41 Leitura e caracterização da paisagem em auxílio ao ... LEITURA E CARACTERIZAÇÃO DA PAISAGEM EM AUXÍLIO AO PLANEJAMENTO DA OCUPAÇÃO URBANA DE PONTE NOVA-MG1 Landscape Measurement and Characterization as an Aid to Urban Occupation Planning of Ponte Nova-MG Othavio Afonso Marchi2, Maria Lúcia Calijuri3, Sandra Helena Gonçalves Costa3, Wilson Gandini Lugão2 e Pedro João Antunes de Souza2 1 Trabalho convidado. Doutorando, Dep. de Engenharia Civil da Universidade Federal de Viçosa – DEC/UFV, 36570-000 Viçosa-MG, <[email protected]>; 3 D.S., Professora Titular – DEC/UFV, <[email protected]>; 4 Graduanda em Geografia – DEC/UFV, <[email protected]>; 2 Doutorando, – DEC/UFV, <[email protected]>; 5 Graduando em Engenharia de Agrimensura – DEC/UFV, <[email protected]>. 2 Resumo: Ao longo de sua ocupação, o município de Ponte Nova-MG tem sofrido um forte impacto na sua paisagem, oriundo do crescimento desordenado e da falta de planejamento no uso e na ocupação do solo urbano, levando a população local e o poder público a enfrentar problemas relacionados às áreas de risco de escorregamentos, enchentes e inundações. Diante deste quadro, o objetivo deste trabalho foi fazer uma leitura e a caracterização da paisagem urbana do município. Para tanto, implementou-se uma base de dados cartográficos georreferenciados (altimetria, hidrografia, sistema viário e evolução da mancha urbana), com o objetivo de fornecer subsídios que auxiliem na orientação e racionalização à ocupação da área urbana. Palavras-chave: Expansão urbana, áreas de risco e caracterização do meio físico. Abstract: Along its occupation, the municipal district of Ponte Nova, MG, Brazil has suffered a strong impact on its landscape, as a result of the disordered occupation and lack of planning of urban soil use, forcing the local population and the public government to face problems related to sliding risk areas, and floodings. Based on this scenario, this work aimed to characterize and understand the urban landscape of this municipal district. A georeferenced cartographic database was implemented (altimetry, hydrography, road system and urban evolution) to supply data to help guide and find a solution to the occupation of the urban area. Key words: Risk areas, urban expansion, and environment characterization. 1 INTRODUÇÃO A acelerada expansão dos centros urbanos traz consigo vários problemas. Assim, todo processo de crescimento urbano rápido, e na maioria das vezes desordenado, cria e acentua problemas de má integração intra-urbana, de carência de infraestrutura e de uso inadequado do solo. Como conseqüência, tem-se o agravamento dos problemas relacionados com a ocupação de encostas e áreas inundáveis, trazendo sérios danos para o município e colocando em risco a vida de moradores. Este fato vem sendo alvo de preocupação e discussão entre diversos especialistas, principalmente entre os profissionais que trabalham com o meio físico. Natureza & Desenvolvimento, v. 1, n. 1, p. 41-50, 2005 42 Devido aos grandes prejuízos econômicos, sociais e ambientais causados pelos freqüentes casos de escorregamentos e inundações em regiões urbanizadas, a legislação brasileira fixou normas para o uso e a ocupação racionais do solo. A Constituição Brasileira de 1988 exige a elaboração de Planos Diretores para todos os municípios com mais de 20.000 habitantes, o que evidencia a preocupação com a questão urbana. Deste modo, é necessário que se faça um levantamento detalhado das variáveis que regem a estabilidade de encostas naturais, o escoamento superficial e as áreas suscetíveis a inundações, para indicar suas restrições e potencialidades e estabelecer limitações legais e adequadas para que se apresentem planos e projetos de intervenção, sejam de caráter preventivo ou corretivo, por meio de medidas estruturais ou não-estruturais. O município de Ponte Nova-MG vem sofrendo freqüentemente com a ação das chuvas. Em épocas de elevado nível de precipitação, grande parte da população é atingida por inundações e acidentes geológicos, causando desabamentos de residências e de comércios e alagamentos de grandes áreas. Com isso, grandes prejuízos econômicos e sociais são registrados sistematicamente em todo o município, tanto na área urbana, quanto na rural. Algumas intervenções urbanas, ainda em uso no município, têm se mostrado irresponsáveis, uma vez que socializam compulsoriamente os danos e prejuízos, criando e ampliando situações de risco e operações onerosas à população e ao poder público. Entretanto, “não basta o conhecimento dos fenômenos e características da natureza da área e dos terrenos envolvidos, sua hidrologia e comportamento Natureza & Desenvolvimento, v. 1, n. 1, p. 41-50, 2005 MARCHI, O.A. et al. mecânico. É fundamental o conhecimento detalhado também das solicitações impostas ao meio pela cidade, sua interação, suas dinâmicas e, mesmo, seus novos materiais, maciços e dinâmicas resultantes” (PRANDINI e NAKAZAWA, 1994, citados por NATALI, 1999). Além dos problemas diretamente ligados ao sistema hidrológico (desregulação do ciclo hidrológico, enchentes, poluição de mananciais e contaminação de aqüíferos), os demais problemas ambientais urbanos também estão ligados, direta ou indiretamente, ao problema das águas urbanas. Nesse sentido, a bacia hidrográfica ocupa o papel de referencial fundamental no processo do uso e da ocupação do solo urbano, que configura uma questão prioritária para uma política de gestão do meio ambiente urbano (BRAGA e CARVALHO, 2003) Têm-se utilizado os Sistemas de Informações Geográficas (SIG), que consistem em uma eficiente ferramenta para a caracterização e o monitoramento de áreas suscetíveis a desastres naturais, servindo de apoio à tomada de decisão no que se refere à gestão de espaços urbanos. Os SIG possibilitam a combinação de mapas temáticos e sua constante atualização e modificação, resultando em melhor e mais rápida interpretação dos dados, permitindo, assim, agilidade na obtenção de resultados e integração dos dados. Diante do exposto, o principal objetivo deste trabalho foi realizar uma caracterização da paisagem urbana do município de Ponte Nova, indicando as potencialidades e as restrições das áreas de riscos geológicos, tomando como exemplo um talude localizado na área central do município. Leitura e caracterização da paisagem em auxílio ao ... 2 MATERIAL E MÉTODOS 2.1 Materiais utilizados e procedimentos adotados - Altimetria, Hidrografia e Sistema Viário: Para a área total do município, Folha Topográfica SF-X-B-II-3 - IBGE - Ponte Nova-MG, na escala de 1:50.000, IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, com curvas de nível com eqüidistância de 20 m. - Mapeamento Urbano Básico (arruamento da cidade) na escala 1:10000, cedido pela Prefeitura Municipal de Ponte Nova, com curvas de nível com eqüidistância de 1 m. - Limite do Perímetro Urbano – Aprovado pela Câmara Municipal em 2005. - Plano Diretor do Município de Ponte Nova. - Levantamentos sistemáticos de campo para o reconhecimento do espaço urbano. Foram mapeadas com GPS de navegação as áreas que constavam do último AVADAN1/. - Mapa temático da mancha urbana do distrito sede do município de Ponte NovaMG. 2.2 Caracterização da área O distrito sede de Ponte Nova localizase a 20°25’ de latitude sul e a 42°55’ de longitude oeste. Situado na Zona da Mata mineira, na microrregião da mata de Ponte Nova, o município abrange uma área de 471,07 km² e possui altitudes médias de 430 m. Ponte Nova está inserida na bacia hidrográfica do rio Doce, na sub-bacia 1/ Avaliação de Danos = formulário para preenchimento de desastres encaminhado à Secretaria de Defesa Civil, para reconhecimento pelo poder público de situação anormal. 43 do rio Piranga e, segundo IBGE (2004), possui uma população de 55.303 habitantes, sendo 48.997 residentes na área urbana. A Figura 1 mostra sua localização e os municípios vizinhos. De acordo com a classificação climática de Köppen, ocorrem nessa região dois tipos climáticos: Cwa - úmido de verões quentes e o tipo Aw semi-úmido. O clima é dito temperado, apresentando temperatura média anual entre 33 e 24 oC (NATALI, 1999). Essa região é caracterizada pela Floresta Tropical Atlântica Subperinifólia, e se encontra atualmente com poucas áreas remanescentes preservadas. O desmatamento com vistas ao aproveitamento da terra para cultura agrícola reduziu consideravelmente a cobertura florestal originária. O relevo do município de Ponte Nova apresenta, segundo o IBGE: 20% de áreas planas, 60% de onduladas e 20% de montanhosa. Em sua constituição natural, nota-se um rebaixamento do relevo em direção à sua parte central. Nas cabeceiras, os vales são encaixados, embora sejam mais comuns os vales abertos, com fundos planos. Os afloramentos de rocha são mais freqüentes na porção ocidental do município. As feições do relevo podem ser vistas através do modelo digital de elevação, sobre o qual foram sobrepostas as vias do município, mostrado na Figura 2. Os principais rios são o Piranga e o Casca, que drenam, respectivamente, os lados leste e oeste da região no sentido S-N, formando uma rede de drenagem caracterizada por controle litoestrutural. A Figura 3 apresenta os cursos d’água que drenam o município. A zona urbana, com aproximadamente 29,94 km², apresenta uma característica comum às das cidades Natureza & Desenvolvimento, v. 1, n. 1, p. 41-50, 2005 44 MARCHI, O.A. et al. Figura 1 - Localização do município de Ponte Nova e de municípios vizinhos. (Location of the municipality of Ponte Nova and nearby districts) da Zona da Mata mineira, conformada pelos seus relevos acidentados e uma ocupação desordenada. O município de Ponte Nova vem sofrendo freqüentemente com a ação das chuvas. Em épocas de elevado nível de precipitação, grande parte da população é atingida por inundações e acidentes geológicos, causando desabamentos de residências e de comércios e alagamentos de grandes áreas. Com isso, grandes prejuízos econômicos e sociais são registrados sistematicamente em todo o município, tanto na área urbana, quanto na rural. O problema de erosões na zona urbana apresenta-se de forma acentuada, uma vez que a ocorrência de desabamentos e voçorocas vem sendo constantemente observada, além da existência de regiões que apresentam características preocupantes no que tange ao assentamento urbano. Natureza & Desenvolvimento, v. 1, n. 1, p. 41-50, 2005 2.3 Evolução da ocupação Segundo Ribeiro Filho (1993), o povoamento da região onde hoje está situada a cidade de Ponte Nova se deu após o descobrimento do ouro em Minas Gerais, no fim do século XVII. A partir do estabelecimento das primeiras fazendas, provindas de doações de sesmarias, no ano de 1756, o “homem branco” fixou residência às margens do rio Piranga. Em 1770, o Padre João do Monte Medeiros, com a idéia de instituir uma cidade naquele sertão, conseguiu a autorização para construir uma capela em suas terras, dedicada a São Sebastião e Almas. A partir da doação de parte de sua fazenda, foi erguida a capela no alto de uma elevação à margem esquerda do rio Piranga, mesmo local onde atualmente está localizada a Igreja Matriz, núcleo do povoado do Rio Turvo, antigo nome de Ponte Nova. 45 Leitura e caracterização da paisagem em auxílio ao ... 700380 710380 720380 710380 720380 730380 7752030 7742030 7732030 700380 730380 7722030 7732030 7742030 7752030 ² Legenda Cotas (metros) Value Escala 1:200.000 0 477 5 9550 High : 862,344727 14325 Meters Low : 280,811005 Projeç ão UTM fuso 23 Datum SAD69 Vias Perímetro Urbano Limite Municipal Figura 2 - Modelo digital de elevação. (Elevation digital model). Natureza & Desenvolvimento, v. 1, n. 1, p. 41-50, 2005 46 MARCHI, O.A. et al. 700260 710260 720260 730260 710260 720260 730260 7751480 7741480 7731480 7731480 7741480 7751480 ² 700260 Escala 1:200.000 0 2.310 4.620 9.240 Legenda 13.860 Meters Projeção UTM fuso 23 Datum SAD69 Figura 3 - Hidrografia do município de Ponte Nova. (Hydrography of Ponte Nova). Natureza & Desenvolvimento, v. 1, n. 1, p. 41-50, 2005 Vias Hidrografia Perímetro Urbano Limite M unicipal 47 Leitura e caracterização da paisagem em auxílio ao ... A emancipação do município se deu em 30 de outubro de 1866. A denominação de Ponte Nova, para o então município de Rio Turvo, aconteceu em 1883. No mesmo ano que foi implantada a primeira usina de açúcar, a Usina Ana Florência, data também a chegada dos trilhos da estrada de ferro Leopoldina Railway à cidade de Ponte Nova. A atividade industrial do município eleva-o à posição de hegemonia nessa área no início do século XX. A princípio, a indústria alimentícia foi o carro-chefe dessa atividade econômica, impulsionada pela industrialização do açúcar, o que gerou a operação de várias usinas na região, direcionando a atividade agrícola do município. O crescimento da cidade pode ser identificado por quatro períodos diferenciados. Em um primeiro momento a ocupação se deu com a primeira ponte da cidade e a construção da capela no alto do morro. No segundo, já na virada do século XX, a ocupação passou a se desenvolver ao longo do rio. No terceiro, foi observado um “preenchimento” das áreas remanescentes do vale do rio Palmeiras/Guarapiranga – caracterizado pelo uso das áreas baixas e encostas dos vales. No quarto, mais recente, a ocupação ocorreu nas áreas altas das encostas que limitam sua mancha. A Figura 4 mostra o tema expansão da mancha urbana sobreposta à hidrografia. Figura 4 - A evolução da mancha urbana do município de Ponte Nova. (Ponte Nova’s urban expansion). Natureza & Desenvolvimento, v. 1, n. 1, p. 41-50, 2005 48 Atualmente, a ocupação é caracterizada por áreas dispersas no perímetro urbano, alto de morros e áreas planas limítrofes a loteamentos mais antigos. Em poucos anos, a ocupação vem se estendendo em uma área aproximadamente igual à que se construiu num período de 100 anos, apresentando características preocupantes no que se refere à ordenação do solo. Os arruamentos localizados em áreas de risco são esguios, com a maioria das casas acima ou abaixo do nível das vias, chegando a desníveis da ordem de até 3 m, o que dificulta o acesso dos serviços públicos de distribuição de água e esgoto a essas edificações. Este cenário pode ser visualizado nas Figuras 5 e 6. MARCHI, O.A. et al. estabilizem o meio físico e possibilitem o uso equilibrado entre os processos naturais e as intervenções artificiais. A população pontenovense, sobretudo a de baixa renda, convive com diversos problemas oriundos da ocupação desordenada, a saber: infra-estrutura precária, vias sem a devida manutenção, habitações com risco de desabamento, péssimas condições de saneamento, cursos d’água poluídos, além do risco iminente de enchentes no período das chuvas de verão. 3 RESULTADOS E DISCUSSÃO Apesar de ao longo do estudo terem sido encontradas diversas áreas consideradas de alto risco geológico, apresentamse neste trabalho a caracterização e a proposta de intervenção realizada no talude localizado na Rua Cristiano Freitas de Castro, no bairro conhecido como CDI, em Ponte Nova-MG. Este trabalho teve como resultados a reconstrução das tendências de expansão da mancha urbana do município, bem como a elaboração de uma base de dados do meio físico de Ponte Nova, onde se tem realizado uma avaliação quantitativa das áreas de risco, propondo medidas que No que se refere à geomorfologia, trata-se de uma encosta de forma convexa com cerca de 220 m de extensão na base e aproximadamente 35 m de altura, constituída por um solo residual maduro, em três camadas distintas, como apresentado na Figura 7. Figura 5 - Arruamentos esguios localizados em áreas de risco dificultando o acesso à infra-estrutura. (Narrow streets in risk areas making access to infrastructure acess). Figura 6 - Via parcialmente destruída, dificultando o acesso aos serviços de iluminação e água. (Partially destroyed steet, making acess to water and electricity services difficult). Natureza & Desenvolvimento, v. 1, n. 1, p. 41-50, 2005 49 Leitura e caracterização da paisagem em auxílio ao ... 50 45 40 Cota (m) 35 30 25 20 15 10 0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50 55 60 65 70 75 Distância Horizontal (m) Figura 7 - Seção transversal do talude. (Slope transversal view). Figura 8 – Obra de contenção. (Slope contention). Após a realização do levantamento preliminar da área, foram definidos os pontos a serem coletadas as amostras de solo de cada uma das camadas constituintes do talude. O processo executado no campo consistiu na coleta de amostras deformadas, para realização de ensaios de caracterização dos solos, e de amostras indeformadas, para obtenção dos parâmetros de resistência dos solos em laboratório. Com a obra de contenção, a análise computacional da estabilidade apresentou coeficientes de segurança da encosta acima de 1,5 para todos os métodos utilizados, o que tornou a encosta estável e permitiu o reúso da área anteriormente comprometida. Realizou-se, então, a análise computacional da estabilidade da encosta, tendo sido obtidos coeficientes de segurança abaixo do admitido pelos parâmetros de estabilidade (Tabela 1). Diante disso, como medida mitigadora, propôs-se a construção de um aterro compactado e controlado na base do talude, atuando como uma berma de equilíbrio com um retaludamento da encosta, como apresentado na Figura 8. Quadro 1 – Coeficientes de segurança da encosta analisada (Safety coefficients of the hillside analyzed) Métodos de Análise Fellenius Bishop Morgenstern-Price Fatores de Segurança 1,845 1,951 1,947 4 CONCLUSÕES Os desastres naturais, ora abrangendo uma escala mundial, regional ou local, merecem atenção das organizações civis, do meio científico, das instituições públicas e privadas, enfim, de toda a sociedade que é atingida direta e indiretamente por esses fenômenos, quando não são os principais agentes causadores de ações que interferem no meio físico. Ou seja, o homem, ao se apropriar do espaço, acaba gerando situações nem sempre apropriadas à dinâmica das cidades. Nasce daí a necessidade de reconstruir, através de uma leitura, o histórico de uso e ocupação do solo das cidades brasileiras com o intuito de entender as características de apropriação do seu espaço urbano que tornaram algumas áreas frágeis. Diante dessa demanda, os órgãos gestores do município deveriam efetivar Natureza & Desenvolvimento, v. 1, n. 1, p. 41-50, 2005 50 parcerias com as instituições acadêmicas, sobretudo em esfera local, com vistas a encontrar soluções viáveis à realidade orçamentária da prefeitura. A obra de contenção proposta neste trabalho apresentou-se estável, resultando em um sistema de grande desempenho devido, principalmente, à boa relação custo-benefício e à facilidade de implantação, em comparação com outros métodos de contenção. MARCHI, O.A. et al. CALIJURI, M. L., ROHM, S. A. Sistemas de informações geográficas. Viçosa, MG: Universidade Federal de Viçosa, 1995. 34 p. COELHO, M. C. N. Impactos ambientais em área urbanas - teorias, conceitos e métodos de pesquisa. In: CUNHA, S. B.; GUERRA, A. J. T. (Orgs.) Impactos ambientais urbanos no brasil. Rio de Janeiro: Bertand Brasil, 2001. p. 19-45. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS NATALI, P. P. Carta preliminar de risco de escorregamento para a área urbana de Ponte Nova-MG. 1999. 112 f. Dissertação (Mestrado em Engenharia Civil ) – Universidade Federal de Viçosa, Viçosa-MG, 1999. BRAGA, R.; CARVALHO, P. F. C. Recursos hídricos e planejamento urbano e regional. Rio Claro: Laboratório de Planejamento Municipal-IGCE-UNESP. 2003. p. 113-127. PONTE NOVA. Prefeitura Municipal. Plano Diretor Estratégico de Desenvolvimento Integrado e Sustentável - PLEDS. Ponte Nova: 2003. BRASIL. Ministério das Cidades. Plano Diretor Participativo. Guia para a elaboração pelos municípios e cidadãos, 06/08/2004, p. 11-34. RIBEIRO FILHO, A. B. Ponte Nova, 1770 a 1920; 150 anos de história. Viçosa: 1993. 194 p. Natureza & Desenvolvimento, v. 1, n. 1, p. 41-50, 2005