1 PR UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Diretoria de Graduação Coordenação de Curso de Engenharia Ambiental Câmpus Medianeira PROJETO PEDAGÓGICO - PPC DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA AMBIENTAL MEDIANEIRA Agosto de 2014 2 PR UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Diretoria de Graduação Coordenação do Curso de Engenharia Ambiental Câmpus Medianeira MEDIANEIRA Agosto de 2014 3 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA AMBIENTAL Comissão de elaboração e Acompanhamento: Coordenação de curso e colaboradores: Profa. Dra. Eliane Rodrigues dos Santos Gomes Profa. Dra. Carla Daniela Câmara Prof. Dr. Rafael Arioli Membros do Colegiado e NDE do curso: Colaboração e Revisão em 2013 e 2014: Professores do Núcleo de Ciências Biológicas e Ambientais MEDIANEIRA Agosto de 2014 4 ÍNDICE 1 HISTÓRICO DA INSTITUIÇÃO ........................................................................................................................ 6 1.1 UTFPR INOVAÇÃO E GERAÇÃO DE TECNOLOGIA ............................................................................ 7 1.1.1 MISSÃO, VISÃO E VALORES DA UTFPR ........................................................................................ 8 1.2 BREVE HISTÓRICO DO CÂMPUS MEDIANEIRA DA UTFPR ............................................................. 9 1.3 REUNI NO CÂMPUS MEDIANEIRA ....................................................................................................... 10 2 IDENTIFICAÇÃO DO CURSO ........................................................................................................................ 11 3 ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA ............................................................................................... 12 3.1 INTRODUÇÃO ........................................................................................................................................... 12 3.2 RESGATE HISTÓRICO DA JUSTIFICATIVA, FINALIDADES E OBJETIVOS DA IMPLANTAÇÃO DO CURSO ....................................................................................................................................................... 12 3.2.1 Objetivos do Curso de Engenharia Ambiental ..................................................................................... 15 3.3 COMPETÊNCIAS, HABILIDADES E ATITUDES ESPERADAS .......................................................... 16 3.4 PERFIL ESPERADO DO FUTURO PROFISSIONAL .............................................................................. 16 3.5 ÁREAS DE ATUAÇÃO ............................................................................................................................. 17 4 MATRIZ CURRICULAR DO CURSO ............................................................................................................. 19 4.1 COMPOSIÇÃO DA FORMAÇÃO ............................................................................................................. 20 4.1.1 Relação das Disciplinas e Carga Horária do Núcleo de Conteúdos Básicos ........................................ 20 4.1.2 Relação das Disciplinas e Carga Horária do Núcleo de Conteúdos Profissionalizantes ....................... 21 4.1.3 Relação das Disciplinas e Carga Horária do Núcleo de Conteúdos Específicos .................................. 22 4.1.4 Relação das Atividades e Trabalhos de Síntese de Conhecimentos ..................................................... 23 4.2 PERIODIZAÇÃO........................................................................................................................................ 23 4.2.1 Disciplinas Optativas ............................................................................................................................ 25 4.2.2 Mobilidade Acadêmica ......................................................................................................................... 25 4.2.3 Flexibilidade Curricular ........................................................................................................................ 27 4.3 TOTALIZAÇÃO DAS CARGAS HORÁRIAS .......................................................................................... 27 4.4 EMENTAS DAS DISCIPLINAS ................................................................................................................ 31 4.4.1 Núcleo de Conteúdos Básicos .............................................................................................................. 31 4.4.2 Disciplinas de Ciências Humanas:........................................................................................................ 35 4.4.3 Núcleo de Conteúdos Profissionalizantes ............................................................................................. 38 4.4.4 Núcleo de Conteúdos Específicos ........................................................................................................ 41 4.4.5 Disciplinas Optativas Específicas ......................................................................................................... 45 4.4.6 Atividades e Trabalho de Síntese e Integração de Conhecimentos ...................................................... 46 4.5 ESTÁGIO OBRIGATÓRIO........................................................................................................................ 47 4.6 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO .................................................................................... 47 4.7 ATIVIDADES COMPLEMENTARES ............................................................................................... 49 4.8 PLANOS DE ENSINO E REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ....................................................... 51 5 GESTÃO DO CURSO DE CURSO DE ENGENHARIA AMBIENTAL ......................................................... 54 5.1 COORDENAÇÃO DO CURSO ................................................................................................................. 54 5.2 COLEGIADO DO CURSO ......................................................................................................................... 56 5.3 NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE- NDE ....................................................................................... 57 5.4. METODOLOGIA DO CURSO .................................................................................................................. 59 5.4.1 Formação Acadêmica e Articulações ................................................................................................... 60 5.4.2 Políticas e Metas na Formação Acadêmica .......................................................................................... 61 5.4.3 Estágios Supervisionados e Visitas Técnicas ....................................................................................... 62 5.5 PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO DO PROCESSO ENSINO-APRENDIZAGEM ......................... 64 5.6 AVALIAÇÃO DO CURSO ........................................................................................................................ 65 5.6.1 Mecanismos de Auto-avaliação do Curso ............................................................................................ 66 5.7 DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO E PROGRAMAS DE APOIO AOS ACADÊMICOS .................. 67 5.7.1 Programa de Apoio ao Estudante: ........................................................................................................ 68 5.7.2 Programa de Apoio Acadêmico/Pedagógico ........................................................................................ 69 5.7.3 Programa de Auxílio Estudantil............................................................................................................ 69 5.7.4 Programa de Educação Inclusiva .......................................................................................................... 70 5.7.5 Programa de Assistência à Saúde ......................................................................................................... 71 5.7.6 Programa de Educação Continuada de Professores .............................................................................. 71 5.8 TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO - TICs ............................................................ 72 6 PROGRAMA DE EGRESSOS .......................................................................................................................... 74 6.1 Incubadora de Inovações Tecnológicas (IUT) ............................................................................................. 75 5 6.2 Ingresso no IUT ........................................................................................................................................... 77 6.3 Centro Acadêmico de Engenharia Ambiental ............................................................................................. 78 7. INFRA-ESTRUTURA DA INSTITUIÇÃO E DO CURSO ............................................................................ 80 7.1 INFRAESTRUTURA GERAL DO CÂMPUS ........................................................................................... 80 7.2 AUDITÓRIOS............................................................................................................................................. 81 7.3 CANTINA E RESTAURANTE UNIVERSITÁRIO .................................................................................. 82 7.4 SALA DE ESTUDOS INTEGRAL............................................................................................................. 82 7.5 LABORATÓRIOS ESPECÍFICOS DO CURSO E SALAS DE AULA .................................................... 82 8. CORPO DOCENTE .......................................................................................................................................... 84 9 BIBLIOTECA .................................................................................................................................................... 98 Apêndice A – BIBLIOGRAFIA BÁSICA DO CURSO DE ENGENHARIA AMBIENTAL ............................ 104 Apêndice B – BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DO CURSO DE ENGENHARIA AMBIENTAL ......... 115 Apêndice C - PROJETOS ENVOLVENDO ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO ......................................... 130 Apêndice D- RELAÇÃO DE EMPRESAS CADASTRADAS PARA FINS DE ESTÁGIO ............................. 136 Apêndice E - LABORATÓRIOS DO CURSO DE ENGENHARIA AMBIENTAL.......................................... 141 Apêndice F- RELATÓRIO DE VISITAS TÉCNICAS REALIZADAS - CURSO DE ENGENHARIA AMBIENTAL ..................................................................................................................................................... 147 6 1 HISTÓRICO DA INSTITUIÇÃO A história da Universidade Tecnológica Federal do Paraná – UTFPR teve início no século passado. Sua trajetória começou com a criação das Escolas de Aprendizes Artífices em várias capitais do país pelo então presidente, Nilo Peçanha, em 23 de setembro de 1909. No Paraná, a escola foi inaugurada no dia 16 de janeiro de 1910, em um prédio da Praça Carlos Gomes. O ensino era destinado a garotos de camadas menos favorecidas da sociedade, chamados de “desprovidos da sorte”. Pela manhã, esses meninos recebiam conhecimentos elementares (primário) e, à tarde, aprendiam ofícios nas áreas de alfaiataria, sapataria, marcenaria e serralheria. Inicialmente, havia 45 alunos matriculados na escola, que, logo em seguida, instalou seções de Pintura Decorativa e Escultura Ornamental. Aos poucos, a escola cresceu e o número estudantes aumentou, fazendo com que se procurasse uma sede maior. Então, em 1936, a Instituição foi transferida para a Avenida Sete de Setembro com a Rua Desembargador Westphalen, onde permanece até hoje. O ensino tornou-se cada vez mais profissional até que, no ano seguinte (1937), a escola começou a ministrar o ensino de 1º grau, sendo denominada Liceu Industrial do Paraná. Cinco anos depois (1942), a organização do ensino industrial foi realizada em todo o país. A partir disso, o ensino passou a ser ministrado em dois ciclos. No primeiro, havia o ensino industrial básico, o de mestria e o artesanal. No segundo, o técnico e o pedagógico. Com a reforma, foi instituída a rede federal de instituições de ensino industrial e o Liceu passou a chamar-se Escola Técnica de Curitiba. Em 1943, tiveram início os primeiros cursos técnicos: Construção de Máquinas e Motores, Edificações, Desenho Técnico e Decoração de Interiores. Antes dividido em ramos diferentes, em 1959 o ensino técnico no Brasil foi unificado pela legislação. A escola ganhou, assim, maior autonomia e passou a chamar-se Escola Técnica Federal do Paraná. Em 1974, foram implantados os primeiros cursos de curta duração de Engenharia de Operação (Construção Civil e Elétrica). Quatro anos depois (1978), a Instituição foi transformada em Centro Federal de Educação Tecnológica do Paraná (Cefet-PR), passando a ministrar cursos de graduação plena. A partir da implantação dos cursos superiores, deu-se início ao processo de “maioridade” da Instituição, que avançaria, nas décadas de 80 e 90, com a criação dos Programas de Pós-Graduação. 7 Em 1990, o Programa de Expansão e Melhoria do Ensino Técnico fez com que o Cefet-PR se expandisse para o interior do Paraná, onde implantou unidades. Com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDBE), de 1996, que não permitia mais a oferta dos cursos técnicos integrados, a Instituição, tradicional na oferta desses cursos, decidiu implantar o Ensino Médio e cursos de Tecnologia. Em 1998, em virtude das legislações complementares à LDBE, a diretoria do então Cefet-PR tomou uma decisão ainda mais ousada: criou um projeto de transformação da Instituição em Universidade Tecnológica. Após sete anos de preparo e o aval do governo federal, o projeto tornou-se lei no dia 7 de outubro de 2005. O Cefet-PR, então, passou a ser a UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ (UTFPR) – a primeira especializada do Brasil. Atualmente, a Universidade Tecnológica conta com doze câmpus, distribuídos nas cidades de Apucarana, Campo Mourão, Cornélio Procópio, Curitiba, Dois Vizinhos, Francisco Beltrão, Guarapuava, Londrina, Medianeira, Pato Branco, Ponta Grossa e Toledo. Das diferentes denominações à primeira Universidade Tecnológica do Brasil: - 1909 – Escola de Aprendizes Artífices do Paraná - 1937 – Liceu Industrial do Paraná - 1942 – Escola Técnica de Curitiba - 1959 – Escola Técnica Federal do Paraná - 1978 – Centro Federal de Educação Tecnológica do Paraná – Cefet-PR - 2005 – Universidade Tecnológica Federal do Paraná – UTFPR 1.1 UTFPR INOVAÇÃO E GERAÇÃO DE TECNOLOGIA A Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) é a primeira assim denominada no Brasil e, por isso, tem uma história um pouco diferente das outras universidades. A Instituição não foi criada e, sim, transformada a partir do Centro Federal de Educação Tecnológica do Paraná (Cefet-PR). Como a origem deste centro é a Escola de Aprendizes Artífices, fundada em 1909, a UTFPR herdou uma longa e expressiva trajetória na educação profissional. A UTFPR tem como principal foco a graduação, a pós-graduação e a extensão. Oferece 89 cursos superiores de tecnologia, bacharelados (entre eles engenharias) e licenciaturas. Como também atende à necessidade de pessoas que desejam qualificação profissional de nível médio, a UTFPR oferta cursos técnicos em diversas áreas do mercado, totalizando seis cursos técnicos de nível médio integrado e seis cursos técnicos de nível médio 8 subsequentes na modalidade a distância, com 33 polos distribuídos pelos estados do Paraná e de São Paulo. Ao todo, entre a educação de nível médio e superior, a UTFPR possui 101 cursos. Com a abertura prevista de mais 8 cursos de graduação no segundo semestre de 2013, no inicio de 2014 a Universidade Tecnológica contará com 97 cursos de graduação. A consolidação do ensino de graduação incentiva o crescimento da pós-graduação, com a oferta de aproximadamente 90 cursos de especialização, 26 mestrados e cinco doutorados, além de centenas de grupos de pesquisa. Na área de relações empresariais e comunitárias, atua fortemente com o segmento empresarial e comunitário, por meio do desenvolvimento de pesquisa aplicada, da cultura empreendedora, de atividades sociais e extraclasse, entre outros. Com ampla abrangência no Paraná, a UTFPR tem doze câmpus no Estado e pretende ampliar essa atuação. Cada Câmpus mantém cursos planejados de acordo com a necessidade da região onde está situado. Uma parte deles oferta cursos técnicos e de graduação, e a maioria somente cursos de graduação e pós-graduação. Todos os cursos de graduação estão autorizados e a grande maioria já foi reconhecida pelo Ministério da Educação. Atualmente, a força de trabalho da UTFPR é de 2.000 professores e 976 técnicoadministrativos. O número de estudantes regulares nos cursos técnicos, graduação e pósgraduação são de, aproximadamente, 25.000. Para 2013, o Projeto de Lei Orçamentária Anual é de R$ 468.998.923,00. 1.1.1 MISSÃO, VISÃO E VALORES DA UTFPR A UTFPR tem como missão promover a educação de excelência através do ensino, pesquisa e extensão, interagindo de forma ética e produtiva com a comunidade para o desenvolvimento social e tecnológico. E tem como visão ser modelo educacional de desenvolvimento social e referência na área tecnológica. Destacam-se os Valores: ÉTICA: gerar e manter a credibilidade junto à sociedade. DESENVOLVIMENTO HUMANO: formar o cidadão integrado no contexto social. INTEGRAÇÃO SOCIAL: realizar ações interativas com a sociedade para o desenvolvimento social e tecnológico. INOVAÇÃO: efetuar a mudança por meio da postura empreendedora. QUALIDADE e EXCELÊNCIA: promover a melhoria contínua dos serviços oferecidos para a satisfação da sociedade. 9 1.2 BREVE HISTÓRICO DO CÂMPUS MEDIANEIRA DA UTFPR Em 1990, o Programa de Extensão e Melhoria do Ensino Técnico fez com que o CEFET-PR se expandisse para o interior do Paraná. A cidade de Medianeira, na região Oeste do Estado, foi a primeira a receber uma UNED – Unidade de Ensino Descentralizada. Surge, então, o Câmpus Medianeira, criado nos termos da Portaria 067/87, em 6 de fevereiro de 1987 do Ministério de Educação. Em março de 1990, o Câmpus iniciou as primeiras turmas dos cursos Técnicos Integrados em Alimentos e Eletromecânica. A inauguração oficial aconteceu em 30 de maio de 1991. Em 1996, implantou-se o primeiro curso de nível superior: O Curso de Tecnologia em Alimentos, na modalidade Industrialização de Carnes. Em 1999, passam a ser ofertados no Câmpus outros quatro cursos superiores nas áreas de Eletromecânica, Laticínios, Carnes e Meio Ambiente e, em Janeiro de 2000, começa a funcionar também, o curso superior de Tecnologia em Informática. Em 2007, o Câmpus foi precursor no oferecimento de ensino à distância, graças ao acordo entre a UTFPR e a UAB – Universidade Aberta do Brasil, que ofertou cursos de Especialização em Gestão Ambiental e em Educação, Métodos e Técnicas de Ensino. Atualmente, além desses, também oferece o curso em Ensino de Ciências. Em 2011, o Câmpus passou a ter o seu primeiro curso de pós-graduação stricto sensu, com a abertura do Programa de Mestrado Acadêmico em Tecnologia de Alimentos. Em 2013 foi aprovado o Programa de Mestrado em Tecnologias Ambientais. Atualmente, em nível de graduação, oferece os cursos de Tecnologia em Alimentos, Tecnologia em Gestão Ambiental e Tecnologia em Manutenção Industrial, e 5 cursos de bacharelado, sendo: Engenharia de Alimentos, Engenharia Ambiental, Engenharia Elétrica, Engenharia de Produção, Ciência da Computação e Licenciatura em Química, totalizando 2050 alunos matriculados. Em 23 anos de atividades, o Câmpus acompanha a mudança do perfil econômico do município de Medianeira, o qual passou de exclusivamente extrativista para agroindustrial. Parcerias com empresas e instituições têm viabilizado a realização de pesquisas conjuntas, oportunidades de estágios e empregos aos estudantes da instituição, além de patrocínios para a realização de eventos científicos e tecnológicos que a Universidade promove, dentre os quais 10 os projetos de relevância ambiental, desenvolvidos por alunos e professores da UTFPR com a Itaipu Binancional. 1.3 REUNI NO CÂMPUS MEDIANEIRA O ano de 2008 foi marcado como o início de grandes transformações na estrutura do Câmpus Medianeira da Universidade Tecnológica Federal do Paraná. O programa de reestruturação universitária - REUNI possibilitou ao Câmpus um acréscimo substancial na área de terrenos, construção de edifícios, aquisição de equipamentos e aumento do quadro de pessoal em 64 professores e 17 técnicos administrativos. Em termos de terrenos, com a necessidade de ampliar a área física a prefeitura municipal destinou uma área de 25 mil metros quadrados onde foram edificados quatro novos prédios de salas de aulas e laboratórios. Nas edificações foram investidos R$ 4.752.748,44 e em equipamentos laboratoriais outros R$ 5.296.787,51, com isto, a área física foi ampliada em quatro mil metros quadrados. O Reuni também foi possibilitou investimentos em livros de R$ 196.065,25 Com as conquistas do REUNI, foi necessária a ampliação do Restaurante Universitário com a edificação de um novo prédio de 1.400 metros quadrados. O Reuni propiciou avanços em todos os cursos ofertados e o incremento das engenharias ambiental, alimentos, elétrica e, bacharelado em ciências da computação, alem de alavancar os programas de mestrado em engenharia de alimentos e em engenharia ambiental. Uma conquista recente do curso de Engenharia Ambiental, em função das novas demandas pós REUNI foi a aquisição de uma área ambiental (mata de preservação permanente), para fins didáticos com mais de 5.600 metros quadrados, próximo às instalações do Câmpus. 98 2 IDENTIFICAÇÃO DO CURSO Em 2010 iniciou a oferta no câmpus Medianeira o curso de graduação em Engenharia Ambiental, conforme as especificações de identificação do curso, que seguem no quadro 01: Denominação do Curso: Graduação em Engenharia Ambiental Titulação Conferida: Engenheiro Ambiental Nível do Curso: Graduação-Bacharelado. Modalidade do Curso: Presencial. Duração do Curso: O tempo normal de duração do curso é de 10 semestres letivos. Os tempos, mínimo e máximo, para a conclusão do curso são estabelecidos pelo Regulamento da Organização Didático Pedagógica dos Cursos de Engenharia da UTFPR. Área de Conhecimento: Engenharias. Habilitação: Engenharia Ambiental. Regime Escolar: O curso funcionará por pré-requisitos, sendo a matrícula realizada por disciplinas em um período. Processo de Seleção: A admissão dos alunos é realizada por processo seletivo definido pela UTFPR, onde desde o 1º semestre de 2010, a UTFPR utiliza integralmente o sistema SISU - Sistema de Seleção Unificada. O SISU é o sistema informatizado do Ministério da Educação, por meio do qual, instituições públicas de educação superior oferecem vagas a candidatos participantes do Enem. Número de Vagas: O curso tem duas entradas anuais, sendo uma a cada semestre com 44 alunos, totalizando 88 vagas por ano. Turnos Previstos: O curso transcorre nos períodos matutino e vespertino. Início do Curso: Primeiro semestre de 2010. Quadro 01: Identificação do curso de Engenharia Ambiental 12 3 ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA 3.1 INTRODUÇÃO A estrutura curricular do Curso de Engenharia Ambiental foi formulada de acordo com a política da instituição, visando o contínuo aprimoramento da qualidade de ensino. Atende à Resolução CES/CNE/MEC nº 11/2002 do Conselho Nacional de Educação, que estabelece as Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de Engenharia e a Resolução nº 13/06 do COEPP, de 24 de março de 2006 e da Deliberação nº 07/06 do COUNI, de 26 de maio de 2006, relativas às Diretrizes Curriculares para os Cursos de Graduação em Engenharia da UTFPR. 3.2 RESGATE HISTÓRICO DA JUSTIFICATIVA, FINALIDADES E OBJETIVOS DA IMPLANTAÇÃO DO CURSO Em 1996, com a nova Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), houve um impulso no crescimento da educação superior brasileira, com repercussão também nas engenharias. Em 1996, existiam 545 cursos com aproximadamente 35 modalidades de engenharia; em 2005, já eram 1.251 cursos e 50 modalidades. Em 2009 evidenciou-se que uma das modalidades da engenharia que mais cresciam nos últimos anos, desde 1995, era a Engenharia Ambiental, engenharia essa associada dentre àquelas que refletem maior preocupação com as conseqüências das ações humanas sobre a saúde e o meio ambiente. Dentre as modalidades que mais cresceram em números, a Engenharia Ambiental, tinha passado de 2 a 82 cursos, no período de 1995 a 20051. A área de Engenharia Ambiental foi criada pelo Ministério da Educação (MEC) em 1994, abrindo o caminho para a criação de cursos de graduação em Engenharia Ambiental no Brasil (Portaria nº 1693 de 5 de dezembro de 1994), seguindo uma tendência mundial que se iniciou na década de 1960. A necessidade de se formar um novo tipo de profissional, com conhecimentos tanto na área de ciências exatas como nas da vida, surgiu com o aumento das ações antrópicas sobre o meio ambiente e os recursos naturais no século XX2. 1 Instituto Euvaldo lodi. Núcleo Nacional. Inova engenharia, propostas para a modernização da educação em engenharia no Brasil / IEL.NC, SENAI.DN. Brasília, 2006. 2 O Ensino de Engenharia Ambiental no Brasil. Revista Ação Ambiental. Nov/Dez, 2005. 13 Assim em apenas uma década e já no início do Século 21, houve um surpreendente aumento dos cursos superiores relacionados à área de meio ambiente no Brasil, além da engenharia ambiental, situação essa possivelmente estimulada, além das novas políticas do MEC, também pela crescente preocupação ambiental e o conseqüente acréscimo na procura de profissionais qualificados nessa área. Na área específica de meio ambiente, os cursos superiores mais comuns são: Engenharia Ambiental, Bacharelado em Gestão Ambiental, Ecologia, Tecnologia em Meio Ambiente, Saneamento Ambiental ou Gestão Ambiental e Curso Seqüencial em Gestão Ambiental ou em Meio Ambiente. Essa pluralidade de cursos surge com a necessidade de profissionais com uma visão cada vez mais integrada e multidisciplinar do meio ambiente, o que na maioria dos casos, os cursos tradicionais (Engenharias, Biologia, Geografia, Geologia, Administração) não conseguem fornecer, mesmo havendo ênfases em meio ambiente, pois os processos e sistemas ambientais são complexos e cada vez mais associados. Diante dessas mais variadas profissões e denominações ampliam-se os debates para uma melhor definição da área de atuação desses profissionais, em especial do Ecólogo, do Engenheiro Ambiental e do Gestor Ambiental3. O primeiro curso na área profissional do meio ambiente, no Câmpus Medianeira da UTFPR foi o Curso Superior de Tecnologia Ambiental, modalidade: Resíduos Industriais, oferecido a partir de 1999, avaliado com conceito “A” pela Comissão de Avaliação do MEC e reconhecido pela Portaria Ministerial nº 2810 de 07 de outubro de 2003, publicada no Diário Oficial da União – Seção 1, em 08 de outubro de 2003. A partir do 2º semestre de 2004, esse curso passou a denominar-se Curso Superior de Tecnologia em Gerenciamento Ambiental, resolução da mesma Portaria, retificada no Diário Oficial da União – Seção 1, em 22 de março de 2004. A partir do 1˚ semestre de 2007, o Curso Superior de Tecnologia em Gerenciamento Ambiental foi substituído por uma nova proposta, o Curso Superior de Tecnologia em Gestão Ambiental, com um novo formato e carga horária, que veio para atender a Portaria Normativa n˚ 12, de 14 de agosto de 2006, que em seu art. 3˚, coloca que as instituições de educação superior devem promover as adequações ao projeto pedagógico, em decorrência da alteração da denominação do curso, garantindo a manutenção dos padrões de qualidade. 3 Reis, F. A. V. G. et al. Contextualização dos Cursos Superiores de Meio Ambiente no Brasil: Engenharia Ambiental, Engenharia Ambiental Ecologia, Tecnólogos e Sequenciais. Revista Engenharia Ambiental. Espírito Santo do Pinhal, v. 2, n.1, jan/dez 2005. 14 A área profissional de Meio Ambiente, passou então a contar com um curso de nova denominação: Tecnologia em Gestão Ambiental, com carga horária total de 2600 horas, no período noturno, atendendo ao proposto no Catálogo Nacional dos Cursos Superiores de Tecnologia, bem como recebendo o aditamento dos atos de reconhecimento (N˚ 2810 de 07 de outubro de 2003), dos cursos superiores de Tecnologia Ambiental: Resíduos Industriais e de Tecnologia em Gerenciamento Ambiental, adequando essas denominações à constante no Catálogo. Nesse sentido o Catálogo Nacional de Cursos do MEC veio contribuir para uma melhor definição dos cursos de Tecnologia da área profissional do meio ambiente, definindo claramente duas denominações, a Tecnologia em Gestão Ambiental e a Tecnologia em Saneamento Ambiental. No Câmpus Medianeira, essa proposta de curso reformulada, evidenciou-se como um novo modelo de organização curricular de nível superior de graduação, privilegiando as exigências de um mercado de trabalho cada vez mais dinâmico, competitivo e exigente, oferecendo à sociedade uma formação profissional de nível superior com duração compatível com a área tecnológica e mais próxima da realidade dos requisitos profissionais atuais, vindo a atender aos objetivos do artigo 2.o do Regimento Geral da UTFPR, no qual se impõe à necessidade de serem criados cursos flexíveis, permanentemente atualizados e contemporâneos da tecnologia produtiva; outro, de somente serem ofertados para a formação de profissionais necessários em nichos de mercado claramente definidos e cuja demanda lhes garanta espaço e, conseqüentemente, remuneração. Nesse contexto, face a crescente demanda por profissionais da área de meio ambiente, evidenciou-se também a oportunidade de oferta do curso de Engenharia Ambiental, no período diurno, considerando-se a experiência adquirida pelo corpo docente do Câmpus, durante a trajetória dos cursos de tecnologia na área de meio ambiente, desde 1999. O Câmpus Medianeira contava com um quadro profissional especializado e atuante na área, bem como, com uma boa infra-estrutura laboratorial, podendo atender tanto a área de Gestão Ambiental quanto a área de Saneamento Ambiental e a área de Recursos Naturais. Assim uma comissão de elaboração do projeto de abertura de curso de Graduação em Engenharia Ambiental foi criada, sob Portaria nº 069 em 03 de outubro de 2006. Com a adesão em 2008 pela UTFPR ao Programa de Apoio ao Plano de Expansão e Reestruturação das Universidades Federais (Reuni), a proposta da oferta do curso de Engenharia Ambiental foi revisada em 2009 e posteriormente apresentada ao Conselho de Ensino, Pesquisa e Pós- 15 graduação, para aprovação, de acordo com a Resolução n° 075/09-COEPP, de 21/08/2009 e a Resolução n° 092/09-COEPP, de 11/09/2009. A autorização do curso ocorreu em 20 de abril de 2010 pela Portaria nº 394, de 20/04/2010, publicada no D.O.U em 22/04/2010, - seção 1-página 46 e o curso teve início em 01 de março de 2010. 3.2.1 Objetivos do Curso de Engenharia Ambiental A Engenharia Ambiental tem como sua principal função social contribuir para a redução dos efeitos adversos das atividades produtivas nos meios físicos e biológicos. Como um mecanismo extremamente valioso para o planejamento, implantação, acompanhamento e monitoramento de qualquer tipo de ação ambiental na área industrial, agropecuária ou florestal. Além disso, é um diferencial competitivo e oferece segurança institucional propiciando soluções em tempo real para as mais diferentes demandas empresariais e governamentais. O Engenheiro Ambiental deverá estar apto a avaliar a dimensão holística das alterações ambientais causadas pelas atividades antrópicas, sejam elas benéficas ou adversas, independentemente da área de influência. Pretende-se que esse profissional possua conhecimentos técnicos suficientes para adotar procedimentos capazes de minimizar os impactos indesejáveis, qualquer que seja a escala em que ocorram (local, regional, estratégico). A partir desses pressupostos, o Engenheiro Ambiental será, dentre os profissionais que atuam na área, aquele que deverá possuir formação acadêmica que permita sua participação nos estudos de caracterização ambiental, na análise de suscetibilidades e vocações naturais do ambiente, na elaboração de estudos de impactos ambientais, na proposição, implementação e monitoramento de medidas mitigadoras ou de ações ambientais, tanto na área urbana quanto na rural. A existência de profissionais com essas características é certamente importante na implantação de qualquer modelo de desenvolvimento econômico, tanto na prevenção, quanto na minimização dos impactos antrópicos. O objetivo geral a ser atingido, com a proposta de implantação do Curso de Graduação em Engenharia Ambiental é a formação de profissionais, na área de Engenharia, capacitados a atuar em saneamento ambiental, recuperação e manejo de recursos naturais e gestão ambiental, em todas as suas etapas e níveis de execução, a partir do conhecimento do 16 ambiente e dos instrumentos, métodos e técnicas capazes de compatibilizar as intervenções, às quais o ambiente está sujeito, com a sua conservação. 3.3 COMPETÊNCIAS, HABILIDADES E ATITUDES ESPERADAS O currículo do curso permitirá ao egresso adquirir competências, habilidades e atitudes, em consonância com as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Engenharia, conforme a Resolução CNE/CES 11, de 11 de março de 2002: Art. 3º. O Curso de Graduação em Engenharia tem como perfil do formando egresso/profissional o engenheiro, com formação generalista, humanista, crítica e reflexiva, capacitado a absorver e desenvolver novas tecnologias, estimulando a sua atuação crítica e criativa na identificação e resolução de problemas, considerando seus aspectos políticos, econômicos, sociais, ambientais e culturais, com visão ética e humanística, em atendimento as demandas da sociedade. Art. 4º. A formação do engenheiro tem por objetivo dotar o profissional dos seguintes conhecimentos requeridos para o exercício das seguintes competências e habilidades gerais: I - aplicar conhecimentos matemáticos, científicos, tecnológicos e instrumentais à engenharia; II- projetar e conduzir experimentos e interpretar resultados; III - conceber, projetar e analisar sistemas, produtos e processos; IV- planejar, supervisionar, elaborar e coordenar projetos e serviços de engenharia; V - identificar, formular e resolver problemas de engenharia; VI - desenvolver e/ou utilizar novas ferramentas e técnicas; VI- supervisionar a operação e a manutenção de sistemas; VII - avaliar criteriosamente a operação e a manutenção de sistemas; VIII - comunicar-se eficientemente nas formas escrita, oral e gráfica; IX - atuar em equipes multidisciplinares; X - compreender e aplicar a ética e responsabilidade profissionais; XI - avaliar o impacto das atividades da engenharia no contexto social e ambiental; XII- avaliar a viabilidade econômica de projetos de engenharia; XIII- assumir a postura de permanente busca de atualização profissional. 3.4 PERFIL ESPERADO DO FUTURO PROFISSIONAL De acordo com a estrutura curricular proposta, pretende-se que o egresso do curso Engenharia Ambiental tenha o seguinte perfil profissional: sólida formação científica nas disciplinas básicas que possibilite absorver e desenvolver tecnologia; 17 embasamento nos diversos conhecimentos que caracterizam o engenheiro ambiental, proporcionado nas disciplinas profissionalizantes obrigatórias; capacidade crítica e criativa na identificação e resolução de problemas; considerando seus aspectos políticos, econômicos, sociais, ambientais e culturais, com visão ética e humanística, em atendimento às demandas da sociedade; compreensão e tradução das necessidades de indivíduos, grupos sociais e comunidade, com relação aos problemas tecnológicos, socioeconômicos, gerenciais e organizativos, bem como utilização racional dos recursos disponíveis, além da conservação do equilíbrio do ambiente; capacidade de adaptação, de modo flexível, crítico e criativo, às novas situações. 3.5 ÁREAS DE ATUAÇÃO Tendo em vista a Resolução no 1010 de 22 de agosto de 2005, que “dispõe sobre a regulamentação da atribuição de títulos profissionais, atividades, competências e caracterização do âmbito de atuação dos profissionais inseridos no Sistema Confea/Crea, para efeito de fiscalização do exercício profissional”, o projeto pedagógico do curso pretende que os egressos recebam o título profissional de Engenheiro Ambiental, conforme previsto: Art. 4º Será obedecida a seguinte sistematização para a atribuição de títulos profissionais e designações de especialistas, em correlação com os respectivos perfis e níveis de formação, e projetos pedagógicos dos cursos, no âmbito do respectivo campo de atuação profissional, de formação ou especialização: (...) III - para o diplomado em curso de graduação superior plena será atribuído o título de engenheiro, de arquiteto e urbanista, de engenheiro agrônomo, de geólogo, de geógrafo ou de meteorologista, conforme a sua formação; (...) § 1° Os títulos profissionais serão atribuídos em conformidade com a Tabela de Títulos Profissionais do Sistema Confea/Crea, estabelecida em resolução específica do Confea, atualizada periodicamente, e com observância do disposto nos arts. 7º, 8°, 9°, 100 e 110 e seus parágrafos, desta Resolução. § 2º O título de engenheiro será obrigatoriamente acrescido de denominação que caracterize a sua formação profissional básica no âmbito do(s) respectivo(s) campo(s) de atuação profissional da categoria, podendo abranger simultaneamente diferentes âmbitos de campos. A referida resolução também estabelece que as atividades que o egresso poderá desempenhar são as seguintes: Art. 5º Para efeito de fiscalização do exercício profissional dos diplomados no âmbito das profissões inseridas no Sistema Confea/Crea, em todos os seus respectivos níveis de formação, ficam designadas as seguintes atividades, que poderão ser atribuídas de forma integral ou parcial, em seu conjunto ou separadamente, observadas as disposições gerais e limitações 18 estabelecidas nos arts. 7º, 8°, 9°, 100 e 110 e seus parágrafos, desta Resolução: Atividade 01 - Gestão, supervisão, coordenação, orientação técnica; Atividade 02 - Coleta de dados, estudo, planejamento, projeto, especificação; Atividade 03 - Estudo de viabilidade técnico-econômica e ambiental; Atividade 04 - Assistência, assessoria, consultoria; Atividade 05 - Direção de obra ou serviço técnico; Atividade 06 - Vistoria, perícia, avaliação, monitoramento, laudo, parecer técnico, auditoria, arbitragem; Atividade 07 - Desempenho de cargo ou função técnica; Atividade 08 - Treinamento, ensino, pesquisa, desenvolvimento, análise, experimentação, ensaio, divulgação técnica, extensão; Atividade 09 - Elaboração de orçamento; Atividade 10 - Padronização, mensuração, controle de qualidade; Atividade 11 - Execução de obra ou serviço técnico; Atividade 12 - Fiscalização de obra ou serviço técnico; Atividade 13 - Produção técnica e especializada; Atividade 14 - Condução de serviço técnico; Atividade 15 - Condução de equipe de instalação, montagem, operação, reparo ou manutenção; Atividade 16 - Execução de instalação, montagem, operação, reparo ou manutenção; Atividade 17 – Operação, manutenção de equipamento ou instalação; e Atividade 18 - Execução de desenho técnico. Parágrafo único. As definições das atividades referidas no caput deste artigo encontram-se no glossário constante do Anexo I desta Resolução. Art. 6º Aos profissionais dos vários níveis de formação das profissões inseridas no Sistema Confea/Crea é dada atribuição para o desempenho integral ou parcial das atividades estabelecidas no artigo anterior, circunscritas ao âmbito do(s) respectivo(s) campo(s) profissional(ais), observadas as disposições gerais estabelecidas nos arts. 7º, 8°, 9°, 100 e 110 e seus parágrafos, desta Resolução, a sistematização dos campos de atuação profissional estabelecida no Anexo II, e as seguintes disposições: Pretende-se que o egresso do curso, conforme Anexo II da Resolução 1010 do CONFEA e dependendo do conjunto de disciplinas que venha a cursar, possa atuar nos seguintes campos: Recursos Naturais: Sistemas, Métodos e Processos de Aproveitamento, Proteção, Monitoramento, Manejo, Gestão, Ordenamento, Desenvolvimento e Preservação de Recursos Naturais. Recuperação de Áreas Degradadas, Remediação, Biorremediação de Solos Degradados, Águas Contaminadas, Prevenção e Recuperação de Processos Erosivos. Gestão Ambiental: Planejamento Ambiental em Áreas Urbanas e Rurais. Prevenção de Desastres Ambientais. Administração, Gestão e Ordenamento Ambientais. Licenciamento Ambiental. Adequação Ambiental de Empresas. Monitoramento Ambiental. Avaliação de Impactos Ambientais e Ações Mitigadoras. Controle de Poluição Ambiental. Instalações, Equipamentos, Componentes e Dispositivos da Engenharia Ambiental. 19 4 MATRIZ CURRICULAR DO CURSO O tempo normal para a conclusão do Curso corresponde a 10 semestres letivos (5 anos). A duração máxima obedecerá ao estabelecido no Regulamento da Organização Didático Pedagógica dos Cursos de Graduação da UTFPR. A matrícula no curso de Engenharia Ambiental será realizada por disciplina, distribuídas nos períodos do curso. A carga horária total é de 4555 horas, sendo que as disciplinas totalizam 3855 horas, sendo estruturada da seguinte forma: 1410 horas são de atividades práticas (laboratórios, empresas ou outros órgãos, projetos, simulação, etc.) 2445 horas de atividades teóricas, aulas presenciais em sala, Dessas 3855 horas de atividades de disciplinas, tem-se: 3615 horas são disciplinas obrigatórias; 240 horas são disciplinas optativas específicas; 90 horas em disciplinas optativas nos tópicos referentes a Ciências Humanas; Para completar as 4555 horas, são somadas as 3855 horas mais 700 horas de atividades de síntese, integração e complementação dos conhecimentos, sendo: 400 horas destinadas ao estágio profissional obrigatório; 120 horas previstas para o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC1 e TCC2); 180 horas para Atividades Complementares. As disciplinas são ministradas com turmas de 44 alunos e de 22 alunos, quando necessário, em aulas práticas. Não obstante, em função da matrícula ser realizada por disciplina, o número de alunos, por turma, poderá ser variável a cada semestre. O caráter generalista do curso é proporcionado pelas disciplinas obrigatórias que compõem os conteúdos básicos e profissionalizantes. Neste núcleo obrigatório todos os alunos adquirem competências parciais de todas as áreas de aprofundamento propostas para o curso. Após este núcleo comum, faculta-se ao discente escolher as áreas de aprofundamento com a qual possua maior afinidade. 20 4.1 COMPOSIÇÃO DA FORMAÇÃO A composição da estrutura curricular, apresentada a seguir, desdobra os conteúdos exigidos pelas diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de Engenharia conforme definido pela Resolução 11/2002 CES/CNE. 4.1.1 Relação das Disciplinas e Carga Horária do Núcleo de Conteúdos Básicos Na Tabela 4.1 encontram-se os conteúdos básicos do Curso de Engenharia Ambiental, sendo um percentual de 40,1% , atendendo o mínimo exigido pela resolução CES/CNE 11/2002 que é de 30%. Tabela 4.1 - Relação das Disciplinas e Carga Horária do Núcleo de Conteúdos Básicos do Curso de Engenharia Ambiental da UTFPR – Campus Medianeira. CONTEÚDOS 01 Expressão Gráfica CONTEÚDOS BÁSICOS DISCIPLINAS 1.1 Desenho Técnico 02 Matemática Carga Horária (h) AT AP TT 15 30 45 2.1 Cálculo Diferencial e Integral 1 90 0 90 2.2 Cálculo Diferencial e Integral 2 60 0 60 2.3 Cálculo Numérico 30 30 60 2.4 Geometria Analítica e Álgebra Linear 90 0 90 2.5 Equações Diferenciais Ordinárias 60 0 60 2.6 Probabilidade e Estatística 60 0 60 3.1 Física 1 45 30 75 3.2 Física 2 45 30 75 3.3 Física 3 45 30 75 4.1 Química Geral e inorgânica 45 30 75 4.2 Físico-Química 30 30 60 05 Comunicação e Expressão 5.1 Comunicação Linguística 30 0 30 06 Mecânica dos Sólidos 6.1 Mecânica Geral 1 60 0 60 6.2 Mecânica Geral 2 60 0 60 07 Informática 7.1 Computação 1 30 30 60 08 Fenômenos de Transportes 8.1 Fenômenos de Transportes 1 15 15 30 8.2 Fenômenos de Transporte 2 30 30 60 09 Eletricidade Aplicada 9.1 Princípios de Eletrotécnica 30 30 60 10 Ciências do Ambiente 10.1 Biologia Geral 30 15 45 10.2 Ecologia Básica 30 0 30 90 0 90 03 Física 04 Química 11 Humanidades, Ciências Sociais 11.1 Ciências Humanas e Cidadania 21 12 Metodologia Tecnológica Cientifica 11.2 Introdução a Engenharia 30 0 30 e 12.1 Metodologia da Pesquisa 30 0 30 13 Economia 13.1 Economia do Meio Ambiente 30 0 30 14 Administração 14.1 Gestão Empresarial 30 0 30 14.2 Gestão Financeira 30 0 30 15.1 Princípios de Resistência dos Materiais 45 0 45 1215 330 1545 15 Tecnologia dos Materiais Total Percentual 78,6% 21,4% 100% AT – Atividade Teórica; AP – Atividade Prática (Laboratório/Projeto/Simulação); TT – Total de Atividades. Conteúdos Básicos = 40,1% , sendo que o mínimo exigido pela resolução CES/CNE 11/2002 é de 30% 4.1.2 Relação das Disciplinas e Carga Horária do Núcleo de Conteúdos Profissionalizantes Na Tabela 4.2 podem ser observados os conteúdos profissionalizantes. com um percentual de 20,2%, atendendo a resolução CES/CNE 11/2002, com cerca de 15%. Tabela 4.2 - Relação das Disciplinas e Carga Horária do Núcleo de Conteúdos Profissionalizantes do Curso de Engenharia Ambiental da UTFPR – Campus Medianeira. CONTEÚDOS PROFISSIONALIZANTES Carga Horária (h) CONTEÚDOS DISCIPLINAS AT AP TT 01 Geoprocessamento 1.1 Geoprocessamento 15 60 75 02 Geotecnia 2.1 Geotecnia Ambiental 15 45 60 2.2 Topografia 30 30 60 03 Bioquímica 3.1 Bioquímica Ambiental 30 15 45 04 Gestão Ambiental 4.1 Sistema de Gestão Ambiental 45 15 60 4.3 Legislação Ambiental 60 0 60 05 Hidráulica, Hidrologia Aplicada e Saneamento Básico 5.1 Hidráulica 45 15 60 5.2 Hidrologia 30 30 60 06 Microbiologia 6.1 Microbiologia Ambiental 30 30 60 07 Ergonomia e Segurança 7.1 Fundamentos de Engenharia de Segurança do Trabalho 45 0 45 08 Química 8.1 Química Orgânica 45 15 60 8.3 Química Analítica 45 30 75 9.1 Operações Unitárias 1 30 30 60 465 315 780 09 Operações Unitárias Total Percentual 59,6% 40,4% 100% AT – Atividade Teórica; AP – Atividade Prática (Laboratório/Projeto/Simulação); TT – Total de Atividades. Conteúdos Profissionalizantes = 20,2%, sendo recomendado cerca de 15% pela resolução CES/CNE 11/2002 22 4.1.3 Relação das Disciplinas e Carga Horária do Núcleo de Conteúdos Específicos Os Conteúdos Específicos do Curso de Engenharia Ambiental encontram-se na Tabela 4.3. Tabela 4.3 - Relação das Disciplinas e Carga Horária do Núcleo de Conteúdos Específicos do Curso de Engenharia Ambiental da UTFPR – Campus Medianeira. CONTEÚDOS ESPECÍFICOS Carga Horária (h) CONTEÚDOS DISCIPLINAS AT AP TT 01 Projetos 1.1 Projeto de Engenharia Ambiental 15 45 60 1.2 Estudo de Viabilidade Econômica Ambiental 30 30 60 02 Gestão e tratamento de 2.1 Gestão e Tratamento de Efluentes Líquidos 1 efluentes 2.2 Gestão e Tratamento de Efluentes Líquidos 2 30 30 60 30 30 60 2.3 Gestão e Tratamento de Efluentes Líquidos 3 30 15 45 03 Gestão e tratamento de 3.1 Gestão e Tratamento de Resíduos Sólidos 1 resíduos sólidos 3.2 Gestão e Tratamento de Resíduos Sólidos 2 30 15 45 30 30 60 04 Gestão e tratamento de 4.1 Gestão e Tratamento de Emissões Atmosféricas 1 resíduos gasosos 4.2 Gestão e Tratamento de Emissões Atmosféricas 2 15 15 30 30 15 45 05 Recursos Naturais 5.1 Manejo de Recursos Naturais 30 30 60 5.2 Ecologia Aplicada 15 30 45 5.3 Biotecnologia 45 15 60 5.4 Climatologia 30 15 45 5.5 Geologia e Pedologia 30 30 60 5.6 Cartografia 15 45 60 6.1 Tratamento de Águas para Abastecimento 1 30 15 45 6.2 Tratamento de Águas para Abastecimento 2 15 30 45 6.3 Saúde Ambiental 15 15 30 7.1 Processos Industriais e Poluição 30 30 60 7.2 Química Instrumental 0 60 60 7.2 Tecnologias Ambientais 30 15 45 7.3 Auditoria Ambiental Integrada 45 15 60 7.4 Avaliação de Impacto Ambiental 15 30 45 7.5 Planejamento Ambiental 30 15 45 7.6 Operações Unitárias 2 30 30 30 8.1 Optativa 1 – 30 30 60 8.2 Optativa 2 – 30 30 60 8.3 Optativa 3 – 30 30 60 8.4 Optativa 4 – 30 30 60 Total 765 765 1530 Percentual 50% 50% 100% 06 Águas 07 Gestão e controle Ambiental 08 Optativas 23 AT – Atividade Teórica; AP – Atividade Prática (Laboratório/Projeto/Simulação); TT – Total de Atividades. Conteúdos Específicos = 39,7% Obs.: Segundo as Diretrizes Curriculares para os Cursos de Graduação em Engenharia da UTFPR (Resolução nº 13/06 – COEPP, de 24 de março de 2006 e Deliberação nº 07/06 – COUNI, de 26 de maio de 2006, Art 2º §3° - As disciplinas do núcleo de conteúdos específicos deverão ter atividades práticas com carga horária não inferior à metade da carga horária total desse grupo de disciplinas. 4.1.4 Relação das Atividades e Trabalhos de Síntese de Conhecimentos Na Tabela 4.4 apresentam-se os Trabalhos de Síntese e Integração de Conhecimentos. Tabela 4.4 - Trabalhos de Síntese e Integração de Conhecimentos. TRABALHOS DE SÍNTESE E INTEGRAÇÃO DE CONHECIMENTOS DISCIPLINAS 1.1 Trabalho de Conclusão de Curso 1 Carga Horária (h) AP 60 1.2 Trabalho de Conclusão de Curso 2 60 02 Atividades Complementares 2.1 Atividades Complementares 180 03 Estágio Supervisionado 3.1 Estágio Obrigatório 400 CONTEÚDOS 01 Trabalho de Conclusão de Curso Total 700 AP – Atividade Prática (Laboratório/Projeto/Simulação). 4.2 PERIODIZAÇÃO A periodização do Curso de Engenharia Ambiental é apresentada no Quadro 02: 0 1 Período Cálculo Diferencial e Integral 1 Física 1 Química Geral e Inorgânica Geometria Analítica e Álgebra linear Biologia Geral Introdução a Engenharia Computação 1 Carga Horária Semanal 31h 20 Período Cálculo Diferencial e Integral 2 Física 2 Química Orgânica Ecologia Básica Físico-Química Comunicação Lingüística Química Analítica Disciplina de Ciências Humanas Desenho Técnico Carga Horária Semanal 31h 30 Período Equações Diferenciais Ordinárias Física 3 Probabilidade e Estatística Carga Horária Semanal 31h 24 Fundamentos de Engenharia de Segurança do Trabalho Mecânica Geral 1 Ecologia Aplicada Metodologia da Pesquisa Cartografia Disciplina de Ciências Humanas 40 Período Calculo Numérico Hidráulica Mecânica Geral 2 Bioquímica Ambiental Fenômenos de Transportes 1 Topografia Princípios de Eletrotécnica Gestão Empresarial Disciplina de Ciências Humanas Carga Horária Semanal 29h 50 Período Operações Unitárias 1 Fenômenos de Transportes 2 Química Instrumental Microbiologia Ambiental Geoprocessamento Climatologia Legislação Ambiental Gestão Financeira Carga Horária Semanal 30h 60 Período Operações Unitárias 2 Gestão e Tratamento de Efluentes Líquidos 1 Avaliação de Impacto Ambiental Geologia e Pedologia Economia do Meio Ambiente Geotecnia Ambiental Princípios de Resistência dos Materiais Planejamento Ambiental Carga Horária Semanal 27h 70 Período Tratamento de Águas para Abastecimento 1 Gestão e Tratamento de Efluentes Líquidos 2 Gestão e Tratamento de Resíduos Sólidos 1 Gestão e Tratamento de Emissões Atmosféricas 1 Sistemas de Gestão Ambiental Processos Industriais e Poluição Biotecnologia Hidrologia Carga Horária Semanal 28h 80 Período Tratamento de Águas para Abastecimento 2 Gestão e Tratamento de Efluentes Líquidos 3 Gestão e Tratamento de Resíduos Sólidos 2 Gestão e Tratamento de Emissões Atmosféricas 2 Auditoria Ambiental Integrada Manejo de Recursos Naturais Optativa 1 Optativa 2 Carga Horária Semanal 29h 90 Período Projetos de Engenharia Ambiental Carga Horária Semanal 25h 25 Tecnologias Ambientais Saúde Ambiental Estudo de Viabilidade Econômica Ambiental Optativa 3 Optativa 4 Trabalho de Conclusão de Curso 1 100 Período Trabalho de Conclusão de Curso 2 Carga Horária Semanal 4h Quadro 02: Periodização do curso de Engenharia Ambiental 4.2.1 Disciplinas Optativas O currículo do Curso de Engenharia Ambiental permite ao aluno a escolha das disciplinas optativas que comporão a sua formação, distribuídas em: - 90 horas em disciplinas de Ciências Humanas; - 240 horas em disciplinas relacionadas à área específica de engenharia ambiental Observa-se que outras disciplinas optativas são incluídas, com o consenso do Colegiado de Curso e do NDE e com a aprovação posterior feita pelo Conselho de Graduação e Educação Profissional COGEP. 4.2.2 Mobilidade Acadêmica Os alunos podem cursar disciplinas em outras universidades (nacionais ou estrangeiras), podendo ter tais disciplinas consignadas em seu histórico escolar. Para isso será necessário que a instituição parceira possua convênio com a UTFPR e o aluno esteja inserido em um programa de mobilidade acadêmica, intercâmbio ou de dupla diplomação. A partir de 2013 no documento intitulado “Orientações quanto aos Procedimentos para a Mobilidade Intercâmpus 2013/2” a Mobilidade Intercâmpus passa a ser um procedimento operacional com datas previstas nos calendários acadêmicos dos câmpus, sem a necessidade de um edital específico da Pró-Reitoria de Graduação e Educação Profissional. Com base no Regulamento do Programa de Mobilidade Estudantil para os Cursos de Graduação da UTFPR, os procedimentos têm por objetivo orientar as coordenações de cursos e os DERAC’s nos encaminhamentos dos requerimentos de Mobilidade Estudantil Intercâmpus, válidos para cada semestre. O estudante interessado em fazer Mobilidade Intercâmpus é orientado a preencher o documento Plano de Estudos e apresentá-lo para aprovação do coordenador de curso, em seu câmpus de origem. 26 Quanto a Mobilidade Estudantil Internacional A UTFPR realiza o processo de seleção da Mobilidade Estudantil Internacional (MEI). Os estudantes interessados em participar de intercâmbios internacionais são orientados a se inscreverem nos Departamentos de Relações Interinstitucionais (Derint) dos câmpus da Universidade Tecnológica. O resultado é divulgado e o aluno selecionado providencia os documentos necessários no Derint do câmpus (Departamento de Relações Interinstitucionais para iniciar seus estudos no exterior. Há mais de 20 anos a UTFPR mantém acordos de cooperação com instituições de ensino estrangeiras e pratica intercâmbio. A seleção na forma da MEI (Figura 01) acontece agora em sua terceira edição e, junto ao Programa Ciência sem Fronteiras do governo federal, vem possibilitar a um número maior de estudantes em todos os câmpus da instituição participar do processo de mobilidade. As informações podem ser obtidas pelo acadêmicos nos Derints de cada câmpus da UTFPR, e a instrução normativa que regulamenta a MEI, as instituições conveniadas, as vagas disponibilizadas e a ficha de inscrição podem ser encontradas na página da Diretoria de Relações Interinstitucionais (http://www.utfpr.edu.br/estrutura-universitaria/pro- reitorias/prorec/diretoria-de-relacoes-interinstitucionais) Figura 01: Logo tpo do MEI Até o primeiro período letivo de 2014, 7 acadêmicos do curso de Engenharia Ambiental estão participando do programa Ciência sem Fronteiras, em diferentes países: Flávia Kimi Miyamoto – Alemanha Jeysa Pisa Santana Passos – EUA Karina Cerqueira Navarro – Espanha Leonardo Capestrini Furst – Alemanha Mariana Menoncin – EUA Michelle Cristina Wagner- EUA Rafaela Perandré – USA 27 Pedro Augusto Krieger - Canadá João Felipe Begnini – Hungria João Paulo Lemos Vieira de Queiroz – Hungria Diogo Silveira Costa – Hungria Lucas de Oliveira Alino – Canadá Victor Hugo Parussolo Zimmermann – Hungria 4.2.3 Flexibilidade Curricular Os princípios da flexibilidade curricular devem estar baseados na interdisciplinaridade e numa visão de ensino centrada na criatividade. Desta maneira, a estrutura curricular, bem como, a prática pedagógica, devem estar harmonizadas, proporcionando ao acadêmico o exercício crítico sobre o seu potencial de valores, de forma a estimular a formação de opinião e de conceitos, respeitando-se os fatores empíricos. A flexibilidade curricular deve propiciar a construção de um conhecimento no espaço invisível do saber. A flexibilidade curricular proporciona muitas ferramentas que são fatores coadjuvantes na formação de um profissional mais integrado com o próximo e ao meio ambiente e com a conscientização de que a aprendizagem acadêmica não deva ser seguida, por ser uma exigência legal ou do mundo do trabalho, mas uma forma de devolver à sociedade um bem público, a tecnologia através do conhecimento. 4.3 TOTALIZAÇÃO DAS CARGAS HORÁRIAS A Tabela 4.5 apresenta um resumo das cargas horárias do curso, em função das categorias de conteúdos das disciplinas. Tabela 4.5: Resumo da carga horária dos núcleos de conteúdos básicos, de conteúdos profissionalizantes e de conteúdos específicos. Currículo AT AP TT % Conteúdos Básicos 1215 330 1545 40,1 Conteúdos Profissionalizantes 465 315 780 20,2 Conteúdos Específicos 765 765 1530 39,7 Subtotal 2445 1410 3855 100,0 Atividades e Trabalhos de Síntese e Integração de 0 700 700 Conhecimento Total 2445 2110 4555 AT – Atividade Teórica; AP – Atividade Prática (Laboratório/Projeto/Simulação); TT – Total de Atividades. (%) = Percentual de Carga Horária em relação à carga horária mínima. 28 98 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ - CAMPUS MEDIANEIRA CURSO DE ENGENHARIA AMBIENTAL MATRIZ CURRICULAR - Resolução 052/13 COGEP 1º Período 2º Período Cálculo Diferencial 1.1 e Integral 1 6/0 Cálculo Diferencial 2.1 e Integral 2 4/0 PP51A B 6 90h PP52A 1.1 1.2 Física 1 B B Química Geral e Inorgânica 1.4 EG51A 5 75h B Biologia Geral PP52B B Físico-Química EG52A 1.4 B Química Analítica EG52C 1.4 P Ecologia Básica B Introdução a Engenharia 3 45h 1.6 EM52A B Química Orgânica 2 B Computação 1 EG52B 30h 1.7 1.4 P Desenho Técnico 2/2 PP52G B 4 60h B 5 75h 3.3 4 60h PP53E 4 60h 2.4 Fundamentos de Engenharia de Segurança do Trabalho 3.4 PP51E 3 45h 5 75h 2.5 B 1.5 P Ecologia Aplicada 2 30h 2.6 EM53A 4 60h 2.7 3.6 PP52C B 4 60h Comunicação Linguística 2.8 Metodologia da Pesquisa 3.8 PP51H 2 30h PP52E 2 30h B 2/0 4 PE 60h B 2/0 4.2 1/1 2 30h EM54A 2.2 3.1 P Mecânica Geral 2 4 60h 3.6 B P 4 60h 5.3 Química Instrumental EM55B 2.4 0/4 Legislação Ambiental 5.4 EM55C 4 60h 4/0 4P P 5.5 Microbiologia Ambiental 2/2 4 EM55D 4.5 P 60h 5.6 1/4 EM55E 1.7 3.7 P EM54C P 4.8 EM54D 2 30h EM55F B Gestão e 7.2 Tratamento de Efluentes Líquidos 2 2/2 Gestão e 8.2 Tratamento de Efluentes Líquidos 3 2/1 Saúde Ambiental Gestão Financeira 2/0 EG55C B EM56D 5P 2 30h 6.3 2/1 3 PE 45h 3 PE 45h Princípios de Resistência dos Materiais PP55H 3.6 B 6.5 EM57B 6.2 4 PE 60h Gestão e Tratamento de Resíduos Sólidos 1 EM57C 5P EM57D 5P 7.4 1/1 7.5 Biotecnologia 3/1 EM57E 5.5 4 PE 60h EM57F 2.5 4.2 P 4 60h 4 60h Economia do meio 6.8 Ambiente 2/0 7.8 Sistema de Gestão Ambiental 3/1 1/3 EM56F P EM56G B 2 30h EM57H 6P P 3 PE 45h Gestão e Tratamento de Resíduos Sólidos 2 EM58C 7.3 EM58D 7.4 EM58E Auditoria Ambiental Integrada EM58F 7.8 4 60h EM59C 6P Estudo de Viabilidade Econômica Ambiental 8.4 2/1 8.5 Manejo de Recursos Naturais 2/2 6P Tecnologias Ambientais 2/2 3 PE 45h 4 PE 60h 9.2 1/1 EM59B 1.5 8.3 4 PE 60h Gestão e Tratamento de Emissões Atmosféricas 2 2/2 Processos 7.7 Industriais e 2/2 Poluição 4 EM57G 5.1 6.1 PE 60h 6.7 EM58B 7.2 7.6 Hidrologia 2/2 4 PE 60h 2/1 2 PE 30h 3/0 3 45h 7.3 3 PE 45h Gestão e Tratamento de Emissões Atmosféricas 1 6.6 Geologia e Pedologia Geotecnia Ambiental 5.8 4 PE 60h 6.4 Avaliação de Impacto Ambiental 1/2 5.7 3 PE 45h 2/0 EM56C EM56E 2/1 4 60h Gestão Empresarial 4 PE 60h Planejamento Ambiental 5 75h Climatologia 2/2 2.7 EM56B 4 PE 60h 4.7 Topografia 5.2 2/2 5P Geoprocessamento B EM56A 4 60h P 2/2 EG54A 10º Período Trabalho de 10.1 Conclusão de 0/4 Curso 2 4 EM60A 9.1 SIC 60h EG55B 4.2 4.6 Princípios de Eletrotécnica 3.2 3 45h 2/2 P 9º Período Trabalho de 9.1 Conclusão de 0/4 Curso 1 4 EM59A PP SIC 60h Gestão e 6.2 Tratamento de Efluentes Líquidos 1 2/2 2/1 EM54B 2.6 4 60h 8º Período Tratamento de 8.1 Águas para Abastecimento 2 1/2 3 EM58A 7.1 PE 45h 2/2 4.5 Bioquímica Ambiental EG55A 7º Período Tratamento de 7.1 Águas para Abastecimento 1 2/1 3 EM57A 5P PE 45h 6.1 Operações Unitárias 2 5.2 4.4 4 60h 5.1 Fenômenos de Transporte 2 4/0 PP53C 6º Período Operações Unitárias 1 4.2 4.3 1/3 EM53B 4 60h 3/1 3.7 Cartografia 3 45h B B Hidráulica 3.5 4/0 1/2 PP51D EG54B 2.2 3.1 4/0 3 PE 45h Mecânica Geral 1 1.2 B Fenômenos de Transporte 1 1/2 2.5 5º Período 4.1 2/2 PP54G 2.1 1.7 3/0 3/1 2/0 PP51C PP53B 2/0 1.5 4 60h 3/2 1.1 Cálculo Numérico 4/0 Probabilidade e Estatistíca 3/2 2/1 EM51A 2.3 2/2 3/2 1.5 5 75h 4º Período 3.1 3.2 Física 3 3/2 5 75h Geometria 1.3 Analítica e Álgebra 6/0 Linear 6 PP51F B 90h 4 60h 2.2 Física 2 3/2 PP51B 3º Período Equações Diferenciais Ordinárias PP53A 2.1 B EM59D 6P 2 PE 30h 9.3 2/1 3 PE 45h 9.4 2/2 4 PE 60h Projetos de 9.5 Engenharia 1/3 Ambiental 4 EM59E 6P PE 60h 8.6 3/1 4 PE 60h Optativas 1,2,3 e 4 Cursar 240h de disciplinas optativas Pré-requisitos específicos PE 240h Ciências Humanas Estágio Curricular Obrigatório Cursar 90h dentre as disciplinas optativas disponíveis para esta área B 90h A partir do 5 período do curso (5P) SIC 400h SIC 180h Atividades Complementares R Nome da Disciplina Código PR TC AT/P TT CHT LEGENDA R - REFERÊNCIA NA MATRIZ AT/P - AULAS TEÓRICAS/PRÁTICAS (SEMANAIS) TT - TOTAL DE AULAS(SEMANAIS) CHT - CARGA HORÁRIA TOTAL SEMESTRAL PR - PRÉ-REQUISITO TC - TIPO DE CONTEÚDO TIPO DE CONTEÚDO (TC) B - CONTEÚDOS BÁSICOS P - CONTEÚDOS PROFISSIONALIZANTES PE - CONTEÚDOS PROFISIONALIZANTES ESPECÍFICOS SIC - ATIVIDADE DE SÍNTESE E INTEGRAÇÃO DE CONHECIMENTO ATIVIDADES PRESENCIAIS ATIVIDADES NÃO PRESENCIAIS ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO CARGA HORÁRIA TOTAL 3855 h 180 h 400 h 4555 h FRENTE/VERSO 98 4.4 EMENTAS DAS DISCIPLINAS 4.4.1 Núcleo de Conteúdos Básicos DISCIPLINA Cálculo Diferencial e Integral 1 Carga Horária: AT(90) AP(00) TT(90) Pré-requisito: Sem pré-requisito Sistematização dos Conjuntos Numéricos. Sistema Cartesiano Ortogonal. Relações e Funções no Espaço Real Bidimensional. Limites e Continuidade de Funções Reais de Variável Real. Estudo das Derivadas de Funções Reais de Variável Real. Estudo da Variação de Funções através dos Sinais das Derivadas. Teoremas Fundamentais do Cálculo Diferencial. Estudo dos Diferenciais e suas Aplicações. Estudo das Integrais Indefinidas. Estudo dos Integrais Definidos. Aplicações dos Integrais Definidos. DISCIPLINA Física 1 Carga Horária: AT(45) AP(30) TT(75) Pré-requisito: Sem pré-requisito Sistemas de unidades. Análise Dimensional. Teoria de Erros. Vetores. Cinemática. 3 Leis de Newton. Lei de Conservação da Energia. Sistemas de partículas. Colisões. Movimento de rotação. Conservação do momento angular. Atividades de laboratório. DISCIPLINA Geometria Analítica e Álgebra Linear Carga Horária: AT(90) AP(00) TT(90) Pré-requisito: Sem pré-requisito Sistemas de coordenadas; Matrizes; Sistemas de equações lineares; Vetores; Produto de vetores; Aplicação de vetores ao estudo da reta e do plano; Espaços vetoriais; Transformações lineares; Autovalores e autovetores; Espaço com produto interno; Cônicas e quádricas DISCIPLINA Computação 1 Carga Horária: AT(30) AP(30) TT(60) Pré-requisito: Sem pré-requisito Algoritmos Estruturados; Aspectos formais da linguagem de Programação; Ambiente Operacional e Compiladores; Comandos da Linguagem de Programação; Conjuntos e Matrizes numéricas; Cadeia de caracteres; Subprogramas; Arquivos. DISCIPLINA Biologia Geral Carga Horária: AT(30) AP(15) TT(45) Pré-requisito: Sem pré-requisito Noções básicas de estrutura celular; Reino Monera; Reino Protista; Reino Fungi; Reino Animal; Reino Vegetal. DISCIPLINA Comunicação Linguística Carga Horária: AT(30) AP(00) TT(30) Pré-requisito: Sem pré-requisito 32 Noções fundamentais da linguagem, Concepção de texto, Coesão e coerência textual, A argumentação na comunicação oral e escrita, Resumo, Resenha crítica, Artigo, Análise e interpretação textual, Técnicas e estratégias de comunicação oral formal. DISCIPLINA Introdução à Engenharia Carga Horária: AT(30) AP(00) TT(30) Pré-requisito: Sem pré-requisito Conceito de engenharia; Conceitos de ciência, tecnologia e arte; Noções de história da engenharia; A matemática como ferramenta do engenheiro; Conceitos de projeto de engenharia; Ferramentas da Engenharia; A função social do engenheiro; Ética na engenharia; Engenharia e meio ambiente; O curso de engenharia. DISCIPLINA Desenho Técnico Carga Horária: AT(15) AP(30) TT(45) Pré-requisito: Sem pré-requisito Material de Desenho; Normas técnicas; Linhas técnicas; Caligrafia técnica; Perspectivas; Projeções Ortogonais; Cortes; Técnicas de Cotagem; Aplicação de Escalas; Desenho Assistido por Computador. DISCIPLINA Química Geral e Inorgânica Carga Horária: AT(45) AP(30) TT(75) Pré-requisito: Sem pré-requisito Normas de segurança em laboratório; Estrutura eletrônica dos átomos; Propriedades periódicas; Ligações químicas; Funções inorgânicas; Reações químicas; Estequiometria; Soluções; Atividades de Laboratório. DISCIPLINA Cálculo Diferencial e Integral 2 Carga Horária: AT(60) AP(00) TT(60) Pré-requisito: Cálculo Diferencial e Integral 1 Sistemas de Coordenadas Polares; Tópicos de Topologia dos Espaços Reais n-Dimensionais; Relações e Funções em Espaços Reais n-Dimensionais; Limite e Continuidade de Funções de n-Variáveis Reais; Derivadas Parciais; Derivadas de Funções Compostas, Implícitas e Homogêneas. Diferenciais de Funções de n-Variáveis; Máximos e Mínimos de Funções de n-Variáveis Reais; Integrais Múltiplas; Aplicações Geométricas das Integrais Múltiplas. DISCIPLINA Física 2 Carga Horária: AT(45) AP(30) TT(75) Pré-requisito: Sem pré-requisito Gravitação. Oscilações. Ondas Mecânicas. Temperatura. Mecânica dos Fluidos Primeira Lei da Termodinâmica. Teoria cinética dos gases. Segunda Lei da Termodinâmica. Óptica geométrica. Atividades de Laboratório. DISCIPLINA Probabilidade e Estatística Carga Horária: AT(60) AP(00) TT(60) Pré-requisito: Sem pré-requisito Elementos de probabilidade; Variáveis aleatórias; Distribuição de probabilidade; Inferência estatística; Estimação; Testes de Hipóteses; Controle Estatístico de Processo (CEP); Análise da variância. DISCIPLINA Ecologia Básica 33 Carga Horária: AT(30) AP(00) TT(30) Pré-requisito: Biologia Geral Fluxos energéticos; Ciclos biogeoquímicos; Dinâmica e organização das comunidades; Ecossistemas; Biomas; Interação entre os meios biótico/abiótico. DISCIPLINA Mecânica Geral 1 Carga Horária: AT(60) AP(00) TT(60) Pré-requisito: Geometria Analítica e Álgebra Linear, Física 1 Forças no Plano. Forças no espaço; Sistema Equivalente de Forças; Estática dos Corpos Rígidos em duas Dimensões; Estática dos Corpos rígidos em três Dimensões; Forças Distribuídas; Estruturas; Vigas; Cabos; Atrito; Momento de Inércia. DISCIPLINA Mecânica Geral 2 Carga Horária: AT(60) AP(00) TT(60) Pré-requisito: Mecânica Geral 1 Princípios de Dinâmica. Cinética dos Sistemas de pontos Materiais. Cinemática dos Corpos Rígidos. Movimentos Absolutos. Movimentos Relativos. Cinemática dos Corpos Rígidos. Momentos de Inércia. Força, Massa e Aceleração. Trabalho e Energia. Impulso e Quantidade de Movimento. Dinâmica dos Sistemas não Rígidos. Escoamento Permanente de Massa. Escoamento com Massa Variável. DISCIPLINA Equações Diferenciais Ordinárias Carga Horária: AT(60) AP(00) TT(60) Pré-requisito: Cálculo Diferencial e Integral 2 Equações Diferenciais de Primeira Ordem. Equações Diferenciais de Segunda Ordem. Sistemas de Equações Diferenciais. Equações Diferenciais Não-lineares e Estabilidade. Resolução das Equações Diferenciais em Séries de Potências. Equações Diferenciais Parciais DISCIPLINA Físico-Química Carga Horária: AT(45) AP(15) TT(60) Pré-requisito: Química geral e inorgânica Propriedades coligativas; Termodinâmica química; Cinética química; Equilíbrio químico; Eletroquímica e corrosão; Noções de radioatividade; Atividades de Laboratório. DISCIPLINA Física 3 Carga Horária: AT(45) AP(30) TT(75) Pré-requisito: Sem pré-requisito Carga Elétrica. O Campo Elétrico. Lei de Gauss. Potencial Elétrico. Capacitância. Corrente e Resistência. Circuitos Elétricos em corrente contínua. O Campo Magnético. A indução Magnética. Indutância. Magnetismo em meios materiais. Atividades de Laboratório. DISCIPLINA Metodologia da Pesquisa Carga Horária: AT(30) AP(00) TT(30) Pré-requisito: Sem pré-requisito Fundamentos da metodologia científica; Normas para elaboração de trabalhos acadêmicos; Métodos e técnicas de pesquisa; A comunicação entre orientados/orientandos; O pré-projeto de pesquisa; O Projeto de pesquisa; O experimento; A comunicação científica; A organização do texto científico (normas ABNT). DISCIPLINA Fenômenos de Transportes 1 34 Carga Horária: AT(15) AP(15) TT(30) Pré-requisito: Física 2 e Equações Diferenciais Ordinárias Mecânica dos Fluidos. Conceitos fundamentais. Estática dos fluidos. Forças hidráulicas em superfícies submersas. Balanço global de massa. Equação do momentum para o volume de controle inercial. Dinâmica de fluxo incompressível não-viscoso. Transferência de massa. Escoamento de fluidos ao redor de corpos submersos. Introdução à Transferência de calor. DISCIPLINA Gestão Empresarial Carga Horária: AT(30) AP(00) TT(30) Pré-requisito: Sem pré-requisito Introdução à administração; Princípios gerais; Estrutura organizacional; Técnicas de gestão; Arranjo físico; Sistemas de informações gerenciais; Cadeia de valor. DISCIPLINA Cálculo Numérico Carga Horária: AT(30) AP(30) TT(60) Pré-requisito: Equações Diferenciais Ordinárias, Computação 1 Noções básicas sobre erros. Zeros reais de funções reais. Resolução de sistemas de equações lineares. Interpolação. Ajuste de curvas. Integração numérica. Solução numérica de equações diferenciais ordinárias. Atividades práticas com uso de ferramentas computacionais. DISCIPLINA Princípios de Eletrotécnica Carga Horária: AT(30) AP(30) TT(60) Pré-requisito: Física 3 Grandezas elétricas; Elementos de circuitos elétricos; Circuitos de corrente contínua; Circuitos de corrente alternada; Medição elétrica e magnética; Circuitos monofásicos e trifásicos; Equipamentos elétricos; Noções de sistemas de distribuição industrial; Motores: princípio de funcionamento e ligações; Noções de manutenção elétrica. DISCIPLINA Princípios de Resistência dos materiais Carga Horária: AT(45) AP(00) TT(45) Pré-requisito: Mecânica Geral 1 Características geométricas de seções planas compostas. Área. Momento estático. Baricentro. Momentos de inércia. Conceitos de tensões e deformações. Tensões normais e cisalhantes. Diagramas tensão-deformação. Cargas axiais. Aplicações em cabos, barras e treliças. Cisalhamento puro. Aplicações em juntas rebitadas. Torção pura. Aplicação em eixos. Flexão pura e simples. Aplicações em vigas. Esforços combinados. Aplicações em eixos submetidos à flexão e torção. Energia de deformação. DISCIPLINA Economia do Meio Ambiente Carga Horária: AT(30) AP(00) TT(30) Pré-requisito: Sem pré-requisito Teorias da economia ambiental e dos recursos naturais; Economia, sociedade e meio ambiente; Meio ambiente e políticas sociais; Globalização, meio ambiente e desenvolvimento; Investimentos na preservação ambiental e competitividade. DISCIPLINA Gestão Financeira Carga Horária: AT(30) AP(00) TT(30) 35 Pré-requisito: Sem pré-requisito Administração financeira. Demonstrativos financeiros; Orçamento empresarial; Gestão do fluxo de caixa; Análise do custo x volume x lucro. 4.4.2 Disciplinas de Ciências Humanas: O aluno deverá cursar uma carga horária de 90 horas entre as disciplinas listadas. A Presença Africana no Brasil: Tecnologia e Trabalho Filosofia da Ciência e da Tecnologia Fundamentos da Ética História da Técnica e da Tecnologia Liderança e Gerenciamento Relações Humanas Sociedade e Política no Brasil Tecnologia e Sociedade Tópicos em Ciências Humanas Libras 1 Libras 2 Gestão Tecnológica Gestão da Qualidade de Vida no Trabalho Psicologia Aplicada ao Trabalho Relações Humanas e Liderança História e Cultura Afro-Brasileira Qualidade de Vida DISCIPLINA A Presença Africana no Brasil: Tecnologia e Trabalho Carga Horária: AT(30) AP(00) TT(30) Pré-requisito: Sem pré-requisito Diretrizes para a educação das relações étnico-raciais. Paisagens natural e sócio-cultural africanas. Processo sócio-histórico da diáspora africana no Brasil. Processos produtivos: escravidão e pós-escravidão. Racismo e anti-racismos. DISCIPLINA Filosofia da Ciência e da Tecnologia Carga Horária: AT(30) AP(00) TT(30) Pré-requisito: Sem pré-requisito 36 Teoria do Conhecimento. Arte, técnica, ciência, engenharia-definições. O progresso científico. O progresso tecnológico. Civilização Tecnológica. Ciência, tecnologia e humanismo. DISCIPLINA Fundamentos da Ética Carga Horária: AT(30) AP(00) TT(30) Pré-requisito: Sem pré-requisito Fundamentos da Ética; Abrangência da Ética; Ética e Religião; Ética e Moral; Senso Moral e Consciência Moral; A Liberdade; A Ética e a Vida Social; Ética na política; Ética Profissional; dimensão pessoal e social. DISCIPLINA História da Técnica e da Tecnologia Carga Horária: AT(30) AP(00) TT(30) Pré-requisito: Sem pré-requisito Técnica, Progresso e Determinismo Tecnológico; Tecnologia e Ciência no Renascimento; Tecnologia, Iluminismo e Revolução Industrial; Tecnologia e Modernidade; Tecnologia e Modernidade no Brasil; Tecnociência. DISCIPLINA Liderança e Gerenciamento Carga Horária: AT(30) AP(00) TT(30) Pré-requisito: Sem pré-requisito Novos modelos de liderança; Os novos desafios da liderança; A estratégia gerencial moderna; A ação executiva. DISCIPLINA Relações Humanas Carga Horária: AT(30) AP(00) TT(30) Pré-requisito: Sem pré-requisito Estrutura da personalidade; Comunicação humana; A subjetividade nos laços sociais; O indivíduo e o grupo; Desenvolvimento interpessoal; Administração de conflitos. DISCIPLINA Sociedade e Política no Brasil Carga Horária: AT(30) AP(00) TT(30) Pré-requisito: Sem pré-requisito A formação política, econômica e cultural do Brasil; A Organização do trabalho; A sociedade brasileira na contemporaneidade. DISCIPLINA Tecnologia e Sociedade Carga Horária: AT(30) AP(00) TT(30) Pré-requisito: Sem pré-requisito Distinção das Ciências Sociais e Ciências Naturais; Conhecimento científico e Tecnológico; Trabalho; Processos Produtivos e Relações de Trabalho na sociedade capitalista; Técnica e Tecnologia na sociedade contemporânea; Cultura e Diversidade Cultural. DISCIPLINA Tópicos em Ciências Humanas Carga Horária: AT(30) AP(00) TT(30) Pré-requisito: Sem pré-requisito Esta disciplina abordará temas específicos e contemporâneos das Ciências Humanas; Tecnologia e Sociedade. DISCIPLINA Libras 1 Carga Horária: AT(20) AP(10) TT(30) 37 Pré-requisito: Sem pré-requisito Línguas de sinais e minoria linguística; As diferentes línguas de sinais; Status da língua de sinais no Brasil; Cultura Surda; Organização linguística da Libras para usos informais e cotidianos: vocabulário; morfologia, sintaxe e semântica; A expressão corporal como elemento linguístico. DISCIPLINA Libras 2 Carga Horária: AT(20) AP(10) TT(30) Pré-requisito: Sem pré-requisito A educação de surdos no Brasil. Cultura surda e a produção literária. Emprego da Libras em situações discursivas formais: vocabulário, morfologia, sintaxe e semântica. Prática do usos da Libras em situações discursivas mais formais. DISCIPLINA Gestão Tecnológica Carga Horária: AT(34) AP(00) APS (02) TT(36) Pré-requisito: Sem pré-requisito Princípios e passos para a inovação tecnológica. O processo de Inovação Tecnológica. Projetos de Inovação Tecnológica. Transferência de Tecnologia. Árvores Tecnológicas. Noções sobre Prospectiva Tecnológica. Noções sobre Propriedade Intelectual e Industrial em Processos Industriais. Indicadores para a Gestão da Tecnologia. DISCIPLINA Gestão da Qualidade de Vida no Trabalho Carga Horária: AT(34) AP(00) APS (02) TT(36) Pré-requisito: Sem pré-requisito Qualidade de vida e qualidade de vida no trabalho. Modelos de qualidade de vida no trabalho. Avaliação de indicadores da área de saúde. Estudo de casos de qualidade de vida no trabalho. Programas de qualidade de vida no trabalho. DISCIPLINA Psicologia Aplicada ao Trabalho Carga Horária: AT(34) AP(00) APS (02) TT(36) Pré-requisito: Sem pré-requisito Principais teorias da personalidade e o contexto organizacional. Motivação. Significado psicossocial do trabalho. Tecnologia e subjetividade. Saúde mental e trabalho. DISCIPLINA Relações Humanas e Liderança Carga Horária: AT(34) AP(00) APS (02) TT(36) Pré-requisito: Sem pré-requisito Liderança. Comunicação humana. O indivíduo e o grupo. Competências interpessoais. DISCIPLINA História e Cultura Afro-Brasileira Carga Horária: AT(34) AP(00) APS (02) TT(36) Pré-requisito: Sem pré-requisito A história afro-brasileira e a compreensão dos processos de diversidade étnico-racial e étnico-social na formação político, econômica e cultura do Brasil. O processo de naturalização da pobreza e a formação da sociedade brasileira. Igualdade jurídica e desigualdade social. DISCIPLINA Qualidade de Vida Carga Horária: AT(34) AP(00) APS (02) TT(36) 38 Pré-requisito: Sem pré-requisito Aptidão física. Capacidades físicas relacionadas a saúde. Prevenção de doenças ocupacionais. Qualidade de vida e trabalho. Atividades físicas recreativas. 4.4.3 Núcleo de Conteúdos Profissionalizantes DISCIPLINA Química Orgânica Carga Horária: AT(45) AP(15) TT(60) Pré-requisito: Química geral e inorgânica Propriedades físicas e químicas de compostos orgânicos; Funções químicas orgânicas; Estereoquímica; Reações químicas: mecanismos e síntese; Aplicações da química orgânica. DISCIPLINA Cartografia Carga Horária: AT(15) AP(45) TT(60) Pré-requisito: Sem pré-requisito Compreensão da superfície terrestre; Leitura, análise e interpretação de documentos cartográficos; referência de posicionamento na superfície; interpretação planimétrica e altimétrica da superfície e representação de eventos geográficos. DISCIPLINA Topografia Carga Horária: AT(30) AP(30) TT(60) Pré-requisito: Desenho Técnico Equipamentos topográficos; Medição linear e angular; orientação dos alinhamentos; Processos de levantamento planimétrico e altimétrico; Estadimetria; Desenho topográfico; Aplicação de sistema de posicionamento global (GPS). DISCIPLINA Bioquímica Ambiental Carga Horária: AT(30) AP(15) TT(45) Pré-requisito: Química orgânica Água; Conceito, classificação, estrutura e propriedades das biomoléculas: proteína, carboidrato, lipídios, vitaminas e ácidos nucléicos; Metabolismo das biomoléculas: catabolismo e biossíntese; Conceitos de Toxicologia. DISCIPLINA Química Analítica Carga Horária: AT(45) AP(30) TT(75) Pré-requisito: Química Geral e Inorgânica Introdução à química analítica qualitativa e quantitativa; Reações fundamentais em análise química; Marcha analítica para separação e identificação de cátions e ânions; Equilíbrio químico em meio aquoso; Métodos titulométricos e gravimétricos. DISCIPLINA Hidráulica Carga Horária: AT(45) AP(15) TT(60) Pré-requisito: Física 2 e Equações Diferenciais Ordinárias Escoamentos: permanente forçado, permanente em canais, transitório forçado, turbulento; hidraulicamente 39 DISCIPLINA Química Orgânica Carga Horária: AT(45) AP(15) TT(60) Pré-requisito: Química geral e inorgânica Propriedades físicas e químicas de compostos orgânicos; Funções químicas orgânicas; Estereoquímica; Reações químicas: mecanismos e síntese; Aplicações da química orgânica. rugoso, hidraulicamente liso, lamina, ondulatório, em meio poroso; Empuxo hidromecânico; Máquinas hidráulicas; Instalações de recalque; hidrometria; Transporte de sedimentos; Ressalto hidráulico. DISCIPLINA Microbiologia Ambiental Carga Horária: AT(30) AP(30) TT(60) Pré-requisito: Bioquímica Ambiental Classificação dos microrganismos; Morfologia e fisiologia microbiana; Ecologia microbiana; Conceitos sobre microbiologia do ar, da água, do solo, de esgotos e de resíduos agrícolas e industriais. DISCIPLINA Química Instrumental Carga Horária: AT(30) AP(30) TT(60) Pré-requisito: Química Analítica Introdução aos métodos instrumentais; Cromatografia; Eletroanalítica; Espectrometria de absorção e emissão atômica; Espectrofotometria UV-Vis e Infravermelho; Espectrometria de fluorescência; Espectrometria de massa; Tratamentos de dados analíticos. DISCIPLINA Geologia e Pedologia Carga Horária: AT(45) AP(30) TT(75) Pré-requisito: Sem pré-requisito Geologia do Brasil e Paraná; Morfologia tectônica; Processos geológicos; Formação das rochas; Processo e fatores de formação do solo; Intemperismo; Distribuição geográfica dos solos; Propriedades químicas e físicas dos solos; Classificação dos solos segundo o sistema brasileiro de classificação dos solos (SiBCS); Levantamento e classificação de terras no sistema de capacidade de uso. DISCIPLINA Fundamentos de Engenharia de Segurança do Trabalho Carga Horária: AT(45) AP(00) TT(45) Pré-requisito: Estar matriculado pelo menos no 3º período Conceituação da segurança; Normalização de legislação específica sobre segurança no trabalho; Órgãos relacionados com segurança no trabalho; Análise de estatística de riscos e acidentes; Custos de acidentes; Programa de segurança da empresa; Sistemas preventivos e sistemas de combate a incêndios; Equipamentos de proteção Individual; Segurança em eletricidade; Proteção de máquinas, equipamentos e ferramentas; Riscos físicos e químicos; Treinamento geral e específico. DISCIPLINA Operações Unitárias 1 Carga Horária: AT(30) AP(30) TT(60) Pré-requisito: Fenômenos de transporte 1 Balanço de massa; Sistemas particulados: moagem, análise granulométrica; Tratamento e separação de sólidos; Precipitação eletrostática; Movimento de partículas em fluidos; Transporte de fluidos: tubulações, bombas, válvulas e compressores; Escoamento em leitos porosos fixos e fluidizados; Separação sólidolíquido: sedimentação, flotação, Filtração; Centrifugação; mistura e agitação. 40 DISCIPLINA Fenômenos de Transporte 2 Carga Horária: AT(30) AP(30) TT(60) Pré-requisito: Fenômenos de Transporte 1 Transferência de calor; Condução unidimensional em regime permanente; Convecção; Convecção forçada; Convecção natural; Radiação; Condensação; Ebulição; Trocadores de calor; Ar condicionado. DISCIPLINA Operações Unitárias 2 Carga Horária: AT(30) AP(30) TT(60) Pré-requisito: Fenômenos de transporte 2 Destilação; Absorção; Adsorsão; Extração líquido-líquido e sólido-sólido; Umidificação; Psicrometria; Umidificação e desumidificação; Secagem; Trocadores de calor; Evaporação. DISCIPLINA Geoprocessamento Carga horária AT(15) AP(60) TT(75) Pré-requisito: Computacão 1, Cartografia Bases conceituais e teóricas; Sistemas de informações geográficas (SIG); Métodos de abstração, conversão e estruturação em SIG; Potencial das técnicas de geoprocessamento para a representação de fenômenos e modelos ambientais; Instrumentalização de técnicas de geoprocessamento. DISCIPLINA Geotecnia Ambiental Carga Horária: AT(15) AP(45) TT(60) Pré-requisito: Estar matriculado pelo menos no 5º período Sensoriamento remoto e aerofotogrametria em estudos geoambientais; conservação do solo; uso do solo urbano e rural e seus impactos; geomorfologia ambiental; Aplicações de SIG. DISCIPLINA Hidrologia Carga Horária: AT(30) AP(30) TT(60) Pré-requisito: Ecologia Básica e Fenômenos de Transporte 1 Ciclo hidrológico; Precipitação; Escoamento superficial; Infiltração; Evapotranspiração; Águas subterrâneas; Bacias hidrográficas; Hidrograma unitário; Medida de vazão; Vazões de enchentes; Manipulação de dados de vazão; reservatório de regularização e armazenamento. DISCIPLINA Sistemas de Gestão Ambiental Carga Horária: AT(60) AP(00) TT(60) Pré-requisito: Estar matriculado pelo menos no 6º período do curso Recursos e sistemas ambientais; Economia do meio ambiente; Desenvolvimento e sustentabilidade; Qualidade total e ambiente: conceitos e definições; Causas da degradação ambiental; A produção de bens e serviços e o mecanismo do desenvolvimento limpo; Sistemas de gestão da qualidade ambiental; Responsabilidades das empresas; Avaliação de custos ambientais; Interpretação e aplicação da Norma ISO. Implementação de um sistema de gestão ambiental. DISCIPLINA Legislação Ambiental Carga Horária: AT(60) AP(00) TT(60) Pré-requisito: Estar matriculado pelo menos no 4º período do curso Responsabilização por danos ambiental (cível, penal e administrativa); Instrumentos de tutela ambiental; A defesa da flora e da fauna; crimes ambientais; As ações processuais de proteção ambiental; reparação dos 41 danos ambientais; direito ambiental internacional; tratados internacionais. DISCIPLINA Auditoria Ambiental Integrada Carga Horária: AT(30) AP(30) TT(60) Pré-requisito: Sistema de Gestão Ambiental Conceito de auditoria; Referências normativas; Termos e definições; Princípios de auditoria; Gestão de um programa de auditoria; Objetivos e abrangência; Responsabilidades, recursos e procedimentos; Registros; Monitoramento e análise crítica; Competência e avaliação dos auditores; Auditorias ambientais compulsórias. 4.4.4 Núcleo de Conteúdos Específicos DISCIPLINA Ecologia Aplicada Carga Horária: AT(30) AP(15) TT(45) Pré-requisito: Ecologia básica Relação sociedade e ambiente: a interferência humana; Formas de desequilíbrios ambientais; Impactos bióticos e abióticos; Poluição e contaminação; Perturbação e contaminação nos sistemas alimentares: magnificação trófica. DISCIPLINA Climatologia Carga Horária: AT(30) AP(30) TT(60) Pré-requisito: Sem pré-requisito Definições: Climatologia, tempo e clima; Atmosfera terrestre e os fenômenos que atuam sobre ela; Elementos climáticos: precipitação atmosférica, radiação, temperatura, umidade e pressão; Circulação atmosférica: circulação geral, massas de ar e frentes; circulação atmosférica na América do Sul; Séries climatológicas; Classificação climática; Fatores geográficos do clima; Climas regionais; Fenômenos óticos e elétricos da atmosfera; Aplicações da climatologia no meio ambiente e no espaço urbano; Climatologia aplicada à engenharia ambiental; Trabalho de campo. DISCIPLINA Gestão e Tratamento de Efluentes Líquidos 1 Carga Horária: AT(45) AP(15) TT(60) Pré-requisito: Estar matriculado pelo menos no 5º período do curso Conceitos gerais: efluentes líquidos; Poluição hídrica: conceituação geral, cálculo de cargas poluidoras; Classificação dos principais poluentes presentes em efluentes líquidos: origem e efeitos; Principais parâmetros físicos, químicos e biológicos de caracterização; Padrões de lançamento de efluentes líquidos: legislação federal e estadual; Principais impactos causados pelo lançamento de efluentes líquidos nos cursos de águas; autodepuração dos cursos de águas; Operações unitárias físicas e processos químicos aplicados ao tratamento de efluentes líquidos: níveis preliminar e primário; Sistema de amostragem. DISCIPLINA Biotecnologia Carga Horária: AT(45) AP(15) TT(60) Pré-requisito: Bioquímica Ambiental e microbiologia ambiental Introdução à Biotecnologia; Biotecnologia no meio ambiente; A pesquisa e a biotecnologia; Processos 42 biotecnológicos aplicados; Bioconversões com bactérias, fungos e enzimas isoladas; Fermentações clássicas; Impactos da biotecnologia contemporânea; Biotecnologia aplicada ao manejo ambiental. DISCIPLINA Avaliação de Impacto Ambiental Carga Horária: AT(30) AP(15) TT(45) Pré-requisito: Estar matriculado pelo menos no 5º período do curso Conceitos e definições; Origem, evolução, objetivo e fases do processo de avaliação de impactos ambientais (AIA); Relatório de impacto ambiental (RIMA); Elaboração de estudos de impacto ambiental (EIA); Análise de risco; Metodologias multicriteriais de apoio à decisão; Processo de licenciamento ambiental e de AIA no Brasil; Trabalhos de campo com elaboração de Estudo de Impacto Ambiental. DISCIPLINA Saúde Ambiental Carga Horária: AT(30) AP(00) TT(30) Pré-requisito: Biologia Geral Evolução histórica das representações sobre o processo saúde/doença; Método epidemiológico; Epidemiologia das doenças transmissíveis relacionadas com a água, excreta e resíduos sólidos; Epidemiologia das doenças não transmissíveis associadas aos resíduos tóxicos e perigosos; Modificação antrópica no ambiente e efeitos na saúde; Vigilância ambiental e vigilância à saúde; Sistemas de informações em saúde ambiental; Epidemiologia analítica. DISCIPLINA Planejamento Ambiental Carga Horária: AT(30) AP(15) TT(45) Pré-requisito: Sem pré-requisito Planejamento, gestão e desenvolvimento; Planejamento ambiental; Organização espacial (físico – territorial) – urbano e regional; Plano diretor de desenvolvimento urbano e ambiental; Planejamento e desenvolvimento sustentável; Estudos de caso. DISCIPLINA Tratamento de Águas para Abastecimento 1 Carga Horária: AT(30) AP(15) TT(45) Pré-requisito: Estar matriculado pelo menos no 5º período do curso Conceitos gerais relativos ao tratamento de água para o consumo humano; Fontes de água; Normas de qualidade; Fundamento das técnicas, processos e operações utilizados no tratamento de águas de abastecimento: coagulação, floculação, decantação, filtração rápida e lenta, oxidação, desinfecção, fluoretação e correção do pH; Produtos químicos utilizados no tratamento das águas de abastecimento; Tipos de Abastecimento; Sistema convencional de abastecimento: captação, adução, estação de tratamento, reservação, redes de distribuição e ligações domiciliares; Distribuição e armazenamento; Critérios e parâmetros para o dimensionamento, implantação e operação de estações de tratamento de águas de abastecimento; Técnicas e processos alternativos. DISCIPLINA Gestão e Tratamento de Efluentes Líquidos 2 Carga Horária: AT(45) AP(15) TT(60) Pré-requisito: Gestão e Tratamento de Efluentes Líquidos 1 Introdução ao tratamento biológico: nível secundário; Metabolismo bacteriano; Cinética do crescimento biológico; Aplicação da cinética aos tratamentos biológicos; Obtenção de parâmetros; Processos de tratamento de biomassa fixa e em suspensão; Lagoas de estabilização e aeradas mecanicamente; Lodos ativados; Filtros biológicos; Biodiscos; Valos de oxidação; Reatores anaeróbios: convencionais e de alta taxa; Controle de 43 Nutrientes. DISCIPLINA Gestão e Tratamento de Resíduos Sólidos 1 Carga Horária: AT(45) AP(00) TT(00) Pré-requisito: Estar matriculado pelo menos no 5º período do curso Conceituação e caracterização de resíduos sólidos: resíduos domiciliares, resíduos públicos, resíduos de serviços de saúde, resíduos industriais; Processos econômicos de resíduos urbanos: conceituação e classificação dos processos; Processos biológicos; Processos térmicos; Resíduos industriais: normas e legislação aplicadas a resíduos industriais; Processos de tratamento de resíduos industriais; Disposição de resíduos no solo; Gerenciamento integrado de resíduos sólidos. DISCIPLINA Gestão e Tratamento de Emissões Atmosféricas 1 Carga Horária: AT(30) AP(00) TT(30) Pré-requisito: Estar matriculado pelo menos no 5º período do curso Composição química da atmosfera; Padrões de emissão e de qualidade do ar; Principais poluentes atmosféricos e seus efeitos ao homem e ao meio ambiente: escala local, regional e global; Dispersão de poluentes na atmosfera; Legislação sobre poluição atmosférica; Metodologias de amostragens e de análises de poluentes atmosféricos. DISCIPLINA Processos Industriais e Poluição Carga Horária: AT(45) AP(00) TT(45) Pré-requisito: Operações Unitárias 1 e Operações Unitárias 2 Conceito de poluição; A industrialização, a urbanização e a crise ambiental; Consumo de energia; Energia meio ambiente e fontes renováveis; Prevenção e controle da poluição; Balanços materiais e energéticos aplicados aos processos industriais; Processos de produção industrial, instalações e fontes de poluição; Avaliação de atividades de elevado potencial poluidor ou degradador do meio ambiente; Estudos de caso. DISCIPLINA Manejo de Recursos Naturais Carga Horária: AT(30) AP(30) TT(60) Pré-requisito: Estar matriculado pelo menos no 6º período do curso Desenvolvimento sustentável; Bases teóricas da recuperação e manejo de ecossistemas; Ecotecnologia; Sistemas naturais e a intervenção humana; Alterações nos padrões de vegetação; Introdução de espécies animais e vegetais exóticos; Desestabilização de sistemas terrestres e aquáticos; Mudanças em pequena, média e grande escala; Rompimento do ciclo biológico do solo; Qualidades físicas e principais funções da matéria orgânica; Macro e micro vida do solo; Tipos de erosão e suas conseqüências; Práticas conservacionistas para recuperação do solo; Mata ciliar e preservação de nascentes. DISCIPLINA Tratamento de Águas para Abastecimento 2 Carga Horária: AT(30) AP(15) TT(45) Pré-requisito: Tratamento de Águas para Abastecimento 1 Conceitos gerais relativos ao tratamento de água para uso industrial; Técnicas especiais de tratamento de águas para fins domésticos e industriais; Abrandamento por precipitação; Adsorção; Desmineralização e dessalinização; Remoção de ferro e manganês; Estabilidade química; Tratamento de lodo de ETAs: adensamento e desidratação; Disposição final; Águas destinadas ao abastecimento de caldeiras; Mecanismos e controle da corrosão em caldeiras; Incrustações em geradores de vapor; ETAs padronizadas e compactas para 44 tratamento de águas para abastecimento. DISCIPLINA Carga Horária: Pré-requisito: Toxicidade em Gestão e Tratamento de Efluentes Líquidos 3 AT(30) AP(15) TT(45) Gestão e Tratamento de Efluentes Líquidos 2 efluentes líquidos: conceitos e testes de toxicidade; Processos avançados de tratamento: membranas, troca iônica, adsorção, desinfecção; Sistemas de tratamento aplicados para industrias de diversas naturezas: frigoríficos, laticínios, cervejarias, papel e celulose, galvanoplastia, curtumes, entre outras; Prevenção à poluição; Medidas de minimização e recuperação de resíduos. DISCIPLINA Gestão e Tratamento de Resíduos Sólidos 2 Carga Horária: AT(30) AP(30) TT(60) Pré-requisito: Gestão e Tratamento de Resíduos Sólidos 1 Gerenciamento integrado de Resíduos sólidos: resíduos sólidos, geração e caracterização físico-química; Acondicionamento, coleta, transporte, tratamento e disposição final; Projetos básicos e complementares, executivos e operacionais de aterros sanitários, com aspectos relacionados ao dimensionamento de células de acomodação de resíduos sólidos e conceitos sobre a movimentação de terras, sobre os sistemas de drenagem, de coleta do chorume, coleta e queima de gases, e demais unidades pertinentes ao aterro sanitário. DISCIPLINA Gestão e Tratamento de Emissões Atmosféricas 2 Carga Horária: AT(30) AP(15) TT(45) Pré-requisito: Gestão e Tratamento de Emissões atmosféricas 1 Histórico das emissões industriais; Classificação dos equipamentos de controle de poluição atmosférica; Conceitos básicos aplicados aos equipamentos de controle; Dimensionamento e seleção de sistemas de tratamento e controle de emissões industriais por gases e particulados. DISCIPLINA Projetos de Engenharia Ambiental Carga Horária: AT(15) AP(45) TT(60) Pré-requisito: Estar matriculado pelo menos no 6º período do curso Composição de fluxogramas de processos; Levantamento de dados operacionais para elaboração de projetos; Elaboração de projetos de sistemas de tratamento de efluentes, resíduos ou emissões; Estudo de soluções para prevenção e mitigação de impactos ambientais na elaboração de projetos. DISCIPLINA Tecnologias Ambientais Carga Horária: AT(30) AP(00) TT(30) Pré-requisito: Estar matriculado pelo menos no 6º período do curso Ecoeficiência; Desenvolvimento de alternativas energéticas; Análise de Ciclo de Vida de produto; Mecanismo de desenvolvimento limpo, Tecnologias limpas; Produção mais limpa; Benchmarking ambiental; Rotulagem ambiental; Outras tecnologias e processos ambientais da atualidade; Estudos de caso. DISCIPLINA Estudo de Viabilidade Econômica Ambiental Carga Horária: AT(30) AP(30) TT(60) Pré-requisito: Estar matriculado pelo menos no 6º período do curso Ambiente de negócios da empresa e sua relação com a economia; Economia de recursos ambientais com aplicação de tecnologias limpas, Facilidades de obtenção de recursos com juros reduzidos, Economia de recursos naturais com usos alternativos de energias (novas matrizes), Mercado de produtos ecologicamente 45 corretos, Comercialização de créditos de carbono; Benefícios tributários; Valoração do meio ambiente. 4.4.5 Disciplinas Optativas Específicas DISCIPLINA Biodiversidade Carga Horária: AT(30) AP(30) TT(60) Pré-requisito: Ecologia Aplicada Especiação; Distribuição global da diversidade biológica; Bioprospecção e Biopirataria; Medidas de proteção da diversidade biológica. DISCIPLINA Estratégias de Educação Ambiental Carga Horária: AT(30) AP(30) TT(60) Pré-requisito: Ecologia aplicada Histórico da Educação Ambiental; Desenvolvimento sustentável; Política Nacional de Educação Ambiental (PNEA); Programas de Educação Ambiental; Educação Ambiental versus problemas sociais; Estratégias Metodológicas; Projetos práticos de Educação Ambiental. DISCIPLINA Processamento de Imagens Digitais Carga Horária: AT(30) AP(30) TT(60) Pré-requisito: Estar matriculado pelo menos no 7º período do curso Introdução; Sistemas de imageamento; Realce de imagens; Transformação da escala de cinza; Modificação do Histograma; Rotação espectral; Filtragem espacial; Suavização; Realce de bordas; Direcionais; Outros filtros; Elementos ou chaves para interpretação de Imagens; Classificação de imagens: supervisionas e não supervisionadas; Homogeinização dos resultados de classificação; Interpretação e edição interativas; Fusão de imagens; Desenvolvimento de bibliotecas de assinaturas espectrais; Aplicações; Atualizações de bases cartográficas e integração com SIG. DISCIPLINA Gestão de Recursos Hídricos Carga Horária: AT(30) AP(30) TT(60) Pré-requisito: Estar matriculado pelo menos no 7º período do curso Aspectos legais e institucionais da gestão de recursos hídricos; Os instrumentos de planejamento e gestão da política de recursos hídricos; Conceitos básicos para gerenciamento de bacias hidrográficas; Manejo integrado dos recursos hídrico; Caracterização da qualidade das águas e principais aspectos associados; Usos e aproveitamento dos recursos hídricos: usos consuntivos e não consuntivos; Situações ambientais críticas e extremas; Aspectos socioeconômicos; Sustentabilidade dos usos: reuso. DISCIPLINA Geoestatística Carga Horária: AT(30) AP(30) TT(60) Pré-requisito: Estar matriculado pelo menos no 7º período do curso Estudo da variabilidade espacial; Hipóteses; Semivariograma; Krigagem e co-krigagem; Semivariograma cruzado; Variâncias de estimativa; Vizinhança usada na estimativa; Autoavaliação; Uso de software para cálculo e representação da variabilidade espacial. 46 DISCIPLINA Projeto de Esgotamento Sanitário Carga Horária: AT(30) AP(30) TT(60) Pré-requisito: Estar matriculado pelo menos no 7º período do curso Tipos de sistemas de esgoto; Sistemas de esgotamento sanitário; Hidráulica das redes de esgoto; Condições técnicas dos coletores; Projetos de redes de esgotos; Projetos dos órgãos constituintes do sistema de esgotamento sanitário: redes coletoras, interceptores, emissários, estações elevatórias de esgoto; Critérios e parâmetros de projetos; Planilhas e softwares aplicados; Operação e manutenção dos serviços de esgotos. DISCIPLINA Energias Renováveis Carga Horária: AT(30) AP(30) TT(60) Pré-requisito: Estar matriculado pelo menos no 7º período do curso Biomassa – bagaço de cana, lenha; biodigestores – resíduos industriais, urbanos e agropecuários; Energias biológicas – cana de açúcar, girassol, mamona, palha, etc. DISCIPLINA Minimização e Reuso de águas Carga Horária: AT(30) AP(30) TT(60) Pré-requisito: Estar matriculado pelo menos no 7º período do curso Tópicos especiais em minimização e reuso de águas industriais. DISCIPLINA Restauração Ambiental Carga Horária: AT(30) AP(30) TT(60) Pré-requisito: Estar matriculado pelo menos no 7º período do curso Conceituação; Aspectos legais da recuperação de áreas degradadas; Critérios para a seleção de espécies vegetais a serem usadas para a recuperação em áreas degradadas. Interações fauna x flora aplicadas a recuperação de áreas degradadas; Técnicas de restauração. Fatores de risco; Projetos de restauração de áreas degradadas. Estudo de casos. 4.4.6 Atividades e Trabalho de Síntese e Integração de Conhecimentos DISCIPLINA Trabalho de Conclusão de Curso 1 Carga Horária: AT(00) AP(60) TT(60) Pré-requisito: A partir do penúltimo período do curso Elaboração de proposta de trabalho científico e/ou tecnológico envolvendo temas abrangidos pelo curso. Desenvolvimento do trabalho proposto. DISCIPLINA Trabalho de Conclusão de Curso 2 Carga Horária: AT(00) AP(60) TT(60) Pré-requisito: Trabalho de Conclusão de Curso 1 Desenvolvimento e finalização do trabalho iniciado na disciplina Trabalho de Conclusão de Curso 1. Redação de monografia e apresentação do trabalho. DISCIPLINA Atividades Complementares Carga Horária: AT(00) AP(180) TT(180) Pré-requisito: Sem pré-requisitos Desenvolvido conforme legislação em vigor. Desenvolvimento de atividades de complementação da formação social, humana e profissional, atividades de cunho comunitário e de interesse coletivo e atividades de 47 iniciação científica e do mundo do trabalho. DISCIPLINA Estágio Obrigatório Carga Horária: AT(00) AP(400) TT(400) Pré-requisito: A partir do 7º período do curso Estágio obrigatório desenvolvido conforme legislação específica e regulamento próprio da UTFPR. 4.5 ESTÁGIO OBRIGATÓRIO As Diretrizes Curriculares para os Cursos de Graduação em Engenharia da UTFPR, o Regulamento da Organização Didático-Pedagógica dos Cursos de Graduação da UTFPR, bem como o Regulamento dos Estágios dos Cursos de Educação Profissional Técnica de Nível Médio e do Ensino Superior da UTFPR, definem os procedimentos operacionais para esta atividade de ensino. O Estágio Curricular Obrigatório a ser desenvolvido pelo acadêmico do curso Graduação em Engenharia Ambiental deverá obedecer ao Regulamento dos Estágios dos Cursos de Educação Profissional Técnica de Nível Médio e do Ensino Superior da UTFPR e às normas complementares para a disciplina Estágio obrigatório. Os documentos como a Instrução Normativa Conjunta 03/11 – PROGRAD/PROREC – Atualizada que estabelece procedimentos para a realização e acompanhamento de estágios nos Cursos de Educação Profissional Técnica de Nível Médio e no Ensino Superior da UTFPR, os Apêndices da Instrução Normativa Conjunta 02/11 – PROPPG/PROGRAD e um Fluxograma das Atividades de Estágio (visão global) podem ser acessadas em http://www.utfpr.edu.br/estrutura-universitaria/pro- reitorias/prograd/instrucoes-normativas. Informações e procedimentos para realização e apresentação do estágio obrigatório são obtidas, pelos alunos, por meio dos Professores Responsáveis pelas Atividades de Estágio (PRAEs) do Câmpus Medianeira, bem como através do setor específico para este fim, a Divisão de Estágio e Emprego, da Diretoria de Relações Empresariais e Comunitárias. 4.6 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO O trabalho de Conclusão de Curso obedecerá ao Regulamento para Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) para os cursos de graduação da UTFPR. O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é uma atividade obrigatória, devendo totalizar uma carga 48 horária de 120 horas, sendo subdividido em TCC 1 (60 horas) e TCC 2 (60 horas), no nono e décimo períodos, respectivamente. A disciplina de TCC é categorizada pelo Projeto de Abertura do Curso de Graduação em Engenharia Ambiental (Processo Nº 081/10 – COEPP) como um Trabalho de Síntese e Integração de Conhecimento. De forma geral os objetivos desta atividade são: Desenvolver a capacidade de aplicação dos conceitos e teorias adquiridas durante o curso de forma integrada, por meio da execução de um projeto de pesquisa; desenvolver a capacidade de planejamento e disciplina para resolver problemas dentro das diversas áreas de formação; despertar o interesse pela pesquisa como meio para a resolução de problemas; estimular o espírito empreendedor, por meio da execução de projetos que levem ao desenvolvimento de produtos, os quais possam ser patenteados e/ou comercializados; intensificar a extensão universitária, por intermédio da resolução de problemas existentes nos diversos setores da sociedade; estimular a construção do conhecimento coletivo; estimular a interdisciplinaridade; estimular a inovação tecnológica; estimular o espírito crítico e reflexivo no meio social onde está inserido, e estimular a formação continuada. Para atingir esses objetivos: A disciplina de TCC 1 compreenderá a elaboração de proposta de trabalho científico e/ou tecnológico envolvendo temas abrangidos pelo curso. Em TCC 2, o aluno deverá desenvolver e finalizar o trabalho iniciado na disciplina TCC 1, com ênfase na redação de monografia e apresentação do trabalho. O regulamento está disponível em: http://www.utfpr.edu.br/estrutura- universitaria/pro-reitorias/prograd/legislacao/utfpr-1/regulamento_tcc_utfpr.pdf Os professores Eduardo Lied e Vanderlei Leopold Magalhães assumiram a função de professores responsáveis pelo TCC 1 e TCC 2 a partir do segundo semestre de 2013. O curso está no seu oitavo período, portanto ainda não há alunos inscritos no Trabalho de Conclusão de curso. As informações podem ser encontradas na página do curso e também está disponível no portal do aluno, onde constam informações, formulários, modelos, normas e regulamento. O regulamento está disponível também em: http://www.utfpr.edu.br/estruturauniversitaria/pro-reitorias/prograd/legislacao/utfpr-1/regulamento_tcc_utfpr.pdf. Dentro do Programa de Bolsas de Fomento às Ações de Graduação, recentemente, neste segundo semestre de 2013, foi lançado um Edital para propostas de TCC com diferentes temas, sendo o primeiro com o tema acessibilidade. O Programa é uma iniciativa da Pró-Reitoria de Graduação e Educação Profissional (Prograd) e tem o objetivo apoiar 49 atividades que contribuam para o fortalecimento dos cursos de graduação da UTFPR. Toda proposta de TCC submetida a esta forma de Edital deve possuir um professor orientador, responsável por acompanhar o desenvolvimento do trabalho; ter aprovação prévia da coordenação de curso, de acordo com os procedimentos definidos no âmbito do curso; e atender ao Regulamento do TCC dos cursos de graduação. 4.7 ATIVIDADES COMPLEMENTARES As atividades complementares obedecerão ao estabelecido no Regulamento para Atividades Complementares dos Cursos de Graduação da UTFPR e às normas complementares para as Atividades Complementares do curso de graduação em Engenharia Ambiental. As Atividades Complementares se constituem em parte integrante do currículo dos cursos de Graduação e são desenvolvidas dentro do prazo de conclusão do curso, sendo componente curricular obrigatório para a graduação do aluno. O aluno deverá participar de Atividades Complementares que privilegiem a construção de comportamentos sociais, humanos, culturais e profissionais. Tais atividades são adicionais às demais atividades acadêmicas e têm por objetivo enriquecer o processo de ensino-aprendizagem, privilegiando três grupos de atividades: I. atividades de complementação da formação social, humana e cultural; II. atividades de cunho comunitário e de interesse coletivo; III. atividades de iniciação científica, tecnológica e de formação profissional. Grupo 1 - Atividades de complementação da formação social, humana e cultural, estando inclusas: i. atividades esportivas - participação nas atividades esportivas; ii. cursos de língua estrangeira – participação com aproveitamento em cursos de língua estrangeira; iii. participação em atividades artísticas e culturais, tais como: banda marcial, camerata de sopro, teatro, coral, radioamadorismo e outras; iv. participação efetiva na organização de exposições e seminários de caráter artístico ou cultural; v. participação como expositor em exposição artística ou cultural. Grupo 2 - Atividades de cunho comunitário e de interesse coletivo, estando Inclusas: 50 i. participação efetiva em Diretórios e Centros Acadêmicos, Entidades de Classe, Conselhos e Colegiados internos à Instituição; ii. participação efetiva em trabalho voluntário, atividades comunitárias, CIPAS, associações de bairros, brigadas de incêndio e associações escolares; iii. participação em atividades beneficentes; iv. atuação como instrutor em palestras técnicas, seminários, cursos da área específica, desde que não remunerados e de interesse da sociedade; v. engajamento como docente não remunerado em cursos preparatórios e de reforço escolar; vi. participação em projetos de extensão, não remunerados, e de interesse social. Grupo 3 - Atividades de iniciação científica, tecnológica e de formação profissional, estando inclusas: i. participação em cursos extraordinários da sua área de formação, de fundamento científico ou de gestão; ii. participação em palestras, congressos e seminários técnico-científicos; iii. participação como apresentador de trabalhos em palestras, congressos e seminários técnico-científicos; iv. participação em projetos de iniciação científica e tecnológica, relacionados com o objetivo do Curso; v. participação como expositor em exposições técnico-científicas; vi. participação efetiva na organização de exposições e seminários de caráter acadêmico; vii. publicações em revistas técnicas; viii. publicações em anais de eventos técnico-científicos ou em periódicos científicos de abrangência local, regional, nacional ou internacional; ix. estágio não obrigatório na área do curso; x. trabalho com vínculo empregatício, desde que na área do curso; xi. trabalho como empreendedor na área do curso; xii. estágio acadêmico na UTFPR; xiii. participação em visitas técnicas organizadas pela UTFPR; xiv. participação e aprovação em disciplinas/unidades curriculares de enriquecimento curricular de interesse do Curso, desde que tais disciplinas/unidades 51 curriculares tenham sido aprovadas pelo Colegiado de Curso e estejam de acordo com o Projeto Pedagógico do Curso. xv. Participação em Empresa Júnior, Hotel Tecnológico, Incubadora Tecnológica; xvi. Participação em projetos multidisciplinares ou interdisciplinares. Estas atividades estão sob coordenação da professora Eliane Rodrigues dos Santos Gomes, sendo os alunos informados sobre estas atividades logo no início do curso, por meio de palestra. Existem instruções e formulários específicos para que o professor e o aluno acompanhem a pontuação e a correspondente carga horária de 180 horas para estas atividades. Os acadêmicos são estimulados a participar de diversas atividades dentro e fora da instituição, em organizações públicas e privadas que atendam o previsto no Regulamento para o cumprimento dos seus objetivos, e são realizadas como forma de enriquecimento ao processo de ensino-aprendizagem, incentivando a participação do acadêmico em atividades que privilegiem a construção de comportamentos sociais, humanos, culturais e profissionais, sendo as atividades complementares adicionais, paralelas às demais atividades acadêmicas. São consideradas parte integrante do currículo, são obrigatórias para a graduação do aluno e devem ser desenvolvidas dentro do prazo de conclusão do curso. Os alunos tem acesso às informações e documentos sobre as atividades complementares acessando o Portal do aluno em http://www.utfpr.edu.br/medianeira/alunos/atividades-complementares, onde encontra-se um formulário específico para auxiliá-los na organização destas atividades. A Instrução Normativa 03/07, da PROGRAD, estabelece procedimentos de operacionalização da avaliação e do registro acadêmico das Atividades Complementares dos Cursos de Graduação da UTFPR. 4.8 PLANOS DE ENSINO E REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Os planos de ensino e as referências bibliográficas das disciplinas seguem o Projeto Pedagógico do Curso e são constantemente revisados durante a semana de planejamento de ensino no início de cada semestre. A instrução Normativa 08/10, estabelece as orientações para elaboração, execução e acompanhamento dos Planos de Ensino para os Cursos de Graduação e para os Cursos de Educação Profissional da UTFPR. 52 Os Planos de Ensino são elaborados pelos professores para cada disciplina/unidade curricular do curso, e serve como referência da disciplina. Os professores norteiam todo o planejamento a ser adotado no decorrer do semestre letivo permitindo a organização dos conteúdos de forma coerente com vista a atingir os seus objetivos e apresentar os conteúdos que serão abordados em sala de aula e a forma como estes conteúdos serão repassados. Visa também à escolha e divulgação dos procedimentos de ensino que facilitarão a aprendizagem dos alunos através de recursos que auxiliem significativamente todo o trabalho a ser desenvolvido, estabeleça os processos de avaliação mais adequados e, favoreça a interdisciplinaridade e também, ajuda a ter uma visão global de toda a ação do professor e do aluno. O Plano de ensino é acompanhado pela Coordenação de curso e pelo Colegiado, apresentado aos alunos no primeiro dia letivo pelos docentes e fica a disposição do aluno na forma digital na página do curso e na página pessoal de cada professor, bem como na forma de arquivos na coordenação de curso. Em anexo, ao final deste documento, encontram-se os planos de ensino de todas as disciplinas que compõe o curso de Engenharia Ambiental da Universidade Tecnológica Federal do Paraná – Câmpus Medianeira. 98 5 GESTÃO DO CURSO DE CURSO DE ENGENHARIA AMBIENTAL 5.1 COORDENAÇÃO DO CURSO A coordenação do curso de Engenharia Ambiental esteve sob responsabilidade da professora Dra. Eliane Rodrigues dos Santos Gomes, oficialmente, desde fevereiro de 2010. A partir de 01 outubro de 2013 assumiu a coordenação de curso a professora Dra. Carla Câmara, em decorrência da reorganização do Colegiado de Curso e da elaboração de uma lista tríplice de coordenadores. No ínício de 2014, assumiu a coordenação o professor Dr. Rafael Arioli. Seguem os dados da coordenação de curso: Coordenação atual (2014): Dr. Rafael Arioli Portaria de nomeação n° 2623, de 19 de dezembro de 2013. Titulação: Doutorado em Engenharia Química – área de Desenvolvimento de Processos Químicos e Biotecnológicos. Regime de trabalho: Dedicação Exclusiva (40 horas semanais). Carga horária semanal destinada à coordenação: 20 horas. Vice-coordenador: Me Eduardo Borges Lied – Engenheiro Ambiental. Coordenação (2013): Dra. Carla Daniela Câmara Portaria de nomeação n° 2170, de 07 de outubro de 2013. Portaria de Desligamento n° 2622 de 19 de dezembro de 2013. Titulação: Doutorado em Engenharia Civil - área de Hidráulica e Saneamento Regime de trabalho: Dedicação Exclusiva (40 horas semanais). Carga horária semanal destinada à coordenação: 15 horas. Vice-coordenador: Me Eduardo Borges Lied – Engenheiro Ambiental Coordenação anterior (2010-2013): Portaria de nomeação n°0152, de 12 de fevereiro de 2010. Portaria de desligamento n° 2169, de 07 de outubro de 2013. Titulação: Doutorado em Engenharia Química Regime de trabalho: Dedicação Exclusiva (40 horas semanais). Carga horária semanal destinada à coordenação: 15 horas. 55 Vice-coordenador: Dr. Eduardo Eyng – Engenheiro Químico. Tendo em vista o “Regulamento da Organização Didático-Pedagógica dos Cursos de Graduação da UTFPR” (Resolução nº. 018/13-COGEP), a gestão do curso é realizada pelo Coordenador em consonância com as diretrizes definidas pelo Colegiado do curso. Conforme estabelecido no regimento da UTFPR, são atribuições do Coordenador do curso: I. Elaborar o currículo do curso e propor, quando necessário, sua modificação; II. Orientar, coordenar e fiscalizar as atividades do curso; III. Apoiar os docentes nas questões didático-pedagógicas em cooperação com o Departamento de Ensino; IV. Opinar sobre a aceitação de matrículas e transferências de alunos para o seu curso; V. Analisar, dar parecer e encaminhar à Diretoria de Graduação e Educação profissional as representações ou recursos relacionados a assuntos didático-pedagógicos apresentados pelos alunos; VI. Exercer o poder disciplinar no âmbito de sua competência e na forma disposta no Regimento; VII. Representar aos órgãos competentes no caso de infração disciplinar; VIII. Organizar em consonância com a Diretoria de Graduação e Educação Profissional, os horários escolares de seu curso; IX. Estabelecer, em cooperação com os professores de curso, critérios para seleção de instrumentos de avaliação; X. Sugerir medidas que visem o aperfeiçoamento e atualização de docentes; XI. Prestar assistência técnica aos docentes, visando a assegurar a eficiência e eficácia do seu desempenho para a melhoria dos padrões de ensino; XII. Incentivar e supervisionar a realização, no âmbito do curso e em articulação com a DIREC e DIRPPG, de pesquisas e prestação de serviços à comunidade. Além disso, cabem ao coordenador as seguintes atividades: I. Organizar e conduzir a semana de planejamento de ensino no âmbito do curso; II. Atender os alunos, esclarecendo dúvidas sobre o andamento do curso e a atuação dos professores; III. Fazer a recepção aos calouros; IV. Divulgar o curso para comunidade; V. Atuar em conjunto com o responsável por TCC, homologando todas as decisões referentes a tal assunto no âmbito do seu curso; VI. Atuar em conjunto com o responsável por estágio, homologando todas as decisões referentes a tal assunto no âmbito do seu curso; VII. Indicar o professor responsável por coordenar as ações das Atividades Complementares no âmbito de seu curso e supervisionar o desenvolvimento destas Atividades; VIII. Resolver conflitos; IX. Analisar e dar parecer sobre equivalência de disciplinas; 56 X. Organizar e aplicar em conjunto com os professores do curso exames de suficiências. 5.2 COLEGIADO DO CURSO O Colegiado de Engenharia Ambiental foi instituído em 20 de maio de 2010 pela Portaria n° 056 e passou por uma alteração em 2013, a partir da Resolução n°. 015/12COGEP, de 22 de maio de 2012, que aprovou a nova proposta do Regulamento do Colegiado de Curso de Graduação e Educação Profissional da UTFPR. Houve eleições internas e o novo Colegiado de Engenharia Ambiental foi instituído, com representação discente e docente, em setembro de 2013, sob Portaria n°118 de 01 de agosto de 2013. Uma nova atualização foi realizada por meio da portaria n° 023 de 12 de fevereiro de 2014, visando atender a legislação interna da UTFPR que preconiza que o coordenador deve ser o presidente do colegiado do curso. O Colegiado de Curso é um órgão propositivo no âmbito de cada curso de graduação e educação profissional para os assuntos de ensino, pesquisa e extensão em conformidade com as políticas da Instituição do com o Regulamento dos Colegiados de Cursos de Graduação da UTFPR. As atribuições dos Colegiados encontram-se descritas no Regulamento dos Colegiados de Cursos de Graduação da UTFPR. São realizadas pelo menos duas Reuniões durante o período letivo, havendo registro em Atas de Reuniões desde 2010, sendo os encaminhamentos necessários encaminhados para as Diretorias do Câmpus. A composição do Colegiado biênio 2014-2015 atual é: Rafael Arioli – Presidente do Colegiado - 12 de fevereiro de 2014. Eliane Rodrigues dos Santos Gomes – Docente Responsável pelas Atividades Complementares; Eduardo Borges Lied - Docente Responsável pelas Atividades de Estágio; Fernando Periotto - Docente Responsável pelo TCC1; Vanderlei Leopold Magalhães - Docente Responsável pelo TCC2; Eduardo Eyng - Docente eleito da área específica; Fernando Periotto - Docente eleito da área específica; Elias Lira dos Santos Junior - Docente Suplente da área específica; Daniel Walker Tondo - Docente eleito do núcleo comum; Daniel Rodrigues Blanco - Docente eleito do núcleo comum; 57 Elizandra Sehn - Docente Suplente do núcleo comum; Claudia Luiza Manfredi Gasparovic - Representante Discente; Vanio Faquin - Suplente Representante Discente 5.3 NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE- NDE O NDE do curso de Engenharia Ambiental foi criado pela Portaria n°039 de 08 de abril de 2011, em atendimento a Resolução nº 01 de 17 de junho de 2010 da Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior (CONAES). O NDE é um órgão consultivo da coordenação de curso, responsável pelo processo de concepção, consolidação e contínua atualização do Projeto Pedagógico do curso. São atribuições do Núcleo Docente Estruturante: I. Elaborar, acompanhar a execução, propor alterações no Projeto Pedagógico do Curso (PPC) e/ou estrutura curricular e disponibilizá-lo à comunidade acadêmica do curso para apreciação; II. Avaliar, constantemente, a adequação do perfil profissional do egresso do curso; III. Zelar pela integração curricular interdisciplinar entre as diferentes atividades acadêmicas; IV. Indicar formas de incentivo ao desenvolvimento de atividades de pesquisa e extensão oriundas de necessidades da graduação, de exigências do mercado de trabalho e afinadas com as políticas pública relativas à área do conhecimento; V. Zelar pelo cumprimento das diretrizes curriculares nacionais para o curso de graduação; VI. Propor, no PPC, procedimentos e critérios para a auto avaliação do curso; VII. Propor os ajustes no curso a partir dos resultados obtidos na autoavaliação e na avaliação externa; VIII. Convidar consultores ad hoc para auxiliar nas discussões do projeto pedagógico do curso; IX. Levantar dificuldades na atuação do corpo docente do curso, que interfiram na formação do perfil profissional do egresso; X. Propor programas ou outras formas de capacitação docente, visando a sua formação continuada. O NDE objetiva a busca constante da melhoria da qualidade do ensino em seus três eixos, a citar o ensino, pesquisa e extensão, em consonância com o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI). O Núcleo Docente Estruturante é constituído pelos seguintes membros: I. Coordenador do Curso, como presidente; 58 II. No mínimo de 5 docentes efetivos que ministrem aulas ou tenham atividades relacionadas ao curso, pertencentes ao corpo docente do curso. As atribuições do NDE encontram-se descritas no Regulamento do Núcleo Docente Estruturante da UTFPR. A Composição do Núcleo Docente Estruturante do curso de graduação em Engenharia Ambiental foi indicada pela coordenação e colegiado do curso, destacando-se que a maioria dos docentes tem titulação de doutor e todos são atuantes no curso, no ensino, pesquisa e extensão, todos trabalhando em regime de dedicação exclusiva (DE), sendo: Rafael Arioli, Dr., DE (presidente do NDE a partir de 12 de fevereiro de 2014, portaria n° 022 de 12 de fevereiro de 2014). Eduardo Eyng, Dr., DE Eliane Rodrigues dos Santos Gomes; Dra, DE Fernando Periotto, Dr., DE Laercio Mantovani Frare, Dr., DE Carla Daniela Câmara, Dra., DE Vanderlei Leopold Magalhães, Dr., DE André Sandmann, Dr., DE Daniel Walker Tondo, Dr., DE Eduardo Borges Lied, Me, DE Thiago Edwiges, Me, DE Elizandra Sehn, Dra., DE Desde sua implantação em 2011, o NDE do curso de Engenharia Ambiental vem se reunindo e acompanhando a evolução do curso, propondo melhorias e mecanismos de acompanhamento e consolidação do Projeto Pedagógico do Curso juntamente com o Colegiado do curso e a coordenação. O PPC do curso está em constante avaliação. Todas as discussões são registradas em Atas de Reuniões e os encaminhamentos são feitos para as Diretorias do Câmpus. Até o início do segundo semestre letivo de 2013, houve somente a indicação de pequenas alterações na composição da matriz curricular do curso, por entender que o curso está em processo de consolidação, estando no segundo semestre de 2013, no seu oitavo período. Algumas alterações propostas foram no sentido de alterar pré-requisitos e incluir um maior número de disciplinas optativas de ciências humanas e optativas específicas no 59 curso, resultando nas seguintes resoluções: Resolução n. 134/09 COEPP, de 07/12/2009, Resolução n. 089/11 COEPP, de 21/12/2011, Resolução n. 052/13 COEPP, de 21/12/2011, Resolução n. 052/13- COGEP, de 03/09/ 2013. O NDE do curso de Engenharia Ambiental reúne-se periodicamente e suas discussões e encaminhamentos ficam registradas em Atas. 5.4. METODOLOGIA DO CURSO A metodologia do curso de Engenharia Ambiental dá ênfase na participação do discente em sala de aula. Esta participação permite a construção do conhecimento por parte do discente, conduz à aprendizagem significativa, procura enfatizar o conhecimento prévio do discente, proporciona a contextualização do conteúdo estudado, fazendo a relação entre a teoria e a prática. Para desenvolver o processo de ensino e de aprendizagem dos discentes do curso leva-se em conta as diversas estratégias de ensino e/ou práticas pedagógicas, como: Aula expositiva dialogada: apresentação/discussão de conteúdos em sala de aula; apresentação/discussão de recursos/ambientes/ferramentas diretamente no computador (em laboratório); Brainstorm (tempestade de ideias): exploração do senso comum e da realidade dos discentes para discussão de temas; Práticas de laboratório: práticas relacionadas aos conteúdos programáticos com o acompanhamento do professor ou também de discente monitor (quando for o caso); Pesquisa na Internet: busca de informações para motivação ou enriquecimento de temas; Estudo dirigido individual com texto/tema comum ou personalizado; Projetos: desenvolvimento de projetos em sala de aula (laboratório) e/ou fora; Estudo de caso: apresentação por parte do professor e/ou dos discentes de análise de dados oriundos de casos hipotéticos ou reais; Pequenos grupos: discussão de tema/texto em pequenos grupos com tema único ou específico por grupo e posterior socialização das conclusões; Painel: palestra seguida de discussão com painelista convidado ou discentes; Seminário: apresentação oral individual ou em grupo seguida de perguntas; Debate: discussão de tema único entre discentes/convidados debatedores com mediação de um discente/professor e participação dos demais com perguntas e comentários; 60 Visitas técnicas em empresas e tem por objetivo proporcionar aos estudantes uma visão técnica da futura profissão. Ainda, proporciona-se o incentivo a participação dos discentes em congressos, seminários, simpósios na área, no desenvolvimento de trabalhos em equipe e individuais, tanto acadêmicos como no contato com as realidades sociais locais e regionais. A metodologia proposta pelos professores e coordenador do Curso de Engenharia Ambiental visa criar estratégias de organização que favoreça o tratamento da informação, a interação dos diferentes conteúdos em torno de problemas, projetos que facilitam a construção do conhecimento e a transformação dos conhecimentos oriundos de diversos saberes disciplinares em conhecimento próprio. No início de cada semestre letivo, os docentes apresentam aos alunos, já nas aulas iniciais, o Plano de Ensino de sua disciplina, onde constam todas as informações importantes como: uma previsão da programação e conteúdo de aulas, procedimentos de ensino para aulas teóricas e práticas, procedimentos de avaliação, referências e demais orientações. O uso e a operação dos conceitos básicos, profissionalizantes e específicos da área da engenharia ambiental são feitos a partir da discussão de textos, debates, experiências concretas que permitam a análise reflexiva e a vivência com a atuação profissional na área de Engenharia Ambiental. As atividades práticas e teóricas buscam atender ao ensino, à pesquisa e à extensão. Além disso, os discentes são estimulados a participarem de diversas atividades, como o SEMMEA (Semana acadêmica do curso), Grupo PET, Projetos de pesquisa e extensão, estudos em grupo, monitoria, CIDEB-Ciclo de Palestras, visitas técnicas, etc. 5.4.1 Formação Acadêmica e Articulações O Plano de Desenvolvimento Institucional da UTFPR – PDI (2009-2013), recentemente atualizado (2013-2017), contém objetivos de formação de recursos humanos capacitados para o enfrentamento do acelerado desenvolvimento tecnológico com formação profissional adequada. A formação integral do cidadão, almejada pela UTFPR, deve possibilitar que o mesmo se desenvolva como um sujeito autônomo, numa concepção ampliada de cidadania que contemple a preocupação com a preservação do ambiente, dos recursos naturais, das formas de vida do planeta, dos valores éticos e morais 61 comprometidos com a ética da vida. Nesse contexto, o curso de Engenharia Ambiental está em consonância com as diretrizes estabelecidas, dentre elas destacam-se: a) Articulação entre teoria e prática: Estas duas dimensões são indissociáveis para a educação integral. Os laboratórios especializados são largamente utilizados pelos discentes para experimentação dos conceitos teóricos. Acredita-se que só por meio dessa vivência é possível fixar e desenvolver conhecimentos. Os conceitos adquiridos nas disciplinas teóricas são vivenciados nas disciplinas práticas e vice-versa. b) Desenvolvimento de competências profissionais: O desenvolvimento das competências profissionais são alcançadas, na medida em que os alunos se envolvem com as mais diferentes atividades práticas formativas, o estágio curricular obrigatório e o estágio não curricular, a participação em trabalhos de iniciação científica e atividades de extensão, bem como experiências na área de empreendedorismo, na Incubadora e Hotel Tecnológico. Estas atividades são incentivadas desde o início do curso. c) Mobilidade Acadêmica – É uma oportunidade para troca de experiências acadêmicas e de integração aos diversos contextos e cenários, proporcionando uma visão mais abrangente de diferentes realidades. d) Articulação entre Ensino, Pesquisa e Extensão: O contato com a comunidade constitui espaço privilegiado para a socialização do conhecimento, pois ao mesmo tempo em que o conhecimento produzido na instituição é socializado, os estudantes e professores também têm a oportunidade de aprimorar seus conhecimentos e adquirir outros. No curso de Engenharia Ambiental, isto se dará principalmente no desenvolvimento dos trabalhos de conclusão de curso e de extensão, quando os estudantes serão estimulados a trabalhar junto à comunidade. 5.4.2 Políticas e Metas na Formação Acadêmica O curso de Engenharia Ambiental se insere nas principais metas da UTFPR, especialmente aquelas contidas no plano Reuni para os cursos de graduação, entre elas: aumento no número de vagas, expansão do quadro de docentes e técnicos administrativos, expansão e adequação da estrutura física para atendimento das atividades acadêmicas, a metodologia pretendida e o perfil profissional a ser conquistado. Também possui políticas de Pesquisa e Pós-graduação, estando a Coordenação de Engenharia Ambiental trabalhando sempre em parceria com o curso de pós-graduação Stricto Sensu em Tecnologia Ambientais (PPGTAMB), nível mestrado acadêmico, tendo 62 em vista a constante necessidade de verticalização do ensino. Os alunos do curso de Engenharia Ambiental tem a possibilidade de atuarem diretamente como alunos de iniciação científica nos projetos de pesquisa, atuando em conjunto com os mestrandos e os orientadores, ambientando-se ao meio científico, e aprofundando os laços com o meio acadêmico. 5.4.3 Estágios Supervisionados e Visitas Técnicas O estágio é uma atividade curricular que propicia ao estudante vivenciar em situação real, o exercício da profissão futura. É a oportunidade de integração com a sociedade. O estágio compreende as atividades de aprendizagem social, profissional e cultural proporcionadas ao estudante pela participação em situações reais de vida e trabalho de seu meio, sendo realizadas na comunidade em geral ou junto a pessoas jurídicas de direito público ou privado, sob responsabilidade e coordenação da instituição de ensino. Conforme o Art. 1o da Lei de 11.788 de 25/09/08 : Estágio é ato educativo escolar supervisionado, desenvolvido no ambiente de trabalho, que visa à preparação para o trabalho produtivo de educandos que estejam freqüentando o ensino regular em instituições de educação superior, de educação profissional, de ensino médio, da educação especial e dos anos finais do ensino fundamental, na modalidade profissional da educação de jovens e adultos". O Estágio poderá ser dividido em duas categorias: obrigatório e não obrigatório, conforme determinação das diretrizes curriculares da etapa, modalidade e área de ensino e do projeto pedagógico do curso. O Estágio Obrigatório caracteriza-se por fazer parte do currículo pleno do respectivo curso. É aquele definido como tal no projeto do curso, cuja carga horária é requisito para aprovação e obtenção de diploma. Em contrapartida, o Estágio não obrigatório constitui-se em atividade de complementação à formação acadêmica coerente com o perfil profissional. Independentemente do caráter obrigatório, ou não, os estágios têm por finalidade propiciar ao estudante a complementação do processo ensino-aprendizagem, em termos de experiências práticas, visando: a inserção no mercado de trabalho, além de promover a articulação / transição da Instituição de Ensino com o mundo do trabalho e facilitar a adaptação social e psicológica à futura atividade profissional do estudante. Atualmente, a UTFPR Câmpus Medianeira, conta com 307 empresas cadastradas para fins de Estágio (Anexo I). 63 Para o curso de Engenharia Ambiental da Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Câmpus Medianeira, a jornada diária do Estágio é compatível com o horário escolar do estudante, para não prejudicar suas atividades escolares. Desta forma, tal jornada não ultrapassa, para o Curso de Engenharia Ambiental, o montante de 30 horas semanais e 6 horas diárias. Assim, a carga horária do Estágio, em todos os níveis de ensino, atende à legislação em vigor. Independentemente de sua natureza obrigatória, ou não, o Estágio não poderá exceder a duração de 2 (dois) anos em uma mesma unidade concedente, sendo que os Estágios que apresentem duração prevista igual ou superior a 01 (um) ano, contemplam a existência de período de recesso, proporcional ao tempo de atividade, preferencialmente, concedido juntamente com as férias escolares. A divulgação de ofertas de Estágio e/ou empregos é realizada através do Sistema Integrado de Estágio (SIE). Este Sistema tem por finalidade possibilitar maior agilidade, transparência e uniformização de procedimentos. As empresas divulgam as vagas de estágios e empregos de acordo com o perfil da vaga; emitem contratos de estágios; visualizam e atualizam os dados do contrato, além de divulgarem e consultarem bolsas. No curso de Engenharia Ambiental o professor Daniel Rodrigues Blanco assumiu esta função de PRAE a partir do segundo semestre de 2013 em substituição ao professor Adelmo Lowe Pletsch. Apesar desta atividade estar iniciando no curso de Engenharia Ambiental, em 2011 houve 3 oportunidades de estágio e 1 de emprego; em 2012, 2 oportunidades de estágio e em 2013, 7 oportunidades de estágio e 4 de empregos. No início de 2014, teve inicio o primeiro estágio de uma aluna na Itaipu Binacional. As informações sobre os procedimentos de Estágio podem ser obtidas com o PRAE, também no setor específico de Estágio, na página do SIE, bem como, o aluno pode se cadastrar em http://www.utfpr.edu.br/medianeira/estagios-e-empregos, O professor PRAE, juntamente com a coordenação de curso define um professor orientador para cada estagiário, que acompanhará todos os procedimentos vigentes. Com relação às visitas técnicas, estas são visitas realizadas em empresas, com o acompanhamento de um professor da instituição, que tem por objetivo proporcionar aos estudantes uma visão técnica da futura profissão. A visita deve ser solicitada pelo professor e aprovada pela Coordenação do Curso e encaminhada ao Departamento de Estágios para providências e agendamento. Após a realização da visita técnica o aluno poderá preencher o relatório de visita técnica do aluno e apresentá-lo para o professor que acompanhou a visita para assinatura. 64 Este Relatório poderá ser considerado para avaliação das atividades complementares. Serão atribuídos 5 (cinco) pontos por Visita Técnica, conforme o item 12, do Anexo 1 do Regulamento das Atividades Complementares dos Cursos de Graduação da UTFPR. Até o final de 2013 foram realizadas, no âmbito do curso de Engenharia Ambiental, 18 visitas técnicas em 13 diferentes empresas/instituições da região Oeste do Paraná. 5.5 PROCEDIMENTOS APRENDIZAGEM DE AVALIAÇÃO DO PROCESSO ENSINO- A avaliação de aprendizagem do Curso de Engenharia Ambiental se estabelece numa perspectiva formativa, e tem como objetivo ajudar o discente a aprender e a se desenvolver (PERRENOUD, 1999)4. Os procedimentos avaliativos do Curso favorecem o acompanhamento constante e contínuo dos percursos de aprendizagem do discente. Portanto toda a produção realizada pelo discente, por meio de provas, trabalhos práticos, atividades de pesquisas, projetos, participação em sala de aula e outros são considerados como instrumentos avaliativos. Assim, os critérios de avaliação do rendimento do discente estão estabelecidos no Regulamento da Organização Didático-Pedagógica dos Cursos de Graduação da UTFPR (Resolução nº. 018/13-COGEP), como: A aprovação nas disciplinas presenciais será por Nota Final, proveniente de avaliações realizadas ao longo do semestre letivo, e por frequência. Será aprovado na disciplina/unidade curricular, o aluno que tiver frequência igual ou superior a 75% e Nota Final igual ou superior a 6,0 (seis), consideradas todas as avaliações previstas no Plano de Ensino (Art. 34). O coeficiente de rendimento do aluno será calculado de acordo com a equação (1), levando-se em consideração todas as disciplinas/unidades curriculares cursadas, incluindose as cursadas como enriquecimento curricular (conforme § 1º do Art. 22) e excluindo-se o Estágio Curricular Obrigatório e as Atividades Complementares. CR = Σ (NF.CH) 1) 10 . Σ CH Onde: 4 PERRENOUD, Philippe. Avaliação: Da Excelência à Regulação das Aprendizagens. Porto Alegre : Artmed Editora, 1999. 65 CR = coeficiente de rendimento; NF = nota final na disciplina/unidade curricular, expressa de 0,0 (zero) a 10,0 (dez); CH = carga horária total da disciplina/unidade curricular. 5.6 AVALIAÇÃO DO CURSO São implementados mecanismos de avaliação permanente da efetividade do processo de ensino-aprendizagem, visando compatibilizar a oferta de vagas e o modelo do curso com a demanda do mercado de trabalho. Um dos mecanismos implementado é o SINAES, que por meio do Decreto No. 5.773, de 9 de maio de 2006, dispõe sobre o exercício das funções de regulação, supervisão e avaliação de instituições de educação superior e cursos superiores de graduação e seqüenciais no sistema federal de ensino. Que define através do § 3º de artigo 1º que a avaliação realizada pelo Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior - SINAES constituirá referencial básico para os processos de regulação e supervisão da educação superior, a fim de promover a melhoria de sua qualidade. Esta avaliação tem como componentes os seguintes itens: - Auto-avaliação, conduzida pelas CPAs; - Avaliação externa, realizada por comissões externas designadas pelo INEP; - Avaliação dos cursos de graduação (ACG); - ENADE – Exame Nacional de Avaliação de Desenvolvimento dos estudantes. Ao longo do desenvolvimento das atividades curriculares, a Coordenação do Curso trabalha, juntamente com o Colegiado e o NDE, Departamento de Educação e CPA para consolidar os mecanismos que possibilitem a permanente avaliação dos objetivos do curso. Tais mecanismos deverão contemplar o mercado de trabalho, as condições de empregabilidade, a parceria com o setor empresarial e a atuação profissional dos formandos, entre outros. Em relação a CPA, existe uma Comissão da UTFPR com um membro representante de cada Câmpus, conforme Portaria n° 122 de 28 de setembro de 2012. A professora Marlene Magnoni Bortoli até então era a representante do câmpus na CPA. No âmbito do câmpus Medianeira uma Comissão foi instituída pela Portaria n° 1278 de maio de 2013, tendo como presidente o professor Adelmo Lowe Pletsch e os membros: Edward Kavanagh, Carla Daniela Câmara, Antônio Aprígio, Rafael Arioli, Ivair Marquete, Gilberto Matiello Junior, Marisa Angela Biazus, Nelci Zanete Rovaris, e os discentes Analu Donde e Gisela Tiossi, do curso de engenharia de produção. 66 5.6.1 Mecanismos de Auto-avaliação do Curso O Curso de Engenharia Ambiental conta com a avaliação semestral feita pelos discentes, conduzida pelos setores de recursos Humanos e Departamento de Educação juntamente com a CPA. Trata-se de um processo institucionalizado de avaliação por sistema eletrônico, no qual o sigilo é mantido, uma vez que compreende o desempenho do docente e de cada disciplina, no período em avaliação. Está disponível uma enquete online semestralmente para todos os estudantes da UTFPR, ocorrendo um período de sensibilização para esta avaliação. Os dados coletados são compilados e analisados pelo NUAPE (Núcleo de Acompanhamento Psicopedagógico e Assistência Estudantil) e repassados a coordenação de curso. A coordenação tem acesso ao sistema acadêmico, onde pode acompanhar as avaliações realizadas. Os docentes têm acesso às suas avaliações individuais que ficam disponíveis em suas áreas dentro do sistema acadêmico. O desenvolvimento do curso tem sido acompanhado desde sua implantação por meio de um relatório gerado pelo sistema acadêmico, denominado “Desempenho por Turma”, o qual permite a verificação do número de alunos matriculados por disciplina, aprovados, reprovados, reprovados por freqüência, cancelado. De posse destas informações busca-se entender as necessidades dos discentes e buscar soluções e/ou melhorias para atendê-las. No ano de 2011, segundo ano de implementação do curso, foi criado o NDE (Núcleo Docente Estruturante), e que dentre suas atribuições possui a auto-avaliação continuada do processo ensino-aprendizagem e do curso como um todo. O Departamento de Educação juntamente com a Coordenação de Curso promovem Reuniões com representantes de turma, líderes e vice-líderes eleitos espontâneamente, a cada semestre. Nestas Reuniões são levantadas fragilidades e potencialidades do curso e identificados possibilidades de melhoria como um todo. As dúvidas e sugestões oriundas das observações dos representantes são encaminhadas para diversos setores na busca de respostas e um relatório com devolutivas é feito e encaminhado posteriormente aos líderes para socialização com os demais alunos. Também foi proposta aos estudantes a participação no primeiro Seminário de Auto-avaliação do curso, sendo este realizado no final de 2013. Este mecanismo mostra-se importante no acompanhamento e participação de todos no desenvolvimento do curso. 67 5.7 DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO E PROGRAMAS DE APOIO AOS ACADÊMICOS O Departamento de Educação – DEPED – da Universidade Tecnológica Federal do Paraná do Campus Medianeira tem por finalidade assessorar a Diretoria de Graduação e Educação Profissional no processo de ensino e aprendizagem, através de propostas de melhorias, projetos pedagógicos, assistência aos estudantes e aos docentes. Para tanto, sua estrutura atual é composta pelos seguintes Núcleos: Núcleo de Ensino – NUENS; Núcleo de Acompanhamento Psicopedagógico e Assistência Estudantil – NUAPE e o Núcleo de Apoio às Pessoas com Necessidades Específicas – NAPNE. Neste sentido, são atribuições do DEPED, por meio de seus núcleos de trabalho: atuar, no âmbito do câmpus, em consonância com as diretrizes e procedimentos propostos pelo Departamento de Educação da Pró-Reitoria de Graduação e Educação Profissional; implementar melhorias para o desenvolvimento do processo ensino-aprendizagem, a partir do acompanhamento de desempenho de docentes e discentes, conforme Regimento dos Câmpus da UTFPR, Deliberação nº 10/2009 de 25/09/2009, Art. 40: propor e executar programas, em consonância com as políticas para formação continuada dos docentes; auxiliar na construção dos projetos pedagógicos dos cursos, proporcionando suporte metodológico; assessorar a Diretoria de Graduação e Educação Profissional nos processos de avaliação institucional; executar e acompanhar os programas institucionais relacionados à assistência estudantil; executar e acompanhar os programas de apoio psicopedagógico ao discente; executar e acompanhar as ações de educação inclusiva; e propiciar condições de integração do trabalho dos Núcleos de Ensino (NUENS), do Acompanhamento Psicopedagógico e da Assistência Estudantil (NUAPE). Para o desenvolvimento e execução das atividades e ações atribuídas ao DEPED, o campus Medianeira conta com o trabalho dos seguintes servidores constantes no quadro 04: Departamento de Educação 68 Servidor Função/Núcleo Shiderlene Vieira de Almeida Professora/Chefe do DEPED Ivone T. Carletto de Lima Professora/Responsável NUENS Claudimara Cassoli Bortoloto Professora/NUENS João Enzio Gomes Técnico em Assuntos Educacionais/Responsável NUAPE Marcia A. F. Schnekenberg Pedagoga/NUAPE Marlene Lucia Donel Pedagoga/NUAPE Marisa Ângela Biazus Psicóloga/NUAPE e NAPNE Lucia Teresinha Galho Assistente Social/NUAPE Darlene Wermouth da Silva Intérprete de LIBRAS/NUAPE e NAPNE José Cícero de Paula Auxiliar de Enfermagem/NUAPE Andrea Orso Auxiliar de Enfermagem/NUAPE Sérgio Pinto da Silva Médico/NUAPE Luiz Roberto Candido Fagundes Médico/NUAPE Waldemar Pedro Paloschi Dentista/NUAPE Silvia Regina Wassmer Dentista/NUAPE Caroline de Souza Gomes Brandão Dentista/NUAPE Quadro 04:DEPED - servidores e funções A seguir, apresenta-se uma descrição das atividades e ações desenvolvidas pelo DEPED: 5.7.1 Programa de Apoio ao Estudante: Suporte a alunos com diagnósticos na área psicológica visando uma otimização de seus recursos internos exigidos no ambiente acadêmico; Atendimento, de ordem emergencial, a alunos com conflitos emocionais, de relacionamento interpessoal e problemas de ordem familiar, interferentes em situação acadêmica; Suporte psicológico a alunos com problemas de adaptação ao curso, colegas e cidade; 69 Identificação de alunos com necessidades educacionais específicas para encaminhamento ao NAPNE no sentido de acompanhá-los considerando suas necessidades e competências; Contato com coordenadores de curso quando é necessário encaminhar alguma situação mais pontual de aluno(s) junto com professores (orientações a respeito de alunos com necessidades específicas, acomodação de situações acadêmicas); Encaminhamento de alunos que buscam atendimento psicológico a serviços existentes no município quando as demandas excedem ao que é possível atender na Instituição. 5.7.2 Programa de Apoio Acadêmico/Pedagógico Orientação a alunos quanto a métodos de estudo e recursos disponíveis no Câmpus; Monitorias: atualmente temos 34 monitores para atender as diversas disciplinas do currículo regular, quais sejam: Matemática, Física, Química, Informática, Desenho e Eletricidade. No ano base de 2012 foram efetivados, pelos monitores das várias áreas, um total de 3139 atendimentos aos discentes. Cursos de Pré-Cálculo e Pré-Física para suporte acadêmico visando a facilitação da aprendizagem. Estes cursos contam atualmente com 6 monitores que atuam sob a responsabilidade de dois docentes específicos da área. Palestras aos alunos calouros para inseri-los no contexto acadêmico, na rotina de estudos e nos recursos disponíveis no campus; Sala de Estudos Integral com acesso pelos estudantes todos os dias da semana, incluindo finais de semanas (Segunda-feira - Sexta-feira, das 07h30 – 23h00 e nos finais de semana das 08h00 - 18h00). 5.7.3 Programa de Auxílio Estudantil O Programa Auxílio Estudantil é destinado ao estudante da UTFPR matriculado em um dos cursos presenciais, e objetiva oferecer benefícios que auxiliem o aluno em sua permanência na Instituição, buscando reduzir os índices de evasão decorrentes de dificuldades de ordem socioeconômica. A concessão do Auxílio Estudantil segue critérios próprios de seleção estabelecidos em Editais fundamentados no Regulamento do Programa. 70 Atualmente a UTFPR conta com os seguintes auxílios: Alimentação (almoço e jantar); Básico (duzentos reais/mês); Moradia (duzentos e trinta reais/mês) e Instalação (quatrocentos reais – parcela única); No primeiro semestre de 2013 foi concedido um total de 456 Auxílios, sendo estes de Alimentação e Básico; Há previsão do seguinte número de Auxílio Estudantil para o segundo período de 2013: 227 – Auxílio Alimentação; 227 – Auxílio Básico; 227 – Auxílio Moradia; 22 – Auxílio Instalação. 5.7.4 Programa de Educação Inclusiva Existência do NAPNE – Núcleo de Apoio às Pessoas com Necessidades Específicas, composto por professores e técnicos administrativos para implementação de ações voltadas à acessibilidade; Acessibilidade física: 2 vagas preferenciais no estacionamento; banheiros acessíveis, balcões de atendimento acessíveis na Secretaria Acadêmica e Estágio; elevadores no prédio da Biblioteca e bloco da Engenharia; rampas; espaços para cadeirantes nos auditórios. Disciplina de LIBRAS nos cursos; Professor contratados como intérpretes de LIBRAS; Esclarecimento aos estudantes a respeito dos apoios institucionais existentes no Câmpus; Contato com estudantes que informam apresentar deficiência, transtorno global de desenvolvimento, transtornos de aprendizagem e altas habilidades; Levantamento de dificuldades e competências de estudantes encaminhados ou que procuram o NAPNE; Orientação a professores que atuam junto com os estudantes identificados com proposição de maneiras diferenciadas de abordagem dele e dos conteúdos trabalhados; Acompanhamento a estudantes identificados como surdos fazendo a tradução e interpretação dos conteúdos para a Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS); 71 Acompanhamento sistemático de estudantes identificados com necessidades específicas; Produção de material informativo a respeito das condições acompanhadas; Realização de oficinas de Libras para servidores e alunos; Realização de oficinas de inclusão a alunos, servidores e terceirizados; Exposições com o tema: Acessibilidade e Inclusão; Organização de eventos anuais para trabalhar no coletivo as questões da educação inclusiva (oficinas, palestras, cine debates); Intermediação junto a técnico administrativo responsável pela elaboração do horário e ensalamento para que alunos com dificuldades de locomoção tenham aulas em blocos térreos de mais fácil acesso; Acompanhamento de ações que possibilitem o acesso, a permanência, a conclusão do processo educativo e o ingresso no mercado de trabalho. 5.7.5 Programa de Assistência à Saúde No programa de assistência a saúde tem-se, diferentes formas de atendimento: Atendimento odontológico aos alunos; Atendimento médico de caráter emergencial; Assistência aos alunos de auxiliares de enfermagem. 5.7.6 Programa de Educação Continuada de Professores O NUENS – Núcleo de Ensino promove a cada início de período letivo e intervalo de semestre letivo, um Planejamento e Formação Continuada para os professores. No período que antecede o início do ano letivo, tem a duração de 30 dias e, portanto são realizadas várias atividades que envolvem os professores, desde um tempo para planejar as atividades docentes, assim como oficinas e palestras com temas relativos ao trabalho docente. No período compreendido entre dois semestres, o evento possui duração entre 07 a 10 dias, sendo que, as atividades se restringem ao planejamento do trabalho docente e de suas práticas pedagógicas, além de Reuniões de núcleos e de Colegiados. A seguir, algumas atividades que foram realizadas nesses períodos: 72 Período de 03 a 26 de fevereiro de 2010: Atividades de planejamento de ensino e atividades docentes e diversas oficinas. Palestra com Prof. Marcos Masetto, da PUC-SP sobre: A Docência no Ensino Superior; Período de 29 de julho a 06 de agosto de 2010: Atividades de planejamento de ensino e atividades docentes. E palestra do Prof. Sergio sobre: O Papel do Professor na Prevenção da Dependência Química e do Sr. Fauzi Kfuri, palestra sobre: Stress no Trabalho. Período de 02 a 25 de fevereiro de 2011: Atividades de planejamento de ensino e atividades docentes. Palestra com Prof. Walter Antonio Bazzo, da USP-SP, sobre Tecnologias de Educação à Distância Aplicadas em Aulas Presenciais; Período de 28 de julho a 05 de agosto de 2011: Atividades de planejamento de ensino e atividades docentes e de suas práticas pedagógicas. Período de 01 de fevereiro a 02 de março de 2012: Atividades de planejamento de ensino e atividades docentes e diversas oficinas. Ainda, palestra com Profa.Dra. Maria de Lourdes (UTFPR Pato Branco) e a prof. Dra. Tereza Kazuko Teruya, da UEM, sobre: TICs em sala de aula; Período de 26 de outubro a 01 de novembro: Atividades de planejamento de ensino e atividades docentes e de suas práticas pedagógicas; Período de 23 a 30 de abril de 2013: Atividades de planejamento de ensino e atividades docentes e de suas práticas pedagógica; Período de 17 a 26 de setembro de 2013: Atividades de planejamento de ensino e atividades docentes e suas práticas pedagógicas. Além disso, foi realizada uma palestra pela prof. Dra. Tania Stoltz da UFPR, sobre O Conhecimento como Construção: desafios ao professor de Ensino Superior. 5.8 TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO - TICs O uso de recursos tecnológicos aplicados à educação e comunicação é importante na medida em que podem ilustrar conceitos abstratos complexos e enriquecer o contexto de ensino e aprendizagem. Nesse cenário, complementar as técnicas tradicionais com elementos que facilitem a assimilação dos assuntos abordados e contribuam para que a interação entre alunos e professores torne-se mais interessante e produtiva pode representar o diferencial em cursos que exijam alto grau de abstração. As ferramentas de Tecnologia de Informação e Comunicação (TICs) incluem desde 73 conteúdos digitais bem preparados, que podem ser facilmente disponibilizados, passando pela manutenção de sítios online, que se tornam repositórios de informação, chegando a mecanismos mais elaborados de gerenciamento de conteúdo e colaboração. No início de 2012, na semana de Planejamento de aulas dos docentes foi realizada uma palestra no intuito de promover o uso de TICs em sala de aula, pela prof. Dra. Tereza Kazuko Teruya, da UEM. As salas de aula da UTFPR Câmpus Medianeira são equipadas com projetor multimídia, o que facilita a utilização de objetos educacionais digitais por parte do professor, tais como a exibição de slides e vídeos. Além disso, um espaço para disponibilização de conteúdo está disponível para utilização dos docentes (páginas pessoais), por meio da criação facilitada de páginas que ficam armazenadas em servidores próprios da instituição. Tais páginas podem conter arquivos, endereços de Internet (hyperlinks), imagens, notícias. O aluno pode acessar em http://www.md.utfpr.edu.br/Professores2/professor.php Outra ferramenta de TIC disponível para uso é o aplicativo Moodle, ambiente de suporte à aprendizagem que possui diversos recursos relacionados ao gerenciamento de conteúdo e trabalho colaborativo, como questionários, tarefas, glossários, fóruns, salas de conversação. Considerando estas possibilidades e a infinidade de material educacional de boa qualidade que pode ser obtido via Internet, tem-se ampliadas as oportunidades de enriquecimento e facilitação da aprendizagem. É importante ressaltar que a instituição tem oferecido cursos de capacitação do ambiente Moodle, para que os professores possam conhecer o sistema e aproveitar o máximo dos recursos disponíveis em prol da melhoria do ensino. A instituição mantém ainda uma fan page do curso de Engenharia Ambiental onde são disponibilizadas informações para os alunos, links de notícias e atualidades na área de meio ambiente, oportunidades profissionais, entre outros. O acesso encontra-se no endereço: https://www.facebook.com/EngenhariaambientalUTFPR.MD Também foi criado o Blog do aluno, sendo uma iniciativa interna da Universidade Tecnológica Federal do Paraná para adequar a produção de conteúdo informativo aos estudantes e melhorar o processo de comunicação na Universidade. O Blog divulgará informações sobre os câmpus, eventos, cursos, projetos, oportunidades, você no blog, anuncie aqui e muito mais. O acesso é feito pelo endereço www.blogdoaluno.utfpr.edu.br. 74 6 PROGRAMA DE EGRESSOS O acompanhamento de egressos na UTFPR é realizado pela Diretoria de Relações Empresariais e Comunitárias (DIREC) e tem como principais objetivos: a) Propiciar à UTFPR o cadastramento dos principais empregadores dos nossos egressos, bem como um cadastro atualizado dos nossos ex-alunos. b) Desenvolver meios para a avaliação e adequação dos currículo dos cursos, através da realimentação por parte da sociedade e especialmente dos ex-alunos. c) Criar condições para a avaliação de desempenho dos egressos em seus postos de trabalho. d) Criar indicadores confiáveis para a avaliação contínua dos métodos e técnicas didáticas e conteúdos empregados pela instituição no processo ensino-aprendizagem. e) Dispor de informações atualizadas dos nossos ex-alunos, objetivando informá-los 75 sobre eventos, cursos, atividades e oportunidades oferecidas pela Instituição. f) Disponibilizar aos nossos formandos as oportunidades de emprego, encaminhadas à DIREC por parte das empresas e agências de recrutamento e seleção de pessoal. O Câmpus Medianeira realiza anualmente uma pesquisa por meio de e-mail enviado aos egressos, com o objetivo de acompanhar seu desempenho acadêmico e profissional após a conclusão do curso. 6.1 Incubadora de Inovações Tecnológicas (IUT) O Programa de Empreendedorismo e Inovação (PROEM) é um programa caracterizado por um conjunto de ações e exemplos que tem como objetivo o desenvolvimento da cultura empreendedora. É uma iniciativa da UTFPR e visa apoiar alunos e egressos que tenham interesse em potencializar o seu perfil empreendedor. O apoio ao desenvolvimento de projetos de novas empresas de base tecnológica é reconhecidamente um esforço da UTFPR e de seus parceiros, produzindo resultados positivos para a geração de emprego, o fluxo contínuo de inovações, a criação e a valorização da cultura empreendedora. Uma das iniciativas da UTFPR no PROEM é a criação de pré-incubadoras (hotel tecnológico) e incubadoras tecnológicas. História da Incubadora de Inovações da UTFPR-MD Em agosto de 2002, aconteceu o lançamento do Projeto Incubadora Tecnológica, empreendimento ousado, de autoria da Câmara Temática da Tecnologia (CATET), formada pelas parcerias: Sebrae, Acime, Prefeitura Municipal de Medianeira, Frimesa, Lar e o CEFET (atual UTFPR). De 2002 até 2007 a Incubadora Tecnológica de Medianeira pertenceu ao município de Medianeira, e em 2007 por meio de acordo entre a UTFPR e a Prefeitura Municipal de Medianeira, foi incorporada ao patrimônio da UTFPR, passando sua gestão, a ser feita exclusivamente pela Universidade. Essa incorporação desencadeou também um processo de reestruturação completa daquela organização. Em abril de 2008, houve a graduação das primeiras empresas nela hospedadas: a Digital Doc, a Anix Sistemas e a Atenas Software. Em 2009 a empresa SWA foi graduada. A partir de 2012 a Incubadora passou a ser denominada Incubadora de Inovações da UTFPR – Câmpus Medianeira – IUT MD. Ao final de 2012 mais de 20 empresas já passaram com seus projetos pela Incubadora de Inovações da UTFPR câmpus Medianeira. Atualmente três empresas estão incubadas. Com a atual ampliação das áreas da Incubadora de Inovações da UTFPR/MD, o 76 prédio passará em breve de 260 m2 para 680 m2 aumentando a oferta de espaços para os empreendedores ligados a UTFPR. A instituição procura com isto promover maior retorno para a região, pois esta é uma forma de manter os profissionais de alto gabarito formados pela UTFPR próximos a cidade de Medianeira e entorno. Hotel Tecnológico – Pré-Incubação O Hotel Tecnológico funciona como uma pré-incubadora de empresas na qual o empreendedor deverá desenvolver, em um período de até um ano, as bases do seu empreendimento, mesmo sem ter a empresa constituída juridicamente. Para o processo de pré-incubação estão previstos serviços de consultoria nas áreas de plano de negócios, gestão financeira, jurídica e de marketing além de suporte em suprimentos, treinamentos, assessoria psicológica e espaço físico estruturado a incubação das futuras empresas, possibilitando uma entrada mais sólida no mercado. Durante o período de permanência no Hotel Tecnológico, o empreendimento contará com o apoio da coordenação, que adotará um acompanhamento por indicadores, incentivando o empreendedor a aproveitar intensamente toda a infraestrutura, os serviços disponibilizados e a atender aos critérios de organização empresarial requeridas pela pré-incubadora para o bom desenvolvimento do plano de negócios, estudo de viabilidade técnica econômica e comercial, e o protótipo do objeto de negócio apresentado a banca. A equipe será graduada quando atingir os objetivos traçados pelo programa no início do período de pré-incubação, levando-se em conta o objeto da proposta e a atualização da equipe durante o período de permanência (principalmente quanto ao cumprimento das atividades exigidas pelo programa). O tempo máximo de permanência no Hotel Tecnológico é de 1 (um) ano. Incubadora Tecnológica A Incubadora de Inovações da Universidade Tecnológica Federal do Paraná – IUT. Sendo o segundo estágio de formação do Empreendimento, é um dos mecanismos do PROEM para dar continuidade aos trabalhos desenvolvidos no Hotel Tecnológico, acolhendo as empresas que neste estágio já possuem o Plano de Negócios estruturado. Durante o período de incubação é oferecido o apoio à maturação do empreendimento com o objetivo de finalizar o desenvolvimento do produto, processo ou serviço do objeto da proposta, e a inserção da empresa no mercado por meio de clientes referenciais. O processo de incubação é constituído por ações contínuas de apoio para o bom funcionamento da empresa no período de permanência na IUT. Para isso o empreendedor contará com o apoio da coordenação, que adotará um acompanhamento por indicadores, 77 incentivando-o a aproveitar ao máximo toda a infraestrutura e serviços oferecidos e a atender aos critérios de organização empresarial, requeridas pela incubadora para o bom desenvolvimento e consolidação da empresa. A empresa será considerada graduada ao atingir os objetivos traçados pelo programa ao inicio do período de incubação, levando em conta o objeto da proposta e a atualização de equipe durante o período de permanência (principalmente quanto ao cumprimento das atividades exigidas pelo programa). O tempo máximo de permanência na Incubadora é de 2 (dois) anos. Aceleradora A Aceleradora de Empresas da IUT da UTFPR-MD funciona como interface entre a Incubação e a inserção definitiva da empresa no mundo empresarial. Nesta fase a empresa terá um padrinho que deverá estimular empreendimentos a partir da captação de recursos e aproximação com o mercado, buscando melhorar a estrutura de comercialização e inserção do empreendedor em rede de contatos, propiciando a consolidação do negócio de forma mais acelerada. A aproximação de mercado é uma das funções mais importantes e, se for necessário, deve-se contratar recursos humanos para realizar a interface entre a empresa e determinados setores. Esta fase é direcionada para empresas que já estejam com seu produto/processo/serviço inserido no mercado e procuram consolidar sua marca no âmbito regional, nacional e/ou internacional (depende do foco de atuação da empresa). Assim, a Aceleradora é uma fase de preparação da empresa para um condomínio empresarial, parque tecnológico e/ou (não havendo a intenção da participação em qualquer deles) a definitiva graduação do programa. O tempo máximo de permanência na Aceleradora é de 6 (seis) meses. 6.2 Ingresso no IUT A seleção de empresas para o ingresso no Hotel Tecnológico é realizada de acordo com regras e procedimentos claros e objetivos, estabelecidos em Edital específico sobre a oportunidade de participar do sistema de incubação. Podem participar, atendendo as condições estabelecidas no Edital: Projetos de empresas de base tecnológica em constituição; Empreendedores com protótipos (produtos e processos) inovadores ou com aplicação da tecnologia desenvolvida e/ou ensinada na UTFPR; Departamento e ou divisão de empresas nacionais e internacionais que 78 queiram consolidar parcerias no desenvolvimento de novos produtos e processos de elevado cunho tecnológico; Spin-off de empresas (surgimento de uma nova empresa a partir de outras que já existem), universidades e centros de pesquisa que queiram iniciar um empreendimento. 6.3 Centro Acadêmico de Engenharia Ambiental O Centro Acadêmico de Engenharia Ambiental da Universidade Tecnológica Federal do Paraná determinado pela sigla CAEAMB é uma associação civil sem fins econômicos, de duração indeterminada, sem filiação político-partidária, livre e independente dos órgãos públicos e governamentais, entidade máxima de representação dos estudantes de Engenharia Ambiental da UTFPR, na forma do artigo 5º, da Lei nº. 7.395, de 31 de outubro de 1985. O CAEAMB tem por princípios: Promover a integração entre os alunos de Engenharia Ambiental da UTFPR; Participar, incentivar e organizar eventos acadêmicos voltados aos alunos de Engenharia Ambiental; Ser uma alternativa para interlocução entre discentes e docentes, para que com isso possa trazer maiores benefícios ao curso de Engenharia Ambiental. A atual diretoria do CAEAMB EM 2013 é composta Pelos acadêmicos: Fernanda Fonseca da Silva como presidente, Fábio Luiz Fronza como vice-presidente, Thaís Helena Leite Nogueira como secretária geral, Ana Carolina Peterle como coordenadora de comunicação, Lucas de Carvalho Silva como coordenador de assuntos acadêmicos, Juan Pablo Frota como vice-coordenador de assuntos acadêmicos, Alexander Tavares como coordenador de relações externas, Ana Paula Leite como tesoureira geral e ainda Paula Gabriela Ripp como coordenadora de eventos, sendo esta a primeira gestão do CAEAMB, com mandato até maio de 2014. O CAEAMB vem promovendo diversas ações, dentre elas a integração dos calouros de engenharia ambiental através da realização de trotes ecológicos com os calouros, promovendo festa de encerramento do SEMMEA e Assembleias Gerais dos acadêmicos de engenharia ambiental para repasse de informações e discussão de temas relacionados ao curso e a área de atuação profissional. O Centro Acadêmico promove ainda a venda de produtos voltados para os acadêmicos de engenharia ambiental: moletons, canecas e camisetas. Uma outra atividade gerida pelo CAEAMB foi o “CAEAMB-escuta”, um programa de ouvidoria e a indicação 79 de representantes acadêmicos do colegiado, além do apoio ás atividades do DCE. 80 7. INFRA-ESTRUTURA DA INSTITUIÇÃO E DO CURSO 7.1 INFRAESTRUTURA GERAL DO CÂMPUS Informações da infraestrutura geral do câmpus Medianeira da UTFPR podem ser observadas nos Quadros 7.1 e 7.2: DEPENDÊNCIAS 1. Direção Geral do Câmpus 1.1 Sala da Direção-Geral 1.2 Assessoria da Direção 1.3 Sala da chefia de Gabinete 1.4 Assessoria de Comunicação e Assessoria de Cerimonial e Eventos 1.5 Assessoria de Avaliação Institucional 1.6 Coordenação de Gestão de Recursos Humanos 1.7 Coordenação de Gestão de Tecnologia da Informação e Central de Concursos 1.8 Ouvidoria 1.9 Sala de Reuniões 2. Diretoria de Graduação e Educação Profissional 2.1 Diretoria 2.2 Secretaria 2.3 Secretaria de Bacharelados e Licenciaturas 2.4 Secretaria de Educação Profissional e Graduação Tecnológica 2.5 Secretaria de Gestão Acadêmica 2.6 Departamento de Educação 2.4 Sala das Coordenações e Secretaria de Cursos 2.5 Salas de Professores 2.6 Salas de aula teóricas Bloco H (H33, 34, 35, 36) Bloco I (I11, 12, 13, 14, 15, 16, 23, 43, 44, 45, 45A, 46, 47, 51, 52, 53, 54, 55, 57) Bloco J (J48, 49) Bloco L (L21, 22, 23, 26, 27, 28) 2.7 Sala de Desenho Técnico 2.8 Laboratórios Gerais e Específicos 2.9 Salas de atendimento a aluno 2.10 Ambulatório, Consultórios Médico, Odontológico, Perícias 2.11 Psicóloga 2.13 Secretaria Acadêmica 2.14 Biblioteca 2.15 Sala de Reuniões 2.16 Sala Integral de Estudos – Discente 3. Diretoria de Planejamento e Administração 3.1 Diretoria 3.2 Secretaria 3.2 Patrimônio/Almoxarifado 3 salas 3.3 Departamento de Serviços Gerais (5 salas) 3.4 Financeiro QUANTIDADE ÁREA (M2) 01 01 01 01 43,51 11,73 31,25 25,09 01 01 01 9,04 42,11 13,26 01 01 9,04 81,24 01 01 01 01 12,00 18,14 15,21 12,00 02 01 03 9 27 04 19 16,16 68,38 98,40 Variado Variado 332,77 1.170,14 02 06 Sd 441,04 01 vários vários 08 01 01 01 01 02 75,30 Variado Variado 76,65 17,38 97,68 466,67 22,61 74,90 01 01 03 03 01 21,83 9,85 37,88 98,06 27,20 81 3.5 Telefonista 3.6 FUNTEF 3.7 Compras 01 01 01 6,50 128,10 68,30 4. Diretoria de Relações Empresariais e Comunitárias 4.1 Sala da Diretoria 4.2 Estágios 4.3 Curso de Qualificação Profissional 4.4 Departamento de Extensão e Apoio a Projetos Tecnológicos 4.5 Dep. Relações Interinstitucionais 4.6 Incubadora Tecnológica 4.7 Lamag (Laboratório de Análises) 01 01 01 01 01 01 01 42,11 38,59 42,11 42,11 28,72 681,00 90,46 5. Diretoria de Pesquisa e Pós-Graduação 5.1 Direção 5.2 Secretaria 5.3 Assessoria de Pesquisa e Assessoria de Pós-Graduação 5.4 Sala da Pós-Graduação Stricto Sensu 01 01 02 02 21,65 25,33 52,71 14,56 6. Educação a Distância 6.1 Coordenador-Geral 6.2 Secretaria e Suporte Técnico 6.3 Laboratório 01 02 01 Se Se Se 7. Outros 7.1 Auditório (Bloco A) 7.2 Miniauditório (Bloco J) 7.3 Cantina 7.4 Restaurante Universitário 7.5 Cozinha dos Servidores 7.6 Reprografia 7.7 Banheiros (W.C) 01 01 01 01 01 01 21 244,50 199,84 91,35 7.8 Diretório Central dos Estudantes (DCE) 7.9 Quadra Esportiva 7.10 Ginásio de Esportes 7.11 Campo de futebol e pista de atletismo 7.12 Estacionamento 01 01 01 01 03 67,70 44,40 217,59 (relativo a 15 WC) 41,42 395,11 395,11 5.760,00 3275,00 Quadro 7.1 – dados de infraestrutura geral da UTFPR campus Medianeira. (*) s.e=sem especificação/vários AMBIENTES DOS BLOCOS NOVOS Bloco L3 (L31/ L32/ L33/ L34A/ 34B/ L35/ L36/ L37/ L38A/ 38B/ 38C) Bloco L2 (L21/ L22/ L23/ L24A/ 24B/ L25A/ 25B/ L26/ L27/ L28) Bloco L1 (L11/ L12/ L13/ L14A/ 14B/ L15/ L16/ L17/ L18/ L19 Bloco H3 (H33/ H34/ H35/ H36) Quadro 7.2 – Dados de infraestrutura dos blocos novos- Reuni, da UTFPR campus Medianeira. 7.2 AUDITÓRIOS ÁREA (M2) 966m² 966m² 966m² 708,46m² 82 A instituição possui dois auditórios, um deles com capacidade de 240 pessoas, Bloco A, e o outro no bloco J-3 para 124 pessoas, ambos dotados de instalações adequadas (sistema áudio-visual com isolamento acústico, ar condicionado, poltronas estofadas) propiciando à comunidade interna e externa uso para diversificados fins, como: semanas de cursos, semana pedagógica, apresentações culturais, palestras, formaturas entre outros eventos. 7.3 CANTINA E RESTAURANTE UNIVERSITÁRIO O Câmpus da UTFPR de Medianeira possuía, até início de 2014 uma estrutura de cantina e restaurante universitário (RU) que funcionavam no mesmo espaço. Ambos em regime terceirizado, sendo uma cantina para oferecer refeições rápidas, café, salgados, doces, refrigerantes, frutas dentre outros e o restaurante. O restaurante possuia dois buffets, sendo um com serviço de comida por quilo e o outro como Restaurante universitário, com comida a R$ 2,50. Essa estrutura possuia 169 m² de área interna e 390 m² de área externa. O restaurante tinha capacidade para servir 350 refeições simultâneas. Em fevereiro de 2014, em nova adequação de espaço, teve início o funcionamento do novo RU, juntamente com a cantina em um espaço de 1141 m², com capacidade para servir 750 refeições simultâneas, com um valor de R$ 2,50, para toda a comunidade universitária. 7.4 SALA DE ESTUDOS INTEGRAL A instituição possui uma sala de estudos equipada com computadores desktop, internet sem fio e mesas de desenho e estudo. Esta sala tem por objetivo atender alunos regularmente matriculados e visa ser um ambiente preparado para facilitar o estudo daqueles que precisam de um computador com ferramentas básicas e ∕ou acesso a internet. Esta sala funciona de segunda a sexta das 7:30 às 23:00 e aos sábados e domingos das 08:00 às 18:00. 7.5 LABORATÓRIOS ESPECÍFICOS DO CURSO E SALAS DE AULA As aulas teóricas do curso de Engenharia Ambiental podem ser alocadas em diferentes locais ou blocos, conforme necessidade e número de alunos, no planejamento do horário das turmas a cada semestre. 83 As salas de aulas teóricas possuem toda a infraestrutura necessária ao desenvolvimento das aulas, como mobiliário adequado, boa iluminação, ar condicionado, projetor mutimídia, etc. As turmas estão alocadas em salas de aula dos blocos antigos I1, I4 e I5; J2 e J3 e também nos novos blocos H3, L2 e L3. Algumas salas e laboratórios ocupados no segundo semestre de 2013 pelas turmas são: I12, I14, I24, I25, I39, I43, I44, I45, I51, I52, I54, J12, J35, J36, J48, J49 e nos blocos novos H33, H34, H35, H36, L12-A, L21, L21-A, L22, L23, L24A, L25-A, L26, L27, L28 e L33. Esta distribuição de turmas e salas de aulas podem ser consultadas no Sistema Acadêmico informatizado, na rede intranet, onde visualiza-se os conjuntos de turmas denominados de M11, M21, M31, M41, M51, M61, M71 e M81, cada um deles respectivos a um período, como por exemplo: turma M11, referente a turma do primeiro período do curso de engenharia ambiental (M), no diurno. O curso utiliza os diversos laboratórios do câmpus, laboratórios de Química Geral, Físico-química, Química Analítica, química Orgânica, Química Instrumental, Laboratórios de Física, laboratórios de Informática e Salas de Desenho. Além de laboratórios gerais, são utilizados laboratórios para disciplinas específicas do curso, como: laboratórios de águas, efluentes e emissões, laboratório de solos, laboratório de microbiologia, laboratório de biologia, etc. As informações detalhadas dos laboratórios do curso de Engenharia Ambiental encontram-se no Apêndice E. 84 8. CORPO DOCENTE Os professores vinculados ao Curso são em sua maioria pós-graduados (mestres e doutores). No Quadro 8.1, encontra-se a lista de professores atuantes no Curso de Graduação em Engenharia Ambiental no segundo semestre do ano de 2013, do Núcleo de professores de Ciências Ambientais e dos demais núcleos de professores do Câmpus. Quadro 8.1- Professores do Curso com aulas no segundo semestre de 2013. PROFESSOR TITULAÇÃO CARGO EFETIVO CPF ADELMO LOWE PLETSCH DOUTOR PROFESSOR DE ENSINO SUPERIOR 703.531.749-04 ANDRÉ SANDMANN DOUTOR PROFESSOR DE ENSINO SUPERIOR 026.380.279-52 ESPECIALISTA PROF. DE ENSINO BTT - SUBSTITUTO 006.460.459-46 ANGELA LAUFER RECH MESTRE PROF. DE ENSINO BTT - SUBSTITUTO 041.150.689-73 ARLETE TERESINHA BEUREN MESTRE PROF. DE ENSINO BTT - SUBSTITUTO 004.944.279-14 AUGUSTO VAGHETTI LUCHESE DOUTOR PROFESSOR DE ENSINO SUPERIOR 006.932.559-60 ANDREI ANTONIO MONDARDO CARLA DANIELA CAMARA DOUTORA PROFESSOR DE ENSINO BTT 886.410.319-87 CARLOS ALBERTO COELHO JOUSSEPH MESTRE PROFESSOR DE ENSINO SUPERIOR 892.435.441-87 CLAUDIMARA CASSOLI BORTOLOTO MESTRE PROFESSOR DE ENSINO SUPERIOR 024.614.469-62 DAIENE DE MELLO SCHAEFER MESTRE PROFESSOR DE ENSINO SUPERIOR 920.563.930-34 DALESIO OSTROVSKI DOUTOR PROFESSOR DE ENSINO BTT 019.590.969-07 DANIEL RODRIGUES BLANCO DOUTOR PROFESSOR DE ENSINO SUPERIOR 222.540.378-38 DANIEL WALKER TONDO DOUTOR PROFESSOR DE ENSINO SUPERIOR 032.560.269-74 ESPECIALISTA PROF. DE ENSINO BTT - SUBSTITUTO 047.810.389-13 EDER LISANDRO DE MORAES FLORES DOUTOR PROFESSOR DE ENSINO SUPERIOR 928.647.160-20 EDILSON CHIBIAQUI MESTRE PROFESSOR DE ENSINO BTT 391.265.019-53 EDUARDO BORGES LIED MESTRE PROFESSOR DE ENSINO SUPERIOR 058.460.799-70 EDUARDO EYNG DOUTOR PROFESSOR DE ENSINO BTT 006.936.539-30 DOUTORA PROFESSOR DE ENSINO BTT 458.042.739-49 MESTRE PROFESSOR DE ENSINO SUPERIOR 305.797.912-20 DOUTORA PROFESSOR DE ENSINO SUPERIOR 029.516.749-10 EVANDRO ALVES NAKAJIMA MESTRE PROF. DE ENSINO BTT - SUBSTITUTO 055.662.349-50 FABIANA COSTA DE ARAUJO SCHUTZ MESTRE PROFESSOR DE ENSINO SUPERIOR 826.671.369-34 FERNANDO PERIOTTO DOUTOR PROFESSOR DE ENSINO SUPERIOR 272.490.368-40 ISMAEL LAURINDO COSTA JUNIOR MESTRE PROFESSOR DE ENSINO SUPERIOR 046.758.339-00 IVONEI OTTOBELLI DOUTOR PROFESSOR DE ENSINO BTT 555.153.209-72 DOUTORA PROFESSOR DE ENSINO BTT 026.414.389-25 MESTRE PROFESSOR DE ENSINO BTT 754.239.957-87 ESPECIALISTA PROF. DE ENSINO BTT - SUBSTITUTO 042.453.019-88 LAERCIO MANTOVANI FRARE DOUTOR PROFESSOR DE ENSINO BTT 808.608.269-53 LAIRTON MOACIR WINTER MESTRE PROFESSOR DE ENSINO BTT 930.481.309-34 DOUTORA PROFESSOR DE ENSINO SUPERIOR 005.360.419-97 DARLAN ROQUE DALPIEVE ELIANE RODRIGUES DOS SANTOS GOMES ELIAS LIRA DOS SANTOS JUNIOR ELIZANDRA SEHN JULIANA BORTOLI RODRIGUES MEES JURACY LEMOS KARINA HEBERLE LARISSA DE BIORTOLI CHIAMOLERA SABBI 85 LEIDI CECILIA FRIEDRICH DOUTORA PROFESSOR DE ENSINO SUPERIOR 040.146.309-51 ESPECIALISTA PROF. DE ENSINO BTT - SUBSTITUTO 050.304.499-73 MESTRE PROFESSOR DE ENSINO SUPERIOR 881.196.100-91 ESPECIALISTA PROF. DE ENSINO BTT - SUBSTITUTO 062.110.369-14 LUCIANO DA COSTA BARZOTTO MESTRE PROFESSOR DE ENSINO BTT 662.759.389-00 LUIZ ALBERTO SARMENTO DOUTOR PROFESSOR DE ENSINO BTT 196.837.079-04 MARCIO BECKER MESTRE PROFESSOR DE ENSINO SUPERIOR 023.268.449-98 NEUSA IDICK SCHERPINSKI MESTRE PROFESSOR DE ENSINO BTT 628.136.179-20 PRISCILA PIGATO GASPARIN MESTRE PROFESSOR DE ENSINO SUPERIOR 056.047.819-40 RAFAEL ARIOLI DOUTOR PROFESSOR DE ENSINO SUPERIOR 022.223.339-70 REGINALDO BORGES MESTRE PROFESSOR DE ENSINO SUPERIOR 006.079.639-13 DOUTORA PROFESSOR DE ENSINO SUPERIOR 295.685.748-75 DOUTOR PROFESSOR DE ENSINO BTT 546.562.069-20 RENATO SANTOS FLAUZINO MESTRE PROFESSOR DE ENSINO BTT 128.183.148-44 RICARDO DOS SANTOS DOUTOR PROFESSOR DE ENSINO BTT 482.792.009-59 RODRIGO RUSCHEL NUNES MESTRE PROFESSOR DE ENSINO SUPERIOR 929.172.750-49 ROGERIO BASTOS QUIRINO MESTRE PROFESSOR DE ENSINO BTT 034.096.388-30 SAMUEL BELLIDO RODRIGUES MESTRE PROFESSOR DE ENSINO SUPERIOR 033.964.939-90 DOUTORA PROFESSOR DE ENSINO SUPERIOR 818.812.909-72 SILVANA MENDONÇA LOPES VALENTIN MESTRE PROFESSOR DE ENSINO BTT 008.079.439-40 THIAGO EDWIGES MESTRE PROFESSOR DE ENSINO SUPERIOR 051.923.959-84 VANDERLEI LEOPOLD MAGALHAES DOUTOR PROFESSOR DE ENSINO SUPERIOR 038.873.369-17 VANESSA HLENKA MESTRE PROFESSOR DE ENSINO SUPERIOR 052.895.409-11 LINCON LUCCAS LUCAS DA SILVA RIBEIRO LUCAS SCHENOVEBER DOS SANTOS JUNIOR RENATA MELLO GIONA RENATO CESAR POMPEU SHIDERLENE VIEIRA DE ALMEIDA O Corpo Docente do Curso de Engenharia Ambiental no segundo semestre de 2013 contou com um total de 55 professores, sendo 45 efetivos 40 h com Dedicação Exclusiva (DE), 02 efetivos 40h e 07 contratados 40 h. No Quadro 8.2 apresenta-se a titulação do corpo docente. Titulação Quantidade % Doutorado 24 43,6 Mestrado 26 47,3 Especialização 05 9,1 Quadro 8.2: Titulação do Corpo Docente em 2013-2. No Quadro 8.3, encontra-se a distribuição de disciplinas para os docentes no segundo semestre de 2013: CODIGO M11 EG51A QUIMICA GERAL E INORGANICA 5 RODRIGO RUSCHEL NUNES M11/M14 EM51A 3 FERNANDO PERIOTTO M11 PP51A BIOLOGIA GERAL CALCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL I 6 EVANDRO ALVES NAKAJIMA M11 PP51B FÍSICA I 5 JURACY LEMOS M11 PP51C INTRODUÇÃO A ENGENHARIA 2 ELIANE RODRIGUES DOS SANTOS GOMES M11 PP51F GEOMETRIA ANALITICA E ALGEBRA LINEAR 6 SAMUEL BELLIDO RODRIGUES M14 EG51A QUIMICA GERAL E INORGANICA 5 ISMAEL LAURINDO COSTA JUNIOR M11 PP52G COMPUTAÇÃO I 4 ARLETE TERESINHA BEUREN M21/M24 EG52A FISICO-QUIMICA 4 RENATA MELLO GIONA M21/M24 EG52B QUIMICA ORGANICA 4 DANIEL WALKER TONDO M21M24 EG52C QUIMICA ANALITICA 4 ADELMO LOWE PLETSCH M21 EM52A ECOLOGIA BASICA 5 FERNANDO PERIOTTO M21 PP51D DESENHO TÉCNICO 3 LINCON LUCCAS M24 PP51D DESENHO TÉCNICO 3 DARLAN ROQUE DALPIEVE M21 PP51H 2 LUCAS SCHENOVEBER DOS SANTOS JUNIOR M21 PP52A COMUNICAÇÃO LINGUISTICA CALCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL 2 4 PRISCILA PIGATO GASPARIN M21 PP52B FÍSICA 2 5 DAIENE DE MELLO SCHAEFER M21 CH52J GESTAO TECNOLOGICA 2 LUCIANO DA COSTA BARZOTTO M21 CH52G LINGUA BRASILEIRA DE SINAIS 1 2 SILVANA MENDONÇA LOPES VALENTIN M31 EM53A ECOLOGIA APLICADA 3 KARINA HEBERLE M31 EM53B 4 VANDERLEI LEOPOLD MAGALHAES M31 PP51E CARTOGRAFIA FUNDAMENTOS DE ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO 3 ANDREI ANTONIO MONDARDO M31 PP52C MECANICA GERAL I 4 CARLOS ALBERTO COELHO JOUSSEPH M31 PP52E 2 RICARDO DOS SANTOS M31 PP53A 4 M31 CH52R METODOLOGIA DA PESQUISA EQUAÇÕES DIFERENCIAIS ORDINARIAS PSICOLOGIA APLKICADA NO TRABALHO 2 ANDRÉ SANDMANN SHIDERLENE VIEIRA DE ALMEIDA M31 PP53B FÍSICA 3 5 ELIZANDRA SEHN M31 CH52F LIDERANÇA E GERENCIAMENTO 2 MARCIO BECKER M31 PP53E PROBABILIDADE E ESTATISTICA 4 NEUSA IDICK SCHERPINSKI EG54A PRINCÍPIOS DA ELETROTÉCNICA 4 ROGERIO BASTOS QUIRINO ENGENHARIA AMBIENTAL ENGENHARIA AMBIENTAL ENGENHARIA AMBIENTAL TURMA EN GE NH ARI A AM BIE NT AL CURSO 86 M41 DISCIPLINA CH PROFESSOR 87 EG54B FENÔMENOS DE TRANSPORTE 1 2 EM54A HIDRÁULICA 4 EM54B BIOQUÍMICA AMBIENTAL 3 EM54C TOPOGRAFIA 4 EM54D GESTÃO EMPRESARIAL 2 MARCIO BECKER PP53C MECÂNICA GERAL 2 4 CARLOS ALBERTO COELHO JOUSSEPH CH52B FILOSOFIA DA CIÊNCIA E DA TECNOLOGIA 2 M41 PP54G CÁLCULO NUMÉRICO 4 LUCAS DA SILVA RIBEIRO M51 EG55A OPERAÇÕES UNITÁRIAS 1 4 RENATO SANTOS FLAUZINO M51 EG55B FENÔMENOS DE TRANSPORTE 2 4 EDUARDO EYNG M51 EG55C GESTAO FINANCEIRA 2 REGINALDO BORGES M51 EM55B QUIMICA INSTRUMENTAL 4 EDER LISANDRO FLORES M51 EM55C LEGISLAÇÃO AMBIENTAL 4 EDILSON CHIBIAQUI M51 EM55D MICROBIOLOGIA AMBIENTAL 4 DANIEL RODRIGUES BLANCO EM55E GEOPROCESSAMENTO 5 VANDERLEI LEOPOLD MAGALHAES EM55F CLIMATOLOGIA 3 CH52I SOCIEDADE E POLITICA NO BRASIL 2 DALESIO OSTROVSKI CLAUDIMARA CASSOLI BORTOLOTO EM56A OPERAÇÕES UNITÁRIAS 2 4 EDUARDO EYNG EM56B GESTAO E TRATAMENTO DE EFLUENETS LIQUIDOS 1 4 JULIANA BORTOLI RODRIGUES MEES EM56C PLANEJAMENTO AMBIENTAL 3 ELIAS LIRA DOS SANTOS JUNIOR EM56D AVALIAÇÃO IMPACTOS AMBIENTAIS 3 THIAGO EDWIGES M61 EM56E GEOLOGIA PEDOLOGIA 4 AUGUSTO VAGHETTI LUCHESE M61 EM56F GEOTECNIA AMBIENTAL 4 AUGUSTO VAGHETTI LUCHESE M61 EM56G ECONOMIA DO MEIO AMBIENTE 2 LUCIANO DA COSTA BARZOTTO M61 PP55H 3 RENATO CESAR POMPEU M41 M41 M41 M41 M41 M41 ENGENHARIA AMBIENTAL M41 M51 M51 M51 ENGENHARIA AMBIENTAL M61 M61 M61 M61 ENGENHARIA AMBIENTAL M71 M71 M71 M71 M71 M71 M81 M81 IVONEI OTTOBELLI FABIANA COSTA DE ARAUJO SCHUTZ LAIRTON MOACIR WINTER 3 LEIDI CECILIA FRIEDRICH EM57B GESTÃO E TRATAMENTO DE EFLUENTES LÍQUIDOS 2 4 JULIANA BORTOLI RODRIGUES MEES EM57C GESTÃO E TRATAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS 1 3 THIAGO EDWIGES EM57D GESTÃO E TRATAMENTO DE EMISSÕES ATMOSFÉRICAS 1 2 EM57E BIOTECNOLOGIA 4 LAERCIO MANTOVANI FRARE LARISSA DE BIORTOLI CHIAMOLERA SABBI M71 M71 ENGENH ARIA AMBIEN TAL EM57A PRINCIPIOS DE RESISTENCIA DOS MATERIAIS TRATAMENTO DE ÁGUAS PARA ABASTECIMENTO 1 LUIZ ALBERTO SARMENTO FABIANA COSTA DE ARAUJO SCHUTZ EM57F HIDROLOGIA 4 CARLA DANIELA CAMARA EM57G PROCESSOS INDUSTRIAIS E POLUIÇÃO 4 ELIANE RODRIGUES DOS SANTOS GOMES EM57H SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL 4 EM58A EM58B TRATAMENTO DE ÁGUAS PARA ABASTECIMENTO 2 GESTÃO E TRATAMENTO DE EFLUENTES LÍQUIDOS 3 3 3 EDUARDO LIED ISMAEL LAURINDO COSTA JUNIOR EDUARDO LIED 88 M81 M81 M81 M81 EM58C EM58D EM58E EM58F M81 OP61G GESTÃO E TRATAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS 2 GESTÃO E TRATAMENTO DE EMISSÕES ATMOSFÉRICAS 2 MANEJO DE RECURSOS NATURAIS AUDITORIA AMBIENTAL INTEGRADA ESTRATEGICAS DE EDUCACAO AMBIENTAL 4 3 4 4 4 THIAGO EDWIGES LAERCIO MANTOVANI FRARE AUGUSTO VAGHETTI LUCHESE ANGELA LAUFER RECH ELIANE RODRIGUES DOS SANTOS GOMES M81 OP61F BIODIVERSIDADE 4 CARLA DANIELA CAMARA M81 OP61L ENERGIAS RENOVAVEIS 4 RAFAEL ARIOLI Quadro 8.3 – Distribuição de disciplinas e docentes 2013-2. No Quadro 8.4, encontra-se a lista de professores atuantes no Curso de Graduação em Engenharia Ambiental no primeiro semestre do ano de 2014, do Núcleo de professores de Ciências Ambientais e dos demais núcleos de professores do Câmpus. Quadro 8.4- Professores do Curso com aulas no primeiro semestre de 2014. PROFESSOR TITULAÇÃO CARGO EFETIVO CPF ALEX SANCHES TORQUATO MESTRE PROFESSOR DE ENSINO SUPERIOR 158.771.388-80 ANDRE LUIZ SOARES VARELLA MESTRE PROFESSOR DE ENSINO SUPERIOR 330.532.818-56 ANGELA CLAUDIA RODRIGUES DOUTORA PROFESSOR DE ENSINO SUPERIOR 039.788.499-09 ANGELA LAUFER RECH MESTRE PROF. DE ENSINO BTT - SUBSTITUTO 041.150.689-73 AUGUSTO VAGHETTI LUCHESE DOUTOR PROFESSOR DE ENSINO SUPERIOR 006.932.559-60 CARLA DANIELA CAMARA DOUTORA PROFESSOR DE ENSINO BTT 886.410.319-87 CESAR HENRIQUE LENZI DOUTOR PROFESSOR DE ENSINO SUPERIOR 219.586.478-88 CLAUDIMARA CASSOLI BORTOLOTO MESTRE PROFESSOR DE ENSINO SUPERIOR 024.614.469-62 DAIENE DE MELLO SCHAEFER MESTRE PROFESSOR DE ENSINO SUPERIOR 920.563.930-34 DALESIO OSTROVSKI DOUTOR PROFESSOR DE ENSINO BTT 019.590.969-07 DANIEL RODRIGUES BLANCO DOUTOR PROFESSOR DE ENSINO SUPERIOR 222.540.378-38 DANIEL WALKER TONDO DOUTOR PROFESSOR DE ENSINO SUPERIOR 032.560.269-74 EDER LISANDRO DE MORAES FLORES DOUTOR PROFESSOR DE ENSINO SUPERIOR 928.647.160-20 EDILSON CHIBIAQUI MESTRE PROFESSOR DE ENSINO BTT 391.265.019-53 EDUARDO BORGES LIED MESTRE PROFESSOR DE ENSINO SUPERIOR 058.460.799-70 EDUARDO EYNG DOUTOR PROFESSOR DE ENSINO BTT 006.936.539-30 DOUTORA PROFESSOR DE ENSINO BTT 458.042.739-49 MESTRE PROFESSOR DE ENSINO SUPERIOR 305.797.912-20 DOUTORA PROFESSOR DE ENSINO SUPERIOR 029.516.749-10 EVANDRO ALVES NAKAJIMA MESTRE PROF. DE ENSINO BTT - SUBSTITUTO 055.662.349-50 EVANDRO ANDRÉ KONOPATZKI MESTRE PROFESSOR DE ENSINO SUPERIOR 017.095.889-26 FABIANA COSTA DE ARAUJO SCHUTZ MESTRE PROFESSOR DE ENSINO SUPERIOR 826.671.369-34 FERNANDO PERIOTTO DOUTOR PROFESSOR DE ENSINO SUPERIOR 272.490.368-40 ISMAEL LAURINDO COSTA JUNIOR MESTRE PROFESSOR DE ENSINO SUPERIOR 046.758.339-00 DOUTORA PROFESSOR DE ENSINO BTT 466.971.289-68 DOUTOR PROFESSOR DE ENSINO BTT 555.153.209-72 ELIANE RODRIGUES DOS SANTOS GOMES ELIAS LIRA DOS SANTOS JUNIOR ELIZANDRA SEHN IVONE TERESINHA CARLETTO DE LIMA IVONEI OTTOBELLI 89 JULIANA BORTOLI RODRIGUES MEES DOUTORA PROFESSOR DE ENSINO BTT 026.414.389-25 JURACY JOSÉ LEMOS MESTRE PROFESSOR DE ENSINO BTT 754.239.957-87 LAERCIO MANTOVANI FRARE DOUTOR PROFESSOR DE ENSINO BTT 808.608.269-53 LAIRTON MOACIR WINTER MESTRE PROFESSOR DE ENSINO BTT 930.481.309-34 LARISSA DE BIORTOLI CHIAMOLERA SABBI DOUTORA PROFESSOR DE ENSINO SUPERIOR 005.360.419-97 LEIDI CECILIA FRIEDRICH DOUTORA PROFESSOR DE ENSINO SUPERIOR 040.146.309-51 ESPECIALISTA PROF. DE ENSINO BTT - SUBSTITUTO 062.110.369-14 LUCIANO DA COSTA BARZOTTO MESTRE PROFESSOR DE ENSINO BTT 662.759.389-00 LUIZ ALBERTO VIEIRA SARMENTO MARCIA ANTONIA BARTOLOMEU AGOSTINI DOUTOR PROFESSOR DE ENSINO BTT 196.837.079-04 MESTRE PROFESSOR DE ENSINO BTT 044.688.889-38 MARCIO BECKER MESTRE PROFESSOR DE ENSINO SUPERIOR 023.268.449-98 MARLOS WANDER GRIGOLETO DOUTOR PROFESSOR DE ENSINO BTT 769.451.039-00 NELSON MIGUEL BETZEK MESTRE PROFESSOR DE ENSINO BTT 745.047.979-68 NEUSA IDICK SCHERPINSKI MESTRE PROFESSOR DE ENSINO BTT 628.136.179-20 ODAIR CAMARGO DOUTOR PROFESSOR DE ENSINO BTT 359.070.539-68 PEDRO ELTON WEBER DOUTOR PROFESSOR DE ENSINO BTT 446.462.240-20 RAFAEL ARIOLI DOUTOR PROFESSOR DE ENSINO SUPERIOR 022.223.339-70 REGINALDO BORGES MESTRE PROFESSOR DE ENSINO SUPERIOR 006.079.639-13 DOUTORA PROFESSOR DE ENSINO SUPERIOR 295.685.748-75 RENATO SANTOS FLAUZINO MESTRE PROFESSOR DE ENSINO BTT 128.183.148-44 RICARDO DOS SANTOS DOUTOR PROFESSOR DE ENSINO BTT 482.792.009-59 RODRIGO RUSCHEL NUNES MESTRE PROFESSOR DE ENSINO SUPERIOR 929.172.750-49 ROGERIO BASTOS QUIRINO MESTRE PROFESSOR DE ENSINO BTT 034.096.388-30 SAMUEL BELLIDO RODRIGUES MESTRE PROFESSOR DE ENSINO SUPERIOR 033.964.939-90 DOUTORA PROFESSOR DE ENSINO SUPERIOR 818.812.909-72 SILVANA MENDONÇA LOPES VALENTIN MESTRE PROFESSOR DE ENSINO BTT 008.079.439-40 TÁSIA HICKMANN MESTRE PROFESSOR DE ENSINO SUPERIOR 057.146.989-24 THIAGO EDWIGES MESTRE PROFESSOR DE ENSINO SUPERIOR 051.923.959-84 VANDERLEI LEOPOLD MAGALHAES DOUTOR PROFESSOR DE ENSINO SUPERIOR 038.873.369-17 VANESSA HLENKA MESTRE PROFESSOR DE ENSINO SUPERIOR 052.895.409-11 LUCAS SCHENOVEBER DOS SANTOS JUNIOR RENATA MELLO GIONA SHIDERLENE VIEIRA DE ALMEIDA O Corpo Docente do Curso de Engenharia Ambiental no primeiro semestre de 2014 conta com um total de 56 professores, sendo 53 efetivos 40 h com Dedicação Exclusiva (DE), 02 efetivos 40h e 01 contratados 40 h. No Quadro 8.5 apresenta-se a titulação do corpo docente. Titulação Quantidade % Doutorado 27 48,2 Mestrado 28 50,0 90 01 Especialização 1,8 Quadro 8.5: Titulação do Corpo Docente em 2014-1. No Quadro 8.6, encontra-se a distribuição de disciplinas para os docentes no ENGENHARIA AMBIENTAL ENGENHARIA AMBIENTAL ENGENHARIA AMBIENTAL CURSO primeiro semestre de 2014: TURMA CODIGO DISCIPLINA CH PROFESSOR M11 EG51A QUIMICA GERAL E INORGANICA 5 RODRIGO RUSCHEL NUNES M11/M14 EM51A 3 FERNANDO PERIOTTO M11 PP51A BIOLOGIA GERAL CALCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL I 6 EVANDRO ALVES NAKAJIMA M11 PP51B FÍSICA I 5 JURACY LEMOS M11 PP51C INTRODUÇÃO A ENGENHARIA 2 ELIANE RODRIGUES DOS SANTOS GOMES M11 PP51F GEOMETRIA ANALITICA E ALGEBRA LINEAR 6 SAMUEL BELLIDO RODRIGUES M14 EG51A QUIMICA GERAL E INORGANICA 5 ISMAEL LAURINDO COSTA JUNIOR M11 PP52G COMPUTAÇÃO I 4 NELSON MIGUEL BETZEK M21/M24 EG52A FISICO-QUIMICA 4 RENATA MELLO GIONA M21/M24 EG52B QUIMICA ORGANICA 4 DANIEL WALKER TONDO M21M24 EG52C QUIMICA ANALITICA 4 ALX SANCHES TORQUATO M21 EM52A ECOLOGIA BASICA 5 FERNANDO PERIOTTO M21 PP51D DESENHO TÉCNICO 3 ODAIR CAMARGO M24 PP51D DESENHO TÉCNICO 3 ODAIR CAMARGO M21 PP51H 2 LUCAS SCHENOVEBER DOS SANTOS JUNIOR M21 PP52A COMUNICAÇÃO LINGUISTICA CALCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL 2 4 PEDRO ELTON WEBER M21 PP52B FÍSICA 2 5 DAIENE DE MELLO SCHAEFER M21 CH52J GESTAO TECNOLOGICA 2 LUCIANO DA COSTA BARZOTTO M21 CH52A PRESENÇA AFRICANA NO BRASIL 2 IVONE TERESINHA CARLETTO DE LIMA M21 CH52G LINGUA BRASILEIRA DE SINAIS 1 2 SILVANA MENDONÇA LOPES VALENTIN M31 EM53A ECOLOGIA APLICADA 3 CARLA DANIELA CÂMARA M31 EM53B 4 VANDERLEI LEOPOLD MAGALHAES M31 PP51E CARTOGRAFIA FUNDAMENTOS DE ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO 3 EVANDRO ANDRÉ KONOPATZKI M31 PP52C MECANICA GERAL I 4 ANDRÉ LUIZ SOARES VARELLA ENGENHARIA AMBIENTAL 91 M31 PP52E 2 RICARDO DOS SANTOS 4 CH52R METODOLOGIA DA PESQUISA EQUAÇÕES DIFERENCIAIS ORDINARIAS PSICOLOGIA APLKICADA NO TRABALHO M31 PP53A 2 VANESSA HLENKA SHIDERLENE VIEIRA DE ALMEIDA M31 M31 PP53B FÍSICA 3 2 CESAR HENRIQUE LENZI M31 PP53B FÍSICA 3 3 ELIZANDRA SEHN M31 CH52F LIDERANÇA E GERENCIAMENTO 2 MARCIO BECKER M31 PP53E PROBABILIDADE E ESTATISTICA 4 NEUSA IDICK SCHERPINSKI M41 EG54A PRINCÍPIOS DA ELETROTÉCNICA 4 ROGERIO BASTOS QUIRINO M41 EG54B FENÔMENOS DE TRANSPORTE 1 2 EM54A HIDRÁULICA 4 LUIZ ALBERTO SARMENTO FABIANA COSTA DE ARAUJO SCHUTZ EM54B BIOQUÍMICA AMBIENTAL 3 EM54C TOPOGRAFIA 4 EM54D GESTÃO EMPRESARIAL 2 PP53C MECÂNICA GERAL 2 4 CH52B FILOSOFIA DA CIÊNCIA E DA TECNOLOGIA 2 M41 PP54G CÁLCULO NUMÉRICO 4 TÁSIA HICKMANN M51 EG55A OPERAÇÕES UNITÁRIAS 1 4 RENATO SANTOS FLAUZINO M51 EG55B FENÔMENOS DE TRANSPORTE 2 4 EDUARDO EYNG M51 EG55C GESTAO FINANCEIRA 2 REGINALDO BORGES M51 EM55B QUIMICA INSTRUMENTAL 4 EDER LISANDRO FLORES M51 EM55C LEGISLAÇÃO AMBIENTAL 4 M51 EM55D MICROBIOLOGIA AMBIENTAL 4 EDILSON CHIBIAQUI MARCIA ANTONIA BARTOLOMEU AGUSTINI EM55E GEOPROCESSAMENTO 5 VANDERLEI LEOPOLD MAGALHAES EM55F CLIMATOLOGIA 3 CH52I SOCIEDADE E POLITICA NO BRASIL 2 DALESIO OSTROVSKI CLAUDIMARA CASSOLI BORTOLOTO EM56A OPERAÇÕES UNITÁRIAS 2 4 EDUARDO EYNG EM56B GESTAO E TRATAMENTO DE EFLUENETS LIQUIDOS 1 4 JULIANA BORTOLI RODRIGUES MEES EM56C PLANEJAMENTO AMBIENTAL 3 DALÉSIO OSTROVSKI EM56D AVALIAÇÃO IMPACTOS AMBIENTAIS 3 ELIAS LIRA DOS SANTOS JUNIOR M61 EM56E GEOLOGIA PEDOLOGIA 4 AUGUSTO VAGHETTI LUCHESE M61 EM56F GEOTECNIA AMBIENTAL 4 AUGUSTO VAGHETTI LUCHESE M61 EM56G ECONOMIA DO MEIO AMBIENTE 2 LUCIANO DA COSTA BARZOTTO 3 MARLOS WANDER GRIGOLETO 3 LEIDI CECILIA FRIEDRICH 4 JULIANA BORTOLI RODRIGUES MEES M41 M41 M41 M41 M41 ENGENHARIA AMBIENTAL M41 M51 M51 M51 ENGENHARIA AMBIENTAL M61 M61 M61 M61 ENGENHA RIA AMBIENT AL M61 M71 M71 PP55H EM57A EM57B PRINCIPIOS DE RESISTENCIA DOS MATERIAIS TRATAMENTO DE ÁGUAS PARA ABASTECIMENTO 1 GESTÃO E TRATAMENTO DE EFLUENTES LÍQUIDOS 2 IVONEI OTTOBELLI FABIANA COSTA DE ARAUJO SCHUTZ MARCIO BECKER CESAR HENRIQUE LENZI LAIRTON MOACIR WINTER 92 M71 M71 EM57C GESTÃO E TRATAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS 1 3 THIAGO EDWIGES EM57D GESTÃO E TRATAMENTO DE EMISSÕES ATMOSFÉRICAS 1 2 EM57E BIOTECNOLOGIA EM57F HIDROLOGIA 4 LAERCIO MANTOVANI FRARE LARISSA DE BIORTOLI CHIAMOLERA SABBI FABIANA COSTA DE ARAÚJO SCHUTZ EM57G PROCESSOS INDUSTRIAIS E POLUIÇÃO 4 ELIANE RODRIGUES DOS SANTOS GOMES EM57H SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL 4 M71 M71 M71 M71 ENGENHARIA AMBIENTAL M81 M81 M81 M81 M81 M81 M81 4 EM58A EM58B EM58C EM58D EM58E EM58F OP61G TRATAMENTO DE ÁGUAS PARA ABASTECIMENTO 2 GESTÃO E TRATAMENTO DE EFLUENTES LÍQUIDOS 3 GESTÃO E TRATAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS 2 GESTÃO E TRATAMENTO DE EMISSÕES ATMOSFÉRICAS 2 MANEJO DE RECURSOS NATURAIS AUDITORIA AMBIENTAL INTEGRADA ESTRATEGICAS DE EDUCACAO AMBIENTAL 3 3 4 3 4 4 4 EDUARDO LIED ISMAEL LAURINDO COSTA JUNIOR EDUARDO LIED THIAGO EDWIGES LAERCIO MANTOVANI FRARE AUGUSTO VAGHETTI LUCHESE ANGELA LAUFER RECH ELIANE RODRIGUES DOS SANTOS GOMES M81 OP61F BIODIVERSIDADE 4 CARLA DANIELA CAMARA M81 OP61L ENERGIAS RENOVAVEIS 4 RAFAEL ARIOLI M91 EM59C TECNOLOGIAS AMBIENTAIS 3 THIAGO EDWIGES M91 M91 EM59D EM59E ESTUDO DE VIABILIDADE ECONÔMICA AMBIENTAL PROJETOS DE ENGENHARIA AMBIENTAL 4 4 ODAIR CAMARGO EDUARDO BORGES LIED M91 EM59A TCC1 4 FERNANDO PERIOTTO M91 EM59B SAÚDE AMBIENTAL PROCESSAMANTO DE IMAGENS DIGITAIS 2 MINIMIZAÇÃO E REUSO DE ÁGUAS 4 ELIAS LIRA DOS SANTOS JUNIOR VANDERLEI LEOPOLD MAGALHÃES JULIANA BORTOLI RODRIGUES MEES M91 M91 OP61H OP60B 4 Quadro 8.6 – Distribuição de disciplinas e docentes 2014-1. No Quadro 8.7, encontra-se a lista de professores atuantes no Curso de Graduação em Engenharia Ambiental no segundo semestre do ano de 2014, do Núcleo de professores de Ciências Ambientais e dos demais núcleos de professores do Câmpus. Quadro 8.7- Professores do Curso com aulas no segundo semestre de 2014. PROFESSOR TITULAÇÃO CARGO EFETIVO CPF ANDERSON SANDRO DA ROCHA MESTRE PROFESSOR DE ENSINO SUPERIOR 066.340.099-61 ALEX SANCHES TORQUATO MESTRE PROFESSOR DE ENSINO SUPERIOR 158.771.388-80 93 ANDRE LUIZ SOARES VARELLA MESTRE PROFESSOR DE ENSINO SUPERIOR 330.532.818-56 ANGELA CLAUDIA RODRIGUES DOUTOR PROFESSOR DE ENSINO SUPERIOR 039.788.499-09 ANGELA LAUFER RECH MESTRE PROF. DE ENSINO BTT – SUBSTITUTO 041.150.689-73 AMARILDO REBELATO GEITTENS MESTRE PROFESSOR DE ENSINO BTT 391.081.470-00 CARLA DANIELA CAMARA DOUTOR PROFESSOR DE ENSINO BTT 886.410.319-87 CESAR HENRIQUE LENZI DOUTOR PROFESSOR DE ENSINO SUPERIOR 219.586.478-88 DALESIO OSTROVSKI DOUTOR PROFESSOR DE ENSINO BTT 019.590.969-07 DANIEL WALKER TONDO DOUTOR PROFESSOR DE ENSINO SUPERIOR 032.560.269-74 EDER LISANDRO DE MORAES FLORES DOUTOR PROFESSOR DE ENSINO SUPERIOR 928.647.160-20 EDILSON CHIBIAQUI MESTRE PROFESSOR DE ENSINO BTT 391.265.019-53 EDUARDO BORGES LIED MESTRE PROFESSOR DE ENSINO SUPERIOR 058.460.799-70 EDUARDO EYNG DOUTOR PROFESSOR DE ENSINO BTT 006.936.539-30 EDWARD KAVANAGH MESTRE PROFESSOR DE ENSINO BTT 485.000.549-72 ELIANE RODRIGUES DOS SANTOS GOMES DOUTOR PROFESSOR DE ENSINO BTT 458.042.739-49 ELIAS LIRA DOS SANTOS JUNIOR MESTRE PROFESSOR DE ENSINO SUPERIOR 305.797.912-20 ELIZANDRA SEHN DOUTOR PROFESSOR DE ENSINO SUPERIOR 029.516.749-10 FABIANA COSTA DE ARAUJO SCHUTZ MESTRE PROFESSOR DE ENSINO SUPERIOR 826.671.369-34 FERNANDO PERIOTTO DOUTOR PROFESSOR DE ENSINO SUPERIOR 272.490.368-40 FRANCIELE BUSS FRESCKI KESTRING MESTRE PROFESSOR DE ENSINO SUPERIOR 058.947.999-70 HAMILTON PEREIRA DA SILVA MESTRE PROFESSOR DE ENSINO SUPERIOR 432.202.150-68 ISMAEL LAURINDO COSTA JUNIOR MESTRE PROFESSOR DE ENSINO SUPERIOR 046.758.339-00 IVONE TERESINHA CARLETTO DE LIMA DOUTOR PROFESSOR DE ENSINO BTT 466.971.289-68 IVONEI OTTOBELLI DOUTOR PROFESSOR DE ENSINO BTT 555.153.209-72 JORGE KAWAHARA MESTRE PROFESSOR DE ENSINO BTT 148.964.276-53 JULIANA BORTOLI RODRIGUES MEES DOUTOR PROFESSOR DE ENSINO BTT 026.414.389-25 JULIANE MARIA BERGAMIN BOCARDI MESTRE PROFESSOR DE ENSINO SUPERIOR 025.274.949-94 JURACY JOSÉ LEMOS MESTRE PROFESSOR DE ENSINO BTT 754.239.957-87 LAERCIO MANTOVANI FRARE DOUTOR PROFESSOR DE ENSINO BTT 808.608.269-53 LAIRTON MOACIR WINTER MESTRE PROFESSOR DE ENSINO BTT 930.481.309-34 LARISSA DE BIORTOLI CHIAMOLERA SABBI DOUTOR PROFESSOR DE ENSINO SUPERIOR 005.360.419-97 LEIDI CECILIA FRIEDRICH DOUTOR PROFESSOR DE ENSINO SUPERIOR 040.146.309-51 LUCIANO DA COSTA BARZOTTO MESTRE PROFESSOR DE ENSINO BTT 662.759.389-00 LUIZ ALBERTO VIEIRA SARMENTO DOUTOR PROFESSOR DE ENSINO BTT 196.837.079-04 ESPECIALISTA PROFESSOR DE ENSINO BTT 768.166.489-00 MESTRE PROFESSOR DE ENSINO BTT 044.688.889-38 MARCIO BECKER MESTRE PROFESSOR DE ENSINO SUPERIOR 023.268.449-98 MARLOS WANDER GRIGOLETO DOUTOR PROFESSOR DE ENSINO BTT 769.451.039-00 MARIA FATIMA MENEGAZZO NICODEM DOUTOR PROFESSOR DE ENSINO BTT 513.463.629-04 MICHELLE BUDKE COSTA DOUTOR PROFESSOR DE ENSINO SUPERIOR 997.048.620-91 NEUSA IDICK SCHERPINSKI MESTRE PROFESSOR DE ENSINO BTT 628.136.179-20 PAULO ROBERTO DULNIK MESTRE PROFESSOR DE ENSINO BTT 347.263.730-72 PAULO RODRIGO STIVAL BITTENCOURT DOUTOR PROFESSOR DE ENSINO SUPERIOR 757.151.049-04 PEDRO ELTON WEBER DOUTOR PROFESSOR DE ENSINO BTT 446.462.240-20 PETERSON DIEGO KUNH MESTRE PROFESSOR DE ENSINO SUPERIOR 045.361.299-79 MARCELO MARCOS MANENTI MARCIA ANTONIA BARTOLOMEU AGOSTINI 94 RAFAELA GREICI DA MOTTA CAMICIA MESTRE PROFESSOR DE ENSINO SUPERIOR 062.299.849.89 RAFAEL ARIOLI DOUTOR PROFESSOR DE ENSINO SUPERIOR 022.223.339-70 REGINALDO BORGES MESTRE PROFESSOR DE ENSINO SUPERIOR 006.079.639-13 RENATA MELLO GIONA DOUTOR PROFESSOR DE ENSINO SUPERIOR 295.685.748-75 RENATO SANTOS FLAUZINO MESTRE PROFESSOR DE ENSINO BTT 128.183.148-44 RENATO CESAR POMPEU DOUTOR PROFESSOR DE ENSINO BTT 546.562.069-20 RICARDO DOS SANTOS DOUTOR PROFESSOR DE ENSINO BTT 482.792.009-59 RODRIGO RUSCHEL NUNES MESTRE PROFESSOR DE ENSINO SUPERIOR 929.172.750-49 SHIDERLENE VIEIRA DE ALMEIDA DOUTOR PROFESSOR DE ENSINO SUPERIOR 818.812.909-72 SILVANA MENDONÇA LOPES VALENTIN MESTRE PROFESSOR DE ENSINO BTT 008.079.439-40 TÁSIA HICKMANN MESTRE PROFESSOR DE ENSINO SUPERIOR 057.146.989-24 THIAGO EDWIGES MESTRE PROFESSOR DE ENSINO SUPERIOR 051.923.959-84 VANDERLEI LEOPOLD MAGALHAES DOUTOR PROFESSOR DE ENSINO SUPERIOR 038.873.369-17 VANESSA HLENKA MESTRE PROFESSOR DE ENSINO SUPERIOR 052.895.409-11 O Corpo Docente do Curso de Engenharia Ambiental no segundo semestre de 2014 conta com um total de 60 professores, sendo 57 efetivos 40 h com Dedicação Exclusiva (DE), 01 efetivo 40h e 02 contratados 40 h. No Quadro 8.8 apresenta-se a titulação do corpo docente. Titulação Quantidade % Doutorado 28 46,6 Mestrado 31 51,6 Especialização 01 1,6 Quadro 8.8: Titulação do Corpo Docente em 2014-2. No Quadro 8.9, encontra-se a distribuição de disciplinas para os docentes no ENGENHARIA AMBIENTAL CURSO segundo semestre de 2014: TURMA CODIGO DISCIPLINA CH M11 EG51A QUIMICA GERAL E INORGANICA 5 RODRIGO RUSCHEL NUNES M11/M14 EM51A 3 M11 PP51A BIOLOGIA GERAL CALCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL I M11 PP51B FÍSICA I 5 FERNANDO PERIOTTO FRANCIELE BUSS FRESCKI KESTRING AMARILDO REBELATO GEITTENS 6 PROFESSOR 95 ENGENHARIA AMBIENTAL ENGENHARIA AMBIENTAL ENGENHARIA AMBIENTAL M11 PP51C INTRODUÇÃO A ENGENHARIA 2 RAFAEL ARIOLI M11 PP51F GEOMETRIA ANALITICA E ALGEBRA LINEAR 6 RAFAELA GREICI DA MOTTA CAMICIA M14 EG51A QUIMICA GERAL E INORGANICA 5 JULIANE MARIA BERGAMIN BOCARDI M11 PP52G COMPUTAÇÃO I 4 M21/M24 EG52A FISICO-QUIMICA 4 M21/M24 EG52B QUIMICA ORGANICA 4 HAMILTON PEREIRA DA SILVA RENATA MELLO GIONA e PAULO RODRIGO STIVAL BITTENCOURT DANIEL WALKER TONDO E MICHELLE BUDKE COSTA M21M24 EG52C QUIMICA ANALITICA 4 ALEX SANCHES TORQUATO M21 EM52A ECOLOGIA BASICA 5 FERNANDO PERIOTTO M21 PP51D DESENHO TÉCNICO 3 JORGE KAWAHARA M24 PP51D DESENHO TÉCNICO 3 JORGE KAWAHARA M21 PP51H 2 MARIA FATIMA MENEGAZZO NICODEM M21 PP52A COMUNICAÇÃO LINGUISTICA CALCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL 2 4 PEDRO ELTON WEBER M21 PP52B FÍSICA 2 5 JURACY LEMOS M21 CH52J GESTAO TECNOLOGICA 2 LUCIANO DA COSTA BARZOTTO M21 CH52A PRESENÇA AFRICANA NO BRASIL 2 IVONE TERESINHA CARLETTO DE LIMA M21 CH52G LINGUA BRASILEIRA DE SINAIS 1 2 SILVANA MENDONÇA LOPES VALENTIN M31 EM53A ECOLOGIA APLICADA 3 CARLA DANIELA CÂMARA M31 EM53B 4 VANDERLEI LEOPOLD MAGALHAES M31 PP51E CARTOGRAFIA FUNDAMENTOS DE ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO 3 PETERSON DIEGO KUNH M31 PP52C MECANICA GERAL I 4 ANDRÉ LUIZ SOARES VARELLA M31 PP52E 2 RICARDO DOS SANTOS M31 PP53A 4 M31 CH52R METODOLOGIA DA PESQUISA EQUAÇÕES DIFERENCIAIS ORDINARIAS PSICOLOGIA APLKICADA NO TRABALHO 2 VANESSA HLENKA SHIDERLENE VIEIRA DE ALMEIDA M31 PP53B FÍSICA 3 3 ELIZANDRA SEHN M31 CH52F LIDERANÇA E GERENCIAMENTO 2 MARCIO BECKER M31 PP53E PROBABILIDADE E ESTATISTICA 4 NEUSA IDICK SCHERPINSKI M41 EG54A PRINCÍPIOS DA ELETROTÉCNICA 4 PAULO ROBERTO DULNIK M41 EG54B FENÔMENOS DE TRANSPORTE 1 2 EM54A HIDRÁULICA 4 LUIZ ALBERTO SARMENTO FABIANA COSTA DE ARAUJO SCHUTZ EM54B BIOQUÍMICA AMBIENTAL 3 EM54C TOPOGRAFIA 4 M41 M41 M41 IVONEI OTTOBELLI FABIANA COSTA DE ARAUJO SCHUTZ 96 EM54D GESTÃO EMPRESARIAL 2 PP53C MECÂNICA GERAL 2 4 CH52B FILOSOFIA DA CIÊNCIA E DA TECNOLOGIA 2 M41 PP54G CÁLCULO NUMÉRICO 4 TÁSIA HICKMANN M51 EG55A OPERAÇÕES UNITÁRIAS 1 4 RENATO SANTOS FLAUZINO M51 EG55B FENÔMENOS DE TRANSPORTE 2 4 EDUARDO EYNG M51 EG55C GESTAO FINANCEIRA 2 REGINALDO BORGES M51 EM55B QUIMICA INSTRUMENTAL 4 EDER LISANDRO FLORES M51 EM55C LEGISLAÇÃO AMBIENTAL 4 M51 EM55D MICROBIOLOGIA AMBIENTAL 4 EDILSON CHIBIAQUI MARCIA ANTONIA BARTOLOMEU AGUSTINI EM55E GEOPROCESSAMENTO 5 VANDERLEI LEOPOLD MAGALHAES M51 EM55F CLIMATOLOGIA 3 DALESIO OSTROVSKI M61 EM56A OPERAÇÕES UNITÁRIAS 2 4 EDUARDO EYNG EM56B GESTAO E TRATAMENTO DE EFLUENETS LIQUIDOS 1 4 JULIANA BORTOLI RODRIGUES MEES EM56C PLANEJAMENTO AMBIENTAL 3 DALÉSIO OSTROVSKI EM56D AVALIAÇÃO IMPACTOS AMBIENTAIS 3 ELIAS LIRA DOS SANTOS JUNIOR M61 EM56E GEOLOGIA PEDOLOGIA 4 ANDERSON SANDRO DA ROCHA M61 EM56F GEOTECNIA AMBIENTAL 4 ANDERSON SANDRO DA ROCHA M61 EM56G ECONOMIA DO MEIO AMBIENTE 2 LUCIANO DA COSTA BARZOTTO M61 PP55H 3 RENATO CESAR POMPEU 3 LEIDI CECILIA FRIEDRICH 4 JULIANA BORTOLI RODRIGUES MEES M41 M41 ENGENHARIA AMBIENTAL ENGENHARIA AMBIENTAL M41 M51 M61 M61 M61 M71 EM57A ENGENHARIA AMBIENTAL EM57B M71 M71 M71 GESTÃO E TRATAMENTO DE EFLUENTES LÍQUIDOS 2 M71 M71 M81 M81 M81 M81 M81 M81 EDWARD KAVANAGH LAIRTON MOACIR WINTER EM57C GESTÃO E TRATAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS 1 3 THIAGO EDWIGES EM57D GESTÃO E TRATAMENTO DE EMISSÕES ATMOSFÉRICAS 1 2 EM57E BIOTECNOLOGIA 4 LAERCIO MANTOVANI FRARE LARISSA DE BIORTOLI CHIAMOLERA SABBI FABIANA COSTA DE ARAÚJO SCHUTZ ELIANE RODRIGUES DOS SANTOS GOMES M71 M71 ENGENHARIA AMBIENTAL PRINCIPIOS DE RESISTENCIA DOS MATERIAIS TRATAMENTO DE ÁGUAS PARA ABASTECIMENTO 1 MARCIO BECKER 4 EM57F HIDROLOGIA EM57G PROCESSOS INDUSTRIAIS E POLUIÇÃO 4 EM57H SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL 4 EM58A EM58B EM58C EM58D EM58E EM58F TRATAMENTO DE ÁGUAS PARA ABASTECIMENTO 2 GESTÃO E TRATAMENTO DE EFLUENTES LÍQUIDOS 3 GESTÃO E TRATAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS 2 GESTÃO E TRATAMENTO DE EMISSÕES ATMOSFÉRICAS 2 MANEJO DE RECURSOS NATURAIS AUDITORIA AMBIENTAL INTEGRADA 3 3 4 3 4 4 EDUARDO BORGES LIED ISMAEL LAURINDO COSTA JUNIOR EDUARDO BORGES LIED THIAGO EDWIGES LAERCIO MANTOVANI FRARE ANDERSON SANDRO DA ROCHA ANGELA LAUFER RECH 97 M81 OP61F BIODIVERSIDADE 4 CARLA DANIELA CAMARA M91 EM59C TECNOLOGIAS AMBIENTAIS 3 THIAGO EDWIGES M91 M91 EM59D EM59E ESTUDO DE VIABILIDADE ECONÔMICA AMBIENTAL PROJETOS DE ENGENHARIA AMBIENTAL 4 4 MARCELO MARCOS MANENTI EDUARDO BORGES LIED M91 EM59A TCC1 4 FERNANDO PERIOTTO M91 EM59B SAÚDE AMBIENTAL 2 OP61G ESTRATEGICAS DE EDUCACAO AMBIENTAL 4 OP60B MINIMIZAÇÃO E REUSO DE ÁGUAS 4 ELIAS LIRA DOS SANTOS JUNIOR ELIANE RODRIGUES DOS SANTOS GOMES JULIANA BORTOLI RODRIGUES MEES M81 M91 Quadro 8.9 – Distribuição de disciplinas e docentes 2014-2. 98 9 BIBLIOTECA A biblioteca central do Câmpus Medianeira concentra o acervo bibliográfico de todos os cursos. Fica localizada no último piso do Bloco A, e seu horário de atendimento é de segunda à sexta-feira das 07:30 às 22:00 horas e sábado das 08:30 às 11:30 horas. O acesso à Biblioteca do Câmpus Medianeira se dá por meio de uma catraca eletrônica com uso do crachá. Esse acesso permite a geração de arquivos para comunicação com o Sistema Pergamum e geração de relatórios estatísticos, os quais demonstram, com exatidão, quantos usuários/dia frequentam a Biblioteca, qual o vínculo deste usuário com a UTFPR (aluno graduação, pós-graduação, professor, servidor técnico administrativo ou comunidade em geral), quais os cursos e períodos. As informações referentes às áreas físicas da biblioteca e computadores estão apresentadas no Quadro 8.1: Quadro 9.1 Áreas Físicas/Computadores da Biblioteca Câmpus Medianeira Área total (m²) Área de estudo (m²) Área de acervo (m²) Área administrativa (m²) Área de Sanitários (m²) 409,72 236 100 50,11 26,55 Sala de Estudos – Piso 1 (Bloco A) (m²) Salas de estudo em grupo Cabines individuais 72,71 04 08 Computadores para acesso à internet Terminais de consulta ao acervo 05 02 Os serviços oferecidos pela biblioteca estão listados a seguir: 1. Consulta ao acervo da biblioteca 99 O acervo está informatizado pelo Sistema PERGAMUM, para consulta, empréstimo, reserva e renovações. Por meio deste sistema o usuário pode buscar a obra ou assunto que deseja nas bibliotecas de todos os Câmpus UTFPR. O acervo bibliográfico disponível na biblioteca do Câmpus Medianeira, de acordo com as áreas de conhecimento do CNPq, está apresentado no Quadro 8.2 Quadro 9.2 Acervo bibliográfico por área CNPq da biblioteca do Câmpus Medianeira Áreas de Conhecimento do CNPq 1. Ciências Exatas e da Terra 2. Ciências Biológicas 3. Engenharias 4. Ciências da Saúde 5. Ciências Agrárias 6. Ciências Sociais e Aplicadas 7. Ciências Humanas 8. Linguística, Letras e Artes TOTAL Títulos 1929 292 2392 288 506 2977 2127 2561 13072 Livros Exemplares 5895 839 6406 512 1176 6406 3940 3733 28907 2. Acesso aos periódicos on-line É disponibilizado pela UTFPR o acesso online ao Portal de periódicos da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), que é uma das maiores bibliotecas virtuais do mundo, reunindo conteúdo científico de alto nível disponível à comunidade acadêmico-científica brasileira. No Portal da CAPES os alunos do curso podem ter acesso aos textos completos de artigos selecionados de milhares de revistas internacionais e nacionais e mais de uma centena de bases de dados com resumos de documentos em as áreas específicas relacionadas ao curso de engenharia ambiental. O uso do Portal é livre e gratuito para os usuários da UTFPR. O acesso é realizado a partir de qualquer terminal ligado à Internet localizado na instituição. Há disponível também, a partir da página da biblioteca do Câmpus Medianeira, o acesso aos periódicos on-line selecionados por curso. Os periódicos disponíveis, relacionados ao curso de Engenharia de Ambiental, estão listados abaixo: Acta Amazônica - ISSN 0044-5967 Águas Subterrâneas - ISSN 2179-9784 Banas qualidade - ISSN 1676-7845 Bio: Revista Brasileira de Saneamento e Meio Ambiente - ISSN 0103-5134 100 Biotecnologia: ciência e desenvolvimento - ISSN 1414-6347 CERNE (Centro de Estudos em Recursos Renováveis) - ISSN 0104-7760 Ciência Florestal - ISSN 1980-5098 Eng. Sanitária e Ambienta - ISSN 1413-4152 Engenharia Agrícola - ISSN 0100-6916 Enciclopédia Biosfera Flora Brasiliensis FLORAM: revista floresta e ambiente - ISSN 2179-8087 Geografia: conhecimento prático - ISSN 1984-0101 Geração sustentável - ISSN 1984-9699 Hydro - ISSN 1980-2218 Química Nova na Escola - ISSN 2175-2699 Química Nova - ISSN 0100-4042 Revista Árvore - ISSN 0100-6762 Revista Brasileira de Engenharia Agrícola e Ambiental - ISSN 1807-1929 Revista Gestão Industrial - ISSN 1808-0448 Revista Paranaense de Des. - ISSN 0556-6916 Water Research Letras da Terra ECO 21 - ISSN 0104-00300 Water Science e Technology - ISSN 0273-1223 3. Autenticação do Proxy Esse serviço permite que alunos, docentes e técnicos administrativos possam acessar, fora das instalações físicas da UTFPR, algumas bases de dados e portais que a UTFPR disponibiliza. 4. Comutação bibliográfica (COMUT) A biblioteca oferece o sistema COMUT para obtenção de cópias de documentos técnicos científicos, periódicos, teses, anais de congressos, relatórios técnicos e partes de documentos disponíveis nos acervos das principais bibliotecas brasileiras em serviços de informação. 5. E-Books 101 A UTFPR disponibiliza o acesso a livros eletrônicos a partir dos servidores da UTFPR. 6. Empréstimo domiciliar entre as bibliotecas dos Câmpus da UTFPR (ECC) Esse instrumento é disponibilizado aos usuários da Biblioteca para solicitar o empréstimo de obras que não tenham ou não estejam disponíveis no Câmpus do usuário, mediante o preenchimento de um pequeno formulário disponibilizado site e também no balcão da Biblioteca. 102 APÊNDICES 103 104 Apêndice A – BIBLIOGRAFIA BÁSICA DO CURSO DE ENGENHARIA AMBIENTAL PRIMEIRO PERÍODO Geometria Analítica e Álgebra Linear: WINTERLE, P. Vetores e Geometria Analítica. São Paulo: Pearson Makron Books, 2000. STEINBRUCH,A; WINTERLE,P. Álgebra linear. São Paulo: Pearson Makron Books, 1987. VENTURI, J,J. Álgebra vetorial e geometria analítica Curitiba:UFPR, 1989. Química Geral e Inorgânica: BROWN, Theodore L.; LEMAY, H. E.; BURSTEN, Bruce E. Química: a ciência central. 9.ed. São Paulo: Pearson PrenticeHall, 2005. RUSSEL, J.B. Química geral. 2.ed. v.1 e 2. São Paulo:Makron Books,1994. BRADY, James E.; HUMISTON, Gerard, E. Química geral. 2.ed. v.1 e 2. Rio de Janeiro: LTC, 2001. Computação 1: FORBELLONE, André Luiz Villar; EBERSPÄCHER, Henri Frederico. Lógica de programação: a construção de algoritmos e estruturas de dados . 2. ed. São Paulo, SP: Makron, 2000. xiv, 197 p. ISBN 8534611246. GUIMARÃES, Ângelo de Moura; LAGES, Newton Alberto de Castilho. Algoritmos e estruturas de dados. Rio de Janeiro: LTC, 1985-1994. 216p. (Ciência da computação) ISBN 85-216-0378-9. MIZRAHI, Victorine Viviane. Treinamento em linguagem C: curso completo - módulo 1. São Paulo: McGraw-Hill; Pearson Education, c1990. xix, 241 p. Introdução a Engenharia: BAZZO, Walter Antonio; PEREIRA, Luiz Teixeira do Vale (Autor). Introdução a engenharia: conceitos, ferramentas e comportamentos. 2. ed. Florianopolis: UFSC, 2009. 270 p. MOTA, Suetônio. Introdução à engenharia ambiental. 4. ed. Rio de Janeiro: ABES – Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental, 2006. 388 p. HOLTZAPPLE, Mark T.; REECE, W. Dan. Introdução a engenharia. Rio de Janeiro, RJ: LTC, 2006. 220 p. Física 1: HALLIDAY, RESNICK E WALKER – FUNDAMENTOS DE FÍSICA – VOL. 1 – 8ª EDIÇÃO SEARS, ZEMANSKY, YOUNG E FREEDMAN. Física – VOL. 1 – 12ª EDIÇÃO TIPLER, P.A. Física; V. 1 ; Edit. LTC Biologia Geral: JUNQUEIRA, Luiz Carlos Uchôa; CARNEIRO, José. Biologia celular e molecular. 9. ed. Rio de Janeiro, RJ: Guanabara Koogan, 2012. 364 p. PELCZAR, Michael J.; CHAN, E. C. S.; KRIEG, Noel R. (Autor). Microbiologia: conceitos e aplicações. 2. ed. São Paulo: Makron, c1996-1997. 2 v. RAVEN, Peter H.; EVERT, Ray Franklin; EICHHORN, Susan E. Biologia vegetal. 7. ed. Rio de Janeiro, RJ: Guanabara Koogan, c2007. xxi, 830 p. Cálculo Diferencial e Integral 1: FLEMMING, Diva Marília; GONÇALVES, Mirian Buss (Autor). Cálculo A: funções, limite, derivação e integração. 6. ed. rev. e ampl. São Paulo, SP: Pearson Prentice Hall, c2007. ix, 448 p. ISBN 857605115X. LEITHOLD, Louis. O cálculo com geometria analítica. 3. ed. São Paulo, SP: HARBRA, c1994. 2 v. ISBN 8529400941(v.1). SIMMONS, George Finlay. Cálculo com geometria analítica. São Paulo, SP: Makron, 1987-2008. 2 v. ISBN 00-745-0411-8 (v.1). SEGUNDO PERÍODO Química Analítica: BACCAN, N. et al., Química Analítica Quantitativa Elementar. 3a ed. rev.e ampl., São Paulo: Edgard Blücher, 2001. SKOOG, D. A. et al. Fundamentos de Química Analítica. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2006. 105 VOGEL, A. Química Analítica Qualitativa. São Paulo: Editora Mestre Jou, 1981. Cálculo Diferencial e Integral 2: ANTON, Howard; BIVENS, Irl; DAVIS, Stephen. Cálculo. 8. ed. 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São Paulo: Atlas, 2004. 300p. LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. A. Técnicas de Pesquisa: planejamento e execução de pesquisas, amostragens e técnicas de pesquisa, elaboração, análise e interpretação de dados. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2008, 277p. 129 MEDEIROS, João Bosco. Redação científica: a prática de fichamentos, resumos, resenhas. 11. ed. São Paulo: Atlas, 2009. 321p. SALOMON, Décio Vieira. Como fazer uma monografia. 11. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2004. 425p. SALVADOR, A. D. Metodologia do trabalho científico. 21. ed. São Paulo: Cortez, 2001. 279p. SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 21. ed. São Paulo: Cortez, 2001. 279 p. UTFPR. Normas para elaboração de trabalhos acadêmicos. Curitiba: UTFPR, 2008. Disponível em: <http://www.utfpr.edu.br/materia.php?page=capas_normas&tipo=estatico>. Estudo de Viabilidade Econômica Ambiental: ASSAF NETO, Alexandre. Mercado Financeiro. São Paulo: Atlas, 2005. Minimização e Reuso de Águas: MANCUSO, Pedro Caetano Sanches; SANTOS, Hilton Felício dos UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. Reúso de água. São Paulo, SP: Manole, 2003. 579 p. ISBN 85-204-1450-8. MACÊDO, Jorge Antônio Barros de. Águas & águas. 2. ed. Juiz de Fora: CRQ-MG, 2004. 977 p. SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM INDUSTRIAL – SENAI-RS. Implementação de Programas de Produção mais Limpa. Porto Alegre: CNTL, 2003. 46p. Disponível em http://wwwapp.sistemafiergs.org.br/ portal/page/portal/sfiergs_senai_uos/senairs_uo697/proximos_cursos/implementa%E7%E3o%20PmaisL.pdf UNITED NATIONS ENVIRONMENT PROGRAMME – UNEP. Environmental Agreements and Cleaner Production: questions and answers. UNEP: Division of Technology, Industry & Economics, 2006. 28p. Disponível em http://www.unep.org/pdf/dtie/ CP_MEA_and_Cleaner_Production.pdf acesso em 13 de abril de 2013. NASCIMENTO, C. A. M. Em busca da ecoeficiência. Disponível em:<http://www. rs.senai.br>. Acesso em: 24 jan. 2012. Saúde Ambiental: JENICEK, Milos e Robert Cléroux Epidémiologie, Paris, Editora Edisem, 1982. FORATTINI, Osvaldo Paulo Epidemiologia Geral, São Paulo, Edgar Blücher, Editora da USP, 1976. CHAVES, Mario Saúde e Sistemas, Rio de Janeiro, Editora da Fundação Getúlio Vargas, 1980. - FUNDAÇÃO SESP – Fundação de Serviços da Saúde Pública Manual de Saneamento, Volumes I, II e III, Rio de Janeiro Fundação Sesp, 1972. FERREIRA, F. A. Gonçalves. Moderna Saúde Pública, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian, 1975. Organização Pan Americana de Saúde - Profilaxia das Doenças Transmissíveis, Washington, 1992. 130 Apêndice C - PROJETOS ENVOLVENDO ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO Alguns exemplos de Projetos de pesquisa e, ou extensão relacionados à área ambiental, envolvendo alunos e professores, bem como relacionados com o mestrado em Tecnologias Ambientais PPGTAMB são relatados: a) Título: Observação da microfauna no processo de nitrificação em reator operado em bateladas sequenciais (RBS). Descrição: Tradicionalmente, a eliminação de nitrogênio de águas residuárias agroindustriais é realizada por processos biológicos, que contemplam a nitrificação seguida da desnitrificação. O processo nitrificante é realizado pela ação de dois grupos de bactérias, o primeiro grupo, pertencendo predominantemente ao gênero Nitrosomonas, responsável pela nitritação e o segundo grupo, pertencendo predominantemente ao gênero Nitrobacter, responsável pela nitratação. Além das bactérias outros organismos aquáticos, como os protozoários e metazoários, estão intimamente relacionados a condições ambientais específicas, o que possibilita utilizá-los como bioindicadores. Através da observação da microfauna existente no lodo podem-se diagnosticar as condições de tratamento, visando uma qualidade melhor do efluente a ser lançado nos corpos hídricos. Além disso, a observação da microfauna pode ser utilizada como parâmetro adicional de controle, obtendo-se uma resposta mais rápida do que está ocorrendo numa estação de tratamento bem antes do que os resultados das análises físico-químicas convencionais o possam demonstrar. Nesse contexto, esse projeto visa caracterizar qualitativamente a microfauna presente no lodo de um reator em batelada sequencial (RBS), operado em escala de bancada, com água residuária agroindustrial de forma a permitir a ocorrência da nitrificação. Além de correlacionar à biota presente no lodo, do RBS, com a eficiência do reator. Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. 2013 Professora: Professora Juliana Bortoli R. Mees Alunos envolvidos graduação (Engenharia Ambiental): Danilo Fernandes Soares Financiador : Fundação Araucária de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa. b) Título: Remoção biológica de poluentes de efluente de abatedouro e frigorífico utilizando reator em bateladas sequenciais. Descrição: Para remoção de poluentes de águas residuárias ricas em matéria orgânica e nutrientes, no Brasil, normalmente os sistemas de tratamento adotados são constituídos por 131 lagoas de estabilização, devido à grande disponibilidade de área, clima favorável, simplicidade operacional e utilização de pouco ou nenhum equipamento. Recentemente, especialmente na última década, o tratamento de águas residuárias efetuado em reatores em bateladas sequenciais (RBS) tem despertado interesse, devido à redução de custos que este sistema oferece em relação aos processos contínuos, como por exemplo, lodos ativados convencionais e a alta eficiência atingida na redução de nutrientes e matéria orgânica. Nesse contexto, o objetivo desse projeto é avaliar o desempenho de um reator biológico operado em batelada sequencial aeróbio/anóxico, com biomassa em suspensão, aplicado no póstratamento anaeróbio de efluente de abatedouro e frigorífico de suínos para remoção de matéria orgânica remanescente e de nutrientes (nitrogênio e fósforo). Situação: Concluído . 2013-2013 Professora: Professora Juliana Bortoli R. Mees Alunos envolvidos graduação(Engenharia Ambiental): Karina Cerqueira Navarro Financiador (es): Fundação Araucária de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa. c) Título: Compostos orgânicos naturais como alternativa para coagulação e floculação de efluentes. Descrição: A presente pesquisa propõe a substituição de coagulantes químicos já existentes no mercado, como sais de alumínio e ferro, tais como: Cloreto Ferríco (FeCl3), o Sulfato de ferro (FeSO4), sulfato de alumínio (Al2(SO4)3, entre outros, por coagulantes orgânicos. Visa avaliar a capacidade de coagulação e floculção de biomassas oriundas de sementes, cascas e frutos das espécies quiabo (Abelmoschus esculentus) a Acácia-negra (Acacia decurrens), e a mamona (Ricinus communis), visando à redução parâmetros como cor, turbidez e de materiais com faixa de absorção em UV-254 nm, com um baixo custo comparado aos sistemas físico-químicos tradicionais. Tendo em vista que os coagulantes naturais apresentam várias vantagens em relação aos coagulantes químicos por serem biodegradáveis e nãotóxicos, e ainda produzirem lodo em menor quantidade e com menores teores de metais. Situação: Em andamento. 2013 Professora: Professora Juliana Bortoli R. Mees Alunos envolvidos: graduação (Engenharia Ambiental): Evelin Krug (1). 132 d) Título: Produção, Purificação e Caracterização de Biodiesel a partir de gordura suína. (Projeto de Inovação e Desenvolvimento Tecnológico) Descrição: Inserido neste projeto macro está o projeto de inovação tecnológica “Otimização econômica, via modelo neural, da produção de biodiesel a partir de resíduos gordurosos de um frigorífico de suínos” que recebeu fomento para aquisição de materiais de consumo e capital da Fundação Araucária, Chamada 14/2009 Programa de Apoio a Pesquisa Básica e Aplicada, no valor de R$ 8.446,00 Situação: Em andamento. 2010-2013 Professores envolvidos: Eduardo Eyng - Coordenador / Paulo Rodrigo Stival Bittencourt Integrante / Rafael Arioli - Integrante / Laercio Mantovani Frare - Integrante / Elizandra Sehn - Integrante Bolsas inseridas neste projeto: 1 bolsa PIBITI – UTFPR (2011-2012), 1 bolsa PIBITI – CNPq (2012-2013). Alunos envolvidos: Rafaella Morães Scaravonatti (Engenharia de Produção), Gustavo Araújo Alves (Engenharia de Produção), Aline Raquel Müller Tones (Engenharia Ambiental), Ionara Fernanda Hoffamann (Engenharia Ambiental). e) Título: Aplicação da Moringa Oleífera, Eletrofloculação e Filtração por Membranas como arranjos híbridos de tecnologias de tratamento de água de abastecimento e residuárias. (Iniciação Científica). Tipo e formas de fomento (PIBIC, PIBITI, ITAIPU, Fundação Araucária, etc...): Fomento para compra de materiais de consumo, Edital PROPPG 01/2013 Programa de Apoio a Pesquisa Científica e de Desenvolvimento Tecnológico (PAPCDT), no valor de R$ 4.000,00. Bolsas: 1 bolsa PIBIC – UTFPR (2011-2012), 1 bolsa PIBIC – Fundação Araucária – Ações Afirmativas (2011-2012), 1 bolsa PIBIC – CNPq (2012-2013), 1 bolsa PIBIC – Fundação Araucária – Ações Afirmativas (2012-2013). Situação: em andamento. 2010 - atual Professores envolvidos: Eduardo Eyng - Coordenador / Fábio Orssatto - Integrante / Paulo Rodrigo Stival Bittencourt - Integrante / Laercio Mantovani Frare - Integrante / Eliane Rodrigues dos Santos Gomes - Integrante. Alunos envolvidos: Kao Pei Yui (Engenharia de Produção), Lucas Augusto Baú (Engenharia de Produção), Caroline Bertinatto Fabris (Engenharia de Produção), Andrieli Cristina Helmann (Engenharia Ambiental). 133 f) Título: Controle baseado em Redes Neurais Artificiais, aplicado a um sistema de tratamento híbrido e sustentável de efluente têxtil. (Pesquisa Científica) Tipo e formas de fomento (PIBIC, PIBITI, ITAIPU, Fundação Araucária, etc...) : Fomento para compra de materiais de consumo e capital, CHAMADA UNIVERSAL - MCTI/CNPq n° 14/2012, no valor de R$25.815,00. Bolsas: 1 bolsa PIBIC – Fundação Araucária (2013-2014), 1 bolsa de Mestrado Fundação Araucária – FPTI (2013-2015). Situação: em andamento: 2012 - atual Professores envolvidos: Eduardo Eyng - Coordenador / Éder Lisandro de Moraes Flores Integrante / Paulo Rodrigo Stival Bittencourt - Integrante / Laercio Mantovani Frare Integrante / Elizandra Sehn - Integrante / Cristiane Lionço Zeferino – Integrante Alunos envolvidos: Andrieli Cristina Helmann (Engenharia Ambiental), Claudia Luiza Manfredi Gasparovic (Engenharia Ambiental), Isabela Solana (Engenharia Ambiental), Bruna Souza dos Santos (Mestrado em Tecnologias Ambientais). g) Título: Análise do Processo de Combustão de Lodo proveniente de uma Estação de Tratamento de Efluente de um Frigorífico de Aves. (Inovação e Desenvolvimento Tecnológico) Bolsas inseridas neste projeto: 1 bolsa PIBITI – UTFPR (2013-2014). Situação: em andamento. 2013 - atual Professores envolvidos: Eduardo Eyng - Coordenador / Paulo Rodrigo Stival Bittencourt Integrante / Laercio Mantovani Frare - Integrante Alunos envolvidos: Alessandro Minikowski (Engenharia Ambiental), Fábio Luiz Fronza (Engenharia Ambiental). h) Título: Estabelecimento do Perfil Ecotoxicológico e Medidas de Remediação Ambiental Aplicadas à Região da Represa de Itaipu. Descrição: O projeto “Estabelecimento do Perfil Ecotoxicológico e Medidas de Remediação Ambiental Aplicadas à Região da Represa de Itaipu” está vinculado à formalização de um grupo emergente, especializado em toxicologia ambiental, no câmpus de Medianeira da Universidade Tecnológica Federal do Paraná com abordagem à toxicologia aquática. Seu diferencial está intimamente relacionado a uma ação positiva, no sentido de gerar novas alternativas de remediação dos ambientes aquáticos regionais do lago de Itaipu. As atividades 134 iniciais de prospecção através de indicadores químicos e biológicos visam corroborar com resultados anteriormente registrados de bioacumulação e transferência trófica, independentemente da classe de xenobióticos aos quais estes melhor se aplicam. Pretende-se avaliar as concentrações de modo a se estabelecer um banco dedados sobre os teores e associá-los às possíveis interferências endócrinas na biota local. Será traçado um perfil ecotoxilógico do ambiente aquático através da discussão pormenorizada dos processos que regulam a assimilação, a acumulação e a dispersão de potenciais compostos tóxicos em algumas espécies encontradas na região. Situação: Em andamento. 01/06/2011 à 01/06/2014. Apoio Financeiro: Fundação Araucária Professores Envolvidos: (UTFPR): Carla Daniela Câmara, Adelmo Lowe Plesch, Fernando Periotto, Vanderlei Leopold Magalhães, Graciela Leila Heep Viera. Parceria: UNICENTRO- Guarapuava-PR, contando com a participação da professora Sueli Pércio Quináia. Alunos envolvidos: Desde seu início, em 2011, o projeto teve seis bolsistas de iniciação científica alunos do curso de Engenharia ambiental. i) Título: Estudo da cobertura vegetal nativa da bacia do Rio Ocoy, oeste do Paraná: subsídios para a implantação de um corredor de biodiversidade entre o Parque Nacional do Iguaçu e o lago de Itaipu. Descrição: A conservação de um dos ecossistemas mais ameaçados da Mata Atlântica, a Floresta Estacional Semidecidual, exigirá a conexão e o monitoramento de remanescentes de vegetação nativa e, para isso, é imprescindível um acurado conhecimento sobre esses remanescentes, compreendendo diferentes aspectos como o estádio sucessional, a relação com corpos d’água, entre outros. Uma das ações básicas para aumentar a conectividade entre remanescentes de vegetação natural é a recuperação de áreas de preservação permanente. Essa recuperação requer a identificação e mapeamento das áreas de preservação permanente sem cobertura vegetal nativa. Remanescentes significativos da Floresta Estacional Semidecidual ainda podem ser encontrados nos estados de São Paulo e do Paraná e o paradigma atual de conservação da biodiversidade enfatiza abordagens de pesquisa e manejo em um contexto regional, extrapolando limites de jurisdição política. A bacia hidrográfica do Rio Ocoy está localizada na Ecorregião Florestas do Alto Paraná, uma das 15 ecorregiões identificadas no bioma Mata Atlântica. Situa-se entre o Parque Nacional do Iguaçu e o lago de Itaipu, oeste do 135 Paraná, e é considerada “Área que necessita corredor” na legenda do mapa da Paisagem de Conservação da Biodiversidade do WWF para a Ecorregião Florestas do Alto Paraná. Esses corredores são iniciativas locais visando à consolidação, em escala mais ampla, do Corredor de Biodiversidade do Rio Paraná, crucial para evitar o isolamento genético entre a biota dos remanescentes de Floresta Estacional Semidecidual paulista e os grandes remanescentes relativamente contínuos localizados no oeste do Paraná e nordeste da Argentina (Província de Misiones). O objetivo geral da presente proposta de projeto de pesquisa é gerar um referencial inédito sobre a cobertura vegetal nativa da Floresta Estacional Semidecidual em região de importância estratégica para a implantação do Corredor de Biodiversidade do Rio Paraná. Os objetivos específicos deste trabalho são: 1. Efetuar o mapeamento dos remanescentes de vegetação nativa em uma das microbacias pertencentes à bacia hidrográfica do Rio Ocoy e classificar esses remanescentes quanto ao estádio sucessional. 2. Identificar e quantificar as áreas de preservação permanente com e sem cobertura de vegetação nativa na microbacia. Situação: Em andamento. 01/10/2013 à 01/10/2015. Apoio financeiro: Fundação Araucária Professores Envolvidos (UTFPR): Carla Daniela Câmara , Fernando Periotto, Vanderlei Leopold Magalhães. Parceria: Instituto Florestal de São Paulo, contando com a participação do pesquisador Roque Cielo Filho. Alunos envolvidos: um aluno de mestrado do Programa de Pós-Graduação em Tecnologias Ambientais (bolsista – Fundação Araucária/Parque Tecnológico de Itaipu) e um bolsista de iniciação científica do curso de Engenharia ambiental. 136 Apêndice D- RELAÇÃO DE EMPRESAS CADASTRADAS PARA FINS DE ESTÁGIO Empresa 3MARK BUSINESS SOLUCOES DIGITAIS LTDA ME A PRIORI EXCELENCIA EM RECURSOS HUMANOS LTDA. A. ATTIE JUNIOR A.P SCHNEIDER ENGENHARIA AB COMERCIO DE INSUMOS LTDA ABATEDOURO BOM JESUS LTDA ABATEDOURO DE AVES ITAQUIRAI LTDA ABS CONSULTORIA LTDA Adimir Kreuzberg Adriane Z. Strassburger Assessoria Ambiental AGUIA SISTEMAS DE ARMAZENAGEM S/A Alarmes Monitorados Missal Ltda Albino J, Mayer e Cia Ltda ALIBRA INGREDIENTES LTDA Alice J. Gasperin Zasso - Arz Projetos e Instalações Elétricas ALVARO ANTONIO GERON AMBIENTAL COSTA OESTE PROJETOS TÉCNICOS E CONSULTORIA LTDA Ambiogeo RN Consultoria na Área de Meio Ambiente e Geologia Ltda ANAMARIA DA SILVA - ME Angeli Engenharia e Assessoria Ambiental Ltda Anix Sistemas Ltda APMF - COLÉGIO ESTADUAL NESTOR VICTOR DOS SANTOS APMF - FLAVIO WARKEN COL EST PROF - PR APMF-COLEGIO ESTADUAL JOÃO MANOEL MONDRONE Apollo-TI Ltda. APROMIS - Associação dos Produtores Orgânicos de Missal APROSMI - Assoc. Prod. de agric. e pecu. Orgânica de S. M. Iguaçu Ar Frio Refrigeração Ltda Associação Benificiente de Ajuda a Familia Associação de Pais, Mestres e Funcionários do Col. Est. do C. Pres. Kennedy Associação dos Produtores Familiares e Ecológicos de Medianeira Associaçao Empresarial de Medianeira ASSOCIAÇÃO HOSP. DE PROT. À INF. DR. RAUL CARNEIRO Associação Missionário de Beneficência Associação Paranaense de Suinocultores ASSOCIAÇÃO PESTALOZZI DE SÃO MIGUEL DO IGUAÇU ASSUTEF- Associação dos Servidores da UTFPR/MD Atlas Industria de Eletrodomésticos B3 SOFT DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE LTDA Bergamo & Luvizon Ltda. BIG FRANGO INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE ALIMENTOS LTDA. Bombonato & Liberato Ltda. BRF S.A. - Toledo Bunge Alimentos S/A C F KRINDGES LAVANDERIA E TINTURARIA C. VALE - COOPERATIVA AGROINDUSTRIAL C.A TORALES E CIA LTDA C.Vale - Cooperativa Agroindustrial CAPPELLESSO, PERIN & CIA LTDA Cargill Agrícola AS – São Miguel do Iguaçu CARGILL AGRICOLA AS –Três Lagoas- MTS Cataratas do Iguaçu Produtos Orgânicos Ltda CBE Comércio de Móveis Ltda. ME. CEMAPA ASSESSORIA E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS S/C LTDA CENTER FRIO BSH REFRIGERAÇÃO LTDA CENTRO DE INTEGRAÇÃO DE ESTUDANTES ESTÁGIOS CIN CENTRO DE INTEGRAÇÃO EMPRESA-ESCOLA DO PARANÁ - CIEE/PR Centro de Pesquisa Agropecuária dos Cerrados - Embrapa Cerrados CERÂMICA BASSO LTDA Cerâmica Havai Ltda. Cerâmica Martelli Ltda. CERÂMICA TERRA DAS ÁGUAS LTDA Cerâmica Zaminhan Ltda CERME COOPERATIVA MISTA CGS INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE MÓVEIS LTDA Cia Indl. H. Carlos Schneider Cleber Aimoni Marques (Fantasia: SafeWork) 137 COAFASO - Cooperativa da Agricultura Familiar e Solidaria do Oeste do Paraná COM. VAR. DE GEN. ALIMENT. CAMPOS DO IGUAÇU LTDA COMERCIAL ELETRICA DW SA Comércio de Refrigeração Miranda Ltda. COMPANHIA DE SANEAMENTO DO PARANÁ Concentrado Indústria de Produtos Lácteos Ltda- Sooro Conesul Pré Moldados Ltda Constel Tecnologia Ltda Construtora Zanella Ltda Cooatol Comércio de Insumos Agropecuários Ltda Coop. Agrofamiliar solidária dos apicultores da Costa Oeste do Paraná Cooperativa Agroindustrial 8 de Junho Cooperativa Agroindustrial Copagril Cooperativa Agroindustrial Lar Cooperativa Agroindustrial LAR - Unidade Industrial de Aves COOPERATIVA CENTRAL AURORA ALIMENTOS – Chapecó - SC COOPERATIVA CENTRAL AURORA ALIMENTOS – Abelardo Luz - SC D Mano Indústria e Comércio de Confecções Ltda D.LANZARINI & CIA LTDA Dabol Indústria e Comércio de Móveis Ltda DALL ILUMINI DECORAÇÕES LTDA Dall óglio Madeiras Ltda Dalmora e Cia. Ltda - Me Dalmoro Comércio de Equipamentos para Segurança no Trabalho Ltda. Datacoper Software Ltda DCD DA SILVA LTDA Dedonati e Dedonati Ltda. DEION INDUSTRIA E COMERCIO DE DETERGENTES LTDA Diplomata S/A Industrial e Comercial Disam Distribuidora de Insumos Agrícolas Sul America Ltda DOMÉTRICA LTDA. DPSL SERVIÇOS LTDA. DRZ GEOTECNOLOGIA E CONSULTORIA Duranox Indústria e Comércio SA Ecoforma Produtos Organicos do Paraná Educarefoz Turismo e Educação Ambiental EFICAZ - AGÊNCIA DE INTEGRAÇÃO E SERV DE APOIO E CAPAC EMPR S/S LTDA ME Ekologica Consultoria Ltda. Eleletrotécnica Rimers Ltda. ELETRONOR - DISTRIBUIDORA DE MATERIAIS ELÉTRICOS LTDA. ELIANE YAMAMOTO ME ELVIO RODRIGUES HUBNER - ME ENGENHRIA MCK LTDA EQUAGRIL EQUIPAMENTOS AGRICOLAS LTDA EUROSOUND INDUSTRIA E COMERCIO DE EQUIPAMENTOS ELETRICOS ACUSTICO LTDA Everest Indústria de Alimentos Ltda. F. Alberton e Cia Ltda FABIANA ADALGISA COMUNELLO – MARKETING E PUBLICIDADE (SEVEN COMUNICAÇÃO) Fabricas de embutidos I.H.M. SA. Farma Natureza Farmácia de Manipulação Ltda FARMACIA DE MANIPULAÇÃO GLOBAO LTDA FAURECIA AUTOMOTIVE DO BRASIL LTDA. FIASUL - Indústria de Fios Ltda Fiorello e Sangali ltda FMP ENGENHARIA E REPRESENTACAO COMERCIAL LTDA Foz Tropicana Parque das Aves FRIELLA AGROINDUSTRIAL LTDA FRIGORÍFICO DE PEIXES RACKI LTDA FRIGORIFICO SAO MIGUEL LTDA – São Miguel do Iguaçu-PR Frigorifico São Miguel Ltda – Itaipulândia - PR Frimesa Cooperativa Central Frio Lar Refrigeração Ltda - ME Fundação Candido Garcia Fundação de Apoio à Educação Pesq. Desenv. Cient.. Tecnol. UTFPR Fundação de Saúde Itaiguapy Fundação Parque Tecnológico Itaipu - Brasil Furgosystem Ind. de Furgões Ltda. Furnas Centrais Elétricas S. A. G.M. Malacarne & Cia Ltda. Globoaves Sao Paulo Agroavícola LTDA Grupo Atenas Softwares Ltda. Guarasan serviços técnicos Ltda 138 GWT SOLUÇÕES EM INFORMÁTICA LTDA - ME HG DO BRASIL MÍDIAS LTDA. Higiguaçu Limpeza e Conservação Ltda Hospital Celso Prado LTDA HOSPITAL SÃO CARLOS DE MEDIANEIRA LTDA IDEALL SOLUÇÕES EM INTERNET LTDA INDUSTRIA E COMERCIO DE ALHOS E TEMPEROS LTDA - ME Indústria e Comércio de Móveis Kunz LTDA INDUSTRIA SCHUMACHER LTDA INFASA INDÚSTRIA DE FARINHAS S.A.. INSTITUTO DE PROMOÇÃO TURISTICA DO IGUAÇU INSTITUTO FLORESTAL Instituto Paranaense de Assistênca Técnica e Extensão Rural Integração dos Suinocultores do Médio Norte Matogrossense Ltda Iraci Cattani ME IRMÃOS KRAUSE LTDA ISOPLAN - Planejamentos Técnicos Ltda. Isotherm Soluções Térmicas Ltda. ITAI - INSTITUTO DE TECNOLOGIA APLICADA E INOVAÇÃO Itaipu Binacional J GRANDI E CIA LTDA J. J. Kaiser e Cia Ltda. J.L. TRENTO INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE MÓVEIS LTDA JEAN B CARDOSO K M S BUENO HEIDGGER Kliver e Longo Engenharia Ambiental Ltda Kozo Mapas LTDA - ME KRINDGES INDUSTRIAL LTDA KUBITZ EQUIPAMENTOS HIDRAULICOS LTDA Kucmaq Industria de Maquinas e Equipamentos Industriais Ltda L Scalabrin & Cia Ltda. Laboratório Yanten Ltda LAJES PATAGONIA IND E COM LTDA Laticínio Dom Armando Ltda LATICÍNIOS GUAÍRA Laticínios Silvestre Ltda. LBR - LÁCTEOS BRASIL SA LIECHESKI E CIA. LTDA. LOGIC TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE LTDA Luciano Martins Luis Fernando Rabelo 08032935932 ME Lunasa Industria e Comercio de Artefatos de Metais Ltda M A Máquinas Agrícolas M.P. MOTOR SPORT LTDA. Mantec Equipamentos e Automação Industrial Ltda MAPA - Movimento de Amparo e Proteção dos Animais - S. O. S. Focinho Marcio Dillenburger [ Frio Lar Refrigeração] MARELLY Soluções em Eletricidade Ltda-ME Marilaine Mânica Brod & Cia Ltda MARTICAR BANCOS RECLINAVEIS LTDA MARZO PROJETOS AMBIENTAIS LTDA Matadouro Frigorifico A. Maculan & Cia ltda. Maxtec Metalurgica e Comercio Ltda Mazzarolo e Mikami Ltda MC COMÉRCIO DE MATERIAIS ELÉTRICOS LTDA. MCQ Eletro Service LTDA Medigás Distribuidora e Comércio de Gás Ltda Medinox Equipamentos em Aço Inox Melani e Hartleben Ltda Meta Soluções Industriais Metalúrgica Iguaçu de Medianeira Ltda METALÚRGICA METAL PÓ LTDA Metalúrgica Sapezal Ltda. Mitra Diocesana de Foz do Iguaçu - Paróquia Nossa Senhora de Fátima Moinho Comercial de Céu Azul LTDA. Moinho Iguacu Agroindustrial Ltda MOINHO IGUACU AGROINDUSTRIAL LTDA. Mueller Informática Ltda. ME Multipet Indústria e Comércio de Equipamentos Ltda Multivet Comercio de Produtos Veterinarios Ltda Município de Foz do Iguaçu Município de Itaipulândia 139 Município de Santa Helena N.T.S INFORMATICA LTDA -ME NEFROCLINICA DE FOZ DO IGUAÇU Ninfa Indústria de Alimentos Ltda NIR INFORMÁTICA LTDA Novaes e Kutassy Engenharia LTDA Núcleo de Análise Físico-Químicas Nutriplast Ind. e Com. Ltda ODA PRÉ-MOLDADOS E METALÚRGICA LTDA Opasoft Soluções Ltda – ME Ott & Cia Ltda PASQUALI E CIA LTDA PEDREIRA ITATIBA LTDA PEDRO MUFFATO & CIA LTDA Posto de Combustiveis Medianeira Ltda Postubos Indústria e Comércio de Artefatos de Concreto ltda Potenzialle Gestão de Pessoas POUSADA PARAISO DAS ORQUIDEAS LTDA Prati,Donaduzzi Cia Ltda PREFEITURA DO MUNICIPIO DE TOLEDO Prefeitura Municipal de Céu Azul Prefeitura Municipal de Matelândia Prefeitura Municipal de Medianeira Prefeitura Municipal de Missal PREFEITURA MUNICIPAL DE PATO BRAGADO Prefeitura Municipal de Ramilândia PREFEITURA MUNICIPAL DE SANTA TEREZINHA DE ITAIPU Prefeitura Municipal de São Miguel do Iguaçu Prefeitura Municipal de Serranópolis do Iguaçu Prefeitura Municipal de Vera Cruz do Oeste Prime Control Consultoria Ltda. Projetos Ambientais Laurindo Ltda- ME PROQUIMOL TINTAS LTDA PROTEMP SEGURANÇA E SAUDE OCUPACIONAL LTDA PUBLICAR PINTURAS DE PUBLICIDADE LTDA R. A. Brambila & Cia Ltda R. Zasso e Cia Ltda Rádio Jornal São Miguel Ltda RagServ Gestão e Serviços Ltda. Refare Ltda. REOLON E REOLON LTDA Ribas e Ruthner Consultoria Ambiental Ltda - ME Ricardo Aurélio de Araújo Informatica ME. RJU COMÉRCIO BENEFICIAMENTO DE FRUTAS E VERDURAS LTDA. ROMANI & MENEGAZZO LTDA Romeu Padilha De Bairros Eletricista Rossoni, Piotto & Cia Ltda RRD COMERCIO DE DERIVADOS DE ALUMINIO, FERRO E AÇO LTDA RUDI REOLON MEI SADIA S.A SADIA AS Sandmann e Kuhn Ltda SANTA GEMMA ALIMENTOS LTDA SANTA LUZIA SAÚDE E SEGURANÇA OCUPACIONAL São Leopoldo Alimentos Ltda SÀO LEOPOLDO ALIMENTOS LTDA SCHEMAQ IND. DE IMPLEMENTOS AGRICOLAS LTDA SCHEMAQ INDUSTRIA DE IMPLEMENTOS AGRICOLAS LTDA SEMETRA SEGURANCA E MEDICINA DO TRABALHO LTDA ME Serralheria Medianeira Ltda. Serviceweb.com Ltda. SERVPRAG CONTROLE DE PRAGAS LTDA Silva e Poltronieri LTDA SILVA PRESTES TRANSPORTES LTDA - EPP Sindicato dos Servidores Municipais de Santa Terezinha de Itaipu SOCIEDADE CIVIL DE EDUCAÇÃO TRES FRONTEIRAS Sociedade Filantrópica Semear de Medianeira SOLSEC SOLUÇÕES EM SEGURANÇA LTDA Sotes Sistemas LTDA ME SWA Informática Ltda TAPEÇARIA JAEDI DE MEDIANEIRA LTDA TCL - Tecnologia em Processamento de Dados Ltda. 140 Televídeo Informática Ltda. Tempermed Indústria e Comércio de Vidros Ltda TESHIMA AGRO NEWS & CIA LTDA. Tlde Tecnologia Eletrônica Ltda Totalize Internet Studio Ltda Trans Chicão Ltda. TRANSPNET SISTEMAS DE GESTÃO Trend Mobile Pesquisa e Desenvolvimento Ltda TRES FRONTEIRAS PLANEJAMENTO AGROPECUARIO Unimed do Oeste do Paraná Ltda - Cooperativa de Trabalho Médico Universidade Tecnológica Federal do Paraná - Campus Medianeira VELLAR INSTALAÇÕES ELETROMECANICAS LTDA VILA - Comércio de Auto Peças Vileiro Indústria de Confecções VITAL ENGENHARIA AMBIENTAL SA Vivan e Almeida LTDA W&D ARTEFATOS EM INOX LTDA EPP WHIRLPOOL S.A. - UNIDADE EMBRACO DE COMPRESSORES WINPACK MAQUINAS E EQUIPAMENTOS LTDA Zanchettin Mármores LTDA. Zanon Bernardon e Bernardon Ltda ZAPOLI - Indústria e Comércio de Alimentos Ltda. ZorZinco Indústria Metalúrgica LTDA. 141 Apêndice E - LABORATÓRIOS DO CURSO DE ENGENHARIA AMBIENTAL Laboratório: Águas, Efluentes e Emissões Área: 91,90 m2 N0: L-32 Características e Descrição de Atividades: No laboratório de Águas, Capacidade: 25 alunos Efluentes e Emissões são desenvolvidas atividades de caracterização físicoquímica e avaliação da qualidade de águas de abastecimento urbano e industrial (cloretos, dureza, alcalinidade, acidez, cloro residual, ensaio de coagulação/floculação, ensaio de adsorção e troca iônica em coluna), além da caracterização físico-química de efluentes líquidos industriais e esgotos sanitários (matéria sólida: sólidos totais, fixos e voláteis; sólidos sedimentáveis, matéria orgânica: DBO e DQO e nutrientes: nitrogênio e fósforo). Professores (usuários): Juliana Bortoli R. Mees, Ismael Laurindo Costa Junior, Leidi Cecília Friedrich, Eduardo Borges Lied, Laércio Mantovani Frare. Principais reagentes/produtos químicos: ácido sulfúrico concentrado PA; acido clorídrico PA; sulfato de prata; Sulfato de mercúrio; dicromato de potássio; sulfato ferroso amoniacal; hidrogenoftalato de potássio; sulfato de manganês; sulfato de magnésio; cloreto de cálcio; cloreto férrico; hidróxido de sódio; azida de sódio; hidróxido de potássio; álcool etílico; fenol liquefeito; nitroprussiato de sódio; citrato tri-sódico; cloreto de amônio anidro, entre outros. Disciplinas: Gestão e Tratamento de Efluentes Líquidos 1, 2 e 3; Tratamento Responsável: de Água para Abastecimento 1 e 2; Gestão e Tratamento de Emissões Professores: Juliana Bortoli R. Atmosféricas. Mees e Ismael Laurindo Costa Junior. Técnica: Marci Ewerling Especificações de equipamentos Qtde Freezer Vertical 280 litros, tio “frost-free”, marca: BRASTEMP/BVR28 1 1 Refrigerador duplex “frost-free”, marca: ELETROLUX 1 Incubadora BOD, marca: CIENLAB 1 Capela para Exaustão de gases, dimensões: 1200x 800x1700mm, marca: AMAZONLAB/CEA-120C 1 Equipamento de bancada para Testes de micro-filtração (módulo de membranas) 1 Aquecedor – banho maria retangular, 4 bocas, 220V 2 Equipamentoos Jar Test, para 6 jarros de acrílico incolor de 2000mL, marca: Policontrol 1 Espectrofotômetro região do visível, marca: HACH, DR 2800 1 Turbidímetro Microprocessado digital, escala 0 a 1100 NTU, marca: Policontrol 1 Forno Mufla, temperatura máxima 1200ºC, marca: Jung 1 Bloco digestor para análise de DQO, marca: SOLAB 1 Bomba a vácuo e pressão com compressor de 1/4 CV, modelo 121, marca: Prismatec 1 Estufa com circulação e renovação de ar forçado, 220V, 252L, temperatura de 50 a 250°C 1 Estufa com circulação e renovação de ar forçado, marca: QUIMIS 1 Balança eletrônica de precisão, capacidade máx. 3200 gramas, marca: SHIMADZU/BL3200h 2 Balanças analógicas, capacidade máx. 1610 gramas, marca: ZANOTTI 2 Chapas de Aquecimento, 110v 2 Medidores de pH de bancada (potenciômetro), marca: Hanna 142 N0: I56 / I25 Laboratório: Desenho Técnico Área: 74,36 / 60 m2 Características e Descrição de Atividades: Material de Desenho; Normas técnicas; Linhas técnicas; Caligrafia técnica; Perspectivas; Projeções Ortogonais; Cortes; Técnicas de Cotagem; Aplicação de Escalas; Desenho Assistido por Computador. Disciplinas: - Desenho Técnico - Desenho Básico - Desenho Eletroeletrônico Qtde 31 Responsável: Laboratório de Desenho Técnico - I56 Especificações de equipamentos Pranchetas para desenho com régua paralela, marca Desetec, modelo 6310 1 Retroprojetor, marca Benq 1 Quadro negro 4,3x1,2 m 1 Quadro branco 4,3x1,2 m Laboratório de Desenho Informática - I25 Especificações de equipamentos Qtde 36 Microcomputadores com processador Pentium IV, HD de 160, Monitor LCD 14” (30 licenças para AutoCAD 2006) 1 Retroprojetor, marca Benq 1 Quadro branco 4,3x1,2 m Laboratório: Fenômenos de Transporte e Operações Unitárias Características e Descrição de Atividades: O laboratório de Operações Unitárias e Fenômenos de Transporte encontra-se na fase de finalização de implementação dos equipamentos/ módulos adquiridos. N0: J17/J18 Área: 140,65 m2 Capacidade: 20 Alunos Disciplinas: Operações Unitárias 1, Operações Unitárias 2, Fenômenos Professores Responsáveis: de Transporte 1, Fenômenos de Transporte 2, Hidráulica Núcleo de Ciências Biológicas Ambientais e Núcleo de Alimentos Qtde 01 Especificações de equipamentos Balança analítica com capacidade máx. de 200 g e precisão de 0,0001 g 01 Balança de precisão com capacidade máxima de 8000 g e precisão de 0,1 g 01 Módulo didático para avaliação de vazão de líquidos 01 Módulo didático para avaliação de transferência de calor por convecção 01 Módulo didático para avaliação de perda de carga 01 Módulo didático para avaliação de sedimentação 01 Módulo didático hidrodinâmico 01 Módulo didático de trocador de calor 01 Módulo didático para avaliação de transferência de calor por condução Laboratório: Física N0: I23 Área: 60 m2 e 143 Capacidade: 20 alunos Características e Descrição de Atividades: As seguintes aulas são ministradas: Estudo do movimento de um projétil Estudo da conservação da energia mecânica Pêndulo simples: determinação da aceleração gravitacional Fluidostática: determinação da densidade do óleo em tubo aberto Calorimetria: determinação do calor específico de diferentes amostras Fluidos Não-Newtonianos Dilatação volumétrica de líquidos Cálculo do empuxo: princípio de Arquimedes Estudo de ondas:ilustração de ondas transversais e longitudinais (demonstrativo) Estudo do movimento harmônico simples: pêndulo simples Eletrostática: Gerador de Van der Graeff (demonstrativo) Lei de Ohm Disciplinas: Física 1, Física 2 e Física 3 Qtde 1 Responsável: Núcleo de Física Especificações de equipamentos Rampa de lançamento, cronômetro 1 Uma rampa principal, sustentação regulável para apoio da esfera alvo e suporte com esfera para os acessórios Tubo aberto e fluido teste 4 calorímetros 1 Barra com resistores ôhmicos e não ôhmicos 1 Balão e proveta graduada 1 Becker, objetos de prova 1 Tubo aberto 1 Mola 1 Pêndulo simples 1 Gerador de Van der Graeff 5 Cuba, cabos, fontes e objetos de teste 1 Laboratório: Físico-Química N0: L25-B Área: 72 m2 Características e Descrição de Atividades: Aulas práticas: Prática 1 – VOLUME MOLAR DE UM GÁS Prática 2 – ADSORÇÃO DE ÁCIDO OXÁLICO EM CARVÃO ATIVO Pratica 3 – LEI DE HESS Prática 4 – VISCOSIDADE DE LÍQUIDOS Prática 5 – DIAGRAMA DE FASES Prática 6 – CINÉTICA QUÍMICA Prática 7 – FATORES QUE AFETAM A VELOCIDADE DAS REAÇÕES QUÍMICAS Prática 8 – ESTUDOS DE ELETRÓLISE E CORROSÃO Disciplinas: Físico-Química Qtde 1 Responsável: Leidi Cecilia Friedrich e Renata Mello Giona Especificações de equipamentos Capela para exaustão de gases, dimensões 1200x800x1700mm [comprimento x profundidade x altura], 1 Barrilete para armazenamento de água purificada ou reagentes preparados, cap. 20 L, em material PVC com tampa móvel, torneira para escoamento do líquido armazenado e mangueira de nível. Condutivímetro digital, de bancada 1 Chapa aquecedora 1 144 1 Balança eletrônica de precisão 1 Medidor de ponto de fusão, microprocessado por leitura digital 1 Balança analítica, eletrônica digital microprocessada, capacidade 200g 7 Agitador magnético, com aquecimento 1 Agitador magnético, sem aquecimento 1 Agitador de tubos vortex Laboratório: Geoprocessamento Área: 60 m2 N0: I24 Características e Descrição de Atividades: Capacidade: 40 alunos Desenvolvimento de Banco de Dados/Projeto em software de SIG (Sistema de Informação Geográfica). Do Software SPRING – Sistema de processamento de Informações Georreferenciadas: é um SIG de livre acesso, com funções de processamento de imagens, análise espacial, modelagem numérica de terreno, geoestatística e consulta a bancos de dados espaciais. Das imagens de satélite: As imagens são obtidas gratuitamente do INPE / DPI (Divisão de Processamento de Imagens) e da Embrapa. Disciplinas: Geoprocessamento; Processamento de Imagens Digitais; Responsável: Prof. Dr. Vanderlei Geoestatística Leopold Magalhães Especificações de equipamentos Qtde 36 Microcomputadores com processador Pentium IV, 3MHz, HD de 160GB, 4MB de RAM Laboratório: Informática Área: 73 m2 N0: L12A Características e Descrição de Atividades: Capacidade: 40 alunos As aulas práticas envolvem o desenvolvimento de algoritmos usando o raciocínio logico, com várias atividades práticas a serem desenvolvidas, todas acompanhadas pelo professor com o uso do projetor. O professor responsável pela disciplina é a professora Arlete Teresinha Beuren do núcleo de informática (SEDUP). O software utilizado na disciplina e o Scilab 5.4.0. Disciplinas: Computação 1 Qtde 40 1 máquinas Dual Core 2Gb projetor Responsável: Núcleo de Informática Especificações de equipamentos 145 Laboratório: Microbiologia I N0: L39A/L39B Área: 74,17 m2 Características e Descrição de Atividades: Capacidade: 24 alunos No laboratório de Microbiologia são ministradas aulas práticas relacionadas à disciplina de Microbiologia Ambiental (EM55D) para alunos do 5º período do curso de Engenharia Ambiental. Neste laboratório, encontram-se seis bancadas hexagonais, acopladas a pias independentes, que possibilitam aos alunos um melhor trabalho em grupo, assim como uma ampla visão dos grupos, por parte do professor. Adjacente ao laboratório de Microbiologia encontra-se uma Câmara Asséptica (L39B), que apresenta 34,48 m2, sendo este dividido em duas salas assépticas, juntamente com uma sala de preparação e almoxarifado. O material utilizado nas aulas práticas é preparado, no ambiente supracitado, pela técnica de laboratório Rute Womer. Disciplinas: Microbiologia Ambiental Qtde 1 1 3 1 1 1 1 1 Qtde 1 1 1 1 Responsável: Prof. Dr. Daniel Rodrigues Blanco Laboratório de Microbiologia – L39A Especificações de equipamentos Autoclave (24293/MD); Geladeira (411157); estufas de secagem (367787, 367788, 367785); Fluxo laminar (374486); Homogenizador (382725); Balança digital (374323); Quadro branco (462542); Contador de colônia (374312). Sala Asséptica – L39B Sala Asséptica Autoclave (24292/MD); Estufa (24446/PROV); Deionizador (24434/PROV); Galão de armazenamento de água (24429/PROV). Laboratório: Química Geral e Inorgânica Características e Descrição de Atividades: Manuseio de equipamentos de segurança do laboratório e instruções gerais para o trabalho no laboratório. Área: 92,36m² N0: L33 Capacidade: 20 Alunos Realização de atividades experimentais referentes aos conteúdos de Química Geral e Inorgânica previstos na ementa da disciplina. Disciplinas: Química Geral e Inorgânica Qtde 02 Professores Responsáveis: Alesandro Bail e Rodrigo Ruschel Nunes Técnico Responsável: Marci Ewerling Especificações de equipamentos Balança eletrônica de precisão - SHIMAZU. 02 Barrilete,para armazenamento de água purificada ou reagentes preparados, cap. 25 L 02 Agitador magnético, com aquecimento 01 Chapa aquecedora 01 Capela para exaustão de gases 01 Estufa de secagem e esterilização, com controlador digital microprocessado 01 forno mufla,com temperatura máxima de trabalho de 1200ºC 01 Banho maria,digital microprocessado 01 Agitador de tubos vortex 146 01 Centrifuga, modelo combate, marca celm,nº 765. Laboratório: Solos Área: 73,33 m2 N0: L31 Características e Descrição de Atividades: Capacidade: 25 alunos No laboratório de solos é utilizado como espaço físico para o desenvolvimento das aulas de topografia e hidrologia. E como Laboratório para caraterizações básicas de solo e rochas para as disciplinas de geologia e pedologia e Geotecnia Ambiental, sendo realizadas análises de densidade e porosidade, textura, acidez ativa e potencial, bases do solo, carbono orgânico. Professores (usuários): Augusto Vaghetti Luchese; Fabiana Schutz, Thiago Edwiges, Carla Daniela Câmara. Principais reagentes e produtos químicos utilizados: Acetato de Cálcio; Ácido Acético; Ácido Ascórbico; Ácido Bórico; Ácido Clorídrico; Ácido Fosfórico; Ácido Nítrico (mL); Ácido Perclórico; Ácido Sulfúrico; Álcool Etílico (mL); Álcool Metílico (mL); Azul de Bromotimol; Bicromato de Potássio; Bórax; Calcon; Carbonato de Sódio Anidro; Carvão Ativado; Cianeto de Potássio; Cloreto de Amônio; Cloreto de Bário; Cloreto cálcio; Cloreto de Potássio; Cromato de Potássio; Difenilamina; EDTA; Fenolftaleína; Fosfato de Cálcio; Fosfato de Potássio Monobásico; Hidróxido de Amônio; Hidróxido de sódio; Liga Devarda; Molibdato de Amônio; Negro de Eriocromo T; Óxido de Magnésio; Peróxido de Hidrogênio; P-Nitrofenol; Subcarbonato de Bismuto; Sulfato de Cobre; Sulfato Ferroso; Sulfato de Magnésio heptahidratado; Sulfato de Potássio; Sulfato de Sódio; Trietanolamina; Verde de bromocresol; Vermelho de metila. Disciplinas: Geologia e Pedologia, Geotecnia Ambiental, Topografia, Hidrologia, Gestão e Tratamento de Resíduos Sólidos I Qtde 1 Responsável: Augusto Vaghetti Luchese Fabiana Schutz Especificações de equipamentos Balança digital, shimitzu, mod. BL3200H 1 Agitador de peneiras, Bertel 1 pHmetro, Hanna 1 Turbidímetro, Del Lab, mod. DLA-100 1 Simulador de chuva. 1 Simulador de perda de carga, Didacta, mod. H38D/EA 1 Penetrômetro, solotest. 1 Capela de exaustão, Amazonlab. 4 Bússola p/ geologia 0-36ºC 3 Nível topográfico 1 Estação total 5 Teodolito eletrônico 1 Receptor GPS, com 14 canais 98 Apêndice F- RELATÓRIO DE VISITAS TÉCNICAS REALIZADAS - CURSO DE ENGENHARIA AMBIENTAL EMPRESA/INSTITUIÇÃO (VISITA1) N. VISITAS LOCALIDADE DATA/PERÍODO ALUNOS ENVOLVIDOS DOCENTES ENVOLVIDOS TOTAL KM KM Ano PARQUE NACIONAL DO IGUAÇU 1 FOZ DO IGUAÇU - PR 26/06/2010 38 1 60 120 2010 PARQUE NACIONAL DO IGUAÇU 1 FOZ DO IGUAÇU - PR 11/12/2010 38 1 60 120 2010 TEMPERMED 1 MEDIANEIRA - PR 02/12/2011 13 1 5 10 2011 PARQUE NACIONAL DO IGUAÇU ASSOCIAÇÃO DOS AGENTES DO MEIO AMBIENTE DE MEDIANEIRA 1 FOZ DO IGUAÇU - PR 03/12/2011 37 1 60 120 2011 1 MEDIANEIRA - PR 13/03/2012 35 1 3 6 2012 FRIMESA COOPERATIVA CENTRAL COMPANHIA DE SANEAMENTO DO PARANÁ - SANEPAR 1 MEDIANEIRA - PR 26/05/2012 10 1 3 6 2012 1 15/03/2013 33 2 81 162 2013 CAFÉ IGUAÇU PÓLO ASTRONÔMICO CASIMIRO MONTENEGRO FILHO 1 CASCAVEL - PR CORNÉLIO PROCÓPIO 27/03/2013 14 1 510 1020 2013 02/04/2013 22 1 60 120 2013 KRINDGES 1 FOZ DO IGUAÇU - PR SÃO MIGUEL DO IGUAÇU - PR 12/04/2013 8 2 17 34 2013 FRIMESA COOPERATIVA CENTRAL 1 MEDIANEIRA - PR 16/04/2013 15 1 3 6 2013 FRIGORÍRIDO SÃO MIGUEL - FRIELLA 1 ITAIPULÂNDIA - PR 14/06/2013 5 2 48 96 2013 SECRETARIA DE TURISMO DE TIBAGI 1 TIBAGI-PR 06/07/2013 14 1 550 1100 2013 COOPERATIVA AGROINDUSTRIAL LAR 1 MISSAL - PR 11/07/2013 6 1 30 60 2013 COOPERATIVA AGROINDUSTRIAL LAR KLABIN INDÚSTRIA DE PAPEL E CELULOSE COMPANHIA DE SANEAMENTO DO PARANÁ - SANEPAR 1 08/08/2013 14 1 33 66 2013 1 CÉU AZUL - PR TELÊMACO BORBAPR 14/08/2013 20 3 1 FOZ DO IGUAÇU - PR 03/09/2013 13 1 60 120 2013 HELISUL TÁXI AÉREO 1 FOZ DO IGUAÇU - PR 05/09/2013 7 1 60 120 2013 COOPERATIVA AGROINDUSTRIAL LAR PREFEITURA MUNICIAPAL DE FOZ DO IGUAÇU 1 CÉU AZUL – PR 03/10/2013 11 1 33 66 2013 1 FOZ DO IGUAÇU - PR 05/11/2013 13 1 60 120 2013 FRIMESA COOPERATIVA CENTRAL 1 MEDIANEIRA - PR 19/11/2013 7 1 5 10 2013 FRIMESA COOPERATIVA CENTRAL 1 MEDIANEIRA - PR 22/11/2013 8 1 5 10 2013 1 2013 148 PARQUE DAS AVES 1 FOZ DO IGUAÇU - PR 27/11/2013 3 1 60 120 2013 ITAIPU BINACIONAL PARQUE ESTADUAL VILA VELHA e PARQUE MUNICIPAL GRUTA DO BACAETAVA 1 05/12/2013 32 1 60 120 2013 2 FOZ DO IGUAÇU - PR PONTA GROSSA/COLOMBO PR 14/12/2013 11 1 598 1196 2013 PARQUE ESTADUAL DE GUARTELÁ 1 TIBAGI-PR 15/12/2013 11 1 228 456 2013 ITAIPU BINACIONAL 1 FOZ DO IGUAÇU - PR 27/01/2014 15 1 60 120 2014 FRIGORÍFICO SÃO MIGUEL - FRIELLA 1 ITAIPULÂNDIA-PR 14/02/2014 13 1 48 96 2014 342 23 TOTAL 18 1643 3286