Alvaro
Luiz Rose
Karin Francieli
Richard Audrin
de Matos Bonin
Marques Santoro
Thadeu Fieszt Filho
Valdinei
PROJETO
DE VIABILiDADE
Rodrigues
de Novaes
ECONOMICA
Trabalho
DO HOTEL DAS NA<;:OES
apresentado
junto
a
disciplina
Admjnistra~ao e de AvaliayAo de Prqeto do Curse
de Administ~o Gest:Kl de Neg6ciosTurma 0
veftolnoile
da Universidade
Tuiuti
do Parana.
Orientador: Prof~.Ricardo Otto Rebel
OJ
~\J)'
~
,,-' . r
s:
'-~)
-(
('
Curitiba
2003
TERMO DE AVALlA<;:AO
Alvaro
Luiz Rose
Karin Francieli
Richard Audrin
de Matos Bonin
Marques
Santoro
Thadeu Fieszt Filho
Valdinei
Rodrigues
PROJETO DE VIABILIDADE
o presente
atribuido
Projetos,
projeto apresenta
ECONOMICA
aprovado,
nota 8,5 ( oito e meio
como
habilita9lio
requisito
Orientador:
Examinador:
Examinadora:
Professor
Ricardo
Oirceu Mendes
Ariane
para
DO HOTEL DAS NA<;:OES
apta apes defesa em Banca Examinadora,
), na disciplina
parcial
Gestao de Neg6cios,
de Novaes
de Administra9ao
conclusao
Turno Noturno,
do
Curse
da Universidade
Otto Rebel.
de Britto
Hinsa
Curitiba,
20 de outubro
iii
de 2003.
e Avalia\,<,!o de
de
Administrac;;:lo,
Tuiuti do Parana.
AGRADECIMENTOS
Agradecemos por tada compreensao, apoio
e
for9a
que
professores
deram
para
familiares,
em
todos
que
realiza9aO desse
os
namorados
mementos
se tornasse
e
nos
passivel
a
projeto e tambem,
a
algumas organiza90es come
0
Hotel Mabu
Resort e Motel Opium, que abriram as partas
para que pudessemos
realizar uma pesquisa
passando informac;Oes e ajudando da melhor
maneira passivel
~Arregacem
as mangas e assumam
0
campo que Ihes foi entregue para cuidar. As
necessidades mundiais sao bern maiores do que voc~s podem suprir, mas nunca
Ihes sera pedido alem do que voc~s sejam capazes
de realizar"
ANGELICA
MOURA
RIBEIRO
SUMARIO
TERMO
DE AVALlA9iio
AGRADECIMENTOS
EPiGRAFE
.
.........................................•...................................
iii
iv
..
LlSTA
DE TABElAS
E QUADROS
llSTA
DE FIGURAS
E MAPAS
LlSTA
DE GRAFICOS
LlSTA
DE ABREVIATURAS
..
.
..
xi
xii
E SiMBOlOS
xiii
..
RESUMO ...
INTRODU9iio
..
1
FUNDAMENTA9iio
2
ASPECTOS
TEORICA
JURIDICOS
A EMPRESA.
2.2
ENDERE<;O
2.3
SEDE E FORO JURiDICO
2.4
RAMO DE SERVI<;O ..
2.5
INSCRI<;OES
2.6
FORMA JURiDICA
2.7
PRAZO
..
2.8
OBJETIVOS
6
...
6
7
E DATA DA CONSTITUI<;AO
DA SOCIEDADE
ESTRUTURA
2.11
CONTROlE
DO CAPITAL
2.12
CONTRATO
COM OUTRAS
2.13
AUTORIZA<;AO
2.14
INCENTIVOS
METODOlOGIA
6
TABUlA9iio
7
8
8
DO CAPITAL
9
SOCIAL. ..
EMPRESAS
..
..
9
9
10
E ISEN<;OES ...
DE MERCADO
11
..
13
...
DA PESQUISA
DA PESQUISA
8
SOCIAL. ..
DE FUNCIONAMENTO
DE PESQUISA
.....
8
..
2.10
PROJETO
.....
SOCiAlS ....
2.9 ATOS CONSTITUTIVOS
4
6
....
FISCAIS ...
DE DURA<;AO
SEGMENTACiio
6
..
6
2.1
J
...
E lEGAlS
14
.
18
.
vi
7
CONClUSAO
ANALISE
9
DA TABUlAC;:AO
DE MERCADO
QUANTIFICAC;:AO
10 POTENCIAL
25
26
DE MERCADO
.
DA EMPRESA
27
.
DA CONCORRENCIA
13 ESTRATEGIA
13.1
24
DE MERCADO
11 lOCALlZAC;:AO
12 ANALISE
DA PESQUISA
..
28
..
DE MARKETING
33
..
37
DIVUlGA9AO/PROPAGANDA.
.
37
13.2 PREC;:O
.
13.3 CUSTOS
DA ESTRATEGIA
DE MARKETING
37
..
38
13.4 lOGOMARCA
.
13.5 PLANEJAMENTO
13.5.1 Visao
ESTRATtoGICO
.......................•...
38
.
13.5.2 Missao
38
38
.
38
13.5.3 Principios
e Valores
39
.
13.5.4 Inova9ao .....................................................................•.......................
39
13.5.5 Analise SWOT
40
.
14 INVESTIMENTO
42
15 DEPRECIAc;:AO
44
...
16 PROCESSO ..
45
16.1
PROCESSO
DE ENTRADA
16.2
PROCESSO
DE SAIDA OU CHECK-OUT
17
TAMANHO
18
PlANTA
BAIXA
19
LAYOUT
..
OU CHECK-IN
48
...
50
OTIMO ..
20 PROGRAMA
51
.
52
56
DE PRODUc;:AO ..
20.1 CONTROlE
DO NUMERO
DE CLiENTES
20.2 CONTROlE
DE ESTOQUE
...
20.3 CONTROlE
DA LlMPEZA
20.4 CONTROlE
DA LAVANDERIA.
20.5 CONTROlE
DOS SERVIC;:0S
20.6
45
..
OBSERVAc;:OES
GERAIS
56
..
56
GERAL
56
.................•...
56
...
GERAIS...
SOBRE
0 CONTROlE
,·ii
57
DE PRODUC;:AO..
57
21
RECURSOS
22
FORNECEDORES
MATERIAlS
23
RECURSOS
..
58
..
60
HUMANOS
...
65
23.1
DETERMINA<;AO
DE NECESSIDADE
23.2
MAo
23.3
ORGANOGRAMA
ADMINISTRATIVO
23.4
OUALIFICA<;OES
...
23.5
DESCRI<;AO
DE OBRA A SER CONTRATADA
Gerente
Geral..
23.5.2
Gerente
Residente ...
23.5.3
Departamento
SOCIAL
72
74
...
lOS OFERTADOS
23.9
ESTUDO
DE DISPONIBILIDADE
DE DELIBERA<;AO
CONCLUsAo
PARCERIAS
DO ESTUDO
SETOR
ALiMENTlcIO
24.2
TURISMO
24.3
ESTACIONAMENTO
74
...
...
74
DE MAO DE OBRA NO LOCAL. ..
74
DE MAo DE OBRA ..
75
DE MERCADO
E TERCEIRIZA<;AO
24.1
..
76
76
..
77
...
ASPECTOS
71
PARA FINS DE OPERA<;OES
BENEFic
78
..
FINANCEIROS
25.1
INVESTIMENTO
25.2
RECEITA
25.3
FINANCIAMENTO
25.4
CUSTO
FIXO ...
25.5
CUSTO
VARIAVEL.
25.6
IMPOSTOS
25.7
ORE. ..
25.8
FLUXO
DE CAIXA ...
25.9
VALOR
PRESENTE
25.10
E FUN<;OES ...
71
23.8
25
66
de Servi90s ...
CAPACIDADE
24
65
65
..
CARGOS
23.7
23.10
...
71
REPRESENTA<;AO
FINANCEIRAS
DE OBRA ...
67
DE SETORES,
23.5.1
23.6
DE MAo
79
..
79
FIXO ...
79
..
79
..
80
80
..
81
..
82
TAXA INTERNA
83
L!OUIOO
(VPL) ..
OE RETORNO
(TIR) ..
viii
83
83
25.11 ANALISE
DE SENSIBLIDADE
26
JUSTIFICATIVA
27
CONCLUSil.O
REFERENCIAS
APENDICE
DO
usa DE
84
...
CAPITAL
...
...
BIBLIOGRAFICAS
86
..
87
89
..
93
ANEXOS ..
94
ANEXO
I..
ANEXO
11
ANEXO
III ..
.
ANEXOVI.
ANEXOV
85
97
99
103
.
105
.
107
ANEXOVI
113
ANEXOVII..
ANEXOVIII
..
115
ANEXOVIX
...
117
ANEXO
119
X ...
ix
LlSTA DE TABELAS
TABELA
1: PESSOAS
DE UNIAO,
QUE VIVIAM
SEGUNDO
E QUADROS
EM UNIAO
CONJUGAL,
AS GRAN DES REGIOES
POR TIPO
E AS UNIDADES
DA
FEDERA~AO.
12
TABELA
2: FLUXO
SEGUNDO
TABELA
3: RESIDENCIA
TABELA
4: CRESCIMENTO
TABELA
5: AVALlA~AO
TABELA
6: CUSTO
A NACIONALIDADE.
PERMANENTE
25
DOS ENTREVISTADOS.
26
DE MERCADO.
27
DA LOCALlZA~Ao.
DA ESTRATEGIA
30
DE MARKETING
.
38
42
QUADRO
1: INVESTIMENTO
QUADRO
2: DEPRECIA~AO..
QUADRO
3: PROGRAMA
QUADRO
4: MAO DE OBRA
QUADRO
5: PRO.LABORE
QUADRO
6: INVESTIMENTO
QUADRO
7: RECEITA ...
79
QUADRO
8: FINANCIAMENTO.
79
QUADRO
9: CUSTO
80
QUADRO
10: CUSTO
QUADRO
11: IMPOSTOS
QUADRO
12: ORE ..
QUADRO
13: TIR ..
QUADRO
14: ANALISE
..
.
44
58
DE PRODU~AO
70
DO PROJETO
71
..
FIXO
.
FIXO ...
79
80
vARIAVEL
81
..
82
83
DE SENSIBILIDADE.
...
84
LlSTA DE FIGURAS
FIG. 1: LOGOMARCA
E MAPAS
38
..
FIG. 2: FLUXOGRAMA
DE ENTRADA
FIG. 3: FLUXOGRAMA
DE SAiDA
DO HOSPEDE
DO HOSPEDE
..
47
49
..
FIG. 4: PLANT A BAIXA
.
51
FIG. 5: LAYOUT1
.
52
FIG. 6: LAYOUT2
.
53
54
FIG. 7: LAYOUT3
FIG. 8:
Lay Out 4 ..
55
FIG. 9: ORGANOGRAMA
FIG. 10: FLUXO
66
...
83
DE CAIXA ...
MAPA
1: CIDADE
DE CURITIBA
MAPA
2: REGIAO
CENTRAL
.
.
DA CIDADE
DE CURITIBA
xi
31
32
LlSTA DE GRAFICOS
GRAFICO
1: FAIXA
GRAFICO
2: SEXO .....
GRJiFICO
3: UNIAo
CONSENSUAL
18
ETARIA ..
18
.....
CONJUGAL
OU CASAMENTO)
(NAMORO,
NOIVADO,
UNIAo
19
...
GRJiFICO
4: RENDA
APROXIMADA
GRAFICO
5: VIAGEM
GRJiFICO
6: FREQOENCIA
GRAFICO
7: MOTIVOS
GRJiFICO
8: DIAS QUE COSTUMAM
GRJiFICO
9: INSTRUMENTO
UTILIZADO
GRJiFICO
10: TRANSPORTE
MAIS USADO...
GRJiFICO
11: GASTO
GRAFICO
12: ACEITA<;;AO
19
................................................•..
20
COM 0 COMPANHEIRO..
20
DAS VIAGENS..
QUE OS LEVAM
A VIAJAR...
PASSAR
21
VIAJANDO..
0 PLANEJAMENTO
21
DA VIAGEM..
22
COM A VIAGEM..
QUANTO
22
23
A HOSPEDAGEM
xii
NO HOTEL..
23
LlSTA DE ABREVIATURAS
EMBRATUR:
Empresa
Brasileira
E SiMBOLOS
de Turismo.
BOH : Boletim de OCUpa9aO Hoteleira.
FNRH:
Ficha Nacional
IPPUC:
Inslituto
ABIH: Associa,ao
FNRH:
Servi90
TAM: T ransportes
CNPJ:
Cadastro
ICMS: Imposto
ISS: Imposto
IBAMA:
Brasileira
Preenchimento
SEBRAE:
lAP: Instituto
de H6spedes.
e Planejamento
da Industria
da Ficha Nacional
Brasileiro
Urbano
de Curiliba.
Hoteleira.
de Registro
de Assistl!ncia
de H6spedes.
a Empresa.
Aereos
Nacional
de Pessoa Juridica.
de Circula,ao
de Mercadorias
e Servi,as.
Sobre Servi90.
Instituto
JUCEPAR:
de Registro
de Pesquisa
Brasileiro
Junta Comercial
Ambiental
De Meio Ambiente
E Dos Recursos
do Estado do Parana.
do Parana.
xiii
Renovaveis
RESUMO
o projeto descrito a seguir e iniciado com a apresenta<;ao de todos os aspectos
legais relacionados a abertura do Hotel das Na9oes, que possui como principal
caracteristica a inova9~oda decoraC;aode seus apartamentos que sera baseada na
cultura de diferentes parses do mundo. A fundamentaC;:IIo te6rica tera como
conteudo principal a hist6ria e a evoluc;tio da hotelaria no Brasil e no mundo. Em
seguida, sempre direcionados ao sucesso do estabelecimento, sao citados assuntos
relacionados ao plano de marketing, tais como, a pesquisa de campo, sua tabulac;ao
e avalia9aO, a quantifica~o, analise e potencial de mercado, a localiza9aO deste
diferenciado estabelecimento, dados referentes it concorrencia e a estrategia de
marketing a ser utilizada. Em Dutra parte do projeto, 0 investimento sera apresentado
em urna tabela que visa detalhar os materiais necessarios para a abertura do Hotel,
e tambem os respectivos pret):ose fornecedores. A seguir, os f1uxos de entrada e
saida de h6spedes, 0 programa de produ~o, 0 layout que tem como objetivo
otimizar a distribui9aa dos ambientes internos e os recursos materiais serelo
demonstrados. A parte que trata dos colaboradores, au seja, a area de recursos
humanos da empresa, trara aspectos essen cia is que serao apresentados atraves do
organograma tuncional, das qualifica90es necessarias, da descri9ao de cargos e
tun90es, dos beneficios e do estudo de mercado de mao de obra. Alem deste ponto
as parcerias estabelecidas pelo Hotel das Na<;oestambem serao descritas. Na parte
final, que trara a concluselo do trabalho, todas as informayOes financeiras serao
abordadas e apresentadas com tabelas, visando demonstrar a viabilidade
econ6mica do Hotel das Na,Oes.
Palavras-chave: inovat):30,sucesso, parcerias e viabilidade.
xiv
iNTRODU~Ao
o
presente
trabalho descreve
os processos
de desenvolvimento
e
analise
dos passos necessaries para a abertura do Hotel das Nac;:Oes:urn estabelecimento
que tera sua localizac;:::iona regiao central da cidade de Curitiba e cujo
mederna,
e
principal diferencial
a decorayao existente ern todos seus
e resultado do projeto final de conclusao do
a inovac;;:aoreferente
apartamentos. 0 trabalho apresentado
curso de Administra,1\o de Empresas com enfase em Gestao de Neg6cios da
Universidade
A
Tuiuti do Parana.
e
hotelaria
organizacionais
uma
industria
de
servil(os
pr6prias. Sua principal finalidade
seguranc;a. alimentac;:ao
e demais serviyos inerentes
afirmar que este ramo de atividade tornou-se,
que
possui
e 0 fornecimento
a atividade
caracteristicas
de hospedagem,
de reeeber. Pode·se
hoje, uma contingencia
ser uma das maiares industrias e, par conseguinte,
grande geradora
mundial por
de renda e de
empregos.
Segundo Petrocelli (2002).
com aspectos
estarmos
copiados
ern quatquer
'0
luxo e os mega-empreendimentos hoteleiros
dos hoteis jil existentes.
que nos dao
lugar, par serem comptetamente
cada vez mais lugar aos haters concebidos com criatividade,
e com design inovadar, que fazem
0
a sensayao
impessoais;
de
estao dando,
originalidade,
etegtmcia
h6spede sentir-se em casa~.
Eo buscando essa inova,M e modernidade, para aproveitar as oportunidades
do mercado hoteleiro e atender as expectativas
dos c1ientes, que a ideia de cria<;ao
do Hotel das Na<;6esfoi posta em priltica. 0 principal diferencial do estabelecimento,
alem da qualidade
dos serviyos e do atendimento,
contam com decoratyao trpica referente
o
projeto desenvolvido
a cultura
tern par objetivo trazer dados referentes
processo de abertura do empreendimento
te6rico do mesma
completo
plano
e diversos
de
marketing
informayOes relacionadas
financeira
a
s;lo os 36 apartamentos
estudado,
t6picos de extrema
e
suas
variaveis,
contando com
importa.ncia,
Jay out
t6pico, pois demonstra
Hotel das NayOes do ponto de vista economico.
0
a tado a
embasamento
que vao desde
do
area de recursos humanos e finalizando
que constitui um imprescind[vel
que
de diferentes paises do mundo.
0
estabelecimento,
com toda parte
a viabilidade
do
FUNDAMENTA<;:Ao
E
TEORICA
passiveI constatar que as atividades hoteleiras tiveram seu inicio em
fun<;ao da necessidade
alimentar;ao
durante
A primeira
a hospedagem,
natural
que as viajantes
periodo
0
noticia
segundo
t~m
procurar
8m
abrigo,
apoio
e
de viagem.
sabre a criar;ao de urn espar;o
destinado
especifical11ente
Gonc;alves,
vern
securos
de alguns
santu;1rio
de Qlimpia,
que eM,eli eventos
antes
eram
crista,
da era
re.alizedos
pudessenl
quando
na Grecia
os primeiros
ser realizados,
Antiga,
no
jOg05 olfmpicos.
foram
construidos
Para
um esladio
e urn pOdio. Mais tarde fcram acrescentados as balnearios e urna
hospedaria,
o
com
(199B.
jogos.
desenvolvimento
0
objetivo
e evolw;ao
e principal mente dos romanos,
construc:to
de ruas e estradas,
Bretanha,
sua cultura
durante
0
muitos
a arte de hospedar,
Essa mesma
tendencia
igualmente
influenciados
pel os romanos.
Nas grandes
e refinadas
estradas,
estabelecimentos.
nao tivesse
viajando
a negocios
consistia
em urna '"lei que obrigava
au a servico
rnantinham
as pousadas
dos correios,
colocarem
nesta
a quase
dos
ell
par todos
as
para as viajantes.
A
par Roma,
as paises
amplos
hotels
os hoteleiros
Outra
regra
as
europeus,
sltuados
a risca,
nao poderia
par ulna autoridade,
a
incorporou
sa muttipticavam
todos
um hoteleiro
assinada
influencia
relacionadas
regras que eram seguidas
do imperador.
ao
pelos
receber
um
estivesse
aplicada
ele
na epoca
noite, visando
a
anotar as names, a proced{!ncia
e
a manter
vigilia
ell
1998. p. 74).
epoca
sob vigilancia,
ali sa hospedavam.
os donos
de abrigos
dominada
de quem era obrigat6rio
(GONYALVES.
Os magistrados,
stkulos
Por exemplo,
urna carta
grande
das viagens
casas de hospedagem.
que
a nacionalldade".
surgimento
foram criadas
hospede
dos h6spedes,
a expansao
era comum
donos destes
seguran9B
sofreram
e ao longo de suas estradas
pousadas.
longo das principais
e particip.antes
pais com suas habilidades
propiciaram
e, conseqGentemente,
por exemplo,
as visitantes
do ramo hoteleiro
dos 9re90s
seus dominios
de abrigar
72).
p.
de constantes
conflitos,
crimes
e desordem,
ja que civis e rnilitares, alern dos funcionarios
As autoridades
das casas de hospedagem
da epoca
em sua folha
se viram
obrigados
de pagarnento,
a
para
que eles contassem
hospedarias.
tudo que, per ventura, ouvissem de sells h6spedes
Consequentemente
este
seguras e confiaveis.
Esse panorama
menos inalterados
0
ate
procedimento
e aparente
final da Idade Antiga,
tornou
seguranga
quando
as
dentro das
pousadas
continuaram
foi alterado
devido
mais
mais ou
II
queda do
Imperio Romano.
Ap6s
com tanta
0
colapso do Imperio Romano,
intensidade,
prejudicando
seriarnente
precisasse,
hospedagem
seguras
confiaveis.
e
organizada,
com
isso fez
as pousadas.
Esse
dedi cad os ao atendimento
a Igreja
Cat61ica
peregrinos.
fundagao
Esses
destes
numero
de
h6spedes
hospedaria,
quartos
e
"se
tornou
refeit6rios
dos viajantes".
uma
separados
(GONCALVES,
importancia
a quern
que erarn rnais
atividade
e
monges
1998, p. 74).
e influ~ncia no que diz
e evolutya,o da 110telaria. Inurneras guerras ocorreram
e a religiao
a recuperar
locais
0
e instituic;aes religiosas
tambem tiveram extrema
religiOes comegaram
nao erarn mais utHizada
diminuisse
Com isso, passou a ser oferecida,
de
de
e cuidado
respeito ao desenvolvimento
entre
meio
as estradas
que
em monasterios
a constru9aO
As Cruzadas,
com
Isl~mica.
Depois
de seculos
de guerras,
erarn
chamados
estabelecirnentos
de
hospitais.
que se multiplicararn
Esse
as
prote~o de
os lugares santos com objetivo de
fato
propiciou
posteriormente
entre
a
os
povos ocidentais da Europa.
Conforme
apresenta
Gon~alves
abrigavam velhos, enfermeiros
(2000),
e peregrin~s,
"inicialmente
o passar dos anos. os hospitais (que eram. muitas vezes
cobrar para estadia dessas pessoas.
sao rneios de hospedagern
esses
Hospitais,
que
nao possuiam fins lucrativos. Mas com
mosteiros)
passaram
a
Muitos desses mosteiros ate os dias de hOje
muito utilizados e visitados,
principalrnente
na Europa
Ocidental"
Com
0
restabelecimento
da seguran~
a partir do seculo XII, as estradas
Velho Continente voltaram a ser utilizadas por viajantes,
aproveitaram
a oportunidade
para abrirern suas portas novamente,
situar ao longo destas estradas.
Visando
do
e com isso as hospedarias
voltando
a se
criar pad roes para urn melhor controle e
administrac;:ao das hospedarias em geral, diversos paises iniciaram a implantaga.o de
leis e normas para regulamentar
a atividade hoteleira, especialmente
a Franya e a
Inglaterra.
Na Europa,
legisla~Oes
os paises
especificas
rnais desenvolvidos
para hotelaria.
da epoca
A Inglaterra,
come~avam
par exemplo,
a dispor
passou
de
a contar
com leis relacionadas
com este ramo, em 1446.
primeiro conjunto de leis reguladaras
Ja a Franya,
dos estabelecirnentos
apresentou
a seu
e dos servic;:os hoteleiros
no ano de 1254.
Na Inglaterra. ap6s a Revolu9ilo industrial, as estalagens loram substituidas
pelos "inns~,
que conquistaram
a reputa~o
de serem
as melhores
hospedeiros
daquela epoca. Nos 50 anos seguintes, a Europa foi perdendo a supremacia para
as Estados Unidos, onde muitas iniciativas foram revolucionando
Tendo sido desccberto
ha
cerca de 500 anos,
pais jovem em relayAo as naC;Oes europeias,
0
a hospedaria.
Brasil e considerado um
e a sua tradi9aO em hospedagem
foi
baseada justa mente nos model as europe us e, rnais tarde, norte-americanos.
No Brasil ~os primeiros grandes
hoh~is foram erguidos
par imigrantes,
que
viam na nova terra boas possibilidades de sucesso". GON~ALVES, 1998, p. 81)
A cidade do Rio de Janeiro se apresenta como pioneira da hotelaria. A corte
portuguesa abriu as portos da cidade fazendo com que muitas pessoas estrangeiras
passassem
par la, a que gerou a necessidade
de criaC;ao de estabelecimentos
que
pudessem abrigar estas pessoas. No seculo XVIII comec;aram a surgir no Rio de
Janeiro estalagens
otr casas de pasta, que ofereciam alojamento
aos interessados,
era a principia dos futuros hoteis.
Algumas outras capitais do pais, a partir da decada de 30, passaram a
contar com a instalaC;ao de grandes hoteis, que atraiam seus clientes com diversos
cassinos.
Com a proibiC;a.o dos jogos de azar, na decada
seguinte,
muitos destes
estabelecil11entos hoteleiros se vi ram obrigados e fechar suas portas ou reestruturar
seus neg6cios e publico alvo. Na decada de 60 foi criada a EMBRATUR (Empresa
Brasileira de Turisrno) e com isso foram estabelecidas
estimularam
as investimentos
Nos
anos
70,
as
dobra ram sua capacidade,
aqui se instalaram.
elevados,
leis de incentivos fiscais que
no setor.
maiores
empresas
e tambem
nacionais
praticamente
nessa epoca muitas empresas
internacionais
Essas redes hoteleiras
par isso se tornaram
hoteleiras
se caracterizavam
inacessiveis
para
a maior
pelo luxo e prec;os
parte
da populac;ao
(GON~ALVES, 1998).
Fei apenas na decada de 90, atraves da glebalizay8.o e de incentives fiscais
e econOmicos,
que
hoteis acessiveis
para
uma fatia
qualidade e mais econOmico passaram a ser construldos.
maior da populayao,
com
Ao
longo
evoluindo,
dos
seculos,
difundindo
implemento
e
de novos
o ramo
responder
de
acordo
ternando
equipamentos
assirnilaryao em formas
inserido de forma
se
com
Otero
urn neg6cio
e tecnicas
e processos
que
(2001),
"a
bastante
aperfeit;oadas,
Ihe conferem
hotelaria
lucrativo,
permitindo
estatuto
0
de
vern
com
0
uma
industria,
tao significativa dentro do segmento do turismo",
hoteleiro alual tern que
solicita90es
e demandas
S8
manter constantemente
do mercado
aperfeiyoado
em geral com h6spedes
para
e clientes
cada vez mais exigentes.
Segundo
Carvalho
e possivel
(2003) "hoje, na era da infarma9ao,
dizer que a
hotelaria ternaU-S8 uma conting~ncia mundial par ser reconhecida como grande
geradora de rendas e empregos no mercado"
Esle segmento
deve
buscar sempre
vigentes cumprindo sua responsabilidade
mais respons8vel
informatizada
com aspectos
somam-se
as outras exig~ncias
turismo e
ha a valorizayao
0
ja tradicionais
hospedagens
localizados
segundo
que, "a expansao
do plano
Nacional
eonsidera-Io estrategieamente
0
E
a
a hotel aria inserindo-
social.
uma fatia importante da economia
dados da EMBRATUR;
cerca de 18 mil meios de
uma
U$ 2 bilhOes por ano.
conforme apresenta
do setar turisticolhoteleiro
A situac;:ao comec;:ou a melhorar
implanta980
pois nessa
no pais, como
social, saude e educatyao - com destaque
D ramo hoteleiro do pais esta em creseimento
aeaso.
hotelaria
nos mais diversos pontos do pais, os quais geram
receita bruta de aproximadamente
(2003) dizendo
A
antes, quase esquecidas
No Brasil a industria hoteleira representa
pois apresenta,
de maneira
em gera!.
dos turistas. Se de urn
preservac;ao e manutenc;:a.o do meio ambiente.
se na eeonomia com responsabilidade
nacional,
preocupar
de outro significa boas perspectivas,
de areas,
lazer, alem da assist~neia
reeupera9ao,
novas leis e normas
S8
ligados ao meio ambiente
lade isso significa investimentos,
sociedade
as
se adaptar
social, aham de
de Turismo.
a partir de 1995
A partir de entao,
para a desenvolvimento
Carvalho
e obra
do
com a elaboratyao
e
no Brasil, nao
0
econ6mico
governo
passou
e social do pais".
a
2 ASPECTOS
2.1
JURIDICOS
E LEGAlS
A EMPRESA
Razao Social
A razao social da empresa
Empresas
enquadradas
social como tambem
razao
sera: VAL THARK
como
sociedade
social. A razae
DO BRASIL
limitada
social e
0
LTDA.
podem
usar denomina<;ao
nome da empresa
e tambem
assinatura da sociedade.
Nome Fantasia
o nome
nome
fantasia
sera: HOTEL DAS NAC;OES.
o titulo estabelecido e 0 nome que S8 da ao estabelecimento
e caracteristico dos servi9Qs oferecidos como a alimentayao
sao tipicas representando
2.2
o
que
algumas nayOes.
Hotel sera instalado
na rua Marechal
Deodoro,
no Centro
da cidade
de
PR.
Sendo
paralelas
as ruas
Jose Loureiro e XV de novembro
ruas Barao do Rio Branco e Presidente
Faria.
SEDE E FORO JURiDICO
Fica eleito
2.4
Este
ENDERE<;:O
Curitiba,
2.3
camerdaL
e decorayao
0
foro do Municipio
RAMO DE SERVI<;:O
Servi,os
de hospedagern.
de Curitiba-PR.
e cruzamentos
as
2.5
INSCRI90ES
o
FISCAIS
Hotel das Nal'Oes
seria aquele
Prestadora
registrado
de Servil'os
LTDA sera legalizado
na Junta Comercial,
de profissiio
e
quando a empresa
cada uma delas
sociedade,
e definida
todos
Mercantil sera uma Sociedade
e
registrada
em sociedade
uma responsabilidade,
os s6cios
Sociedade
Mercantil,
ser Industria,
que
Camercia
au
nao regulamentada.
Dentro de uma sociedade
sua vez,
como
podendo
respondem
investido nela, caso seja integralizado.
pelo saldo do capital a integralizar.
Limitada, que par
com outras pessoas.
apenas
pelo
montante
de
Se nao, todos respondem
Por isso,
S8
A
limitada a sua cota de capital. Na
diz que
0
seu
capital
solidariamente
s6cia responde pela for<;a
do capital ou ate a limite do capital. 0 patrim6nio fica imune as obriga<;Oes sociais.
Para
0
registro
estabelecimento
de inscri<;Oes fiscais
industrial
ou equiparado
documentario
0
ao industrial,
fiscal exigido
inclusive
para
para
dep6sitos
fechados e simples escrit6rios.
Os
estabelecimentos
obrigatoriamel1te,
Inscril'ao
no Cadastr~
Inscril'iio
Estadual-
Inscril'ao
Municipal
Alvar.
CRQ, Habite-se,
0
ern
quadro
proprio
ernpresa
se
SEBRAE,
0
e de Funcionamento
- CNPJ (Vide ANEXO
(Vide ANEXO
(Licen<;:a do Corpo de Bombeiros,
da empresa
enquadra
registro
cotas de responsabilidade
Jurfdicas
I)
II)
Inscri9ao
no
data de registro
do
Ibama, etc)
E DATA DA CONSTITUI9Ao
Social na Junta Comercial
A
afixados
- ISS
Lioen9a de Sa6de,
A data de constituil'iio
Segundo
de Pessoas
Diversos
FORMA JURiDICA
Contrato
manter
ICMS
de Localiza\'1io
Documentos
2.6
deverao
os seguintes documentos fiscais:
ser.
em 20.10.2003,
- JUCEPAR.
em
Sociedade
de el1'1presas atraves
limitada,
corresponde
Mercantil.
deste modele
empresa
limitada.
de sociedade
a 96% dos registros
par
de empresas
de sociedade
no Brasil. Isso ocorre parque uma Sociedade
nivel de formalidades
conhecidas.
e as demais
Existem
muitos
formas
beneficios
An6nima
de sociedade
em ser uma
requer um alto
comerciais
sociedade
sao pouco
LTDA,
pode-se
destacar alguns:
Nao se exige a publicac;:ao de balanc;:os ou atos societarios em jornais de
grande circulac;:ao;
A responsabilidade
dos socios
capital social da empresa. Mas,
ha
e
limitada
ao valor de suas cotas no
exce9ao: os artigos de 131 a 135 do
Codigo Tributario disp5em sobre a responsabilidade pessoal dos soeios
quando a pessoa juridica nao tern condi90es de honrar os tributos em atraso,
se estes tenham sido gerados atos de rna fe;
A nomenclatura
podera ser de denomina9ao
(sobrenome
dos socios,
por exemplo) ou firma social (com um nome comercial).
2.7
PRAZO DE DURA<;Ao
o prazo
DA SOCIEDADE
da durac;:ao da sociedade
sera por tempo indeterminado,
iniciando
suas atividades a partir de 02.02.2004.
2.8
OBJETIVOS
o objetivo
2.9
SOCIAlS
principal da sociedade e 0 ramo de servi90s de hospedagem.
ATOS CONSTITUTIVOS
Par se tratar de uma sociedade
empresa
e eonstituida
por quotas de responsabilidade
limitada a
na forma dos art. 300 e 302 do C6digo Comereial, per meio
de instrumento publico. CNPJ: 97.180.725/0001-84.
2.10
ESTRUTURA
DO CAPITAL
SOCIAL
De acordo com 0 art. 287 do C6digo Comercial, cada urn dos soeios deve
contribuir de capital da sociedade
com alguma quota, ou esta consista em dinheiro
ou em efeitos e qualquer
realizada a
o
realizado
sorte de bens, ou trabalho
ou industria.
Porem quando
contribui~aoem bens que nao dinheiro, deve-se fazer uma avalia~ao.
capital
social
pelos s6cios,
reais), na Clausula
desse
e
projeto
na importancia
parte
dele financiado
de R$ 350.000,00
quarta do Contrato
e parte
(trezentos
social (Vide ANEXO
subscrito
e cinqOenta
III) apresenta
e
mil
a estrutura
do capital social e sua divisao de forma clara.
2.11
CONTROlE
DO CAPITAL
A responsabilidade
dos
SOCIAL
socios
e
Social, nos termos do artigo 2°, do decreto
2.12
CONTRATO
COM OUTRAS
Consiste Assessoria
Contrato
2.13
limitada
a
importancia
n03708 de 10 de janeira
total
do
Capital
de 1919.
EMPRESAS
Contabil.
nO 0002398.
AUTORIZAt;AO
DE FUNCIONAMENTO
Alvara de Funcionamento
Alvara de Vigilancia
(Vide ANEXO
Sanitaria
II)
(Vide ANEXO
Requerimento
de Vistoria
Requerimento
de Atividades
Requerimento
de Licenciamento
IV)
do Corpo de Bombeiros
Cad astra de Empreendimentos
Ambiental
junto ao lAP
Comerciais
e de Servi,os
Licenciamento
Ambiental
Previo -lAP
Licenciamento
Ambiental
de Instala,ao
-lAP
Licenciamento
Ambiental
de Opera,ao
e respectiva
Registro no Sindicato Patronal
- lAP
Renova9llo
- lAP
10
2.14
INCENTIVOS
E ISEN<;OES
A empresa sera beneficiada como SIMPLES, Sistema Integrado de
Pagamenlo de Impostos e Contribui<;Oesdas Microempresas e das Empresas de
Pequeno Porte (Vide ANEXO VI).
A OP9aopor esse sistema foi motivada pela substitui9ao, por um unico
pagamento, dos varios impastos federais pagos pel as micro e pequenas empresas.
II
3 SEGMENTAI;:AO
DE MERCADO
Nos dias atuais, as organizat;:Oes que realizam
para
0
mercado
consumidor,
as compradores
pessoas
de
apresentam
existentes
uma
tern conhecimento
vend as au prestam servi90s
n~o podem apelar para lodos
que
nesse mercado. Qu, pelo menos, n~o deve tratar essas
mesma
as
maneira.
individuos
com
em grande numero, bastante espalhados
poder
de
compra
e com necessidades
se
e desejos
variados. Assim, em vez de tentar tazer parte e concorrer em todos as mercados,
cada empresa deve identificar as partes do mesmo que ela tern condi90es de
atender
Devido
proprias;
ao fata
cada
segmenta9:io
de as consumidores
individuo
se
constitui
em
possuirem
desejos
urn rnercado
e necessidades
potencial.
Portanto,
a
completa de mercado, que se resume em urn plano ideal e distinto de
marketing, deve ser colocado em pratica.
Porem, como esse tipo de segnnenta9:io naD e satisfatario, as empresas
procuram nichos de mercado
determinados
que se diferem em suas necessidades
em relac;Slo a
produtos ou servir;os e suas respostas de compra.
Buscando
atingir essas
classes de mercado,
0
estabelecimento
do ramo
hoteleiro apresentado pelo grupo como Hotel das Na90es, buscou definir uma
segmentac;ao
exclusivo
de mercado
de casals,
a
relacionada
consistindo
missao da empresa
na combinal;fao
que
de diferentes
e
0
atendimento
vari8veis
desse
processo de marketing. 0 perfil do consumidor adequado it realidade do Hotel pode
ser apresentado
como pessoas na faixa emria acima dos 18 anos, que fac;am parte
de algum tipo de uniao conjugal e que residam nas RegiOes Sui e Sudeste do Brasil.
Mais detalhadamente,
esta segrnentayao
pode ser definida da seguinte rnaneira.
Idade e cicio de vida da popula9aO: 0 mercado sera dividido exclusivamente
em pessoas acirna dos 18 anos de idade devido
a
sua rnaioridade
perante a lei e
que se encontrem em algum tipo de uniao conjugal, entre eles pod ern ser citados
namoro, a noivado,
0
casamento civil,
0
casamento
0
religioso ou a uniao consensual.
Segmenta9aO geogr;ifica: 0 Hotel das Na90es, nesse tipo de segmenta9:io,
tera seu foco direcionado
principalrnente
em duas unidades
geograficas,
as quais
foram definidas como Regiao Sui e Regiao Sudeste. Esta escolha aconleceu, pois
essas regioes apresentam grande nurnero de pessoas que se encontram em unioes
12
conjugais
e
principalmente,
par
seus
respectivDS
estados
representarem
aproximadamente 87% da proced~ncia dos lurislas que vao II Curiliba, local onde
estara
situ ado
0
Hotel.
0 numero
de uniOes conjugais
pode ser mais bem visualizado na TABELA
destas
respectivas
regiOes
1 abaixo apresentada:
Pessoas
GrOlindes Regioes e
Unldadu
dOl
Federa~30
Tot",
C"samento
Civil ou reli loso
Brasil
67.713.20ti
4.007.300
Norte
562.741
19B,Sea
{lS4.274
115.857
2.llUtS55
158.863
428.43e
17,374.v55
1.Qe3.258
1.045.514
2.756.825
1.060.555
1.30B.240
2.!il40.275
1.010.072
647.141
4.634.000
29.783.308
6.976.463
1.267.076
5.Q28,2OQ
15.590,gso
11.227,594
4.172.330
2.462.~
4.SQ2.458
SuI ..
Distrito Federal ..
FONTE:
IBGE,
4.719.943
&03.572
1.032.415
2.05(1.123
767.633
UniAo
civil
consensual
33.472.338
11,858.428
2.1)90.849
1.282.833
222.827
41.763
820.210
121.175
456.708
2HJ01
2O.1il10
115.ge4
9,0111
214.94"
23.340
599.491
32.173
148,295
6.307.359
439.688
395.445
1.274.164
401.001
1502.500
1.105.095
378.010
222.613
1.467.M2
16.907.657
4.663.067
714.842
2.600.436
8.929.292
13.832.262
2.542.040
1.666.621
2.623,621
2.142.207
369.662
453.521
970.599
348.425
Censo Demo9n\fico 2000.
36.301
1M.241
23.213
371.106
18.517
85.657
3.665.023
540.832
250.562
465.010
254.0.81
2315.209
657.751
178.354
118.4M
943.148
5.027.907
833.322
224.4&4
1.231.519
2.738582
1.453.!36
624.617
189.741
639.478
891.452
181.52.9
174.009
406.922
148.992
210.623
17.021
61.258
1./J42.301
231.844
1Q4.757
305.600
60.0\)1
102.482
125.129
95.192
45.212
481.088
417.748
168.541
15.063
4B.413
185.711
200.532
110.g40
85.543
100.049
177.500
26.364
46.786
77.7gg
26.551
19.391.597
2.047.495
196.838
99.WS
459.125
60.213
1.007.338
91.152
133,226
5.760,278
750.895
204.751
692.045
351.923
367.058
1.052.291
356.516
2150.850
1.721.949
7.429.995
1.311.512
333.287
2.047.841
3.737.375
2.645.043
894.732
521.001
1.229.310
1.508.786
306.018
358.099
1500.803
243.866
13
4 PROJETO DE PESQUISA
A pesquisa
tern
urn tipo de hospedagem
Qutras culturas,
tambem
atraves
seria avaliar
disponibilizado
aos
preferencias,
viajando,
estabelecer
avaliar
os casais,
assim, coletar
e que a utilizac;ilo
deste
que procuram
relacionado
de passeios e estadias
passivel
em relar;ao
as pessoas
principalmente,
quem esm disposto
principalmente
mais preciso
de conhecer
em Qutras
a pagar
cidades.
pelos
nassos
quanta
que neste casa,
serllo
tipo de questionario,
ao nosso segmento
de atuar;ao.
clientes.
nossa
este tipo
urna estrutura
as pessoas
dados que sejam suficientes
de
estaria sendo
que utilizam
futures
tempo
em
0 interessante
pelo lazer e quanta
do perfil dos ciientes
tambem,
investir
ao conhecimento
condic;Oes para poder proporcionar
pad rOes determinados
sera
Espera-se
ne96cio
diferente,
para isso. 0 conhecimento
de servic;o nos permite
adequada
objetivo
0
Ah~m das
permanecem
publico alvD.
para a implantagao
nos permita
do
ter um resultado
14
5 METODOLOGIA
Pade-se
composta
definir
a questioniuio
de questOes,
sentimentos,
vezes,
DA PESQUISA
interesses,
expectativas,
as question arias
sao auto-aplicados.
pesquisador,
como
que t~m par
Entretanto,
quando
uma
tecnica
conhecer
situa¢es
sao propostos
podem ser designados
sendo
objetivo
de investjgac;~o
as opiniOes,
vivenciadas,
par escrito
aos respondentes.
as questoes
sao formuladas
como questionarios
crengas,
etc. Na maioria
aplicados
Neste
das
caso,
oral mente
pelo
com entrevista
ou
formularios.
Os questionarios
claras quando
de pessoas,
que
pesquisadores
garante
da pesquisa
em questOes
proporcionar
os dados requeridas
das pesquisas.
rela<;ao
fechada,
sua
que
0
discriminadas,
glmeros
forma
nao e conveniente
poderc3 prejudicar
para
a escolha
respondente
exceto
Na questao
malaria
processo
vollar
de
recomenda-se
fundamentais
oferecer
a respond am
em traduzir
a essas
abertas
um numero
e tambem
a questianaria
do entrevistada.
basicamente
em caso
sobre a pratica
e podem
e relacionadas.
muito grande
e necessaria
de
os objetivos
e
questOes
ou esclarecer
sao as questOes
fechadas,
ja
alem de nao expor os pesquisados
As respostas
se enquadre
0
ser definidas
Na
questao
de alternativas,
ter uma opc;ao chamada
de nao escolher
esportes
que irao
problema
pois,
Woutras"
as alternativas
par exemplo,
e outros
de mais de uma res posta assinalada.
aberta,
a escolher
que as pessaas
para testar as hipoteses
como
perguntas
que necessitem
obrigado
especificas.
Os elementos
a
as questOes.
e permite
pessaal
mais
nomero
muito extensa,
para aplicar
consiste
ainda
grande
Outra fatar e a custa, vista que as
mais conveniente,
do questionario
atingir
numa area geografica
das questOes
das opiniOes e do aspecto
A construc;ao
que se tarnam
Ele possibilita
pelo correia.
ser treinadas
a ananimata
em que julgarem
a influencia
vantagens,
dispersas
pode ser enviado
naa precisam
tambem
no momenta
em
de varias
com as entrevistas.
mesma que estejam
questionario
0
dispOem
comparado
deixa-se
alternativas
em branco,
tabulac;aa
que questao
a vonlade
pois, exige-se
das
para que a respondente
preestabelecidas.
respostas
Entretanto,
um esfor<;o maior
serem
deste tipo seja reduzida.
um
opine sem ser
devido
0
nas respostas,
pouco
mais
risco
da
alem do
complicados,
15
As questOes
resposta
relacionadas
sao
aquelas
em que
dada a urna Dutra, cnde, dependendo
urna questao
da resposta,
pula-se
depende
da
urna questao
eu
mais.
as
das questOes
conteudos
aos que as pessoas sabern
podem se referir
(fatas), aa que pensam, esperam, sentem au preferem (crenc;as e atitudes) au aa
que fazem (comportamentos).
E conveniente estabelecer
tipos de questoes
ao seu conteudo,
no referente
distinc;Oes entre diferentes
como por exemplo:
Questoes sabre fatas: Refere-se a dadas cancretas e faceis de
precisar,
como sexo,
sinceridade
case
idade,
naturalidade,
pesquisador
0
supor
etc.
Nao sera
que sua
respondido
resposta
derive
com
de uma
conseqO~ncia negativa.
QuestOes sabre atitudes e crenl'as: Este tipa de questaa Eo um pauco
mais complicado
de obter a resposta,
sobre
podem
assunto,
0
Entretanto,
podem
ocorrer
ser medidas
vista que muitas
do pesquisado
por escalas
atitudes
au opiniOes
nunca ter pensado
au vivido.
especificas.
QuestOes sabre a campartamenta: 0 campartamenta passada au
presente
constitui
condi¢es
Perguntas
podem
urn indicador
expressivo
de seu comportamento
futuro em
similares.
oferecer
comportamento
sabre sentimento:
um reflexo
proviwel
Perguntas
oriental):oos
0 interesse
destas
do clima predominante
questOes
de opiniao,
esta em que
bern como do
em situal):Oes especificas.
referentes
a razQes
ou comportamentos:
conscientes
Essas
perguntas
de crenl):as,
sao
sentimentos,
formuladas
com
a
abjetiva de descobrir as ·parqu~s·. As respastas abtidas estaa diretamente
relacionadas
A escolha
dos interrogados,
basicas
devem
a dimensao
das questOes
natureza
consciente.
esta interligada
da informal):80
aos fatores
desejada,
como:
etc. Entretanto,
nivel sociocultural
algumas
regras
ser seguidas:
As questOes
Questao
devem
ser relacionadas
ao problema
que pode ser obtida de urna maneira
outros procedimentos
pesquisado.
rnais precisa
deve fiear de fora.
Canstar ~s questOescom maiar facilidade nas respastas
atraves
de
16
Evitar questoes
que penetrem
na intimidade
As perguntas devem ser formuladas
alern de possibilitar
nae deve
ao respondente
das pessoas.
de maneira clara, concreta e precisa,
urna cnica
interpretayilo.
A pergunta
tarnMrn
sugerir respostas e tern que se referir a uma (mica ideia de cada vez.
o numero
Para a
de questOes,
segundo
pesquisas,
ordenayao das perguntas,
nBD devem ultrapassar
adeta-se
a
trinta.
"tecnica do funil", cnde, cada
quesUio deve relacionar-se com a questa.o antecedente e apresentar maior
especificidade.
assunto
naD
comuniquem
He
seja
situac;:ao em que se necessita inverter a seqO~ncia, case
suficientemente motivador
para
que
as
respondentes
0
se
a respeite.
Na elabora-;ao de urn questiomlrio,
consideraC;:Bo
torna-se
necessaria
as mecanismos de defesa social, evitando
levar
em
assirn, respostas
defensivas ou do 9~nero.
Caso a questao se referir a urn assunto delicado, sugere-se a utiliz89aO de
perguntas indiretas. Devern ser evitadas nas forrnular;Oes das perguntas, palavras
socialmente carregadas, como crente, burgues, nazista, etc, bem como refer~ncias a
pessoas que suscitem simpatia, antipatia, autoridade moral ou desprezo publico.
A apresentac;aodo questionario constitui-se de alguns cuidados, como:
Apresentaylio
Gnifica:
para facilitar
a codifica9aO
ou tabulay80.
Instru90es para preenchimento: Deve canter instruc;Oes acerca do
correto preenchimento das questOes, preferencialmente com caracteres
distintos.
Introdu-;ao do questionario: Deve-se ter urna introduyao, seja atraves
de carta em separado ou grafico especiais. Devera tambem orientar
0
pesquisado quanto ao seu anonimato e a importfincia de obter suas
respostas.
Um pre-teste deve ser feito, sobre tudo no que se refere
a
cJarezae precisao
dos termos, forma de quest6es, desmembramento das quest6es, ordem das
questoes e introduyao ao questionario.
A distribuiyao deve ser feita com muita responsabilidade e deve esciarecer os
propositos
da pesquisa
e evitar que os questionarios
sejam
respondidos
nurn clima
17
de frivolidade.
entrevistado
0 questionario
a respond~-Io.
deve estar bem impressa,
pois, ajudara
a estimular
a
18
6 TABULA9AO
Foram
realizadas
cujos resultados
GRAFICO
DA PESQUISA
530 entrevistas
entre
os dias
19/0512003 e 3010512003,
seguem:
1: FAIXA
ETARIA.
Qual
e a sua
faixa
et:u1a?
DOe 18 a 30 an05:
.De 31 oil 40 anos:
ODe 41 a 50
56,6%
FONTE:
Pesquisa
JUSTIFICATlVA:
de Campo
Realizada
an05:
0 De 51 a 60 anos:
• Mais de 60 anos:
pelo Grupo
Do total dos entrevistados,
56,6%
pertencem
a faixa etaria
de
18 a 30 anos.
GRAFICO
2: SEXO.
Sexo?
47,2~••
52.8%
FONTE:
Pesquisa
JUSTIFICATtVA:
de Campo
Realizada
A
dos
feminine com 52,8%.
maioria
pelo Grupo
pesquisados
representa
0
publico
do sexo
19
GRAFICO
3: UNIAo
CONSENSUAL
CONJUGAL
(NAMORO,
NOIVADO,
UNIAo
OU CASAMENTO).
Vae. Ie .ncontra
em algum tlpo de unllto conjugal (namoro. noivado,
unllo consensual ou casamento)?
[DsiIi11
~
FONTE:
Pesquisa
JUSTIICATIVA:
representam
GRAFICO
de Campo
As pessoas
Realizada
pelo Grupo
que se encontram
em algum tipo de uniao conjugal.
90,6% do total de entrevistados.
4: RENDA
APROXIMADA.
Qual ~ a lua renda tproxlmada?
DAte 1 salano mmimo
18.9~.
0.0%
24 S"o
••De 1 a 5 salari05 mm/mas
ODe 5 a 10 salarios minima$.
151%~
DOe 10 a 15
salarias
41.5%
• Mals de 15 salarios
minima$.
FONTE:
Pesquisa
JUSTIFICATIVA:
de Campo
As pessoas
Reahzada
pelo Grupo
que tl!m uma renda aproximada
minil1los totalizam 41,5% do total da pesquisa.
de 5 a 10 salarios
20
GRAFICO
5: VIAGEM
COM 0 COMPANHEIRO.
Costuml viajar com seu compilnheiro?
[DSim1
I~
94~
FONTE:
Pesquisa
JUSTIFICATIVA:
de Campo
Realizada
A grande majoria
pelo Grupo
viaja com seus companheiros,
em tome de
94% do total dos pesquisados.
GRAFICO
6: FREQUENCIA
DAS VIAGENS.
Em CalO afirmltlvo. com que freqUlncls vocls vlajam?
--;;ezporano
~
"ezes por ana
vezes par ana
o Mai~de
15.
3 vezes
par ana
• Nao respodeu
30.2%
Fonte: Pesquisa
JUSTIFICATIVA:
32.1 % do total.
de Campo
Realizada
pelo Grupo
Os easais que costumam viajar uma vez par ano, representam
_I
GRAFICO
7: MOTIVOS
QUE OS LEVAM
A VIAJAR.
Quais motivos os levam a viajlr?
D Passeio/lazer
IJVisita a parentes/amigos
[
o Congressoslconven¢es
fONegoc,os
f.Tratamento
de Saude
Ioouiros
Fonte: Pesquisa
JUSTIFICATlVA:
de Campo
0
lazer
Realizada
e
0
pel a Grupo
grande
respons2vel
correspond
em a 53.8% dos entrevistados.
GRAFICO
8: DIAS QUE COSTUMAM
PASSAR
Quantol dhls co.tumam
pelas
viagens
de casais
e
VIAJANDO.
.,.ssar viaj'lndo?
01 die
.2dias
~~
o At~
I semoilna
o Mais de 1 semana
• Mais de 1 m!s
60.4%
Fonte: Pesquisa
JUSTIFICATIVA:
de Campo
A pesquisa
dura9aO de ate 1 semana.
Realizada
mostra
pelo Grupo
que as viagens
de 60,4%
dos casais
tern
22
GRAFICO
9:
INSTRUMENTO
UTILIZADO
PARA
0
PLANEJAMENTO
DA
VIAGEM.
Qual'
0 instrumento utilizado pal1l 0 planejamanto da vlagem?
DAg&ncias de Tunsmo
Il AmigosJParentes
o Propaganda/Publicidade
Fonte: Pesquisa
JUSTIFICATIVA:
pr6prios parentes
GRAFICO
de Campo
0 planejamenlo
e amigos.
10: TRANSPORTE
Qual tipo de
Fonte: Pesquisa
JUSTIFICATIVA:
preferencia
Realizada
da viagem
de 73,6%
dos casais
oj
feilos
pelos
MAIS USADO.
t •.•
nsporte
de Campo
pelo Grupo
e mais usado para chegar ao de.tino da
viagem?
Realizada
0 meio de lransporte
para 66,7% dos casais.
pelo Grupo
rnais ulilizado
para viajar eo carro, sendo
23
GRAFICO
11: GASTO
COM A VIAGEM.
Quanto.
geralmente,
e0
seu gasto
com
a via gem?
OAI. RS 100.00
7.5~
17.0~
aDe R$101.00a R$
500.00
ODe R$ 501.00 a RS
1.000.00
ODe R$ 1.001.00 a R$
2.000.00
~,.~
15.1%
35.8~
Fonte: Pesqulsa
JUSTIFICATIVA:
R$ 1.000,00
GRAFICO
de Campo
A maioria
• Mais de R$ 2.000,00
Reahzada
pelo Grupo
dos casais,
35,8% gastam
QUANTO
A HOSPEDAGEM
de R$ 501,00
a
em uma viagem.
12: ACEITAt;:AO
Vod
ficana,
com seu companheiro
(a), hosped.do
NO HOTEL.
num Hotel
como
esse?
3.8~e,
[Dsiml
~
96,2%
Fonte: Pesquisa
JUSTIFICATIVA:
de Campo
Realizada
0 interesse
pelo Grupo
dos casais
em se hospedarem
Na90es foi de 96,2% do total dos entrevistados.
num
Hotel
das
24
7 CONCLUsAo
DA TABULAC;Ao
As entrevistas
DA PESQUISA
foram feitas com 530 entrevistados
e com faixa etiuia de no
minima 18 anas de idade. 0 maiar publico constatada fai do sexa feminina. As
pessoas
que se encontram
noivado
e casamento,
renda
aproximada,
entrevistadas,
em algum tipo de unia,o conjugal,
representam
teve-se
90,6%
ou seja,
do total dos entrevistados.
a confirmac;ao
de que
a maior
parte
namoro,
it
Quanto
das
pessoas
ganha de 5 a 10 salarios minimos, sendo que nao constam em nossa
pesquisa, pessaas com perfil de renda de ate 1 salaria minima. Esta questaa fai
multo importante para avaliar a estrutura que
ao poder aquisitivo
0
Hotel das Nac;Oes teria, em relay80
dos futures cJientes. Segundo
casais que costumam viajar, geralmente
e
a pesquisa,
a freqOemcia dos
uma vez per ano e 0 lazer e 0 grande
responsc3vel pel as viagens.
o
conhecimento
abordagem
dessas informac;Oes e bastante
relevante,
visto,
0
tipo de
que teremos no futuro para que a maieria dos clientes utilize os servigos
0 fato das viagens terem durayao de ate 1 semana,
nova mente.
possibilitou
0
planejamenta em alguns tipas de servi9as diferentes durante as haspedagens das
casais,
utilizado
como por exemplo,
e
0
0
carro, dependendo
Translado
pela cidade.
a
meio de transporte
do poder aquisitivo e tambem
mais
da dista.ncia a ser
percorrida.
Atraves
da
renda
aproximada,
foi
entrevistadas dispanibilizariam de R$ 501,00
possivel
a
viagens, investimento suficiente para desfrutarem
em conhecer
este tipo de hotel fol altamente
para a realizayBo do neg6cio.
saber
R$ 1.000,00
que
a
maiaria
dos
na realizagaa de suas
dos serviyos.
0 grau de interesse
positivo, ou seja, fator determinante
25
8 ANALISE DE MERCADO
Como a empreendimento
diferenciada
atraves
consiste em ofertar aos clientes uma hospedagem
de suites e servic;:os personalizados,
translados
turisticos,
fcram
atualmente
(hotelaria
e
diretamente
proporcionais,
analisados
turismo),
onde
0
ambos
porem,
os
os
bern como opt;Oes de
mercados
dois
mercados
estabelecidos
se
apresentam
aumento ou a diminuiy:io do nivel de turistas em
Curitiba ira refletir no sucesso ou fracasso do mercado hoteleiro no mesma periodo.
o
mercado
(hospedagem
similares
hoteleiro
tematica
que devem
de
aliada
Curitiba
nao
a translados
ser levades
dispOe
turisticos),
em censiderat;Ba
deste
porem,
para
tipo
de
apresenta
a analise
servi,o
servi,os
do mercado
existente.
Nota-se
econ6mica
que,
vem atravessando
crescimento
das
Hoteleira)
nos ultimos anos,
e compila,ilo
e das
documentos
FNRH
enviados
0
decorrentes
da Federa,ao
permanencia
(Ficha
e
0
da
instabilidade
setor hoteleiro que
Parana apresentou,
proveniente
Nacional
de
dos BOH (Boletim
Registro
pelos hoteleiros
a EMBRATUR
com
sua proveni~ncia,
0
0
pais
ana a ana, urn continuo
a qual vern sendo acompanhada
dados
mensalmente
ao perfil dos h6spedes,
de
desde
H6spedes)
ao 6rgao
Estadual
intuito de lornecer
registro quantitativa,
1986,
de Ocupa,ilo
que
silo
de Turismo,
dad os relacionados
taxas de ocupat;aO e
media dessas pessoas.
A TABELA
2 mostra
dados
permitindo analise comparativa
TABELA
dificuldades
em sua olerta hoteleira,
com a analise
a Uniao
apesar
e da pouca qualificac;:ao profissional para
2: FLUXO SEGUNDO
da rede hoteleira
A NACIONALIDADE.
NACIONALIDADES
ANOS
II
nos anos de 1994 a 2002,
das suas tendlmcias.
1994 ~ 1995 ~ 199.
I
1997
II
f1UlCO
1998
I
1999
II
2000
I
2001
I
2002
RASIL
995 518 fJ27896
870365
5ge S8Q 580041
550 776
557776
591 80s 530 045
XTERIOR
122 065
51 806
Q1284
144648
204 735
108577
11-4944
FONTE. Parana Tunsmo 2003.
107874
108564
26
9 QUANTIFICA<;AO
A seguir,
DE MERCADO
a quantifica9ao
corn dad as quantitativos
Proced~ncla
quantificar,
de mercado
dos Turistas
em numeros,
0
3: RESIDENCIA
I
ESTADOS I PAisES
e mais
PERMANENTE
e
segundo
significativD,
pade-se
a TABELA
para que 0 plano de
regiOes.
DOS ENTREVISTADOS,
ANOS
1995J
19.'
21.15
7,3
23,0
21.1
7,3
5,5
SANTA CATARINA
7,'
18,2
17.6
!sAo PAULO
31.1
PUTROS
10,3
0,2
D,S
'.'3
detalhes
de pesquisas,
Curitiba,
das demais
II 19.. I
n
atraves
que visitam
diferenciada
em maiores
em fontes estatisticas.
Curitiba:
numero
0
possa atuar de maneira
TABELA
para
fluxo de turistas
3, para que nas regiOes em que
marketing
sera mostrada
das situac;Oes, coletado
II
(%)
I
1997.
2000
2001
28.6
25,6
25,6
6,8
4,8
6,4
8,0
6,4
4,8
6.4
36,0
0.0
2002
6,.
6:1
8,0
19,5
19J5
1~,!5
17,15
14.8
15,3
29.7
321
30,15
3D,6
30,0
25,2
28.2
12,8
12,0
7,0
7,0
7,8
8,2
6,7
0,6
SlADOS
ARANA
RIO DE JANEIRO
[0 GRANDE DO SUl
EST ADOS
31.5
5,5
AisES
OA
0,6
1,1
1,0
D,S
0,5
0,5
0.4
0,6
0.4
0,2
0,6
0,0
0,4
0,1
0.4
I,D
0.4
I,D
0,2
0,7
D,S
0,5
0,3
0,6
0.4
1.4
1,6
O,g
1,7
'1.7
2,0
1,'
2.7
~E"'ANHA
PARAGUAI
UTROS PAlsES
FONTE.
o
214.279
Parana Tunsmo
ftuxo
total
pessoas.
se necessaria
0,2
D,S
0,3
i"RGENTINA
~STADOS UNIDOS
2003,
de hospedes
no ano
de 2002
Para esse tipo de empreendimento
urn numero
desse
encontrado,
para efeito de trabalho
sao casais,
Oessa
habitacional
de Curitiba,
maneira,
g~nero.
Como
estima-se
42,855,80
casais
na cidade
que
de Curitiba
e voltado
tal numero
nao foi passivel
que desse universe
se hospedaram
foi de
para casais,
de h6spedes
em alguma
(azser
20%
unidade
27
10
POTENCIAL
Segundo
DE MERCADO
Kotler (1999),
0 potencial
total de mercado
vendas (em unidades au valor monetario)
empresas de urn setor de atividades, durante
nivel de esfon;o de marketing,
e
a quantia
maxima
de
que pade ser avaliada para todas as
certo periodo de tempo, sob urn dado
do setor e em dadas
condit;Oes
ambientais.
o Hotel cantara com 36 leitos, os quais, conforme a perspectiva de mercado,
terae uma rotatividade de tres locac;Oes par semana. Desta maneira, tera no mes urn
total de 432 10cac;Oes ou 5.184
quantifica9<1o de mercado
total. A TABELA
4 descreve
TABELA
Ano
Os
Este numero
a evolu,ao
representa
da demand a para os proximos
4: CRESCIMENTO
Demanda
da
cinco anos.
DE MERCADO.
5.598,72
8%
2006
6.046,62
8%
2007
6.530,35
8%
2008
7.052,77
8%
2009
7.617,00
8%
Pesquisa
12,1%
do mercado
Crescimento·
2005
FONTE.
*
10ca,Oes anuais.
(no ana de 2002), ou seja, uma fatia pequena
de campo reallza pelo grupo.
percentuais de crescimento sa.oem relac;ao ao ano de inauguraC;ao do Hotel
(2.004).
Conforme
informa,Oes
da tabela acima, pode-se
observar
que a proje,lio
de
demanda para as pr6ximos cinco anos, objetiva uma rotatividade de 3,60 locac;Oes
semanais.
Crescimento
este de 40% ate 0 final de 4 anos, que representa
7.617,00
locac;oes anuais. Para tanto, trabalharemos com uma meta inicial de crescimento de
8% ao ano.
28
11
LOCALlZA<;;AO DA EMPRESA
Visando
colocar
estabelecimento
definido
0
Hotel das Nac;Oes no rumo do sucesso,
conhecido
e procurado
bairro central de Curitiba, mais precisamente
0
431, como ponto de localizaya,o
Para
a concretiza9ao
latores
qualitativos
(1999),
onde
importancia.
•
por moradores
para
loram
urn
da cidade; foi
a Rua Marechal
Deodoro n-
do empreendimento.
desta
ideia,
localiza9aO
analisados
Entre eles
tornando-o
e visitantes
loi
ulilizado
de empresas
e levados
em
0 metodo
baseado
de avalia9aO
no modelo
considerayao
latores
de
de Slack
de
relativa
e passivel citar:
Valor do aluguel
Neste importante ponto fai levado em consideraC;ao a soma em dinheiro paga
para a locayao
8.000,00,
do edificio.
se encontrando
0 valor mensa I do aluguel
dentro da laixa de valores
do im6vel
escolhido
e
de R$
que 0 grupo deftniu COITlOideal
e se dispOe a pagar.
• Sistema de transporte
A
regiao escolhida passui urna vasta disponibilidade e variedade de meios de
transporte como, pontcs de taxi e linhas de 6nibus urbanos; isso alem de contar com
um importante
transporte
sistema integrado de ruas e avenidas
e a locomoc;ao de pessoas
pavimentadas
tanto nas vias de acesso
que facilitam 0
como dentro do
bairro.
•
Qualidade do edificio
Ap6s busca em inumeras
disponivel
mesmo,
para
locat;ao
que se encontra
elevadores.
imobiliarias
regularizado
em excelente
pel a
na cidade,
foi encontrado
Pre-feitura
Municipal
estado
de conserva9ao,
central de gas e um numero total de 15 pavirnentos
facilitando assim a distribuic;ao interna dos ambientes.
de
urn predio
Curitiba.
0
conta com tr~s
sem divis6rias,
Cada andar possui 147 m2 de
area.
•
Infra-estrutura
e desenvolvimento
Neste t6pico a infra-estrutura
pontos analisados,
regional
da regiao foi lev ada em consideraC;ao. Entre os
a Centro da cidade se mostrou a mais atrativo. pois possui redes
de eS90to e telefone
adequadas,
sistema de ruas e avenidas
pavimentadas,
alelll
29
de
inumeros
hospitais,
estabelecimentos
agencias
Segundo
0
central
da
bairro
comerciais,
bancarias,
ultimo
comerciais,
levantamento
cidade
conta
93 ag~ncias
de
servic;o,
prac;as e pontcs turisticos
feito pel a Prefeilura
com
bancarias
escolas,
Municipal
aproximadamente
e 6 shopping
faculdades,
em suas imedia9Des.
3.998
centers,
de Curitiba,
0
estabelecimentos
al<§m de 14 pra<;as e 1
parque.
•
Proximidade
de pontcs
A regiao onde a edificio
de pontcs
comerciais
diferentes
pontcs
paranaense,
zero.
A
e turisticos
esta localizado
como
turisticos
encontram·se
e0
do Centro
lais
comerciais
shopping
que
se situa proxima
centers,
se dividem
relativamente
proximidade
do
predio
entre
pr6ximos
nucleo em volta do qual cresceu
com
a
a urn grande
galerias
e lojas
diversos
bairros
da area escolhida,
a cidade de Curitiba,
rodoferroviaria
numero
variadas.
da
Os
capital
pois, a regiao
ou seja,
tambem
foi
0
ponto
levada
em
considera9ao.
•
Qualidade
de vida
Nesta etapa
das pessoas.
visual.
A regia a central
qualidade
de vida
autom6veis
•
foram analisados
os aspectos
Entre eles e possivel
colllparada
inferior
e habitantes
devido
com
outros
principalmente
que favorecem
a qualidade
de ruldo,
bairros
a poluic;ao
da
cidade
ao elevado
a aurnento
de vida
do ar e a
oferece
numero
uma
de predios,
de todos as tipos de polui9ao.
Seguran<;a
A questao
da seguran9a
foi abordada
tern de sofrer algum tipo de violencia.
a dad os da Policia
ao elevado
conforme
outro
relacionados
citar as niveis
Civil, possui consideravel
numero
de pessoas
dad os da Polida
militar,
que realizam
de acordo
A area em que
0
com
0
edificio
nivel de violencia
que transitam
pelo
bairro
risco que as pessoas
se encontra,
todos
Civil, a regiao conta com dais Distritos
policionamento
ostensivo,
segundo
devido principalmente
visando
os dias.
Policiais,
manter
Porem,
urn civil e
a seguranc;a
dos habitantes.
•
Disponibilidade
o ultimo
da
Prefeitura
residem
trabalho,
de pessoal
item analisado
Municipal
no Centro e elevado,
alem disso,
e a disponibilidade
de Curitiba,
0
nivel
isso as capacita
a proximidade
de pessoal.
De acordo
de escolaridade
profissionalmente
da regiao com outros
bairros
das
para
com dados
pessoas
0
mercado
e a eficiente
que
de
rede
30
de transportes,
aumentando
•
facilita
locomo~ao de trabalhadores
a
assirn a disponibilidade
Quadro da Avalia,ao
o
grupo
necessarios
local para sediar
que
0
grupo debateu
avaliados.
0
destas
notas, foi passivel
chegar
para sediar a empreendimento
DA LOCALIZACAO.
do alUQue!
4.0
2.0
4.0
4,0
3,0
4.0
5.0
3,0
5,0
5,0
4.0
2,0
3,0
5,0
5,0
4,0
12
Sistema de
Transporte
Qualidade do edificio
Infra-estrutura e
desenvolvimento
regional
Proximidade de
pontes comerciais e
turisticos
Rua Marechal
Deodoro
(Centro)
Rua Jo~o
Bettega
(Portiol
3,0
4,0
5,0
4,0
12
Qualidade de vida
5,0
5,0
3,0
4,0
12
Seouron""
Disponibilidade de
pessoal
TOTAL
4.0
4,0
3,0
3,0
3.0
370,0
4.0
386,0
5,0
4,0
352,0
8
Fonte. Pesqlllsa
a
seria a
Avenida
C~ndido do
Abreu
(Centro Clvico)
Valor
final
notas de 0 a 5 para cada endere,o
Francisco
do Souza
(Vila Hauer)
16
e
melher
pesos para cada fator, com somat6ria
Corn a somat6ria
Rua Ten.
10
relel/antes
Fator
Peso
12
qualitativos
a tim de identificar
431, no Centro.
5: AVALIACAO
18
bairro-centro,
Qualitativos
fatores
de Curitiba,
e atribuiu
enderec;:o mais interessante
0
Rua Marechal Oeodoro
TABELA
por Fatores
alguns
endere90s
Hotel. Foram definidos
0
os fatores
conclusao
e analisou
de quatro diferentes
de 100. Em seguida
conforme
da Localiza9M
determinou
no sentido
de mao-de-obra.
de Campo
Realizada
436,0
pelo Grupo
A localiza9Clo do edifrcio onde estara situ ado a Hotel das Nac;;Oes pode ser
visualizada
Pesquisa
de maneira
empreendimento
MAPA
mais precisa
e Planejamento
esta
1 e MAPA 2.
Urbano
representado
no mapa desenvolvido
de Curitiba),
a seguir
pelo IPPUC
apresentado.
par um ponto vermelho
inserido
(Instituto
de
0 local do
no referido
31
MAPA 1: CIDADE
FONTE:
DE CURITIBA
IPPUC (Instituto
de Pesquisa
e Planejamento
Urbano
de Curitiba)
32
MAPA 2:
REG lAO CENTRAL
FONTE:
IPPUC (Instituto
DA CIDADE
de Pesquisa
DE CURITIBA
e Planejamento
Urbano de Curitiba)
33
12
ANALISE
DA CONCORRENCIA
Analisando a cidade de Curitiba, PR pode-se dizer que vem expand indo sua
rede hoteleira
onde
0
aumento
no indice de turistas
passui
urn reflexo
muito positivQ
para a cidade, que atraidos pelos hoteis de charme, despertam curiosidades por
lug ares paradisiacos e pelos produtos e servi90s diferenciados.
Em 1999, Curitiba possuia 81 hoteis e 21 flats, somando 11.283 leitos. Em
2002, a capital js contava com 94 hoteis e 28 flats, num total de 14.993 leitos.
Segundo uma pesquisa realizada pela ABIH,
0
ano de 2002 fechou com 12.500
novos leitos e calcula-se urn aumento de 5% para este ana. 0 interesse do pequeno
e do media
investidor por produtos imobiliinios,
como os flats, tambem
impulsionar
a
na
aumento
empreendimentos
da
oferta
hoteleira
capital.
Muitos
ajudou a
dos
novos
t~m projetos e opera~o de hotel sob responsabilidade
de cadeias
internacionais.
n~o para de aumentar,
Qutros tres
hoteis
e tres flats estao em constru980 e deverao comec;ar a fundonar
a partir de
2004,
e ainda neste ano, deverao
o numero de novos empreendimentos
fiats, aumentando
a
ser inaugurados
concorr~ncia entre pequenos e grandes empresarios
Entre eles ja podem ser observadas
internacionais,
mais sete hoteis e seis novos
constrw;:Oes de grandes
como a nacional Transamerica
(nacional)
em constrw;:ao no bairro do Batel, os investimentos
redes
e rede Caesar
na cidade.
nacionais
e
Park estao
ainda nao foram divulgados,
e a
portuguesa Pestana tambem esta se instalando na rua Brigadeiro Franco.
Atualmente,
nacional
a segunda maior rede em operaC;8o e a Blue Tree. A empresa
e soma 4,1
mil apartamentos,
de ac6rdo
com dados
da empresa
e
de
consultoria em hoteis Horwath Consulting. A Atlantica Hotels International, rede
hoteleira multimarcas,
no Brasil.
Em
hoje nem aparece
tr~s anos, entretanto,
entre as dez
maiores cadeias em operac;ao
a empresa
deve
saltar
para
a segunda
coloca<;ao."A Atlantica tern 1,7 mil unidades e passa", para aproximadamente 10
mil em 2004", informa 0 diretor da Horwath, Ricardo Mader Rodrigues.
a
aumento da disputa pelos clientes estimulou as operadoras a lanyar ou
ampliar os serviyos oferecidos. Um exemplo e
0
programa de fidelizayao, nos quais
os hespedes acumulam pontos que podem ser convertidos em premios, novas
34
estadias ou milhagem de companhias
estao
nos chamados
compactos
e confortaveis,
eles estao
Com diiuias
abaixo,
inferiores
sendo implantados
cinco estrelas no Brasil, a pioneira neste ramo
Destacamos
concorr~ncia, porem,
aereas. 0 maior alva da
hoteis econ6micos.
grandes
fedes
e a Accor
a 100
d6lares,
par redes que ja tern suas
Brasil.
internacionais
que
fazem
parte
da
concorr~ncia no mercado Curitibano:
Franceses:
A rede francesa Accor Brasil est;' no pais desde 1977, possui cinco hoteis
em Curitiba e inaugurou no come90 do mes a Parthenon Flat de Sao Jose dos
Pinhais, onde ja possui uma
bandeiras
Mercure,
econ6micas.
ibis. E 0 primeiro fiat do municipio. 0 foco esta gora nas
Opera seis bandeiras
ibis, Parthenon
e Fonnule
no mercado
1. A empresa
interno: Sofitel, Novotel,
esta ampliando
seus investimentos
locais. Serao R$ 800 milhOes ate 2004, aplicados em 70 empreendimentos que
devem
consolidar sua lideran<:a entre as redes em opera~o
no mercado
nadona!.
Desse montante, R$ 120 milhoes sao recursos pr6prios e correspondem a 55% de
tudo
0
que
a Accer ja investiu desde
inicio da sua opera<:ao internamente.
0
o grupo e a maior rede em numero de unidades no Brasil. A
expectativa e
chegar a mais de 23 mil quartos de hotel e flats (considerando apenas que sao
exclusivamente
funcionamento
voltados
a
hospedagem)
dos empreendimentos
num prazo de dois anos, com a entrada em
ja iniciados.
0 grande saito da Hotelaria Accor
Brasil foi dado nos ultimos anos, a previsao e chegar a 180 hoteis ate 2004.0 grupo
franc~s anunciou em Setembro de 2001 uma parceria com TAM para integrar
servi90s de hospedagem
programa
cliente
de qualquer
trocados
e transporte
mundial de fidelidade
aereo.
multimarcas.
A empresa
a
Cartao
uma dos hoteis da rede acumular
por diarias. Foram investidos
lan90u
oficialmente
Complitnents
pontos que
RS 1,5 milhao em marketing,
seu
permitira
poderao
tecnologia
ao
ser
e
atendimento nesse programa de fideliza9ao.
Americanos:
A rede
norte
americana
Atlantica
passui
dois hoteis
com as bandeiras
Sheraton e Confort Inn e breve instalara mais um hotel na cidade. Os pianos da
Atl~ntica pretendem
transformar
a empresa
na maior operadora
multimarcas
da
35
America do Sui, voltada principal mente para Brasil, Argentina,
Chile e Uruguai. Uma
rnedida adotada para chegar a esse status foi passar a gerenciar
Hall, do grupo Residence,
que representam
investimentos
assumiu a administra9~o
antes administrados
chamar
Qualily
e Sol Inn, do grupo Melia, lolalizando
conjuntos
de R$ 23 milhoes.
de rna is dois empreendimentos
por outras redes hoteleiras:
Suiles
Imperial
Hall, e
0
0
os hotE~is Imperial
231 apartamenlos,
Assim,
a empresa
no estado de S~o Paulo,
Imperial
Sol Inn, localizado
Hall, que passou a se
em Ribeirao
Prelo,
que
passou a se chamar Comfort Hotel Ribeirao Preto.
Com
neg6cio,
0
empreendimentos
parceiros,
para
a Atlantica
urn total
inveslimenlos
funcionamento
e
de
Hotels
de
mais
76,
de
International
que
US$
ampliou
somam,
730
em
milhOes.
seu numero
conjunto
com
sao
hol;,is
16
de
seus
em
60 em construcao em diversas regiOes da America do Sui, alem de
cerca de 28 projelos
em desenvolvimenlo.
Outra rede americana,
a Holliday Inn, que tern urn hotel nas proximidades
do
aeroporto Afonso Pena, em Sao Jose dos Pinhais, esta construindo uma unidade em
Santa
Felicidade.
estabelecimento
A rede Best Western
tambem
esta presente
na cidade
com um
apenas.
Portugueses:
Curitiba
portuguesa
quais
recebera
peslana
a Pestana
um dos cinco
Curitiba
Hotel, em parceria
entre as ruas Comendador
apartamentos,
Irimeslre
recebera
de 2004.
grupo Pestana
investimentos
fara no Brasil ale 2004.
R$
Serao
R$100
Franco,
14 milhOes. As obras
atender
a rede
com 0 grupo
Araujo e Brigadeiro
0 holel pretende
que
inveslidos
0
Fernando
concluidas
executivo.
controla cinco unidades no Brasil classificadas
Rio de Janeiro,
Angra dos Reis, Nalal, Salvador
control a qualro
unidades
na regiao da Grande
e Sao Paulo.
Lisboa,
dos
Albuquerque,
no bairro Batel, com 180
serao
segmenlo
de hotel aria
milhOes,
no prirneiro
Alualmente,
0
como cinco estrelas:
Em Portugal,
0
grupo
cinco na regiao do Algarve,
ao
Sui do pais, e oilo na IIha da Madeira.
Deve-se
analisar a concorrencia
par urn todo. Urna concorr~ncia
uma situacao onde as empresas,
usanda praticas enganosas
produto, marcas
tern a capacidade
turistas.
e propaganda,
Seja pelas restri90es
de incerteza e conhecimento
ao ingresso
de influenciar
de competidores,
e
imperfeita
como diferencia~o
na demanda
do
de
exist<'!ncia generalizada
imperfeito sobre precos e lucras, sem competi.ylto de
36
pre,os e com possibilidade de produ,ao de produtos substitutos. Dois hot"'is nM
oferecem
0
mesmo
servic;o, qualidade
monop6lio.
Existem hoh~is de categoria
funcionam
como em
relativamente
urn mercado
ou
conforto.
se
superior, e grandes
de 0ligop61io, onde
assernelhando
cadeias
tendem
a
hoteleiras
urn
que
a ser poucas
e
grandes em relac;ao ao mercado.
Atualmente
a oferta por servic;os personalizados
vern atraindo
os turistas
para cidade que buscam urn diferencial mais atrativo e vantajoso neste mercado tao
expansivo. Muitos hoteleiros estilo aderindo a utiliza9ilo da Internet como principal
meio de comunica,ilo como forma de divulga,ilo, onde oferecern promo,Oes e
vantagens ao acessar 0 site.
Alem da
que
concorr~ncia, os hoteleiros v~m enfrentando problemas conjunturais
cornec;aram como
setembro
e culminararn
a crise Argentina.
passararn
com a desvalorizaC;ao
provocada pela sucessa.o presidencial.
pel os atentados
de
do real e a instabilidade
11 de
politica,
37
13
ESTRATEGIA DE MARKETING
Segundo
empresa
Westwood
precede
escolhidos
para
est'; dividido
Baseamos
de
0
maneira
sao
marketing.
como
as
uma
metodos
especificos.
se relaciona
de marketing
Oferecemos
podendo
e
de marketing
objetivos
com
composto
0
servic;os, prec;os,promoyao
a estrategia
no mercado.
na~oes diferentes
13.1
de marketing
em: produtosl
estrategia
seus
para se atingir objetivos
A estrategia
oferecemos
(1996)
atingir
no enfoque
ambientes
cliente escolher
de marketing,
que
do servic;o diferenciado
que
e praya.
tematicos
com caracteristicas
de
entre as disponiveis.
DIVULGA<;:Ao/PROPAGANDA
Atraves
agencias
divulgayao
ambientes
fotos
de
13.2
ofertados.
disponiveis,
apartamentos
sera divulgado
que serao
No site poderao
numero
decorados.
parceiros
as
e principais
de
ser encontradas
de apartamentos.
Tambem
os servic;:os a todas
lazer,
enviaremos
fontes
informayOes
cardapios.
folders
via
(doze
par
tais
Alem
de
correia
as
cento)
por
agencias.
PRE<;:O
Inicialmente
reserva
na internet
e de viagens,
dos serviyos
como
principais
de uma pagina
de turismo
disponibilizaremos
para as aglmcias
acirna da ~dia
utilizada
uma
para incentivo
no mercado
taxa
de
12%
em busca de novas parceiros,
atualmente.
0
que ficaria
38
13.3
CUSTOS
DA ESTRATEGIA
TABELA
6: CUSTO
CRIA<;AO
DE MARKETING
DA ESTRATEGIA
DE MARKETING.
DA PAGINA
MANUTEN<;Ao
DA pAGINA
R$ 460,00
/ANO
R$ 360,00
FOLDERS/CORREIO/ANO
TOTALIAO
FONTE.
13.4
R$ 650,00
ANO:
Pesquisa
R$ 1.470,00
de Campo
Reahzada
pelo Grupo.
LOGOMARCA
FIG. 1:
13.5
13.5.1
PLANEJAMENTO
ESTRATEGICO
Visao
Ser reconheclda
como uma das grandes
apresentando niveis de excel~ncia em serviyos
13.5.2
80
forc;as globais do setor hoteleiro,
cliente.
Missao
Transformar
prestac;ao de servic;o.
0
Hotel das Nac;oes em um padrao
de excel"'ncia
neste tipo de
39
13.5.3
Principios e Valores
Para cumprir
comportamento
13.5.4
nossa Missa.o e concretizar
deve ser apoiado
a Visao
de Futuro
definida,
na pratica dos seguintes
Principlos
e Valores:
nosso
Inovatyao
Conquistar
e manter
em nossa
empresa,
pessoas
e equipes
talentosas
e
criativas.
Qualidade
Oferecer
superem
continuamente
as necessidades
alto
padrao
presentes
de
e futuras
atendimento
dos
nossos
e
servic;os,
que
c1ientes, buscando
a excel~ncia.
constantemente
Inlegracao
Desenvolver
eo trabalho
visao sist~mica
nas pessoas
e equipes,
estimulando
a sinergia
conjunto.
Elica
Trabalhar
respeitando
com
as politicas
integridade,
profissionalismo.
e procedimentos
definidos
transparencia,
pel a empresa
honestidade,
e regulamentados
pela sociedade.
Contianca
Propiciar
tornando-o
um
elemento
ambiente
fundamental
favoravel
ao
desenvolvimento
de todos os vlnculos.
da
credibilidade,
40
Humanizac;ao
Estimular
0
desenvolvimento
a justit;:a, construindo
clientes,
acionistas,
e mantendo
continuo
dos nossos
relal):Oes dignas,
colaboradores,
fornecedores
e
colaboradores,
leais e respeitosas
0
praticando
com nassos
mercado.
Responsabilidade Social
Contribuir para a melhoria
13.5.5
da qualidade de vida da comunidade.
Analise SWOT
Pontos Fortes
Pontcs
Quartos Tematicos
Fracas
Prel'o
Localiza9ao Privilegiada (Centro)
Restaurante
restrito aos hospedes
Translado (Parceria)
Nicho de
mercado
focado em
casais
Oportunidades
Amea9as
!
Varia,ao Cambial
Inova9:io
Nenhum
no mercado
empreendimento
Constante
fluxo
Mudan,a Governamental
similar
turistico
Concorrencia
Varia9ao Cambial
hoteleiro
em
Falta de IncentivQ Turistico
eventos locais
Pontos Fortes
Segundo Kotler (2000) cada neg6cio deve avaliar periodicamente suas
for9as,
porem,
nao se deve vangloriar-se
Quartos
delas.
tematicos
Localiza,ao Privilegiada (Centro)
Translado (Parceria)
Pontcs Fracas
41
De acordo
suas fraquezas,
com Kotler
(2000),
cada
neg6cio
precisa
avaliar
periodicamente
na:o precisa corrigir todos as seus pontcs fracas.
contudo
Pre90
Restaurante
restrito aos h6spedes
do Hotel
Nicho de mercado facado exclusivamente a casais
Oporlunidade.
Conforme
lucrar ao atender
No entanto, uma
Kotler
(2000)
urna oportunidade
existe
quando
a empresa
pode
as necessidades dos consumidores em urn determinado segmento.
caisa e perceber oportunidades atraentes, Dutra e ter competencia
para ser bern sucedido nessas oportunidades.
Varia9ao
Cambial
Antecipac;ao de inova~oes no mercado hoteleiro
Nenhum
empreendimento
Eventos
locais e pr6xirnos com grande
similar
fluxo turistico
Ameayas
Segundo
Kotler
(2000),
as amea9as
uma tend~ncia au desenvolvimento
a~o
de Marketing
defensiva,
a deteriora9ao
Concorr~ncia
Varia9ao
Cambial
Mudan9a
Governamental
Falta de Incentivo
eonsiste
em urn desafio
desfavoravel que levaria,
Turistiea
imposto
por
na aus~ncia de uma
das vend as ou dos lueras.
14
INVESTIMENTO
o investimento
pode ser consider ado como as ga5t05 com a montagem
negocio.
Os investimentos
empresa
e pod em ser vendidos
Considerando
das
Na,Oes
maneira
QUADRO
e convertidos
as afirma<;Oes citadas,
possui
detalhada
organizacionais
0
valor
total
no QUADRO
0
constituem
tambem
ern dinheiro
(DOLABELA,
investimento
de R$ 307.093,00.
1 apresentado
a patrim6nio
para a abertura do Hotel
Este
montante
e
descrito
a seguir:
DO
FORNECEDOR
QUANT.
PRECO
(UNl
TOTAL
(R$l
Impre!-sora Jato de Tinta
SafeSystem
2
200,00
400,00
Microcomputador
SafeSystem
4
2.400,00
9.600,00
Datasul
1
3.000,00
3.000,00
1
630,00
630,00
Sigmafone
44
80,00
3.520,00
Sigmafone
Software holeleira
ImpreslOrCi
matricial
Telefone
Interfone
telefOnica
- PABX
Center
one
15
40,00
600,00
Sigmafone
1
1.500,00
1.500,00
Climasul
40
690,00
27.600,00
TelevisAo
20
Extra
Hiperm.
36
470,00
16.920,00
Televisao
29
Extra
Hiperm.
3
930,00
2.790,00
Exira
Hiperm.
1
480,00
480,00
37
360,00
13.320,00
Ap. de ar condicionado
Aparelho
de DVD
Frigobar
Extra Hipenn.
Swimmer
36
735,00
26.460,00
Swimmer
1
1.300,00
1.300,00
~o
Luvizotto
2
215,00
430,00
para escril6rio
luvizotto
5
151,00
755,00
Hidromauagem
Equipamenlos
Arquivo
Mesa
de
para sauna
Armarios
para vestiario
luvizotlo
2
:>50,00
700,00
Carrinho
de
servi~
Seton
3
735,00
2,205,00
Aspirador
de p6
Enceradeira
Extintor
Cafre
de segurant;:a
Ferram.
Gerais
3
210,00
630,00
Ferram.
Gerais
3
380,00
1.140,00
Galo
15
65,00
975,00
Fortex
37
200,00
7.400,00
Mesa
de sinuca
Bilhares
America
1
890,00
890,00
Mesa
de ping-pong
Bilhares
America
1
285,00
285,00
Oimep
1
600,00
600,00
Masterfax
2
499,00
998,00
1
1,700,00
1.700,00
Rel6gio-ponto
Aparelho
Balcao
da
1999).
1: INVESTIMENTO.
DESCRI<;:AO
MATERIAL
Central
no
de fax
Moveis
Rudnick
de
43
Sofa
Armiuios
embutidos
Mesa de centro
Moveis
Rudnick
Moveis
Rudnick
Moveis
Rudntck
Cadeira girat6ria
1.000,00
2.000,00
600.00
22.200,00
37
Renoflex
Cama de casal
36
Maxflex
Poltrona
Cadeira
e Cia
Cadeira
Cadeira
e Cia
15
400,00
800,00
150,00
1.200,00
500,00
16.000,00
230,00
920,00
140,00
2.100.00
350,00
14.700,00
loucas para banheiro
Cassol
Calandra
Trinex
7.000,00
7.000,00
Lavadora
Trinex
6.150,00
6.150,00
Secadora
Trinox
6.050,00
6.050,00
Cenlrifuga
Trinox
3.300,00
3.300,00
Autom6vel popular
Servopa
15.600,00
15.500,00
"Obras de reform a
Los Angeles
42
80.00000
80.000,00
TOTAL:
FONTE.
Pesquisa
de campo reallzada
* As obras necessarias
preparar
para a reforma
adequadarnente
Na90es,
totalizaram
Angeles
Materiais
R$
pelo grupo.
interna do edificio
a infra-estrutura
80.000,00
de Construyao
valor dos materiais
hidraulicos,
pisos e rnao-de-obra
utilizada.
307.093,00
conlorme
Ltda. Neste
dos materiais
realizada
do mesma
oryamento
custo
para
com
abrigar
leito
apresentado
na
0
objetivo
de
0
Hotel
das
empresa
estao
ehMricos, de acabamento
inclusos
Los
0
com tintas e
15
DEPRECiAQAo
E
a
diminui<;ao
permanente,
natureza
do
em decorr~ncia
au obsolescencia.
de ocorrencia
valor
Segue abaixo
bens
corp6reos
au perda
que
de utilidade
a descri<;ao
integram
0
ativo
pelo usa, a<;ao da
de taxas aplicaveis
aos bens
mais usual:
Edificios:
Maquinas
Taxa anual de 4% e vida util de 25 anos;
e Equipamentas:
InstalayOes:
Na QUADRO
Taxa anual de 10% e vida uti I de 10 anos;
Taxa anual de 20% e vida Iltil de 5 anas:
Camputadores
deprecia<;ao
Taxa anual de 10% e vida Iltil de 10 anas:
Taxa anual de 10% e vida util de 10 anos;
M6veis e Utensilios:
Veiculas:
QUADRO
dos
de desgaste
e perifericas:
Taxa anual de 20% e vida Iltil de 5 anas.
2 e passive I a visualiza,aa
nos bens que compoern
0
das taxas aplicaveis
de
ativo imobilizado.
2: DEPRECIA<;;AO.
DEPRECIA<;JlO ANUi\.L
DESCRICAO DO MATERIAL
PRECO (UN)
Impres$(Ifti Jtto de Tinta
'llicrccomput.1ldor
(;:oft•••••
6r6 hot~!tira
Imprn,:cramatricilll
'"'entr<il t~lefoniCll- PABX
200,00
2400.00
3000,00
530,00
1500,00
690,00
470,00
9JO.00
460,00
300.00
735,00
1300.00
735,00
800,00
400,00
1700.00
1000,00
7000,00
6150.00
6050.00
3300,00
15000.00
TOTAL:
%
20
20
20
20
10
10
10
10
10
10
10
10
10
10
10
10
10
10
10
10
10
20
VALOR
40,00
480,00
600.00
126.00
150,00
5'9',00
47,00
!il3.00
48,00
36.00
73,50
130,00
73,50
89,00
4$1,00
170,00
100.00
700.00
615,00
605.00
330.00
3.120.00
7.744,90
16
PROCESSO
o fiuxo
de entrada
no modelo apresentado
16.1
PROCESSO
o
e saida dos hospedes
por CASTELLI
DE ENTRADA
cliente chega
OU CHECK-IN
no Hotel das Nac;Oes
encontra na entrada do estabelecimento.
e prestativD, tera a
hospede
0
com
ctlave
e
e
recebido
acompanha
do velcula
ao Hotel com veiculo
do rnesmo enquanto
0
pr6prio,
0
ao garagista
que
tern como
posteriormente.
dados referentes
esse funcionario
ao nome do h6spede e
0
devera
0
carregador,
0
Eo responsavel
0
cliente
pel a entrada
e salda
numero do apartamento
chega
cabe a recepcionista
se apresentar
na recepc;ao,
caracteristicas
citadas abaixo:
Cliente
identifica
telefone,
com
0
a
recep<;!io
ocupar-se
viajante
reservas:
as caracteristicas
0 velcula
a
ao
recepc;ao as
As chaves
de modo a agilizar
a
mesmo for solicitado pelo cliente.
do Hotel das Nac;:Oes. Assim, ele disponibilizara
Quando
a
porteiro entrega a
numero de seu apartamento.
saida do autom6vel toda vez que
garagem de acordo com
0
solicitar
por ordem de apartamento.
garagista
Eo responsavel
apos ter apanhado
fun<;ao conduzir
serao dispostas em urn armario
o
porteiro
carregador.
ate a recep9ao. Neste sentido,
a pessoa
estacionamento,
parceira
pelo porteiro que se
funcionario, que devera ser educado
a bagagem.
relac;ao
chegar
par solicitar as chaves
bagagem,
Este
funt;ao de auxiliar 0 cHente a sair do respectiv~ autom6vel, alem
de tomar provjd~ncias
Se
no Hotel das Na9DeS sera baseado
(2001).
de veiculos
do dono do autom6vel.
do estabelecimento
dele de maneira
pode ser classificado
0
sistema
informatizado
da
reserva
que
da Internet ou pessoalmente.
na garagem
uma vag a na respectiva
poden~
conduzido
pel a
receptiva e cortes. Ao
de acordo com duas
existente
ser feita
no Hotel
atraves
do
e do cliente que a solicitou: dando
assim seqOl!ncia ao processo de check-in.
Cliente
disponibilidade
sem
reservas:
de apartamentos.
neste
verifica
a
Em casa positivo. se a cliente aceitar
caso
as
0
recepcionista
46
condic;Oes apresentadas,
e dada a continuidade no processo. Porem, se nao
houver suites disponiveis
0
Ap6s
aposentos,
conlorme
as
verificaC;Oes
ANEXO
VII, dados
relerentes
fornece informac;:oes como nome,
do contrato
das
ao cadastro
devera
lornecer
da Federayao,
sao 0 perfil dos h6spedes
do Cartllo
do Hotel, especificando
hospedagem,
vez
onde
0
mesmo
enderec;:o,
profissao,
de Registro
de H6spedes
ao
6rg;;0
as informayOes extraidas
distinguindo
dos h6spedes.
(FNRH):
Estadual
da FNRH.
0
de
Estes
os estrangeiros
dos
com taxas de ocupac;ao e
Assim,
do H6spede
sempre
terminada
e atencioso,
(FIG, 2): Impresso
com a Razao Social
nome do cliente e as datas de inicio e terminG da
que
dentro do Hotel. basta apresentar
Uma
de
media,
Entrega
educado
do hespede,
rnensalmente
recebidos,
nacionais e a registro quantitativa
pennanencia
disponibilidade
dad os informatizado,
numerayao de documentos,
da Ficha Nacional
NayOes
Turismo e a Uniao
dados
ou
de
de hospedagem,
Preenchimento
Hotel
reserva
entao para a fase do re9i5tro do viajante que envolve dais
telefone etc. Passa-se
itens integrantes
a
devera inserir no banco
recepcionista
0
turista devera procurar urn Dutro hotel.
relacionadas
conduz
0
0 cliente
as formalidades
° h6spede
desejar
eletuar
urn consumo
seu cartao ao assinar a nota fiscal.
do registro,
0
para seu respectivo
carregador,
apartamento
sempre
ande
acende as luzes e testa os aparelhos de sam e televisa.a danda breves explicac;Oes
sabre seu funcionamento.
Para finalizar
do apartamento
Na
h6spede.
0
processo de entrada do c1iente,
0
carregador
entrega a chave
e deseja uma boa estada.
proxima
pagina
poderemos
visualizar
a fluxograma
de entrada
do
47
FIG. 2: FLUXOGRAMA
DE ENTRADA
DO HOSPEDE.
Inicio
Encaminhar
0
v6iculo
ate a garagem
N
N
Viajante
vai em bora
48
16.2
PROCESSO
DE SAiDA OU CHECK-OUT
Ap6s a permanencia
Se
0
estabelecimento
provavelmente
voltara.
Na<;Oes conhecer
de urn ou mais dias no hotel,
forneceu
a contento,
a opiniao
o
Para
podera
numero
do apartamento
os
servic;os
posteriorrnente
ate
Enquanto
antes
a
de
dei.ado
cliente
0
fechar
com cheque
do
0
melhor
sao
do
apartamento
no
hall da
pede
sendo
dos
nivel de
atenc;ao
au pessoalmente
solicita
0
identificaC;ao.
acionados
ate
recep9aD,
servir;os
que
uma
desocupado
cliente
mesmo
quitar;ao,
que
hall
0
da
na
nome
e 0
Neste
meio
que
seja
para
e
receP9aO
solicitado
prestados.
camareira
para
A
se
verificar
Com
e
se
que
ele
recepcionista
locomova
nenhum
ate
objeto
a
foi
0
carro, enquanto
ser
entregando-a
feita
da seguinte
ao cliente
para
maneira:
com
ou com cartao de credito.
porteiro
0
para
e
acionado
solicitar
possua.
que
Enquanto
autom6vel
agradece
a fatura,
podera
pronto,
isso,
0
com
intuito
0
garagista
0
o lado de fora do hotel para embarca-Ia
viajantes,
urna
cabe ao caixa fechar
e devida
Feito isso,
caso
das
pelo h6spede.
confer~ncia
quarto
par telefone
tambem
avaliayao
conta,
esta
Neste sentido.
dinheiro,
a mesmo
0 recepcionista
para
aguarda
de
a
que
cliente
autom6vel.
0
formulario
apartamento
deve reeeber
conta,
h6spede,
0
do Hotel
no hotel.
carregador
do
vai embera.
para a administrac;ao
sua saida
da
ao mesmo
do
a bagagem
preencha
viajante
informar
0 fecharnento
tempo,
conduzida
0
0 h6spede
as servic;:os prometidos,
la se hospedaram.
que
em sells ultimos momentos
h6spede
recepC;;ao.
importante
das pessoas
Como em sua chegada,
e cordialidade
e
Par isso,
todos
0
carregador
0
pagamento,
0
0
cerreto
leva a bagagem
numero
do
autom6vel,
do hall ate
no veiculo.
porteiro
abre suas
e diz para volta rem sempre.
e leito
de identificar
busque
0
porteiro
Caso
solicita
portas
para acomodar
a h6spede
nao esteja
um taxi para leva-Io
os
de
ao seu
destin~.
Na pr6xima
h6spede.
pagina
poderemos
visualizar
0
fluxograma
de saida
(FIG. 3) do
49
FIG. 3: FLUXOGRAMA
DE SAiDA
Hospede avisa a saida
por telefone
DO HOSPEDE.
Hospede avisa a sarda
pessoalmente
50
17
TAMANHO
OTIMO
o Hotel das Na¢es
dispOe de 36 leitos, os quais, conforme perspectiva de
mercado, terao urna rotatividade de tr~s 10ca.Oespor semana com 5.184 loca90es
anuais. Entretanto,
0
12.096
anuais,
locacOes
Tamanho
(Himo de Capacidade
com
ulna
rotatividade
apresenta
de
7
a possibilidade
loca96es
Infelizmente, esse numero apresenta-se como "gargalo" onde. na eventualidade
condieOes
rnercadol6gicas favonlveis que
significassem mais
locac6es,
empreendimento nao possibilitaria locatyOes alem da n05sa capacidade.
de
sernanais.
de
nosso
51
18
PLANTA
BAIXA
Abaixo a planta baixo do predio onde sera instalado
FIG. 4:
AV. MARECHAL
DEODORO.
431
0
Hotel das Na,Oes.
52
19
LAYOUT
19.1
LA Y OUT - 1
Neste Lay Out (FIG.S) representa
se a recepyao,
de telefonista,
as salas administrativas,
dais banheiros,
elevadores
0
andar terreo do predio,
urn deposito,
onde encontram-
area de carga e descarga,
sal a
e escada.
FIG.S:
TELEFONIA
A= 6,00 m2
ELEVADOR
DE CARGA
flO
DEPOSITO
A= 27.62 m2
RECEP<;:Ao
A= 7,80m2
CIRCULA<;:Ao
A= 60,OOm2
DESCARGA
A= 15,54m2
L
[]
53
19.2
LAY OUT - 2
Neste Lay Oul (FIG.G) representa
encontram-se
0
0 restaurante, vestiarios
a cozinha,
primeiro andar do prectio, onde
de
funcionario5, area de serviyo,
elevadores e escada.
FIG. G:
[COZINHA
A=20.30m2
ELEVADOR
DESERII1<;:O
AREA
DE SERVI<;:O
A=31,OOm2
III c r
I
VESTIARIO
VESTlARIO
A= 7.93m2
A= 7,931112
\\
!j
RESTAURANTE
A= 60,00 m2
"
IlLbl~1
J
54
19.3
LAYOUT-3
Neste
encontram-se
Lay
Out (FIG.7)
representa
0
segundo
andar
do
a sal a de jog as, a sauna, vestiarios, banheiro. elevadores
FIG.7:
ELEVADOR
DE SERVI90
predio,
onde
e escada.
.55
19.4
LAYOUT-4
Este Lay
encontram·se
alit (FIG.S)
as acomodac;Oes,
representa
elevadores.
os dernais
andares
do predio,
onde
escada e area de servic;o.
FIG.8:
1"i I.
'1Trrnn-' -~-~TTr[I~
I III J
I
AREA DE SERVI<;O
A=27,36M2
J-1
1
.
__
~
ELEVADOR
DESERVI<;O
o
SUiTE
A
;'______
CIRCULA<;Ao
A = 27.95 M2
=
22.04
I
.,
M2
iI
---l
_LJ
I
56
20
PROGRAMA
20.1
DE PRODUC;AO
CONTROLE
DO NUMERO
DE CLiENTES
A rotatividade sera de 3 (Ires) 10ca<;6espor semana, ou seja, 0 total de
clientes com estadia no Hotel no periodo de 1 (uma) semana, sera de 108 casais,
correspondendo a 216 h6spedes.
20.2
CONTROLE
o contrale
diretamente
pela
DE ESTOQUE
estoque sera feito pela Governanta.
de
Era sera responsavel
administra~o de materiais e tambem pelos custos de aquisil;aO
dos produtos utilizados no Hotel.
20.3
CONTROLE
o
faxineiras,
DA LlMPEZA
hotel estara
GERAL
disponibilizando
alem dos colaboradores
em horiuio
comercial,
de Quiros setores.
A limpeza
8 camareiras
e 3
sera feita de manht!
em todas as areas do hotel e logo ap6s a saida dos h6spedes, haver. Iimpeza e
em lodos as quartos.
organiza~a.o
20.4
CONTROLE
A lavanderia
das camareiras.
que estarao
seja,
do hotel
estara funcionando no horario carnereiaf
As lavagens de lodos os jogos de cama e tambem
disponiveis
atraves
atendendo
DA LAVANDERIA
em todos os quartos, ocorrerao
do numero
prontamente
de estadias,
a demanda
serao
conforme
disponibilizados
para apaio
dos cobertores
rotatividade,
materiais
ou
limpos,
dos clientes. Alem disso, as cobertores
dos
quartos que nao estarllo sendo ocupados, terao suas lavagens a cada 2 (dois) dias
e as jogos de cama, em intervalos de 1 (uma) semana.
o
panos
restante dos materiais,
em
geral,
serao
depend~ncias do hotel.
onde, incluem-se
lavados
diariamente,
as toalhas de mesa, flanelas
ap6s
a
seu
usa
normal
e
nas
57
20.5
CONTROLE
DOS SERVI<;:OS GERAIS
A governanta se responsabilizara pela supervisao de todas eventualidades e
imprevistos que poden~ocarrer corn as clientes, como por exemplo, assuntos ligados
a servi~s de garagistas, carregadores
e
ate mesmos problemas de manutenc;ao
que precisam ser resolvidos rapidamente.
20.6
OBSERVACOES GERAIS SOBRE 0 CONTROLE DE PRODUCAo
o hotel
estara controlando suas areas e operando,
dos clientes e a necessidade
conforme a rotatividade
basica de se oferecer urn servilfo que acompanhe
a
demanda no peri ado. Portanto, nao estara trabalhando com sua capacidade maxima
de produ98o. Qualquer surpresa em rela9M a produ9aO paden. perfeitamente suprir
as necessidades
e cumprir com as compromissos,
isto
e,
atendendo
a demanda
proposta. Estabelece-se neste programa de produ9ao, a margem de seguran9a,
casa ocorram imprevistos e aumento na demanda.
o~
2
~
~
~
o
~~i~!i
i~=~~~~~~;!~:
5~::~S;5:~~3~
~E~S~;!a~I~~~
;;;~
I
~F~~~==~====~==~~-=====~==9~m
~~ii~!
~~~~~~==~;S~=
~~=:~5~5~!D!5
~!5S!;;;i~~~:
~~~!
.~
~
.
===-==~========================~~I~
~
s~.,:~~~~~8~'
;~~~
~~
~~~~_;
~~~.~~"=~.~~~
;!aa;~
;~~I~~.q~q~n~~~~_.s~~S~~'3
~2aK~~A~~ ~~~ ~~~-~~
!~i~.i
_i~i
=~~.~~o~
...~.~~..,~;.~.~"
... I}~~~~.
~
~~============~==~==~==========~~I~
·;~:~i;
;n~~RR~_aJ~~x
~~~~.~~
2~~2-
~!~R~~
>&.~
~~-~~a
~====~==================~~~==~~
~
~I~! ~
~
~!~
60
22
FORNECEDORES
Visando
atender
perfeitamente
Nayoes,
a decisao sabre fornecedores
atributos
desejaveis
seguintes
a eslas fontes.
atributos:
cumprimento
enlrega
do prometido
Entre
as
de compras
Esta lista apresentada
pontual,
e qualidade
fornecedores
as necessidades
S8 baseou na consideray30
born
preyo,
par BAILY
apaio
do Hotel
(2000),
tecnico
Nome Fantasia:
Endere~o:
Safesystem
consistente.
selecionados
no
periodo
de
01/0712003
Rua Espirito
Santo 235, 2· andar - Vila Guaira - Curitiba
(Oxx41) 333-4211
Produtos
fornecidos:
Nome Fantasia:
Endere~o:
Ltda.
Safesystem
Telefone:
Razao Social:
Informatica
Datasul
impressora
- PR
jato de tinta e microcomputador.
S.A
Datasul
Rua Des. Westphalen
Telefone:
(Oxx41) 323-9674
Produtos
fornecidos:
1327 - Centro - Curitiba
Software de gestao
- PR
hoteleira
Razao Social: Center One Suprimentos de Informatica Ltda.
Nome Fantasia:
Enderec;o:
Center One
Rua Urnuarama
Telefone:
(Oxx41) 668-6655
Produtos
fornecidos:
Razao Social:
Nome Fantasia:
Endere~o:
118 - Emiliano Pemeta - Pinhais - PR
Impressora matricial
Sigmafone
Distribuidora
de Produtos
de Teleinformatica
Sigmafone
Rua Itupava
1012 - Alto da XV - Curitiba
T elefone:
(Oxx41) 360-6677
Produtos
fornecidos:
Telefone,
traz as
adequado,
2010812003, pode-se citar:
Razao Social:
das
de uma lista de
interfone
- PR
e central telef6nlca.
Ltda.
ate
61
Razao Social:
Nome
TR Ar Condicionado
Fantasia:
Endereco:
Av. Sem. Salgado
Telefone:
(Oxx41) 377-5767
Produtos
fornecidos:
Razao Social:
Kennedy
(Oxx41) 275-5060
Produtos
fornecidos:
Televisao
3241 - Curitiba
- PR
de 20" e 29", aparelho
de DVD e Frigobar
Swimmer Comercio de Piscinas Ltda.
Nome Fantasia:
Swimmer
Endereco:
Ac. Comendador
Telefone:
(Oxx41) 366-3613
Produtos
fornecidos:
Razao Social:
Nome Fantasia:
Luvizotto
Franco 2335 - Jardim das Americas
Banheira de hidromassagem
Maquinas
de Escrit6rio
l. Jacomel11612
Endereco:
Rua Dep. Joao
(Oxx41) 3023-5050
fornecidos:
Nome Fantasia:
- PR
e gerador de vapor para sauna
Ltda.
Arquivo
de ac;o,
- Pinhais - PR
mesa
para
vestiiulo.
Razao Social:
- Curitiba
Luvizotto
Telefone:
Endereco:
- PR
Extra
Telefone:
Produtos
- Curitiba
Aparelho de ar condicionado
Av. Presidente
Razao Social:
Filho 4933 - Uberaba
Extra Hipermercado
Nome Fantasia:
Endere~o:
Ltda.
Climasul
W.H.B.
do Brasil Ltda.
Seton
Av. Jurui 105 - Alphaville
Telefone:
0800-177-123
Produtos
fornecidos:
Carrinho de
- Barueri - SP
servic;:o
escritorio e armarios
para
62
Razao Social:
Ferramentas
Nome Fantasia:
Endere~o:
(Oxx41) 316-4400
Produtos
fornecidos:
Razao Social:
Aspirador de po e enceradeira
Extinpag
- Galo
Rua Jatoba 695 - Jardim Eucaliptos
Telefone:
(Oxx41) 349-1606
Produtos
fornecidos:
Razao Social:
Nome Fantasia:
Enderec;o:
Fortex
Rua Francisco Derosso 3241 - Xaxim - Curitiba - PR
(Oxx41) 275-5060
fornecidos:
Social:
Nome Fantasia:
cafre de seguranr;a
Carlos Eduardo
Carnerino
Rodrigues
Rua Jose de Lima 393 - Tingui - Curitiba
(Oxx41) 256-6723
Produtos
fornecidos:
Razao Social:
Nome Fantasia:
Ltda.
Bilhares America
Telefone:
Endere90:
Rio Grande - PR
Fortex Safes Ltda.
Produtos
Endere90:
- Fazenda
Extintores
Telefone:
Raziio
- PR
Gala Sistemas Contr Incendio Ltda.
Fantasia:
Endere90:
Gerais
Rua Joao Bettega 4280 - CIC - Curitiba
T elefone:
Nome
Gerais Comercio e Importac;ao S.A.
Ferramentas
- PR
mesa de sinuca, de ping-pong e de xadrez
Dimas de Melo Pi menta S.A.
Dimep
Rua 15 de Novembro
Telefone:
(Oxx41) 264-3683
Produtos
fornecidos:
1500 - Centro - Curitiba
rel6gio-ponto
- PR
63
Razao Social:
Masterfax Teleinformatica
Nome Fantasia:
Endereco:
Rua Conselheiro
Telefone:
(Oxx41) 332-2288
Produtos
fornecidos:
Razao Social:
Nome
e Consultoria Eletr6nica Ltda.
Masterfax
M6veis
Fantasia:
Danlas
1121 - Rebou,as
- Curitiba
- PR
aparelho de fax
Rudnick
S.A
Rudnick
Endereco:
Rua Alexandre
Telefone:
(Oxx47) 631-1000
Schlemm
Produtos
fornecidos:
63 - Oxford - sao BenlD do Sui - SC
Balcao, sofa, armarios embutidos,
mesa para restaurante
bar.
Razao Social:
Nome Fantasia:
EndereCo:
Renoflex
Comercio
Rua Castro 47 - Agua Verde - Curitiba
Telefone:
(Oxx41) 244-6887
Produtos
fornecidos:
Razao Social:
Nome Fantasia:
EndereCo:
Maxflex
ColchOes
Ltda.
Rua Carlos de Carvalho
Produtos
fornecidos:
Razao Social:
- PR
Maxflex
(Oxx41) 233-3282
Nome Fantasia:
de M6veis
cadeira girat6ria
Telefone:
Endere90:
e Recupera,ao
Renoflex
1251 - Curitiba
- PR
cama de casal
Cadeira e Cia Comercio de M6veis Ltda.
Cadeiras e Cia
Av. Silva Jardim 1062 - Curiliba
Telefone:
(Oxx41) 233-7136
Produtos
fornecidos:
- PR
poltronas, cadeiras e banquetas
Ltda.
e
Razao Social:
Cassol Materiais de Construyao Uda.
Nome Fantasia:
Cassol
Enderec;;o: Rua Francisco Derosso 375 - Xaxim - Curitiba - PR
Telefone:
(Oxx41) 275-3434
Produtos
fornecidos:
L01l9as para banheiro
Razao Social: Trinox Industria e Comercio de Equipamentos
Nome Fantasia:
Endere90:
Rua Fern~o Dias 900 - Zona 09 - Maringa
Telefone:
(Oxx44) 262-5531
Produtos
Fornecidos:
Razao Social:
Nome Fantasia:
Industriais Uda.
Trinox
Calandra,
- PR
lavadora, secadora e centrffuga.
Servopa S.A.
Servopa
Endere~o:
Rua Rockefeller
Telefone:
(Oxx41) 330-2000
Produtos
fornecidos:
118 - Reboul'as
autom6vel
popular
- Curitiba
- PR
65
23
RECURSOS HUMANOS
23.1
DETERMINAyAo
DE NECESSIDADE
DE MAo DE OBRA
Por tratar-se de um empreendimento hoteleiro, cujo loco
atentar quanto a contratac;ao de pessoai.
satisfaC;ao
nos servi<;os
serem capacitados
devem
que
Ihes fcrem
e 0 cliente, deve-se
Pois, os mesmos exigem qualidade e
ofertados,
estar comprometidos
onde,
as funcioniuios
com a organiza9Bo
e
alem de
acima de tudo
gostar de lidar com pessoas.
E
possam
preciso saber trabalhar em equipe para que juntos com a organiza,ao
alcanc;ar
todos as objetivos
de crescer, podendo a
com
efici~ncia.0 profissional
cada oportunidade aperfeic;oar
deve ter vontade
e
atualizar seus
Gonhecimentos.
Com urn sistema
para que todos tenham
de feedback,
consciemcia
serao
quanta
realizados
a
importancia
treinamentos
constantes
de suas fungOes e as
servi,os que vem sendo prestados, podendo ent30, atender todas as expectativas
dos clientes. Faz-se necessario a contrata,30 de 30 luncionarios diretos.
23.2
MAo DE OBRA A SER CONTRATADA
1 (um) Gerente Geral
1 (um) Gerente Residente
1 (uma) Governanta
1 (um) Assessor Administrativo
2 (duas) Recepcionistas
2 (duas) Telelonistas
2 (dois) Carregadores
8 (oito) Camareiras
3 (tres) Faxineiras
3 (tres) Lavadeiras
1 (um) Manutenc;ao
2 (dois) Garagistas
3 (tres) Seguranyas
66
23.3
ORGANOGRAMA
FIG.9:
ADMINISTRATIVO
67
23.4
QUALIFICA~6ES
Gerente Geral
- 3° grau completo
- P6s-Graduayao
- Experiemcia
em gerenciamento
- Experi~ncia na area Administrativa
- Ingl~s e Espanhol
- Conhecimento
- Facilidade
e Financeira
fluente
em aplicativos
de informatica
de comunica9ao
- Saber liderar e trabalhar
em grupo
Gerente Residente
3° grau completo
Cursando
P6s-Graduayao
Experiencia em Gerenciamento
Experiencia
na area de Marketing
Experiencia
na
Conhecimento
Facilidade
area de Compras
em aplicativos
de informatica
de comunica980
Saber liderar e trabalhar
em equipe
Ingl~s ftuente e Espanhol
Assessor
e Qualidade
e Almoxarifado
Intermediario
Administrative
3° grau completo
au cursando
Ingles e Espanhol
Dominic
Experiencia
Vontade
Facilidade
basi cos
em aplicativos
de informatica
em rotinas administralivas
em aprender
de comunica9ao
Saber trabalhar
em equipe
6R
Governanta
30 grau completo ou cursando
Ingles e Espanhol basicos
Conhecirnentos
Experiencia
Facilidade
em informatica: Windows, Word, Excel
em rotinas administrativas
de comunicagao
Saber coordenar e trabalhar em equipe
Experiencia
na area de Compras
e Almoxarifado
Recepcionistas
30 grau completo ou cursando
Ingles e espanhol
Conhecimentos
Experiencia
em recepyao
Comunicativa,
Experiencia
intermediario
em informatica: Windows, Word, Excel
simpatica e responsavel.
em atendimento
Saber trabalhar
ao publico
em grupo
Telefonistas
2' grau completo
Conhecimento
em PABX
Comunicativa,
simpatica e responsBvel.
Experiencia
anterior
Saber trabalhar
em grupo
Faxineiras
10 grau completo ou cursando
Experiencia
na area de limpeza
Facilidade de comunicaC;ao
Saber trabalhar
Vontade
em grupo
de aprender
Camareiras
1° grau completo ou cursando
Experi~ncia na area de limpeza
F acilidade
de comunica98o
Saber trabalhar
Vontade
em grupo
de aprender
Carregadores
1c; grau completo ou cursando
Experi~ncia anterior
Facilidade de cotrlunicac;:ao
Saber trabalhar em grupo
Vontade
de aprender
Garagista
10 grau completo ou cursando
Possuir carteira de habilitac;:ao
Facilidade
de comunica9ao
Saber trabalhar
em grupo
Vontade de aprender
Seguranc;:as
1° grau completo ou cursando
Experi~ncia anterior
Facilidade de comunicac;:ao
Saber trabalhar
em grupo
Vontade de aprender
Lavadeiras
1° grau completo ou cursando
Experiemcia na area de limpeza
Facilldade de cornunica<;:~o
Saber trabalhar
em grupo
70
-
Vontade
de aprender
Manutenyao
1° grau completo au cursando
na area de manuten<;:a.ogeral
Experi~ncja
Facilidade
de comunica9ao
Saber trabalhar
Vontade
QUADRO
4: MAO DE OBRA
CARGO
arOE
Carregadores
amareiras
axineiras
Lavadeiras
SeguranC;i
Garagislas
Manulen9M
1
1
1
1
2
2
2
8
3
3
3
2
1
atal Mensal
30
Gerenle
Geral
Gerente
Residente
em grupo
de aprender
Governanla
S'!eSSOf Administrativo
Recepcionistils
eJefonistCIs
DO PROJETO.
SALARIOS
OTALANUAL:
FONTE.
A apresenta9ao
com a folha de pagamento,
valor dentro da realidade
SAL. TOTAL
1.800.00
1.500.00
800,00
800,00
1.100,00
780.00
620,00
2.480,00
930,00
930,00
1.800,00
620,00
400,00
ENCARGOS
1026.00
855.00
456,00
456,00
827,00
433.20
353,40
1413,80
530,10
530,10
1026.00
353,40
228,00
TOTAL
2.826.00
2.355.00
1.256,00
1.256.00
1.727,00
1.193,20
973,40
3.893,60
1.460,10
1.460.10
2.826,00
973.40
628,00
8.38000
14.540,00
8.287.80
22.827,80
100.560,00
174.480,00
99.453,60
273.933,60
PesqUisa de campo reallzada
JUSTIFICATIVA:
(UNI
1.800.00
1.500.00
800,00
800,00
550,00
380,00
310,00
310,00
310,00
310,00
600,00
310,00
400,00
pelo grupo 2003.
dos valores
equivalente
do mercado.
acima corresponde
a RS 273.933,60
a despesa
ao ano, determinando
anual
um
71
QUADRO 5: PRO-LABORE.
5
500.00
I
OTAL
SAl.
SALARIOS
QIDE
CARGO
~6ciOS
I
OTALANUAL:
TOTAL
EN CARGOS
TOTAL
0.00
2.500.00
2.500.00
500.00
30.000.00
0.00
30.000.00
6.000.00
~ 30.000.00 I
0,00
30.000,00
FONTE. Pesquisa de campo reallzada pelo grupo.
JUSTIFICATIVA:
A apresentac;:a.o
dos
va!ores
aeima
corresponde
as
retiradas
mensais de cada socia totalizando R$ 30.000,00 ao ana.
23.5
DESCRI~Ao
23.5.1
DE SETORES,
CARGOS
E FUNCOES
Gerente Geral
o
gerente
Geral
e
a respons8.vel
pelo administrativo/financeiro
do hotel.
Responde pela gestao de sua equipe, com reia<;llo a admissOes, desiigamentos.
desenvolvimentos
Cabe
negocios.
e treinamentos.
a ele definir a visao,
Aprova
estrategicos
recurso
e operacionais.
longo prazo,
procurando
missao
pessoal
e estrategias
e tecnot6gico
para
para
a conduy8o
dos
obtenc,;:ao dos resultados
Formula objetivQs, programas e rnetas de curto, media
otimizar
os resultados,
e
satisfac;:ao de seus
garantindo
funciomirios e clientes nos serviyos ofertados.
23.5.2
Gerente Residente
o
gerente residente sera
cemo fun~o
Assistente
basica
coordenar
Administrative
Identificando
rnelhorias
para
0
responsavei pelo Marketing do hotel. Tendo
e supervisionar
que
0
h6spede
e oportunidades.
0
departamento
tenha
analisando
todo
externo. Sabendo a maneira e a hera certa de agir.
Cabe a ele lazer as Iibera90es de ordem de compra.
Reporta-se ao Gerente Geral.
de servic;os e
0
urn servic;o de qualidade.
0
ambiente
interno
e
72
23.5.3
Departamento
de Serviyos
Governan-;a
Composto
negocia90es
par urna governanta,
de
alto
impacto
a melhoria
eonstantemente
envolvidos
0
para que
cada
de
0
e
por efetuar
entidades
diversas.
as
Visa
de sua area de atua9ao.
atentamente
com a area
seguranc;a e garagistas,
passivel com
sera a respons8vel
que
fornecedores
dos resultados
Supervisionara
funciomirios
com
servi90 executado
limpeza,
atendimento
manuten9ao,
prestado
por
lodos
as
servic;os gerais,
seja
mais perfeito
0
minima de falhas.
Sera responsavel par passar instruC;Oese quando necessarios efetuar
treinamentos
para que se reciclem e estejam
sempre
atualizados
e caminhando
juntos ern busea do melhor servic;oprestado.
Hospedagem
Neste
diretamente
segmento
encontra-se
com as h6spedes,
carregadores
que seriam
que
as telefonistas,
estarao
envolvidos
as recepcionistas,
as
e as garagistas.
Responsaveis
precisas e solucionando
uma pelo periodo
par prestar um bom atendimento,
todas duvidas, as telefonistas
da manha e outra
aos ehamados
passando informatrOes
se dividiram em dais turnos,
a tarde.
Ja as recepcionistas
atendendo
funcionarios
prestaram
auxilio
0
feitos das acomoda90es
diretamente
e exeeutando
ao
as demais
cliente,
fun9(ies
de reeepl'llo.
Os carregadores
estarao
de prontidao
h6spedes
no transportes
de auxiliares de servitros gerais
de bagagens
e encaminhar
ate as suites e tambem para atender a qualquer chamado
para a que for necessaria.
ficaram encarregados
conveniado
tambem denominados
para ajudar
Contando
de encaminhar
ao hotel para
garantir
ainda com as servitros de dois garagistas
0
veiculo do hospede
segurantra,
ate
e par fazerem
0
os
da governanta
que
estacionamento
servitros
externos
quando necessario.
Mantendo
sempre
uma postura
hospedes para a que for necessaria.
"'tiea, estarao
sempre
a disposi980
dos
Seguran9a
A seguranc;:a
armadas
sera feita
que se revezaram
per tr~s hamens devidamente
durante
os
uniformizados
tres turnas, onde deverao
defender
e
de
situa<;oes de risco todas as hospedes, funcia""rias e bens do hotel, datadas de
metodos e procedimentos confiaveis de seguranct8,
garantindo
a paz e harmonia do
estabelecimento.
Manutenc;ao
Sera
contratado
urn funcionario
solicitagao feita pela governanta
mesmo
esteja
sempre
em
qualificado
no que se tratar de
para
manutenc;ao
atender
qualquer
predial, para que a
perieitas condi90es para melhor atender os hospedes
procuram conferta e comodidade.
limpeza
Para cuidar da lavanderia,
serao responsaveis duas funcionarias que
tern como fUI190es basicas manter todas as roupas em
Disponibilizando
As camareiras
teremos
ctimas condi9~es de
L1SC.
ainda, 0 servi90 para roupas pessoais dos h6spedes.
disponiveis
cuidarao
da organizac;ao
quatro funcioniuias
e limpeza
no turno da manha
das suites,
onde
e outras quatro pela
tarde.
As faxineiras ser30 responsBveis pelas demais acomodac;Oes do hotel,
como recepc;ao, vestiarios. sal a de jogos, corredores, entre outros.
Assistente Administrative
o
Assistente
Administrative
envolver a area de Recursos
eles folha de pagamento.
atividades
tecnicas
organizat;ao.
Humanos
Alem de preslar
e operacionais
Desenvolvendo
sera respensavel
urn auxllio aos Gerentes,
de sua especialidade
propostas
par cuidar de tudo que
do hotel, cuidando de documentac;ao
e toda parte contabil da
de soluC;6es e melhorias
atividades a partir de diretrizes e paliticas definidas.
operacionalizar
entre
executando
E
dos processos
capacitada
a entrada de dad os nos sistemas de informaC;ao, gerando graficos e
montanda tabelas de cantrale para que as Gerentes passam acampanhar de perla
desenvolvimento
e
para
do hotel em tad os os sentidos.
0
23.6
REPRESENTAC;:AO
SOCIAL
PARA
FINS
DE
OPERAc;:OES
FINANCEIRAS
o
Gerente
Geral
possui poderes
aus~ncia, atraves de urna procura,ao,
para
operayOes
financeiras,
e na sua
0 Gerente Residente fica sendo 0
responsavel.
23.7
CAPACIDADE
DE DELIBERAc;:Ao
Cabe ao Gerente Geral e aos S6cios a capacidade de delibera9ao.
23.8
BENEFiclOS
OFERTADOS
As refeir;0es dos colaboradores
pais
no centrate
com a GR
ser:to feitas no pr6prio restaurante
(empresa
terceirizada)
consta
que
do Hotel,
uma
d3.usula
estabelecendo que as refeiyOes dos funcionarios estao inclusas no aluguel.
Poderao contar tambem com vales transportes todos aqueles que compOe
0
departamento de servi90s.
23.9
ESTUDO DE DISPONIBILIDADE
DE MAo DE OBRA NO LOCAL
A cidade de Curitiba possui uma oferta de mao de obra qualificada,
haven do problemas quanta ao preenchimento
das
vag as. Presentes
nao
par tada a
cidade. as empresas que prestam serviyos de Recursos Humanos tern urn papel
fundamental
na sociedade,
onde disponibilizam
aguardarn por uma oportunidade
uma grande
nas mats diversas areas.
lista de pessoas
que
75
23.10
CONCLUsAo
o
qualificados.
mercado
DO ESTUDO DE MERCADO DE MAo DE OBRA
esta,
cada
Ah;m da cidade
com a regil:\o metropolitana
mas que
muitas
vezes
vez
mais,
de Curitiba
exigindo
profissionais
onde sera instalado
0
experientes
Hotel, pode-se
e
contar
que tambem possui muita oferta de mao de obra barata,
depend em de uma
oportunidade
para
poderem
crescer
profissionalmente.
A proposta
da nossa empresa
ajudar no desenvolvimento
desses
e oferecer
profissionais
treinamentos
e palestras
para que todos andem
alcancem seus objetivos pessoais e da organizayl:\o.
para
juntos e
76
24
PARCERIAS
E TERCEIRIZA<;:AO
o
Hotel
das
atividades,
conta
com a terceiriza<;a:o
S.A
que fica responsavel
e tambern
Estapar.
24.1
Nac;aes
parcerias
procurando
um
par toda a cDzinha,
com a empresa
A seguir, mostrar-se
melhor
da ernpresa
desempenho
GR - Servi<;os
restaurante
de turismo
de que maneira
em
suas
de Alirnentayao
e bar do estabelecimento,
Star Over e com
desenvolvem
0
estacionamento
tais funyOes.
SETOR ALiMENTiclO
A GR
brasileiro
e uma
empresa
ha 25 anos,
refeic;Oes
diarias.
colaboradores
que presta serviyos
atende
Possui
espalhados
uma
Com sede e escritorio
Insumos:
nao
grande
divide-se
alimenticio.
unifcrmes.
que
Todas
seriam
pagos
atuac;ao
do pessoal
diretamente
direta,
uma nutricionista,
de estoque,
diverse
ajudante
TEwnico
quantidade
aos
de cozinha
Seguranc;a
de funcionarios
fica sob determinac;ao
possui
quatra
que seriam
de
Trabalho
que fcrem
GR.
limpeza,
encargos
descartaveis
uma
oficiais
grande
equipe
urn Gerente
uma
necessarios
area
de
urn auxiliar
a
equipe
Qualidade,
Suprimentos.
para atender
de
Junior,
um gan;om,
Conta ainda com um
de
e
no restaurante,
de cozinha,
urn Coordenador
e
e
socia is e trabalhistas
permanente
um chefe de cozinha,
e servic;os gerais.
com
os alimentos
das refeic;oes e, genera
de Operac;Oes.
meios
sistema
itens:
Disponibiliza
administrativo,
da empresa
de Curitiba,
16.300
em nome da GR.
Fornecedora
um gerente
do
menos
prepare
0
materia is
por salarios,
externa,
de 600.000
au
alimenticios
para
funcionarios.
um auxiliar
operacional
em
os
da empresa
dois cozinheires,
de suporte
no Centro
sera.o realizadas
que seriam:
mais
pelos seguintes
utilizados
as compras
de
que atua no mercado
com cerca
nacional.
em generas
Mao de Obra: composta
beneficios
equipe
administrativo
e composto
e nao pereciveis,
alimenticios
de 750 restaurante
por todo territ6rio
de Gestae - Preyo fixD, onde
pereciveis
cerca
essas
um
A
areas
77
Equipamentos:
area para que possam
estabelecimento.
0
Hotel das Na<;Oesdisponibiliza a GR uma grande
se estabelecer
Onde,
a mesma
e desenvolver
entrara
com
sua atividade
todos
as
em nossa
equipamentos,
maquinas e mao de obra de que necessitam.
Oespesas
as despesas
remoC;ao
lixD,
reposic;ao
de
dos
ficarao sob a responsabilidade
Diversas:
Fornecedora
com telefone.
manutenry80
utensilios,
entre
limpeza
das
preventiva
e corretiva
Qutro, tudo
embutido
da
caixas
dos
empresa
de gordura,
equipamentos,
no preyo
da refei<;:ao
decorrente do contrato de acordo com negociac;ao feita.
A remuneraryao
da Empresa
GR sera urn valor fixe par refei~o,
polltica comercial estabelecida entre contratante e contratado.
mensal
e todos as encargos
respectiva regiao.
serao embutidos
sociais
a
no pre90,
conforme a
faturamento sera
conforme
tabela
da
a prazo para pagamento sera de ate 10 dias da data da fatura.
Sera oferecido ao h6spede
0
cafe por conta do Hotel no valor de RS 2,00.
a
alll1o~oe jantar serao opcionais, cnde sera cobrada uma taxa no fechamento de sua
diaria no valor de R$ 8,50. A cada dia sera oferecido um cardapio diferenciado com
comidas tipicas de determinadas na,Oes.
24.2
TURISMO
Atraves
de urna parceria
firmada
com
a
Ag~ncia de Turismo
Star
Over,
situada na rua Marechal Deodoro, 235 cj 1201, 0 h6spede pedera desfrutar de tudo
que a Cidade de Curitiba tern de melhor no que diz respeito a turismo. Onde,
conforme a vontade e
entrar em cantato
acompanhar,
mostrando
casas noturnas,
solicita«;ao do cliente, as recepcionistas
com a empresa
teatr05,
todos
que
os pontcs
e 0 que mais
se encarregarao
enviara urn guia capacitacto
turlsticos
da cidade,
e experiente
restaurantes,
de
para
bares,
desejarem.
Este servi,o sera cobrado a parte pela pr6pria A.g~ncia de Turismo. nao
adicionando
custos nas
ditnias do hotel.
78
24.3
ESTACIONAMENTO
Como
0
predio
onde sera instalado
OP9BO foi tazer UIll conv~njo
Situ ado na rua Marechal
haspede
ao chegar
de levar 0 veiculo
retirados
relat6rios
h6spede
para que ambos tenham
0
Estapar
seguranc;:a
estacionamento.
com urn estadonarnento
n' 630 cj 1503,
com total
que foram guardados
que utilizar
Hotel nao passui
a sua disposiyllo
ate 0 estacionamento
risco, contando
de veiculos
Deodoro
no Hotel te",
nenhum
0
au uma parceria
no predio
do Shopping
garagistas
que se encarregarao
para que 0 mesma
e comodidade.
urn acompanhamento
no estacionamento.
Italia,
0
nao corra
Todo
m~s serao
quanta
ao numero
A cobranga
servi90 ao fecharnento de sua conta.
a
da regiao.
sera teita do
79
25
ASPECTOS
25.1
FINANCEIROS
INVESTIMENTO
FIXO
QUADRO
6' INVESTIMENTO
FIXO
INVESTIMENTO
VALOR
i 307.093,00
Investimento Fixo
~bertllra
da Empresa
Investimento em Marketing
Capital de Giro
1.500,00
1.470,00
150.000,00
TOTAL:
FONTE.
25.2
Pesquisa
reallzada
460.063,00
pela equlpe
RECEITA
QUADRO
7' RECEITA
RECEITA
VALOR
5.184,00
160,00
Potencial de Vendas
valor de Venda
829.440,00
TOTAL:
FONTE.
25.3
PesqUisa
reallzada
pela equlpe
FINANCIAMENTO
QUADRO
8' FINANCIAMENTO
TABELASAC
ANOS
PRESTA9AO
JUROS
AMORTIZAC;;AO
6.996,00
5.247,00
3.498,00
1.749,00
30.000,00
30000,00
30.000,00
30000,00
SAL DO DEVEDOR
R$120.000,OO
1
2
3
4
FONTE.
36.996,00
35.247,00
33.498,00
31.749,00
Pesquisa
JUSTIFICATIVA:
de 12% ao ano.
reallzada
90.000,00
60.000,00
30.000,00
0,00
pel a eqUipe
As presta90es
serao
pagas em 4 parcelas
semestrais
com jura
Ro
25.4
QUADRO
CUSTO FIXO
9: CUSTO
FIXO
CUSTOS FIXOS
DESCRI<;:Ao
TOTAL
TOTAL
MENSAL
500,00
ANOl
5,000,00
12,000,00
4.020,00
96.000,00
303.933,60
3,000,00
1.470,00
441,60
'1.000,00
410,00
8.000,00
ANO 2
3.341.76
lOftizacAo
33.728,00
2.000,00
3.700,00
72.243,00
12.243,00
7.744,90
do Financiamento
sobre
Financiamento
TOTAL:
FONTE:
Pesquisa
25,5
ANO 3
6.300,00
'12600,00
5.166,00
100.800,00
319.130,28
3.150,00
1.543,50
483,68
3.508.S5
35.412,30
2.100,00
3.885,00
65.247,00
5.247,00
7,149,90
AN04
6,945,75
6.615,00
13.230,00
'13.891.50
5.424,30
5.695,52
'105,840,00 111.132,00
335.086,79 351.841,13
3.472,88
3.307,50
1.620,68
1.701,71
486,86
511,21
3.684,29
3.868,50
37,162,92
39.042,06
2.205,00
2.315,25
4.263,21
4,079,25
7,149,90
7.'140,90
AN05
7,293,04
14.586,08
5.980,29
116.688,60
369.433,19
3.646,52
1.786,79
536,77
4.061,93
40.994,16
2.431,01
4.497,37
7,149,90
562.763,86 571.703,51 525.912.49 551.850,62 579.035,65
realizada
pel a equipe
CUSTO VARIAvEL
QUADRO
10' CUSTO
CUSTO
Enxoval
Material
Material
Material
Material
de
de
de
de
VARIAvEL
VARIAvEL
AN01
30.416,40
3.341,76
441,60
376,08
2,312,04
Limpeza
Expediente
Manutengao
Higiene e Banho
36,887,88
TOTAL:
FONTE:
PesqUisa
reallzada
pela equlpe
81
25.6
IMPOSTOS
QUADRO
11'IMPOSTOS
IMPOSTOS
ISS
IRPJ
PIS
OFINS
TOTAL:
FONTE.
Pesquisa
reallzada
pel a equlpe
'I.
VALOR
5,00
2,40
0,65
3,00
41.472,00
19.906,56
5.391,36
24.883,20
11,05
91.653,12
82
ORE
25.7
QUADRO
12: DRE
DRE
Mensal
Ano1
,4110.061,00
"''''
"'."
a.»
1Iw
•.••
im•••
u_MKT
19.120,00
~,t.td.V..,Nf,
"",",fIleV....,..
.
895.H5,10
....
•.-n
,
1.).('0
571.iol,51
l.MO.OO
nO(l;l.oo
n.m.1JO
XDQI.."
IUQOOO
11.600,00
140000.CO
w •.ItE~
••
Ml.'I.tn
!i:o'IUii'HJlC.ntibti,
31'.llO .•
1I1W.oc
:'I'J!IO.CO
,n .••
'AJte!>lldeLim
:1 II
c..-v
V~I. TOM
o::m\'''culill
""
Ama1i:
•
'Q
f..,anci:rmotnl"
ch
"....
1.S4',~
<0""
:3,;1.41.71
....,
J.JJl$,(HI
'»4a,XI
tGif."
2.tul.OO
l!,IOQ.r»
'.OZ.:\
,,,.""
•. '1'.00
t::.41.(Y)
S.:A1.tID
S.NOJXI
"""""' •••• FifI~rr.;3",.nlO
•••••
1M1••~lo.E"f:
..
31.1'7,"
BRUTO
1.4l1"'"
111.14',02
229.788,21
215.]511.42
7.5]7,75
,.,9t«l
,....
m«o.tIO
UiID''&s
••
n
C«iM
11.511,26
•••.
ARGE'"
18.048,01
"'.<412
lUQI.se
5.»1.111
,,-'"
138.135,14
TflllOAOE
""
.
116.»
51t.1QU.1
•. l':'IUl
91.185,37
.•.•.,....1&
21".01
S.&l-2.G7
l~.U'.o
11un.CIIO
U.IIJ.U1
157.062,113
-.00
»•.,
.•
0,17
IIIIS.~:O
:W,lnll
0.21
"from
0,71
DE EQUILisRKl
0.67
lit.Q4iIj.Ql
3S1,Sl7
T.AJtA DE "£TORNO
m.w .•
lUI
3,l3
1m"t-IOIimenl"
Ll/'CfOLl~\I;;b
PesqUisa
11.511,"
reallzada
pel a equlpe
Il11.135.14
1~~:t
..."
U'(lle'
$o11.1!1
U • .111
UU
40&1.11:'
..fO
"1':!.~
Ues.aa
"m"uS
~.lI~.n
4 .• :t.!1
7.1"tltO
.. •..~
42.702.33
15.210.79
~""".:0"1
106.904,20
"'-l1.U
l.tTl."1
~57.t'
% .• 1010
450.302,57
504.520,1&
.,"~
m,a .•••
.......
110~
44.137,45
)
:.5041,0:
400.'77,«
..
UN""
561M.O.U
sr..l)I6.u
"Vtll'"
""all'."!>
115.456.54
12-4.6113.01
~,,:t!10
"'1.01
•.•lIN .•••
1(W,"OoI.:O
%'S.07t.,!ioS
.1'11.54;
'I)4U7
lJ.U46,04
".•...
1126.711,111 1.002.153,10
"1."~.
-'10 .•••.
'"
0,30
0,57
.,.,,,
SI,S"t!.",
atCv.cflbli
:l"n ..••
......•
lli7..4YR
0,71
CUitoF'.ol
ueo.n
I.~'"
!!U.'n.~
11'" .•
14-.01
2'1.".%'9
~"J..29l.173,24
".~1'
11,w.n
,.,00
S7!.OIl5,155
:"":D.1I'
lI,JI)I.SoO
186.374,05
792.552,12
:J"On..
0,17
·CunVarihel
.••
91.653.12
i.&l7.~
DE CONTRIBUIC.io
•.
»t,.,,,
~1'C3
,.
LUCROLioulOO
LucroL;
.•"'.,..
:..'l12.004
1.0"Uif
,'M
FONTE.
...."
lJ.l20.(lIl
105&4Q.OO
SH'».,;';
"t4UiO
tl:.87
..•.....•
••N.i~
IMPOlTOS
"-h
551.'50,52
••.•.I~.OO
40.''',811
~""'1 .••
«un
-Cu"'Fillo
PON'TO
'525.912,49
1,1"Url
m ..••
tII,1!o.OO
LueRA
1.121.443,95
1«1.(10
11O,GO
3'.732,27
:"'0''0
MIt.fo'.~cMH_.Ib"'"'
·Cu~V
UM.OO
1.1«.90
~S"1
3.073,tll
VARIAvEL
M;ttoe-rl •• ""'Um
LUCRO
!il1i7.4SI,1.Z
·U'1'O,O\)
""
s..~-P"L
CUITQ
1.044.155,52
14i"O((j
•.!!o:I,CiQ
iIIIEJottrlu
Ano 5
UOOCll.oo
129.440,00
562.763,81
415.U§,19
~
Ano ••
Ana3
10,00
lUiIIIlXI
I"Giro
2
1J07.OD..QO
",.,
Ai:eltuntIlaE~
Ana
410,013,00
n.s.tI.OI
",",.(ml>bil;Ud~
~1.ON.W
1.»-1_
»,UUl
379.127.10
S04~l'O"
1;!>"~nos
1.013.606.51
1 OoI".IU.,5il!
n
0,32
)M~"04
1.0044As..l.;:
0,55
~lV.o.U
1.t¢li.I!>.l,IS
"".u;.,,:.
0,34
n."~7.tJ;}
1.1aAU,M
0,53
51t0...A5
1...,.I0U,1
83
25.8
FLUXO DE CAIXA
FIG. 10:
(321.927,86)
1
158.419,43
(135.553.81)
493265.47
t
1
1
PRESENTE
LiaUIDO
873.093.27
t
J
460.063,00
25.9
VALOR
(321.92786)
+ (135.55381)
(1+0.08)1
+ 158.41943
+ 493.26547
+ 873.09327
(1+0.08)3
(1+0,08)4
(1+0.08)5
(1+0,08)2
VPL = (298.081.35)
+ (116.215,54)
+ 125.758,45
IVPL=
25.10
(VPL)
R$ 668.239,00
TAXA INTERNA DE RETORNO
QUADRO
+ 594.212.61
I
(TIR)
13' TIR
SAL DO INICIAL
(460.063,00)
(460.063.00)
(321.927,86)
(135.553,81)
158.419,43
493.265,47
FONTE.
+ 362.564,84
PesqUisa
ENTRADA
829.440,00
895.795,20
967.458.82
1.044.855,52j
1.128.443,96
reallzada
SAfDA
691.304,86
709.421,15
673.485,58
710.009,49
748.616.16
pela eqUipe
SALDO
FINAL
(460.063.00)
(321.927,86)
(135.553,81)
158.419,43
493.265,47
873.093,27
84
25.11
QUADRO
ANALISE
DE SENSIBILIDADE
14' ANALISE
DE SENSIBILIDADE
ANALISE
ORE
Investimento
Receita
usta Fixo
Fusto Variavel
ucro Bruto
Impastos
ucro Uquido
IMargem de Cont.
Lucratividade
Ponto de Equilibria
axa de Retorno
FONTE.
PesqUisa
MES
38.338,58
69,120,00
42.918,21
3.073,99
23.127,81
7.637,76
15.490,05
66.046,01
0,01
0,06
0,28
realrzada
DE SENSIBILIDADE
ANOl
460.063,00
829.440,00
515.018,46
36.887,88
277.533,66
91.653,12
185.880,54
792.552,12
0,17
0,71
3,33
pel a eqUipe
-15%
-5%
5%
15%
391,053,55
705.024,00
437,765,69
31.354,70
235.903,61
77.905,15
157.998,46
673.669,30
0,14
0,60
2,83
437.059,85
787.968,00
489.267,54
35.043,49
263.656,98
87.070,46
176.586,51
752.924,51
0,16
0,67
3,16
483.066,15
870,912,00
540.769,38
38.732,27
291.410,34
96.235,78
195.174,57
832.179,73
0,17
0,75
3,50
529.072,45
953.856,00
592.271,23
42.421,06
319.163,71
105.401,09
213.762,62
911.434,94
0,19
0,82
3,83
26
JUSTIFICATIVA
DO USO DE CAPITAL
Os investimentos necessarios para
iniao das atividades do Hotel das
0
Na<;Oes,que compreende os investimentos em ativo imobilizado, 9a5t05 com as
pracedimentas
necessario
jurldicasllegais,
460.063,00.
Para este mantante,
R$ 350.000,00
(R$
investimentas,
pago em
investimenta
70.000,00
fai requerida
cada
4 parcelas semestrais
serao necessarios
s6cia).
urn emprestima
ou diminui
Para
e capital
de 3 meses,
de giro
totalizam
RS
na capital sacial a valar de
suprir
a valar
necessaria
na valar de R$ 120.000,00,
das
a qual sera
com juros de 12% ao ana.
0 Hotel devera
para cobrir as custos
naD, aliado aD pagamento
inicial
urn periodo
as s6cias integralizaram
Ao estar em plena atividade,
aumenta
em marketing
para cobrir as custos fixos durante
gerar recursos
fixos (independente
em dais anos do emprestimo
de acordo
com a quantidade
pr6prios,
realizado)
os quais
tocac;Oes ou
de houver
e variaveis
de loca<;Oes que
0
(0 qual
Hotel realizar)
da empresa.
Conforme
urn volume
empresa
de
descrito
anteriormente,
0 potencial
5.184 locac;:oos com crescimento
apresenta
de vendas
de
candi<;Oes claras de liquida,iia
tera no primeiro
8% anuais.
Desta
de suas abriga,Oes
ano
maneira,
a
e ainda cam
uma sobra de caixa.
Com
recursos
estas
ja comprometidas
nos recursos
recursos.
ao
totais
pode-se
gerados
melhores
avaliar
anualmente
quais foram os recursos
e programadas,
Os conhecimentos
administrader
recursos
informa90es,
ao longo do exercicio,
qual
a participac;:ao
e aplicados,
como
dos padrOes
condiyOes
em prazos intermediaries
gerados,
de
e long05.
foram
historicos
planejar
como
f1uiram
os
face as aplicac;;:Oes
das transaC;Oes comerciais
administrados
esses
novos
da utiliz8C;BO dos recursos
da
as
de
necessidades
futuras
86
27
CONCLUSAO
Atraves
de conhecimentos
adquiridas,
internet e visitas a estabelecimentos
ali ados
com oferta
com
pesquisas
servilYos similares;
de
em livros,
0 projeta de
desenvolvimento do Hotel das Nayoos foi concluido. Diante de tudo isto se constata
que urna empresa
flexibilidade
cliente.
produtos
Assim foi moldado
nicho de mercado
Mesmo
urn mercado
0
apresentando
do mercado e apresentar
Hotel das NaryOes. Uma empresa
dos encontrados
tais diferenciais,
competitiv~
mesmo
0
exigencias
ou servic;os que superem
e servic;os diferenciados
alta mente
porte disputam
as
precisa estar condizente
para ofertar
a Hotel
de hospedagens,
mercado.
Entretanto,
do
atualmente.
das Nac;oos
cnde
potencial
0
as expectativas
do ramo hoteleiro com
encontra-se
empresas
em
de grande
de mercado
aliado a
quantificayao de mercado e satisfatoria para a implementayao deste projeto. Mas
somente
estes fatares
nao sao decisivos
que aS investimentos
possa
atender
investimentos
devolvendo
aos
dentes com comodidade,
permanentes
a eles
para que este
0
E precise
projeto seja viavel.
sejam feitos de forma suficiente para que 0 empreendimento
modernidade
e conforta, pon:l!m estes
devem ter urn tempo de retorno satisfat6rio
capital investido
e ainda gerar lucre para que
0
aos socios,
empreendimento
se tome atrativD.
Atraves dos calculos realizados, nota-se que 0 tempo de retorno do
investimento aplicado sera ao final de tres anos, estando incluso 0 pagamel1to do
financiamento
pr6ximos
obtido.
cinco anos,
quantidade
De acordo
com
sera passivel
de IOC890es (custos
as
saldar
receitas
pr6prias
tanto as compromissos
variilVeis)
quanta
as que
estimadas
para
que dependem
devem
os
da
ser saldados
independentemente de haver ou nao 10cayOes(custos fix~s), nao necessitando de
recursos de terceiros.
0 importante
previsOes de crescimento
empreendimento
sera administrar
de receitas e despesas
de forma correta para que as
possam ser satisfatorias
Assirn, conclui~se que a projeto esta pronto e que tera certamente
promissor, tornando a empreendimento
global.
e que
0
possa expandir a novas rumos.
urna
refer~nciaem hospedagens
urn futuro
em ambito
87
REFERENCIAS
ANDRADE,
Nelson;
Paulo: SENAC,
ASSAF
BIBLIOGRAFICAS
BRITO,
Paulo Inacio. Hotel: planejamento
e projeto. 3. ed. sao
1996.
NETO, Alexandre;
Silva, Cesar Augusto
de giro. 2. ed. sao Paulo: Atlas,
BAILY, Peter. Compras:
principias e admillistraylio.
CANDIDO,
indio. Controles
CASTELLI,
Geraldo.
em holelaria.
Administraylio
DOLABELA,
Fernando.
Associados,
1999.
GIL, Antonio
Carlos.
Tiburcio.
0 segredo
Melodos
Administraylio
do capi/al
1997.
1. ed. sao Paulo: Atlas, 2000.
3. ed. Caxias do Sui: Edues, 1982.
hoteleira. 8. ed. Caxias do Sui: EduC5, 2001.
de Luisa. 14. ed. Sao Paulo: Cultura
e teenicas de pesquisa
Editores
social. 3. ed. sao Paulo: Atlas,
1991.
Gil, Antonio
Carlos.
Metodos
e tecnicas de pesquisa
social.
5. ed. sao Paulo: Atlas,
1999.
GIL, Carvalho.
0 despertar
da holelaria nacional, 2003. Disponlvel
http://www.revistahotelnews.com.br.
GITMAN,
Harbra,
Lawrence.
Acesso
Principios de administraylio
fill8l1ceira. 3. ed. sao Paulo:
1987.
GON<;ALVES,
Luciane.
As cruzadas,
http://www.eanaltur.eom.br/hotelaria.htm.
em:
em: 10 abr. 2003.
2000. Disponlvel
Acesso
em:
em: 11 jul. 2003.
GON<;ALVES,
Paulo: SENAC,
KOTTLER,
Maria Helena;
KRITZ, Sonia. Introdw;lJo
Philip. AdministrsyiJo
MATARAZZO,
a turismo
e hotelaria. S~o
1998.
Dante Carmine.
de mar1<eting. 5. ed. S~o Paulo: Atlas.
Analise flnanceira de balanyos.
1998.
5. ed. S~o Paulo:
Atlas, 1998.
Mario. Hotelaria
planejamento
http://w.vw.iesb.br/defauIUesb.htrn.
PETROCCHI,
Acesso
WESTWOOD.
John.
0 Plano de marketing.
e gestao, 2002. Disponivel
em:
ern: 20 jun. 2003.
2. ed. sao Paulo: Afiliada,
1996.
APENDiCE
QUESTIONARIO
DE AVALlA9AO
DA DEMANDA TURisTICA
CASAIS EM CURITIBA
PARA
90
QUESTIONARIO
DE AVALIACAo
DA DEMANDA
TURisTICA
PARA CASAIS
CURITIBA
1 - Qual
o
o
o
o
o
e a sua
faixa etaria?
De
18 a 30 anos
De
31 a 40 anos
De 41 a
De
50 anos
51 a 60 anos
Mais de
60 anos
2 - Sexo?
o
Masculino
o
Feminino
3 - Voce se enconlra
consensual
o
o
em algum lipo de uniao conjugal
ou casamento)?
Sim
Nao
4 - Qual
5 - Qual
DAte
e a sua
e sua
ocupa~ao?
_
renda aproximada?
1 salario minima
o
De 1 a 5 salarios
o
De 5 a 10 salarios
minimos
o
Oe 10 a 15 salarios minimos
o
Mais de 15 salarios
minimos
minimos
6 - Cosluma viajar com seu companheiro(a)?
U
Sim
o
Nao (Por que?
_
(namoro,
noivado,
uniao
EM
91
7 - Em caso afirrnativD, com que freqlffincia
o
voces viajam?
1 vez par ana
IJ
2 vezes par ana
o
o
3 vezes par ana
Mais de 3 vezes par ana
8 - Quais motivDs as levam a viajar?
o
Passeioflazer
0
Visita a parentes/amigos
IJ Congressos/convenl'1ies
IJ Neg6cios
0 Tratamento de saude
0 Outros:
9 - Quantos dias costumam passar viajando?
o
1 dia
D 2 dias
DAte
o
1 semana
Mais de 1 semana
IJ Mais de 1 m~s
10 - Qual
o
e 0 instrumento
utilizado
para
0
planejamento
da viagem?
Ag~ncias de turismo
D Amigos /parentes
o
Propaganda/publicidade (meio:
_
11 - Qual tipo de transporle e mais usado, para chegar ao destin~ da viagem?
o
Carro
D 6nibus
o
Aviao
IJ Outro:
_
92
12 - Quanta, geralmente,
DAte
e 0 seu
9a5to total com a viagem?
R$100,OO
o
De R$101,OO
a R$500,OO
o
o
o
De R$501,OO
a R$1000,OO
De R$1001,OO
a R$2000,OO
Mais de R$2000,OO
13 - Case,
voces costumem
razao da escolha
utilizar
0
Hotel como meio de hospedagem,
14 - Se fosse criado urn Hotel das NayOes,
ofertados
particulares
ea
qual
desse estabelecimento?
servi90s
e suites decoradas
de diferentes
exclusivo
de acordo
para casais,
com caracteristicas
cnde fossem
tipicas
e
paises do Mundo, qual sena sua opiniao sobre esse
estabelecimento?
15 - Voc(; ficaria, com seu companheiro(a),
o
Sim
IJ
Nao
Muito obrigado
pela atengao!
hospedado
num Hotel como esse?
93
ANEXOS
94
ANEXO I
REQUERIMENTO
DE CNPJ
95
MINISTERIO
DA FAZENDA
SECRETARIA
DE RECEITA
FEDERAL
REQUERIMENTO DE CERTIFICADO DE REGIS fRO IlE PESSOA IURiDICA
CONTRIBUINTE
"1'111 LLJ
NO CASODE
INCORPORAC
0, FUS
O. ClsAO
nOTALOU
PARCIAL)
OU MUDAN
A DE RAZAOSOCIAL
AS$J1IIALE
CASQ EST1!JA NA SITUA
lNFORMAR:
1: kAZ.\.o) .•.··J.:u.AtfIlUt~'•.
t1 '"'(~·.:unD'.lDII
DECL\RA
AD DE RE~'PONSABLLIDAOE.
'I
REQUER.
SDBRE
PESSOA
PARA
VALOR
FINS
AGREGADO
JURiDICA
INFORMA(:OES
DE
ItlS'TRU~.A.O
PAGO
• DECLARANDO.
PRESTADAS
DE
EM
PEOIOO
aUTROS
SOB
AS
DE
CERTlFICAOO
PAIsE'.
PENAl
RE,S;ARCIf.1ENTO
DA
LEI.
SEREM
DO
DE
IMPOSTO
REGISTRO
VEROADEIRA$
OE
AS
I
'AD:
Ql'AlfTJDAPt! PI!C'llkTlFIC..>J)I"\:.
r.E,,A'I<~If>.,;I\)
96
o re'IU,'ril1ll'l1fO drno.-" 81'" :lssill:.l.I" p.-Io ••••
p~nIJlnll·
otl Jlrotlll .•.••.•
.,,·I,abillr: ••lo. dtnndo
ul1un.tl·oCrFdosiemdlirio.
o rorl1lu',,,;O, IIc.id,"IIC' •••.•
prO'''llchldo.
('111dm.~ \·I:I~. <1.",,,•..
:, str t'nll"t'e"" 11" IIl1hhuJe tI:.
Rccdm
F,·,••••...•
L '['11' jUl'is.llcion<lro
No a'o ,1,,\,<,"'" Sf!' "pn.'st-III:1.lo
•••.
)lnki!l«
lIihuh\rio
,locIIIIII-1I10 'lUI.' cOIIII,run-
l.ilI nmllit
II silullflio
"",' hllli •.••
111"..
SIIcrt'lmia
dOl
.1'1 cmpr"~:I.
de sudu
011 "flK'H$CII,,,nle h.'l!n' d"
~~::j:~:;::~;.~~:::~"";:
::~~;.1
~;:'''I:;~;l~~'~~~:::::''
:~~:;i:::.I:':;~::::r::l';~;;~=;:I"n;
..'~"';:I:...
Aprovado
pela IN /SRF
nO 7/97
,18 1'.\RI}.(Bn
E DAT,\ DE RE(,E1'~.>.O
97
ANEXO II
REQUISIC;AO DE ALVARA DE LOCALlZAC;AO
FUNCiONAMENTO
E
98
DE CURrTlBA
PREFEITURAMUNICIPAl
SeCRETAAIA.
REQUISU;Ao
f.tUNICIAt..L
DE AL\ARA
DE FINANr;AS
DE lOCALIZAI1Ao
Excclcnti~imo Scnhor Prefeito Munidpol
do
Curiliba
etiQuela
A
o """"''''''·'IIUC If
00000000
1>0,'''' __
I
'_'
_
0000-00 ~~~ 000000000-00
ODDDDDDDDDOD~~~
"'~'ODDDDDODCDDD
000000000-00
T
o
N
~O'UM..
••,,,
o
M-='---'--D-'~-~--D-~-"'----'-===D='''''''''''==='''D='''~''''<'''~'''' ~~"o:.o=====-t
o
0 ~ •.
1ok:o
Drr.1L
0
O&S .. as OOCUMENTOI
c.:::r:l
W'V'"
~"~~~:
_dIodo_"'
•••s ~~s
,*""!.~i••u: •••.•
tt..,,,
1,;,0
~lIIladAl.
,,&
•••••
01"
,,~
L'~::
AH£XADOI
aHLr.>:J
"""I ••
NAC IERAo
!•••
'"
_;>~dM»
""o=ue- •••••.•.J ••J •• ""
•• AI ••••
DIiYOL\1001
~.,••
g
__
••
":lI 11'"YD1 d;I
10•••• _.
-'--'-.................... _
D"El[,'/t~:l
99
ANEXO ill
CONTRATO
SOCIAL
100
ALVARO
LUIZ
ROSF., brosilciro) solteiro. ndministmdor,
rcsidente c dorniciliado
em
Curilioo, Paran3, Run Curios Benato N"6H3, portador da Cedula de Identidade RG/PR nW
6.201.030-4, e inserito no CPF/MF n' 214.913.158-73.
KARIN
FRANCIELI
DE MATOS
BONIN, brasileira. solteira. administradont.
residente e domiciliadn em Curitioo, Pawn:L Rua
J-Iassib Jezzine N°208, portadora da Cedula de ldentidade RG/PR nit 7.235.048-0 e inscrita no
CPF/MF
n' 043395.379-93 .. RICHARD
AUDRIN
MARQUS
SANTORO,
brasileiro.
sohciro, administrndor,
residcnle c domiciliado em Curiliba. Parana, Rua Monsenhor Manoel
Vicente N"IOU4. portndor da Ccdlll" de Identidnde RG/PI{ nO 23.017.102-3,
e inscrito no
CPF/MF n" 268.522.728-R5,
TRADEU FIESZT
FILHO, brasileiro. soltciro, ildministrador,
rcsidentc e domiciliado
em Campo Largo, Parana, Rua Miguel Julio n" 165. pcmador da
Cedula de Identidade RGfPR n" 7.528.137-4.
e inscrito no CPF/MF n° 038.817.069-76
e
VALDINEI
RODRIGUES
DE NOVAES.
brasileiro. solteiro, administrador.
residente e
domiciliado em Curitiba. Parana. Run Alferes Po Ii NO-ZSI8. portador da Cedula de Identidade
RG/PR n' 7.024.580-9. e inscrito no CPF/MF
n° 018.695.999-00.
unieo. ";eio, do HOTEL
OAS NA<;OES LTDA, pessoa juridica de direito privado, com sede nn cidade de Curitiba,
Estado do Parana. na Run Mareehal Deodoro, U- 431°. Bairro Centro. inscrita no CNPJ/Mf
sob nO 97.180.725/0001-84.
com atos consl ilutivos arquivildos na Junta Comcrcinl do Estado
do Pamn[I, sob n" 1425~22700-2, par ctesp:J.cho em sessilo de 03 de janeiro de 2U04, rcsolvem
por estc instrumento particular de contrato, constituir uma socicdade mcrcantil por quotas de
TC5ponsabilidade lirnitada, que se rcgero peln Lci 3. 70~ de IU de janeiro de 1919 e 4.726 de 13
de julho de 1965, pc1:l~ dcmais disposi~oes
k'gllis aptic:ivcis n cSpCcic c pelas cMusulas
seguintcs:
CLA.USULA
I)RIMEIRA:
A sock-dadc ginm'i sob 0 nome comerci,,1 de HOTEL DAS
NA<;UES LTDA. sendo SUiJ sede e 1bro nest3 cidade de Curitilx.:,. Pr .. N". Centro.
CLAUSULA
SEGUNDA:
A sociedade tcm por objeto mercantil a 10cac;:J.ode quartos.
CLAUSULA
TEUCEIRA:
iniciando suas atividades
0 prazo de dura9aO da
a partir do dia 02 de fevereiro
sociedade
de 2004.
e
indeterminado,
CLAUSULA
QUARTA:
U capital social. intcimmentc
subscrito e renli:rodo na. form:l
prcvistll neste ato, no. import5ncia de R$ 350.000,00 (treuntos
e cinqllcnta reai~) dividido em
35U.UOO.OU(trezentos c cinqUenta rcais) quotas no valor de R$ I.UO (um real) cada uma, fica
3ssim distribuido entre os sOcios:
0) ALV AKO LUIZ KOSE, 70.000 (selent. mil) quotas no volor de RS 70.000.00 (setent.
mil). reprcsentado5 por invcstimento.
b) KARIN FRANCIELI
BONIN, 70.000 ("'tenta mil) quota. no valor de RS 70.000,00
(oitenta mil rcais). represenlndos por investimemo.
cJ RICHARD AUDKJN IVlARQUES SANTORO.
HO.OOO (setentn mil) quotas 1\0 valor
de R$ 80.000,00 (sctenla mil), representados
par investimenlo.
d) THADEU FIESZT FILHO, 7U.000 (setenta mil) quotas no valor de R$ 70.000.00
(setenta mil), representudos por investimento.
e) VALDINEI
RODKJGUES
DE NOVAES. 70.000 (setent. mil) quotas no valor de RS
70.000,00 (setent. mil), representados por im'l:stimcnto.
/)AR.4GRAFO
UN/CO:
OS quais, os 56cios lrons:ferem it. sociedade no prcsentc ato.
101
e
a
CLAUSULA
QUINTA:
A responsahilidadc
dos s6cios
limitadu
importuncia total do
capitnl social. nos tennos do Artigo 2 da Lei,
3.708 de 10 de janeiro de 1919.
CLAUSULA
SEXTA:
As delibera~oc~ sociais poderao ~cr tonmdas por todos os sOcios que
represent3m a maioria abso luta de quotas do capitoll da sociedade. sendo que a~ alteracroc5
conlrntuais dcverilo ter a anu~l1cja c assinatura de todos os sOcios. conso:lIltc a fitculdade
delerida relo nrti~o 62, par6grufo 2(1, do Decreto nl) 57.651 de 19 ctejaneiro de 1966.
CLAUSULA
SETIMA:
As quotru; da !>Ociedade s50 indivisivei!ll c nao poderuo ser
trnnsreridas ou alierudas a qualqucr titulo II lerceiros, a e,xcecrao do conjugc c herdeiros dos
sOcios, scm 0 conscntimenLo
un.finimc dos demais weins,
cabendo a estes 0 dire ito de
preferencia nu sua :J.quisiyao nn propony:ilo dus quotas que possuirem.
CLAIJSULA
OITA".'\.:
0 S()cio que descjar transferir suus quotas deven} notificar por
e'scrito it sociedade, discriminando-lhe
0 prc~o, forum e pr~7J) de p:tgnmcnto,
pam que estc,
atravcs dos dcmais s6cios, exC'rc;a ou renuncie no direito de preferencia, 0 que dever1i fa7.cr
dcntro de sessenta dias contados do recebimento da notilicuyao ou em maior prnzo a crilerio
do sOcio alicnante. Decorrido esse prazo scm que seja exercido 0 direito de prefen!ncia~ as
quotns poderao ser livremente transferidus.
CLAuSULA
NONA: Pelns servic;os que prcstarem:l socicdade perceheruo os s6cios. a titulo
de remullcnltyi.io "Pr6-Lubore",
qunnti:l mens.:tl thada el11 comum ate os limites de deduc;ao
fiscal previstos on legi~layuo do imposto de renda, a qual sera In'ada
contn de despesas
gerais.
CLAUSIJLA
DECIMA:
No casn de thlecimento de qualqucr dos sOcios. as suns quotas.
bem como sellS dirctos pemnte este contrato. estar5.o aULomaticnmente
transferidos
aos
respectivos parentes de primeiro grau (pai c/ou mae e irmaos sohreviventes),
na hase de 50%
(cinquent:l por cento) aqucles e 50% (cinqUcnhl por cento) a estes. bastundo pnm tunt.o. que
cOllluniquem a purtilha e a identifica~50 do~ novos s6cio~. podendo imediatnmente
ao 6bito
assumir as funyt5es que vinham sendo cxcrcidns pelo fnlecido pernnte a socicdnde, pai c/ou
mae sohrcvivente ou. rut falta aquele que, dcntre os irmJos, peln sua maioria for designndo.
prevaleccndo 0 mais vclho no caso de empatc.
CL..\USIJLA
DECIMA PRIMEIRA:
0 uno socinl coincidira com 0 anD civil, devendo a 31
(trintn e UI11) de dezembro de cada ano scr levuntado 0 b.llunc;o geml du socied~lde. obedecidas
as prescri~oes lc!!ais e tccnicas pcrtinentes Il materia. O~ resultados scrao divididos entre os
s6cios em valores de igual tcor, JX>dendo os lucros, a criterio dos s6cios, sercm distribuidos ou
ficnrem em rcserva nn sociedade.
U
nO
a
102
E. p(lr as~im terelll Justo e contrntado. tavrnm. dalam c as.<;inmn. juntamente com dURs
te:st~munh:l.s 0 presente instrumenH>. de igual teor e tumm. dcvidalllentc
rubricado pclos
s6('i05 no verso de suns tolhas que se, bri,gnm liclmente por si e 5f'llS herdciros a cumpri-Io
em lodos os seus lermos.
CuritilXl. 20 de outubro de 2003.
ALVARO
KARIN
LUIZ ROSE
FRANCIELI
RICHARD
THADEU
VALDINEI
AUDRIN
FIESZT
DE MATOS
BONIN
MARQUES
SANTORO
FILHO
RODRIGUEZ
DE NOVAES
TESTEMUNHAS
RICARDO
OTTO
FRANCISCO
REBEL
ANTONIO
DEL LUCCA
103
ANEXO iV
VIGILANCIA
SANITARIA
104
PI~EFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA
SECRETA RIA MUNICIPAL DA SAUDE
V1GILANClA SANITARIA
<~"
\\~:t.
~ ;. "
!..~
\ L1CEN~~S~NITARIA
os:
f' ~ ~~"'-. '.
'.
I,
{~
._
••• •
'.
N'
l"
Tienico VISA:
:-.
/
-'.
-.'1
·t,
. .:..
,.("-":,
~
----T-
I pa~irdl~1dlemllll~'
enqll!ll1o -.
•• !Ilgincillda L&t!sialioem
\f;\V,lIh',
"gor.
'J:)I
105
ANEXOV
DECLARAC;AO
DE ENQUADRAMENTO
MICROEMPRESA
DE
106
6)
PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA
SECRETARIA MUNICPAL DE FINANCAS
Dep.,Ula/o€"llto de Rendas Mobil12nas
DECLARAGAO
DE ENQUADRAMENTO
ASSINADO
ABAIXO
CADASTRADA
NA PREFEITURA
IIt.to'I:cA,;>IIIU.I:,,,....
'---------'
AIH.~.
I.
ART. 10. PARAGRAFOS
'·E
ESTOU
PI:NALIDADES
PHEVISTAS
SEllA IlEALIZADA
MUNICIPAL
DECLARO
SOcIO I TITUlAr~
DE CURITIBA
~E
o ART. 13 DALEI
auE
0
NAO
16 DA I~EFEI~IDA
DA
SOB A INSCHIC
QUE A Et.~PRESA CUMPRE
CIENlE
NO ART.
DE MICROEMPRESA
COMPLEMENTAR
CUMPRIMENTO
LEI E aUE
0 MUNICIPAL
OS DI$POSIT1VOS
N.·
00
391'2001.
IMi-'LlCA
A ATUALlZAC;Ao
NAS
rlSCAL
POSTERIOI1MENTE.
CURITIEJA ~
__
'
SOCIO I TITULAR
ANEXAR CaPIAS 00 CONIHA10
SOCIAL I UL'llr .•
1A ALTERAGAO
au
DECLAAACAO
DE
FIRMA
INDIVIDUAL
E CARTAO DO CNPJ
OBS: ESTA DECLARAC;.i.O
DEVERA
VIR AHEXA
1.0 FDRMULARlO
Of CADASTRO
DE MICROEMPRESA
_
107
ANEXO VI
REGULAMENTO
DO SIMPLES
108
Tratamento
Tributario/SIMPLES
Legislac;ao Federal
SIMPLES
o Simples
veia para tentar suavizar a tributa<;ao
pequeno porte e tentar tamar menos compJexo
ressaltar que n~o
e qualquer
e timites fora dos quais
nao
das microempresas
0
pagamento
e empres3s de
dos tributos.
Deve~se
empresa que pade optar pela Simples. Existem para metros
e passivel
usufruir do sistema.
Conceito Simples
o Simples - Sistema Integrado
de Pagamento
de Impastos
~'licroempresas e Empresas de Pequeno Porte -,
s,implificado e favorecido,
microempresas
aplicavel as pessoas juridicas
e Contribui<;Oes
das
regime tributario diferenciado,
consideradas
como
(ME) e empresas de pequeno porte (EPP), nos termos definidos na Lei
9.317, de 05/12/1996,
determina
e urn
e altera~oes posteriores,
estabelecidas
em cumprimento
nO
ao que
0 disposto no art. 179 da Constitui~ao Federal de 1988.
Constitui-se
em uma fonna simplificada
da aplica~ao de percentuais
favorecidos
e unificada de recolhimento
e progressivos,
de tributos,
por meio
incidentes sobre uma (mica base
de calculo, a receita bruta.
Para efeito de enquadramento
considera-se
microempresa
das Pessoas Juridicas no Simples,
a peS'5oa jLwrdica que tenha auferido,
receita bruta igual ou inferior a R$ 120.000,00
Considera-se empresa de pequeno porte, a pessoa jurfdica
calendario,
receita bruta superior a R$ 120.000,00
que tenha auferido,
(um milhao e duzentos mil rea is).
Considera-se
0
receita bruta
0
no ano-
(cento e vinte mil reais) e igual ou
inferior a R$ 1.200.000,00
conta propria,
no ano-calendario,
(cento e vinte mil reais).
produto da venda de bens e servi~os nas operac;oes de
prer;o dos servir;os prestados e 0 resultado nas operac;oes em conta
alheia, nao incluidas as vendas canceladas e os descontos incondicionalmente
concedidos.
Beneficios
SIMPLES
oferecidos
a pessoa jUridica
que optar por se inscrever
A pessoa jurfdica que optar por se inscrever no SIMPLES tera os seguintes
1) tributa~ao com aliquotas mais favorecidas e progressivas,
bruta auferida;
no
beneficios
de acordo com a receita
109
2) recolllimento unificado e centraHzado de impastos e contribui~5es federais, com a
utiJjza~o de urn uniea DARF (DARF-SII'1PLES, instituido pela IN SRF nO 67, de
06/12/1996),
podendo, inclusive, incluir impastos estaduais e municipais, Quando
existirem convenios firmados com essa finalidade;
3) calculo simphficado do valor a ser recolhido, apurado com base na aplicavao de
aliquotas unificadas e progressivas, fjxadas em lei, in(identes sabre uma (!nica base,
receita bruta mensal;
4) dispensa da obrigatoriedade de escritura~~o comercial para fins fiscais, desde que
mantenha em boa ordem e guarda, enquanto nao decorrido 0 praza decadencial ~ n~
prescritas eventuais acoes, as Uvros Caixa e Registro de Inventario, e todas as
dacumentos que serviram de base para a escrituratAa;
5) parcelamento das debitos existentes, de responsabi1idade da microempresa ou da
empresa de pequeno parte e de seu titular au sOcia, para com a Fazenda Nacional e
Seguridade Social, contraidos anteriormente ao ingresso no SIMPLES, relativas a fata
geradares acorridas ate 31/10/1996, em ate 72 presta~5es mensais;
6) dispensa a pessoa juridica do pagamenta das cantribui~oes instituidas pela Uniao,
destinadas ao SESe, ao SESI, ao SENAI, ao SENAC, ao SEBRAE, e seus cangeneres,
bem assim as relativas aa salario-educa~aa e Contribuh;ao Sindical Patronal;
a
a
7) dispensa a pessoa juridica da 5ujei~ao
reten<;ao na fonte de tributos e
contribui~i5es, por parte dos orgaos da administra~ao federal direta, das autarquias e
das funda~5es federais (lei nO 9.430, de 27/12/1996 e IN Conjunta SRF/ST/SFC nO
23, de 02/03/2001, art. 18, XI).
Procedimentos
Procedimento
para fazer a opc;ao pelo SIMPLES
A op<;ao pelo SIt-1PlES dar-se-a mediante a inscri~ao da pessoa juridica, enquadrada na
condic;~o de microempresa au empresa de pequeno porte, no Cadastro Nacional das
Pessoas )uridicas - CNP), no momenta do preenchimento da ficha Cadastral da Pessoa
Juridica atraves do c6digo do eventa 301(op<;3o pela SIMPLES).
Obrigatoes
SIMPLES
aeess6rias
a que esta 5ubmetida
A pessoa juridica submetida
abriga<;6es acess6rias:
a pessoa
juridiea
inserita
ao SIMPLES esta obrigada ao cumprimento
no
das seguintes
I - apresenta~ao de declarac;ao anual simplificada, ate 0 ultimo dia utH do m~s de maio
do ano-calendario subseqOente ao da ocorrencia dos fatos geradores dos impastos e
contribui~5es unificados;
II - manutenc;ao de placa indicativa da condic;ao de pessoa juridica inscrita na SIt-1PLES.
A placa indicativa devera ter dimens5es de, na minima, 297 mm de largura por 210 mm
de altura e cantera, obrigatoriamente,
0 terma "SIMPLES" e a indica<;ao "eNP) nO
",
na qual constara 0 numera de inscric;ao completo do respective estabelecimente.
A placa
indicativa pode ser canfeccianada pelo cantribuinte, usando papel e caneta, desde que
110
preenchida em letra de forma legivel e sem rasuras, com observancia das determina~6es
legais. 0 descurnprimento dessa obrigatoriedade sujeitara a pessoa juridiC<! multa de
2% (dais por cento) do total dos impastos e contribuicoes devido5 de conformidade com
a SIMPLES, no proprio mes em que for constatada a irregularidade, devendo ser
aplicada, mensalmente, enquanto perdurar a infrac:io (Lei nO 9.317/1996, art. 20 e
paragrafo uniee)
a
III - comunicacao da exclus:!io do SIt-1PLES, quando por oPCao a pessoa jurrdica desejar
sair do sistema ou quando obrigatoriamente
tiver que faze-Io, nas hipoteses previstas no
art. 13, inciso II da lei nO 9.317/1996;
IV - efetivac;ao da alteraeao cadastral sempre que houver mudanc;a em sua condi~ao de
enquadramento no SIMPLES, bem como, quando for exclufda do sistema, por opr;ao ou
obrigatoriamente,
conforme antes visto.
v-
Selagem, para as empresas que produzem produtos cuja selagem
Escriturac;ao
Comercial
e Fiscal das pessoas
As microempresas e as empresas
comercial para fins fisea,s, desde
nao decorrido 0 prazo decadencial
pertinentes, os livros obrigatorios
juridicas
inscritas
e obrigatoria.
no SIMPLES
de pequeno porte sao dispensadas de escriturar;ao
que mantenham, em boa ordem e guarda, enquanto
e n~o prescritas eventuais ar;i5es que Ihes sejam
abaixo relacionados (Irl SRF nO SRF nO 34/01, art 33):
a) Livro Caixa, no qual devera estar escriturada
bancaria;
toda movimentac~o
b) Livro Registro de Inventario, no qual dever~o constar registrados
existentes no termino de cada ano-calendario;
financeira,
inclusive
os estoques
e) todos os documentos e demais papeis que serviram de base para a escriturar;ao dos
respectivos livros.
A dispensa de eseriturac;ao eomercial para fins fiseais, somente se aplica as
t-1icroempresas e as Empresas de Pequeno Porte enquanto se mantiverem dentro das
condic6es exigidas para seu enquadramento. 0 optante pelo sistema que, por qualquer
razao, for excluido do SII·IPLES sujeitar-se-a as normas de tributacao aplicaveis as
demais pessoas juridicas.
NOTAS:
1) A dispensa de escrituracao nao impede, entretanto, Que as pessoasjurfdicas
mesmo
enquanto submetidas ao SIMPLES mantenham escritLJracaO adequada as suas
circunstaneias, pois, no case de eventual desenquadramento
ou obrigatoria exclusao do
sistema, tais pessoas juridicas deverao sujeitar-se as regras previstas para 0 lucro real,
ou, quando seja permitido, opcionalmente, peJo lucro presumido, ou ainda,
excepcionalmente,
podert~, nas hlpoteses previst~s na lei fiscal, ser adotado 0
arbitramento dos seus resultados.
a
2) Aplicam-se a f.licroempresa e Empresa de Pequeno Porte todas as presunc6es de
omiss~o de receita existentes nas legisla~6es de reg~ncia dos impostos e eontribuic6es
de que trata a Lei nO 9.317/1996, desde que apuraveis com base nos Ilvros e
documentos a que estiverem obrigadas aquelas pessoas juridicas, ainda que
fundamentadas em elementos comprobatorios obtidos junto a terceiros (IN SRF nO
34/01, art. 34).
III
Quem pade optar
Pessoas jUridicas que podem optar pero SIMPLES.
Podem optar pela SIMPLES as pessoas juridicas que, cumuJativamente,
seguintes condit5es:
satisfizerem
as
a) tenham auferido no ano-calendario anterior receita bruta dentro dos limites estabelecidos
em lei. Na condic;ao de t-1icroempresa, igual au inferior a R$ 120.000,00 (cento e vinte mil
feais), e na condic;ao de empresa de pequeno porte, superior a R$ 120.000,00 (cente e
vinte mil reais) e igual au inferior a R$ 1.200.000,00 (urn milhao e duzento5 mil reais) (Lei
nO 9.732/1998);
b) nae estejam expressamente impedidas de valer-se desse beneficia por imposiC;ao do art.
90 da Lei nO 9.317/1996,
e atterac;oes posteriares.
Vedac;oes
oPC;~O pel a SII"1PLES
a
Nao pod em optar pelo SIt<lPLES,
juridica:
como determina
0 art. 90 da Lei nO 9.317/1996,
a peS$oa
a) na eondi!;30 de mieroempresa ou empresa de pequeno porte que tenha auferido, no anocalendario imediatamente anterior aquete da opc~o, reeeita bruta superior aos limites
estabelecidos para cada hipotese (art. 2° da Lei nO 9.317/1996, com as altera!;oes da Lei nO
9.732/1998);
b) constituida
sob a forma de sociedade por a!;oes;
c) cuja atividade seja banco comercial, banco de investimentos, banco de desenvolvimento,
caixa eeonomiea, soeiedade de eredito, financiamento e investimento, sociedade de credito
imobiliario, sociedade corretora de titulos, valores mobiliarios e cambio, distribuidora de
titulos e val ores mobiliarios, empresa de arrendamento mercantil, cooperativa de erectito,
empresa de seguros privados e de capitaliza!;aio e entidade de previdl!ncia privada aberta;
d) que se dedique
imoveis;
a
compra e
a
venda,
e) que tenha socio de nacionalidade
210
loteamento,
estrangeira,
a incorporal,;.3o ou
a
constru!;ao de
residente no exterior;
f) constituida sob qualQuer forma, de cujo capital patticipe entidade da administra!;ao
publica, direta ou indireta, federal, estadual au municipal;
g) que seja filial, sucursal, ageneia all representa<;ao, no pais, de pessoa juridica
no exterior;
com sede
h) cujo titular au socio pattieipe com rna is de 10°'0 (dez par centa) cia capital de outra
empresa, desde que a receita bruta global uttrapasse 0 limite estabelecido para a empresa
de pequeno porte;
i) de cujo capital participe, como socio, outra pessaa jundica;
j) que realize opera!;oes relativas a: locacao au administra!;.3o de imoveis; armazenamento
e deposito de produtos de terceiros; propaganda e publieidade, excluidos os veiculos de
112
comunica~ao; factoring;
de mao-de-obra;
presta,=ao de servic;o de vigil2mcia, limpeza, conservac;~o e locaC;ao
k) que preste serviC;os profissionais de corretor, representante comercial, despachante, atar,
empresario, diretor au produtor de espetaculos, cantor, musico, danc;arina, medico,
dentista, enfermeiro, veterinario, engenheiro, arquiteto, fisico, qufmico, economista,
(ontadar, auditor, consultor, estatistico, administrador, proQramadof, anatista de sistema,
advogado, pSicologo, professor, jornalista, publicitario, fiSicultOf, au assemelhado5, e de
qualquer Dutra profissao cujo exercicio dependa de habilitac~o profissional legal mente
exigida;
I) que participe do capital de outra pessoa juridica, ressalvados os investirnentos
provenientes de incentivos fiscais efetuados antes da vigencia da Lei nO 7.256, de
27/11/1984, Quando se tratar de Microempresa, ou antes da vigencia da Lei nO 9.317/1996,
Quando se tratar de Empresa de Pequeno Porte;
rn) que tenha debito inserito em Divida Ativa da Uniao au do Instituta
Social - tNSS, cuja exigibilidade nao esteja suspensa;
Nacianal do Segura
n) cuja titular ou socia que participe de seu capital com rna is de 10% (dez por centa),
esteja inscrito em Divida Ativa da Uni~o au do Instituto Nacional do Segura Social - INSS,
cuja exigibilidade nao esteja suspensa;
0) Que seja resultante de cisao ou outra qualquer forma de desmembramento
da pessoa
juridica, salvo em rela~aa aos eventas ocorridas antes da vigencia da Lei nO 9.317/1996;
p) cuja titular,
adquira bens
declaradas;
au socia com participa~aa em seu capital superior a 10% (dez par centa),
realize gastos em valor incompatlvel com as rendimentos par ele
OU
q) que exen;a a atividade de industrializa~ao, por conta propria ou por encamenda, de
bebidas e cigarros, classificados nos Capitulas 22 e 24, respectivamente,
da Tabela de
lncidencia do IPI - TIPI, sujeitos ao regime de tributa<;ao de Que trata a Lei nO 7.798, de
10/07/1989; mantidas ate 31 de dezembro de 2000, as op~oes jil exercidas.
Esclarecimento sobre 0 alcance da expressao "assemelhados" constante do art. go, inciso
XlII da Lei nO 9.317/1996
o
art. go, inciso XIII da Lei nO 9.317/1996
pessoas juridicas:
impede a op~ao pelo SIt-,PLES das seguintes
a) as Que prestern ou vendam servi~as relativos as profissoes expressamente
dispositivo legal;
b) as que prestern ou vendam servi~os Que sejam assemelhados
listadas nesse
aos referidos no item Ha";
c) as que prestern servi<;os profissionais relativos a qualquer profissao, cujo exercicia
dependa de habilitacao profissionallegalmente
exigida, ainda que nao expressarnente
can tid os no inciso de que se trata.
termo "assemelhado" deve ser entendida como Qualquer atividade de presta<;~o de
servico que tenha similaridade ou semelhan~a com as enumeradas no inciso XIII do art. 9°
da Lei nO 9.317/1996.
o
113
ANEXOVII
CADASTRO
INFORMATIZADO
DO HOSPEDE
dalbo de H",pedes
Il!!lIiI 1m
-
AJ~~~
r_~=~:
~----->-
I
Nilom"
I
SexD
i Identidade
I
I
Dala de Nascimenlo
r----------
C!P,F.
I
-,----_.
---------
115
ANEXO Viii
FICHA NACIONAL
DE REGISTRO
DE HOSPEDES
(FNRH)
PLEASE
USE
BALL
pOlin
AND
BLOCK
LETTERS
117
ANEXO VIX
CART AO DO HOSPEDE
Frento:
HOTEL
CARTAo
DAS NACOES
DE lDENTIFlCACAo
DE HOSPEDE
[ NOME
NAME
- PERDENDO 0 CARTAO. NOTIFIQUE A RECEP<;AO IMEDIATAMENTE
- IN CASE OF LOSS. NOTIFY FRONT DESK AT ONCE
Vide ,'eno
Sccback Lf
r-\
Ve.-,o
INFORMA<;OES
I INFORMATIONS
- Pnr:. retirar II chave na recepcao. apresente este cnrt50
To obtain your key, ~how this card at the reception des.li:.
- Par~ SW\ prolecao "n50 esqueca" deste c:1I130. pois somente medimlle
sua apresent3ciio peden, assinar mturn!; de despes;'ls.
For yOllf protelion.
carry your identification c;ud <'II "II times. its is
requised when signing bills.
- 0 preeo do caf~ da manha estit incluido na di:iria quando servido no
horn rio das 6h
10h.
The breakfust is include in your d;lily mte when served between
6:00 AM - 10:00 AM.
as
- As diarias vencclll:'ls 12h. N:'!o oobrnlllos Ta:-::ade Servico.
Check out time is noon, We donal Chorge Additional.
119
ANEXO X
FORMULARIO
DE AVAUACAo
DO HOTEL DAS NACOES
1("",,,,lnm
HcxfY.u
~Jl
lOiln!l~.io
Je
ItKIVJ
b ku~
~Q""
.
. ~
rlpJd;unc-1I1~
o
C(lnnmCfllc
cfiCH:OICrfKnlC
o
Sm IOJiw:at;lo de rC)CI"VljQi kit;!. UflI<Q de
l~ncildc-\'iqcru
"=Polo
rcgiwo
b
IU rC(c~
kilO
0
0
,!forut/I)
0
0
0
lcicfuoc
Scu
/"'VtNpriy
lim
nl0
...... 0
........ 0
0
0
0
o
Jim{Xl.
contUm\.::] .
bcm-cquiI»do
o
funcionmdo
Ilcndimcnto
O«"clcme
que rcccbcu X)
born
0
0
ODD
. .
IdooniJ:.
RcJt:.unmc
Como VQ(C cbsiflC1
IcsuunJlle?
ot )C~OI
Pfaudot
em
ClICclcntc ban
0
0
0
0
confimo .
llCndimcnto .
r.tpidcl
liimcnt-,;io ..............
Pimo'slbr
Tcndo \'uirlOO IlOIlO 1m
t::!'o·~05ofclCCjdOtli?
como
'oOCC
("JI(clemc
o
o
o
equip<"
d"""""
mUJo
.
IX modo gcru como
\OCt
o 0
o 0
Qll:m..
.
0
0
0
•................
0
0
0
,1IIi&l,UJJ
0
0
0
0
0
'ffo~~,
..
.
HtNt'"
..
.
~n, .
c¥llk.,
"","it'lc ..
O/U''3lfJT
0
0
..••
/.oor1:UiJ
..
(oaj:n .
01
rt:gulu
o
0
0
0
0
rtI(/I'!!'I:JtnYu ••
fUJIl
born
0
0
0
n
a
0
Mrnt:,
.
0
0
0
0
0
you d.unh O'Mr 1>0111 MTTius?
noIIO
0
0
0
o
"i:/]OIIIfind JOII" fO('H!1?
'!,;M..
(O"fortJ!Hc ..
wrP c~,,;ppd ..
wilh.£ ''1,.'iPIl!UIII
Rnl.lu",,"1
/-IoU' Jo JOII c/.zSJify
dusiflClfg
o
o
...............
'[{ 0
..
(oun")
..
,JlichflJ/.
food ....
0
Ol1lr
"Jfilllr,3I1'
t~nl
0
0
0
0
'"D'
0
0
0
tntJiu,.
IJ
0
0
0
Un"",,?
'"D'
0
0
0
ruJillt:'l.
0
0
0
0
PiI••·I&r
H:t",n, nii:li
ONr Nr how
tiidYOII damfy
tht J,tny,,?
tJZIII",J
luff ..
:l/~0f~
I!!'I.Jic
0
0
0
'"D'
0
0
~:li1l1l!J
0
0
0
duUflC1li~ nawo hotel?
Cli(clcmc
born rcCUIl!"
o
0
0
Nomc/Nosl:c-;;;======================
End"'l,/Mo'""
Aput1lllento/RoolI"I':
IDtollth:
~
.
Jt/CPboUC
Krubr
g 8
§
krvio;o~c"plm.mcmo..
0
0
0
o
o
.
~
~C d~iflC?- 0
IIOli.clru OUUO$.kfVlliot)
porw11
~ ~
.....
a; c:quip:I.ffiCntOl
................'[{ 0
..
h"oIl't/:I{C1K,
Rooms
How
xu lputlmCrlm?
cnronUOlJ
(Q:lr,«JIIJI,
com'
Ap.utunl"flIOl
COmo wec
:I<Jr lIX...dr
.
}(,"',.
,..nc'l;Jlio"
"'(,flltJIWJJ
0IJUU6.
npidcl
conail.
cfacitncil.
Tt'~·n·.JhOH
~o
Dltl/D.III.
I
.
Download

projeto de viabilidade economica do hotel - TCC On-line