidade, seu curso, questões acadêmicas e financeiras, seu histórico, notícias e participação nos processos avaliativos institucionais além de orientações. O setor realiza atendimento presencial, telefônico e remoto aos estudantes. O CIADE (Centro Integrado de Apoio e Desenvolvimento Educacional) proporciona um acompanhamento do processo de aprendizagem associado a uma estrutura de apoio psicopedagógico através de ações de suporte das dificuldades encontradas pelos alunos diante da complexidade inerente à vida acadêmica. Isto inclui a sua adequada adaptação ao ambiente universitário e as suas peculiaridades e exigências, contribuindo assim para a maior fidelização dos estudantes aos cursos e maior envolvimento institucional minimizando as dificuldades de aprendizagem e a evasão dos cursos. O CIADE oferece apoio Pedagógico através de orientações aos alunos sobre diferentes métodos de estudo, organização do tempo e espaço para rotinas de estudo, com o objetivo de melhorar seu desempenho no processo de aprendizagem. Além disso, o Centro oferece o teste de orientação profissional no caso de dúvida por parte do aluno, em relação ao curso escolhido ou quando do protocolo de pedido de troca de curso. O CIADE tem, também, apoio Psicológico, atendendo, acompanhando e encaminhando alunos em sofrimento psíquico e stress situacional; Pastoral, que se disponibiliza como instrumento de ajuda, apoio e aconselhamento nas questões relacionadas à religiosidade e espiritualidade. A Universidade possui um Setor de Crédito Educativo que gerencia programas de Financiamento Estudantil e bolsas de apoio financeiro como PROUNI e FIES. A ULBRA conta com espaços de conveniência e convivência estudantil e disponibiliza em todas as suas Unidades locais para o Diretório Central de Estudantes – DCE bem como para os Centros Acadêmicos. 4.12.1. Serviço de Encaminhamento Profissional e Apoio Pedagógico A Diretoria de Orientação Educacional e Profissional está vinculada a Pró-reitoria de Graduação sendo dirigida por um diretor nomeado pelo Reitor. É um órgão técnicocientífico que desenvolve atividades de natureza psicopedagógica e atua relacionando-se com as três funções básicas da Universidade: ensino, pesquisa e extensão. No que se refere ao ensino, este órgão desenvolve programas envolvendo alunos, professores e diretores visando a dinâmica do processo ensino-aprendizagem, à formação global e a realização profissional e pessoal do aluno, facilitando desta forma a integração à vida 79 universitária e social. Com o desenvolvimento de pesquisas, procura-se fazer feedback entre as necessidades do aluno e as possibilidades da universidade proporcionando por meio do planejamento a expansão dos programas de acompanhamento que visem à adaptação e a permanência do aluno no curso escolhido e na universidade. Com relação à extensão, procura-se a integração da comunidade interna e externa, oferecendo programas especiais que promovem a saúde mental o enriquecimento da qualidade de vida e o sucesso acadêmico. Os programas oferecidos estão nas áreas de orientação pessoal-relacional, vocacional-profissional e acadêmica. Tendo em vista a orientação vocacional/profissional, as atividades realizadas são de caráter interno e externo. Interno: Orientação profissional em grupos e individual, re-opção de curso, e orientação vocacional; Eventos voltados à escolha profissional como Feira das Profissões e aplicação de testes; Atendimento profissional; Promoção de eventos, como encontro de Orientadores Educacionais, Seminários, Congressos, Campanhas; psicológico, psicopedagógico e de encaminhamento Externo: Programa de visitação, para conhecimento das dependências da Universidade e de seus cursos; Atendimento psicopedagógico a alunos, funcionários e professores com dificuldades de adaptação à vida universitária, de relacionamento interpessoal e outras situações; Programa de visitação, para conhecimento das dependências da Universidade e de seus cursos. Programa de Orientação vocacional/profissional Instituições de Ensino Médio da região; Participação em Feiras de Profissões com intuito de apresentar as diferentes opções oferecidas pela universidade. A orientação acadêmica (psicopedagógica), por parte da DOEP, realiza-se por meio das seguintes ações: Atendimento a alunos com dificuldades de aprendizagem de expressão escrita, de falta de concentração, etc; Esclarecimentos de dúvidas, promovendo a satisfação e a diminuição das dificuldades encontradas por parte dos acadêmicos; Realização de palestras e reuniões com pais para integrá-los à Universidade; Trabalho na prevenção da evasão escolar, da inadimplência, da repetência; Realização de pesquisas de satisfação para subsidiar o redimensionamento das atividades, periodicamente ou quando necessário; desenvolvido em 80 4.12.2. Orientação dos acadêmicos quando ao acesso às linhas de crédito e financiamento estudantil; Orientação para a re-opção de curso quando necessária; Encaminhamento de alunos para estágios extracurriculares remunerados; Orientação geral quanto aos procedimentos legais e de trâmite interno da Universidade. Acesso às Informações do Registro Acadêmico A Universidade, no intuito de atender as necessidades dos acadêmicos, criou, no ano de 2000, a Central de Atendimento ao Aluno, agrupando o serviço de informações gerais e o Protocolo. Neste sentido, foram desenvolvidos sistemas de consulta pelo CPD, por meio dos totens espalhados pelo campus, onde o aluno, com a senha própria, pode obter informações sobre histórico, segunda via de DOCs de pagamento, comprovante de matrícula, notas, entre outras informações gerais. Esta consulta também está disponível no site, http://www.ulbra.br, no link auto-atendimento. Com o novo sistema de Protocolo, o acadêmico pode retirar um atestado e um histórico por mês sem o pagamento de taxas. O sistema desenvolvido apresenta uma nova sistemática de trabalho quanto aos requerimentos e solicitações dos alunos, agilizam o atendimento, uma vez que as consultas ao financeiro e à Biblioteca são realizadas automaticamente. O sistema de informações via telefone, também foi redimensionado, assim como o atendimento pessoal, já que foi instalado em cada prédio do campus uma Central de Atendimento, onde todas prestam o mesmo serviço, ou seja, atendimento telefônico, atendimento pessoal e serviço de Protocolo, facilitando assim o acesso para o aluno. 4.12.3. Acesso às Informações do Registro Acadêmico Os alunos possuem acesso ao controle acadêmico para fins de acompanhamento de seu desempenho (notas, disciplinas cursadas, aprovações, tempo restante para conclusão do curso, etc.). Essas informações são através do Auto-Atendimento eletrônico em qualquer computador. São informações confidenciais, que o aluno acessa através de senha própria. Essas mesmas informações podem ser solicitadas pelo aluno via Central do aluno, via secretária ou diretamente ao Coordenador do Curso. 4.12.4. Serviço de Integração Escola x Empresa O Curso, através da DOEP, possui vários convênios com Empresas e Órgão Públicos, para encaminhamento de Estágios Supervionados e Estágios ExtraCurriculares. 4.12.5. Bolsas de Estudo O Curso possui alunos com bolsas parciais. São funcionários da Ulbra, filhos de funcionários, filhos de professores, etc. Também possui um programa de bolsa para alunos melhores classificados no vestibular. Esse programa é conjunto com os demais Cursos do Campus. 81 4.12.6. Bolsas de Trabalho A Ulbra, por consequência o Curso de Arquitetura e Urbanismo, possui bolsa de estudos parcial para os funcionários da Instituição. Essa modalidade de bolsa é indiferente a atuação aluno-funcionário, não necessitando que a atividade exercida na Instituição tenha necessariamente relação como Curso. Outras modalidades de bolsas são praticas, através de convênios individuais, por empresa e por aluno, através da DOEP. Essas bolsas são conquistadas pelos próprios alunos junto a suas empresas e não necessariamente são de conhecimento da Coordenação do Curso. 4.12.7. Matrícula As matrículas são feitas eletronicamente, através do serviço de Auto-atendimento, na secretaria do Curso ou diretamente na Coordenação. Os alunos recebem um aconselhamento eletrônico, indicando as disciplinas recomendadas a serem feitas. Esse aconselhamento é reforçado aos individualmente pela Coordenação, principalmente com orientação ao aluno da necessidade de obedecer uma sequência lógica na realização das disciplinas. 4.12.8. Representação Estudantil O Curso de Arquitetura e Urbanismo tem um Centro Acadêmico representativo e atuante, que mantém um diálogo amistoso e permanente com a Coordenação. 4.13. Temática da História e Cultura Afro-brasileira e indígena nas atividades curriculares do curso Consoante às Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação das Relações Étnico-raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-brasileira e Indígena, preconizadas na Lei nº 11.645, de 10/03/2008, e na Resolução CNE/CP nº 01, de 17 de junho de 2004, a Universidade tem se preocupado em oferecer diferentes atividades a fim de suprir esta necessidade na formação de seus acadêmicos. As Diretrizes aprovadas sustentam-se no contexto da política de ações afirmativas, pelo reconhecimento, valorização e afirmação de direitos livre de qualquer tipo de discriminação racial, social e cultural; do reconhecimento e valorização da história, cultura e identidade dos descendentes de africanos; da formação de cidadãos numa sociedade multicultural e pluriétnica; e da aceitação e valorização das contribuições histórico-culturais dos povos indígenas e dos descendentes de asiáticos, além das de raiz africana e europeia. Neste contexto, foram introduzidas no cotidiano da formação de nossos acadêmicos da graduação diferentes ações, de valorização da diversidade, visando à promoção de conhecimentos, atitudes, posturas e valores que os eduquem como cidadãos na construção de uma nação democrática. Dentre as várias ações implementadas através de atividades curriculares ou não, perpassando pelos diferentes cursos, podemos destacar: estudo de conteúdos abordados nas disciplinas de formação 82 universal, em especial Cultura Religiosa e Sociedade e Contemporaneidade; realização de palestras e eventos com estudiosos do assunto e outras personalidades ligadas aos movimentos sociais; aprofundamento de estudos através de pesquisas e outras atividades similares; promoção de atividades culturais e artísticas, entre outras. Cabe assinalar que os cursos de licenciaturas, por terem vínculo direto com as escolas de educação básica, inspiram, desenvolvem e colaboram com práticas que contribuem com a formação dos acadêmicos das demais áreas da Universidade. Outro ponto a destacar é a inclusão do tema das relações étnico-raciais na formação pedagógica continuada dos docentes da Universidade, pois há o entendimento da complexidade que envolve o processo de construção da identidade negra no país e a crença de que o ambiente acadêmico tem plenas condições de colaborar com o combate ao racismo, discriminação, exclusão, injustiça e preconceito. Além da promoção de atividades institucionais com a temática das relações étnico-raciais e da incorporação de conteúdos desta natureza nas disciplinas de formação geral (universal), cada curso busca contemplar em suas disciplinas de formação específica também esta temática. No âmbito do curso de arquitetura e urbanismo, que se coaduna totalmente com as ppolíticas de inclusão e de combate a toda a forma de discriminação dedendida pela institução, a temática das relações etnico-raciais está inserida nos conteúdos das disciplinas de formação universal, como cultura religiosa e sociedade e contemporaneidade. Na temática específica do curso a arquitetura e urbanismo são abordadas as formas de ocupação territorial e as técnicas construtivas das populações originais, em especial do Rio Grande do Sul e da sua região litorânea, a contribuição das povoações jesuíticas na conformação do território e para a história da arquitetura, a influência na organimzação espacial da sociedade do modo de produção escravagista e suas repercusões sociais, pois a arquitetura é produto do meio físico, respondendo a necessidades geográficas e ambientais específicas, bem como do meio social e cultural, sendo resposta e reprodução da lógica social de uma época em uma localização definida, ao mesmo tempo em que a configuração dos espaços de uso do homem tem a capacidade de afetar suas atitudes e comportamentos e, portanto, contribuir para a definição da forma como as se dão as relações entre os diferentes usuários dos espaços da vida humana, urbanos, residenciais, de trabalho e de lazer. Ainda, o curso estimula o reconhecimento e valorização da cultura dos diferentes povos que ocuparam historicamente a região, pela pesquisa da história e evolução da ocupação do território e das suas técnicas cinstrutivas, incluidas aí as desde as povoações indígenas até a arquitetura trazida pelos imigrantes europeus, que constituem conjuntamente o patrimônio cultural e arquitetônico brasileiro. Bem como pela extensão, com a prestação de serviços de assessoria técnica às comunidades menos favorecidas visando a melhoria da sua condição de vida pela qualificação dos seus espaços de uso, e visando a troca de saberes entre comunidades locais e academia. 4.14. Políticas de educação ambiental A questão ambiental já se tornou o tema político mais importante em nosso planeta globalizado. Considerando-se o atual modelo de desenvolvimento econômico global insustentável, que implica na crescente sobrexploração e esgotamentos regionais dos recursos naturais, a ONU e o Instituto Nobel compreendem o tema ambiental crucial à manutenção da paz mundial. 83 Nesse cenário urgente e complexo, consoante às orientações da Resolução CNE nº 2, de 15 de junho de 2012, que estabelece as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Ambiental, a ULBRA ciente de sua responsabilidade socioambiental enquanto IES assume papel de protagonista ao definir uma agenda estratégica de ações voltada à sustentabilidade ambiental denominada Agenda ULBRA Eco sapiens (Resolução CONSUN nº 31, de 30 de agosto de 2012). A Agenda ULBRA Eco sapiens é um projeto institucional, estratégico, integrado e multidisciplinar, fundamentado na compreensão sistêmica do meio ambiente. Considera a interdependência entre o meio natural, o socioeconômico e o cultural, sob o enfoque da sustentabilidade ambiental. Entende o exercício da cidadania intrinsecamente vinculado às múltiplas dimensões da questão ambiental, por exemplo: política, legal, ética, epistêmica, educacional, científica, etc. Baseia suas decisões e ações em um enfoque humanista, democrático, participativo e plural, na perspectiva da inter, multi e transdisciplinaridade. Para tanto, integram a Agenda os seguintes projetos em andamento: - Museu de Ciências Naturais - Centro de Educação Sócioambiental - Unidade de Triagem e Reciclagem - Logística Reversa de Medicamentos - Implantação de Coleta Seletiva (Projeto Piloto: Prédio 14/Canoas) A construção civil é uma das atividades economicas e produtivas que causam maior impacto ambiental, pois exige grande quantidade de materias primas e alto consumo energético. O desenvolvimento urbano causa inevitavelmente pressões sobre o ambiente natural. Assim a responsabilidade ambiental, mais que uma diretriz curricular, é obrigatória no exercício da profissão de arquiteto e urbanista, que deve propor soluções arquietônicas e de planejamento urbano que reduzam o impacto ambiental gerado pela atividade da construção e pelo avanço da urbanização. Ainda, a arquitetura é o abrigo do homem frente à intempere, devendo as edificações e os espaços urbanos serem eficientes em prover conforto ambiental a seus usuários, com o menor dispêncio possível de energia. Adequado a essa necessida o curso de arquitetura e urbanismo explora nas disciplinas curriculares, como planejamento urbano, infraestrutura urbana, prática de projetos e materiais de construção civil, formas de minimizar os impactos da ocupação urbana e da construção sobre o meio ambiente. Conta com disciplinas específicas que tratam do tema, como arquitetura e meio ambiente e conforto ambiental. Conta ainda, com um laborátorio de conforto ambiental e eficiência energética que apoia as atividades de ensino e pesquisa associadas a este tema. 4.15. Educação em Direitos Humanos A temática da Educação em Direitos Humanos, prevista na Resolução CNE nº 1, de 30 de maio de 2012, a qual estabelece Diretrizes Nacionais para a Educação em Direitos Humanos, é tratada na Universidade em suas diferentes unidades e níveis de ensino. Como um dos eixos fundamentais do direito à educação, está inserida no currículo da Instituição de forma transversal, articulada por diferentes conteúdos e campos de saberes e de práticas. 84 Consolidada pela Declaração de Viena, em 1993, a Educação em Direitos Humanos ultrapassou seus limites aos aspectos filosóficos e jurídicos. Neste sentido, a ULBRA busca, em consonância com a referente Resolução, bem como com os Parâmetros Curriculares Nacionais, o Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH) e a Matriz Nacional de Segurança e o Plano Nacional de Educação em Direitos Humanos (PNEDH), estabelecer o diálogo com todos os envolvidos no processo educativo com vistas à “promoção, proteção, defesa e aplicação na vida cotidiana e cidadã dos sujeitos de direitos e de responsabilidades individuais e coletivas” (art. 2º). A ULBRA, como instituição educativa, promove o compromisso ético com o exercício dos Direitos Humanos, entendo-o como uma prática estabelecida na convivência e na organização social, política, econômica e cultural nos diferentes contextos onde atua. Este objetivo pode ser traduzido nos seguintes exemplos da política de educação em direitos humanos praticada pela instituição de: Afirmação de valores, atitudes e práticas sociais que expressem a cultura dos direitos humanos; Formação da consciência cidadã capaz de fazer presente em níveis cognitivo, social, cultural e político; Desenvolvimentos de processos metodológicos participativos, utilizando linguagens e matérias didáticos contextualizados; Fortalecimento de práticas individuais e sociais que gerem ações e instrumentos em favor da promoção, da proteção e da defesa dos direitos humanos, bem como da reparação das diferentes formas de violação de direitos. Os quais são adotados pelo curso de arquitetura e urbanismo, que entendendo ainda que o acesso à arquitetura e à cidade é direito de todos, no campo do saber específico propõe constantemente a reflexão sobre promoção, proteção, defesa e aplicação na vida cotidiana e cidadã dos sujeitos de direitos e de responsabilidades individuais e coletivas, e sobre a contribuição da arquitetura e do urbanismo na garantia da proteção e do exercício dos direitos do homem. Tal conteúdo é abordado nas disciplinas regulares do curso e fortemente estimulado na atividade de extensão. 4.16. Ações implementadas em função dos processos de autoavaliação e de avaliação externa O Processo de Avaliação Institucional é desenvolvido no sentido de identificar a realidade da instituição e se necessário replanejar ações. Para esse propósito foram estabelecidos objetivos, que direcionaram as atividades desenvolvidas para consolidar e garantir a continuidade do processo de autoavaliação. Os objetivos são: promover a sensibilização e comprometimento de todos, funcionários, professores, alunos e técnicos administrativos no processo de aprimoramento e crescimento da Universidade; incentivar a participação, por meio de grupos de trabalho, do corpo docente e técnico administrativo, na busca de soluções; promover uma maior interação entre as lideranças de diferentes setores; elaborar e atualizar fontes de informação unificadas e consistentes; trabalhar a aproximação e coerência entre o discurso e a prática; divulgar os resultados 85 da autoavaliação; provocar uma reflexão sobre os resultados junto à comunidade acadêmica; incentivar o desenvolvimento da cultura de autoavaliação institucional. A Comissão de Planejamento e Avaliação Institucional - COPEAI é composta por representantes de professores, funcionários e alunos de cada Unidade de Ensino Presencial e EAD. Todos os cursos da Universidade, das modalidades EAD e presencial, são avaliados a partir de instrumentos disponibilizados aos alunos de forma eletrônica pelo Autoatendimento ULBRA. Relatórios são gerados e entregues aos coordenadores de cursos para trabalharem junto com os seus professores e alunos. No âmbito do curso de arquitetura e urbanismo da ULBRA campus Torres, a avaliação é vista como instrumento útil para mensurar a satisfação de alunos e professores com o curso e com a instituição. Os dados obtidos permitem o planejamento de melhorias pontuais e a constante autoavaliação por parte da coordenação em relação aos curso e dos professores em relação aos procedimentos referentes às disciplinas que ministram. 4.17. Apresentação/Descrição das atividades envolvendo Pós-Graduação, Extensão e Pesquisa e indicação dos modos de integração com a Graduação 4.17.1. Apoio à Participação em Atividades de Iniciação Científica A ULBRA tem, no desenvolvimento da investigação científica e tecnológica, um valioso instrumental pedagógico e social para a consecução de seus objetivos educacionais. O fazer ciência, participando de atividades de pesquisa básica ou aplicada, tem um importante papel na formação do estudante universitário, no despertar e aprimoramento de qualidades que se refletem no preparo de um profissional capacitado a enfrentar os problemas de sua atividade futura. Espera-se do novo profissional a capacidade de dar respostas concretas e imediatas aos problemas que surgem em sua atividade diária, quando engajado no mercado de trabalho. A investigação do desconhecido ajuda a formar uma mente organizada no método científico, na análise crítica frente a novos desafios e na proposição e verificação experimental de hipóteses de trabalho a serem testadas de forma sistemática. O espírito analítico-crítico, a inovação de soluções, a engenhosidade e o empreendedorismo, entre outras, são qualidades trabalhadas no cotidiano da pesquisa, importantes, também, no processo de formação do acadêmico por desenvolver neste, características desejáveis como autoconfiança, liderança e versatilidade. Por sua vez, o participar em pesquisas de ponta, assim consideradas por representarem avanços significativos no conhecimento humano ou tecnológico, melhorias importantes na qualidade de vida do cidadão, contribuí para o desenvolvimento no estudante universitário de um sentimento participativo com sua comunidade. Pesquisas de ponta, na maioria das vezes de caráter multidisciplinar, estimulam a formação do cidadão, capacitado a trabalhar integrado a equipes, reconhecendo o papel do indivíduo e valorizando o trabalho do conjunto, aspectos hoje considerados fundamentais na formação de um profissional qualificado. 86 Para a inclusão do corpo discente em atividades de pesquisa, foi aprovado pelo Conselho Universitário em 1999 o Programa de Iniciação Científica e Tecnológica (PROICT/ULBRA), vinculado à Pró-reitoria de Pesquisa, Pós-graduação e Extensão, com objetivos bem definidos: Aplicar o método científico como coadjuvante do processo ensinoaprendizagem; Avaliar e acompanhar o desempenho do aluno de iniciação científica até sua graduação e possível ingresso na pós-graduação; Contribuir para uma melhor qualificação de alunos candidatos a programas de pós-graduação; Vincular pesquisadores e professores da pós-graduação a atividades relacionadas com a formação do graduando; Estimular a produtividade científica na Universidade; Estimular o desenvolvimento do pensar criativo do aluno de graduação; Integrar ao cotidiano do aluno o interesse pela produção científica, por meio de publicações próprias ou com seus orientadores ou, ainda, na participação em eventos científicos internos e externos à própria Universidade; Incentivar a formação de recursos humanos em ciência e tecnologia; Proporcionar, ao graduando, conhecimentos práticos e metodologias próprias de áreas do conhecimento específicas, pela participação em projetos de pesquisa desenvolvidos; Por pesquisadores qualificados. São candidatos ao Programa os alunos de cursos de graduação, regularmente matriculados nos diferentes campi da ULBRA, que apresentem excelente desempenho acadêmico e que não tenham obtido graduação em outro curso na Universidade Luterana do Brasil ou em outra instituição de ensino superior. Não poderão se candidatar ao PROICT os alunos do primeiro semestre do curso e aqueles estudantes que acumularem bolsa da ULBRA, ou de outra instituição, simultaneamente ao período que estiver vinculado ao Programa. A participação no Programa de Iniciação Científica e Tecnológica da ULBRA será considerada como uma atividade de formação científico-pedagógica voluntária do aluno de graduação. Aos alunos de maior destaque, nos critérios de avaliação da seleção, poderão ser concedidas bolsas de iniciação científica ou tecnológica. Os estudantes submetidos ao processo de seleção, que ultrapassarem a cota de bolsas previstas anualmente pela Universidade, a critério de seus professoresorientadores e após exame caso a caso e autorização da Diretoria de Pesquisa da Próreitoria de Pesquisa, Pós-graduação e Extensão, poderão exercer atividades extra-classe junto ao projeto de pesquisa previamente aprovado, sendo de ciência do aluno que esta é uma atividade voluntária, que visa sua formação acadêmica e da qual não decorre nenhuma obrigação financeira da Universidade. As bolsas serão concedidas anualmente para um período de dez meses, compreendido entre março a dezembro. O valor mensal da bolsa, bem como o número de bolsas a serem concedidas será autorizado anualmente pelo Reitor. A Diretoria de Pesquisa poderá suspender a bolsa, a qualquer momento, inclusive retro-aplicando a devolução dos valores recebidos ou descontados, caso se verifique o não cumprimento 87 das normas e regulamentos estabelecidos ou o não cumprimento dos horários ou tarefas preestabelecidos, ouvido o professor-orientador. No caso do valor da bolsa ser superior ao valor dos créditos efetivamente matriculados, este valor será limitante ao valor da bolsa. No 2º semestre de cada ano acadêmico, será realizado o Salão de Iniciação Científica, onde serão apresentados os resultados das pesquisas já alcançados, com publicação de seus sumários nos Anais do Salão, já em seu sexto ano. O estímulo à participação discente em atividades de extensão está sendo estudada uma modalidade de valorização e/ou aproveitamento destas atividades para inserção no currículo do aluno, especialmente aquelas vinculadas à formação do cidadão consciente e participativo, desenvolvidas no Programa de Extensão Comunitária. 4.17.2. Apoio à Participação em Atividades de Extensão Os alunos do Curso de Arquitetura e Urbanismo participam da Feira das Profissões. São responsáveis pela montagem do estande do Curso na Feira e pelo atendimento aos visitantes. O programa Oficinas de Maquetes prevê a atuação dos alunos do Curso em escolas de segundo grau. Nesse programa os alunos do Curso, em conjunto com o nosso técnico da maquetaria, ensinam alunos do segundo grau a elaborarem maquetes de papel, através de palestras expositivas da importância da maquete como ferramenta de entendimento da cidade e de aulas práticas na elaboração de pequenas maquetes. Apoio à Participação em Eventos: Os alunos do Curso, através do Centro Acadêmico, organizam e realizam a Semana Acadêmica. Na Semana Acadêmica são realizadas palestras com convidados externos, oficinas, etc. O CA participa dos Encontros Regionais e Nacionais de Estudantes, com auxílio financeiro através do Diretório Central de Estudantes da Ulbra. O curso de Arquitetura e Urbanismo conta ainda com um escritório modelo, que visa centralizar a ação comunitária e de prestação de serviços de consultoria e assistência técnica em arquitetura e urbanismo. 4.18. Escritório Modelo O Escritório Modelo é vinculado ao Curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Luterana do Brasil-Torres e suas ações serão pautadas tanto pelo Projeto Pedagógico do curso quanto pelo Projeto Institucional da Ulbra. O escritório modelo propõe-se como uma estrutura permanente de prestação de serviços de consultoria e assistência técnica em arquitetura e urbanismo. Tem como objetivo geral fortalecer as relações entre a Instituição e a comunidade, através da prestação de serviços de projeto e consultoria que contribuam para a melhoria da qualidade do ambiente construído nas suas diversas escalas. E complementar a formação do aluno do curso de arquitetura e urbanismo com o aprendizado advindo da experiência prática e da vivência de realidades que, via de regra, se encontram distantes da atuação do arquiteto e urbanista. Para tanto define os seguintes objetivos específicos: 1) Oferecer, aos alunos, atividades complementares às previstas na estrutura curricular, que possibilitem a vivência de experiências concretas no desenvolvimento de 88 pesquisa tecnológica e na realização de consultorias e projetos e projetos arquitetônicos, urbanísticos e de design. 2) Atender comunidades organizadas que, por suas características culturais, locacionais e de renda, estejam à margem do mercado formal de arquitetura e urbanismo. 3) Propor a vivência e a aproximação entre estudantes do curso de arquitetura e urbanismo e comunidade assistida. Entre o conhecimento acadêmico e a cultura e tradição das comunidades locais. 4) Realizar levantamento e diagnóstico da atual situação das comunidades atendidas nos aspectos referentes às características da ocupação urbana, inserção regional, características arquitetônicas, técnico construtivas, qualidade e estado de conservação das edificações. 5) Propor soluções arquitetônicas e urbanísticas para a melhoria do ambiente construído. Sempre em consonância com a cultura e o modo de vida das populações e visando potencializar a apropriação e vitalidade dos espaços urbanos e residenciais e a satisfação de seus usuários. O Regulamento do Escritório Modelo encontra-se no ANEXO 4. 4.19. Concepções basilares O curso de Arquitetura e Urbanismo da ULBRA campus Torres tem como princípios basilares: 1) A promoção da ética profissional e da responsabilidade social do profissional de arquitetura e urbanismo; 2) A qualidade do ensino; 3) A liberdade de cátedra e de avaliação; 4) Rigor nas avaliações; 5) Observação das diretrizes curriculares do MEC; 6) Melhoria e crescimento contínuo e sustentável; 7) Inserção e adequação à realidade regional; 8) Valorização das relações e do trabalho comunitário; 9) Pesquisa 10) Extensão aberta a comunidade 11) Acompanhamento e aconselhamento do aluno – projeto Coaching; 12) Formação continuada 89 5. ACOMPANHAMENTO DO EGRESSO O curso de Arquitetura e Urbanismo ULBRA Campus Torres, através do PROGRAMA DE ACOMPANHAMENTO DE EGRESSOS, levado a cabo pela Coordenação de Curso, acompanha o desenvolvimento das atividades e das trajetórias profissionais de seus egressos. O programa conta com: 1) A manutenção de um cadastro de egressos atualizado. 2) O contato continuado com os egressos através de convites para palestras e cursos de extensão e pós-graduação. 3) A participação efetiva de egressos ministrando cursos, palestras, visitas guiadas e oficinas na instituição. 4) O acompanhamento do desenvolvimento das atividades profissionais de seus egressos através de pesquisas periódicas. 5) Aos egressos, também é oferecida a participação gratuita no Programa de Coaching, Programa de Desenvolvimento Pessoal de Carreira, descrito no item 7. 6. CORPO DOCENTE 6.1. Coordenação de Curso A coordenação do Curso de Arquitetura e Urbanismo é exercida atualmente pela professora Thaís Menna Barreto Martins, que passou a ocupar o cargo a partir de janeiro de 2012. O regime de trabalho do coordenador do curso é de 40 horas semanais. A escolha do coordenador do curso é feita pelo Diretor do campus e em observância ao Regimento Geral da Universidade e aos Instrumentos de Avaliação do MEC. Também é levado em consideração os seguintes aspectos: perfil humanista e democrático, empreendedor, com habilidade de relacionamento humano. Além disso, o coordenador deve ter interesse pela causa da educação superior, estar atento às diretrizes nacionais para a graduação, capacidade de refletir sobre o processo de ensino-aprendizagem e de propor inovações metodológicas. 6.1.1. Titulação e Experiência do coordenador • Arquiteta e Urbanista pelo Centro Universitário Uniritter (2005). Especialista em Patrimônio Cultural em Centros Urbanos pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2007). Atualmente é professora e coordenadora do curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Luterana do Brasil Campus Torres, onde implementou o Escritório Modelo de Arquitetura e Urbanismo (EMAU) e o Laboratório de Conforto Ambiental e Eficiência Energética (LABCON). Está concluindo o mestrado no Programa de Pós-Graduação em Planejamento Urbano e Regional da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (PROPUR/UFRGS). Participa do Conselho Estadual do Instituto de 90 Arquitetos do Brasil (IAB/RS). Tem experiência na área de Arquitetura e Urbanismo, com ênfase em docência, projeto de edificação e design comercial. • Ministra aulas em Arquitetura e Urbanismo desde 2010, nas disciplinas de Projeto de Paisagismo, História e Teoria do Urbanismo, Atelier I e Atelier II, TCC I e TCC II. 6.1.2. Atribuições do coordenador de curso São atribuições do Coordenador do Curso: I – na área administrativa: a) superintender todas as atividades do Curso, representando-o junto aos demais órgãos acadêmico- administrativos da instituição, aos cursos congêneres e às organizações educacionais, culturais e científicas de sua área de interesse; b) convocar e presidir as reuniões do Colegiado; c) presidir o Núcleo Docente Estruturante; d) encaminhar ao setor responsável pelo registro e controle acadêmicos, nos prazos fixados, os relatórios e informações sobre avaliações e frequência de alunos e professores; e) promover, periodicamente, a avaliação das atividades e programas do Curso, assim como dos alunos e do pessoal docente e não-docente nele lotado; f) exercer o poder disciplinar, na forma do Estatuto e deste Regimento Geral; g) sugerir medidas que visem ao aperfeiçoamento e à melhoria da qualidade dos serviços do Curso e da Universidade; h) acompanhar o desempenho e a frequência discente e docente do Curso. i) supervisionar a guarda, a preservação e o controle dos bens patrimoniais utilizados pela comunidade acadêmica do Curso, assim como os registros acadêmicos; j) responsabilizar-se pela qualidade dos serviços do Curso, contribuindo para a melhoria dos mesmos; k) zelar pelo cumprimento dos planos de ação e pela aplicação e controle orçamentários, responsabilizando-se pelos resultados; l) fixar as normas internas de funcionamento do Curso, após deliberação do Colegiado, atendidas as normas gerais da Universidade; m) elaborar relatório semestral das atividades do Curso; e n) manter-se atualizado sobre a legislação e normas da educação superior, os avanços das ciências e da tecnologia e o desenvolvimento dos fatores humanos. II – No ensino de graduação: a) coordenar a elaboração e a atualização do projeto pedagógico dos curso junto ao NDE; b) emitir parecer nas propostas de alteração curricular e de conteúdo programático das disciplinas do curso, ouvido o Colegiado; c) zelar pelo cumprimento do Projeto Pedagógico nas atividades de ensino e pelas demais, no âmbito do Curso, em todos os níveis; d) elaborar o calendário acadêmico anual do Curso, assim como o horário de aulas, por turno e turma, observando ao Calendário Acadêmico geral e as normas vigentes; 91 e) emitir parecer em processos de aceleração de estudos, aceitação de transferências, internas ou externas, regime especial de estudos e avaliação, trancamentos de matrícula, aproveitamento e convalidação de estudos ou estágios; f) promover reuniões preliminares com os professores, entre o fim e o início de cada período letivo, para discussão dos planos de ensino das disciplinas, antes de submetê-los à deliberação do Colegiado; g) promover, no início de cada período letivo, reuniões dos alunos com os professores, para informações detalhadas sobre os objetivos, conteúdos, metodologias e livros - texto de cada disciplina e sistema de avaliação da aprendizagem, assim como direitos e deveres e orientações gerais para o bom aproveitamento discente; e h) conduzir a formatura do curso, responsabilizando-se por todas as questões que a envolvem. III – Na pesquisa, iniciação científica e na extensão: a) emitir parecer, nas propostas de professores do Curso, sobre projetos de pesquisa e programas de extensão; b) incentivar os alunos a participarem de programas de iniciação científica, de monitoria e de extensão, selecionando os que demonstrarem vocação para estas funções; c) acompanhar a execução dos programas e projetos de pesquisa, de iniciação científica ou de extensão; d) estimular e incentivar professores para o desenvolvimento de produção intelectual e científica, criando mecanismos par a difusão desse trabalho; IV – Nas demais atividades: a) acompanhar o desenvolvimento da atividades discentes, promovendo ações para a aceleração ou recuperação de estudos, a identificação de potencialidades e a redução da evasão e da repetência; b) manter permanente contato com os líderes ou representantes de turmas, a fim de avaliar e incrementar tanto o relacionamento comunitário/institucional como o desempenho discente/docente; c) manter contato contínuo com os professores do Curso, com o objetivo de identificar possíveis dificuldades nas relações docente/aluno, docente/instituição e docente/funcionário, de facilitar esse relacionamento e de agir no sentido de corrigir possíveis falhas ou omissões ou consolidar pontos fortes; d) articular-se com organizações, associações e conselhos de classe, ligados ao exercício de profissões da área do Curso; e) participar dos principais eventos de interesse para o desenvolvimento do Curso e das profissões dele decorrentes; f) promover reuniões periódicas com os seus principais colaboradores, a fim de manter-se atualizado, em relação às atividades sobre sua supervisão, e de manter a equipe unida e coesa em torno da missão e dos objetivos do Curso; 6.2. Núcleo docente estruturante (NDE) De acordo com a circular MEC\NEP\DAES\CONAES 000074\31\ago\2010, o Núcleo Docente Estruturante (NDE) é o órgão consultivo responsável pelo acompanhamento acadêmico e atuante no processo de concepção, consolidação e contínua atualização do projeto pedagógico do curso. 92 O NDE é formado por no mínimo 5 (cinco) professores pertencentes ao corpo docente do curso, sendo destes, 60% com titulação acadêmica stricto sensu e 20% em regime de trabalho de tempo integral. Composição do NDE: pelo Coordenador do curso, seu presidente; por quatro docentes do curso. Atribuições do NDE São atribuições do NDE: a. Elaborar o Projeto Pedagógico do Curso (PPC) definindo sua concepção e fundamentos; b. Estabelecer o perfil profissional do egresso do curso; c. Atualizar periodicamente o Projeto Pedagógico do Curso; d. Conduzir os trabalhos de reestruturação curricular, para aprovação no Colegiado do Curso, sempre que necessário; e. Supervisionar as formas de avaliação e acompanhamento do curso definidas pelo Colegiado de Curso; f. Analisar e avaliar os Planos de Ensino dos componentes curriculares; g. Supervisionar as formas de avaliação e acompanhamento do curso definidas pelo Conselho; h. Promover a integração horizontal e vertical do curso, respeitando os eixos estabelecidos pelo Projeto Pedagógico do Curso; i. Estabelecer o perfil profissional do egresso do curso; j. Acompanhar as atividades do corpo docente, recomendando ao Conselho do Curso a indicação ou substituição de docentes, quando necessário; k. Coordenar a elaboração e recomendar a aquisição de títulos bibliográficos e outros materiais necessários ao Curso. O Núcleo Docente Estruturante será constituído por integrantes indicados pelo Conselho do Curso: a. Coordenador do Curso, como seu presidente. b. Quatro professores do corpo docente, desde que observados os pré-requisitos necessários: Titulação (Pós Graduação Stricto Sensu, Regime de Trabalho (Tempo Integral ou Parcial) e Tempo de Experiência Docente. 93 Componentes do NDE: MEMBRO TITULAÇÃO REGIME DE TRABALHO FUNÇÃO Especialista Integral Coordenadora do Curso Bianca Breyer Cardoso Mestre Integral Professor; Coordenadora ajunta do curso Breno Clezar Júnior Mestre Integral Professor Karla Nunes de Barros Coelho Mestre Integral Professor Efreu Brignol Quintana Mestre Parcial Professor Thaís Menna Barreto Martins 6.3. Corpo docente 6.3.1. Titulação e regime de trabalho Titulação Regime de Trabalho ADRIANA PECCIN MESTRE PARCIAL BIANCA BREYER CARDOSO MESTRE INTEGRAL BRENO CLEZAR JUNIOR MESTRE INTEGRAL CAROLINA ELOISA JOCHIMS ESPECIALISTA PARCIAL EFREU BRIGNOL QUINTANA MESTRE PARCIAL ENALDO NUNES MARQUES DOUTOR PARCIAL GEISA ZANINI RORATO MESTRE PARCIAL ESPECIALISTA PARCIAL GUILHERME ESSVEIN DE ALMEIDA MESTRE PARCIAL JOÃO FRANCISCO GALLO DE ALMEIDA MESTRE PARCIAL KARLA NUNES DE BARROS COELHO MESTRE INTEGRAL MARCOS FLAVIO TEITELROIT BUENO MESTRE PARCIAL MARJORIE GUBERT MESTRE PARCIAL Professor GRAZIELLA FERRER RADAVELLI 94 MIGUEL AUGUSTO PINTO SOARES MESTRE PARCIAL MOISES MACIEL VITORETI MESTRE PARCIAL REGINALDO ROCHA CAETANO MESTRE PARCIAL SEBASTIÃO DE ASSIS PEREIRA ESPECIALISTA PARCIAL THAÍS MENNA BARRETO MARTINS ESPECIALISTA INTEGRAL MESTRE PARCIAL VIVIANN DE ALMEIDA PEREIRA 6.3.2. Formação acadêmica e experiência profissional • ADRIANA PECCIN: possui graduação em BACHAREL EM ADMINISTRAÇAO DE EMPRESAS pela Universidade de Caxias do Sul (2000). Pós-graduada em Metodologia de Ensino pela Faculdades Integradas de Amparos, São Paulo (2002). Concluiu o Mestrado na área de administração de Negócios pela UCASAL (2009) - Universidade Católica de Salta _ AR . Atualmente é professora titular do curso de Administração ULBRA - TORRES (leciona - Agronegócios e Administração em Marketing I e II, comportamento do consumidor e Gestão Tecnológica) . Tem experiência na área de Letras, com ênfase em Língua Estrangeira Espanhol e Gestão empresarial. Endereço para acessar o CV lattes: http://lattes.cnpq.br/4111252687223491 • BIANCA BREYER CARDOSO: Professora e coordenadora adjunta do curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Luterana do Brasil Campus Torres. Possui graduação em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2005) e mestrado em Planejamento Urbano e Regional pela mesma universidade (2012). Experiência profissional em arquitetura de interiores, aprovação de projetos junto aos órgãos fiscalizadores, projetos arquitetônicos e executivos, com ênfase na área de ambientes de saúde. Sócia da Associação Brasileira para o Desenvolvimento do Edifício Hospitalar ABDEH. Pesquisadora do Grupo de Pesquisa Identidade e Território (GPIT/UFRGS). Atuou como membro do núcleo executivo da Comissão de Urbanismo do Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB-RS). Endereço para acessar o CV lattes: http://lattes.cnpq.br/8545464570094205 • BRENO CLEZAR JUNIOR: Engenheiro Civil pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (1984). Mestre em Planejamento Urbano e Regional - PROPUR pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2006). Atualmente é professor adjunto com mestrado da Universidade Luterana do Brasil campus Torres. Tem experiência na área de Engenharia Civil, Arquitetura e Construção Civil com ênfase em 95 planejamento, projetos e execução de obras civis, infraestrutura urbana, e tecnologia da construção. Endereço para acessar o CV lattes: http://lattes.cnpq.br/0087096920519691 • CAROLINA ELOISA JOCHIMS: Possui graduação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul- UFRGS (1976) e especialização em Novas Tecnologias e Interiores pela Universidade Luterana do Brasil ULBRA (2010). Mestranda na UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina na área de Tecnologia do Ambiente Construído. Tem larga experiência em projetos, planejamento, execução de edificações e gerenciamento de obras nas áreas: Comercial, Industrial, Corporativa, Residencial e Interiores, com ênfase em Sustentabilidade, Conforto Ambiental e Eficiência Energética. Leciona no curso de graduação em Arquitetura da ULBRA, Campus Torres, desde março de 2012. Endereço para acessar o CV lattes: http://lattes.cnpq.br/9711213963259992 • EFREU BRIGNOL QUINTANA: Possui graduação em Arquitetura e Urbanismo pelo Centro Universitário Ritter dos Reis (2004) e mestrado em Programa de Pós-graduação em Planejamento Urbano e Regional pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2013). Atualmente é professor da Universidade Luterana do Brasil campus Torres. Tem experiência na área de Arquitetura e Urbanismo, com ênfase em projeto de arquitetura e urbanismo e execução de obras de edificações, atuando principalmente nos seguintes temas: projeto de arquitetura e urbanismo, condomínios fechados, forma urbana e segurança, legislação urbanística, distribuição espacial do crime. Fundador do Grupo de Pesquisa e Extensão In Loco (Escritório Modelo da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo do UniRitter). Atuou na Comissão de Urbanismo do Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB-RS). Endereço para acessar o CV lattes: http://lattes.cnpq.br/6302350532068205 • ENALDO NUNES MARQUES: Possui graduação em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de Brasília (1972) , especialização em Técnicas de Planeamiento y Diseño de Edifícios Em pelo Centro Regional de Construcciones Escolares Para a América Latina Y Region (1973) , mestrado em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de São Paulo (1986) , doutorado em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de São Paulo (1994) e aperfeiçoamento em Arquitetura Esportiva pelo Governo Federal Ministério dos Esportes (1979) . Atualmente é Professor Colaborador da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e Professor do Curso da Universidade Luterana do Brasil, no qual foi coordenador por 14 anos, tendo sido responsável por sua implantação. Tem experiência na área de Arquitetura e Urbanismo, com ênfase em Projeto de Arquitetura e Urbanismo. Atuando principalmente nos seguintes temas: Desenho Urbano, Morfologia Urbana, Controles Urbanísticos. Endereço para acessar o CV lattes: http://lattes.cnpq.br/0162460980655642 96 • GEISA ZANINI RORATO: Possui graduação em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal de Santa Maria (2006) e mestrado em Planejamento Urbano e Regional pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2008). Tem experiência na área de Arquitetura e Urbanismo, com ênfase em Planejamento Urbano e Regional. Endereço para acessar o CV lattes: http://lattes.cnpq.br/4371095648808777 • GRAZIELLA FERRER RADAVELLI: Possui graduação em Arquitetura e Urbanismo pelo Centro Universitário Ritter dos Reis (2005) e especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho pela UNIVALI (2010). Cursando mestrado em Engenharia Civil pela UFSM na área de acústica. Tem experiência em Urbanismo e Construção à seco. Endereço para acessar http://lattes.cnpq.br/3638579548621087 • o CV lattes: GUILHERME ESSVEIN DE ALMEIDA: Possui graduação em Arquitetura e Urbanismo pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (2007). Tem experiência na área de Arquitetura e Urbanismo, com ênfase em Teoria, História e Crítica da Arquitetura, Arquitetura Moderna Brasileira e Arquitetura e Urbanismo Contemporâneos e é professor da Universidade Luterana do Brasil, campus de Canoas e Torres. Possui mestrado pelo PROPAR - UFRGS, sob orientação do Prof. Arq. Dr. Carlos Eduardo Dias Comas. Atualmente cursa doutorado na mesma instituição. Endereço para acessar o CV lattes: http://lattes.cnpq.br/5014274333796697 • JOÃO FRANCISCO GALLO DE ALMEIDA: Possui graduação em Arquitetura e Urbanismo pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (2005) e mestrado em Teoria, História e Crítica da Arquitetura pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2012) com conceito A e recomendação de publicação. Tem experiência na área de pesquisa de teoria e história da arquitetura e do Urbanismo desde a graduação, atualmente com especial interesse em temas vinculados à arquitetura contemporânea. Atua profissionalmente na área de projetos de edificação. Endereço para acessar o CV lattes: http://lattes.cnpq.br/3656647519515881 • KARLA NUNES DE BARROS COELHO: Arquiteta e Urbanista pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (2002). Mestre pelo Programa de Pós-graduação em Planejamento Urbano e Regional pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2008). Atualmente doutoranda no Programa de Pós-graduação em Planejamento Urbano e Regional- PROPUR/ UFRGS (2010). Experiência em docência como professor substituto do Departamento de Urbanismo, FAU- UFRGS (20092010) e na área de Arquitetura e Urbanismo. Endereço para acessar o CV lattes: http://lattes.cnpq.br/0614618018719271 • MARCOS FLAVIO TEITELROIT BUENO: Possui graduação em Arquitetura e Urbanismo pela Pontifícia Universidade Católica do Rio 97 Grande do Sul (2004). Mestre em Teoria e História da Arquitetura pelo Programa de Pós-graduação em Arquitetura (PROPAR) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Tem experiência na área de Arquitetura e Urbanismo, com ênfase em projeto, teoria e história da arquitetura e estudos da forma. Endereço para acessar o CV lattes: http://lattes.cnpq.br/3215110488900233 • MARJORIE GUBERT: É Mestre em Design pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2011), possui Bacharelado em Comunicação Social, habilitação em Publicidade e Propaganda, pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (1992) e formação profissional na Inglaterra em Design de Interiores e Design de Superfícies Têxteis. Atualmente é professora adjunta no Curso Superior Tecnológico de Design de Moda e Arquitetura e Urbanismo na Universidade Luterana do Brasil / ULBRA, Torres - RS. Endereço para acessar http://lattes.cnpq.br/4548754037857245 • o CV lattes: MIGUEL AUGUSTO PINTO SOARES: É Mestre em História, artista plástico e professor universitário dos cursos de História, Arquitetura e Tecnologia em Design de Moda da Universidade Luterana do Brasil. Com formação acadêmica e experiência em história e artes visuais, com ênfase em imagem, fotografia e memória, publicou trabalhos nas áreas de História e Literatura. Realizou também diversas exposições de arte, tanto individuais quanto coletivas, destacando-se a Exposição Individual Guardiões do Céu no Museu de Arte do Rio Grande do Sul. Foi coordenador do Núcleo de Artes Visuais da Casa de Cultura Mario Quintana-RS por quase uma década e Sócio-Diretor do Centro Cultural Terravista Literatura & Arte, instituições onde produziu inúmeras exposições de arte, shows musicais e eventos literários. Atua principalmente nas seguintes áreas: história, artes visuais, fotografia e música. Endereço para acessar o CV lattes: http://lattes.cnpq.br/7967366193138780 • MOISES MACIEL VITORETI: Engenheiro Civil, possui mestrado em Engenharia Civil pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2003) . Atualmente é professor adjunto da Ulbra -Torres. Endereço para acessar o CV lattes: http://lattes.cnpq.br/4229387826353765 • REGINALDO ROCHA CAETANO: Possui graduação em Engenharia Elétrica Opção Eletrônica pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS (1971) e mestrado em Ciência da Computação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS (1979). Atualmente é professor adjunto na Universidade Luterana do Brasil Ulbra - campus de Torres, professor na Fundação Educacional Encosta Inferior do Nordeste, Faculdades de Taquara - Faccat, diretor e consultor da empresa Reorganiza Reestruturação de Empresas e Consultoria Em Agronegócios Sc Ltda. Tem experiência na área de Probabilidade e Estatística, Matemática, Arquitetura e Organização de Computadores, Física, Empreendedorismo e Economia Agrícola. 98 Endereço para acessar o CV lattes: http://lattes.cnpq.br/6968267385342225 • SEBASTIÃO DE ASSIS PEREIRA: Possui licenciatura em ciências habilitação: Matemática pela Universidade Luterana do Brasil - Canoas/RS (2000) e especialização em Metodologia do Ensino e da Pesquisa em Matemática e Física, curso de Pós Graduação "Latu Sensu", realizado na Faculdade Integrada do Vale do Ribeira, em Registro/SP (2001). Atualmente é professor da Universidade Luterana do Brasil - Torres, com experiência na área de Matemática atuando principalmente nos seguintes temas: Fundamentos de Matemática Aplicada, Álgebra, Dimensão Profissional, Matemática Aplicada e Matemática Avançada. Endereço para acessar o CV lattes: http://lattes.cnpq.br/3942417675532305 • THAÍS MENNA BARRETO MARTINS: Arquiteta e Urbanista pelo Centro Universitário Uniritter (2005). Especialista em Patrimônio Cultural em Centros Urbanos pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2007). Atualmente é professora e coordenadora do curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Luterana do Brasil Campus Torres, onde implementou o Escritório Modelo de Arquitetura e Urbanismo (EMAU) e o Laboratório de Conforto Ambiental e Eficiência Energética (LABCON). Está concluindo o mestrado no Programa de Pós-Graduação em Planejamento Urbano e Regional da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (PROPUR/UFRGS). Participa do Conselho Estadual do Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB/RS). Tem experiência na área de Arquitetura e Urbanismo, com ênfase em docência, projeto de edificação e design comercial. Endereço para acessar o CV lattes: http://lattes.cnpq.br/5124941153244610 • VIVIANN DE ALMEIDA PEREIRA: Possui graduação em Ciências Licenciatura Plena Habilitação Matemática pela Universidade do Extremo Sul Catarinense (2000), Mestrado em Ciências Ambientais pela Universidade do Extremo Sul Catarinense (2004). É professora do Município de Torres-RS e, atualmente, coordena o Núcleo de Educação Ambiental (NEA) da Secretaria Municipal de Educação desta cidade. Já, na Universidade Luterana do Brasil (campus Torres-RS) é professora dos cursos de Ciências Biológicas, Matemática e Pedagogia e, coordenadora adjunta das licenciaturas. Tem experiência na área de Matemática, Ciências Naturais e Ciências Ambientais, atuando principalmente nos seguintes temas: Meio Ambiente, Desenvolvimento Sustentável, Novos Atores Sociais, Percepção, Educação Matemática, Informática Aplicada à Educação Matemática, Álgebra, Matemática Financeira, Estágio em Matemática, Estágio em Biologia, Fundamentos Teórico Metodológicos das Ciências Naturais, Fundamentos da Matemática Aplicada à Educação Infantil e Series Iniciais, Metodologias do Ensino de Ciências e Biologia, Dinâmicas Interpessoais, Dimensão Profissional e Geometria Analítica. Endereço para acessar o CV lattes: http://lattes.cnpq.br/3247578982739176 99 6.4. Capacitação no âmbito do curso e institucional A Universidade Luterana do Brasil acredita que a capacitação continuada do corpo docente e administrativo é condição primordial para desenvolver processos educativos de qualidade e inovadores que atendam as perspectivas de formação de seus egressos. Nesse sentido a ULBRA possui um setor de Capacitação e Formação Continuada que organiza atividades para aperfeiçoar as práticas de ensino, pesquisa e extensão e tem como objetivo tornar-se referência institucional para a capacitação e formação dos profissionais que atuam na gestão e/ou docência. Estas iniciativas se dão através de encontros e cursos específicos voltados ao desenvolvimento profissional dos segmentos envolvidos no processo educacional de acordo com as políticas e diretrizes institucionais, agregadas ao desenvolvimento das dimensões ética, política, científica, técnica, estética e humana dos colaboradores da instituição. 7. PROJETO COACHING O COACHING PROJECT é um conjunto de atividades que visam orientar e preparar os alunos através de técnicas, ferramentas, metodologias, desenvolvimento humano e capacitação para inseri-los no mercado de trabalho. Dada sua importância, o Projeto Coaching objetiva também melhorar significativamente o desempenho acadêmico do estudante de Arquitetura e Urbanismo. 7.1. Objetivo Permitir ao estudante o acesso a informações práticas de áreas do direito que lhe permitam situar-se na ciência e decidir sobre suas preferências profissionais. O projeto se propõe, ainda, a auxiliar o aluno a definir e realizar ações visando sua melhor formação, direcionando-o ao ramo de atuação que pretende seguir, após a conclusão do curso. 7.2. Responsabilidade sobre o Projeto A Coordenação Geral do Projeto será da equipe formada pelo Diretor pela Coordenadora de Ensino e desenvolvido pela coordenação do curso de Arquitetura e Urbanismo. 7.3. Implementação do Projeto O projeto será desenvolvido durante os dois semestres de cada ano letivo. No primeiro semestre de cada ano letivo, o projeto terá como objetivo apresentar ao aluno as carreiras jurídicas, para que o mesmo reúna conhecimento bastante para definir que rumo pretende seguir após o encerramento do curso. Para tanto, serão realizadas palestra mensais que versarão sobre carreiras públicas, privadas e a docência. Paralelamente a isso, ainda durante o primeiro semestre, será implementada a oficina de coaching, a ser realizada mensalmente durante um sábado pela manhã, com 100 professores que atenderão individualmente os alunos, tirando dúvidas e indicando ações a serem desenvolvidas. No segundo semestre, após o aluno ter escolhido que carreira pretende seguir, serão realizadas oficinas temáticas, que possibilitarão o desenvolvimento de habilidades e competências, de acordo com a carreira jurídica específica, sendo os alunos divididos em grupos, de acordo com a preferência de cada um. 7.4. Atividades Previstas Palestras, orientações dada por professores, juristas e outros profissionais, experiência de ex-alunos que se tornaram bem sucedidos profissionalmente, visitas a empresas, tribunais, órgãos de fiscalização e órgãos políticos. O coaching será dado também por cada um dos professor orientadores em reuniões sistemáticas e especialmente convocadas para tal. 7.5. Definição e Divulgação das Atividades As atividades serão definidas pela equipe responsável e serão comunicadas aos alunos pelos instrumentos institucionais de comunicação do curso (blog/twitter/facebook). O projeto contará com o apoio do colegiado de líderes para a sua divulgação, bem como, se necessário, da Assessoria de Comunicação da unidade. 7.6. Regulamentação do Projeto As atividades realizadas serão de freqüência obrigatória, com chamada e distribuição de atestado. Valerá como Atividades Complementares. O aluno deverá ter no mínimo 20% das atividades complementares necessárias para a conclusão do curso, ligadas ao projeto. Todas as atividades, inclusive aquelas de extensão, que estiverem ligadas a projetos, serão devidamente identificadas, para o conhecimento dos alunos. 7.7. Participação Discente no Desenvolvimento do Projeto O Colegiado de Líderes participará no desenvolvimento do projeto, auxiliando na comunicação e informando os resultados obtidos ao longo dos semestres, podendo, inclusive, sugerir novas atividades. 7.8. O Coaching no curso de Arquitetura e Urbanismo No Curso de Arquitetura e Urbanismo ULBRA Torres as inscrições para o programa de Coaching Acadêmico são gratuitas. O aluno inscrito participa de uma série de entrevistas individuais e reuniões para o aconselhamento com seu professor tutor, como já mencionado, de livre escolha do aluno. Esse processo de entrevistas, encontros para o acompanhamento dos resultados, troca de e-mails e estabelecimento de uma relação de proximidade e confiança denominamos, dentro das diretrizes gerais do programa, mentoring. No entanto, os autores especializados indicam que um programa 101 de Coaching resumido à tutoria individualizada incorre em uma prática equivocada. Na experiência vivenciada pelo Curso de Arquitetura e Urbanismo ULBRA Torres o programa de mentoring é parte integrante do Coaching Project. Ao definir uma estratégia para implementação do Coaching Project no curso de Arquitetura e Urbanismo, o primeiro aspecto considerado foi a intenção de desenvolvê-lo como processo amplo e contínuo, evitando tratá-lo como conversa eventual ou acontecimento isolado. A premissa de estruturar o Coaching como um processo continuado objetiva, em primeiro, dar suporte ao estudante ao longo de sua formação, justamente porque cada fase do curso suscita questões específicas, exemplificadas, de um lado, pelas dúvidas recorrentes sobre as atribuições profissionais, comuns entre estudantes dos semestres iniciais, em contraponto às incertezas quanto ao direcionamento profissional enfrentadas pelos formandos. Em paralelo, a continuidade do processo visa assegurar benefícios de longo prazo, para o curso e o corpo discente como um todo, através da sistematização de procedimentos, registro de evidências, acompanhamento de resultados e avaliação de ferramentas que garantam a permanente qualificação das estratégias. Sendo assim, a estratégia de ação do Coaching Project foi pensada em várias frentes que visam contemplar, de forma combinada, os objetivos gerais do projeto, conforme acima listados. Atualmente, o projeto está estruturado em seis linhas de ação: (i) pesquisa de mercado (que orienta as demais ações); (ii) palestras; (iii) cursos; (iv) viagens de estudos; (v) atuação do Escritório Modelo e (vi) mentoring. Ainda, podemos citar como ações complementares as (vii) atividades práticas e o (viii) intercâmbio entre campi. Abaixo, segue a descrição de cada ação, em seus objetivos e procedimentos, seguida da apresentação de resultados efetivados até o presente momento. 7.8.1. Pesquisa de mercado A primeira linha de ação do Coaching Project é a realização de pesquisa tendo como público alvo estudantes e egressos do curso. Tal pesquisa, calcada em formulário socioeconômico e de interesse profissional, objetiva pautar as ações do projeto, a partir do melhor conhecimento das expectativas dos alunos e da realidade dos egressos. 7.8.2. Palestras As palestras, realizadas através de apresentações orais e audiovisuais, compõem a segunda linha de ação do Coaching Project e são utilizadas como forma de aproximar o estudante do mercado de trabalho e instrumentalizá-lo para a prática profissional, ampliando também sua visão de mundo a partir de exemplos bem-sucedidos. As palestras são organizadas em três eixos, segundo objetivos específicos, abaixo explicitados: Os rumos da profissão O primeiro eixo, intitulado “Os Rumos da Profissão”, visa instrumentalizar os estudantes para questões de regulamentação profissional. De suma importância diante da permanente necessidade de conscientização acerca da valorização da profissão, este eixo é reforçado pela recente criação do conselho próprio de Arquitetos e Urbanistas, o CAU/BR, e pela consequente reestruturação nas bases legais e éticas da profissão, que exigem esclarecimentos ainda mais intensos junto aos estudantes. 102 A nova geração de arquitetos O segundo eixo, denominado “A Nova Geração de Arquitetos”, apresenta aos estudantes cases de escritórios bem-sucedidos, compostos predominantemente por jovens arquitetos, que vem obtendo reconhecimento nacional e até internacional por meio de publicações e prêmios. Além de mostrar aos estudantes exemplos de boa arquitetura, o fato destas palestras serem proferidas por jovens profissionais acaba gerando identificação pessoal do aluno com o palestrante, o que auxilia na definição de objetivos para a carreira, a partir da adoção de uma espécie de modelo a seguir, calcada na visualização de um exemplo concreto de profissional próspero. Áreas de atuação profissional Por fim, o terceiro eixo, intitulado “Áreas de Atuação Profissional”, expõe aos estudantes o campo de atuação, demonstrando a variedade de opções de inserção e a importância do arquiteto e urbanista na qualificação da paisagem urbana. Os convidados deste eixo são, em sua maioria, profissionais com vasta experiência tanto na iniciativa privada como no meio acadêmico 7.8.3. Cursos A terceira linha do Coaching Project são os cursos de extensão, que têm como objetivo reforçar a cultura de complementação da formação básica, instituída nas Diretrizes Nacionais Curriculares do MEC, oferecendo ainda oportunidade de direcionamento de carreira aos estudantes, a partir da ampliação do conhecimento em áreas específicas. A oferta de cursos proporciona ainda a formação continuada dos egressos e demais profissionais, garantindo aperfeiçoamento e constante atualização de conteúdos. Como resultado, os cursos promovem também o intercâmbio entre estudantes e profissionais, propiciando contato entre futuros colegas de profissão e gerando possibilidades de colaboração através de estágios, por exemplo. A definição da natureza dos cursos oferecidos leva em conta demandas regionais e os indicativos da pesquisa de mercado, descrita na primeira ação, na qual são apontadas áreas de interesse específico. Basicamente, são ofertados três tipos de curso: i. cursos de instrumentalização para o uso de ferramentas de desenho e projeto; ii. oficinas de arte e criatividade, fundamentais para a sensibilização artística dos futuros arquitetos e ampliação de sua visão de mundo; iii. cursos técnicos sobre áreas específicas, com o objetivo de ampliar o leque de possibilidades de atuação. A linha dos cursos contempla ainda maratonas de projeto em Arquitetura e Urbanismo, na qual os estudantes são desafiados a elaborar soluções projetuais em um curto espaço de tempo, tendo temáticas relevantes como mote ou provocação. Por fim, os cursos são pensados também em nível de pós-graduação, outra estratégia para propiciar o aperfeiçoamento constante dos egressos e qualificar a prática profissional na região. 103 7.8.4. Viagens de estudos Considerando que a vivência espacial da arquitetura estudada é fundamental para consolidar o olhar arquitetônico e urbanístico, as viagens de estudos estão inseridas no programa de coaching com a função de ampliar a cosmovisão do aluno ao apresentar-lhe novas culturas e espacialidades, estimulando-o a refletir sobre elas. Iniciadas antes mesmo da saída de campo, por ocasião de uma sessão preparatória, as viagens promovem uma imersão na dinâmica urbana das cidades visitadas, aproximando o aluno de significativos exemplares arquitetônicos e urbanísticos. Além do aspecto didático, as viagens são promotoras de integração entre estudantes de diferentes fases, além de propiciarem a aproximação entre professor e aluno fora do ambiente da sala de aula. O roteiro de viagens inclui ícones reconhecidos da arquitetura e do urbanismo, mas também objetiva revelar ao estudante qualidades da paisagem urbana em locais já visitados. As viagens abrangem deste a escala regional, em saídas de campo para reconhecimento de áreas de intervenção, por exemplo, passando por diferentes zonas do Estado e cidades referência no país, até atingir o âmbito internacional. 7.8.5. Escritório Modelo A atuação do Escritório Modelo é a penúltima linha de ação, que oferece a possibilidade de trabalho conjunto entre alunos e professores em projetos que visam a qualificação do ambiente e a melhoria da formação através da vivência social e da experiência teóricoprática. Especificamente em relação ao aluno, possibilita experiências práticas concretas, através de pesquisa tecnológica e acompanhamento de projetos. 7.8.6. Mentoring Finalmente, temos o Mentoring, ou tutoria, como linha de ação do Coaching Project que oferece ao estudante orientação individualizada através do acompanhamento de um professor tutor ou conselheiro. O foco do professor tutor é proporcionar condições para que o estudante reflita sobre sua atuação profissional e desenvolva estratégias para obter sucesso em sua carreira. A tutoria se dá através de encontros presenciais, que possuem características de treinamento e acompanhamento profissional, estruturados na seguinte ordem: entrevista para reconhecimento do perfil do estudante, definição de aspirações e metas, elaboração de estratégias para cumprimento das metas, acompanhamento do processo de ajuste de carreira e verificação de resultados. O estudante tem liberdade para escolher seu tutor segundo critérios de afinidade e, uma vez iniciada a tutoria, fica estabelecido o vínculo, que tende a se prolongar, na maioria dos casos, por todo o período de graduação. No entanto, para fins de avaliação de resultados, é estabelecido um programa semestral para definição e cumprimento de metas. 7.8.7. Atividades práticas Outra linha de ação do Coaching Project são as atividades práticas, que proporcionam contato com a realidade profissional através de estágios, visitas técnicas e também exercícios de aplicação de tecnologias construtivas. 7.8.8. Intercâmbio entre campi Por se tratar de uma universidade multi-campi, o projeto de Coaching prevê também o 104 intercâmbio entre campi como uma das linhas de ação, através da promoção de semanas acadêmicas abertas a estudantes e professores das diferentes unidades. PROJETO DE COACHING Nome: Ano: Telefone: E-mail: Área: Professor: Semestre: Reflexão I-AUTOPERCEPÇÃO e Planejamento Estratégico Pessoal Esse exercício tem o objetivo de identificar o nível de autoconhecimento prévio ao início do processo de auto-estudo. As respostas à estas perguntas serão utilizadas em outros exercícios posteriormente. Muitas vezes nem paramos para pensar em questões como estas e não percebemos influências negativas provenientes de nosso próprio comportamento. O mais importante neste exercício é o autoquestionamento, é forçar-se a pensar nestas questões, por mais difícil que seja. 1. Quem sou eu? (Qual a imagem que você faz de si mesmo? Imagine-se como outra pessoa descrevendo você. Que características ela salientaria, como o descreveria como pessoa, profissional, membro de uma família, etc.) 2. Como eu acho que os outros me vêem? (essa pergunta é importante para identificar características como arrogância, insegurança, humildade, etc. Provavelmente as outras pessoas não o enxergam como você imagina!) 3. Quais são meus pontos fortes e fracos? 4. Quais são os valores que norteiam a minha vida? 105 5. Qual o meu nível de receptividade à mudanças? (Sou uma pessoa aberta à mudanças ou procuro deixar as coisas sempre do jeito que estão, pois me sinto mais seguro?) 6. Como é minha relação com a sociedade? (sou uma pessoa aberta, sociável, ou tímida, retraída? Evito ou procuro o contato com as pessoas? Desafios em minha vida?) 7. Quais são meus objetivos de vida? (objetivos gerais de longo prazo) 8. Quais são as qualidades que mais admiro em outras pessoas? Quem são as pessoas que mais admiro e por quê? 9. Quais são os defeitos que mais abomino em outras pessoas? Quais são as pessoas que não gosto e por quê? 10. Se dinheiro e tempo não fossem problemas para você, o que faria em sua vida? REFLEXÃO AUTOPERCEPÇÃO Esse exercício tem o objetivo de identificar o nível de autoconhecimento prévio ao início do processo de auto-estudo. As respostas à estas perguntas serão utilizadas em outros exercícios posteriormente. Muitas vezes nem paramos para pensar em questões como estas e não percebemos influências negativas provenientes de nosso próprio 106 comportamento. O mais importante neste exercício é o autoquestionamento, é forçar-se a pensar nestas questões, por mais difícil que seja. 1. Quem sou eu? 2. Como eu acho que os outros me vêem? 3. Quais são meus pontos fortes e fracos? 4. Quais são os valores que norteiam a minha vida? 5. Qual o meu nível de receptividade à mudanças? 6 .Como é minha relação com a sociedade? 107 7. Quais são meus objetivos de vida? 8. Quais são as qualidades que mais admiro em outras pessoas? Quem são as pessoas que mais admiro e por quê? 9. Quais são os defeitos que mais abomino em outras pessoas? Quais são as pessoas que não gosto e por quê? 10.Se dinheiro e tempo não fossem problemas para você, o que faria em sua vida? 8. INSTALAÇÕES FÍSICAS 8.1. Instalações gerais No sentido de buscar a melhoria e a qualificação de toda a sua infraestrutura, a ULBRA estabelece as seguintes diretrizes: • melhorar e expandir o espaço físico em geral; • implementar um processo de modernização da infraestrutura organizacional, com vistas à melhoria da qualidade de vida e do trabalho 108 no âmbito interno, incluindo o atendimento a portadores de necessidades especiais; • criar e assegurar as condições de infraestrutura física, de equipamentos, laboratórios, Biblioteca especializada e serviços que assegurem e garantam o desenvolvimento sistemático, harmônico e permanente dos programas de pós-graduação; • dimensionar o espaço físico adequadamente considerando-se o número de usuários e o tipo de atividade desenvolvida; • garantir o isolamento de ruídos externos e boa audição interna com o uso de equipamentos proporcionando condições acústicas adequadas; • implementar melhorias nas condições de luminosidade e ventilação adequadas às necessidades climáticas locais; • adquirir e manter mobiliário e aparelhagem específica para proporcionar condições ergonômicas adequadas e suficientes aos usuários; • manter todo o espaço físico limpo e arejado em todas as unidades garantindo para isso pessoal habilitado; • assegurar uma boa infraestrutura de segurança de pessoal e de propriedade contando com pessoal habilitado; • manter recursos audiovisuais e de multimídia em quantidade adequada às necessidades; • garantir a manutenção permanente das instalações físicas e dos equipamentos. O campus da ULBRA, em Torres, possui uma área ampla (6 hectares), distante a aproximadamente 1 km do centro da cidade. O prédio principal, localizado na rua Universitária, nº 1900, bairro Parque do Balonismo, possui mais de 9.859,06 m2, distribuídos em três pavimentos (pavimento térreo = 4.106,57 m2, primeiro pavimento = 4.106,57 m2, segundo pavimento = 1.645,92m2). Estas instalações atendem aos 15 cursos de graduação em andamento, na atualidade, no campus. As áreas de circulação são amplas, conduzem a todos os setores do prédio e permitem o acesso de portadores de necessidades especiais através de rampas de acesso e elevador. Além deste prédio, o campus possui: galpão crioulo, restaurante universitário, ginásio de esportes, centro de convenções, laboratório de fisioterapia, livraria, campo de futebol e estacionamento. 109 8.1.1. Sala dos Professores A sala para os professores é ampla, de 84m² dividida em 56m² e 28m², entre o espaço para os diários de classe dos professores e reprografia, equipada com três computadores conectados a Internet e acesso Wi-Fi, mesa e cadeiras. Nesta sala há boa iluminação e ambiente climatizado, limpo e conservado. Além disso, neste local há confortáveis sofás, tendo disponível aos docentes água, leite, café, chá e biscoitos. Este ambiente, com excelente acústica, contempla suficientemente o conforto e funcionalidade do corpo docente do campus. 8.1.2. Salas de Reunião A sala de reuniões, com 60m² é equipada com ar condicionado e boa iluminação. Conta com uma mesa central grande e cadeiras. Este ambiente está sempre bastante limpo. A sala está preparada para a utilização de recursos audiovisuais, vídeo ou teleconferências apoiados por uma boa acústica. 8.1.3. Gabinete da Coordenação O coordenador do curso tem o seu próprio gabinete de trabalho de 16m², equipado com computador conectado a Internet, acesso à rede Wi-Fi e telefone, tal gabinete está sempre limpo e arrumado para receber individualmente, caso necessário, alunos e docentes, além de pessoas da comunidade. 8.1.4. Gabinetes aos Docentes do Curso Estão à disposição dos docentes do curso os seguintes gabinetes: salas de estudo na Biblioteca; Salas de estudo na Coordenação de Pós-Graduação; Espaço para pesquisa no LABIN (Laboratório de Informática). Todos os gabinetes dispõem de ambiente climatizado, boa iluminação e acesso à Internet. 8.1.5. Salas de Aulas Todas as salas de aula possuem quadro negro ou branco, ventiladores e janelas, sendo adequadamente limpas todos os dias. Pode-se solicitar uso de materiais multimídia em sala de aula (computador, retroprojetor, TV e DVD e aparelho de som). As salas de aula permitem condições suficientes para as atividades docentes e discentes, em relação à iluminação, ventilação, acústica e mobiliário. A ULBRA Torres possui vinte e cinco salas de aula para cinquenta alunos, onze para trinta alunos, duas para sessenta alunos com ar condicionado, seis salas de aula para arquitetura e dez salas de aula localizadas no ginásio. Totalizando cinquenta e duas salas de aula no Campus. 8.1.6. Laboratório de Informática (LABIN) O Laboratório de Informática, conta com nove salas climatizadas, limpas, com cobertura Wi-Fi e de livre acesso aos alunos do curso. O Laboratório de Informática disponibiliza, ao todo, cerca de 80 computadores. 110 8.1.7. Auditórios A ULBRA Torres oferece dois auditórios: auditório principal e sala multimeios. O auditório principal possui capacidade para 280 pessoas com sistema de som e palco. A sala de multimeios comporta 70 pessoas. Ambos os espaços possuem excelente iluminação, ambiente climatizado e limpo, sendo que a última sala conta permanentemente com datashow, DVD, som, TV e computador. 8.1.8. Centro de Convenções A ULBRA Torres possui um Centro de Convenções climatizado, com capacidade de aproximadamente 1000 pessoas. 8.1.9. Instalações Sanitárias Os prédios, quer de ordem administrativa ou de ordem acadêmica, apresentam instalações sanitárias em todos os andares em que há circulação de pessoas. Estão adequadamente instaladas na quantidade necessária e suficiente para atender alunos, professores e funcionários, de ambos os sexos. Nos três andares do prédio, encontramse instalações destinadas ao atendimento de portadores de necessidades especiais. As condições de limpeza são classificadas como ótimas, em termos de contexto universitário. Várias vezes ao dia, os ambientes são higienizados e é providenciada a remoção da sujeira decorrente do seu uso. A manutenção, sempre que necessária, tanto preventiva como de reparo de danos às instalações, é feita por uma equipe própria da universidade. Abaixo, segue a relação de banheiros disponíveis no campus para uso de alunos, professores e funcionários. INSTALAÇÕES SANITÁRIAS TÉRREO Nº Sanitário para portadores de necessidades especiais 01 Sanitários exclusivo para professores/funcionários 02 Sanitários exclusivo para professoras/funcionárias 03 Sanitários masculinos 13 Sanitários femininos 13 PRIMEIRO ANDAR Sanitário para portadores de necessidades especiais 02 Sanitários masculinos 12 Sanitários femininos 12 SEGUNDO ANDAR Sanitário para portadores de necessidades especiais 01 111 Sanitários masculinos 10 Sanitários femininos 10 Na área externa do prédio, próximo ao Restaurante Universitário, existe três sanitários masculinos e três sanitários femininos. 8.1.10. Condições de Acesso para Portadores de Necessidades Especiais O campus dispõe de instalações especiais para portadores de necessidades, como estacionamento próximo à edificação, rampas de acessos, corrimões nas escadas, elevador com acesso para todos os andares, além de instalações sanitárias adequadas a cadeirantes em todos os andares do prédio. 8.1.11. Infraestrutura de Segurança O serviço de vigilância da ULBRA Torres procura garantir a prevalência das normas de segurança no que se refere às suas atribuições de prevenção e segurança às pessoas. O campus possui, na infraestrutura de segurança, um serviço de vigilância próprio, contando com 07 funcionários. Este serviço funciona 24 horas por dia, 7 dias por semana. Também há um sistema de alarme e monitoramento remoto realizado por uma empresa especializada. 8.2. Equipamentos 8.2.1. Acesso a Equipamento de Informática pelos Docentes Os professores têm acesso exclusivo aos computadores disponíveis na sala dos professores. Estão disponíveis também os computadores do LABIN e das salas de pesquisa na Biblioteca. O suporte técnico é prestado por uma equipe técnica que acompanha todas as ocorrências, garantindo o seu adequado funcionamento. Todos os computadores utilizados estão interligados na Internet e há um serviço de impressão em rede. O campus oferece em quase sua totalidade acesso à rede Wi-Fi. 8.2.2. Recursos Audiovisuais e Multimídia Os recursos audiovisuais e multimídia, constituídos de retroprojetores, projetores de vídeo, conjuntos de som e imagem, computadores com acesso a Internet, entre outros, estão a disposição dos docentes para suas atividades em sala de aula e cunho culturais do campus. 8.2.3. Rede de Comunicação Todos os computadores do campus, tanto da rede acadêmica, como administrativa, estão conectados a Internet. Eles são acessíveis aos alunos nos locais onde estão instalados os laboratórios e nos serviços de Biblioteca. O campus quase na sua totalidade oferece cobertura Wi-Fi. 112 8.3. Ambientes e laboratórios específicos do curso As instalações destinadas aos laboratórios estão distribuídas em diferentes prédios, agrupadas para atender áreas do conhecimento, próximas. No quadro que segue é especificado o ambiente entendido como sala equipada para servir de laboratório, com suas respectivas necessidades, a quantidade de salas por tipo de laboratório, bem como a área acumulada que lhes corresponde, capacidade de alunos que podem ser atendidos simultaneamente e o horário de funcionamento. O curso de Arquitetura utiliza os diversos laboratórios da Universidade de acordo com a correlação pedagógica destes laboratórios com as respectivas disciplinas que atendem, a partir dos objetivos, conteúdos, metodologia de trabalho. Os equipamentos vinculados a cada laboratório estão definidos e dimensionados para atender os experimentos previstos nas disciplinas do curso. A instalação de novos laboratórios e aquisição de equipamentos que lhes correspondem obedece à demanda sugerida pelos projetos dos cursos ou a substituição dos já considerados obsoletos. Além de atender as atividades de ensino muitos deles são utilizados para o desenvolvimento de trabalhos de pesquisa, em especial em nível de iniciação científica. Quando se trata de projetos de pesquisa mais amplos existem os laboratórios próprios para esta finalidade. A seguir a relação dos laboratórios utilizados pelo curso de Arquitetura e Urbanismo, espaços físicos disponíveis e equipamentos: 8.3.1. Laboratório de tecnologia da construção e instalações Área: 87,00m² Equipamentos: • Prensa para ensaio de compressão de concreto • Betoneira cap. 90 litros • Jogo de Peneiras ( 76 mm até < 0,15 mm ) • Balança de precisão 2,0 Kg • Vibrador de peneiras • Slump test – concreto • Conjunto de moldes para argamassa Disciplinas atendidas: • MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO CIVIL • TECNOLOGIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL I • TECNOLOGIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL II • INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS • INSTALAÇÕES ELÉTRICAS • PRÁTICA DE OBRAS 113 8.3.2. Laboratório de topografia Área: 56,00m² Equipamentos: • 02 - Teodolito marca Wild • 02 – Nível de luneta • 02 – Tripés • 24 – Baliza • 04 - Trenas de 50m Disciplinas atendidas: • TOPOGRAFIA 8.3.3. MAQUETARIA Área: 56,00m² Equipamentos: • 01 - Serra circular de Mesa • 01 - Lixadeira Cinta/Disco • 01 - Serra Tico-tico • 01 - Torno / Furadeira de Mesa • 01 - Esmerilhadeira ½ c.v. • 01 - Conjunto de ferramentas Disciplinas atendidas: • PRÁTICA DE PROJETO • ESTUDOS DA FORMA • MORFOLOGIA ESTRUTURAL • DESENHO ARQUITETÔNICO 8.3.4. Laboratório de conforto ambiental e eficiência energética Equipamentos: • 6 LuxÍmetros digitais • 6 Decibelímetros • 1 Termômetro Windmesser • 1 Termômetro infravermelho 114 • 1 Higrômetro • 1 Heliodon Disciplinas atendidas: • ARQUITETURA E MEIO AMBIENTE • CONFORTO AMBIENTAL • INTALAÇÕES ELÉTRICAS • PRÁTICA DE PROJETOS 8.3.5. Laboratório de expressão gráfica Área: 56,00m² Equipamentos: • 25 mesas de desenho equipadas com réguas paralelas Disciplinas atendidas: • MEIOS DE EXPRESSÃO 8.3.6. Salas de desenho Área: 56,00m² Equipamentos: • 20 mesas de desenho equipadas com réguas paralelas Disciplinas atendidas: • DESENHO ARQUITETÔNICO • DESENHO TÉCNICO E GEOMETRIA DESCRITIVA 8.3.7. Escritório modelo Área: 13,10m² Equipamentos: • 2 computadores Softwares licenciados: • Pleo – Planilha eletrônica de orçamento • ArcGis – Geoprocessamento • GvSig – Geoprocessamento • Auto CAD 115 • Vector Works • Corel Draw 8.4. Laboratório de Informática A ULBRA conta com amplos recursos da tecnologia da informação, notadamente infraestrutura básica de hardware e rede de comunicação de dados caracterizada por oferta de conectividade em escala nacional e extensão de capilaridade em todas as unidades. O uso dessa infraestrutura tecnológica contribui decisivamente para modernizar e conferir eficiência e eficácia à sua gestão, com uma consequente redução de custos operacionais. A ULBRA disponibiliza e assegura a operacionalidade de recursos e serviços de informática para todas as suas unidades e cursos promovendo a sua utilização e inovação. O acesso e utilização destes recursos têm regulamento próprio. A prioridade deste serviço é assegurar a ampla acessibilidade e disponibilidade dos recursos e serviços de informática, em condições adequadas de desempenho, capacidade e segurança, garantindo simultaneamente a sua permanente adequação às necessidades da comunidade que serve. O principal objetivo da TI é alinhar as suas metas a estratégia da Instituição, promovendo um ambiente de trabalho com a melhor qualidade para o ensino, investigação e administração de todas as Unidades da Universidade. Desenvolver, testar e disponibilizar novos serviços oferecendo novos recursos, procurando manter um diferencial positivo de inovação, que estimule a atualização e o progresso tecnológicos. A ULBRA considera a política de informática como decisiva para auxiliar na produção, guarda e socialização do conhecimento e na captura de informações e dados de todos os Bancos de Dados em tempo real. A rede e sistema de softwares integram todas as Unidades da ULBRA. No Campus Torres a universidade disponibiliza 9 laboratórios de informática que atendem aos alunos com serviços de impressão. Estão disponíveis também os computadores na sala de pesquisa na Biblioteca e os computadores da Biblioteca para acesso a catálogos, bases de dados, publicações eletrônicas e Internet. Todos os laboratórios estão interligados à Internet e com acesso Wi-Fi. O seu uso está à disposição dos acadêmicos durante os horários normais de oferta das disciplinas e nos horários extra-classe, sempre que desejarem, durante período de funcionamento da universidade. Nestes períodos, os acadêmicos são assessorados por funcionários do setor ou monitores. O suporte técnico é prestado por uma equipe técnica que acompanha as ocorrências, garantindo adequado funcionamento dos equipamentos de acesso à rede, processamento, impressão ou de projeção. Para o curso de Arquitetura e Urbanismo estão disponíveis computadores com os seguintes softwares licenciados • Pleo – Planilha eletrônica de orçamento • ArcGis – Geoprocessamento • GvSig – Geoprocessamento 116 • Auto CAD • Vector Works • Corel Draw Disciplinas atendidas: • REPRESENTAÇÃO GRÁFICA • GEOPROCESSAMENTO • COMPUTAÇÃO GRÁFICA 8.5. Biblioteca A biblioteca física está situada no prédio 5 do Campus Canoas, ocupando uma área física de 3.822m2 em três pavimentos. O acervo da Biblioteca Martinho Lutero Canoas é composto por livros, teses, dissertações, monografias, trabalhos de conclusão de cursos, normas técnicas, folhetos, periódicos, fitas de vídeo, diapositivos, CDs-ROM, mapas, obras raras e históricas e outros materiais especiais. A Biblioteca da ULBRA possui bases de dados multidisciplinares, com acesso livre através da rede de computadores da ULBRA, ou remoto através de senha de acesso, liberada somente para a comunidade universitária. Junto ao SOI - Setor de Recursos Online de Informação, a Biblioteca dispõe de computadores para acesso a estas bases. As bases disponíveis atualmente são: Academic Search Complete (EBSCO) MEDLINE with Full Text (acesso a 20% dos textos disponíveis via EBSCO) Psychology and Behavioral Sciences Collection (EBSCO) Abstracts in Social Gerontology Academic Search Premier Dentistry & Oral Sciences Source Chemical Hazard Information Library As Bibliotecas da Universidade possuem acesso liberado a nove bases de dados e coleções do Portal de Periódicos da CAPES, são elas: American Society for Testing and Materials (ASTM) Begell House Clinics Collection (Elsevier) Dentistry & Oral Sciences Source (DOSS) Emerald Nature Science Direct Scopus Wiley 117 A ULBRA disponibiliza também aos seus alunos de ensino superior o acesso online a mais de 3.000 títulos de livros de todas as áreas do conhecimento das editoras Contexto, IBPEX, Manole e Pearson, entre outras. A Biblioteca Virtual Universitária 2.0 é o primeiro e único acervo eletrônico de livros-texto, com obras totalmente em Português e leitura total disponível pela Internet, e conta com ferramentas que enriquecem e agilizam a pesquisa e/ou estudo, como: pesquisa inteligente; marcadores de páginas; anotações personalizadas; e impressões de páginas avulsas e/ou capítulos avulsos (opcional). A Biblioteca Digital de Teses e Dissertações disponibiliza as dissertações e teses dos programas de mestrado e doutorado da Universidade. O acesso é oferecido através do LIBER - Catálogo On-line das Bibliotecas da ULBRA. Também estão disponíveis as monografias de alunos de cursos de especialização através da Biblioteca Digital de Monografias de Especialização. A Biblioteca Martinho Lutero da ULBRA Torres faz parte da rede de Bibliotecas da ULBRA, e desde o ano 2000 possui seu acervo totalmente informatizado, constando no catálogo geral das Bibliotecas, disponível através do site institucional. O sistema de informatização das Bibliotecas da ULBRA denomina-se Liber e é gerenciado pelo software Aleph500. A Biblioteca Martinho Lutero - Torres integra o catálogo único, denominado Catálogo Online das Bibliotecas da ULBRA, que reúne o acervo das Bibliotecas das unidades da Universidade, calcado em uma política de padronização de processos e serviços. 8.5.1. Espaço Físico A área física atual da Biblioteca, localizada no andar térreo, é de 726,70 m2, distribuída conforme os ambientes da tabela abaixo. O acesso ao acervo é livre para todos os usuários. Para facilitar a identificação dos recursos, a sinalização contempla a divisão do acervo. A Biblioteca possui climatização artificial, que proporciona um ambiente adequado ao estudo. ÁREA FÍSICA DA BIBLIOTECA AMBIENTE QUANTIDAD E ÁREA (m²) Disponibilidade do Acervo 1 261,50 Volumes Leitura 2 173,75 Assentos 95 Estudo individual 10 15,00 Assentos 20 Estudo em grupo 4 35,00 Assentos 16 Sala de vídeo 0 0 Assentos 0 Administração e processamento técnico do acervo 2 26,90 Recepção e atendimento ao usuário 1 30,00 Periódicos 3 31,25 Área de circulação 150,30 CAPACIDADE 6 118 Acesso à Internet 0 0 Pontos 0 Acesso à Base de Dados 0 0 Pontos 0 Consulta ao acervo 1 3,00 Pontos 3 TOTAL 726,70 A Biblioteca dispõe de dois computadores para acesso ao catálogo on-line e outros quatro computadores para acesso às bases de dados, publicações eletrônicas e Internet. Os espaços destinados à leitura e ao estudo estão integrados ao acervo, criando um ambiente agradável e propiciando ao usuário proximidade com o material. A Biblioteca possui oito salas para estudo individual e seis salas para estudo em grupo. As salas podem ser reservadas previamente para estudos individuais ou em grupos e oferecem condições elétricas e ponto da rede lógica para utilização de notebooks com acesso à Internet. 8.5.2. Acervo O acervo da Biblioteca Martinho Lutero – Torres é composto por livros, teses, dissertações, monografias, trabalhos de conclusão de curso, normas técnicas, folhetos, periódicos, CDROMs, DVDs e outros materiais especiais (Tabela 9). Sua cobertura temática atende as áreas de ensino, pesquisa e extensão do campus, bem como a formação sociocultural da comunidade usuária, além da formação de acervo de apoio às atividades acadêmicas, científicas e culturais. ACERVO GERAL DA BIBLIOTECA NÚMERO ITEM TÍTULOS VOLUMES Livros 17562 31612 Periódicos Nacionais 153 - Periódicos Estrangeiros 31 - CD-ROMs 181 329 Fitas de vídeo 0 0 DVDs 59 59 Outros (especificar) - - 8.5.3. Horário de Funcionamento A Biblioteca Martinho Lutero – Torres está aberta à comunidade universitária e comunidade em geral durante o horário de funcionamento do campus, de forma que seus 140 119 usuários tenham acesso aos recursos da Biblioteca nos turnos da manhã, tarde e noite, das 8h às 22h. A Biblioteca também abre aos sábados, das 8h às 12h e das 13h às 16h. 8.5.4. Serviço de Acesso ao Acervo A Biblioteca possui livre acesso ao seu acervo, permitindo empréstimo domiciliar para sua comunidade acadêmica (alunos, professores e funcionários) e empréstimo local para os demais usuários, com prazo de 7 (sete) e 3 (três) dias para livros e CD-ROM, e empréstimo diário para periódicos e material de referência, bem como empréstimo entre as Bibliotecas da rede. O Catálogo On-line das Bibliotecas da ULBRA reúne o acervo das Bibliotecas da instituição. Oferece pesquisa ao acervo das unidades integrantes, na forma de um catálogo único ou em catálogos independentes (por Biblioteca ou tipo de material), e permite o envio dos resultados por e-mail ou salvamento em arquivos. O Catálogo Online inclui o acesso à Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da ULBRA, com opção de busca por autor, orientador, título, assunto, etc. e consulta/download do texto completo do documento, em formato PDF. Também por meio do Catálogo On-line, o usuário pode verificar e renovar empréstimos; efetuar, conferir e cancelar reservas e verificar débitos. O Catálogo On-line das Bibliotecas da ULBRA é acessível através dos computadores da rede ULBRA e da Internet, no endereço http://liber.ulbra.br. Ainda por meio da web, os usuários contam com o site das Bibliotecas da ULBRA, onde são apresentadas informações, tais como, endereços, contatos, horários de funcionamento e serviços. O site inclui link para acesso ao Catálogo e outros Recursos on-line, incluindo bases de dados, periódicos eletrônicos e outras fontes de dados. O site das Bibliotecas da ULBRA é acessível nos computadores da rede da ULBRA e Internet, no endereço http://www.ulbra.br/bibliotecas. As Bibliotecas possuem infraestrutura para consulta as bases de dados, periódicos eletrônicos on-line e em CD-ROM, bem como pesquisa na Internet. Entre os serviços oferecidos, está o de comutação bibliográfica, através dos programas COMUT Programa de Comutação Bibliográfica do IBICT. 8.5.5. Política de Aquisição, Expansão e Atualização A política de atualização e expansão do acervo bibliográfico adotada pela Instituição é baseada nas necessidades dos cursos de graduação, pós-graduação e extensão mantidos pela Universidade, seguindo as indicações de aquisição de bibliografia do corpo docente e discente com base nos conteúdos programáticos dos cursos oferecidos e as recomendações dos Padrões de Qualidade das Comissões de Especialistas de Ensino CEE/SESu/MEC. A aquisição do material bibliográfico se dá de forma contínua, com base nas solicitações de aquisição dos cursos e/ou identificação de necessidades por parte da Biblioteca, e de acordo com o provimento de recursos financeiros da Universidade. Existe a preocupação e disposição da Direção da ULBRA campus Torres em atualizar constantemente o acervo. Os recursos necessários para aquisição de material bibliográfico advém da mantenedora, atendendo as necessidades dos cursos. Anualmente, serão feitos investimentos na Biblioteca procurando atender às necessidades decorrentes da oferta de novos cursos e o crescimento do número de usuários. 120 8.5.6. Adequação da biblioteca Martinho Lutero – Torres às necessidades do curso de arquitetura O acervo conta com volumes em quantidade adequada dos livros constantes da bibliografia básica e complementar das disciplinas do curso. O acervo é complementado pela assinatura de periódicos de referência na área de arquitetura e urbanismo, fundamentais para a complementação e atualização do conhecimento técnico e da evolução da produção arquitetônica mundial e nacional. O Curso de Arquitetura e Urbanismo assina as seguintes publicações: 8.6. El Croquis Suma + GA Houses AU – arquitetura e Urbanismo Projeto Design Téchne Infraestrutura urbana Acessibilidade Para a promoção de acessibilidade e atendimento prioritário, imediato e diferenciado às pessoas com necessidades especiais, a ULBRA instituiu o Programa Permanente de Acessibilidade e o comitê de Acessibilidade, que visam implementar uma política institucional da qual fazem parte as estratégias de acessibilidade, equiparação de oportunidades e inclusão da Universidade com as pessoas com deficiência e mobilidade reduzida. O objetivo é reduzir os empecilhos tanto dos espaços construídos quanto das atitudes que possam impedir ou dificultar o direito ao estudo e o acesso ao trabalho. O Programa Permanente de Acessibilidade promove assessoria e consultoria diária e permanente junto aos estudantes surdos, cegos e deficientes físicos a fim de identificar suas demandas e aprimorar a política de acessibilidade comunicacional, arquitetônica política e social para com as diferenças, objetivando o reconhecimento político das mesmas. Foi criado com o objetivo principal de desenvolver uma política de articulação para com esses segmentos e a Universidade como um todo, ampliando ações e propondo avanços inclusive de algumas leis nesse campo. Dentro dos seus princípios que lhe são estatutariamente atribuídos, há um compromisso com a questão social, do desenvolvimento econômico e apoio às esferas públicas e possibilitar que aconteça concretamente a acessibilidade universal e interação entre a comunidade acadêmica e a ULBRA. Destaca-se o grande avanço na ULBRA referente ao trabalho com os estudantes surdos, onde há 15 anos o setor de Acessibilidade desenvolve projetos na área dos Estudos Surdos. Os alunos surdos estão regularmente matriculados, são acompanhados de Intérpretes de LIBRAS e assistidos por professores especializados no campo dos Estudos Surdos. 121 O Programa Permanente de acessibilidade possui as seguintes áreas de atuação institucional como prioritárias para a consolidação e expansão do mesmo: • Assessoria e Apoio à Institucionalização e Divulgação da Língua Brasileira de Sinais (Libras), Estudos Negros, Estudos Indígenas e as leis de acessibilidade desses grupos; • Planejamento e Projetos para o Desenvolvimento dos Estudos Culturais e da Acessibilidade; • Projetos Específicos de Interesse Federal, Estadual, Municipal e Privado Local; • Cursos de Formação e Qualificação dos Profissionais na área indígena, dos afrodescendentes e dos profissionais que atuam direta ou indiretamente com as Pessoas com Deficiência; • Execução e acompanhamento legal, administrativo, institucional, prática e operacional das diversas ações e projetos a serem implantados nesse campo pela ULBRA/RS e Unidades do Norte e Centro Oeste bem como na região na qual a ULBRA está localizada; • Aprimoramento do Laboratório de Ensino, Pesquisa e das diferenças incluindo a Acessibilidade, Negros e Indígenas no Brasil. O setor de Acessibilidade disponibiliza também atendimento pedagógico para os surdos, cegos e pessoas com outras deficiências. Este atendimento é priorizado pelo setor considerando o amparo legal destes alunos e funcionários com deficiência, bem como a referência nacional da ULBRA na área de acessibilidade. 122 123 BIBLIOGRAFIA AUSUBEL, D.P. Aprendizagem Significativa: a teoria de David Ausubel. São Paulo: Moraes, 1982. AUSUBEL, D.; NOVAK, J.; HANESIAN, H. Educational Psychology: a cognitive ciew. (2nd Ed.). New York: Holt, Rinehart & Winston, 1978. BRASIL. Resolução CNE/CES nº2/2010. Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do curso de graduação em Arquitetura e Urbanismo, alterando dispositivos da Resolução CNE/CES nº6/2006. Brasília: Ministério da Educação, 2010. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=12991. Acesso em: 06 de abril de 2011. BRASIL. Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a organização e o funcionamento dos cursos superiores de tecnologia. Brasília: Ministério da Educação, 2010. Disponível em: < http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/CP032002.pdf>. Acesso em: março 2010. GARDNER, Howard. Inteligências Múltiplas: a teoria na prática. 1a ed. Porto Alegre: Artmed, 1985. ULBRA – Universidade Luterana do Brasil. Regime Geral da Universidade. Disponível em: < http:// http://www.ulbra.br/sobreaulbra/. Acesso em: novembro 2013. ULBRA – Universidade Luterana do Brasil. Estatuto da Universidade. Disponível em: < http:// http://www.ulbra.br/sobreaulbra/. Acesso em http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/CP032002.pdf>: novembro 2013. 124 ANEXO 1 ESTÁGIO SUPERVISIONADO REGULAMENTAÇÃO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO Resumo: O Estágio Supervisionado compreende duração mínima de 250 horas, sendo 216 em Empresa ou Escritório Modelo e 34 na preparação de documentos e apresentação, totalizando 250 horas. O aluno deverá apresentar como trabalho final uma proposta de melhoria nas rotinas de trabalho ou gestão do local onde foi realizado o Estágio Supervisionado. O trabalho final será submetido a uma Banca Examinadora interna. Art. 1.º O presente regulamento aplica-se exclusivamente aos estágios supervisionados realizados obrigatoriamente por alunos regularmente matriculados nas disciplinas Estágio Supervisionado, integrante do Ciclo de Formação Básica Profissional do Curso de Arquitetura e Urbanismo da ULBRA – Campus Canoas/RS, equivalendo a um total de 2 (dois) créditos. Art. 2.º O objetivo do estágio supervisionado é o desenvolvimento de um trabalho que alie o conhecimento científico e o conhecimento prático em uma dada área de conhecimento. Art. 3.º O estágio supervisionado é uma atividade didática que não gera vínculo empregatício, sob qualquer hipótese, entre o discente e a organização na qual se realiza o estágio. Art. 4.º O estágio será desenvolvido sob a supervisão do Coordenador de Estágio e de um docente ou grupo de docentes designados pela ULBRA, denominado Orientador Acadêmico, e de um profissional indicado pela organização onde o estágio será realizado, denominado Orientador de Campo. No caso do estágio ser realizado no Escritório Modelo, esse papel será desempenhado pelo professor responsável pelo projeto em andamento. Art. 5.º O estagiário deverá reportar-se ao seu Orientador de Campo, conforme critérios estabelecidos em termos de periodicidade e apresentação de documentos. Art. 6.º Ao Orientador Acadêmico cabe o acompanhamento normativo, didático, científico e profissional do estagiário. Art. 7.º As atribuições do Coordenador de Estágio: I - Auxiliar os alunos na definição preliminar da área de conhecimento a ser seguida e do projeto preliminar a ser entregue na primeira quinzena do inicio das aulas; II - Estabelecer prazos e verificar seu cumprimento junto aos alunos e orientadores, providenciando o arquivamento de relatórios mensais de acompanhamento, servindo assim de elo de ligação entre coordenadoria e orientadores / alunos; III - Indicar ao aluno bibliografias necessárias para fundamentar o projeto escolhido. Detalhar e fazer modificações no projeto preliminar para torná-lo exequível e fazer com que utilize as técnicas mais modernas que possam ser alcançadas com os recursos disponíveis. IV - Zelar pelos cumprimentos dos prazos estabelecidos (entrega dos relatórios mensais) e relatar, assim que detectado todo e qualquer problema que possa ocorrer durante a confecção do trabalho; V - Receber os relatórios parciais assinados; 125 VI - Lançar as notas finais nos boletins de notas da IES. VII - Nomear a banca examinadora composta de 3 docentes titulares, sendo que fica a cargo do orientador contatar os membros e verificar a disponibilidade; Art. 8.º O estágio supervisionado será realizado individualmente pelo aluno, em uma organização reconhecida perante a legislação brasileira, de caráter empresarial ou não, com duração mínima de 216 horas na empresa e 34 para preparação de documentos e apresentação, totalizando 250 horas. Art. 9.º Para iniciar o estágio o aluno deve, apresentar um plano de estágio, em comum acordo com o professor orientador e a organização onde serão realizadas as atividades. O plano de estágio pode aceitar modificações no decorrer das atividades, a critério do professor orientador. Art. 10. O Estágio Supervisionado deve ser realizado dentro do conjunto de áreas definidas a partir do Plano Pedagógico do Curso de Arquitetura e Urbanismo, sendo que o discente poderá, a seu critério, propor a aceitação de uma nova área para contemplar temas novos ou de interesse imediato ao Coordenador de Estágio, que submeterá a Coordenação do Curso. Art. 11. Para validar estágio em curso ou a decisão de incluir nova área de realização do estágio cabe a Coordenação do Curso, sendo soberana e irrecorrível. Art. 12. O Estágio Supervisionado pode ser invalidado pelo Coordenador de Estágio, pelo orientador acadêmico, pelo orientador de campo ou pela organização onde se realiza o estágio, por intermédio de seus representantes legais quando: I - O estágio estiver em desacordo com a presente norma, com os regulamentos desta Universidade ou com a legislação brasileira vigente; II - A área de conhecimento não tiver sido aprovada pela Coordenação do Curso; III - As atividades efetivamente realizadas não forem condizentes com o plano de estágio; IV - A carga horária mínima não for atingida; V - Os objetivos propostos para o estágio não forem atingidos; VI - O discente não comparecer e não justificar a ausência nas reuniões mensais; VII - O discente deixar de apresentar ou apresentar fora de prazo os relatórios exigidos pela supervisão do estágio; VIII - O discente deixar de apresentar ou apresentar fora de prazo a defesa do estágio perante a banca examinadora; IX - O estágio for suspenso, exceto se a suspensão for motivada por desinteresse em continuidade, por quaisquer das partes, após o cumprimento dos objetivos e da carga horária mínima; XI - Houver a ocorrência de situações que justifiquem a invalidação do estágio, segundo quaisquer partes envolvidas, cabendo ao discente recurso junto à Coordenação do Curso, que designará uma comissão; XII - A comissão designado pela Coordenação do Curso não aprovar o cadastro do trabalho ou o agendamento da banca examinadora. Art. 13. A invalidação do estágio implica na reprovação do aluno na respectiva disciplina. Art. 14. O estágio deve ser imediatamente suspenso se: 126 I - O estágio estiver em desacordo com a presente norma, com os regulamentos desta Universidade ou com a legislação brasileira vigente; II - As atividades desenvolvidas pelo estagiário estiverem fora dos objetivos do estágio supervisionado; III - As atividades desenvolvidas pelo estagiário estiverem fora dos padrões de ética exigidos pelo curso; IV - As atividades desenvolvidas pelo estagiário estiverem fora dos padrões de qualidade exigidos pelo curso; V - O estagiário trancar ou cancelar a matrícula na disciplina de estágio; VI - O estagiário deixar a condição de aluno desta Universidade; VII - Houver desinteresse de continuidade da parte desta Universidade ou da organização cedente do estágio, sem prejuízo dos trabalhos em curso; VIII - O estagiário estiver exposto a ou causando risco à vida, ao patrimônio e ao ambiente; IX - Houver ato de má fé, fraude ou tentativa de fraude em atividades e documentação relativas ao estágio, por quaisquer das partes; X - Houver a ocorrência de situações que justifiquem a suspensão do estágio, segundo quaisquer partes envolvidas, cabendo ao discente recurso junto à Comissão Designada.. Art. 15. A suspensão do estágio implica na reprovação do aluno na respectiva disciplina, exceto se a suspensão for motivada por desinteresse em continuidade, por quaisquer das partes, após o cumprimento dos objetivos e da carga horária mínima. Art. 16. Cabe ao discente integralmente a responsabilidade em conseguir uma organização que aceite a realização do estágio, segundo as normas aplicáveis a este tipo de atividade, particularmente aquelas aqui definidas. Art. 17. A ULBRA não tem quaisquer responsabilidades em procurar ou indicar organizações ou celebrar convênios para realização do estágio. Art. 18. São obrigações dos alunos matriculados nas disciplinas de Estágio Supervisionado: I - Tomar conhecimento integral do conteúdo da regulamentação e normas complementares que rege o estágio supervisionado, que estarão disponibilizadas via e-mail, com o professor Orientador Acadêmico, com o professor Coordenador de Estágio e com o Coordenador do Curso; II - Compatibilizar a jornada de atividade de estágio a ser cumprida com o seu horário escolar e com o funcionamento do órgão ou entidade concedente do estágio; III - Procurar o professor orientador e agendar horários para a definição do projeto preliminar, projeto esse que deverá estar definido segundo as áreas de conhecimento inseridas nas normas vigentes e encaminhado ao professor orientador no prazo máximo de 30 dias após o início das aulas do semestre; IV - Desenvolver os relatórios parciais e final; V - Após a defesa do trabalho, o aluno deverá efetuar as correções indicadas pela banca examinadora. Anexar após a página de titulo o formulário de aprovação e entregar na ULBRA, uma cópia encadernada, quando for o caso, no prazo máximo de 5 (cinco) dias após o parecer definitivo da banca examinadora; IV - Reservar recursos necessários para a data e local da defesa / apresentação. 127 Art. 19. O estágio será avaliado pelo professor da disciplina de Estágio Supervisionado (Coordenador de Estágio), através do plano de estágio, dos relatórios parciais de acompanhamento, dos contatos com a instituição que proporciona o estágio e do relatório final apresentado na defesa pública. Art. 20. O estagiário deverá apresentar defesa pública do trabalho do estágio, perante a banca examinadora indicada pelo orientador. Art. 21. A forma da defesa constará de uma exposição de 30 minutos feita pelo aluno e de uma arguição feita pela banca de até 20 minutos. Art. 22. O estagiário deve apresentar, junto ao relatório final, declaração da organização onde foi realizado o estágio contendo: carga horária efetivamente utilizada no estágio (mínima 216 horas), qualificação do profissional que o acompanhou, a avaliação da organização em relação ao estágio e demais documentação necessária para a validação do estágio. Art. 23. Qualquer caso omisso nesta documentação não isenta o estagiário das responsabilidades a ele concernentes especificadas neste regulamento. Art. 24. Os casos de dúvidas ou omissos serão resolvidos pelo professor da disciplina e Coordenador do Estágio Supervisionado. 128 ANEXO 2 ATIVIDADES COMPLEMENTARES REGULAMENTAÇÃO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO Resumo: As Atividades Complementares compreendem a duração mínima de 204 horas. São compostas por atividades acadêmicas ou não, que contribuem na formação do aluno. São eventos em que o aluno participa, realizados no âmbito da Ulbra ou externamente. Eventos esses necessariamente vinculados à Arquitetura e Urbanismo. Art. 1.º O presente Regulamento tem por finalidade normatizar as Atividades Complementares do Curso de Graduação em Arquitetura e Urbanismo da Universidade Luterana do Brasil - ULBRA, Campus de Torres - RS, estabelecendo as normas gerais de controle, aproveitamento, validação e registro das horas complementares realizadas pelos acadêmicos, bem como especificar as atividades que são válidas para esse fim, os documentos comprobatórios e a limitação da carga horária admitida para cada atividade. Art. 2.º A grade curricular estipula 34 horas referenciais de Atividades Complementares. A esse referencial de horas é aplicado um ponderador de 6, totalizando 204 horas necessárias de Atividades Complementares. O acadêmico deverá realizar, ao longo do Curso de Graduação, as duzentas e quatro (204) horas de atividades complementares, aqui consideradas horas/aula, sendo vedada a integralização da carga horária complementar com apenas um tipo de atividade. Art. 3.º As Atividades Complementares de Graduação (ACG) do curso de Arquitetura e Urbanismo de Canoas desta Universidade compõem-se das seguintes atividades: I - Cursos e Eventos organizados pela ULBRA; II - Cursos e Eventos organizados por outras instituições; III - Disciplinas não obrigatórias e optativas além das necessárias; IV - Disciplinas de outros cursos de graduação; V - Estágio complementar; VI - Iniciação Científica; VII - Monitoria de disciplinas; VIII - Monitoria de cursos de Extensão e Eventos Acadêmicos; IX - Monitoria de Extensão Comunitária; X - Ouvinte em banca de trabalho de conclusão de curso de graduação e especialização; XI - Ouvinte em banca de mestrado e doutorado; XII - Premiação em trabalhos acadêmicos; XIII - Publicações; XIV - Representação Estudantil; XV - Reunião Técnica; XVI - Viagens Nacionais e Internacionais Orientadas de Estudos; 129 XVII - Visitas técnicas, que não fazem parte de atividades programadas nas disciplinas do currículo; Art. 4º - Os cursos e eventos organizados pela ULBRA, elencadas no inciso I do Art. 3°, será considerado por hora realizada a carga horária de uma hora/aula para eventos nacionais e 1,5 hora/aula para eventos internacionais, sendo o limite de aproveitamento de 102 horas/aulas para o cômputo total das horas de atividades complementares. Art. 5º - Os cursos e eventos organizados por outras instituições de ensino, elencadas no inciso II do Art. 3°, será considerado por hora realizada a carga horária de meia hora/aula para eventos nacionais e uma hora/aula para eventos internacionais, sendo o limite de aproveitamento de 68 horas/aulas para o cômputo total das horas de atividades complementares. Art. 6º - As disciplinas não obrigatórias e optativas além das necessárias previstas no currículo do Curso, elencadas no inciso III do Art. 3º, podem ser realizadas em outros cursos de graduação ou pós-graduação desta Universidade ou em outras Instituições de Ensino Superior nas áreas afins da Arquitetura e Urbanismo, as quais serão consideradas por hora realizada, a carga horária de uma hora/aula, tendo o limite de aproveitamento de 102 horas/aulas para o cômputo total das horas de atividades complementares. Art. 7º - As disciplinas de outros cursos de graduação não previstas no currículo do Curso, elencadas no inciso IV do Art. 3º, podem ser realizadas em outros cursos de graduação ou pósgraduação desta Universidade ou em outras Instituições de Ensino Superior nas áreas afins da Arquitetura e Urbanismo, as quais serão consideradas por hora realizada, a carga horária de uma hora/aula, tendo o limite de aproveitamento de 102 horas/aulas para o cômputo total das horas de atividades complementares. Art. 8º - Os estágios complementares, elencados no inciso V do Art. 3º, devem ter convênio com instituições que tenham reconhecimento desta Universidade, mediante Termo de Compromisso de Estágio celebrado entre o estudante e a parte concedente, com interveniência da Universidade, representada pelo Coordenador do Curso. Parágrafo Primeiro – A carga horária do estágio complementar é de 34 horas/aula por semestre, com o limite de 68 horas/aula para a carga horária total das atividades complementares. Parágrafo Segundo – A supervisão e orientação dos estágios complementares serão realizadas pelo Coordenador do Curso. Parágrafo Terceiro – A instituição concedente do estágio poderá ou não conceder uma bolsa auxílio ao estudante estagiário. Parágrafo Quarto – A instituição concedente deverá providenciar um seguro de acidentes pessoais que cubra eventuais acidentes com o estudante estagiário. Art. 9º - As atividades de iniciação científica em projetos de pesquisa docente ou discente, elencada no inciso VI, deve ser de um ano de participação integral, orientado por docentes deste curso ou de outra Instituição de Educação Superior, na área de Arquitetura e Urbanismo. Parágrafo Único – A carga horária de Iniciação Científica é de 34 horas/aula por semestre com o limite de 68 horas/aula para a carga horária total das atividades complementares. Art. 10 - As monitorias de disciplinas, elencadas no inciso VII do Art. 3º, devem ser pertinentes a disciplinas do currículo pleno do Curso de Arquitetura e Urbanismo. Parágrafo Primeiro – A carga horária das monitorias de ensino é de 34 horas/aula por semestre com o limite de 68 horas/aula para a carga horária total das atividades complementares. Art. 11 – As monitorias de cursos de extensão e eventos acadêmicos, elencados no inciso VIII do Art. 3º, são exclusivamente para cursos e eventos previamente aprovados pelo Coordenador do Curso com a indicação dos monitores participantes, que tenham responsabilidade e orientação de 130 professores da Instituição e certificadas pela Pró- Reitoria de Desenvolvimento Institucional e Comunitário – PRODIC. Parágrafo Único – A carga horária das monitorias em cursos de extensão e eventos acadêmicos corresponderá às horas efetivamente trabalhadas pelo aluno monitor no curso ou evento, conforme relatório do professor responsável pela atividade, estando limitada a 68 horas/aula para a carga horária total das atividades complementares. Art. 12 – As monitorias de extensão comunitária, elencadas no inciso IX do Art. 3º, deverão ser para a participação em projetos e programas de extensão comunitárias, coordenadas por docentes da ULBRA, devendo ser comprovados mediante Atestado ou Certificado expedido pela Pró-reitora de Desenvolvimento Institucional e Comunitário – PRODIC. Parágrafo Único – A atividade de monitoria de Extensão deverá ser de um semestre letivo de participação integral para computar 34 horas/aula, tendo o limite de até 102 horas/aula para a carga horária total das atividades complementares. Art. 13 - A participação como ouvinte em banca de Trabalho de Conclusão de Curso de graduação e especialização em Arquitetura e Urbanismo, elencada no inciso X do Art. 3º, deve ser comprovadamente atestada pela Coordenação de Trabalhos de Conclusão de Curso, por docentes da ULBRA ou da instituição onde se realizou a defesa. Parágrafo Único – A participação como ouvinte em apresentação de Trabalho de Conclusão de Curso de Arquitetura e de Especialização será computada com 1 hora/aula por participação, limitadas a 20 horas/aula para a carga horária total das atividades complementares. Art. 14 - A participação como ouvinte em banca de defesa de mestrado e/ou teses de doutorado, na área ou em áreas afins à Arquitetura e Urbanismo, elencada no inciso XI do Art. 3º, deve ser comprovadamente atestada pela Coordenação de Trabalhos de Conclusão de Curso, por docentes da ULBRA ou da instituição onde se realizou a defesa. Parágrafo Único – A participação como ouvinte será computada com 2 hora/aula por participação, limitadas a 30 horas/aula para a carga horária total das atividades complementares. Art. 15 - A premiação em trabalhos acadêmicos, elencada no inciso XII do Art. 3º, deve ser comprovadamente atestada pela Coordenação de Curso e/ou da instituição onde se realizou a premiação, sendo considerado para cada premiação uma carga horária corresponde a 17 horas/aula, limitadas a 68 horas/aula para a carga horária total das atividades complementares. Art. 16 - As publicações elencada no inciso XIII do Art. 3º, serão considerados para cada publicação uma carga horária correspondente a 8 horas/aula para resumos em eventos nacionais, 17 horas/aula para eventos internacionais, 34 horas/aula para capítulos de livro ou artigos científicos e 68 horas/aula para livros, limitadas a 102 horas/aula para a carga horária total das atividades complementares. Art. 17 – A representação estudantil, elencadas no inciso XIV do Art. 3º, poderão ser em Diretório Estudantil e/ou órgãos colegiados da ULBRA, mediante atestado do presidente do órgão ou Diretor da Unidade, sendo considerado para cada desempenho semestral uma carga horária corresponde a 4 horas/aula, limitadas a 12 horas/aula para a carga horária total das atividades complementares. Art.18 – As reuniões técnicas, elencadas no inciso XV do Art. 3º, serão para a participação em atividades formalmente planejadas mediante projeto que deverá ser aprovado pelo Coordenador do Curso e com certificação professor organizador. Parágrafo Único – A carga horária das reuniões técnicas será de 2 horas/aula, limitadas a 12 horas/aula para a carga horária total das atividades complementares. 131 Art. 19 – As viagens orientadas de estudos, nacionais e internacionais, elencadas no inciso XVI do Art. 3º, serão para a participação em atividades formalmente planejadas mediante projeto que deverá ser aprovado pelo Coordenador do Curso e com certificação pelo professor organizador. Parágrafo Primeiro - A carga horária de viagens nacionais orientadas de estudos será de 8 horas/aula, limitadas a 24 horas/aula para a carga horária total das atividades complementares. Parágrafo Segundo - A carga horária de viagens internacionais orientadas de estudos será de 16 horas/aula, limitadas a 32 horas/aula para a carga horária total das atividades complementares. Art. 20 – As visitas técnicas, que não fazem parte de atividades programadas nas disciplinas do currículo, elencadas no inciso XVII do Art. 3º, serão para a participação em atividades formalmente planejadas mediante projeto que deverá ser aprovado pelo Conselho do Curso e com certificação professor organizador. Parágrafo Único - A carga horária das visitas orientadas de estudos será de 2 horas/aula, limitadas a 24 horas/aula para a carga horária total das atividades complementares. Art. 21 - Somente serão válidas as atividades realizadas a partir do ingresso do acadêmico no Curso devendo ser validadas pelo Coordenador do Curso, com base nos seguintes critérios: I - identificação com os objetivos do Curso; II - a contribuição para a formação do futuro bacharel em Arquitetura e Urbanismo; III - demais critérios a serem analisados e definidos pelo Coordenador do Curso. Parágrafo Único. Quando a forma de ingresso do aluno for por transferência de outra instituição, são válidas as atividades realizadas a partir da data de ingresso do mesmo na instituição de origem. Art. 22 - Todas as atividades constantes devem ser comprovadas pelo próprio aluno, mediante a apresentação dos documentos comprobatórios das atividades realizadas junto a Coordenação de Curso. Parágrafo Primeiro – O requerimento para a inclusão de atividade complementar no histórico do aluno é em fluxo contínuo, devendo, no entanto ser encaminhado até 30 (trinta) dias antes do último dia letivo do semestre para que venha a constar de seu histórico de atividades complementares para o semestre subsequente, em caso de totalização de horas das Atividades Complementares. Parágrafo Segundo - As atividades complementares especificadas não se confundem com as disciplinas que compõem o currículo do Curso de Arquitetura e Urbanismo para nenhum efeito. Desta forma, compete ao aluno apresentar, periodicamente, os documentos comprobatórios do que realizou e, a Coordenação do Curso, registrar, computar e atestar, ao final, o cumprimento mínimo exigido pelo art. 2º deste Regulamento. Art. 23 - Compete à Coordenação do Curso proceder a comunicação final à Secretaria Geral da ULBRA, para fins de lançamento no histórico escolar. Art. 24 - As Atividades Complementares são obrigatórias e, até o sétimo semestre do Curso, o acadêmico deverá ter realizado 70% (setenta por cento) da carga horária para as Atividades Complementares, caso contrário, a ULBRA ficará desobrigada a incluir o seu nome na informação a ser prestada ao Ministério da Educação - MEC - dos prováveis formandos do respectivo ano civil. Art. 25 - Normas procedimentais complementares ou atualizações, na medida em que se fizerem necessárias, após prévio exame pelo Coordenador do Curso. Art. 26 – Possíveis dúvidas advindas competirão ao Coordenador do Curso dirimir, suprindo eventuais lacunas, mediante a expedição de atos complementares que se fizerem necessários. 132 Art. 27 – As Atividades Complementares previstas obedecem a tabela a seguir, com as respectivas cargas horárias máximas aproveitáveis por evento: Art. 28 - Este Regulamento entra em vigor na data de sua aprovação pelos órgãos competentes, revogando-se todas as demais disposições em contrário existentes sobre a matéria. 133 ANEXO 3 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL ARQUITETURA E URBANISMO REGULAMENTO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO INTRODUÇÃO Enquanto arte, a arquitetura1‚ é algo mais que a mera resposta a uma exigência puramente funcional inscrita num programa de construção. Fundamentalmente, as expressões físicas da arquitetura acomodam-se à atividade humana. Não obstante, serão a organização e a disposição dos elementos da forma e do espaço que determinarão o modo como a arquitetura pode promover esforços, reações e sensações, fazer brotar respostas e transmitir significados. Os elementos de forma e espaço apresentam-se, por consequência, não como fins em si mesmos, mas como meios para resolver um problema em resposta as condições de funcionalidade, intencionalidade e contexto, ou seja, apresentam-se arquitetonicamente. Dentro do curso, o trabalho de conclusão, pretende coroar o processo de formação do aluno e prepará-lo para o exercício e a prática profissional, instigando-o a demonstrar segurança, domínio e controle de todos os conhecimentos adquiridos ao longo de sua formação, tais como, conhecimento, leitura e compreensão dos aspectos formais, funcionais, simbólicos, sociais, econômicos, históricos, culturais e tecnológicos inerentes ao espaço arquitetônico, independentemente da escala de intervenção. O trabalho de conclusão objetiva fundamentalmente, a partir da construção de autonomia nas decisões, colocar o futuro arquiteto em contato com as especificidades da vida profissional. É o momento em que o aluno vai pôr em prática projetual todos os conceitos adquiridos, até então, nas disciplinas cursadas. Objetivamos, com isto, verificar a destreza do aluno na fusão, num projeto de relativa complexidade e porte, entre os conceitos de contextualismo, inserção urbana, composição, caráter, linguagem, funcionalidade e tecnologia, como objetivo principal, bem como, exercitar as possibilidades de formulação e solução arquitetônica através de seus aspectos gerais e amplos de conceituação, metodologia e materialidade. Em síntese, ao longo de um ano, exercitaremos basicamente a simulação de uma problematização e de uma realidade de projeto arquitetônico enfocando todos os elementos, etapas e procedimentos que fazem parte da atividade projetual, considerando-se sempre o atual estágio de pleno conhecimento de causa que os alunos se encontram estando em vias de finalizar a sua formação acadêmica. Para cumprir com este propósito é de fundamental importância, para o sucesso das experiências a serem desenvolvidas, o domínio dos conceitos das disciplinas do ciclo básico-formativo2, pois seus conteúdos servirão de base e repertório para o desenvolvimento do projeto. Também, a verificação do pleno domínio dos meios de expressão, serão avaliados ao longo do processo de projeto, do desenho a mão livre ao desenho arquitetônico, passando pelas técnicas mais avançadas de modelagem em computação gráfica. Partimos do princípio que o desenho está diretamente relacionado com a sua utilização, ou seja, a cada necessidade de expressão e comunicação, um tipo de desenho. O aluno deverá exercitar um alfabeto gráfico específico para a representação das etapas do seu projeto e que seja compatível com o grau de exigência de expressão relacionada à complexidade do tema. O aluno deverá, então, utilizar o croqui3, que objetiva ser o instrumento de diálogo constante do arquiteto com os elementos do programa, os desenhos diagramáticos que objetivam demonstrar didaticamente a gênese do conceito e da proposta, os desenhos em nível de partidos geral, estudo preliminar, anteprojeto, projeto executivo e detalhamento. 134 Para cumprir com este propósito trabalharemos o tema "DESENHO"4 não somente como uma técnica de representação, pura e simples, das ideias já aferidas e consolidadas no exercício do projeto, mas sim, como uma ferramenta indispensável na formulação, desenvolvimento, amadurecimento e teste das ideias produzidas, ou seja, buscaremos um alfabeto gráfico que comunique o projeto nas mais diversas etapas de seu desenvolvimento. A arquitetura só se cristaliza, na íntegra, a partir de sua imagem tridimensional. Isto posto, a representação destes volumes e conjunto de espaços será desenvolvida, também, com o auxílio constante da maquete5. OBJETIVOS GERAIS DO TCC • Demonstrar proficiência em nível conceitual, teórico e propositivo nas áreas relativas à profissão. Tema do projeto de livre escolha do aluno abordando assuntos relevantes das áreas de atuação profissional do arquiteto e urbanista partindo da formulação de um problema arquitetônico e urbanístico tendo como ênfase no projeto a abordagem de aspectos de adequação física, cultural, histórica e social, bem como, demonstrar domínio e controle entre das relações existentes entre programa e tecnologia utilizada. Trabalho individual a ser desenvolvido em nível de projeto executivo e detalhamento, compatibilizado com todos os projetos complementares necessários para sua perfeita viabilização e que permita a avaliação completa das etapas pertinentes ao exercício profissional. • Resgatar o conteúdo das diversas disciplinas do curso, aplicando-os diretamente o desenvolvimento do seu projeto, demonstrando capacidade de síntese de seus conhecimentos arquitetônicos e urbanísticos e preparando os alunos para o exercício profissional pleno. Demonstrar conhecimento e controle da metodologia projetual para proposição individual, em nível de projeto executivo e detalhamento, da solução ao problema levantado na pesquisa e desenvolvido em nível de partido geral no TC1. OBJETIVOS ESPECÍFICOS DO TCC: • Verificar o processo de síntese de todos os conhecimentos adquiridos ao longo do curso identificando com clareza sua participação efetiva no trabalho, • Verificar a capacidade de desenvolver um projeto individual em nível de projeto executivo e suas relações com subsistemas complementares específicos de cada tema, • Incentivar no aluno o desenvolvimento de autonomia organizacional a partir da gestão das atividades de trabalho propostas, aproximando-o da realidade profissional, • Demonstrar capacidade de transposição direta, para o projeto executivo em desenvolvimento, dos dados organizados na pesquisa de fundamentação do tema, programa, sítio e construção, • Demonstrar conhecimento dos fundamentos da arquitetura e do urbanismo, domínio crítico e repertório próprio, a partir da aplicação direta dos conceitos analisados a partir dos estudos de casos de programas arquitetônicos similares, • Demonstrar cultura arquitetônica através do domínio claro de contemporaneidade de linguagem, repertório, comprometimento formal, campo estilístico e inovação tecnológica, • Demonstrar rigoroso domínio de adequação entre os aspectos físicos, culturais, históricos, econômicos, sociais e técnicos da proposta, • Demonstrar habilidade na relação adequada das questões plásticas e formais, dos aspectos de linguagem e caráter arquitetônico, dos aspectos funcionais e técnicoconstrutivos, considerando a escolha dos materiais e sistemas construtivos mais adequados às características espaciais do projeto, bem como, as necessárias compatibilizações entre o projeto de arquitetura e os projetos complementares, 135 • Demonstrar domínio e capacidade interpretativa precisa dos aspectos normativos e condicionantes legais, normas técnicas e legislações pertinentes aos temas, elaborando sua correta tradução em termos projetuais, • Demonstrar pleno domínio e controle da resolução técnico-construtiva, formal e funcional com representação clara de todos elementos que compõe o projeto; • Demonstrar total domínio da representação no processo de concepção arquitetônica seja através dos croquis de estudos, do uso da maquete física de estudo e final, dos fundamentos do desenho técnico de arquitetura, bem como das técnicas avançadas de expressão gráfica computacional, expostas de forma correta, adequada e suficiente em todos os elementos que se fizerem necessários para o perfeito entendimento do projeto executivo e do detalhamento da proposta, • Verificar a capacidade do aluno de apresentar e defender sua proposta de maneira coerente, eficiente e clara, demonstrando pleno conhecimento do tema abordado e compreensão das exigências da profissão de maneira competente. TEMAS POSSÍVEIS A diversidade de temas escolhidos pelos alunos possibilita organizá-los da seguinte forma: • ARQUITETURA INDUSTRIAL (pequenas, médias e grandes indústrias, fábricas, armazéns, etc.) • ARQUITETURA DE HOTELARIA (pousadas, hotéis, apart-hotéis, flats, albergues, spas, etc.) • ARQUITETURA DA CIDADE (elevadas, passarelas, pórticos, pontos referenciais, intervenções urbanas diversas, arquitetura para a comunidade, etc.) • ARQUITETURA BANCÁRIA (agências, bancos, centrais de finanças, etc.) • ARQUITETURA EDUCACIONAL (escolas de 1° e 2° graus, creches, escolas técnicas, faculdades, escolas agrárias, etc.) • ARQUITETURA DA SAÚDE (centros de saúde, clínicas, hospitais, institutos, etc.) • ARQUITETURA DOS TRANSPORTES (rodoviárias, terminais urbanos de transferências, aeroportos, aeroclubes, postos de gasolina, terminais de carga, etc.) • ARQUITETURA DE LAZER (centros de diversões 24 horas, centros da noite, jogos, parques ecológicos, etc.) • ARQUITETURA ESPORTIVA (clubes, centros de hipismo, equitação, aquáticos, esportes em geral, centros olímpicos, estádios, ginásios, etc.) • ARQUITETURA COMERCIAL (shoping-center, supermercados, concessionárias de veículos, etc.) • ARQUITETURA DE EVENTOS (centros de exposições, auditórios, anfiteatros, cinemas, edifícios de usos múltiplos, etc.) • ARQUITETURA DE PRESERVAÇÃO E RECICLAGEM (patrimônio cultural, restaurações, revitalizações, etc.) • ARQUITETURA PAISAGÍSTICA (praças, parques, projetos específicos inseridos no desenho urbano, etc.) • ARQUITETURA CULTURAL (teatros, centros de cultura, complexos artísticos, bibliotecas, museus, etc.) centros comerciais, lojas, 136 • ARQUITETURA MILITAR (instalações militares, bombeiros, colégios militares, etc.) • ARQUITETURA DA ALIMENTAÇÃO (restaurantes, praças de alimentação, cafeterias, lancherias, churrascarias, etc.) • ARQUITETURA HABITACIONAL (conjuntos residenciais diversos multifamiliares, habitação de cunho social, residências unifamiliares, etc.) • ARQUITETURA RELIGIOSA (capelas, igrejas, cemitérios, crematórios centros de meditação, monastérios, conventos, etc.) • ARQUITETURA DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA governamentais, municipais, estaduais e federais, etc.) • ARQUITETURA DE ESCRITÓRIOS PROFISSIONAIS (centros profissionais escritórios, etc.) • ARQUITETURA DE INTERIORES • ENSAIO E PESQUISA (sedes de uni e órgãos ORGANIZAÇÃO METODOLÓGICA DO TCC As atividades serão desenvolvidas com envolvimento e participação do professor coordenador do TC2 e dos professores orientadores, que tem as seguintes atribuições: a) Professor coordenador: É papel do professor coordenador a análise de relevância e aprovação dos temas propostos para cada trabalho, o fornecimento das diretrizes e editais para a entrega de cada etapa do processo com suas respectivas exigências, controle rigoroso do cronograma e suas atividades propostas, disponibilização da relação dos professores qualificados para o desenvolvimento das orientações obrigatórias (para livre escolha do aluno) e dos orientadores específicos das áreas de tecnologia (indicados pelo curso) e a condução das atividades em espaço disponível para este fim. Cabe também ao professor coordenador, a organização de atividades tais como: aulas teóricas, palestras, seminários, painéis, aulas em ateliê, acompanhamento de todo o processo, avaliações intermediárias dos trabalhos e constituição das bancas, bem como, oportunizar estímulo à discussão dos acadêmicos ao longo do desenvolvimento das etapas do TC2, propiciando um ambiente de trabalho adequado para um resultado de excelência. b) Professores orientadores: O trabalho de conclusão de curso contará com uma equipe de professores orientadores, onde cada aluno poderá escolher livremente, dentro do quadro docente de arquitetos da Ulbra, aquele professor que o acompanhará ao longo das orientações do semestre. O professor escolhido acompanhará todo o desenvolvimento do trabalho de conclusão de curso do aluno e deverá participar de todos os painéis durante a apresentação do trabalho do seu orientando. Recomendase, para maior eficiência no processo de condução dos trabalhos, que este professor orientador seja o mesmo que acompanhou o desenvolvimento do trabalho do aluno no TC1. Cabe exclusivamente ao professor orientador a definição de uma linha de pesquisa e de uma metodologia de trabalho com o aluno, assim como, a orientação semanal do processo de desenvolvimento das etapas de acordo com o cronograma fornecido pelo professor coordenador, preparando o estudante para o preenchimento de todos os requisitos necessários para o bom desenvolvimento dos trabalhos. Fica ao encargo do professor orientador o encaminhamento do trabalho final para a banca de avaliação ou a recomendação para que o aluno curse novamente o TC2. Fica definido o limite máximo de um professor orientador para cada quatro trabalhos do TC1 e mais quatro do TC2. 137 O professor orientador deverá registrar semanalmente o aproveitamento do aluno ao longo das atividades previstas no cronograma a partir da ficha de registro de orientação que será fornecida juntamente com o plano de ensino e a ficha de aceite por parte do professor para orientação do aluno. Ao término do semestre letivo o professor orientador deverá encaminhar a ficha de registro de orientação, devidamente preenchida, ao coordenador do TC informando se o aluno deverá ou não ter seu trabalho analisado pela banca final. A carga horária referente a esta atividade é de 0,5 horas/aula por semana, por aluno. O professor orientador não fará parte da banca final de avaliação. c) Aluno: É de total responsabilidade do aluno a escolha do tema que será objeto do seu trabalho. Fica sob responsabilidade do aluno a escolha e o contato inicial com o professor orientador de sua preferência, que deverá dispor de horas semanais conforme normas da Universidade. O cronograma para as orientações deverá ser acertado entre o aluno e o professor escolhido, desde que cumpra a carga horária mínima definida pela Universidade. O aluno deverá solicitar ao professor orientador escolhido a assinatura da ficha de aceite para firmar o contrato de trabalho entre ambos. Fica sob responsabilidade do aluno buscar a orientação complementar juntamente com a equipe técnica indicada pela faculdade de arquitetura e urbanismo, nos horários pré-fixados pelos professores para esta atividade. Todo o trabalho deverá ser de autoria do aluno. O aluno deverá, sempre que solicitado, apresentar seu trabalho nos painéis intermediário e final. Fica sob encargo do aluno a reprodução gráfica de todos os elementos do seu trabalho (pesquisa e partido geral) para as atividades regulares de orientação e apresentação do trabalho nos painéis intermediário e final. d) Equipe técnica: O Aluno contará ainda com um corpo técnico de professores orientadores oportunizados pela universidade para as áreas específicas dos projetos complementares tais como, fundações, sistemas estruturais, materiais de construção, sistemas hidrossanitários, sistemas elétricos e luminotécnicos, sistemas de ar condicionado e ventilação natural, conforto térmico e ambiental, sistemas de prevenção contra incêndio, elevadores, máquinas e equipamentos, entre outros. Estas orientações ocorrerão ao longo de todo o semestre em datas e horários pré-estabelecidos pela universidade. e) Espaço físico: O trabalho de conclusão de curso terá como apoio para suas atividades regulares a sala 14 do prédio 1. Este espaço deverá ser utilizado para as aulas, pesquisas, seminários, debates, orientações, desenvolvimento diário dos trabalhos em qualquer estágio do seu desenvolvimento e apresentação dos trabalhos. Para tal, este espaço estará equipado com mesas especiais para reuniões de grupo, mesas de desenho equipadas, computadores interligados à Internet, scanners e impressora. O acervo do CDI e os trabalhos de TC dos outros semestres estarão totalmente disponíveis para os alunos. A sala do TC contará também com monitores que estarão em tempo integral disponíveis para as diversas atividades independentemente da permanência do professor coordenador. f) Banca examinadora: A banca examinadora final de avaliação será constituída pelo professor coordenador do TCC e será composta pelo mesmo, por um professor representante da FAUUlbra e por um arquiteto externo à instituição ou profissional de ensino de outra instituição com reconhecida obra no campo da arquitetura e do urbanismo e do ensino. 138 PROCESSOS AVALIATIVOS O objeto a ser perseguido em cada uma das etapas do projeto é a qualificação da arquitetura traduzida, neste estágio, pela qualidade destas etapas e, consequentemente, pelo aprendizado contínuo incorporado à cultura arquitetônica do aluno. Para isto, a dinâmica de ateliê6, que consiste na produção das ideias e desenvolvimento dos trabalhos, será basicamente desenvolvida e exercitada através de aulas expositivas, debates diários, palestras e painéis onde o aluno sistematicamente apresenta e defende o seu trabalho para uma banca examinadora. Um projeto de arquitetura, do início ao fim, é um processo que envolve tanto a fase de criação, quando estamos pensando o objeto arquitetônico e suas particularidades, quanto à capacidade de produção, que é a materialização de uma intenção (conceituação) num fato concreto (projeto). Esta produção concreta e constante de pesquisa, desenhos e maquetes requer tempo para o seu desenvolvimento e, principalmente, para a maturação das ideias e para o fortalecimento das convicções. Não se desenvolve um projeto de arquitetura numa virada de noite, portanto, para se obter um rendimento satisfatório é fundamental que o aluno demonstre autonomia e capacidade para administrar o seu tempo, organização e disponibilidade plena e contínua para o desenvolvimento das atividades acadêmicas. O trabalho de conclusão de curso é realizado individualmente pelos alunos em fase de conclusão do curso de graduação em arquitetura e urbanismo. É um trabalho que demonstra o domínio sobre os conhecimentos essenciais e a capacidade de resolver problemas de arquitetura e urbanismo. Um dos seus objetivos é avaliar previamente o domínio das competências - atividades e atribuições, para o exercício profissional e para a consequente responsabilidade técnica e social dele decorrente. Outro objetivo é avaliar o domínio dos conhecimentos necessários ao desempenho das atividades e ao exercício das atribuições que confere a habilitação profissional. É, portanto, obrigatório para todos os formandos e é realizado com base em diretriz única e geral para todos os cursos e estudantes. As avaliações intermediárias servirão como sinais indicativos do cumprimento das atividades propostas, bem como, do aproveitamento alcançado pelo trabalho do aluno em cada uma das etapas. Fica o aluno comprometido a ter, nos assessoramentos com os orientadores e nas atividades de aula, um mínimo de 75% de participação. A avaliação final é feita a partir da apresentação e defesa do trabalho, por parte do aluno, para uma banca examinadora constituída pelo professor coordenador do TC2, por um professor representante da instituição e por um professor ou profissional convidado externo à instituição. A avaliação final feita pela banca examinadora dos trabalhos é constituída de um parecer escrito e de uma nota final de 0 a 10. A nota mínima para aprovação é 6, respeitado o índice mínimo de participação nas orientações e atividades de aula. Os critérios de avaliação utilizados são: Relevância do tema, reflexão teórica sobre o tema, programa, sítio e construção, explicitação metodológica registrada na pesquisa, contemporaneidade, domínio de linguagem, domínio bibliográfico, inventividade, originalidade, funcionalidade, domínio pleno de representação e expressão, domínio pleno de materialidade. ETAPAS DA AVALIAÇÃO a) Apresentação sintética do partido geral: Entende-se por partido geral a ideia dominante de um projeto, essência do desenho, embrião gerador da ideia, sem a qual não existiria a obra. Diagrama do esquema básico geral da ideia – parti. Os partidos devem apresentar as ideias fundamentais em relação ao embrião do projeto. Estes estudos iniciais devem demonstrar a ideia (ou ideias – hipóteses) essencial que, aos olhos do aluno, está no núcleo do problema que ele pretende equacionar a partir da proposta em curso. 139 O aluno deverá elaborar uma apresentação sintética do partido geral apresentado à banca examinadora ao fim do TC1. Os elementos mínimos que devem constar no painel são: diagramas conceituais explicando as premissas de projeto (zoneamento funcional, modulação e sistema estrutural, iluminação natural, princípios ordenadores, sistemas de organização espacial, etc), croquis evidenciando a formulação de hipóteses de projeto e o partido adotado, diagrama esquemático demonstrando a estratégia geométrica e compositiva adotada, planta de localização abrangendo o entorno imediato, implantação geral com sombra mostrando o entorno imediato e a proposta de projeto geral, plantas baixas de todos os níveis do projeto, cortes longitudinais e transversais mostrando a edificação proposta e os espaços abertos, bem como, as edificações adjacentes, elevações gerais do conjunto arquitetônico proposto, espaços abertos e edificações adjacentes, perspectivas axonométricas da edificação proposta e edificações adjacentes, croquis ao nível do observador evidenciando percursos e linhas de visadas importantes, maquete volumétrica da proposta para ser inserida na maquete do terreno, entre outros. A técnica gráfica de apresentação é livre, sendo que as escalas devem ser determinadas de acordo com a complexidade do tema e nível de abrangência da proposta. A apresentação será composta das pranchas abertas em formato A1 (841 x 594 mm), em quantidade de até 6 pranchas, que foram objeto de análise pela banca examinadora dos trabalhos no TC1. Cada aluno dispõe de 15 minutos para explanar seu trabalho. b) Anteprojeto: Para o painel de apresentação do anteprojeto os trabalhos devem estar organizados de forma a expressarem com clareza as seguintes questões: definição da linguagem e expressão arquitetônica e urbanística do projeto, resolução funcional com indicação do mobiliário e equipamentos, relações com o contexto e entorno imediato com resolução integral dos espaços abertos, resolução estrutural parcial com pré-dimensionamento básico dos elementos estruturais, materiais e sistemas construtivos propostos, definição básica dos diversos sistemas utilizados na proposta (elétricos, hidrossanitários, estruturais, climatização, ventilação e iluminação natural, etc.), considerações preliminares sobre as questões legais (normas técnicas, código de obras, plano diretor, acessibilidade universal, prevenção contra incêndio, etc.). Os elementos mínimos que devem comparecer neste painel devem estar relacionados com a natureza dos temas de cada projeto. Sugere-se a presença dos seguintes elementos mínimos: diagramas esquemáticos demonstrando a estratégia geométrica e compositiva geral adotada para o edifício, planta de localização com nível de abrangência do entorno imediato, implantação geral com sombra projetada mostrando o entorno imediato do edifício evidenciando a proposta de projeto para toda área (edificações e espaços abertos), plantas baixas de todos os níveis (demonstrando o lançamento da estrutura, mobiliário, equipamentos, projeções, aberturas, cotas de níveis, cotas lineares gerais, nome dos ambientes, áreas, legenda de acabamentos, etc.), cortes longitudinais e transversais mostrando a edificação, seus espaços abertos e edificações adjacentes, todas as fachadas com definição clara dos volumes, perspectiva axonométricas, perspectiva cônica dos espaços internos, maquete geral preliminar inserida em maquete do terreno com edificações adjacentes, entre outros elementos. A técnica gráfica de apresentação é livre, sendo que as escalas devem ser determinadas de acordo com a complexidade do tema e nível de abrangência da proposta. Esta apresentação será composta de: - Pranchas abertas no sentido horizontal em formato A1 (841 x 594 mm), em quantidade de até 16 pranchas. Estas pranchas deverão estar dispostas formando duas linhas de 8 pranchas. c) Projeto executivo: 140 Para o painel final os trabalhos devem estar organizados de forma a expressarem com clareza e profundidade as seguintes questões: definição da linguagem e expressão arquitetônica e urbanística do projeto, resolução funcional com indicação do mobiliário e equipamentos, relações com o contexto e entorno imediato com resolução integral dos espaços abertos, resolução estrutural precisa com pré-dimensionamento, materiais e sistemas construtivos propostos para a edificação e espaços abertos, definição geral dos diversos sistemas utilizados na proposta (elétricos, hidrossanitários, estruturais, climatização, ventilação e iluminação natural, etc.), domínio das questões legais (normas técnicas, código de obras, plano diretor, acessibilidade universal, prevenção contra incêndio, etc.), detalhamento construtivo de uma parte representativa e especial do projeto, graficação precisa e rigorosa dentro dos padrões recomendados para cada escala de projeto. Os elementos mínimos que devem comparecer no painel final devem estar relacionados com a natureza dos temas de cada projeto. Mas de um modo geral sugere-se a presença dos seguintes elementos mínimos: síntese da memória conceitual do projeto, diagramas esquemáticos demonstrando a estratégia geométrica e compositiva geral adotada para o edifício, diagramas explicativos do zoneamento, acesos e circulações propostas, planta de localização com nível de abrangência do entorno imediato, implantação geral com sombra projetada mostrando o entorno imediato do edifício evidenciando a proposta de projeto para toda área (edificações e espaços abertos), plantas baixas de todos os níveis (demonstrando o lançamento da estrutura, mobiliário, equipamentos, projeções, aberturas, cotas de níveis, cotas lineares gerais, nome dos ambientes, áreas, legenda de acabamentos, etc.), planta baixa do pavimento térreo mostrando toda a área externa e entorno imediato da edificação com a devida resolução dos espaços abertos, cortes longitudinais e transversais mostrando a edificação, seus espaços abertos e edificações adjacentes evidenciando a resolução técnica de todas as partes do edifício (fundações, estrutura, cobertura, fechamentos, forros, escadas, instalações, etc.), todas as fachadas com definição clara dos volumes (aplicação de sombra projetada), texturas (materiais) e cores demonstrando as relações com espaços abertos e edificações adjacentes, perspectivas axonométricas (mínimo de 2 ângulos diferenciados), croquis ao nível do observador mostrando percursos pelas áreas abertas e espaços internos, perspectivas cônicas dos espaços internos, perspectivas axonométricas explodidas demonstrando os níveis da edificação, ampliação de setores do projeto em planta baixa, corte e fachada simulando nível gráfico de projeto executivo e detalhamento, detalhes construtivos gerais, cortes de pele ampliados, maquete geral inserida em maquete do terreno com edificações adjacentes, entre outros elementos. A técnica gráfica de apresentação é livre, sendo que as escalas devem ser determinadas de acordo com a complexidade do tema e nível de abrangência da proposta. A apresentação final será composta de: - Pranchas abertas no sentido horizontal em formato A1 (841 x 594 mm), em quantidade de até 16 pranchas. Estas pranchas deverão estar dispostas, quando da apresentação final, formando duas linhas de 8 pranchas. - CD contendo os arquivos digitais das pranchas convertidos para terminação *.jpg ou *.tiff, com resolução gráfica de no mínimo 600 dpi. A pré-entrega para a banca examinadora, uma semana antes da entrega final, servirá para o entendimento dos projetos por parte dos componentes da banca. Deverá ser entregue igual número de cópias ao de componentes da banca, o que corresponde a 3 jogos de cópias. As reproduções devem ser impressas em tamanho reduzido a A4 (297 x 210 mm) e devem ser a reprodução fiel das pranchas A1. Cada aluno dispõe de 15 minutos para explanar seu trabalho e a Banca Avaliadora mais 15 minutos para considerações. Esses 15 minutos incluem todas as considerações da banca e possíveis complementações de informação por parte do aluno. Esse painel poderá ser desenvolvido em mais de um dia e mais de um turno, conforme a quantidade de formandos. 141 O painel final é aberto ao público acadêmico da Ulbra e de outras entidades, assim como ao público geral. A manifestação é restrita ao aluno formando que está apresentando seu trabalho e à banca examinadora, não sendo permitido qualquer tipo de manifestação do público assistente. 142 ANEXO 4 ESCRITÓRIO MODELO REGULAMENTO DO ESCRITÓRIO MODELO DO CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO DA ULBRA-TORRES 1. Definições 1.1. O Escritório Modelo de Arquitetura e Urbanismo do Curso da Ulbra-Torres, doravante designado simplesmente como Escritório Modelo é uma associação civil sem fins lucrativos e com prazo de duração por tempo indeterminado localizado em sala própria, no prédio 1 do Campus Torres, que se regerá pelo presente regimento e pelas disposições legais aplicáveis. 1.2. O Escritório Modelo é vinculado ao Curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Luterana do Brasil-Canoas e suas ações serão pautadas tanto no que está disposto no projeto pedagógico quanto no projeto institucional da Ulbra. 2. Objetivos e limites 2.1. Os objetivos do Escritório Modelo são: 2.1.1. Fortalecer as relações da IES com a comunidade pela prestação de serviços de projeto e consultoria que contribuam para a melhoria da qualidade do ambiente urbano nas diversas escalas tratadas pelo Curso de Arquitetura e Urbanismo- objeto, edifício, vizinhança, cidade e região. 2.1.2. Oferecer aos alunos atividades complementares às previstas na estrutura curricular do Curso de Arquitetura e Urbanismo que possibilitem a vivência de experiências concretas, seja no desenvolvimento de atividades de pesquisa tecnológica, seja no desenvolvimento de consultoria e projetos arquitetônicos, urbanísticos e de design. 2.2. Os objetivos relacionados em 2.1 deverão ser atingidos mediante projetos que serão descritos em 4. Os projetos deverão se enquadrar nas seguintes modalidades: 2.2.1. Prestação de serviço de projeto e consultoria enquadrados em convênios ou acordos com: a) Organizações sem fins lucrativos. b) Órgãos da administração pública direta ou indireta. 2.2.2. Participação em concursos de Arquitetura e Urbanismo desde que sejam abertos para estudantes. 2.2.3. Desenvolvimento de projetos experimentais e pesquisa tecnológica de interesse socioambiental. 2.2.4. Desenvolvimento e produção técnica que subsidie atividades de: a) Ensino-aprendizado. b) Documentação histórica e artística. c) Preservação do patrimônio construído e natural. 2.3. É vetada a participação do Escritório Modelo em atividades cujo objetivo seja a promoção de natureza político-partidária. 2.4. É vetada a participação do Escritório Modelo em atividades em concorrência direta com profissionais ou escritórios de projeto. 143 3. Responsabilidades funcionais 3.1. O quadro funcional do Escritório Modelo é formado por: 3.1.1. Coordenador do Curso de Arquitetura e Urbanismo: Docente do curso responsável pela gestão e coordenação pedagógica do curso. 3.1.2. Coordenador do Escritório Modelo: docente do Curso de Arquitetura e Urbanismo responsável pela gestão administrativa do Escritório Modelo e pela coordenação geral dos Projetos. 3.1.3. Líder de Projeto: Docente do Curso de Arquitetura e Urbanismo do Curso de Arquitetura e Urbanismo, responsável técnico e coordenador de um ou mais projetos propostos ou em andamento no Escritório Modelo. 3.1.4. Colaborador vinculado: Discente do Curso de Arquitetura e Urbanismo vinculado a um ou mais projetos. 3.1.5. Colaborador não-vinculado: Colaborador externo discente ou docente do Curso de Arquitetura e Urbanismo, não vinculado ao projeto, mas que colabora para a sua execução. 3.2. Ao Coordenador do Curso de Arquitetura e Urbanismo cabe: 3.2.1 : Elaborar, submeter à aprovação da coordenação do Curso de Arquitetura e Urbanismo as políticas relacionadas às seguintes questões: a) Recursos técnicos, materiais que serão fornecidos pelo Curso de Arquitetura e Urbanismo. b) Relação entre as atividades desenvolvidas pelo Escritório Modelo e a formação acadêmica dos discentes participantes c) Atuação junto à comunidade, iniciativa privada e terceiro setor. 3.2.2 Sempre de acordo com as políticas estabelecidas em 3.2.1, aprovar ou rejeitar os projetos a serem executados pelo Escritório Modelo. 3.2.3 Definir a forma e a periodicidade dos relatórios a serem produzidos pelo Coordenador do Escritório Modelo e pelos Líderes de Projeto. 3.3 Ao Coordenador do Escritório Modelo de Arquitetura e Urbanismo cabe: 3.3.1 Gerenciar as questões organizacionais do Escritório modelo, alocando os recursos disponíveis para cada um dos projetos em andamento. 3.3.2 Emitir parecer recomendando, rejeitando ou sugerindo alterações nos projetos a serem executados pelo Escritório Modelo. 3.3.3 Supervisionar o cumprimento dos projetos considerando a concordância entre o que está previsto na Proposta de Projeto e na Execução do Projeto e: a) Em caso de discordância, propor alterações na Proposta de Projeto ou interromper a Execução do Projeto. b) Emitir relatórios periódicos da Execução dos Projetos. 3.3.4 Emitir certificados de participação para os participantes de cada Projeto incluindo seu título, função e carga horária alocada para a execução do projeto. 144 3.3.5 Elaborar, submeter à aprovação da Coordenação do Curso de Arquitetura e Urbanismo e implementar Política de Investimento das receitas aferidas com a execução dos Projetos. 3.4 Ao Líder de Projeto cabe: 3.4.1 Recrutar os colaboradores vinculados e os colaboradores não vinculados para a execução do projeto, bem como convidar outros líderes conforme disposto em 4.1. 3.4.2 Zelar para que a Execução do Projeto esteja de acordo com objetivos do Escritório Modelo como disposto em 2.1. 3.4.3 Gerenciar a Execução do Projeto segundo o que foi previsto na Proposta de Projeto distribuindo os recursos materiais, técnicos e humanos. 3.4.4 Garantir o rigor técnico e a utilização de práticas que estejam de acordo com a regulamentação profissional e o Código de Ética estabelecidos pelo Conselho Federal de Engenharia e Arquitetura. 3.4.5 Subsidiar o Coordenador do Escritório Modelo de Arquitetura e Urbanismo fornecendo as informações necessárias para que este possa cumprir o disposto em 3.3.3 com atenção especial a: a) Horas cumpridas pelos colaboradores. b) Recursos materiais consumidos na execução dos Projetos. c) Cumprimento do cronograma. 3.4.6 Fazer substituições no quadro de colaboradores vinculados se: a) Houver solicitação do colaborador vinculado b) O colaborador vinculado não cumprir suas obrigações conforme previstas na Proposta de Projeto. 3.5 Ao Colaborador Vinculado cabe: 3.5.1 Executar as atividades segundo a Proposta de Projeto conforme determinações do Líder de Projeto considerando: a) Os elementos desenvolvidos no contexto das disciplinas que cursou ou está cursando no Curso de Arquitetura e Urbanismo. b) A assiduidade e a pontualidade no cumprimento das atividades programadas. 3.5.2 Ao Colaborador não-vinculado cabe contribuir para o desenvolvimento do projeto respeitadas as suas competências e os limites de sua participação definidas pelo Líder do Projeto. 4. Projeto de Ensino, Pesquisa Tecnológica e Extensão 4.1 Os projetos poderão ser propostos por docentes, discentes e corpo diretivo do Curso de Arquitetura e Urbanismo, desde que ele preveja um líder de projeto para cada 6 colaboradores vinculados. O Projeto deverá ter, no máximo, três líderes de projeto. 4.2 Os Projetos serão desenvolvidos em três fases: 4.2.1 Fase I Proposição do Projeto: documentada em formulário próprio que deverá conter as seguintes informações: a) Objeto e objetivos: descrição do objeto em questão e dos objetivos do Projeto 145 b) Justificativa: Relevância do Projeto proposto considerando os objetivos como disposto em 2.1 c) Método ou processo de trabalho: Descrição das atividades a serem desenvolvidas durante a execução do Projeto d) Recursos materiais: Elementos materiais e serviços externos a serem consumidos na execução do projeto. e) Recursos técnicos: Equipamentos e instalações a serem utilizados na execução do Projeto. f) Recursos humanos: Composição da equipe que executará o projeto, constando as respectivas responsabilidades e cargas horárias estimadas. g) Despesas: Estimativa dos recursos que serão consumidas durante a execução do Projeto bem como bem como sua origem. h) Receitas: Estimativa da receitas que serão geradas pela execução do Projeto bem como sua destinação conforme estabelecido em 5.2. i) Cronograma: Planejamento semanal das atividades e relação de documentos a serem produzidos. 4.2.2 Fase II Execução do Projeto: Configurada pelo desenvolvimento propriamente dito do Projeto segundo o que foi determinado na Proposta do Projeto. Quaisquer alterações ou desvios que provoquem divergências entre o previsto na Proposta do Projeto e o que está sendo executado deverão ser comunicadas ao Coordenador do Escritório Modelo com especial atenção ao disposto em 3.4.5 e 3.4.6. 4.2.3 Fase III Avaliação do Projeto: Configurada pela análise de desempenho do Projeto comparando os resultados obtidos e os elementos especificados na Proposição do Projeto. Esta avaliação deverá ser documentada em formulário próprio contendo: a) Comparação entre os objetivos propostos e os resultados aferidos. b) Desvios no consumo de recursos materiais. c) Desempenho dos recursos técnicos. d) Carga horária cumprida pelo(s) Líder(es) do Projeto. e) Carga horária cumprida por cada um dos colaboradores vinculados. f) Carga horária cumprida por cada um dos colaboradores não vinculados. 5 .A gestão financeira do Escritório Modelo 5.1 Os custos operacionais do Escritório Modelo compreendendo: remuneração de Coordenadores e Líderes de Projeto bem como manutenção e provimento de recursos técnicos são de responsabilidade do Curso de Arquitetura e Urbanismo. 5.2 As receitas geradas pela execução do Projeto deverão ser distribuídas da seguinte maneira: 5.2.1 Prioritariamente no pagamento de recursos consumidos que foram fornecidos pelo Escritório Modelo ou na sua reposição. 5.2.2 Havendo excedente, este deverá ser reinvestido no Escritório Modelo segundo as políticas definidas como disposto em 3.3.5. 5.3 Caso o Projeto não gere receitas suficientes para a sua execução, as despesas provocadas pela execução dos projetos serão, em princípio, arcadas pelo Curso de Arquitetura e Urbanismo, 146 limitadas ao previsto na Proposta de Projeto aprovado pela Coordenação do Curso de Arquitetura e Urbanismo. 6. Disposições gerais 6.1 Este estatuto foi aprovado pelo Coordenador do Curso de Arquitetura e Urbanismo. Quaisquer alterações neste estatuto deverão ser aprovadas pelo Colegiado do Curso de Arquitetura e Urbanismo.