INSTITUTO MARIA IMACULADA FACULDADES INTEGRADAS MARIA IMACULADA CENTRO DE MOGI GUAÇU/SP PROJETO DE CURSO: LICENCIATURA EM PEDAGOGIA Mogi Guaçu/SP 2007 INSTITUTO MARIA IMACULADA FACULDADES INTEGRADAS MARIA IMACULADA CENTRO DE MOGI GUAÇU INTRODUÇÃO Em sua existência as Faculdades Integradas Maria Imaculada (FIMI), vem desenvolvendo e experimentando diferentes enfoques e práticas gerenciais refletindo o ambiente dinâmico onde está inserida. Para que possa adaptar‐se a esse ambiente, a Instituição vê a necessidade de constante melhoria e inovação da estrutura organizacional. As realidades e expectativas diferenciadas, interna e externamente, exigem que a Instituição tenha a capacidade de adaptar‐se para responder às contingências e ou exigências geradas pelo ambiente onde está inserida. Os membros da entidade mantenedora, como pode ser observado no currículo resumido a seguir exposto, primam pela qualidade do ensino ministrado nas instituições por eles mantidas. Descreve‐se, inicialmente, a entidade mantenedora, as instituições de ensino mantidas. 2 INSTITUTO MARIA IMACULADA FACULDADES INTEGRADAS MARIA IMACULADA CENTRO DE MOGI GUAÇU ENTIDADE MANTENEDORA Nome, endereço e histórico. Instituto Maria Imaculada Rodovia Bragança‐Amparo, Km 4 – Bairro do Uberabinha Bragança Paulista – SP – CEP 12900‐000 CGC/MF – 51.913.697/0001‐22 Piracicaba Rua Maringá, 450 ‐ Parque Taquaral Piracicaba – SP ‐ CEP 13423‐514 TEL/FAX ‐ (19) 3414.2003 CGC/MF – 51.913.697/0003‐94 Mogi Guaçu Rua Paula Bueno, 240 – Centro Mogi Guaçu – SP. Cep 13840‐000 TEL/FAX – (19) 3861.4066 CGC/MF – 51.913.697/0005‐56 Instituições de Ensino Mantidas Faculdades Integradas Maria Imaculada As Faculdades Integradas Maria Imaculada foram criadas a partir das Faculdades de Serviço Social de Piracicaba e de Educação, Ciências e Letras de Mogi Mirim e autorizadas pela Portaria MEC 668, de 09 de maio de 1991. O início das duas instituições que deram origem às Faculdades Integradas Maria Imaculada foi por meio de ordens religiosas, sendo a Faculdade de Serviço Social de Piracicaba instituída em 1963 pela Diocese de Piracicaba e a Faculdade de Educação, Ciências e Letras de Mogi Mirim pelas SEIAS – Sociedade de Educação Integral e Assistência Social, no ano de 1973. Em 1984, a SEIAS transferiu a mantença da Faculdade para o Instituto Maria Imaculada, pois, segundo a direção da ordem, seu interesse maior estava no ensino de 1º e 2º graus e nas obras assistenciais que mantinham pelo país afora. Assim, como os colégios em Belo Horizonte, Bragança Paulista, Campinas, Rio de Janeiro e Mogi Mirim, com ensino superior somente nesta última e isto fugia de sua principal missão. A Diocese de Piracicaba mantinha apenas o curso de Serviço Social e não tinha interesse em manter outros cursos superiores, pois o primeiro havia sido criado em 1963 e, a partir deste, não criou mais nenhum outro. Com o surgimento de outras instituições na cidade, e não sendo seu principal trabalho, o Bispo resolveu transferir tal mantença e o Instituto Maria Imaculada foi convidado para assumir a tarefa – manter o curso de Serviço Social. Assim, em 1985 o Instituto Maria Imaculada já mantinha duas Faculdades: Faculdade de Educação, Ciências e Letras de Mogi Mirim e Faculdade de Serviço Social de Piracicaba. A partir daí, iniciou‐se o processo de consolidação do Instituto, pois apesar da experiência de seus mantenedores na área do ensino, a instituição era nova. Em 1988, foram autorizadas a funcionar novas habilitações dos cursos oferecidos pelas Faculdades, Habilitações em Química e Biologia vinculadas ao Curso de Ciências, e a Habilitação em Supervisão Escolar vinculada ao Curso de Pedagogia, primeiro projeto de expansão dos 3 INSTITUTO MARIA IMACULADA FACULDADES INTEGRADAS MARIA IMACULADA CENTRO DE MOGI GUAÇU cursos então oferecidos. Em 1990 houve a mudança de sede do Curso de Ciências e suas habilitações da cidade de Mogi Mirim para Mogi Guaçu, criando‐se, dessa maneira, o primeiro campus fora de município de origem. Em 1998 houve a transferência de sede dos cursos de Pedagogia e Letras de Mogi Mirim para Mogi Guaçu, sendo que naquela continuaram funcionando os cursos de Administração e Ciências Contábeis – Faculdades Integradas Maria Imaculada. Assim, procedeu‐se à conclusão do segundo projeto de expansão das Faculdades Integradas Maria Imaculada. A partir da mudança dos cursos, houve a conseqüente ampliação do espaço físico do prédio da Faculdade em Mogi Guaçu, com a criação de novos espaços para a Biblioteca, Sala dos Professores e Laboratório de Línguas, o que era impossível em Mogi Mirim, devido ao fato de o prédio ser alugado e dividido com o Colégio Imaculada Conceição, da SEIAS. O quadro de cursos oferecidos pelas Faculdades Integradas Maria Imaculada é o que se apresenta a seguir, ressaltando que os mesmos se encontram reconhecidos. Quadro 1. Cursos oferecidos pelas Faculdades Integradas Maria Imaculada Curso Serviço Social Ciências Pedagogia Letras Habilitação Matemática Química Biologia Magistério das Matérias Pedagógicas do Ens. Médio Administração Escolar Orientação Educacional Supervisão Escolar Português‐Inglês Português‐Literatura Parecer CFE 262/66 304/79 297/91 984/90 Decreto ou Portaria D. 58.657/66 D. 83.443/79 P. 1.473/91 P. 82/91 2.112/76 D. 78.562/76 2.112/76 2.112/76 56/91 2.112/76 2.112/76 D. 78.562/76 D. 78.562/76 P. 955/91 D. 78.562/76 D. 78.562/76 Conscientemente, a entidade mantenedora resolveu não partir para um expansionismo sem ter antes resolvido os problemas de instalações físicas de todos os cursos por ela ministrados. Somente após a solução desses problemas é que se voltou a pensar na implantação de novos cursos na sua região de atuação. Concluída a sua instalação em Mogi Guaçu e, outrossim, o apoio ao corpo docente para o crescimento sólido dos cursos, partiu‐se para o mesmo processo em Piracicaba, onde se continua com a construção do prédio para abrigar o curso de Serviço Social. Assim continua o estudo para solicitação de novos cursos e a reestruturação dos cursos ministrados para que possam fazer frente às novas exigências do mercado. Este é o breve histórico das Faculdades Integradas Maria Imaculada, uma instituição que veio para firmar posição no cenário educacional com cursos de qualidade e voltados para a real necessidade das comunidades em que se insere. Situação Atual – Atos Legais Faculdade de Serviço Social de Piracicaba Curso de Serviço social 4 INSTITUTO MARIA IMACULADA FACULDADES INTEGRADAS MARIA IMACULADA CENTRO DE MOGI GUAÇU Autorização – Parecer nº. 19/63 ‐ 07/02/63 Decreto nº. 51.911/63 ‐ 17/05/63 Reconhecimento ‐ Parecer nº. 262/66 ‐ 18/04/66 Decreto nº. 58.657/66 ‐ 16/06/66 Faculdade de Educação, Ciências e Letras de Mogi Mirim Cursos de Pedagogia, Letras e Matemática Autorização ‐ Parecer nº. 205/73 ‐ 07/02/73 Decreto nº. 72073 ‐ 10/04/73 Reconhecimento ‐ Parecer nº. 2.112/76 ‐ 08/07/1976 ‐ 11/10/1976 Decreto nº. 78.562/76 Pedagogia (Habilitação Magistério das disciplinas Especializadas do Ensino de 2º. Grau, Administração Escolar de 1º e 2º. Graus e Orientação Educacional), Letras (Habilitações em Português/Inglês e Português/Literatura) e Matemática. Habilitação de Supervisão Escolar do Curso de Pedagogia Autorização ‐ Parecer nº. 899/87 ‐ 09/10/1987 Portaria nº. 561/87 ‐ 18/11/1987 Reconhecimento ‐ Parecer nº. 56/91 Portaria nº. 955 ‐ 11/06/1991 Habilitação Química do Curso de Ciências Autorização ‐ Parecer nº. 64/88 ‐ 28/01/1988 Portaria nº. 196/88 ‐ 28/03/1988 Reconhecimento ‐ Parecer nº. 297/91 Portaria nº. 1473/91 ‐ 12/08/1991 Habilitação Biologia do Curso de Ciências Autorização ‐ Parecer nº. 64/88 ‐ 28/01/1988 Portaria nº. 196/88 ‐ 28/03/1988 Reconhecimento ‐ Parecer nº. 984/90 Portaria nº. 082/91 ‐ 30/01/1991 Conversão do curso de Licenciatura Plena em Matemática em curso de Ciências com habilitação em Matemática Reconhecimento ‐ Decreto nº. 83.443/79 ‐ 10/05/79 Transferência da Mantenedora da Faculdade de Educação, Ciências e Letras de Mogi Mirim da Sociedade de Educação Integral e de Assistência Social (SEIAS) para Instituto Maria Imaculada (IMI). Parecer nº. 12/84 ‐ 25/01/1984 Transferência da Mantenedora da Faculdade de Serviço Social de Piracicaba de Cúria Diocesana de Piracicaba para Instituto Maria Imaculada. 5 INSTITUTO MARIA IMACULADA FACULDADES INTEGRADAS MARIA IMACULADA CENTRO DE MOGI GUAÇU Parecer nº. 643/85 ‐ 09/10/1985 Transferência de Sede dos Cursos de Ciências habilitação de Matemática, Química e Biologia. Parecer ‐ nº. 376/90 ‐ 07/03/1990 Alteração de denominação da Faculdade de Educação, Ciências e Letras de Mogi Mirim e Faculdade de Serviço Social de Piracicaba para Faculdades Integradas Maria Imaculada. Parecer nº. 42/90 ‐ 30/01/1991 Portaria nº. 668 ‐ 09/05/1991 Turno – Regime de Matrícula – Horário das Aulas – Vagas Os cursos oferecidos pelas Faculdades são ministrados no período noturno, com aulas de segunda a sexta‐feira, das 19h15min às 22h50min e, aos sábados, no horário das 8h às 11h35min. As aulas têm a duração de 50 minutos cada e em cada turno são oferecidas 04 aulas, com intervalo de 15 minutos entre as duas primeiras e as duas últimas. A matrícula é feita por semestre, e em cada semestre, é oferecido o bloco seriado referente às disciplinas do período em que o aluno estiver se matriculando. Não existe matrícula por disciplina para os alunos regulares, existindo somente para alunos que tenham ficado reprovados, caso em que o mesmo pode solicitar a dispensa das disciplinas em que tiver obtido aprovação. As vagas oferecidas para os cursos são: Curso de Serviço Social ‐ 125 vagas, Curso de Pedagogia – 125 vagas, Curso de Letras – 90 vagas, Curso de Ciências com habilitações plenas em: Matemática, Química e Biologia ‐ 100 vagas totais. Exame Nacional de Cursos Os cursos avaliados por meio do Exame Nacional de Cursos – ENC serão demonstrados abaixo, bem como os seus resultados: Tabela 1. Conceitos ENC Ano 1998 1999 2000 2001 2002 2003 Matemática B D D D C D Letras C C C D D D Química ‐ ‐ E D D E Biologia ‐ ‐ C C C C Pedagogia ‐ ‐ ‐ C C C Política de Bolsas de Estudo 6 INSTITUTO MARIA IMACULADA FACULDADES INTEGRADAS MARIA IMACULADA CENTRO DE MOGI GUAÇU As Faculdades Integradas Maria Imaculada concedem bolsas de estudo, por meio de uma política abrangente de grande alcance social, sendo representada por bolsas‐desconto para alunos carentes, conforme o seu Regulamento específico. A IES também participa do Programa Universidade para Todos (PROUNI) e o Financiamento Estudantil (FIES) junto à Caixa Econômica Federal. Corpo Docente Composto por 77 professores, o Corpo Docente, das Faculdades Integradas Maria Imaculada são titulados conforme a Tabela 2: Tabela 2. Titulação Corpo Docente. Titulação Doutor Mestre Especialista Graduados TOTAL Nº Docentes Percentual 11 38 16 12 77 14,29% 49,35% 20,78% 15,58% 100,00% Assim, conforme a Tabela 2, há um total de 63,64% de professores com título mínimo de mestre. O corpo docente do curso de Licenciatura Plena em Pedagogia com Habilitações Magistério e Gestão Escolar do Instituto Maria Imaculada é composto por 17 professores, sendo que 58,82% são mestres, conforme tabela a seguir: Tabela 3. Titulação Corpo Docente. Titulação Nº Docentes Percentual Doutor 0 0,00% Mestre 10 58,82% Especialista 3 17,65% Graduados 4 23,53% TOTAL 17 100,00% No tocante ao regime de trabalho, precisa‐se notar a característica da instituição de ensino, que oferece somente curso noturno e, por isso, os docentes são contratados pelo regime horista. Entretanto, já há um grupo de professores contratados pelo regime de tempo de trabalho parcial. Os professores são contratados pelo Regime disposto na C.L.T. e a entidade mantenedora procura cumprir o disposto na Convenção Coletiva de Trabalho firmada entre as entidades sindicais representativas das categorias envolvidas. Além das obrigações constantes das Convenções Coletivas, a Associação paga a todos os seus funcionários – docentes e auxiliares da administração escolar –, conforme plano de carreira específico. 7 INSTITUTO MARIA IMACULADA FACULDADES INTEGRADAS MARIA IMACULADA CENTRO DE MOGI GUAÇU Corpo Discente Na Tabela 4, demonstra‐se o total de candidatos nos Processos Seletivos de 2001 a 2004 das Faculdades Integradas Maria Imaculada. Tabela 4. Inscrições, Matrículas e Relações: C/V e M/C Ano Curso 2002 Serviço Social 2003 2004 2002 Ciências 2003 2004 2002 Pedagogia 2003 2004 2002 Letras 2003 2004 2002 Totais 2003 2004 Vagas 125 125 125 100 100 100 125 125 125 90 90 90 440 440 440 Inscritos 167 170 139 143 144 97 93 107 67 75 83 55 479 503 358 Relação C/V 1,34 1,36 1,11 1,43 1,44 0,97 0,75 0,86 0,54 0,83 0,92 0,61 1,09 1,14 0,82 Matrículas 113 118 122 108 105 76 74 82 36 54 43 31 349 351 265 Na Tabela abaixo, demonstra‐se o total de alunos no Curso de Licenciatura Plena em Pedagogia das Faculdades por curso e série (semestre) em que se encontram matriculados. Tabela 5. Evolução das matrículas no Curso de Licenciatura em Pedagogia e Habilitações Ano/Semestre 2001/1 2001/2 2002/1 2002/2 2003/1 2003/2 2004/1 2004/2 Turma de 2001 83 65 62 45 42 40 40 38 Turma de 2002 Turma de 2003 108 79 64 64 62 60 105 86 72 72 Turma de 2004 76 64 8 INSTITUTO MARIA IMACULADA FACULDADES INTEGRADAS MARIA IMACULADA CENTRO DE MOGI GUAÇU Proposta Pedagógica do Curso de Licenciatura em Pedagogia. Inserção Regional O Centro de Mogi Guaçu, das Faculdades Integradas Maria Imaculada, está localizada em Mogi Guaçu, Estado de São Paulo. Com base nos ingressantes dos últimos 5 anos, estabeleceu‐se como raio de atuação da faculdade as cidades de: Estiva Gerbi, Itapira, Conchal, Santo Antônio de Posse, Holambra, Mogi Guaçu e Mogi Mirim. A Tabela 6 apresenta o número de habitantes dessas cidades: Tabela 6. Origem dos ingressantes SIGLA COD COD MUNICÍPIOS U.F U.F. MUNIC SP 35 5730 Estiva Gerbi SP 35 2260 Itapira SP 35 1220 Conchal SP 35 4800 Santo Antônio de Posse SP 35 1905 Holambra SP 35 3070 Mogi Guaçu SP 35 3080 Mogi Mirim Total População da Região Fonte: http://www.ibge.gov.br POP‐2004 9975 66861 24422 20113 8128 136258 90042 353795 Vale ressaltar que, nos últimos anos, a faculdade vem recebendo ingressantes das cidades de Monte Sião, Águas de Lindóia, Lindóia, Campinas, Jaguariúna, Artur Nogueira e Aguaí, número ainda inexpressivo que representa aproximadamente 3% do corpo discente da instituição Na região estabelecida como sendo o raio de atuação das faculdades, as seguintes instituições de ensino superior estão instaladas: 9 INSTITUTO MARIA IMACULADA FACULDADES INTEGRADAS MARIA IMACULADA CENTRO DE MOGI GUAÇU Tabela 7. IES estabelecidas na região IES Categoria Cidade Cursos Vagas Administração 120 Faculdade Municipal "Professor Franco Montoro" Municipal Mogi Guaçu Engenharia Ambiental 60 Administração 100 Instituição de Ensino São Francisco Privada Mogi Guaçu Enfermagem 100 Pedagogia 120 Faculdades Integradas Maria Imaculada Privada Mogi Guaçu Letras 80 Ciências 100 Administração 100 Fac.Ciências Adm. e Contábeis Santa Lúcia Privada Mogi Mirim Ciências Contábeis 80 Sistemas de Informação 100 Faculdade de Direito de Mogi Mirim Privada Mogi Mirim Direito 120 Administração 100 Comunicação Social 150 Instituto de Ensino Superior de Itapira Privada Itapira Direito 100 Turismo 100 Fonte: http://www.educacaosuperior.inep.gov.br A Tabela 8 apresenta os cursos por ordem de maior oferta de vagas na região: Tabela 8. Oferta de cursos na região Cursos Nome Vagas Oferecidas 4 Administração 420 2 Direito 220 1 Comunicação Social 150 1 Pedagogia 120 1 Ciências 100 1 Sistemas de Informação 100 1 Enfermagem 100 1 Turismo 100 1 Ciências Contábeis 80 1 Letras 80 1 Engenharia Ambiental 60 Total de Vagas oferecidas 1530 Fonte: http://www.educacaosuperior.inep.gov.br Os cursos oferecidos no Centro de Mogi Guaçu são Pedagogia, Letras, Química Industrial, Farm e Ciências com as habilitações: Matemática, Química e Biologia. A Região 10 INSTITUTO MARIA IMACULADA FACULDADES INTEGRADAS MARIA IMACULADA CENTRO DE MOGI GUAÇU De acordo com dados da Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados – Seade – que diferem um pouco dos dados do IBGE, pode‐se caracterizar a região conforme apresentado na Tabela 9: Tabela 9. Caracterização da região Caracterização da Região 2004 2000 1 2 3 4 5 6 Conchal 21139 90,94 1,61 212 0,770 398º Estiva Gerbi 9829 88,65 2,71 74 0,794 211º Holambra 7959 62,19 2,56 65 0,827 42º Itapira 65831 92,54 0,98 529 0,794 212º Mogi Guaçu 134689 94,51 2,09 855 0,813 97º Mogi Mirim 88679 91,33 2,20 484 0,825 50º Santo Antonio de Posse 20050 84,19 2,63 141 0,790 244º Totais 348177 86,34 2,11 2364 Índice 1. População 2. Taxa de Urbanização (Em %) 3. Taxa geométrica de crescimento anual da população ‐ 2000/2004 (Em % a.a.). 4. Área (Em km2) 5. Índice de Desenvolvimento Humano Municipal ‐ IDHM 6. Ranking Municipal Fonte: http://www.sead.gov.br/produtos/imp Na Tabela 10, apresenta‐se o número de empresas, de acordo com o setor, presentes em nossa região. Nota‐se que na região prevalece os estabelecimentos comerciais, seguidos pela prestação de serviços e indústria. A maior concentração de empregos formais está no setor de serviços, e a renda média da região, em 2000, foi R$ 832,07. Tabela 10. Trabalho/Rendimento Base: 2002 Setor Base: 2000 Indústria Comércio Serviços Outros Rendimento Estab. Nº func. Estab. nº func. Estab. Nº func. Estab. nº func. Médio em R$ Mogi Mirim 275 5935 742 3732 417 5203 70 739 967,50 Mogi Guaçu 284 8745 895 4149 450 8868 72 3671 813,62 Itapira 254 6287 527 2221 303 5105 46 1217 785,33 Estiva Gerbi 17 902 38 121 25 322 0 0 701,76 Conchal 50 587 191 566 88 797 23 533 628,04 Santo Antonio de Posse 45 643 228 972 159 4165 16 445 754,46 Holambra 20 676 169 1121 82 1035 8 96 1.173,75 Totais 945 23775 2790 12882 1524 25495 235 6701 832,07 11 INSTITUTO MARIA IMACULADA FACULDADES INTEGRADAS MARIA IMACULADA CENTRO DE MOGI GUAÇU Estabelecimentos: 5494 ‐ Trabalhadores Formais: 68853. Fonte: http://www.sead.gov.br/produtos/imp Ainda de acordo com o Seade, em pesquisa realizada em 2001, na região administrativa de Campinas, as carências profissionais apontadas no setor de serviços onde está localizada a maior concentração de empregos formais, são: Tabela 11. Serviços – Carências Profissionais Carências Profissionais Informadas Informática Língua Estrangeira Comunicação por Escrito Comunicação Verbal Matemática Básica Habilidades para Lidar com Clientes Trabalho em Equipe Conhecimento da Ocupação Apreensão de Novas Habilidades Fonte: http://www.sead.gov.br Nível Superior Ligado à Atividade Principal 18,14% 9,15% 24,34% 26,70% 13,57% 27,91% 28,99% 21,41% 17,07% Nível Superior Não Ligado à Atividade Principal 28,72% 13,00% 20,61% 31,80% 16,59% 25,01% 30,89% 24,27% 21,21% Nota‐se, através da tabela 11, que trabalho em equipe, habilidade para lidar com clientes e comunicação verbal são as principais carências apontadas pela pesquisa, tanto para o nível superior ligado à atividade principal como para o não ligado. As mesmas carências são apontadas na indústria da região administrativa de Campinas. Mogi Guaçu Localização O município de Mogi Guaçu está localizado na região metropolitana de Campinas, Estado de São Paulo, da qual está distante 66 quilômetros. De acordo com o IGC – Instituto Geográfico e Cartográfico, possui área territorial total (urbana e rural) de 885,00 Km². População A população guaçuana totaliza 134.689 indivíduos, conforme a Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados – SEADE e Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE. O percentual da população urbana é de 93,51%, e a taxa de crescimento total (urbano e rural), compreendendo o período de 2000 a 2004, é de 2,03% ao ano. 12 INSTITUTO MARIA IMACULADA FACULDADES INTEGRADAS MARIA IMACULADA CENTRO DE MOGI GUAÇU Desenvolvimento Humano O índice de desenvolvimento humano é de 0,813, resultante da média dos índices de longevidade, de educação e de renda, considerado alto pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento – PNUD e Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada – IPEA , ocupando o 97º lugar no ranking dos municípios do Estado de São Paulo. Educação A taxa de analfabetismo do município é de 7,12%. Do total de matrículas efetuadas na pré‐escola, 89% são efetuadas na rede municipal, totalizando 4.320 matrículas (SEADE / IBGE, 2003). No ensino fundamental são efetuadas 37% do total de matrículas. No ensino médio o município, em 2003, efetuou 7.732 matrículas para as séries iniciais sendo que desse total 7002 foram na rede pública de ensino. Ainda de acordo com o SEADE / IBGE em 2002, no ensino superior a cidade registrou 873 novas matrículas. Trabalho e Renda O município possui 26.697 trabalhadores em condição formal (registro em carteira), distribuídos em 2.263 estabelecimentos comerciais, industriais, serviços e outros, resultando em rendimento médio por pessoa responsável pelo domicílio de R$ 813,62 (IBGE, julho/2000). Saneamento Conforme indicadores da SEADE e do IBGE, o abastecimento de água indica um nível de atendimento de 99,56%, o de esgoto sanitário 99,03% e a coleta de lixo 99,69% de domicílios particulares permanentes atendidos por uma única ligação. Receita Municipal Em 2001, a Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados – SEADE e o Ministério da Fazenda, através de pesquisas, indicaram para o município de Mogi Guaçu uma arrecadação total percapta de R$ 806,46 proveniente de receitas orçamentárias recolhidas aos cofres públicos por força de arrecadação, recolhimento e recebimento, englobando as Receitas Correntes e as Receitas de Capital. 13 INSTITUTO MARIA IMACULADA FACULDADES INTEGRADAS MARIA IMACULADA CENTRO DE MOGI GUAÇU Diretrizes Pedagógicas Institucionais O Instituto Maria Imaculada em consonância com o desafio atual de consolidar um projeto político pedagógico inovador de formação docente, em nível superior, na área da educação considera que o professor exerce um papel‐chave nas inovações pedagógicas tal como um pesquisador no sentido de assumir um posicionamento reflexivo e investigativo de observar o objeto de seu trabalho, a relação do processo de ensino e aprendizagem, refletindo e produzindo conhecimentos, bem como transmitindo tal postura aos alunos possíveis futuros professores. (conf. Veiga, 2004, p.90) Desta forma, propõe como diretrizes pedagógicas institucionais : 1. Evitar a fragmentação do conhecimento, minimizando a especialização excessiva; 2. Propiciar a reflexão sobre o caráter ético e humanístico do profissional, enfatizando o empreendedorismo, prioritariamente nas áreas em que vai atuar; 3. Incluir atividades complementares possibilitando o desenvolvimento de ações interdisciplinares e abordagem de temas emergentes nas áreas de conhecimento; 4. Contextualização dos conteúdos teóricos com a realidade social do aluno; 5. Incluir ciclos de aprofundamento, sem o caráter de especialização, permitindo ao educando adequar‐se às especificidades regionais; 6. Efetivar estágios curriculares seqüenciados ao longo dos cursos sob supervisão docente de forma a atender a relação teórico‐prática; 7. Institucionalizar programas de ensino, extensão e pesquisa que contribuam para agregar conhecimentos, habilidades e gerar mudanças de atitudes no educando, estimulando o processo investigatório e o raciocínio crítico, através da participação e interpretação da teoria frente a realidade prática; 8. Aulas dinâmicas e criativas com a utilização de recursos audiovisuais, laboratoriais, uso da biblbioteca, pesquisa científica que favoreçam o prazer do aprendizado elevando a efetividade didático‐pedagógica; 9. Implementar as relações com a comunidade, realizar e divulgar a produção científica docente e discente; 10. Desenvolver atividades de avaliação interdisciplinares; 11. Consolidar o compromisso social com os processos de mudanças societárias na perspectiva do enfrentamento das questões educativa e social; 12. Promover o conhecimento a partir da análise da realidade enquanto totalidade dinâmica e do homem como protagonista na consolidação do processo histórico. Legislação Básica Conselho Nacional de Educação Diretrizes gerais para os cursos de formação de professores da Educação Básica. Parecer CNE/CP Nº 9/2001, que dispõe sobre as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior, curso de licenciatura, de graduação plena. 14 INSTITUTO MARIA IMACULADA FACULDADES INTEGRADAS MARIA IMACULADA CENTRO DE MOGI GUAÇU Parecer CNE/CP Nº 27/2001, que dá nova redação ao item 3.6, alínea c, do Parecer CNE/CP Nº 9/2001, que dispõe sobre as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior, curso de licenciatura, de graduação plena. Parecer CNE/CP Nº 28/2001, que estabelece a duração e a carga horária dos cursos de Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior, curso de licenciatura, de graduação plena. Resolução CNE/CP Nº 01/2002, que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior, curso de licenciatura, de graduação plena. Resolução CNE/CP Nº 02/2002, que institui a duração e a carga horária dos Cursos de Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior, curso de licenciatura, de graduação plena. Resolução CNE/CP Nº 02/2004, que adia o prazo previsto no art. 15 da Resolução CNE/CP Nº 1/2002, que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior, curso de licenciatura, de graduação plena. A legislação básica a respeito do curso de Licenciatura em Pedagogia é a Resolução CNE/CP nº 01/2006 – Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Graduação em Pedagogia – que trouxe uma profunda mudança na estruturação do curso de Pedagogia e no profissional a ser formado por este curso. Ressaltamos que a presente Resolução foi publicada no D.O.U. de 16 de maio de 2006 e entrarou em vigor para os ingressantes a partir do processo seletivo seguinte à publicação da Resolução, ou seja, a partir de 2007. Anteriormente a esta Resolução o Licenciado em Pedagogia devia, obrigatoriamente, habilitar‐se em algumas das modalidades oferecidas pela instituição de ensino superior e posteriormente, caso quisesse, retornar a instituição de ensino superior para fazer uma outra habilitação. Outra mudança que houve na publicação das Diretrizes Curriculares da Licenciatura em Pedagogia é a possibilidade do licenciado atuar na formação inicial para o exercício da docência na Educação Infantil e nos anos iniciais do Ensino Fundamental, nos cursos de Ensino Médio, na modalidade Normal, e em cursos de Educação Profissional na área de serviços e apoio escolar, bem como em outras áreas nas quais sejam previstos conhecimentos pedagógicos. Conseqüentemente, a partir da publicação da Resolução e da adequação dos cursos aà nova resolução há somente o LICENCIADO EM PEDAGOGIA e não mais a figura que aparecia até então. RESOLUÇÃO CNE/CP Nº 1, DE 15 DE MAIO DE 2006 ‐ Institui Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Graduação em Pedagogia, licenciatura. Parecer CNE/CP nº 5/2005, Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Pedagogia. 15 INSTITUTO MARIA IMACULADA FACULDADES INTEGRADAS MARIA IMACULADA CENTRO DE MOGI GUAÇU Parecer CNE/CP nº 3/2006, Reexame do Parecer CNE/CP nº 5/2005, que trata das Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Pedagogia. Concepção do Curso A região de Mogi Guaçu sofre as conseqüências de uma sociedade em profunda mudança decorrente da ciência e do avanço tecnológico dos meios de comunicação na vida das pessoas. A crescente demanda de estudantes ingressando no ensino fundamental, médio e profissionalizante decorrentes das políticas públicas de incentivo à educação para todos e das exigências do mercado de trabalho ‐ por um novo perfil de trabalhador mais flexível e polivalente ‐ tem provocado a valorização da educação e conseqüentemente o aumento do campo de trabalho do docente na Educação Básica e Gestão Educacional. Os acontecimentos do mundo atual afetam a educação escolar de muitas maneiras e de modo simultâneo, disto decorre a exigência por uma educação formadora de novas habilidades cognitivas e de competências sociais e pessoais. Isto tem exigido dos cursos de licenciatura em geral a necessidade de uma sólida formação pedagógica do futuro profissional da educação comprometida com o desenvolvimento de metodologias e materiais pedagógicos adequados à utilização das tecnologias de informação e da comunicação nas práticas educativas. O curso de Licenciatura em Pedagogia das Faculdades Integradas Maria Imaculada – FIMI, na medida em que está intimamente comprometido com a formação do professor e do gestor educacional que trabalhará a formação do cidadão e suas novas formas de exercício profissional, defende a construção do conhecimento a partir de um novo modo de ver a realidade, ou seja, o aluno como sujeito do processo histórico e responsável por ele. Na perspectiva de compreender esse momento, o formador define as ações educativas e as características necessárias ao desenvolvimento do futuro educador como cidadão participativo, ético, responsável, compromissado, crítico e criativo. É importante salientar que este curso foi concebido compreendendo a docência no sentido proposto pelas Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Graduação em Pedagogia (Res, Nº 1, de 15 de maio de 2006 Artigo 2º., § 1º), ou seja : “Compreende‐se a docência como ação educativa e processo pedagógico metódico e intencional, construído em relações sociais, étnico‐raciais e produtivas, as quais influenciam conceitos, princípios e objetivos da Pedagogia, desenvolvendo‐se na articulação entre conhecimentos científicos e culturais, valores éticos e estéticos inerentes a processos de aprendizagem, de socialização e de construção do conhecimento, no âmbito do diálogo entre diferentes visões de mundo”. Isto implica na busca de oportunizar através de um projeto de curso com práticas pedagógicas que promovam vivências para que o aluno identifique os problemas sócio‐ culturais e educacionais que estão presentes no contexto da escola e de sua vida sugerindo respostas criativas às questões da qualidade do ensino e propondo medidas que visem superar qualquer tipo de exclusão social. A ciência da Educação é entendida, na concepção deste curso, como um conhecimento e um instrumento capaz de contribuir na promoção do ser humano, respeitando os valores da dignidade e da oportunidade de transformação do mundo através 16 INSTITUTO MARIA IMACULADA FACULDADES INTEGRADAS MARIA IMACULADA CENTRO DE MOGI GUAÇU da educação. Em uma concepção democrática, entende‐se a formação como responsável por criar condições para que o futuro profissional desenvolva suas capacidades e aprendam os conteúdos necessários para construir instrumentos de compreensão da realidade e para participar de relações sociais cada vez mais amplas e diversificadas – condições fundamentais para o exercício da cidadania e o exercício profissional. As Instituições de Ensino Superior – IES, na caminhada do processo democrático, projeta a organização dos trabalhos pedagógicos no curso de forma a vivenciar a superação das relações corporativas e autoritárias na construção coletiva. Sobre isso Bussmann (1995, p.43) afirma : “(...) na organização escolar, que se quer democrática, em que a participação é elemento inerente à consecução dos fins, em que se buscam e se desejam práticas coletivas e individuais baseadas em decisões tomadas e assumidas pelo coletivo escolar, exige‐se da equipe diretiva, que é parte desse coletivo, liderança e vontade firme para coordenar, dirigir e comandar o processo decisório como tal e seus desdobramentos de execução”. Consciente destes pressupostos o Curso refletirá no profissional que formará tais características priorizando‐se a formação de habilidades cognitivas e competências sociais a partir da construção do conhecimento, da capacidade de processar e selecionar informações, de agir com criatividade e iniciativa – fatores indispensáveis para estes tempos de pós‐ modernidade. Vale salientar que com a publicação das novas Diretrizes Curriculares, de uma maneira mais simples e didática, pode‐se afirmar que a Licenciatura em Pedagogia foi dividida em duas grandes áreas de formação. A primeira área diz respeito ao Magistério e a segunda à Gestão Educacional. No magistério subentende‐se a formação do pedagogo para lecionar na Educação Infantil, nos anos iniciais do Ensino Fundamental, na Educação de Jovens e Adultos e nos cursos de Ensino Médio, na modalidade Normal. Já no que diz respeito à Gestão Educacional, o pedagogo deverá estar apto a desenvolver atividades tanto na Administração Escolar, na Orientação Educacional e na Supervisão Escolar, ou seja, na área de serviços e de apoio escolar. Outras opções de carreira poderão ser a pós‐graduação, a formação qualificada para atuar em vários campos educativos no atendimento de demandas sócio‐educativas do tipo não‐formal e informal de novas correntes e novas realidades, tais como em: empresas, programas sociais, ONGs, serviços de saúde, serviços para a terceira idade, serviços de lazer e animação cultural, serviços de psicopedagogia e na requalificação profissional entre outros. No caso do Projeto Pedagógico do curso de Licenciatura em Pedagogia das Faculdades Integradas Maria Imaculada, ele foi elaborado priorizando‐se os campos de atuação profissional emergentes da demanda local e regional, ou seja, para a atuação nas funções do Magistério nos níveis e modalidades já citados acima assim como em programas sociais de Educação Não‐Formal mantidos por órgãos públicos e ONGs e na Gestão Educacional na área de serviços e apoio escolar,. . Para melhor compreensão dos campos de atuação priorizados no projeto, abaixo serão expostos na missão do curso, os objetivos que nortearam o perfil de aluno egresso, bem como toda a estrutura curricular, seguida do ementário proposto. 17 INSTITUTO MARIA IMACULADA FACULDADES INTEGRADAS MARIA IMACULADA CENTRO DE MOGI GUAÇU Missão Garantir aos alunos conhecimentos, atividades e habilidades capazes de lhes proporcionarem condições para atingir metas e caminhar na direção do exercício permanente da cidadania, como mediador do conhecimento adquirido ao conhecimento a ser construído. Entendendo ser o educador um aprendente reflexivo atuante contribuindo para a construção do futuro de uma sociedade mais justa e igualitária. Garantir que o gestor educacional atue de forma competente nas diferentes dimensões da gestão. Objetivos do Curso Neste sentido, o curso tem como meta atingir os seguintes objetivos Gerais e Específicos abaixo descritos: Geral De modo geral, visa formar profissional capaz de trabalhar com um repertório de informações e habilidades composto por pluralidade de conhecimentos teóricos e práticos tais como o filosófico, o histórico, o antropológico, o ambiental‐ecológico, o psicológico, o lingüístico, o sociológico, o político, o econômico e o cultural, cuja consolidação será proporcionada no exercício da profissão, fundamentando‐se em princípios de interdisciplinaridade, contextualização, democratização, pertinência e relevância social, ética e sensibilidade afetiva e estética. Específicos De maneira mais específica, o curso visa à formação de profissional capaz de além de desenvolver atividades docentes também seja capaz de desenvolver atividades como gestor educacional participando na organização e gestão de sistemas e instituições de ensino para: I ‐ planejar, executar, coordenar, acompanhar e avaliar tarefas próprias do setor da Educação; II ‐ planejar, executar, coordenar, acompanhar e avaliar projetos e experiências educativas não‐escolares; III ‐ produzir e difundir o conhecimento científico‐tecnológico do campo educacional, em contextos escolares e não‐escolares. Perfil do Egresso Inicialmente, o perfil do egresso do curso de Licenciatura em Pedagogia deve pautar‐ se pelo cumprimento da lei maior que é a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. 18 INSTITUTO MARIA IMACULADA FACULDADES INTEGRADAS MARIA IMACULADA CENTRO DE MOGI GUAÇU Com base nos fundamentos legais, na análise do mercado de trabalho, bem como nas distintas demandas dos setores da sociedade brasileira, pretende‐se que ao final do processo de formação inicial, os alunos egressos sejam capazes de atuar nos sistemas de ensino, cumprindo o disposto no art. 13 da Lei n° 9394/96 que estabelece as seguintes incumbências dos docentes: I‐ participar da elaboração da proposta pedagógica do estabelecimento de ensino; II ‐ elaborar e cumprir plano de trabalho, segundo a proposta pedagógica do estabelecimento de ensino; III ‐ zelar pela aprendizagem dos alunos; IV ‐ estabelecer estratégias de recuperação para os alunos de menor rendimento; V ‐ ministrar os dias letivos e horas‐aula estabelecidas, além de participar integralmente dos períodos dedicados ao planejamento, à avaliação e ao desenvolvimento profissional; VI ‐ colaborar com as atividades de articulação da escola com as famílias e a comunidade. Também nesta perspectiva, segundo as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Pedagogia, o aluno egresso desse curso, de modo mais global, deverá demonstrar em sua atuação no Magistério e como Gestor Educacional na orientação educacional, na administração escolar e na supervisão escolar, as seguintes competências: I ‐ atuar com ética e compromisso com vistas à construção de uma sociedade justa, equânime e igualitária; II ‐ compreender, cuidar e educar crianças de zero a cinco anos, de forma a contribuir, para o seu desenvolvimento nas dimensões, entre outras, física, psicológica, intelectual, social e afetiva; III ‐ fortalecer o desenvolvimento e as aprendizagens de crianças do Ensino Fundamental, assim como de Jovens e Adultos que não tiveram oportunidade de escolarização na idade própria; IV ‐ trabalhar, em espaços escolares e não‐escolares, na promoção da aprendizagem de sujeitos em diferentes fases do desenvolvimento humano, em diversos níveis e modalidades do processo educativo; V ‐ reconhecer e respeitar as manifestações e necessidades físicas, cognitivas, emocionais, afetivas dos educandos nas suas relações individuais e coletivas; VI ‐ ensinar Língua Portuguesa, Matemática, Ciências, História, Geografia, Artes, Educação Física, de forma interdisciplinar e adequada às diferentes fases do desenvolvimento humano; VII – relacionaras linguagens dos meios de comunicação à educação, nos processos didático‐ pedagógicos, demonstrando domínio e capacidade de avaliar o uso das tecnologias de informação e comunicação adequadas ao desenvolvimento de aprendizagens significativas; 19 INSTITUTO MARIA IMACULADA FACULDADES INTEGRADAS MARIA IMACULADA CENTRO DE MOGI GUAÇU VIII ‐ promover e facilitar relações de cooperação entre a instituição educativa, a família e a comunidade; IX ‐ identificar problemas socioculturais e educacionais com postura investigativa, integrativa e propositiva em face de realidades complexas, com vistas a contribuir para superação de exclusões sociais, étnico‐raciais, econômicas, culturais, religiosas, políticas e outras; X ‐ demonstrar consciência da diversidade, respeitando as diferenças de natureza ambiental‐ ecológica, étnico‐racial, de gêneros, faixas geracionais, classes sociais, religiões, necessidades especiais, escolhas sexuais, entre outras; XI ‐ desenvolver trabalho em equipe, estabelecendo diálogo entre a área educacional e as demais áreas do conhecimento; XII ‐ participar da gestão das instituições contribuindo para elaboração, implementação, coordenação, acompanhamento e avaliação do projeto pedagógico; XIII ‐ participar da gestão das instituições planejando, executando, acompanhando e avaliando projetos e programas educacionais, em ambientes escolares e não‐escolares; XIV ‐ realizar pesquisas que proporcionem conhecimentos, experiências sociais e culturais, educativas entre outros: sobre alunos e alunas e a realidade sócio ‐ cultural em que estes desenvolvem suas experiências não‐escolares; sobre processos de ensinar e de aprender, em diferentes meios ambiental‐ecológicos, históricos; sobre propostas curriculares; e sobre organização do trabalho educativo e práticas pedagógicas; XV ‐ utilizar, com propriedade e criatividade, instrumentos próprios para construção de conhecimentos pedagógicos e científicos, bem como criar outros novos adequados às diferentes necessidades dos alunos no processo de ensino‐aprendizagem; XVI ‐ estudar, aplicar criticamente as diretrizes curriculares e outras determinações legais que lhe caiba implantar, executar, avaliar e encaminhar o resultado de sua avaliação às instâncias competentes; XVII ‐ orientar o processo de escolha profissional, oportunizando ao aluno o conhecimento das diferentes profissões e o mundo do trabalho, de forma que possa preparar‐se para a vida em comunidade; XVIII ‐ acompanhar o aluno em suas dificuldades, dando apoio ao mesmo e à sua família, encaminhando‐o a outros especialistas, sempre que se fizer necessário; IXX ‐ participar de equipes multidisciplinares que atendem alunos com necessidades educativas especiais na perspectiva da inclusão na escola regular; 20 INSTITUTO MARIA IMACULADA FACULDADES INTEGRADAS MARIA IMACULADA CENTRO DE MOGI GUAÇU XX ‐ assessoria e/ou consultoria em escolas e empresas em atividades de desenvolvimento funcional e na elaboração de projetos voltados para a melhoria da qualidade da educação e dos serviços prestados; XXI ‐ assessoria pedagógica em instituições empresariais, em programas educacionais e sociais no desenvolvimento de programas de seleção e treinamento de funcionários. Definição dos Conhecimentos Exigidos para a Formação das Competências do Perfil de Aluno Egresso O curso tem por objetivo construir conhecimentos diversos sobre as diferentes dimensões do campo de atuação considerados básicos para formação de todo profissional da área da educação. São eles: Conhecimento sobre o desenvolvimento humano de crianças, jovens e adultos A formação profissional de professores e gestores educacionais deve assegurar a aquisição do conhecimento sobre o desenvolvimento humano e a forma como cada cultura caracteriza as diferentes faixas etárias. É necessário que os professores e gestores conheçam e compreendam as características culturais dos alunos/ profissionais da educação ‐ suas diferenças em função da idade e do grupo social a que pertencem e as diferentes representações sociais que cada comunidade constrói dos diferentes períodos ‐ infância, adolescência, juventude e vida adulta ‐ como também as peculiaridades dos portadores de necessidades especiais para melhor interação e atuação com eles. Conhecimento sobre as dimenões cultural, social,política e econômica da educação A dimensão cultural da vida humana e a importância dos conhecimentos, símbolos, costumes, expressões, atitudes e valores dos adultos, crianças e jovens que se confrontam na escola são temáticas imprescindíveis para o licenciado em Pedagogia, pois lhe permite entender, compreender e adotar uma visão pluralista de sociedade – bases da ética, da autonomia e da solidariedade. A compreensão crítica da sociedade contemporânea leva o aluno a esclarecer os tipos de ideologias, interesses políticos, econômicos e sociais necessários para a prática intelectual. Portanto, é muito importante o estudo de tendências filosóficas e epistemológicas abordando as diferentes concepções de sociedade, educação, escola, professor e aluno, pois influenciam a postura do professor na organização do trabalho pedagógico como um todo, seja para compreensão ou solução de problemas, ou somente para busca da compreensão do sistema educacional brasileiro. Assim conhecer e refletir sobre a teia de relações sociais que constituem a escola, sobre a dinâmica social e as relações de poder que perpassam as instituições e a vida coletiva é condição para que o professor e o gestor possam dominar questões estruturais da realidade escolar: seu próprio papel, o papel do aluno, o papel dos demais profissionais da escola e as formas de interação entre todos; o significado sócio‐político do currículo, da escola e da educação escolar, sua organização, seus sujeitos e suas práticas. Conhecimento sobre a Dimensão Pedagógica 21 INSTITUTO MARIA IMACULADA FACULDADES INTEGRADAS MARIA IMACULADA CENTRO DE MOGI GUAÇU Todo o conhecimento profissional do licenciado em Pedagogia deve estar baseado na gestão pedagógica, dado que sua função principal é promover o desenvolvimento, os diferentes processos de ensino‐aprendizagem, a organização do trabalho pedagógico. A gestão pedagógica é compreendida por planejamento, coordenação, supervisão e direção do processo educativo formal e não‐formal. Entretanto, é preciso salientar a especificidade dos conhecimentos pedagógicos que são imprescindíveis e constitue‐se em conteúdos para a formação profissional em Pedagogia. É neste sentido que os conteúdos relacionados à necessidade de desenvolver novas formas de organização do trabalho pedagógico têm sido tratados como ponto comum entre os componentes curriculares para melhor orientar o processo educacional. Estes conhecimentos são adquiridos nos componentes que abordam os conhecimentos necessários ao licenciado no que diz respeito à educação, metodologias de ensino, currículos, didática, as possibilidades de uso de recursos didáticos oferecidos pelas novas tecnologias, os processos de aprendizagem, avaliação do ensino e da aprendizagem, criação e gestão de salas de aula. Conhecimento Advindo da Experiência da Prática Pedagógica Ao longo do curso são constantes oportunidades dos alunos para aprender a investigar, sistematizar e produzir conhecimento pedagógico por meio de procedimentos de observação, análise, formulação de hipóteses, construção de propostas de intervenção e avaliação de diversas atividades concretas desenvolvidas ao longo do curso, mediadas por várias disciplinas e atividades teórico ‐ práticas que possibilitam a articulação do trabalho formador da IES com o trabalho desenvolvido em escolas ou outros ambientes educativos e supervisionados pela instituição formadora. Assim sendo, o Estágio ao articular suas atividades com os componentes curriculares têm o objetivo de promover a articulação das diferentes práticas, numa perspectiva interdisciplinar. Isto implica proporcionar uma seqüência de ações onde o aprendiz vai se tornando responsável por tarefas em ordem crescente de complexidade, bem como tomando ciência dos processos formadores através da orientação de profissionais com competência 22 INSTITUTO MARIA IMACULADA FACULDADES INTEGRADAS MARIA IMACULADA CENTRO DE MOGI GUAÇU reconhecida. Linha Metodológica As competências são formas desejadas de atuação que são desenvolvidas através das diretrizes pedagógicas institucionais norteadas pela vivência da matriz curricular ao longo do curso. É a matriz curricular que norteará toda a formação do futuro profissional da educação. Sendo assim, a concepção de formação é determinada tanto pela definição da metodologia das diretrizes pedagógicas institucionais quanto pela organização curricular, de modo que é difícil abordar uma separada da outra. Com relação à importância da existência de uma Linha Metodológica comum para o curso e a Instituição formadora, pesquisas atuais ( Wachowicz e Romanoswski, 2002) têm mostrado que os professores formadores tendem a praticar, no seu cotidiano profissional, os processos por eles mesmos vivenciados em seus cursos de formação, portanto é necessário que enquanto alunos, experienciem posturas baseadas nas novas concepções da teoria educacional estudadas e proporcionadas por seus professores formadores. Consciente deste compromisso, o corpo docente do curso de Licenciatura em Pedagogia da FIMI vem repensando periódicamente sua prática pedagógica proporcionando situações de sala de aula que levem os alunos a refletirem a teoria em relação à ação de acordo com a concepção de curso assumida pela instituição e a proposta de diretrizes do curso. Frequentemente são realizadas reuniões com o corpo docentecom o objetivo de discutir aspectos pedagógicos e técnicos do curso sempre com o intuito de melhor adequar as condições pedagógicas e estruturais da instituição ao perfil de aluno egresso estabelecido no Projeto Pedagógico. Abaixo são expostos os eixos de conhecimentos articuladores que compõe este projeto pedagógico. Eixo articulador dos diferentes âmbitos de conhecimento profissional. O currículo trabalha com formas estruturadas em componentes curriculares e com formas não estruturadas, tais como: atividades complementares, atividades teórico‐ práticas, seminários, palestras, semana de estudos, conferências, oficinas pedagógicas, mini‐cursos etc, capazes de promover e, ao mesmo tempo, exigir dos professores atuações diferenciadas e dos alunos percurssos de aprendizagens variados, diferentes modos de organização do trabalho, possibilitando o exercício das diferentes competências a serem desenvolvidas. As formas estruturadas dos componentes curriculares que favorecem a apropriação e organização do conhecimento, permitem oferecer espaços e oportunidades de contemplar aspectos mais complexos da formação. É preciso especial atenção ao fato de que a integração completa dos conhecimentos só ocorre realmente na atuação do professor e, portanto, é essencial garantir um espaço curricular prioritariamente comprometido com os conhecimentos experienciais contextualizados e com a construção de instrumentos para intervenção pedagógica. Eixo articulador da interação e da comunicação, bem como do desenvolvimento da autonomia intelectual e profissional. O profissionalismo exige compreensão das questões envolvidas no trabalho, competência para identificá‐las e resolvê‐las, autonomia para tomar decisões, 23 INSTITUTO MARIA IMACULADA FACULDADES INTEGRADAS MARIA IMACULADA CENTRO DE MOGI GUAÇU responsabilidade pelas opções feitas. Requer também que gestor educacional, de modo geral, saiba avaliar criticamente a própria atuação e o contexto em que atua e interagir cooperativamente com a comunidade profissional a que pertence. O desenvolvimento profissional permanente requer um processo constante e contínuo de estudo, reflexão, discussão, confrontação e experimentação coletiva, para o qual é necessário não só que as instituições contratantes assumam a responsabilidade de propiciar as condições institucionais e materiais, mas que o aluno também assuma para si a responsabilidade por sua formação. A formação de pedagogos exige ações compartilhadas de produção coletiva, ampliando a possibilidade de criação de diferentes respostas às situações reais. O currículo deve ser flexível para permitir o desenvolvimento da autonomia, favorecendo as experiências individuais, assim como promovendo iniciativas de grupos. Eixo articulador entre disciplinaridade e interdisciplinaridade. O presente projeto institui a interdisciplinaridade/transdisciplinaridade como eixos norteadores. A interdisciplinaridade/transdisciplinaridade deverá consistir em um trabalho conjunto, tendo em vista a interação de disciplinas, seus conceitos básicos e metodologia com base na organização cooperativa e coordenada do ensino. Esses dois eixos norteadores baseiam suas possibilidades de implementação no terceiro eixo ‐ o epistemólogico ‐ com implicações na metodologia do curso. Desse modo, conceber a articulação entre os distintos componentes curriculares distribuídos entre os semestres pressupõe‐se uma dinâmica de indissociabilidade entre o pensamento e a ação, ou seja, entre a teoria e a prática. Eixo articulador da formação comum com a formação específica. A formação básica e a formação específica do futuro pedagogo correspondem aos componentes curriculares e os conteúdos específicos enfocando os aspectos teórico‐ metodológicos das diferentes áreas do conhecimento que compõem a matriz curricular do curso. Os componentes curriculares vinculados aos núcleos de formação orientam a elaboração das ementas e os planos de ensino dos componentes curriculares mantendo‐se sempre num horizonte crítico reflexivo, orientam o ordenamento lógico e vertical de todos os conteúdos de um mesmo semestre, enquanto na horizontal são indicados os componentes curriculares que se relacionam dando continuidade aos pré‐requisitos para outros componentes curriculares, bem como algumas das possibilidades de interdisciplinaridade entre os mesmos. Eixo articulador dos conhecimentos a serem ensinados e dos conhecimentos filosóficos, educacionais e pedagógicos que fundamentam a ação educativa. O eixo articulador da organização da matriz curricular no que se refere à fundamentação teórica necessária à compreensão dos estudos dos fenômenos/dimensões que interferem na ação pedagógica são tratadas nos componentes curriculares. Tais componentes curriculares iniciam os alunos nos conhecimentos básicos que dão suporte teórico à compreensão do ser humano na sua complexidade e como sujeito histórico do seu tempo, ampliando gradativamente a construção da relação entre a Pedagogia e as 24 INSTITUTO MARIA IMACULADA FACULDADES INTEGRADAS MARIA IMACULADA CENTRO DE MOGI GUAÇU contribuições das demais ciências na reflexão crítica e possibilidades de avanços quanto às questões inerentes à organização do trabalho pedagógico entendida como um todo na sociedade. Eixo articulador das dimensões teóricas e práticas As dimensões teóricas e práticas devem ter a mesma importância, pois a metodologia deste projeto exclui a possibilidade de isolamento entre elas, tanto no particular de cada atividade, como no currículo todo. O princípio que fundamenta e orienta a formação do profissional da educação é a articulação entre teoria e prática, mediada pela reflexão crítica. É neste sentido que foi introduzido um componente curricular específico – Pesquisa e Prática Pedagógica – com o objetivo de desenvolver um trabalho com base na observação, reflexão e discussão da prática e vivências realizadas em escolas ou em outros espaços não‐escolares. O trabalho realizado no componente curricular de Pesquisa e Prática Pedagógica, por sua vez, está apoiado na análise da realidade orientada pela leitura sistematizada tanto no desenvolvimento deste componente como nos demais componentes da matriz curricular. As práticas pedagógicas são também desenvolvidas de forma articulada com os componentes específicos distribuídos no próprio semestre e com os demais componentes dos currículos ao longo de todo o curso. Na articulação estabelecida verticalmente entre as práticas pedagógicas realizadas dentro do mesmo semestre é proposto um trabalho interdisciplinar apoiado na pesquisa e observação dos processos, procedimentos e práticas educativas na educação formal e não formal. Plano de Estágio Supervisionado Curricular O Estágio Supervisionado é desenvolvido durante o processo de formação a partir do desdobramento dos componentes curriculares, concomitantemente, ao período letivo‐ escolar. O Estágio Supervisionado é uma atividade curricular obrigatória que se configura a partir da inserção do aluno no espaço sócio‐institucional, objetivando capacitá‐lo para o exercício profissional, o que pressupõe supervisão sistemática. Esta supervisão será feita conjuntamente por professor supervisor e por profissional de campo, com base em planos de estágio elaborados em conjunto pelas unidades de ensino e organizações que oferecem estágio. Para a orientação do Estágio Curricular Supervisionado de Ensino são disponibilizados professores para o acompanhamento e supervisão dos trabalhos realizados junto as Instituições escolares e não‐escolares. O Estágio Curricular Supervisionado é, portanto, um modo especial de atividade de capacitação em serviço e que só pode ocorrer em unidades escolares onde o estagiário assuma efetivamente o papel de professor, de outras exigências do projeto pedagógico e das necessidades próprias do ambiente institucional escolar testando suas competências por um determinado período. Ainda, são realizados encontros periódicos com os supervisores da Escola Campo com o objetivo de discutir as problemáticas observadas junto aos estagiários de forma a alimentar o processo avaliativo da integração entre a Instituição escolar e a não‐escolar escolhidas para o Estágio e a Instituição formadora. Um docente é destacado para a Coordenação das atividades relacionadas à 25 INSTITUTO MARIA IMACULADA FACULDADES INTEGRADAS MARIA IMACULADA CENTRO DE MOGI GUAÇU supervisão geral de estágio com a responsabilidade de acompanhar o processo integrador do Estágio Curricular Supervisionado com a prática como componente Curricular (Parecer 9/2001). Avaliações Uma das principais características que diferenciam o homem é o fato dele ser capaz de aprender com o passado, imaginar um mundo diferente no futuro e modificar suas atitudes visando atingir esse estado desejado. É a certeza de que hoje se faz melhor que no passado e que amanhã fará melhor do que hoje. A Comissão Própria de Avaliação – CPA, das Faculdades Integradas Maria Imaculada, tem a finalidade de avaliar a capacidade institucional, o processo de ensino e produção do conhecimento, o processo de aprendizagem e a sua responsabilidade social. Tem também o objetivo de assegurar o caráter público de todos os processos e procedimentos avaliativos, mantendo o respeito à identidade e à diversidade de seus cursos, promovendo a participação do corpo discente, docente e técnico administrativo, bem como da sociedade civil, por meio de suas representações e a análise global e integrada das dimensões: estruturas, relações, compromisso social, atividades, finalidades e responsabilidades sociais dos cursos da IES. Para se aprender com o passado, faz‐se necessário realizar uma reflexão sobre como vem sendo executadas as atividades de avaliação. O exercício da auto‐avaliação é, antes de tudo, o primeiro passo para o processo de aprendizagem e de transformação. Quanto mais preciso e metodológico ele for, mais benefícios serão obtidos. Diante do exposto, as Faculdades Integradas Maria Imaculada, irão encarar as avaliações como um processo que utiliza informações para formular juízos de valor, diante dos quais se tomam decisões. Avaliação do Ensino e da Aprendizagem Dentro do enfoque do ensino como medição na construção do conhecimento e da avaliação como feedback, ela não pode estar restrita à memorização de conteúdos, mas deve ser estendida ao conjunto de habilidades a serem desenvolvidas e, a pergunta não deve ser simplesmente “quem deve passar ou ficar retido”, mas “como devemos trabalhar e orientar nossos alunos para que eles alcancem os resultados desejados”. Avaliar não se resume à mecânica do conceito formal e estatístico; não é, simplesmente, atribuir notas, obrigatórias à decisão de avanço ou retenção em determinada disciplina. Os instrumentos de avaliação, imprescindíveis à verificação do aprendizado efetivamente realizado pelo aluno, devem fornecer subsídios ao trabalho docente, direcionando o esforço empreendido no processo de ensino e aprendizagem de forma a contemplar a melhor abordagem pedagógica e o mais pertinente método didático adequados à disciplina ‐ mas não somente, à medida que considerem, igualmente, o contexto sócio‐ político no qual o grupo está inserido e as condições individuais do aluno, sempre que possível. Neste contexto, a avaliação, sob o enfoque formativo e de forma contínua, mais do que simples atribuição de um conceito formal (nota), servirá à percepção, tanto do professor quanto do aluno, dos progressos e carências de seus respectivos trabalhos, permitindo a aplicação de estratégias de aperfeiçoamento ou de redirecionamento do processo de ensino‐ aprendizagem. Uma boa avaliação alimenta os tomadores de decisões com as informações 26 INSTITUTO MARIA IMACULADA FACULDADES INTEGRADAS MARIA IMACULADA CENTRO DE MOGI GUAÇU necessárias para escolhas abalizadas, e os professores com um feedback útil para o desenvolvimento de seus trabalhos. Avaliação do Curso A avaliação do curso será feita por uma Comissão de Avaliação Institucional com a atribuição de proceder às avaliações docentes e discentes, apresentando o resultado ao Conselho de Curso. A avaliação do curso utiliza, inicialmente, três instrumentos: no primeiro, o discente avalia as disciplinas e a prática docente; no segundo, avalia o curso e a Instituição; e, no terceiro, o docente realiza uma auto‐avaliação, avalia os discentes e avalia a instituição. A compilação dos dados é efetuada de modo a constituir ações que objetivem a melhoria de possíveis deficiências. Além de auxiliar na avaliação do processo ensino‐aprendizagem, a Avaliação Integrada, que consiste numa prova elaborada em conjunto pelos professores do semestre a ser aplicada em cada turma e corrigida coletivamente, tem o objetivo de medir, quantitativamente, o grau de aproveitamento dos discentes, oferecendo subsídios para ações de melhoria no curso, além de oferecer uma visão quanto ao amadurecimento do corpo docente e discente. A proposta desta avaliação é estimular não apenas a visão de totalidade em relação aos conteúdos ministrados, mas também, reforçar e potencializar, a matriz interdisciplinar existente no curso explicitando a intersetorialidade dos conhecimentos. Avaliação dos Discentes Há uma preocupação pela realização de avaliações de aprendizagem freqüentes, por considerar que a avaliação é um instrumento que oferece subsídios ao professor para analisar sua prática e ao aluno para reconhecer seu deslocamento no processo, sendo, portanto, um valioso instrumento na ação educativa. Ao entender a avaliação como uma prática processual, pretende‐se, assim, criar condições para que o aluno, durante as aulas e não apenas em um momento do bimestre, possa ter um retorno sobre seu aprendizado e o aprimoramento das habilidades elencadas nos objetivos de cada componente curricular do curso de Pedagogia. O professor realiza, durante o primeiro e segundo bimestre, atividades de avaliação contínua em sala de aula (exercícios, seminários, resenhas, pesquisas, debates, etc.) de forma individual ou em grupo. Assim o sistema de avaliações é norteado pelo Regimento das Faculdades Integradas Maria Imaculada e as avaliações da aprendizagem do aluno durante o Semestre serão compostas de três notas, sendo a primeira nota no 1° Bimestre e as 2ª e 3ª notas no 2° Bimestre. 1° Bimestre Avaliações periódicas durante as aulas por meio da participação e realização de exercícios, pesquisas, trabalhos individuais e em grupo, e avaliação escrita (marcada pelo professor). Todos os quesitos que compõem a avaliação terão pesos a critério do professor na composição da média do bimestre, que terá valor de 0 a 10,0 e com peso 1 na composição da média final. 2° Bimestre 27 INSTITUTO MARIA IMACULADA FACULDADES INTEGRADAS MARIA IMACULADA CENTRO DE MOGI GUAÇU A avaliação da aprendizagem do 2° Bimestre será composta da 2ª e da 3ª notas. A 2ª nota é obtida através de uma Avaliação Integrada das disciplinas com valor de 0 a 10,0 e com peso 2 na composição da média final. A proposta desta avaliação é estimular não apenas a visão de totalidade em relação aos conteúdos ministrados, mas também, reforçar e potencializar, a matriz interdisciplinar existente no curso explicitando a intersetorialidade dos conhecimentos. Já a 3ª nota, são avaliações periódicas durante as aulas por meio da participação e realização de exercícios, pesquisas, trabalhos individuais e em grupo, e avaliação escrita (marcada pela secretaria). Todos os quesitos que compõem a avaliação terão pesos a critério do professor na composição da média do bimestre, com valor de 0 a 10,0 e com peso 3 na composição da média final. Cálculo da Média Semestral (1ª nota 1) (2ª nota 2) (3ª nota 3) Média 5,0 6 O aluno que não tiver alcançado a nota semestral mínima para aprovação, poderá se submeter ao processo de recuperação, conforme as normas fixadas pelo Conselho de Curso, desde que sua média semestral, por disciplina, não seja inferior a 4,0 (quatro). Para se submeter ao processo de recuperação o aluno deverá ter a freqüência mínima de 75% (setenta e cinco por cento) das aulas dadas. Não poderá se submeter ao processo de recuperação o aluno que não alcançar a média mínima exigida para aprovação em, pelo menos, 50% (cinqüenta por cento) das disciplinas oferecidas no semestre letivo. A nota mínima de aprovação para o aluno que se submeter ao processo de recuperação será igual ou superior a 5,0 (cinco) observada a seguinte fórmula: (média.semestral ) (resultado.da.recuperação) Nota. final.recuperação 5,0 2 Mecanismos de Nivelamento As Faculdades Integradas Maria Imaculada desenvolvem uma política de nivelamento junto ao seu corpo discente mediante a adoção de mecanismos que possibilitam a ultrapassagem das dificuldades de aprendizado e/ou conhecimentos, uma vez que a qualidade do aluno que a faculdade recebe deixa a desejar na sua formação básica. Atendimento Extra‐classe A necessidade de enriquecer o processo de ensino‐aprendizagem, através de mecanismos que permitam ao aluno, maior aprofundamento do conteúdo bem como esclarecimento de dúvidas pertinentes ao conteúdo ministrado levou à implantação do Programa de Atendimento Extra‐classe. Este mecanismo consiste em estimular, sistematicamente, tanto o corpo discente como o corpo docente da necessidade de encontros fora do ambiente sala de aula. O discente, tendo em vista as deficiências em sua formação e a multidiversidade de origem encontra certas dificuldades que o mesmo acredita não ser pertinente o questionamento em sala de aula. Como conseqüência, seu aprendizado fica aquém do esperado, pois não 28 INSTITUTO MARIA IMACULADA FACULDADES INTEGRADAS MARIA IMACULADA CENTRO DE MOGI GUAÇU esclarece as dúvidas surgidas durante a aula motivada, muitas vezes, pela vergonha de perguntar. No encontro extra‐classe, a relação professor‐aluno torna‐se mais próxima e, com certeza, irá dirimir toda e qualquer dúvida do aluno, bem como levará o docente a repensar sua postura didático‐metodológica em sala de aula, pois a dúvida de um poderá, eventualmente, ser a dúvida de todos os alunos. Projeto Final de Graduação Será exigida a elaboração de um projeto final de graduação para a obtenção do título de Licenciatura em Pedagogia, sob a orientação docente, coerente com as Diretrizes Curriculares do Curso de Licenciatura em Pedagogia, que deverá conter características abrangentes referente à Educação Básica e Gestão Educacional. Tal atividade acadêmica propõe despertar o espírito científico do aluno e desenvolver habilidades e competências necessárias à sua atuação no mercado de trabalho, visando aplicar, na área específica do futuro profissional da Educação, todo o conhecimento adquirido na sua vida discente, pois atualmente o mercado de trabalho busca profissionais altamente qualificados por meio da avaliação por competências, que é uma técnica que avalia os comportamentos e resultados anteriores, objetivando a previsão de comportamentos futuros e o sucesso profissional de uma pessoa numa organização. A curiosidade científica com vistas à motivação para a pesquisa será desenvolvida ao longo do curso, pois como já foi afirmado anteriormente, um dos objetivos é a formação do profissional que aprende apreendendo os conhecimentos e não simplesmente decorando os conhecimentos que lhe são ministrados. A orientação para o desenvolvimento do trabalho de conclusão de curso será feita pelos docentes do curso, de livre escolha dos alunos, a quem caberá todo o processo de orientação e confecção dos trabalhos para posterior publicação. Programa de Pesquisa Caberá a cada docente responsável pelas disciplinas, integrar seu conteúdo programático às atividades de pesquisa operacional de campo e bibliográfica como forma de enriquecer o trabalho pedagógico e motivar o estudante ao desenvolvimento da curiosidade científica. Com este movimento será possibilitado ao educando uma base sistemática para a educação continuada, face ao mercado de trabalho globalizado que vem exigindo cada vez mais uma crescente especialização. No âmbito dos diferentes componentes curriculares, serão implementadas ações que visem: a. dar flexibilidade à estrutura curricular, integrando o ensino dos conteúdos das disciplinas com os demais diferentes componentes curriculares e atividades, tais como: seminários, palestras, atividades complementares, oficinas pedagógicas, mini‐cursos e outros; b. oferecer rigoroso trato teórico, histórico e metodológico que possibilite a compreensão dos problemas e desafios com os quais o profissional se defronta na prática de estágio; c. estabelecer as dimensões investigativa e interpretativa como princípios 29 INSTITUTO MARIA IMACULADA FACULDADES INTEGRADAS MARIA IMACULADA CENTRO DE MOGI GUAÇU formativos e condição central da formação profissional e da relação da teoria com a realidade; d. a presença da interdisciplinaridade no projeto de formação profissional; e. o exercício do pluralismo teórico‐metodológico como elemento próprio da vida acadêmica e profissional; f. o respeito à ética profissional. Programa de Extensão Universitária O tripé ensino, pesquisa e extensão parecem ser indissociáveis quando vinculado ao ensino superior. No caso das faculdades isoladas, como é o caso das FIMI, o principal fator para o desenvolvimento profissional do aluno é a participação nos Programas de Extensão Universitária voltados não só para o desenvolvimento de atividades internas do curso, mas também a busca da integração com os demais cursos oferecidos pelas FIMI e, principalmente, com a comunidade local. No Curso de Licenciatura em Pedagogia, professores e alunos das Faculdades Integradas Maria Imaculada terão participação ativa em projetos que valorize o trabalho em equipe, a interdisciplinaridade e os aspectos multiprofissionais. Dessa maneira, através do desenvolvimento de atividades de extensão, tanto internas como externas, se estará desempenhando a verdadeira missão institucional de uma faculdade isolada conforme está apregoado em toda a legislação vigente. Programa de Monitoria A monitoria tem como fator primordial aproximar o aluno do docente, aflorando seu papel de educador. O aluno após cursar uma determinada disciplina, participará de um processo de seleção para escolha do monitor, de acordo com as normas emanadas pelo Conselho de Curso e devidamente homologadas pelo Conselho de Administração Superior das FIMI. Acredita‐se que o projeto desenvolvido pelo docente que propõe a monitoria deva estar vinculado a uma investigação científica ou ao desenvolvimento de habilidades educacionais, pois este é o principal papel da monitoria dentro de uma instituição de ensino. Apoio Psicopedagógico ao Docente e Discente O NAPP ‐ Núcleo de Apoio Pedagógico e Psicológico das Faculdades Integradas Maria Imaculada, em anexo, surgiu como estratégia de ação, conforme apontado no PDI – Plano de Desenvolvimento Institucional 2005‐2009 (p.17‐18) para melhorar a formação do corpo discente egresso desta instituição. A contribuição do Núcleo de Apoio Pedagógico e Psicológico vai além da mera contribuição sobre as questões das técnicas de ensinar, uma vez que busca investigar, analisar, refletir e propor ações sobre o processo de ensinar no contexto do ensino superior a partir das experiências dos alunos. Desta maneira, busca implementar processos pedagógicos e psicológicos que possibilitem a formação de profissionais socialmente mais compromissados com a qualidade do ensino e, conseqüentemente, com a aprendizagem dos alunos. Esta postura reflexiva sobre a articulação dos conhecimentos técnicos e a prática 30 INSTITUTO MARIA IMACULADA FACULDADES INTEGRADAS MARIA IMACULADA CENTRO DE MOGI GUAÇU pedagógica irá facilitar a participação nas discussões para a elaboração do Projeto Político‐ Pedagógico dos cursos de modo coletivo. Estrutura Curricular do Curso de Pedagogia De acordo com o Currículo Pleno ora proposto, o curso terá a seguinte configuração: 1o semestre Tipo a/s a/s CHS H. 2º semestre Tipo a/s a/s CHS H. Filosofia I NB 4 72 60 Filosofia II NB 1 4 72 75 Sociologia I NB 4 72 60 Sociologia II NB 4 72 60 Língua Portuguesa I NB 1 4 72 75 Língua Portuguesa II NB 1 4 72 75 Matemática I NB 1 2 36 45 Matemática II NB 1 2 36 45 Psicologia da Educação I NB 4 72 60 Psicologia da Educação II NB 4 72 60 Educação, Pedagogia e Ciência Educação, Pedagogia e Ciência I NB 2 36 30 NB 2 2 36 60 II Total Semestre 2 20 360 330 Total Semestre 5 20 360 375 3o semestre Tipo a/s a/s CHS H. 4o semestre Tipo a/s a/s CHS H. Didática I NB 2 36 30 Didática II NB 2 36 30 Estatística I NB 2 36 30 Estatística II NB 2 36 30 Educação, Comunicação e Tecnologia I NB 2 36 30 NA/D 2 36 30 História da Educação I NB 4 72 60 História da Educação II NB 4 72 60 NB 4 72 NB 4 72 60 NB 4 72 NB 4 72 60 4 72 NB 4 60 Fundamentos e Metodologia das Séries Iniciais do Ensino Fundamental I Estrutura e Funcionamento da Educação Básica I Educação, Cidadania e Cultura Total Semestre 5o semestre ‐ Fundamentos e Metodologia das Séries Iniciais do Ensino Fundamental III Fundamentos e Metodologia Alfabetização I Fundamentos e Metodologia da Educação Infantil I Fundamentos e Metodologia do Ensino Médio I 6 18 360 Tipo a/sp a/s CHS NB 6 108 NB 4 72 NB 2 36 NB 2 36 Pesquisa e Prática Pedagógica NB 4 72 4 72 18 2 36 Princípios e Métodos de Gestão NB Educacional I Orientação de Projeto Final de NEI Curso I Orientação de Estágio NEI Supervisionado I Estágio Supervisionado I NEI Educação, Comunicação e Tecnologia II Fundamentos e Metodologia 60 das Séries Iniciais do Ensino Fundamental II Estrutura e Funcionamento da 60 Educação Básica II Metodologia do Trabalho 60 Científico II Total Semestre H. 6o semestre ‐ Fundamentos e Metodologia 90 das Séries Iniciais do Ensino Fundamental IV Fundamentos e Metodologia 60 Alfabetização II Fundamentos e Metodologia da 30 Educação Infantil II Fundamentos e Metodologia do 30 Ensino Médio II Educação, Meio Ambiente e 60 Saúde Princípios e Métodos de Gestão 60 Educacional II Orientação de Projeto Final de 15 Curso II Orientação de Estágio 30 Supervisionado II 100 Estágio Supervisionado II 72 4 18 360 330 Tipo A/sp a/s CHS H. NB 6 108 90 NB 1 4 90 75 NB 2 36 30 NB 2 36 30 4 60 NB NEI 18 15 NEI 2 36 30 NEI 100 4 72 60 31 INSTITUTO MARIA IMACULADA FACULDADES INTEGRADAS MARIA IMACULADA CENTRO DE MOGI GUAÇU Orientação de Projeto de Final de Curso I Total Semestre 30 Orientação de Projeto de Final de Curso II Total Semestre 30 7o semestre ‐ Avaliação dos Processos Pedagógicos e Educacionais I Gestão Educacional nas Organizações I Fund. Met. da Educação Inclusiva I Elaboração e Gestão de Projetos Educacionais I Gestão dos Espaços Educacionais I Tipo a/sp a/s CHS H. NB 4 72 60 NA/D 2 36 30 NA/D 2 36 30 NB 4 72 60 NA/D 4 72 60 NEI 50 2 36 30 2 36 30 NEI 100 Total Semestre 20 510 450 Atividades Teórico – Práticas Orientação de Projeto Final de NEI Curso III Orientação de Estágio NEI Supervisionado III Estágio Supervisionado III 8o semestre ‐ Avaliação dos Processos Pedagógicos e Educacionais II Gestão Educacional nas Organizações II Fund. Met. da Educação Inclusiva II Elaboração e Gestão de Projetos Educacionais II Gestão dos Espaços Educacionais II Tipo a/sp a/s CHS H. NB 4 72 60 NA/D 2 36 30 NA/D 2 36 30 NB 2 4 108 90 NA/D 4 72 60 NEI 50 36 30 2 36 30 NEI 100 Total Semestre Total do Curso 3.290. Atividades Teórico ‐ Práticas Orientação de Projeto Final de NEI Curso IV Orientação de Estágio NEI Supervisionado IV Estágio Supervisionado IV SEMESTRE LETIVO 1o semestre Filosofia I Sociologia I Língua Portuguesa I Matemática I Psicologia da Educação I Educação, Pedagogia e Ciência I Total Semestre 2º semestre Filosofia II (Filosofia da Educação) Sociologia II (Sociologia da Educação) Língua Portuguesa II Matemática II Psicologia da Educação II Educação, Pedagogia e Ciência II Total Semestre 3o semestre Didática I A/SEMANA PRES. Ativ.Sup. S.PRES. PRAT. CUR. EST. SUP. HORAS TOTAL 4 4 4 2 4 2 20 4 4 4 2 4 2 20 1 1 2 1 1 1 2 5 0 0 0 0 0 0 60 60 75 45 60 30 330 75 60 75 45 60 60 375 2 30 32 INSTITUTO MARIA IMACULADA FACULDADES INTEGRADAS MARIA IMACULADA CENTRO DE MOGI GUAÇU Estatística I Educação, Comunicação e Tecnologia I História da Educação I Fundamentos e Metodologia das Séries Iniciais do Ensino Fundamental I Estrutura e Funcionamento da Educação Básica I Metodologia do Trabalho Científico Total Semestre 2 2 4 4 4 18 0 4 4 0 0 30 30 60 60 60 60 330 4o semestre Didática II Estatística II Educação, Comunicação e Tecnologia II História da Educação II Fundamentos e Metodologia das Séries Iniciais do Ensino Fundamental II Estrutura e Funcionamento da Educação Básica II Educação, Cidadania e Cultura Total Semestre 2 2 2 4 4 4 18 0 4 4 0 0 30 30 30 60 60 60 60 330 5o semestre ‐ Fundamentos e Metodologia das Séries Iniciais do Ensino Fundamental III Fundamentos e Metodologia Alfabetização I Fundamentos e Metodologia da Educação Infantil I Fundamentos e Metodologia do Ensino Médio I Princípios e Métodos de Gestão Educacional I Pesquisa e Prática Pedagógica Orientação de Estágio Supervisionado I Orientação de Projeto Final de Curso I Estágio Supervisionado I Total Semestre 6 4 2 2 4 18 0 4 2 6 30 30 100 100 90 60 30 30 60 60 30 30 100 490 6o semestre ‐ Fundamentos e Metodologia das Séries Iniciais do Ensino Fundamental IV Fundamentos e Metodologia Alfabetização II Fundamentos e Metodologia da Educação Infantil II Fundamentos e Metodologia do Ensino Médio II Princípios e Métodos de Gestão Educacional II Educação, Meio Ambiente e Saúde Orientação de Estágio Supervisionado II Orientação de Projeto Final de Curso II Estágio Supervisionado II Total Semestre 6 4 2 2 4 18 1 1 4 2 6 30 30 100 100 90 75 30 30 60 60 30 30 100 505 7o semestre ‐ Avaliação dos Processos Pedagógicos e Educacionais I Gestão Educacional nas Organizações I Fund. Met. da Educação Inclusiva I Elaboração e Gestão de Projetos Educacionais I Gestão dos Espaços Educacionais I Orientação de Estágio Supervisionado III Atividades Teórico – Práticas Orientação de Projeto Final de Curso III Estágio Supervisionado III Total Semestre 4 2 2 4 4 2 18 0 0 50 30 80 100 100 60 30 30 60 60 30 50 30 100 450 8o semestre ‐ Avaliação dos Processos Pedagógicos e Educacionais II Gestão Educacional nas Organizações II Fund. Met. da Educação Inclusiva II Elaboração e Gestão de Projetos Educacionais II Gestão dos Espaços Educacionais II Orientação de Estágio Supervisionado IV Atividades Teórico ‐ Práticas Orientação de Projeto Final de Curso IV Estágio Supervisionado IV Total Semestre 4 2 2 4 4 2 18 2 2 0 50 30 80 100 100 60 30 30 90 60 30 50 30 100 480 33 INSTITUTO MARIA IMACULADA FACULDADES INTEGRADAS MARIA IMACULADA CENTRO DE MOGI GUAÇU Total do Curso 148 10 20 220 400 3290 De acordo com a grade curricular acima proposta, a distribuição das cargas horárias para o cumprimento do disposto na legislação ficou da seguinte maneira: Estrutura do Currículo Pleno por Núcleos Tipos de formação NB Núcleo de estudos básicos Horas % do total de Horas NA/D Núcleo de aprofundamento e diversificação de estudos NEI 3.290 100,00% Núcleo de estudos integradores TOTAL A Estrutura Curricular representa o tipo de formação e a carga horária para cada componente curricular. A Matriz Curricular é composta pela integração de um núcleo de componentes curriculares considerados básicos (núcleo de estudos básicos), de um núcleo de componentes curriculares de aprofundamento e/ou de diversificação composta por conteúdos mais específicos e inerentes à formação específica do Pedagogo (núcleo de aprofundamento e diversificação de estudos) e de um núcleo de componentes curriculares e/ ou outras atividades de estudos independentes (núcleo de estudos integradores). Romildo, FALTA CONFERIR AQUI TAMBÉM... Núcleo de Estudos Básicos COMPONENTES CURRICULARES Avaliação dos Processos Pedagógicos e Educacionais I Avaliação dos Processos Pedagógicos e Educacionais II Didática I Didática II Educação, Cidadania e Cultura Educação, Comunicação e Tecnologia I Educação, Meio Ambiente e Saúde II Educação, Pedagogia e Ciência I Educação, Pedagogia e Ciência II Elaboração e Gestão de Projetos Educacionais I Elaboração e Gestão de Projetos Educacionais II Estatística I Estatística II Estrutura e Funcionamento da Educação Básica I Estrutura e Funcionamento da Educação Básica II Filosofia I Filosofia II Fundamentos e Metodologia Alfabetização I Fundamentos e Metodologia Alfabetização II Fundamentos e Metodologia da Educação Inclusiva I Fundamentos e Metodologia da Educação Inclusiva II Fundamentos e Metodologia da Educação Infantil I A/SP A/S 4 4 2 2 4 0 2 4 0 2 2 2 4 2 4 2 2 4 4 4 1 4 4 4 2 2 2 CHS 72 72 36 36 72 36 72 36 36 72 108 36 36 72 72 72 72 72 72 36 36 36 HORAS 60 60 30 30 60 30 60 30 60 60 90 30 30 60 60 60 75 60 60 30 30 30 34 INSTITUTO MARIA IMACULADA FACULDADES INTEGRADAS MARIA IMACULADA CENTRO DE MOGI GUAÇU Fundamentos e Metodologia da Educação Infantil II Fundamentos e Metodologia das Séries Iniciais do Ensino Fundamental I Fundamentos e Metodologia das Séries Iniciais do Ensino Fundamental II Fundamentos e Metodologia das Séries Iniciais do Ensino Fundamental III Fundamentos e Metodologia das Séries Iniciais do Ensino Fundamental IV Fundamentos e Metodologia do Ensino Médio I Fundamentos e Metodologia do Ensino Médio II História da Educação I História da Educação II Língua Portuguesa I Língua Portuguesa II Matemática I Matemática II Metodologia do Trabalho Científico I Metodologia do Trabalho Científico II Pesquisa e Prática Pedagógica Princípios e Métodos de Gestão Educacional I Princípios e Métodos de Gestão Educacional II Psicologia da Educação I Psicologia da Educação II Sociologia I Sociologia II CARGA HORÁRIA TOTAL 1 1 1 1 2 2 4 2 4 4 6 6 2 2 4 4 4 4 2 2 0 0 0 4 4 4 4 4 4 36 72 72 108 108 36 36 72 72 72 72 36 36 36 36 72 72 72 72 72 72 72 30 60 60 90 90 30 30 60 60 75 75 45 45 30 30 60 60 60 60 60 60 60 Núcleo de Aprofundamento e Diversificação de Estudos COMPONENTES CURRICULARES Fund. Metodologia da Educação Inclusiva II Educação, Cidadania e Cultura II Educação, Comunicação e Tecnologia II Gestão dos Espaços Educacionais I Gestão dos Espaços Educacionais II Gestão Educacional nas Organizações I Gestão Educacional nas Organizações II CARGA HORÁRIA TOTAL A/SP A/S 2 0 2 4 4 2 2 2 CHS 36 36 36 72 72 36 36 HORAS 30 30 30 60 60 30 30 Núcleo de Estudos Integradores COMPONENTES CURRICULARES Atividades Teórico ‐ Práticas Atividades Teórico ‐ Práticas Estágio Supervisionado I Estágio Supervisionado II Estágio Supervisionado III Estágio Supervisionado IV Orientação de Estágio Supervisionado I Orientação de Estágio Supervisionado II A/SP A/S CHS 2 2 0 0 36 36 HORAS 50 50 100 100 100 100 30 30 35 INSTITUTO MARIA IMACULADA FACULDADES INTEGRADAS MARIA IMACULADA CENTRO DE MOGI GUAÇU Orientação de Estágio Supervisionado III Orientação de Estágio Supervisionado IV Orientação de Projeto Final de Curso I Orientação de Projeto Final de Curso II Orientação de Projeto Final de Curso III Orientação de Projeto Final de Curso IV CARGA HORÁRIA TOTAL 2 2 36 36 18 18 36 36 30 30 15 15 30 30 EMENTÁRIO PROPOSTO ADEQUAR 1º. SEMESTRE Filosofia I Ementa: Diálogo entre Antropologia e Educação. Caracterização da reflexão e da prática filosófica. Introdução à filosofia. A epistemologia. Correntes filosóficas e a educação. Filosofia e problemas da prática educativa. Ideologia e educação. Bibliografia Básica: ARANHA, M. L. A; MARTINS, M.H. P. Filosofando: introdução à filosofia. São Paulo: Moderna, 2004. ARANHA. M. L. A; MARTINS, M.H. P. Filosofia da educação. São Paulo: Moderna, 2001. SEVERINO, A. J. Filosofia da educação: construindo a cidadania. São Paulo: FTD, 1994. Sociologia I Ementa: As matrizes clássicas do pensamento sociológico através da leitura de alguns textos centrais de Durkheim, Weber e Marx. Análise crítica de temas e debates teórico‐metodológicos sobre as relações entre educação e sociedade. Bibliografia Básica: RODRIGUES, Alberto Tosi. Sociologia da Educação. Rio de Janeiro: DP&A, 2001. TURA, Maria de Lourdes Rangel (org.). Sociologia para Educadores. Rio de Janeiro: Quartet, 2002. Língua Portuguesa I Ementa: Linguagem e comunicação. Noções básicas de fonética. Leitura, interpretação e produção texto no cruzamento de diferentes tipologias textuais. Coesão e coerência textuais: da teoria à prática. Da Língua ao discurso: operações discursivas, gêneros e tipos textuais. Propostas de análise de texto. Bibliografia Básica: FIORIN, José Luiz: SAVIOLI, Francisco Platão. Lições de Texto: leitura e redação. 4a. ed. São Paulo: Ática, 1996. INFANTE, Ulisses. Curso de gramática aplicada aos textos. 5a. ed. São Paulo: Scipione, 1999. Matemática I Ementa: Introdução à História dos números e da Matemática. O poder do simbolismo Matemático. O raciocínio Matemático. Conceitos de Matemática elementar. Operações elementares. Instrumental Matemático básico. Estratégias de resolução de problemas. Símbolos e Numerais. Números Racionais Bibliografia Básica: BRUMFIEL, Charles F. Conceitos Fundamentais de matemática elementar. (trad.) Renato Watanabe. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1972. DIENES, Zontan P. O poder da matemática: um estudo da transição da fase construtiva para a analítica do pensamento matemático da criança. (trad.) Irineu Bicudo. São Paulo: EPU, 1975. ZUNINO, Delia Lerner de. A matemática na escola: aqui e agora. (trad.) Juan Acuña Llorens. 2ª ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 1995. Psicologia da Educação I Ementa: Psicologia e Educação: correntes teóricas de psicologia e desenvolvimento humano mais relevantes na área educacional. Bibliografia Básica: CARRARA, Kester (org.) Introdução à psicologia da educação. São Paulo: Avercamp, 2004. CUNHA, Marcus Vinicius da. Psicologia da educação. Rio de Janeiro: DP&A., 2000. LA TAILE, Yves de. Piaget, Vygotsky, Wallon: teorias psicogenéticas em discussão. São Paulo: Summus, 1992. Educação, Pedagogia e Ciência I Ementa: Evolução histórica da Pedagogia como profissão e as possibilidades atuais nas diferentes áreas de atuação profissional do pedagogo. A educação como ponto de partida e de chegada dos estudos e das reflexões dos cientistas. Atualidades em Pedagogia. Bibliografia Básica: LIBÂNEO, José Carlos. Pedagogia e Pedagogos, para quê? 8a. ed. São Paulo: Cortez, 2005. PIMENTA, Selma Garrido (coord.). Pedagogia, Ciência da Educação? 3a. ed. São Paulo: Cortez, 2001. 2º Semestre Filosofia II (Filosofia da Educação) 36 INSTITUTO MARIA IMACULADA FACULDADES INTEGRADAS MARIA IMACULADA CENTRO DE MOGI GUAÇU Ementa: Diferentes perspectivas filosóficas em Educação. Filosofia da educação na formação e na prática do educador. Análise de temas atuais para a reflexão filosófica dos assuntos educacionais. Filosofia, educação e o desafio do pós‐modernismo. Bibliografia Básica: OZMON, Howard A. Fundamentos Filosóficos da Educação. 6a. ed. Porto Alegre: Artmed, 2004. SAVIANI, Dermeval. Educação: do senso comum à consciência filosófica. 12a. ed. Campinas: Autores Associados, 1996. SEVERINO, Antônio Joaquim. Filosofia da educação: construindo a cidadania. São Paulo: FTD, 1994. Sociologia II (Sociologia da Educação) Ementa: Aprofundamento de estudos das vertentes da Sociologia da Educação e a compreensão do papel da Educação na sociedade contemporânea. Bibliografia Básica: GENTILI, P. A. A. (org). Neoliberalismo, qualidade total e educação: visões críticas. 4a. ed. Petrópolis: Vozes, 1994. SAVIANI, Dermeval. Escola e democracia: teorias da educação, curvatura da vara, onze teses sobre educação e política. São Paulo: Cortez, 1987. Língua Portuguesa II Ementa: Estudo dos conteúdos de Língua Portuguesa, orientado para as práticas de leitura e produção lingüísticas. Reconhecimento das características dos diferentes gêneros de texto quanto à temática, a construção composicional e ao estilo. Bibliografia Básica: FEITOSA, Vera Cristina. Redação de textos técnicos científicos. Campinas: Papirus, 1997. FIORIN, José Luiz. Elementos de análise do discurso. São Paulo: Contexto, 1999. INFANTE, Ulisses. Curso de gramática aplicada aos textos. 5a. ed. São Paulo: Scipione, 1999. Matemática II Ementa: Introdução à Teoria dos Conjuntos. Conjuntos e Variáveis. Números Reais. Duas variáveis e gráficos. Introdução à Geometria. Ponto e reta. Superfícies e Volumes. Trigonometria básica. Bibliografia Básica: BRUMFIEL, Charles F. Conceitos Fundamentais de matemática elementar. (trad.) Renato Watanabe. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1972. DIENES, Zontan P. O poder da matemática: um estudo da transição da fase construtiva para a analítica do pensamento matemático da criança. (trad.) Irineu Bicudo. São Paulo: EPU, 1975. ZUNINO, Delia Lerner de. A matemática na escola: aqui e agora. (trad.) Juan Acuña Llorens. 2ª ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 1995. Psicologia da Educação II Ementa: Aprendizagem humana: conceitos e teorias. As correntes Comportamental, Psicogenética e Sócio‐cultural. Processos e fatores da aprendizagem. Tipos de aprendizagem. Bibliografia Básica: COLL, César. Desenvolvimento psicológico e educação. Porto Alegre: Artmed, 1995. VYGOTSKY, Lev Semenovich. A formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes, 1998. ________________________ Pensamento e Linguagem. São Paulo: Martins Fontes, 1996. Educação, Pedagogia e Ciência II Ementa: Definição e caracterização da educação não‐formal sob o ponto de vista teórico, histórico e conjuntural. A relação entre a educação não‐formal, a cultura e a cidadania. Campos onde se realizam a educação não‐formal. Bibliografia Básica: GOHN, Maria da Glória. Educação não‐formal e cultura política: impactos sobre o associativismo do terceiro setor. São Paulo: Cortez, 2005. LIBÂNEO, José Carlos. Pedagogia e pedagogos, para quê? São Paulo: Cortez, 2005. VON SIMSON, Olga Rodrigues de Moraes. Educação não‐formal: cenários da criação. Campinas: UNICAMP, 2001. _______________________________________________________________________________________________ 3º. SEMESTRE Didática I Ementa: Estudo da teorização sobre o ensino, das práticas pedagógicas e as determinações sociais na organização e desenvolvimento do trabalho pedagógico. Reflexão crítica sobre as estratégias de ensino na situação institucional escolar. Bibliografia Básica: CANDAU, Vera. A didática em questão. Petrópolis: Vozes, 1986. LIBÂNEO, José Carlos. Didática. São Paulo: Cortez, 2002. Estatística I Ementa: Conceitos fundamentais de Estatística no contexto educacional. Estatística Descritiva: Método Experimental x Método Estatístico; Fases do trabalho estatístico; Série estatística; Representações gráficas; Medidas de tendência central; Medidas de variabilidade. Bibliografia Básica: COSTA, Sérgio Francisco. Introdução Ilustrada à Estatística. São Paulo: Harbra, 2005. CRESPO, Antônio Arnot. Estatística: fácil. 18. ed. São Paulo: Saraiva, 2004. Metodologia do Trabalho Científico I Ementa: Conceitos básicos em metodologia científica. Introdução ao texto acadêmico, enfatizando a importância da linguagem escrita para o desenvolvimento cultural, científico e da pesquisa educacional. Leitura e sintetização de textos. Pesquisa bibliográfica e introdução à pesquisa educacional. Problemáticas fundamentais da educação e sua perspectiva pedagógica. Ciência e conhecimento científico: método científico, hipóteses e leis. 37 INSTITUTO MARIA IMACULADA FACULDADES INTEGRADAS MARIA IMACULADA CENTRO DE MOGI GUAÇU Bibliografia Básica LAKATOS, E. Maria e MARCONI, M. A. Metodologia Científica. São Paulo: Atlas, 1995. SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do Trabalho Científico. 22a. ed. São Paulo: Cortez, 2002. Educação, Comunicação e Tecnologia I Ementa: Estudo prático, reflexivo, crítico e avaliativo das linguagens dos meios de comunicação, das tecnologias de informação em relação à Educação no desenvolvimento de aprendizagens significativas. Bibliografia Básica: TAJRA, Sanmya F. Informática na Educação. São Paulo: Érica, 2001 Espaço ProInfo ‐ Coleção Informática. Disponível em http://www.proinf.gov.br/colecao.shtm. Acesso em: junho de 2006. ZANG, N. et al. Biblioteca virtual: conceito, metodologia e implantação. In: Revista de Pesquisa e Pós‐Graduação, Erechim, v.1, n.1, p. 217‐ 236, 2000. Disponível em:http://www.uri.br/publicacoes/revistappg/a no 1 n 1/. Acesso em: 20 fev.2001. FERRÉS, J. Televisão e Educação. Porto Alegre: Artes Médicas, 1996. Educação, Cidadania e Cultura I Ementa: Contextualização histórica, reflexão crítica e a relação entre os três conceitos: Educação, Cidadania e Cultura. Estudo sobre a evolução cultural na vida do homem: a vivência da ética na família, na escola e no convívio social. Possibilidades e limites na educação. Bibliografia Básica CHAUÍ, M. Cultura e Democracia. São Paulo: Cortez, 2001. JAEGER, Werner Wilhelm. Paidéia: a formação do homem grego. Trad. Artur M. Parreira. 4a. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2001. REBOUL, Olivier. Filosofia da educação. 7a. ed. São Paulo: Cia Editora Nacional, 1988. História da Educação I Ementa: A Educação no processo histórico: das origens à Época Moderna. A construção de tais conhecimentos mediada pela macro‐história (esferas política, econômica e social) e suas relações com a história do cotidiano. Bibliografia Básica: CAMBI, Franco. História da Pedagogia. São Paulo: Edunesp, 1999. MANACORDA, Mario A. História da Educação: da antiguidade aos nossos dias. São Paulo: Cortez, 2002. Fundamentos e Metodologia das Séries Iniciais do Ensino Fundamental I Ementa: Questões de ensino/aprendizagem de Língua Portuguesa nos anos iniciais do Ensino Fundamental, na Educação Infantil e na Educação de Jovens e Adultos. Metalinguagem e gramática no ensino da língua materna. Avaliação. Análise do programa de Língua Portuguesa proposto pelos PCNs e seu tratamento em livros didáticos avaliados pelo MEC. A seqüência de ensino. Análise de softwares educacionais. Bibliografia Básica: BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: educação de jovens e adultos. Disponível em : http://www.mec.gov.br/self/jovem/procur.shtm. Acessado em 09/07/2006. BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: língua portuguesa. Brasília: MEC ‐ Ministério da Educação e Cultura, 2001. BRASIL. Ministério da Educação e Cultura. Referencial curricular nacional para a educação infantil. Brasília MEC ‐ Ministério da Educação e Cultura, 1998. CAGLIARI, L.C. Alfabetização & Lingüística. São Paulo: Scipione, 1988. Software de apoio: Letras e Palavras, Minha Lista de Palavras, Frases Enigmáticas, Jogo da Forca, ABC, Arrumando a Casa. RCT Computadores na Escola Ltda. Campinas: RCT. Estrutura e Funcionamento da Educação Básica I Ementa: Estudo das políticas educacionais no Brasil no contexto nacional e internacional das políticas públicas e financeiras. Estrutura Organizacional de uma escola: aspectos administrativos, técnico‐pedagógicos e a dinâmica de funcionamento. Bibliografia Básica: DORNAS, Roberto. Diretrizes e bases da educação nacional: comentários e anotações. Belo Horizonte: Modelo, 1997. LIBÂNEO, José Carlos. Educação escolar: políticas, estrutura e organização. São Paulo: Cortez, 2003. PILETTI, Nelson. Estrutura e funcionamento do ensino fundamental: atualizado de acordo com a nova lei de diretrizes e bases da educação nacional (nº 9.394, de 20/12/96). São Paulo: Ática, 2001. 4º. SEMESTRE Didática II Ementa: A prática docente: sistematização e organização. A relação ensino‐pesquisa no cotidiano escolar. Planejamento de ensino. Componentes e forma de organização: objetivos, conteúdos, procedimentos metodológicos. A seqüência de Ensino. Avaliação: a questão do erro no sucesso e no fracasso escolar. Bibliografia Básica: CANDAU, Vera. A didática em questão. Petrópolis: Vozes, 1986. PERRENOUD, Philippe. Dez novas competências para ensinar: convite à viagem. Porto Alegre: Artmed, 2000. POPHAN & BAKER. Como Estabelecer Metas de Ensino. S.Paulo: Globo, 1978. _________________ Como Planejar a Seqüência de Ensino. S.Paulo: Ed. Globo, 1978. VEIGA, Ilma Passos Alencastro (coord.). Repensando a didática. 5ª ed. Campinas, SP: Papirus, 1991. Estatística II 38 INSTITUTO MARIA IMACULADA FACULDADES INTEGRADAS MARIA IMACULADA CENTRO DE MOGI GUAÇU Ementa: Medidas de tendência central; Medidas de variabilidade. Da descrição à tomada de decisões: Curva normal; Amostras e populações (bioética); Exemplificação de testes para tomadas de decisões. Bibliografia Básica: COSTA, Sérgio Francisco. Introdução Ilustrada à Estatística. São Paulo: Harbra, 2005. CRESPO, Antônio Arnot. Estatística: fácil. 18ª. ed. São Paulo: Saraiva, 2004. LEVINE, David M. Estatística: Teoria e Aplicações Usando Microsoft, Excel em Português. Rio de Janeiro: LTC‐ Livros Técnicos e Científicos, 2000. Metodologia do Trabalho Científico II Ementa: Conceitos básicos de metodologia da pesquisa. Pesquisa Bibliográfica. Seminário. Trabalho científico. Fundamentos teóricos e metodológicos da pesquisa educacional. Projeto de pesquisa. Bibliografia Básica: LAKATOS, E. Maria e MARCONI, M. A. Metodologia Científica. São Paulo: Atlas, 1995. SEVERINO, A J. Metodologia do Trabalho Científico. São Paulo: Cortez, 2002. Educação, Comunicação e Tecnologia II Ementa: Aplicações educacionais dos meios de comunicação. A estruturação das linguagens audiovisuais: Cinema, Rádio, Televisão, Vídeo e Cd‐rom. Tecnologia Educacional: evolução e campo de ação. Bibliografia Básica: TAJRA, Sanmya F. Informática na Educação. São Paulo: Érica, 2001. Espaço ProInfo ‐ Coleção Informática. Disponível em http://www.proinf.gov.br/colecao.shtm. Acesso em: junho de 2006. ZANG, N. et al. Biblioteca virtual: conceito, metodologia e implantação. In: Revista de Pesquisa e Pós‐Graduação, Erechim, v.1, n.1, p. 217‐ 236, 2000. Disponível em: http://www.uri.br/publicacoes/revistappg/a no 1 n 1/. Acesso em: 20 fev.2001. FERRÉS, J. Televisão e Educação. Porto Alegre: Artes Médicas, 1996. Educação, Cidadania e Cultura II Ementa: A escola como espaço de superação das divergências sócio‐culturais: abordagens de classe, étnico‐racial, escolhas sexuais, religiões, necessidades especiais e de gênero. Diversidade cultural e suas implicações no processo de conhecimento e significação do mundo. Bibliografia Básica: CHAUÍ, M. Cultura e Democracia. São Paulo: Cortez, 2001. JAEGER, Werner Wilhelm. Paidéia: a formação do homem grego. Trad. Artur M. Parreira. 4a. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2001. História da Educação II Ementa: A Educação Brasileira no processo histórico: da colonização à atualidade. A construção de tais conhecimentos mediada pela macro‐história (esferas política, econômica e social) e suas relações com a história do cotidiano. Bibliografia Básica: RIBEIRO, M. L. S. História da Educação Brasileira – a organização escolar. Campinas: Autores Associados, 1993. ROMANELLI, O. de O. História da Educação no Brasil. Petrópolis: Vozes, 1997. Fundamentos e Metodologia das Séries Iniciais do Ensino Fundamental II Ementa: Questões de ensino/aprendizagem de Matemática na Educação Infantil, nos anos iniciais do Ensino Fundamental e na Educação de Jovens e Adultos. Propostas alternativas, seleção e estruturação dos conteúdos da Matemática. A seqüência de ensino. Avaliação. Análise do programa de Matemática proposto pelos PCNs e seu tratamento em livros didáticos avaliados pelo MEC. Análise de softwares educacionais. Bibliografia Básica: BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: educação de jovens e adultos. Disponível em : http://www.mec.gov.br/self/jovem/procur.shtm. Acessado em 09/07/2006. BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: matemática. Brasília: MEC ‐ Ministério da Educação e Cultura, 2001. BRASIL. Ministério da Educação e Cultura. Referencial curricular nacional para a educação infantil. Brasília MEC ‐ Ministério da Educação e Cultura, 1998. D'AMBROSIO, Ubiratan. Educação matemática: da teoria à prática. Campinas: Papirus, 1996. KAMII, Constance. A criança e o número: implicações educacionais da teoria de Piaget para atuação junto a escolares de 4 a 6 anos. Campinas: Papirus, 1991. Software de apoio: Tabuada RCT, Tangram RCT, Jogo da Forca. RCT Computadores na Escola Ltda. Campinas: RCT. Estrutura e Funcionamento da Educação Básica II Ementa: As diretrizes e as bases do funcionamento atual: as modalidades de ensino; os profissionais da educação. Desenvolvimento conceitual do currículo. Pressupostos e propostas curriculares de diferentes sistemas de educação, níveis de ensino e escolas. Abordagem do currículo no cotidiano da escola pública. Bibliografia Básica: BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais. Brasília: MEC‐ Ministério de Educação e Cultura, 1997. D'ANTOLA, Arlette R. M. Supervisão e currículo: rumo a uma visão humanista. São Paulo: Pioneira, 1993. VEIGA, Ilma Passos Alencastro. Escola fundamental: currículo e ensino. Campinas: Papirus,1995. 5º. SEMESTRE 39 INSTITUTO MARIA IMACULADA FACULDADES INTEGRADAS MARIA IMACULADA CENTRO DE MOGI GUAÇU Fundamentos e Metodologia das Séries iniciais do Ensino Fundamental III Ementa: Instrumental básico referente aos temas específicos de Ciências Naturais, Artes e Educação Física na Educação Infantil, nos anos iniciais do Ensino Fundamental e na Educação de Jovens e Adultos. A autonomia do futuro educador em relação à seleção de conteúdos e soluções metodológicas. Análise dos programas de ciências naturais, artes e educação física proposto pelos PCNs e seu tratamento em livros didáticos avaliados pelo MEC. A seqüência de ensino. Análise de softwares educacionais. Bibliografia Básica: BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: artes. Brasília: MEC ‐ Ministério da Educação e Cultura, 2001. BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: ciências naturais. Brasília: MEC ‐ Ministério da Educação e Cultura, 2001. BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: educação física. Brasília: MEC ‐ Ministério da Educação e Cultura, 2001. BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: educação de jovens e adultos. Disponível em : http://www.mec.gov.br/self/jovem/procur.shtm. Acessado em 09/07/2006. BRASIL. Ministério da Educação e Cultura. Referencial curricular nacional para a educação infantil. Brasília MEC ‐ Ministério da Educação e Cultura, 1998. CAMPOS, Maria Cristina da Cunha & NIGRO, Rogério Gonçalves. Didática de Ciências: O ensino‐aprendizagem como investigação. São Paulo: FTD, 1999. FREIRE, João Batista. Educação de corpo inteiro: teoria e prática da educação física. São Paulo: Scipione, 2003. FUSARI, Maria F. de Rezende. Arte na educação escolar. São Paulo: Cortez, 1993. Software de apoio: Letras e Palavras, Minha Lista de Palavras, Frases Enigmáticas, Jogo da Forca, ABC, Arrumando a Casa. RCT Computadores na Escola Ltda. Campinas: RCT. Fundamentos e Metodologia da Alfabetização I Ementa: Estudo dos processos de desenvolvimento e aprendizagem da linguagem escrita e da leitura na criança, nos jovens e adultos. A contribuição das diversas áreas do conhecimento: Lingüística, Psicologia, Psicolingüística e Didática. Análise de softwares educacionais. Bibliografia Básica: BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: educação de jovens e adultos. Disponível em : http://www.mec.gov.br/self/jovem/procur.shtm. Acessado em 09/07/2006. BRASIL. Ministério da Educação e Cultura. Referencial curricular nacional para a educação infantil. Brasília MEC ‐ Ministério da Educação e Cultura, 1998. CAGLIARI, L.C. Alfabetização & Lingüística. São Paulo: Scipione, 1988. FERREIRO, E. TEBEROSKY, A. Psicogênese da língua escrita. Porto Alegre: Artes Médicas, 1986. VYGOTSKY, Lev Semenovich. A formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes, 1998. Software de apoio: Letras e Palavras, Minha Lista de Palavras, Frases Enigmáticas, Jogo da Forca, ABC, Arrumando a Casa. RCT Computadores na Escola Ltda. Campinas: RCT. Fundamentos e Metodologia da Educação Infantil I Ementa: Concepções históricas e sociais das políticas da Educação Infantil. Objetivos da Educação Infantil.Teoria e Prática do desenvolvimento de crianças de 0 a 6 anos. Reflexões dos eixos organizadores associados à qualidade na Educação Infantil. Bibliografia Básica: ASSIS, Orly Zucatto Mantovani de. Uma nova metodologia de educação pré‐escolar. São Paulo: Pioneira, 1993. BRASIL. Ministério da Educação e Cultura. Referencial curricular nacional para a educação infantil. Brasília MEC ‐ Ministério da Educação e Cultura, 1998. OLIVEIRA, Zilma Ramos de. Educação Infantil: fundamentos e métodos. São Paulo: Cortez, 2002. Fundamentos e Metodologia do Ensino Médio I Ementa: Estudo e análise crítica sobre a formação de professores na escola de magistério em nível médio frente aos diferentes determinantes da estrutura escolar: a relação pedagógica professor – aluno; o projeto pedagógico, a seleção e organização dos conteúdos e as diferentes metodologias de ensino. Bibliografia Básica: BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Referenciais para formação de professores. Brasília: MEC/SEF, 1999. GIROUX, H.A. Os professores como intelectuais. Porto Alegre: Artmed, 1997. Pesquisa e Prática Pedagógica I Ementa: Bases teóricas para orientação da prática pedagógica em espaços escolares e não escolares. O processo de ensino aprendizagem e as alternativas metodológicas como base para a prática pedagógica. Iniciação à pesquisa vinculada aos problemas educacionais observados em sala de aula da Escola Campo. Projeto para o Estágio Prático de Observação Participativa nas escolas da Educação Infantil, nos anos iniciais do Ensino Fundamental, na educação de Jovens e Adultos e na Educação Não Formal. Bibliografia Básica: BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais. Brasília: MEC ‐ Ministério da Educação e Cultura, 2001. HENGEMÜHLE, Adelar. Gestão de ensino e práticas pedagógicas.Petrópolis: Vozes, 2004. PERRENOUD, Philippe. Dez novas competências para ensinar: convite à viagem. Porto Alegre: Artmed, 2000. VON SIMSON, Olga Rodrigues de Moraes. Educação não‐formal: cenários da criação. Campinas: UNICAMP, 2001. Princípios e Métodos de Gestão Educacional I Ementa: Caracterização histórica da gestão educacional. Breve estudo das teorias e modelos organizacionais de gestão. Conhecimento das propostas de gestão democrática em espaços escolares e não escolares. 40 INSTITUTO MARIA IMACULADA FACULDADES INTEGRADAS MARIA IMACULADA CENTRO DE MOGI GUAÇU Bibliografia Básica: CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à teoria geral da administração. 2ª ed. Rio de Janeiro: Campus, 2000. FERREIRA, Naura Syria C. e Márcia Ângela da S. Aguiar (org.), Gestão da Educação. Impasses, perspectivas e compromissos. São Paulo: Cortez, 2001. MARTINS, José do Prado. Administração escolar: uma abordagem crítica do processo administrativo em educação. 2. ed. São Paulo: Atlas, 1999. PARO, Vitor Henrique. Gestão democrática da escola pública. São Paulo: Editora Ática, 2002. 6º. SEMESTRE Fundamentos e Metodologia das Séries Iniciais do Ensino Fundamental IV Ementa: Subsídios teórico‐metodológicos referentes à produção do conhecimento nas áreas do ensino de Geografia e História na Educação Infantil, nos anos iniciais do Ensino Fundamental e na Educação de Jovens e Adultos. Desenvolvimento de habilidades e aquisição de competências. Aprendizagem, desenvolvimento e construção do conhecimento nas ciências humanas. Análise dos programas de Geografia e História proposto pelos PCNs e seu tratamento em livros didáticos avaliados pelo MEC. A seqüência de ensino. Análise de softwares educacionais. Bibliografia Básica: BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: geografia. Brasília: MEC ‐ Ministério da Educação e Cultura, 2001. BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: historia. Brasília: MEC ‐ Ministério da Educação e Cultura, 2001. BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: educação de jovens e adultos. Disponível em : http://www.mec.gov.br/self/jovem/procur.shtm. Acessado em 09/07/2006. BRASIL. Ministério da Educação e Cultura. Referencial curricular nacional para a educação infantil. Brasília MEC ‐ Ministério da Educação e Cultura, 1998. PENTEADO, Heloisa Dupas. Metodologia do ensino de história e geografia. São Paulo: Cortez, 1991. PINSKY,Jaime (org.) O ensino da historia e a criação do fato. São Paulo: Contexto, 1990. ZAMBONI, E. e ROSSI, V. (org.) Quanto tempo o tempo tem? Campinas: Ed. Átomo/Alínea, 2003. Software de apoio: Letras e Palavras, Minha Lista de Palavras, Frases Enigmáticas, Jogo da Forca, ABC, Arrumando a Casa, Mapas. RCT Computadores na Escola Ltda. Campinas: RCT. Fundamentos e Metodologia da Alfabetização II Ementa: Alfabetização e Letramento: contextualização histórica. Estudo, análise e avaliação dos diferentes métodos de alfabetização. Planejamento e organização do trabalho pedagógico. Estudo sobre a heterogeneidade e resignificação das práticas tradicionais da alfabetização. Bibliografia Básica: BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: educação de jovens e adultos. Disponível em : http://www.mec.gov.br/self/jovem/procur.shtm. Acessado em 09/07/2006. BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Programa de Formação de Professores Alfabetizadores. Módulos Diversos. Brasília: MEC/SEF, 2001. BRASIL. Ministério da Educação e Cultura. Referencial curricular nacional para a educação infantil. Brasília MEC ‐ Ministério da Educação e Cultura, 1998. FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido. São Paulo: Cortes, 1985. KLEIN, L. R. Alfabetização: quem tem medo de ensinar. São Paulo: Cortes, 1996. SMOLKA, A.L.B. A criança na fase inicial da escrita: alfabetização do processo discursivo. São Paulo: Cortes, 1998. SOARES, M. B. Letramento – em três gêneros. Belo Horizonte: Ceale, Autêntica, 1998. Software de apoio: Letras e Palavras, Minha Lista de Palavras, Frases Enigmáticas, Jogo da Forca, ABC, Arrumando a Casa. RCT Computadores na Escola Ltda. Campinas: RCT. Fundamentos e Metodologia da Educação Infantil II Ementa: Visão do desenvolvimento integral da criança. O papel do educador e a organização dos espaços, da rotina, do planejamento e de materiais propícios. A importância dos diversos tipos de linguagens (o brincar, a oralidade, a escrita, o movimento, a música, etc.) para este processo de desenvolvimento integral. Bibliografia Básica: BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil. Brasília: MEC/ SEF, 1998, vol 3. (Textos sobre o movimento, a música, artes, linguagem oral e escrita e matemática). KRAMER, Sonia. Aprendendo com a criança a mudar a realidade. In: Revista Criança. Abril de 2005. MARTINS FILHO, Altino José. A vez e a voz das crianças: uma reflexão sobre as produções culturais na infância. In: Presença Pedagógica, no. 61, vol. 11, janeiro/fevereiro de 2005. WAJSKOP, Gisela e ABRAMOWICZ, Anete. Educação Infantil: creches. São Paulo: Moderna, 1999. Fundamentos e Metodologia do Ensino Médio II Ementa: Definir problemas observados em sala de aula no ensino médio. As bases técnicas e fundamentais da organização do ensino no curso de Normal na modalidade de Ensino Médio. Realização do ensino‐pesquisa como importante suporte para formação do professor. Bibliografia Básica: 41 INSTITUTO MARIA IMACULADA FACULDADES INTEGRADAS MARIA IMACULADA CENTRO DE MOGI GUAÇU BRASIL. Ministério da Educação e Cultura. Referenciais para formação de professores. Brasília: Secretaria da Educação Fundamental, 1999. GIROUX, H.A. Os professores como intelectuais. Porto Alegre: Artmed, 1997. SILVA, E.T. Magistério e Mediocridade. São Paulo: Cortez 1999. SNYDERS, G. Alunos Felizes. São Paulo: Paz e Terra, 1996. Pesquisa e Prática Pedagógica II Ementa: Definir problemas de Pesquisa Pedagógica observada em sala de aula nos anos iniciais do Ensino Fundamental e no Ensino Médio. Visão atualizada dos fundamentos metodológicos que auxiliam o professor na sua prática docente. Direcionar projetos de estágio supervisionado na Educação Infantil, nas séries iniciais do Ensino Fundamental, na Educação de jovens e adultos e em espaços não escolares. Bibliografia Básica: BRASIL. Ministério da Educação e Cultura. Referenciais para formação de professores. Brasília: Secretaria da Educação Fundamental, 1999. HENGEMÜHLE, Adelar. Gestão de ensino e práticas pedagógicas. Petrópolis: Vozes, 2004. HERNÁNDEZ, Fernando. A organização do currículo por projetos de trabalho: o conhecimento é um caleidoscópio. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998. Princípios e Métodos de Gestão Educacional II Ementa: A atuação do gestor educacional no Ensino Fundamental e Médio. Princípios éticos. Participação das ações coletivas da equipe pedagógica: escola, família e comunidade. Bibliografia Básica ALVES, Nilda. Educação e Supervisão: o trabalho coletivo na escola. São Paulo: Cortez, 1991. CONSED, ‐ Revista Gestão em Rede: abril, junho, julho e agosto, 2005. FERREIRA, Naura Syria C. e Márcia Ângela da S. Aguiar (org.), Gestão da Educação. Impasses, perspectivas e compromissos. São Paulo: Cortez, 2001. GIACAGLIA, Lia Renata Angelini. Orientação educacional na prática: princípios, técnicas e instrumentos. São Paulo: Pioneira, 1996. SANDER, B. Gestão da educação na América Latina: construção e reconstrução do conhecimento. São Paulo: Autores Associados, 1985. 7º Semestre Avaliação dos Processos Pedagógicos e Educacionais I Ementa: Estudo dos principais modelos de avaliação dos processos de ensino e da aprendizagem no contexto escolar. Planejamento de estratégias e instrumentos de avaliações pertinentes à atualidade da educação em espaços escolares e não escolares. Bibliografia Básica: HOFFMANN, Jussara Maria Lerch. Avaliação: mito & desafio: uma perspectiva construtivista. 22ª. ed. Porto Alegre: Mediação, 1997. LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da aprendizagem escola. 11ª. ed. São Paulo: Cortez, 2001. PERRENOUD, Philippe. Avaliação: da excelência à regulação das aprendizagens, entre duas lógicas. Porto Alegre: Artmed, 1999. Gestão Educacional nas Organizações I Ementa: Estudo de teorias que embasam a atuação do pedagogo na vida organizacional: a ação integrada e interdisciplinar, o desenvolvimento educacional dos colaboradores, a compreensão do papel do ser humano dentro das organizações e as suas relações produtivas. Provisão em recursos humanos: recrutamento e seleção de pessoal. Desenvolvimento: treinamento e educação. Tecnologia e a Educação. Projetos. Bibliografia Básica: CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à teoria geral da administração. 2. ed. Rio de Janeiro: Campus, 2000. CHIAVENATO, Idalberto. Recursos humanos. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2000. LOPES, Izolda; et. al. Pedagogia Empresarial: uma nova visão de aprendizagem nas organizações.Rio de Janeiro: Pedagogia Empresarial, 2006. Fundamentos e Metodologia da Educação Inclusiva I Ementa: Caracterização do indivíduo com dificuldades e necessidades educacionais especiais. O sistema educacional brasileiro e a inclusão. Atuação pedagógica interdisciplinar da educação inclusiva na educação infantil e no ensino fundamental. Contextos sócio‐culturais e aprendizagem. Bibliografia Básica: Brasil. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: Adaptações Curriculares / Secretaria de Educação Fundamental. Secretaria de Educação Especial. – Brasília: MEC / SEF/SEESP, 1998. IMBERNÓN, F. (org.). A Educação no Século XXI – os desafios do futuro imediato. Trad. Ernani Rosa. Porto Alegre: Artmed. 2000. MANTOAN, Maria Tereza. Inclusão Escolar. o que é? por quê? como fazer? São Paulo: Moderna, 2005. STAINBACK, Susan. Inclusão: um guia para educadores. Porto Alegre: Artmed, 1999. Educação, Meio Ambiente e Saúde I Ementa: O conceito de saúde em sua dimensão biopsicosocial. As doenças comuns da infância e as doenças conseqüentes à degradação do meio ambiente. Noções básicas de primeiros socorros. Abordagens e formas de realizar a educação da saúde na escola. Bibliografia Básica: BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: Meio Ambiente e saúde. Vol. 9. Brasília: MEC ‐ Ministério da Educação e Cultura, 2001. NIGRO CONCEIÇÂO, J. A. (coord.) Saúde Escolar. A criança, a vida e a escola. São Paulo: Sarvier, 1994. SÂO PAULO, SECRETARIA DO ESTADO DA EDUCAÇÂO. Proposta curricular de ciência e programas de saúde para o 1º Grau. São Paulo, SEE/CENP, 1988. 42 INSTITUTO MARIA IMACULADA FACULDADES INTEGRADAS MARIA IMACULADA CENTRO DE MOGI GUAÇU Elaboração e Gestão de Projetos Educacionais I Ementa: Fundamentos da organização do trabalho pedagógico. Organização e gestão da escola: objetivos do ensino e o trabalho coletivo dos professores e gestores. O planejamento educacional: participação, autonomia e democracia na elaboração e gestão dos projetos educacionais. Funções do planejamento educacional e do projeto político‐pedagógico. Bibliografia Básica: LIBÂNEO, J.C. (org.) Educação Escolar: Políticas, Estruturas e Organização. (Coleção Docência em Formação) São Paulo: Cortez, 2003. VEIGA, Ilma P.A. Educação Básica e Ensino Superior: Projeto Político‐Pedagógico. (Coleção Magistério: Formação e Trabalho Pedagógico) Campinas, SP: Papirus, 2004. VEIGA, Ilma P. A. e FONSECA (org.) As Dimensões do Projeto Político ‐ Pedagógico: novos desafios para a escola. (Coleção Magistério: Formação e Trabalho Pedagógico) Campinas, SP: Papirus, 2001. Gestão dos Espaços Educacionais I Ementa: Relações entre a teoria e a prática do Gestor Educacional. Principais variáveis que determinam a prática da gestão educacional e do serviço de apoio escolar. Bibliografia Básica: FERREIRA, Naura Syria C. e Márcia Ângela da S. Aguiar (org.), Gestão da Educação. Impasses, perspectivas e compromissos. São Paulo: Cortez, 2001. GIACAGLIA, Lia. Renata Angelini. Orientação educacional na prática: princípios, técnicas e instrumentos. São Paulo: Pioneira, 1996. LIBÂNEO, J.C. (org.) Educação Escolar: Políticas, Estruturas e Organização. (Coleção Docência em Formação) São Paulo: Cortez, 2003. 8º Semestre Avaliação dos Processos Pedagógicos e Educacionais II Ementa: Avaliação institucional como apoio à avaliação pedagógica. As novas propostas de avaliação para o processo pedagógico na Educação Infantil, nos anos iniciais do Ensino Fundamental e na Educação de jovens e adultos. A avaliação e os aspectos legais. Bibliografia Básica: HOFFMANN, Jussara Maria Lerch. Avaliação: mito & desafio: uma perspectiva construtivista. 22ª. ed. Porto Alegre: Mediação, 1997. LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da aprendizagem escola. 11ª. ed. São Paulo: Cortez, 2001. PERRENOUD, Philippe. Avaliação: da excelência à regulação das aprendizagens, entre duas lógicas. Porto Alegre: Artmed, 1999. Gestão Educacional nas Organizações II Ementa: Conceitos e experiências da gestão nas organizações da educação não‐escolar, de modo a incorporar na formação de educadores e na pesquisa novas formas de educação e novos contextos de aprendizagens, diferenciados da educação escolar. Analise as relações entre educação escolar e educação não‐escolar em diferentes contextos. Bibliografia Básica: CHAUÍ, M. Cultura e Democracia. São Paulo: Cortez, 2001. IMBERNÓN, F. (org.). A Educação no Século XXI – os desafios do futuro imediato. Trad. Ernani Rosa. Porto Alegre: Artmed, 2000. SAVIANI, Dermeval. Escola e democracia: teorias da educação, curvatura da vara, onze teses sobre educação e política. São Paulo: Cortez, 1987. Fundamentos e Metodologia da Educação Inclusiva II Ementa: Conceito do termo dificuldade de aprendizagem. Diferenciação do termo dificuldade de aprendizagem e distúrbios de aprendizagem. Análise dos fatores que podem interferir no processo normal de aprendizagem. Sugestões de possíveis soluções para prevenir e sanar as possíveis dificuldades de aprendizagens acadêmicas. Bibliografia Básica: GARCIA, Jesus N. S. Manual de dificuldades de aprendizagem: linguagem, leitura, escrita e matemática. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998. FONSECA, Vitor. Introdução às dificuldades de aprendizagem. Porto Alegre: Artes Médicas, 1995. Educação, Meio Ambiente e Saúde II Ementa: A Educação e meio ambiente. A apropriação do meio ambiente pelo homem: o uso dos recursos naturais e implicações éticas. Proteção ambiental e desenvolvimento sustentável. A situação ambiental local. A educação ambiental e os processos pedagógicos interdisciplinares. Bibliografia Básica: AMARAL, I. A. do e outros. Educação ambiental e o currículo escolar. In: Revista Contestado e Educação, Caçador/SP, UnC, http://www.pg.cdr.umcbr/Revista virtual/Numero seis /Artigos.htm,2003. BOFF, L. Saber cuidar: ética do humano‐compaixão pela terra. Petrópolis: Vozes, 1999. BRANDÃO, C. R. Somos as águas puras. Campinas. Papirus, 2000. MORIN, Edgar. Sete saberes necessários à educação do futuro. São Paulo: Cortez Ed. Unesco, 2000. Elaboração e Gestão de Projetos Educacionais II Ementa: Análise e reflexão de projetos político ‐ pedagógicos. Implicações para a organização do trabalho de sala de aula. Diagnósticos, planos, programas e projetos no setor educacional. O projeto político‐pedagógico como instrumento de gestão da escola. Elaboração de um projeto político‐pedagógico numa visão emancipadora. Bibliografia Básica: LIBÂNEO, José Carlos. Educação escolar: políticas, estrutura e organização. São Paulo: Cortez, 2003. LIBÂNEO, José Carlos. Organização e gestão da escola: teoria e prática. Goiânia: Alternativa, 2003. 43 INSTITUTO MARIA IMACULADA FACULDADES INTEGRADAS MARIA IMACULADA CENTRO DE MOGI GUAÇU VEIGA, Ilma P.A. FONSECA, M. As dimensões do projeto político – pedagógico. (Coleção Magistério: Formação e Trabalho Pedagógico) 3ºed., Campinas, SP: Papirus, 2001. PADILHA, Paulo R.. Planejamento Dialógico: como construir o projeto político pedagógico. 3ª ed. São Paulo: Cortez; Instituto Paulo Freire, 2002‐ (Guia da escola cidadã;v.7). MENEZES, Luís Carlos de. Projeto pedagógico: rever o quê, mudar por quê? In: http://www.crmariocovas.sp.gov.br . Acesso em: outubro de 2005. Gestão dos Espaços Educacionais II Ementa: Planejamento e organização das diferentes funções dos gestores educacionais nas áreas de serviços e apoio escolar considerando o contexto histórico e sociocultural do sistema educacional brasileiro. Áreas de atuação: escola, família, comunidade e sociedade. Bibliografia Básica ALVES, Nilda. Educação e Supervisão: o trabalho coletivo na escola. São Paulo: Cortez, 1991. GIACAGLIA, Lia Renata Angelini. Orientação educacional na prática: princípios, técnicas e instrumentos. São Paulo: Pioneira, 1996. MÜLLER, Marina. Orientação vocacional. Porto Alegre: Artes Médicas, 1988. LIMA, Elvira C. de A. S. A escola e seu diretor: algumas reflexões. (http://www.crmaricovas.sp.gov.br) MENDONÇA, E. F. Estado patrimonial e gestão democrática do ensino publico no Brasil. (http: //www. crmariocovas. sp. gov. br). 44 INSTITUTO MARIA IMACULADA FACULDADES INTEGRADAS MARIA IMACULADA CENTRO DE MOGI GUAÇU Proposta de Estrutura Curricular para Habilitação na Educação Infantil Atendendo a demanda e exigência do mercado de trabalho local e regional por profissionais com formação para a docência na Educação Infantil, abaixo descrevemos uma proposta de Estrutura Curricular acompanhada de seu ementário, com a duração de um semestre letivo e carga horária total de 600 horas aos alunos egressos do Curso de Licenciatura Plena em Pedagogia anteriores à Resolução CNE/CP no.1 de 15 de maio de 2006, que queiram complementar seus estudos na área da Educação Infantil. 1o semestre Tipo a/s CHS H. Fundamentos e Metodologia da NB 4 72 60 Educação Infantil Psicologia do Pré‐Escolar NB 4 72 60 História da Educação Infantil NB 2 36 30 Educação e Saúde do Pré‐Escolar NB 2 Fundamentos e Metodologia da Educação Inclusiva na Educação NA/D 2 Infantil Estrutura e Funcionamento da NB 2 Educação Infantil Pesquisa e Prática Pedagógica na NB 4 Educação Infantil Estágio Supervisionado NEI Total Semestre 20 36 30 36 30 36 30 72 60 300 360 600 EMENTÁRIO PROPOSTO 1º. Semestre Fundamentos e Metodologia da Educação Infantil I Ementa: Objetivos da Educação Infantil. Reflexões dos eixos organizadores associados à qualidade na Educação Infantil. Visão do desenvolvimento integral da criança. A importância do corpo na formação psico‐social e física da criança. O processo artístico e suas implicações educacionais. A avaliação na Educação Infantil. O papel do educador e a organização dos espaços, da rotina, do planejamento e de materiais propícios. Bibliografia Básica: ASSIS, Orly Zucatto Mantovani de. Uma nova metodologia de educação pré‐escolar. São Paulo: Pioneira, 1993. BRASIL. Ministério da Educação e Cultura. Referencial curricular nacional para a educação infantil. Brasília MEC ‐ Ministério da Educação e Cultura, 1998, vol 3. (Textos sobre o movimento, a música, artes, linguagem oral e escrita e matemática). KRAMER, Sonia. Aprendendo com a criança a mudar a realidade. In: Revista Criança. Abril de 2005. MARTINS FILHO, Altino José. A vez e a voz das crianças: uma reflexão sobre as produções culturais na infância. In: Presença Pedagógica, no. 61, vol. 11, janeiro/fevereiro de 2005. OLIVEIRA, Zilma Ramos de. Educação Infantil: fundamentos e métodos. São Paulo: Cortez, 2002. WAJSKOP, Gisela e ABRAMOWICZ, Anete. Educação Infantil: creches. São Paulo: Moderna, 1999. Psicologia do Pré‐Escolar Ementa: Estudo do comportamento de crianças em seus aspectos: cognitivo, afetivo e social. Concepções de infância. A criança de 0 a 6 anos como sujeito histórico, social e cultural. Teorias do conhecimento e do desenvolvimento humano. O papel das interações sociais. Linguagem e constituição do pensamento. Conhecimento, imaginação criadora e afetividade. O debate Piaget/ Vygotsky e as questões educacionais. 45 INSTITUTO MARIA IMACULADA FACULDADES INTEGRADAS MARIA IMACULADA CENTRO DE MOGI GUAÇU Bibliografia Básica: BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil. Brasília: MEC/ SEF, 1998. LA TAILE, Yves de. Piaget, Vygotsky, Wallon: teorias psicogenéticas em discussão. São Paulo: Summus, 1992. PULASKI, Mary a. S. Compreendendo Piaget. RJ:Guanabara/ Koogan,1986. VIGOTSKY, Lev Semenovich. Pensamento e Linguagem. São Paulo: Martins Fontes, 1996. História da Educação Infantil Ementa: Políticas dirigidas às crianças de 0 a 6 anos no Brasil: uma abordagem histórica. Iniciativas de caráter médico, medidas assistenciais e a ênfase educativa. Políticas voltadas à infância e os movimentos sociais. Infância, educação e cidadania. Impasses e perspectivas da educação infantil (Constituição de 1988 e nova Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional). Função social da educação infantil na construção de uma sociedade democrática. Bibliografia Básica: BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil. Brasília: MEC/ SEF, 1998. CAMBI, Franco. História da pedagogia. São Paulo: UNESP, 1999. OLIVEIRA, Zilma Ramos de. Educação Infantil: fundamentos e métodos. São Paulo: Cortez, 2002. WAJSKOP, Gisela e ABRAMOWICZ, Anete. Educação Infantil: creches. São Paulo: Moderna, 1999. Educação e Saúde do Pré‐Escolar Ementa: Estudo da desnutrição: determinantes e relação com o desenvolvimento físico, psíquico e social da criança. Visão crítica da Puericultura: contexto histórico, caráter ideológico e repercussões sobre concepções de saúde e de higiene. Análise crítica de programas desenvolvidos na escola: ensino de saúde, merenda escolar e teste oftalmológico. Bibliografia Básica: BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil. Brasília: MEC/ SEF, 1998. Fundamentos e Metodologia da Educação Inclusiva na Educação Infantil Ementa: Caracterização do indivíduo com dificuldades e necessidades educacionais especiais. Conceito do termo dificuldade de aprendizagem. Análise dos fatores que podem interferir no processo normal de aprendizagem. Contribuição de diferentes áreas do conhecimento na prevenção e reeducação de possíveis dificuldades de aprendizagens acadêmicas. O sistema educacional brasileiro e a inclusão. Atuação pedagógica interdisciplinar da educação inclusiva na educação infantil. Bibliografia Básica: BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: Adaptações Curriculares / Secretaria de Educação Fundamental. Secretaria de Educação Especial. – Brasília: MEC / SEF/SEESP, 1998. FONSECA, Vitor. Introdução às dificuldades de aprendizagem. Porto Alegre: Artes Médicas, 1995. GARCIA, Jesus N. S. Manual de dificuldades de aprendizagem: linguagem, leitura, escrita e matemática. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998. IMBERNÓN, F. (org.). A Educação no Século XXI – os desafios do futuro imediato. Trad. Ernani Rosa. Porto Alegre: Artmed. 2000. MANTOAN, Maria Tereza. Inclusão Escolar. o que é? por quê? como fazer? São Paulo: Moderna, 2005. STAINBACK, Susan. Inclusão: um guia para educadores. Porto Alegre: Artmed, 1999. Pesquisa e Prática Pedagógica na Educação Infantil Ementa: Definir problemas de Pesquisa Pedagógica observada em sala de aula na Educação Infantil. Direcionar projetos de estágio supervisionado na Educação Infantil. Desenvolvimento de aspectos técnico‐práticos do processo de planejamento, elaboração e avaliação de um currículo para a Educação Infantil. Bibliografia Básica: BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil. Brasília: MEC/ SEF, 1998. BRASIL. Ministério da Educação e Cultura. Referenciais para formação de professores. Brasília: Secretaria da Educação Fundamental, 1999. HENGEMÜHLE, Adelar. Gestão de ensino e práticas pedagógicas. Petrópolis: Vozes, 2004. HERNÁNDEZ, Fernando. A organização do currículo por projetos de trabalho: o conhecimento é um caleidoscópio. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998. Estrutura e Funcionamento da Educação Infantil Ementa: Concepções históricas e sociais das políticas da Educação Infantil. As diretrizes e as bases do funcionamento atual. Desenvolvimento conceitual do currículo. Pressupostos e propostas curriculares de diferentes sistemas de educação e escolas. Abordagem do currículo no cotidiano da Educação Infantil. Bibliografia Básica: BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais. Brasília: MEC‐ Ministério de Educação e Cultura, 1997. BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil. Brasília: MEC/ SEF, 1998. D'ANTOLA, Arlette R. M. Supervisão e currículo: rumo a uma visão humanista. São Paulo: Pioneira, 1993. 46 INSTITUTO MARIA IMACULADA FACULDADES INTEGRADAS MARIA IMACULADA CENTRO DE MOGI GUAÇU 47 INSTITUTO MARIA IMACULADA FACULDADES INTEGRADAS MARIA IMACULADA CENTRO DE MOGI GUAÇU REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais/ Secretaria de Educação Fundamental. Brasília: MEC/SEF, 1997. BUSSMANN, Antonia Carvalho. O projeto político pedagógico e a gestão da escola. In: Veiga I.P.A. (org).Projeto Político pedagógico da Escola: uma construção possível. Campinas: Papirus, 1995. PERRENOUD, Philippe; PAQUAY, Leopold; ALTET, Marrite; CHARLIER, Évelyne (orgs.). Formando Professores profissionais: Quais estratégias? Quais competências.Trad. Fátima Murad e Eunice Gruman. 2ª. ed. rev. Porto Alegre: Artmed Editora, 2001. SANTOMÉ, Turjo Torres. Globalização e interdisciplinaridade: o currículo integrado. Porto Alegre: Artmed, 1998.p.131‐151. VEIGA, Ilma P.A. Educação Básica: Projeto Político‐Pedagógico; Educação Superior: Projeto Político‐Pedagógico. (Coleção Magistério: Formação e Trabalho Pedagógico) Campinas, SP: Papirus, 2004. WACHOWICZ, L.A. e ROMANOWSKI, J.P. Avaliação: que realidade é esta? In: Avaliação. Revista da Rede de Avaliação Institucional da Educação Superior – RAIES‐vol.7, no. 2, jun, 2002. 48 INSTITUTO MARIA IMACULADA FACULDADES INTEGRADAS MARIA IMACULADA CENTRO DE MOGI GUAÇU ANEXOS Quadro com os Conhecimentos Necessários à Formação do Perfil de Egresso I ‐ um núcleo de estudos básicos que, sem perder de vista a diversidade e a multiculturalidade da sociedade brasileira, por meio do estudo acurado da literatura pertinente e de realidades educacionais, assim como por meio de reflexão e ações críticas, articulará: Quadro do Núcleo de Estudos Básicos Diretrizes/Disciplinas DIRETRIZES CURRICULARES a) aplicação de princípios, concepções e critérios oriundos de diferentes áreas do conhecimento, com pertinência ao campo da Pedagogia, que contribuam para o desenvolvimento das pessoas, das organizações e da sociedade; b) aplicação de princípios da gestão democrática em espaços escolares e não‐escolares; c) observação, análise, planejamento, implementação e avaliação de processos educativos e de experiências educacionais, em ambientes escolares e não‐escolares; DISCIPLINAS ‐ Filosofia I e II; ‐ Sociologia I e II; ‐ História da Educação I e II ; ‐ Metodologia Cientifica I e II; ‐ Didática I e II; ‐ Estatística I e II; ‐ Psicologia da Educação I e II; ‐ Princípios e Métodos de Gestão I e II; ‐ Educação, Cidadania e Cultura I; ‐ Educação, Pedagogia e Ciência I e II. ‐ Gestão dos Espaços Educacionais I e II; ‐ Princípios e Métodos de Gestão I e II; ‐ Elaboração e Gestão dos Projetos Educacionais I e II; ‐ Estagio Curricular Supervisionado. ‐ Educação, Pedagogia e Ciência II; Princípios e Métodos de Gestão I e II; ‐ Elaboração e Gestão dos Projetos Educacionais I e II; ‐ Avaliação dos Processos Pedagógicos e Educacionais; ‐ Gestão dos Espaços Educacionais I e II; ‐ Didática I e II; ‐ Pesquisa e Prática Pedagógica I e II. d) utilização de conhecimento multidimensional Psicologia da Educação I e II; ‐ Fund. Met. Educação Inclusiva sobre o ser humano, em situações de I; ‐ Sociologia I e II; ‐ Educação, Cidadania e Cultura I; ‐ aprendizagem; Didática I e II; ‐ Pesquisa e Prática Pedagógica I e II. Quadro (continuação) do Núcleo de Estudos Básicos Diretrizes/Disciplinas e) aplicação, em práticas educativas, de conhecimentos de processos de desenvolvimento de crianças, adolescentes, jovens e adultos, nas dimensões física, cognitiva, afetiva, estética, cultural, lúdica, artística, ética e biossocial; f) realização de diagnóstico sobre necessidades e aspirações dos diferentes segmentos da sociedade, relativamente à educação, sendo capaz de identificar diferentes forças e interesses, de captar contradições e de considerá‐lo nos planos pedagógico e de ensino‐ aprendizagem, no planejamento e na realização de atividades educativas; g) planejamento, execução e avaliação de ‐ Fundamentos e Metodologia das Séries Iniciais do Ensino Fundamental I, II, III e IV; ‐ Fundamentos e Metodologia da Alfabetização I e II; ‐ Fundamentos e Metodologia da Educação Infantil I e II;‐ Fund. Met. da Ed. Inclusiva I; ‐ Fundamentos e Metodologia do Ensino Médio I e II; ‐ Pesquisa e Prática Pedagógica I e II; ‐ Psicologia da Educação I e I. ‐ História da Educação I e II; ‐ Sociologia I e II; ‐ Didática I e II; ‐ Pesquisa e Prática Pedagógica I e II; ‐ Princípios e Métodos de Gestão I e II; ‐ Elaboração e Gestão dos Projetos Educacionais I e II. ‐ Educação, Pedagogia e Ciência I; ‐ Didática I e II; ‐ História 49 INSTITUTO MARIA IMACULADA FACULDADES INTEGRADAS MARIA IMACULADA CENTRO DE MOGI GUAÇU experiências que considerem o contexto histórico e sociocultural do sistema educacional brasileiro, particularmente, no que diz respeito à Educação Infantil, aos anos iniciais do Ensino Fundamental e à formação de professores e de profissionais na área de serviço e apoio escolar; da Educação I e II; ‐ Estrutura e Funcionamento da Ed. Básica I e II; ‐ Fundamentos e Metodologia das Séries Iniciais do Ensino Fundamental I, II, III e IV; ‐ Fundamentos e Metodologia da Alfabetização I e II; ‐ Fundamentos e Metodologia da Educação Infantil I e II; ‐ Fundamentos e Met. da Educação Inclusiva I; ‐ Fundamentos e Metodologia do Ensino Médio I e II; ‐ Gestão dos Espaços Educacionais I; ‐ Pesquisa e Prática Pedagógica I e II. ‐ Didática I e II; ‐ Fundamentos e Metodologia das Séries Iniciais do Ensino Fundamental I, II, III e IV; ‐ Fundamentos e Metodologia da Alfabetização I e II; ‐ Fundamentos e h) estudo da Didática, de teorias e metodologias Metodologia da Educação Infantil I e II; ‐ Fundamentos e pedagógicas, de processos de organização do Metodologia do Ensino Médio I e II; ‐ Elaboração e Gestão de trabalho docente; Projetos Educacionais I e II; ‐ Pesquisa e Prática Pedagógica I e II. i) decodificação e utilização de códigos de diferentes linguagens utilizadas por crianças, ‐ Língua Portuguesa I e II;‐ Matemática I e II;‐ Fundamentos além do trabalho didático com conteúdos, e Metodologia das Séries Iniciais do Ensino Fundamental I, II, pertinentes aos primeiros anos de escolarização, III e IV; ‐ Fundamentos e Metodologia da Alfabetização I e II; relativos à Língua Portuguesa, Matemática, ‐ Fundamentos e Metodologia da Educação Infantil I e II; ‐ Ciências, História e Geografia, Artes, Educação Pesquisa e Prática Pedagógica I e II. Física; j) estudo das relações entre educação e trabalho, ‐ Educação, Pedagogia e Ciência I;‐ Educação, Meio diversidade cultural, cidadania, sustentabilidade, Ambiente e Saúde I; ‐ Fundamentos e Metodologia das entre outras problemáticas centrais da sociedade Séries Iniciais do Ensino Fundamental I, II, III e IV Educação, contemporânea; Cidadania e Cultura I e II; ‐ História da Educação I e II;‐ Sociologia II;‐ Filosofia II. k) atenção às questões atinentes à ética, à ‐ Filosofia I e II; ‐ Educação, Pedagogia e Ciência I e II;‐ estética e à ludicidade, no contexto do exercício Educação, Comunicação e Tecnologia I; ‐ Fundamentos e profissional, em âmbitos escolares e não‐ Metodologia das Séries Iniciais do Ensino Fundamental I, II, escolares, articulando o saber acadêmico, a III e IV; ‐ Pesquisa e Prática Pedagógica I e II;‐ Metodologia do Trabalho Cientifico I e II;‐ Estagio Supervisionado. pesquisa, a extensão e a prática educativa; ‐ Estrutura e Funcionamento da Educação Básica I e II;‐ l) estudo, aplicação e avaliação dos textos legais Historia da Educação I e II;‐ Fundamentos e Met. da relativos à organização da educação nacional; Educação Inclusiva I. II ‐ um núcleo de aprofundamento e diversificação de estudos voltados às áreas e atuação profissional priorizadas pelo projeto pedagógico das instituições e que, tendendo a diferentes demandas sociais, oportunizará, entre outras possibilidades: Quadro do Núcleo de Aprofundamento e diversificação de estudos Diretrizes/Disciplinas DIRETRIZES CURRICULARES a) investigações sobre processos educativos e gestoriais, em diferentes situações institucionais: escolares, comunitárias, assistenciais, empresariais e outras; b) avaliação, criação e uso de textos, materiais didáticos, procedimentos e processos de aprendizagem que contemplem a diversidade social e cultural da sociedade brasileira; DISCIPLINAS ‐ Gestão Educacional nas Organizações I e II; ‐ Estágio Supervisionado; ‐Gestão dos Espaços Educacionais II. ‐ Educação; Meio ambiente e Saúde I e II; ‐ Educação, Comunicação e Tecnologia I e II; ‐ Estagio Supervisionado (Docência); ‐Fund. Met. Educação Inclusiva II. 50 INSTITUTO MARIA IMACULADA FACULDADES INTEGRADAS MARIA IMACULADA CENTRO DE MOGI GUAÇU c) estudo, análise e avaliação de teorias da educação, a ‐ Estagio Supervisionado (Docência); fim de elaborar propostas educacionais consistentes e ‐Gestão dos Espaços Educacionais II. inovadoras; III ‐ um núcleo de estudos integradores que proporcionará enriquecimento curricular e compreende participação em: Quadro do Núcleo de Estudos Integradores Diretrizes/Disciplinas DIRETRIZES CURRICULARES a) seminários e estudos curriculares, em projetos de iniciação científica, monitoria e extensão, diretamente orientados pelo corpo docente da instituição de educação superior; b) atividades práticas, de modo a propiciar vivências, nas mais diferentes áreas do campo educacional, assegurando aprofundamentos e diversificação de estudos, experiências e utilização de recursos pedagógicos; c) atividades de comunicação e expressão cultural. DISCIPLINAS ‐ Atividades Teórico‐Práticas; ‐Trabalhos acadêmicos e científicos articulando saberes e conhecimentos em disciplinas dos núcleos: Básico e de Aprofundamento e Diversificação; ‐Orientação de Projeto Final de Curso I,II,III,IV. ‐ Atividades Teórico‐Práticas; ‐Orientação de Projeto Final de Curso I,II,III,IV. ‐Elaboração de oficinas pedagógicas em projetos de extensão à comunidade; ‐ Projetos em parceria com escolas do Ensino Fundamental e Médio; ‐ Estagio Supervisionado. ‐ Atividades Teórico‐Práticas; ‐Semanas de Estudos e Atividades Culturais promovidas pela a Instituição Formadora ou outras. 51