Designer do logotipo: Henrique Semide, 9.º B O Atelier de Artes Plásticas, juntamente com as turmas A, G e H, do 5.º ano, e as turmas F e G, do 6.º ano, reutilizaram jornais e revistas para construírem a Árvore de Natal da nossa escola. Centenas de rolinhos, transformados em espirais, foram colados numa superfície cónica, com pequenos apontamentos de luz e cor. Já o Presépio foi construído segundo a fevereiro 2015 técnica do Kirogami, arte tradicional japonesa de recorte de papel. Utilizando uma mesma folha branca como suporte e corpo das figuras recortados, as sombras projetam-se, criando um efeito cénico surpreendente. Mais uma vez a Câmara Municipal do Porto laureou-nos com a atribuição do 1.º prémio no Concurso de Presépios. ■ Profs. Luís Raimundo e Sílvia Pinto O nosso aluno Francisco Pessanha Passos Mesquita Montes, do 6.º D, participou no Campeonato Nacional de Inverno de Natação Adaptada realizado na Mealhada nos dias 7 e 8 de fevereiro de 2015. O Francisco ganhou 4 medalhas de ouro nas provas individuais, 1 medalha de prata e outra de bronze nas estafetas. Este sucesso é o resultado do interesse e No âmbito do Desporto Escolar, empenho do aluno pela atividade. Neste sentido, a comunidade escolar congratula-se e decorreu mais uma vez um torneio espera que o aluno alcance novas vitórias. ■ de badminton na escola sede do Agrupa- Educação Especial mento de Escolas Garcia de Orta. A Escola Básica Francisco Torrinha participou na competição com uma dezena de atletas dos escalões infantis A, B, Iniciados e Juvenis, feminino e masculino, que deram o máximo em todos os jogos disputados. Os nossos parabéns a todos os participantes, salientando-se a prestação dos alunos Sebastião Carvalho (infantis B) e Diogo Pereira (Iniciado), que obtiveram o 1.º lugar competindo com alunos das Escolas Manoel de Oliveira, Gomes Teixeira, Garcia de Orta e Maria Lamas. ■ Prof. Lídia Espinheira (Treinadora de Badminton) A Socieda- Foi com grande satisfação que recebemos a notí- de Portuguesa cia da seleção, para a 2.ª eliminatória destas olimpí- de Matemáti- adas, dos nossos alunos Maria Vitória Branco, do ca (SPM), à 7.º A, e Miguel Castanho, do 8.º F. semelhança dos anos anteriores, organizou as Olimpíadas Portuguesas de Matemática, que já vão na XXXIII edição. O Agrupamento de Escolas Garcia de Orta, atendendo ao enquadramento desta atividade quer no PARABÉNS, M.ª Vitória Branco e Miguel Castanho! Projeto Educativo do Agrupamento quer nos objetivos da disciplina de matemática, participou, mais uma vez, nesta atividade. Esperamos vê-los na final nacional! ■ Prof. Sónia Teixeira (Subcoordenadora do 3.º ciclo de Matemática) No dia 4 de dezembro de 2014, vários alunos do 9.º e 10.º anos do Agrupamento deslocaram-se à Biblioteca Almeida Garrett, nos jardins do Palácio de Cristal, para participarem num Spelling Bee, no âmbito da disciplina de Inglês. Nesta atividade estiveram presentes várias escolas do distrito do Porto. Este concurso era dividido em duas fases. Na primeira, os concorrentes tinham de escrever 20 palavras ditadas pelo apresentador. Os que acertassem no maior número de palavras passavam à segunda fase, em que tinham de soletrar palavras oralmente e, caso errassem, eram eliminados. On the 4th of december, some students from the 9th and 10th grades, who had successfully passed the spelling bee competitions in both schools (Francisco Torrinha and Garcia de Orta), participated in the 1st Spelling Bee Regional Round of the con- Apenas passaram à 2.ª fase 14 alunos, 5 dos quais do nosso test organised by the American Embassy Agrupamento. Realizaram-se várias rondas, até restarem 3 finalis- that took place in Biblioteca Almeida Gartas. Dois destes finalistas pertencem ao Agrupamento de Escolas ret. Garcia de Orta, tendo-se classificado em 2.º e 3.º lugar, o que foi In order to find the top 10 competitors, uma excelente representação. all the students had to write 20 words proOs alunos que passaram à segunda fase foram convidados a ir a nounced by the speaker, and then the vol- Lisboa, onde se irá realizar uma final, a unteers would correct the sheets and find nível nacional deste evento. ■ the best ones. From the top ten, five out of the ten finalists were our school mates! Rita Sottomayor, Sofia Oliveira e Maria Pereira da Costa, 9.º G They all had to wear a t-shirt with the word finalist on it and they got up to the stage where they were given, one at the time, a word to spell. If they spelled it correctly, they would continue there for at least one more round and if they spelled the word incorrectly, they would be eliminated from the competition. And believe me, there were some tricky words! This continued until the top 2: the one who spelled incorrectly would finish in second place and the other would be the winner of the competition! The second place was won by a student from our school! Our teachers were proud of us!! It was indeed a fantastic experience. ■ Sara Amorim , 10.º A 2 ao grupo, tocando flauta de bisel, o que encheu de mental, várias músicas populares alusivas ao Natal entusiasmo todos os alunos e os professores dina- e, a terminar, o muito conhecido e fascinante “Joy mizadores do Projeto “Viver a Música”. to the world”, a versão feita por Lowell Man- A audição correu muito bem. Todos participaram com interesse e entusiasmo, porém, deve real- son, em 1836, do já famoso "Aleluia" de G. F. Haendel (da oratória "O Messias"). çar-se, neste grupo instrumental, o desempenho dos alunos com necessidades educativas especiais, pois tem vindo a ser sempre uma mais-valia deste agrupamento musical. O sucesso alcançado por todos resulta não só do seu enorme empenho assim como do trabalho colaborativo dos professores dinamizaNo dia 10 de dezembro de 2014, realizou-se, dores, António José Paixão e Ana Paula Neves. pelas 18h30, na Biblioteca da Escola Francisco Tor- Como tem vindo a ser hábito, foram convidados A assistir a este espetáculo estiveram presen- rinha, a Audição de Natal do Grupo Instrumental – três irmãos, tendo sido dois deles antigos alunos do tes Encarregados de Educação e familiares dos alu- Projeto “Viver a Música”. Este grupo destina-se a Agrupamento: André Araújo (violinista), Joana nos participantes, assim como membros da Direção todos os alunos do Agrupamento, interessados em Araújo (saxofonista) e Moisés Araújo (trompetista) do Agrupamento e da Coordenação da Escola, di- tocar em conjunto. Atualmente, conta com cerca de que, além de valorizarem imenso o trabalho da or- versos professores, alunos e outros elementos da 15 alunos do 5.º ao 10.º ano, das turmas 5.º A, 5.º E, questra, proporcionaram um enorme prazer acresci- comunidade educativa que encheram a Biblioteca e 5.º G, 6.º B, 6.º E, 6.º F, 7.º F, 8.º D e 10.º I . do a todos os músicos presentes pelas suas brilhan- corresponderam com aplausos vibrantes às diferen- tes execuções musicais e pela sua grande simpatia. tes músicas do programa. ■ Participou, também, nos ensaios e na Audição de Natal, o prof. Luís Raimundo que decidiu juntar-se Do programa da audição constaram um instru- Prof. António José Paixão No passado mês de dezembro de 2014, os alunos do ensino articulado de música, da Escola de Música Óscar da Silva, brindaram os professores e funcionários da Escola Básica Francisco Torrinha com um mini Concerto de Natal, mostrando, assim, o trabalho desenvolvido na disciplina de Classe de Conjunto. Além do Arco-Íris do Musical FEITICEIRO DE OZ, os alunos do 2.º ciclo interpretaram os temas Jingle Bell Rock e Natal Branco. Os alunos do 3.º ciclo cantaram Hark the Herald, Carol of Bells e I will follow him. ■ Prof. Lécio Ribeiro A festa de Natal do 5.º G foi organizada pelo nos- Na sala de aula, eu e os meus colegas votamos so diretor de turma, prof. Ernesto Taipa. Foi numa para decidir quem ia ser o(a) apresentador(a), esco- quinta-feira, dia 11 de dezembro de 2014, às 18h30, lher o(a) rececionista e quem ia participar na ginásti- depois das aulas, no bufete da Escola. ca. Entretanto, tinha chegado o dia da Festa de Natal. Alguns minutos antes, os alunos da turma e um Eu estava muito nervoso, pois tinha medo que acon- convidado especial, o João do 8.º A, ficaram a treinar tecesse alguma coisa inesperada. Eu e a minha amiga na cantina da escola. À hora do início da festa, chega- Daniela, os rececionistas, fomos para a porta do bufe- ram os familiares dos alunos, os professores da Coor- te, porque era lá que se ia realizar a nossa festa. Eu e denação da Escola e da Direção do Agrupamento e os a Daniela abrimos a porta para as pessoas entrarem, e convidados que iam atuar. Durante a festa, ocorreram o bufete encheu-se de gente. várias atividades, algumas organizadas pelas profes- Começou o nosso espetáculo! Cantamos, dança- soras Ana Paula Neves, Joaquim Loureiro, M.ª Inês mos, lemos poemas em inglês, ouvimos tocar flauta e Cortesão, Marta Lima e Rui Oliveira. viola. Foi muito divertido! O Henrique, um colega, Cada aluno participou, pelo menos, numa ativida- vestiu-se de Pai Natal e estava muito engraçado. de. Todos cantaram a música I see fire, acompanha- Quando a festa terminou, fomos embora felizes e dos à guitarra pelos professores Ernesto Taipa bem-dispostos!■ e Luís Raimundo. ■ Margarida Santos, 5.º G David Silva, 5.º G 3 Au premier trimestre, pendant la journée du 25 novembre, la France est Os alunos do 9.º G e 9.º H elaboraram um cartaz e escreveram uma carta arrivée à l’école Francisco Torrinha, au aos Encarregados de Educação, em que divulgam o Projeto Ajudaris e o Marché Gourmandise, avec sa gastrono- livro mie bien sucrée. “Histórias da Ajudaris 2014”, solicitando a toda a comunidade educativa que dê o seu contributo solidário. De facto, com a venda do livro chocolat, des Galettes, des gâteaux au “Histórias da Ajudaris 2014”, pretende-se angariar di- chocolat, au yaourt, des quiches lor- nheiro para entregar à Associa- raines, des tartes aux pommes, des ção croques-monsieurs et beaucoup de biscuits qui sont des spécialités de cer- Ajudaris (http:// site.ajudaris.org/), ajudando-a taines régions de France, comme par Tel comme il y a deux ans, tout le monde, à chaque récréation, a eu la possibilité de goûter des saveurs typiquement françaises, quelques-unes salées et beaucoup d’autres bien sucrées! À côté de la Bibliothèque et dans la exemple, les Galettes Normandes. Les biscuits et la plupart des gâteaux ont a realizar os seus gestos solidáété préparés par parents d’élèves. Et rios que combatem a fome em tout le reste a été fait par l’équipe de muitas zonas do País, especialmente no Porto. ■ l’Éducation Spéciale de notre École. Je remercie à tous ceux qui ont per- salle des professeurs, pendant les ré- mis la réalisation de cette activité qui crés, des élèves de différentes classes nous a fait sentir de nouveau la ont vendu des croissants, des pains au France chez Torrinha. ■ Prof. Bernardete Damas Nos dias 11 e 12 de de- zembro realizou-se o Bazar de Natal (a 2.ª Feira Temática deste ano letivo), que mais uma vez mereceu grande interesse por parte Sempre gostei de fazer cartões de Boas Festas e sempre me pareceu que dos alunos e restante comunidade educativa. esta tradição deveria ser mantida, mesmo Logo de manhã cedo, nestes tempos da rapidez dos e -mails e das mensagens de tele- foi grande a azáfama da monta- móvel. gem do espaço no átrio da biblioteca zem estes trabalhos orientados pela Tentei alargar este meu gos- da nossa escola. As Estrelas de Natal professora Ana Paula Neves. Assim, to aos meus colegas da escola, (Poinsetias), de vários tamanhos, en- entre outros objetivos, têm oportuni- pedindo-lhes para fazerem um cheram as mesas de cores natalícias. dade de vivenciar situações de carác- no final do 1.º período. As Da área de Trabalhos Manuais houve ter socioprofissional e de descobrir as regras eram simples, o cartão não poderia ser comprado, teria de ser feito pelo velas, sabonetes, cartões, enfeites de suas próprias capacidades e compe- próprio professor, reciclando materiais e usando colagens, tintas, papéis festi- Natal, ímanes, bolinhas de gel, figu- tências. Para além disso, as vendas vos e, sobretudo, a imaginação. ras de feltro e bonecos. Da área de permitem dar a conhecer o trabalho O resultado foi surpreendente e apareceram cartões bastante criativos. As- Culinária houve marmelada, compo- realizado nas aulas e tornar as ativida- sim se retomou uma velha tradição de outros tempos, de quando o tempo cor- tas e os tão procurados biscoitos, que des de jardinagem economicamente ria mais devagar. ■ esgotaram logo no 1.º dia. autónomas. cartão de Natal para ser trocado Prof. Paula Catão Todos estes artigos foram elabora- A próxima Feira Temática é o dos e confecionados pelos alunos de Bazar da Primavera, com artigos para Educação Especial, em C.E.I., no âm- o Dia do Pai e para a Páscoa. bito do projeto de jardinagem. De Está previsto para os dias 17 e 18 facto, nos dias de mau tempo, como de março de 2015, na Escola Garcia não se pode ir para o jardim, os alu- de Orta. Contamos convosco! ■ nos ficam na sala de apoio, onde fa- Prof. Ana Paula Neves 4 A biblioteca, como já é hábito, teve um intenso programa de comemoração do Natal. Ddecorações a doces, música, contos e filmes, tudo foi motivo para celebrar e imbuir os alunos de um espírito natalício, proporcionando momentos de partilha, solidariedade e alegria. No dia 25 de novembro, às 11h10 da manhã, a turma do 6.° D foi à Biblioteca da Escola participar numa atividade de Natal. A turma foi dividida em pequenos grupos. Com a orientação da professora Sara Alexandre e da professora Evangelina, conseguimos realizar o trabalho com muita facilidade, que consistia em fazer decorações de Natal. No trabalho utilizámos diversos materiais, tais como, guaches, aguarelas, marcadores e brilhantes. No fim, fizemos umas luzes de cores variadas com os nossos dedos, impressos em cartolina. Foi uma atividade muito divertida, pois trabalhamos em grupos e conseguimos decorar o átrio da Biblioteca e a árvore de Natal. ■ Benedita Nunes Beatriz Figueiredo Maria Bourbon Maria Teresa Pires 6.º D No dia 13 de janeiro teve lugar, no nosso Agrupamento, a 6.ª edição da Rota dos Livros, iniciativa da Câmara Municipal do Porto, no âmbito do programa de promoção da leitura do Porto a Ler. Neste dia, todas as bibliotecas do No dia 13 de janeiro, a Escola Básica Francisco Tor- anterior à 2.ª guerra mundi- Agrupa- rinha esteve envolvida na atividade “Rota dos livros” e, al, continuando depois no período da guerra, revelando mento animaram as es- particularmente o 9.º B, que recebeu a visita da profes- a discriminação sofrida pelos judeus. colas com atividades de promoção do livro e da leitura. Na Escola Francisco Torrinha, ao longo do dia, sora Cândida Fonseca, que partilhou memórias da sua leitura na adolescência. Esta professora, que continua a gostar muito de ler, apresentou-nos o livro “Mila 18”, de Leon Uris. houve contos pela voz dos O título do livro está ligado ao quartel-general de alunos, com livros a viajar resistência dos combatentes judeus, no gueto de Varsó- entre salas, em LEITURAS via, na Polónia. O início da história remonta ao período ITINERANTES; pais, avós, antigos professores e colaboradores da Biblioteca a partilhar as suas memórias de leitura em OS LIVROS DA MINHA INFÂNCIA workshop NUVENS NUVENS DE ilustradora e o DE LUZ E SOMBRA Cristina com a Vala- das. O livro e a leitura estiveram na ordem do dia! Tendo lecionado a disciplina de história, a professora Cândida não se limitou a ler excertos do livro, contou, com muita emoção, a situação de guerra que se viveu nessa altura. A apresentação deste livro motivou a minha leitura, e a Biblioteca da Escola já o adquiriu. ■ Leonor Monteiro, 9.º B 5 Nos dias 10,11 e 12 de dezembro decorreu no auditório da Escola Francisco Torrinha mais uma Feira de Minerais, onde foram colocados à venda diferentes tipos de materiais, tais como, pedras semipreciosas, minerais, fósseis, rochas, âmbar, osso, conchas, pérolas, colares, anéis, brincos, pérolas, colares, anéis, brincos e pulseiras. A dinamização de atividades deste tipo tem por objetivo contribuir no seio da comunidade educativa uma atitude mais conscien- No dia 6 de janeiro de 2015, as turmas do 9.º te relativamente aos vários domínios da Geologia, em particular no ano do Agrupamento de Escolas Garcia de Orta conhecimento dos elementos que constituem a Terra, do seu ambi- assistiram, no auditório da Escola sede, à repre- ente de formação e da sua evolução ao longo do tempo e de como sentação de uma peça de teatro chamada “O Corpo este conhecimento nos deve permitir aproveitar os recursos minerais é que paga”, sendo o objetivo demonstrar os distúrbios e energéticos, de forma a programar e gerir um futuro sustentável alimentares e possíveis soluções. A peça estava dividida em duas partes. Os atores de- no Planeta em que vivemos. ■ Prof. Paula Pimentel monstraram os diversos problemas alimentares na primeira parte, que era constituída por três mini representações, sendo a 1.ª sobre dietas radicais, a 2.ª sobre obesidade e a No dia 18 de novembro de 2014, numa aula uma doença para qual ainda não se encontrou a de Ciências, veio uma enfermeira falar, aos alu- cura, como a SIDA. Ao contrário do que a mai- nos do 9.º B, sobre métodos contracetivos e oria das pessoas pensa, estas doenças não se ISTs (Infeções Sexualmente Transmissíveis). transmitem apenas por via sexual. Nesta palestra, a enfermeira explicou-nos o pe- Foi importante a palestra, porque permitiu rigo das doenças sexualmente transmissíveis e o sabermos mais sobre os métodos contracetivos e seu fácil contágio. Apelou, por isso, para a im- as ISTs. ■ prudente em relação a estas doenças, através do seu uso, do que mais tarde descobrir que se tem bem interpretada, os atores cativaram os espetadores que se mostraram muito interessados. Na segunda parte, os atores repetiram a representação dos problemas alimentares, mas o público pôde intervir quando quis mudar a história, de forma a encontrar soluções para resolver os problemas em questão. Penso que este teatro de debate é uma ideia muito boa, portância do uso do preservativo, pois mais vale prevenir do que remediar, ou seja, mais vale ser 3.ª sobre a alimentação em horários errados. Como foi pois ajuda a refletir sobre os distúrbios aliLeonor Magalhães Francisca Borges 9.º B mentares e ensina algumas formas de os resolver. ■ Gonçalo Garganta, 9.º F A Dra. Teresa Saraiva identificou e caracterizou os diversos grupos de perigos biológicos para a segurança alimentar, nomeadamente, As doenças de origem alimentar provocadas bactérias, fungos, vírus e parasitas. A segunda por micro-organismos são uma preocupação da parte foi apresentada pela Dra. Dina Cláudia, que saúde pública. Neste enquadramento, realizou- transmitiu critérios a ter em consideração na se, no dia 12 de dezembro, uma formação subor- compra/receção de matérias-primas e sensibili- Cândida, foi à salda do 6.º B, na Escola Francisco Torri- dinada ao tema “Higiene e Segurança Alimen- zou para a importância do correto armazenamen- nha, dar uma sessão sobre tabagismo e alcoolismo. tar”, dirigida aos funcionários que manipulam to dos alimentos nas diversas fases, desde a con- alimentos e apresentada pela Doutora Teresa servação das matérias-primas até ao produto informações sobre a composição do cigarro, os malefícios Saraiva (Delegada de Saúde Pública) e pela Dr.ª confecionado. Foram também dadas a conhecer do tabaco e do álcool e as graves doenças que podemos Dina Cláudia (Técnica de Saúde Ambiental). as diferentes origens de perigos físicos: instala- ter se fumarmos ou bebermos. Abordou-se alguns aspetos básicos para a compreensão do modo como a manipulação dos alimentos pode influenciar a segurança alimentar. ções, equipamentos e utensílios, materiais de embalagem e atividades de higienização. ■ Prof. Carmo Costa No dia 6 de janeiro de 2015, uma enfermeira, chamada A enfermeira apresentou um PowerPoint com muitas Foi uma apresentação muito interessante! ■ Isabel Pinto da Cruz, 6.º B O Agrupamento de Escolas Garcia de Orta foi um dos cinco escolhidos, a nível nacional, pela Porto Editora, para participar no projeto piloto “Desafios Digitais 2014 – Simulação Para Provas Internacionais”, que decorreu entre os dias 25 e 27 de novembro. O projeto visa aferir a literacia no Português (5.º ano), na Matemática (7.º ano) e nas Ciências (8.º ano), tendo como propósito determinar se os alunos conseguem ativar processos cognitivos e mobilizar os conhecimentos adquiridos em contexto escolar na resolução de situações e de problemas do quotidiano. Ficaram apurados para a 2.ª fase, que decorrerá nos dias 3, 4 e 5 de março de 2015, 24 alunos do 5.º ano, 33 alunos do 7.º ano e 22 alunos do 8.º ano, os quais receberam como prémio o acesso gratuito à Escola Virtual. ■ 6 No início da tarde, do dia 14 de janeiro de 2015, do claustro, onde pudemos observar pai- serviu de alfândega, (local para onde se dirigiam as os alunos da turma do 5.º H, acompanhados pela néis de azulejos da vida da Virgem Maria. mercadorias que vinham dos outros países, onde diretora de turma, prof. Inês Cortesão, e as profs. de De seguida, fomos admirar a coleção de eram cobrados os respetivos impostos). Ao explo- História, Sara Ferreira e Augusta Aguiar, partimos joias da Sé. em direção à Baixa do Porto, para ficarmos a co- Após uma caminhada pelas ruas do Porto, nhecer melhor o centro histórico da cidade que foi fomos considerada, pela UNESCO (Organização das Na- (popularmente conhecida por Igreja dos Gri- ções Unidas para a Educação, Ciência e Cultura), los) cuja entrada principal não é tão grande desde 1996, Património Mundial da Humanidade. como aparenta ser. Já dentro da igreja, à es- O autocarro parou no Morro da Pena Ventosa, no ter à igreja de S. Lourenço querda do altar, destaca-se uma enorme e fa- terreiro do Paço Episcopal em frente à Sé e à Tor- bulosa parede coberta com talha dourada ofe- re da rua D. Pedro de Pitões, também designada por recida pelos mercadores da época. Torre da Cidade ou Torre Medieval. Iniciámos a rarmos o museu, para além dos objetos do quotidia- nossa visita por este edifício, que é uma reconstru- no, cerâmicas, vidros e selos da alfandegagem, im- ção da antiga casa Torre, onde viviam o clero e a portantes indicadores do comércio que a cidade do alta burguesia medieval. Ficámos deslumbrados Porto foi mantendo ao longo dos séculos, pudemos com a detalhada maquete da cidade atual do Por- apreciar, também, vestígios de um mosaico romano to que lá estava exposta. que testemunha a ocupação deste povo, neste espa- De seguida, visitámos a Sé do Porto, um ço do Porto. A visualização de um pequeno filme dos principais e mais antigos monumentos da mostrou-nos as alterações que a casa do Infante cidade Invicta que data dos séculos XII e XIII. sofreu ao longo dos anos. Do seu interior, tivemos acesso ao claustro gótico do século XIV, que apresenta grandes Com esta visita, ficamos mais conhecedores De visita à Casa do Infante, que se situa na rua painéis de azulejos e vestígios arqueológicos da Alfândega do Porto, berço do Infante D. Henri- encontrados. Uma escadaria do arquiteto que, “o navegador”, o professor Luís Pisco come- Nicolau Nasoni dá acesso ao pátio superior çou por explicar que, há séculos, aquele edifício do importante valor do Património Mundial do Porto. ■ Pedro Sottomayor Simão Teixeira Lopes 5.º H No dia 30 de janeiro, os alunos de Durante a visita, passamos por bai- CEI das Escolas Francisco Torrinha e xo do aquário que parecia um túnel e Garcia de Orta foram ao Aquário SEA era como se estivéssemos a nadar com LIFE, com as professoras Carmo Ma- os peixes! lheiro, Iracema Moura e Cristina Silva. Também foi engraçado entrarmos Partimos do Torrinha, num autocar- numa gruta pequenina, de cócoras, No dia 8 de janeiro, os alunos de CEI do Agrupamento foram à Baixa do ro da Junta de Freguesia, pelas 9h45 e para vermos mais alguns peixes atra- Porto. Depois de carregar as senhas, apanharam o autocarro até à Baixa onde chegámos ao Aquário pelas 10h00. Lá, vés de umas janelinhas. Alguns alunos deram um grande passeio. fomos recebidos pela menina Diana ainda experimentaram espreitar para que nos acompanhou na visita. dentro de um aquário, por uma bola Saíram na Cordoaria, desceram a Rua dos Clérigos, visitaram a Rua das Flores, entraram na Estação de S. Bento e fizeram uma paragem, para descan- Ela mostrou-nos todos os peixes transparente onde cabia metade do seu sar e lanchar, no McDonald’s, onde estava muito quentinho. Aí comeram um que vivem no SEA LIFE, em três tipos corpo. Gostamos muito de ver, porque saboroso bolo de chocolate. A visita continuou pela Avenida da Liberdade, de aquário: aquário com água do rio; as caras dos meninos ficavam muito Rua de Santa Catarina, Bolhão e, finalmente, pela Rua de Sá da Bandeira. aquário com água salgada (do mar); diferentes! “Vimos o comércio tradicional, estátuas, monumentos, tirámos fotografias e aquário com água tropical (água salga- Ao longo da visita, também foi in- recordamos como se atravessam as ruas com muita atenção. da mais quente). No aquário com água teressante tentarmos responder às per- do rio, havia o peixe Esturjão, a Carpa, guntas que estavam escritas nos muros o Barbo e a Tainha. No aquário de do percurso, embora fossem um pouco Os alunos de CEI - Educação Especial água salgada, vimos nadar Polvos, difíceis… e foi muito engraçado ver Cavalos-marinhos, uma Lagosta que dar de comer aos peixes, por volta das se escondia sempre, Douradas, Morei- 11h00. Eles comem vários tipos de as, Estrelas-do-mar, Ouriços-do-mar, peixes cortados aos pedacinhos, por Anémonas, Medusas… Neste aquário, isso, é raro os peixes maiores come- a Diana deixou-nos tocar com a mão rem os mais pequenos, porque andam Ao fim da manhã, novamente de autocarro, regressamos à Escola, onde chegamos já era meio-dia. Foi uma manhã bem passada.” ■ nas Estrelas-do-Mar e nos Ouriços! No aquário de água tropical, muito satisfeitos. vimos o Peixe Balão, pequenos Tuba- No final, estivemos a lanchar na rões, Raias, uma Tartaruga muito cafetaria, todos juntos, e regressamos à grande, o Peixe-Palhaço, Cavalos- Escola, pelas 12h00. marinhos, o Camaleão, Piranhas e até vimos um Crocodilo pequenino! Gostamos muito desta visita! ■ Os alunos CEI - Educação Especial 7 ções de cada escola da cidade, bem como fotografias dessas escolas, e um pequeno texto escrito pelo coordenador das mesmas, com o objetivo de reconhecer e realçar o papel das escolas e de toda a comunidade educativa no Porto. Nesta cerimónia, o diretor ou coordenador do estabelecimento de ensino subiu ao palco, acompanhado de um aluno, enquanto era projetada a imagem da sua escola. Houve também alguns momentos musicais, proporcionados por alunos do Conservatório de Música do No dia 13 de janeiro, pelas 18h00, ocorreu, na Câmara do Porto, Dr. Rui Moreira, a Vice- Casa da Música, a apresentação do livro "O Porto e Presidente da Câmara do Porto, Dra. Guilhermina A Escola Secundária Garcia de Orta, bem como a Escola", edição da Câmara Municipal do Porto, Rego, e coordenadora do projeto "Porto, Cidade de as escolas pertencentes ao Agrupamento, foram em parceria com a comunidade educativa. Nesta Ciência". homenageadas nesta apresentação. ■ apresentação, estavam presentes o Presidente da Porto. O livro "O Porto e a Escola" contém informa- Sofia Oliveira 9.º G uma breve introdução sobre o que iríamos poder ver durante a visita. Durante cerca de uma hora, percorremos vários espaços e salas deste edifício tão distinto. Visitamos a sala laranja e a sala renascença, coberta de azulejos com um padrão tipicamente português, o qual cria uma ilusão de ótica que vai aumentando e diminuindo a dimenNo âmbito da disciplina de Físico Química, realizou-se uma visita de estudo à Casa da Música. A visita destinava-se aos alunos do 8.º ano e tinha como objetivo conhecer “os bastidores da construção” da Casa da Música, compreendendo melhor a propagação do som: reflexão, absorção e reverberação das ondas sonoras. A Casa da Música tem a forma de um poliedro irregular, projeto do holandês Rem Koolhaas, que idealizou um edifício voltado para a música onde os artistas, o técnico, o público e todos aqueles que circulam na Casa pudessem criar uma ligação muito próxi- No dia 27 de janeiro de 2015, fui à biblioteca da são do padrão, embora todos os azulejos sejam Escola, juntamente com a minha turma, para assistir a exatamente do mesmo tamanho! Estivemos tam- uma sessão sobre um tema do qual nunca tinha ouvido bém na sala Cibermúsica, revestida com triângu- falar, "Energia Fantasma". los de esponja no teto e nas paredes, e na sala Quando ouvi falar nesse assunto, pensei que fosse VIP, coberta de réplicas de painéis em azulejo de algo completamente diferente daquilo que realmente é, cidades portuguesas. Tivemos ainda a oportunida- no entanto, saí daquela sessão a saber tudo. de de ver a sala principal, a sala Suggia, assim Foram 50 minutos, que mais pareceram 5, visto que, batizada em homenagem à famosa violoncelista em vez do usual discurso acompanhado de Powerportuense Guilhermina Suggia. Terminamos a Point, nos entretemos com várias perguntas, vídeos visita na sala Roxa a partir da qual tínhamos uma engraçados e até uma proposta de um projeto que nos vista de luxo para a sala Suggia! leva à Dinamarca !! Aprendemos que devemos utilizar ma através da extensa visibilidade tanto para as Foi uma tarde muito agradável e a Casa da o mínimo de energia possível e que carregar num botão Música é sempre um lugar que deixa vontade de do comando não serve para o fazer. No fun- salas de ensaio como para os corredores. À che- voltar. ■ do, saímos de lá mais cultos. Obrigado! ■ Mariana Gouveia, 8.º A gada, fomos recebidos por um guia que nos fez Francisco Allen Marques, 7.º E No dia 12 de janeiro de 2015, no auditório da água doce, mas Os Polícias de Escola Francisco Torrinha, os alunos do 5.º H ti- parte dela não Segurança Pú- veram o privilégio de assistir, e assim aumentar os se blica foram à seus conhecimentos, a uma sessão de sensibiliza- acessível. So- nossa sala de ção sobre a importância da água no planeta Terra, mente 1% da aula falar do dinamizada pela Engenheira Rosário Sottomayor. água do plane- seguinte: ta Os temas abordados foram o ciclo da água, a sua encontra pode ser COMO NÃO POLUIR O AMBIENTE? Não deitar distribuição na superfície terrestre, as suas proprie- utilizada pelo Homem. Ficou bem salientada a lixo para o chão, porque causa a morte de seres vivos. dades, a poluição, as estações de tratamento de necessidade de adotar medidas de poupança de COMO NÃO POLUIR A ÁGUA? Não deitar lixo água (ETAS), estações de tratamento de água resi- água. para a água para não pôr em perigo a vida dos peixes. duais (ETARS) e as medidas a tomar para poupar A engenheira sensibilizou-nos e fez despertar COMO NÃO PROVOCAR INCÊNDIOS? Não água. em nós a curiosidade pelo mundo que nos rodeia. deixar lixo nas matas porque, além de destruir as pai- Todos os alunos ficaram sensibilizados com o Tomamos, assim, consciência da necessidade de tema. Um inquérito que nos foi dado a preencher preservar a água e ganhamos sentido de responsa- sagens, polui o ambiente. Para cada caso há castigos quer para os cidadãos alertou-nos logo para o facto de que a água é funquer para as empresas. Além da punição ser uma mul- damental para a vida dos seres vivos e que esta ta, também pode ser a prisão, a partir representa 70% da superfície da Terra, da qual a dos 16 anos de idade. ■ maior parte se encontra nos oceanos. Da água Marta Leão e Mariana Leite, 5.º C que temos no planeta 97% é salgada e só 3% é bilidade. Obrigado à prof. Teresa Gonçalves por nos ter levado à palestra sobre o tema “A Água, a Terra e o Homem”. ■ Simão Teixeira Lopes, 5.º H 8 No dia 6 de fevereiro, as turmas do 6.º B e 6.º Gostei desta palestra, pois fiquei a saber mais sobre os I foram à Biblioteca para assistir a uma palestra, conteúdos abordados. Apreciei bastante a tranquilidade e a no âmbito da Educação Para a Cidadania, com o boa disposição que o Dr. Júlio Machado Vaz conseguiu Professor Doutor Júlio Machado Vaz. Nessa palestra falamos, sobretudo, do tema transmitir aos alunos, ao falar de sexualidade e drogas. Na verdade, foi importante saber que na vida adulta po- “Reprodução e Sexualidade”. Ouvimos e apren- dem ser tomadas precauções para evitar algumas doenças. demos muito! Posso afirmar que gostei da sessão por ser tão informativa e divertida. ■ Agradeço ao doutor Júlio Machado Vaz por ter comparecido na Escola e por ter ensinado coisas novas. ■ Gonçalo Vieira, 6.º I Sofia Oliveira, 6.º I O Professor Doutor Júlio Machado Vaz é um O Professor honrou-nos com a sua visita, para Eu gostei muito de o conhecer pessoalmente. médico psiquiatra e sexólogo muito conhecido em falar sobre o crescimento, o namoro e as relações Falou com uma liberdade e desinibição pouco habi- Portugal. Já escreveu diversos livros, como o “Sexo entre homens e mulheres. A educação sexual é um tuais. Pareceu-me que é uma pessoa que gosta mui- dos Anjos” e “O Amor é…”. Participa em progra- assunto que a todos diz respeito, e o Professor Dou- to de conversar. ■ mas de televisão e de rádio, e até já foi comentador tor Júlio Machado Vaz aborda todos os temas rela- desportivo. cionados sem complicações. O conto “O conde soldadinho”, recolha de Teófilo Braga, transmite uma grande moral. Apela ao leitor que o amor não escolhe classes sociais. Na minha opinião, qualquer pessoa se pode apaixonar e, por essa razão, não só não escolhemos a classe social como também não escolhemos a idade, ou seja, apenas nos apaixonamos, seja por um riquíssimo rei, ou por um paupérrimo pastor. Por exemplo, Cayetana Fitz-James Stuart era reconhecida pelos seus numerosos títulos, como duquesa, marquesa, condessa, viscondessa… Além disso, também participava frequentemente em programas de televisão e escrevia artigos de imprensa. No entanto, apaixonou-se, por Afonso Díez Carabantes, que além de ser bastante mais novo que ela, era filho de um militar de infantaria. Antes de a conhecer, poucos conheciam Afonso. Era, por isso, uma pessoa inferior, quanto a títulos, comparado com a duquesa de Alba. Na verdade, o amor é um sentimento inexplicável, que não permite fazer opções. Por isso, devemos não só respeitar como também destacar todos aqueles que apenas se rendem ao amor, pondo de parte as classes sociais e as idades. ■ O filme “RRRrrrr!!!”, de Alain Chabat, conta uma história, passada no tempo dos homens das cavernas, da família Pierre (Rocha), e a sua luta contra a tribo dos Cabelos Sujos, que os invejam por terem inventado o champô. O filme é protagonizado por vários atores franceses, com especial destaque para Gérard Dépardieu. O filme relata como os Cabelos Sujos tentam a todo o custo roubar a receita do champô. “RRRrrrr!!!” é uma comédia que me fez rir bastante. ■ João Cunha, 7.º A Esta guerra já durava há 800 anos. O chefe da tribo dos Cabelos Sujos mandou a sua filha Gui infiltrar-se na tribo inimiga. Depois de muitas aventuras, as tribos acabam por se tornar amigas partilhando a receita do champô. As duas tribos com os cabelos já lavados aperceberam-se de que na tribo dos Cabelos Sujos eram todos loiros e na outra tribo tinham cabelo castanho. Apesar desta diferença, as duas tribos deram-se muito bem. Este filme é adequado a crianças e adultos, pois, embora se trate de uma história irreal, retrata os valores da amizade. O filme é interessante e muito divertido.■ Marta Moás, 7.º A O livro História de um gato e de um rato que se tornaram amigos, da autoria do escritor chileno Luis Sepúlveda, editado pela Porto Editora, narra a historia de Mix, um gato de perfil grego, pelo negro no dorso e branco na barriga, que um dia ficou cego, tornando-se amigo de um rato, chamado Mex. Este rato de origem mexicana, muito medroso e charlatão, tem como missão ajudar o gato a descobrir o que se encontra à sua volta. Esta fábula, pura e divertida, conta uma história sobre o verdadeiro valor da amizade entre dois seres que são vistos desde sempre como inimigos. O leitor é contemplado com uma história onde as diferenças são atenuadas, gerando-se, deste modo, uma partilha entre verdadeiros amigos, enfim, pequenas coisas que alegram a vida. As ilustrações marcantes e coloridas, de Paulo Galindro, e a linguagem simples, já conhecida do autor, são 2 grandes estímulos para a leitura do livro. ■ Marta Andrade, 7.ºA Shadow, o confronto, é o 1.º livro de uma jovem escritora chamada Joana Miguel Ferreira, que iniciou a sua escrita aos 15 anos e conseguiu a sua publicação apenas com 17 anos, quando estava a concluir o 12.º ano do curso de ciências e tecnologias. Este livro mostra um mundo de magia, fantasia e mistério, povoado de elfos, duendes e gnomos, seres de um mundo de sonho, aventuras e emoções. Conta a história de Shadow e Niadji que aprendem a valorizar a lealdade, a partilha e o amor. Repleto de muitas personagens completamente diferentes do nosso imaginário humano, este livro é mais que um simples romance. Esta história transporta a imaginação para o mundo da fantasia, onde existem criaturas surreais, mas que, ao mesmo tempo, transmitem a essência da vida e os seus valores. Carolina Mota, 7.º A Joana revelou ter muita coragem em escrever um livro deste género, sem dúvida admirável. A sua leitura é aconselhável a quem gosta de ir para lá do O conto “O Conde Soldadinho” ultrapassa o preconceito do casamento imaginável. ■ entre pessoas de classes sociais diferentes. Miguel Lourenço, 7.º A Quer aos pais quer à sociedade em geral não deveria interessar as classes sociais. Todos temos os mesmos direitos, para casar com quem queremos. Na minha opinião, O livro À Procura de Alaska, da autoria do escritor norteas classes sociais servem apenas para manter as aparências. Como exemplo de que o amor não americano John Green, é um romance que conta a história de escolhe classes sociais é o atual rei de Espanha ter casado com Letizia Ortiz, uma jornalista. Miles Halter, um jovem de 16 anos, que vive na Florida, troEm resumo, penso que a moral da história do conto se adequa aos dias de hoje, cando o ninho familiar por um colégio interno no Alabama. apesar de a maioria das pessoas pensar que já não há esse tipo de preconceito. ■ Miles, mais conhecido por “badocha”, por ser alto e magro, fará o seu primeiro amigo e encontrará o seu primeiro amor. Culver Creek será o lugar de todas as possibilidades, de Hocus Pocus foi, inicialmente, o título do 1.º livro completo de magia, todas as primeiras vezes, e do seu encontro com Alaska, a publicado em 1634. Mas, este livro foi, na verdade, escrito por Paul Kieve, preocupante, esquiva, lindíssima, inteligente, sensual, rebelapesar de ter o mesmo título. de e divertida Alaska Young. Paul Kieve, um ilusionista, é um grande admirador dos grandes mágiMais do que uma história, À Procura de Alaska é um dos maiores romances cos da idade do ouro da magia, que já foi mágico consultor num dos filmes que nos faz rir e nos leva às lágrimas no momento seguinte. O leitor é, deste da saga Harry Potter. O seu livro, Hocus Pocus, conta como ele contactou modo, transportado para o intenso, apaixonado, comovente e chocante romancom os grandes mágicos (mortos antes de ele ter nascido) quando estes ce. Mas, a tragédia irá bater à porta e descobre-se o valor e a dor de viver e saíram dos seus respetivos cartazes na coleção do autor e lhe ensinaram amar de modo incondicional. alguns dos seus truques de ilusionismo. Com uma linguagem simples, este romance de John Green, editado pela Mesmo que tal seja impossível, no livro é relatada a história de cada mágico e são explicaASA, tem o seu mérito reconhecido, pois foi traduzido em mais de dos alguns truques dos mestres, enquanto os outros são apenas descritos. 20 línguas, ficando em 10.º lugar na lista de best-sellers do New É um livro para todas as idades. Quem o ler ficará a saber mais sobre os grandes York Times. Foi o vencedor do prémio Michael L. Printz Award. ■ mestres da magia e os seus feitos, e aprenderá também a arte da magia. ■ M.ª Vitória Branco, 7.º A Guilherme Braga, 7.º A Mariana Vieira, 9.º G apreciação crítica Gostei do filme “Que mal fiz eu a Deus?” não só porque é uma comédia como também por falar num assunto que é um problema mundial, o Racismo. O filme retrata a história de uma família tradicional francesa, cujas filhas se relacionaram com homens de religiões diferentes, sendo 3 delas já casadas. Mas, os pais não eram muito a favor dos casamentos. A filha ainda solteira disse aos pais que se ia casar com um católico, mas não mencionou que era negro. No jantar em que iam conhecer o futuro genro, os pais ficaram chocados quando o viram. Contudo, os pais de Charles e Laure aceitaram organizar o casamento em conjunto, embora com algumas divergências. O pai de Charles também não era a favor do casamento e, apesar de inicialmente não se dar muito bem com o pai de Laure, tornaram-se amigos. Os dois, Claude e André, tiveram uma aventura em Paris e foram parar à esquadra. Quase estragaram o casamento, e Laure já estava no comboio para ir embora e anular o enlace, mas Claude e André armaram um escândalo e o comboio parou. Levaram Laure para a Igreja, para se casar com Charles, numa linda cerimónia. No final, Claude e a mulher disseram que também iam fazer uma lua de mel, e que iam visitar as famílias dos quatro genros (o árabe, o judeu, o chinês e o africano). Tudo está bem quando acaba bem! Recomendo!■ Dinis Mota, 7.º H Carolina Molar, 6.º I