1 2 DIRIGENTES DA UNIVERSIDADE POTIGUAR REITORA Profª MSc. Sâmela Soraya Gomes de Oliveira PRÓ-REITORA ACADÊMICA Profª MSc. Sandra Amaral de Araújo ESCOLA DE ENGENHARIAS E CIÊNCIAS EXATAS DIRETORA Profª MSc. Catarina de Sena Matos Pinheiro CURSO DE GRADUAÇÃO EM ARQUITETURA E URBANISMO COORDENADORA Profª MSc. Karisa Lorena Carmo Barbosa Pinheiro 3 ELABORAÇÃO NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE Karisa Lorena Carmo Barbosa Pinheiro (Coordenação) Everton Notreve Reboucas Queiroz Fernandes Fausto Pierdona Guzen Kátia Regina Freire Lopes Suerda Ivanete Gomes de Farias EQUIPE TÉCNICA Núcleo de Projetos Marcione Cristina Silva (Coordenação) Regina Lúcia Freire de Oliveira Andressa Milena Silva Pacheco Félix Gibson Marcelo Galvão de Sousa PESSOAL ADMINISTRATIVO Marcel Lima Pinheiro Brunna Félix dos Santos 4 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO PARTE I – CONTEXTO INSTITUCIONAL ...................................................... 8 1.1 SOBRE A UNIVERSIDADE POTIGUAR ................................................................... 9 1.2 PRINCÍPIOS E FINALIDADES ................................................................................ 10 1.3 MISSÃO E VISÃO .................................................................................................... 11 1.4 ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA E ACADÊMICA............................................. 12 1.5 ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO ....................................................................... 13 1.5.1 Ensino de graduação.......................................................................................... 13 1.5.1.1 MODALIDADE PRESENCIAL...................................................................... 13 1.5.1.2 MODALIDADE A DISTÂNCIA ...................................................................... 15 1.5.2 Ensino de Pós-graduação .................................................................................. 16 1.5.3 Pesquisa, extensão e ação comunitária ............................................................. 17 1.6 PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL.............................................. 19 1.7 EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA NA UnP ...................................................................... 21 PARTE II – ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA............................. 23 2.1 DADOS DO CURSO ................................................................................................ 24 2.1.1 Denominação ..................................................................................................... 24 2.1.2 Ato de criação, n. vagas, turno(s) de funcionamento ......................................... 24 2.1.3 Regime acadêmico ............................................................................................. 24 2.1.4 Modalidade de oferta .......................................................................................... 24 2.1.5 Formas de ingresso ............................................................................................ 24 2.1.6 Integralização ..................................................................................................... 24 2.1.7 Local de funcionamento ..................................................................................... 25 2.1.8 Coordenação do Curso ...................................................................................... 25 5 2.2 ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA ............................................................................ 26 2.2.1 Administração de cursos de graduação na Universidade Potiguar .................... 26 2.2.2 Coordenação do Curso de Arquitetura e Urbanismo .......................................... 27 2.2.3 Conselho de Curso na Universidade Potiguar .................................................... 27 2.2.4 Conselho de Curso ............................................................................................. 28 2.3 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO .................................................................. 29 2.3.1 Necessidade Social ............................................................................................ 29 2.3.2 Concepção ......................................................................................................... 42 2.3.3 Objetivos ............................................................................................................ 45 2.3.4 Perfil Profissional ................................................................................................ 46 2.3.5 Organização curricular ....................................................................................... 50 2.3.5.1 ABORDAGEM DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL ............................................. 67 2.3.5.2 ABORDAGEM DA EDUCAÇÃO DAS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS........ 68 2.3.5.3 ATIVIDADES COMPLEMENTARES ............................................................ 69 2.3.5.4 ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO.......................................... 72 2.3.5.5 ESTÁGIO SUPERVISIONADO NÃO OBRIGATÓRIO ................................. 75 2.3.5.6 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO ................................................ 76 2.4 METODOLOGIA ...................................................................................................... 78 2.4.1 Viagens de estudo .............................................................................................. 80 2.4.2 Visitas técnicas ................................................................................................... 81 2.4.3 Projeto interdisciplinar ........................................................................................ 81 2.4.4 Atividades articuladas com o setor produtivo ..................................................... 82 2.5 PESQUISA, EXTENSÃO, AÇÃO COMUNITÁRIA .................................................. 84 2.5.1 Atividades de pesquisa e iniciação científica ...................................................... 84 2.5.1.1 PROJETOS DO CURSO ............................................................................. 85 2.5.1.2 INICIAÇÃO CIENTÍFICA .............................................................................. 86 2.5.2 Atividades de Extensão e Ação Comunitária ...................................................... 87 2.5.2.1 EVENTOS .................................................................................................... 87 2.5.2.2 PROJETOS.................................................................................................. 90 2.5.2.3 WORKSHOP DE ARQUITETURA E URBANISMO UnP ............................. 91 2.6 APOIO AO DISCENTE ............................................................................................ 94 2.7 AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM ........................................................................ 97 6 2.8 AUTOAVALIAÇÃO DO CURSO ............................................................................ 101 PARTE III – CORPO DOCENTE E TÉCNICO-ADMINISTRATIVO ............. 103 3.1 CORPO DOCENTE ................................................................................................ 104 3.1.1 Núcleo Docente Estruturante (NDE)................................................................. 104 3.1.2 Perfil Docente ................................................................................................... 105 3.1.3 Políticas de apoio ao docente .......................................................................... 110 3.2 CORPO TÉCNICO E ADMINISTRATIVO DO CURSO .......................................... 112 3.2.1 Equipe de apoio ao Curso ................................................................................ 112 3.2.2 Atividades de capacitação ................................................................................ 112 PARTE IV – INSTALAÇÕES FÍSICAS ....................................................... 113 4.1 INSTALAÇÕES GERAIS DA UnP ......................................................................... 114 4.2 BIBLIOTECA ......................................................................................................... 116 4.3 INSTALAÇÕES PARA O CURSO ......................................................................... 121 4.4 LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA .................................................................. 122 4.5 LABORATÓRIOS E OUTROS AMBIENTES ESPECIALIZADOS DE PRÁTICAS E PESQUISAS .............................................................................................................. 125 4.5.1 Laboratório de Resistência dos Materiais, Materiais de Construção e Mecânica dos Solos................................................................................................................... 126 4.5.2 Laboratório de Instalações Prediais: Hidrossanitárias e Elétricas .................... 128 4.5.3 Laboratório de Topografia e Cartografia........................................................... 129 4.5.4 Laboratórios de Desenho I e II ......................................................................... 130 4.5.5 Laboratório de Química .................................................................................... 131 4.5.6 Laboratório de Física ........................................................................................ 134 4.5.7 Laboratório de Segurança do Trabalho ............................................................ 137 4.5.8 Laboratório de Maquetes .................................................................................. 138 4.5.9 Laboratório de Conforto Ambiental ................................................................... 140 ANEXOS 7 APRESENTAÇÃO Este Projeto Pedagógico (PPC) objetiva nortear as ações da formação profissional dos discentes de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Potiguar (UnP), Campus Mossoró, considerando: a) a legislação e normativos estabelecidos para o ensino superior brasileiro, com destaque para a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional nº 9394/1996 e diretrizes curriculares nacionais (Resolução CNE/CES 02/2010); b) as demandas econômicas, sociais e culturais, em particular no tocante à organização dos espaços e preservação do patrimônio natural e construído; c) as políticas indicadas no Plano de Desenvolvimento Institucional – PDI 2007/2016, assim como diretivas acadêmicas e administrativas estruturadas, sobretudo, no Estatuto e no Regimento Geral, e em atos originados dos Colegiados Superiores da Universidade. Construído, acompanhado e avaliado pelo Núcleo Docente Estruturante (NDE), e legitimado pelo Conselho do Curso (ConseC), o presente Projeto contém as linhas mestras do desenvolvimento curricular e pedagógico do Curso, organizadas em quatro partes, seguindo dimensões estabelecidas no âmbito do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES). Da primeira parte constam aspectos principais do funcionamento da UnP do ponto de vista da sua missão, finalidades e organização administrativa, e da tríade ensino, pesquisa e extensão. Na segunda encontram-se elementos da organização didáticopedagógica do Curso - como objetivos, currículo, estratégias metodológicas e avaliação e, na terceira, informações sobre os professores, em especial no que se refere à titulação, experiência profissional e regime de trabalho, e sobre o pessoal técnico-administrativo. Por fim, a quarta parte trata das instalações físicas disponibilizadas ao Curso, com as especificações dos laboratórios de informática e de outros ambientes, assim como da biblioteca. Este Projeto, com atualizações e aperfeiçoamentos resultantes de avaliações conduzidas pela Comissão Própria de Avaliação (CPA/UnP), deve ser implementado de forma que, no mercado, egressos do Curso se destaquem por um exercício profissional ético e competente, contribuindo para a constituição da cidadania. 8 PARTE I – CONTEXTO INSTITUCIONAL 9 1.1 SOBRE A UNIVERSIDADE POTIGUAR Com mais de 30 anos de funcionamento, a Universidade Potiguar (UnP), com sede em Natal, capital do Rio Grande do Norte (RN), iniciou suas atividades em 1981 (Parecer CFE n. 170, de 18 de fevereiro de 1981; Decreto n. 85.828/1981, D.O.U. de 20 de março de 1981). Seu credenciamento, como Universidade, data de 1996, por meio de Decreto de 19 de dezembro desse ano (D.O.U. de 20 de dezembro de 1996); o recredenciamento é formalizado de acordo com a Portaria MEC n. 529, de 10 de maio de 2012 (D.O.U. de 11 de maio de 2012) e a oferta da modalidade a distância conforme a Portaria MEC n. 837, de 3 de abril de 2006 (D.O.U. de 04 de abril de 2006). Mantida pela Sociedade Potiguar de Educação e Cultura Ltda. (APEC) - pessoa jurídica de natureza privada, constituída como sociedade por quotas e com finalidade lucrativa1, a UnP passa a integrar a Laureate International Universities em 2007. É a única Universidade particular do RN, atuando ao lado de três outras instituições públicas, da mesma natureza: as Universidades Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Estadual do Rio Grande do Norte (UERN) e Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA), as duas últimas com sede em Mossoró/RN. A Universidade Potiguar tem a sua estrutura organizada em dois campi: o Campus Natal, abrangendo quatro Unidades - Floriano Peixoto, Salgado Filho, Nascimento de Castro e Roberto Freire -, e o Campus Mossoró, fora da sede, autorizado nos termos da Portaria/MEC n. 2.849, de 13 de dezembro de 2001, situado na Região Oeste do Estado. 1 O Estatuto Social original da APEC foi inscrito no Cartório do 2° Ofício de Notas da Comarca de Natal Registro Civil das Pessoas Jurídicas - no livro próprio A - n. 10, à fl. 109, sob o número 215, data de 14.09.79. O Contrato Social atual tem seu registro no dia 09/10/2013, na Junta Comercial do Estado do Rio Grande do Norte (JUCERN) - NIRE 24200645943 e CNPJ/MF n. 08.480.071/0001-40. A APEC tem sede na Unidade Floriano Peixoto, localizada à Av. Floriano Peixoto, 295 - Petrópolis. Natal/RN. 10 1.2 PRINCÍPIOS E FINALIDADES Filosófica e politicamente, a administração da Universidade é regida por diretrizes fundamentadas na ética, em valores culturais, sociais e profissionais, expressos nos seus princípios e finalidade. Os princípios, explicitados no Estatuto, indicam a necessidade de uma atuação que evidencie2: a defesa dos direitos humanos; a excelência acadêmica; a formação cidadã; o exercício pleno da cidadania; a liberdade no ensino, na pesquisa e na divulgação da cultura, da arte e do saber; VI. a pluralidade de ideias e concepções pedagógicas; VII. a participação e a descentralização na gestão acadêmica e administrativa; VIII. a igualdade de acesso aos bens culturais e serviços prestados à comunidade; IX. a valorização do profissional da educação; X. a participação integrada e solidária no processo de desenvolvimento sustentável e na preservação do meioambiente. I. II. III. IV. V. Em essência, esses princípios traduzem duas ordens de ação: uma voltada para a constituição da cidadania, cuja materialidade encontra-se numa relação direta com o acesso de todos, independente de raça, cor, credo e gênero, à saúde, educação, moradia, trabalho, previdência social, lazer; outra que diz respeito à natureza e especificidade da UnP – a oferta da educação de nível superior de qualidade e que promova a inclusão por meio de atividades de ensino, pesquisa e extensão, conforme legislação e normativos pertinentes. Sinteticamente, é possível afirmar-se que os princípios da Universidade Potiguar são orientadores da sua finalidade: promover o bem comum pelo desenvolvimento das ciências, das letras e das artes, pela difusão e preservação da cultura e pelo domínio e cultivo do saber humano em suas diversas áreas. 2 UNIVERSIDADE POTIGUAR. Estatuto. 5. ed. Natal: Edunp, 2012. (Documentos Normativos da UnP. Série azul – Normas da Organização Universitária, v. 1). 11 1.3 MISSÃO E VISÃO A Universidade Potiguar tem como missão formar cidadãos comprometidos com os valores éticos, culturais, sociais e profissionais, contribuindo - através do ensino, da pesquisa e da extensão de excelência - para o desenvolvimento sustentável do Rio Grande do Norte, da Região e do País. No Descritivo Analítico da Declaração de Missão para a Comunidade Interna e Externa3, ficam claros como principais compromissos da UnP: - a excelência dos serviços prestados institucionalmente; - a formação para a cidadania, pelo desenvolvimento de processos que propiciem a construção de um determinado perfil profissional e que culminem na inserção do futuro profissional na contemporaneidade; - a promoção de condições de integração entre pessoas, cursos, programas, projetos e atividades, na perspectiva da indissociabilidade ensino/pesquisa/extensão; - a sintonia com as necessidades sociais. De acordo com a sua visão, a UnP pretende ser uma Universidade de excelência na formação cidadã, pela prática efetivamente integrada do ensino, da pesquisa e da extensão, por uma gestão ética, ágil e inovadora e pela sua participação constante no desenvolvimento sustentável do Rio Grande do Norte, da Região e do País. 3 UNIVERSIDADE POTIGUAR. Declaração de Missão. Declaração de valores. Declaração de Visão de Futuro. Natal, 2006. 12 1.4 ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA E ACADÊMICA A Universidade está organizada em duas instâncias, conforme o seu Estatuto: a) a Administração Superior, que compreende a Presidência, os órgãos de natureza deliberativa - Conselho Superior Universitário (ConSUni) e Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (ConEPE) - e a Reitoria, como órgão executivo, à qual se vinculam a Pró-Reitoria Acadêmica (ProAcad), o Núcleo de Educação a Distância (NEaD), a Secretaria Geral, a Diretoria de Qualidade Acadêmica e as Escolas, também denominadas Unidade Acadêmicas Especializadas, organizadas por áreas do conhecimento; b) a Administração Acadêmica, abrangendo uma estrutura de planejamento (Comitê Acadêmico e Avaliação Institucional); o Conselho de Curso (ConseC), órgão de natureza deliberativa e consultiva, além de órgãos executivos: Diretoria de Campus fora de Sede; Diretorias de Escolas; Coordenadorias de Curso de Graduação e Coordenadorias de Curso de Pós-Graduação. Destacam-se, entre os órgãos executivos da Administração Acadêmica, as Diretorias de Escolas, cujo funcionamento objetiva o fortalecimento da integração entre cursos de graduação presenciais e a distância e os de pós-graduação, reforçando iniciativas interdisciplinares e de indissociabilidade ensino/pesquisa/extensão. Também configura a dinâmica das Diretorias a adoção de estratégias de gestão participativa, cujas bases encontram-se em uma estrutura de colegiados (com representatividade de docentes, discentes e setores da organização civil), de planejamento e de avaliação institucional já consolidada. Instaladas em 2009, as Escolas são assim denominadas: Comunicação e Artes; Direito; Educação; Engenharias e Ciências Exatas; Gestão e Negócios; Hospitalidade; Saúde. 13 1.5 ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO As atividades acadêmicas, compreendendo a oferta de cursos, programas e projetos nas áreas de ensino, pesquisa, extensão e ação comunitária, são efetivadas nas modalidades presencial e a distância, nos níveis de graduação e pós-graduação. Perpassam essas atividades o propósito da inclusão social, do que são ilustrativos: a) convênios interinstitucionais, como o mantido com a Prefeitura do Natal, possibilitando, pelo funcionamento da Escola Municipal 4º Centenário, o acesso de crianças ao ensino fundamental, ou com a Prefeitura de Parnamirim possibilitando o desenvolvimento de práticas clínicas, estágios, atividades de extensão e ação comunitária e de pesquisa; b) prestação de serviços à comunidade por meio do Centro Integrado de Saúde (CIS/UnP), ou do Núcleo de Prática Jurídica (NPJ), e ainda, de laboratórios; c) realização ou participação em eventos, do que são ilustrativos o dia da responsabilidade social; ação global; voluntariado jovem; d) disponibilização de recursos que propiciam o atendimento educacional especializado (AEE), como tradutor de libras, digitalização de livros entre outros; e) oferta de disciplinas e atividades que tratam de questões raciais e de sustentabilidade socioambiental. Destaca-se ainda o Núcleo de Apoio Psicopedagógico (NAPe), setor no qual se concentram iniciativas de acompanhamento ao aluno portador de necessidades especiais a partir das informações prestadas no momento da matrícula na UnP, e de capacitação de professores. 1.5.1 Ensino de Graduação 1.5.1.1 MODALIDADE PRESENCIAL Registram-se, atualmente, 68 (sessenta e oito) cursos, sendo 51 (cinquenta e um) em Natal e 17 (dezessete) em Mossoró. (Quadros 1 e 2). 14 Quadro 1 – Cursos de graduação, modalidade presencial – Campus Natal, 2014.1 ESCOLA TIPO CURSO Comunicação e Artes Bacharelado Direito CST Bacharelado Educação Licenciatura Engenharias e Ciências Exatas Bacharelado CST Bacharelado Gestão e Negócios Hospitalidade Saúde CST CST Bacharelado Bacharelado/Licenciatura Bacharelado CST Fonte: UnP. Núcleo de Projetos. Natal, dez./2013 *curso novo CURSO Publicidade e Propaganda; Jornalismo. Cinema Design Gráfico; Design de Interiores. Direito História; Letras: Português e Português/Inglês; Pedagogia. Arquitetura e Urbanismo; Engenharia Ambiental e Sanitária; Engenharia Civil; Engenharia de Computação; Engenharia Elétrica; Engenharia Mecânica; Engenharia de Petróleo e Gás; Engenharia de Produção; Engenharia Química; Sistemas de Informação. Petróleo e Gás; Segurança no Trabalho; Gestão Ambiental Administração; Ciências Contábeis; Relações Internacionais Gestão Comercial; Gestão de Recursos Humanos; Gestão Financeira; Gestão Pública; Marketing Gastronomia. Turismo. Ciências Biológicas; Educação Física Biomedicina; Enfermagem; Farmácia; Fisioterapia; Fonoaudiologia; Medicina; Medicina Veterinária*; Nutrição; Odontologia; Psicologia; Serviço Social; Terapia Ocupacional. Estética e Cosmética; Radiologia* 15 Quadro 2 – Cursos de graduação, modalidade presencial – Campus Mossoró, 2014.1 ESCOLA Direito TIPO DE CURSO Bacharelado Engenharias e Ciências Exatas Bacharelado CST Bacharelado Gestão e Negócios CST Saúde Bacharelado CURSO Direito. Arquitetura e Urbanismo; Engenharia Civil; Engenharia de Produção. Petróleo e Gás; Segurança no Trabalho. Administração; Ciências Contábeis. Gestão Ambiental; Gestão Pública; Gestão de Recursos Humanos; Processos Gerenciais; Marketing. Enfermagem; Fisioterapia; Nutrição; Serviço Social. Fonte: UnP. Núcleo de Projetos (NuPe). Natal, dez./2013. 1.5.1.2 MODALIDADE A DISTÂNCIA Assinala-se a instalação de 4 (cursos) em 2011.1, em polos localizados no interior do RN (Caicó e Currais Novos), acrescendo-se, no segundo semestre desse ano, o polo Zona Norte, em Natal. Esta oferta é ampliada nos dois anos subsequentes, com registro de novos polos no ano 2012 (Zona Sul, em Natal; Mossoró, na região Oeste do Estado) e novos cursos: o superior de tecnologia em Gestão Comercial; Serviço Social – bacharelado; Pedagogia – Licenciatura. Em 2013 destaca-se a organização de polos em outros Estados: Ceará, Pernambuco, Mato Grosso, Goiânia e Rio Grande do Sul. Às graduações já existentes (sete) somam-se os CSTs em Gestão Pública e em Processos Gerenciais, num total de 9 (nove) cursos. Para 2014 registram-se 12 (doze) graduações, conforme o quadro 3, das quais 3 (três) bacharelados, 02 (duas) licenciaturas e 07 (sete) superiores de tecnologia, sendo que 3 (três) cursos integram uma nova oferta: Letras, Língua Portuguesa – licenciatura; CST em Análise e Desenvolvimento de Sistemas; CST em Gestão Financeira. 16 Quadro 3 – Oferta de graduações a distância, 2014.1 ESCOLA TIPO DE CURSO Bacharelado Gestão e Negócios CST Educação Engenharias e Ciências Exatas Saúde Licenciatura CST Bacharelado CURSO Administração; Ciências Contábeis. Gestão Pública; Gestão de Recursos Humanos; Gestão Comercial; Processos Gerenciais; Marketing; Gestão Financeira*. Pedagogia; Letras – Língua Portuguesa*. Análise e Desenvolvimento de Sistemas* Serviço Social. Fonte: NEaD/UnP. Natal, nov./2013. *cursos novos 1.5.2 Ensino de Pós-graduação Na pós-graduação presencial registram-se, em nível lato sensu, 104 (cento e quatro) cursos, dos quais 86 (oitenta e seis) no Campus Natal e 18 (dezoito) em Mossoró. Integram a oferta stricto sensu: - Mestrados profissionais em: Administração; Biotecnologia; Engenharia de Petróleo e Gás, com áreas de concentração em Automação de Processos Industriais (Campus Natal), Engenharia de Poço (Campus Mossoró) e Tecnologias Ambientais (para os dois Campi); - Doutorado em Biotecnologia. Os cursos a distância, por sua vez, em número de 4 (quatro) têm oferta apenas em nível lato sensu, sob a responsabilidade da Escola de Gestão e Negócios, de acordo com indicações do quadro 4. 17 Quadro 4 – Cursos lato sensu a distância – 2013.1 CURSOS MBA em Gestão de Pessoas MBA em Gestão Financeira de Empresas MBA em Gestão Empresarial MBA em Marketing POLOS ZONA NORTE CAICÓ CURRAIS NOVOS Fonte: NEaD/UnP. Natal, nov./2013. 1.5.3 Pesquisa, extensão e ação comunitária As políticas institucionais relativas à pesquisa e à extensão, expressas no PPI e no PDI 2007/2016, são viabilizadas por uma estrutura específica, cujo funcionamento é da responsabilidade da Pró-Reitoria Acadêmica. A pesquisa é implementada a partir de grupos e linhas estabelecidas por escola e tem os objetos de estudo delimitados conforme necessidades identificadas durante as práticas clínicas, estágios supervisionados obrigatórios, atividades realizadas junto às comunidades, atendidos os critérios de relevância social e coerência com a formação profissional; coerência com a natureza da área do conhecimento em que se situam os cursos. A organização da pesquisa compreende os Comitês de Pesquisa (ComPesq) e de Ética em Pesquisa (CEPE), além de coordenações estruturadas por cada uma das escolas. O financiamento dos projetos é efetivado, principalmente, com recursos da própria UnP, tais como, o Fundo de Apoio à Pesquisa (FAP); Programa de Bolsas de Iniciação Científica (ProBIC); Gratificação de Incentivo à Pesquisa (GIP). A extensão e a ação comunitária constituem estratégias de interação com a comunidade e, por suas características, têm o sentido da responsabilidade social da UnP e de cada curso. As atividades nesse campo também são viabilizadas com recursos institucionais: Fundo de Apoio à Extensão (FAEx); Gratificação de Incentivo à Extensão (GIEx) e Programa de Bolsas de Extensão (ProBEx), considerando a pertinência das atividades com os processos formativos da UnP e com as demandas sociais. Para a divulgação da sua produção resultante do ensino, da pesquisa e da extensão, a UnP conta com: a) com portais biblioteca virtual do Natal (http://natal.rn.gov.br/bvn/) (http://bdtd.ibict.br), publicação de dissertações e teses; e 18 b) o seu congresso científico/mostra de extensão, de realização anual em Natal e Mossoró, e estruturação dos anais correspondentes; c) o seu repositório científico, disponibilizando revistas eletrônicas organizadas por Escola e programas de pós-graduação: - Saúde, Catassuba (ISSN 2237-3608); - Comunicação, Quipus (ISSN 2237-8987); - Direito, Juris Rationis (ISSN 2237-4469); - Educação, Quipus (ISSN 2237-8987); - Gestão e Negócios, Connexiu ( ISSN 2236-8760); - Engenharias e Exatas, RUnPetro - ISSN 2316-6681; Tecnologia & Informação. 19 1.6 PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL As atividades de planejamento são assumidas em sua natureza política, estratégica e de intervenção, viabilizando uma gestão acadêmica e administrativa com foco na qualidade, e na perspectiva do aprimoramento dos diversos processos, considerando os requisitos de: a) flexibilidade; b) apreensão objetiva da realidade social, política, econômica, educacional e cultural, e da própria UnP, identificando-se necessidades a atender; c) avaliação contínua de ações e resultados; d) participação dos vários segmentos acadêmicos. Como um dos fundamentos da organização, sistematização e qualidade das ações institucionais, o planejamento é desenvolvido à luz de três princípios enunciados no PDI 2007/2016: excelência acadêmica, sustentação econômica dos cursos e educação continuada, adotando-se níveis diferenciados, mas intercomplementares, a partir de uma visão ampla da política educacional brasileira para chegar às especificidades da Universidade Potiguar, e, depois, às peculiaridades de unidades acadêmicas especializadas (escolas), cursos, programas e projetos de ensino, pesquisa e extensão. Essencial ao processo de planejamento, no sentido de imprimir-lhe confiabilidade e factibilidade, está a avaliação institucional, cujas informações são substanciais à tomada de decisões e ao aperfeiçoamento de todos os processos acadêmicos, didáticopedagógicos e gerenciais. Autoavaliação institucional Com vistas ao aperfeiçoamento crescente do modelo de gestão, bem como dos cursos, programas e projetos, o processo autoavaliativo da UnP tem uma dinâmica em que: a) são envolvidos todos os segmentos acadêmicos: aluno, professor, coordenadoria de curso de graduação, coordenadoria de curso de pósgraduação, pessoal técnico-administrativo e dirigentes; b) os instrumentos, revistos continuamente, têm aplicação em meio eletrônico, podendo ser adotadas outros procedimentos de coleta de dados; c) são efetivadas análises comparativas entre os resultados das avaliações internas e externas (Exame Nacional de Desempenho do Estudante - ENADE; visitas in loco realizadas pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas 20 Educacionais Anísio Teixeira - INEP; exames efetivados por entidades de classe, como a Ordem dos Advogados do Brasil - OAB). As informações obtidas, tratadas estatisticamente pela CPA/UnP, são socializadas por meio de seminários de avaliação e planejamento, e examinados, posteriormente, tanto no âmbito de cada curso (pelos Conselhos de cursos e NDE, com envolvimento de docentes e de representantes de turma), quanto pela Reitoria e setores institucionais. A cada semestre, são liberados relatórios eletrônicos, elaboradas sínteses dos principais dados e estruturados relatórios qualitativos, com a indicação dos limites, potencialidades e avanços de cada curso. Ao final, há registro, em documento próprio, da situação geral da Universidade, cujas análises sinalizam fragilidades a superar e aspectos a fortalecer, alimentando, assim, o processo de planejamento e identificando necessidades de correção de rumos ou de transformação, se necessário (figura 1). Figura 1 – Etapas do processo avaliativo 21 1.7 EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA NA UnP Como uma das iniciativas mais importantes em educação a distância, no âmbito da Universidade, destaca-se a criação, no ano 2004, do Núcleo de Educação a Distância (NEaD), órgão responsável por articular, planejar, coordenar e desenvolver as ações dessa modalidade de oferta. Fica organizada, portanto, uma estrutura tecnológica, financeira e de recursos humanos necessária à plena viabilização das atividades de EaD, salientando-se a utilização e aperfeiçoamento crescente do Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) – UnP Virtual. A partir daí, é construída, gradualmente, a história institucional no campo da educação a distância, no que vem a ser relevante o credenciamento da Universidade para a oferta de cursos de pós-graduação em nível lato sensu (Portaria MEC n. 1618/2005), iniciando-se as especializações em Gestão Educacional e em Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável. Em 2006 registra-se outro marco histórico. É quando a UnP é credenciada, por 5 (cinco) anos, para o desenvolvimento de cursos de graduação e pós-graduação a distância em todas as Unidades da Federação, conforme a Portaria MEC nº 837, de 3 de Abril de 2006. Para esse mesmo ano, destaca-se o início de: a) oferta de disciplinas institucionais semipresenciais para alunos em regime de adaptação ou dependência (cursos reconhecidos); b) celebração de parceria com o Instituto São Damasino de Ciências Jurídicas LTDA, para oferta, em todo o país, dos cursos de Especialização em Direito Público e em Advocacia Empresarial, com parceria e oferta finalizadas nos dias de hoje. No período 2007 a 2009, a UnP implantou nova metodologia apoiada em tecnologia e interatividade, para os cursos de Direito e Administração presenciais, disponibilizando ferramentas de apoio ao ensino-aprendizagem, tais como guias acadêmicos, com conteúdos condensados de cada disciplina, e portais educacionais, capazes de atender a toda a comunidade - profissionais liberais, professores, alunos e/ou qualquer outra pessoa com interesse por essas áreas. Salienta-se, em 2010, a organização institucional para a expansão e diversificação da oferta, mediante, por exemplo, produção de materiais; aperfeiçoamento da 22 infraestrutura tecnológica, com ênfase na melhoria do UnP Virtual; estruturação dos polos Zona Norte, em Natal, e no interior do Rio Grande do Norte – Caicó e Currais Novos. Essa organização torna possível, em 2011, a implantação cursos superiores de tecnologia em Marketing e em Gestão de Recursos Humanos, e dos bacharelados em Administração e Ciências Contábeis. No ano 2012 amplia-se a abrangência da oferta com instalação dos polos Zona Sul/Natal e Mossoró, ao mesmo tempo em que são firmadas parcerias com Instituições de Ensino Superior para instalação de polos em outras Unidades da Federação, com início em 2013. Atualmente, a oferta compreende 12 graduações (quadro 3), com predominância de cursos superiores de tecnologia. A proposta da UnP é dar continuidade às ações de expansão já iniciadas, considerando o previsto no PDI, e aperfeiçoar continuamente os processos acadêmicos, pedagógicos e administrativos na perspectiva do fortalecimento das condições de oferta de cursos a distância, com qualidade. Da gestão da educação a distância O gerenciamento das atividades a distância é da responsabilidade do NEaD, órgão vinculado à Reitoria e com representatividade na Administração Acadêmica da Universidade, via Comitê Acadêmico. Atuando com vistas à implementação das políticas institucionais para a educação a distância, de forma articulada com as diretorias de Escolas da UnP e de acordo com Regimento Interno próprio, o NEaD tem na sua estrutura organizacional: - a coordenação geral; - coordenações acadêmica, pedagógica, de produção de recursos didáticos, de logística, de tecnologias da informação e da comunicação (TIC’s); - supervisão de logística; - revisores de linguagem e estrutura EaD; - apoio acadêmico, assistentes e estagiários. A base de trabalho do NEaD é a sede da Universidade, Natal/RN, a partir da qual são mantidas as necessárias articulações com as coordenadorias de cursos e de polos, docentes e tutores. 23 PARTE II – ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA 24 2.1 DADOS DO CURSO 2.1.1 Denominação Curso de Arquitetura e Urbanismo - Bacharelado. 2.1.2 Ato de criação, n. vagas, turno(s) de funcionamento Criação: Resolução no 041/2009 – ConSUni/UnP, de 29 de Outubro de 2009, com autorização de 160 vagas anuais/diurno. Autorização: Portaria MEC nº 245, de 05 de julho de 2011 (D.O.U. 06.07.2011), 160 vagas totais anuais/diurno. Autorização/noturno: Resolução n. 006, de 11 de julho de 2011 – ConSUni, 80 vagas/noturno, das 160 autorizadas pelo ato de reconhecimento. 2.1.3 Regime acadêmico Seriado semestral. 2.1.4 Modalidade de oferta Presencial. 2.1.5 Formas de ingresso Processo seletivo destinado a egressos do ensino médio ou equivalente, nas modalidades ‘tradicional’ e agendado (este para o preenchimento de vagas remanescentes); transferência interna e externa; aproveitamento de estudos de portador de diploma de graduação; e aproveitamento de nota do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM). 2.1.6 Integralização Mínimo: 5 (cinco) anos ou 10 (dez) semestres. Máximo: 9 (nove) anos ou 16 (dezesseis) semestres. 25 2.1.7 Local de funcionamento Universidade Potiguar – Campus Mossoró. Rua João da Escóssia, 1561. Nova Betânia, CEP 59607-330 – Mossoró/RN. 2.1.8 Coordenação do Curso Profª Karisa Lorena Carmo Barbosa Pinheiro Tel: (84)3323-8265 / (84)9987-9168 e-mail: [email protected] 26 2.2 ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA 2.2.1 Administração de cursos de graduação na Universidade Potiguar A Coordenadoria de Curso é um órgão executivo da Administração Acadêmica da Universidade, exercida pelo Coordenador de Curso, designado pelo Reitor para mandato de dois anos, permitida a recondução. Essa coordenadoria conta com a estrutura de pessoal da Escola à qual esteja vinculada, o que inclui, por exemplo, coordenadoria acadêmico-administrativa e analistas de processos acadêmicos (APAs). Com atuação regida pelo Estatuto e Regimento Geral da Universidade, assim como pelo Plano de Desenvolvimento Institucional 2007/2016, a Coordenadoria de Curso tem na sua organização o Conselho de Curso (ConseC) e o Núcleo Docente Estruturante (NDE), com atividades administrativas e acadêmicas relacionadas ao ensino, à pesquisa e à extensão previstas nos projetos pedagógicos (PPCs). No caso dos cursos a distância registra-se o apoio da equipe do NEaD no tocante aos aspectos administrativos, financeiros, acadêmicos, pedagógicos e de produção e customização de recursos didáticos, além da equipe dos polos. As coordenações dos cursos de graduação têm representatividade nos órgãos colegiados superiores, ConSUni e ConEPE, e presidem os respectivos conselhos e NDEs dos seus cursos. 27 2.2.2 Coordenação do Curso de Arquitetura e Urbanismo Nome: Karisa Lorena Carmo Barbosa Pinheiro; Graduação: Arquiteta e Urbanista, pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte – UFRN, em 1996; Pós-graduação: Mestre em Arquitetura e Urbanismo, na área de Urbanização, Projetos e Políticas Físico-Territoriais, pela UFRN, em 2006; Experiência acadêmica: professora do ensino técnico profissionalizante e do ensino superior no atual Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia – IFRN, Campus Mossoró, desde 2001, em regime parcial sem dedicação exclusiva; professora da Universidade Potiguar; coordenadora do Curso. Experiência profissional: sócio-gerente de escritório de arquitetura – FORMATTO Projetos e Empreendimentos Ltda, de 1997 a 2010 - principal atuação no ramo de projetos executivos. Ao todo, foram 13 (treze) anos de atuação profissional como arquiteta urbanista, desenvolvendo projetos arquitetônicos, paisagísticos, de urbanização e de interiores para o mercado local e estadual; Regime de trabalho na UnP: tempo integral com dedicação de 32 horas ao Curso. 2.2.3 Conselho de Curso na Universidade Potiguar O Conselho de Curso (ConseC), nos termos do Estatuto da Universidade, é um órgão de natureza deliberativa, consultiva e auxiliar, com função de analisar e propor medidas didático-pedagógicas, administrativas e disciplinares para o funcionamento do curso e para a sua integração nos diversos programas de pesquisa e de extensão e de Pósgraduação. 28 2.2.4 Conselho de Curso O Conselho do Curso, conforme Portaria no 159, de 23 de agosto de 2013 Reitoria, é atualmente formado pelos seguintes membros (Quadro 5): Quadro 5 – Composição do Conselho – Curso de Arquitetura e Urbanismo TITULARES SUPLENTES Presidente KARISA LORENA CARMO BARBOSA PINHEIRO Representação docente JARBAS JÁCOME DE OLIVEIRA ALEXANDRE PEREIRA VIEIRA BRENNY DANTAS DE SENA KÁTIA REGINA FREIRE LOPES THALLES CHAVES COSTA MARIA DE FÁTIMA TORRES JÁCOME Representação discente ARTUR ALMEIDA AMORIM YON LEITE FONTES JÚNIOR (mat. 201155613) (mat. 201100915) Representação de entidade profissional afeta ao curso CLAYTON CESAR PEREIRA BARRETO DORIAN JORGE FREIRE DE ANDRADE CABRAL (IAB) (IAB) As reuniões são realizadas mensalmente, havendo a possibilidade de reuniões extraordinárias, quando necessário. A dinâmica do Conselho promove a coparticipação de professores e alunos no desenvolvimento do Curso, considerando sugestões do NDE e resultados da auto avaliação do Curso e deste Projeto, legitimando as decisões didáticopedagógicas e administrativas, com vistas ao aperfeiçoamento curricular. 29 2.3 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO 2.3.1 Necessidade Social Os focos de dinamismo recente no Rio Grande do Norte Nos últimos 20 anos, as grandes cidades brasileiras têm atraído cada vez menos populações e, em alguns casos, tem ocorrido refluxo migratório, provocado, em parte, pela emigração da indústria para regiões de força de trabalho mais barata4 como é o caso do Nordeste do Brasil. Esta região tem experimentado nos últimos anos considerável incremento no dinamismo de sua estrutura econômica, resultado da combinação de dois elementos: grandes investimentos públicos e privados e programas de transferência de renda, de edição do Governo Federal, que concretizam uma política pública específica de combate à pobreza. Nesse contexto, e apesar dos altos índices de pobreza e exclusão social, o Rio Grande do Norte (RN) é um dos estados de destaque no Nordeste. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)5, em dezembro de 2012, o Produto Interno Bruto (PIB) estadual atingiu a marca de 22,9 bilhões de reais. Sua participação no PIB da região é de 6,6% e, no âmbito nacional, essa marca atinge 0,9%. Nesse ano, contribuíram da seguinte forma para o PIB estadual: agropecuária (5,1%), indústria (24%) e serviços (70,9%). Assinalam-se na economia potiguar: a) a agricultura diversificada, com enfoque para o cultivo de arroz, algodão, feijão, fumo, mamona, cana-de-açúcar, mamão, melão, coco, mandioca, melancia, manga, acerola, banana, caju e milho; b) a agropecuária, representada pelos rebanhos bovinos e suínos; c) a atividade industrial, concentrada na região metropolitana de Natal6, salientando-se os produtos têxteis, bebidas, agroindústrias. A indústria 4 SINGER, Paul. Economia política da urbanização. 14. ed. São Paulo: Contexto, 2012. IBGE, Estados. Com data de referência em 03/09/2013, disponível em: http://www.ibge.gov.br/estadosat/perfil.php?sigla=rn 6 Compreende, além de Natal, os municípios de Ceará Mirim, Extremoz, Macaíba, Monte Alegre, Nísia Floresta, Parnamirim, São Gonçalo do Amarante, São José de Mipibu e Vera Cruz. 5 30 petrolífera situa o Estado como o maior produtor nacional de petróleo em terra, além de abrigar três unidades de processamento de gás natural; d) o turismo, responsável pela atração de mais de 2 milhões de visitantes anualmente, tendo como principais destinos as praias de Ponta Negra, Pipa e Genipabu. Essa atividade é responsável por empregar mais de 120 mil pessoas, além de estar vinculada a outras 54 atividades, direta ou indiretamente; e) a mineração, que se destaca pela extração de sal marinho (cerca de 90% da produção nacional), calcário, estanho, gás natural, petróleo e feldspato; f) a carcinocultura, posicionando o RN como o maior exportador brasileiro de camarão. O comércio varejista e a construção civil no Estado têm apresentado as mais elevadas taxas de crescimento nos últimos anos, sendo na média bem mais ágeis do que seus congêneres no Nordeste e no Brasil. O comércio varejista potiguar mostrou-se, entre 2005 e 2008, como um dos mais dinâmicos do país, com índices semelhantes aos da economia chinesa, evidenciando um volume de vendas com crescimento de 81% - acima do Brasil e do Nordeste, e atingindo no ano de 2005 o quinto mais elevado percentual de crescimento do país. (Gráfico 1). Nesse período, o comércio varejista ampliado – que inclui também o comércio de material de construção e de veículos e peças – apontou crescimento do volume de vendas de 144%, o nono maior crescimento do país. 31 Gráfico 1: Taxa Anual de Crescimento do Comércio Varejista do Brasil e RN – 20022008 Fonte: AGN. Indicadores Econômicos e Sociais do RN. A partir de dados do IBGE – Pesquisa Mensal do Comércio (PMC). Com a crise financeira global de 2008, os dez primeiros meses de 2009 apresentaram resultados negativos, verificando-se, porém, a total recuperação do setor em 2010. Neste ano, os resultados sobre o ano anterior com ajuste sazonal, para o volume de vendas, foram positivos em 18 dos 27 estados, sendo que os maiores acréscimos ocorreram em Roraima (12,8%), Paraíba (6,0%), Rio Grande do Norte (4,2%), Amazonas (3,2%), Santa Catarina (3,1%) e Ceará (3,1%), ficando o RN em décimo lugar no posicionamento em relação à média nacional. (Gráfico 2). 32 Gráfico 2: Taxas Mensais regionalizadas do volume de vendas no Varejo ordenadas segundo posicionamento em relação à média Nacional (2010). Fonte: http://saladeimprensa.ibge.gov.br/noticias?view=noticia&id=1&busca=1&idnoticia=1838. Acessado em 3 de setembro de 2013. A redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) constituiu um dos fatores para aquecimento do comércio varejista do RN, acarretando a recuperação dos setores de automóveis, materiais de construção e móveis e decoração. Destacam-se ainda os reflexos dos novos incentivos (isenções para a chamada linha branca) autorizados pelo governo federal para alguns segmentos do varejo. A construção civil, no período 2009 a 2012, apresentou um dos menores custos de construção do país – o terceiro mais baixo do Brasil e o segundo mais baixo do Nordeste. (Gráfico 3). Segundo o Sistema Nacional de Pesquisa de Índices e Custos da Construção Civil (SINAPI), o custo em 2012 era de R$765,59. O setor experimentou forte expansão no período retratado, acarretando vantagem competitiva para o RN, em relação aos outros estados do Brasil. 33 Gráfico 3: Evolução do Custo Médio da Construção Civil no Brasil, Região Nordeste, RN– 2009-2012 Fonte: Elaborado pela autora. A partir de dados do IBGE – Sistema Nacional de Pesquisa de Índices e Custos da Construção Civil (SINAPI). Disponivel em: http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/indicadores/precos/sinapi/default.shtm. Acessado em 3 de setembro de 2013. Aponta-se ainda o andamento de iniciativas que apoiarão a construção de um novo cenário econômico e social para o Rio Grande do Norte. Segundo o Plano Plurianual 2012-2015, do Governo do Estado do Rio Grande do Norte7, nesse momento visualizamse os seguintes programas e projetos estruturantes, inter e intra regionais, em diversos estágios de consolidação: a) Projeto Arena das Dunas e Infraestrutura para Copa, através de Parceria Pública Privada (PPP) com o Governo Federal, Prefeitura de Natal e Iniciativa Privada), caminho utilizado pelo Estado para viabilizar o Projeto Arena das Dunas como sede de jogos da Copa do Mundo em 2014. Em paralelo, seguem outros projetos que envolvem melhorias de rodovias, trechos de avenidas e acesso ao novo aeroporto; b) Aeroporto de São Gonçalo do Amarante, uma concessão de privatização do terminal aéreo, previsto entrar em operação antes da copa de 2014. O aeroporto inaugura um novo modelo para o setor em todo o País, e deverá 7 Disponível em: http://www.gabinetecivil.rn.gov.br/acess/plmensagem2011/Mensagem%20n%C2%BA%20020%20%20Anexo%20Documento%20PPA%202012-2015.pdf. Acessado em 3 de setembro de 2013. 34 incluir o estado nas grandes rotas econômicas mundiais, significando a atração de novos investimentos nacionais e estrangeiros, um novo impulso para economia estadual, a viabilização das ZPE’s e mais empregabilidade para os norte-riograndenses; c) Mineração em diversas regiões do estado, com a extração de ouro, ferro, tungstênio, feldspato, argilas, barita, albita, quartzo, cal, caulim, calcita e dolomita, minérios utilizados na indústria de vidro, tinta e verniz, papel, revestimento de louças e cerâmica; d) Zonas de Processamento de Exportação (ZPE) em Assu e Macaíba, com incentivos fiscais e tributários para as empresas instaladas; e) Energia Eólica com 55 projetos em construção no RN, o que soma 1.800 MW de capacidade instalada, fazendo do RN o maior polo de energia eólica do país, com 50% de toda a capacidade nacional; f) Investimentos da PETROBRAS na extração marítima e no mercado de biocombustíveis, pois com o declínio natural das reservas de petróleo no continente, a unidade potiguar da Petrobras destinará robustos investimentos na prospecção por reservatórios marítimos. Além disso, a Petrobras Biocombustível investiu cerca de R$ 2 milhões no Programa Nacional de Biocombustível (PBIO) no Rio Grande do Norte, na safra 2010/2011. Aguardase a implantação da Refinaria Clara Camarão, uma das cinco unidades de refino projetados pela PETROBRAS para elevar a produção em 1.2 milhões de barris/dia, até 2015. A Refinaria deverá transformar o Rio Grande do Norte no único Estado do país com autossuficiência na produção de todos os tipos de combustíveis derivados de petróleo; g) Produção de Atum e Camarão, através de acordo firmado entre a empresa de pesca do Rio Grande do Norte Atlântico Tuna e a Japan Tuna, maior empresa de pesca atuneira do Japão. O setor se recuperou e superou a questão cambial, destinando quase toda a produção para o mercado interno (97% da produção). Melhorias no Porto de Natal e estudos de viabilidade de um novo terminal marítimo estruturado para receber navios de grande porte são investimentos associados. 35 h) Ciência, Tecnologia e Inovação, através de investimentos nos setores estratégicos como Gestão de Políticas Públicas, Energia, Biotecnologia, Neurociências e Nanociências, que representam grandes oportunidades no desenvolvimento da área de saúde. O apoio estadual ocorre através do sistema de educação (escolas profissionalizantes), de iniciativa de parceria com instituições de ensino superior, objetivando a criação de curso de formação e realização de pesquisas aplicadas, assim como, pelo apoio técnico e financeiro concedido através da Fundação de Apoio à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Norte (FAPERN) e do Fundo Estadual de Ciência e Tecnologia; i) Agenda das Cidades, dando especial atenção a projeto de mobilidade e acessibilidade, saneamento ambiental (água, esgotos, drenagem, coleta e tratamento de resíduos sólidos) e segurança. Nesse processo de crescimento da economia potiguar destacam-se investimentos na Região Metropolitana da Grande Natal e em Mossoró, o segundo mais importante do RN e que polariza diversas atividades econômicas não apenas da microrregião em que se insere – a Microrregião de Mossoró8, como também da Mesorregião do Oeste Potiguar9. Essa concentração de investimentos gera diversificação dos serviços e, consequentemente, ampliação da economia terciária dessas cidades que, cada vez mais, atraem populações de todo o espaço estadual. 8 9 Segundo Divisão Territorial do Rio Grande do Norte por Microrregiões (IBGE). Segundo Divisão Territorial do Rio Grande do Norte por Mesorregiões (IBGE). 36 A franca expansão econômica e urbana de Mossoró e carência de profissionais Situado na rota entre duas capitais (Fortaleza e Natal), com uma extensão territorial de 2.099,333km2 e densidade demográfica de 123,73hab/km2 o município de Mossoró, em 2010, atingia uma população total de 259.815 habitantes: 237.241 (91,3%) na área urbana e 22.574 (8,7%) na área rural10. A população estimada/2013 é da ordem de 280.314 habitantes11. Sua condição de centro regional foi impulsionada pela evolução econômica e consequente atração que, historicamente, exerceu sobre populações vizinhas, alcançando, inclusive, cidades do Ceará. Atualmente, tem a função de cidade polo da Zona Homogênea Mossoroense12, concentrando a dinâmica econômica de pelo menos 25 municípios, para o que são relevantes diversos instrumentos financeiros, como o Banco de Nordeste – BN, Banco do Brasil – BB, Caixa Econômica Federal – CEF e, em nível estadual, a Agência de Fomento do Rio Grande do Norte – AGN. Assinalam-se como setores mais expressivos de Mossoró13: a) turismo (sol e mar, cultura, negócios, eventos); b) agropecuária (fruticultura irrigada: melão, manga e melancia; cajucultura, caprino e ovinocultura, apicultura; culturas alimentares: milho e feijão; pecuária leiteira e de corte; piscicultura); c) indústria (cimento, minerais metálicos, movelaria, papel e papelão, indústria química, vestuário, calçados, tecidos, produtos alimentícios: beneficiamento de castanha de caju e frutas; rações, indústria mecânica, cerâmica fina, indústria salineira, torrefação); d) mineral (petróleo, gás, calcário, água mineral); e) comercial (atacadista, varejista, supermercados). 10 Segundo IBGE Cidades – RN – Município de Mossoró – Informações Completas. Disponível em 3 de setembro de 2013. http://www.cidades.ibge.gov.br/xtras/perfil.php?lang=&codmun=240800&search=||infogr%E1ficos:informa%E7%F5es-completas 11 Segundo IBGE - Estimativas da população residente nos municípios brasileiros com data de referência em 1º de julho de 2013. Disponível em ftp://ftp.ibge.gov.br/Estimativas_de_Populacao/Estimativas_2013/estimativa_2013_dou.pdf. Acessado em 3 de setembro de 2013. 12 Segundo SEPLAN/IDEC, o Estado do Rio Grande do Norte e politicamente está dividido em 167 municípios, agrupados em 8 zonas homogêneas, desde 1973. 13 Plano Plurianual 2012-2015. Governo do Estado do Rio Grande do Norte. Disponível em: http://www.gabinetecivil.rn.gov.br/acess/plmensagem2011/Mensagem%20n%C2%BA%20020%20%20Anexo%20Documento%20PPA%202012-2015.pdf. Acessado em 3 de setembro de 2013. 37 Segundo o IBGE14, o PIB de Mossoró, em 2012, contabilizou R$ 3.101.075.000,00 (três bilhões, cento e um milhões e setenta e cinco mil reais), distribuídos em três grandes setores: agropecuária, indústria e serviços. Comparado com o ano 2000 (R$ 818.311.000), observa-se um aumento de 378%, ou seja, em doze anos, o valor praticamente quadruplicou. Ainda conforme o IBGE – Relatório do Produto Interno Bruto dos Municípios – o setor de serviços, que também comporta atividades comerciais, responde por 65,4% do PIB, tendo superado o setor indústria, composto pela indústria extrativista do petróleo e do sal, a indústria de transformação e da construção civil que representa 30,8%. Quanto ao setor agropecuário, no qual a fruticultura irrigada está inserida, corresponde a 3,8% do PIB geral15. A construção civil, atividade do setor terciário que mais cresce, além de contar com recursos privados, conta com agentes provedores de recursos públicos, merecendo destaque: o Governo Federal, através do Programa de Aceleração do Crescimento – PAC16 que, desde 2007, tem investido aproximadamente R$ 100 milhões em Mossoró para a ampliação das redes coletoras e interligações prediais; e a CEF que, através de diversos programas habitacionais como o Minha Casa, Minha Vida” aplicou milhões de reais em Mossoró na construção de unidades habitacionais. Percebe-se o fortalecimento da economia local, de forma mais expressiva nos setores de serviços e comércio, e que a base econômica não está mais vinculada somente ao petróleo, sal e fruticultura, até poucos anos atrás responsáveis por grande parte do PIB. O cenário relacionado à geração de empregos, com a força da economia local, apresentou significativo aumento: foram 66.360 empregos formais em 2012. Levando-se em consideração que as micro e pequenas empresas empregam 60% dos trabalhadores formais de Mossoró, e que é nesses segmentos que também reside a grande maioria da informalidade da economia, supõe-se que o número de empregos seja bem superior a esse dado. O setor que mais emprega é o setor varejista, ficando em segundo lugar a 14 Segundo IBGE – Relatório do Produto Interno Bruto dos Municípios. Disponivel em: http://www.ibge.gov.br/cidadesat/painel/painel.php?codmun=240800. Acessado em 3 de setembro de 2013. 15 Segundo IBGE Cidades – RN – Município de Mossoró – Relatório do Produto Interno Bruto dos Municípios. Disponível em 3 de setembro de 2013. http://www.cidades.ibge.gov.br/xtras/perfil.php?lang=&codmun=240800&search=||infogr%E1ficos:informa%E7%F5es-completas 16 Programa criado em Governo Federal, visando resgatar a cidadania da população, e promover a saúde humana e do meio ambiente. 38 administração pública e, em terceiro, a construção civil. Grandes eventos culturais são promovidos no município de fevereiro a dezembro de cada ano e segundo dados da Gerência Executiva de Cultura, esses eventos não só contribuem para o fomento e valorização da cultura local, dos grupos de teatros e artistas populares, como também geram empregos temporários mensais, com um aumento bastante significativo nos meses de junho com o “Mossoró Cidade Junina” e em setembro com o “Auto da Liberdade” e o “Cortejo da Liberdade”. Polarizando uma região de intensa dinâmica econômica em torno de tantas atividades, a cidade de Mossoró tem, há várias décadas, seu crescimento econômico marcado pelo aumento rápido e desordenado da população urbana (migrantes em busca de emprego e oportunidades de escolarização), com diversas implicações sociais como o aumento do custo de vida, desemprego (pois o setor terciário não absorve a mão de obra desqualificada proveniente das salinas e do campo), violência e “indústria do sexo”. Acrescentam-se a desorganização do espaço urbano, com a proliferação de favelas, a degradação do meio ambiente e uma demanda enorme por habitação para atender todos os níveis de renda. Nesse contexto, a cidade vivencia um processo de expansão urbana marcado não só pela constante ampliação do seu perímetro urbano, como também pela construção de inúmeros empreendimentos que visam atender às crescentes demandas das diversas atividades econômicas locais. As mais diversas obras se espalham por todos os bairros: estabelecimentos comerciais, industriais, instituições e, principalmente, habitações para todos os níveis de renda, passando pelos programas de erradicação de favelas até os condomínios fechados para populações de alto poder aquisitivo. No entanto, a ocupação do território da cidade de Mossoró também aponta alguns problemas, como a carência de planos de ordenamento territorial e a existência de loteamentos e construções sem projeto e, até mesmo, sem a responsabilidade técnica adequada17. Tal situação pode estar associada ao fato de inexistir em Mossoró, até 2010, oferta de formação profissional em arquitetura e urbanismo, déficit este superado pela UnP ao instalar a sua graduação. Destaca-se que, no Rio Grande do Norte, essa formação limita17 Prestação de serviço por parte de um profissional de nível superior ou médio profissionalizante, habilitado pelo Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura – CAU / CREA. 39 se a duas IES, ambas com sede em Natal: a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e a Universidade Potiguar. Em Mossoró, são poucos os escritórios especializados em projetos da área civil (arquitetônico e complementares). Os maiores empreendimentos têm seus projetos desenvolvidos por grandes escritórios estabelecidos nas capitais mais próximas (Fortaleza, Natal, João Pessoa e Recife), enquanto os demais, na sua maioria, são desenvolvidos por “práticos”, entendidos aqui como pessoas sem a devida formação profissional. O índice de “práticos” em Mossoró é alarmente. Além de ilegal, pois contraria a legislação estabelecida pelo poder público para registro de projetos e imóveis, essa situação, em geral, desrespeita a legislação urbanística vigente, como o Plano Diretor e o Código de Obras; ignora a condição climática local e o entorno; nem sempre utiliza o conhecimento técnico-científico; e descumpre normas importantes como a NBR 9050/94 – Acessibilidade de pessoas portadoras de deficiências a edificações, espaço mobiliário e equipamentos urbanos. Tudo isso põe em risco não só a qualidade de vida dos usuários dos empreendimentos, como também pode oferecer risco à sua segurança, além de possíveis danos ao meio ambiente, ao patrimônio histórico e paisagístico da cidade. Existe, portanto, uma expressiva demanda por profissionais qualificados na área de arquitetura e urbanismo em Mossoró. A organização do meio construído, área de atuação do arquiteto e urbanista, é uma necessidade constante da evolução da cidade seja pela expansão dos negócios e da economia, seja pelas demandas por moradia, transporte, trabalho e lazer da população. É, pois, uma condição premente e permanente da vida urbana e de seus cidadãos. A formação de arquitetos e urbanistas pela UnP não só irá atender a cidade de Mossoró, como também a toda uma região que está sob sua influência econômica – o Oeste Potiguar. O desenvolvimento econômico regional, num momento em que o Governo Federal, através do Ministério das Cidades, vem desenvolvendo políticas de combate às desigualdades sociais e ampliação do acesso da população à moradia, ao saneamento e ao transporte, sem dúvida, aponta para o crescimento da demanda por esse profissional. Nesse contexto, além das possibilidades de atuação como profissional autônomo, configuram-se novas oportunidades e postos de trabalho: iniciativa privada, empresas, órgãos públicos e instituições de ensino, para o planejamento urbano e regional, 40 arquitetura de edifícios, paisagismo, e preservação de bens culturais e de recursos naturais. Enfim, profissionais aptos a transformar a cidade em espaços mais humanizados, e a conduzir o seu desenvolvimento em bases sólidas de planejamento. Para além das demandas econômicas e socioambientais, considerem-se as de natureza educacional, especificamente relacionadas ao atendimento a egressos do ensino médio que pretendem ter acesso ao ensino superior. Segundo dados do IBGE18, em 2012 o ensino médio no RN registrava 145.943 alunos distribuídos em 442 escolas, sendo 310 públicas, com 125.873 matriculados, e 132 privadas, com 20.070 matrículas. (Gráfico 4). Gráfico 4: Número de Matrículas no Ensino Médio Público e Privado no RN – 2012 Fonte: IBGE – Estados. Disponível em: http://www.ibge.gov.br/estadosat/temas.php?sigla=rn&tema=educacao2012. Acessado em 3 de setembro de 2013. 18 IBGE – Estados. Disponível em: http://www.ibge.gov.br/estadosat/temas.php?sigla=rn&tema=educacao2012. Acessado em 3 de setembro de 2013. 41 Informa também o IBGE19, ano 2012, que em Mossoró existem 39 escolas com 12.334 matrículas. São 21 unidades públicas e 18 privadas que detêm 9.351 e 2.983 matrículas, respectivamente. Quanto ao ensino superior, a cidade de Mossoró tem instaladas, além da UnP: Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA), Faculdade de Enfermagem Nova Esperança de Mossoró (FACENE), Faculdade de Ciências e Tecnologia Mater Christi, Faculdade Diocesana de Mossoró e o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia (IFRN). Todas encontram-se concentradas na zona urbana de Mossoró, constituindo um polo de atuação universitária não só no Oeste Potiguar, mas também em todo o RN e estados vizinhos, como Ceará e Paraíba. Destaca-se ainda que tanto o candidato proveniente do ensino médio quanto aqueles que se encontram no mercado de trabalho, sem qualificação, em geral procuram ingressar no ensino superior no RN. Desse modo, o Curso de Arquitetura e Urbanismo da UnP, Campus Mossoró, ao se consolidar como uma oportunidade de acesso ao ensino superior - especificamente num campo onde há demanda e não há oferta de vagas -, ganha expressão social, difundindo novos conhecimentos e procedimentos práticos relativos à edificação, ao urbanismo, e ao paisagismo, considerando, acima de tudo, as necessidades de conservação e valorização do patrimônio construído, proteção do equilíbrio do ambiente natural e utilização racional dos recursos disponíveis. É propósito do Curso a formação de profissionais éticos e competentes, preparados para enfrentar os desafios contemporâneos, atendendo aos interesses individuais e de coletividades no campo da arquitetura e urbanismo, com vistas a uma melhor qualidade de vida. 19 IBGE – Cidades. Disponível em: http://www.ibge.gov.br/cidadesat/xtras/temas.php?codmun=240800&idtema=117&search=rio-grande-donorte|mossoro|ensino-matriculas-docentes-e-rede-escolar-2012. Acessado em 3 de setembro de 2013. 42 2.3.2 Concepção O Curso de Arquitetura e Urbanismo da UnP, Campus Mossoró, visa formar profissionais generalistas e, sobretudo, éticos, com visão crítica e criativa. Está fundamentado na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional n. 9393/1996 (LDB/1996), nas Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos de Graduação em Arquitetura e Urbanismo (Resolução CNE/CES nº 02/2010); na Lei CAU nº 12.378/201020 e Resolução CAU n° 21/201221. Institucionalmente, o Curso tem como referências principais o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI 2007/2016), além de normativos emanados dos Colegiados Superiores da Universidade e orientações curriculares estabelecidas para os cursos de graduação. Com ênfase nos princípios éticos e em uma formação generalista, o Curso propicia ao aluno o desenvolvimento de competências e habilidades relacionadas à resolução de problemas potenciais da arquitetura, do urbanismo e do paisagismo, compreendendo e traduzindo as necessidades específicas dos usuários, sejam indivíduos, comunidades ou grupos sociais, considerando a diversidade cultural e observando a utilização racional dos recursos disponíveis, assim como a conservação, valorização e proteção do patrimônio construído e do meio ambiente. Uma das características da profissão em Arquitetura e Urbanismo está na amplitude dos campos de conhecimento. Com essa particularidade, a formação profissional deve conferir ao discente a capacidade de atuar como planejador do meio construído destinado às edificações, de maneira geral ao urbanismo e ao paisagismo, de modo a satisfazer as exigências socioculturais, econômicas, técnicas, ambientais e de acessibilidade dos usuários. A proposta do Curso é a articulação da arquitetura com as várias tecnologias construtivas, ciências do urbanismo, do paisagismo e as diversas representações da arte e suas formas de expressão, sempre considerando a interrelação entre os valores estéticos, culturais e sociais. 20 BRASIL. Conselho de Arquitetura e Urbanismo. Lei nº 12.378, de 31 de dezembro de 2010. Regulamenta o exercício da Arquitetura e Urbanismo; cria o Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil CAU/BR e os Conselhos de Arquitetura e Urbanismo dos Estados e do Distrito Federal – CAUs; e dá outras providências. Publicada no D.O.U. de 31 dezembro de 2010. 21 BRASIL. Conselho de Arquitetura e Urbanismo. Resolução n° 21, de 5 de Abril de 2012. Dispõe sobre as atividades e atribuições profissionais do arquiteto e urbanista e dá outras providências. Publicada no D.O.U. de 23 de abril de 2012. 43 Na estética estão as representações livres a partir dos universos pessoais; a expressão criativa humana e a busca pelo aperfeiçoamento, devendo o Curso adotar estratégias metodológicas de estímulo à criatividade, à curiosidade, à afetividade, à qualidade. No aspecto cultural, está alicerçado um sistema de comportamentos consensuados, experiências intercambiadas e valores compartilhados que definem uma identidade viva, a partir da qual a comunidade se transforma e se expressa ao longo do tempo. No Curso, a ideia é analisar, projetar e construir ambientes, contextos e fluxos socioculturais. A sequência do Curso privilegia a formação geral e humanística, principalmente nas primeiras séries, à qual se agregam progressivamente as disciplinas de formação básicoprofissionalizante e profissionalizante. Nesse sentido, constituem princípios orientadores do Curso: a) a articulação entre conhecimentos teóricos e práticos, de modo que, ainda em seu processo de formação, o aluno possa se exercitar na aplicação de conteúdos, técnicas e tecnologias próprias da área; b) a adoção de procedimentos metodológicos que estimulem o desenvolvimento da autonomia intelectual, da curiosidade, da criatividade e empreendedorismo; c) o desenvolvimento de práticas investigativas como uma das ferramentas para a concepção e execução de projetos que atendam a expectativas individuais e coletivas, tendo como referências as possibilidades de eliminação de eventuais impactos ambientais, o cumprimento dos requisitos de preservação da paisagem e as contribuições dos povos presentes historicamente na constituição da sociedade brasileira, especialmente europeus, africanos e indígenas; d) interdisciplinaridade, uma vez que a formação do arquiteto e urbanista não deve ser considerada como um processo fechado, mas permeado por conhecimentos de diversos campos do saber, permitindo que o futuro arquiteto e urbanista, responsável pelas mensagens gráficas, utilizem-nos como forma de diálogo consigo mesmo, ao longo de todo processo de criação de um projeto, seja ele destinado ao cliente, ou à determinada comunidade; 44 e) empreendedorismo, estimulando a atenção do estudante para o mercado de trabalho, com destaque para a iniciativa, autonomia, criatividade e capacidade de identificação de novos nichos. Esses princípios são viabilizados tanto por meio de aulas teóricas quanto através de atividades práticas realizadas em laboratórios e ateliers, além de aulas de campo. Todas as situações, teóricas ou práticas, são regidas pelo princípio da indissociabilidade ensino/pesquisa/extensão, o que oportuniza ao aluno a iniciação científica, o desenvolvimento de práticas que o aproximam de situações reais, propiciando a vivência de atitudes éticas que se expressam no respeito à diversidade e na formação de responsabilidade socioambiental. Esse delineamento leva em conta os avanços tecnológicos verificados em todas as áreas do conhecimento, assim como a velocidade das mudanças econômicas, políticas e culturais ocorridas nas últimas décadas, mostrando que é impossível isolar a ação pedagógica da realidade, sob pena de que os próprios alunos não consigam ver sentido no que fazem no seu Curso. É a sociedade que receberá os novos profissionais e é a ela que eles devem atender, sem que se deva esquecer a necessária percepção crítica dessa mesma realidade. Assim sendo, o profissional de arquitetura e urbanismo formado pela Universidade Potiguar, Campus Mossoró, deverá estar focado na melhoria das condições de vida de pessoas e coletividades; demonstrar criatividade e domínio técnico de habilidades. Ele será generalista, empreendedor e portador de visão crítica e holística, identificado com sua localidade e Região, de tal forma que possa influenciar positivamente diferentes realidades, considerando os limites legais, econômicos e políticos que circunstanciam o exercício profissional, em especial do arquiteto urbanista. 45 2.3.3 Objetivos Objetivo Geral Formar o profissional ético, generalista, com capacidade técnica e rigor científico, consciente do seu papel na sociedade, capaz de perceber as questões socioculturais, econômicas, estéticas e ambientais inerentes à atividade do arquiteto urbanista, competente na resolução de problemas que envolvam as condições de preservação da paisagem natural e construída e as transformações que se sucederem, e apto a enfrentar a realidade de seu tempo e as exigências de qualidade de vida da população. Objetivos específicos a) Adotar, de forma constante, inovações pedagógicas que promovam a interdisciplinaridade e a integração entre teoria e prática com consequente compreensão, pelo aluno, das relações entre os espaços edificados e os espaços urbanos e sociais; b) desenvolver processos formativos cujos conhecimentos compreendam os fundamentos culturais, históricos e socioeconômicos da profissão; c) promover a vivência de situações concretas considerando as rápidas e permanentes mudanças mundiais e suas repercussões nos cenários regional e local; d) efetivar processos didático-pedagógicos que propiciem ao aluno o reconhecimento da ética como categoria central na vida cidadã, o que significa a adoção de atitudes de valorização da diversidade, da responsabilidade social e de promoção da qualidade de vida do planeta; e) promover o desenvolvimento da capacidade de comunicação, da oratória, da gestão, da visão estratégica e da realização de trabalhos em equipe; f) promover ações de integração ensino, pesquisa e extensão com vistas à apreensão, pelo estudante, de conhecimentos, técnicas e tecnologias necessários à concepção de espaços físicos da paisagem urbana, das edificações, objetos, modelos e detalhamentos, aplicáveis a diferentes grupos em seus aspectos econômicos, culturais, sociais e educacionais. 46 2.3.4 Perfil Profissional O perfil profissional trabalhado pelo Curso cumpre o disposto na Resolução CNE/CES nº 02/2010: pretende-se que o egresso seja generalista, capaz de compreender e traduzir as necessidades de indivíduos, grupos sociais e comunidade com relação à concepção, organização, reflexão crítica e construção do espaço interior e exterior, abrangendo: a edificação; o urbanismo; o paisagismo; a conservação e a valorização do patrimônio construído; a proteção do equilíbrio do ambiente natural; e a utilização racional dos recursos disponíveis, sempre considerando as aspectos econômicos, sociais e políticos envolvidos; de demonstrar competências em áreas diversas da arquitetura: planejamento urbano e regional, paisagem, meio ambiente, patrimônio histórico, história e fundamentação estética; conforto ambiental, topografia, materiais e sistemas construtivos; sistemas estruturais, meios de expressão e representação gráfica; habilidade de interpretar todo o espectro de necessidades e aspirações individuais e coletivas quanto ao ambiente construído. Como arquiteto, o futuro profissional deverá ser capaz de elaborar soluções técnicas e projetuais para a construção, preservação, conservação, restauração, reconstrução, reabilitação e reutilização de edificações, conjuntos e cidades. Tratará tanto do exterior das edificações, planejando fachadas e acessos, quanto do seu interior, planejando ambientes, instalações, equipamentos, objetos e mobiliário. Como urbanista, evidenciará condições de planejar intervenções no espaço urbano, rural, metropolitano e regional, elaborando projetos de desenho urbano e planos diretores e de assentamento humano, que envolvem: gestão territorial; planejamento do uso e ocupação do solo do município e de regiões; código de obras; sistemas de infraestrutura e de trânsito; preservação de bens culturais e de recursos naturais; traçado de cidades e orientação para seu crescimento. Considera para suas proposições a regulamentação e os aspectos socioculturais, políticos, econômicos, e físico ambientais da área de influência de seu trabalho. Como paisagista, suas competências e habilidades estarão relacionadas a planejar ações de intervenção e de preservação da paisagem e a avaliar os impactos no meio ambiente, com vistas ao equilíbrio ecológico e ao desenvolvimento sustentável. 47 O futuro profissional deverá ter autonomia para acompanhar a atualização de conhecimentos, de novas técnicas e ferramentas que lhe permitam enfrentar, com competitividade e produtividade, os desafios do mercado de trabalho. Este perfil, além de atender as Diretrizes Curriculares Nacionais dos cursos de graduação em Arquitetura e Urbanismo, está coerente com padrões aceitos internacionalmente para o exercício profissional da Arquitetura, fundamentado nas conclusões do congresso de arquitetos e urbanistas do UIA – Internatinal Union of Architects realizado em julho de 1999 em Pequim, na China. Também cumpre a Lei CAU nº 12.378/2010 e as resoluções regidas oriundas do Conselho de Arquitetura e Urbanismo, especialmente a Resolução CAU n° 21/2012, que regulam as atribuições das diferentes modalidades profissionais integrantes do sistema. Competências e habilidades O arquiteto e urbanista formado pelo Curso de Arquitetura e Urbanismo da UnP, Campus Mossoró, deverá atuar de forma ética e competente obedecendo a padrões de qualidade e produtividade pré-estabelecidos, demonstrando as seguintes competências e habilidades: conhecer a história das artes e da estética, suscetível de influenciar a qualidade da concepção e da prática de arquitetura, urbanismo e paisagismo; conhecer os aspectos antropológicos, sociológicos e econômicos relevantes e de todo o espectro de necessidades, aspirações e expectativas individuais e coletivas quanto ao ambiente construído; compreender as questões que informam as ações de preservação da paisagem e de avaliação dos impactos no meio ambiente, com vistas ao equilíbrio ecológico e ao desenvolvimento sustentável; evidenciar habilidades de desenho e o domínio da geometria, de suas aplicações e de outros meios de expressão e representação, tais como perspectiva, modelagem, maquetes, modelos e imagens virtuais fazer o emprego adequado e econômico dos materiais de construção e das técnicas e sistemas construtivos, para a definição de instalações e equipamentos prediais, para a organização de obras e canteiros e para a implantação de infraestrutura urbana 48 compreender os sistemas estruturais e o domínio da concepção e do projeto estrutural, tendo por fundamento os estudos de resistência dos materiais, estabilidade das construções e fundações utilizar instrumentais de informática para tratamento de informações e representação aplicada à arquitetura, ao urbanismo, ao paisagismo e ao planejamento urbano e regional; demonstrar habilidade instrumental na feitura e interpretação de levantamentos topográficos, com a utilização de aerofotogrametria, fotointerpretação e sensoriamento remoto, necessários à realização de projetos de arquitetura, urbanismo e paisagismo e no planejamento urbano e regional; conhecer a teoria e a história da arquitetura, do urbanismo e do paisagismo, considerando sua produção no contexto social, cultural, político e econômico e tendo como objetivo a reflexão crítica e a pesquisa; conceber projetos de arquitetura, urbanismo e paisagismo e realizar construções, considerando os fatores de custo, de durabilidade, de manutenção e de especificações, bem como os regulamentos legais, e de modo a satisfazer as exigências culturais, econômicas, estéticas, técnicas, ambientais e de acessibilidade dos usuários; dominar técnicas e metodologias de pesquisa em planejamento urbano e regional, urbanismo e desenho urbano, bem como compreender sistemas de infraestrutura e de trânsito, necessários para a concepção de estudos, análises e planos de intervenção no espaço urbano, metropolitano e regional entender as condições climáticas, acústicas, lumínicas e energéticas e o dominar as técnicas apropriadas a elas associadas conhecer as práticas projetuais e as soluções tecnológicas para a preservação, conservação, restauração, reconstrução, reabilitação e reutilização de edificações, conjuntos e cidades; sintetizar e integrar os conhecimentos estudados e vivenciados durante o curso, evidenciando curiosidade e atitude científica essencial à resolução de problemas nas áreas de atuação do arquiteto urbanista. 49 Campos de Atuação A formação generalista do arquiteto e urbanista promovida pela UnP, no Campus Mossoró, permite a atuação do egresso nos campos da arquitetura, do urbanismo e do paisagismo definidos pela Resolução CAU no 21/2012, art. 2º, parágrafo único: I. de Arquitetura e Urbanismo, concepção e execução de projetos; II. de Arquitetura de Interiores, concepção e execução de projetos; III. de Arquitetura Paisagística, concepção e execução de projetos para espaços externos, livres e abertos, privados ou públicos, como parques e praças, considerados isoladamente ou em sistemas, dentro de várias escalas, inclusive a territorial; IV. do Patrimônio Histórico Cultural e Artístico, arquitetônico, urbanístico, paisagístico, monumentos, restauro, práticas de projeto e soluções tecnológicas para reutilização, reabilitação, reconstrução, preservação, conservação, restauro e valorização de edificações, conjuntos e cidades; V. do Planejamento Urbano e Regional, planejamento físico-territorial, planos de intervenção no espaço urbano, metropolitano e regional fundamentados nos sistemas de infraestrutura, saneamento básico e ambiental, sistema viário, sinalização, tráfego e trânsito urbano e rural, acessibilidade, gestão territorial e ambiental, parcelamento do solo, loteamento, desmembramento, remembramento, arruamento, planejamento urbano, plano diretor, traçado de cidades, desenho urbano, inventário urbano e regional, assentamentos humanos e requalificação em áreas urbanas e rurais; VI. de Topografia, elaboração e interpretação de levantamentos topográficos cadastrais para a realização de projetos de arquitetura, de urbanismo e de paisagismo, fotointerpretação, leitura, interpretação e análise de dados e informações topográficas e sensoriamento remoto; VII. da Tecnologia e resistência dos materiais, dos elementos e produtos de construção, patologias e recuperações; VIII.dos Sistemas construtivos e estruturais, estruturas, desenvolvimento de estruturas e aplicação tecnológica de estruturas; IX. de Instalações e equipamentos referentes à Arquitetura e Urbanismo; X. do Conforto Ambiental, técnicas referentes ao estabelecimento de condições climáticas, acústicas, lumínicas e ergonômicas, para a concepção, organização e construção dos espaços; XI. do Meio Ambiente, estudo e avaliação dos impactos ambientais, licenciamento ambiental, utilização racional dos recursos disponíveis e desenvolvimento sustentável. Assim sendo, o futuro arquiteto e urbanista deve demonstrar condições para assumir as atribuições dispostas no Art. 2o da referida Resolução: I. II. III. IV. V. VI. supervisão, coordenação, gestão e orientação técnica; coleta de dados, estudo, planejamento, projeto e especificação; estudo de viabilidade técnica e ambiental; assistência técnica, assessoria e consultoria; direção de obras e de serviço técnico; vistoria, perícia, avaliação, monitoramento, laudo, parecer técnico, auditoria e arbitragem; VII. desempenho de cargo e função técnica; VIII. treinamento, ensino, pesquisa e extensão universitária; IX. desenvolvimento, análise, experimentação, ensaio, padronização, 50 mensuração e controle de qualidade; X. elaboração de orçamento; XI. produção e divulgação técnica especializada; XII. execução, fiscalização e condução de obra, instalação e serviço técnico. As atividades poderão ser exercidas na iniciativa privada, no comércio, na indústria, nas empresas prestadoras de serviços, nos órgãos públicos e nas instituições de ensino, na condição de empregado ou autônomo. 2.3.5 Organização curricular O Curso adota 3 (três) estruturas curriculares, cada uma organizada em dez semestres letivos, 5 anos, com 3.600h (4.320 horas-aula). Todas objetivam oferecer suporte teórico-metodológico, técnico e tecnológico à construção das competências e habilidades definidas no perfil do egresso, atendem aos mínimos de carga horária e de duração exigidos pela Resolução CNE/CES nº 02/2007 e encontram referências: a) nas diretrizes curriculares nacionais para a graduação em Arquitetura e Urbanismo; b) em outras normativas do Conselho Nacional de Educação (CNE), especificamente as relativas ao conceito de hora-aula e à necessidade de adoção de atividades para além da sala de aula (Resolução CNE/CES no 3/200722); c) nas leis, decretos e normas referentes a: educação ambiental; educação das relações étnico-raciais; educação inclusiva (quadro 6); d) em dispositivos pertinentes oriundos da ABEA; e) nas peculiaridades econômicas, políticas, socioambientais e culturais nacionais, regionais e locais; f) nas políticas e metas previstas no PDI 2007/2016; g) nas orientações institucionais definidas para os currículos dos cursos de graduação. 22 BRASIL. Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação. Câmara de Educação Superior. o Resolução CNE/CES n 3, de 2 de julho de 2007. Dispõe sobre os procedimentos a serem adotados quanto ao conceito de hora-aula e dá outras providências. Publicado no D.O.U. de 3 de julho de 2007. 51 Quadro 6 – Requisitos legais e normativos relacionados à oferta de Libras, educação das relações étnico-raciais e educação ambiental e estratégias de cumprimento REQUISITOS Decreto n. 5626, de 22/12/2005 (Libras) ESTRATÉGIAS DE CUMPRIMENTO - Inclusão de LIBRAS como disciplina optativa. - Lei n. 9.795, de 27/04/1999 Decreto n. 4.281, de 25/06/2002 (educação ambiental) - Parecer CNE/CP n. 003 de 10/03/2004 Resolução CNE/CP n. 1 de 17/06/2004 Lei n° 11645 de 10/03/2008 (educação das relações étnico-raciais). - oferta de disciplinas: Sociedade, Tecnologia e Meio Ambiente (estruturas 2011/2012); Estudos Sócio Econômicos e Ambientais para Arquitetura e Urbanismo (2014); Projeto de Arquitetura: Arquitetura Paisagística (2014); e Projeto de Arquitetura: Paisagismo (2014); projeto de pesquisa - arquitetura sustentável: tecnologias sustentáveis aplicadas em edificações urbanas no município de Mossoró/RN; projeto de extensão: Tijolo Ecológico como Alternativa para Alvenarias de Vedação; eventos: mostras, exposições, fóruns, colóquios, palestras, entre outros. oferta das disciplinas Sociedade e Educação das Relações Étnico-raciais; Desafios Contemporâneos e Cidadania Inclusiva; projeto de pesquisa – Arte, Espaços Públicos e Identidades em Mossoró: (1904-2012); projeto de extensão – Informática Cidadã. Lógica curricular A dinâmica curricular do Curso, a exemplo das demais graduações/UnP, compreende ciclos de formação, blocos de conhecimentos e disciplinas, em um movimento de interações e de aproximações sucessivas: do geral para o particular; do mais simples para o mais complexo. (Figura 2). 52 Figura 2 – Desenho curricular Ciclos de formação Os ciclos são assim denominados e caracterizados: a) formação geral e humanística, comportando uma base de conhecimentos necessários à educação continuada e à compreensão de conceitos que circundam o exercício do futuro profissional; b) básico Profissionalizante, destinado a estudos próprios da área de arquitetura e urbanismo, abrangendo disciplinas que compõem a base para a compreensão do objeto da profissão; c) profissionalizante, compreendendo estudos específicos e mais verticalizados do próprio Curso, consolidando-se, nessa etapa, o processo de formação em nível de graduação; d) mercado de trabalho que, compondo a organização curricular a partir de 2014, tem o sentido de síntese e integração do processo formativo, enfatizando-se o empreendedorismo. Ainda que apresente peculiaridades, cada ciclo não se fecha em si próprio. Antes, pressupõe interconexões, tanto que um mesmo ciclo pode conter blocos de conhecimentos que se espalham durante o desenvolvimento do Curso, não se restringindo a uma determinada série ou a um determinado momento curricular. A dinâmica é, 53 portanto, de interações, de forma que o estudante pode retomar/ampliar aspectos tratados nas diversas etapas da sua formação. Os ciclos encontram-se em linha de afinidade com os núcleos de conhecimentos definidos pelas diretrizes curriculares nacionais (DCNs), Resolução CNE/CES n. 2/2010, tal como indicado no quadro 7. Quadro 7 – Núcleos de conhecimentos/DCNs e correspondência com ciclos de formação/UnP DCNs Núcleo de conhecimentos de fundamentação Núcleo de conhecimentos profissionais Trabalho de Curso CICLOS DE FORMAÇÃO/UnP Ciclo de formação geral e humanística Ciclos básico-profissionalizante, profissionalizante e mercado de trabalho Blocos de conhecimentos Compondo cada um dos ciclos de formação, os blocos de conhecimentos agrupam estudos teórico-metodológicos que apresentam uma base conceitual comum ou de aproximação entre seus elementos constitutivos e correspondem aos conhecimentos previstos nos núcleos estabelecidos pela Resolução CNE/CES n. 2/2010, especificamente art. 6º23: Núcleo de Conhecimentos de Fundamentação, abrangendo: Estética e História das Artes; Estudos Sociais e Econômicos; Estudos Ambientais; Desenho e Meios de Representação e Expressão; Núcleo de Conhecimentos Profissionais, incluindo: Teoria e História da Arquitetura, de Urbanismo e de Paisagismo; Projeto de Arquitetura, de Urbanismo e de Paisagismo; Planejamento Urbano e Regional; Tecnologia da Construção; Sistemas Estruturais; Conforto Ambiental; Técnicas Retrospectivas; Informática Aplicada à Arquitetura e Urbanismo; Topografia; Trabalho de Curso – TC, objetivando avaliar as condições de qualificação do formando para acesso ao exercício profissional. 23 Os conteúdos estão detalhados de acordo com a contribuição do XX e XXVI COSU - Conselho Superior da ABEA, nos encontros realizados em Belo Horizonte e Brasília, nos períodos de 1988 e 2003, respectivamente, conforme listados no anexo A. 54 Disciplinas Representam recortes dos blocos de conhecimento, delimitando-se campos de teorias e práticas em um nível particular. Compõem o Curso disciplinas obrigatórias e optativas cujas ementas e bibliografias integram o anexo B. Entre as obrigatórias estão as institucionais, ou seja, aquelas previstas para todas as graduações, as disciplinas da Escola e as específicas do Curso. As disciplinas de natureza optativa compõem a estrutura curricular implantada inicialmente (quadro 8) e a que passa a vigorar a partir de 2014.1. As disciplinas têm os conteúdos selecionados levando-se em consideração: a) a coerência com os objetivos do Curso e relevância para a construção do perfil do egresso; b) atualidade em relação aos avanços do conhecimento técnico-científico e tecnológico; c) significado para a aprendizagem dos alunos considerando as inter-relações entre a arquitetura e urbanismo e os contextos econômico, político, socioambiental e cultural; d) possibilidades de aplicação ao exercício profissional; e) adequação à carga horária das disciplinas. Quadro 8 – Disciplinas optativas – estrutura curricular 2011 ESCOLA DE CIÊNCIAS EXATAS E ENGENHARIAS Oferta 3ª série INSTITUCIONAIS Oferta 2ª e 4ª séries Administração da Carreira Profissional Desenvolvimento e Sustentabilidade Ambiental Empreendedorismo Estudo da Realidade Brasileira Ética, Cidadania e Direitos Humanos Homem e Sociedade LIBRAS Raciocínio Lógico Construção do Conhecimento e Metodologia da Pesquisa Controle de Qualidade Gestão de Pessoas Gestão de Processos Métodos e Técnicas de Pesquisa Saúde, Meio Ambiente e Segurança do Trabalho Segurança da Informação 55 Considerando as três estruturas em vigor e ao se fazer um exercício didático para ilustrar as interações que devem ocorrer entre ciclos/blocos/disciplinas, observe-se o especificado no quadro 9 no qual também se estabelecem relações entre a composição do Curso e as DCNs. Quadro 9 – Interações entre ciclos, blocos, disciplinas e correspondência com as DCNs NÚCLEOS DE CONHECIMENTOS (DCNS) CICLOS FORMAÇÃO (UnP) CONHECIMENTOS (DCNs) BLOCOS DE CONHECIMENTOS/UnP Estética e História das Artes ESTRUTURAS CURRICULARES 2011 Estética e História da Arte Introdução à Educação Superior Leitura e Produção de Texto Estudos Sociais e Econômicos --- Núcleo de Conhecimentos de Fundamentação (Ciclo: Formação Geral e Humanística) Metodologia Científica Estudos Ambientais Desenho e Meios de Representação e Expressão 2012 Estética e História da Arte Introdução à Educação Superior Leitura e Produção de Texto Construção do Conhecimento e Metodologia da Pesquisa Sociedade e Educação das Relações Étnicoraciais Gestão e Prática Profissional Gestão e Prática Profissional Sociedade, Tecnologia e Meio Ambiente Sociedade, Tecnologia e Meio Ambiente --Desenho Básico para Arquitetura --Desenho Básico para Arquitetura Desenho Técnico Desenho Técnico Criatividade e Visualização 3D Expressão Gráfica Aplicada à Arquitetura e Urbanismo Apresentação Gráfica de Projetos Criatividade e Visualização 3D Expressão Gráfica Aplicada à Arquitetura e Urbanismo Apresentação Gráfica de Projetos 2014 Estética e História da Arte Ética e Compromisso Social --Fundamentos Ciências Exatas em Desafios Contemporâneos e Cidadania Inclusiva Gerenciamento da Carreira Profissional Empreendedorismo Estudos Sócio-Econ. e Ambientais para Arquitetura e Urbanismo Psicologia do Ambiente Desenho de Básico para Arquitetura Expressão Gráfica para Arquitetura Criatividade e Visualização 3D Modelagem Física Tridimensional Representação Gráfica II 56 Tecnologia da Construção Núcleo de Conhecimentos Profissionais (Ciclo Básico profissionalizante) Sistemas Estruturais Informática Aplicada à Arquitetura e Urbanismo Topografia Teoria e História da Arquitetura, do Urbanismo, do Paisagismo Núcleo de Conhecimentos Profissionais (Ciclos Profissionalizante e Mercado de Trabalho) Projeto de Arquitetura, de Urbanismo e de Paisagismo Pré-cálculo Pré-cálculo Cálculo I Cálculo I Ciências Aplicadas às Exatas e Engenharias Ciências Aplicadas às Exatas e Engenharias Gerenciamento de Projetos I Gerenciamento de Projetos I Introdução às Estruturas Materiais de Construção Canteiros e Técnicas Construtivas Instalações Prediais Gerenciamento de Projetos II Introdução às Estruturas Materiais de Construção Canteiros e Técnicas Construtivas Instalações Prediais Gerenciamento de Projetos II Estruturas em Concreto Estruturas em Concreto Estruturas em Madeira e Metal Informática Aplicada às Exatas e Engenharias Representação Gráfica Computacional I Representação Gráfica Computacional II Animação para Maquetes Eletrônicas Topografia de Geoprocessamento Introdução à Arquitetura e Urbanismo Projeto de Urbanismo: Espaço Coletivo Projeto de Urbanismo: Desenho Urbano História da Arquitetura: da Antiguidade à Revolução Industrial História da Arquitetura Moderna História da Arquitetura Brasileira História de Arquitetura Contemporânea Projeto de Arquitetura: Percepção do Espaço Projeto de Urbanismo: Espaço Coletivo Projeto de Arquitetura: Habitação Estruturas em Madeira e Metal Informática Aplicada às Exatas e Engenharias Representação Gráfica Computacional I Representação Gráfica Computacional II Animação para Maquetes Eletrônicas Topografia de Geoprocessamento Introdução à Arquitetura e Urbanismo Projeto de Urbanismo: Espaço Coletivo Projeto de Urbanismo: Desenho Urbano História da Arquitetura: da Antiguidade à Revolução Industrial História da Arquitetura Moderna História da Arquitetura Brasileira História de Arquitetura Contemporânea Projeto de Arquitetura: Percepção do Espaço Projeto de Urbanismo: Espaço Coletivo Projeto de Arquitetura: Habitação Projeto de Urbanismo: Morfologia Urbana Projeto de Urbanismo: Morfologia Urbana Projeto de Arquitetura: Acessibilidade Projeto Especial: Arquitetura da Paisagem Projeto de Arquitetura: Sistemas Construtivos Industrializados Projeto de Arquitetura: Acessibilidade Projeto de Urbanismo: Instrumentos de Controle Projeto Especial: Arquitetura da Paisagem Projeto de Arquitetura: Sistemas Construtivos Industrializados Projeto de Urbanismo: Desenho Urbano Projeto de Urbanismo: Desenho Urbano Projeto de Arquitetura: Abordagem Bioclimática Projeto de Urbanismo: Projeto de Arquitetura: Abordagem Bioclimática Projeto de Urbanismo: Projeto de Urbanismo: Instrumentos de Controle Pré-cálculo Condensado em Précálculo Fundamentos em Ciências Exatas Gerenciamento da Carreira Profissional Empreendedorismo Introdução às Estruturas Materiais de Construção Canteiros e Técnicas Construtivas Instalações Prediais Gerenciamento da Carreira Profissional Estrutura de Concreto para Arquitetura Estrutura de Metal e Madeira para Arquitetura Expressão Gráfica para Arquitetura Expressão Gráfica para Arquitetura Representação Gráfica I Representação Gráfica II Topografia para Arquitetura Introdução à Arquitetura e Urbanismo Teoria e História do Urbanismo História da Arquitetura: da Antiguidade à Arquitetura Moderna História da Arquitetura Brasileira História da Arquitetura Contemporânea Projeto de Arquitetura: Percepção do Espaço Projeto de Urbanismo: Espaço Coletivo Projeto de Arquitetura: Habitação Projeto de Urbanismo: Morfologia e Desenho Urbano Projeto de Arquitetura: Acessibilidade Projeto de Urbanismo: Instrumentos de Controle Projeto Especial: Paisagismo Projeto de Arquitetura: Sistemas Construtivos Industrializados Projeto de Urbanismo: Morfologia e Desenho Urbano Projeto de Arquitetura: Abordagem Bioclimática Projeto Especial: 57 Intervenção em área de Interesse Social Projeto Especial: Arquitetura de Interiores Projeto de Arquitetura: Detalhamento Projeto de Urbanismo: Master Plan Projeto Especial: Desenho do Objeto Tópicos Especiais em Arquitetura I Tópicos Especiais em Arquitetura II Estágio Supervisionado I, II, III Planejamento Urbano e Regional Conforto Ambiental Técnicas Retrospectivas Trabalho de Curso (Ciclos Profissionalizante e Mercado de Trabalho) Habitação de Interesse Social Projeto Especial: Arquitetura de Interiores Projeto de Arquitetura: Detalhamento Projeto de Arquitetura: Habitação Projeto Especial: Desenho do Objeto Estudos Integrados em Arquitetura I Estudos Integrados em Arquitetura II Conforto Térmico e Eficiência Energética Conforto Acústico e Lumínico Patrimônio e Restauro Intervenção em área de Interesse Social Projeto Especial: Arquitetura de Interiores Projeto de Arquitetura: Detalhamento Projeto de Urbanismo: Master Plan Projeto Especial: Desenho do Objeto Tópicos Especiais em Arquitetura I Tópicos Especiais em Arquitetura II Estágio Supervisionado I, II, III Projeto de Requalificação do Espaço Construído Conforto Térmico e Eficiência Energética Conforto Acústico e Lumínico Patrimônio e Restauro Trabalho de Conclusão de Curso I, e II Trabalho de Conclusão de Curso I e II Trabalho de Conclusão de Curso I e II Projeto de Requalificação do Espaço Construído Estágio Supervisionado Projeto de Requalificação do Espaço Construído Conforto Térmico e Eficiência Energética Conforto Acústico e Lumínico Patrimônio e Restauro Do ponto de vista da sua distribuição por série e respectivas cargas horárias, as unidades curriculares encontram-se dispostas nas estruturas curriculares a seguir. Estrutura curricular inicial Organizada no âmbito da Reforma Curricular 201024 promovida pela UnP, a estrutura inicial do Curso apresenta um total de 4320 horas-aula. 24 UNIVERSIDADE POTIGUAR. Reforma curricular 2010. Natal, 2009. 58 Estrutura curricular 2011 SÉRIE 1ª DISCIPLINAS Informática Aplicada às Exatas e Engenharias Introdução à Educação Superior Introdução à Arquitetura e Urbanismo Leitura e Produção de Texto Metodologia Científica Pré-cálculo Subtotal Atividades Complementares I Total 1ª série Cálculo I Ciências Aplicadas às Exatas e Engenharias Desenho Básico para Arquitetura 2ª Desenho Técnico Gerenciamento de Projetos I Optativa I - Institucional Sociedade, Tecnologia e Meio Ambiente Subtotal Atividades Complementares II Total 2ª série Conforto Térmico e Eficiência Energética Criatividade e Visualização 3D Introdução às Estruturas Optativa I – Escola de Engenharias e Ciências 3ª Exatas Projeto de Arquitetura: Percepção do Espaço Projeto de Urbanismo: Espaço Coletivo Representação Gráfica Computacional I Subtotal Atividades Complementares III Total 3ª série Conforto Acústico e Lumínico Estética e História da Arte Expressão Gráfica Aplicada à Arquitetura e Urbanismo 4ª Optativa II - Institucional Projeto de Arquitetura: Habitação Projeto de Urbanismo: Morfologia Urbana Representação Gráfica Computacional II Subtotal Atividades Complementares IV Total 4ª série CARGA HORÁRIA (H/A) CH SEMANAL CH Semestral Teórica Prática Total 0 3 3 60 3 0 3 60 3 0 3 60 3 0 3 60 3 0 3 60 3 0 3 60 15 3 18 360 20 380 3 0 3 60 2 1 3 60 0 3 3 60 0 3 3 60 3 0 3 60 3 0 3 60 2 0 2 40 13 7 20 400 20 420 0 3 3 60 0 2 2 40 3 0 3 60 3 0 3 60 0 0 0 6 4 4 3 16 4 4 3 22 0 4 3 0 3 4 80 80 60 440 20 460 60 80 0 2 2 40 3 0 0 0 7 0 4 4 3 16 3 4 4 3 23 60 80 80 60 460 20 480 59 5ª Apresentação Gráfica de Projetos História da Arquitetura: da Antiguidade à Revolução Industrial Materiais de Construção Projeto de Arquitetura: Acessibilidade Projeto de Urbanismo: Instrumentos de Controle Projeto Especial: Arquitetura da Paisagem Topografia e Geoprocessamento Subtotal Atividades Complementares V Total 5ª série Estágio Supervisionado I Estruturas em Concreto História da Arquitetura Moderna 6ª Projeto de Arquitetura: Sistemas Construtivos Industrializados Projeto Especial : Arquitetura de Interiores Projeto de Urbanismo: Desenho Urbano Subtotal Atividades Complementares VI Total 6ª série Animação para Maquetes Eletrônicas Estágio Supervisionado II Estruturas em Madeira e Metal 7ª História da Arquitetura Brasileira Projeto de Arquitetura: Abordagem Bioclimática Projeto de Urbanismo: Intervenção em área de interesse social Subtotal Atividades Complementares VII Total 7ª série Canteiro e Técnicas Construtivas Estágio Supervisionado III História de Arquitetura Contemporânea 8ª Instalações Prediais Projeto de Arquitetura: Detalhamento Projeto de Urbanismo: Master Plan Projeto Especial - desenho do objeto Subtotal Atividades Complementares VIII Total 8ª série Gerenciamento de Projetos II Patrimônio e Restauro 9ª Projeto de Requalificação do Espaço Construído Tópicos Especiais em Arquitetura I Trabalho de Conclusão de Curso I Subtotal Atividades Complementares IX Total 9ª série 0 2 2 40 3 0 3 60 2 1 3 0 2 11 1 4 2 3 1 13 3 5 5 3 3 24 1 2 3 4 1 0 5 3 3 60 100 100 60 60 480 20 500 100 60 60 1 4 5 100 0 1 8 3 4 16 3 5 24 0 1 2 3 1 2 4 1 0 4 2 5 3 3 5 60 100 480 30 510 40 100 60 60 100 2 3 5 100 9 14 23 2 1 3 2 1 3 0 12 1 1 0 1 4 2 3 12 3 2 3 3 5 5 3 24 2 5 1 3 1 12 0 0 5 0 2 7 2 5 6 3 3 19 460 30 490 60 40 60 60 100 100 60 480 30 510 40 100 120 60 60 380 30 410 60 10ª Gestão e Prática Profissional Tópicos Especiais em Arquitetura II Trabalho de Conclusão de Curso II 2 2 0 4 0 0 3 3 2 2 3 7 Teórica Prática Total 100 95 204 Subtotal Atividades Complementares X Total 10ª série Carga Horária Obrigatória (h/a) 40 40 60 140 30 170 CH dos Semestres 3900 Carga Horária Total das Disciplinas Obrigatórias (Exceto Estágio Supervisionado) Carga Horária Total de Estágio Supervisionado INTEGRALIZAÇÃO Carga Horária Total das Atividades Complementares Carga Horária das Disciplinas Optativas Carga Horária Total de Integralização do Curso 3660 240 240 180 4320 Aperfeiçoamentos curriculares Com vistas ao aperfeiçoamento do Curso, uma das metas do PDI 2007/2016, a estrutura curricular inicial passa por alterações propostas pelo NDE (quadro 10), daí resultando a estrutura curricular 2012. Entre as modificações indica-se a redistribuição da carga horária de disciplinas optativas (180h/a), fortalecendo-se conteúdos curriculares mais significativos para a formação do arquiteto e urbanista. Quadro 10 – Principais alterações curriculares CH SEMESTRAL (H/A) ALTERAÇÕES Estrutura 2011 Estrutura 2012 60 60 - 40 Ampliação da CH de Sociedade, Tecnologia e Meio Ambiente 40 60 Ampliação da CH de Ciências Aplicadas às Exatas e Engenharias 60 80 Ampliação da CH de - Projeto de Arquitetura: Percepção do Espaço Projeto de Urbanismo: Espaço Coletivo; Projeto de Arquitetura: Habitação 80 100 80 100 80 100 Redução da CH de Projeto de Requalificação do Espaço Construído 120 100 Ampliação da CH de - Conforto Térmico e Eficiência Energética Conforto Acústico e Lumínico 60 80 60 760 80 960 Substituição de Metodologia Científica Conhecimento e Metodologia da Pesquisa por Construção do Inclusão de Sociedade e Educação das Relações Étnico-raciais TOTAL 61 Estrutura curricular 2012 SÉRIE DISCIPLINAS 1ª Construção do Conhecimento e Metodologia da Pesquisa Informática Aplicada às Exatas e Engenharias Introdução à Arquitetura e Urbanismo Introdução à Educação Superior Leitura e Produção de Texto Pré-cálculo Subtotal Atividades Complementares I Total 1ª série Cálculo I Ciências Aplicadas às Exatas e Engenharias Desenho Básico para Arquitetura 2ª Desenho Técnico Gerenciamento de Projetos I Sociedade, Tecnologia e Meio Ambiente Subtotal Atividades Complementares II Total 2ª série Conforto Térmico e Eficiência Energética Criatividade e Visualização 3D Introdução às Estruturas 3ª Projeto de Arquitetura: Percepção do Espaço Projeto de Urbanismo: Espaço Coletivo Representação Gráfica Computacional I Subtotal Atividades Complementares III Total 3ª série Conforto Acústico e Lumínico Estética e História da Arte Expressão Gráfica Aplicada à Arquitetura e Urbanismo 4ª Projeto de Arquitetura: Habitação Projeto de Urbanismo: Morfologia Urbana Representação Gráfica Computacional II Sociedade e Educação das Relações Étnico-raciais Subtotal Atividades Complementares IV Total 4ª série CARGA HORÁRIA (H/A) CH SEMANAL CH Semestral Teórica Prática Total 3 0 3 60 1 3 3 3 3 16 2 0 0 0 0 2 3 3 3 3 3 18 3 3 0 0 3 3 12 0 1 3 3 0 0 7 3 4 3 3 3 3 19 2 0 3 1 3 0 9 2 2 0 4 2 3 13 4 2 3 5 5 3 22 2 4 2 0 4 4 60 60 60 60 60 360 20 380 60 80 60 60 60 60 380 20 400 80 40 60 100 100 60 440 20 460 80 80 0 2 2 40 1 2 0 2 11 4 2 3 0 13 5 4 3 2 24 100 80 60 40 480 20 500 62 5ª Apresentação Gráfica de Projetos História da Arquitetura: da Antiguidade à Revolução Industrial Materiais de Construção Projeto de Arquitetura: Acessibilidade Projeto de Urbanismo: Intervenção em área de interesse social Projeto Especial: Arquitetura da Paisagem Topografia e Geoprocessamento Subtotal Atividades Complementares V Total 5ª série Estágio Supervisionado I Estruturas em Concreto História da Arquitetura Moderna 6ª Projeto de Arquitetura: Sistemas Construtivos Industrializados Projeto de Urbanismo: Desenho Urbano Projeto Especial: Arquitetura de Interiores Subtotal Atividades Complementares VI Total 6ª série Estágio Supervisionado II Estruturas em Madeira e Metal 7ª História da Arquitetura Brasileira Projeto de Arquitetura: Abordagem Bioclimática Projeto Especial : desenho do objeto Subtotal Atividades Complementares VII Total 7ª série Animação para Maquetes Eletrônicas Canteiro e Técnicas Construtivas Estágio Supervisionado III 8ª História de Arquitetura Contemporânea Instalações Prediais Projeto de Arquitetura: Detalhamento Projeto de Urbanismo: Instrumentos de Controle Subtotal Atividades Complementares VIII Total 8ª série Gerenciamento de Projetos II Patrimônio e Restauro 9ª Projeto de Requalificação do Espaço Construído Tópicos Especiais em Arquitetura I Trabalho de Conclusão de Curso I Subtotal Atividades Complementares IX Total 9ª série 0 2 2 40 3 0 3 60 3 1 1 4 4 5 80 100 2 3 5 100 1 2 12 3 1 14 4 3 26 4 2 3 1 1 0 5 3 3 80 60 520 20 540 100 60 60 1 4 5 100 3 13 2 3 11 5 3 24 4 2 3 1 1 11 1 1 0 4 3 9 5 3 3 5 4 20 0 2 1 3 2 1 3 12 2 1 1 0 1 4 2 11 2 3 2 3 3 5 5 23 3 5 1 3 1 13 0 0 4 0 2 6 3 5 5 3 3 19 100 60 480 30 510 100 60 60 100 80 400 30 430 40 60 40 60 60 100 100 460 30 490 60 100 100 60 60 380 30 410 63 Gestão e Prática Profissional Tópicos Especiais em Arquitetura II Trabalho de Conclusão de Curso II 10ª 2 3 0 5 0 0 4 4 2 3 4 9 Teórica Prática Total 114 90 204 CH Semestres 4080 3 0 3 60 Subtotal Atividades Complementares X Total 10ª série Carga Horária Obrigatória (h/a) Disciplina Optativa LIBRAS Carga Horária Total das Disciplinas Obrigatórias (Exceto Estágio Supervisionado) Carga Horária Total de Estágio Supervisionado Carga Horária Total das Atividades Complementares INTEGRALIZAÇÃO Carga Horária Total de Integralização do Curso Carga Horária da Disciplina Opcional Carga Horária Total de Integralização do Curso + Disciplina Opcional 40 60 80 180 20 200 3860 220 240 4320 60 4380 Aperfeiçoamentos 2014 Visando ao constante aperfeiçoamento do Curso, e sob orientações institucionais, a estrutura curricular 2012 é discutida e atualizada pelo NDE e Conselho do Curso, permanecendo a lógica que compreende ciclos de formação/blocos de conhecimentos/disciplinas, assim como o foco no desenvolvimento de competências. Destaca-se, nesse momento, a articulação formal da organização curricular das graduações aos quatro pilares estratégicos institucionais: qualidade acadêmica, à qual se associam iniciativas que propiciam ao aluno, efetivamente, a construção das competências e habilidades previstas pelo seu curso. Indica-se, a título de ilustração, a oferta de disciplinas que, por suas especificidades, ensejam possibilidades de nivelamento, como Pré-Cálculo (graduações da Escola de Engenharias e Ciências Exatas); internacionalidade, cuja formatação compreende a emissão de certificado internacional para o aluno que integralize as disciplinas Comunicação Profissional, 1ª série (presentation skills), e Empreendedorismo, prevista para a penúltima ou última série (entrepreneurshirp); empregabilidade, cujo significado conduz à oferta de disciplinas que retomam questões éticas trabalhadas na 1ª série, enfatizando-se, em uma das últimas 64 séries, a ética nas empresas e o significado econômico e político do empreendedor na sociedade brasileira. Situam-se nessa perspectiva Comunicação Profissional, Empreendedorismo e Gerenciamento da Carreira Profissional; compromisso social que, vinculado à ética, é trabalhado e vivenciado nas disciplinas Ética e Compromisso Social e Desafios Contemporâneos e Cidadania Inclusiva. Embora referidos um a um, esses pilares apresentam relações de reciprocidade e representam a totalidade da UnP do ponto de vista de suas estratégias direcionadas para a eficiência e eficácia acadêmica, gerencial e de sustentabilidade financeira. Assim sendo, o fato de algumas disciplinas estarem posicionadas no contexto de um determinado pilar não significa que a ele estejam restritas. É o caso de Comunicação Profissional, presente na qualidade acadêmica e na empregabilidade, por exemplo, ou das Atividades Complementares que, por suas características, atravessam todos os pilares. Há que se considerar nessa lógica, sobretudo, que as formas materiais assumidas pelos cursos em relação aos quatro pilares devem expressar a indissociabilidade ensino/pesquisa/extensão, alcançando-se comunidades e mercado de trabalho. O Curso de Arquitetura e Urbanismo/2014 Em conformidade com as orientações institucionais, o Curso de Arquitetura e Urbanismo registra na estrutura 2012 algumas modificações (quadro 12), assinalando-se, por exemplo, a inclusão de novas disciplinas, como as institucionais: Comunicação Profissional, Desafios Contemporâneos e Cidadania Inclusiva, Ética e Compromisso Social, todas na 1ª série. Registram-se também o acréscimo de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, como optativa; substituição de disciplinas; ampliação da carga horária de algumas unidades curriculares; alteração de nomenclatura; concentração da carga horária de Estágio Supervisionado I, II e III em Estágio Supervisionado, na 7ª série, com 300h/a. Com essas modificações, a estrutura curricular passa a ter validade para os ingressantes na 1ª série do Curso no primeiro semestre de 2014. 65 Estrutura curricular 2014 Série 1ª DISCIPLINAS Comunicação Profissional Desafios Contemporâneos e Cidadania Inclusiva Ética e Compromisso Social Fundamentos em Ciências Exatas Introdução à Arquitetura e Urbanismo Pré-cálculo Subtotal Atividades Complementares I Total 1ª série Desenho Básico para Arquitetura Estética e História da Arte Estudos Socio-Econômicos e Ambientais para 2ª Arquitetura Expressão Gráfica para Arquitetura Psicologia do Ambiente Subtotal Atividades Complementares II Total 2ª série Criatividade e Visualização 3D Introdução às Estruturas 3ª Projeto de Arquitetura: Percepção do Espaço Representação Gráfica I Teoria e História do Urbanismo Subtotal Atividades Complementares III Total 3ª série Conforto Térmico e Eficiência Energética História da Arquitetura: da Antiguidade à Arquitetura Moderna Optativa 4ª Projeto de Arquitetura: Habitação Projeto de Urbanismo: Espaço Coletivo Representação Gráfica II Subtotal Atividades Complementares IV Total 4ª série Conforto Acústico e Lumínico História da Arquitetura: Brasileira Modelagem Física Tridimensional 5ª Projeto de Arquitetura: Acessibilidade Projeto de Urbanismo: Morfologia e Desenho Urbano Subtotal Atividades Complementares V Total 5ª série CARGA HORÁRIA (H/A) CH SEMANAL CH Semestral Teórica Prática Total 3 0 3 60 3 0 3 60 3 0 3 60 4 0 4 80 4 0 4 80 3 0 3 60 20 0 20 400 30 430 0 4 4 80 5 0 5 100 3 0 3 60 0 5 13 4 0 8 4 5 21 0 4 1 0 4 9 3 0 4 3 0 10 3 4 5 3 4 19 1 4 5 80 100 420 30 450 60 80 100 60 80 380 30 410 100 4 0 4 80 2 1 1 0 9 0 4 3 3 14 2 5 4 3 23 1 4 0 1 4 0 3 4 5 4 3 5 40 100 80 60 460 30 490 100 80 60 100 1 3 4 80 7 14 21 420 30 450 66 6ª Estrutura de Concreto para Arquitetura História da Arquitetura: Contemporânea Materiais de Construção Projeto de Arquitetura: Sistemas Construtivos Industrializados Projeto de Urbanismo: Instrumentos de Controle Subtotal Atividades Complementares VI Total 6ª série Estrutura de Metal e Madeira para Arquitetura Projeto de Arquitetura: Abordagem Bioclimática 7ª Projeto Especial: Arquitetura de Interiores Projeto Especial: Habitação de Interesse Social Topografia para Arquitetura Subtotal Atividades Complementares VII Total 7ª série Canteiros e Técnicas Construtivas Instalações Prediais 8ª Projeto de Arquitetura: Detalhamento Projeto Especial: Desenho do Objeto Projeto Especial: Paisagismo Subtotal Atividades Complementares VIII Total 8ª série Estágio Supervisionado Estudos Integrados em Arquitetura I 9ª Patrimônio e Restauro Projeto de Requalificação do Espaço Construído Trabalho de Conclusão de Curso I Subtotal Atividades Complementares IX Total 9ª série Empreendedorismo Estudos Integrados em Arquitetura II 10ª Gerenciamento da Carreira Profissional Trabalho de Conclusão de Curso II Subtotal Atividades Complementares X Total 10ª série Carga Horária Obrigatória de Disciplinas (h/a) INTEGRALIZAÇÃO 3 4 3 1 0 1 4 4 4 80 80 80 1 3 4 80 1 12 3 8 4 20 3 1 1 1 2 8 1 4 3 3 1 12 4 5 4 4 3 20 3 4 1 1 1 10 1 1 4 3 4 13 4 5 5 4 5 23 1 2 3 1 1 8 14 0 0 3 1 18 15 2 3 4 2 26 2 2 2 1 7 0 0 0 1 1 2 2 2 2 8 80 400 30 430 80 100 80 80 60 400 30 430 80 100 100 80 100 460 30 490 300 40 60 80 40 520 30 550 40 40 40 40 160 30 190 Teórica Prática Total 103 98 201 Carga Horária Total das Disciplinas Obrigatórias Presenciais (Exceto Estágio Supervisionado) Carga Horária da Disciplina Optativa Carga Horária Total de Estágio Supervisionado Carga Horária Total das Atividades Complementares Carga Horária Total de Integralização do Curso CH dos Semestres 4020 3680 40 300 300 4320 67 2.3.5.1 ABORDAGEM DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL A educação ambiental integra a 2ª série nas estruturas curriculares 2011 e 2012, com a oferta da disciplina Sociedade, Tecnologia e Meio Ambiente; e na estrutura curricular 2014 relaciona-se com a disciplina Estudos Socioeconômicos e Ambientais para Arquitetura e Urbanismo, realizando-se também atividades transversais com estímulo constante aos alunos para que assumam atitudes que expressem uma compreensão integrada do meio ambiente em suas múltiplas e complexas relações, envolvendo aspectos ecológicos, políticos, sociais, econômicos, culturais e éticos (Lei n. 9775/199925). A temática é trabalhada por diversas outras disciplinas do Curso (exceto aquelas integrantes dos blocos de conhecimento Desenho, Meios de Representação e Expressão, e Informática Aplicada) em aulas teóricas, práticas e de campo e nas atividades avaliativas, destacando-se ainda: a) realização de trilhas ecológicas e visitas técnicas a hortos florestais; b) estudo de textos, projetos e protótipos; c) promoção de diversos eventos extraclasse (temáticas ambientais abordadas nas mostras e exposições do Curso no Congresso Científico da Universidade, além de fóruns, colóquios, seminários, palestras, etc.); d) desenvolvimento de projeto de pesquisa - Arquitetura sustentável: tecnologias sustentáveis aplicadas em edificações urbanas no município de Mossoró/RN; e) projetos de extensão – i) Tijolo Ecológico como Alternativa para Alvenarias de Vedação; ii) Alvenaria Sustentável: a utilização de um tijolo ecológico que utiliza argamassa de cimento, solo e material pet triturado, como alternativa para alvenaria de vedação na construção de casas populares; f) organização do acervo de publicações do corpo docente e discente. Essas e outras iniciativas, executadas na perspectiva da transversalidade, integram unidades curriculares, conforme seus respectivos planos de ensino e cronogramas. Destacam-se, por exemplo, o Estágio Curricular e o trabalho final (TCC), ambos contendo possibilidades de atividades e estudos na área Meio Ambiente, Impactos Ambientais e Desenvolvimento Sustentável, conforme estabelece o Art. 2o da Resolução CAU n° 21/2012. 25 o LEI n 9.795, de 27 de Abril de 1999. Dispõe sobre a educação ambiental, institui a Política Nacional de Educação Ambiental e dá outras providências. Publicada no D.O.U. de 28 de Abril de 1999. 68 O Projeto Interdisciplinar, por sua vez, integrante do sistema de avaliações de todas as turmas, da 2ª a 8ª série, inclui nos seus editais, semestralmente, o conceito de sustentabilidade entre as suas diretrizes. Assim sendo, todas as disciplinas de Projeto de Arquitetura, Projeto de Urbanismo, Projeto Especial (Interiores e Paisagismo), Conforto e as disciplinas dos blocos de conhecimentos26 referentes às Tecnologias da Construção e Sistemas Estruturais inserem em seu planejamento o conceito de sustentabilidade aplicada ao planejamento e execução de edificações, espaços urbanos e paisagísticos, e na produção de mobiliário e adornos. 2.3.5.2 ABORDAGEM DA EDUCAÇÃO DAS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS Em observância à Resolução CNE/CP nº 1/200427, o Curso promove atividades que propiciam a valorização da diversidade e de apoio a diversos segmentos sociais, com vistas à inclusão social. Inicialmente, destaca-se a oferta de disciplinas: Sociedade e Educação das Relações Étnico-raciais, disciplina integrante da estrutura curricular 2012; Desafios Contemporâneos e Cidadania Inclusiva, 2014; Ética e Compromisso Social, 2014. Além disso, assinalam-se no Curso: a) projeto de pesquisa – Arte, Espaços Públicos e Identidades em Mossoró (19042012); b) projetos de extensão: Informática Cidadã; Arquitetura Social: uma proposta de acessibilidade arquitetônica para a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais – APAE Mossoró; c) alguns eventos extraclasse ligados à pesquisa e à extensão (congressos institucionais e workshops da Escola e do Curso). 26 Diretrizes Curriculares em Arquitetura e Urbanismo. BRASIL. Conselho Nacional de Educação. Conselho Pleno. Resolução nº 1 de17 de Junho de 2004. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana. Publicado no D.O.U. de 22 de junho de 2004, Seção 1, p. 11. 27 69 O sentido é promover a educação de cidadãos atuantes e conscientes no seio da sociedade multicultural e pluriétnica do Brasil, buscando relações étnico-sociais positivas, rumo à construção de nação democrática (Resolução CNE/CP nº 1/2004, art 2°). 2.3.5.3 ATIVIDADES COMPLEMENTARES As Atividades Complementares constituem elemento obrigatório para obtenção do grau de Arquiteto e Urbanista. Normatizadas pela Resolução no 024.2, de 8 de agosto de 2012 – ConEPE, têm como principais finalidades a flexibilização curricular, a ampliação do processo formativo e a integração teoria-prática. Sendo assim, as atividades complementares situam-se: a) no ensino: disciplinas não previstas na organização curricular do curso; monitoria em disciplinas constantes da organização curricular; estágios supervisionados não obrigatórios; cursos técnicos profissionalizantes; viagens e visitas técnicas; projetos de responsabilidade social no ensino. b) na pesquisa: iniciação científica; participação em projetos ou grupos de pesquisa; publicações técnico-científicas; projetos de responsabilidade social na pesquisa. c) na extensão: disseminação e/ou aquisição de conhecimentos (seminários, simpósios, congressos, conferências, palestras, jornadas, semanas acadêmicas, oficinas, etc.); prestação de serviços (assistência, assessoria, consultoria); monitoria em projetos de extensão; difusão cultural (eventos ou produções artísticas e culturais); projetos de responsabilidade social na extensão. 70 A programação das atividades, pode se originar do calendário institucional ou do planejamento acadêmico do Curso, e, também, proveniente de outras instituições e empresas, públicas ou privadas. Para cada atividade é atribuída pontuação pelo Conselho do Curso (quadro 13), que deve se posicionar quanto as atividades não previstas neste Projeto. Controle e registro O controle e registro das atividades realizadas pelo aluno são efetivadas pela coordenação do Curso a partir do cadastro das atividades de cada discente no sistema, mediante apresentação dos documentos comprobatórios. Automaticamente, os dados entram no sistema acadêmico-financeiro - SAF, módulo bases acadêmicas, passando a compor o histórico escolar do aluno. O estudante tem acesso a esse controle e registro via internet. Semestralmente, o Coordenador verifica a situação individual do aluno conforme disposições da Resolução n. 024.2/2012, art. 4º, incisos IV e V: IV – é facultado ao aluno cumprir carga horária remanescente de semestre anterior, cumulativamente com a do semestre subsequente, desde que o total dessa carga horária não ultrapasse o dobro do previsto para o semestre; V – quando a carga horária cumprida, quer como carga horária remanescente de semestres anteriores, quer como adiantamento de carga horária do semestre subsequente, ultrapassar o dobro da carga horária prevista para o semestre, o excedente não será considerado para fins de registro acadêmico. 71 Quadro 13 – Atividades complementares e respectiva pontuação ATIVIDADE Iniciação Científica 5.1 Iniciação à Extensão ou à Ação (1) Comunitária Monitoria - com bolsa ou (2) voluntária 6.1 6.2 6.3 Acima de 15 horas (presencial) 20 14 7.1 1 Disciplina 15 -x- 7.2 2 Disciplinas 25 -x- 15 15 25 25 10 05 05 03 10 15 10 15 10 10 10 05 02 10 10 10 08 20 20 15 10 10 -x- 02 -x- Palestra 2 Curso Extracurricular 3 Jornada Acadêmica 1.1 2.1 2.2 2.3 3.1 3.2 3.3 3.4 4.1 4.2 Encontro Estudantil 4.3 4.4 5 6 7 8.1 8 Publicação 8.2 9 Viagem/Visita 9.1 9.2 10 Estágio (4) Extracurricular 10.1 11 Trabalho na Área (3) (5) 11.1 12.1 12.2 12 Congresso 12.3 12.4 12.5 13 Máximo semestral CH/ Atividade Palestra assistida na área do curso De 8 a 10 horas De 11 a 20 horas Acima de 20 horas Semana da Arquitetura Apresentação de trabalho Membro de comissão organizadora Outra atividade em área afim Encontro local (como ouvinte) Encontro local (como membro de comissão organizadora) Encontroregional/nacional/internacional (como ouvinte) Encontro regional/nacional/internacional (como membro de comissão organizadora) Participação em projeto de pesquisa Até 08 horas (presencial) De 09 a 15 horas (presencial) 1 4 CARGA HORÁRIA POR ATIVIDADE Não Promovida promovida pela UnP pela UnP Participação em Escritório Acadêmico 13.1 13.2 Revista técnica/científica/anais local Revista técnica/científica/anais regional/nacional/internacional Viagem de estudo Visita técnica Estágio na área (mínimo de 80 horas) Atividade registrada em carteira profissional ou publicada em Diário Oficial Congressista (ouvinte) em evento local Apresentação de trabalho (evento local) Congressista (ouvinte) em evento regional/nacional Apresentação de trabalho (evento regional/nacional) Integrante de Comissão Organizadora Mínimo de 4 meses com atividades comprovadas Participação em atividade esporádica (para cada 10 horas de atividades) 05 02 10 12 15 15 20 06 08 10 10 15 15 10 10 03 05 02 05 03 05 03 10 08 20 20 12 16 08 10 20 15 20 10 20 20 25 25 20 10 72 14 15 14.1 Até 40 h/s 14.2 De 41 a 60 h/s 14.3 De 61 a 80 h/s 14.4 Acima de 81 h/s Atividades Complementares cursadas em outros Cursos e/ou (7) IES Disciplina cursada em nível superior e (6) não aproveitada 10 12 14 18 05 08 10 14 18 10 10 10 (1) Atividades de extensão ou de ação comunitária em que o aluno participa como protagonista (ex: ministrante de curso de extensão; participante em mutirão de ajuda comunitária), condicionado à aprovação do Conselho do Curso. (2) A monitoria deve ter, no mínimo, 3 meses de duração comprovada e, o aluno, avaliação satisfatória de desempenho. (3) O aluno precisa entregar à coordenação do Curso documento que comprove a data da viagem de estudo ou visita técnica, local, pessoa e telefone para contato, juntamente com o respectivo relatório. (4) São consideradas como atividades na área: desenvolvimento e análise de projetos de arquitetura e urbanismo; gerenciamento de escritórios de arquitetura e planejamento urbano; acompanhamento de obras e projetos de arquitetura, urbanismo e planejamento urbano. (5) Caso de aluno que exerce atividade profissional relacionada à arquitetura e urbanismo em órgão público, empresa privada ou escritório particular, com carga horária semanal mínima de 4 horas, sendo contabilizado um período máximo de 6 (seis) semestres. (6) Para aluno transferido, reopção e retorno ao curso, a disciplina que não constar no aproveitamento de estudos poderá ser considerada como Atividade Complementar, seguindo a carga horária correspondente por atividade neste quadro. (7) Para aluno transferido, reopção e retorno ao curso, a carga horária de Atividades Complementares registradas no Histórico Escolar poderá ser aproveitada conforme a discriminação deste quadro. 2.3.5.4 ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO O Estágio Supervisionado Obrigatório segue o disposto na Lei nº 11.788/ 2008; Regimento Geral e Regulamento de Estágios da Universidade; Manual de Estágio Supervisionado do Curso de Arquitetura e Urbanismo e tem como objetivos: complementar o processo ensino-aprendizagem, fortalecer a integração entre a teoria e a prática e possibilitar ao aluno a vivência de experiências em ambientes reais de trabalho. Nas estruturas curriculares 2011 e 2012 prevê-se a integralização de 240h/a distribuídas em Estágio Supervisionado I (6ª série-100h/a), Estágio Supervisionado II (7ª série-100h/a), Estágio Supervisionado III (8ª série-40h/a). Na estrutura curricular 2014 a carga horária é de 300h/a destinadas ao Estágio Supervisionado, na 7ª série. Estrutura de pessoal Para a efetivação do Estágio Supervisionado, o Curso conta com o coordenador de estágio da série e professores responsáveis pelas disciplinas de Estágio, que orientam os alunos no desenvolvimento de suas atividades. A supervisão geral dos estágios é feita pela coordenação do Curso. 73 Implementação Os alunos desenvolvem suas atividades em empresas, escritórios e entidades públicas ou privadas que atuam em áreas pertinentes ao Curso, desde que conveniadas à Universidade e que possuam profissional arquiteto ou de área correlata como supervisor das atividades exercidas pelos alunos. Inicialmente, os alunos devem fazer seu cadastro junto à Coordenação de Estágio, e assinar Termo de Compromisso de Estágio (TCE) com a unidade concedente, contando, para tanto, com o Núcleo de Estágio e Empregabilidade da UnP. Os estagiários terão direito a seguro contra acidentes, pois estarão em atividades acadêmicas fora da Instituição. ÁREAS O aluno em Estágio Supervisionado Obrigatório poderá atuar em qualquer um dos seguintes campos de atuação profissional do egresso em Arquitetura e Urbanismo, definidos pela Resolução CAU no 21/2012: a) Arquitetura de Edificações, Arquitetura de Interiores e Arquitetura Paisagística; b) Patrimônio Histórico Cultural e Artístico, Arquitetônico, Urbanístico e Paisagístico; c) Urbanismo, Desenho Urbano, Planejamento Urbano e Regional; d) Tecnologia e resistência dos materiais, Sistemas Construtivos e estruturais, Instalações Prediais, Topografia; e) Conforto Ambiental; f) Meio Ambiente, Impactos Ambientais e Desenvolvimento Sustentável. CAMPOS Os alunos podem desenvolver suas atividades em empresas, escritórios e entidades públicas ou privadas que atuam em todas as áreas pertinentes ao Curso, conveniadas com a Universidade. O Núcleo de Estágio e Empregabilidade, juntamente com a coordenação do Curso, são responsáveis pela captação de convênios com unidades concedentes de estágio. Por vezes, algumas unidades buscam a Universidade a fim de ofertar campos de estágio. De 74 qualquer forma, o estágio só será aprovado após formalização do convênio e assinatura do TCE, nos termos da Lei 11.788/2008. ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO No que diz respeito ao corpo discente, o acompanhamento das atividades de estágio é efetivado no curso das disciplinas, semanalmente, conforme estabelecido em plano de ensino e cronograma. Inicialmente, os alunos firmam contrato com a empresa ou instituição em que desenvolverão suas atividades de estágio; executam as atividades propostas conforme planejamento e prazo; entregam relatórios semanais para um melhor acompanhamento por parte do professor; e por fim, entregam o produto final do estágio de acordo com as normas internas da UnP e com o Manual de Estágio do Curso – atividades registradas em seminário e relatório final. No tocante ao corpo docente e administrativo, o acompanhamento ocorre mensalmente, mediante: a) reuniões mensais com o corpo docente, Conselho de Curso e Núcleo Docente Estruturante, quando são apontadas as demandas por áreas, e feito feed-back das unidades concedentes de estágio (empresas e instituições); b) reuniões mensais entre a coordenação do Curso, coordenador de estágio e professores orientadores, nas quais são discutidos aspectos do processo de ensino-aprendizagem, tais como potencialidades e fragilidades observadas no desempenho discente, detectadas durante a supervisão das atividades de estágio; c) preenchimento de planilhas de acompanhamento das atividades desenvolvidas pelos alunos que se encontram em estágio, por parte dos professores supervisores; d) repasse de documentação comprobatória (carta de apresentação para convênio, certidões, TCE, pagamento de apólice de seguro) para o Núcleo de Estágio e Empregabilidade da UnP realizar os devidos encaminhamentos e formalizar o estágio. 75 Avaliação da aprendizagem A avaliação da aprendizagem ocorre de acordo com a sistemática prevista no Regimento Geral da Universidade, adotando-se como instrumento principal o relatório final elaborado pelo estagiário e entregue ao seu professor supervisor. São considerados como critérios de avaliação do aluno: a) para a Unidade I, a entrega da documentação e dos relatórios semanais; b) para a Unidade II, a entrega dos relatórios semanais e do relatório final apresentado em Seminário. As atividades de estágio deverão ser desenvolvidas individualmente, sendo o aluno avaliado por frequência, e desempenho acadêmico verificado por média parcial (MP) em cada unidade avaliativa do semestre (Unidade I e Unidade II); totalizando ao final do semestre a média final (MF). A média final mínima para aprovação é 7,0. E a frequência mínima é de 75%. 2.3.5.5 ESTÁGIO SUPERVISIONADO NÃO OBRIGATÓRIO Realizado por livre escolha do aluno, a partir da 1ª série, e quando previamente formalizado junto à Universidade, o estágio supervisionado não obrigatório abre possibilidades de contabilização das horas cumpridas pelo aluno como atividades complementares. Constitui requisito para o desenvolvimento do estágio não obrigatório a assinatura de termo de compromisso, cujo teor deve especificar: a) a modalidade do estágio como não obrigatório; b) a data de início e término do contrato; c) a carga horária máxima, a ser cumprida pelo aluno estagiário, de no máximo 6 (seis) horas diárias; d) o plano de atividades a serem desenvolvidas na unidade concedente de estágio durante a vigência do termo; e) o representante legal da UnP; f) o representante legal e o supervisor da atividades na unidade concedente de estágio. 76 Independentemente do aspecto profissionalizante, essa modalidade de estágio pode assumir a forma de atividade de extensão ou de ação comunitária, quando ocorrer a participação do aluno em empreendimentos ou projetos de interesse social. 2.3.5.6 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO O TCC (denominado nas DCNs como Trabalho Final) é componente curricular obrigatório e deve possibilitar ao aluno a síntese e integração dos conhecimentos estudados e vivenciados durante o Curso e o fortalecimento da atitude científica essencial à resolução de problemas nas áreas de atuação do arquiteto urbanista. As atividades do trabalho final integram duas disciplinas específicas: Trabalho de Conclusão de Curso I, na 9ª série, com elaboração de projeto de pesquisa para embasamento conceitual, metodológico, tecnológico e projetual das atividades a serem desenvolvidas no semestre letivo subsequente; Trabalho de Conclusão de Curso II, 10ª série, momento destinado ao estudo prático ou teórico para a resolução de um problema projetual, teórico ou tecnológico nas áreas de atuação do arquiteto e urbanista, em consonância com os princípios de interdisciplinaridade e integração teoria e prática. Implementação e avaliação A implementação e avaliação do trabalho final devem ocorrer conforme as diretrizes curriculares nacionais, Regimento Geral e Regulamento de TCC da UnP, este Projeto Pedagógico e Manual de TCC do Curso, sendo este último elaborado pelo NDE, analisado pelo Conselho do Curso e aprovado pelo ConEPE, em cumprimento ao art. 9º, parágrafo único da Resolução CNE/CES n. 2/2010. O TCC abrange o estudo de um tema livre, escolhido pelo aluno em conjunto com o orientador, observado o critério de que esteja inserido nas mesmas áreas estabelecidas para o estágio: a) Arquitetura de Edificações, Arquitetura de Interiores e Arquitetura Paisagística; b) Patrimônio Histórico Cultural e Artístico, Arquitetônico, Urbanístico e Paisagístico; c) Urbanismo, Desenho Urbano, Planejamento Urbano e Regional; d) Tecnologia e resistência dos materiais, Sistemas Construtivos e estruturais, 77 Instalações Prediais, Topografia; e) Conforto Ambiental; f) Meio Ambiente, Impactos Ambientais e Desenvolvimento Sustentável. O aluno deve elaborar seu trabalho de forma individual, no formato de Monografia, sob orientação de um professor, arquiteto urbanista ou não, escolhido pelo aluno entre os docentes vinculados à UnP, de acordo com critérios estabelecidos no Manual do Curso. Está prevista a avaliação das condições de qualificação do formando em função do seu futuro desempenho profissional, devendo o Curso, nesse sentido: 1. possibilitar a realização de um projeto interdisciplinar sob a perspectiva de atuação do arquiteto e urbanista; 2. reforçar habilidades de síntese dos conceitos e teorias já apreendidos; de representação gráfica da proposta de estudo; de apresentação oral de ideias e redação de textos técnicos de forma clara, objetiva e concisa. A avaliação do TCC, realizada por uma banca examinadora que inclui, obrigatoriamente, arquiteto(s) e urbanista(s) externos, leva em conta, em relação ao desempenho do estudante: maturidade, comportamento ético e conhecimento técnico necessários ao exercício da profissão. 78 2.4 METODOLOGIA Os procedimentos metodológicos adotados pelos docentes incentivam o estudante a investigar cientificamente o cotidiano da profissão e a conhecer, analisar, refletir, entender e intervir nos fatores que a permeiam, enfatizando-se questões econômicas, sociais, políticas, culturais e ambientais, assim como a necessidade de respeito à diversidade das pessoas na perspectiva da inclusão social. Para a definição das estratégias de ensino-aprendizagem são considerados como critérios principais: a) a sua relevância para o atingimento dos objetivos do Curso e construção do perfil profissional do egresso; b) as possibilidades de participação ativa do aluno na sua própria aprendizagem, mediante vivências e interações em grupos no próprio ambiente acadêmico, na comunidade e mercado de trabalho; c) a promoção de aprendizagens significativas mediante: i) integração teoriaprática, o que supõe contatos com a comunidade e o mercado de trabalho; ii) atividades interdisciplinares no próprio Curso e com outros da Escola. Entre os procedimentos e técnicas adotados pelos professores destacam-se: aulas expositivas e dialogadas; pesquisas de campo; aulas de campo e visitas técnicas; estudos dirigidos e debates em sala de aula; trabalhos individuais e em grupo, seminários integrativos das disciplinas. Indicam-se ainda congressos, simpósios, seminários, oficinas, encontros, eventos; feiras e gincanas culturais; mostras e exposições; palestras e mesas redondas; atividades práticas em laboratórios e em ambientes específicos, tais como os ateliês de desenho e áreas externas, viabilizando-se a integração teoria-prática e a contextualização. Valoriza-se a experiência prévia dos alunos em ambientes profissionais ou dos que se iniciam em estágio supervisionado não obrigatório, pois sempre que o aluno adota um novo método projetual ou aprende uma ferramenta nova (ex: software) em ambiente externo, os professores incentivam sua utilização no desenvolvimento de trabalhos acadêmicos. Além disso, o aluno acaba por compartilhar essas experiências com os demais colegas da turma, tornando-se um importante elemento multiplicador de conhecimentos no meio acadêmico. 79 O Curso prevê, também, a participação do discente em projetos e programas técnico-científicos, cuja execução exige conteúdos de várias disciplinas, destacando-se o Projeto Interdisciplinar com apresentação de seminário e entrega de relatórios e projetos ao final do semestre, com foco em propostas de intervenção nos espaços arquitetônicos e urbanos, ou na análise integrada sobre variados temas da arquitetura e urbanismo, que ajudam a entender o universo da profissão. Além dos procedimentos citados, o Curso de Arquitetura e Urbanismo desenvolve: pesquisas individuais ou em grupo com o apoio de professores, envolvendo a busca de informações de cunho bibliográfico, informações de campo e as obtidas via internet; projeto de cinema, para exibição de produções que tratam de temas ligados à arquitetura; projeto de roteiros de visita a sítios históricos, dois por ano, visando propiciar ao aluno a vivência em cidades de notável valor histórico, arquitetônico e cultural potiguares, de outros estados ou regiões brasileiras; projeto interdisciplinar. O desenvolvimento dessas estratégias encontram fundamentos: a) na Resolução CNE/CES n. 3, de 2 de julho de 2007, art. 2º: Cabe às Instituições de Educação Superior, respeitado o mínimo dos duzentos dias letivos de trabalho acadêmico efetivo, a definição da duração da atividade acadêmica ou do trabalho discente efetivo que compreenderá: I – preleções e aulas expositivas; II – atividades práticas supervisionadas, tais como laboratórios, atividades em biblioteca, iniciação científica, trabalhos individuais e em grupo, práticas de ensino e outras atividades no caso das licenciaturas. b) nas próprias DCNs para a graduação em Arquitetura e Urbanismo, Resolução n. 2/2010, art. 6º: § 5º Os núcleos de conteúdos poderão ser dispostos, em termos de carga horária e de planos de estudo, em atividades práticas e teóricas, individuais ou em equipe, tais como: 80 I - aulas teóricas, complementadas por conferências e palestras previamente programadas como parte do trabalho didático regular; II - produção em ateliê, experimentação em laboratórios, elaboração de modelos, utilização de computadores, consulta a bibliotecas e a bancos de dados; III - viagens de estudos para o conhecimento de obras arquitetônicas, de conjuntos históricos, de cidades e regiões que ofereçam soluções de interesse e de unidades de conservação do patrimônio natural; IV - visitas a canteiros de obras, levantamento de campo em edificações e bairros, consultas a arquivos e a instituições, contatos com autoridades de gestão urbana; V - pesquisas temáticas, bibliográficas e iconográficas, documentação de arquitetura, urbanismo e paisagismo e produção de inventários e bancos de dados; projetos de pesquisa e extensão; emprego de fotografia e vídeo; escritóriosmodelo de arquitetura e urbanismo; núcleos de serviços à comunidade; VI - participação em atividades extracurriculares, como encontros, exposições, concursos, premiações, seminários internos ou externos à instituição, bem como sua organização. 2.4.1 Viagens de estudo As viagens de estudo são realizadas com o objetivo de propiciar ao aluno o acesso a informações inerentes à disciplina e que podem ser visualizadas e vivenciadas seja em projetos arquitetônicos específicos, seja em frações do tecido urbano ou, ainda, em sítios históricos ou áreas ambientais onde o “olhar de perto” sempre traz valiosos aportes ao aprendizado. São observados aspectos comportamentais, influências culturais, tipologia das edificações, dentre outros. As viagens de estudo são planejadas pelos docentes, juntamente com a coordenação do Curso e NDE por ocasião da semana pedagógica – meses de janeiro e julho. Os planos de disciplinas e cronogramas, desde o início das aulas, já sinalizam as viagens de estudo planejadas. Vale salientar que as viagens interurbanas resultam de um planejamento conjunto de diversas disciplinas, visando propiciar o máximo de aprendizado 81 para os alunos, num período de tempo que pode durar 1 (um) ou mais dias, conforme programação. 2.4.2 Visitas técnicas Com o objetivo de potencializar o aprendizado dos futuros profissionais em Arquitetura e Urbanismo e relacionar os conteúdos ministrados em sala de aula com a prática realizada no mercado, as visitas técnicas são também planejadas pelos docentes na semana pedagógica que antecede o início de cada semestre letivo. Da mesma forma que as viagens de estudo, também são inseridas nos planos de disciplinas e cronogramas de modo que os alunos visitam canteiros de obras, estabelecimentos residenciais, comerciais, institucionais e industriais, sempre sob a supervisão dos respectivos professores das disciplinas. As visitas técnicas, realizadas a obras que variam de porte e complexidade, são programadas considerando a fase em que se encontram, de forma a ilustrar os conteúdos estudados em sala de aula. Em geral, essas visitas propiciam aos estudantes um momento ímpar na medida em que vivenciam a dinâmica de uma obra e podem verificar in loco a importância da compatibilização entre os projetos, como os de arquitetura, estrutural, elétrico, hidráulico, preventivo de incêndio, entre outros. 2.4.3 Projeto interdisciplinar Referenciado pelo fato de que acessibilidade, conforto, eficiência, segurança e sustentabilidade, entre outras demandas, estão cada vez mais presentes em projetos de arquitetura e urbanismo que se pretendem completos, o projeto interdisciplinar é uma das estratégias por meio das quais os alunos vivenciam uma nova situação que exige uma postura diferente e formas de inserção e de atuação mais integradoras. O arquiteto urbanista com competências como liderança e disposição para o trabalho coletivo é amplamente valorizado pelo mercado, pois cada vez mais integra equipes multidisciplinares juntamente com calculistas, topógrafos, engenheiros, geógrafos, historiadores, economistas, entre outros profissionais. Assim sendo, o Projeto Interdisciplinar tem como principal objetivo promover a integração dos conteúdos estudados no decorrer de uma série (integração horizontal) e do Curso (integração vertical), preparando os futuros profissionais para o processo de projeto 82 que é, antes de tudo, um processo de negociação e gestão de conflitos entre diferentes agentes, requerendo uma maior abertura ao diálogo e às inovações. O Projeto Interdisciplinar faz-se presente da 2ª à 9ª série, integrando o planejamento acadêmico de todas as disciplinas destas séries, conforme registrado em seus planos de disciplinas e cronogramas, a partir de um tema diretamente relacionado com as disciplinas de Projeto de Arquitetura e Projeto de Urbanismo. O tema de cada projeto, proposto pelo professor coordenador, fica sob a dependência da aprovação de pelo menos um professor vinculado a série. Seu registro e aceite nas disciplinas ficam sujeitos à apreciação de outros assuntos propostos pelos demais professores responsáveis pelas disciplinas envolvidas. A apresentação dos projetos de todas as séries envolvidas ocorre na Semana Interdisciplinar na qual os grupos, de 3 a 6 professores, apresentam, em forma de trabalho acadêmico (relatório), desenhos técnicos, arquitetônicos e complementares, com um título relacionado ao tema dado e correlacionando-o às demais disciplinas ofertadas na série, utilizando-se também de conteúdos apreendidos não apenas na série de execução do projeto, mas nas anteriores. Adota-se edital para cada turma (elaborado e discutido pelo Conselho de Curso e NDE) contendo a temática, cronograma, atribuições do corpo docente e discente, assuntos abordados pelas disciplinas, peso e composição de notas, formatação da apresentação oral, do relatório e do caderno de projetos. Espera-se que a partir de sua formação generalista e pela adoção dessa ferramenta metodológica, o egresso possa emprestar seus conhecimentos a uma série de atividades que transcendem a área de edificações e de planejamento urbano, podendo contribuir para a solução de problemas de várias dimensões: física, social, técnica ou econômica. 2.4.4 Atividades articuladas com o setor produtivo O Curso se articula com diversas empresas ligadas à área de arquitetura e urbanismo por meio principalmente de: a) estágios curriculares e extra-curriculares; b) visitas técnicas a diversos estabelecimentos comerciais, institucionais e industriais, tais como: hotéis, escolas, hospitais, igrejas, clínicas, centros comerciais, entre outros; 83 c) visitas a canteiros de obras; d) participação em eventos promovidos pelas empresas que atuam no ramo da arquitetura (mostras de design e de arquitetura de interiores); e) participação de profissionais do mercado em palestras, para exposição de equipamentos e materiais recém lançados no mercado. Recursos tecnológicos Além dos recursos disponibilizados nas salas de aula (datashow e computadores), alunos e professores contam com o UnP Virtual, mediante uso de senha pessoal na ferramenta autoatendimento, Portal da UnP. As funcionalidades desse ambiente permitem a troca de e-mail, disponibilização de textos de estudos pelos professores, orientações individuais, esclarecimento de dúvidas. 84 2.5 PESQUISA, EXTENSÃO, AÇÃO COMUNITÁRIA A execução deste Projeto Pedagógico ocorre sob o princípio da integração entre ensino, pesquisa e extensão – princípios indissociáveis na vida acadêmica e essenciais ao desenvolvimento do pensamento científico e à preparação profissional do aluno. As iniciativas realizadas pelo Curso nesse sentido têm o objetivo de fortalecer o aprendizado do aluno através do contato direto com as demandas sociais, em particular com as relacionadas às edificações e cidades. Os projetos caracterizam-se principalmente por abrir possibilidades de: a) efetivação da interdisciplinaridade; b) viabilização de atividades acadêmicas extramuros, possibilitando ao aluno o contato direto com uma problemática real, com necessidades reais, condicionantes econômicos, sociais, políticos e culturais reais. A participação dos alunos, em atividades técnicas junto à administração pública e à população em geral, estimula o repensar do espaço construído e seu uso por parte da população, de modo a promover melhorias para o município e região, através de propostas de intervenção que trazem mais funcionalidade, conforto, inclusão, acessibilidade e qualidade de vida. 2.5.1 Atividades de pesquisa e iniciação científica A pesquisa, no Curso de Arquitetura e Urbanismo, é desenvolvida de acordo com linhas institucionais. Cada projeto tem um professor coordenador e, em alguns casos, docentes colaboradores. Existe a participação do corpo discente, seja como bolsista de iniciação científica, por meio da sua inserção no Programa de Iniciação Científica (ProBIC), seja na condição de participante voluntário, de acordo com o seu interesse pelos projetos em realização. Como é do senso comum, a pesquisa científica não é muito comum no exercício da profissão de arquiteto e urbanista. Normalmente, quando esses profissionais são levados à tarefa da pesquisa, o fazem por exigência de um trabalho concreto: intervenção sobre uma área urbana habitada, restauração de um edifício de interesse histórico ou mesmo levantamentos preliminares feitos para projetos de escolas, hospitais, grandes obras habitacionais, etc. O trabalho do arquiteto tem, portanto, se utilizado, com maior constância, da chamada pesquisa aplicada, que se volta para a solução de um problema em si, sem se 85 preocupar com a construção ou a defesa de uma teoria. Em busca de um novo perfil profissional comprometido com o desenvolvimento tecnológico e sócio ambiental da realidade regional, a proposta da pesquisa cientifica do Curso busca não só diagnosticar uma problemática concreta contemporânea, como também visa contribuir com um novo conhecimento, que se agrega ao acervo da sociedade e acrescenta dados para estudos posteriores. 2.5.1.1 PROJETOS DO CURSO Os projetos de pesquisa desenvolvidos por docentes e alunos do curso de Arquitetura e Urbanismo da UnP, campus Mossoró, são implicados com temáticas relevantes no contexto citadino local, indicando-se, entre essas temáticas, a sustentabilidade ambiental e processos de identidade/diversidade. I. Arte, Espaços Públicos e Identidades em Mossoró (1904-2012) Período: 01/09/2013 até 01/03/2014 (em curso); EIXO TEMÁTICO DE PESQUISA: Comunicação e Cultura; Prof(a). Coordenador(a): Karisa Lorena C. B. Pinheiro; Prof. Colaborador: Thalles Chaves da Costa. Alunos voluntários: em processo seletivo. 86 2.5.1.2 INICIAÇÃO CIENTÍFICA As atividades de Iniciação Científica então, além de viabilizadas por meio da participação discente em projetos de pesquisa coordenados por professores do Curso, tomam forma também por meio de: a) apresentação de trabalhos por parte do corpo docente e discente, em outros eventos científicos; b) elaboração de TCCs que podem se originar de projetos de pesquisa dos quais o aluno tenha participado. c) apresentação de trabalhos por docentes e discentes no Congresso Científico e Mostra de Extensão, evento realizado anualmente pela Universidade Potiguar, em Natal e Mossoró. PARTICIPAÇÃO DO CURSO - Congresso Científico/Mostra de Extensão UnP EDIÇÃO 201228 Tema – A internacionalização do Ensino Superior. Data/local: 30/mai a 01/jun/2012, Campus Mossoró. EDIÇÃO 2013 Tema: Educação e Diversidade sociocultural no contexto da Globalização Data/local: 13 a 16 de Maio de 2013, Campus Mossoró. EDIÇÃO 2014 Tema – Ciência, Tecnologia e Qualidade de Vida do Semiárido. Data/local: 13 a 15 de Maio de 2014, Campus Mossoró. 28 Disponível em http://congressomossoro.unp.br/pdf/AnaisMossoro14.pdf 87 2.5.2 Atividades de Extensão e Ação Comunitária As atividades de extensão e ação comunitária voltam-se para o estudo de temáticas da atualidade, reforçando as práticas inerentes ao exercício do arquiteto urbanista e sua inserção em ações de cidadania. Desenvolvidas por meio de convênios e parcerias, são positivas também para a cidade, pois há disseminação de conhecimentos acadêmicos e a vivência de valores relacionadas à preservação dos bens culturais, como referências para a cidade. Pela extensão e ação comunitária o Curso estabelece um elo com a comunidade, estendendo, através da elaboração ou participação em projetos de arquitetura e intervenções urbanísticas, as suas ações a prefeituras municipais e instituições sem fins lucrativos. Assim sendo, as atividades extensionistas, em geral, propiciam: a) o contato do aluno com o mercado de trabalho; b) a formação da consciência sociopolítica que implica atitudes de respeito à diversidade e de inclusão; c) a dinamização do trabalho científico de intervenção na comunidade; d) o trabalho interdisciplinar; e) a interrelação Universidade-meio, fortalecendo responsabilidades recíprocas. Semestralmente, durante as atividades da semana pedagógica institucional, a coordenação do Curso, juntamente com o NDE e os docentes, planejam a participação de todas turmas em diversas atividades de extensão, sob o formato de projetos, cursos e eventos. Algumas atividades constam do calendário acadêmico institucional, como os congressos e workshops que acontecem no Campus Mossoró; outras são de iniciativa da comunidade, ou criadas para ser inseridas no planejamento de algumas disciplinas. 2.5.2.1 EVENTOS O Curso participa de eventos acadêmicos e técnico-científicos durante todo o ano letivo. São congressos, seminários, simpósios, palestras, oficinas, minicursos, encontros, gincanas, mostras, entre outros, que contam com a participação de toda a comunidade acadêmica do Curso – docentes e discentes – como também de docentes e profissionais externos atuantes no mercado de trabalho. 88 A realização de eventos promove a visibilidade do Curso no meio externo através de suas ações extensionistas, e uma maior integração das turmas de diversas séries, o que permite um reforço constante do aprendizado em perspectiva interdisciplinar. As ações são divulgadas nos meios existentes na própria Instituição e em meios externos, tais como congressos, semanas de arquitetura, mostras externas de arquitetura. Eventos e questões ambientais A abordagem da temática educação ambiental ocorre de forma sistemática na Mostra de Arquitetura, que compõe o Congresso Científico, campus Mossoró, sempre no primeiro semestre de cada ano. Além disso, diversas atividades são realizadas, assinalando-se as seguintes palestras: 2011 o Mostra “Eco Design: pneus reciclados e reaproveitados para produção de mobiliário e adornos’ Coordenação: Profª. Kátia Regina - UnP. Evento integrante da programação do I Workshop da Escola de Ciências Exatas e Engenharias, Campus Mossoró, realizado no período de 09 a 11 de Novembro de 2011. 2012 o Decoração de palco (por alunos) e Palestra Bioarquitetura, proferida pela Profa. Karisa Pinheiro - UnP. Evento integrante da programação da Semana do Meio Ambiente de Mossoró DNA, realizada no período de 04 a 08 de Junho de 2012. o Mostra de Arquitetura Restaurantes em 360 Coordenação: Profª. Karisa Pinheiro - UnP. Evento integrante do V Congresso Científico e V Mostra de Extensão da UnP, Campus Mossoró, no período de 31 de Maio a 02 de Junho de 2012; o Mostra Chair Design: produção de cadeiras a partir de materiais reciclados e de impacto reduzido Coordenação: Profª. Fátima Jácome - UnP. 89 Evento integrante do V Congresso Científico e V Mostra de Extensão da UnP, Campus Mossoró, no período de 31 de Maio a 02 de Junho de 2012; o Palestra "Planejamento Urbano e Ambiental", proferida pela Profa. Karisa Pinheiro - UnP. Evento integrante do III Seminário do Meio Ambiente e Urbanismo, sob a coordenação dos Conselhos CAU/OAB, realizado no dia 24 de Setembro de 2012. 2013 Eventos integrantes do VI Congresso Científico e VI Mostra de Extensão da UnP, Campus Mossoró, com tema “Educação e Diversidade sociocultural no contexto da Globalização”, realizado no período de 13 a 16 de Maio de 2013: o Conferência Inovação, Sustentabilidade e Eficiência Energética Moderador: Prof. Dr. José Mairton Figueiredo França – UnP; Palestrantes: Roberto Serquiz (Presidente da Comissão Temática de Responsabilidade Social da FIERN); Prof. Dr. Luiz de Souza – UERN; Prof. Dr. Humberto Dionízio – UFERSA; o Mesa Redonda Arquitetura e Sustentabilidade Moderadora: Profa. Bianca Negreiros – UnP; Palestrantes: arquitetos Ivan Oliveira e Eduardo Falcão e a eng. agrônoma Nora Aires; o Palestra Ingenieros y Arquitectos en Busca de la Arquitectura de Energía Palestrante: Prof. Andrés Abásolo, Diretor da Área Internacional da Escola de Arquitetura da UCM - Universidad Europea de Madrid; o Palestra Casas de Plástico: um novo olhar sobre a reciclagem Palestrante: Eng. Civil Fernando Souza, representante comercial da empresa Impacto Protensão, Fortaleza (CE); o Mostra de Arquitetura "ReCriart" Coordenação: Profa. Karisa Pinheiro - UnP; o Mostra de Cadeiras Criatividade (produção de cadeiras a partir de materiais reciclados e de impacto reduzido) Coordenação: Profª. Fátima Jácome. 90 Eventos integrantes do II Workshop da Escola de Engenharias e Ciências Exatas, Campus Mossoró, realizado no período de 13 a 14 de Novembro de 2013: o Palestra Tecnologia da arquitetura da terra Palestrante: Profa. Bianca Negreiros – UNP; o Palestra Licenciamento Ambiental Palestrante: Subsecretário Maírton França – Subsecretaria da Gestão Ambiental, Prefeitura Municipal de Mossoró. 2.5.2.2 PROJETOS Os projetos de extensão vinculados ao curso de Arquitetura e Urbanismo focalizam questões ambientais e inclusão social: I. Alvenaria sustentável: a utilização de um tijolo ecológico que utiliza argamassa de cimento, solo e material pet triturado, como alternativa para alvenaria de vedação na construção de casas populares Período: 02/04/2012 a 07/12/2013; ÁREA TEMÁTICA DE EXTENSÃO: Tecnologias e Meio Ambiente; Prof. Coordenador: Járbas Jácome; Profs. Colaboradores : Karisa Lorena C. B. Pinheiro / Francisco Uberlanio da Silva; Aluna bolsista: Mariana Fernandes Costa de Oliveira; Alunos voluntários: André Alysson de Souza Lima, Artur Almeida Amorim, Francisco Édippo Araujo Alves, Lauro Felipe de Mendonça Junior, e Morgana Martins Baumann de Azevedo. Registra-se, no que se refere a ações de inclusão social, os seguintes projetos: I. Informática Cidadã Período: 02/04/2012 até 07/12/2013; ÁREA TEMÁTICA DE EXTENSÃO: Educação, Comunicação e Arte; Coordenador(a): Raimundo Bezerra Neto; Aluno bolsista: Cristobal Luis de Oliveira Barros. 91 II. Arquitetura Social: uma proposta de acessibilidade arquitetônica para a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais – APAE Mossoró Período: 05/08/2013 a 07/12/2013; ÁREA TEMÁTICA DE EXTENSÃO: Educação, Comunicação e Arte; Coordenador: Clayton Cesar Pereira Barreto; Alunos voluntários: Antônio Marcos Ferreira Santiago, Antônio Gilberto Soares Junior, Carlos Antônio de Figueiredo, Maria da Conceição de Oliveira Fernandes, Izabel Maria Diniz Macedo, Izabel Maria Montenegro Diniz Macedo, Gilbertson Sena da Silva, Maria das Dores Maia Evangelista, Mariana Fernandes Costa de Oliveira, Vandilson Ramalho de Oliveira e Welison Lourenço da Silva. 2.5.2.3 WORKSHOP DE ARQUITETURA E URBANISMO UnP Evento anual, realizado no segundo semestre como parte integrante do Workshop da Escola de Engenharias e Ciências Exatas, Campus Mossoró, envolvendo alunos da Universidade Potiguar, profissionais da comunidade local, alunos de cursos da área tecnológica de outras IES, com abordagem de temas diversificados. 2011 Eventos integrantes do I Workshop da Escola de Engenharias e Ciências Exatas, Campus Mossoró, com o tema “Pesquisa e Inovação Tecnológica”, realizado no período de 09 a 11 de Novembro de 2011: o Conferência Pesquisa e Inovação Tecnológica Moderador: Prof. Dr. José Maírton Figueiredo França – UnP; Palestrantes: Eng. Eletricista Edison Flavio Macedo – CONFEA; Edmilson Florêncio da Costa, Diretor do Grupo Editel Brasil de Automação. o Conferência Estruturas Concretas Moderador: Prof. Dr. José Maírton Figueiredo França – UnP; Palestrantes: Eng. Adalberto Pessoa, Pres. CREA RN; Eng. Jailson Freire, Engenheiro responsável pelo Setor de Suporte Técnico da Secretaria de Infraestrutura do Estado. 92 o Mostra Eco Design: pneus reciclados e reaproveitados para produção de mobiliário e adornos Coordenação: Profª. Kátia Regina - UnP. o Mostra Empreender Arte: uma visão empreendedora para a produção de peças de mobiliário Coordenação: Profª. Amanda Paolla - UnP. 2012 Eventos integrantes do I Workshop do Curso de Arquitetura e Urbanismo, Campus Mossoró, tema “Arquitetura e Identidade”, realizado no período de 26 a 27 de Novembro de 2012: o Mesa redonda Arquitetura e Identidade Moderador: Profa. Karisa Pinheiro – UnP; Palestrantes: Arq. Michele Frota, Arq. Rani Morais (Quattre Arquitetura) e Arq. Marco Aurélio – UnP. o Mesa redonda Arte e espaço Moderadora: Profª Elaine Albuquerque – UnP; Palestrantes: Profª. Eriem Azevedo – UnP; Artista plástica Clarissa Torres; Prof. Thalles Chaves. o Mesa redonda Construção e intervenções urbanas Moderadora: Prof. Clayton Barreto – UnP; Palestrantes: Profª. Bianca Negreiros – UnP; Dr. Maírton França (Gerência Executiva da Gestão Ambiental, Mossoró), Eng. Agrônoma Nora Aires (Secretaria do Desenvolvimento Urbano, Territorial e Ambiental, Mossoró). 2013 Eventos integrantes do II Workshop do Curso de Arquitetura e Urbanismo, Campus Mossoró, tema “Empregabilidade e Desenvolvimento Tecnológico”, realizado no período de 13 a 14 de Novembro de 2013: o Conferência Perspectivas de empregabilidade econômico em Mossoró e região Moderador: Prof. Samuel Freire – UnP; e desenvolvimento 93 Palestrantes: Secretário Alexandre Lopes – Secretaria de Desenvolvimento Territorial de Mossoró; Geraldo Maia – PETROBRAS; Eng. Milton Vieira Junior. Presidente Associação Brasileira de Engenharia. o Mesa redonda Arte e espaço Moderadora: Profª. Elaine Albuqerque – UnP; Palestrantes: Profª. Eriem Azevedo – UnP; Artista plástica Clarissa Torres; Artista plástico Marcelo Amarelo; Fotógrafo Ricardo Lopes. o Palestra Tecnologia da arquitetura da terra Palestrante: Profa. Bianca Negreiros – UnP. o Mesa redonda Intervenções urbanas Moderadora: Profa. Karisa Pinheiro – UnP; Palestrantes: Eng. Civ. Jailson Freire – Subsecretaria do Desenvolvimento Territorial, Prefeitura Municipal de Mossoró; Ger. Maírton Subsecretaria da Gestão Ambiental, Prefeitura Municipal de Mossoró. França – 94 2.6 APOIO AO DISCENTE O desenvolvimento de ações de apoio e acompanhamento ao discente da Universidade Potiguar ocorre de acordo com o Programa de Apoio ao Estudante (PAE/UnP)29, compreendendo vários mecanismos: apoio à participação em eventos científicos e à produção científica; divulgação da produção discente; acompanhamento prestado pelo Núcleo de Apoio Psicopedagógico (NAPe); adoção de estratégias de inclusão social: encaminhamento, pelo NAPe, de alunos com necessidades educacionais especiais; disponibilização de intérprete de Libras para atividades acadêmicas em sala de aula e extra sala de aula; uso de telas ampliadas para deficientes visuais; mecanismos de nivelamento, tais como a monitoria e a disponibilidade dos técnicos laboratoristas para acompanhamento das atividades nos laboratórios específicos do Curso; bolsas acadêmicas: - Programa de Bolsas de Iniciação Científica (ProBIC), registrando-se para o Curso 3 (três) alunos, dos quais, 2 (dois) dois voluntários, ano 2011; - Programa de Bolsas de Extensão (ProBEx), com 8 (oito) estudantes, sendo três bolsistas, de 2011 até 2013; - Programa de Bolsas de Monitoria (ProBoM), iniciado no Curso em 2011, assinalando-se 12 (doze) alunos até o primeiro semestre letivo de 2014; nas disciplinas Pré-cálculo, Conforto Térmico, Desenho Técnico, Desenho Básico de Arquitetura, Projeto de Arquitetura, Representação Gráfica Computacional I e Representação Gráfica Computacional II. A Universidade também disponibiliza a seus estudantes: a) a Ouvidoria, que funciona mediante atendimento individual a alunos e seus pais, ou por e-mail, cartas e telefone; b) o International Office, responsável por viabilizar as iniciativas, programas e serviços de intercâmbio entre as instituições da Rede Laureate; 29 UNIVERSIDADE POTIGUAR. Programa de Apoio ao Estudante. Natal: Edunp, 2006. (Documentos Normativos da UnP. Série Verde, V. 5). 95 c) o UnP Virtual, facilitando a comunicação entre o docente, o discente e a coordenação do Curso e a dinamização dos processos de ensinoaprendizagem; d) a ferramenta autoatendimento, portal/UnP, que permite ao estudante, além do acesso ao UnP Virtual, acompanhar a sua vida acadêmica e financeira; e) o Núcleo de Estágio e Empregabilidade, responsável pelos diversos procedimentos de formalização dos estágios, como o cadastro e assinatura de termos de compromisso, nos termos da Lei n. 11.788/2008; contatos com empresas; f) o Programa Coaching de Carreira que disponibiliza profissionais especializados para auxiliar alunos e egressos de cursos de graduação e pós-graduação no desenvolvimento de competências interpessoais; inteligência e controle emocional; autocontrole; resiliência; gestão eficaz de tempo; e habilidade na definição e cumprimentos de metas e objetivos. Além disso, registra-se a existência de representação estudantil, concretizada por meio da participação do aluno nos órgãos colegiados e de sua organização como Diretório Central dos Estudantes (DCE) e Centro Acadêmico (CA), de conformidade com a legislação pertinente e com o disposto no Estatuto e no Regimento Geral da Universidade. O Centro Acadêmico do Curso de Arquitetura e Urbanismo – CACAU foi criado no dia 02 de maio de 2013, em assembleia que reuniu representantes de todas as turmas do Curso. Atualmente, o CACAU é presidido pelo discente Allan Diego Freitas Machado. Eventos – empregabilidade A UnP oferece aos seus alunos e egressos, nos Campi Natal e Mossoró, Workshops de Empregabilidade, realizados periodicamente, com acesso gratuito, e abordagem de temáticas atualizadas, com vistas a uma reflexão crítica sobre a diversidade de demandas de contextos organizacionais e à construção de um perfil empreendedor. Esses eventos podem ser contabilizadas como atividades complementares. 96 TEMAS MOTIVAÇÃO - UMA PODEROSA FERRAMENTA DE DESENVOLVIMENTO: como utilizar a Motivação para melhorar o desempenho no mercado. INOVAÇÃO PROFISSIONAL - FAZENDO CADA VEZ MELHOR: como se reinventar na vida profissional PROCESSO SELETIVO - DO CURRÍCULO À ENTREVISTA: Como elaborar currículos, participar de dinâmicas e entrevistas de seleção COACH - TÉCNICAS E PRÁTICAS PARA O MERCADO PROFISSIONAL: Técnicas Coach para aplicação prática na carreira profissional INTRAEMPREENDEDORISMO - VOCÊ EMPREENDENDO NA SUA CARREIRA: como desenvolver o espírito empreendedor na carreira e vida profissional CARREIRA INTERNACIONAL - COMO ESTUDAR NO EXTERIOR EDUCATION USA: planejamento para estudar nos EUA VOCÊ LÍDER - DESENVOLVA A LIDERANÇA NA SUA VIDA PROFISSIONAL: apresentação da importância da liderança na vida profissional MEU FUTURO PROFISSIONAL - TENDÊNCIAS DO MERCADO DE TRABALHO: estudo de mercado sobre as profissões e tendências de mercado 97 2.7 AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM A avaliação da aprendizagem segue o constante do Regimento Geral: é feita por disciplina, incidindo sobre a frequência (mínimo de 75%) e aproveitamento - média mínima para aprovação: 7,0 (sete). A cada verificação da aprendizagem é atribuída nota de 0,0 (zero) a 10,0 (dez). Cada disciplina comporta duas unidades de avaliação (U1 e U2) e cada unidade abrange os conteúdos, cumulativamente. Concluídas as avaliações referentes a cada unidade, é realizada a apuração da média, resultante da aplicação da seguinte fórmula: Média Final= U1 + U2 2 É facultado ao professor adotar uma ou mais avaliações a cada unidade, e utilizar instrumento ou processo para aferir conhecimento ou habilidade do aluno, na forma de teste, prova, trabalho teórico ou prático, projeto, ou de quaisquer outras técnicas pertinentes à programação da disciplina, aplicados individualmente ou em grupo, de maneira que seja proporcionada ao estudante uma avaliação contínua de seu desempenho. As avaliações finais das U1 e U2 poderão ser realizadas de forma integrada, contemplando a programação conjunta de todas as disciplinas da mesma série ou de todas as séries já cursadas pelo aluno, constituindo-se como avaliações integradas ou exames integrados (ExIn). Segunda chamada O aluno pode realizar uma segunda chamada objetivando a substituição de uma avaliação não realizada em razão de falta a uma avaliação de qualquer um dos momentos avaliativos, mediante solicitação no autoatendimento, deferimento e pagamento da taxa correspondente. Recuperação Se, ao final das duas unidades, o aluno não obtiver média 7,0, poderá realizar avaliação de recuperação, possibilitando a verificação da melhoria de seu desempenho 98 em relação ao resultado anterior. A nota obtida na avaliação de recuperação irá substituir a menor nota obtida nas unidades anteriores (U1 ou U2). Promoção, retenção e dependência De acordo com a Resolução Nº 006/2013-ConSUni/UnP de 08 de maio de 2013, que altera os artigos 144, 145 e 146 do Regimento Geral da Universidade: É promovido à série seguinte o aluno aprovado nas disciplinas da série anterior, excepcionado o caso de retenção. Está sujeito à retenção da antepenúltima para a penúltima série e da penúltima para a última série do Curso o aluno que tenha acumulado a partir de quatro reprovações em disciplinas cursadas, configurando-se estas reprovações como dependências. Não são consideradas para fins de retenção disciplinas em adaptação. Na ocorrência de retenção, o aluno ficará vinculado à ultima série cursada, podendo cursar em regime de dependência as disciplinas nas quais foi reprovado, desde que estejam sendo devidamente ofertadas pela Instituição no transcorrer do semestre em que esteja retido. O aluno somente poderá avançar para a série seguinte à que fora retido quando restarem no máximo três disciplinas reprovadas em sua situação acadêmica. Procedimentos de avaliação São considerados essenciais os procedimentos que possibilitam a identificação das fragilidades no aprendizado do aluno, com a adoção de formas de intervenção docente; o trabalho em cooperação; as orientações individuais ou a pequenos grupos; a revisão de conteúdos nos quais os discentes apresentam dificuldades mais expressivas de compreensão e que interfiram na consolidação das competências e habilidades previstas no perfil profissional do egresso. Instrumentos São adotadas provas escritas, artigos, relatórios de seminários, de estágios e de visitas técnicas, entre outros, destacando-se as avaliações integradas ou os exames integrados (Exin), realizados semestralmente, com parâmetros, prazos e conteúdos definidos no Edital do Exame Integrado para a Escola de Engenharias e Ciências Exatas. 99 O Exame Integrado é composto de 10 (dez) questões de Habilidades e Conhecimentos Gerais, 20 (vinte) questões de Habilidades e Conhecimentos Específicos cumulativos da série e 10 (dez) questões de Habilidades e Conhecimentos Específicos cumulativos do Curso, totalizando 40 questões objetivas. O resultado obtido pelo aluno corresponde a 50% (cinquenta por cento) do valor final da nota da U1 de todas as disciplinas da série regular em que o aluno esteja matriculado. O Exame Integrado visa avaliar competência e habilidades como: interpretar, compreender e analisar: textos, gráficos, tabelas, figuras, fotos e charges; estabelecer comparações, contextualizações, relações, contrastes e reconhecer diferentes manifestações artísticas; elaborar sínteses e extrair conclusões; criticar, argumentar, opinar, propor soluções e fazer escolhas. Critérios Como critérios são indicados: participação/envolvimento do aluno com as atividades curriculares; postura ética; assiduidade; domínio de conteúdos estudados na disciplina; uso da língua culta; atitudes que expressem uma convivência harmoniosa e solidária. Na definição desses critérios devem ser levados em conta outros que possam resultar na acessibilidade de alunos com necessidades educacionais especiais, quando for o caso. Exame de proficiência De conformidade com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional n. 9394/96, o estudante poderá, excepcionalmente, se submeter a exame de proficiência com vistas à abreviação de seus estudos. Esse exame, de acordo com o Regimento Geral, requer a avaliação das potencialidades, conhecimentos e experiência profissional anteriores do aluno, que lhe possibilita avançar nos estudos, mediante comprovada demonstração do domínio do conteúdo e das habilidades e competências requeridas por disciplina ou grupo de disciplinas do currículo do seu curso. 100 Avaliação do projeto interdisciplinar: especificidade do Curso A avaliação do projeto interdisciplinar ocorre ao final da Unidade 2 das disciplinas, com peso a depender do envolvimento da disciplina com o projeto. Em todas as disciplinas, a nota final do projeto interdisciplinar tem a seguinte composição: a) 75% correspondem à elaboração e entrega do relatório final acompanhado dos desenhos técnicos/arquitetônicos relacionados; b) 25% correspondem à presença, participação e integração do grupo nos momentos de orientação (aulas práticas); e à apresentação oral do projeto no momento da defesa, com nota atribuída por banca representativa do corpo docente da série, composta por 3 (três) professores, sendo obrigatória a presença do coordenador do projeto interdisciplinar da série. Cada docente fica responsável por avaliar o conteúdo correspondente à disciplina pela qual é responsável. Vale salientar que o conteúdo a ser apresentado no produto final deve ser discutido e aprovado junto ao professor, previamente, e cumpridos os prazos apresentados no edital. 101 2.8 AUTOAVALIAÇÃO DO CURSO A avaliação do Curso e deste Projeto está integrada ao Projeto de Auto avaliação Institucional, desenvolvido pela Comissão Própria de Avaliação (CPA/UnP), com o envolvimento de docentes, discentes e pessoal técnico-administrativo, adotando-se uma dinâmica em que são trabalhadas as seguintes categorias: A aplicação dos instrumentos ocorre semestralmente, por meio do sistema de avaliação institucional (SIS), sob a responsabilidade da CPA/UnP. Os resultados são socializados em seminários de avaliação e planejamento institucional promovidos pela Comissão Própria de Avaliação, com a participação dos Conselhos de Cursos de graduação e dos Núcleos Docentes Estruturantes. 102 Após cada seminário, os resultados são analisados pelo Conselho e NDE, assim como com representantes de turmas, com vistas à identificação e adoção de estratégias de melhorias, e consequente aperfeiçoamento do Curso. A avaliação deste Projeto, especificamente, leva em conta: coerência do Projeto com os requisitos legais, diretrizes curriculares nacionais e orientações institucionais constantes no PDI; coerência entre objetivos do curso e perfil do profissional a ser formado; atualidade das competências e habilidades previstas em relação às necessidade sociais, incluindo-se as do mercado de trabalho; ações realizadas para implementação das políticas de ensino, pesquisa, extensão e ação comunitária previstas no PDI; estratégias de flexibilização curricular adotadas; coerência entre a sistemática de avaliação utilizada nas disciplinas e os conteúdos estudados; melhorias relacionadas ao corpo docente: titulação, regime de trabalho, requisitos de experiência, composição e funcionamento do NDE, dentre outros; funcionamento regular do Conselho do Curso e respectivos registros; melhorias relacionadas à infraestrutura e recursos de apoio: suporte físico, computacional e bibliográfico para funcionamento do Curso, incluindo ambientes específicos. As informações são coletadas pela CPA/UnP, por meio de instrumento elaborado pela coordenação do Curso e NDE, analisadas por essa Comissão e divulgadas junto a envolvidos na execução do PPC (docentes, discentes, técnicos de laboratórios, por exemplo). Cabe ao NDE a proposição de estratégias de aperfeiçoamento, se for o caso, mediante documento específico submetido à análise do Conselho do Curso, e implementado sob o acompanhamento da CPA/UnP. As ações implementadas constam de relatório próprio estruturado pelo NDE sob orientação da Comissão de Avaliação da Universidade, com sínteses postadas no site da UnP. 103 PARTE III – CORPO DOCENTE E TÉCNICO-ADMINISTRATIVO 104 3.1 CORPO DOCENTE 3.1.1 Núcleo Docente Estruturante (NDE) O Núcleo Docente Estruturante (NDE), instituído nos cursos de graduação da Universidade Potiguar através da Resolução n. 040, de 29 de novembro de 2012 ConEPE, tem atribuições consultivas, propositivas e avaliativas sobre matéria de natureza eminentemente acadêmica, sendo responsável pela criação, implementação e consolidação do Projeto Pedagógico de cada curso. Compete ao NDE: a) acompanhamento das atividades de ensino, pesquisa e extensão; b) identificação de estratégias de melhoria dos processos de ensinoaprendizagem; c) análise dos resultados da avaliação do PPC e identificação de estratégias para aperfeiçoamentos; d) participação em concurso para seleção de docentes; e) análise dos resultados das avaliações de desempenho dos docentes, promovidas pela Comissão Própria de Avaliação – CPA/UnP, indicando à Coordenação do Curso as estratégias necessárias ao contínuo aperfeiçoamento dos professores; f) participação na elaboração do Plano de Metas do Curso, a ser apreciado pelo ConseC, no prazo estabelecido pela Instituição, e acompanhamento da sua execução. Além disso, o NDE deve: promover reuniões com os demais professores; identificar necessidades de atualização e/ou aquisição de materiais e equipamentos para o desenvolvimento do PPC. NDE do Curso O NDE do Curso tem a sua composição de acordo com disposições da Resolução CONAES n. 1, de 17 de junho de 2010 e designação conforme ato da Reitoria.(Quadro 11). 105 Quadro 11 – Composição do NDE – Graduação em Arquitetura e Urbanismo NOME Karisa Lorena Carmo Barbosa Pinheiro (Coordenação) Everton Notreve Reboucas Queiroz Fernandes Fausto Pierdona Guzen Kátia Regina Freire Lopes Suerda Ivanete Gomes de Farias TITULAÇÃO REGIME DE TRABALHO Mestrado TI Doutorado Doutorado Mestrado Mestrado TP TI TI TI 3.1.2 Perfil Docente O corpo docente do Curso é constituído por 25 (vinte e cinco) professores. (Quadros 12 a 14): a) 3 (três) são doutores (12%) e 11 (onze) mestres (44%), totalizando 14 profissionais com pós-graduação stricto sensu (56%); 11 (onze) especialistas (44%); b) 16 (dezesseis) atuam em regime de tempo integral ou parcial (64%), sendo 7 (sete) de tempo integral (28%) e 9 (nove) de tempo parcial (36%). Dos 25 professores 9 (nove) exercem suas atividades como horistas (36%). Verifica-se ainda que, entre os 25 docentes, 21 (84%) apresentam, no mínimo, 3 anos de experiência no magistério superior; 23 atuam no mercado de trabalho há, pelo menos, 3 anos (92%). 106 Quadro 12 – Docentes do Curso - 2014 Nome Formação Bacharelado em Arquitetura e Urbanismo. UFRN - 2001; 1. Alexandre Pereira Especialização em Engenharia Vieira de Segurança do Trabalho. UNIFOR - 2010. Bacharelado em Engenharia da Produção. UFRN 2007; Especialização em Engenharia de Petróleo e Gás. Instituto 2. Brenny Dantas de Nacional de Pós Graduação Senna 2009; Especialização em Licenciamento Ambiental OnShore. IFRN – 2009; Mestrado em Ciência e Engenharia do Petróleo. UFRN - 2011. Graduação em Ciências Contábeis pela Universidade do Estado do Rio Grande do Norte UERN (2009) e Engenharia Agronômica pela Universidade Federal Rural do Semi-Árido3. Cícero Luiz UFERSA (2007). Especialização Câmara Júnior em Gestão Ambiental pela Faculdades Integradas de Patos - FIP (2010) e em Docência no Ensino Superior pela Universidade PotiguarUnP (2011), Mestre em Ciências do Solo pela UFERSA (2012). Graduação em Arquitetura e Urbanismo. UFRN - 1999; Especialização em Design Estratégico. Liga de Ensino do 4. Clayton Cesar Rio Grande do Norte, LERGN Pereira Barreto 2004; Especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho. UFRN 2006; Mestrado em Engenharia de Produção. UFRN – 2002. Bacharelado em Engenharia 5. Everton Notreve Elétrica. UFRN - 1996; Mestrado Rebouças em Engenharia Elétrica. UFRN – Queiroz 1999; Doutorado em Fernandes Engenharia Elétrica. UFCG - Disciplina(s) Regime de trabalho Experiência profissional (em anos) Ensino superior Mercado Criatividade e Visualização 3D; Expressão Gráfica Aplicada à Arquitetura e Urbanismo; Representação Gráfica Computacional I e II; Projeto de Arquitetura: Habitação; Apresentação Gráfica de Projetos; Animação para Maquetes Eletrônicas. H 3 13 Informática Aplicada às Exatas e Engenharias; Gerenciamento de Projetos I e II TI 3 7 Desenho Técnico TP 7 - Projeto de Arquitetura: Abordagem Bioclimática; Projeto de Arquitetura: Sistemas Construtivos Industrializados; Projeto de Arquitetura: Detalhamento; Estágio Supervisionado I, II, III. TI 5 15 Instalações Prediais. TI 15 17 107 Nome Formação Disciplina(s) Regime de trabalho Experiência profissional (em anos) Ensino superior Mercado H 1 8 TP 6 11 H 5 8 H 5 21 TP 19 19 TI 1 11 TP 11 20 2004. 6. Fabrício Amorim Miranda de Oliveira Graduação em Arquitetura e Urbanismo. UnP, 2006; Especialização em Gestão Eficaz de Obras e Projetos. Universidade Cruzeiro do Sul/SP, 2008; Mestrado em Arquitetura e Urbanismo. UFRN - 2013. Conforto Acústico e Lumínico; Conforto Térmico e Eficiência Energética; Projeto de Arquitetura: Acessibilidade; Projeto Especial: Arquitetura de Interiores; Projeto Especial: Desenho do Objeto; Tópicos Especiais em Arquitetura I e II. Graduação em Farmácia. UNIPAR – 2002; Especialização em Biologia: Bases Morfológicas e Fisiológicas. UEM – 2003; Especialização em Docência do 7. Fausto Pierdona Ensino Superior. Faculdade de Ciências Aplicadas às Guzen Enfermagem e Medicina Nova Exatas e Engenharias. Esperança. – 2009; Mestrado em Ciências Morfofuncionais. USP – 2005; Doutorado em Psicobiologia. UFRN – 2011. Introdução às Estruturas; Materiais de Construção; Graduação em Engenharia Civil. Topografia e UFRN – 2006; Especialização 8. Francisco Geoprocessamento; Uberlanio da Silva em Engenharia de Segurança no Estruturas em Concreto; Trabalho. UFRN – 2008. Canteiro e Técnicas Construtivas. Graduação em Administração. 9. Frederico UERN, 1992. Introdução à Educação Guilherme de Especialização em Docência no Superior Carvalho Júnior Ensino Superior. UnP – 2010. Licenciatura em Matemática. UERN – 2009; Especialização 10. Hallysson Pré-Cálculo; Henrique em Metodologia e Docência no Cálculo I Fagundes Duarte Ensino Superior. Faculdade Vale do Jaguaribe – 2010. 11. Hannah Lerissa Bacharelado em Engenharia Civil Hydaradaya – UFPE – 2003; Materiais de Construção. Moura Santos de Mestrado em Engenharia Civil – Farias UFPE – 2006. Graduação em Arquitetura e Urbanismo. UFRN – 1994; 12. Glauce Lílian Especialização em Estudos do Trabalho de Conclusão Alves de Habitat Construído (Ênfase: de Curso I, II. Albuquerque Questão Ambiental). UFRN – 1999; Mestrado em Arquitetura e 108 Nome 13. Jarbas Jacome de Oliveira 14. Karisa Lorena Carmo Barbosa Pinheiro 15. Katia Regina Freire Lopes 16. Kleber Dantas Girão 17. Maria de Fátima Torres Jácome Formação Disciplina(s) Urbanismo. UFRN – 2004; Doutorado em Arquitetura e Urbanismo. UFRN - 2013. Bacharelado em Engenharia Civil. UFRN – 1978; Gerenciamento de Especialização em Metalurgia. Projetos I; Introdução às UFRN – 1980; Especialização Estruturas. em Gerência em Qualidade Total. UFRN – 1998. Introdução à Arquitetura e Urbanismo; Desenho Técnico; Conforto Acústico e Lumínico; Projeto de Urbanismo: Espaço Coletivo; Projeto de Urbanismo: Bacharelado em Arquitetura e Morfologia Urbana; Urbanismo. UFRN – 1996; Projeto de Urbanismo: Mestrado em Arquitetura e Instrumentos de Urbanismo. UFRN – 2006. Controle; Projeto de Urbanismo: Desenho Urbano; Projeto de Requalificação do Espaço Construído; Atividades Complementares. Construção do Bacharelado em Agronomia. Conhecimento Científico UFERSA – 2000; Bacharelado e Metodologia da em Medicina Veterinária. Pesquisa; Desenho UFERSA – 2007; Técnico; Sociedade, Especialização em Acupuntura e Tecnologia e Meio Eletroacupuntura. Faculdade de Ambiente; Projeto Ensino Superior do RN – 2010; Especial: Arquitetura da Mestrado em Ciência Animal. Paisagem; Ética e UFERSA – 2008. Compromisso Social. Licenciatura Plena em Ciências. Habilitação em Matemática e Física. UECE – 2002; Licenciatura Plena em Física. UECE – 2007; Graduação em Engenharia Civil Estruturas em Madeira e – UFERSA – 2014; Metal. Especialização em Matemática e Ensino. UECE – 2008; Bacharelado em Ciência e Tecnologia. UFERSA – 2011; Mestrado em Física. UERN – 2012. Graduação em Arquitetura e Desenho Básico para Urbanismo. UFRN – 1979; Arquitetura; Especialização em Psicologia. Estética e História da Regime de trabalho Experiência profissional (em anos) Ensino superior Mercado TP 38 24 TI 4 17 TP 6 14 H 14 14 H 3 35 109 Nome Formação UFRN – 1999; Especialização em Design Estratégico. Liga de Ensino/RN, LERGN – 2005; Especialização em Docência no Ensino Superior. UnP - 2013. 18. Maria Rosângela de Oliveira 19. Marilene de Barros Pinheiro Paiva 20. Maurilio de Medeiros Lucena 21. Paulo Roberto de Andrade Santos 22. Pedro Alighiery Silva de Araújo 23. Priscilla Tatianne Dutra 24. Suerda Ivanete Gomes de Farias Graduação em Engenharia Civil. UFPA – 1990; Especialização em Administração da Qualidade. UFCE Especialização em Educação a Distância – SENAC Licenciatura em Letras. Faculdade de Filosofia do Recife – 1988; Especialização em Língua Portuguesa. UFRN – 2002. Bacharelado em Engenharia Civil. UFRN – 1980; Mestrado em Engenharia Mecânica. UFRN – 2007. Graduação em Fonoaudiologia. UnP, 2005; Especialização em Motricidade Oral. UnP, 2007; Especialização em Libras. FIJ, 2010. Bacharelado em Engenharia de Materiais. UFRN – 2006; Mestrado em Engenharia Mecânica. UFRN – 2009. Bacharelado em Comunicação Social. UEPB – 2005; Bacharelado em Direito. UEPB – 2007; Especialização em Comunicação e Educação. UEPB – 2007; Especialização em Ciências da Educação. Faculdade de Teologia Integrada, FATIN – 2011. Graduação em Arquitetura e Urbanismo. UFRN – 1991; Especialização em Estudos do Habitat Construído (Ênfase: Questão Ambiental). UFRN – Disciplina(s) Regime de trabalho Experiência profissional (em anos) Ensino superior Mercado Arte; História da Arquitetura: da Antiguidade à Revolução Industrial; História da Arquitetura Moderna / História da Arquitetura Brasileira; Patrimônio e Restauro; Projeto de Arquitetura: Percepção do Espaço; História da Arquitetura Contemporânea. Materiais de Construção. TP 10 24 Leitura e Produção de Texto. H 19 26 Estruturas em Madeira e Metal; Introdução às Estruturas. TI 17 34 Libras TP 3 - Ciências Aplicadas às Exatas e Engenharias H 4 8 Trabalho de Conclusão de Curso I (Coordenação). TP 6 7 Projeto de Urbanismo: Intervenção em Área de Interesse Social; Projeto de Arquitetura: Percepção do Espaço. TI 9 23 110 Nome Formação Disciplina(s) 1999; Mestrado em Arquitetura e Urbanismo. UFRN – 2004. Graduação em Ciências Sociais. Sociedade e Educação UFC – 2005; Especialização em das Relações ÉtnicoAssessoria de Comunicação. raciais UnP – 2012; 25. Thalles Chaves Costa Regime de trabalho H Experiência profissional (em anos) Ensino superior Mercado 2 13 Quadro 13 – Titulação do corpo docente Titulação Doutorado Mestrado Especialização TOTAL Docentes A 03 11 11 25 % 12 44 44 Quadro 14 – Regime de trabalho Regime trabalho Tempo integral Tempo parcial Horista TOTAL Docentes A 07 09 09 25 % 28 36 36 100,00 3.1.3 Políticas de apoio ao docente Os professores têm a sua gestão efetivada de acordo com o Plano de Carreira Docente (PCD), e contam com vários mecanismos institucionais de capacitação e de apoio ao exercício de suas atividades, destacando-se: a) oferta de pós-graduação lato sensu, como a Especialização em Docência no Ensino Superior; b) oferta de cursos de pós-graduação stricto sensu: doutorado em Biotecnologia e mestrados profissionais em: - Administração; - Biotecnologia; - Engenharia de Petróleo e Gás; 111 c) disponibilização de: - Núcleo de Apoio Psico-Pedagógico (NAPe), responsável, entre outras iniciativas, pelas ações de atualização didático-pedagógica; - UnP Virtual, ambiente de aprendizagem que possibilita a realização de atividades discentes efetivas (ADEs) e comunicação entre alunos e docentes; - Autoatendimento, ferramenta da UnP por meio da qual o professor pode acessar e-mail@unp; planos de ensino e cronogramas; UnP Virtual; sistemas de curriculum vitae e de diário eletrônico; relatórios das avaliações promovidas pela CPA/UnP; d) oferta do Programa de Desenvolvimento de Corpo Acadêmico da Laureate International Universities, com foco no aperfeiçoamento das habilidades de ensino e na inovação no ensino superior: - cursos: i) introdutórios: visão geral do Programa; ii) de métodos de aprendizagem; iii) de habilidades acadêmicas profissionais; - certificado Laureate em ensino e aprendizagem no ensino superior; - certificado Laureate em ensino do adulto trabalhador (características, necessidades, técnicas de ensino e metodologias eficazes para o trabalho com alunos adultos; - certificado Laureate em ensino online, híbrido e semipresencial (ensino online, gestão da sala de aula virtual e transição para a aprendizagem online; - série de webinários - aprendizagem baseada em competências. Além disso, são realizadas reuniões gerais no início de cada semestre, com a Reitoria; semanas de planejamento, também semestrais, e reuniões sistemáticas conduzidas pela Coordenação do Curso considerando os resultados da avaliação da aprendizagem e da autoavaliação do Curso, sendo discutidas ainda necessidades identificadas no desenvolvimento curricular e apontadas por alunos, pelos professores e NDE. 112 3.2 CORPO TÉCNICO E ADMINISTRATIVO DO CURSO 3.2.1 Equipe de apoio ao Curso Para o funcionamento do Curso, a Universidade disponibiliza a estrutura de pessoal organizada para a Escola: 02 (dois) assistentes de curso; 01 (um) coordenador acadêmico-administrativo; 01 (um) analista de processos acadêmicos; 04 (quatro) tutores, da área de arquitetura e engenharia civil, para apoio aos docentes em algumas disciplinas específicas que oferecem grande quantidade de aulas práticas e aulas de campo; 03 (três) técnicos de laboratórios. Acrescentam-se ainda, como integrantes da estrutura do Campus Mossoró: 01 (um) técnico-administrativo para registro das atividades complementares, em apoio à coordenação do Curso; 01 (um) coordenador de laboratórios de informática; 03 (três) técnicos de informática. 3.2.2 Atividades de capacitação O pessoal técnico administrativo do Curso participa de iniciativas institucionais promovidas pelo Setor de Desenvolvimento Humano/UnP, a partir de necessidades indicadas pelas coordenações de cursos, com abordagem dos temas: integração; aperfeiçoamento pessoal/profissional e desenvolvimento de equipes; semana de saúde e qualidade de vida no trabalho (SSQVT); aperfeiçoamento técnico para setores específicos; segurança e medicina do trabalho; excelência no atendimento; capacitação e aperfeiçoamento de idiomas; inclusão social; universidade ativa. 113 PARTE IV – INSTALAÇÕES FÍSICAS 114 4.1 INSTALAÇÕES GERAIS DA UnP A Universidade funciona em um conjunto de edificações distribuídas da seguinte forma: Campus Natal (sede), integrado por 04 (quatro) Unidades: - Floriano Peixoto; - Salgado Filho; - Nascimento de Castro; - Roberto Freire. Campus Mossoró, localizado na Região Oeste do RN. Nos dois Campi, encontram-se condições adequadas ao pleno desenvolvimento de cursos, programas e projetos da Universidade: Salas de docentes e de reuniões: equipadas com mobiliário e equipamentos, e com acesso à internet em todas as Unidades do Campus Natal e no Campus Mossoró. Salas de aula: dimensionadas conforme o número de alunos; mobiliadas com cadeiras escolares, cadeira e mesa para docente e quadro branco; climatização com uso de ar condicionado; iluminação artificial (uso de lâmpadas de intensidade ideal para a leitura e demais atividades letivas). Equipamentos de informática: instalados nos laboratórios, bibliotecas, salas de docentes e gabinetes dos dois Campi, com acesso à internet. Acessibilidade: a) deficiência física - os dois Campi da UnP apresentam condições de alcance, percepção e entendimento para a utilização, com segurança e autonomia, de edificações, acessíveis a pessoas com necessidades especiais. Há espaços sem obstáculos para o cadeirante; rampas; cadeiras de rodas, auxiliares para condução; vagas de estacionamento exclusivas; corrimãos; banheiros, lavabos e bebedouros adaptados; d) deficiência auditiva – disponibilização de tradutor de Libras; c) deficiência visual: sinalizações em braile nas instalações em geral da UnP, assim como em setores do SIB/UnP; ledores. 115 Manutenção e conservação das instalações físicas: sob a responsabilidade da Gerência de Operações e Manutenção (GOM) com o apoio das Prefeituras de cada Unidade do Campus Natal e do Campus Mossoró. Manutenção e conservação dos equipamentos: mediante convênios em empresas terceirizadas. No caso de computadores, retroprojetores, projetores de slides, vídeos cassetes, televisores, DVDS e impressoras, existe setor específico de prontidão. Para equipamentos dos laboratórios, há manutenção periódica por técnicos especializados, no início de cada semestre, ou quando identificados problemas. Procedimentos institucionais de atualização de equipamentos e materiais: através de um sistema informatizado de metas (SIM) e com base no plano de metas anual de cada curso e de cada setor. 116 4.2 BIBLIOTECA O Sistema Integrado de Bibliotecas (SIB/UnP) é composto por um conjunto 5 (cinco) bibliotecas: 4 (quatro) em cada uma das Unidades do Campus Natal, e 1 (uma) no Campus Mossoró. Existem ainda bibliotecas setoriais instaladas em polos de apoio ao ensino a distância e no Núcleo de Ensino, Pesquisa, Extensão e Ação Comunitária (NIPEC), em Parnamirim, esta última voltada para a área da saúde. O espaço físico disponibilizado aos usuários do Sistema busca atender ao conjunto de qualidades desejáveis para bibliotecas universitárias. Os ambientes são climatizados, com iluminação adequada à leitura e trabalhos em grupo e individual. Permite livre acesso dos usuários aos acervos, à exceção das bibliotecas dos polos de educação a distância do interior do RN e do NIPEC. Autoatendimento Os serviços de atendimento ao usuário estão interligados em rede, e viabilizados por um sistema que permite ao usuário consultas, empréstimos/devolução, renovação e reservas on-line a partir de qualquer biblioteca da UnP. A renovação e as reservas também podem ser feitas através do Autoatendimento, disponibilizado pela internet, home page da UnP. Informatização do acervo O acervo é totalmente informatizado e organizado em dois módulos, com atualização e manutenção realizadas pela Gerência de Tecnologia de Informação da UnP. O Módulo Biblioteca possibilita eficiente controle das tarefas de catalogação, classificação, habilitação de usuários por categoria, empréstimo domiciliar, devolução e renovação, consulta por palavras-chave, assunto, título, autor e por registro de todos os documentos cadastrados no sistema. É possível também consultar a quantidade de títulos e exemplares, inclusive acessando todas as bibliotecas do SIB/UnP, facilitando o controle automático das reservas e a visualização da disponibilidade das obras para empréstimo. O Módulo Empréstimo, aperfeiçoado a partir de 2011.2 mediante implantação de uma ferramenta exclusiva da Universidade Potiguar (bibliotecas de Natal e Mossoró) permite que o próprio usuário realize suas rotinas de empréstimo e devolução de materiais, através de terminais próprios de atendimento. Essa rotina torna o processo ágil, 117 seguro e eficaz – uma vez que todas as ações são confirmadas através da digital do usuário. Para fins de controle e segurança todas as operações geram e-mail comprobatório, enviado automaticamente para o e-mail cadastrado do usuário. Serviços e produtos Cada biblioteca do Sistema atende à clientela durante os doze meses do ano, de Segunda a Sexta, das 8 h às 21:45hs e, aos sábados, das 8 h às 12 h. O empréstimo de acervos (livros, CD-ROM , etc) se dá nos limites quantitativos das obras disponíveis e nos prazos previstos no Regulamento Interno do SIB. Consulta local / empréstimo A consulta local está aberta à comunidade acadêmica da Universidade Potiguar e aos demais interessados da comunidade externa, desde que respeitadas as regras de acesso. O empréstimo domiciliar é reservado apenas ao corpo docente, discente, professores visitantes e funcionários da UnP, obedecendo ao prazo especificado para cada categoria, conforme especificações a seguir: Categoria de Usuários Alunos de graduação Alunos concluintes Alunos de pós-graduação Professores Funcionários Documentos 5 Títulos (livros) 3 CD s-ROM 5 Títulos (livros) 3 CD s-ROM/Fitas de Vídeo 5 Títulos (livros) 3 CD s-ROM 5 Títulos (livros) 3 CD s-ROM 3 Fitas de Vídeo 3 Títulos (livros) 2 Fitas de Vídeo Prazos (dias corridos) 7 dias 3 dias 14 dias 3 dias 14 dias 3 dias 21 dias 7 dias 7 dias 7 dias 3 dias Levantamento bibliográfico Levantamento bibliográfico (para fins de aquisição e pesquisa, mediante agendamento com prazo de retorno de 72 horas –setenta e duas horas). 118 Orientação bibliográfica O SIB/UnP orienta trabalhos técnico-científicos às normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT); realiza serviços de catalogação na fonte, gratuitamente para a comunidade acadêmica, de acordo com o Código de Catalogação Anglo-Americano (AACR2), em um prazo de 72 horas. Visita orientada Indicada para os novos usuários ou solicitada com antecedência de 48 horas por professores, para grupos de alunos, com vistas a familiarizá-los com os serviços, normas e uso da biblioteca. Catálogo de Trabalho de Conclusão de Cursos – TCC’s Permite o acesso do usuário à produção intelectual do corpo discente da UnP, existente no acervo (disponível apenas para consulta interna, salvo a que tiver autorização do autor para empréstimos/consultas). Multimídia e Internet As bibliotecas do SIB (Natal e Mossoró) têm laboratórios de informática com computadores à disposição do usuário para pesquisas e trabalhos. É oferecida também, em todo o setor, internet sem fio para uso de computadores pessoais (notebook) desde que haja utilização de login e senha de usuário da UnP. Acesso a bases de dados nacionais e internacionais O SIB/UnP disponibiliza pesquisas bibliográficas a bases de dados via internet, online, ou em CDs-ROM, nas diversas áreas do conhecimento. 119 BASES DE DADOS - ACESSO RESTRITO POR IP Base de dados destinada aos cursos da saúde. É uma fonte eletrônica de informação médica, baseada em evidências possuindo atualização permanente por experts na área de Saúde, a qual recomendamos que seja utilizada para o aprendizado contínuo de todo corpo docente e discente. Wilson - Incorpora 10 bases de dados que abrangem todas as áreas do conhecimento, com acesso a texto completo. Atheneu - Base de dados contendo o texto completo de cerca de 48 e-books publicados pela Editora Atheneu, líder em informação biomédica, cientifica, produzida por autores nacionais. Journals Ovid - A mais completa base de dados em Medicina, podendo conter mais de 700 periódicos de primeira linha, com o texto completo dos artigos, imagens, gráficos, etc. Fonte indispensável de informação para o profissional de saúde. Primal Pictures - Base de dados de imagens tridimensionais de toda a Anatomia Humana. Excelente para o aprendizado em várias áreas da saúde como Medicina, Fisioterapia, Educação Física entre outras. A Emerald integrante do Periódicos Capes proporciona acesso a periódicos voltados para as áreas de negócios e gerenciamento, educação, engenharia, política, ciência da saúde entre outras. Integrante do PERIODICIOS CAPES, a Scopus é a maior base de dados de resumos e citações de literatura científica revisada por pares e de fontes web de qualidade, que integra ferramentas inteligentes para acompanhar, analisar e visualizar os resultados da pesquisa. Integrante do PERIODICOS CAPES, a ScienceDirect é uma base multidisciplinar que contém um pouco mais de 25% de toda a informação nas áreas de ciência, tecnologia e medicina publicada mundialmente. Oferece uma rica coleção de cerca de 1.700 títulos de revistas, publicadas pela editora Elsevier e sociedades parceiras. Academic Search Elite - Milhares de periódicos acadêmicos com referêcnias indexadas e em resumo. Business Source Elite - Inclui as principais fontes de Negócios, revistas comerciais e científicas, e as mais importantes revistas de Gestão Regional Business News - Incorpora 75 revistas especializadas, jornais e newswires relacionados a negócios de todas as áreas urbanas e rurais nos EUA. Newspaper Source - fornece textos completos selecionados de 35 jornais nacionais e internacionais. A base de dados também contém texto completo selecionado de 375 jornais regionais (EUA). Além disso, são fornecidas transcrições em texto completo de notícias de televisão e rádio ProQuest Medical Library™ - Com cobertura retrospectiva desde 1986 e mais de 1.160 títulos de publicações de interesse acadêmico em todas as especialidades da Medicina, a ProQuest Medical Library™ é a coleção mais acessada em todo o mundo por profissionais e acadêmicos da área médica. MEDLINE - Principal índice de publicações da área Médica e Biomédica, com cobertura desde 1999. Latin American Newsstand - Coleção de jornais da América Latina, com cobertura atual e retrospectiva, como Valor Econômico, O Globo, Folha de S. Paulo, Gazeta Mercantil (retrospectivo), El Tiempo, El Universal, dentre vários outros. 120 BASES DE ACESSO LIVRE Integra duas iniciativas: registro bibliográfico e publicações eletrônicas de teses e dissertações existentes nos acervos das Instituições de Ensino Superior brasileiras. O portal de acesso livre da CAPES disponibiliza periódicos com textos completos, bases de dados referenciais com resumos, patentes, teses e dissertações, estatísticas e outras publicações de acesso gratuito na Internet selecionados pelo nível acadêmico, mantidos por importantes instituições científicas e profissionais e por organismos governamentais e internacionais. A Scientific Electronic Library Online - SciELO é uma biblioteca eletrônica que abrange uma coleção selecionada de periódicos científicos brasileiros. Coleção de fontes de informação científica-técnica em saúde Disponibiliza, gratuitamente, bases de dados bibliográficos nacionais e internacionais, diretórios de instituições, especialistas, eventos e projetos em saúde. OUTROS SERVIÇOS Permite a obtenção de cópias de documentos técnicos científicos disponíveis nos acervos das principais unidades de informação do país. O SCAD é um serviço de fornecimento de documentos especializado em ciências da saúde, exclusivo da rede BVS. 121 4.3 INSTALAÇÕES PARA O CURSO São disponibilizados à comunidade acadêmica do Curso, além das instalações gerais: salas de aula; 01 sala para a Coordenação; 01 sala para recepção; 01 sala para professores; 01 sala para professores; 04 gabinetes de atendimento ao aluno; 06 laboratórios de informática; 09 laboratórios especializados e outros ambientes específicos. Todos esses ambientes possuem dimensões adequadas ao seu uso, possuem iluminação e ventilação naturais, climatização artificial e são mobiliados apropriadamente. Contam com boas condições acústicas e de iluminação, com fácil acesso aos portadores de deficiência e equipados com computadores ligados em rede administrativa, com livre acesso à internet, destacando que os computadores com funções administrativas também são conectados à impressoras. 122 4.4 LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA São disponibilizados ao Curso 6 (seis) laboratórios, com 237 computadores, com o objetivo de atender às disciplinas de cunho prático e que necessitem da utilização de softwares específicos do Curso. Obrigatoriamente, são utilizados por disciplinas que envolvem conhecimentos relacionadas a Desenho e Meios de Representação e Expressão e de Informática Aplicada à Arquitetura e Urbanismo, conforme estruturas curriculares em vigor: a) estruturas 2011 e 2012: Informática Aplicada às Exatas e Engenharias; Representação Gráfica Computacional I e II; Apresentação Gráfica de Projetos; Animação para Maquetes Eletrônicas. b) Currículo 2014: Desenho de Básico para Arquitetura; Expressão Gráfica para Arquitetura; Representação Gráfica I e II; Modelagem Física Tridimensional. A utilização desses laboratórios também é vinculada às disciplinas Projeto de Arquitetura, Projeto de Urbanismo, Projeto Especial (Paisagismo e Interiores) e Trabalho de Conclusão de Curso – TCC. Não havendo aula, ficam disponíveis aos alunos do Curso para desenvolvimento de atividades acadêmicas, assistidos pelos monitores ou tutores. Os computadores são ligados em rede e apresentam as configurações relacionadas a seguir. 123 Laboratório 1 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 Laboratório (nº e/ou nome) Área (m ) m por estação m por aluno UNIDADE MOSSORO – Laboratório 1 100 2,38 2,38 Descrição (Softwares Instalados, e/ou outros dados) Windows 7 Enterprise, Office 2007, 7Zip, Anti-Vírus McAffe, Acrobat Read 10.0, Fortes, Internet Explorer 9, Mozilla Firefox, Calculadora HP 12c, calculadora 12Cpp, ProvaOnLine, GestorProvaOnLine. Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros) Qtde. Especificações Dual Core2.7GHZ, 4GBMB RAM, 320.0Gb de disco rígido, DVD-RW 52x,Windows 7 42 Enterprise, com acesso a Internet, Rede, ano de aquisição 2011. Laboratório 2 Laboratório (nº e/ou nome) Área (m ) m por estação m por aluno UNIDADE MOSSORO – Laboratório 2 100 2,38 2,38 Descrição (Softwares Instalados, e/ou outros dados) Windows 7 Enterprise, Office 2007, 7Zip, Anti-Vírus McAffe, Acrobat Read 10.0, Fortes, Internet Explorer 9, Mozilla Firefox, Calculadora HP 12c, calculadora 12Cpp,Scilab, VisulG, Ganttproject, Scilab 5, Corel Draw X5, ProvaOnLine, GestorProvaOnLine, CAD 2013. Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros) Qtde. Especificações Dual Core2.7GHZ, 4GBMB RAM, 320.0Gb de disco rígido, DVD-RW 52x,Windows 7 42 Enterprise, com acesso a Internet, Rede, ano de aquisição 2011 Laboratório 3 Laboratório (nº e/ou nome) Área (m ) m por estação m por aluno UNIDADE MOSSORO – Laboratório 3 100 2,08 2,08 Descrição (Softwares Instalados, e/ou outros dados) Windows 7 Enterprise, Office 2010, 7Zip, Anti-Vírus McAffe, Acrobat Read 11, Internet Explorer 9, Mozilla Firefox, Calculadora HP 12c, calculadora 12Cpp,Gantprojct ProvaOnLine, GestorProvaOnLine, Scilab 5, CAD 2013. Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros) Qtde. Especificações Dual Core2.7GHZ, 4GBMB RAM, 320.0Gb de disco rígido, DVD-RW 52x,Windows 7 48 Enterprise, com acesso a Internet, Rede, ano de aquisição 2011. Laboratório 4 Laboratório (nº e/ou nome) Área (m ) m por estação m por aluno UNIDADE MOSSORO – Laboratório 4 100 2,38 2,38 Descrição (Softwares Instalados, e/ou outros dados) Windows 7 Enterprise, Office 2010, 7Zip, Anti-Vírus McAffe, Acrobat Read 11, Internet Explorer 9, Mozilla Firefox, Calculadora HP 12c, calculadora 12Cpp, Prova Online, VisualG, GestorProvaOnLine, CAD 2013. Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros) Qtde. Especificações Dual Core2.7GHZ, 4GBMB RAM, 320.0Gb de disco rígido, DVD-RW 52x, Windows 7 42 Enterprise, com acesso a Internet, Rede, ano de aquisição 2011 124 Laboratório 5 2 2 2 2 2 2 Laboratório (nº e/ou nome) Área (m ) m por estação m por aluno UNIDADE MOSSORO – Laboratório 5 100 2,38 2,38 Descrição (Softwares Instalados, e/ou outros dados) Windows 7 Enterprise, Office 2010, 7Zip, Anti-Vírus McAffe, Acrobat Read 11, Internet Explorer 9, Mozilla Firefox, CAD2009, Calculadora HP 12c, calculadora 12Cpp, Prova Online, VisualG, GestorProvaOnLine, CAD 2013, 3D MAX 2013. Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros) Qtde. Especificações Core i5 3.0GHZ, 8GB RAM, 500.0GB de disco rígido, DVD-RW 52x,Windows 7 Enterprise, 45 com acesso a Internet, Rede, ano de aquisição 2013 Laboratório 6 Laboratório (nº e/ou nome) Área (m ) m por estação m por aluno UNIDADE MOSSORO – Laboratório Biblioteca 40,21 2,23 2,23 Descrição (Softwares Instalados, e/ou outros dados) Windows 7 Enterprise, Office 2010, 7Zip, Anti-Vírus McAffe, Acrobat Read 10.0, Internet Explorer 9, Mozilla Firefox. Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros) Qtde. Especificações Celeron1.6GHZ, 1GBMB RAM, 80.0Gb de disco rígido, DVD-RW 52x,Windows 7 Enterprise, 18 com acesso a Internet, Rede, ano de aquisição 2007 125 4.5 LABORATÓRIOS E OUTROS AMBIENTES ESPECIALIZADOS DE PRÁTICAS E PESQUISAS O Curso conta com os seguintes laboratórios especializados para a realização das aulas práticas e atividades de pesquisa relacionadas ao Curso: Resistência dos Materiais, Materiais de Construção e Mecânica dos Solos; Instalações Prediais: Hidrossanitárias e Elétricas; Topografia e Cartografia; Desenho; Química; Física; Segurança do Trabalho; Maquetes; Conforto Ambiental. Equipe de apoio Cada laboratório relacionado à área de Tecnologia da Construção conta com uma equipe de 03 (três) técnicos laboratoristas e 03 (três) monitores, integrantes da Escola de Engenharias e Exatas, que acompanham as aulas práticas, oferecendo suporte ao professor e aprimorando seus conhecimentos. O atendimento é diário, com plantão de dúvidas sobre exercícios das aulas teóricas e práticas, em horário pré-definido. Os laboratórios de pranchetas têm o apoio de 02 (dois) monitores. No caso do Laboratório de Química são 02 (dois) técnicos laboratoristas e 02 (dois) monitores, integrantes da Escola da Saúde, que acompanham as aulas práticas, dando suporte ao professor e aprimorando seus conhecimentos. Características físicas Para iluminação, as salas dispõem de janela máximo-ar em quase toda extensão lateral, voltada para o exterior da edificação; de 12 (doze) luminárias duplas com aletas e lâmpadas de 40 volts. A climatização é garantida pelo uso de ar-condicionado tipo split, oferecendo conforto aos presentes em qualquer dos turnos. 126 4.5.1 Laboratório de Resistência dos Materiais, Materiais de Construção e Mecânica dos Solos Área: 100m2 Objetivo: apoio às atividades práticas das disciplinas dos blocos de conhecimento de Tecnologia da Construção e Sistemas Estruturais: Noções Básicas de Estruturas; Materiais de Construção; Estruturas em Concreto; Canteiro e Técnicas Construtivas; Sistemas: Estruturais em Concreto; Estruturas em Madeira e Metal. Esse laboratório também propicia a utilização pelos alunos nos trabalhos de Iniciação Científica, Trabalho de Conclusão de Curso, bem como permite uma atuação prática de alunos estagiários para desenvolvimento de serviços externos. Conta com painéis explicativos sobre procedimentos relativos aos principais ensaios, bem como mostruários de materiais construtivos, tais como os tipos de madeiras mais utilizados na região, cerâmicas, painéis em gesso, revestimentos, etc. Além disso, é dotado de equipamentos que permitem a caracterização e classificação das matériasprimas utilizadas em Engenharia e Arquitetura, adotando os métodos de ensaio normalizados. Entre os ensaios realizados encontram-se: ensaios de caracterização de materiais, resistência à compressão de concretos, argamassas, resistência à tração de aço, determinação dos índices físicos do solo, análise granulométrica, ensaios de compactação, ensaio de permeabilidade, ensaio de adensamento e plasticidade. 127 Equipamentos Especificações Agitador de peneiras eletromagnético Aparelho de Blaine, com conexão para PC - RS232 - 220V - 60Hz, medição da superfície específica do cimento, conforme EN 196, expressando resultados em cm2/s, conf. NBR NM 76 - NBR 7224 Aparelho Los Angeles para verificação de abrasão dos agregados Argamassadeira eletromecânica automática, capacidade de 5 litros com duas velocidades e movimento planetário para misturas de cimento e argamassas conforme normas NBR. Possui cuba e pá (batedor) em aço inox, dosador de areia e controlador automático digital Balança com dois pratos capacidade 10.000g, com jogos de pesos Balança eletrônica que permita medir 2,0 kg (com resolução de 0,01 g) Betoneira com capacidade de 145 litros, elétrica Dispositivo para traçagem de chapa Equipamento para ensaio de agulha de Vicat, automático, multinorma (ASTM, EN, SN, etc), para argamassas, pasta de cimento e gesso com impressora incorporada Equipamentos auxiliares (cápsulas, bandejas, frascos.) para ensaios de controle de qualidade do cimento e asfalto Estufa elétrica 50x40x50 cm Formas plásticas 20x10 para concreto Jogo completo de peneiras Jogo de speedy Prensa para ensaio de cisalhamento direto, com célula de carga de 500kgf e seu leitor digital munido de memória, células de 2”x2” e 4”x4” e demais acessórios, inclusive jogo de pesos. Variação eletrônica de velocidade em mais de 100 pontos, com indicação digital de velocidade em uso, monofásico, 110 ou 220V, 50/60Hz, ref. I-1073, Marca Pavitest Prensa tipo Bishop para adensamento, com 01 (uma) prensa, relação 1:10, completa, com células tipo “Ortigão”, permitindo ensaios em amostras de 2”, 3” e 4” de diâmetro, jogo de pesos padrão, cap. 55,2kg, composto de 04 de 8kg, 02 de 4kg, 02 de 2kg, 02 de 4kg, 02 de 1kg, 08 de 0,5kg, 08 de 0,25kg, 10 de 0,20kg, 08 de 0,10kg e 08 de 0,05kg, com mesa de aço reforçada, ref. I-1072, marca Pavitest, com software; Prensa Universal Hidráulica, para realizar ensaios mecânicos (tração, compressão, flexão) em materiais de construção, materiais aplicados e rochas. Instalação servo-hidráulica combinada, com três zonas de ensaios: Compressão de 2000KN, compressão de 200KN e flexão a baixas cargas (até 10KN), com controle total por computador (modelo IBERTEST MEH2000 / AUTOTEST 200 -10 / SW OU SIMILAR) Quarteador de amostras de 1” Retificadora de corpos de prova Tacho em porcelana para preparo de amostras Vibrador de concreto QUANTIDADE EXISTENTE 01 01 01 01 01 01 01 01 01 05 01 25 03 02 01 01 01 01 01 06 01 128 4.5.2 Laboratório de Instalações Prediais: Hidrossanitárias e Elétricas Área: 50 m2 Objetivos: apoio às atividades práticas da disciplina de Instalações Prediais, integrante do bloco de conhecimentos Tecnologia da Construção. É também utilizado por docentes e alunos envolvidos em atividades de outras disciplinas, como Materiais de Construção e as disciplinas de Projeto de Arquitetura; permite ao aluno o entendimento das condições necessárias a um projeto de instalações hidrossanitárias e elétricas em baixa e média tensão, familiarizando-o com as condições atuais das normas técnicas e equipamentos de mercado. Na área de instalações hidrossanitárias, os alunos podem visualizar painéis didáticos nos quais são instaladas tubulações, conexões, peças em corte e sistemas hidráulicos para melhor entendimento dos conteúdos da disciplina de Instalações Prediais. Na área de fluidos e hidráulica, apresenta um canal de ensaio feito em acrílico, fibra de vidro e alumínio com 8,50 m de extensão, apresentando forma e concepção inovadoras, com utilização de obstáculos modelados específicos, inclusive calha Parshall com variadas formas de vertedouros. O laboratório conta, ainda, com um equipamento de ensaios de vazão em orifícios que apresenta em uso, nível d’água constante com retro alimentação. Dessa forma, é possível demonstrar fenômenos físicos da movimentação de fluidos: fenômenos de transporte, pressurização de rede, perda de carga e teste de vazão. Na área de instalações elétricas, o laboratório conta, ainda, com painéis didáticos, dotados de vários tipos de conexões e fiações elétricas, como também, peças soltas para o manuseio dos alunos. Trata-se de um simulador para os diversos ambientes de uma edificação convencional; contém dispositivos de instalações elétricas, desde o medidor de entrada de força até circuitos aparentes, para acionamento de variados equipamentos. 129 Equipamentos e materiais Os equipamentos e materiais existentes possibilitam a utilização simultânea de até 20 (vinte) alunos que, por vezes, também podem ser divididos em grupos. QUANTIDADE EXISTENTE Especificações Kit didático sobre instalações hidráulicas e sanitárias prediais, contendo bancada de pia, sanitário, chuveiro, registros, caixa d’água, caixa de gordura, caixa de inspeção e fossa séptica instalados Coleções de tubos, peças e conexões em pvc Canal para simulação hidráulica, em acrílico Kit didático sobre instalações elétricas prediais, simulando um ambiente contendo quadros, eletrodutos, cabos elétricos, caixas de passagens, tomadas de uso geral (TG’s) e específicos (TUE’s), interruptores e lâmpadas (incadescente, fluorescente, mista e vapor de mercúrio) Coleções de conexões e peças para instalações elétricas 01 01 01 01 01 Mobiliário: bancadas em granito; estantes; 20 (vinte) cadeiras tipo tamborete para alunos; bureau e cadeira de encosto/assento almofadado para professor. O piso e as paredes da sala têm revestimento cerâmico esmaltado, o que facilita a limpeza. 4.5.3 Laboratório de Topografia e Cartografia Área: 100 m2, distribuídos entre os Laboratórios de Topografia e Cartografia, de Resistência dos Materiais, Materiais de Construção e Mecânica dos Solos, espaço em que ocorrem as explanações preliminares às aulas práticas e planejamento das aulas de campo. Objetivos: apoio às atividades práticas da disciplina Topografia e Geoprocessamento, integrante do bloco de conhecimentos Tecnologia da Construção. Possibilita ao aluno um contato com os equipamentos utilizados para medição. Atividades a) auxiliar na elaboração e interpretação levantamento topográficos e levantamentos cadastrais, durante a realização de Projetos de Arquitetura, Urbanismo e Paisagismo; b) realizar fotointerpretação; 130 c) permitir a leitura, interpretação e análise de dados e informações topográficas e geográficas; d) utilizar informações geográficas para a realização de projetos urbanísticos e de planejamento urbano e regional. Equipamentos e materiais Especificações Teodolitos, inclusive réguas, balizas, marretas e piquete Nível a laser Outros recursos, como mangueiras de nível, prumo, linha, etc. QUANTIDADE EXISTENTE 06 02 03 O laboratório dispõe também de sala de coordenação e de um ambiente apropriado a explanações, contendo 12 (doze) carteiras com prancheta, computador desktop e equipamento data-show para uso de projeções. Contém o seguinte mobiliário: bancadas em granito; 30 (trinta) cadeiras tipo tamborete para alunos; tablado, bureau e cadeira de encosto/assento almofadado para professor; e quadro branco com iluminação auxiliar, para utilização de pincel atômico. 4.5.4 Laboratórios de Desenho I e II Área: 100 m2, cada. Objetivo: práticas das disciplinas integrantes do bloco de conhecimentos Desenho e Meios de Representação e Expressão, a saber: a) Desenho Básico para Arquitetura; b) Desenho Técnico; c) Criatividade e Visualização 3D; d) Expressão Gráfica Aplicada à Arquitetura e Urbanismo. Atividades Em geral, as atividades são relacionadas à concepção e à representação gráfica e plástica do projeto arquitetônico e urbanístico, além do exercício do desenho de peças. As aulas práticas são em grupo de 30 alunos. 131 Equipamentos Laboratório de Desenho I Especificações Mesa escolar com estrutura em tubo 40x20 com tratamento antioxidante, pintura com tinta híbrida a pó. Tampo injetado com porta lápis em baixo relevo. Dimensões 60x45cm Altura aprox75cm. Inclusive régua paralela Trident – 60cm. Esquadro de Madeira 45º com pegador para lousa Esquadro de Madeira 30º/60º com pegador para lousa Compasso de Madeira 40cm para lousa Régua de Madeira 1m com pegador para lousa QUANTIDADE EXISTENTE 60 1 1 1 1 Laboratório de Desenho II Especificações Prancheta tubular Trident com regulagem de altura e inclinação. Tampo em melamina com textura lisa na cor argila. Dimensões 100x80cm. Altura de 70cm à 100cm. Inclusive régua paralela Trident – 1m. Esquadro de Madeira 45º com pegador para lousa Esquadro de Madeira 30º/60º com pegador para lousa Compasso de Madeira 40cm para lousa Régua de Madeira 1m com pegador para lousa QUANTIDADE EXISTENTE 30 1 1 1 1 Mobiliário pranchetas equipada com réguas paralelas; cadeiras de encosto/assento almofadado para alunos; tablado, bureau e cadeira de encosto/assento almofadado para professor, e quadro branco com iluminação auxiliar, para utilização de pincel atômico. Dispõem também de computador desktop e equipamento data-show para uso de projeções. 4.5.5 Laboratório de Química Área: 100 m2, nos quais estão organizados 03 (três) ambientes: sala de guarda para vidrarias e reagentes, sala de preparo e ambiente de aula prática, usados pela disciplina Ciências Aplicadas às Exatas e Engenharias, integrante do bloco de conhecimento Tecnologia da Construção. 132 Objetivos: práticas que envolvem conhecimentos sobre técnicas e métodos químicos e físico-químicos; pesquisa, observação e identificação de substâncias. É objetivo também estimular o estudante a estabelecer generalizações e correlações entre os conteúdos e a realidade. Atividades: Termodinâmica, Cinética Química, Eletroquímica, Eletrólise, Oxidação e Corrosão. Equipamentos e materiais sala de guarda: estantes nas quais são acondicionados reagentes e soluções como: lactose monohidratada, amido solúvel, cloreto de potássio, cloreto de amônio, cloreto de cálcio, hidróxido de sódio, glucose anidra, fenolftaleína, iodeto de potássio, D-frutose puríssima, iodo, cloreto de sódio, sulfato de amônio, sulfato cúprico, sacarose, permanganato de potássio, acido oxálico, caseína, uréia, anidrido acético, acetona, ciclohexano, clorofórmio, entre outros necessários às aulas; sala de preparo: bancadas de apoio, e ambas têm acesso restrito aos funcionários do setor; ambiente de aula, com equipamentos e materiais que permitem o ensino prático da Química, e se encontram em quantidade adequada para a utilização simultânea de até 30 (trinta) alunos, por vezes subdivididos em grupos de 15 (quinze) alunos. 133 Equipamentos Especificações Balanças analíticas de dois e três dígitos Balão de destilação de church Balão de fundo chato Balão volumétrico 100ml Balão volumétrico 25ml Balão volumétrico 50ml Balão volumétrico de 1000ml Balão volumétrico de 250ml Banho-maria com 8 bocas com temperatura até 60°C Bastão de vidro Becker600 ml Becker 1000 ml Becker 100ml Becker 250ml Bureta 25 ml Cadinho Capsula de porcelana Condensador Cronometro Densimetro Elermeyer 125 Elermeyer 200 Elermeyer 50 Elermeyer com rolha 250 ml Espatula Espectrofotômetro modelo CL-3003 Estantes grandes para tubos de ensaio Estantes médias para tubos de ensaio Estantes pequenas para tubo de ensaio Estufa de esterilização e secagem Fita de ph, enzimáticos Fogareiros elétricos Frasco ambar conta gota Frasco ambar de 1000ml Frasco ambar de 100ml Funil de bucker Funil de decantação Funil simples gr. Funil simples pq. Garra Geladeira frostfree com capacidade para 314 Litros Glicimetro Kitassato Lamparina Lamparinas de vidro borissilicado para álcool Mufa Pera Piceta Picnometro Pinça de madeira Pinça simples Pipeta de pauster QUANTIDADE EXISTENTE 2 15 30 54 10 10 4 10 1 31 10 1 55 29 30 30 30 20 7 6 80 30 58 15 34 1 4 2 28 1 8 caixas com 100 unidades 10 20 18 12 30 15 16 48 10 1 3 80 30 20 10 29 18 11 15 20 200 134 Especificações Pipeta graduada de 10 ml Pipeta graduada de 50 ml Pipeta graduada de 5ml Pipeta volumétrica de 5ml Pipetador automático Pipetadorsemi-automático Placa de petri Proveta de 10 ml Proveta de 100ml Proveta de 25 ml Proveta de 25 ml plástico Proveta de 50 ml Proveta de 50 ml de plástico Suporte universal Termômetro Tripé de ferro Trompa de vácuo de latão Tubo de ensaio com rosca Tubo de ensaio gr. Tubo em U Tudo de ensaio md. Vidro de relógio QUANTIDADE EXISTENTE 40 9 105 27 6 30 34 53 29 30 25 29 15 16 8 10 5 53 219 20 100 29 Mobiliário: bancadas em mdf laminado; 30 cadeiras (tipo tamborete) para alunos; tablado, bureau e cadeira de encosto/assento almofadado para professor, e quadro branco com iluminação auxiliar, para utilização de pincel atômico. Dispõe também de computador desktop e equipamento data-show para uso de projeções, além de capela de fluxo laminar, chuveiro-químico e lava-olhos. O piso e as paredes da sala têm revestimento cerâmico esmaltado, o que facilita a limpeza. 4.5.6 Laboratório de Física Área: 100 m2 - Termologia: medidas de calor em misturas, equilíbrio térmico, medidas de condução térmica; - Termodinâmica: formas de propagação de calor, verificação da capacidade térmica e dilatação; - Eletricidade: geração de campo elétrico, eletrização por atrito, eletrostática, estudo dos capacitores e dos circuitos elétricos (tensão e corrente); - Magnetismo: identificação dos polos magnéticos e das linhas de força de um objeto magnetizado. 135 Com a implantação do Curso de Arquitetura, esse laboratório deve incrementar atividades relacionadas ao estudo de ótica e acústica: - Ótica: experiências com espelhos planos e esféricos e lentes; - Acústica: experiências com diapasão, geradores de áudio e osciloscópio. A disciplina que inclui esse laboratório em seu planejamento de aulas práticas é Ciências Aplicadas às Exatas e Engenharias integrante do bloco de conhecimento Tecnologia da Construção. Equipamentos e materiais 1. Kit didático para prática de Termodinâmica; 2. Kit didático para prática de Magnetismo; 3. Kit didático para prática de Eletricidade; 4. Kit didático para prática de Mecânica; 5. Kit didático para prática de Medidas, erros e gráficos. 136 Mais detalhadamente, têm-se os seguintes equipamentos: Especificações Gerador Elétrico de Vapor Cronômetro Digital Microcontrolado com Rolagem de Dados Plano Inclinado Painel para Associações Eletroeletrônicas Capacitor Variável de Placas Paralelas Kit Magnetismo III Conjunto Eletromagnético Conjunto Demostrativo para Meios de Propagação do Calor Gerador Eletrostático de Correia (gerador Van de Graaff) Aparelho Gaseológico com Câmara Lacrada Conjunto para Termodinâmica: - Tubo de ensaio sem orla 25 x 150 - Copo de Becker 250ml - Espelho - Mangueira - Seringa 10 ml - Pinça metálica - Pinça de madeira - Tela de amianto - Haste em "L" - Modelo elementar de arranjo atômico - Gancho com massa lastro - Corpo de prova de alumínio - Pré gancho - Balão de fundo chato para dilatômetro - Termômetro 10 a 110°C - Mangueira silicone 10 x 6mm - Mangueira silicone 14 x 8mm - Pinça para bureta - Cj. Conector ao balão - Batente lateral - Artéria de vidro com rolha - Lamparina a álcool com tampa - Termômetro 10 a 110°C - Elásticos ortodônticos - Esferas de aço cromada 6.35mm de diâmetro - Régua suporte - Cj. Da ventoinha - Tripé metálico p/ tela de amianto - Tripé c/ haste de 500mm e sapatas - Base principal do dilatômetro - Haste de 300mm com parafuso - Haste de aço c/ 570mm - Haste de latão c/ 570mm - Haste de cobre c/ 570mm - Anel de Gravezande - Lâmpada 60W (110 ou 220V) - Base do conjunto EQ051 - Protetor com suporte para biombo - Calorimetro de água QUANTIDADE EXISTENTE 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 3 1 1 1 1 1 2 1 1 2 1 1 1 1 1 2 1 1 1 1 1 1 1 1 2 5 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 137 Mobiliário e recursos tecnológicos didáticos bancadas em mdf laminado; 30 (trinta) cadeiras tipo tamborete para alunos; tablado, bureau e cadeira de encosto/assento almofadado para professor; quadro branco com iluminação auxiliar, para utilização de pincel atômico; computador desktop e equipamento data-show para uso de projeções. 4.5.7 Laboratório de Segurança do Trabalho Área: 150 m2 O Laboratório de Segurança do Trabalho funciona no mesmo espaço que o Laboratório de Física, ambiente em que ocorrem as explanações preliminares às aulas práticas. Objetivo: apoio às atividades práticas das disciplinas de Gerenciamento de Projetos I e II e Canteiros de Obras e Técnicas Construtivas, todas integrantes do bloco de conhecimento de Tecnologia da Construção. Nas aulas práticas, os alunos desenvolvem o gerenciamento preventivo dos riscos presentes nos ambientes de trabalho e relacionados aos processos produtivos. Os futuros profissionais deverão contribuir, com essa conduta, para a redução dos índices de acidentes do trabalho, pela melhoria das condições de segurança dos locais onde se processam atividades laborativas. 138 Equipamentos Especificações Anemômetro portátil Áudio dosimetro portátil Calibration Test System Model RP Check Kit Capacete de Segurança Cintos de segurança pára-quedista Cinturão tipo pára-quedista em poliamida Conectores de ancoragem (MUSITANI) Decibelímetro Kit Abafador de ruídos para casco (MSA) Kits para ensaio qualitativo com fumos irritantes Máscara queixo(MSA) Medidores de nível de iluminação portátil Monitor de gases portátil Monitores de estresse térmico Monitores digital de vibração portátil Mosquetão Óculos de proteção Protetor auditivo para capacete “VGard” com slot/ Abafador de ruídos Protetor facial (MSA) RespiradorConfo II (MSA) Respirador purificador de ar “Advantage 200” Talabarte duplo, em corda e em fita Termo-higrometro portátil Trava quedas QUANTIDADE EXISTENTE 01 01 01 27 02 02 04 03 02 02 02 01 01 01 01 02 04 02 02 02 02 04 01 02 4.5.8 Laboratório de Maquetes Área: 50m2 Objetivos: prática das disciplinas que desenvolvem metodologias de projetos, através da construção de modelos e protótipos. Suas dependências e infraestrutura específica destinam-se exclusivamente ao desenvolvimento e confecção de maquetes físicas, arquitetônicas e urbanísticas, oferecendo respaldo às disciplinas integrantes dos blocos de conhecimentos Estudos Ambientais; Desenho e Meios de Representação e Expressão; e Projeto de Arquitetura, de Urbanismo e de Paisagismo: 139 Sociedade, Tecnologia e Meio Ambiente; Desenho Básico para Arquitetura; Desenho Técnico; Criatividade e Visualização 3D; Expressão Gráfica Aplicada à Arquitetura e Urbanismo; Projeto de Arquitetura: Percepção do Espaço; Projeto de Urbanismo: Espaço Coletivo; Projeto de Arquitetura: Habitação; Projeto de Urbanismo: Morfologia Urbana; Projeto de Arquitetura: Acessibilidade; Projeto de Urbanismo: Instrumentos de Controle; Projeto Especial: Arquitetura da Paisagem; Projeto de Arquitetura: Sistemas Construtivos Industrializados; Projeto de Urbanismo: Desenho Urbano; Projeto de Arquitetura: Abordagem Bioclimática; Projeto de Urbanismo: Intervenção em área de interesse social; Projeto Especial: Arquitetura de Interiores; Projeto de Arquitetura: Detalhamento; Projeto de Urbanismo: Master Plan; Projeto Especial: Desenho do objeto; Tópicos Especiais em Arquitetura I e II. Equipamentos Especificações Alicate de Pressão Multifuncional Alicate Torquês de Armador 12" Arco de Serra 12" Aspirador de Pó com Filtro Bancada Multi Função 560W (7 funções) - Ferrari MFTL Chave Teste Digital 12V A 220V Compressor de ar Esquadro de carpinteiro 12” Jogo Chaves de Fenda Tramontina - 7 Peças Jogo de Brocas Para Fixar e Parafusar, 84 Peças – Skill Jogo de Ferramentas Master Home 136 Peças Jogo de vazador de bater 4 a 32 mm com - 12 peças Kit Furadeira de Impacto Black&Decker KR515K - Oficina Portátil - 3/8" 500W Moto Esmeril Bancada com Proteção Visual Bivolt - 357W Paquímetro universal capacidade de 200 mm leitura de 0,02 mm Pistola de pintura tipo pressão ar direto com caneca de alumínio Retífica 1/4" Serra Circular 7 ¼´ (184mm) Tesouras de corte reto profissional 10" QUANTIDADE EXISTENTE 01 01 03 01 01 03 01 01 03 03 03 01 01 01 04 01 01 01 03 Mobiliário: bancadas em mdf laminado; 15 (quinze) cadeiras tipo tamborete para alunos; tablado, bureau e cadeira de encosto/assento almofadado para professor, e quadro branco com iluminação auxiliar, para utilização de pincel atômico. Irá dispor também de computador desktop e equipamento data-show para uso de projeções. Para facilidade de limpeza, o piso e as paredes da sala têm revestimento cerâmico esmaltado. Para atender medidas de higiene e segurança, possui também lavatório de mãos, chuveiro de emergência e lava-olhos. 140 4.5.9 Laboratório de Conforto Ambiental Área: Objetivos: atividades práticas das disciplinas de Conforto Térmico e Eficiência Energética; e Conforto Acústico e Lumínico, integrantes do bloco de conhecimento Conforto Ambiental: a) estudo das técnicas de controle ambiental, através de experimentos, estudos e treinamentos envolvendo condições de temperatura, ventilação, insolação, iluminação e acústica, capazes de afetar o ambiente natural, urbano e edificado; b) acesso a informações e orientações que permitam a alunos e docentes experimentar e até inventar instrumentos simples e necessários ao correto agenciamento ambiental das edificações; c) bases de recomendação para procedimentos e instrumentais especializados para avaliação do conforto ambiental nas edificações; d) avaliação do ambiente interno da construção do ponto de vista do conforto ambiental, da higiene e segurança do trabalho e do consumo de energia no ambiente construído; Principais atividades desenvolvidas: medição de níveis sonoros; estudo da propagação do som em ambientes; estudo de ruídos na cidade; técnicas de medições dos fatores ambientais; medição de higronometria e pressão; traçados de sombras; métodos de avaliação de do desempenho térmico das edificações. 141 Equipamentos: ESPECIFICAÇÕES Anemômetro digital AM 4202 Instrutherm Barômetro de precisão Instrutherm Bússola projetável com imã suspenso EQ-107 Cidepe Calibrador Multi-Funções Digital Portátil Cronômetro CD-2800 Decibelímetro Digital modelo Instrutherm DEC-460 com calibrador (94dB @ 1KHz) interno Dosímetro de Ruído Digital Portátil Instrutherm (Software – Noise Dor Meter) Estação metereológica digital Nexus mod. 35.1075 Incoterm Lanterna grande Luxímetro digital LD 209 Instrutherm Medidor de Stress Termico. Mod. TGD-200 Instrutherm Multímetro Digital Portátil MD-380 Instrutherm Projetor para lâmpada halógena150W branco Simulador de trajetória aparente do Sol - Heliodon de Analemas Termo-Higro-Anemômetro Luxímetro Digital. Modelo: THAL-300 Instrutherm QUANTIDADE EXISTENTE 01 01 03 01 03 03 01 01 01 03 02 01 03 02 03 142 ANEXOS 143 ANEXO A CONTRIBUIÇÕES DO XX E XXVI COSU CONSELHO SUPERIOR DA ABEA, NOS ENCONTROS REALIZADOS EM BELO HORIZONTE (1988) E BRASÍLIA (2003) 144 Contribuição do XX e XXVI COSU – Conselho Superior da ABEA, nos encontros realizados em Belo Horizonte e Brasília, nos períodos de 1988 e 2003, respectivamente 1 - Conhecimentos de Fundamentação: Estética e História das Artes – adequado conhecimento da história das artes, das belas artes e da estética, com ênfase às manifestações ocorridas no Brasil, enquanto fatores susceptíveis de influenciar a qualidade da concepção do projeto de Arquitetura e Urbanismo; Estudos Sociais -- adequado conhecimento das ciências humanas e dos fatores econômicos, sociais e políticos do país, nos aspectos vinculados à arquitetura e urbanismo, assim como o conhecimento das metodologias de pesquisa; Estudos Ambientais – Compreensão das questões ambientais, das relações entre pessoas e construções, entre construções e seu entorno, e da necessidade de relacionar as construções e os espaços entre elas às necessidades e à escala humana; Desenho – conhecimento da geometria e suas aplicações e todas as modalidades expressivas como modelagem, plástica e outros meios de expressão e representação. 2 - Conhecimentos Profissionais: Teoria e História da Arquitetura, do Urbanismo e do Paisagismo – adequado conhecimento teórico da Arquitetura, do Urbanismo e do Paisagismo, envolvendo o contexto da produção teórica, tecnológica e projetual da área, abrangendo os aspectos de fundamentação, conceituação, metodologia e resolução construtiva; Projeto de Arquitetura, de Urbanismo e de Paisagismo – habilidade para conceber projetos de Arquitetura, de Urbanismo e de Paisagismo que satisfaçam às aspirações e exigências estéticas e técnicas dos usuários das construções, e integrem o 145 meio construído ao seu entorno, relacionando as construções e os espaços em função das necessidades e da escala humana. Fatores de custos, especificações e regulamentos. Estudos da paisagem: conservação e proteção do ambiente natural; Planejamento Urbano e Regional – habilidade nas atividades de concepção, estudo, análise e planos de intervenção no espaço urbano, metropolitano e regional, considerando: 1- habilidades envolvidas no processo de planejamento; 2- domínio do urbanismo e do desenho urbano; 3- necessidade de relacionar os espaços à escala humana; 4- fatores sociais, quando da elaboração de programas de intervenção; 5- infraestrutura urbana; Tecnologia da Construção – habilidade para projetar e construir edifícios e intervir na infraestrutura de bairros e cidades. Conhecimento das novas técnicas e da adequação das tecnologias existentes; racionalização do uso dos materiais. Conhecimento dos processos construtivos e de instalações e equipamentos prediais. Organização da obra e do canteiro. Infraestrutura urbana; Sistemas Estruturais – compreensão adequada dos sistemas estruturais, considerando os estudos de resistência dos materiais e estabilidade das construções, compreensão do projeto estrutural e seus fundamentos. Experimentação intuitiva; elaboração de modelos estruturais. Domínio sobre a concepção estrutural e materiais – madeira, concreto e metal; Conforto Ambiental – conhecimento adequado das condições térmicas, acústicas, lumínicas e energéticas dos fenômenos físicos e das técnicas apropriadas, como um dos condicionantes da forma e da organização do espaço e no sentido de dotar as construções de todos os elementos de conforto interior e de proteção climática; 146 Técnicas Retrospectivas - habilidade de manter o acervo construído e o patrimônio cultural. Conhecimento teórico, da resolução tecnológica e de projetos de técnicas de conservação, restauro, reestruturação e reconstrução de edifícios e conjuntos urbanos. Reabilitação urbana; Informática Aplicada à Arquitetura e Urbanismo – conhecimento do instrumental da informática, dos sistemas de tratamento da informação e representação do objeto e suas aplicações à Arquitetura e Urbanismo; Topografia - Habilidade na interpretação de estudos topográficos utilizando-se de recursos de topologia e foto interpretação, necessários à organização de espaços em projetos de Arquitetura e Urbanismo. 147 ANEXO B EMENTAS E BIBLIOGRAFIAS ESTRUTURAS CURRICULARES 2011, 2012 e 2014 148 ESTRUTURA 2011 E 2012 149 1ª SÉRIE 150 CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO E METODOLOGIA DA PESQUISA EMENTA Lógica e método na ciência. Comunicação humana e linguagem: linguagem, comunicação, níveis de linguagem, funções da linguagem. Expressão oral e escrita. Leitura de textos de natureza técnica, científica e/ou acadêmica. Produção de textos escritos de natureza técnica, científica e/ou acadêmica. Normas da ABNT. Redação oficial, técnica e científica. Aulas práticas de redação. BIBLIOGRAFIA BÁSICA DIAS, Marlise There. Construção do conhecimento e metodologia da pesquisa. Natal: Edunp, 2010. FACHIN, Odília. Fundamentos de metodologia. 5ª ed. São Paulo: Saraiva, 2006. 210p. 2 tir. 2009. MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos de metodologia científica. 7ª ed. São Paulo: Atlas, 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ANDRADE, Maria Margarida de. Introdução à metodologia do trabalho científico: elaboração de trabalhos na graduação. 10. ed. São Paulo: Atlas, 2010. BARROS, Aidil Jesus da Silveira; LEHFELD, Neide Aparecida de Souza. Fundamentos de metodologia científica: um guia para a iniciação científica. 2. ed. São Paulo: Pearson Makron Books, 2006. SEVERINO, Antônio Joaquim (Org.). Metodologia do trabalho científico. 23. ed. São Paulo: Cortez, 2007 reimp. 2010. 151 INFORMÁTICA APLICADA ÀS EXATAS E ENGENHARIAS EMENTA Introdução à Informática: conceitos básicos. Sistema operacional. Editor de texto e editor de apresentações. Planilha eletrônica. Base de dados. Noções de Internet. Correio Eletrônico. BIBLIOGRAFIA BÁSICA MANZANO, André Luiz N. G; MANZANO, Maria Izabel N. G. Estudo dirigido de informática básica. 7.ed. São Paulo: Érica, 2007 reimp. 2008. MEIRELLES, Fernando de Souza. Informática: novas aplicações com microoncomputadores São Paulo: Makron Books do Brasil, 1994. VELLOSO, Fernando de Castro. Informática: conceitos básicos. 7. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MANZANO, André Luiz N. G. Estudo dirigido de Microsoft Office Excel 2010. São Paulo: Erica, 2008 reimp. 2009. MANZANO, André Luiz N. G; MANZANO, Maria Izabel N. G. Estudo dirigido de Microsoft Office Word 2010. São Paulo: Erica, 2007 reimp. 2009. MÁTTAR Neto, João Augusto. Metodologia científica na era da informática. 3ª ed. São Paulo: Saraiva, 2008. 308p. 2 tir. 2008. 152 INTRODUÇÃO À EDUCAÇÃO SUPERIOR EMENTA O que é Universidade. O papel do estudante universitário no ensino superior. Ensino superior, pesquisa e extensão. Políticas de direito à educação superior. Programas de inclusão na Universidade. Programas de avaliação. O público e o privado na educação superior. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CHAUÍ, Marilena. Escritos sobre a universidade. 0.ed. São Paulo: Universidade Estadual Paulista, 2001. 205p. DIAS SOBRINHO, José. Dilemas da educação superior no mundo globalizado. Casa do Psicólogo.2005. RAMOS, Marise Nogueira. A pedagogia das competências: autonomia ou adaptação? 3ª Ed. São Paulo: Cortez, 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DEMO, Pedro. Educar pela pesquisa. 8ª ed. Campinas: Autores Associados, 2007. FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 37ª Ed. São Paulo: Paz e Terra, 1996 reimp. 2010. SILVA, Tomaz Tadeu da. Documentos de Identidade: uma introdução a Teorias do Currículo. 4ª Ed. Minas Gerais: Autêntica, 2009. 153 INTRODUÇÃO À ARQUITETURA E URBANISMO EMENTA Arquitetura e Urbanismo: conceito, breve histórico e campos de atuação profissional. Áreas fundamentais do Curso: meios de expressão; teoria e projeto; materiais de construção e sistemas construtivos; planejamento urbano; paisagismo. Mercado de trabalho. Legislação que rege o profissional, órgãos de classe e instâncias de aprovação de projetos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BENEVOLO, Leonardo. A arquitetura no novo milênio. 2ª ed. São Paulo: Estação Liberdade, 2011. 494p. LEMOS, Carlos A. C. O que é arquitetura. 7.ed. São Paulo: Brasiliense, 1994. 85p. Reimp. 2003. reimp.2009. UNWIN, Simon. Exercícios de Arquitetura - Aprendendo a Pensar Como Um Arquiteto. SP: Bookman, 2013. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BRUAND, Yves. Arquitetura contemporânea no Brasil. 5ª ed. São Paulo: Perspectiva, 2010. 398p. 1 reimp. 2012. COELHO Netto, José Teixeira. A construção do sentido na arquitetura. 5ª ed. São Paulo: Perspectiva, 2002. 178p. 2 reimp. 2009. GUERRA. Antonio J. Teixeira. Impactos ambientais urbanos no Brasil. 7ª Ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2009. 154 LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO EMENTA Leitura e produção de texto. Relações de significação e construção de sentido. Os gêneros textuais e a interação entre autor, texto e leitor. A textualidade e suas relações com o processo de construção discursiva. BIBLIOGRAFIA BÁSICA KOCH, I. G. V.; ELIAS, V. M. Ler e compreender: os sentidos do texto. São Paulo: Contexto, 2006 reimp. 2010. KOCH, I. G. V.; ELIAS, V. M. Ler e escrever: estratégias de produção textual. São Paulo: Contexto, 2009 reimp 2010. MARCUSCHI, L. A. Produção textual, análise de gêneros e compreensão. 3ºed. São Paulo: Parábola, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR COSTA Val, Maria da Graça. Redação e textualidade. 3ª ed. São Paulo: Martins Fontes, 2006. KOCH, Ingedore Grunfeld Villaça; TRAVAGLIA, Luiz Carlos. A coerência textual. 17ª ed. São Paulo: Contexto, 2006. 118p. 3 reimp. 2009. MARCUSCHI, Luiz Antônio. Da fala para a escrita: atividades de retextualização. 10ª ed. São Paulo: Cortez, 2010 reimp. 2011. 155 PRÉ-CÁLCULO EMENTA Conjuntos. Relações. Funções e sua representação gráfica. Função modular; Funções exponenciais. Funções logarítmicas. Análise combinatória. Progressão aritmética. Progressão geométrica. Trigonometria. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BOULOS, Paulo. Pré-cálculo. São Paulo: Pearson Makron Books, 2001 reimp. 2008. DEMANA, Franklin D.; WAITS, Bert K.; FOLEY, Gregoryu D.; KENNEDY, Daniel. Précálculo. São Paulo: Pearson Prentice-Hall, 2009. SILVA, Sebastião Medeiros da; SILVA, Elio Medeiros da; SILVA, Ermes Medeiros da. Matemática Básica para cursos superiores. São Paulo: Atlas, 2002 reimp. 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR IEZZI, Gelson; MURAKAMI, Carlos. Fundamentos de matemática elementar 1:conjuntos, funções. 8ª ed. São Paulo: Atual, 2004. 374p. 8 reimp. 2010. LIAL, Margaret L.. Trigonometria. 8ª ed. [S.l]: Pearson Educación, 2010. PRÍNCIPE Júnior, Alfredo dos Reis. Noções de geometria descritiva. São Paulo: Nobel, c1970. v.1 . 311p. Reimp. 2009. 156 2ª SÉRIE 157 CÁLCULO I EMENTA Números e funções. Limites. Derivada. Funções implícitas. Teorema do valor médio. Máximos e mínimos. Esboços de curvas. Aplicações. Conceito de integral. Integral indefinida e definida. Regras de integração e o teorema fundamental do cálculo. Aplicações de integral. Fórmula de Taylor. Coordenadas polares. Séries numéricas e séries de potências. Equações diferenciais de 1a e 2a ordem com coeficientes constantes. Cálculo vetorial no plano. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BOULOS, Paulo. Cálculo diferencial e integral. São Paulo: Pearson Makron Books, 2006. FLEMMING, Diva Marília. Cálculo A: funções, limite, derivação, integração. 6ª Ed. São Paulo: Pearson Prentice-Hall, 2007 reimp. 2010. STEWART, James. Cálculo. 6ª Ed. São Paulo: Thomson Pioneira, 2009. v 1. 4 reimp. 2011. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CORDEIRO Filho, Antonio. Cálculo atual aplicado: teoria e aplicações: exercícios resolvidos e propostos. São Paulo: Atlas, 2009. HOFFMANN, Laurence. Cálculo: um curso moderno e suas aplicações - tópicos avançados. 10ª EDIÇÃO. Rio de Janeiro: LTC (Grupo GEN), 2010. PURCELL, Edwin J. Cálculo diferencial e integral. 9ª ed. [S.l]: Pearson Educación, 2010. 158 CIÊNCIAS APLICADAS ÀS EXATAS E ENGENHARIAS EMENTA Introdução às Ciências aplicadas à Engenharia. A constituição da matéria. Mistura. Desdobramento de misturas. Tabela periódica. Ligações químicas. Funções inorgânicas. Reações químicas. Física e mensuração: grandezas físicas, unidades, notação científica e algarismos significativos. Análise dimensional. Instrumentação física. Erros experimentais. Gráficos. Vetores e suas aplicações. Movimentos: conceitos fundamentos e descrição . A relação da física com as outras ciências. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ATKINS, Peter; JONES, Loretta. Princípios de química: questionando a vida moderna e o meio ambiente. 3ª ed. Porto Alegre: Bookman, 2006. 965p. Reimp. 2007. FREEDMAN, Roger A.; YOUNG, Hugh D. Física I: Mecânica Sears & Zemansky. 12ª Ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2008 reimp. 2013. RAMALHO Júnior, Francisco; FERRARO, Nicolau Gilberto; SOARES, Paulo Antônio de Toledo. Os fundamentos da física 1: mecânica. 9.ed. São Paulo: Moderna, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BRADY, James; HOLUM, John R.; RUSSEL, Joel W. Química: A Matéria e Suas Transformações. 3ª Ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009. HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl. Fundamentos de física 1: mecânica. 8.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009. v.1 . 349p. HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl. Fundamentos de física: gravitação ondas e termodinâmica.8.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009. v.2. 295p. 159 DESENHO BÁSICO PARA ARQUITETURA EMENTA Normas e técnicas de representação do espaço arquitetônico. Desenvolvimento de trabalhos práticos: estudo preliminar, o anteprojeto e o projeto de arquitetura e do urbano. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BALDAM, Roquemar; COSTA, Lourenco. AutoCAD 2011 - utilizando totalmente. São Paulo: Érica, 2010. CHING, Francis D. K. Representação gráfica em arquitetura. 3.ed. Porto Alegre: Bookman Companhia Editora, 2000. 192p. Reimp. 2008. JORGE, Sonia. Desenho geométrico: idéias e imagens. 2.ed. São Paulo: Saraiva, 1999. v.1. 158p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DAGOSTINO, Frank R. Desenho arquitetônico contemporâneo. São Paulo: Hemus, 2009. MONTENEGRO, Gildo A. Desenho arquitetônico: para cursos técnicos de 2º grau e faculdade de arquitetura. 4ª ed. São Paulo: Edgard Blücher, 2001. 167p. 7 reimp. 2010. NEUFERT, Ernst, NEUFERT, Peter. Arte de projetar em arquitetura: princípios, normas, regulamentos sobre projeto, construção, forma, necessidades e relações espaciais, dimensões de edifícios, ambientes, mobiliário, objetos. 17ª ed. Barcelona: Gustavo Gili, 2009. 160 DESENHO TÉCNICO EMENTA Fundamentos do desenho geométrico. Instrumentos de desenho. Noções de paralelismo, perpendicularismo, operações com segmentos, operações com ângulos. Figuras planas. Noções de proporção: unidades de medida e escala. Projeções: introdução. Noções de visualização espacial. Vistas ortográficas principais: vista frontal, lateral direita e vista superior. Perspectivas. Normas de cotagem. Tipos de Cortes. Normas Gerais de Desenho Técnico da ABNT. Desenho Técnico no AUTOCAD. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BUENO, Claudia Pimentel; PAPAZOGLOU, Rosarita Steil. Desenho técnico para engenharias. Curitiba: Juruá, 2008 reimp. 2010. MAGUIRE, D. E; SIMMONS, C. H. Desenho técnico. São Paulo: Hemus, 2004 reimp. 2010. SILVA, Arlindo et al. Desenho técnico moderno. 4.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2006 reimp. 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MICELI, Maria Teresa; FERREIRA, Patricia. Desenho técnico básico. 2ª ed. Rio de Janeiro: Imperial Novo Milênio, 2008. 143p. NEIZEL, Ernst. Desenho técnico para a construção civil; tradução de Marion Luiza Schmieske, adaptação de Karl H. K. Schmieske. São Paulo: EPU-EDUSP, 1974 reimp. 2010. SPECK, Henderson José; PEIXOTO, Virgílio Vieira. Manual básico de desenho técnico. 7ª ed. Florianópolis: UFSC, 2013. 161 GERENCIAMENTO DE PROJETOS I EMENTA Introdução ao Gerenciamento de Projetos. Conceitos Básicos em Gestão de Projetos. Ciclo de Vida e Organização de Processo de Gerenciamento de Projetos em um Projeto. Introdução aos Grupos de Processos e Áreas de Conhecimento do PMBOK. PMI - Project Management Institute. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CARVALHO, Marly Monteiro de; RABECHINI Júnior, Roque. Construindo competências para gerenciar projetos: teoria e casos. São Paulo: Atlas, 2006 reimp. 2009. SANTOS, Adriana de Paula Lacerda; JUNGLES, Antonio Edésio. Como gerenciar as compras de materiais na construção civil: diretrizes para implantação da compra proativa. 1ª ed. São Paulo: Pini, 2008. VALERIANO, Dalton. Moderno gerenciamento de projetos. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CHIAVENATO, Idalberto. Planejamento, recrutamento e seleção de pessoal: Como agregar talentos a empresa. 7ª ed. São Paulo: Manole, 2009. CLELAND, David I; IRELAND, Lewis R. Gerenciamento de projetos. 2ª ed. Rio de Janeiro: LTC - Livros Técnicos e Científicos, 2007. 371p. HELDMAN, Kim. Gerência de projetos: guia para o exame oficial do PMI. 5ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009. 162 SOCIEDADE, TECNOLOGIA E MEIO AMBIENTE EMENTA Diferentes contextos sociais da tecnologia. A política de Ciência e Tecnologia. A relação entre a organização social e a tecnologia. O ser humano, a sociedade e o desenvolvimento tecnológico na sociedade pós-industrial. Transformações tecnológicas associadas aos diversos aspectos da vida social. A globalização e o desenvolvimento sustentável e sua interferência na mudança de comportamento organizacional. Tecnologias a serviço do meio ambiente. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BRAUN, Ricardo. Novos paradigmas ambientais: desenvolvimento ao ponto sustentável. 3ª ed. Petrópolis: Vozes, 2008. REIS, Lineu Belico dos; CARVALHO, Cláudio Elias; FADIGAS, Eliane A. Amaral. Energia, recursos naturais e a prática do desenvolvimento sustentável. 2ª Ed. Barueri: Manole, 2012. THOMAS, Janet M; CALLAN, Scott J. Economia ambiental: fundamentos, políticas e aplicações. 2ª ed. São Paulo: Cengage Learning, 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DREW, David. Processos interativos homem – meio ambiente. 7ª edição. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1994 reim 2011. LOUREIRO, Carlos Frederico Bernardo (Org.); LAYRARGUES, Philippe Pomier (Org.); CASTRO, Ronaldo Souza de (Org.). Sociedade e meio ambiente: a educação ambiental em debate. 6ª ed. São Paulo: Cortez, 2010. MAY, Peter H. (Org.). Economia do meio ambiente: teoria e prática. 2ª Ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. 163 3ª SÉRIE 164 CONFORTO TÉRMICO E EFICIÊNCIA ENERGÉTICA EMENTA Conceitos, materiais e técnicas necessárias ao desempenho térmico das edificações e nível de conforto para os usuários, de acordo com os fatores climáticos de cada região. Técnicas de ventilação, condicionamento de ar e conservação de energia. Arquitetura e meio ambiente. Projetação arquitetônica com foco na sustentabilidade BIBLIOGRAFIA BÁSICA CUNHA, Eduardo G. da (org.). Elementos de arquitetura de climatização natural. 1ª Ed. Porto Alegre: Masquatro, 2006. DUTRA, Luciano; PEREIRA, Fernando O. R; LAMBERTS, Roberto. Eficiência energética na arquitetura. 3. ed. São Paulo: Pro Editores, 2008. MONTENEGRO, Gildo A. Ventilação e cobertas: a arquitetura tropical na prática, estudo teórico, histórico e descontraído. São Paulo: Edgard Blücher, 1984 reim. 2008. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BITTENCOURT, Leonardo. Uso das cartas solares: diretrizes para arquitetos. 4. ed. Maceió: Edufal, 2009. CORBELLA, Oscar. Em busca de uma arquitetura sustentável para os trópicos. 2ª Ed. Rio de Janeiro: Revan, 2010. FROTA, Anésia Barros. Manual de conforto térmico. São Paulo: Studio Nobel, 1995. 243p. 165 CRIATIVIDADE E VISUALIZAÇÃO 3D EMENTA Fundamentos da construção do desenho utilizando processos e técnicas elementares da obtenção da imagem e sua expressão como meio de comunicação gráfica, estimulando a criatividade do aluno através do desenho de observação. BIBLIOGRAFIA BÁSICA MONTENEGRO, Gildo A. A perspectiva dos profissionais. 2ª Ed. São Paulo: Edgard Blücher, 2010 CHING, Francis D. K. Representação gráfica em arquitetura. 5ª Ed. Porto Alegre: Bookmann/ Artmed, 2011. CHING, Francis D. K. Arquitetura, forma, espaço e ordem; Tradução: Alvamar Helena Lampaulli – São Paulo: Martins Fontes, 1998. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FRENCH, Thomas E. Desenho técnico e tecnologia gráfica. 7.ed. São Paulo: Globo, 2002. 1093p. MONTENEGRO, Gildo. Inteligência visual e 3 D: compreendendo conceitos básicos da geometria espacial São Paulo: Edgard Blücher, 2007. MONTENEGRO, Gildo A. Desenho de projetos. São Paulo: Edgar Blucher, 2007. reimp. 2009. 166 INTRODUÇÃO ÀS ESTRUTURAS EMENTA Esforços nas estruturas: tração, compressão, esforço normal, momento fletor, momento torsor. Conceito e análise das tensões e deformações. Lei de Hooke. Propriedades geométricas das figuras planas, tensões e deformações em vigas, equação da linha elástica e aspectos gerais das estruturas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BEER, Ferdinand P; JOHNSTON JR., E. Russel. Resistência dos materiais. 3ª ed. São Paulo: Editora McGraw-Hill do Brasil, 1995 reimp. 2012. MELCONIAN, Sarkis. Mecânica técnica e resistência dos materiais. 18ª Ed. São Paulo: Erica, 2007 reimp. 2012. REBELLO, Yopanan Conrado Pereira. A concepção estrutural e a arquitetura. Porto Alegre: Zigurate Editora, 2011. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BOTELHO, Manoel Henrique Campos. Resistência dos materiais: para entender e gostar. 2.ed. São Paulo:Blucher, 2013. 244p. PINTO, Carlos De Sousa. Curso básico de mecânica dos solos. 3ª Edição. São Paulo: Oficina de Texto, 2006 reimp. 2009 REBELLO, Yopanan Conrado Pereira. Bases para projeto estrutural na arquitetura. 2ª Edição. Porto Alegre: Zigurate Editora, 2011. 167 PROJETO DE ARQUITETURA: PERCEPÇÃO DO ESPAÇO EMENTA Relações pessoa-ambiente, suas implicações e rebatimento nas propostas arquitetônicas. Correlação forma e função no projeto. Introdução ao projeto: materiais e linguagens de projeto (plástica, volumetria, teoria das cores, texturas, escalas, luz e sombras, ritmo, harmonia e composição) através de obras de renomados arquitetos. Introdução à metodologia de projeto. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CHING, Francis D. K. Arquitetura: forma, espaço e ordem; Tradução: Alvamar Helena Lampaulli. 2ª Ed. São Paulo: Martins Editora, 2008. COELHO NETTO, José Teixeira. A construção do sentido na arquitetura. Coleção Debates (144). 5ª Edição. São Paulo: Perspectiva, 2009. FORSETH, Kevin. Projetos em Arquitetura. 0.ed. São Paulo: Hemus, 2004. 223p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR NEUFERT, Ernst, NEUFERT, Peter. Arte de projetar em arquitetura: princípios, normas, regulamentos sobre projeto, construção, forma, necessidades e relações espaciais, dimensões de edifícios, ambientes, mobiliário, objetos. 17.ed. Barcelona: Gustavo Gili, 2004 reimp. 2009. UNWIN, Simon. Exercícios de Arquitetura - Aprendendo a Pensar Como Um Arquiteto. SP: Bookman, 2013. SILVA, Elvan. Uma introdução ao projeto arquitetônico. 1ª Ed. Porto Alegre: Editora UFRGS, 2006. 168 PROJETO DE URBANISMO: ESPAÇO COLETIVO EMENTA Visão geral das questões que fundamentam os estudos urbanos nos aspectos sociais, econômicos e ambientais, incluindo as ferramentas de leitura e diagnóstico dos sítios urbanos numa perspectiva de intervenção físico-territorial e de melhorias da qualidade de vida da população. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CAMPOS Filho, Cândido Malta. Reinvente seu bairro: caminhos para você participar do planejamento de sua cidade. São Paulo: 34, 2003. 222p. LIMA, Evelyn Furquim Werneck (Org.); MALEQUE, Miria Roseira (Org.). Espaço e cidade: conceitos e leitura. 2ª Ed. Rio de Janeiro: 7 Letras, 2008. LYNCH, Kevin. A imagem da cidade. 2ª Ed. São Paulo: Martins Fontes, 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ROSSI, Aldo. A arquitetura da cidade. 2ª ed. São Paulo: Martins Fontes, 2001. 309p PINHEIRO, Karisa L. C. B. O processo de urbanização da cidade de Mossoró: histórico da expansão urbana da cidade desde 1.772 até os dias atuais. 1ª ed. Natal: Editora do CEFET-RN, 2008. ROAF, Sue; CRICHTON, David; NICOL, Fergus. A adaptação de edificações e cidades às mudanças climáticas: um guia de sobrevivência para o século XXI. Porto Alegre: Artmed, 2009. 169 REPRESENTAÇÃO GRÁFICA COMPUTACIONAL I EMENTA Projetos e desenhos técnicos: desenvolvimento. Ferramenta da computação gráfica (sistema CAD) para produção de desenhos em duas e três dimensões. Digitalização, edição e manipulação de Projetos em sistemas CAD. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BALDAM, Roquemar; Costa, Lourenco. AutoCAD 2011 - utilizando totalmente. São Paulo: Érica, 2010. CAVASSANI, Glauber. Google SKETCHUP PRO 8 - ensino prático e didático. São Paulo: Érica, 2012. VENDITTI, Marcus Vinicius R. Desenho técnico sem prancheta com AutoCAD 2008. 2ª ed. Florianópolis: Visual Books: 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CAVASSANI, Glayber. V-RAY para Google Sketchup 8 - acabamento, iluminação e recursos avançados para maquete eletrônica para Windows. São Paulo: Erica, 2012. MONTENEGRO, Gildo A. Desenho arquitetônico: para cursos técnicos de 2º grau e faculdade de arquitetura. 4.ed. São Paulo: Edgard Blücher, 2001. 167p. 2 reimp. 2003. KATORI, Rosa. AutoCAD 2010 - desenhando em 2D. 1ª Ed. São Paulo: Senac São Paulo, 2009. 170 4ª SÉRIE 171 CONFORTO ACÚSTICO E LUMÍNICO EMENTA Conceitos e informações básicas de acústica e iluminação necessárias para projetos arquitetônicos e sua aplicações práticas, valorizando os recursos naturais e adotando estratégias para utilização da iluminação natural. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BISTAFA, Sylvio R. Acústica aplicada ao controle do ruído. São Paulo: Edgard Blücher, 2009. CARVALHO, Régio Paniago. Acústica arquitetônica. 2ª edição. Brasília: Thesaurus, 2010. CUNHA, Eduardo G. da (org.). Elementos de arquitetura de climatização natural. 1ª Ed. Porto Alegre: Masquatro, 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR COSTA, Ennio Cruz da. Acústica técnica. São Paulo: Edgard Blücher, 2003. 127p. 1 reimp. 2008. MASCARÓ, Lúcia (Org.). A iluminação de espaços urbanos. Porto Alegre: Masquatro, 2006. 193p. LIMA, Mariana. Percepção visual aplicada à arquitetura. Rio de Janeiro: Ciênica Moderna, 2010. 145p. 172 ESTÉTICA E HISTÓRIA DA ARTE EMENTA Retrospectiva histórica e dialética sobre a criação artística ao longo da evolução humana. As diversas representações da arte e sua formas de expressão. A interrelação entre os valores estéticos, culturais e sociais ao longo da história da humanidade. BIBLIOGRAFIA BÁSICA GOMBRICH, Ernest Hans. A história da arte. 16ª Ed. Tradução Álvaro Cabral. Rio de Janeiro: LTC, 1995 reimp. 2008. PROENÇA, Graça. História da arte. 17ª ed. São Paulo: Ática, 2007 reimp. 2012. WÖLFFLIN, Heinrich. Conceitos fundamentais da história da arte: o problema da evolução dos estilos na arte mais recente. Coleção A. 4ª ed. São Paulo: Martins Fontes, 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ARGAN, Giulio Carlo. História da arte como história da cidade. 5ª Edição. São Paulo: Martins Fontes, 2005 tir. 2010. GRAEFF, Edgar A. Arte e técnica na formação do arquiteto. 1. ed. São Paulo: STUDIO NOBEL/FUND. V. ARTIGAS, 1995. 142. SUASSUNA, Ariano. Iniciação à estética. 10a ed. RJ: José Olympio, 2009. 173 EXPRESSÃO GRÁFICA APLICADA À ARQUITETURA E URBANISMO EMENTA Desenvolvimento de sistemas e linguagem visual através da representação gráfica relacionados à arquitetura e ao urbanismo. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CHING, Francis D.K. Representação gráfica em arquitetura. 3ª Ed. Porto Alegre: Bookmann/Artmed, 2011. MONTENEGRO, Gildo A. A perspectiva dos profissionais. 2ª Ed. São Paulo: Edgard Blücher, 2010. MONTENEGRO, Gildo. Inteligência visual e 3D. São Paulo: Edgard Blücher, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR GOMES FILHO, João. Gestalt do objeto: sistema de leitura visual da forma. 9ª Ed. São Paulo: Escrituras, 2009 reimp 2010. MONTENEGRO, Gildo. Inteligência visual e 3-D. São Paulo: Edgard Blücher, 2007. WONG, Wucius. Princípios de forma e desenho. 2ª Ed. São Paulo: Martins Fontes, 1998 tir. 2007. 174 PROJETO DE ARQUITETURA: HABITAÇÃO EMENTA Projeto de unidades habitacionais unifamiliares e multifamiliares, com ênfase na resolução dos aspectos funcionais da moradia. Relações entre aspirações dos usuários e condicionantes físicos, ambientais, legais e socio-culturais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA GURGEL, Miriam. Projetando espaços: guia de arquitetura de interiores para áreas residenciais. 4ª ed. São Paulo: Senac São Paulo, 2007. 301p. MCLEOD, Virginia. Detalhes construtivos da arquitetura residencial contemporânea. São Paulo: Bookman, 2009. NEUFERT, Ernst, NEUFERT, Peter. Arte de projetar em arquitetura: princípios, normas, regulamentos sobre projeto, construção, forma, necessidades e relações espaciais, dimensões de edifícios, ambientes, mobiliário, objetos. 17ª ed. Barcelona: Gustavo Gili, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FORSETH, Kevin. Projetos em Arquitetura. 0.ed. São Paulo: Hemus, 2004. 223p. GURGEL, Miriam. Organizando espaços: guia de arquitetura de interiores para áreas residenciais. São Paulo: SENAC, 2009 reimp. 2011. ROAF, Sue; FUENTES, Manuel & THOMAS, Stephanie. ambientalmente sustentável. 3ª Ed. Porto Alegre: Artmed, 2009. Ecohouse: A casa 175 PROJETO DE URBANISMO: MORFOLOGIA URBANA EMENTA Fundamentos da história urbana da antiguidade à modernidade. Modelos e matrizes da ideologia do planejamento urbano ao longo da história como forma de compreensão da morfologia das cidades. BIBLIOGRAFIA BÁSICA HALL, Peter. Cidades do amanhã: Uma história intelectual do planejamento e do projeto urbanos no século XX. São Paulo: Perspectiva, 1995 reimp. 2009. Coleção Estudos 123. LAMAS, José Manuel Ressano Garcia. Morfologia urbana e desenho da cidade. 4ª ed. Porto: Fundação Calouste Gulbenkian, 2007. VILLAÇA, Flávio. Espaço intra-urbano no Brasil. 2ª Ed. São Paulo: Studio Nobel & Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, 2001 reimp. 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CHOAY, Françoise. O urbanismo. 6ª Ed. São Paulo: Perspectiva, 2008. FRANCO, Maria de Assunção Ribeiro. Desenho ambiental: uma introdução à arquitetura da pesquisa com o paradigma ecológico. São Paulo: Annablume, 2000. 224p. VARGAS, Heliana Comin; CASTILHO, Ana Luisa Howard De. Intervenções em centros urbanos: objetivos, estratégias e resultados. 2ª Ed. São Paulo: Manole, 2008. 176 REPRESENTAÇÃO GRÁFICA COMPUTACIONAL II EMENTA Projetos arquitetônicos. Ferramentas de computação gráfica. Desenhos em duas e três dimensões. Modelagem computacional. BIBLIOGRAFIA BÁSICA MONTENEGRO, Gildo A. Desenho arquitetônico: para cursos técnicos de 2º grau e faculdade de arquitetura. 4ª ed. São Paulo: Edgard Blücher, 2001. 167p. 7 reimp. 2010. CAVASSANI, Glauber. Google SKETCHUP PRO 8 - ensino prático e didático. São Paulo: Érica, 2012. LEGGITT, Jim. Desenho de arquitetura: técnicas e atalhos que usam tecnologia. Porto Alegre: Bookman, 2004. 208p. Reimp. 2006 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR PRIMO, Lane. Estudo dirigido de Corel Draw X5 em português 2010. São Paulo: Érica, 2010. CAVASSANI, Glauber. V-RAY para Google Sketchup 8 - acabamento, iluminação e recursos avançados para maquete eletrônica para Windows. São Paulo: Erica, 2012. FITIPALDI, Mario. Photoshop Essencial 2010. São Paulo: Europa, 2011. 177 SOCIEDADE E EDUCAÇÃO DAS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS EMENTA Estrutura social e formação da sociedade brasileira. Etnocentrismo e questão racial no Brasil. Ações afirmativas para índios, negros e pardos e políticas da educação das relações étnico-raciais numa sociedade pluriétnica. BIBLIOGRAFIA BÁSICA LUZ, Marco Aurélio. Cultura negra em tempos pós-modernos. [online]. 3.ed. Salvador: EDUFBA, 2008. 181p. Disponível em: <htt://books.scielo.org> PAGLIARO, Heloisa; AZEVEDO, Marta Maria; SANTOS, Ricardo Ventura (Org.). Demografia dos povos indígenas no Brasil [online]. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2005. 192 p. Disponível em: <http://books.scielo.org>. RIBEIRO, Arilda Inês Miranda et al (Org.). Educação contemporânea: caminhos, obstáculos e travessias. [on line]. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2011. 318p. Disponível em: <http://www.culturaacademica.com.br>. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CORDEIRO, Carla de Fátima Cordeiro. Pelos olhos do menino de engenho: os personagens negros na obra de José Lins do Rego. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2011. 318p. Disponível em: http://www.culturaacademica.com.br/catalogo- detalhe.asp?ctl_id=195 RIBEIRO, Darcy. O povo brasileiro: a formação e o sentido do Brasil. 3ª. Ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2008. SILVA, Tomaz Tadeu da. Documentos de identidade: uma introdução às teorias do currículo. 3.ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2009. 178 5ª SÉRIE 179 APRESENTAÇÃO GRÁFICA DE PROJETOS EMENTA Critérios necessários à humanização dos projetos arquitetônicos e urbanísticos, utilizando ferramentas computacionais compatíveis. Desenvolvimento de layout, criação, diagramação e tratamento de imagens vetoriais e bitmap para apresentação final do projeto. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CAVASSANI, Glauber. Google SKETCHUP PRO 8 - ensino prático e didático. São Paulo: Érica, 2012. CAVASSANI, Glayber. V-RAY para Google Sketchup 8 - acabamento, iluminação e recursos avançados para maquete eletrônica para Windows. São Paulo: Erica, 2012. PRIMO, Lane. Estudo dirigido de CorelDraw X5 em português 2010. São Paulo: Érica, 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BERGSTRÖM, Bo. Fundamentos da comunicação visual. Tradução: Rogério Bettoni. São Paulo: Rosari, 2010. CHING, Francis D. K. Representação gráfica em arquitetura. 3ª Ed. Porto Alegre: Bookmann/ Artmed, 2011. FITIPALDI, Mario. Photoshop Essencial 2010. São Paulo: Europa, 2011. 180 HISTÓRIA DA ARQUITETURA: DA ANTIGUIDADE À REVOLUÇÃO INDUSTRIAL EMENTA Fatores que influenciaram o processo de produção do espaço edificado. Principais teorias e correntes do pensamento arquitetônico e urbanístico no período compreendido entre a antiguidade clássica e a revolução industrial. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BENEVOLO, Leonardo. História da arquitetura moderna. 3ª ed. São Paulo: Perspectiva, 1994. 813p. BRUAND, Yves. Arquitetura contemporânea no Brasil. 5ª ed. São Paulo: Perspectiva, 2010 reimp. 2012. PEVSNER, Nikolaus. Origens da arquitetura moderna e do design. 3ª ed. São Paulo: Martins Fontes, 2001. 224p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ARGAN, Giulio Carlo. História da arte como história da cidade. 5ª ed. São Paulo: Martins Fontes, 2005 reimp. 2010. BENEVOLO, Leonardo. História da arquitetura moderna. 4ª ed. São Paulo: Perspectiva, 2006. FRAMPTON, Kenneth. História crítica da arquitetura moderna. 2ª Ed. São Paulo: Martins Fontes, 2008. 181 MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO EMENTA Materiais empregados na construção civil, suas propriedades e aplicações de acordo com as necessidades do projeto em cada etapa da obra. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BAUER, L. A. Falcão (Coord.). Materiais de construção 1. 5ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2000 reimp. 2010. BERTOLINI, Luca. Materiais de construção. São Paulo: Oficina de Textos, 2010. BORGES, Alberto. Prática das pequenas construções. 9ª Ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2009 reimp. 2011. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BAUER, L. A. Falcão (Coord.). Materiais de construção. 6ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 1994 reimp. 2009. FAZENDA, Jorge M. R. Tintas imobiliárias de qualidade: livro de rótulos da ABRAFATI. 14ª Ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2010. SCHMIDT, Walfredo. Materiais Elétricos. 3ª Ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2010. 182 PROJETO DE ARQUITETURA: ACESSIBILIDADE EMENTA Normas de acessibilidade para Portadores de Necessidades Especiais – PNE em projetos de Unidades Educacionais: exercício de simbolização e expressão estética; resolução dos aspectos funcionais. Metodologia projetual para a concepção arquitetônica: correlação entre função, estrutura e significado da forma. BIBLIOGRAFIA BÁSICA MONTANER, Josep Maria. Arquitetura e Crítica. Barcelona: Gustavo Gili, 2007. CHING, Francis D. K. Arquitetura: forma, espaço e ordem; Tradução: Alvamar Helena Lampaulli. 2ª Ed. São Paulo: Martins Editora, 2008. LEGGITT, Jim. Desenho de arquitetura: técnicas e atalhos que usam tecnologia. Porto Alegre: Bookman, 2004. 208p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR COELHO NETTO, José Teixeira. A construção do sentido na arquitetura. Coleção Debates (144). 5ª ed. São Paulo: Perspectiva, 2002. MONTANER, Josep Maria. Arquitetura e Crítica. Barcelona: Gustavo Gili, 2007. NEUFERT, Ernst, NEUFERT, Peter. Arte de projetar em arquitetura: princípios, normas, regulamentos sobre projeto, construção, forma, necessidades e relações espaciais, dimensões de edifícios, ambientes, mobiliário, objetos. 17.ed. Barcelona: Gustavo Gili, 2004 reimp. 2009. 183 PROJETO DE URBANISMO: INTERVENÇÃO EM ÁREA DE INTERESSE SOCIAL EMENTA Projeto de parcelamento do solo em área de interesse social. Análise físico-territorial e sócio-econômica: minimização de impactos. Projeto de unidade habitacional de interesse social. BIBLIOGRAFIA BÁSICA MASCARO, Juan Luis. Loteamentos urbanos. 2. ed. Porto Alegre: Masquatro, 2005. RIFRANO, Luiz. Avaliação de projetos habitacionais: determinando a funcionalidade da moradia social. São Paulo: Ensino Profissional, 2006. VARGAS, Heliana Comin; CASTILHO, Ana Luisa Howard De. Intervenções em centros urbanos: objetivos, estratégias e resultados. 2ª Ed. São Paulo: Manole, 2008. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR LIMA, Antônia Jesuíta de. Cidades brasileiras: atores, processos e gestão pública. São Paulo: Autêntica, 2007. LYNCH, Kevin. A imagem da cidade. 2. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2011. VARGAS, Heliana Comin; CASTILHO, Ana Luisa Howard de. Intervenções em centros urbanos: objetivos, estratégias e resultados. 2. ed. São Paulo: Manole, 2009. 184 PROJETO ESPECIAL: ARQUITETURA DA PAISAGEM EMENTA Componentes ambientais da paisagem, história dos jardins, uso da vegetação como importante componente complementar na arquitetura da paisagem e na humanização dos projetos paisagísticos em pequena escala. Paisagem adaptada ao entorno construído e questões ecológicas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ABBUD, Benedito. Criando paisagens: guia de trabalho em arquitetura paisagística. 3ª ed. São Paulo: SENAC - SP, 2010. LEENHARDT, Jacques (Org.). Nos jardins de Burle Marx. São Paulo: Perspectiva, 1994 reimp. 2010. VARGAS, Heliana Comin; CASTILHO, Ana Luisa Howard De. Intervenções em centros urbanos: objetivos, estratégias e resultados. 2ª Ed. São Paulo: Manole, 2008. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR LORENZI, Harri. Arvores Brasileiras: manual de identificação e cultivo de plantas arbóreas nativas do brasil. Vol. 2. 3ª Ed. São Paulo: Plantarum, 2009. LORENZI, Harri. Arvores brasileiras: manual de identificação e cultivo de plantas arbóreas nativas do brasil. Vol. 3. São Paulo: Plantarum, 2009. LORENZI, Harri; SOUZA, Hermes Moreira de. Plantas ornamentais no Brasil: arbustivas, herbáceas e trepadeiras. 4ª Ed. São Paulo: Plantarum, 2008. 185 TOPOGRAFIA E GEOPROCESSAMENTO EMENTA Introdução à Topografia e a estudos cartográficos, leitura, interpretação e edição planialtimétrica. Interpretação de cartas e diagramas e sua aplicação na arquitetura. Noções de aerofotogrametria e geoprocessamento. BIBLIOGRAFIA BÁSICA MASCARO, Juan Luis. Loteamentos urbanos. 2. ed. Porto Alegre: Masquatro, 2005. CASACA, João M. Topografia geral. 4ª Ed. Rio de Janeiro: LTC (Grupo GEN), 2007. MCCORMAC, Jack. Topografia. 5ª Ed. Rio de Janeiro: LTC (Grupo GEN), 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BORGES, Alberto de Campos. Exercícios de topografia. 3.ed. São Paulo: Edgard Blücher, 1997. 192p. BORGES, Alberto de Campos. Topografia aplicada à Engenharia Civil. 2.ed. São Paulo: Edgard Blücher, 2004. 191p. PASSOS, Eduardo; KASTRUP, Virginia; ESCOSSIA, Liliana da. (orgs.). Pistas do método da cartografia: pesquisa, intervenção e produção de subjetividade. 1ª Ed. RS: Sulina, 2009. 186 6ª SÉRIE 187 ESTÁGIO SUPERVISIONADO I EMENTA Breve panorama da profissão no Brasil. Conceitos metodológicos fundamentais para a realização do estágio. Ética na profissão, postura de um arquiteto, preparação de currículo profissional. O Conselho de Arquitetura e Urbanismo – CAU. Visão integrada entre a aprendizagem teórica e a prática profissional nos campos da Arquitetura de Edificações, Arquitetura de Interiores, Arquitetura Paisagística e Sistemas Construtivos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA AZEVEDO, Cristina Duarte; SAIBRO, Gislaine (orgs). Guia de orientação profissional. 8ª Ed. Rio Grande do Sul: AAI, 2009. BURIOLLA, Marta A. F. O estágio supervisionado. 5° ed. São Paulo: Cortez, 2011. PEREIRA, Miguel Alves. Arquitetura: cultura, formação, prática e política profissional. São Paulo: PINI, 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BOTELHO, Manoel Henrique Campos. Manual de primeiros socorros do engenheiro e do arquiteto. 2ª ed. São Paulo: Blücher, 2009. ECO, Umberto. Como se faz uma tese. 22. ed. São Paulo: Perspectiva, 2010. YEE, Rendow. Desenho arquitetônico: um compêndio visual de tipos e métodos. 3ª Ed. Rio Janeiro: LTC, 2009. 188 ESTRUTURAS EM CONCRETO EMENTA Resistência e empregabilidade dos materiais componentes das estruturas de concreto. Lançamento de estruturas em projetos residenciais unifamiliares e multifamiliares. Cálculo de pequenas estruturas em concreto armado. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BOTELHO, Manoel Henrique Campos. Concreto armado eu te amo. 6ª Ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2010 reimp. 2011. ROCHA, Aderson Moreira da. Concreto armado. 2ed. Rio de Janeiro: Interciência, 2010. FUSCO, Péricles Brasiliense. Estruturas de concreto: fundamentos do projeto estrutural. São Paulo: McGraw do Brasil, 1976. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALONSO, Urbano Rodriguez. Exercícios de fundações. 2ª Ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2010. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ABNT: NBR 6118: projetos de estrutura de concreto: procedimento. 2.ed. Rio de Janeiro: Associação Brasileira de Normas Técnicas, 2007. ROSSIGNOLO, João Adriano. Concreto leve estrutural. São Paulo: Pini, 2009. 189 HISTÓRIA DA ARQUITETURA MODERNA EMENTA Surgimento, desenvolvimento e consolidação da arquitetura moderna. Propostas teóricas projetuais que subsidiaram a adoção da forma padrão na arquitetura em nível nacional e internacional. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BENEVOLO, Leonardo. História da arquitetura moderna. 4ª ed. São Paulo: Perspectiva, 2006. 813p. 1 reimp. 2009. FRAMPTON, Kenneth. História crítica da arquitetura moderna. 2ª Ed. São Paulo: Martins Fontes, 2008 reimp. 2012. PEVSNER, Nikolaus. Origens da arquitetura moderna e do design. 3ª ed. São Paulo: Martins Fontes, 2001. 224p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ARGAN, Giulio Carlo. História da arte como história da cidade. 5ª Edição. São Paulo: Martins Fontes, 2005 tir. 2010. HALL, Peter. Cidades do Amanhã. 1ª Ed. São Paulo: Perspectiva, 1995 reimp. 2009. ZEVI, Bruno. Saber ver arquitetura. 6ºed. São Paulo: Editora WMF/Martins Fontes, 2009. 190 PROJETO DE ARQUITETURA: SISTEMAS CONSTRUTIVOS INDUSTRIALIZADOS EMENTA Projeto de edificações comerciais e de serviço; sistemas construtivos industrializados. Metodologia projetual para a concepção arquitetônica, sintetizando a correlação entre função, estrutura e significado da forma. BIBLIOGRAFIA BÁSICA PRONK, Emile. Dimensionamento em Arquitetura . 7ª ed. João Pesso: Universitária/UFPB, 2003. 56. CERVER, Francisco Asensio. Espacios comerciales: restaurantes. 0.ed. England: ARCO Editorial Ltda, 1996c. 157p. TAUIL, Carlos Alberto; NESSE, Flávio José Martins. Alvenaria estrutural. São Paulo: Pini, 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FRENCH, Hilary. Mais importantes conjuntos habitacionais do século XX: Plantas. São Paulo: Bookman, 2009. MONTANER, Josep Maria. Arquitetura e Crítica. Barcelona: Gustavo Gili, 2007. MASCARÓ, Juan Luiz. O custo das decisões arquitetônicas. Porto Alegre: Sagra Nuzzato, 1998 191 PROJETO ESPECIAL: ARQUITETURA DE INTERIORES EMENTA Elementos que compõem os projetos de arquitetura para interiores, decoração e ambientação. Ocupação racional e estética dos espaços físicos: função e conforto do usuário. BIBLIOGRAFIA BÁSICA GOMES FILHO, João. Gestalt do Objeto: Sistema de leitura visual da forma. São Paulo: Escrituras, 2000. MANCUSO, Clarice. Arquitetura de interiores e decoração: A arte de viver bem. 6ª Ed. Porto Alegre: Sulina, 2007. MANCUSO, Clarice. Guia prático do design de interiores. Rio Grande do Sul: Sulina, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR GURGEL, Miriam. Organizando Espaços. São Paulo: SENAC, 2009. LUPTON, Ellen; PHILLIPS, Jennifer Cole. Novos Fundamentos do Design. SP: Cosac Naify, 2008. NEUFERT, Ernst, NEUFERT, Peter. Arte de projetar em arquitetura: princípios, normas, regulamentos sobre projeto, construção, forma, necessidades e relações espaciais, dimensões de edifícios, ambientes, mobiliário, objetos. 17.ed. Barcelona: Gustavo Gili, 2004 reimp. 2009. 192 PROJETO DE URBANISMO: DESENHO URBANO EMENTA Projetos de espaços públicos integrados aos conceitos de paisagismo urbano e preservação do patrimônio ambiental das cidades. Princípios do desenho urbano. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ACIOLY, Cláudio. Densidade urbana: um instrumento de planejamento e gestão urbana. Rio de Janeiro: Mauad, 1998. 104p. FRANCO, Maria de Assunção Ribeiro. Desenho ambiental: uma introdução à arquitetura da pesquisa com o paradigma ecológico. São Paulo: Annablume, 2000. 224p. MENDES, Cecília. Paisagem Urbana: Uma Mídia Redescoberta. São Paulo: Senac, 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR LEENHARDT, Jacques (Org.). Nos jardins de Burle Marx. São Paulo: Perspectiva, c1994. 150p. 3 reimp. 2010. LYNCH, Kevin. A imagem da cidade. 2ª Ed. São Paulo: Martins Fontes, 2010. PAES, Maria Teresa Duarte/ OLIVEIRA, Melissa Ramos da Silva (Org.). Geografia, Turismo e Patrimônio Cultural. São Paulo: ANNABLUME, 2010. 193 7ª SÉRIE 194 ESTÁGIO SUPERVISIONADO II EMENTA Atuação do arquiteto e urbanista no campo de Patrimônio Histórico Cultural e Artístico, Arquitetônico, Urbanístico e Paisagístico. Projetos de arquitetura, urbanismo e paisagismo com consciência ética, ecológica e social. Dinâmicas de gestão e planejamento na escala da edificação e na escala da cidade. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BOTELHO, Manoel Henrique Campos. Manual de primeiros socorros do engenheiro e do arquiteto. 2ª ed. São Paulo: Blücher, 2009. BURIOLLA, Marta A. F. O estágio supervisionado. 5° ed. São Paulo: Cortez, 2011. DIAS, Marlise There. Construção do conhecimento e metodologia da pesquisa. Natal: Edunp, 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR AZEVEDO, Cristina Duarte; SAIBRO, Gislaine (orgs). Guia de orientação profissional. 8ª Ed. Rio Grande do Sul: AAI, 2009. DIAS, Marlise There. Construção do conhecimento e metodologia da pesquisa. Natal: Edunp, 2010. OLIVEIRA, Silvio Luiz de. Tratado de metodologia científica: projeto de pesquisas, TGI, TCC, monografias, dissertações e teses. 0.ed. São Paulo: Pioneira, 2002. 320p. 195 ESTRUTURAS EM MADEIRA E METAL EMENTA Materiais metálicos e de madeira na arquitetura. Estruturas em aço e madeira: características, propriedades, emprego, esforços e dimensionamento. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CALIL Junior, Carlito (Ed.); MOLINA, Julio Cesar (Ed.). Coberturas em estruturas de madeira: exemplos de cálculo. São Paulo: Pini, 2010. PFEIL, Walter; PFEIL, Michèle. Estruturas de madeira: dimensionamento segundo a norma brasileira NBR 7190/97 e critérios das normas norte-americana NDS e européia EUROCODE 5. 6ª ed. Rio de Janeiro: LTC - Livros Técnicos e Científicos, 2003 reimp. 2013. PINHEIRO, Antonio Carlos da Fonseca Bragança. Estruturas metálicas: cálculos, detalhes, exercícios e projetos. 2ª Ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MOLITERNO, Antonio. Caderno de projetos de telhados em estruturas de madeira. 4ª Ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2010. PFEIL, Walter; PFEIL, Michèle. Estruturas de aço: dimensionamento prático. 8ª ed. Rio de Janeiro: LTC - Livros Técnicos e Científicos, 2009 reimp. 2012. SILVA, Valdir Pignatta e; PANNONI, Fabio Domingos. Estruturas de aço para edifícios: aspectos tecnológicos e de concepção. São Paulo: Blücher, 2010. 196 HISTÓRIA DA ARQUITETURA BRASILEIRA EMENTA Evolução da arquitetura no Brasil: do período colonial (influências provocadas pelos diferentes colonizadores) até a construção de Brasília. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BRUAND, Yves. Arquitetura contemporânea no Brasil. 5ª Ed. São Paulo, Perspectiva, 2010 reimp. 2012. REIS FILHO, Nestor Goulart. Quadro da arquitetura no Brasil. 12ª Ed. São Paulo: Perspectiva, 2013. WEIMER, Günter. Arquitetura popular brasileira. 2ª ed. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2012. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BRUAND, Yves. Arquitetura contemporânea no Brasil. 3ª ed. São Paulo: Perspectiva, 1999. 398p. MINDLIN, Henrique e. Arquitetura moderna no Brasil. 2ª ed. Rio de Janeiro: [s.n.], 2000. 286p. BENEVOLO, Leonardo. História da arquitetura moderna. 3ª ed. São Paulo: Perspectiva, 1994. 813p. 197 PROJETO DE ARQUITETURA: ABORDAGEM BIOCLIMÁTICA EMENTA Projeto para edificações de hospedagem com ênfase na arquitetura bioclimática. Utilização de recursos naturais e materiais regionais. Metodologia projetual na concepção da sustentabilidade. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ANDRADE, Nelson; BRITO, Paulo Lucio de. Hotel: Planejamento e projeto. 9ª Ed. São Paulo: SENAC, 2007. CUNHA, Eduardo G. da (org.). Elementos de arquitetura de climatização natural. Porto Alegre: Masquatro, 2006. MONTENEGRO, Gildo A. Ventilação e cobertas: a arquitetura tropical na prática, estudo teórico, histórico e descontraído. São Paulo: Edgard Blücher, 2008. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CORBELLA, Oscar. Em busca de uma arquitetura sustentável para os trópicos. 2ª Ed. Rio de Janeiro: Revan, 2010. CHING, Francis D. K. Arquitetura, forma, espaço e ordem; Tradução: Alvamar Helena Lampaulli – São Paulo: Martins Fontes, 1998. OLGYAY, Victor. Arquitectura y clima: manual de diseño bioclímatico para arquitectos y urbanistas. 1ª Ed. Barcelona: Gustavo Gili, 2006. 198 PROJETO ESPECIAL: DESENHO DO OBJETO EMENTA Projeto do objeto: aspectos funcionais, ergonômicos e estéticos. Materiais: forma e finalidade do objeto. BIBLIOGRAFIA BÁSICA GOMES FILHO, João. Gestalt do Objeto: Sistema de leitura visual da forma. São Paulo: Escrituras, 2000. DUCHER, Robert. Características dos estilos. São Paulo: Martins Fontes, 2001. NEUFERT, Ernst, NEUFERT, Peter. Arte de projetar em arquitetura: princípios, normas, regulamentos sobre projeto, construção, forma, necessidades e relações espaciais, dimensões de edifícios, ambientes, mobiliário, objetos. 17ª ed. Barcelona: Gustavo Gili, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR GURGEL, Miriam. Organizando espaços: guia de decoração e reforma de residências. São Paulo: Senac São Paulo, 2009 reimp. 2011. MANCUSO, Clarice. Arquitetura de interiores e decoração: A arte de viver bem. 6ª Ed. Porto Alegre: Sulina, 2007. MANCUSO, Clarice. Guia prático do design de interiores. 1ª Ed. RS: Sulina, 2005. 199 8ª SÉRIE 200 ANIMAÇÃO PARA MAQUETES ELETRÔNICAS EMENTA Animações de projetos de arquitetura e urbanismo. Ferramentas computacionais individuais ou associadas. Transformação das animações em vídeos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA HORIO, Ricardo Minoro. Crie projetos gráficos com photoshop CS4, CorelDraw X4 inDesing CS4. São Paulo: Érica, 2009. OMURA, George. Dominando o Autocad versão 14. Rio de Janeiro: Livros Técnico Científico,1999. OLIVEIRA, Adriano de. Estudo dirigido de 3ds Max 2011 – 2010. São Paulo: Érica, 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ADOBE SYSTEMS INCORPORATED E LICENCIADOS. Photoshop 5.5: guia autorizado adobe. Rio de Janeiro: Campus, 2000. FITIPALDI, Mario. Photoshop Essencial 2010. São Paulo: Europa, 2011. SILVA, João Carlos da. 3DS Max 4.2.: utilizando totalmente. São Paulo:Érica, 2002. 201 CANTEIROS E TÉCNICAS CONSTRUTIVAS EMENTA Planejamento inicial da obra com implantação do Canteiro. Noções básicas de orçamento, acompanhamento do cronograma estabelecido e das diversas etapas da construção. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BORGES, Alberto de Campos. Prática das pequenas construções. São Paulo: Edgard Blücher, 2009. EQUIPE Pini. TCPO. 13 ed. São Paulo: PINI, 2012. SOUZA, Ubiraci E. Lemes de. Projeto e implantação do canteiro. Rio de Janeiro: O Nome Da Rosa, 2008 reimp. 2013. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CLELAND, David I; IRELAND, Lewis R. Gerenciamento de projetos. 2ª ed. Rio de Janeiro: LTC - Livros Técnicos e Científicos, 2007. SANTOS, Adriana de Paula Lacerda; JUNGLES, Antonio Edésio. Como gerenciar as compras de materiais na construção civil: diretrizes para implantação da compra proativa. São Paulo: Pini, 2008. VALERIANO, Dalton. Moderno gerenciamento de projetos. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007. 202 ESTÁGIO SUPERVISIONADO III EMENTA Visão integrada entre a aprendizagem teórica e a prática profissional dos conteúdos ministrados ao longo do Curso. Atuação do arquiteto e urbanista na área de Meio Ambiente, Impactos Ambientais e Desenvolvimento Sustentável. O arquiteto e urbanista na sociedade como agente de mudanças: consciência ética, ecológica e social. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BURIOLLA, Marta A. F. O estágio supervisionado. 5° ed. São Paulo: Cortez, 2011. LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de metodologia científica. 3.ed. São Paulo: Atlas, 1991. 270p 9ª reimp. PEREIRA, Miguel Alves. Arquitetura: cultura, formação, prática e política profissional. São Paulo: PINI, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR AZEVEDO, Cristina Duarte; SAIBRO, Gislaine (orgs). Guia de orientação profissional. 8ª Ed. Rio Grande do Sul: AAI, 2009. BOTELHO, Manoel Henrique Campos. Manual de primeiros socorros do engenheiro e do arquiteto. 2ª ed. São Paulo: Blücher, 2009. DIAS, Marlise There. Construção do conhecimento e metodologia da pesquisa. Natal: Edunp, 2010. 203 HISTÓRIA DA ARQUITETURA CONTEMPORÂNEA EMENTA Movimentos culturais e arquitetônicos no limiar do século XXI no Brasil e no mundo. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BARBOSA, Lívia; CAMPBELL, Colin. Cultura, consumo e identidade. Rio de Janeiro: FGV, 2006 reimp. 2012. BENÉVOLO, Leonardo. A Arquitetura no novo milênio. São Paulo: Estação da Liberdade, 2011. BRUAND, Yves. Arquitetura contemporânea no Brasil. 5ª ed. São Paulo: Perspectiva, 2010 reimp. 2012. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FRAMPTON, Kenneth. História crítica da arquitetura moderna. 2ª Ed. São Paulo: Martins Fontes, 2008 reimp. 2012. RATTENBURY, Kester. Arquitetos contemporâneos. Lisboa: Viana & Mosley, 2007. ZEVI, Bruno. Saber ver arquitetura. 6ºed. São Paulo: Editora WMF/Martins Fontes, 2009 reimp. 2011. 204 INSTALAÇÕES PREDIAIS EMENTA Instalações prediais: água fria e quente; esgoto sanitário; águas pluviais; segurança contra incêndio. Sistema de distribuição de energia elétrica em baixa tensão; instalações elétricas prediais – projetos. Dimensionamento de condutores, eletrodutos e dispositivos de proteção e comando; circuitos de força e iluminação; noções sobre projetos de tubulação telefônica e sistemas de TV; noções sobre instalações de pára-raios e elevadores; luminotécnica básica. Projeto e detalhamento. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CREDER, Hélio. Instalações hidráulicas e sanitárias. 5.ed. São Paulo: LTC, 2006 reimp. 2012. CREDER, Hélio. Instalações elétricas. 13.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2007 reimp. 2012. MELO, Vanderley de Oliveira; AZEVEDO Netto, José Martiniano de. Instalações prediais hidráulico - sanitárias. São Paulo: Edgard Blücher, 2004. 185p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CAMILLO Júnior, Abel Batista. Manual de prevenção e combate a incêndios. 10ª ed. São Paulo: Senac São Paulo, 2008 reimp. 2010. CAVALIN, Geraldo; CERVELIN, Severino. Instalações elétricas prediais: conforme norma NBR 5410:2004. 21ª ed. São Paulo: Érica, 2011 reimp. 2013. MACINTYRE, Archibald Joseph. Instalações Hidráulicas: Prediais e Industriais. Ed. PR: Livros Téc. e Cient. Editora, 2010 reimp. 2012. 205 PROJETO DE ARQUITETURA: DETALHAMENTO EMENTA Elaboração de projeto de unidades de saúde, com ênfase no detalhamento das soluções arquitetônicas aplicadas na sua concepção. BIBLIOGRAFIA BÁSICA GOES, Ronald Lima de. Manual prático de arquitetura hospitalar. São Paulo: Edgard Blücher, 2011 reimp. 2013. GÓES, Ronald de. Manual prático de arquitetura para clínicas e laboratórios. 2ª Ed. São Paulo: Edgard Blücher, 2010 reimp. 2012. OMSTEIN, Sheila Walbe (org.). Desenho universal - caminhos da acessibilidade no brasil. São Paulo: Annablume, 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR COUTO, Renato Camargos; PEDROSA, Tânia Moreira Grillo. Guia prático de controle de infecção hospitalar: epidemiologia, controle e tratamento. 2ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009. MASCARÓ, Juan Luiz. O custo das decisões arquitetônicas. Porto Alegre: Masquatro, 2010. MOLITERNO, Antonio. Caderno de projetos de telhados em estruturas de madeira. 4ª ed. São Paulo: Blücher, 2010. 206 PROJETO DE URBANISMO: INSTRUMENTOS DE CONTROLE URBANO EMENTA Dinâmicas de gestão e planejamento urbano, compreendendo o processo de concepção de instrumentos de controle urbanístico e a aplicação da legislação urbana. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ACIOLY, Cláudio. Densidade urbana: um instrumento de planejamento e gestão urbana. Rio de Janeiro: Mauad, 1998. 104p. CAMPOS Filho, Cândido Malta. Reinvente seu bairro: caminhos para você participar do planejamento de sua cidade. São Paulo: 34, 2003. 222p. LOPES, Rodrigo. A cidade intencional: O planejamento estratégico de cidades. Rio de Janeiro: Mauad 1998. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MARGARETTE, Tânia. Qualidade de Vida, Planejamento e Gestão Urbana. São Paulo: Bertrand Brasil, 2009. PONTES, Daniele Regina; FARIA, José Ricardo Vargas de. Direito municipal e urbanístico. Paraná: IESDE, 2008. VILLAÇA, Flávio. Reflexões sobre as cidades brasileiras. SP: Nobel, 2012. 207 9ª SÉRIE 208 GERENCIAMENTO DE PROJETOS II EMENTA Técnicas de Negociação. Gerência de Projetos. Gerência Financeira. Uso de aplicativo computacional. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BARCAUI, André B; BORBA, Danubio. Gerenciamento do tempo em projetos. 2.ed. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 2007. CARVALHO, Marly Monteiro de; RABECHINI Júnior, Roque. Construindo competências para gerenciar projetos: teoria e casos. São Paulo: Atlas, 2008. VALERIANO, Dalton. Moderno gerenciamento de projetos. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CHIAVENATO, Idalberto. Planejamento, recrutamento e seleção de pessoal. São Paulo: Manole, 2009. HELDMAN, Kim. Gerência de projetos: guia para o exame oficial do PMI. 5ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009. SANTOS, Adriana de Paula Lacerda; JUNGLES, Antonio Edésio. Como gerenciar as compras de materiais na construção civil: diretrizes para implantação da compra proativa. 1ª ed. São Paulo: Pini, 2008. 209 PATRIMÔNIO E RESTAURO EMENTA Conceitos e preservação do patrimônio. Intervenção em edificação de valor históricocultural: objetivos, critérios, historicidade, contextualização, adequação às condições, ao meio social e ao uso. Projeto de conservação/restauro. Metodologia de intervenção, elaboração e redação de projetos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BOITO, Camillo. Os restauradores. São Paulo: Atelier Editorial, 2008. CHOAY, Françoise. A alegoria do patrimônio. São Paulo; Edições 70, 2006. KUHL, Beatriz Mugayar. Preservação do patrimônio arquitetônico da industrialização: problemas teóricos de restauro. Ateliê Editorial, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BRANDI, Cesare. Teoria da restauração. Tradução de Beatriz Mugayar Kühl. São Paulo, Ateliê Editorial, Coleção Artes & Ofícios, 2004. VIOLLET-LE-DUC,Eugène Emmanuel. Restauração. São Paulo: Ateliê, 2010. MARTINS, Clerton (Org.). Patrimônio cultural. São Paulo: Ed.Roca, 2006. 210 PROJETO DE REQUALIFICAÇÃO DO ESPAÇO CONSTRUIDO EMENTA Projeto de requalificação: especificidades dos tecidos urbanos de valor histórico-cultural. Proposta de intervenção em fração urbana contendo representativo acervo arquitetônico. BIBLIOGRAFIA BÁSICA MARTINS, Clerton (Org.). Patrimônio cultural. São Paulo: Ed.Roca, 2006. MOREIRA, Clarissa da Costa. A cidade contemporânea entre a tabula rasa e a preservação. São Paulo: Universidade Estadual Paulista, 2004. VARGAS, Heliana Comin; CASTILHO, Ana Luisa Howard De. Intervenções em centros urbanos: objetivos, estratégias e resultados. 2ª Ed. São Paulo: Manole, 2008. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BOITO, Camillo. Os restauradores. São Paulo: Atelier Editorial, 2008. DUC, E. E. Viollet Le. Restauração. São Paulo: Ateliê, 2010. PESSOA, José; PICCINATO, Giorgio. Atlas de centros históricos do Brasil. RJ: Casa da Palavra, 2007. 211 TÓPICOS ESPECIAIS EM ARQUITETURA I EMENTA Revisão, atualização e aplicação dos conteúdos apreendidos ao longo do curso, relacionados à arquitetura e ao design de interiores. BIBLIOGRAFIA BÁSICA COELHO NETTO, José Teixeira. A construção do sentido na arquitetura. Coleção Debates (144). 5ª Edição. São Paulo: Perspectiva, 2009. MANCUSO, Clarice. Arquitetura de interiores e decoração: A arte de viver bem. 6ª Ed. Porto Alegre: Sulina, 2007. NEUFERT, Ernst, NEUFERT, Peter. Arte de projetar em arquitetura: princípios, normas, regulamentos sobre projeto, construção, forma, necessidades e relações espaciais, dimensões de edifícios, ambientes, mobiliário, objetos. 17ª ed. Barcelona: Gustavo Gili, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CHING, Francis D.K. Dicionário visual de arquitetura. 2ª Ed. São Paulo: Martins Fontes, 2010. GOMES FILHO, João. Gestalt do objeto: sistema de leitura visual da forma. 2ª Ed. São Paulo: Escrituras, 2009. OMSTEIN, Sheila Walbe (org.). Desenho universal - caminhos da acessibilidade no Brasil. SP: Annablume, 2010. 212 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I EMENTA Processo de composição e desenvolvimento da proposta de Trabalho Conclusão de Curso – TCC, considerando as atribuições do arquiteto e urbanista e em consonância com a realidade técnica, cultural e socio-econômica da atualidade. BIBLIOGRAFIA BÁSICA AZEVEDO, Cristina Duarte; SAIBRO, Gislaine (orgs). Guia de orientação profissional. 8ª Ed. Rio Grande do Sul: AAI, 2009. DIAS, Marlise There. Construção do conhecimento e metodologia da pesquisa. Natal: Edunp, 2010. SILVA, Elvan. Uma introdução ao projeto arquitetônico. 0.ed. Porto Alegre: Editora da Universidade, 1991. 122p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CERVO, Amado Luís; BERVIAN, Pedro Alcino. Metodologia científica. 6ª Ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007. BREGATTO, Paulo Ricardo; KOTHER, Maria Beatriz Medeiros; FERREIRA, Maria dos Santos. Arquitetura e urbanismo: Posturas, Tendências e Reflexões. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2006. MATTAR, João. Metodologia científica na era da informática. 3.ed. São Paulo: Saraiva, 2008. 213 10ª SÉRIE 214 GESTÃO E PRÁTICA PROFISSIONAL EMENTA Ética e organização profissional. Legislação que regulamenta a profissão, modalidades do exercício profissional, organizações nacionais e internacionais de classe. Aplicação da legislação no exercício da profissão da arquitetura e do urbanismo. Procedimentos de licenciamento de projetos e gestão de empreendimentos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA AZEVEDO, Cristina Duarte; SAIBRO, Gislaine (orgs). Guia de orientação profissional. 8ª Ed. Rio Grande do Sul: AAI, 2009. BOFF, Leonardo. Ética de vida: a nova centralidade. São Paulo: Record, 2009. GALLO, Silvio. Ética e Cidadania: caminhos da filosofia. 8ª. ed. São Paulo: Papirus, 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR PEREIRA, Miguel Alves. Arquitetura: cultura, formação, prática e política profissional. São Paulo: PINI, 2005. SALES, Mione Apolinario. (In)visibilidade perversa. São Paulo: Editora Cortez, 2007. VAZQUEZ, Adolfo Sanchez. Ética. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2011. 215 TÓPICOS ESPECIAIS EM ARQUITETURA II EMENTA Revisão, atualização e aplicação dos conteúdos apreendidos ao longo do curso, relacionados ao meio urbano e à arquitetura da paisagem. BIBLIOGRAFIA BÁSICA NEUFERT, Ernst, NEUFERT, Peter. Arte de projetar em arquitetura: princípios, normas, regulamentos sobre projeto, construção, forma, necessidades e relações espaciais, dimensões de edifícios, ambientes, mobiliário, objetos. 17ª ed. Barcelona: Gustavo Gili, 2009. MASCARO, Lucia; MASCARO, Juan José. Ambiência urbana. 3ª ed. Porto Alegre: Merck Research Laboratories, 2009. ROAF, Sue; CRICHTON, David; NICOL, Fergus. A adaptação de edificações e cidades às mudanças climáticas. Porto Alegre: Artmed, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ABBUD, Benedito. Criando paisagens: guia de trabalho em arquitetura paisagística. 3ª ed. São Paulo: SENAC - SP, 2007. FARAH, Ivete; SCHLEE, Mônica Bahia; TARDIN, Raquel (ORGS.). Arquitetura paisagística contemporânea no Brasil. São Paulo: SENAC, 2009. VARGAS, Heliana Comin; CASTILHO, Ana Luisa Howard De. Intervenções em centros urbanos: objetivos, estratégias e resultados. 2ª Ed. São Paulo: Manole, 2009. 216 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO II EMENTA Desenvolvimento de um projeto que possibilite um exercício acadêmico de complexidade, onde estarão implícitas as competências e habilidades do aluno, considerando o caráter interdisciplinar da profissão e as suas atribuições definidas pelo CAU e em conformidade com o regulamento da Universidade Potiguar para o TCC. BIBLIOGRAFIA BÁSICA AZEVEDO, Cristina Duarte; SAIBRO, Gislaine (orgs). Guia de orientação profissional. 8ª Ed. Rio Grande do Sul: AAI, 2009. BREGATTO/FERREIRA/KO. Arquitetura e urbanismo: Posturas, Tendências e Reflexões. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2008. SILVA, Elvan. Uma introdução ao projeto arquitetônico. 0.ed. Porto Alegre: Editora da Universidade, 1991. 122p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CERVO, Amado Luís; BERVIAN, Pedro Alcino. Metodologia científica. 6ª Ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007. DIAS, Marlise There. Construção do conhecimento e metodologia da pesquisa. Natal: Edunp, 2010. MATTAR, João. Metodologia científica na era da informática. 3.ed. São Paulo: Saraiva, 2008. 217 ESTRUTURA 2014 218 1ª SÉRIE 219 COMUNICAÇÃO PROFISSIONAL EMENTA Situações de comunicação profissional. Técnicas de comunicação oral. Metodologias para apresentação pessoal e de trabalhos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA DIAS, Marlise There. Construção do conhecimento e metodologia da pesquisa. Natal: Edunp, 2010. FACHIN, Odília. Fundamentos de metodologia. 5ª ed. São Paulo: Saraiva, 2006. 210p. 2 tir. 2009. MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos de metodologia científica. 7ª ed. São Paulo: Atlas, 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ANDRADE, Maria Margarida de. Introdução à metodologia do trabalho científico: elaboração de trabalhos na graduação. 10ª ed. São Paulo: Atlas, 2010. BARROS, Aidil Jesus da Silveira; LEHFELD, Neide Aparecida de Souza. Fundamentos de metodologia científica: um guia para a iniciação científica. 2ª ed. São Paulo: Pearson Makron Books, 2006. SEVERINO, Antônio Joaquim (Org.). Metodologia do trabalho científico. 23ª ed. São Paulo: Cortez, 2007 reimp. 2010. 220 DESAFIOS CONTEMPORÂNEOS E CIDADANIA INCLUSIVA EMENTA As doutrinas sociais formadoras do mundo contemporâneo. A globalização das práticas políticas, econômicas e culturais. A construção da cidadania brasileira e sua relação com os desafios éticos e políticos internacionais. As identidades profissionais frente à internacionalização dos mercados e suas tecnologias. A formação da consciência cidadã crítica focada no respeito às diferenças e nas políticas de inclusão a partir da diversidade étnica, religiosa e de gênero. BIBLIOGRAFIA BÁSICA MANZANO, André Luiz N. G; MANZANO, Maria Izabel N. G. Estudo dirigido de informática básica. 7.ed. São Paulo: Érica, 2007 reimp. 2008. MEIRELLES, Fernando de Souza. Informática: novas aplicações com microoncomputadores 2.ed. SÃO PAULO: Makron Books do Brasil, 1994. VELLOSO, Fernando de Castro. Informática: conceitos básicos. 7. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MANZANO, André Luiz N. G. Estudo dirigido de Microsoft Office Excel 2007 São Paulo: Erica, 2008 reimp. 2009. MANZANO, André Luiz N. G; MANZANO, Maria Izabel N. G. Estudo dirigido de Microsoft Office Word 2007. São Paulo: Erica, 2007 reimp. 2009. MÁTTAR Neto, João Augusto. Metodologia científica na era da informática. 3ª ed. São Paulo: Saraiva, 2008. 308p. 2 tir. 2008. 221 ÉTICA E COMPROMISSO SOCIAL EMENTA A constituição do sujeito ético. Ética e compromisso social no ambiente acadêmico, no mundo do trabalho e na sociedade. Valores éticos fundamentais à vida social e profissional. A sociedade do trabalho e a ética profissional. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CHAUÍ, Marilena. Escritos sobre a universidade. São Paulo: Universidade Estadual Paulista, 2001. 205p. DIAS SOBRINHO, José. Dilemas da educação superior no mundo globalizado. Casa do Psicólogo.2005. RAMOS, Marise Nogueira. A pedagogia das competências: autonomia ou adaptação? 3ª Ed. São Paulo: Cortez, 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DEMO, Pedro. Educar pela pesquisa. 8ª ed. Campinas: Autores Associados, 2007. FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 37ª Ed. São Paulo: Paz e Terra, 1996 reimp. 2010. SILVA, Tomaz Tadeu da. Documentos de Identidade: uma introdução a Teorias do Currículo. 4ª Ed. Minas Gerais: Autêntica, 2009. 222 FUNDAMENTOS EM CIÊNCIAS EXATAS EMENTA Métodos, ferramentas e técnicas de estudo e introdução em ciências. A constituição da matéria. Mistura. Desdobramento de Misturas. Tabela Periódica. Ligações Químicas. Funções Inorgânicas. Reações Químicas. Física e Mensuração: Grandezas Físicas, Unidades, Notação Científica e Algarismos Significativos. Análise Dimensional. Instrumentação Física. Erros experimentais. Gráficos. Vetores e suas aplicações. Movimentos: conceitos, fundamentos e descrição. A relação da Física com as outras ciências. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ATKINS, Peter; JONES, Loretta. Princípios de química: questionando a vida moderna e o meio ambiente. 3ª ed. Porto Alegre: Bookman, 2006. 965p. Reimp. 2007. BEER, Ferdinand P. et al. Mecânica vetorial para engenheiros: estática. 9ª ed. Porto Alegre: AMGH, 2012. 622p. Reimp. 2013. HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl. Fundamentos de física 1: mecânica. 9ª ed. Rio de Janeiro: LTC - Livros Técnicos e Científicos, 2012. v.1. 340p. Reimp. 2013. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CHANG, Raymond. Química geral: conceitos essenciais. 4ª ed. São Paulo: AMGH, 2007. 778p. FARIAS, Robson Fernandes de. Práticas de química inorgânica. 3ª ed. Campinas: Átomo, 2010. 109p. RAMALHO Júnior, Francisco; FERRARO, Nicolau Gilberto; SOARES, Paulo Antônio de Toledo. Os fundamentos da física 1: parte III. 10ª ed. São Paulo: Moderna, 2010. v.1. p. 356-472. 223 INTRODUÇÃO À ARQUITETURA E URBANISMO EMENTA Arquitetura e Urbanismo: conceito, breve histórico e campos de atuação profissional. Áreas fundamentais do Curso: meios de expressão; teoria e projeto; materiais de construção e sistemas construtivos; planejamento urbano; paisagismo. Mercado de trabalho. Legislação que rege o profissional, órgãos de classe e instâncias de aprovação de projetos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BENEVOLO, Leonardo. A arquitetura no novo milênio. 2ª ed. São Paulo: Estação Liberdade, 2011. 494p. COUTINHO, Evaldo. O espaço da arquitetura. 2ª ed. São Paulo: Perspectiva, 1998. 239p. LEMOS, Carlos A. C. O que é arquitetura. 7.ed. São Paulo: Brasiliense, 1994. 85p. Reimp. 2003. reimp.2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BRUAND, Yves. Arquitetura contemporânea no Brasil. 5ª ed. São Paulo: Perspectiva, 2010. 398p. 1 reimp. 2012. COELHO NETTO, José Teixeira. A construção do sentido na arquitetura. Coleção Debates (144). 5ª Edição. São Paulo: Perspectiva, 2009. GUERRA. Antonio J. Teixeira. Impactos ambientais urbanos no Brasil. 7ª Ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2009. 224 PRÉ-CÁLCULO EMENTA Conjuntos. Relações. Funções e sua representação gráfica. Função modular; Funções exponenciais. Funções logarítmicas. Análise combinatória. Progressão aritmética. Progressão geométrica. Trigonometria. BIBLIOGRAFIA BÁSICA IEZZI, Gelson et al. Matemática: ciência e aplicações: ensino médio. 5ª ed. São Paulo: Atual, 2010. Volume 1. 384p. 4 reimp. 2012. IEZZI, Gelson et al. Matemática: ciência e aplicações: ensino médio. 5ª ed. São Paulo: Atual, 2010. Volume 2. 496p. 3 reimp. 2012. MEDEIROS, Valéria Zuma (Coord.). Pré-cálculo. 2ª ed. São Paulo: Cengage Learning, 2010. 538p. 5 reimp. 2013. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DEMANA, Franklin D. et al. Pré-cálculo. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2009. 380p. 1 reimp. 2009. IEZZI, Gelson; MURAKAMI, Carlos. Fundamentos de matemática elementar 1: conjuntos, funções. 8ª ed. São Paulo: Atual, 2004. v.1 . 374p. 7 reimp. 2009. SILVA, Sebastião Medeiros da; SILVA, Elio Medeiros da; SILVA, Ermes Medeiros da. Matemática básica para cursos superiores. São Paulo: Atlas, 2002. 227p. 10 reimp. 2010. 225 2ª SÉRIE 226 DESENHO BÁSICO PARA ARQUITETURA EMENTA Normas e técnicas de representação do espaço arquitetônico aplicadas ao desenvolvimento de trabalhos práticos, envolvendo o estudo preliminar, o anteprojeto e o projeto de arquitetura e do urbano. Desenho de arquitetura em duas dimensões utilizando uma ferramenta da computação gráfica (sistema CAD). BIBLIOGRAFIA BÁSICA CHING, Francis D. K. Representação gráfica em arquitetura. 3.ed. Porto Alegre: Bookman Companhia Editora, 2000. 192p. Reimp. 2008. JORGE, Sonia. Desenho geométrico: idéias e imagens. 2.ed. São Paulo: Saraiva, 1999. 158p. MONTENEGRO, Gildo A. Desenho de projetos. São Paulo: Edgar Blucher, 2007 reimp. 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DAGOSTINO, Frank R. Desenho arquitetônico contemporâneo. São Paulo: Hemus, 2009. MONTENEGRO, Gildo A. Desenho arquitetônico: para cursos técnicos de 2º grau e faculdade de arquitetura. 4ª ed. São Paulo: Edgard Blücher, 2001. 167p. 7 reimp. 2010. NEUFERT, Ernst, NEUFERT, Peter. Arte de projetar em arquitetura: princípios, normas, regulamentos sobre projeto, construção, forma, necessidades e relações espaciais, dimensões de edifícios, ambientes, mobiliário, objetos. 17ª ed. Barcelona: Gustavo Gili, 2009. 227 ESTÉTICA E HISTÓRIA DA ARTE EMENTA Retrospectiva histórica e dialética sobre a criação artística ao longo da evolução humana. As diversas representações da arte e sua formas de expressão. A interrelação entre os valores estéticos, culturais e sociais ao longo da história da humanidade. BIBLIOGRAFIA BÁSICA GOMBRICH, Ernest Hans. A história da arte. 16ª Ed. Tradução Álvaro Cabral. Rio de Janeiro: LTC, 1995 reimp. 2008. PROENÇA, Graça. História da arte. 17ª ed. São Paulo: Ática, 2007 reimp. 2012. WÖLFFLIN, Heinrich. Conceitos fundamentais da história da arte: o problema da evolução dos estilos na arte mais recente. Coleção A. 4ª ed. São Paulo: Martins Fontes, 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ARGAN, Giulio Carlo. História da arte como história da cidade. 5ª Edição. São Paulo: Martins Fontes, 2005 tir. 2010. BOURRIAUD, Nicolas. Estética relacional. São Paulo: Martins, 2009. GRAEFF, Edgar A. Arte e técnica na formação do arquiteto. 1. ed. São Paulo: STUDIO NOBEL/FUND. V. ARTIGAS, 1995. 142. 228 ESTUDOS SOCIO-ECONÔMICOS E AMBIENTAIS PARA ARQUITETURA EMENTA Vínculos do homem com a natureza e incorporação dos valores ecológicos ao ambiente construído pela sociedade. A globalização e o desenvolvimento sustentável. Exigências legais brasileiras e internacionais para a implantação do ambiente construído ecologicamente equilibrado. O projeto de arquitetura, urbanismo e paisagismo e a viabilidade econômico-ambiental da obra: licenciamento ambiental. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BRAUN, Ricardo. Novos paradigmas ambientais: desenvolvimento ao ponto sustentável. 3ª ed. Petrópolis: Vozes, 2008. BOTTOMORE, T. B. Introdução à sociologia. 8.ed. RIO DE JANEIRO: Zahar, 1981. 318p. LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Sociologia geral. 7.ed. São Paulo: Atlas, 1999. 373p. 9 reimp. 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DREW, David. Processos interativos homem – meio ambiente. 7ª edição. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2010. MAY, Peter H. (Org.). Economia do meio ambiente: teoria e prática. 2ª Ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. REIS, Lineu Belico dos; CARVALHO, Cláudio Elias; FADIGAS, Eliane A. Amaral. Energia, recursos naturais e a prática do desenvolvimento sustentável. 2ª Ed. Barueri: Manole, 2012. 229 EXPRESSÃO GRÁFICA PARA ARQUITETURA EMENTA O desenho como linguagem e sua normalização. Projeções ortográficas e elementos de desenho. A aplicação técnica do desenho na Arquitetura e Urbanismo. Desenho Básico em duas dimensões utilizando uma ferramenta da computação gráfica (sistema CAD). BIBLIOGRAFIA BÁSICA BALDAM, Roquemar; COSTA, Lourenco. AutoCAD 2011 - utilizando totalmente. São Paulo: Érica, 2010. CHING, Francis D. K. Representação gráfica em arquitetura. 3.ed. Porto Alegre: Bookman Companhia Editora, 2000. 192p. Reimp. 2008. MAGUIRE, D. E; SIMMONS, C. H. Desenho técnico. São Paulo: Hemus, 2004 reimp. 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR LIMA, Claudia Campos. Estudo dirigido de AutoCAD 2011. São Paulo: Érica: 2010. MICELI, Maria Teresa; FERREIRA, Patricia. Desenho técnico básico. 2ª ed. Rio de Janeiro: Imperial Novo Milênio, 2008. 143p. NEIZEL, Ernst. Desenho técnico para a construção civil; tradução de Marion Luiza Schmieske, adaptação de Karl H. K. Schmieske. São Paulo: EPU-EDUSP, 1974 reimp. 2010. 230 PSICOLOGIA DO AMBIENTE EMENTA A Psicologia enquanto ciência e suas relações com as diversas áreas do conhecimento, atuação profissional e suas implicações no cotidiano, enfocando a relação pessoaambiente e as implicações dessa relação para a compreensão e percepção do espaço. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CHING, Francis D. K. Arquitetura: forma, espaço e ordem; Tradução: Alvamar Helena Lampaulli. 2ª Ed. São Paulo: Martins Editora, 2008. COELHO NETTO, José Teixeira. A construção do sentido na arquitetura. Coleção Debates (144). 5ª Edição. São Paulo: Perspectiva, 2009. DEL RIO, Vicente. Introdução ao desenho urbano no processo de planejamento. São Paulo: Pini, 1990. 198p. Reimp. 1997. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FRANCO, Maria de Assunção Ribeiro. Desenho ambiental: uma introdução à arquitetura da pesquisa com o paradigma ecológico. São Paulo: Annablume, 2000. 224p. LYNCH, Kevin. A imagem da cidade. 2ª Ed. São Paulo: Martins Fontes, 2010. UNWIN, Simon. Exercícios de Arquitetura - Aprendendo a Pensar Como Um Arquiteto. SP: Bookman, 2013. 231 3ª SÉRIE 232 CRIATIVIDADE E VISUALIZAÇÃO 3D EMENTA Fundamentos da construção do desenho. Processos e técnicas elementares de obtenção da imagem e sua expressão como meio de comunicação gráfica. Criatividade e o desenho de observação. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CHING, Francis D. K. Arquitetura, forma, espaço e ordem; Tradução: Alvamar Helena Lampaulli – São Paulo: Martins Fontes, 1998. MONTENEGRO, Gildo A. A perspectiva dos profissionais. 2ª Ed. São Paulo: Edgard Blücher, 2010. MONTENEGRO, Gildo. Inteligência visual e 3D. São Paulo: Edgard Blücher, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CHING, Francis D. K. Representação gráfica em arquitetura. 5ª Ed. Porto Alegre: Bookmann/ Artmed, 2011. FRENCH, Thomas E. Desenho técnico e tecnologia gráfica. 7.ed. São Paulo: Globo, 2002. 1093p. MONTENEGRO, Gildo A. Desenho de projetos. São Paulo: Edgar Blucher, 2007. reimp. 2009. 233 INTRODUÇÃO ÀS ESTRUTURAS EMENTA Esforços nas estruturas: tração, compressão, esforço normal, momento fletor, momento torsor. Conceito e análise das tensões e deformações. Lei de Hooke. Propriedades geométricas das figuras planas, tensões e deformações em vigas, equação da linha elástica e aspectos gerais das estruturas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BEER, Ferdinand P; JOHNSTON JR., E. Russel. Resistência dos materiais. 3ª ed. São Paulo: Editora McGraw-Hill do Brasil, 1995 reimp. 2012. MELCONIAN, Sarkis. Mecânica técnica e resistência dos materiais. 18ª Ed. São Paulo: Erica, 2007 reimp. 2012. REBELLO, Yopanan Conrado Pereira. A concepção estrutural e a arquitetura. Porto Alegre: Zigurate Editora, 2011. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CHING, Onouye e Zuberbuhler. Sistemas estruturais ilustrados. Porto Alegre: Artmed, 2010. PINTO, Carlos De Sousa. Curso básico de mecânica dos solos. 3ª Edição. São Paulo: Oficina de Texto, 2006 reimp. 2009. REBELLO, Yopanan Conrado Pereira. Bases para projeto estrutural na arquitetura. 2ª Edição. Porto Alegre: Zigurate Editora, 2011. 234 PROJETO DE ARQUITETURA: PERCEPÇÃO DO ESPAÇO EMENTA Relações pessoa-ambiente, suas implicações e rebatimento nas propostas arquitetônicas. Correlação forma e função no projeto. Introdução ao projeto: materiais e linguagens de projeto: plástica, volumetria, teoria das cores, texturas, escalas, luz e sombras, ritmo, harmonia e composição. Introdução à metodologia de projeto. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CHING, Francis D. K. Arquitetura: forma, espaço e ordem; Tradução: Alvamar Helena Lampaulli. 2ª Ed. São Paulo: Martins Editora, 2008. COELHO NETTO, José Teixeira. A construção do sentido na arquitetura. Coleção Debates (144). 5ª Edição. São Paulo: Perspectiva, 2009. MALARD, Maria Lúcia. As aparências em arquitetura. Belo Horizonte: EDUFMG, 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR NEUFERT, Ernst, NEUFERT, Peter. Arte de projetar em arquitetura: princípios, normas, regulamentos sobre projeto, construção, forma, necessidades e relações espaciais, dimensões de edifícios, ambientes, mobiliário, objetos. 17.ed. Barcelona: Gustavo Gili, 2004 reimp. 2009. SILVA, Elvan. Uma introdução ao projeto arquitetônico. Porto Alegre: Editora UFRGS, 2006. UNWIN, Simon. Exercícios de Arquitetura: aprendendo a pensar como um arquiteto. São Paulo: Bookman, 2013. 235 REPRESENTAÇÃO GRÁFICA I EMENTA Projetos arquitetônicos. Ferramentas de computação gráfica. Desenhos em duas e três dimensões. Modelagem computacional. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BALDACCI, Janaína Cesar de Oliveira. Design Gráfico e integração com Autodesk 3Ds Max 2010 e Adobe Photoshop CS4 Extended: aprenda os recursos fundamentais de forma prática e visual. São Paulo: Érica, 2009. CAVASSANI, Glauber. Google SKETCHUP PRO 8: ensino prático e didático. São Paulo: Érica, 2012. OLIVEIRA, Adriano de. Estudo dirigido de 3ds Max 2011 – 2010. São Paulo: Érica, 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CAVASSANI, Glayber. V-RAY para Google Sketchup 8 - acabamento, iluminação e recursos avançados para maquete eletrônica para Windows. São Paulo: Erica, 2012. JUSTI, Alexander. Revit Architecture 2010. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2010. SOUZA, Antonio Carlos de; GOMEZ, Luis Alberto; DEBATIN Neto, Arnoldo. Desenhando com Google Sketchup. Florianópolis: Visual Bookd, 2010. 236 TEORIA E HISTÓRIA DO URBANISMO EMENTA Conceituação e conhecimento do fenômeno da urbanização e do urbanismo em seus vários períodos até o presente. Manifestações mais significativas ocorridas na rede urbana internacional e nacional. Novas tendências no debate contemporâneo. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BENÉVOLO, Leonardo. História da cidade. São Paulo: Ed. Perspectiva, 2001. Reimp. 2011. 728 pag. CHOAY, Francoise. O urbanismo. 6ª Ed. São Paulo: Perspectiva, 2008. HALL, Peter. Cidades do amanhã: Uma história intelectual do planejamento e do projeto urbanos no século XX. São Paulo: Perspectiva, 1995. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR GOITIA, Fernando Chueca. Breve história do urbanismo. 4ª ed. Lisboa: Presença, 1996. 226p. 2003. LYNCH, Kevin. A imagem da cidade. 2ª Ed. São Paulo: Martins Fontes, 2010. MUMFORD, Lewis. A Cidade na História: suas origens, desenvolvimento e perspectivas. São Paulo: Martins Fontes, 2008. 742 pag. 237 4ª SÉRIE 238 CONFORTO TÉRMICO E EFICIÊNCIA ENERGÉTICA EMENTA Conceitos, materiais e técnicas necessárias ao desempenho térmico das edificações e nível de conforto para os usuários, de acordo com os fatores climáticos de cada região. Técnicas de ventilação, condicionamento de ar e conservação de energia. Arquitetura e meio ambiente. Projetação arquitetônica com foco na sustentabilidade BIBLIOGRAFIA BÁSICA CHIFFER, Sueli Ramos. Manual de conforto térmico. 6. Ed. São Paulo: Studio Nobel, 2009. CUNHA, Eduardo G. da (org.). Elementos de arquitetura de climatização natural. 1ª Ed. Porto Alegre: Masquatro, 2006. FROTA, Anésia Barros. Manual de conforto térmico. 0.ed. São Paulo: Studio Nobel, 1995. 243p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CORBELLA, Oscar. Em busca de uma arquitetura sustentável para os trópicos. 2ª Ed. Rio de Janeiro: Revan, 2010. LAMBERTS, Roberto. Eficiência energética na arquitetura. 0.ed. São Paulo: PW, 1997. 188p. MONTENEGRO, Gildo A. Ventilação e cobertas: a arquitetura tropical na prática, estudo teórico, histórico e descontraído. São Paulo: Edgard Blücher, 1984 reim. 2008. 239 HISTÓRIA DA ARQUITETURA: DA ANTIGUIDADE Á ARQUITETURA MODERNA EMENTA Fatores que influenciaram o processo de produção do espaço edificado. Principais teorias e correntes do pensamento arquitetônico e urbanístico: da antiguidade clássica à Revolução Industrial. Surgimento, desenvolvimento e consolidação da arquitetura moderna. Propostas teóricas projetuais que subsidiaram a adoção da forma padrão na arquitetura em nível nacional e internacional. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BENEVOLO, Leonardo. Introdução à Arquitetura. Lisboa: Edições 70, 2009. BENEVOLO, Leonardo. História da arquitetura moderna. 4ª ed. São Paulo: Perspectiva, 2009. PEVSNER, Nikolaus. Origens da arquitetura moderna e do design. 3ª ed. São Paulo: Martins Fontes, 2001. 224p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR COUTINHO, Evaldo. O espaço da arquitetura. 2ª ed. São Paulo: Perspectiva, 1998. 239p. CURTIS, William. Arquitetura Moderna desde 1900. 3ª ed. RS: Novo Ambiente, 2008. HALL, Peter. Cidades do Amanhã. 1ª Ed. São Paulo: Perspectiva, 1995 reimp. 2009. 240 PROJETO DE ARQUITETURA: HABITAÇÃO EMENTA Projeto de unidades habitacionais unifamiliares e multifamiliares, com ênfase na resolução dos aspectos funcionais da moradia. Relações entre aspirações dos usuários e condicionantes físicos, ambientais, legais e socio-culturais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA GURGEL, Miriam. Projetando espaços: guia de arquitetura de interiores para áreas residenciais. 4ª ed. São Paulo: Senac São Paulo, 2007. 301p. MCLEOD, Virginia. Detalhes construtivos da arquitetura residencial contemporânea. São Paulo: Bookman, 2009. NEUFERT, Ernst, NEUFERT, Peter. Arte de projetar em arquitetura: princípios, normas, regulamentos sobre projeto, construção, forma, necessidades e relações espaciais, dimensões de edifícios, ambientes, mobiliário, objetos. 17.ed. Barcelona: Gustavo Gili, 2004 reimp. 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FORSETH, Kevin. Projetos em Arquitetura. 0.ed. São Paulo: Hemus, 2004. 223p. GURGEL, Miriam. Organizando espaços: guia de arquitetura de interiores para áreas residenciais. São Paulo: SENAC, 2009 reimp. 2011. MONTENEGRO, Gildo A. Ventilação e cobertas: a arquitetura tropical na prática, estudo teórico, histórico e descontraído. São Paulo: Edgard Blücher, 1984. 128p. 241 PROJETO DE URBANISMO: ESPAÇO COLETIVO EMENTA Visão geral das questões que fundamentam os estudos urbanos nos aspectos sociais, econômicos e ambientais. Ferramentas de leitura e diagnóstico dos sítios urbanos numa perspectiva de intervenção físico-territorial e de melhorias da qualidade de vida da população. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CAMPOS Filho, Cândido Malta. Reinvente seu bairro: caminhos para você participar do planejamento de sua cidade. São Paulo: 34, 2003. 222p. LIMA, Evelyn Furquim Werneck (Org.); MALEQUE, Miria Roseira (Org.). Espaço e cidade: conceitos e leitura. 2ª Ed. Rio de Janeiro: 7 Letras, 2008. LYNCH, Kevin. A imagem da cidade. 2ª Ed. São Paulo: Martins Fontes, 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CARLOS, Ana Fani Alexandre. O espaço urbano, novos escritos sobre a cidade. São Paulo: Contexto, 2009. ROAF, Sue; CRICHTON, David; NICOL, Fergus. A adaptação de edificações e cidades às mudanças climáticas: um guia de sobrevivência para o século XXI. Porto Alegre: Artmed, 2009. ROSSI, Aldo. A arquitetura da cidade. 2ª ed. São Paulo: Martins Fontes, 2001. 309p. 242 REPRESENTAÇÃO GRÁFICA II EMENTA Critérios necessários à humanização dos projetos arquitetônicos e urbanísticos. Desenvolvimento de layout, criação, diagramação e tratamento de imagens vetoriais e bitmap para apresentação final do projeto. BIBLIOGRAFIA BÁSICA LEGGITT, Jim. Desenho de arquitetura: técnicas e atalhos que usam tecnologia. Porto Alegre: Bookman, 2004. 208p. Reimp. 2006. MONTENEGRO, Gildo A. Desenho arquitetônico: para cursos técnicos de 2º grau e faculdade de arquitetura. 4ª ed. São Paulo: Edgard Blücher, 2001. 167p. 7 reimp. 2010. PRIMO, Lane. Estudo dirigido de Corel Draw X5 em português 2010. São Paulo: Érica, 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BERGSTRÖM, Bo. Fundamentos da comunicação visual. Tradução: Rogério Bettoni. São Paulo: Rosari, 2010. CHING, Francis D. K. Representação gráfica em arquitetura. 3ª Ed. Porto Alegre: Bookmann/ Artmed, 2011. FITIPALDI, Mario. Photoshop Essencial 2010. São Paulo: Europa, 2011. 243 5ª SÉRIE 244 CONFORTO ACÚSTICO E LUMÍNICO EMENTA Conceitos e informações básicas de acústica e iluminação necessárias a projetos arquitetônicos e suas aplicações. Recursos naturais e estratégias para utilização da iluminação natural. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BISTAFA, Sylvio R. Acústica aplicada ao controle do ruído. São Paulo: Edgard Blücher, 2009. CARVALHO, Régio Paniago. Acústica arquitetônica. 2ª edição. Brasília: Thesaurus, 2010. COSTA, Ennio Cruz da. Acústica técnica. São Paulo: Edgard Blücher, 2003. 127p. 1 reimp. 2008. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MASCARÓ, Lúcia (Org.). A iluminação de espaços urbanos. Porto Alegre: Masquatro, 2006. 193p. SILVA, Mauri Luiz da. Iluminação: simplificando o projeto. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2009. SILVA, Mauri Luiz da. Luz, lâmpadas & iluminação: produtos, características, aplicações e efeitos. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2008. 245 HISTÓRIA DA ARQUITETURA BRASILEIRA EMENTA Evolução da arquitetura no Brasil: do período colonial (influências provocadas pelos diferentes colonizadores) até a construção de Brasília. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BRUAND, Yves. Arquitetura contemporânea no Brasil. 5ª Ed. São Paulo, Perspectiva, 2010 reimp. 2012. REIS FILHO, Nestor Goulart. Quadro da arquitetura no Brasil. 12ª Ed. São Paulo: Perspectiva, 2013. WEIMER, Günter. Arquitetura popular brasileira. 2ª ed. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2012. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BANGS, Herbert. O retorno da arquitetura sagrada: a razão áurea e o fim do modernismo. São Paulo: Pensamento, 2007 2010. FRADE, Gabriel. Arquitetura Sagrada no Brasil: Sua Evolução Até as Vésperas do Concílio Vaticano II. São Paulo: Loyola, 2010. MINDLIN, Henrique e. Arquitetura moderna no Brasil. 2ª ed. Rio de Janeiro: [s.n.], 2000. 286p. 246 MODELAGEM FÍSICA TRIDIMENSIONAL EMENTA Desenvolvimento de sistemas e linguagem visual através da representação gráfica relacionadas à arquitetura e ao urbanismo. A plástica no campo arquitetônico: formas planas e espaciais e suas aplicações no projeto arquitetônico, como maquete, na comunicação visual como cor, e harmonia e desenho industrial como protótipo. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CHING, Francis D.K. Representação gráfica em arquitetura. 3ª Ed. Porto Alegre: Bookmann/Artmed, 2011. MONTENEGRO, Gildo A. A perspectiva dos profissionais. 2ª Ed. São Paulo: Edgard Blücher, 2010. MONTENEGRO, Gildo. Inteligência visual e 3D. São Paulo: Edgard Blücher, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR GOMES FILHO, João. Gestalt do objeto: sistema de leitura visual da forma. 9ª Ed. São Paulo: Escrituras, 2009 reimp 2010. MONTENEGRO, Gildo. Desenho de projetos. 1ª Ed. São Paulo: Edgard Blücher, 2007 reimp 2009. WONG, Wucius. Princípios de forma e desenho. 2ª Ed. São Paulo: Martins Fontes, 1998 tir. 2007. 247 PROJETO DE ARQUITETURA: ACESSIBILIDADE EMENTA Normas de acessibilidade para Portadores de Necessidades Especiais – PNE em projetos de Unidades Educacionais: exercício de simbolização e expressão estética; resolução dos aspectos funcionais. Metodologia projetual para a concepção arquitetônica: correlação entre função, estrutura e significado da forma. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CHING, Francis D. K. Arquitetura: forma, espaço e ordem. 0.ed. São Paulo: Martins Fontes, 1998. 399p. LEGGITT, Jim. Desenho de arquitetura: técnicas e atalhos que usam tecnologia. Porto Alegre: Bookman, 2004. 208p. MCLEOD, Virginia. Detalhes construtivos da arquitetura residencial contemporânea. São Paulo: Bookman, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR COELHO NETTO, José Teixeira. A construção do sentido na arquitetura. Coleção Debates (144). 5ª Edição. São Paulo: Perspectiva, 2009. MONTANER, Josep Maria. Arquitetura e Crítica. Barcelona: Gustavo Gili, 2007. NEUFERT, Ernst, NEUFERT, Peter. Arte de projetar em arquitetura: princípios, normas, regulamentos sobre projeto, construção, forma, necessidades e relações espaciais, dimensões de edifícios, ambientes, mobiliário, objetos. 17.ed. Barcelona: Gustavo Gili, 2004 reimp. 2009. 248 PROJETO DE URBANISMO: MORFOLOGIA E DESENHO URBANO EMENTA Fundamentos da história urbana da antiguidade à modernidade. Modelos e matrizes da ideologia do planejamento urbano ao longo da história como forma de compreensão da morfologia das cidades. Projetos de espaços públicos integrados aos conceitos de paisagismo urbano e preservação do patrimônio ambiental das cidades. Princípios do desenho urbano. BIBLIOGRAFIA BÁSICA HALL, Peter. Cidades do amanhã: Uma história intelectual do planejamento e do projeto urbanos no século XX. São Paulo: Perspectiva, 1995 reimp. 2009. Coleção Estudos 123. LAMAS, José Manuel Ressano Garcia. Morfologia urbana e desenho da cidade. 4ª ed. Porto: Fundação Calouste Gulbenkian, 2007. VILLAÇA, Flávio. Espaço intra-urbano no Brasil. 2ª Ed. São Paulo: Studio Nobel & Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, 2001 reimp. 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CHOAY, FRANCOISE. O urbanismo. 6ª Ed. São Paulo: Perspectiva, 2008. FRANCO, Maria de Assunção Ribe. Desenho ambiental. São Paulo: Metalivros, 2000. VARGAS, Heliana Comin; CASTILHO, Ana Luisa Howard de. Intervenções em centros urbanos: objetivos, estratégias e resultados. 2ª Ed. São Paulo: Manole, 2008. 249 6ª SÉRIE 250 ESTRUTURAS DE CONCRETO PARA ARQUITETURA EMENTA Resistência e empregabilidade dos materiais componentes das estruturas de concreto. Lançamento de estruturas em projetos residenciais unifamiliares e multifamiliares. Cálculo de pequenas estruturas em concreto armado. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BOTELHO, Manoel Henrique Campos. Concreto armado eu te amo. 6ª Ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2010 reimp. 2011. BOTELHO, Manoel Henrique Campos; MARCHETTI, Osvaldemar. Concreto armado eu te amo. Volume 2. 2ª Ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2011. REBELLO, Yopanan Conrado Pereira. Bases para projeto estrutural na arquitetura. 2ª Edição. Rio Grande do Sul: Zigurate Editora, 2011. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALONSO, Urbano Rodriguez. Exercícios de fundações. 2ª Ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2010. BOTELHO, Manoel Henrique Campos. Concreto Armado: Eu Te Amo para Arquitetos. 2ª Ed. SP: Edgard Blucher, 2011. ROSSIGNOLO, João Adriano. Concreto leve estrutural. São Paulo: Pini, 2009. 251 HISTÓRIA DA ARQUITETURA CONTEMPORÂNEA EMENTA Movimentos culturais e arquitetônicos no limiar do século XXI no Brasil e no mundo. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BARBOSA, Lívia; CAMPBELL, Colin. Cultura, consumo e identidade. Rio de Janeiro: FGV, 2006 reimp. 2012. BENÉVOLO, Leonardo. A Arquitetura no novo milênio. São Paulo: Estação da Liberdade, 2011. BRUAND, Yves. Arquitetura contemporânea no Brasil. 5ª ed. São Paulo: Perspectiva, 2010 reimp. 2012. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FRAMPTON, Kenneth. História crítica da arquitetura moderna. 2ª Ed. São Paulo: Martins Fontes, 2008 reimp. 2012. RATTENBURY, Kester. Arquitetos contemporâneos. Lisboa: Viana & Mosley, 2007. ZEVI, Bruno. Saber ver arquitetura. 6ºed. São Paulo: Editora WMF/Martins Fontes, 2009 reimp. 2011. 252 MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO EMENTA Materiais empregados na construção civil, suas propriedades e aplicações de acordo com as necessidades do projeto em cada etapa da obra. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BRUAND, Yves. Arquitetura contemporânea no Brasil. 5ª ed. São Paulo: Perspectiva, 2010. Reimp. 2012. FRAMPTON, Kenneth. História crítica da arquitetura moderna. 2ª Ed. São Paulo: Martins Fontes, 2008 reimp. 2012. RATTENBURY, Kester. Arquitetos contemporâneos. Lisboa: Viana & Mosley, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FAZENDA, Jorge M. R. Tintas imobiliárias de qualidade 2010. 14ª Ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2010. SCHMIDT, Walfredo. Materiais Elétricos. 3ª Ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2010. ZEVI, Bruno. Saber ver arquitetura. 6ºed. São Paulo: Editora WMF/Martins Fontes, 2009 reimp. 2011. 253 PROJETO DE ARQUITETURA: SISTEMAS CONSTRUTIVOS INDUSTRIALIZADOS EMENTA Projeto de edificações comerciais e de serviço; sistemas construtivos industrializados. Metodologia projetual para a concepção arquitetônica, sintetizando a correlação entre função, estrutura e significado da forma. BIBLIOGRAFIA BÁSICA LEGGITT, Jim. Desenho de arquitetura: técnicas e atalhos que usam tecnologia. Porto Alegre: Bookman, 2004. 208p. MONTENEGRO, Gildo A. Ventilação e cobertas: a arquitetura tropical na prática: estudo teórico, histórico e descontraído. São Paulo: Edgard Blücher, 2003. 128p. PRONK, Emile. Dimensionamento em Arquitetura. 7ª ed. João Pessoa: Universitária/UFPB, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CERVER, Francisco Asensio. Espacios comerciales: restaurantes. 0.ed. England: ARCO Editorial Ltda, 1996c. 157p. FRENCH, Hilary. Mais importantes conjuntos habitacionais do século XX: Plantas. São Paulo: Bookman, 2009. MONTANER, Josep Maria. Arquitetura e Crítica. Barcelona: Gustavo Gili, 2007. 254 PROJETO DE URBANISMO: INSTRUMENTOS DE CONTROLE URBANO EMENTA Dinâmicas de gestão e planejamento urbano, compreendendo o processo de concepção de instrumentos de controle urbanístico e a aplicação da legislação urbana. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ACIOLY, Cláudio. Densidade urbana: um instrumento de planejamento e gestão urbana. Rio de Janeiro: Mauad, 1998. 104p. CAMPOS Filho, Cândido Malta. Reinvente seu bairro: caminhos para você participar do planejamento de sua cidade. São Paulo: 2003. 222p. LOPES, Rodrigo. A cidade intencional: O planejamento estratégico de cidades. Rio de Janeiro: Mauad 1998. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MARGARETTE, Tânia. Qualidade de Vida, Planejamento e Gestão Urbana. São Paulo: Bertrand Brasil, 2009. PONTES, Daniele Regina; FARIA, José Ricardo Vargas de. Direito municipal e urbanístico. Paraná: IESDE, 2008. VILLAÇA, Flávio. Reflexões sobre as cidades brasileiras. SP: Nobel, 2012. 255 7ª SÉRIE 256 ESTRUTURAS DE METAL E MADEIRA PARA ARQUITETURA EMENTA Materiais metálicos e de madeira na arquitetura. Estruturas em aço e madeira: características, propriedades, emprego, esforços e dimensionamento. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CALIL Junior, Carlito (Ed.); MOLINA, Julio Cesar (Ed.). Coberturas em estruturas de madeira: exemplos de cálculo. São Paulo: Pini, 2010. PFEIL, Walter; PFEIL, Michele. Estruturas de madeira: dimensionamento segundo a norma brasileira NBR 7190/97 e critérios das normas norte-americana NDS e européia EUROCODE 5. 6ª ed. Rio de Janeiro: LTC - Livros Técnicos e Científicos, 2003 reimp. 2013. PINHEIRO, Antonio Carlos da Fonseca Bragança. Estruturas metálicas: cálculos, detalhes, exercícios e projetos. 2ª Ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MOLITERNO, Antonio. Caderno de projetos de telhados em estruturas de madeira. 4ª Ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2010. PFEIL, Walter; PFEIL, Michèle. Estruturas de aço: dimensionamento prático. 8ª ed. Rio de Janeiro: LTC - Livros Técnicos e Científicos, 2009 reimp. 2012. SILVA, Valdir Pignatta; PANNONI, Fabio Domingos. Estruturas de aço para edifícios: aspectos tecnológicos e de concepção. São Paulo: Blücher, 2010. 257 PROJETO DE ARQUITETURA: ABORDAGEM BIOCLIMÁTICA EMENTA Projeto para edificações de hospedagem com ênfase na arquitetura bioclimática. Utilização de recursos naturais e materiais regionais. Metodologia projetual na concepção da sustentabilidade. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ANDRADE, Nelson; BRITO, Paulo Lucio de. Hotel: Planejamento e projeto. 9ª Ed. São Paulo: SENAC, 2007. CUNHA, Eduardo G. da (org.). Elementos de arquitetura de climatização natural. Porto Alegre: Masquatro, 2006. MONTENEGRO, Gildo A. Ventilação e cobertas: a arquitetura tropical na prática, estudo teórico, histórico e descontraído. São Paulo: Edgard Blücher, 2008. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CORBELLA, Oscar. Em busca de uma arquitetura sustentável para os trópicos. 2ª Ed. Rio de Janeiro: Revan, 2010. FREDERICK, Matthew. 101 lições que aprendi na escola de arquitetura. São Paulo: Martins, 2010. OLGYAY, Victor. Arquitectura y clima: manual de diseño bioclímatico para arquitectos y urbanistas. 1ª Ed. Barcelona: Gustavo Gili, 2006. 258 PROJETO ESPECIAL: ARQUITETURA DE INTERIORES EMENTA Elementos que compõem os projetos de arquitetura para interiores, decoração e ambientação. Ocupação racional e estética dos espaços físicos: função e conforto do usuário. BIBLIOGRAFIA BÁSICA GOMES FILHO, João. Gestalt do Objeto: sistema de leitura visual da forma. 2ª ed. São Paulo: Escrituras, 2009. MANCUSO, Clarice. Arquitetura de interiores e decoração: A arte de viver bem. 6ª Ed. Porto Alegre: Sulina, 2007. MANCUSO, Clarice. Guia prático do design de interiores. Rio Grande do Sul: Sulina, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR GURGEL, Miriam. Organizando Espaços. São Paulo: SENAC, 2009. LUPTON, Ellen; PHILLIPS, Jennifer Cole. Novos Fundamentos do Design. SP: Cosac Naify, 2008. NEUFERT, Ernst, NEUFERT, Peter. Arte de projetar em arquitetura: princípios, normas, regulamentos sobre projeto, construção, forma, necessidades e relações espaciais, dimensões de edifícios, ambientes, mobiliário, objetos. 17.ed. Barcelona: Gustavo Gili, 2004 reimp. 2009. 259 PROJETO ESPECIAL: HABITAÇÃO DE INTERESSE SOCIAL EMENTA Projeto de parcelamento do solo em área de interesse social. Análise físico-territorial e sócio-econômica: minimização de impactos. Projeto de unidade habitacional de interesse social. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CAMPOS Filho, Cândido Malta. Reinvente seu bairro: caminhos para você participar do planejamento de sua cidade. São Paulo: 2003. 222p. LIMA, Antônia Jesuíta de. Cidades brasileiras: atores, processos e gestão pública. São Paulo: Autêntica, 2007. MASCARO, Juan Luis. Loteamentos urbanos. 2. ed. Porto Alegre: Masquatro, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR LYNCH, Kevin. A imagem da cidade. 2. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2011. VARGAS, Heliana Comin; CASTILHO, Ana Luisa Howard de. Intervenções em centros urbanos: objetivos, estratégias e resultados. 2. ed. São Paulo: Manole, 2009. RIFRANO, Luiz. Avaliação de projetos habitacionais: determinando a funcionalidade da moradia social. São Paulo: Ensino Profissional, 2006. 260 TOPOGRAFIA PARA ARQUITETURA EMENTA Introdução à Topografia e a estudos cartográficos, leitura, interpretação e edição planialtimétrica. Interpretação de cartas e diagramas e sua aplicação na arquitetura. Noções de aerofotogrametria e geoprocessamento. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CASACA, João M. Topografia geral. 4ª Ed. Rio de Janeiro: LTC (Grupo GEN), 2007. MASCARÓ, Juan Luis. Loteamentos Urbanos. 2ª ed. Porto Alegre: Editor. 2005. MCCORMAC, Jack. Topografia. 5ª Ed. Rio de Janeiro: LTC (Grupo GEN), 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BORGES, Alberto de Campos. Topografia aplicada à engenharia civil. 2ª ed. São Paulo: Edgard Blücher, 1977 reimp. 1999. NORDSTROM, Karl F. Recuperação de praias e dunas – 2010. São Paulo: Oficina de Textos, 2010. PASSOS, Eduardo; KASTRUP, Virginia; ESCOSSIA, Liliana da. (orgs.). Pistas do método da cartografia: pesquisa, intervenção e produção de subjetividade. Rio Grande do Sul: Sulina, 2009. 261 8ª SÉRIE 262 CANTEIROS E TÉCNICAS CONSTRUTIVAS EMENTA Planejamento inicial da obra com implantação do Canteiro. Noções básicas de orçamento, acompanhamento do cronograma estabelecido e das diversas etapas da construção. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BORGES, Alberto de Campos. Prática das pequenas construções. São Paulo: Edgard Blücher, 2009. EQUIPE Pini. TCPO. 13 ed. São Paulo: PINI, 2012. SOUZA, Ubiraci E. Lemes de. Projeto e implantação do canteiro. Rio de Janeiro: O Nome da Rosa, 2008 reimp. 2013. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CLELAND, David I; IRELAND, Lewis R. Gerenciamento de projetos. 2ª ed. Rio de Janeiro: LTC - Livros Técnicos e Científicos, 2007. SANTOS, Adriana de Paula Lacerda; JUNGLES, Antonio Edésio. Como gerenciar as compras de materiais na construção civil: diretrizes para implantação da compra proativa. São Paulo: Pini, 2008. VALERIANO, Dalton. Moderno gerenciamento de projetos. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007. 263 INSTALAÇÕES PREDIAIS EMENTA Instalações prediais: água fria e quente; esgoto sanitário; águas pluviais; segurança contra incêndio. Sistema de distribuição de energia elétrica em baixa tensão; instalações elétricas prediais – projetos. Dimensionamento de condutores, eletrodutos e dispositivos de proteção e comando; circuitos de força e iluminação; noções sobre projetos de tubulação telefônica e sistemas de TV; noções sobre instalações de pára-raios e elevadores; luminotécnica básica. Projeto e detalhamento. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CREDER, Hélio. Instalações elétricas. 13.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2007 reimp. 2012. CREDER, Hélio. Instalações hidráulicas e sanitárias. 5.ed. São Paulo: LTC, 2006 reimp. 2012. MELO, Vanderley de Oliveira; AZEVEDO Netto, José Martiniano de. Instalações prediais hidráulico - sanitárias. São Paulo: Edgard Blücher, 2004. 185p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CAMILLO Júnior, Abel Batista. Manual de prevenção e combate a incêndios. 10ª ed. São Paulo: Senac São Paulo, 2008 reimp. 2010. CAVALIN, Geraldo; CERVELIN, Severino. Instalações elétricas prediais: conforme norma NBR 5410:2004. 21ª ed. São Paulo: Érica, 2011 reimp. 2013. MACINTYRE, Archibald Joseph. Instalações Hidráulicas: Prediais e Industriais. Ed. PR: Livros Téc. e Cient. Editora, 2010 reimp. 2012. 264 PROJETO DE ARQUITETURA: DETALHAMENTO EMENTA Elaboração de projeto de unidades de saúde, com ênfase no detalhamento das soluções arquitetônicas aplicadas na sua concepção. BIBLIOGRAFIA BÁSICA GÓES, Ronald Lima de. Manual prático de arquitetura hospitalar. São Paulo: Edgard Blücher, 2011 reimp. 2013. GÓES, Ronald de. Manual prático de arquitetura para clínicas e laboratórios. 2ª Ed. São Paulo: Edgard Blücher, 2010 reimp. 2012. LEGGITT, Jim. Desenho de arquitetura: técnicas e atalhos que usam tecnologia. Porto Alegre: Bookman, 2004. 208p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR COUTO, Renato Camargos; PEDROSA, Tânia Moreira Grillo. Guia prático de controle de infecção hospitalar: epidemiologia, controle e tratamento. 2ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009. MASCARÓ, Juan Luiz. O custo das decisões arquitetônicas no projeto de hospitais. Distrito Federal: Ministério da Saúde. Secretaria de Assistência à Saúde, 1995. MOLITERNO, Antonio. Caderno de projetos de telhados em estruturas de madeira. 4ª ed. São Paulo: Blücher, 2010. 265 PROJETO ESPECIAL: DESENHO DO OBJETO EMENTA Projeto do objeto: aspectos funcionais, ergonômicos e estéticos. Materiais: forma e finalidade do objeto. BIBLIOGRAFIA BÁSICA DUCHER, Robert. Características dos estilos. São Paulo: Martins Fontes, 2001. GOMES FILHO, João. Gestalt do objeto: sistema de leitura visual da forma. 9ª Ed. São Paulo: Escrituras, 2009 reimp. 2010. NEUFERT, Ernst, NEUFERT, Peter. Arte de projetar em arquitetura: princípios, normas, regulamentos sobre projeto, construção, forma, necessidades e relações espaciais, dimensões de edifícios, ambientes, mobiliário, objetos. 17ª ed. Barcelona: Gustavo Gili, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR GURGEL, Miriam. Organizando espaços: guia de decoração e reforma de residências. São Paulo: Senac São Paulo, 2009 reimp. 2011. MANCUSO, Clarice. Arquitetura de interiores e decoração: A arte de viver bem. 6ª Ed. Porto Alegre: Sulina, 2007. MANCUSO, Clarice. Guia prático do design de interiores. Rio Grande do Sul: Sulina, 2005. 266 PROJETO ESPECIAL: PAISAGISMO EMENTA Componentes ambientais da paisagem, história dos jardins, uso da vegetação como importante componente complementar na arquitetura da paisagem e na humanização dos projetos paisagísticos em pequena escala. Paisagem adaptada ao entorno construído e questões ecológicas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ABBUD, Benedito. Criando paisagens: guia de trabalho em arquitetura paisagística. 3ª ed. São Paulo: SENAC - SP, 2010. FARAH, Ivete & SCHLEE, Mônica Bahia & TARDIN, Raquel (ORGS.). Arquitetura paisagística contemporânea no Brasil. São Paulo: SENAC, 2010. VARGAS, Heliana Comin; CASTILHO, Ana Luisa Howard de. Intervenções em centros urbanos: objetivos, estratégias e resultados. 2ª Ed. São Paulo: Manole, 2008. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR LORENZI, Harri. Árvores Brasileiras: manual de identificação e cultivo de plantas arbóreas nativas do brasil. Vol. 2. 3ª Ed. São Paulo: Plantarum, 2009. LORENZI, Harri. Árvores brasileiras: manual de identificação e cultivo de plantas arbóreas nativas do brasil. Vol. 3. São Paulo: Plantarum, 2009. LORENZI, Harri; SOUZA, Hermes Moreira de. Plantas ornamentais no Brasil: arbustivas, herbáceas e trepadeiras. 4ª Ed. São Paulo: Plantarum, 2008. 267 9ª SÉRIE 268 ESTÁGIO SUPERVISIONADO EMENTA Visão integrada entre a aprendizagem teórica e a prática profissional. Atuação na sociedade como um agente de mudanças, desempenhando as atividades que lhe forem atribuídas, com consciência ética, ecológica e social. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BURIOLLA, Marta A. F. O estágio supervisionado. 5° ed. São Paulo: Cortez, 2011. GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 5ª ed. São Paulo: Atlas, 2010. 184p. LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de metodologia científica. 3.ed. São Paulo: Atlas, 1991. 270p. 9ª reimp.. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR AZEVEDO, Cristina Duarte; SAIBRO, Gislaine (orgs). Guia de orientação profissional. 8ª Ed. Rio Grande do Sul: AAI, 2009. BOTELHO, Manoel Henrique Campos. Manual de primeiros socorros do engenheiro e do arquiteto. 2ª ed. São Paulo: Blücher, 2009. DIAS, Marlise There. Construção do conhecimento e metodologia da pesquisa. Natal: Edunp, 2010. 269 ESTUDOS INTEGRADOS EM ARQUITETURA I EMENTA Revisão, atualização e aplicação dos conteúdos apreendidos ao longo do curso, relacionados à arquitetura e ao design de interiores. BIBLIOGRAFIA BÁSICA COELHO NETTO, José Teixeira. A construção do sentido na arquitetura. Coleção Debates (144). 5ª Edição. São Paulo: Perspectiva, 2009. GURGEL, Miriam. Organizando espaços: guia de decoração e reforma de residências. São Paulo: Senac São Paulo, 2009 reimp. 2011. NEUFERT, Ernst, NEUFERT, Peter. Arte de projetar em arquitetura: princípios, normas, regulamentos sobre projeto, construção, forma, necessidades e relações espaciais, dimensões de edifícios, ambientes, mobiliário, objetos. 17ª ed. Barcelona: Gustavo Gili, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CHING, Francis D.K. Dicionário visual de arquitetura. 2ª Ed. São Paulo: Martins Fontes, 2010. GOMES FILHO, João. Gestalt do objeto: sistema de leitura visual da forma. 2ª Ed. São Paulo: Escrituras, 2009. OMSTEIN, Sheila Walbe (org.). Desenho universal - caminhos da acessibilidade no brasil. SP: Annablume, 2010. 270 PATRIMÔNIO E RESTAURO EMENTA Conceitos e preservação do patrimônio. Intervenção em edificação de valor históricocultural: objetivos, critérios, historicidade, contextualização, adequação às condições, ao meio social e ao uso. Projeto de conservação/restauro. Metodologia de intervenção, elaboração e redação de projetos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BOITO, Camillo. Os restauradores. São Paulo: Atelier Editorial, 2008. CHOAY, Françoise. A alegoria do patrimônio. São Paulo; Edições 70, 2006. KUHL, Beatriz Mugayar. Preservação do patrimônio arquitetônico da industrialização: problemas teóricos de restauro. Ateliê Editorial, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BRAGA, Márcia. Conservação e restauro - arquitetura brasileira. RJ: Editora Rio, 2003. DUC, E. E. Viollet Le. Restauração. São Paulo: Ateliê, 2010. MARTINS, Clerton (Org.). Patrimônio cultural. São Paulo: Ed.Roca, 2006. 271 PROJETO DE REQUALIFICAÇÃO DO ESPAÇO CONSTRUIDO EMENTA Projeto de requalificação: especificidades dos tecidos urbanos de valor histórico-cultural. Proposta de intervenção em fração urbana contendo representativo acervo arquitetônico. BIBLIOGRAFIA BÁSICA MARTINS, Clerton (Org.). Patrimônio cultural. São Paulo: Ed.Roca, 2006. MOREIRA, Clarissa da Costa. A cidade contemporânea entre a tabula rasa e a preservação. São Paulo: Universidade Estadual Paulista, 2005. VARGAS, Heliana Comin; CASTILHO, Ana Luisa Howard de. Intervenções em centros urbanos: objetivos, estratégias e resultados. 2ª Ed. São Paulo: Manole, 2008. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BOITO, Camillo. Os restauradores. São Paulo: Atelier Editorial, 2008. DUC, E. E. Viollet Le. Restauração. São Paulo: Ateliê, 2010. PESSOA, José; PICCINATO, Giorgio. Atlas de centros históricos do Brasil. RJ: Casa da Palavra, 2007. 272 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I EMENTA Processo de composição da proposta de estudo. Aspecto metodológicos e normas da ABNT, considerando as atribuições do arquiteto e urbanista e em consonância com relações com a realidade técnica, cultural e socio-econômica da atualidade. BIBLIOGRAFIA BÁSICA AZEVEDO, Cristina Duarte; SAIBRO, Gislaine (orgs). Guia de orientação profissional. 8ª Ed. Rio Grande do Sul: AAI, 2009. DIAS, Marlise There. Construção do conhecimento e metodologia da pesquisa. Natal: Edunp, 2010. PEREIRA, Miguel Alves. Arquitetura: cultura, formação, prática e política profissional. São Paulo: PINI, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CERVO, Amado Luís; BERVIAN, Pedro Alcino. Metodologia científica. 6ª Ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007. LUDWIG, Antonio Carlos Will. Fundamentos e prática de metodologia científica. São Paulo: Vozes, 2009. MATTAR, João. Metodologia científica na era da informática. 3.ed. São Paulo: Saraiva, 2008. 273 10ª SÉRIE 274 EMPREENDEDORISMO EMENTA Ética na iniciação empresarial. O empreendedorismo nos contextos da sociedade contemporânea. O perfil do empreendedor. Atividade empreendedora. Empreendedorismo corporativo. Fatores críticos no empreendedorismo e criatividade do empreendedor no contexto brasileiro. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CHIAVENATO, Idalberto. Empreendedorismo: dando asas ao espírito empreendedor: empreendedorismo e viabilização de novas empresas: um guia eficiente para iniciar e tocar seu próprio negócio. 3ª ed. São Paulo: Saraiva, 2008. 281p. 2 tir. 2009. DEGEN, Ronald Jean. O empreendedor: Como empreender como opção de carreira. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2009. 440p. 1 reimp. 2009. DORNELAS, José Carlos Assis. Empreendedorismo: transformando idéias em negócios. 2ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005. 293p. 7 tir. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CARVALHO, Marly Monteiro de; RABECHINI Júnior, Roque. Construindo competências para gerenciar projetos: teoria e casos. São Paulo: Atlas, 2006. 317p. ISBN: 8522449244. DOLABELA, Fernando. O segredo de Luísa: uma idéia, uma paixão e um plano de negócios: como nasce o empreendedor e se cria uma empresa. Rio de Janeiro: Sextante, 2008. 299p. GOLEMAN, Daniel (Org.). Os grandes empreendedores. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007. 205p. 275 ESTUDOS INTEGRADOS EM ARQUITETURA II EMENTA Revisão, atualização e aplicação dos conteúdos apreendidos ao longo do curso, relacionados ao meio urbano e à arquitetura da paisagem. BIBLIOGRAFIA BÁSICA FELDMAN, Sarah; FERNANDES, Ana (orgs). O urbano e o regional no Brasil contemporâneo - mutações, tensões, desafios. Bahia: EDUFBA, 2007. MASCARO, Lucia; MASCARO, Juan José. Ambiência urbana. 3ª ed. Porto Alegre: Merck Research Laboratories, 2009. ROAF, Sue; CRICHTON, David; NICOL, Fergus. A adaptação de edificações e cidades às mudanças climáticas. Porto Alegre: Artmed, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ABBUD, Benedito. Criando paisagens: guia de trabalho em arquitetura paisagística. 3ª ed. São Paulo: SENAC - SP, 2007. FARAH, Ivete; SCHLEE, Mônica Bahia; TARDIN, Raquel (Orgs.). Arquitetura paisagística contemporânea no Brasil. São Paulo: SENAC, 2009. VARGAS, Heliana Comin; CASTILHO, Ana Luisa Howard de. Intervenções em centros urbanos: objetivos, estratégias e resultados. 2ª Ed. São Paulo: Manole, 2009. 276 GERENCIAMENTO DA CARREIRA PROFISSIONAL EMENTA Ética e organização profissional em relação ao mercado de trabalho. Legislação que regulamenta a profissão, modalidades do exercício profissional, organizações nacionais e internacionais de classe. Aplicação da legislação no exercício da profissão da arquitetura e do urbanismo. Procedimentos de licenciamento de projetos e gestão de empreendimentos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BENNETT, Carole. Ética profissional. São Paulo: Cengage Learning, 2009. BOFF, Leonardo. Ética de vida: a nova centralidade. São Paulo: Record, 2009. GALLO, Silvio. Ética e Cidadania: caminhos da filosofia. 8ª. ed. São Paulo: Papirus, 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR PEREIRA, Miguel Alves. Arquitetura: cultura, formação, prática e política profissional. São Paulo: PINI, 2005. SALES, Mione Apolinario. (In)visibilidade perversa. São Paulo: Editora Cortez, 2007. VAZQUEZ, Adolfo Sanchez. Ética. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2011. 277 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO II EMENTA Desenvolvimento de um projeto que possibilite um exercício acadêmico de complexidade, onde estarão implícitas as competências e habilidades do aluno, considerando o caráter interdisciplinar da profissão e as suas atribuições definidas pelo CAU e em conformidade com o regulamento da Universidade Potiguar para o TCC. BIBLIOGRAFIA BÁSICA AZEVEDO, Cristina Duarte; SAIBRO, Gislaine (orgs). Guia de orientação profissional. 8ª Ed. Rio Grande do Sul: AAI, 2009. BREGATTO/FERREIRA/KO. Arquitetura e urbanismo: Posturas, Tendências e Reflexões. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2008. PEREIRA, Miguel Alves. Arquitetura: cultura, formação, prática e política profissional. São Paulo: PINI, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CERVO, Amado Luís; BERVIAN, Pedro Alcino. Metodologia científica. 6ª Ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007. DIAS, Marlise There. Construção do conhecimento e metodologia da pesquisa. Natal: Edunp, 2010. MATTAR, João. Metodologia científica na era da informática. 3.ed. São Paulo: Saraiva, 2008.