Sábado, 25 de dezembro de 2010 a.D.
NOSSO BOLETIM p. 3
Nelsinho cumpre o que promete
Peço licença ao leitor para colocar aqui um longo
e rico depoimento de Ana Carolina Bernardi de
Oliveira Neves de São João da Boa Vista – SP.
“Conheci a história do Nelsinho através do Pe.
Rodolfo quando, ao celebrar uma missa na capela
da Santa Casa desta cidade, próximo ao Natal, ele
contou-a a todos. Nesta época, eu estava grávida
de meu segundo filho, Samuel.
Deus me abençoou com dois filhos lindos e
saudáveis e uma família abençoada.
Minha segunda gravidez foi um pouco conturbada e no dia 29/12/2007, meu filho Samuel nasceu.
Na sala de cirurgia, o anestesista não conseguia
aplicar a anestesia, fez algumas tentativas, e
quando eu reclamei que estava sentindo choque
nas minhas pernas, ele aplicou uma anestesia local
nas costas, para depois aplicar a Raquidiana.
Depois disso, logo que meu obstetra começou a
cesareama, não sei se foi por causa da quantidade
de anestésico, comecei a vomitar. Vomitei tanto que
nem vi meu filho nascer.
Problemas a parte, fui para o quarto. Samuel
nasceu às 8:36h do dia 29/12/2007.
Duas horas depois do nascimento, por volta das
10:30h, a enfermeira chega ao quarto com ele para
que eu o amamentasse.
Aprendi com a minha primeira filha, que nos
casos de se tomar esse tipo de anestesia, deve-se
ficar deitada sem travesseiro, sem levantar a
cabeça até o efeito da anestesia passar. Mas,
segundo a enfermeira isso não existe mais.
Ela me sentou, eu ainda não sentia minhas
pernas, e colocou-o para mamar. Meu filho não quis
saber de mamar. Ela o colocou no braço e me disse
para não deitar, para ficar sentada.
No primeiro dia me deram mil analgésicos, no
segundo dia comecei a sentir dor de cabeça.
Comuniquei à enfermeira, que falou com o médico
que me receitou analgésico no soro.
Tive alta médica no dia 30/12/2007 por volta das
13:00h.
Já em casa, aquela dor de cabeça veio comigo e
ela parecia aumentar cada vez mais. Ela só parava
quando me deitava sem travesseiro. Passei a ficar
deitada o tempo todo. Para levantar, meu marido
tinha que segurar minha cabeça.
Gradualmente e velozmente ela só aumentava,
até que no dia 31/12, eu já tinha quase certeza que
ou ficaria louca ou estava morrendo de tanto que a
minha cabeça doía. Era uma dor tão grande que eu
jamais teria coragem de fazer alguém senti-la.
Meu marido procurou meu médico que
receitou analgésicos fortíssimos e até antipsi-
cótico.
Aos poucos ela foi melhorando (+ou – uma
semana) e fui diagnosticada com “cefaléia pós
raquidiana”.
Depois disso, minha vida virou um inferno.
Eu nunca tinha tido dor de cabeça, agora,
periodicamente tinha episódios de enxaqueca
que me deixava estéril. Comecei a tomar
dipirona e a cada dia aumentava a dose, até
que um dia tomei 100 gotas de novalgina e
desmaiei, dormi. Neste dia, tomei a decisão de
que ou eu acharia um tratamento ou essa dor
me mataria. Fui ao meu ginecologista, a
anestesistas, neurologistas, cardiologistas, e
todos me diziam a mesma coisa, que era para
ter paciência que ela demoraria um ano e
depois iria embora, que isso tudo era por causa
da anestesia.
Um ano se passou e nada. Um ano e meio e
nada. Voltei ao neurologista, que me pediu
para fazer uma tomografia que não deu nada,
fiz mapeamento cerebral que também não
acusou nada. A única coisa que ele me disse
era para nunca mais tomar dipirona, pois a
minha pressão, por ser baixa, estava mais
baixa (aquele dia 07/04) e me receitou outro
comprimido. Disse também que as dores
poderiam ser estresse do trabalho.
Já achando que eu estava começando a ficar
louca, que aquela dor poderia ser por qualquer
coisa, deixei de tomar café, leite, só comia
legumes e verduras. Mas, nada disso adiantou.
Saí do trabalho, se essa era a causa, eu ia
acabar com ela. Engano meu. A causa não era
o trabalho, a dor ainda estava lá.
Minha vida passou a girar em torno de uma
dor de cabeça alucinante. Não saía de casa
mais, pois se ela resolvesse aparecer (o que
era do nada) eu tinha que voltar para casa, me
entupir de analgésicos e esperar.
E assim foi minha vida mais alguns meses.
Minha filha mais velha, Nathalia, é coroinha
da paróquia “Nossa Senhora do Perpétuo
Socorro” aqui de São João da Boa Vista, e ela
estava escalada para a missa do sábado às
19h30, era inicio do mês de dezembro de 2009.
Meu marido estava em casa, cansado do
trabalho, meu filho mais novo dormindo, e
naquele sábado, eu já tinha acordado com a
dor de cabeça.
Já tinha tomado analgésico em jejum de 600
mg, e nada da dor ir embora.
Respirei fundo, peguei a Nathalia e fui com
ela para a missa. Lembro-me de que quando
sai de casa, soprou uma brisa, que em dias
normais eu teria agradecido a Deus, mas
naquele dia, até a brisa me fazia doer mais a
cabeça.
Chegamos à igreja, aquele som, as músicas,
eu achei que não iria suportar. A sensação que
eu tinha era que a minha cabeça ia explodir e
meus olhos saltariam para fora do meu crânio.
Pedi forças a Deus o tempo todo.
Quem celebrou a missa aquele dia foi o Pe.
Rodolfo.
Na hora da consagração, ajoelhada ali e
implorando a Deus que me ajudasse, segurando para não chorar, veio na minha cabeça a
historia do Nelsinho. Eu parei minhas orações
e conversei com o Nelsinho, disse a ele assim:
“Nelsinho, se você realmente vai cumprir a
promessa que fez ao Pe. Rodolfo, eu te peço,
imploro, interceda por mim junto a Deus e me
tire essa dor”.
Nessa hora, a dor era tanta que eu já não
conseguia raciocinar direito.
E o Milagre aconteceu!
Assim que o padre terminou de dizer “...fazei
isso em memória de mim” a dor desapareceu!
Aí eu não aguentei, chorei, chorei de alegria,
não me levantei o resto da missa, fiquei de
joelhos, agradecendo a Deus e ao Nelsinho!
A primeira coisa que fiz quando cheguei em
casa foi contar para todo mundo, eu não cabia
dentro de mim.
Esperei alguns meses para contar ao Pe.
Rodolfo minha experiência, para ter certeza de
estar realmente curada. Até pedi perdão a
Deus por essa atitude minha, mas eu tinha que
ter certeza que aquele pesadelo e aquela
agonia tinham terminado.
Hoje, 7 meses depois da graça que recebi
por intercessão do Nelsinho, coloco no papel
meu testemunho e me coloco à disposição
para quem necessitar de meu relato e minha
experiência”.
Pe. Gerhard Rudolfo Anderer, CSsR
VOCÊ CONHECEU O NELSINHO VIVO?
Se você conheceu o Nelsinho vivo, ou alguém que o conheceu, por favor, ligue para Fátima (3214-2311) ou para Otília (3336-7551). Deus abençoe!
Notícia
Informamos nosso novo endereço:
Av. São José, 812 – Bairro São José
Telefone: (16) 3335-9778
Estamos à disposição de nossos sócios e colaboradores para
resolver qualquer dúvida e também convidamos a todos para
conhecer nossa Casa Mãe da Divina Providência e a Casa Mãe
do Divino Amor.
Você, sócio que ainda não recebeu nossa carta com o mapa em anexo de
nossa localização, favor entrar em contato pelo fone 3335-9778 que
providenciaremos outro.
Obrigado
Nando
Download

Página 6e3 - Comunidade Servos do Cristo Redentor