Designer do logotipo: Henrique Semide, 9.º B
O Atelier de Artes Plásticas, juntamente com as turmas A, G e H, do 5.º ano, e as
turmas F e G, do 6.º ano, reutilizaram jornais e revistas para construírem a Árvore de
Natal da nossa escola. Centenas de rolinhos, transformados em espirais, foram colados
numa superfície cónica, com pequenos apontamentos de luz e cor.
Já o Presépio foi construído segundo a
fevereiro 2015
técnica do Kirogami, arte tradicional japonesa de recorte de papel.
Utilizando uma mesma folha branca como suporte e corpo das figuras
recortados, as sombras projetam-se, criando um efeito cénico surpreendente. Mais uma vez a
Câmara Municipal do Porto laureou-nos com a atribuição do 1.º prémio no Concurso de Presépios. ■
Profs. Luís Raimundo e Sílvia Pinto
O nosso aluno Francisco Pessanha Passos Mesquita Montes, do 6.º D,
participou no Campeonato Nacional de Inverno de Natação Adaptada
realizado na Mealhada nos dias 7 e 8 de fevereiro de 2015.
O Francisco ganhou 4 medalhas de ouro nas provas individuais, 1 medalha
de prata e outra de bronze nas estafetas. Este sucesso é o resultado do interesse e
No âmbito do Desporto Escolar,
empenho do aluno pela atividade. Neste sentido, a comunidade escolar congratula-se e
decorreu mais uma vez um torneio
espera que o aluno alcance novas vitórias. ■
de badminton na escola sede do Agrupa-
Educação Especial
mento de Escolas Garcia de Orta.
A Escola Básica Francisco Torrinha participou na competição com uma dezena de atletas dos
escalões infantis A, B, Iniciados e Juvenis, feminino e masculino, que deram o máximo em todos os
jogos disputados.
Os nossos parabéns a todos os participantes, salientando-se a prestação dos alunos Sebastião Carvalho (infantis B) e Diogo Pereira (Iniciado), que
obtiveram o 1.º lugar competindo com alunos das
Escolas Manoel de Oliveira, Gomes Teixeira, Garcia de Orta e Maria Lamas. ■
Prof. Lídia Espinheira (Treinadora de Badminton)
A Socieda-
Foi com grande satisfação que recebemos a notí-
de Portuguesa
cia da seleção, para a 2.ª eliminatória destas olimpí-
de Matemáti-
adas, dos nossos alunos Maria Vitória Branco, do
ca (SPM), à
7.º A, e Miguel Castanho, do 8.º F.
semelhança dos anos anteriores, organizou as Olimpíadas Portuguesas de Matemática, que já vão na
XXXIII edição.
O Agrupamento de Escolas Garcia de Orta, atendendo ao enquadramento desta atividade quer no
PARABÉNS, M.ª Vitória Branco e Miguel Castanho!
Projeto Educativo do Agrupamento quer nos objetivos da disciplina de matemática, participou, mais
uma vez, nesta atividade.
Esperamos vê-los na final nacional! ■
Prof. Sónia Teixeira
(Subcoordenadora do 3.º ciclo de Matemática)
No dia 4 de dezembro de 2014, vários alunos do 9.º e 10.º anos do
Agrupamento deslocaram-se à Biblioteca Almeida Garrett, nos jardins
do Palácio de Cristal, para participarem num Spelling Bee, no âmbito da disciplina de Inglês. Nesta atividade estiveram presentes várias
escolas do distrito do Porto. Este concurso era dividido em duas
fases. Na primeira, os concorrentes tinham de escrever 20 palavras
ditadas pelo apresentador. Os que acertassem no maior número de
palavras passavam à segunda fase, em que tinham de soletrar palavras oralmente e, caso errassem, eram eliminados.
On the 4th of december, some students
from the 9th and 10th grades, who had successfully passed the spelling bee competitions in both schools (Francisco Torrinha
and Garcia de Orta), participated in the 1st
Spelling Bee Regional Round of the con-
Apenas passaram à 2.ª fase 14 alunos, 5 dos quais do nosso test organised by the American Embassy
Agrupamento. Realizaram-se várias rondas, até restarem 3 finalis- that took place in Biblioteca Almeida Gartas. Dois destes finalistas pertencem ao Agrupamento de Escolas ret.
Garcia de Orta, tendo-se classificado em 2.º e 3.º lugar, o que foi
In order to find the top 10 competitors,
uma excelente representação.
all the students had to write 20 words proOs alunos que passaram à segunda fase foram convidados a ir a
nounced by the speaker, and then the vol-
Lisboa, onde se irá realizar uma final, a
unteers would correct the sheets and find
nível nacional deste evento. ■
the best ones. From the top ten, five out of
the ten finalists were our school mates!
Rita Sottomayor, Sofia Oliveira e Maria Pereira da Costa, 9.º G
They all had to wear a t-shirt with the word
finalist on it and they got up to the stage
where they were given, one at the time, a
word to spell. If they spelled it correctly,
they would continue there for at least one
more round and if they spelled the word
incorrectly, they would be eliminated from
the competition. And believe me, there
were some tricky words!
This continued until the top 2: the one
who spelled incorrectly would finish in second place and the other would be the winner of the competition! The second place
was won by a student from our school!
Our teachers were proud of us!! It was
indeed a fantastic experience. ■
Sara Amorim , 10.º A
2
ao grupo, tocando flauta de bisel, o que encheu de
mental, várias músicas populares alusivas ao Natal
entusiasmo todos os alunos e os professores dina-
e, a terminar, o muito conhecido e fascinante “Joy
mizadores do Projeto “Viver a Música”.
to the world”, a versão feita por Lowell Man-
A audição correu muito bem. Todos participaram com interesse e entusiasmo, porém, deve real-
son, em 1836, do já famoso "Aleluia" de G. F.
Haendel (da oratória "O Messias").
çar-se, neste grupo instrumental, o desempenho dos
alunos com necessidades educativas especiais, pois
tem vindo a ser sempre uma mais-valia deste agrupamento musical. O sucesso alcançado por todos
resulta não só do seu enorme empenho assim como
do trabalho colaborativo dos professores dinamizaNo dia 10 de dezembro de 2014, realizou-se,
dores, António José Paixão e Ana Paula Neves.
pelas 18h30, na Biblioteca da Escola Francisco Tor-
Como tem vindo a ser hábito, foram convidados
A assistir a este espetáculo estiveram presen-
rinha, a Audição de Natal do Grupo Instrumental –
três irmãos, tendo sido dois deles antigos alunos do
tes Encarregados de Educação e familiares dos alu-
Projeto “Viver a Música”. Este grupo destina-se a
Agrupamento: André Araújo (violinista), Joana
nos participantes, assim como membros da Direção
todos os alunos do Agrupamento, interessados em
Araújo (saxofonista) e Moisés Araújo (trompetista)
do Agrupamento e da Coordenação da Escola, di-
tocar em conjunto. Atualmente, conta com cerca de
que, além de valorizarem imenso o trabalho da or-
versos professores, alunos e outros elementos da
15 alunos do 5.º ao 10.º ano, das turmas 5.º A, 5.º E,
questra, proporcionaram um enorme prazer acresci-
comunidade educativa que encheram a Biblioteca e
5.º G, 6.º B, 6.º E, 6.º F, 7.º F, 8.º D e 10.º I .
do a todos os músicos presentes pelas suas brilhan-
corresponderam com aplausos vibrantes às diferen-
tes execuções musicais e pela sua grande simpatia.
tes músicas do programa. ■
Participou, também, nos ensaios e na Audição de
Natal, o prof. Luís Raimundo que decidiu juntar-se
Do programa da audição constaram um instru-
Prof. António José Paixão
No passado mês de dezembro de 2014, os alunos do ensino articulado de música, da Escola de Música Óscar da Silva, brindaram
os professores e funcionários da Escola Básica Francisco Torrinha
com um mini Concerto de Natal, mostrando, assim, o trabalho
desenvolvido na disciplina de Classe de Conjunto.
Além do Arco-Íris do Musical FEITICEIRO
DE
OZ, os alunos do
2.º ciclo interpretaram os temas Jingle Bell Rock e Natal Branco.
Os alunos do 3.º ciclo cantaram Hark the Herald, Carol of Bells
e I will follow him. ■
Prof. Lécio Ribeiro
A festa de Natal do 5.º G foi organizada pelo nos-
Na sala de aula, eu e os meus colegas votamos
so diretor de turma, prof. Ernesto Taipa. Foi numa
para decidir quem ia ser o(a) apresentador(a), esco-
quinta-feira, dia 11 de dezembro de 2014, às 18h30,
lher o(a) rececionista e quem ia participar na ginásti-
depois das aulas, no bufete da Escola.
ca. Entretanto, tinha chegado o dia da Festa de Natal.
Alguns minutos antes, os alunos da turma e um
Eu estava muito nervoso, pois tinha medo que acon-
convidado especial, o João do 8.º A, ficaram a treinar
tecesse alguma coisa inesperada. Eu e a minha amiga
na cantina da escola. À hora do início da festa, chega-
Daniela, os rececionistas, fomos para a porta do bufe-
ram os familiares dos alunos, os professores da Coor-
te, porque era lá que se ia realizar a nossa festa. Eu e
denação da Escola e da Direção do Agrupamento e os
a Daniela abrimos a porta para as pessoas entrarem, e
convidados que iam atuar. Durante a festa, ocorreram
o bufete encheu-se de gente.
várias atividades, algumas organizadas pelas profes-
Começou o nosso espetáculo! Cantamos, dança-
soras Ana Paula Neves, Joaquim Loureiro, M.ª Inês
mos, lemos poemas em inglês, ouvimos tocar flauta e
Cortesão, Marta Lima e Rui Oliveira.
viola. Foi muito divertido! O Henrique, um colega,
Cada aluno participou, pelo menos, numa ativida-
vestiu-se de Pai Natal e estava muito engraçado.
de. Todos cantaram a música I see fire, acompanha-
Quando a festa terminou, fomos embora felizes e
dos à guitarra pelos professores Ernesto Taipa
bem-dispostos!■
e Luís Raimundo. ■
Margarida Santos, 5.º G
David Silva, 5.º G
3
Au premier trimestre, pendant la
journée du 25 novembre, la France est
Os alunos do 9.º G e 9.º H elaboraram um cartaz e escreveram uma carta
arrivée à l’école Francisco Torrinha, au
aos Encarregados de Educação, em que divulgam o Projeto Ajudaris e o
Marché Gourmandise, avec sa gastrono-
livro
mie bien sucrée.
“Histórias
da
Ajudaris
2014”, solicitando a toda a comunidade educativa que dê o seu
contributo solidário.
De facto, com a venda do livro
chocolat, des Galettes, des gâteaux au
“Histórias
da
Ajudaris
2014”, pretende-se angariar di-
chocolat, au yaourt, des quiches lor-
nheiro para entregar à Associa-
raines, des tartes aux pommes, des
ção
croques-monsieurs et beaucoup de biscuits qui sont des spécialités de cer-
Ajudaris
(http://
site.ajudaris.org/),
ajudando-a
taines régions de France, comme par
Tel comme il y a deux ans, tout le
monde, à chaque récréation, a eu la
possibilité de goûter des saveurs typiquement françaises, quelques-unes salées et beaucoup d’autres bien sucrées!
À côté de la Bibliothèque et dans la
exemple, les Galettes Normandes. Les
biscuits et la plupart des gâteaux ont a realizar os seus gestos solidáété préparés par parents d’élèves. Et rios que combatem a fome em
tout le reste a été fait par l’équipe de muitas zonas do País, especialmente no Porto. ■
l’Éducation Spéciale de notre École.
Je remercie à tous ceux qui ont per-
salle des professeurs, pendant les ré-
mis la réalisation de cette activité qui
crés, des élèves de différentes classes
nous a fait sentir de nouveau la
ont vendu des croissants, des pains au
France chez Torrinha. ■
Prof. Bernardete Damas
Nos dias 11 e 12 de de-
zembro realizou-se o Bazar
de Natal (a 2.ª Feira Temática deste ano letivo), que
mais uma vez mereceu
grande interesse por parte
Sempre gostei de fazer cartões de Boas Festas e sempre me pareceu que
dos alunos e restante comunidade educativa.
esta tradição deveria ser mantida, mesmo
Logo de manhã cedo,
nestes tempos da rapidez dos e
-mails e das mensagens de tele-
foi grande a azáfama da monta-
móvel.
gem do espaço no átrio da biblioteca
zem estes trabalhos orientados pela
Tentei alargar este meu gos-
da nossa escola. As Estrelas de Natal
professora Ana Paula Neves. Assim,
to aos meus colegas da escola,
(Poinsetias), de vários tamanhos, en-
entre outros objetivos, têm oportuni-
pedindo-lhes para fazerem um
cheram as mesas de cores natalícias.
dade de vivenciar situações de carác-
no final do 1.º período. As
Da área de Trabalhos Manuais houve
ter socioprofissional e de descobrir as
regras eram simples, o cartão não poderia ser comprado, teria de ser feito pelo
velas, sabonetes, cartões, enfeites de
suas próprias capacidades e compe-
próprio professor, reciclando materiais e usando colagens, tintas, papéis festi-
Natal, ímanes, bolinhas de gel, figu-
tências. Para além disso, as vendas
vos e, sobretudo, a imaginação.
ras de feltro e bonecos. Da área de
permitem dar a conhecer o trabalho
O resultado foi surpreendente e apareceram cartões bastante criativos. As-
Culinária houve marmelada, compo-
realizado nas aulas e tornar as ativida-
sim se retomou uma velha tradição de outros tempos, de quando o tempo cor-
tas e os tão procurados biscoitos, que
des de jardinagem economicamente
ria mais devagar. ■
esgotaram logo no 1.º dia.
autónomas.
cartão de Natal para ser trocado
Prof. Paula Catão
Todos estes artigos foram elabora-
A próxima Feira Temática é o
dos e confecionados pelos alunos de
Bazar da Primavera, com artigos para
Educação Especial, em C.E.I., no âm-
o Dia do Pai e para a Páscoa.
bito do projeto de jardinagem. De
Está previsto para os dias 17 e 18
facto, nos dias de mau tempo, como
de março de 2015, na Escola Garcia
não se pode ir para o jardim, os alu-
de Orta. Contamos convosco! ■
nos ficam na sala de apoio, onde fa-
Prof. Ana Paula Neves
4
A biblioteca, como já é hábito, teve um intenso programa de comemoração do Natal. Ddecorações a doces, música, contos e filmes, tudo foi motivo para celebrar e imbuir os alunos de um espírito natalício, proporcionando momentos de partilha, solidariedade e alegria.
No dia 25 de novembro, às 11h10 da manhã, a turma do 6.° D foi à Biblioteca da Escola participar numa atividade de Natal.
A turma foi dividida em pequenos grupos. Com a orientação da professora
Sara Alexandre e da professora Evangelina, conseguimos realizar o trabalho
com muita facilidade, que consistia em fazer decorações de Natal. No trabalho
utilizámos diversos materiais, tais como, guaches, aguarelas, marcadores e
brilhantes. No fim, fizemos umas luzes de cores variadas com os nossos dedos, impressos em cartolina.
Foi uma atividade muito divertida, pois trabalhamos em grupos
e conseguimos decorar o átrio da Biblioteca e a árvore de Natal. ■
Benedita Nunes
Beatriz Figueiredo
Maria Bourbon
Maria Teresa Pires
6.º D
No dia 13 de janeiro
teve lugar, no nosso
Agrupamento, a 6.ª edição da Rota dos Livros,
iniciativa
da
Câmara
Municipal do Porto, no
âmbito do programa de
promoção da leitura do
Porto a Ler.
Neste dia, todas as
bibliotecas
do
No dia 13 de janeiro, a Escola Básica Francisco Tor-
anterior à 2.ª guerra mundi-
Agrupa-
rinha esteve envolvida na atividade “Rota dos livros” e,
al, continuando depois no período da guerra, revelando
mento animaram as es-
particularmente o 9.º B, que recebeu a visita da profes-
a discriminação sofrida pelos judeus.
colas com atividades de
promoção do livro e da
leitura.
Na
Escola
Francisco
Torrinha, ao longo do dia,
sora Cândida Fonseca, que partilhou memórias da sua
leitura na adolescência.
Esta professora, que continua a gostar muito de ler,
apresentou-nos o livro “Mila 18”, de Leon Uris.
houve contos pela voz dos
O título do livro está ligado ao quartel-general de
alunos, com livros a viajar
resistência dos combatentes judeus, no gueto de Varsó-
entre salas, em LEITURAS
via, na Polónia. O início da história remonta ao período
ITINERANTES;
pais,
avós,
antigos professores e colaboradores da Biblioteca
a partilhar as suas memórias de leitura em OS LIVROS
DA
MINHA
INFÂNCIA
workshop NUVENS
NUVENS
DE
ilustradora
e
o
DE LUZ E
SOMBRA
Cristina
com a
Vala-
das.
O livro e a leitura estiveram na ordem do dia!
Tendo lecionado a disciplina de história, a professora Cândida não se limitou a ler excertos do livro, contou, com muita emoção, a situação de guerra que se
viveu nessa altura. A apresentação deste livro motivou
a minha leitura, e a Biblioteca da Escola
já o adquiriu. ■
Leonor Monteiro, 9.º B
5
Nos dias 10,11 e 12 de dezembro decorreu no auditório da Escola Francisco Torrinha mais uma Feira de Minerais, onde foram
colocados à venda diferentes tipos de materiais, tais como, pedras
semipreciosas, minerais, fósseis, rochas, âmbar, osso, conchas, pérolas, colares, anéis, brincos, pérolas, colares, anéis, brincos e pulseiras. A dinamização de atividades deste tipo tem por objetivo contribuir no seio da comunidade educativa uma atitude mais conscien-
No dia 6 de janeiro de 2015, as turmas do 9.º
te relativamente aos vários domínios da Geologia, em particular no
ano do Agrupamento de Escolas Garcia de Orta
conhecimento dos elementos que constituem a Terra, do seu ambi-
assistiram, no auditório da Escola sede, à repre-
ente de formação e da sua evolução ao longo do tempo e de como
sentação de uma peça de teatro chamada “O Corpo
este conhecimento nos deve permitir aproveitar os recursos minerais
é que paga”, sendo o objetivo demonstrar os distúrbios
e energéticos, de forma a programar e gerir um futuro sustentável
alimentares e possíveis soluções.
A peça estava dividida em duas partes. Os atores de-
no Planeta em que vivemos. ■
Prof. Paula Pimentel
monstraram os diversos problemas alimentares na primeira
parte, que era constituída por três mini representações,
sendo a 1.ª sobre dietas radicais, a 2.ª sobre obesidade e a
No dia 18 de novembro de 2014, numa aula
uma doença para qual ainda não se encontrou a
de Ciências, veio uma enfermeira falar, aos alu-
cura, como a SIDA. Ao contrário do que a mai-
nos do 9.º B, sobre métodos contracetivos e
oria das pessoas pensa, estas doenças não se
ISTs (Infeções Sexualmente Transmissíveis).
transmitem apenas por via sexual.
Nesta palestra, a enfermeira explicou-nos o pe-
Foi importante a palestra, porque permitiu
rigo das doenças sexualmente transmissíveis e o
sabermos mais sobre os métodos contracetivos e
seu fácil contágio. Apelou, por isso, para a im-
as ISTs. ■
prudente em relação a estas doenças, através do
seu uso, do que mais tarde descobrir que se tem
bem interpretada, os atores cativaram os espetadores que
se mostraram muito interessados.
Na segunda parte, os atores repetiram a representação
dos problemas alimentares, mas o público pôde intervir
quando quis mudar a história, de forma a encontrar soluções para resolver os problemas em questão.
Penso que este teatro de debate é uma ideia muito boa,
portância do uso do preservativo, pois mais vale
prevenir do que remediar, ou seja, mais vale ser
3.ª sobre a alimentação em horários errados. Como foi
pois ajuda a refletir sobre os distúrbios aliLeonor Magalhães
Francisca Borges
9.º B
mentares e ensina algumas formas de os resolver. ■
Gonçalo Garganta, 9.º F
A Dra. Teresa Saraiva
identificou e caracterizou os
diversos grupos de perigos
biológicos para a segurança
alimentar,
nomeadamente,
As doenças de origem alimentar provocadas
bactérias, fungos, vírus e parasitas. A segunda
por micro-organismos são uma preocupação da
parte foi apresentada pela Dra. Dina Cláudia, que
saúde pública. Neste enquadramento, realizou-
transmitiu critérios a ter em consideração na
se, no dia 12 de dezembro, uma formação subor-
compra/receção de matérias-primas e sensibili- Cândida, foi à salda do 6.º B, na Escola Francisco Torri-
dinada ao tema “Higiene e Segurança Alimen-
zou para a importância do correto armazenamen- nha, dar uma sessão sobre tabagismo e alcoolismo.
tar”, dirigida aos funcionários que manipulam
to dos alimentos nas diversas fases, desde a con-
alimentos e apresentada pela Doutora Teresa
servação das matérias-primas até ao produto informações sobre a composição do cigarro, os malefícios
Saraiva (Delegada de Saúde Pública) e pela Dr.ª
confecionado. Foram também dadas a conhecer do tabaco e do álcool e as graves doenças que podemos
Dina Cláudia (Técnica de Saúde Ambiental).
as diferentes origens de perigos físicos: instala- ter se fumarmos ou bebermos.
Abordou-se alguns aspetos básicos para a compreensão do modo como a manipulação dos alimentos pode influenciar a segurança alimentar.
ções, equipamentos e utensílios, materiais de
embalagem e atividades de higienização. ■
Prof. Carmo Costa
No dia 6 de janeiro de 2015, uma enfermeira, chamada
A enfermeira apresentou um PowerPoint com muitas
Foi uma apresentação muito interessante! ■
Isabel Pinto da Cruz, 6.º B
O Agrupamento de Escolas Garcia de Orta foi um dos cinco escolhidos, a nível nacional, pela
Porto Editora, para participar no projeto piloto “Desafios Digitais 2014 – Simulação Para Provas Internacionais”, que decorreu entre os dias 25 e 27 de novembro.
O projeto visa aferir a literacia no Português (5.º ano), na Matemática (7.º ano) e nas Ciências (8.º
ano), tendo como propósito determinar se os alunos conseguem ativar processos cognitivos e mobilizar os conhecimentos adquiridos em contexto escolar na resolução de situações e de problemas do
quotidiano. Ficaram apurados para a 2.ª fase, que decorrerá nos dias 3, 4 e 5 de março de 2015, 24
alunos do 5.º ano, 33 alunos do 7.º ano e 22 alunos do 8.º ano, os quais receberam como prémio o
acesso gratuito à Escola Virtual. ■
6
No início da tarde, do dia 14 de janeiro de 2015,
do claustro, onde pudemos observar pai-
serviu de alfândega, (local para onde se dirigiam as
os alunos da turma do 5.º H, acompanhados pela
néis de azulejos da vida da Virgem Maria.
mercadorias que vinham dos outros países, onde
diretora de turma, prof. Inês Cortesão, e as profs. de
De seguida, fomos admirar a coleção de
eram cobrados os respetivos impostos). Ao explo-
História, Sara Ferreira e Augusta Aguiar, partimos
joias da Sé.
em direção à Baixa do Porto, para ficarmos a co-
Após uma caminhada pelas ruas do Porto,
nhecer melhor o centro histórico da cidade que foi
fomos
considerada, pela UNESCO (Organização das Na-
(popularmente conhecida por Igreja dos Gri-
ções Unidas para a Educação, Ciência e Cultura),
los) cuja entrada principal não é tão grande
desde 1996, Património Mundial da Humanidade.
como aparenta ser. Já dentro da igreja, à es-
O autocarro parou no Morro da Pena Ventosa, no
ter
à
igreja
de
S.
Lourenço
querda do altar, destaca-se uma enorme e fa-
terreiro do Paço Episcopal em frente à Sé e à Tor-
bulosa parede coberta com talha dourada ofe-
re da rua D. Pedro de Pitões, também designada por
recida pelos mercadores da época.
Torre da Cidade ou Torre Medieval. Iniciámos a
rarmos o museu, para além dos objetos do quotidia-
nossa visita por este edifício, que é uma reconstru-
no, cerâmicas, vidros e selos da alfandegagem, im-
ção da antiga casa Torre, onde viviam o clero e a
portantes indicadores do comércio que a cidade do
alta burguesia medieval. Ficámos deslumbrados
Porto foi mantendo ao longo dos séculos, pudemos
com a detalhada maquete da cidade atual do Por-
apreciar, também, vestígios de um mosaico romano
to que lá estava exposta.
que testemunha a ocupação deste povo, neste espa-
De seguida, visitámos a Sé do Porto, um
ço do Porto. A visualização de um pequeno filme
dos principais e mais antigos monumentos da
mostrou-nos as alterações que a casa do Infante
cidade Invicta que data dos séculos XII e XIII.
sofreu ao longo dos anos.
Do seu interior, tivemos acesso ao claustro gótico do século XIV, que apresenta grandes
Com esta visita, ficamos mais conhecedores
De visita à Casa do Infante, que se situa na rua
painéis de azulejos e vestígios arqueológicos
da Alfândega do Porto, berço do Infante D. Henri-
encontrados. Uma escadaria do arquiteto
que, “o navegador”, o professor Luís Pisco come-
Nicolau Nasoni dá acesso ao pátio superior
çou por explicar que, há séculos, aquele edifício
do importante valor do Património Mundial do Porto. ■
Pedro Sottomayor
Simão Teixeira Lopes
5.º H
No dia 30 de janeiro, os alunos de
Durante a visita, passamos por bai-
CEI das Escolas Francisco Torrinha e
xo do aquário que parecia um túnel e
Garcia de Orta foram ao Aquário SEA
era como se estivéssemos a nadar com
LIFE, com as professoras Carmo Ma-
os peixes!
lheiro, Iracema Moura e Cristina Silva.
Também foi engraçado entrarmos
Partimos do Torrinha, num autocar-
numa gruta pequenina, de cócoras,
No dia 8 de janeiro, os alunos de CEI do Agrupamento foram à Baixa do
ro da Junta de Freguesia, pelas 9h45 e
para vermos mais alguns peixes atra-
Porto. Depois de carregar as senhas, apanharam o autocarro até à Baixa onde
chegámos ao Aquário pelas 10h00. Lá,
vés de umas janelinhas. Alguns alunos
deram um grande passeio.
fomos recebidos pela menina Diana
ainda experimentaram espreitar para
que nos acompanhou na visita.
dentro de um aquário, por uma bola
Saíram na Cordoaria, desceram a Rua dos Clérigos, visitaram a Rua das
Flores, entraram na Estação de S. Bento e fizeram uma paragem, para descan-
Ela mostrou-nos todos os peixes
transparente onde cabia metade do seu
sar e lanchar, no McDonald’s, onde estava muito quentinho. Aí comeram um
que vivem no SEA LIFE, em três tipos
corpo. Gostamos muito de ver, porque
saboroso bolo de chocolate. A visita continuou pela Avenida da Liberdade,
de aquário: aquário com água do rio;
as caras dos meninos ficavam muito
Rua de Santa Catarina, Bolhão e, finalmente, pela Rua de Sá da Bandeira.
aquário com água salgada (do mar);
diferentes!
“Vimos o comércio tradicional, estátuas, monumentos, tirámos fotografias e
aquário com água tropical (água salga-
Ao longo da visita, também foi in-
recordamos como se atravessam as ruas com muita atenção.
da mais quente). No aquário com água
teressante tentarmos responder às per-
do rio, havia o peixe Esturjão, a Carpa,
guntas que estavam escritas nos muros
o Barbo e a Tainha. No aquário de
do percurso, embora fossem um pouco
Os alunos de CEI - Educação Especial água salgada, vimos nadar Polvos,
difíceis… e foi muito engraçado ver
Cavalos-marinhos, uma Lagosta que
dar de comer aos peixes, por volta das
se escondia sempre, Douradas, Morei-
11h00. Eles comem vários tipos de
as, Estrelas-do-mar, Ouriços-do-mar,
peixes cortados aos pedacinhos, por
Anémonas, Medusas… Neste aquário,
isso, é raro os peixes maiores come-
a Diana deixou-nos tocar com a mão
rem os mais pequenos, porque andam
Ao fim da manhã, novamente de autocarro, regressamos à Escola, onde
chegamos já era meio-dia. Foi uma manhã bem passada.” ■
nas Estrelas-do-Mar e nos Ouriços!
No aquário de água tropical,
muito satisfeitos.
vimos o Peixe Balão, pequenos Tuba-
No final, estivemos a lanchar na
rões, Raias, uma Tartaruga muito
cafetaria, todos juntos, e regressamos à
grande, o Peixe-Palhaço, Cavalos-
Escola, pelas 12h00.
marinhos, o Camaleão, Piranhas e até
vimos um Crocodilo pequenino!
Gostamos muito desta visita! ■
Os alunos CEI - Educação Especial
7
ções de cada escola da cidade, bem como fotografias dessas escolas, e um pequeno texto escrito pelo
coordenador das mesmas, com o objetivo de reconhecer e realçar o papel das escolas e de toda a comunidade educativa no Porto. Nesta cerimónia, o
diretor ou coordenador do estabelecimento de ensino subiu ao palco, acompanhado de um aluno, enquanto era projetada a imagem da sua escola. Houve também alguns momentos musicais, proporcionados por alunos do Conservatório de Música do
No dia 13 de janeiro, pelas 18h00, ocorreu, na
Câmara do Porto, Dr. Rui Moreira, a Vice-
Casa da Música, a apresentação do livro "O Porto e
Presidente da Câmara do Porto, Dra. Guilhermina
A Escola Secundária Garcia de Orta, bem como
a Escola", edição da Câmara Municipal do Porto,
Rego, e coordenadora do projeto "Porto, Cidade de
as escolas pertencentes ao Agrupamento, foram
em parceria com a comunidade educativa. Nesta
Ciência".
homenageadas nesta apresentação. ■
apresentação, estavam presentes o Presidente da
Porto.
O livro "O Porto e a Escola" contém informa-
Sofia Oliveira 9.º G
uma breve introdução sobre o que iríamos poder
ver durante a visita. Durante cerca de uma hora,
percorremos vários espaços e salas deste edifício
tão distinto. Visitamos a sala laranja e a sala renascença, coberta de azulejos com um padrão
tipicamente português, o qual cria uma ilusão de
ótica que vai aumentando e diminuindo a dimenNo âmbito da disciplina de Físico Química,
realizou-se uma visita de estudo à Casa da Música. A visita destinava-se aos alunos do 8.º ano e
tinha como objetivo conhecer “os bastidores da
construção” da Casa da Música, compreendendo
melhor a propagação do som: reflexão, absorção e
reverberação das ondas sonoras. A Casa da Música tem a forma de um poliedro irregular, projeto
do holandês Rem Koolhaas, que idealizou um
edifício voltado para a música onde os artistas, o
técnico, o público e todos aqueles que circulam
na Casa pudessem criar uma ligação muito próxi-
No dia 27 de janeiro de 2015, fui à biblioteca da
são do padrão, embora todos os azulejos sejam Escola, juntamente com a minha turma, para assistir a
exatamente do mesmo tamanho! Estivemos tam- uma sessão sobre um tema do qual nunca tinha ouvido
bém na sala Cibermúsica, revestida com triângu- falar, "Energia Fantasma".
los de esponja no teto e nas paredes, e na sala
Quando ouvi falar nesse assunto, pensei que fosse
VIP, coberta de réplicas de painéis em azulejo de algo completamente diferente daquilo que realmente é,
cidades portuguesas. Tivemos ainda a oportunida- no entanto, saí daquela sessão a saber tudo.
de de ver a sala principal, a sala Suggia, assim
Foram 50 minutos, que mais pareceram 5, visto que,
batizada em homenagem à famosa violoncelista em vez do usual discurso acompanhado de Powerportuense Guilhermina Suggia. Terminamos a Point, nos entretemos com várias perguntas, vídeos
visita na sala Roxa a partir da qual tínhamos uma engraçados e até uma proposta de um projeto que nos
vista de luxo para a sala Suggia!
leva à Dinamarca !! Aprendemos que devemos utilizar
ma através da extensa visibilidade tanto para as
Foi uma tarde muito agradável e a Casa da o mínimo de energia possível e que carregar num botão
Música é sempre um lugar que deixa vontade de do comando não serve para o fazer. No fun-
salas de ensaio como para os corredores. À che-
voltar. ■
do, saímos de lá mais cultos. Obrigado! ■
Mariana Gouveia, 8.º A
gada, fomos recebidos por um guia que nos fez
Francisco Allen Marques, 7.º E
No dia 12 de janeiro de 2015, no auditório da
água doce, mas
Os Polícias de Escola Francisco Torrinha, os alunos do 5.º H ti-
parte dela não
Segurança Pú- veram o privilégio de assistir, e assim aumentar os
se
blica foram à seus conhecimentos, a uma sessão de sensibiliza-
acessível. So-
nossa sala de ção sobre a importância da água no planeta Terra,
mente 1% da
aula falar do dinamizada pela Engenheira Rosário Sottomayor.
água do plane-
seguinte:
ta
Os temas abordados foram o ciclo da água, a sua
encontra
pode
ser
COMO NÃO POLUIR O AMBIENTE? Não deitar distribuição na superfície terrestre, as suas proprie-
utilizada pelo Homem. Ficou bem salientada a
lixo para o chão, porque causa a morte de seres vivos. dades, a poluição, as estações de tratamento de
necessidade de adotar medidas de poupança de
COMO NÃO POLUIR A ÁGUA? Não deitar lixo água (ETAS), estações de tratamento de água resi-
água.
para a água para não pôr em perigo a vida dos peixes. duais (ETARS) e as medidas a tomar para poupar
A engenheira sensibilizou-nos e fez despertar
COMO NÃO PROVOCAR INCÊNDIOS? Não água.
em nós a curiosidade pelo mundo que nos rodeia.
deixar lixo nas matas porque, além de destruir as pai-
Todos os alunos ficaram sensibilizados com o
Tomamos, assim, consciência da necessidade de
tema. Um inquérito que nos foi dado a preencher
preservar a água e ganhamos sentido de responsa-
sagens, polui o ambiente.
Para cada caso há castigos quer para os cidadãos alertou-nos logo para o facto de que a água é funquer para as empresas. Além da punição ser uma mul- damental para a vida dos seres vivos e que esta
ta, também pode ser a prisão, a partir
representa 70% da superfície da Terra, da qual a
dos 16 anos de idade. ■
maior parte se encontra nos oceanos. Da água
Marta Leão e Mariana Leite, 5.º C
que temos no planeta 97% é salgada e só 3% é
bilidade.
Obrigado à prof. Teresa Gonçalves por nos ter
levado à palestra sobre o tema “A
Água, a Terra e o Homem”. ■
Simão Teixeira Lopes, 5.º H
8
No dia 6 de fevereiro, as turmas do 6.º B e 6.º
Gostei desta palestra, pois fiquei a saber mais sobre os
I foram à Biblioteca para assistir a uma palestra, conteúdos abordados. Apreciei bastante a tranquilidade e a
no âmbito da Educação Para a Cidadania, com o boa disposição que o Dr. Júlio Machado Vaz conseguiu
Professor Doutor Júlio Machado Vaz.
Nessa palestra falamos, sobretudo, do tema
transmitir aos alunos, ao falar de sexualidade e drogas.
Na verdade, foi importante saber que na vida adulta po-
“Reprodução e Sexualidade”. Ouvimos e apren- dem ser tomadas precauções para evitar algumas doenças.
demos muito! Posso afirmar que gostei da sessão
por ser tão informativa e divertida. ■
Agradeço ao doutor Júlio Machado Vaz por ter comparecido na Escola e por ter ensinado coisas novas. ■
Gonçalo Vieira, 6.º I
Sofia Oliveira, 6.º I
O Professor Doutor Júlio Machado Vaz é um
O Professor honrou-nos com a sua visita, para
Eu gostei muito de o conhecer pessoalmente.
médico psiquiatra e sexólogo muito conhecido em
falar sobre o crescimento, o namoro e as relações
Falou com uma liberdade e desinibição pouco habi-
Portugal. Já escreveu diversos livros, como o “Sexo
entre homens e mulheres. A educação sexual é um
tuais. Pareceu-me que é uma pessoa que gosta mui-
dos Anjos” e “O Amor é…”. Participa em progra-
assunto que a todos diz respeito, e o Professor Dou-
to de conversar. ■
mas de televisão e de rádio, e até já foi comentador
tor Júlio Machado Vaz aborda todos os temas rela-
desportivo.
cionados sem complicações.
O conto “O conde soldadinho”, recolha de Teófilo Braga, transmite uma
grande moral. Apela ao leitor que o amor não escolhe classes sociais.
Na minha opinião, qualquer pessoa se pode apaixonar e, por essa razão,
não só não escolhemos a classe social como também não escolhemos a
idade, ou seja, apenas nos apaixonamos, seja por um riquíssimo rei, ou por
um paupérrimo pastor. Por exemplo, Cayetana Fitz-James Stuart era reconhecida pelos seus numerosos títulos, como duquesa, marquesa, condessa,
viscondessa… Além disso, também participava frequentemente em programas de televisão e escrevia artigos de imprensa. No entanto, apaixonou-se,
por Afonso Díez Carabantes, que além de ser bastante mais novo que ela,
era filho de um militar de infantaria. Antes de a conhecer, poucos conheciam Afonso. Era, por isso, uma pessoa inferior, quanto a títulos, comparado
com a duquesa de Alba.
Na verdade, o amor é um sentimento inexplicável, que
não permite fazer opções. Por isso, devemos não só respeitar como também destacar todos aqueles
que apenas se rendem ao amor, pondo de
parte as classes sociais e as idades. ■
O filme “RRRrrrr!!!”, de Alain Chabat, conta uma história, passada no tempo dos homens das
cavernas, da família Pierre (Rocha), e a sua luta contra a tribo dos Cabelos Sujos, que os invejam
por terem inventado o champô. O filme é protagonizado por vários atores
franceses, com especial destaque para Gérard Dépardieu.
O filme relata como os Cabelos Sujos tentam a todo o custo
roubar a receita do champô. “RRRrrrr!!!” é uma comédia que
me fez rir bastante. ■
João Cunha, 7.º A
Esta guerra já durava há 800 anos. O chefe da tribo dos Cabelos Sujos
mandou a sua filha Gui infiltrar-se na tribo inimiga.
Depois de muitas aventuras, as tribos acabam por se tornar amigas partilhando a receita do champô. As duas tribos com os cabelos já lavados aperceberam-se de que na tribo dos Cabelos Sujos eram todos loiros e na outra tribo tinham
cabelo castanho. Apesar desta diferença, as duas tribos deram-se muito bem.
Este filme é adequado a crianças e adultos, pois, embora se trate de uma história
irreal, retrata os valores da amizade. O filme é interessante e muito divertido.■
Marta Moás, 7.º A
O livro História de um gato e de um rato que se tornaram amigos, da autoria do escritor chileno Luis Sepúlveda, editado pela Porto Editora, narra a historia de Mix, um gato de perfil grego, pelo negro no dorso e branco na barriga,
que um dia ficou cego, tornando-se amigo de um rato, chamado Mex.
Este rato de origem mexicana, muito medroso e charlatão, tem como missão
ajudar o gato a descobrir o que se encontra à sua volta.
Esta fábula, pura e divertida, conta uma história sobre o verdadeiro valor da
amizade entre dois seres que são vistos desde sempre como inimigos.
O leitor é contemplado com uma história onde as diferenças são atenuadas,
gerando-se, deste modo, uma partilha entre verdadeiros amigos,
enfim, pequenas coisas que alegram a vida.
As ilustrações marcantes e coloridas, de Paulo Galindro, e a linguagem simples, já
conhecida do autor, são 2 grandes estímulos para a leitura do livro. ■
Marta Andrade, 7.ºA
Shadow, o confronto, é o 1.º livro de uma jovem escritora chamada Joana
Miguel Ferreira, que iniciou a sua escrita aos 15 anos e conseguiu a sua publicação apenas com 17 anos, quando estava a concluir o 12.º ano do curso de ciências
e tecnologias.
Este livro mostra um mundo de magia, fantasia e mistério, povoado de elfos,
duendes e gnomos, seres de um mundo de sonho, aventuras e emoções. Conta a
história de Shadow e Niadji que aprendem a valorizar a lealdade, a partilha e o
amor. Repleto de muitas personagens completamente diferentes do nosso imaginário humano, este livro é mais que um simples romance. Esta história transporta a imaginação para o mundo da fantasia, onde existem criaturas surreais,
mas que, ao mesmo tempo, transmitem a essência da vida e os seus valores.
Carolina Mota, 7.º A
Joana revelou ter muita coragem em escrever um livro deste género, sem dúvida
admirável. A sua leitura é aconselhável a quem gosta de ir para lá do
O conto “O Conde Soldadinho” ultrapassa o preconceito do casamento
imaginável. ■
entre pessoas de classes sociais diferentes.
Miguel Lourenço, 7.º A
Quer aos pais quer à sociedade em geral não deveria interessar as classes
sociais. Todos temos os mesmos direitos, para casar com quem queremos. Na minha opinião,
O livro À Procura de Alaska, da autoria do escritor norteas classes sociais servem apenas para manter as aparências. Como exemplo de que o amor não americano John Green, é um romance que conta a história de
escolhe classes sociais é o atual rei de Espanha ter casado com Letizia Ortiz, uma jornalista.
Miles Halter, um jovem de 16 anos, que vive na Florida, troEm resumo, penso que a moral da história do conto se adequa aos dias de hoje, cando o ninho familiar por um colégio interno no Alabama.
apesar de a maioria das pessoas pensar que já não há esse tipo de preconceito. ■
Miles, mais conhecido por “badocha”, por ser alto e magro, fará o seu primeiro amigo e encontrará o seu primeiro
amor.
Culver Creek será o lugar de todas as possibilidades, de
Hocus Pocus foi, inicialmente, o título do 1.º livro completo de magia,
todas as primeiras vezes, e do seu encontro com Alaska, a
publicado em 1634. Mas, este livro foi, na verdade, escrito por Paul Kieve,
preocupante, esquiva, lindíssima, inteligente, sensual, rebelapesar de ter o mesmo título.
de e divertida Alaska Young.
Paul Kieve, um ilusionista, é um grande admirador dos grandes mágiMais do que uma história, À Procura de Alaska é um dos maiores romances
cos da idade do ouro da magia, que já foi mágico consultor num dos filmes
que nos faz rir e nos leva às lágrimas no momento seguinte. O leitor é, deste
da saga Harry Potter. O seu livro, Hocus Pocus, conta como ele contactou
modo, transportado para o intenso, apaixonado, comovente e chocante romancom os grandes mágicos (mortos antes de ele ter nascido) quando estes
ce. Mas, a tragédia irá bater à porta e descobre-se o valor e a dor de viver e
saíram dos seus respetivos cartazes na coleção do autor e lhe ensinaram
amar de modo incondicional.
alguns dos seus truques de ilusionismo.
Com uma linguagem simples, este romance de John Green, editado pela
Mesmo que tal seja impossível, no livro é relatada a história de cada mágico e são explicaASA, tem o seu mérito reconhecido, pois foi traduzido em mais de
dos alguns truques dos mestres, enquanto os outros são apenas descritos.
20 línguas, ficando em 10.º lugar na lista de best-sellers do New
É um livro para todas as idades. Quem o ler ficará a saber mais sobre os grandes
York Times. Foi o vencedor do prémio Michael L. Printz Award. ■
mestres da magia e os seus feitos, e aprenderá também a arte da magia. ■
M.ª Vitória Branco, 7.º A
Guilherme Braga, 7.º A
Mariana Vieira, 9.º G
apreciação crítica
Gostei do filme “Que mal fiz eu a Deus?” não só
porque é uma comédia como também por falar num
assunto que é um problema mundial, o Racismo.
O filme retrata a história de uma família tradicional francesa, cujas filhas se relacionaram com homens de religiões diferentes, sendo 3 delas já casadas. Mas, os pais não eram muito a favor dos casamentos. A filha ainda solteira disse aos pais que se
ia casar com um católico, mas não mencionou que
era negro.
No jantar em que iam conhecer o futuro genro,
os pais ficaram chocados quando o viram. Contudo, os pais de Charles e Laure aceitaram organizar o casamento em conjunto, embora com algumas divergências. O pai de Charles também não era a
favor do casamento e, apesar de inicialmente não se dar muito bem com o
pai de Laure, tornaram-se amigos. Os dois, Claude e André, tiveram uma
aventura em Paris e foram parar à esquadra. Quase estragaram o casamento, e Laure já estava no comboio para ir embora e anular o enlace, mas
Claude e André armaram um escândalo e o comboio parou. Levaram Laure
para a Igreja, para se casar com Charles, numa linda cerimónia.
No final, Claude e a mulher disseram que também iam fazer
uma lua de mel, e que iam visitar as famílias dos quatro genros
(o árabe, o judeu, o chinês e o africano).
Tudo está bem quando acaba bem! Recomendo!■
Dinis Mota, 7.º H
Carolina Molar, 6.º I
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